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Pantera Negra é o grande vencedor do 50º NAACP Image Awards

por: Cinevitor

panteranegranaacpTime de Pantera Negra reunido: muitos prêmios!

Foram anunciados neste sábado, 30/03, no Dolby Theatre, em Hollywood, em cerimônia apresentada pelo ator Anthony Anderson, os vencedores do 50º NAACP Image Awards, premiação multicultural que destaca os afro-americanos mais influentes do cinema, da televisão, da literatura e da música.

Fundada em 12 de fevereiro de 1909, a NAACP, National Association for the Advancement of Colored People (na tradução, Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor), é a maior e mais antiga organização de direitos civis dos Estados Unidos. O principal objetivo da NAACP é assegurar a igualdade política, educacional, social e econômica dos cidadãos dos grupos minoritários dos Estados Unidos e acabar com o preconceito racial. A NAACP procura eliminar todas as barreiras da discriminação racial através dos processos democráticos.

Desde 1970, realiza o NAACP Image Awards e, neste ano, em sua 50ª edição, Maxine Waters, congressista americana, foi homenageada com o NAACP Chairman’s Award, um reconhecimento para pessoas que demonstram um serviço público exemplar e usam suas plataformas distintas para criar agentes de mudança. A cantora e atriz Beyoncé recebeu o prêmio de Artista do Ano; seu marido, o rapper e produtor musical Jay-Z, foi homenageado com o President’s Award, que reconhece as realizações especiais e atos distintos de serviço público de uma personalidade.

Nas categorias de cinema, Pantera Negra, do Universo Cinematográfico Marvel, que liderava a lista de indicações, se consagrou como o grande campeão deste ano. O filme narra a história do super-herói que precisa derrotar seus inimigos e garantir a segurança do povo de Wakanda, antes governado por seu pai e agora comandado por ele.

Conheça os vencedores do 50º NAACP Image Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME:
Pantera Negra

MELHOR FILME INDEPENDENTE:
Se a Rua Beale Falasse

MELHOR DIREÇÃO:
Ryan Coogler, por Pantera Negra

MELHOR ATOR:
Chadwick Boseman, por Pantera Negra

MELHOR ATRIZ:
Amandla Stenberg, por O Ódio que Você Semeia

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Michael B. Jordan, por Pantera Negra

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Danai Gurira, por Pantera Negra

REVELAÇÃO:
Letitia Wright, por Pantera Negra

MELHOR ELENCO:
Pantera Negra

MELHOR ROTEIRO:
Pantera Negra, escrito por Ryan Coogler e Joe Robert Cole

MELHOR VOZ ORIGINAL | ANIMAÇÃO | FILME OU TV:
Samuel L. Jackson, por Os Incríveis 2

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Amazing Grace, de Alan Elliott e Sydney Pollack

MELHOR DOCUMENTÁRIO PARA TV:
Say Her Name: The Life and Death of Sandra Bland, de Kate Davis e David Heilbroner

MELHOR TRILHA SONORA:
Pantera Negra

PRÊMIO ESPECIAL | ARTISTA DO ANO:
Beyoncé

VANGUARD AWARD:
Tom Joyner

PRESIDENT’S AWARD:
Jay-Z

CHAIRMAN’S AWARD:
Maxine Waters

Foto: Getty Images.

Luciana Paes é homenageada na abertura da Mostra Tiradentes | SP 2019

por: Cinevitor

lucianapaesrecebehomenagemLuciana Paes recebe o troféu Barroco: homenageada.

A abertura da sétima edição da Mostra Tiradentes | SP aconteceu nesta quinta-feira, 28/03, no CineSesc, com apresentação da temática Corpos Adiante. Temas urgentes e pertinentes como discriminação, resistência e liberdade cultural e dos corpos estiveram presentes em diversos momentos do primeiro dia da itinerância paulista da Mostra Tiradentes, que incluiu também performance audiovisual, homenagem à atriz Luciana Paes e exibição do filme vencedor da Mostra Aurora.

A homenagem à atriz Luciana Paes foi marcada por falas fortes e descontraídas captadas em entrevista especialmente para o evento e transmitida na tela do cinema. O troféu Barroco foi entregue por seu amigo de longa data, o ator e diretor Otávio Dantas, que relembrou a trajetória da atriz. Emocionada, a homenageada agradeceu o reconhecimento: “Eu amo o que eu faço e amo as pessoas que eu encontrei pelo caminho, nas salas de ensaio e nos sets”.

A homenagem destacou a carreira de sucesso da atriz, que atua há mais de uma década e se divide entre teatro, cinema e televisão. Como parte disso, três filmes serão exibidos no dia 29 de março, a partir das 17h: o curta A Mão Que Afaga, de Gabriela Amaral Almeida; e os longas Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas e O Animal Cordial, também dirigido por Gabriela Amaral Almeida.

Antes disso, a noite começou com a apresentação musical da mineira Josi Lopes. Na sequência, o gerente do CineSesc, Gilson Packer, reforçou a importância da Mostra Tiradentes| SP, que traz para São Paulo um panorama do cinema brasileiro contemporâneo. Outro ponto alto foi o discurso de boas vindas da coordenadora geral da Mostra Tiradentes e diretora da Universo Produção, Raquel Hallak, que destacou a temática desta edição.

A programação de abertura completou-se com a apresentação da atriz Rejane Farias, em um monólogo emocionante do diretor da performance Chico de Paula, baseado na temática Corpos Adiante. A noite se encerrou com a pré-estreia nacional do longa Vermelha, de Getúlio Ribeiro, vencedor da Mostra Aurora da 22ª Mostra Tiradentes, seguido de bate-papo com o diretor e o montador Luciano Evangelista.

Aperte o play e assista aos melhores momentos da homenagem à atriz Luciana Paes:

A Mostra Tiradentes | SP 2019 segue com programação diária no CineSesc até o dia 3 de abril, quarta-feira. Clique aqui e saiba mais.

Foto: Leo Lara/Universo Produção.

21º Festival de Cinema Brasileiro de Paris: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

marighellaparisbrasilSeu Jorge em Marighella, de Wagner Moura: filme de encerramento.

A 21ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Paris, Festival du Cinéma Brésilien de Paris, será realizada entre os dias 9 e 16 de abril e contará com a exibição de 23 longas, entre ficção e documentário, no prestigioso cinema L’Arlequin, localizado no bairro Quartier Latin. A programação destaca títulos inéditos na França, a presença de vários realizadores que participarão de sessões com debate e um fórum voltado para o mercado audiovisual com o objetivo de promover o intercâmbio entre os dois países.

Na edição deste ano, o filme de abertura será O Beijo no Asfalto, de Murilo Benício, adaptação da peça de Nelson Rodrigues, que está na competição. Os filmes de encerramento serão: Marighella, de Wagner Moura, cinebiografia do baiano Carlos Marighella, interpretado por Seu Jorge, um dos principais guerrilheiros na luta contra a ditadura militar brasileira, e que foi exibido no Festival de Berlim; e o documentário Amazônia Groove, de Bruno Murtinho, que revela os artistas da região do Norte do país.

A mostra competitiva inclui filmes consagrados em festivais no Brasil e no mundo, como: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, vencedor do prêmio Teddy no Festival de Berlim e eleito o melhor filme no Festival do Rio; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor, premiado em quatro categorias no Festival do Rio e vencedor do prêmio de melhor longa brasileiro de ficção na Mostra de São Paulo; Deslembro, de Flavia Castro, vencedor do prêmio de melhor longa pelo voto popular e pela FIPRESCI no Festival do Rio e prêmio do Sindicato Francês dos Críticos de Cinema no Festival de Biarritz Amérique Latine.

A seleção completa-se com: Temporada, de André Novais Oliveira, vencedor dos prêmios de melhor filme, melhor atriz (Grace Passô), melhor ator (Russão), melhor fotografia (Wilsa Esser) e direção de arte (Diogo Hayashi) no 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani, vencedor do Prêmio da Crítica na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo; e Sócrates, de Alex Moratto, premiado no Spirit Awards e no 26º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

8aosteus-olhosDaniel de Oliveira em Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor.

Nesta edição, foram selecionados 11 documentários de diversas temáticas, alguns abordam questões sociais e políticas como A Última Abolição, de Alice Gomes, e Torre das Donzelas, de Susanna Lira, que levou o prêmio de melhor documentário no Festival do Rio; outros são retratos culturais do Brasil como My Name is Now, Elza Soares, de Elizabeth Martins Campos, e Orlamundo, de Orlando Morais.

Como parte integrante da programação do festival, ocorrerá o 2º Forum Audiovisual França-Brasil, no dia 16 de abril, na Embaixada do Brasil, em Paris, que visa incentivar o intercâmbio entre os dois países neste setor. Serão realizadas master classes, painéis e encontros profissionais com a presença de representantes de entidades, criadores, produtores e executivos brasileiros e franceses.

“Este ano teremos duas grandes novidades fundamentais no mundo atual: pela primeira vez, 50% de filmes feitos por mulheres e a Jangada VoD, uma plataforma exclusiva de longas brasileiros na França, dando assim continuidade ao nosso trabalho em defesa do cinema nacional fora do Brasil”, explica Katia Adler, idealizadora e diretora do Festival. A Jangada VoD permitirá o aluguel de longas brasileiros em todo o território francês, ampliando o alcance do festival que há duas décadas lota o cinema com um público fiel. A seleção para assistir online inclui ficções como O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, e Elis, de Hugo Prata; além de documentários como Estamira, de Marcos Prado, e Meninas, de Sandra Werneck.

Em 20 anos, o festival permitiu que cerca de 530 filmes fossem vistos na França, diante de uma plateia de mais de 73.000 espectadores que puderam debater com quase 500 convidados.

Fotos: Divulgação.

Morre, aos 90 anos, a cineasta Agnès Varda

por: Cinevitor

morreagnesvarda1A diretora no Festival de Berlim deste ano, em fevereiro: prêmio honorário.

Morreu na madrugada desta sexta-feira, 29/03, aos 90 anos, a cineasta e fotógrafa Agnès Varda, que ficou conhecida pelos documentários e pela maneira como abordava questões sociais relevantes, como o feminismo, em seus filmes. Segundo informações divulgadas pela família, ela sofria de câncer e morreu em casa.

Agnès Varda nasceu na Bélgica, em 1928, mas foi radicada na França. Sua carreira antecede o início da Nouvelle Vague e era considerada uma voz importante do cinema moderno francês. Realizou seu primeiro filme, o drama La Pointe-Courte, aos 25 anos, e depois disso ganhou destaque ao longo dos anos também por suas fotografias e instalações. Em 1983, fez parte do júri do Festival de Veneza.

No Festival de Cannes de 2017 recebeu o prêmio L’Œil d’or (Olho de Ouro) de melhor documentário por Visages, villages, no qual divide a direção com JR. Mas, Agnès já marcou presença no festival francês outras vezes, sendo homenageada em 2012 com o prêmio Golden Coach e em 2015 com a Palma de Ouro honorária. Além disso, disputou a Palma de Ouro em 1958 com o curta-metragem documental O saisons, ô châteaux e em 1962 com a comédia dramática Cléo das 5 às 7. Em 2005, fez parte do júri da Competição Oficial.

Em novembro de 2017, Varda recebeu o Oscar honorário por sua trajetória nas telonas. Em um discurso divertido, agradeceu aos seus colegas da indústria francesa, sua família e relembrou, com alegria, quando acordava antes do amanhecer, na França, para assistir ao Oscar. No ano seguinte, disputou a estatueta dourada de melhor documentário com Visages, Villages, mas não venceu. Porém, o longa foi consagrado em diversas premiações e festivais, como: Spirit Awards, Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, National Board of Review, Festival de Toronto, entre outros.

vardajolieNa cerimônia do Oscar honorário, aproveitou a ocasião e dançou com Angelina Jolie no palco.

Premiada em Berlim, Veneza, no prêmio César, Locarno, entre outros, destacam-se em seu currículo: As Duas Faces da Felicidade (1965), As Criaturas (1966), Uma Canta, a Outra Não (1977), Documenteur (1981), Os Renegados (1985), Kung-fu master! (1988), As Cento e Uma Noites (1995), Os Catadores e Eu (2000), Quelques veuves de Noirmoutier (2006), As Praias de Agnès (2008), entre outros.

Na 41ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, em 2017, foi homenageada com o Prêmio Humanidade, entregue, a cada edição do evento, a um cineasta cuja obra reflete questões humanísticas. Seu último trabalho, o documentário Varda par Agnès – Causerie, foi exibido no Festival de Berlim deste ano, no qual recebeu o prêmio honorário Berlinale Camera.

Fotos: Invision/AP e Thomas Niedermueller/Getty Images Europe.

Começam as filmagens de Vai Que Cola – O Começo, que chega aos cinemas em setembro

por: Cinevitor

vaiquecola2filmagemParte do elenco: primeira imagem do set.

Começaram neste sábado, 23/03, no Rio de Janeiro, as filmagens da comédia Vai Que Cola – O Começo, dirigida por César Rodrigues. O filme conta como os moradores da pensão da Dona Jô, interpretada por Catarina Abdalla, e seus agregados se conheceram e foram morar juntos no Méier.

A história se passa num ponto anterior à série e ao primeiro filme, lançado em 2015 e que conquistou mais de 3 milhões de espectadores: quando Dona Jô ainda vivia em casa com a vestibulanda Jéssica, papel de Samantha Schmütz; Ferdinando, vivido por Marcus Majella, e Máicol, interpretado por Emiliano D’Ávila, não tinham chegado ao Rio; e Terezinha, papel de Cacau Protásio, morava no Morro do Cerol com Tiziu. O que une todos é uma feijoada organizada por Terezinha.

“A marca Vai Que Cola é muito poderosa junto ao público. Os espectadores são íntimos dos personagens, que são muito cativantes. Esse novo filme revela como tudo começou, antes mesmo da existência da pensão da Dona Jô. É uma oportunidade para entender como se juntaram essas pessoas tão diferentes e hilariantes”, conta o diretor César Rodrigues, que também dirigiu o primeiro filme, a série e Minha Mãe é uma Peça 2.

A série, exibida com sucesso no Multishow, é gravada em estúdio com plateia. Nos filmes, a história ganha cores de superprodução, com locações reais e cenas na rua. As filmagens acontecem agora em março e abril em locações como os bairros de Engenho de Dentro, Penha, Gamboa, Méier, Grajaú e Tavares Bastos.

Com estreia marcada para o dia 12 de setembro, o filme conta também com Fiorella Mattheis, Silvio Guindane, Marcelo Médici e Paulinho Serra no elenco.

Foto: SerendipityInc.

Festival de Cannes 2019: Nadine Labaki presidirá júri da mostra Un Certain Regard

por: Cinevitor

nadinejuriuncertainDepois de ser premiada, a cineasta e atriz libanesa comandará o júri da mostra paralela.

A 72ª edição do Festival de Cannes acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio e algumas novidades para esse ano já foram anunciadas. Nesta terça-feira, 26/03, foi divulgado que a cineasta libanesa Nadine Labaki presidirá o júri da mostra Un Certain Regard, paralela ao evento, que coloca em evidência filmes mais atípicos que os da Competição Oficial e dirigidos por novos cineastas que oferecem uma perspectiva única para o público.

Labaki, que também é atriz e produtora, já é presença constante na Croisette. Seu primeiro longa como diretora, Caramelo, foi exibido na Quinzena dos Realizadores, em 2007. Depois, voltou com E Agora Onde Vamos?, em 2011, na mostra Un Certain Regard, também conhecida como Um Certo Olhar, na qual recebeu Menção Especial do Júri Ecumênico e o Prêmio François Chalais. No ano passado, fez parte da Competição Oficial com o drama Cafarnaum, disputou a Palma de Ouro e foi contemplada com o Prêmio do Júri, além de receber também o Prix de la citoyenneté e o Prêmio do Júri Ecumênico. Fora isso, em 2014, participou do longa Rio, Eu Te Amo e dirigiu o segmento O Milagre, no qual também atuou ao lado de Harvey Keitel e Cauã Antunes.

Em comunicado oficial, a cineasta falou sobre o cargo, que nos anos anteriores foi ocupado por Benicio Del Toro e Uma Thurman: “Eu lembro de quando costumava frequentar Cannes como estudante de Cinema. Eu estava muito animada para conhecer o festival de maior prestígio do mundo. Naquela época, parecia tão fora de alcance para mim. Lembro de levantar cedo e das intermináveis filas para conseguir um ingresso. Parece que foi ontem, mas foi há quinze anos. Hoje, sou presidente do Júri da mostra Un Certain Regard, que comprova que, às vezes, a vida pode ser ainda melhor que seus sonhos. Mal posso esperar para ver os filmes da seleção, para debater, discutir e encontrar inspiração no trabalho de outros artistas”.

Depois de se formar em Audiovisual pela Universidade de Beirute, Nadine Labaki dirigiu anúncios e videoclipes que foram muito premiados. Em 2004, fez parte da Cinéfondation do Festival de Cannes para escrever e desenvolver Caramelo, seu primeiro longa-metragem. Ao longo de sua carreira, se destacou em diversas premiações. Recentemente, com Cafarnaum, foi indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro, ao Globo de Ouro, César Awards e BAFTA. O filme, protagonizado pelo jovem talentoso Zain Al Rafeea, também foi premiado na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e nos festivais de Roterdã, Melbourne, Montréal, Sarajevo e Estocolmo.

A mostra Un Certain Regard começa no dia 15 de maio, depois da abertura da 72ª edição do Festival de Cannes. Os vencedores serão anunciados na sexta-feira, 24/05.

Foto: Getty Images Europe.

Confira o trailer de Dora e a Cidade Perdida, com Isabela Moner, Eva Longoria e Michael Peña

por: Cinevitor

doratrailerEva Longoria, Isabela Moner e Michael Peña: muitas aventuras!

O live-action Dora e a Cidade Perdida, dirigido por James Bobin, de Os Muppets e Alice Através do Espelho, é baseado na animação Dora, a Aventureira, uma das séries mais populares da Nickelodeon. Na trama, a agora adolescente Dora, interpretada pela atriz Isabela Moner, viverá mais uma de suas aventuras, acompanhada por seu melhor amigo, o macaco Boots, e por seu primo Diego.

Lançada em 2000 e apresentada na Nickelodeon, Nick Jr. e na CBS, a série original Dora, a Aventureira acompanhava as aventuras de uma menina de origem latina, de sete anos de idade, que viaja por um mundo extravagante com a ajuda de uma mochila falante, um mapa antropomórfico e seu melhor amigo, um pequeno macaco chamado Boots.

“Na infância, eu realmente me identificava com Dora, pois ela falava inglês e espanhol como eu. Eu tinha o mesmo corte de cabelo, então todos me chamavam de Dora! Quando me enviaram o roteiro, eu pensei: ‘Eu tenho que fazer isso. Eu fui ela toda a minha vida!'”, revela Isabela Moner.

“Fiquei emocionada em fazer parte desse elenco e por ajudar a trazer a história de Dora à vida. Ela tem sido um modelo positivo para crianças ao redor do mundo. O filme é muito divertido e muito emocionante. Eu não posso esperar para que o público veja nos cinemas”, contou Eva Longoria.

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todos os tempos: o Ensino Médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Boots, o primo Diego, papel de Jeff Wahlberg, um misterioso habitante da selva, vivido por Eugenio Derbez, seus pais, interpretados por Eva Longoria e Michael Peña, e um grupo de adolescentes em uma aventura para resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro.

O elenco conta também com Benicio Del Toro, Danny Trejo, Madeleine Madden, Adriana Barraza, Temuera Morrison, Q’orianka Kilcher, Pia Miller, Nicholas Coombe e Christopher Kirby.

Confira o trailer de Dora e a Cidade Perdida, que estreia no dia 15 de agosto:

Foto: Vince Valitutti/Paramount Players.

Morre, aos 82 anos, o ator, dramaturgo e cineasta brasileiro Domingos Oliveira

por: Cinevitor

morredomingosoliveiraO cineasta no Festival de Gramado, em 2016.

Morreu na tarde deste sábado, 23/03, aos 82 anos, o cineasta brasileiro, ator e dramaturgo Domingos Oliveira. Segundo informações divulgadas pela família, o diretor estava em casa e se sentiu mal enquanto escrevia no computador. Ele sofria da Doença de Parkinson e a causa da morte ainda não foi divulgada.

Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em Engenharia, mas nunca trabalhou na área. Começou no teatro amador e logo ganhou destaque com diversas peças. Foi redator da revista Manchete, produtor e roteirista na TV Globo, sendo parte da primeira equipe da emissora, diretor do Teatro do Planetário e também atuou em seus próprios trabalhos. Antes de realizar seu primeiro filme, trabalhou como assistente de direção de Joaquim Pedro de Andrade em O Poeta do Castelo e Couro de Gato.

Em 1966, dirigiu seu primeiro longa, o drama Todas as Mulheres do Mundo, protagonizado por Leila Diniz (com quem foi casado por três anos), Paulo José, Flávio Migliaccio e Joana Fomm. Depois disso, realizou diversos filmes, como: Edu, Coração de Ouro (1968), As Duas Faces da Moeda (1969), É Simonal (1970), A Culpa (1971), Amores (1998), Separações (2002), Feminices (2004), Carreiras (2005), Juventude (2008), Todo Mundo Tem Problemas Sexuais (2008), Primeiro Dia de Um Ano Qualquer (2012), Paixão e Acaso (2012), Infância (2014), entre outros.

Seu último trabalho nas telonas, lançado comercialmente, foi o longa BR 716, grande vencedor do Festival de Gramado de 2016 (clique aqui e assista nossa entrevista com o diretor no festival). O filme também foi premiado no Festin Lisboa Film Festival e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O documentário Os 8 Magníficos, exibido no Festival do Rio, em 2017, ainda não foi lançado.

Na TV, atuou em Vestido de Noiva, Bambolê, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão, entre outros. Também foi roteirista de diversos trabalhos, como: As Duas Faces da Moeda, O Médico e o Monstro, Os Anjos do Sexo, etc. Apresentou, ao lado de sua esposa, Priscilla Rozenbaum, alguns programas no Canal Brasil. Seu último trabalho na TV, a série inédita Mulheres de 50, será exibida em breve pelo canal.

No teatro, recebeu o Prêmio Shell de melhor texto pela peça Amores. Em 1992, dirigiu Confissões de Adolescente nos palcos, com texto escrito por sua filha Maria Mariana. A peça ganhou uma adaptação televisiva na TV Cultura e Domingos dirigiu entre 1994 e 1996. Em 2010, reestreou Do Fundo do Lago Escuro, sua peça autobiográfica.

Ao longo da carreira foi premiado no Mar del Plata Film Festival e também no Paris Brazilian Film Festival. Pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte, recebeu três prêmios. Foi homenageado no Festival de Gramado e também na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Além disso, escreveu alguns livros, como a autobiografia Vida Minha.

Foto: Edison Vara/Pressphoto.

Bagdá – Cenas de uma Juventude, novo filme de Caru Alves de Souza, sobre o universo do skate feminino, começa a ser rodado

por: Cinevitor

bagdafilmagensGrace Orsato: protagonista do primeiro longa nacional de ficção sobre skate feminino.

Começou a ser rodado no dia 14/03, em São Paulo, o filme Bagdá – Cenas de uma Juventude, segundo longa-metragem da cineasta Caru Alves de Souza, que fez sua estreia na direção com De Menor. Produzido por Rafaella Costa, da Manjericão Filmes, o filme é livremente inspirado no livro Bagdá, o Skatista, de Toni Brandão.

A história gira em torno de uma skatista de 17 anos chamada Bagdá, interpretada por Grace Orsato, que faz sua estreia como atriz e que é skatista na vida real. Na trama, a jovem passa boa parte do tempo com os amigos skatistas, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Aos poucos, ela vai se aproximando de Vanessa, interpretada por Nick Batista, outra skatista do bairro que encontra em Bagdá um incentivo para ocupar a pista de skate. Numa ida à Praça Roosevelt, Bagdá e Vanessa encontram outras meninas skatistas e estreitam laços de amizade.

A cantora Karina Buhr, que também faz sua estreia como atriz nas telonas, é Micheline, mãe de Bagdá, uma mulher batalhadora que luta para sustentar sozinha as três filhas, mas que também gosta de curtir a vida  e frequentar bares.

Filmado na Freguesia do Ó, zona norte da cidade de São Paulo, o filme acompanha o dia a dia de Bagdá, que divide seu tempo entre a escola, onde está sempre na mira da diretora, papel de Suzy Rêgo, com sua mãe e suas duas irmãs mais novas, interpretadas por Helena Luz e Marília Fernandes, além de frequentar  o salão de beleza da transexual Gilda, vivida por Paula Sabatini, onde sua mãe trabalha como manicure, e o bar local da dona Gladys, papel de Gilda Nomacce, uma mulher que viveu os tempos áureos de politização operária dos anos 1980.

Com o elenco e equipe composto em sua maioria por mulheres, a narrativa de Bagdá se constrói a partir de episódios cotidianos que irão revelar aquilo de extraordinário na vida dessas mulheres.

Foto: Divulgação/Manjericão Filmes.

Mostra Tiradentes | SP 2019: filmes, debates, encontros, oficina e homenagem para Luciana Paes

por: Cinevitor

vagacarnetiradentespCena de Vaga Carne, média-metragem experimental de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.

A Mostra Tiradentes | SP chega à sua sétima edição entre os dias 28 de março e 3 de abril, no CineSesc. Ao longo da programação, serão exibidos 35 filmes (13 longas, um média e 21 curtas), 19 sessões de cinema, 10 bate-papos com realizadores, uma oficina e um debate conceitual. A Mostra SP será norteada pela temática Corpos Adiante, abordada na 22ª edição da Mostra Tiradentes, que aconteceu em janeiro, com o intuito de ampliar a reflexão com discussões e perspectivas.

O evento traz um panorama do cinema brasileiro contemporâneo com a exibição de todos os filmes vencedores da edição mineira de 2019, além de outros destaques exibidos na 22ª Mostra Tiradentes e títulos selecionados especialmente para São Paulo.

“A Mostra Tiradentes |SP representa uma conjugação de esforços e tem um propósito que nos une: honrar com o compromisso de lutar pelo que é produzido no Brasil, pela pátria das nossas imagens, dos corpos que as fazem, dos que as aplaudem. Um espaço de vanguarda para discutir a criação de outros universos possíveis”, ressalta Raquel Hallak, diretora da Universo Produção e coordenadora da Mostra Tiradentes.

A abertura oficial, no dia 28/03, contará com uma performance audiovisual que apresentará a temática central do evento com arte, música e movimento. A direção é de Chico de Paula, a trilha ao vivo será executada pelo músico Barulhista e participações especiais da cantora Josi Lopes e da atriz Rejane Farias. Na sequência, a sessão em pré-estreia do longa Vermelha, dirigido por Getúlio Ribeiro, que foi eleito pelo Júri da Crítica da 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes como o melhor filme da Mostra Aurora. Após a sessão, o diretor participará de um bate-papo mediado pela curadora Lila Foster.

Pela segunda vez consecutiva, a Mostra Tiradentes | SP elege um homenageado especialmente para a itinerância paulista do evento. Em 2019, a escolhida é a atriz paulistana Luciana Paes, que receberá o Troféu Barroco durante a cerimônia de abertura. A homenagem destaca e reconhece a carreira de sucesso da atriz, que atua há mais de uma década e se divide entre teatro, cinema e televisão. Como parte da homenagem, três filmes serão exibidos no dia 29 de março, a partir das 17h: o curta A Mão Que Afaga, de Gabriela Amaral Almeida; e os longas Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas e O Animal Cordial, também dirigido por Gabriela Amaral Almeida.

lucianapaestiradentespLuciana Paes em cena do filme O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida.

Dedicada exclusivamente à exibição de trabalhos de diretores em início de carreira, que tenham até três longas realizados, a Mostra Aurora chega, em 2019, a sua 12ª edição, mantendo o olhar para a produção independente das mais variadas regiões do país. Depois de concorrerem ao prêmio do Júri da Crítica em Tiradentes, os filmes chegam a São Paulo para sua segunda exibição. Sete filmes integram a seleção: A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro; A Rainha Nzinga Chegou, de Junia Torres e Isabel Casimira; Tremor Iê, de Elena Meirelles e Lívia de Paiva; Seus Ossos e Seus Olhos, de Caetano Gotardo; Vermelha, de Getúlio Ribeiro; Desvio, de Arthur Lins; e Um Filme de Verão, de Jô Serfaty.

Também avaliada pelo Júri da Crítica na 22ª Mostra de Tiradentes, a Mostra Foco será exibida em sua totalidade na capital paulista. Ao todo, doze filmes de cinco estados integram a seleção: Tea For Two, de Julia Katharine; O Bando Sagrado, de Breno Baptista; Onze Minutos, de Hilda Lopes Pontes; Um Ensaio Sobre a Ausência, de David Aynan; Ainda Ontem, de Jessica Candal; Caetana, de Caio Bernardo, eleito como melhor curta-metragem pelo Júri da Crítica; Estado de Neblina, de Bruno Ramos; Malandro de Ouro, de Flávio C. Von Sperling; A Ética das Hienas, de Rodolpho De Barros; Antes de Ontem, de Caio Franco; Negrum3, de Diego Paulino, curta-metragem vencedor do Júri Popular e do Prêmio Canal Brasil; e Tempestade, de Fellipe Fernandes.

teafortwotiradentespJulia Katharine, atriz e diretora do curta Tea For Two, com Gilda Nomacce.

A participação de filmes produzidos em São Paulo é destaque na programação da Mostra Tiradentes | SP: dos 35 filmes exibidos, 19 são paulistas (6 longas e 13 curtas), incluindo obras apresentadas na 22ª Mostra Tiradentes e títulos selecionados especialmente para a itinerância. Dois longas do estado de São Paulo, um deles inédito, convidado especialmente para integrar esta programação, integram a Mostra Paulista desta edição: Corpo Quilombo, do diretor Leonel Costa; e Copo Vazio, novo longa do diretor Dellani Lima, que encerrará a programação no dia 3 de abril em pré-estreia mundial.

Destacando a temática desta edição, a Mostra Tiradentes | SP apresenta a Mostra Corpos Adiante com os documentários premiados Parque Oeste, de Fabiana Assis, eleito o melhor filme da Mostra Olhos Livres pelo Júri Jovem da 22ª Mostra Tiradentes; e Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves, que recebeu o prêmio de melhor longa pelo Júri Popular de Tiradentes. Além disso, exibirá também: Vaga Carne, média-metragem experimental, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr; e os documentários em curta-metragem Janaína, de Ana Carolina Marinho e João Batista Júnior (escolhido especialmente para a edição paulista); Quando Elas Cantam, de Maria Fanchin; Preciso Dizer Que Te Amo, de Ariel Nobre; e Quebramar, dirigido por Cris Lyra.

A Mostra Foco SP apresenta uma sessão de quatro curtas-metragens com diferentes estéticas, formas de narrar e abordagens heterogêneas do contemporâneo, como: Miragem, de Flora Dias; Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond; Lua Maldita, de Felipe Santo; e Casa de Catharina, de Felipe Arrojo Poroger e escolhido especialmente para a edição.

rosazaulnovalisberlimMarcelo Diorio em A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro.

Na sétima edição da Mostra Tiradentes | SP, a programação oferece também atividades de formação e capacitação. Além de encontros, bate-papos, troca de experiências entre profissionais do audiovisual e o público, o evento, de olho no mercado e nas novas tecnologias, promove também a oficina Introdução a Práticas e Projetos Audiovisuais Multiplataforma, a ser ministrada pelo instrutor Gustavo Padovani. O objetivo da oficina é entender esse novo ambiente dinâmico de criação audiovisual, aplicando-as em projetos que envolvam novos saberes a respeito de estruturas narrativas para multiplataformas, novas formas de produção, roteirização, desenvolvimento de mundo, modelagem de negócios e estratégias de circulação do conteúdo audiovisual.

Vale lembrar que a abertura tem entrada gratuita, com retirada de ingressos com uma hora e meia de antecedência para Sesc Credencial Plena e uma hora para público geral, no CineSesc. As demais sessões terão ingressos a preços populares: R$ 3,50 para associados Sesc (com apresentação da carteirinha plena), R$ 6 (meia-entrada) e R$ 12 (inteira).

Para mais informações, clique aqui.

Fotos: Divulgação.

O Grande Circo Místico é indicado ao Prêmio Platino 2019; Roma também está na disputa

por: Cinevitor

circomisticoplatino2019Bruna Linzmeyer em O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 21/03, os indicados ao 6º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas. Em sua sexta edição, o drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, lidera com nove indicações; Uma Noite de 12 Anos e Pássaros de Verão aparecem na sequência com seis indicações cada.

O cinema brasileiro se destaca com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, indicado em duas categorias: melhor trilha sonora por Chico Buarque e Edu Lobo e melhor direção de arte por Artur Pinheiro. O paraguaio As Herdeiras, uma coprodução entre Brasil e Uruguai, recebeu cinco indicações.

Além disso, diversas produções nacionais e profissionais brasileiros foram pré-selecionados para esta sexta edição, porém, não foram classificados para etapa final, como: As Boas Maneiras e Benzinho na categoria de melhor filme ibero-americano de ficção; Aly Muritiba, de Ferrugem, e Carolina Jabor, de Aos Teus Olhos, em melhor direção; os roteiristas Fernando Ceylão, de Como É Cruel Viver Assim e Gabriela Amaral Almeida, de O Animal Cordial; Fabiano Krieger e Lucas Marcier, de Motorrad, na categoria de melhor trilha sonora original; os atores Jesuíta Barbosa, de O Grande Circo Místico, Otávio Müller, de Benzinho, Rodrigo Santoro, de O Tradutor, Julio Andrade, da série Sob Pressão e Silvio Guindane, da série 1 Contra Todos; as atrizes Grace Passô, de Praça Paris, Emanuelle Araújo, da série Samantha! e Marjorie Estiano, de As Boas Maneiras e a série Sob Pressão.

Também foram pré-selecionados: a animação Peixonauta – O Filme; os documentários Ex-Pajé, O Processo e Piripkura; os filmes Café com Canela e O Animal Cordial na categoria melhor primeiro filme ibero-americano; Karen Akerman, de A Sombra do Pai e Lucas Gonzaga, de Motorrad, na categoria de melhor edição; Denis Netto pela direção de arte de O Animal Cordial; Gustavo Hadba, de O Grande Circo Místico e Mauro Pinheiro Jr., de Unicórnio, na categoria de melhor fotografia; Alexandre Rogoski, de Ferrugem e Gabriela Cunha, de As Boas Maneiras, na categoria de melhor som; os filmes Ferrugem e Aos Teus Olhos na categoria Cine y Educación en Valores; e as séries 1 Contra Todos, Samantha! e Sob Pressão. Coproduções brasileiras também foram pré-selecionadas, mas não conseguiram uma vaga entre os finalistas, como: Humanpersons, Pedro & Inês, o Amor Não Descansa, Tarde para Morrer Jovem, Rojo, Família Submersa e Djon África.

Os vencedores serão anunciados no dia 12/05, no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, em Riviera Maya, no México.

Conheça os indicados ao Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2019:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
Campeones (Espanha)
Pássaros de Verão (Colômbia/México)
Uma Noite de 12 Anos (Uruguai/Espanha/Argentina)
Roma (México)

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma
Álvaro Brechner, por Uma Noite de 12 Anos
Cristina Gallego e Ciro Guerra, por Pássaros de Verão
Javier Fesser, por Campeones

MELHOR ROTEIRO:
As Herdeiras, escrito por Marcelo Martinessi
Campeones, escrito por David Marqués e Javier Fesser
Roma, escrito por Alfonso Cuarón
Uma Noite de 12 Anos, escrito por Álvaro Brechner

MELHOR ATRIZ:
Ana Brun, por As Herdeiras
Marina de Tavira, por Roma
Penélope Cruz, por Todos Já Sabem
Yalitza Aparicio, por Roma

MELHOR ATOR:
Antonio de la Torre, por El reino
Javier Bardem, por Todos Já Sabem
Javier Gutiérrez, por Campeones
Lorenzo Ferro, por O Anjo

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
El reino, por Olivier Arson
O Grande Circo Místico, por Chico Buarque e Edu Lobo
Uma Noite de 12 Anos, por Federico Jusid
Yuli, por Alberto Iglesias

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
A Casa Lobo (Chile)
Memorias de un hombre en pijama (Espanha)
Un día más con vida (Espanha)
Virus Tropical (Colômbia)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Camarón: Flamenco y revolución (Espanha)
La Libertad del Diablo (México)
O Silêncio dos Outros (Espanha)
Yo No Me Llamo Rubén Blades (Panamá/Argentina/Colômbia)

MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO:
A Família, de Gustavo Rondón Córdova (Venezuela/Chile)
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Brasil)
Carmen y Lola, de Arantxa Echevarría (Espanha)
Viaje al cuarto de una madre, de Celia Rico Clavellino (Espanha)

MELHOR EDIÇÃO:
El reino, por Alberto del Campo
O Anjo, por Guillermo Gatti
Pássaros de Verão, por Miguel Schverdfinger
Roma, por Alfonso Cuarón e Adam Gough

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro
O Homem que Matou Dom Quixote, por Benjamín Fernández
Pássaros de Verão, por Angélica Perea
Roma, por Eugenio Caballero

MELHOR FOTOGRAFIA:
As Herdeiras, por Luis Armando Arteaga
Pássaros de Verão, por David Gallego
Roma, por Alfonso Cuarón
Uma Noite de 12 Anos, por Carlos Catalán

MELHOR SOM:
El reino, por Alfonso Raposo e Roberto Fernández
O Anjo, por José Luis Díaz
Pássaros de Verão, por Carlos E. García
Roma, por Sergio Diaz, Skip Lievsay, Craig Henighan e José Antonio García

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES:
As Herdeiras (Paraguai/Uruguai/Brasil)
Campeones (Espanha)
Carmen y Lola (Espanha)
Uma Noite de 12 Anos (Uruguai/Espanha/Argentina)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
A Casa das Flores (México)
Arde Madrid (Espanha)
El marginal II (Argentina)
Narcos: México (México)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Diego Boneta, por Luis Miguel: A Série
Diego Luna, por Narcos: México
Javier Rey, por Fariña
Nicolás Furtado, por El marginal II

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Anna Castillo, por Arde Madrid
Cecilia Suárez, por A Casa das Flores
Inma Cuesta, por Arde Madrid
Najwa Nimri, por Vis a vis

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

Começam as filmagens de Depois a Louca Sou Eu, novo filme de Julia Rezende, com Débora Falabella

por: Cinevitor

deboraloucasoueufilmagemProtagonista: entre terapias e medicamentos.

Começaram, no dia 12/03, as filmagens de Depois a Louca Sou Eu, sétimo longa-metragem de Julia Rezende, inspirado no livro homônimo de Tati Bernardi, que vendeu mais de 30 mil exemplares. No elenco, Débora Falabella interpreta Dani, a protagonista que tenta se curar de crises de ansiedade desde a infância.

Num ritmo ágil e frenético, o roteiro de Gustavo Lipsztein, de O Paciente – O Caso Tancredo Neves, revela uma cabeça fervilhante de pensamentos que atropelam o dia a dia da personagem criando situações densas e, ao mesmo tempo, hilariantes. Enquanto lida com sua conturbada relação com Silvia, vivida por Yara de Novaes, a mãe superprotetora, Dani recorre a todos os tipos de terapias e medicações em busca de curar algo incurável: o susto de estar nesse mundo.

“É a história de uma mulher enfrentando seus medos: da morte, das perdas, do fracasso e, sobretudo, o medo da vida. Ela quer ser uma escritora de sucesso, mas antes sonha apenas em conseguir sair de casa, trabalhar, namorar, viajar. É o retrato sensível, contemporâneo e bem humorado das ansiedades que tomaram conta de todos nós”, resume Julia.

As filmagens serão realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e o longa está previsto para o segundo semestre deste ano. Produzido por Mariza Leão, Depois a Louca Sou Eu conta também com Gustavo Vaz, Cristina Pereira, Romulo Arantes Neto, Debora Lamm e Elizangela no elenco.

Foto: Desirée do Valle.