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Conheça os vencedores do 23º SAG Awards

por: Cinevitor

sagmoonlightPremiado: Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar.

O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos anunciou nesta domingo, 29/01, os vencedores do 23º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards, prêmio que elege os melhores atores da TV e do cinema.

Em uma cerimônia repleta de surpresas, como Denzel Washington desbancando o favorito a melhor ator, Casey Affleck, o prêmio mais esperado da noite, o de melhor elenco, também surpreendeu: foi entregue para Estrelas Além do Tempo, que conta a história de três brilhantes mulheres afro-americanas que trabalharam na NASA: “Esta é uma história sobre o que acontece quando colocamos nossas diferenças de lado e nos unimos como raça humana. Nós ganhamos e o amor vence, sempre”, disse Taraji P. Henson em um discurso emocionante.

Mahershala Ali, de Moonlight: Sob a Luz do Luar foi eleito o melhor ator coadjuvante: “Eu sou muito grato por ter tido a oportunidade de interpretar este personagem que é um cavalheiro”.

Confira a lista com os vencedores do 23º SAG Awards nas categorias de cinema:

MELHOR ELENCO:
Estrelas Além do Tempo

MELHOR ATOR:
Denzel Washington, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ATRIZ:
Emma Stone, por La La Land: Cantando Estações

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS:
Até o Último Homem

Foto: Angela Weiss.

La La Land: Cantando Estações é o grande vencedor do PGA Awards 2017

por: Cinevitor

lalalandpgaEmma Stone e Ryan Gosling em La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle.

O Sindicato dos Produtores da América, Producers Guild of America, anunciou neste sábado, 28/01, em Los Angeles, os vencedores do 28º PGA Awards (Producers Guild Awards), um dos prêmios mais esperados da temporada, que elege os melhores produtores da TV e do cinema.

Considerado uma prévia do Oscar, geralmente seus vencedores coincidem com os premiados pela Academia na categoria de melhor filme. Desde 2007, por exemplo, os produtores premiados no PGA Awards também receberam a estatueta dourada. No ano passado, o resultado foi diferente. Spotlight: Segredos Revelados levou o Oscar de melhor filme, mas perdeu para A Grande Aposta no Producers Guild Awards.

Confira a lista com os vencedores nas categorias de cinema do PGA Awards 2017:

LONGA-METRAGEM | PRÊMIO DARRYL F. ZANUCK:
La La Land: Cantando Estações, produzido por Fred Berger, Jordan Horowitz e Marc Platt

LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, produzido por Clark Spencer

DOCUMENTÁRIO:
O.J.: Made in America, produzido por Ezra Edelman e Caroline Waterlow

THE VISIONARY VANGUARD AWARD: Megan Ellison, por 20th Century Women
THE STANLEY KRAMER AWARD: Loving
THE MILESTONE AWARD: Tom Rothman
THE DAVID. O. SELZNICK ACHIEVEMENT AWARD: Irwin Winkler

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do Festival de Sundance 2017

por: Cinevitor

sundancevencedores17Macon Blair, diretor de I Don’t Feel at Home in This World Anymore: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 28/01, em Park City, Utah, nos Estados Unidos, os vencedores do 39º Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes dedicado a produções independentes. A cerimônia foi apresentada pela atriz Jessica Williams e contou com a presença dos integrantes do júri, entre eles, a brasileira Sonia Braga.

Na Competição Americana Drama, o suspense I Don’t Feel at Home in This World Anymore, dirigido por Macon Blair, recebeu o Grande Prêmio do Júri. O longa, protagonizado por Melanie Lynskey e Elijah Wood, conta a história de uma mulher deprimida que, após ser roubada, pede ajuda a seu vizinho para encontrar os responsáveis pelo crime.

O Brasil estava representado com Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança, na Competição Internacional. O longa, inspirado em contos de Joca Reiners Terron, com Cauã Reymond, Ney Matogrosso, Eduardo Macedo, Adeli Benitez e Leopoldo Pacheco no elenco, infelizmente não foi premiado.

Porém, o brasileiro Fernando Coimbra, diretor de O Lobo Atrás da Porta, foi premiado no 2017 Sundance Institute Global Filmmaking Award, evento paralelo que premia quatro notáveis e visionários diretores ao redor do mundo, com seu novo projeto, o thriller Os Enforcados (The Hanged), que já tinha participado do Laboratório de Roteiros de Sundance em 2015; os cineastas Massoud Bakhshi, do Irã, com Yalda; a francesa Maïmouna Doucouré, com Mignonnes; e a polonesa Agnieszka Smoczynska, com Deranged, também foram premiados.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Sundance 2017:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: I Don’t Feel at Home in This World Anymore, dirigido por Macon Blair
Melhor Direção: Eliza Hittman, por Beach Rats
Prêmio Waldo Salt de Melhor Roteiro: Ingrid Goes West, escrito por Matt Spicer e David Branson Smith
Prêmio Especial do Júri | Direção Revelação: Maggie Betts, por Novitiate
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Yellow Birds, por Daniel Landin
Prêmio Especial do Júri | Ator/Atriz Revelação: Chanté Adams
, por Roxanne Roxanne
Prêmio do Público: Crown Heights, dirigido por Matt Ruskin

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Dina, dirigido por Dan Sickles e Antonio Santini
Melhor Direção: Peter Nicks, por The Force
Prêmio Especial do Júri | Inspirational Filmmaking: Step, dirigido por Amanda Lipitz
Prêmio Especial do Júri | Storytelling: Strong Island, escrito por Yance Ford
Prêmio Especial do Júri | The Orwell Award: Icarus, dirigido por Bryan Fogel
Prêmio Especial do Júri | Edição: Unrest, por Kim Roberts e Emiliano Battista
Prêmio do Público: Chasing Coral, dirigido por Jeff Orlowski

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: The Nile Hilton Incident, dirigido por Tarik Saleh (Suécia/Alemanha/Dinamarca)
Melhor Direção: God’s Own Country, dirigido por Francis Lee (Reino Unido)
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Axolotl Overkill, por Manu Dacosse (Alemanha)
Prêmio Especial do Júri | Roteiro: Pop Aye, escrito por Kirsten Tan (Singapura/Tailândia)
Prêmio Especial do Júri | Cinematic Vision: Free and Easy, dirigido por Jun Geng (Hong Kong)
Prêmio do Público: Sueño en otro idioma (I Dream in Another Language), dirigido por Ernesto Contreras (México/Holanda)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Last Men in Aleppo, dirigido por Feras Fayyad e  Steen Johannessen (Dinamarca/Síria)
Melhor Direção: Winnie, dirigido por Pascale Lamche (França/Holanda/África do Sul)
Prêmio Especial do Júri | Excelência em Fotografia: Machines, por Rodrigo Trejo Villanueva (Índia/Alemanha/Finlândia)
Prêmio Especial do Júri | Commanding Vision: Motherland, por Ramona S. Diaz (EUA/Filipinas)
Prêmio Especial do Júri | Masterful Storytelling: RUMBLE: The Indians Who Rocked The World, dirigido por Catherine Bainbridge e Alfonso Maiorana (Canadá)
Prêmio do Público: Joshua: Teenager vs. Superpower, dirigido por Joe Piscatella (EUA)

CURTAS-METRAGENS:

Grande Prêmio do Júri: And so we put goldfish in the pool., dirigido por Makoto Nagahisa (Japão)
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Americana: Lucia, Before and After, dirigido por Anu Valia
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Internacional: And The Whole Sky Fit In The Dead Cow’s Eye, dirigido por Francisca Alegría (Chile/EUA)
Prêmio do Júri | Não ficção: Alone, dirigido por Garrett Bradley (EUA)
Prêmio do Júri | Animação: Broken – The Women’s Prison at Hoheneck, dirigido por Volker Schlecht e Alexander Lahl (Alemanha)
Prêmio Especial do Júri | Edição: Laps, por Blair McClendon (EUA)
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Dadyaa – The Woodpeckers of Rotha, por Chintan Rajbhandari (Nepal/França)

PRÊMIO DO PÚBLICO | NEXT: Gook, dirigido por Justin Chon (EUA)
NHK AWARD: Babak Anvari, por I Came By (Reino Unido)
PRÊMIO ALFRED P. SLOAN: Marjorie Prime, dirigido por Michael Almereyda (EUA)
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | DOCUMENTÁRIO: Joslyn Barnes, por Strong Island (EUA/Dinamarca)
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | NARRATIVE FEATURE: Anish Savjani e Neill Kopp, por I Don’t Feel at Home in This World Anymore (EUA)
GAYLE STEVENS VOLUNTEER AWARD: Marlene Thibault

Foto: Reprodução/YouTube.

Conheça os vencedores do 67º ACE Eddie Awards

por: Cinevitor

achegadaeddieAmy Adams em A Chegada, de Denis Villeneuve: premiado.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 27/01, em Beverly Hills, os vencedores do 67º ACE Eddie Awards, prêmio realizado pela American Cinema Editors, que elege os melhores editores/montadores da TV e do cinema.

O produtor, roteirista e diretor J.J. Abrams, de Star Wars: O Despertar da Força, foi homenageado com o ACE Golden Eddie de melhor cineasta. Thelma Schoonmaker, montadora de Touro Indomável, Os Infiltrados e O Aviador, também recebeu um prêmio especial, assim como Janet Ashikaga, editora de vários seriados, entre eles, Seinfeld; Lori Jane Coleman, da série Dawson’s Creek; Diana Friedberg, que editou a série Renegado; e William Gordean, montador de diversos filmes, como: As Tartarugas Ninjas, Beethoven: O Magnífico e Pirado no Espaço.

Conheça os vencedores do 67º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
A Chegada, por Joe Walker

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
La La Land: Cantando Estações, por Tom Cross

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, por Fabienne Rawley e Jeremy Milton

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
O.J.: Made in America, por Bret Granato, Maya Mumma e Ben Sozanski

Foto: Jan Thijs.

Morre, aos 89 anos, a atriz francesa Emmanuelle Riva

por: Cinevitor

emmanuellerivamorreEmmanuelle no tapete vermelho do Oscar, em 2013.

Morreu nesta sexta-feira, 27/01, em Paris, aos 89 anos, a atriz francesa Emmanuelle Riva. Segundo informações divulgadas pelo jornal Le Monde, ela lutava contra um câncer, mas tocava no assunto discretamente.

Com mais de 40 filmes no currículo, Emmanuelle começou sua carreira no final da década de 1950. Seu primeiro trabalho no cinema foi no drama Volúpia do Poder, em 1958, no qual fez uma participação. Mas, o sucesso e o destaque internacional vieram logo em seguida, em 1959, com Hiroshima Meu Amor, filme de Alain Resnais, que lhe rendeu uma indicação a melhor atriz no BAFTA, o Oscar britânico. Em 1962, no Festival de Veneza, apresentou o filme Thérèse Desqueyroux, de Georges Franju, e levou o prêmio de melhor atriz.

Outro papel marcante em sua carreira foi a personagem Anne, em Amor, de Michael Haneke, cineasta austríaco. Pelo drama, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes e premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 2013, Emmanuelle disputou a estatueta dourada de melhor atriz no prêmio da Academia, mas perdeu para Jennifer Lawrence, de O Lado Bom da Vida. Porém, sua brilhante atuação se destacou em muitas outras premiações, nas quais saiu vencedora, como o BAFTA, César e European Film Awards. Os críticos de Boston, Dublin, Londres, Los Angeles, São Francisco, entre tantos outros, também a elegeram como melhor atriz por seu trabalho em Amor.

amorhanekeEmmanuelle Riva em Amor, de Michael Haneke.

Além disso, também se destacou em Recours en grâce (1960), Ádua e Suas Companheiras (1960), Kapò: Uma História do Holocausto (1960), Léon Morin – O Padre (1961), As Horas do Amor (1963), Desejos Amargos (1967), Atentado ao Pudor (1967), Portas do Inferno (1972), Ariane (1974), Olhos na Boca (1982), Liberté, la nuit (1984), Loin du Brésil (1992), A Liberdade é Azul (1993), A Sombra da Dúvida (1993), Os Últimos Dias da Minha Vida (2001), O Verão do Skylab (2011), entre outros.

Emmanuelle, que ficou conhecida como símbolo da Nouvelle vague, movimento artístico do cinema francês, recentemente se apresentou com uma peça em Roma, filmou o drama Alma, de Kristín Jóhannesdóttir, na Islândia, e estava escalada para atuar em Les Vacances, de Mohsen Makhmalbaf.

Foto: Frederic J. Brown.

Morre, aos 77 anos, o ator britânico John Hurt

por: Cinevitor

morrejohnhurtO ator em O Espião que Sabia Demais, em 2011.

Morreu nesta sexta-feira, 27/01, aos 77 anos, o ator britânico John Hurt. Ele lutava, desde junho de 2015, contra um câncer no pâncreas. Porém, a causa oficial da morte ainda não foi anunciada. As informações foram divulgadas pelo jornal inglês Daily Mail.

John começou sua carreira na década de 1960, na TV. Seu primeiro papel no cinema foi no drama Um Grito de Revolta, em 1962. Depois disso, atuou em mais de 100 produções e se destacou com personagens marcantes. Foi indicado duas vezes ao Oscar: em 1979, como ator coadjuvante em O Expresso da Meia-Noite, papel que lhe rendeu o Globo de Ouro na mesma categoria; e em 1981 como melhor ator por O Homem Elefante, de David Lynch. Em 2009 foi premiado no Festival de Berlim com o Special Teddy por sua atuação em An Englishman in New York. No BAFTA, o Oscar britânico, foi indicado sete vezes, premiado em três e consagrado em 2012 com um prêmio especial por sua contribuição excepcional ao cinema. Além disso, foi nomeado Cavaleiro da Ordem Britânica, em 2015.

Entre tantos papéis, se destacou em: O Homem Que Não Vendeu Sua Alma (1966), O Estrangulador de Rillington Place (1971), A Lenda da Flauta Mágica (1972), Vida Nua (1975), Estranho Poder de Matar (1978), Alien, o Oitavo Passageiro (1979), O Portal do Paraíso (1980), Dois Tiras Meio Suspeitos (1982), O Traidor (1984), 1984 (1984), Enquanto Existir Esperança (1984), As Noites de Bengali (1988), Frankenstein – O Monstro das Trevas (1990), Terra da Discórdia (1990), Contato (1997), Amor e Morte (1997), Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001), Dogville (2003), Hellboy (2004), A Chave Mestra (2005), A Proposta (2005), V de Vingança (2005), Perfume: A História de um Assassino (2006), Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008), Nova York, Eu Te Amo (2008), Código de Sangue (2009), Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010), Melancolia (2011), O Espião que Sabia Demais (2011), Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011), Amantes Eternos (2013), Hércules (2014) e recentemente em Jackie, de Pablo Larraín.

Quatro filmes inéditos com John Hurt devem estrear ainda este ano: That Good Night, Damascus Cover, My Name Is Lenny e Darkest Hour.

Foto: Focus Features/Divulgação.

Moonlight: Sob a Luz do Luar é o grande vencedor do Dorian Awards, prêmio da Associação de Críticos LGBTQ

por: Cinevitor

moonlightlgbtqTrevante Rhodes em Moonlight: revelação do ano.

Fundada em 2009, a GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento, conta com mais de 150 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Muitos integrantes se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer, mas diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.

Desde o início realiza o Dorian Awards, prêmio que elege os melhores do ano na TV e no cinema, e que possui esse nome em homenagem ao escritor Oscar Wilde, em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray. “A Associação existe para reforçar os jornalistas de entretenimento LGBTQ, bem como lembrar ao mundo e aos nossos jovens, que os gays têm uma história cultural distinta em ajudar a colocar grandes filmes e programas de TV ao alcance de todos”, diz o comunicado oficial.

Neste ano, em sua 6ª edição, o drama Moonlight: Sob a Luz do Luar se consagrou como o grande campeão em cinco categorias, incluindo a de melhor filme. Carol, Boyhood: Da Infância à Juventude, 12 Anos de Escravidão, Argo, Weekend, Um Sonho de Amor e Direito de Amar foram os vencedores em edições anteriores.

Conheça os vencedores do Dorian Awards 2016/2017, que foram anunciados nesta quinta-feira, 26/01:

FILME DO ANO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR ATRIZ:
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ATOR:
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

FILME LGBTQ DO ANO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
A Criada, de Chan-wook Park (Coreia do Sul)

MELHOR ROTEIRO:
Moonlight: Sob a Luz do Luar, escrito por Barry Jenkins

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
O.J.: Made in America, dirigido por Ezra Edelman

FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO:
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle

FILME NÃO CELEBRADO DO ANO:
Christine, de Antonio Campos

FILME CAMPY DO ANO:
A Vingança Está na Moda, de Jocelyn Moorhouse

REVELAÇÃO DO ANO:
Trevante Rhodes

WILDE WIT OF THE YEAR (homenagem a um artista, roteirista ou comentarista cujas observações desafiam e divertem):
Carrie Fisher

WILDE ARTIST OF THE YEAR (honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV):
Kate McKinnon e Lin-Manuel Miranda

TIMELESS STAR (ator/atriz cuja carreira exemplar é marcada pelo caráter, sabedoria e sagacidade):
John Waters

Foto: David Bornfriend.

Conheça os indicados ao 64º MPSE Golden Reel Awards, prêmio que elege os melhores editores de som

por: Cinevitor

doutorestranhompseBenedict Cumberbatch em Doutor Estranho: filme indicado.

Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema. Neste ano, os vencedores serão anunciados no dia 19 de fevereiro.

Em sua 64ª edição, Harry Cohen, editor de efeitos sonoros de vários filmes, como A Série Divergente: Insurgente, Os Oito Odiados, Django Livre, Selvagens, Lanterna Verde, Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme, Bastardos Inglórios, Diamante de Sangue, O Dia Depois de Amanhã, Kill Bill: Volume 1 e 2, O Patriota, A Bruxa de Blair, O Máskara, entre outros, será homenageado com um prêmio de realização por sua carreira. O cineasta mexicano Guillermo del Toro, de Hellboy, O Labirinto do Fauno e A Colina Escarlate receberá o 2017 Filmmaker Award Recipient.

Confira os indicados ao 64º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
Deadpool
Estrelas Além do Tempo
Lion – Uma Jornada Para Casa
Rogue One: Uma História Star Wars
Sully: O Herói do Rio Hudson

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
A Chegada
Até o Último Homem
Capitão América: Guerra Civil
Deadpool
Doutor Estranho
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
Mogli – O Menino Lobo
Rogue One: Uma História Star Wars

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
A Tartaruga Vermelha
Kubo e as Cordas Mágicas
Moana – Um Mar de Aventuras
O Pequeno Príncipe
Procurando Dory
Sing – Quem Canta Seus Males Espanta
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda
Amanda Knox
Before The Flood
O Extermínio do Marfim
Passage To Mars
The Beatles: Eight Days A Week – The Touring Years
The Eagle Huntress
The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and The Silk Road Ensemble

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO | EFEITOS/FOLEY/DIÁLOGOS/ADR:
A Criada
Elle
Neruda
Sob a Sombra
The King’s Choice
Toni Erdmann

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
A Chegada
Até o Último Homem
Doutor Estranho
O Homem nas Trevas
Rogue One: Uma História Star Wars
Star Trek: Sem Fronteiras
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi
Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
Florence: Quem é Essa Mulher?
La La Land: Cantando Estações
Moana – Um Mar de Aventuras
Sing Street: Música e Sonho
Trolls

SPECIAL VENUE:
A Beautiful Planet
America Wild: National Parks Adventure
Extreme Weather
Pearl

Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, é selecionado para o Festival de Berlim 2017

por: Cinevitor

nossospaisberlimMaria Ribeiro em cena: história retrata a mulher contemporânea brasileira.

A 67ª edição do Festival de Berlim acaba de anunciar mais dois filmes brasileiros em sua programação: Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, que terá sua estreia mundial na edição deste ano, que acontecerá entre os dias 9 e 19 de fevereiro; e também o curta-metragem em animação Vênus – Filó a Fadinha Lésbica, de Sávio Leite. Com esses, o cinema brasileiro soma 12 produções na Berlinale.

Estrelado por Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Sophia Valverde, Annalara Prates, Clarisse Abujamra e Jorge Mautner, Como Nossos Pais integra a programação da mostra Panorama Special. O anúncio, feito nesta quarta-feira, 25/01, destaca a  atuação dos personagens com suas “paixões individuais e delírios existenciais encenados com uma naturalidade sublime”.

“A estreia mundial é sempre muito importante para um filme, porque define o rumo que ele pode tomar. Ter a oportunidade de exibir Como Nossos Pais em um festival da linha A como o de Berlim é realmente uma grande conquista”, afirma Laís. Esse é o quarto longa-metragem da diretora, que festeja também o momento vivido pelo cinema brasileiro no festival alemão “Como Nossos Pais é mais um filme nacional anunciado em Berlim, um recorde num evento desse porte. Fico muito feliz de fazer parte desse momento”, finaliza.

“Ter o filme da Laís na seleção oficial do Festival de Berlim nos traz duas grandes alegrias. A primeira é perceber o quanto o cinema dela está em sintonia com os temas e as discussões que serão abordados neste ano na Berlinale e a segunda é a possibilidade de construir uma linda carreira para o Como Nossos Pais no mercado internacional. Realizar a estreia mundial em Berlim e ainda contar com a Wild Bunch como nossa representante internacional de vendas nos coloca numa excelente posição para o ano de 2017”, disse o produtor Fabiano Gullane.

O longa conta a história de Rosa, interpretada por Maria Ribeiro, uma mulher dividida entre o cuidado com as filhas, os afazeres domésticos, a convivência com o marido e a relação conflituosa com a mãe. Em meio a tantos afazeres, ela começa a questionar a sua rotina.

O curta de Sávio Leite é inspirado em um poema de Hilda Hilst e conta com a narração de Helena Ignez. Segundo o comunicado oficial do festival, “o curta-metragem de animação Vênus – Filó a Fadinha Lésbica encerra a forte presença do Brasil na edição deste ano da mostra Panorama”.

Vale lembrar que o cinema brasileiro também estará representado na mostra Panorama com Vazante, de Daniela Thomas; No Intenso Agora, de João Moreira Salles; e Pendular, de Julia Murat; na Competição Oficial com Joaquim, de Marcelo Gomes; na mostra Forum, com Rifle, de Davi Pretto; na mostra Generation, com Mulher do Pai, de Cristiane Oliveira; As Duas Irenes, de Fabio Meira; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; e com o curta Em Busca da Terra Sem Males, de Anna Azevedo; e na seção Berlinale Shorts, com o curta Estás Vendo Coisas, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca.

Conheça os novos filmes selecionados para a mostra Panorama:

1945, de Ferenc Török (Hungria)
Berlin Syndrome, de Cate Shortland (Austrália)
Bing Lang Xue (The Taste of Betel Nut), de Hu Jia (Hong Kong/China)
Call Me by Your Name, de Luca Guadagnino (Itália/França)
Ciao Ciao, de Song Chuan (França/China)
Como Nossos Pais (Just Like Our Parents), de Laís Bodanzky (Brasil)
Discreet, de Travis Mathews (EUA)
Fluidø, de Shu Lea Cheang (Alemanha)
Fra balkongen (From the Balcony), de Ole Giaever (Noruega)
Ghost in the Mountains, de Yang Heng (China)
God’s Own Country, de Francis Lee (Reino Unido)
Headbang Lullaby, de Hicham Lasri (Marrocos/França/Qatar/Líbano)
Hostages, de Rezo Gigineishvili (Rússia/Geórgia/Polônia)
Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
Karera ga Honki de Amu toki wa (Close-Knit), de Naoko Ogigami (Japão)
Kaygı (Inflame), de Ceylan Özgün Özçelik (Turquia)
Kongens Nei (The King’s Choice), de Erik Poppe (Noruega/Suécia/Dinamarca/Irlanda)
The Misandrists, de Bruce LaBruce (Alemanha)
One Thousand Ropes, de Tusi Tamasese (Nova Zelândia)
Pieles (Skins), de Eduardo Casanova (Espanha)
Rekvijem za gospodju J. (Requiem for Mrs. J.), de Bojan Vuletić (Sérvia/Bulgária/República da Macedônia/Rússia/França)
Tiger Girl, de Jakob Lass (Alemanha)
Vaya, de Akin Omotoso (África do Sul)
When the Day Had no Name, de Teona Mitevska (República da Macedônia/Bélgica/Eslovênia)

SUPPORTING FILM:
Vênus – Filó a fadinha Lésbica (Venus – Filly the Lesbian Little Fairy), de Sávio Leite (Brasil)

Foto: Priscila Prade.

Conheça os indicados ao César 2017, o Oscar francês; Aquarius concorre a melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

aquariuscesarSonia Braga em Aquarius, de Kleber Mendonça Filho.

A Academia de Artes e Técnicas do Cinema (l’Académie des Arts et Techniques du Cinéma) anunciou nesta quarta-feira, 25/01, os indicados ao prêmio César 2017, conhecido como o Oscar francês. Elle, de Paul Verhoeven e Frantz, de François Ozon lideram a lista com onze indicações cada.

Nesta 42ª edição, o Brasil está representado por Aquarius, de Kleber Mendonça Filho na categoria de melhor filme estrangeiro, ao lado de produções premiadas como Toni Erdmann, da Alemanha, e o americano Manchester À Beira-Mar. Os vencedores serão anunciados no dia 24 de fevereiro.

Confira a lista completa com os indicados ao César 2017:

MELHOR FILME:
Agnus Dei
Divinas
Elle
Frantz
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor
Victoria

MELHOR DIREÇÃO:
Anne Fontaine, por Agnus Dei
Bruno Dumont, por Mistério na Costa Chanel
François Ozon, por Frantz
Houda Benyamina, por Divinas
Nicole Garcia, por Um Instante de Amor
Paul Verhoeven, por Elle
Xavier Dolan, por É Apenas o Fim do Mundo

MELHOR ATRIZ:
Isabelle Huppert, por Elle
Judith Chemla, por A Vida de Uma Mulher
Marina Foïs, por Irrepreensível
Marion Cotillard, por Um Instante de Amor
Sidse Babett Knudsen, por La fille de Brest
Soko, por La danseuse
Virginie Efira, por Victoria

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Anne Consigny, por Elle
Déborah Lukumuena, por Divinas
Mélanie Thierry, por La danseuse
Nathalie Baye, por É Apenas o Fim do Mundo
Valeria Bruni Tedeschi, por Mistério na Costa Chanel

MELHOR ATOR:
Fabrice Luchini, por Mistério na Costa Chanel
François Cluzet, por Médecin de campagne
Gaspard Ulliel, por É Apenas o Fim do Mundo
Nicolas Duvauchelle, por Não Sou Um Canalha
Omar Sy, por Chocolate
Pierre Deladonchamps, por Le fils de Jean
Pierre Niney, por Frantz

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Gabriel Arcand, por Le fils de Jean
James Thierrée, por Chocolate
Laurent Lafitte, por Elle
Melvil Poupaud, por Victoria
Vincent Cassel, por É Apenas o Fim do Mundo
Vincent Lacoste, por Victoria

ATRIZ REVELAÇÃO:
Lily-Rose Depp, por La danseuse
Noémie Merlant, por Le ciel attendra
Oulaya Amamra, por Divinas
Paula Beer, por Frantz
Raph, por Mistério na Costa Chanel

ATOR REVELAÇÃO:
Corentin Fila, por Quando Se Tem 17 Anos
Damien Bonnard, por Na Vertical
Jonas Bloquet, por Elle
Kacey Mottet Klein, por Quando Se Tem 17 Anos
Niels Schneider, por Diamant noir

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Agnus Dei
Divinas
O Efeito Aquático
Mistério na Costa Chanel
Victoria

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Elle
Frantz
La fille de Brest
Minha Vida de Abobrinha
Réparer les vivants
Um Instante de Amor

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Chocolate
Dans les forêts de Sibérie
Elle
Frantz
Minha Vida de Abobrinha

MELHOR SOM:
Chocolate
Elle
Frantz
L’odyssée
Um Instante de Amor

MELHOR FOTOGRAFIA:
Agnus Dei
Elle
Frantz
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor

MELHOR EDIÇÃO:
Divinas
É Apenas o Fim do Mundo
Elle
Frantz
Um Instante de Amor

MELHOR FIGURINO:
A Vida de Uma Mulher
Frantz
La danseuse
Mistério na Costa Chanel
Um Instante de Amor

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Chocolate
Frantz

La danseuse
Mistério na Costa Chanel
Planetarium

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Après Suzanne
Au bruit des clochettes
Chasse royale
Maman(s)
Vers la tendresse

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Longa-metragem:
A Tartaruga Vermelha
A Menina Sem Mãos
Minha Vida de Abobrinha
Curta-metragem:
Café Froid
Celui qui a deux âmes
Journal animé
Peripheria

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Dernières nouvelles du cosmos
Fogo no Mar
Merci patron!
Swagger
Viagem Através do Cinema Francês

MELHOR FILME DE ESTREIA:
Cigarettes et chocolat chaud
La danseuse
Diamant noir
Divinas
Rosalie Blum

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Garota Desconhecida (Bélgica/França)
Aquarius (Brasil)
Bacalaureat (Romênia/França/Bélgica)
É Apenas o Fim do Mundo (Canadá/França)
Manchester À Beira-Mar (EUA)
Eu, Daniel Blake (Reino Unido/França/Bélgica)
Toni Erdmann (Alemanha/Áustria/Romênia)

Conheça os indicados ao Oscar 2017

por: Cinevitor

lalaoscarRyan Gosling e Emma Stone em La La Land: Cantando Estações.

Foram anunciados na manhã desta terça-feira, 24/01, os indicados ao Oscar 2017. Neste ano, o anúncio foi realizado de forma diferente, por meio de vídeos com depoimentos das atrizes Jennifer Hudson, Brie Larson, Marcia Gay Harden e Gabourey Sidibe; e também dos atores Ken Watanabe e Demian Bichir; dos cineastas Jason Reitman e Guillermo del Toro; e do roteirista Dustin Lance Black, acompanhados pela presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, Cheryl Boone Isaacs.

O musical La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, lidera a lista com 14 indicações. Casey Affleck e a francesa Isabelle Huppert, vencedores do Globo de Ouro, também estão na disputa nas categorias de atuação, assim como Natalie Portman, que já ganhou uma estatueta dourada de melhor atriz em 2011, por Cisne Negro.

A 89ª edição do Oscar acontecerá no dia 26 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Hollywood, e será apresentada pelo ator e comediante Jimmy Kimmel.

Confira a lista completa com os indicados ao Oscar 2017:

MELHOR FILME:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
Estrelas Além do Tempo

La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Manchester À Beira-Mar
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Um Limite Entre Nós

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Damien Chazelle, por La La Land: Cantando Estações
Denis Villeneuve, por A Chegada
Mel Gibson, por Até o Último Homem
Kenneth Lonergan, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATRIZ:
Emma Stone, por La La Land: Cantando Estações
Isabelle Huppert, por Elle
Meryl Streep, por Florence: Quem é Essa Mulher?
Natalie Portman, por Jackie
Ruth Negga, por Loving

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Michelle Williams, por Manchester À Beira-Mar
Naomie Harris, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Nicole Kidman, por Lion – Uma Jornada para Casa
Octavia Spencer, por Estrelas Além do Tempo
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ATOR:
Andrew Garfield, por Até o Último Homem
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar
Denzel Washington, por Um Limite Entre Nós
Ryan Gosling, por La La Land: Cantando Estações
Viggo Mortensen, por Capitão Fantástico

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Dev Patel, por Lion – Uma Jornada para Casa
Jeff Bridges, por A Qualquer Custo
Lucas Hedges, por Manchester À Beira-Mar
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Michael Shannon, por Animais Noturnos

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Qualquer Custo
La La Land: Cantando Estações
Manchester À Beira-Mar
O Lagosta

20th Century Women

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Chegada
Estrelas Além do Tempo
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Um Limite Entre Nós

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Jackie
La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Passageiros

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Audition, de La La Land: Cantando Estações
Can’t Stop the Feeling, de Trolls
City of Stars, de La La Land: Cantando Estações
How Far I’ll Go, de Moana – Um Mar de Aventuras
The Empty Chair, de Jim: The James Foley Story

MELHOR ANIMAÇÃO:
A Tartaruga Vermelha
Kubo e as Cordas Mágicas
Minha Vida de Abobrinha
Moana – Um Mar de Aventuras
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Chegada
La La Land: Cantando Estações
Lion – Uma Jornada para Casa
Moonlight: Sob a Luz do Luar
Silêncio

MELHOR FIGURINO:
Aliados
Animais Fantásticos e Onde Habitam
Florence: Quem é Essa Mulher?
Jackie
La La Land: Cantando Estações

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda, dirigido por Ava DuVernay
Eu Não Sou Seu Negro
, dirigido por Raoul Peck
Fogo no Mar, dirigido por Gianfranco Rosi
Life, Animated, dirigido por Roger Ross Williams
O.J.: Made in America, dirigido por Ezra Edelman

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM:
Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Os Capacetes Brancos

Watani: My Homeland

MELHOR EDIÇÃO:
A Chegada
A Qualquer Custo
Até o Último Homem
La La Land: Cantando Estações
Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
O Apartamento, de Asghar Farhadi (Irã)
Tanna, de Martin Butler e Bentley Dean (Austrália)
Terra de Minas, de Martin Zandvliet (Dinamarca)
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha)
Um Homem Chamado Ove, de Hannes Holm (Suécia)

MELHOR CABELO E MAQUIAGEM:
Esquadrão Suicida
Um Homem Chamado Ove
Star Trek: Sem Fronteiras

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Chegada
Animais Fantásticos e Onde Habitam
Ave, César!
La La Land: Cantando Estações
Passageiros

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Ennemis Intérieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing (Mindenki)
Timecode

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Blind Vaysha
Borrowed Time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper: Descobrindo o Mundo

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
A Chegada
Até o Último Homem
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo
La La Land: Cantando Estações
Sully: O Herói do Rio Hudson

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
A Chegada
Até o Último Homem
La La Land: Cantando Estações
Rogue One: Uma História Star Wars
13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Doutor Estranho
Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

Kubo e as Cordas Mágicas
Mogli – O Menino Lobo
Rogue One: Uma História Star Wars

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 37º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

criticoslondresKate Beckinsale, Isabelle Huppert e Naomie Harris: premiadas.

Fundada em 1913, a associação The Critics’ Circle conta com os principais críticos do Reino Unido que se dividem entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros. Desde 1980, acontece o London Critics’ Circle Film Awards, prêmio que elege os melhores da sétima arte.

Neste domingo, 22/01, os prêmios foram entregues em uma cerimônia realizada em Londres e apresentada por Alice Lowe e Steve Oram. Filmes da Irlanda, França, Hungria, Alemanha, Itália, Austrália e Estados Unidos também foram premiados pelos críticos.

Conheça os vencedores do 37º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha/Áustria/Romênia)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Fogo no Mar, de Gianfranco Rosi

FILME BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Eu, Daniel Blake, de Ken Loach

ATOR DO ANO:
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar

ATRIZ DO ANO:
Isabelle Huppert, O Que Está Por Vir

ATOR COADJUVANTE DO ANO (empate):
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar e Tom Bennett, por Amor & Amizade

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Naomie Harris, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

DIRETOR DO ANO:
László Nemes, por Filho de Saul

ROTEIRISTA DO ANO:
Kenneth Lonergan, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Andrew Garfield, por Até o Último Homem

MELHOR ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA:
Kate Beckinsale, por Amor & Amizade

MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Lewis MacDougall, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite

DIRETOR BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO:
Babak Anvari, por Sob a Sombra

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS:
Sweet Maddie Stone, de Brady Hood

PRÊMIO DE REALIZAÇÃO TÉCNICA:
Sturla Brandth Grøvlen pela fotografia de Victoria

PRÊMIO DILYS POWELL POR EXCELÊNCIA EM FILME:
Isabelle Huppert

Foto: Dave Bennett.