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A Forma da Água lidera indicações ao BAFTA 2018, o Oscar britânico

por: Cinevitor

formaguabaftaSally Hawkins em A Forma da Água, de Guillermo del Toro: doze indicações.

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão (British Academy of Film and Television Arts) anunciou nesta terça-feira, 09/01, em Londres, os indicados ao BAFTA (British Academy Film Awards) 2018, revelados pelas atrizes Natalie Dormer e Letitia Wright.

Em sua 71ª edição, o drama A Forma da Água, dirigido pelo cineasta mexicano Guillermo del Toro, lidera a lista em doze categorias. O Destino de uma Nação e Três Anúncios Para um Crime aparecem logo em seguida, com nove indicações cada.

A cerimônia de premiação do Oscar britânico acontecerá no dia 18 de fevereiro, no Royal Albert Hall, em Londres, e será apresentada pela atriz Joanna Lumley.

Confira a lista completa com os indicados ao BAFTA 2018:

MELHOR FILME:
A Forma da Água
Dunkirk
Me Chame Pelo Seu Nome
O Destino de uma Nação
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME BRITÂNICO:
God’s Own Country
Lady Macbeth
O Destino de uma Nação
Paddington 2

The Death of Stalin
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DIREÇÃO:
Christopher Nolan, por Dunkirk
Denis Villeneuve, por Blade Runner 2049
Guillermo del Toro, por A Forma da Água
Luca Guadagnino, por Me Chame Pelo Seu Nome
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR:
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação
Jamie Bell, por Film Stars Don’t Die in Liverpool
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

MELHOR ATRIZ:
Annette Bening, por Film Stars Don’t Die in Liverpool
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo
Hugh Grant, por Paddington 2
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya
Kristin Scott Thomas, por O Destino de uma Nação
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Lesley Manville, por Trama Fantasma
Octavia Spencer, por A Forma da Água

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Forma da Água
Corra!
Eu, Tonya
Lady Bird – A Hora de Voar
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Grande Jogada
Film Stars Don’t Die in Liverpool
Me Chame Pelo Seu Nome
Paddington 2

The Death of Stalin

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Criada, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
Elle, de Paul Verhoeven (França/Alemanha/Bélgica)
First They Killed My Father, de Angelina Jolie (Camboja/EUA)
Loveless, de Andrey Zvyagintsev (Rússia/França/Alemanha/Bélgica)
O Apartamento, de Asghar Farhadi (Irã/França)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Cidade de Fantasmas
Eu Não Sou Seu Negro
Ícaro
Jane
Uma Verdade Mais Inconveniente

MELHOR ANIMAÇÃO:
Com Amor, Van Gogh
Minha Vida de Abobrinha
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
O Destino de uma Nação
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma

MELHOR EDIÇÃO:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Bela e a Fera
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
O Destino de uma Nação

MELHOR FIGURINO:
A Bela e a Fera
A Forma da Água
Eu, Tonya
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Blade Runner 2049
Eu, Tonya
Extraordinário
O Destino de uma Nação
Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha

MELHOR SOM:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Planeta dos Macacos: A Guerra
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO (voto popular):
Daniel Kaluuya
Florence Pugh
Josh O’Connor
Tessa Thompson
Timothée Chalamet

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Alice Birch (roteirista), William Oldroyd (diretor) e Fodhla Cronin O’Reilly (produtora), por Lady Macbeth
Gareth Tunley (roteirista, diretor e produtor), Jack Healy Guttman e Tom Meeten (produtores), por The Ghoul
Lucy Cohen (diretora), por Nosso Reino
Rungano Nyoni (roteirista e diretora) e Emily Morgan (produtora), por I Am Not a Witch
Thomas Napper (diretor) e Johnny Harris (roteirista e produtor), por Jawbone

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Aamir
A Drowning Man
Cowboy Dave
Wren Boys
Work

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO:
Have Heart
Mamoon
Poles Apart

Foto: Divulgação/Fox Searchligh.

Confira o trailer de Em Pedaços, dirigido por Fatih Akin e protagonizado por Diane Kruger

por: Cinevitor

empedacostrailerDiane Kruger: melhor atriz em Cannes.

Dirigido por Fatih Akin, de Contra a Parede e Soul Kitchen, Em Pedaços conta a história de Katia Sekerci, interpretada por Diane Kruger, uma alemã que leva uma vida normal ao lado do marido turco e do filho de sete anos. Um dia, ela é surpreendida ao descobrir que ambos morreram devido a uma bomba colocada diante do escritório do marido. Desesperada, Katia decide lutar por justiça ao descobrir que os responsáveis foram integrantes de um grupo neonazista.

Exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes do ano passado, o drama não levou a Palma de Ouro, mas rendeu o prêmio de melhor atriz para Diane Kruger. Além disso, venceu na categoria de melhor filme estrangeiro no Globo de Ouro deste ano e está entre os nove semifinalistas ao Oscar de melhor longa estrangeiro, representando a Alemanha.

Confira o trailer de Em Pedaços, que chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de fevereiro:

Foto: Divulgação/Imovision.

Globo de Ouro 2018: conheça os vencedores

por: Cinevitor

allisongloboatrizAllison Janney: melhor atriz coadjuvante por Eu, Tonya.

Foram anunciados neste domingo, 07/01, os vencedores do 75º Globo de Ouro, prêmio que elege os melhores da TV e do cinema segundo a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA).

Dirigido por Martin McDonagh, Três Anúncios Para um Crime se consagrou como o grande campeão da noite com quatro prêmios, entre eles, o de melhor filme dramático e melhor atriz para Frances McDormand.

A edição deste ano foi marcada pela campanha TIME’S UP, organizada por importantes mulheres da indústria do entretenimento, com a intenção de lutar contra qualquer tipo de abuso e também para abrir um diálogo ainda maior sobre desigualdade de gênero, leis trabalhistas, racismo, falta de representatividade, desigualdade sistêmica, políticas corporativas, entre outros.

Para apoiar ainda mais a causa, as estrelas passaram pelo tapete vermelho vestidas de preto (On Sunday We Wear Black), em solidariedade às vítimas de violência sexual e também em homenagem às mulheres que, corajosamente, revelaram publicamente casos de abuso e assédio sexual sofridos em Hollywood. Além disso, oito atrizes marcaram presença no evento acompanhadas por ativistas feministas: Laura Dern, Amy Poehler, Susan Sarandon, Meryl Streep, Emma Stone, Emma Watson, Michelle Williams e Shailene Woodley.

A campanha conta também com uma arrecadação financeira que será 100% doada ao TIME’S UP Legal Defense Fund, que oferece serviços legais para pessoas que sofreram assédio ou abuso sexual no local de trabalho.

A cerimônia, apresentada por Seth Meyers, contou com discursos inspiradores e empoderados, e também com uma homenagem à apresentadora, atriz, produtora e empresária Oprah Winfrey, que recebeu o Prêmio Cecil B. DeMille; o ator Kirk Douglas, que completou 101 anos em dezembro, também foi homenageado e ainda apresentou o prêmio de melhor roteiro ao lado da nora, a atriz Catherine Zeta-Jones.

Conheça os vencedores do Globo de Ouro 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR FILME | DRAMA:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME | COMÉDIA/MUSICAL:
Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATOR | DRAMA:
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação

MELHOR ATRIZ | DRAMA:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR | COMÉDIA/MUSICAL:
James Franco, por Artista do Desastre

MELHOR ATRIZ | COMÉDIA/MUSICAL:
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR DIREÇÃO:
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

MELHOR ROTEIRO:
Três Anúncios Para um Crime, escrito por Martin McDonagh

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:
Em Pedaços, de Fatih Akin (Alemanha/França)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água, por Alexandre Desplat

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
This is Me, interpretada por Keala Settle (O Rei do Show)

Foto: Paul Drinkwater.

Lady Bird é eleito o melhor filme de 2017 pela National Society of Film Critics

por: Cinevitor

ladybirdnationalSaoirse Ronan e Laurie Metcalf em Lady Bird: premiado.

Fundada em 1966, a National Society of Film Critics é formada pelos principais críticos dos Estados Unidos e o seu prêmio anual, que elege os melhores da sétima arte, é considerado um dos mais prestigiados da indústria cinematográfica.

Em sua primeira edição, Blow-Up – Depois Daquele Beijo, do cineasta italiano Michelangelo Antonioni, levou os prêmios de melhor filme e direção; Michael Caine e Sylvie foram premiados por suas atuações em Como Conquistar as Mulheres e A Velha Dama Indigna, respectivamente.

Neste ano, a comédia dramática Lady Bird – A Hora de Voar, dirigida por Greta Gerwig, que apresenta uma relação turbulenta entre mãe e filha, foi eleita o melhor filme de 2017 pelos críticos, vencendo também em mais três categorias.

Os prêmios desta edição foram dedicados ao lendário crítico e historiador de Cinema, Richard Schickel, morto em fevereiro de 2017, autor de 37 livros, diretor de 37 documentários e fundador da NSFC.

Confira a lista com os melhores de 2017 segundo a National Society of Film Critics Award:

MELHOR FILME:
Lady Bird – A Hora de Voar
2º: Corra!
3º: Trama Fantasma

MELHOR DIREÇÃO:
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
2º: Jordan Peele, por Corra!
3º: Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma

MELHOR ATOR:
Daniel Kaluuya, por Corra!
2º: Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
3º: Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

MELHOR ATRIZ:
Sally Hawkins, por A Forma da Água e Maudie
2º: Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
3º: Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime
4º: Cynthia Nixon, por Além das Palavras

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
2º: Michael Stuhlbarg, por Me Chame Pelo Seu Nome, A Forma da Água e The Post – A Guerra Secreta
3º: Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
2º: Lesley Manville, por Trama Fantasma
3º: Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR ROTEIRO:
Lady Bird – A Hora de Voar, escrito por Greta Gerwig
2º: Corra!, escrito por Jordan Peele
3º: Trama Fantasma, escrito por Paul Thomas Anderson

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049, por Roger Deakins
2º: Dunkirk, por Hoyte van Hoytema
3º: Projeto Flórida, por Alexis Zabe

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Bacalaureat, de Cristian Mungiu (Romênia/França/Bélgica)
2º: Visages, Villages, de Agnès Varda e JR (França)
3º: 120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo (França)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
2º: Ex Libris: The New York Public Library, de Frederick Wiseman
3º: Dawson City: Frozen Time, de Bill Morrison

MELHOR FILME EXPERIMENTAL:
Good Luck, de Ben Russell

MENÇÃO ESPECIAL: para o polonês Rastros (Pokot), dirigido por Agnieszka Holland e Kasia Adamik, à espera de uma distribuidora americana.

FILM HERITAGE AWARD:
One Way or Another: Black Women’s Cinema, 1970-1991, com curadoria da Brooklyn Academy of Music Cinématek; e Dan Talbot, por seu trabalho pioneiro como expositor e distribuidor ao trazer o cinema mundial para os Estados Unidos.

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

American Cinema Editors: conheça os indicados ao 68º Eddie Awards

por: Cinevitor

tonyaedicaoSebastian Stan e Margot Robbie em Eu, Tonya.

Em novembro de 1950, diversos editores renomados se reuniram, em Hollywood, para um encontro com a intenção de criar a American Cinema Editors, uma sociedade com o objetivo de discutir e promover a arte criativa de seus trabalhos.

Composta por mais de 800 membros, a corporação realiza, desde 1962, o Eddie Awards, prêmio que elege os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica. Em sua primeira edição, Philip W. Anderson foi premiado por seu trabalho na comédia O Grande Amor de Nossas Vidas, de David Swift.

Os vencedores de 2018 serão anunciados no dia 26 de janeiro. Conheça os indicados ao 68º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
A Forma da Água, por Sidney Wolinsky
A Grande Jogada, por Alan Baumgarten, Josh Schaeffer e Elliot Graham
Blade Runner 2049, por Joe Walker
Dunkirk, por Lee Smith
The Post – A Guerra Secreta, por Michael Kahn e Sarah Broshar

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Corra!, por Gregory Plotkin
Em Ritmo de Fuga
, por Jonathan Amos e Paul Machliss
Eu, Tonya, por Tatiana S. Riegel
Lady Bird – A Hora de Voar, por Nick Houy
Três Anúncios Para um Crime, por John Gregory

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
LEGO Batman: O Filme, por David Burrows, Matt Villa e John Venzon
Meu Malvado Favorito 3
, por Claire Dodgson
Viva – A Vida é uma Festa
, por Steve Bloom

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Cries From Syria, por Aaron I. Butler
Jane, por Joe Beshenkovsky, Will Znidaric e Brett Morgen
Joan Didion: The Center Will Not Hold, por Ann Collins
LA 92, por TJ Martin, Scott Stevenson e Dan Lindsay

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | SMALL SCREEN:
Five Came Back: The Price of Victory, por Will Znidaric
Rolling Stone: Stories from the Edge – 01, por Ben Sozanski, Geeta Gandbhir e Andy Grieve
The Defiant Ones – Part 1, por Lasse Järvi e Doug Pray
The Nineties – Can We All Get Along?, por Inbal B. Lessner e Jason Hardwick

Foto: NEON/Divulgação.

PGA Awards 2018: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Produtores

por: Cinevitor

mechamepgaTimothée Chalamet e Armie Hammer em Me Chame Pelo Seu Nome: produzido por brasileiro.

O Sindicato dos Produtores da América (Producers Guild of America) conta com mais de 7.500 membros e realiza, desde 1990, uma premiação anual, conhecida como PGA Awards (Producers Guild Awards), que elege os melhores da TV e do cinema.

Considerado uma prévia do Oscar, geralmente seus vencedores coincidem com os premiados pela Academia na categoria de melhor filme. Desde 2007, por exemplo, os produtores premiados no PGA Awards também receberam a estatueta dourada. Porém, nos dois últimos anos o resultado foi diferente: Spotlight: Segredos Revelados e Moonlight: Sob a Luz do Luar levaram o Oscar de melhor filme, mas perderam para A Grande Aposta e La La Land: Cantando Estações, respectivamente, no Producers Guild Awards.

Além disso, o evento também destaca importantes nomes da indústria com prêmios especiais. Neste ano, a cineasta Ava DuVernay e os produtores Charles Roven, Donna Langley e Ryan Murphy serão homenageados na cerimônia, que acontecerá no dia 20 de janeiro, no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles.

O drama Me Chama Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, foi indicado ao Prêmio Darryl F. Zanuck; o filme Corra!, de Jordan Peele, receberá o Prêmio Stanley Kramer, que foi criado em 2002 para honrar uma produção, um produtor ou outros indivíduos cuja realização ou contribuição ilumina e aumenta a conscientização pública de importantes questões sociais.

Conheça os indicados ao PGA Awards 2018 nas categorias de cinema:

LONGA-METRAGEM | PRÊMIO DARRYL F. ZANUCK:
A Forma da Água, produzido por Guillermo del Toro e J. Miles Dale
A Grande Jogada, produzido por Mark Gordon, Amy Pascal e Matt Jackson
Corra!, produzido por Sean McKittrick, Edward H. Hamm Jr., Jason Blum e Jordan Peele
Doentes de Amor, produzido por Judd Apatow e Barry Mendel
Dunkirk, produzido por Emma Thomas e Christopher Nolan
Eu, Tonya, produzido por Bryan Unkeless, Steven Rogers, Margot Robbie e Tom Ackerley
Lady Bird – A Hora de Voar, produzido por Scott Rudin, Eli Bush e Evelyn O’Neill
Me Chame Pelo Seu Nome, produzido por Peter Spears, Luca Guadagnino, Emilie Georges e Marco Morabito
Mulher-Maravilha, produzido por Charles Roven, Richard Suckle, Zack Snyder e Deborah Snyder
The Post – A Guerra Secreta, produzido por Amy Pascal, Steven Spielberg e Kristie Macosko Krieger
Três Anúncios Para um Crime, produzido por Graham Broadbent, Pete Czernin e Martin McDonagh

LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
LEGO Batman: O Filme, produzido por Dan Lin, Phil Lord e Christopher Miller
Meu Malvado Favorito 3, produzido por Chris Meledandri e Janet Healy
O Poderoso Chefinho, produzido por Ramsey Naito
O Touro Ferdinando, produzido por Lori Forte e Bruce Anderson
Viva – A Vida é uma Festa, produzido por Darla K. Anderson

LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cidade de Fantasmas, produzido por Matthew Heineman
Cries from Syria, produzido por Evgeny Afineevsky, Den Tolmor e Aaron I. Butler
Em Busca dos Corais, produzido por Jeff Orlowski e Larissa Rhodes
Earth: One Amazing Day, produzido por Stephen McDonogh
Jane (em processo de elegibilidade do produtor)
Joshua: Teenager vs. Superpower (em processo de elegibilidade do produtor)
The Newspaperman: The Life and Times of Ben Bradlee, produzido por Teddy Kunhardt e George Kunhardt

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

MUAHS Awards 2018: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros

por: Cinevitor

garymakeupGary Oldman interpreta Winston Churchill em O Destino de uma Nação.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros (Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild, I.A.T.S.E., Local 706) foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 1.900 membros da indústria do entretenimento em todo o mundo.

Como de costume, anualmente realiza o Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os vencedores desta edição serão anunciados no dia 24 de fevereiro.

Neste ano, o ator britânico Gary Oldman receberá o Distinguished Artisan Award; o maquiador Greg Cannom e a cabeleireira Mary Guerrero serão homenageados com prêmios especiais pelo conjunto da obra.

Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
A Escolha Perfeita 3, por Melanie Hughes-Weaver, Judy Yonemoto e Erica Kyker
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, por Deborah La Mia Denaver e Jane O’Kane
Doentes de Amor, por Leo Won e Kirsten Sylvester
Em Ritmo de Fuga, por Fionagh Cush e Phyllis Temple
Extraordinário, por Naomi Bakstad, Jean Black e Megan Harkness

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
A Escolha Perfeita 3
, por Cheryl Marks, Melissa Malkasian e Andrea Bowman
Doentes de Amor, por Tonia Ciccone e Toni Roman-Grimm
Extraordinário
, por Robert Pandini e Alisa Macmillian
Guardiões da Galáxia Vol. 2, por Camille Friend, Louisa Anthony e Jules Holdren
Três Anúncios Para um Crime, por Cydney Cornell e Susan Buffington

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Blade Runner 2049, por Donald Mowat, Jo-Ann MacNeil e Csilla Horvath Blake
Bright, por Alessandro Bertolazzi, Cristina Waltz e Judy Murdock
Eu, Tonya
, por Deborah La Mia Denaver, Teresa Vest e Bill Myer
O Destino de uma Nação, por Ivana Primorac e Flora Moody
O Rei do Show, por Nicki Ledermann, Tania Ribalow e Sunday Englis

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
A Bela e a Fera, por Jenny Shircore, Marc Pilcher e Charlotte Hayward
Atômica, por Enzo Angileri
Blade Runner 2049, por Kerry Warn, Lizzie Lawson Zeiss e Jaime Leigh McIntosh
Eu, Tonya, por Adruitha Lee e Mary Everett
O Destino de uma Nação, por Ivana Primorac e Flora Moody

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
A Forma da Água, por Mike Hill e Shane Mahan
Extraordinário, por Arjen Tuiten e Michael Nickiforek
Guardiões da Galáxia Vol. 2, por John Blake e Brian Sipe
O Destino de uma Nação, por Kazuhiro Tsuji, David Malinowski e Lucy Sibbick
Star Wars: Os Últimos Jedi, por Neal Scanlan e Peter Swords King

Foto: Jack English.

Conheça os indicados ao 22º Art Directors Guild Awards

por: Cinevitor

belaferadesignEmma Watson em A Bela e a Fera: filme indicado.

Fundada em 1937, a Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800) reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.

Em 1996, foi realizado o primeiro ADG Awards, prêmio anual de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro, e Stuart Craig e Aurelio Crugnola foram premiados pelo drama O Paciente Inglês. Ao longo dos anos, filmes consagrados pela associação também receberam o Oscar nesta categoria, como: Titanic, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, Moulin Rouge: Amor em Vermelho, O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, Memórias de uma Gueixa, O Labirinto do Fauno, O Curioso Caso de Benjamin Button, Avatar, A Invenção de Hugo Cabret, O Grande Gatsby, O Grande Hotel Budapeste, Mad Max: Estrada da Fúria e La La Land: Cantando Estações.

Neste ano, em sua 22ª edição, o prêmio criou uma nova categoria para reconhecer a excelência em design de produção em animações. Os vencedores serão anunciados no dia 27 de janeiro, em Hollywood.

Conheça os indicados ao 22º Annual Excellence in Production Design Awards nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA:
A Forma da Água, por Paul Denham Austerberry
Assassinato no Expresso do Oriente, por Jim Clay
Dunkirk, por Nathan Crowley
O Destino de Uma Nação, por Sarah Greenwood
The Post – A Guerra Secreta, por Rick Carter

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA:
A Bela e a Fera, por Sarah Greenwood
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner
Mulher-Maravilha, por Aline Bonetto
Planeta dos Macacos: A Guerra, por James Chinlund
Star Wars: Os Últimos Jedi, por Rick Heinrichs

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Corra!, por Rusty Smith
Lady Bird – A Hora de Voar, por Chris Jones
Logan, por François Audouy
Pequena Grande Vida, por Stefania Cella
Três Anúncios Para um Crime, por Inbal Weinberg

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO:
Carros 3, por William Cone e Jay Shuster
Com Amor, Van Gogh, por Matthew Button
LEGO Batman: O Filme, por Grant Freckelton
Meu Malvado Favorito 3, por Olivier Adam
Viva – A Vida é uma Festa, por Harley Jessup

Foto: Divulgação/Disney.

Writers Guild Awards 2018: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas da América

por: Cinevitor

loganroteiroDafne Keen, Hugh Jackman e Patrick Stewart em Logan: super-herói indicado.

O Sindicato dos Roteiristas da América (Writers Guild of America) divulgou nesta quinta-feira, 04/01, os indicados ao Writers Guild Awards 2018, premiação anual que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio desde 1948.

Na última edição, Moonlight: Sob a Luz do Luar, que aqui venceu como melhor roteiro original, também foi premiado no Oscar, só que na categoria de melhor roteiro adaptado. Em outros anos, Spotlight: Segredos Revelados, A Grande Aposta, O Jogo da Imitação, Ela, Argo, Meia-Noite em Paris, Os Descendentes, A Rede Social, Guerra ao Terror, Milk – A Voz da Igualdade e Quem Quer Ser um Milionário? também foram premiados pelo Sindicato e pela Academia.

Os vencedores de 2018 serão anunciados no dia 11 de fevereiro em uma cerimônia apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt. Conheça os indicados ao WGA Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Forma da Água, escrito por Guillermo del Toro e Vanessa Taylor
Corra!, escrito por Jordan Peele
Doentes de Amor, escrito por Emily V. Gordon e Kumail Nanjiani
Eu, Tonya, escrito por Steven Rogers
Lady Bird – A Hora de Voar, escrito por Greta Gerwig

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Grande Jogada, escrito por Aaron Sorkin; baseado no livro de Molly Bloom
Artista do Desastre, escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber; baseado no livro The Disaster Artist: My Life Inside the Room, the Greatest Bad Movie Ever Made, de Greg Sestero e Tom Bissell
Logan, escrito por Scott Frank, James Mangold e Michael Green; baseado nos quadrinhos de X-Men
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory; baseado no romance homônimo de André Aciman
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi, escrito por Virgil Williams e Dee Rees; baseado no romance escrito por Hillary Jordan

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
Betting on Zero, escrito por Theodore Braun
Jane, escrito por Brett Morgen
No Stone Unturned, escrito por Alex Gibney
Oklahoma City, escrito por Barak Goodman

Foto: Ben Rothstein.

Festival de Cannes 2018: Cate Blanchett será presidente do júri

por: Cinevitor

catejuricannesPalma de Ouro: Cate Blanchett vai eleger o melhor filme de Cannes neste ano.

O Festival de Cannes 2018 acaba de anunciar que a atriz australiana Cate Blanchett será presidente do júri da 71ª edição do evento: “Estamos muito satisfeitos em receber uma artista tão rara e única, cujo talento e convicção enriquecem a tela e o palco. Ela está empenhada para a função e além de ser uma mulher apaixonante é também uma grande espectadora”, declararam Pierre Lescure, presidente do festival, e Thierry Frémaux, diretor geral.

Cate Blanchett, vencedora do Oscar de melhor atriz coadjuvante, em 2005, por O Aviador, e também premiada na categoria principal de melhor atriz por Blue Jasmine, em 2014, já esteve em Cannes diversas vezes. Sua última passagem pelo tapete vermelho, em competição, foi em 2015, com Carol, de Todd Haynes: “Eu estive em Cannes de várias maneiras ao longo dos anos: como atriz, produtora, no mercado, em Gala e na competição, mas nunca exclusivamente pelo grande prazer de assistir aos filmes do festival”, declarou em comunicado oficial.

A última vez que uma mulher assumiu a presidência da comissão jurídica foi em 2014 com a cineasta neozelandesa Jane Campion: “É um privilégio e muita responsabilidade presidir o júri da próxima edição. Este festival desempenha um papel fundamental ao reunir o mundo todo para celebrar histórias”, finalizou Cate.

O Festival de Cannes 2018 acontecerá entre os dias 8 e 19 de maio e a seleção oficial e os integrantes do júri serão revelados em breve.

Foto: Jordan Strauss.

Especial: os 10 melhores filmes brasileiros de 2017

por: Cinevitor

top10brasilcinevitor2017Top 10 Brasil: destaques no cinema nacional em 2017.

Em 2016, segundo a ANCINE (Agência Nacional do Cinema), 143 filmes brasileiros foram lançados em circuito comercial, atingindo a marca de 30,4 milhões de ingressos vendidos, considerado o melhor resultado desde 1984. Os dados deste ano ainda não foram divulgados, mas tudo indica que o cinema nacional baterá um novo recorde, com cerca de 160 produções.

Podemos dizer que o cinema brasileiro passa por seu melhor momento, em termos de diversidade nas telonas, com uma produção constante de filmes de todos os gêneros, provocando uma importante mudança no cenário audiovisual.

Se antes as produções eram centralizadas entre Rio de Janeiro e São Paulo, agora a situação é diferente: filmes de todos os cantos do país têm ganhado destaque nas bilheterias e também em festivais internacionais e nacionais. Hoje, a diversidade cultural brasileira está estampada nas telonas em longas e curtas que representam genuinamente cada pedaço do país, com outros costumes, sotaques e tradições. Com isso, somos apresentados a novos talentos, com novas histórias e com produções de qualidade.

Entre tantos excelentes filmes nacionais, seja com orçamentos grandiosos ou produções independentes, fizemos uma lista com os melhores longas-metragens brasileiros de 2017 que estrearam este ano em circuito comercial ou direto em plataformas digitais. Confira:

10º: TOC – TRANSTORNADA OBSESSIVA COMPULSIVA
Dirigido por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic

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Tatá Werneck começou no teatro, fez sucesso na TV e logo chegou ao cinema. Depois de algumas participações nas telonas estrelou, em janeiro de 2015, a comédia Loucas pra Casar, ao lado de Ingrid Guimarães e Suzana Pires, alcançando mais de 3 milhões de espectadores. Talentosa e conhecida por interpretações cômicas, a atriz lançou TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva no começo deste ano, sendo seu primeiro longa como protagonista. Com direção e roteiro de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, o filme, inspirado em uma ideia original da própria Tatá, conta a história de Kika K, uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs, mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional. Diferente das comédias lançadas frequentemente por aqui, TOC se destaca pela criatividade em trabalhar diversos gêneros em sua narrativa, escapa da mesmice cômica e revela uma Tatá ainda mais talentosa em cenas dramáticas e emotivas.

EXTRA: entrevistas com elenco (Tatá Werneck, Daniel Furlan e Vera Holtz) + crítica do filme.

9º: ERA O HOTEL CAMBRIDGE
Dirigido por Eliane Caffé

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Com um toque documental, a ficção Era o Hotel Cambridge narra a trajetória de refugiados recém-chegados ao Brasil que, juntos com trabalhadores sem-teto, ocupam um velho edifício abandonado no centro de São Paulo. Em meio à tensão diária da ameaça do despejo, revelam-se dramas, situações cômicas e diferentes visões de mundo. A preparação do projeto levou dois anos e foi criado por um coletivo que permitiu transformar todo o edifício em um set criativo de filmagem. Dirigido por Eliane Caffé, o filme se destaca por apresentar uma proposta cinematográfica pouco vista no cinema brasileiro. Era o Hotel Cambridge recebeu Menção Especial no Prêmio Spanish Cooperation, do 64º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, que destaca a melhor contribuição para o desenvolvimento humano, a erradicação da pobreza e o pleno exercício dos direitos humanos. Além disso, saiu vitorioso na 40ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com o prêmio do público de melhor ficção brasileira e também no Festival do Rio, com o troféu de melhor montagem e Prêmio da Crítica (FIPRESCI). Recentemente, o longa foi consagrado pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Artes, com o Prêmio Especial do Júri pelo processo de criação.

EXTRA: crítica do filme.

8º: BINGO: O REI DAS MANHÃS
Dirigido por Daniel Rezende

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Inspirado na vida de Arlindo Barreto, conhecido por ter interpretado o palhaço Bozo, o filme conta a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Augusto, o “Rei das Manhãs”, é o anônimo mais famoso do Brasil. Com uma carga dramática que se mistura ao cômico com entrosamento, Bingo: O Rei das Manhãs, que retrata com excelência a década de 1980, foi escolhido para representar o Brasil no Prêmio Goya, importante premiação espanhola, e também no Oscar 2018 na disputa por uma vaga entre os finalistas da categoria de melhor filme estrangeiro. Dirigido por Daniel Rezende, premiado montador indicado ao Oscar por Cidade de Deus, o longa rendeu o prêmio de melhor ator para Vladimir Brichta na eleição da APCA, Associação Paulista de Críticos de Artes.

EXTRAS: entrevista com diretor e Vladimir Brichta + crítica do filme.

7º: CORPO ELÉTRICO
Dirigido por Marcelo Caetano

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Dirigido por Marcelo Caetano, que escreveu o roteiro junto com Gabriel Domingues e colaboração de Hilton Lacerda, Corpo Elétrico acompanha Elias, interpretado por Kelner Macêdo, um jovem que tenta equilibrar seu cotidiano entre o trabalho em uma fábrica de vestuários e encontros casuais com outros homens. Em cada cama que Elias se deita, um universo se abre a partir das narrativas contadas pelos personagens. São corpos enlaçados que se acariciam, vozes que falam baixo e suavemente, amantes que relatam encontros, aventuras sexuais e sonhos. Segundo o diretor, o filme tem influência do poema Eu canto o Corpo Elétrico, de Walt Whitman, em que o autor americano celebra a beleza dos corpos, independente da idade, gênero, cor e forma. O longa começou sua carreira no 46º Festival Internacional de Cinema de Roterdã e foi premiado em diversos festivais importantes, como: Festival Internacional de Cine en Guadalajara, com o Prêmio Maguey; e Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, onde recebeu Menção Especial do júri. Neste mês, foi eleito o melhor filme do ano pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Artes.

EXTRA: entrevista com o diretor e com o ator Kelner Macêdo + programa especial sobre o 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

6º: JOAQUIM
Dirigido por Marcelo Gomes

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Dirigido por Marcelo Gomes, de Cinema, Aspirinas e Urubus, Joaquim foi selecionado para a Competição Oficial do Festival de Berlim deste ano. Mesclando situações fictícias com relatos históricos, o cineasta, que também assina o roteiro, relata a vida do protético e alferes da Guarda Real Joaquim José e seu processo de consciência política ao se tornar um rebelde contra o domínio colonial português. A história mostra a vida de um brasileiro comum, com um caráter verdadeiramente humano: seus defeitos, contradições, medos e ambiguidades. A narrativa é centrada num determinado momento da vida de Tiradentes: quando ele, a serviço da coroa portuguesa, realiza viagens pelas precárias, lamacentas e perigosas estradas de Minas a procura de contrabandistas de ouro. Com Julio Machado, Isabél Zuaa, Nuno Lopes, Rômulo Braga, Welket Bungué e Karai Rya Pua no elenco, Joaquim foi premiado na categoria de melhor figurino no Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix, premiação que celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal.

EXTRA: entrevista com o diretor e com os atores Julio Machado e Isabél Zuaa.

5º: AS DUAS IRENES
Dirigido por Fabio Meira

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Protagonizado pelas jovens atrizes Priscila Bittencourt e Isabela Torres, que fazem sua estreia no cinema, o filme tem a narrativa construída a partir da vida de duas adolescentes e de seus pontos de vista. Irene, uma garota de 13 anos, de uma família tradicional do interior, descobre que seu pai tem uma filha de outra mulher, com a mesma idade e o mesmo nome dela. Sem que ninguém saiba, ela decide procurar a garota e um mundo de descobertas se inicia. O longa, exibido na mostra Generation do Festival de Berlim, foi premiado no 45º Festival de Gramado em quatro categorias: melhor filme segundo o Júri da Crítica, melhor roteiro, melhor direção de arte e melhor ator coadjuvante para Marco Ricca. Além disso, As Duas Irenes foi escolhido como o melhor primeiro filme e melhor fotografia da Competição ibero-americana do 32º Festival Internacional de Cine en Guadalajara e indicado ao Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix.

EXTRAS: entrevista com diretor e elenco (Priscila Bittencourt, Isabela Torres, Marco Ricca e Inês Peixoto) + matéria especial no Festival de Gramado + entrevistas em Gramado.

4º: GABRIEL E A MONTANHA
Dirigido por Fellipe Barbosa

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Dirigido por Fellipe Barbosa, de Casa Grande, Gabriel e a Montanha é inspirado em uma história real e recria a viagem de Gabriel Buchmann, brasileiro formado em Economia que foi para a África a fim de estudar melhor a pobreza e se preparar para um doutorado em políticas públicas na UCLA. Com roteiro baseado em anotações, e-mails de Gabriel para a mãe e a namorada, e entrevistas com pessoas que cruzaram seu caminho na África, o filme é dividido em quatro capítulos, cada um ambientado em um país pelo qual ele viajou, até seu fim trágico. Gabriel morreu de hipotermia após decidir subir o Monte Mulanje, pico mais alto do Malawi com mais de 3 mil metros de altitude, sem a companhia de um guia. Com João Pedro Zappa e Caroline Abras no elenco, o longa, visto por mais de 80 mil espectadores na França, recebeu dois prêmios na Semana da Crítica, mostra paralela ao Festival de Cannes: Prix Révélation France 4, oferecido ao diretor pela obra que mostra a paixão e o entusiasmo de um novo talento da indústria cinematográfica e Prix Fondation Gan à la Diffusion, dado à distribuidora francesa para alavancar a distribuição do filme na França. No prêmio APCA, da Associação Paulista de Críticos de Artes, ganhou na categoria de melhor roteiro e na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo recebeu o Prêmio da Crítica de melhor filme brasileiro.

EXTRAS: matéria especial na 41ª Mostra de São Paulo + entrevistas com diretor e elenco na Mostra.

3º: JONAS E O CIRCO SEM LONA
Dirigido por Paula Gomes

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Aos 13 anos de idade, Jonas tem uma difícil missão: administrar o circo que ele mesmo fundou no quintal de sua casa. Neto de artistas circenses, o garoto tenta manter a paixão da família através do seu circo improvisado, na periferia de Salvador. Rodado ao longo de dois anos na Região Metropolitana de Salvador, o filme partiu de uma pesquisa iniciada em 2006 pela diretora Paula Gomes, que procurava por circos itinerantes pelo interior da Bahia. Vindo de uma família tradicional de artistas, Jonas teve a ideia de criar seu próprio picadeiro, usando materiais que restaram do circo que a família tinha deixado para trás. Os novos artistas são amigos e vizinhos que ele convidou para participar e ensinou um pouco da arte circense. O documentário, que discute a educação no Brasil através do dilema do artista mirim, sem incentivo da escola e dos professores, e que prefere deixar os estudos de lado para se dedicar a sua paixão, percorreu mais de 30 festivais e foi premiado no México, Estados Unidos, Espanha e na França. Além disso, foi o único representante latino-americano no IDFA: International Documentary Filmfestival Amsterdam. No Brasil, ganhou o prêmio de melhor longa pelo Júri Especial do Festival Panorama de Cinema, Prêmio Destaque no Cine Esquema Novo e Menção Honrosa do júri do Cachoeira Doc 2016.

EXTRA: crítica do filme.

2º: DIVINAS DIVAS
Dirigido por Leandra Leal

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Em seu primeiro longa-metragem como diretora, Leandra Leal resolveu falar sobre Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Eloína dos Leopardos, Fujika de Halliday, Marquesa e Brigitte de Búzios, ícones da primeira geração de artistas travestis do Brasil. A partir de uma íntima relação com a diretora e com o teatro de sua família, importante palco na trajetória de todas elas, o filme acompanha as personagens no processo de construção de um espetáculo que celebra seus 50 anos de carreira. No Festival do Rio do ano passado, o longa ganhou o prêmio de melhor documentário pelo voto popular e também recebeu o Prêmio Felix, voltado para produções com temáticas relativas à diversidade de gênero. Além disso, foi consagrado com o Prêmio do Público da Mostra Global do SXSW Film Awards (Festival South by Southwest), em Austin, no Texas, e melhor filme pelo Júri Popular e melhor direção no 11º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, em João Pessoa.

EXTRAS: entrevistas com a diretora e elenco (Rogéria e Divina Valéria) + matéria especial no Festival Mix Brasil + entrevistas no 24º Mix Brasil + entrevista com Leandra Leal na 40ª Mostra de São Paulo + crítica do filme.

1º: COMO NOSSOS PAIS
Dirigido por Laís Bodanzky

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Dirigido por Laís Bodanzky, de Bicho de Sete Cabeças e Chega de Saudade, Como Nossos Pais, selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, conta a história de Rosa, interpretada por Maria Ribeiro, que se vê diante de conflitos existenciais quando precisa, ao mesmo tempo, cuidar de suas filhas, manter seus sonho e objetivos profissionais, enfrentar as dificuldades do casamento e lidar com uma relação conflituosa com sua mãe. A diretora, que assina o roteiro ao lado de Luiz Bolognesi, apresenta dramas cotidianos com sutileza e retrata com naturalidade a vida como ela é, com personagens reais. Além do brilhante desempenho da protagonista, em sua melhor atuação da carreira, há também Clarisse Abujamra no elenco, um furacão em cena. Paulo Vilhena, Felipe Rocha, Herson Capri, Jorge Mautner e Cazé Peçanha completam o time de Como Nossos Pais, consagrado como o grande campeão do 45º Festival de Cinema de Gramado, premiado em seis categorias: melhor filme, melhor direção, melhor ator (Paulo Vilhena), melhor atriz (Maria Ribeiro), melhor atriz coadjuvante (Clarisse Abujamra) e melhor montagem (Rodrigo Menecucci). O longa, que retrata conflitos cotidianos com uma linguagem universal, foi eleito também o melhor filme do 19º Festival de Cinema Brasileiro de Paris pelo júri popular, rendeu o prêmio de melhor atriz para Clarisse Abujamra na premiação da APCA, Associação Paulista de Críticos de Artes, além de ter sido exibido em diversos países e em outros festivais, como o Seminci – Valladolid International Film Festival, na Espanha, e o Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, em Havana, Cuba. Um filme comovente e afetuoso, que ocupa, merecidamente, o primeiro lugar no pódio do TOP 10 2017 de filmes brasileiros do CINEVITOR.

EXTRAS: programa especial com entrevistas com a diretora e com a atriz Maria Ribeiro + matéria especial no Festival de Gramado 2017 + entrevistas com elenco (Maria Ribeiro, Paulo Vilhena e Clarisse Abujamra) em Gramado + crítica do filme.

MENÇÃO HONROSA (em ordem alfabética):
Axé: Canto do Povo de um Lugar, de Chico Kertész
Deserto, de Guilherme Weber
Divórcio, de Pedro Amorim
Entre os Homens de Bem, de Carlos Juliano Barros e Caio Cavechini
Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança
No Intenso Agora, de João Moreira Salles
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello
Pendular, de Júlia Murat
Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga
Por Trás do Céu, de Caio Sóh
Redemoinho, de José Luiz Villamarim
Soundtrack, de 300ml
Vazante, de Daniela Thomas
Vermelho Russo, de Charly Braun
Waiting for B., de Paulo Cesar Toledo e Abigail Spindel

Fotos: Divulgação.

Aquarius, de Kleber Mendonça Filho, é indicado ao 38º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

sonialondoncriticsSonia Braga em Aquarius: cinema brasileiro indicado.

Fundada em 1913, a associação The Critics’ Circle conta com os principais críticos do Reino Unido que se dividem entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros. Desde 1980, acontece o London Critics’ Circle Film Awards, prêmio que elege os melhores da sétima arte.

Os indicados ao 38º London Critics’ Circle Film Awards foram anunciados nesta terça-feira, 19/12, pelos atores Thomas Brodie-Sangster e Morfydd Clark. Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, lidera com sete indicações; o Brasil está representado na premiação com Aquarius, de Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sonia Braga, na categoria de melhor filme estrangeiro.

Neste ano, a atriz Kate Winslet será homenageada com o Prêmio Dilys Powell e os vencedores serão anunciados no dia 28 de janeiro de 2018 em uma cerimônia apresentada pelos atores Steve Oram e Alice Lowe no The May Fair Hotel, em Londres.

Conheça os indicados do 38º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
A Forma da Água
Corra!
Dunkirk
God’s Own Country
Lady Bird – A Hora de Voar
Loveless
Me Chame Pelo Seu Nome
Projeto Flórida
Trama Fantasma
Três Anúncios Para um Crime

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
A Criada, de Park Chan-wook (Coreia do Sul)
Aquarius, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
Elle, de Paul Verhoeven (França/Alemanha/Bélgica)
Loveless, de Andrey Zvyagintsev (Rússia)
Raw, de Julia Ducournau (França/Bélgica/Itália)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
78/52
Eu Não Sou Seu Negro

Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir
Jane
The Work

FILME BRITÂNICO DO ANO | PRÊMIO ATTENBOROUGH:
Dunkirk
God’s Own Country
Lady Macbeth
Paddington 2
Três Anúncios Para um Crime

DIREÇÃO DO ANO:
Christopher Nolan, por Dunkirk
Guillermo del Toro, por A Forma da Água
Luca Guadagnino, por Me Chame Pelo Seu Nome
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime
Sean Baker, por Projeto Flórida

ROTEIRISTA DO ANO:
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
James Ivory, por Me Chame Pelo Seu Nome
Jordan Peele, por Corra!
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma

ATRIZ DO ANO:
Annette Bening, por Film Stars Don’t Die in Liverpool
Florence Pugh, por Lady Macbeth
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime
Isabelle Huppert, por Elle
Sally Hawkins, por A Forma da Água

ATOR DO ANO:
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação
James Franco, por Artista do Desastre
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Allison Janney, por Eu, Tonya
Holly Hunter, por Doentes de Amor
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Lesley Manville, por Trama Fantasma
Lily Gladstone, por Certas Mulheres

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Hugh Grant, por Paddington 2
Michael Stuhlbarg, por Me Chame Pelo Seu Nome
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios Para um Crime

ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA DO ANO:
Emily Beecham, por Daphne
Florence Pugh, por Lady Macbeth
Judi Dench, por Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha e Assassinato no Expresso do Oriente
Sally Hawkins, por A Forma da Água, Maudie e Paddington 2
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar e Com Amor, Van Gogh

ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Colin Farrell, por O Sacrifício do Cervo Sagrado e O Estranho que Nós Amamos
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação e O Espaço Entre Nós
Josh O’Connor, por God’s Own Country

ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Dafne Keen, por Logan
Fionn Whitehead, por Dunkirk
Harris Dickinson, por Beach Rats
Noah Jupe, por Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso, Extraordinário e The Man With the Iron Heart
Tom Holland, por Homem-Aranha: De Volta ao Lar e Z: A Cidade Perdida

DIRETOR E/OU ROTEIRISTA BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO DO ANO | PRÊMIO PHILIP FRENCH:
Alice Birch, por Lady Macbeth
Francis Lee, por God’s Own Country
Rungano Nyoni, por I Am Not a Witch
Simon Farnaby, por Paddington 2 e Mindhorn
William Oldroyd, por Lady Macbeth

CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
The Cloud of Unknowing, de Mike Hannon
The Dog and the Elephant, de Mike Sharpe
Tuesday, de Charlotte Wells
We Love Moses, de Dionne Edwards
Your Mother and I, de Anna Maguire

TECHNICAL ACHIEVEMENT AWARD:
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner (design de produção)
Dunkirk, por Hans Zimmer (trilha sonora)
Em Ritmo de Fuga, por Darrin Prescott (dublê)
God’s Own Country, por Joshua James Richards (direção de fotografia)
Lady Macbeth, por Holly Waddington (figurino)
Paddington 2, por Pablo Grillo (efeitos visuais)
Star Wars: Os Últimos Jedi, por Ben Morris (efeitos visuais)
The Love Witch, por Emma Willis (maquiagem e penteado)
Trama Fantasma, por Mark Bridges (figurino)
Z: A Cidade Perdida, por Darius Khondji (direção de fotografia)

PRÊMIO DILYS POWELL | EXCELÊNCIA EM FILME:
Kate Winslet

Foto: Divulgação.