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International Press Academy anuncia vencedores do Satellite Awards 2017

por: Cinevitor

godsatelliteJosh O’Connor e Alec Secareanu em God’s Own Country: premiado.

Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países.

Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards, prêmio que elege os melhores da indústria do entretenimento em categorias diversas.

Neste ano, em sua 22ª edição, houve um empate na categoria de melhor filme: Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, e God’s Own Country, de Francis Lee, no Brasil lançado diretamente em plataformas digitais como Reino de Deus, foram premiados.

Conheça os vencedores do Satellite Awards 2017:

MELHOR FILME:
God’s Own Country e Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME FEITO PARA TV:
O Mago das Mentiras (The Wizard of Lies)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Em Busca dos Corais

MELHOR DIREÇÃO:
Jordan Peele, por Corra!

MELHOR ATRIZ:
Diane Kruger, por Em Pedaços e Sally Hawkins, por A Forma da Água

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Lois Smith, por Marjorie Prime

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação e Harry Dean Stanton, por Lucky

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Artista do Desastre

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Em Pedaços, de Fatih Akin (Alemanha)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE E DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água

MELHOR FOTOGRAFIA:
Blade Runner 2049

MELHOR FIGURINO:
Trama Fantasma

MELHOR EDIÇÃO:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR TRILHA SONORA:
Mulher-Maravilha

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Stand Up for Something, por Andra Day e Common (Marshall)

MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM:
Dunkirk

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Blade Runner 2049

MELHOR ELENCO | FILME:
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Lucky, de John Carroll Lynch

PRÊMIO HUMANITÁRIO:
Extraordinário, de Stephen Chbosky

PRÊMIO AUTEUR:
Lady Bird – A Hora de Voar, de Greta Gerwig

PRÊMIO NIKOLA TESLA:
Robert Legato

Foto: Divulgação.

WGA Awards 2018: conheça os vencedores do prêmio do Sindicato dos Roteiristas

por: Cinevitor

corrawgavenceAllison Williams e Daniel Kaluuya em Corra!: premiado.

O Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, anunciou neste domingo, 11/02, em cerimônia apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt, os vencedores do Writers Guild Awards 2018, premiação anual que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio desde 1948.

Na edição passada, Moonlight: Sob a Luz do Luar, que aqui venceu como melhor roteiro original, também foi premiado no Oscar, só que na categoria de melhor roteiro adaptado. Em outros anos, Spotlight: Segredos Revelados, A Grande Aposta, O Jogo da Imitação, Ela, Argo, Meia-Noite em Paris, Os Descendentes, A Rede Social, Guerra ao Terror, Milk – A Voz da Igualdade e Quem Quer Ser um Milionário? também foram premiados pelo Sindicato e pela Academia.

Neste ano, Corra!, vencedor na categoria de melhor roteiro original, concorria com A Forma da Água, Doentes de Amor, Eu, Tonya e Lady Bird – A Hora de Voar. Na categoria de melhor roteiro adaptado, Me Chame Pelo Seu Nome foi premiado; A Grande Jogada, Artista do Desastre, Logan e Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi também estavam na disputa.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Corra!, escrito por Jordan Peele

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory; baseado no romance homônimo de André Aciman

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
Jane, escrito por Brett Morgen

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2018, o Oscar espanhol

por: Cinevitor

marisagoya18A atriz espanhola Marisa Paredes recebe homenagem na 32ª edição.

A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha realiza, desde 1987, o Prêmio Goya (ou Premios Goya), evento que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

Neste sábado, 03/02, foram revelados, em Madri, os vencedores da 32ª edição da premiação. O drama Handia, de Aitor Arregi e Jon Garaño, sobre o homem mais alto do mundo, liderava com 13 indicações e venceu em dez categorias.

Ovacionada pelo público presente e muito emocionada, a atriz Marisa Paredes subiu ao palco para receber o Goya honorário por sua carreira: “Eu tive a sorte que muitos diretores confiaram em mim e eles também tiveram sorte por eu ter confiado neles”, disse em seu discurso. Nascida em Madri, começou a atuar na década de 1960 e, ao longo dos anos, se destacou em diversos trabalhos, além de ser considerada uma das musas de Pedro Almodóvar, com quem trabalhou em diversas produções, como: Maus Hábitos (1983), De Salto Alto (1991), A Flor do Meu Segredo (1995), Tudo Sobre Minha Mãe (1999) e A Pele que Habito (2011).

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2018:

MELHOR FILME:
La librería

MELHOR DIREÇÃO:
Isabel Coixet, por La librería

MELHOR ATOR:
Javier Gutiérrez, por El autor

MELHOR ATRIZ:
Nathalie Poza, por No sé decir adiós

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
David Verdaguer, por Verão 1993

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adelfa Calvo, por El autor

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE:
Carla Simón, por Verão 1993

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Handia, escrito por Aitor Arregi, Andoni de Carlos, Jon Garaño e José Mari Goenaga

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
La librería, escrito por Isabel Coixet

ATOR REVELAÇÃO:
Eneko Sagardoy, por Handia

ATRIZ REVELAÇÃO:
Bruna Cusí, por Verão 1993

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Handia, por Ander Sistiaga

MELHOR FOTOGRAFIA:
Handia, por Javier Agirre Erauso

MELHOR MONTAGEM:
Handia, por Laurent Dufreche e Raúl López

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Handia, por Mikel Serrano

MELHOR FIGURINO:
Handia, por Saioa Lara

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Handia, por Ainhoa Eskisabel, Olga Cruz e Gorka Aguirre

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Handia, por Pascal Gaigne

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
La llamada, de José Miguel Conejo Torres (Leiva) (La llamada)

MELHOR SOM:
Verónica, por Aitor Berenguer, Gabriel Gutiérrez e Nicolas de Poulpiquet

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Handia, por Jon Serrano e David Heras

MELHOR ANIMAÇÃO:
As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Muchos hijos, un mono y un castillo, de Gustavo Salmerón

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile)

MELHOR FILME EUROPEU:
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Madre, de Rodrigo Sorogoyen

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Los desheredados, de Laura Ferrés

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Woody & Woody, de Jaume Carrió

Foto: Divulgação.

Viva – A Vida é uma Festa é o grande vencedor do 45º Annie Awards, o Oscar da animação

por: Cinevitor

vivavenceannieGael García Bernal e Anthony Gonzalez foram dubladores de Viva – A Vida é uma Festa.

Foram anunciados neste sábado, 03/02, os vencedores do 45º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society.

Neste ano, Viva – A Vida é uma Festa, da Disney•Pixar, que liderava com treze indicações, foi a grande vencedora em onze categorias; O Touro Ferdinando, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, das franquias A Era do Gelo e Rio, estava na disputa nas categorias de melhor edição e melhor design de produção, mas não foi premiado.

Conheça os vencedores do Annie Awards 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Lee Unkrich e Adrian Molina

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE:
The Breadwinner

MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, escrito por Adrian Molina e Matthew Aldrich

MELHOR ANIMAÇÃO | PRODUÇÃO ESPECIAL:
Revolting Rhymes

MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM:
Dear Basketball

MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL:
Poles Apart

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por John Chun Chiu Lee

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM LIVE-ACTION:
Planeta dos Macacos: A Guerra

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Dean Kelly

MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO:
Anthony Gonzalez, por Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa

Foto: Disney/Pixar.

Conheça os vencedores do 70º DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores

por: Cinevitor

dgavencedoresdeltoroO cineasta mexicano Guillermo del Toro, de A Forma da Água: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 03/02, em cerimônia apresentada pelo comediante Judd Apatow, os vencedores do 70º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América (Directors Guild of America), que elege os melhores diretores da TV e do cinema desde 1948.

O cineasta Michael Apted foi homenageado com o DGA Lifetime Achievement Award in Motion Picture Direction, prêmio especial pelo conjunto da obra. Em seu currículo, constam muitos sucessos, como: O Mistério de Agatha, Mistério no Parque Gorky, Julgamento Final, Coração de Trovão, 007 – O Mundo Não é o Bastante, Jornada pela Liberdade, As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada, Conspiração Terrorista, entre outros. O assistente de direção Dwight Williams e o diretor televisivo Jim Tanker também foram homenageados.

Conheça os vencedores do 70º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:

MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM:
Guillermo del Toro, por A Forma da Água

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM:
Jordan Peele, por Corra!

MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Matthew Heineman, por Cidade de Fantasmas

Foto: Chris Pizzello.

Confira o trailer de Todas as Razões para Esquecer, com Bianca Comparato e Johnny Massaro

por: Cinevitor

razoesesquecertrailerBianca Comparato e Johnny Massaro: protagonistas da comédia romântica.

Depois de passar pelos festivais de Havana, Rio, Mostra de São Paulo e Cinequest, nos Estados Unidos, Todas as Razões para Esquecer, primeiro longa-metragem do diretor e roteirista Pedro Coutinho, chega aos cinemas brasileiros no dia 1º de março.

O filme conta a história de Antônio, vivido por Johnny Massaro e personagem central dessa comédia romântica. O jovem, um rapaz que vê seu namoro de três anos chegar ao fim, acredita que rapidamente esquecerá Sofia, interpretada por Bianca Comparato. Mas, nada é tão simples quanto parece. Ao ver a impossibilidade de controlar seus próprios sentimentos, Antônio passa a boicotá-los para se libertar da lembrança da ex-namorada, usando todos os tipos de medidas paliativas contemporâneas: psicanálise cognitiva, remédios tarja preta e o aplicativo Tinder, entre outras, as quais o levam a passar por inúmeras situações tragicômicas.

Todas as Razões para Esquecer conta também com Regina Braga, Maria Laura Nogueira, Thiago Amaral, Victor Mendes e Rafael Primot no elenco. Heitor Dhalia e Egisto Betti, da Paranoid, são os produtores do longa, enquanto Fernanda Geraldini e Ducha Lopes assinam a produção executiva. A direção de fotografia é de João Padua e a trilha original de Beto Coelho.

Confira o trailer de Todas as Razões para Esquecer:

Foto: Divulgação.

Azougue Nazaré, de Tiago Melo, é premiado no Festival de Roterdã 2018

por: Cinevitor

azougeroterdaValmir do Côco é Catita em Azougue Nazaré: filme brasileiro premiado em festival holandês.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 02/02, os vencedores da 47ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roterdã, considerado um dos maiores do mundo e que destaca talentos cinematográficos dirigidos por novos cineastas.

O brasileiro Azougue Nazaré, dirigido pelo recifense Tiago Melo, foi eleito o melhor filme da mostra Bright Future, que destaca uma seleção de descobertas para o futuro e exibe talentos emergentes com temáticas originais e estilos individuais. A justificativa do júri, formado pela produtora polonesa Ania Trzebiatowska, pela atriz francesa Nathalie Alonso Casale e por Ryan Krivoshey, da distribuidora Grasshopper Films, diz: “Por sua visão singular, linguagem cinematográfica eletrizante, representação da coexistência explosiva entre o bem e o mal e pela capacidade de incorporar elementos sobrenaturais em um retrato quase antropológico de uma pequena comunidade, apresentamos com orgulho o Prêmio Bright Future para Tiago Melo por seu filme Azougue Nazaré”.

Mergulhado no universo canavieiro, o longa se baseia em temáticas populares com a atuação de integrantes do grupo de maracatu Cambinda Brasileira e acompanha personagens envolvidos em questões pessoais em meio à tensão e a expectativa dos meses que antecedem o Carnaval. Azougue Nazaré se passa em Nazaré da Mata, uma pequena cidade perto de Recife, em Pernambuco, e destaca a cultura afro-brasileira do maracatu. Na história, um pastor evangélico local acredita que este patrimônio cultural é inspirado pelo diabo e que as pessoas devem renunciar ao maracatu para deixar Deus entrar em suas vidas. Enquanto seus personagens enfrentam problemas cotidianos, situações estranhas e sobrenaturais acontecem na cidade.

Além disso, o cinema brasileiro estava representado com muitas outras produções, inclusive na Hivos Tiger Competition com Mormaço, de Marina Meliande e Djon África, coprodução com Portugal, de João Miller Guerra e Filipa Reis; o argentino Zama, de Lucrecia Martel, uma coprodução com o Brasil e diversos outros países, recebeu o Prêmio KNF, concedido pelo Circle of Dutch Film Journalists ao melhor filme coproduzido pela Holanda.

Conheça os vencedores do International Film Festival Rotterdam 2018:

HIVOS TIGER COMPETITION:
Melhor Filme: The Widowed Witch, de Cai Chengjie (China)
Prêmio Especial do Júri | Melhor Roteiro: The Reports on Sarah and Saleem, escrito por Rami Alayan (Palestina/Holanda/Alemanha/México)

BRIGHT FUTURE
Melhor Filme: Azougue Nazaré, de Tiago Melo (Brasil)
Menção Especial: The Return, de Malene Choi Jensen (Dinamarca/Coreia do Sul)

PRÊMIO VPRO BIG SCREEN:
Melhor Filme: Nina, de Olga Chajdas (Polônia)
Menção Especial: The Guilty (Den Skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)

PRÊMIO DO PÚBLICO:
The Guilty (Den Skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)

PRÊMIO DO PÚBLICO | HUBERT BALS FUND:
The Reports on Sarah and Saleem, de Muayad Alayan (Palestina/Holanda/Alemanha/México)

PRÊMIO DO PÚBLICO | VOICES SHORT:
Joy in People, de Oscar Hudson (Reino Unido/França)

PRÊMIO FIPRESCI:
Balekempa (The Bangle Seller), de Ere Gowda (Índia)

PRÊMIO KNF:
Zama, de Lucrecia Martel (Argentina/Brasil/Espanha/França/Holanda/México/Suíça/EUA/Portugal/República Dominicana/Líbano)

PRÊMIO NETPAC:
Nervous Translation, de Shireen Seno (Filipinas)

PRÊMIO YOUTH JURY:
The Guilty (Den Skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)

PRÊMIO FOUND FOOTAGE:
Newsreel 63 – The Train of Shadows (Obzornik 63 – Vlak senc), de Nika Autor (Eslovênia)

Foto: Divulgação/Urânio Filmes.

120 Batimentos por Minuto lidera indicações ao César 2018, o Oscar francês

por: Cinevitor

120batimentoscesar3Arnaud Valois em 120 Batimentos por Minuto: líder em indicações.

A Academia de Artes e Técnicas do Cinema (l’Académie des Arts et Techniques du Cinéma) anunciou nesta quarta-feira, 31/01, os indicados ao prêmio César 2018, conhecido como o Oscar francês; o drama 120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes do ano passado, lidera a lista com 13 indicações ao lado de Au revoir là-haut, de Albert Dupontel.

Segundo o comunicado oficial, esta 43ª edição será dedicada à atriz francesa Jeanne Moreau, que estampa o pôster deste ano, e morreu em julho do ano passado. A atriz espanhola Penélope Cruz será homenageada com o César honorário (César d’honneur) pelo conjunto da obra.

Os vencedores serão anunciados no dia 2 de março, em Paris, e a cerimônia será apresentada pelo comediante Manu Payet.

Conheça os indicados ao César 2018:

MELHOR FILME:
120 Batimentos por Minuto (120 battements par minute)
Au revoir là-haut
Assim é a Vida (Le sens de la fête)
Barbara
Le Brio
O Pequeno Fazendeiro (Petit Paysan)
Patients

MELHOR DIREÇÃO:
Albert Dupontel, por Au revoir là-haut
Eric Toledano e Olivier Nakache, por Assim é a Vida
Hubert Charuel, por O Pequeno Fazendeiro
Julia Ducournau, por Raw
Mathieu Amalric, por Barbara
Michel Hazanavicius, por O Formidável
Robin Campillo, por 120 Batimentos por Minuto

MELHOR ATRIZ:
Charlotte Gainsbourg, por La promesse de l’aube
Doria Tillier, por Monsieur & Madame Adelman
Emmanuelle Devos, por A Número Um
Jeanne Balibar, por Barbara
Juliette Binoche, por Deixe a Luz do Sol Entrar
Karin Viard, por Jalouse
Marina Foïs, por A Trama

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adèle Haenel, por 120 Batimentos por Minuto
Anaïs Demoustier, por Uma Casa à Beira-Mar
Laure Calamy, por Ava
Mélanie Thierry, por Au revoir là-haut
Sara Giraudeau, por O Pequeno Fazendeiro

MELHOR ATOR:
Albert Dupontel, por Au revoir là-haut
Daniel Auteuil, por Le Brio
Guillaume Canet, por Rock’n Roll: Por Trás da Fama
Jean-Pierre Bacri, por Assim é a Vida
Louis Garrel, por O Formidável
Reda Kateb, por Django
Swann Arlaud, por O Pequeno Fazendeiro

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Antoine Reinartz, por 120 Batimentos por Minuto
Gilles Lellouche, por Assim é a Vida
Laurent Lafitte, por Au revoir là-haut
Niels Arestrup, por Au revoir là-haut
Vincent Macaigne, por Assim é a Vida

ATRIZ REVELAÇÃO:
Camélia Jordana, por Le Brio
Eye Haïdara, por Assim é a Vida
Garance Marillier, por Raw
Iris Bry, por Les Gardiennes
Laetitia Dosch, por Jovem Mulher

ATOR REVELAÇÃO:
Arnaud Valois, por 120 Batimentos por Minuto
Benjamin Lavernhe, por Assim é a Vida
Finnegan Oldfield, por Marvin ou la belle éducation
Nahuel Pérez Biscayart, por 120 Batimentos por Minuto
Pablo Pauly, por Patients

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
120 Batimentos por Minuto
Assim é a Vida
Barbara
O Pequeno Fazendeiro
Raw

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Au revoir là-haut
La promesse de l’aube
Les Gardiennes
O Formidável
Patients

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
12 Dias, de Raymond Depardon
À voix haute – La force de la parole, de Ladj Ly e Stéphane de Freitas
Carré 35, de Éric Caravaca
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Garota Ocidental – Entre o Coração e a Tradição, de Stephan Streker (Bélgica/Paquistão/Luxemburgo/França)
Dunkirk, de Christopher Nolan (Reino Unido/Holanda/França/EUA)
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle (EUA/Hong Kong)
L’échange des princesses, de Marc Dugain (França/Bélgica)
Sem Amor, de Andrey Zvyagintsev (Rússia/França/Alemanha/Bélgica)
The Nile Hilton Incident, de Tarik Saleh (Suécia/Dinamarca/Alemanha/França)
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia/Alemanha/França/Dinamarca)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Longa-metragem:
Le grand méchant Renard et autres contes…
Sahara
Zombillénium
Curta-metragem:
I Want Pluto to be a Planet Again
Le Futur sera chauve
Le jardin de minuit
Pépé le morse

MELHOR FILME DE ESTREIA:
Jovem Mulher
Monsieur & Madame Adelman
O Pequeno Fazendeiro
Patients
Raw

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
120 Batimentos por Minuto
Au revoir là-haut
O Pequeno Fazendeiro
Raw
Visages, Villages

MELHOR SOM:
120 Batimentos por Minuto
Assim é a Vida
Au revoir là-haut
Barbara
Raw

MELHOR FOTOGRAFIA:
120 Batimentos por Minuto
Au revoir là-haut
Barbara
Les Gardiennes
O Formidável

MELHOR EDIÇÃO:
120 Batimentos por Minuto
Assim é a Vida
Au revoir là-haut
Barbara
O Pequeno Fazendeiro

MELHOR FIGURINO:
120 Batimentos por Minuto
Au revoir là-haut
Barbara
La promesse de l’aube
Les Gardiennes

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
120 Batimentos por Minuto
Au revoir là-haut
Barbara
La promesse de l’aube
O Formidável

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Debout Kinshasa!
Le bleu blanc rouge de mes cheveux
Les bigorneaux
Les misérables
Marlon

Foto: Divulgação.

Me Chame Pelo Seu Nome é o grande vencedor do Dorian Awards, prêmio organizado pela Associação de Críticos LGBTQ

por: Cinevitor

mechamedorianMichael Stuhlbarg, Timothée Chalamet e Armie Hammer em Me Chame Pelo Seu Nome.

A GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento, anunciou nesta quarta-feira, 31/01, os vencedores do Dorian Awards, prêmio que elege os melhores do ano na TV e no cinema e que possui esse nome em homenagem ao escritor Oscar Wilde, em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray; a cerimônia de premiação está marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles.

Com mais de 190 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, muitos integrantes da Associação, fundada em 2009, se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer, mas diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.

Neste ano, em sua 9ª edição, o drama Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, se consagrou como o grande campeão em quatro categorias; A Forma da Água, de Guillermo del Toro, também foi premiado.

Conheça os vencedores do Dorian Awards 2017/2018 nas categorias de cinema:

FILME DO ANO:
Me Chame Pelo Seu Nome

FILME LGBTQ DO ANO:
Me Chame Pelo Seu Nome

MELHOR DIREÇÃO:
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar

ATRIZ DO ANO:
Sally Hawkins, por A Forma da Água

ATOR DO ANO:
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Michael Stuhlbarg, por Me Chame Pelo Seu Nome

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo (França)

ROTEIRO DO ANO | ORIGINAL OU ADAPTADO:
Corra!, escrito por Jordan Peele

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO:
A Forma da Água

FILME NÃO CELEBRADO DO ANO:
God’s Own Country, de Francis Lee

FILME CAMPY FLICK DO ANO:
Mãe!, de Darren Aronofsky

REVELAÇÃO DO ANO:
Timothée Chalamet

WILDE WIT OF THE YEAR (homenagem a um artista, roteirista ou comentarista cujas observações desafiam e divertem):
Kate McKinnon e Jordan Peele

WILDE ARTIST OF THE YEAR (honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV):
Jordan Peele

Foto: Divulgação/Sony Pictures Classics.

Filme com Tatá Werneck e documentário sobre a Chapecoense são selecionados para o SXSW Film Festival 2018

por: Cinevitor

tocsxswTatá Werneck em TOC: primeira protagonista nas telonas.

Realizado pela primeira vez em 1987, em Austin, no Texas, o South by Southwest, também conhecido como SXSW, é um conjunto de festivais de cinema, música e tecnologia, que reúne profissionais do mundo todo interessados em compartilhar ideias por meio de exibições, exposições, sessões de filmes e diversas oportunidades de networking.

Em sua 25ª edição, que acontecerá entre os dias 9 e 18 de março, serão exibidos mais de 130 filmes na programação do SXSW Film Festival. O terror Um Lugar Silencioso, de John Krasinski, protagonizado por Emily Blunt e John Krasinski, será o longa de abertura.

O brasileiro TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva, de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, foi selecionado para a mostra Spotlight, que destaca produções de alto nível que farão sua estreia americana no evento. O longa, que ficou entrou os dez melhores filmes brasileiros de 2017 na lista do CINEVITOR, é inspirado em uma ideia original da protagonista Tatá Werneck e conta a história de Kika K, uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs, mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional.

Outro destaque da seção Spotlight é o documentário Nossa Chape, que acompanha a reconstrução do clube catarinense de futebol Chapecoense depois do trágico acidente aéreo ocorrido no dia 28 de novembro de 2016. O avião, que transportava 81 pessoas a bordo, incluindo jogadores, dirigentes, comissão técnica, jornalistas e tripulação, caiu no vale de Cerro Gordo, na Colômbia, deixando apenas seis sobreviventes. O filme é dirigido pelos cineastas americanos Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist, os mesmos de Pelé: O Nascimento de uma Lenda.

No ano passado, o documentário Divinas Divas, de Leandra Leal, que mostra ícones da primeira geração de artistas travestis do Brasil, ganhou o prêmio do público de melhor filme da mostra Global, que apresenta uma seleção de talentos internacionais com narrativas inovadoras e documentários astuciosos.

Conheça os filmes selecionados para o SXSW Film Festival 2018:

COMPETIÇÃO | FICÇÃO:
Family, de Laura Steinel (EUA)
First Match, de Olivia Newman (EUA)
Jinn, de Nijla Mumin (EUA)
The New Romantic, de Carly Stone (Canadá)
Sadie, de Megan Griffiths (EUA)
Shotgun, de Hannah Marks e Joey Power (EUA)
Summer 03, de Becca Gleason (EUA)
Thunder Road, de Jim Cummings (EUA)
The Unicorn, de Robert Schwartzman (EUA)
Write When You Get Work, de Stacy Cochran (EUA)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Chitown, de Nick Budabin (EUA)
Garry Winogrand: All Things are Photographable, de Sasha Waters Freyer (EUA)
The Gospel of Eureka, de Michael Palmieri e Donal Mosher (EUA)
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (Nicarágua/EUA)
People’s Republic of Desire, de Hao Wu (China)
Social Animals, de Theresa Bennett (EUA)
This One’s For The Ladies, de Gene Graham (EUA)
TransMilitary, de Gabriel Silverman e Fiona Dawson (EUA)
Weed The People, de Abby Epstein (EUA)
The World Before Your Feet, de Jeremy Workman (EUA)

SPOTLIGHT | FICÇÃO:
6 Balloons, de Marja Lewis Ryan (EUA)
All Square, de John Hyams (EUA)
Tierra Firme (Anchor and Hope), de Carlos Marques-Marcet (Espanha)
A Bluebird in My Heart, de Jérémie Guez (França/Bélgica)
The Breaker Upperers, de Madeleine Sami e Jackie van Beek (Nova Zelândia)
Fast Color, de Julia Hart (EUA)
First Light, de Jason Stone (Canadá)
The Legacy of a Whitetail Deer Hunter, de Jody Hill (EUA)
TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva (Neurotic Quest for Serenity), de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic (Brasil)
Outside In, de Lynn Shelton (EUA)
Support The Girls, de Andrew Bujalski (EUA)
Unlovable, de Suzi Yoonessi (EUA)
A Vigilante, de Sarah Daggar-Nickson (EUA)
Who We Are Now, de Matthew Newton (EUA)
Wild Nights With Emily, de Madeleine Olnek (EUA)
Wildling, de Fritz Böhm (EUA)
You Can Choose Your Family, de Miranda Bailey (EUA)

SPOTLIGHT | DOCUMENTÁRIO:
Agave: The Spirit of a Nation, de Nick Kovacic e Matthew Riggieri (EUA/México)
Ali & Cavett: The Tale of the Tapes, de Robert Bader (EUA)
Alt-Right: Age of Rage, de Adam Bhala Lough
The Bill Murray Stories: Life Lessons Learned From A Mythical Man, de Tommy Avallone (EUA)
Brewmaster, de Douglas Tirola (EUA/República Checa)
Daughters of the Sexual Revolution: The Untold Story of the Dallas Cowboys Cheerleaders, de Dana Adam Shapiro (EUA)
The Dawn Wall, de Josh Lowell e Peter Mortimer (Áustria/EUA)
From All Corners, de Ryusuke Okajima (Japão)
Getting Over, de Jason Charnick (EUA)
Nossa Chape, de Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist (Brasil/Colômbia/EUA)
Operation Odessa, de Tiller Russell (EUA)
Take Your Pills, de Alison Klayman (EUA)
Time Trial, de Finlay Pretsell (Reino Unido)

GLOBAL:
A Little Wisdom, de Yuqi Kang (China/Nepal/Canadá/EUA)
Martyr, de Mazen Khaled (Líbano/Itália)
Number 37 (Nommer 37), de Nosipho Dumisa (África do Sul)
Rush Hour, de Luciana Kaplan (México)
Team Hurricane, de Annika Berg (Dinamarca)
Theatre of War (Teatro de Guerra), de Lola Arias (Argentina/Espanha)
Virus Tropical, de Santiago Caicedo (Colômbia/Equador)

Para conferir a seleção completa de todas as mostras, clique aqui.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

mechamelondonTimothée Chalamet em Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino: premiado.

Foram anunciados neste domingo, 28/01, os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards, prêmio organizado pela associação The Critics’ Circle, que conta com os principais críticos do Reino Unido divididos entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros.

O Brasil estava na disputa com Aquarius, de Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sonia Braga, na categoria de melhor filme estrangeiro, mas perdeu para o francês Elle, de Paul Verhoeven. Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, que liderava com sete indicações, foi o grande vencedor em três categorias, incluindo filme do ano.

Neste ano, a cerimônia foi apresentada pelos atores Steve Oram e Alice Lowe, no The May Fair Hotel, em Londres, e a atriz Kate Winslet foi homenageada com o Prêmio Dilys Powell, entregue pelo ator Jude Law.

Conheça os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
Três Anúncios Para um Crime

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
Elle, de Paul Verhoeven (França/Alemanha/Bélgica)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck

FILME BRITÂNICO DO ANO | PRÊMIO ATTENBOROUGH:
Dunkirk, de Christopher Nolan

DIREÇÃO DO ANO:
Sean Baker, por Projeto Flórida

ROTEIRISTA DO ANO:
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime

ATRIZ DO ANO:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

ATOR DO ANO:
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Lesley Manville, por Trama Fantasma

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Hugh Grant, por Paddington 2

ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA DO ANO:
Sally Hawkins, por A Forma da Água, Maudie e Paddington 2

ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Daniel Kaluuya, por Corra!

ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Harris Dickinson, por Beach Rats

DIRETOR E/OU ROTEIRISTA BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO DO ANO | PRÊMIO PHILIP FRENCH:
Francis Lee, por God’s Own Country

CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
We Love Moses, de Dionne Edwards

TECHNICAL ACHIEVEMENT AWARD:
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner (design de produção)

PRÊMIO DILYS POWELL | EXCELÊNCIA EM FILME:
Kate Winslet

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 22º Art Directors Guild Awards

por: Cinevitor

formadaaguaadgawardsRichard Jenkins e Sally Hawkins em A Forma da Água, de Guillermo del Toro.

Foram anunciados neste sábado, 27/01, os vencedores do ADG Awards, prêmio anual de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro organizado pela Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800), que reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.

Nesta 22ª edição, além da nova categoria que reconhece a excelência em design de produção em animações, prêmios especiais também foram entregues: Martin A. Kline, Norm Newberr, James J. Murakami e John Moffitt receberam o Lifetime Achievement Award, pelo conjunto da obra; o designer de produção Michael Baugh foi homenageado com o Outstanding Creative Achievement; o prêmio Cinematic Imagery foi entregue para o diretor de arte Rick Carter, vencedor do Oscar por Avatar e Lincoln; os cineastas Ron Clements e John Musker, de Moana – Um Mar de Aventuras, foram homenageados com o William Cameron Menzies Award; e o presidente da IATSE, Matthew D. Loeb, recebeu o Leadership Award.

Além disso, Tyrus Wong, diretor de arte de Bambi, Juventude Transviada, Assim Caminha a Humanidade, Camelot, Meu Ódio Será Sua Herança, entre outros, e Ken Adam, designer de produção de Sodoma e Gomorra, Dr. Fantástico, 007 Contra Goldfinger, Barry Lyndon, As Loucuras do Rei George, Será Que Ele É?, Perdidos em Nova York, entre outros, entraram para o Hall da Fama da Art Directors Guild.

Conheça os vencedores do 22º Annual Excellence in Production Design Awards nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA:
A Forma da Água, por Paul Denham Austerberry

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA:
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Logan, por François Audouy

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Harley Jessup

Foto: Divulgação/Twentieth Century Fox Film.