Oscar 2018: 92 países disputam o prêmio de melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

oscarestrangeiro17Vladimir Brichta: protagonista do representante brasileiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta quinta-feira, 05/10, a lista oficial com os filmes elegíveis que estão na disputa pela estatueta dourada de melhor filme estrangeiro no Oscar 2018.

Neste ano, em número recorde, 92 países foram classificados, entre eles: Laos, Moçambique, Haiti, Honduras, Senegal e Síria, candidatos pela primeira vez. Em dezembro, antes do anúncio final dos indicados, a Academia reduz essa lista para nove longas. Desse grupo, saem os cinco finalistas que serão apresentados no dia 23 de janeiro. A cerimônia está marcada para o dia 4 de março, em Los Angeles, e o Brasil está na disputa com Bingo: O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende, que já foi indicado ao Oscar, em 2004, na categoria de melhor edição por Cidade de Deus.

Uma das regras da categoria, que foi criada em 1956, é que os filmes apresentados devem ser primeiramente lançados nos cinemas de seus respectivos países entre 1º de outubro de 2016 e 30 de setembro de 2017.

Confira a lista completa com os 92 filmes estrangeiros candidatos ao Oscar 2018:

AFEGANISTÃO: Namai ba rahis gomhor (A Letter to the President), de Roya Sadat
ALEMANHA: Em Pedaços (Aus dem Nichts/In the Fade), de Fatih Akin
ÁFRICA DO SUL: Os Iniciados (Inxeba/The Wound), de John Trengove
ALBÂNIA: Dita zë fill (Daybreak), de Gentian Koçi
ARGÉLIA: La route d’Istanbul (Road to Istanbul), de Rachid Bouchareb
ARGENTINA: Zama, de Lucrecia Martel
ARMÊNIA
: Yeva, de Anahit Abad
AUSTRÁLIA: The Space Between, de Ruth Borgobello
ÁUSTRIA: Happy End, de Michael Haneke
AZERBAIJÃO
: Pomegranate Orchard, de Ilgar Najaf
BANGLADESH: Khacha (The Cage), de Akram Khan
BÉLGICA: Le Fidèle (Racer and the Jailbird), de Michaël R. Roskam
BOLÍVIA: Viejo Calavera (Dark Skull), de Kiro Russo

BÓSNIA E HERZEGOVINA: Muskarci ne placu (Men Don’t Cry), de Alen Drljevic
BRASIL: Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
BULGÁRIA: Glory, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov
CAMBOJA: First They Killed My Father, de Angelina Jolie
CANADÁ: Hochelaga, Terre des Âmes (Hochelaga, Land of Souls), de François Girard
CAZAQUISTÃO: Doroga k materi (Road to Mother), de Akan Satayev
CHILE: Uma Mulher Fantástica (Una Mujer Fantástica), de Sebastián Lelio
CHINA: Zhan lang II (Wolf Warriors II), de Jing Wu
COLÔMBIA: Pariente (Guilty Men), de Iván Gaona
COREIA DO SUL: O Motorista de Táxi (Taeksi Woonjunsa/A Taxi Driver), de Hun Jang
COSTA RICA: El Sonido de las Cosas (The Sound of Things), de Ariel Escalante
CROÁCIA: Ne gledaj mi u pijat (Quit Staring at My Plate), de Hana Jusic
DINAMARCA: Du forsvinder (You Disappear), de Peter Schønau Fog
EQUADOR: Alba, de Ana Cristina Barragán
EGITO: Sheikh Jackson, de Amr Salama
ESLOVÁQUIA: Ciara (The Line), de Peter Bebjak
ESLOVÊNIA: Rudar (The Miner), de Hanna Antonina Wojcik Slak
ESPANHA: Verão de 1993 (Estiu 1993/Summer 1993), de Carla Simón
ESTÔNIA
: November, de Rainer Sarnet
FILIPINAS: Birdshot, de Mikhail Red
FINLÂNDIA: Tom of Finland, de Dome Karukoski
FRANÇA: 120 Batimentos por Minuto (120 battements par minute), de Robin Campillo
GEÓRGIA: Sashishi deda (Scary Mother), de Ana Urushadze
GRÉCIA: Plateia Amerikis (Amerika Square), de Yannis Sakaridis
HAITI
: Ayiti mon amour, de Guetty Felin
HONDURAS
: Morazán, de Hispano Durón
HONG KONG: Yat nim mou ming (Mad World), de Chun Wong
HOLANDA: Layla M., de Mijke de Jong
HUNGRIA
: Corpo e Alma (Teströl és lélekröl/On Body and Soul), de Ildikó Enyedi
ÍNDIA: Newton, de Amit Masurkar
INDONÉSIA: Turah, de Wicaksono Wisnu Legowo
IRÃ: Respiro (Nafas/Breath), de Narges Abyar
IRAQUE: Reseba (The Dark Wind), de Hussein Hassan Ali
IRLANDA
: Canção de Granito (Song of Granite), de Pat Collins
ISLÂNDIA
: A Sombra da Árvore (Undir trénu), de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson
ISRAEL: Foxtrot, de Samuel Maoz
ITÁLIA: A Ciambra, de Jonas Carpignano
JAPÃO: Yu wo wakasuhodo no atsui ai (Her Love Boils Bathwater), de Ryôta Nakano
KOSOVO: T’padashtun (Unwanted), de Edon Rizvanolli
LAOS
: Nong hak (Dearest Sister), de Mattie Do
LETÔNIA: Melanijas hronika (The Chronicles of Melanie), de Viesturs Kairiss
LÍBANO: L’insulte (The Insult), de Ziad Doueiri
LITUÂNIA: Serksnas (Frost), de Sarunas Bartas
LUXEMBURGO: Barrage, de Laura Schroeder
MARROCOS: Razzia, de Nabil Ayouch
MÉXICO: Tempestad, de Tatiana Huezo
MOÇAMBIQUE
: Comboio de Sal e Açucar (The Train of Salt and Sugar), de Licinio Azevedo
MONGÓLIA: Chingisiin huuhduud (The Children of Genghis)
, de Zolbayar Dorj
NEPAL: Seto Surya (White Sun), de Deepak Rauniyar
NORUEGA: Thelma, de Joachim Trier
NOVA ZELÂNDIA: Mil Cordas (One Thousand Ropes), de Tusi Tamasese
PALESTINA
: Wajib, de Annemarie Jacir
PANAMÁ
: Mas Que Hermanos (Beyond Brotherhood), de Arianne Benedetti
PAQUISTÃO: Saawan, de Farhan Alam
PARAGUAI
: Los Buscadores, de Juan Carlos Maneglia e Tana Schembori
PERU: Rosa Chumbe, de Jonatan Relayze
POLÔNIA: Rastros (Pokot/Spoor), de Agnieszka Holland e Kasia Adamik
PORTUGAL: São Jorge, de Marco Martins
QUÊNIA
: Kati Kati, de Mbithi Masya
QUIRGUISTÃO: Centauro (Centaur), de Aktan Arym Kubat
REINO UNIDO: My Pure Land, de Sarmad Masud
REPÚBLICA CHECA: Mãe no Gelo (Bába z ledu/Ice Mother), de Bohdan Sláma
REPÚBLICA DOMINICANA: Carpinteros (Woodpeckers), de José María Cabral
ROMÊNIA: Fixeur (The Fixer), de Adrian Sitaru
RÚSSIA: Nelyubov (Loveless), de Andrey Zvyagintsev
SENEGAL
: Félicité, de Alain Gomis
SÉRVIA: Rekvijem za gospodju J (Requiem for Mrs. J), de Bojan Vuletic
SINGAPURA: Pop Aye, de Kirsten Tan
SÍRIA
: Little Gandhi, de Sam Kadi
SUÉCIA: The Square, de Ruben Östlund
SUÍÇA: Mulheres Divinas (Die göttliche Ordnung/The Divine Order), de Petra Volpe
TAIWAN: Conversa Fiada (Ri Chang Dui Hua/Small Talk), de Hui-Chen Huang
TAILÂNDIA: Dao khanong (By the Time It Gets Dark), de Anocha Suwichakornpong
TUNÍSIA
: The Last of Us, de Ala Eddine Slim
TURQUIA: Ayla: The Daughter of War, de Can Ulkay
UCRÂNIA: Riven chornoho (Black Level), de Valentyn Vasyanovych
URUGUAI: Otra historia del mundo, de Guillermo Casanova
VENEZUELA: El Inca, de Ignacio Castillo Cottin
VIETNÃ: Father and Son (Cha cõng con), de Dung Luong Dinh

Foto: Luiz Maximiano.

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