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Deixando Neverland, documentário sobre Michael Jackson, será exibido pelo canal HBO

por: Cinevitor

docmichaeljackson1O Rei do Pop, que morreu em 2009, é tema de documentário polêmico.

Dirigido por Dan Reed e exibido no Festival de Sundance, o documentário Deixando Neverland, no original Leaving Neverland, é baseado nos relatos de James “Jimmy” Safechuck e Wade Robson, que se tornaram amigos do cantor Michael Jackson no auge de sua carreira. Agora adultos, eles relatam como lidaram com as consequências de seus respectivos relacionamentos com o rei do pop.

O longa é dividido em duas partes e será exibido na HBO Brasil: a primeira vai ao ar no sábado, 16 de março, às 20h, e a parte final no dia seguinte, domingo, 17, também às 20h, no canal HBO e na HBO GO.

O filme acompanha a história vivida por Safechuck e Robson que, ainda crianças, conquistaram a amizade de Jackson e, junto com suas famílias, foram levados ao mundo mágico do artista, localizado no rancho de Neverland, em Santa Bárbara, na Califórnia. Trinta anos depois, por meio de entrevistas devastadoras, o documentário expõe o passado de abuso sexual contínuo e os sentimentos complexos que levaram os rapazes a revelarem essas situações.

James Safechuck era um ator infantil de Simi Valley, Califórnia. Em 1986, fez uma participação em um comercial da Pepsi junto com Michael Jackson. Fascinado por Safechuck, em poucos meses o cantor se transformou em amigo da família. Já Wade Robson era um bailarino mirim de Brisbane, na Austrália. Em 1987, aos 5 anos, teve a oportunidade de conhecer o artista após vencer um concurso em que o imitava. Jackson entrou nas vidas destas famílias de forma semelhante. O artista se tornou amigo, mentor e confidente das crianças, expressando seu amor pelos dois, enquanto gradualmente os isolava das famílias.

docmichaeljackson2Michael Jackson nos bastidores com uma das crianças.

As visitas rapidamente começaram a incluir estadias na casa, onde Jackson dormiria no mesmo quarto que os seus jovens hóspedes, afastados dos pais. Tanto Robson como Safechuck descrevem como o que teve início como inocentes festas do pijama levou a um contato íntimo com o artista. Quando os abusos sexuais começaram, Robson tinha 7 anos e Safechuck, 10. Logo, como Safechuck recorda dolorosamente, quase todos os lugares especiais em Neverland foram marcados por um encontro sexual.

Na década de 1990, quando outros garotos o acusaram de abuso, Jackson pediu que Safechuck e Robson o defendessem. Ambos negaram veementemente aos pais e ao público que Jackson tivesse se comportado de forma inapropriada com eles. Robson se tornou um dos coreógrafos jovens mais bem-sucedidos da sua geração; trabalhou com a banda ‘NSYNC e com Britney Spears nos seus períodos de maior apogeu. Mas o sucesso foi ofuscado pela melancolia e pela depressão. Safechuck, que queria ser diretor de cinema e músico de rock, também enfrentou crises de depressão e dependência química. Ambos se casaram e tiveram filhos.

Finalmente, em função das sucessivas crises emocionais, os dois, agora adultos, se dispuseram a contar a verdade para as suas famílias. No documentário, parentes relembram quando Robson e Safechuck se abriram pela primeira vez, quando compreenderam os danos deixados pelo abuso físico. Depois, começaram a enfrentar o trauma, tentando compreender suas recordações e sanar as relações familiares rompidas.

Confira o trailer de Deixando Neverland:

Foto: Divulgação/HBO Latin America.

CINEVITOR #327: Entrevista com Claudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga | Tá Rindo de Quê?

por: Cinevitor

tarindodequecinevitorpgmPatricya Travassos em cena: uma das entrevistadas.

O documentário Tá Rindo de Quê? – Humor e Ditadura, dirigido por Claudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga, aborda desde a precursora revista Pif Paf, criada por Millôr Fernandes, passando pelo Pasquim, que se consagraram com a irreverência crítica com que trataram a política, e vai até o grupo teatral cômico e anárquico Asdrúbal Trouxe o Trombone. Programas de TV como o primeiro seriado brasileiro de sucesso Família Trapo e os humorísticos de Chico Anysio, Jô Soares e Os Trapalhões também se destacam.

No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade, truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape; criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.

Para falar mais sobre o filme, que foi exibido no Festival do Rio, conversamos com os três diretores sobre a ideia do projeto, entrevistados, pesquisa e Rindo à toa – Humor Sem Limites, próximo filme do trio.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Bretz Filmes.

A Maldição da Freira

por: Cinevitor

maldicaofreiraposterThe Devil’s Doorway

Direção: Aislinn Clarke

Elenco: Lalor Roddy, Ciaran Flynn, Helena Bereen, Lauren Coe, Dearbhail Lynch, Carleen Melaugh.

Ano: 2018

Sinopse: Baseado em uma história real, o filme se passa no outono de 1960, quando os padres Thomas Riley e John Thornton foram enviados pelo Vaticano para investigar um evento milagroso em um lar irlandês, feito para órfãs, grávidas solteiras e mulheres com distúrbios mentais. Quando conhecem uma adolescente grávida, com sinais de possessão demoníaca, descobrem algo terrível: algumas portas não devem ser abertas.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Tá Rindo de quê? – Humor e ditadura

por: Cinevitor

tarindodequeposterDireção: Alê Braga, Alvaro Campos, Claudio Manoel.

Elenco: Agildo Ribeiro, Alcione Mazzeo, Ary Toledo, Bem Vindo Sequeira, Boni, Bruno Mazzeo, Carlos Alberto de Nóbrega, Carmem Verônica, Chico Caruso, Daniel Filho, Eliezer Motta, Evandro Mesquita, Fafy Siqueira, Hamilton Vaz Pereira, Jaguar, Juca Chaves, Kate Lyra, Lucio Mauro Filho, Luiz Fernando Guimarães, Patricya Travassos, Paulo Cesar Pereio, Regina Casé, Roberto Guilherme, Silvio de Abreu, Jô Soares, Chico Anysio, Renato Aragão.

Ano: 2019

Sinopse: No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade, truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape, criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último.

*Clique aqui e assista ao programa especial sobre o filme com entrevistas com os diretores.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Calmaria

por: Cinevitor

calmariaposterSerenity

Direção: Steven Knight

Elenco: Matthew McConaughey, Anne Hathaway, Diane Lane, Jason Clarke, Djimon Hounsou, Jeremy Strong, Charlotte Butler, David Butler, Rafael Sayegh, Michael Richard, Robert Hobbs, Kenneth Fok, Garion Dowds, John Whiteley, Edeen Bhugeloo, Redd Pepper, Guillaume Silavant, Vinaya Sungkur.

Ano: 2019

Sinopse: Baker Dill ganha a vida levando turistas para pescar em seu barco ao lado de Duke. Essa vida, até então pacata, muda quando Karen, a mulher que o abandonou anos atrás para se casar com um poderoso empresário, aparece na ilha com uma proposta inesperada. O presente e o passado se entrelaçam em um mistério cada vez mais intrigante.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Confira o trailer de Um Banho de Vida, com Mathieu Amalric e Guillaume Canet

por: Cinevitor

banhodevidatrailerGrupo de quarentões encontra uma inesperada válvula de escape: aulas de nado sincronizado.

Depois de passar fora de competição no Festival de Cannes, Um Banho de Vida, de Gilles Lellouche, chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de março. O longa recebeu dez indicações no César 2019, o Oscar francês, e foi premiado na categoria de melhor ator coadjuvante para Philippe Katerine.

Na história, Bertrand, vivido por Mathieu Amalric, está no auge dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine, interpretada por Virginie Efira, uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

A comédia dramática alcançou mais de 4 milhões de espectadores na França e o elenco conta também com Guillaume CanetBenoît PoelvoordeJean-Hugues AngladeLeïla BekhtiMarina FoïsFélix MoatiAlban IvanovBalasingham ThamilchelvanJonathan ZaccaïMélanie Doutey, entre outros.

Confira o trailer de Um Banho de Vida:

Foto: Divulgação/Pagu Pictures.

Festival de Cannes 2019: Alejandro González Iñárritu será presidente do júri

por: Cinevitor

inarritupresidentecannesIñárritu foi o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor direção em Cannes.

A 72ª edição do Festival de Cannes, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio, acaba de anunciar o nome do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu como presidente do júri, tornando-se o primeiro cineasta latino-americano a assumir esta função. Na última edição, o cargo foi ocupado pela atriz Cate Blanchett.

Em comunicado oficial, o diretor declarou: “Cannes é um festival que tem sido importante para mim desde o começo da minha carreira. Fico emocionado em voltar este ano com a imensa honra de presidir o júri. O cinema corre pelas veias do planeta e este festival tem sido o seu coração. No júri, teremos o privilégio de testemunhar o novo e excelente trabalho de outros cineastas do mundo todo. Este é um verdadeiro deleite e uma responsabilidade, que vamos assumir com paixão e devoção”.

Pierre Lescure, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, diretor geral, falaram sobre o cineasta: “É muito raro Alejandro G. Iñárritu concordar em participar de um júri. É a primeira vez que o júri do Festival de Cannes é presidido por um cineasta latino-americano. Cannes abraça todos os tipos de cinema e, através da presença do diretor de Babel, é o cinema mexicano que o festival estará celebrando. Ele não é apenas um cineasta ousado e um diretor cheio de surpresas. Alejandro é também um homem de convicção, um artista de sua época. Estamos sempre felizes em recebê-lo na Croisette”.

Iñárritu fez sua estreia em Cannes na Semana da Crítica, em 2000, com Amores Brutos, pelo qual venceu o Grande Prêmio. Além disso, o longa foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 2006, participou da Competição Oficial com Babel e levou o prêmio de melhor direção. Com Biutiful, em 2010, também disputou o prêmio mais cobiçado, a Palma de Ouro; não venceu, mas o filme rendeu o prêmio de melhor ator para Javier Bardem.

Em 2017, participou do Festival de Cannes com a instalação em realidade virtual chamada Carne y Arena. O projeto, aclamado pela crítica, recebeu, em uma ocasião rara, um Prêmio Especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, na cerimônia de entrega do Oscar honorário. A instalação, exibida em diversas cidades do mundo, fala sobre a angustiante experiência de imigração para os Estados Unidos.

Além disso, Iñárritu é considerado o primeiro cineasta mexicano a ser indicado na categoria de melhor direção na história do Oscar e é também o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. O cineasta acumula duas estatuetas douradas pela direção em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) e O Regresso.

Foto: Mike Windle/Getty Images.

Confira o trailer do documentário Pastor Cláudio, dirigido por Beth Formaggini

por: Cinevitor

pastorclaudiotrailerDocumentário revela crimes praticados pelo bispo Cláudio Guerra na ditadura militar no Brasil.

Escrito e dirigido por Beth Formaggini, o documentário Pastor Cláudio mostra o encontro entre o bispo evangélico Cláudio Guerra, ex-delegado responsável por assassinar e incinerar opositores à ditadura militar no Brasil (1964-1985), e Eduardo Passos, psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, que trabalha no atendimento às vítimas da violência do Estado.

No longa, Pastor Cláudio, respaldado por uma polêmica Lei da Anistia e hoje membro ativo da comunidade evangélica, revela, dentre outros crimes, como fazia para desaparecer com corpos durante sua atuação no período da ditadura. Com a abertura política, Cláudio trabalhou na segurança pública. Para registrar o diálogo entre o pastor e o psicólogo, a diretora Beth Formaggini monta um cenário com um telão em que são projetadas fotografias e vídeos de vítimas de um passado que perdura.

“Neste filme propus uma conversa entre Cláudio e Eduardo durante a qual se projetam as imagens, permitindo-nos ver a vinculação de Cláudio à violência do Estado praticada naqueles anos, além de perceber sua frieza aterradora”, explica a diretora. “A interação dos dois personagens e as cenas e fotos no telão, que também são projetadas no corpo de Cláudio, trazem à tona memórias e reflexões sobre a banalidade do mal e seus desdobramentos. A violência dos homens e do Estado continua a nos assombrar até hoje no Brasil e no mundo”.

Pastor Cláudio surgiu a partir da investigação de Beth Formaggini na direção do documentário Memória para Uso Diário sobre o Grupo Tortura Nunca Mais e os desaparecidos políticos da ditadura. Em 2012, foi lançado o livro Memórias de Uma Guerra Suja, em que Rogério Medeiros e Marcelo Netto reuniram depoimentos de Cláudio Guerra. A partir deles, Beth conseguiu respostas para casos que permaneciam sem esclarecimento da Operação Radar (1973-1976), que executou 19 integrantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Foi então que a diretora partiu para Vitória, em 2015, com objetivo de entrevistar Cláudio Guerra, em companhia de Eduardo Passos.

O longa venceu o prêmio de melhor filme no Festival de Vitória do ano passado e participou do Festival Internacional de Cinema Documental (Equador), Festival Kinoarte de Cinema, da Mostra Brasil em Movimento (França), FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema, Festival do Rio, Festival de Havana, Atlantidoc (Uruguai), Forum Doc BH e do Festival Pachamama, no Acre.

Confira o trailer de Pastor Cláudio, que estreia no dia 14 de março:

Foto: Divulgação/ArtHouse.

Com Maria Fernanda Cândido e Marco Ricca, Bio, de Carlos Gerbase, ganha trailer

por: Cinevitor

marcoriccatrailerbioMarco Ricca em cena do filme.

Dirigido por Carlos Gerbase, Bio é uma ficção, mas utiliza a estrutura de um documentário para contar a vida de um homem surpreendente: um cientista que viveu mais de 110 anos. Para isso, o longa se vale de depoimentos de diversas pessoas que conviveram com ele, acompanhados de breves cenas que ilustram partes marcantes de sua trajetória.

O que aconteceria se um documentarista pudesse viajar no tempo e captar depoimentos sobre a vida de alguém ainda no calor dos acontecimentos, e não com aquele teor nostálgico de quem se recorda de fatos enterrados há muitos anos no passado? Bio responde essa pergunta propondo ao espectador uma narrativa fragmentada, mas muito emocional, sobre a longa e atribulada existência de um biólogo, que atravessa a segunda metade do século 20 e mergulha no século 21 com uma sede imensa de conhecimento sobre a vida em nosso planeta. Ou até fora dele.

No trailer, divulgado nesta semana, o espectador pode conhecer um pouco sobre esse ser humano único, que nunca aparece no filme, a partir de relatos de seus familiares, professores, amantes, amigos, colegas. Ao todo, o elenco reúne 39 atores, entre eles: Maria Fernanda Cândido, Maitê Proença, Marco Ricca, Werner Schünemann, Rosanne Mulholland, Sheron Menezzes, Tainá Müller, Bruno Torres, Branca Messina, entre outros.

O longa recebeu os prêmios de melhor filme pelo Júri Popular, Prêmio Especial do Júri pela Direção de Atores e de melhor desenho de som no Festival de Gramado. Também participou do Festival do Rio, da Mostra de São Paulo e do Festival de Punta del Este.

Confira o trailer de Bio, que estreia no dia 4 de abril:

Foto: Divulgação/Bretz Filmes.

Conheça os vencedores do Oscar 2019

por: Cinevitor

vencedoresoscar2019Os vencedores nas categorias de atuação.

Em um cerimônia sem grandes surpresas e emoções, que aconteceu no Dolby Theatre, em Hollywood, foram anunciados os vencedores do Oscar 2019 neste domingo, 24/02. A comédia dramática Green Book: O Guia, de Peter Farrelly, levou a estatueta dourada de melhor filme e também foi premiada em outras duas categorias: melhor ator coadjuvante para Mahershala Ali e melhor roteiro original.

O mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, que liderava a lista com dez indicações ao lado de A Favorita, ganhou três prêmios, entre eles, o de melhor direção. Em 2014, Cuarón recebeu essa mesma estatueta por seu trabalho em Gravidade.

Porém, o filme mais premiado desta 91ª edição, que pela primeira vez em 30 anos não teve um apresentador, foi Bohemian Rhapsody, que venceu em quatro categorias, entre elas, a de melhor ator para Rami Malek. A cerimônia também ficou marcada por bater o recorde com mais profissionais negros e mulheres premiados pela Academia em uma única edição.

Confira a lista completa com os vencedores do Oscar 2019:

MELHOR FILME:
Green Book: O Guia

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ATRIZ:
Olivia Colman, por A Favorita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR:
Rami Malek, por Bohemian Rhapsody

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Mahershala Ali, por Green Book: O Guia

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Green Book: O Guia, escrito por Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie e Peter Farrelly

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Infiltrado na Klan, escrito por Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso, de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Free Solo, de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Pantera Negra, por Hannah Beachler e Jay Hart

MELHOR FIGURINO:
Pantera Negra, por Ruth E. Carter

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Vice, por Kate Biscoe, Ann Pala Williams e Jamie Kelman

MELHOR EDIÇÃO:
Bohemian Rhapsody, por John Ottman

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Pantera Negra, por Ludwig Göransson

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Shallow, de Nasce uma Estrela, escrita por Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
Bohemian Rhapsody, por John Warhurst e Nina Hartstone

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
Bohemian Rhapsody, por Paul Massey, Tim Cavagin e John Casali

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
O Primeiro Homem, por Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Skin, de Guy Nattiv

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Absorvendo o Tabu, de Rayka Zehtabchi

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Bao, de Domee Shi

Foto: Getty Images.

CINEVITOR #326: Entrevista com Gustavo Vinagre e Julia Katharine | Lembro Mais dos Corvos

por: Cinevitor

lembromaiscorvoscinevitorJulia Katharine em cena: protagonista premiada.

Protagonizado por Julia Katharine e dirigido por Gustavo VinagreLembro Mais dos Corvos já está em cartaz nos cinemas por meio do projeto Sessão Vitrine Petrobras. Em algumas sessões, após o longa, será exibido o curta-metragem Tea For Two, de Julia Katharine e estrelado por Gilda Nomacce, o que faz dele o primeiro filme dirigido por uma mulher trans que estreia em circuito comercial no Brasil.

Lembro Mais dos Corvos é um monólogo de uma personagem em uma noite de insônia que mistura documentário, ficção e improviso; é baseado em histórias da própria atriz e coisas que o diretor imaginava sobre sua vida. Já o curta-metragem Tea For Two, narra a história de um triângulo amoroso, e é o primeiro filme dirigido por Julia Katharine. Cinéfila apaixonada e atriz, escolheu a comédia dramática para seu primeiro exercício como diretora.

O longa participou de diversos festivais, como: IndieLisboa, Mix Brasil, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Cinéma du Réel, entre outros. No ano passado, na Mostra de Cinema de Tiradentes, Julia Katharine levou o Prêmio Helena Ignez para destaque feminino.

Conversamos com o diretor e com a protagonista, que assina o roteiro ao lado de Vinagre, sobre a ideia dos filmes, a amizade entre eles, que já se conhecem há dez anos, e o futuro do cinema brasileiro.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Independent Spirit Awards 2019: conheça os vencedores

por: Cinevitor

reginaspiritawardsRegina King: melhor atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse.

Foram anunciados neste sábado, 23/02, os vencedores do Independent Spirit Awards 2019, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. A cerimônia foi apresentada pela atriz Aubrey Plaza, em Santa Mônica, na Califórnia.

O filme brasileiro Sócrates, de Alex Moratto, estava indicado em três categorias: melhor ator para Christian Malheiros e Prêmio John Cassavetes, nas quais não saiu premiado, mas venceu o prêmio Someone to Watch Award, que faz parte do Filmmaker Award, com categorias especiais, que revelou seus vencedores em uma cerimônia apresentada pelo ator Brian Tyree Henry e pela roteirista Lena Waithe no começo de janeiro. O prêmio reconhece o talento de um cineasta com uma visão singular que ainda não recebeu grande reconhecimento.

Conheça os vencedores do Independent Spirit Awards 2019, conhecido como o Oscar do cinema independente:

MELHOR FILME:
Se a Rua Beale Falasse

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ROTEIRO:
Poderia me Perdoar?, escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Sorry to Bother You, de Boots Riley

MELHOR PRIMEIRO ROTEIRO:
Oitava Série, escrito por Bo Burnham

MELHOR ATOR:
Ethan Hawke, por Fé Corrompida

MELHOR ATRIZ:
Glenn Close, por A Esposa

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Richard E. Grant, por Poderia me Perdoar?

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Won’t You Be My Neighbor?, de Morgan Neville

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR FOTOGRAFIA:
Suspiria: A Dança do Medo, por Sayombhu Mukdeeprom

MELHOR EDIÇÃO:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Joe Bini

PRÊMIO JOHN CASSAVETES:
En el Séptimo Día, de Jim McKay (EUA)

BONNIE AWARD SPONSORED BY AMERICAN AIRLINES:
Debra Granik

PRODUCERS AWARD:
Shrihari Sathe

SOMEONE TO WATCH AWARD:
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)

TRUER THAN FICTION AWARD:
Minding the Gap, de Bing Liu

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO:
Suspiria: A Dança do Medo, de Luca Guadagnino

Foto: Tommaso Boddi/Getty Images.