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Conheça os vencedores do Festival de Sundance 2018

por: Cinevitor

cameronpostsundanceForrest Goodluck, Sasha Lane e Chloë Grace Moretz em The Miseducation of Cameron Post.

Foram anunciados neste sábado, 27/01, em Park City, Utah, nos Estados Unidos, os vencedores do Festival Sundance de Cinema 2018, conhecido por destacar produções independentes em sua programação. A cerimônia foi apresentada pelo ator Jason Mantzoukas e os premiados nas categorias de curtas-metragens foram revelados em um evento à parte, realizado na terça-feira, 23/01.

O júri da Competição Americana (U.S. Dramatic) contou com a diretora de fotografia Rachel Morrison, com as atrizes Jada Pinkett Smith e Octavia Spencer, com o ator Michael Stuhlbarg e com o diretor Joe Swanberg; na Competição Internacional (World Cinema Dramatic), o time de jurados foi formado por: Hanaa Issa, do Doha Film Institute Qatar, pelo cineasta sueco Ruben Östlund e pelo produtor cinematográfico Michael J. Werner.

Nas categorias de documentários, o júri da Competição Americana (U.S. Documentary) contou com: Barbara Chai, do Dow Jones Media Group; e com os produtores Simon Chinn, Chaz Ebert, Ezra Edelman e Matt Holzman. Na Competição Internacional, o time foi formado pelos produtores Joslyn Barnes e Billy Luther; e pela mexicana Paulina Suárez, da Associação Ambulante. RuPaul Charles, apresentador do reality show RuPaul’s Drag Race, foi jurado da mostra Next, que apresenta filmes americanos considerados ousados e criativos.

Na Competição Americana, o drama The Miseducation of Cameron Post, dirigido por Desiree Akhavan, recebeu o Grande Prêmio do Júri. O longa, protagonizado por Chloë Grace Moretz, conta a história da adolescente Cameron Post que é forçada pelos tios a frequentar um centro de terapia de conversão gay depois de ser flagrada se relacionando com uma garota.

Neste ano, o Brasil estava representado com dois filmes na Competição Internacional: Benzinho, de Gustavo Pizzi, estrelado por Karine Teles, Adriana Esteves e Otávio Müller; e Ferrugem, de Aly Muritiba, com Giovanni De Lorenzi, Tifanny Dopke, Enrique Diaz, Clarissa Kiste, Duda Azevedo e Pedro Inoue no elenco. Além disso, o documentário The Cleaners, uma coprodução entre Alemanha e Brasil, dirigido por Moritz Riesewieck e Hans Block, também foi exibido na programação.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Sundance 2018:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: The Miseducation of Cameron Post, de Desiree Akhavan
Melhor Direção: Sara Colangelo, por The Kindergarten Teacher
Prêmio Especial do Júri | Excellence in Filmmaking: Reed Morano, por I Think We’re Alone Now
Prêmio Waldo Salt | Melhor Roteiro: Nancy, escrito por Christina Choe
Prêmio Especial do Júri | Outstanding First Feature: Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green
Prêmio Especial do Júri | Melhor Atuação: Benjamin Dickey, por Blaze
Prêmio do Público: Burden, de Andrew Heckler

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Kailash, de Derek Doneen
Melhor Direção: Alexandria Bombach, por On Her Shoulders
Prêmio Especial do Júri | Diretor Revelação: Bing Liu, por Minding the Gap
Prêmio Especial do Júri | Creative Vision
: Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross
Prêmio Especial do Júri | Social Impact Filmmaking: Crime + Punishment, de Stephen Maing
Prêmio Especial do Júri | Storytelling: Three Identical Strangers, de Tim Wardle
Prêmio do Público: The Sentence, de Rudy Valdez

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: Butterflies (Kelebekler), de Tolga Karaçelik (Turquia)
Melhor Direção: Ísold Uggadóttir, por And Breathe Normally (Andið eðlilega) (Islândia)
Prêmio Especial do Júri | Elenco: Dead Pigs, de Cathy Yan (China)
Prêmio Especial do Júri | Atuação: Valeria Bertuccelli, por The Queen of Fear (Argentina/Dinamarca)
Prêmio Especial do Júri | Roteiro: Time Share (Tiempo Compartido), escrito por Julio Chavezmontes e Sebastian Hofmann (México/Holanda)
Prêmio do Público: The Guilty (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Of Fathers and Sons, de Talal Derki (Alemanha/Síria/Líbano)
Melhor Direção: Sandi Tan, por Shirkers (EUA/Singapura)
Prêmio Especial do Júri: MATANGI/MAYA/M.I.A., de Stephen Loveridge (Sri Lanka/Reino Unido/EUA)
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Genesis 2.0, por Peter Indergand e Maxim Arbugaev (Suíça)
Prêmio Especial do Júri | Edição: Our New President, por Matvey Kulakov e Maxim Pozdorovkin (Rússia/EUA)
Prêmio do Público: This is Home, de Alexandra Shiva (EUA/Jordânia)

CURTAS-METRAGENS:

Grande Prêmio do Júri: Matria, de Álvaro Gago (Espanha)
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Americana: Hair Wolf, de Mariama Diallo
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Internacional: Would You Look at Her, de Goran Stolevski (Macedônia)
Prêmio do Júri | Não ficção: The Trader (Sovdagari), de Tamta Gabrichidze (Geórgia)
Prêmio do Júri | Animação: GLUCOSE, de Jeron Braxton (EUA)
Prêmio Especial do Júri: Emergency, de Carey Williams (EUA); Fauve, de Jérémy Comte (Canadá); e For Nonna Anna, de Luis De Filippis (Canadá)

OUTROS PRÊMIOS:

PRÊMIO DO PÚBLICO | NEXT: Search, de Aneesh Chaganty (EUA)
NHK AWARD: Remi Weekes, por His House (Reino Unido)
NEXT Innovator Award (empate): Night Comes On, de Jordana Spiro (EUA) e We The Animals, de Jeremiah Zagar (EUA)
PRÊMIO ALFRED P. SLOAN: Search, de Aneesh Chaganty
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | DOCUMENTÁRIO: Dark Money, de Kimberly Reed
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | NARRATIVE FEATURE: Search, de Aneesh Chaganty

Foto: Divulgação/Sundance Institute.

American Cinema Editors anuncia vencedores do 68º ACE Eddie Awards

por: Cinevitor

dunkirkeddie2018James D’Arcy e Kenneth Branagh em Dunkirk, de Christopher Nolan.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 26/01, os vencedores do Eddie Awards, prêmio organizado pela American Cinema Editors desde 1962, que elege os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica.

Nos últimos dez anos, algumas produções premiadas pela ACE também receberam o Oscar de melhor edição, como: Mad Max: Estrada da Fúria, Argo, A Rede Social, Guerra ao Terror, Quem Quer Ser um Milionário? e O Ultimato Bourne.

Além dos vencedores, a 68ª edição também homenageou nomes importantes da indústria: o produtor e roteirista Vince Gilliga, das séries Better Call Saul e Breaking Bad, recebeu o ACE Golden Eddie Honoree. Também foram entregues prêmios especiais pelo conjunto da obra para os editores Mark Goldblatt, de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, Armageddon, Pearl Harbor, Exorcista – O Início, X-Men: O Confronto Final, Planeta dos Macacos: A Origem, Chappie, entre outros; e Leon Ortiz-Gil, das séries Magnum, Law & Order e 24 Horas.

Conheça os vencedores do 68º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
Dunkirk, por Lee Smith

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Eu, Tonya, por Tatiana S. Riegel

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Steve Bloom

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Jane, por Joe Beshenkovsky, Will Znidaric e Brett Morgen

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | SMALL SCREEN:
Five Came Back: The Price of Victory, por Will Znidaric

Foto: Melinda Sue Gordon.

Entrevista: diretores de Peixonauta – O Filme falam sobre o processo de criação e o crescimento das animações brasileiras

por: Cinevitor

peixonauta1Em cartaz: sucesso mundial na TV, o filme é um desdobramento da série.

Em abril de 2009, a série brasileira de animação Peixonauta, criada por Célia Catunda e Kiko Mistrorigo e produzida pela TV PinGuim, estreou no canal Discovery Kids com a história de um peixe com traje de astronauta desvendando mistérios ao lado de seus amigos.

Sua primeira temporada fez muito sucesso no Brasil e no exterior, e hoje já conta com 104 episódios de 11 minutos, sendo exibida em mais de 90 países. Agora, Peixonauta e sua turma chegam aos cinemas em seu primeiro longa-metragem em 3D.

O filme conta a maior aventura do agente secreto Peixonauta, numa história criada especialmente para as telonas. Junto com seus amigos Marina e Zico, Peixonauta irá até a cidade grande para procurar o Doutor Jardim, avô de Marina, e desvendar um grande problema detectado pela O.S.T.R.A. (Organização Secreta para Total Recuperação Ambiental). Além de ver os personagens do desenho em 3D pela primeira vez, o público vai conhecer as instalações subaquáticas da O.S.T.R.A. e os cenários são pontos turísticos de São Paulo como o MASP, Museu de Arte de São Paulo, e o Planetário do Parque Ibirapuera.

Para falar mais sobre Peixonauta – O Filme, conversamos com os diretores Célia Catunda e Rodrigo Eba! sobre o processo de criação, mercado internacional e expectativa para ver o protagonista da série nos cinemas. Confira:

O COMEÇO:

“A ideia do Peixonauta foi muito espontânea, a partir do traço mesmo. Quando eu desenhei o peixinho com a roupinha cheia d’água já tive a inspiração que este personagem poderia fazer muita coisa. Essa curiosidade dele, de ter feito essa roupa para sair debaixo d’água e ver como o mundo é, é uma relação direta com a criança, que é sempre muito curiosa e quer conhecer tudo. A partir desse rascunho, eu e o Kiko [Mistrorigo, também diretor do filme] começamos a conceber todo o universo da série e o [Rodrigo] Eba! trabalhou na série desde a primeira temporada, como animador, diretor de animação e outras funções”, contou Célia Catunda.

“Nessa época, nem pensávamos em fazer o filme. Já foi um grande desafio fazer uma série brasileira com 52 episódios e conseguir financiar isso. Então, tivemos a felicidade de ver que as crianças abraçaram o Peixonauta com muita empatia. E também conseguimos vender fora do Brasil. Tudo isso acabou nos levando para o filme”, completou.

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PEIXONAUTA NO MUNDO:

“Quando lançamos fora do Brasil, em 2009, pegamos uma época de crise. O mercado internacional estava balançado. Naquela época, os canais brasileiros a cabo não compravam nada daqui. A venda para a Discovery Kids foi feita para o mercado internacional. Aqui, as emissoras eram muito retransmissoras de programação estrangeira e nos apresentamos para a Discovery Kids em um mercado em Cannes. Foi ótimo porque a primeira vez que mostramos o Peixonauta para eles, a diretora de programação da época disse que esse era o conceito do canal, que é descobrir o seu mundo, no caso, o lema do Peixonauta. Então, eles se identificaram totalmente. Foi tudo ao mesmo tempo, aqui e lá fora”, disse Célia.

A IDEIA DO FILME:

“Fizemos um primeiro filme, chamado Peixonauta – Agente Secreto da O.S.T.R.A., que não foi feito especificamente para o cinema. Era uma coletânea de episódios para ser exibida nas plataformas digitais e nos canais a cabo do mundo inteiro que tinham comprado o Peixonauta. Já este longa [Peixonauta – O Filme], começamos há 6 anos, com o conceito da história; até porque tínhamos vontade de criar uma história maior sobre o personagem que não ficasse restrita aos onze minutos. Começamos a pensar em algo que sempre sentimos falta na série, que era a cidade. Na TV, é restrito ao Parque das Árvores Felizes e aí começamos a desenvolver e pensar em algo diferente, pois a série fala sobre sustentabilidade, então queríamos buscar uma temática que não existisse no parque e por isso começamos a falar sobre a água. Também queríamos mostrar que o Peixonauta, depois de duas temporadas, evoluiu e se transformou. Ele está mais equipado, mais herói, enquanto na série ele é mais ingênuo. Existe toda uma ingenuidade que, em parte, está preservada no filme, mas ele tem um pouco mais de experiência”, revelou Célia.

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O PROCESSO DE CRIAÇÃO:

“A primeira parte, e mais difícil, é a história original: conseguir trabalhar em uma história que tenha potencial para um filme e que traga novos elementos, pois não queríamos que o filme fosse um grande episódio, mas sim, que ele trouxesse muita coisa que não existisse na série. E a partir dessa história original, desenvolvida por mim e pelo Kiko, conversamos com os roteiristas. A Marcela Catunda e o Marcus Aurelius Pimenta, que foram roteiristas da série, já conheciam esse universo e aí começaram a trabalhar nessa decupagem para fazer o roteiro”, contou Célia.

STORYBOARD:

“Quando a gente transforma tudo isso em storyboard, com desenhos mais simples, é interessante porque podemos testar várias coisas para saber se estão funcionando no roteiro e fazer alterações. Muitas cenas passaram por isso; voltamos para o roteiro porque não estavam funcionando como tínhamos montado”, disse Rodrigo Eba!. “No storyboard a gente já grava todos os diálogos e assim conseguimos assistir ao filme inteiro em rascunho. E isso é muito importante”, completou Célia.

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ANIMAÇÃO NO BRASIL:

“O mercado de animação no Brasil melhorou muito. Recentemente, o espaço nos canais a cabo aumentou, pois eles perceberam que as animações brasileiras dão audiência e isso é um grande avanço. O Peixonauta teve uma importância muito grande porque foi a primeira série brasileira comprada por um canal a cabo de uma multinacional que deu audiência. Foi importante para provar que as crianças gostam de ver animação brasileira. Em relação ao cinema, acredito ser um pouco mais difícil. Tem sido, pelo menos. Mas, as animações estão indo cada vez melhor”, revelou Célia.

“Em termos de qualidade e quantidade, já estamos conseguindo lançar mais filmes nos cinemas. Porém, a questão da distribuição precisa ainda conquistar o mesmo espaço que conseguimos conquistar na TV. O mercado da animação está muito mais tranquilo no espaço televisivo, com muitas produtoras realizando bons trabalhos e vendendo para vários países. No cinema, estamos começando”, completou Eba!.

EXPECTATIVA:

“Acreditamos que muitas pessoas estão esperando pelo filme. No canal da série no YouTube, quando colocamos o trailer, que alcançou mais de 5 milhões de visualizações em três semanas, percebemos muitos comentários de crianças mais velhas que acompanharam o Peixonauta no começo. E é muito legal analisar isso, pois percebemos como o Peixonauta está relacionado à infância delas, com um vínculo afetivo. Por isso, não queremos decepcioná-las, mostrando que o Peixonauta ainda é muito legal”, finalizou Célia.

Peixonauta – O Filme, dirigido por Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba!, já está em cartaz nos cinemas.

Fotos: Divulgação.

Festival de Berlim 2018: mostra Panorama seleciona mais dois filmes brasileiros

por: Cinevitor

berlimpanoramatintabrutaShico Menegat em Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher.

A 68ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 15 e 25 de fevereiro, revelou nesta quinta-feira, 25/01, os últimos filmes selecionados para a seção Panorama, com curadoria da produtora espanhola Paz Lázaro, que destaca filmes estreantes e de diretores renomados.

A programação da mostra contará com 47 títulos de 40 países, entre eles, cinco produções brasileiras. Os documentários Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; e Aeroporto Central (Zentralflughafen THF), uma coprodução entre Alemanha, Brasil e França, dirigida por Karim Aïnouz, já tinham sido confirmados.

Agora, dois novos filmes nacionais completam o programa: o documentário O Processo, de Maria Ramos, que testemunha o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; e Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, que conta a história de Pedro, interpretado por Shico Menegat, um jovem que, enquanto responde a um processo criminal, é forçado a lidar com a mudança da irmã para o outro lado do país. Sozinho no escuro do seu quarto, ele dança coberto de tinta neon, enquanto milhares de estranhos o assistem pela webcam.

Além da mostra Panorama, o cinema brasileiro marcará presença em outras sessões: na Berlinale Shorts, com três curtas-metragens: Alma Bandida, de Marco Antônio Pereira; Terremoto Santo, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca; e Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr., uma coprodução com Portugal; na mostra Generation, será exibido Unicórnio, de Eduardo Nunes; e na Competição Oficial, o paraguaio Las herederas, de Marcelo Martinessi, uma coprodução entre Alemanha, Uruguai, Noruega e Brasil; além do drama policial 7 Days in Entebbe, dirigido pelo brasileiro José Padilha, que será exibido fora de competição.

Conheça os novos filmes selecionados para a mostra Panorama do Festival de Berlim 2018:

Al Gami’ya (What Comes Around), de Reem Saleh (Líbano/Egito/Grécia/Qatar/Eslovênia)
Až přijde válka (When the War Comes), de Jan Gebert (República Checa/Croácia)
La enfermedad del domingo (Sunday’s Illness), de Ramón Salazar (Espanha)
Familienleben (Family Life), de Rosa Hannah Ziegler (Alemanha)
Game Girls, de Alina Skrzeszewska (França/Alemanha)
Garbage, de Q (Índia)
Generation Wealth, de Lauren Greenfield (EUA)
Genezis (Genesis), de Árpád Bogdán (Hungria)
Hojoom (Invasion), de Shahram Mokri (Irã)
Horizonti (Horizon), de Tinatin Kajrishvili (Geórgia/Suécia)
Hotel Jugoslavija, de Nicolas Wagnières (Suíça)
Inkan, gongkan, sikan grigo inkan (Human, Space, Time and Human), de Kim Ki-duk (Coreia do Sul)
Je vois rouge (I See Red People), de Bojina Panayotova (França/Bulgária)
Jibril, de Henrika Kull (Alemanha)
Kinshasa Makambo, de Dieudo Hamadi (República Democrática do Congo/França/Suíça/Alemanha/Qatar/Noruega)
Koly padayut dereva (When the Trees Fall), de Marysia Nikitiuk (Ucrânia/Polônia/Macedônia)
Land, de Babak Jalali (Itália/França/Holanda/México)
Lemonade, de Ioana Uricaru (Romênia/Alemanha/Canadá/Suécia)
Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo (Argentina/Chile)
MATANGI/MAYA/M.I.A., de Steve Loveridge (EUA/Reino Unido/Sri Lanka)
Mes provinciales (A Paris Education), de Jean Paul Civeyrac (França)
O Processo (The Trial), de Maria Ramos (Brasil/Alemanha/Holanda)
Ondes de choc – Journal de ma tête (Shock Waves – Diary of My Mind), de Ursula Meier (Suíça)
Ondes de choc – Prénom: Mathieu (Shock Waves – First Name: Mathieu), de Lionel Baier (Suíça)
Partisan, de Lutz Pehnert, Matthias Ehlert e Adama Ulrich (Alemanha)
Rou qing shi (Girls Always Happy), de Yang Mingming (China)
Shakedown, de Leilah Weinraub (EUA)
Shut Up and Play the Piano, de Philipp Jedicke (Alemanha/França/Reino Unido)
La terra dell’abbastanza (Boys Cry), de Damiano D’Innocenzo e Fabio D’Innocenzo (Itália)
The Silence of Others, de Almudena Carracedo e Robert Bahar (EUA/Espanha)
The Silk and the Flame, de Jordan Schiele (EUA)
Styx, de Wolfgang Fischer (Alemanha/Áustria)
Tinta Bruta (Hard Paint), de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (Brasil)
Trinta Lumes (Thirty Souls), de Diana Toucedo (Espanha)
Xiao Mei, de Maren Hwang (Taiwan)
Yardie, de Idris Elba (Reino Unido)

Foto: Divulgação/Avante Filmes.

Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!: sequência do musical ganha trailer legendado

por: Cinevitor

mammamia2trailerJulie Walters, Amanda Seyfried e Christine Baranski em cena.

O elenco original de Mamma Mia!, musical lançado em 2008 e que arrecadou mais de US$ 600 milhões em todo o mundo, retorna para a tão aguardada sequência Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!, Mamma Mia! Here We Go Again no título original, escrita e dirigida por Ol Parker, roteirista de O Exótico Hotel Marigold.

Além do trailer, lançado mundialmente nesta quinta-feira, 25/01, a Universal Pictures divulgou o primeiro cartaz do filme, que mostra o antes e depois dos personagens. A arte também apresenta Lily James como Donna, papel de Meryl Streep no longa original, aos vinte e poucos anos. Confira:

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Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo! se passa novamente na mágica ilha grega de Kalokairi. Com trilha sonora dedicada aos sucessos do ABBA não caracterizadas no primeiro filme, o musical é produzido por Judy Craymer e Gary Goetzman.

O elenco conta com nomes já conhecidos do primeiro filme, como Julie Walters, Christine Baranski, Meryl Streep, Amanda Seyfried, Colin Firth, Pierce Brosnan, Stellan Skarsgård e Dominic Cooper. Além deles, novos integrantes se juntam ao grupo: Andy Garcia e Cher, em participações especiais, Jeremy Irvine, Hugh Skinner, Alexa Davies, Togo Igawa, Josh Dylan e Jessica Keenan Wynn.

Confira o trailer legendado de Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo!, que chega aos cinemas no dia 19 de julho:

Foto: Jonathan Prime/Universal Studios.

Conheça os indicados ao Oscar 2018: A Forma da Água lidera em treze categorias

por: Cinevitor

formaaguaoscar3Doug Jones e Sally Hawkins em A Forma da Água: líder em indicações.

Foram divulgados na manhã desta terça-feira, 23/01, no Samuel Goldwyn Theater, em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2018. O anúncio foi apresentado pelos atores Andy Serkis e Tiffany Haddish e também por meio de vídeos gravados com participações especiais de atrizes como Gal Gadot, Rosario Dawson, Salma Hayek, entre outras.

O drama Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, foi indicado em quatro categorias; o Brasil aparece também na categoria de melhor animação com O Touro Ferdinando, dirigido pelo carioca Carlos Saldanha.

A Forma da Água, dirigido pelo mexicano Guillermo del Toro, lidera a lista com treze indicações. Frances McDormand e Gary Oldman, vencedores do Globo de Ouro, também estão na disputa nas categorias de atuação, assim como a recordista Meryl Streep, que contabiliza sua 21ª indicação no prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas; Rachel Morrison, de Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi, é a primeira mulher da história da premiação a concorrer na categoria de melhor direção de fotografia.

A 90ª edição do Oscar acontecerá no dia 4 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood, e será apresentada, pela segunda vez, pelo ator e comediante Jimmy Kimmel.

Confira a lista completa com os indicados ao Oscar 2018:

MELHOR FILME:
A Forma da Água
Corra!
Dunkirk
Lady Bird – A Hora de Voar
Me Chame Pelo Seu Nome
O Destino de uma Nação
The Post – A Guerra Secreta
Trama Fantasma
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR DIREÇÃO:
Christopher Nolan, por Dunkirk
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
Guillermo del Toro, por A Forma da Água
Jordan Peele, por Corra!
Paul Thomas Anderson, por Trama Fantasma

MELHOR ATRIZ:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta
Sally Hawkins, por A Forma da Água
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Lesley Manville, por Trama Fantasma
Mary J. Blige, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
Octavia Spencer, por A Forma da Água

MELHOR ATOR:
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Daniel Kaluuya, por Corra!
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime
Willem Dafoe, por Projeto Flórida
Woody Harrelson, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Forma da Água
Corra!
Doentes de Amor
Lady Bird – A Hora de Voar
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Grande Jogada
Artista do Desastre
Logan
Me Chame Pelo Seu Nome
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Corpo e Alma (Teströl és lélekröl), de Ildikó Enyedi (Hungria)
O Insulto (L’insulte), de Ziad Doueiri (Líbano)
Sem Amor (Nelyubov/Loveless), de Andrey Zvyagintsev (Rússia)
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia)
Uma Mulher Fantástica (Una Mujer Fantástica), de Sebastián Lelio (Chile)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Com Amor, Van Gogh
O Poderoso Chefinho
O Touro Ferdinando
The Breadwinner
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar, de Steve James
Ícaro, de Bryan Fogel
Strong Island, de Yance Ford
Últimos Homens em Aleppo, de Firas Fayyad
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
O Destino de uma Nação

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Bela e a Fera
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
O Destino de uma Nação

MELHOR FIGURINO:
A Bela e a Fera
A Forma da Água
O Destino de uma Nação
Trama Fantasma
Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Extraordinário
O Destino de uma Nação
Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha

MELHOR EDIÇÃO:
A Forma da Água
Dunkirk
Eu, Tonya
Em Ritmo de Fuga
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água
Dunkirk
Trama Fantasma
Três Anúncios Para um Crime
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Mighty River, interpretada por Mary J. Blige (Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi)
Mystery of Love, interpretada por Sufjan Stevens (Me Chame Pelo Seu Nome)
Remember Me, interpretada por Miguel (Viva – A Vida é uma Festa)
Stand Up for Something, interpretada por Andra Day e Common (Marshall)
This Is Me, interpretada por Keala Settle (O Rei do Show)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Blade Runner 2049
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Kong: A Ilha da Caveira
Planeta dos Macacos: A Guerra
Star Wars: Os Últimos Jedi

MELHOR CURTA-METRAGEM:
DeKalb Elementary
My Nephew Emmett
The Eleven O’Clock
The Silent Child
Watu Wote/All of Us

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Edith+Eddie
Heaven Is a Traffic Jam on the 405
Heroína(s)
Knife Skills
Traffic Stop

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Dear Basketball
Garden Party
LOU
Negative Space
Revolting Rhymes

Foto: Twentieth Century Fox/Divulgação.

Transformers: O Último Cavaleiro lidera indicações ao 38º Framboesa de Ouro

por: Cinevitor

markframboesa18Indicado: Mark Wahlberg, por Transformers: O Último Cavaleiro.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 22/01, os indicados ao 38º Framboesa de Ouro, divertido prêmio criado pelo publicitário John Wilson, que elege os piores da sétima arte, conhecido como uma sátira ao Oscar. Neste ano, Transformers: O Último Cavaleiro, dirigido por Michael Bay, lidera a lista com nove indicações.

Os finalistas foram escolhidos por voto popular através do site da premiação, que conta com mais de mil votantes americanos e também de outros 25 países. Os vencedores serão anunciados no dia 3 de março, um dia antes do prêmio da Academia.

Conheça os indicados ao 38º Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzie Awards:

PIOR FILME:
A Múmia
Baywatch
Cinquenta Tons Mais Escuros
Emoji: O Filme
Transformers: O Último Cavaleiro

PIOR DIRETOR:
Alex Kurtzman, por A Múmia
Darren Aronofsky, por Mãe!
James Foley, por Cinquenta Tons Mais Escuros
Michael Bay, por Transformers: O Último Cavaleiro
Tony Leondis, por Emoji: O Filme

PIOR ATOR:
Jamie Dornan, por Cinquenta Tons Mais Escuros
Johnny Depp, por Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Mark Wahlberg, por Pai em Dose Dupla 2 e Transformers: O Último Cavaleiro
Tom Cruise, por A Múmia
Zac Efron, por Baywatch

PIOR ATOR COADJUVANTE:
Anthony Hopkins, por Collide e Transformers: O Último Cavaleiro
Javier Bardem, por Mãe! e Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Josh Duhamel, por Transformers: O Último Cavaleiro
Mel Gibson, por Pai em Dose Dupla 2
Russell Crowe, por A Múmia

PIOR ATRIZ:
Dakota Johnson, por Cinquenta Tons Mais Escuros
Emma Watson, por O Círculo
Jennifer Lawrence, por Mãe!
Katherine Heigl, por Paixão Obsessiva
Tyler Perry, por Boo 2! A Madea Halloween

PIOR ATRIZ COADJUVANTE:
Goldie Hawn, por Viagem das Loucas
Kim Basinger, por Cinquenta Tons Mais Escuros
Laura Haddock, por Transformers: O Último Cavaleiro
Sofia Boutella, por A Múmia
Susan Sarandon, por Perfeita é a Mãe 2

PIOR ROTEIRO:
A Múmia
Baywatch
Cinquenta Tons Mais Escuros
Emoji: O Filme
Transformers: O Último Cavaleiro

PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA:
A Múmia
Baywatch
Boo 2! A Madea Halloween
Cinquenta Tons Mais Escuros
Transformers: O Último Cavaleiro

PIOR COMBO EM CENA:
Johnny Depp e sua atuação como um bêbado, em Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar
Qualquer dois emojis desagradáveis, em Emoji: O Filme
Qualquer combinação de dois humanos, dois robôs ou duas explosões, em Transformers: O Último Cavaleiro
Qualquer combinação de dois personagens, dois brinquedos sexuais ou duas posições sexuais, em Cinquenta Tons Mais Escuros
Tyler Perry, seu traje e sua peruca, em Boo 2! A Madea Halloween

Foto: Grochon/Paramount Pictures.

65º MPSE Golden Reel Awards: conheça os indicados ao prêmio que elege os melhores editores de som

por: Cinevitor

babydrivermpseBaby Driver: três indicações e Ansel Elgort, Jamie Foxx, Eiza González e Jon Hamm no elenco.

Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema. Neste ano, os vencedores serão anunciados no dia 18 de fevereiro, em Los Angeles.

Em sua 65ª edição, John P. Fasal, editor de efeitos sonoros de vários filmes, como Dunkirk, Transformers: O Último Cavaleiro, Sully: O Herói do Rio Hudson, Caminhos da Floresta, Interestelar, O Homem de Aço, A Origem, Batman: O Cavaleiro das Trevas, Missão Impossível 3, Desventuras em Série, O Último Samurai, Estrada Para Perdição, Os Excêntricos Tenenbaums, Dia de Treinamento, Corpo Fechado, Além da Linha Vermelha, Impacto Profundo, O Quinto Elemento, Independence Day, Rocky V, Top Gun: Ases Indomáveis, Jornada nas Estrelas VI – A Terra Desconhecida, Mulher Nota Mil, entre outros, receberá o Career Achievement Award, prêmio especial pelo conjunto da obra.

A cineasta Kathryn Bigelow, de Detroit em Rebelião, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror, O Peso da Água, Caçadores de Emoção, entre outros, também será homenageada e receberá o Filmmaker Award.

Conheça os indicados ao 65º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Detroit em Rebelião
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
O Destino de uma Nação
Planeta dos Macacos: A Guerra
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Logan
Planeta dos Macacos: A Guerra
Star Wars: Os Últimos Jedi
Thor: Ragnarok

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Carros 3
LEGO Batman: O Filme
Meu Malvado Favorito 3
O Touro Ferdinando
The Breadwinner
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Bill Nye: The Science Guy
Eric Clapton: Life in 12 Bars
Hell on Earth: The Fall of Syria and the Rise of ISIS
Ícaro
In Pursuit of Silence
Jane
Score: A Film Music Documentary
Uma Verdade Mais Inconveniente

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
120 Batimentos por Minuto
First They Killed My Father
O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki
Sem Amor
Thelma
Wolf Warrior 2

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
A Forma da Água

Blade Runner 2049
Dunkirk
Em Ritmo de Fuga
Mulher-Maravilha
Rei Arthur: A Lenda da Espada
Transformers: O Último Cavaleiro
Z: A Cidade Perdida

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
A Bela e a Fera
O Rei do Show
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
A Babá
Em Busca de Fellini
Havenhurst
Pequeno Demônio
Revolt
Sonhos Imperiais

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA
Becoming Bond
Breaking the Day
Decanted.
Motivation 3: The Next Generation
Shot in the Dark
The Defiant Ones
The New Radical

SPECIAL VENUE:
Amazon Adventure
Carne Y Arena
Coco VR
Dream Big: Engineering Our World
We, the Marines

Foto: Wilson Webb/Sony Pictures.

Três Anúncios Para um Crime é o grande vencedor do 24º SAG Awards

por: Cinevitor

samsagvencedorPremiado: Sam Rockwell, melhor ator coadjuvante por Três Anúncios Para um Crime.

O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos revelou neste domingo, 21/01, os vencedores do 24º Screen Actors Guild Awards, também conhecido como SAG Awards. O prêmio, que elege os melhores atores da TV e do cinema, é considerado uma prévia para o Oscar, já que seus vencedores quase sempre acabam levando a estatueta dourada para casa.

Neste ano, a atriz Rita Moreno subiu ao palco para homenagear o ator Morgan Freeman com o prêmio Life Achievement pelo conjunto da obra. Em 2014, quando Rita recebeu esta mesma homenagem, o prêmio foi entregue por Freeman. Com mais de 120 trabalhos no currículo, ele recebeu o Oscar de melhor ator coadjuvante, em 2005, por Menina de Ouro e foi indicado nesta mesma categoria, em 1988, por Armação Perigosa. Como melhor ator recebeu indicações por Conduzindo Miss Daisy, Um Sonho de Liberdade e Invictus.

A cerimônia foi apresentada pela atriz e cantora Kristen Bell, sendo a primeira mulher da história da premiação a exercer essa função. Além disso, todas as categorias foram apresentadas somente por mulheres.

Conheça os vencedores do 24º SAG Awards nas categorias de cinema:

MELHOR ELENCO:
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR:
Gary Oldman, por O Destino de uma Nação

MELHOR ATRIZ:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya

MELHOR EQUIPE DE DUBLÊS:
Mulher-Maravilha

Foto: Kevin Winter.

Mostra Sonora: Ennio Morricone homenageia maestro e compositor italiano com programação inédita

por: Cinevitor

morriconemostraMostra inédita com longas que tiveram trilha sonora do maestro italiano.

As composições do maestro italiano Ennio Morricone fazem parte da trilha sonora de mais de 500 filmes e seu trabalho se confunde com a história do cinema mundial, com arranjos que ganharam fama nos aclamados filmes de faroeste italiano, também conhecidos como spaghetti western, passando por longas policiais, dramas românticos, filmes de terror, de máfia e de época.

No ano em que Morricone completa 90 anos, o Centro Cultural Banco do Brasil presta uma homenagem ao maestro e compositor com uma mostra dedicada ao seu trabalho. Sonora: Ennio Morricone exibirá 22 filmes de gêneros e diretores diferentes, mas com algo em comum: a trilha marcante do maestro.

Com curadoria de Rafael Bezerra, a mostra fica em cartaz em São Paulo de 24 de janeiro até 19 de fevereiro. Ao longo do mês, o público poderá conferir filmes de alguns dos mais aclamados diretores, como Terrence Malick, Quentin Tarantino, Brian De Palma, Pedro Almodóvar, Sergio Leone, Bernardo Bertolucci, entre outros. A mostra também terá um debate especial, no dia 15 de fevereiro, com o curador e os palestrantes Filipe Furtado e Vivian Aguiar-Buff após a exibição em 35 mm do filme O Deserto dos Tártaros. Além disso, contará ainda com uma sessão inclusiva com audiodescrição e intérprete de libras do filme Por um Punhado de Dólares, no dia 19/02.

A programação conta com filmes desde a década de 1960, que deram notoriedade ao compositor, como os longas de bang-bang à italiana de Sergio Leone, até filmes mais recentes, como Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino, que rendeu a Morricone o Oscar de melhor trilha sonora original.  Além disso, em 2007, recebeu um Oscar honorário e foi premiado no Globo de Ouro, BAFTA, César, European Film Awards, Grammy, entre outros.

morriconeoscar2Morricone recebe o Oscar, em 2016, das mãos de Quincy Jones.

“É uma mostra de filmes e trilhas de todos os tipos, gêneros, décadas e nacionalidades. Um breve e afetivo panorama dedicado a exibir e fomentar a discussão a respeito da filmografia diversa e extensa de um dos maiores compositores da história do cinema”, define Rafael Bezerra. Após estrear em São Paulo, a mostra parte para o CCBB Brasília onde acontecerá de 30 de janeiro até 25 de fevereiro.

Conheça os filmes que serão exibidos na mostra:

Por um Punhado de Dólares, de Sergio Leone (1964)
Por uns Dólares a Mais, de Sergio Leone (1965)
Três Homens em Conflito, de Sergio Leone (1966)
A Batalha de Argel, de Gillo Pontecorvo (1966)
Joe, o Pistoleiro Implacável, de Sergio Corbucci (1966)
Teorema, de Pier Paolo Pasolini (1968)
O Pássaro das Plumas de Cristal, de Dario Argento (1970)
Investigação Sobre um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita, de Elio Petri (1970)
O Cérebro do Mal, de Sergio Sollima (1972)
O Deserto dos Tártaros, de Valerio Zurlini (1976)
1900, de Bernardo Bertolucci (1976)
Cinzas no Paraíso, de Terrence Malick (1978)
O Enigma do Outro Mundo, de John Carpenter (1982)
Cão Branco, de Samuel Fuller (1982)
A Missão, de Roland Joffé (1986)
Os Intocáveis, de Brian De Palma (1987)
Cinema Paradiso, de Giuseppe Tornatore (1988)
Ata-me!, de Pedro Almodóvar (1989)
Bugsy, de Barry Levinson (1991)
Lolita, de Adrian Lyne (1997)
Malena, de Giuseppe Tornatore (2000)
Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino (2015)

Clique aqui e confira a programação completa com horários e datas de exibições dos filmes.

Fotos: Divulgação.

A Forma da Água é o grande vencedor do PGA Awards 2018, prêmio do Sindicato dos Produtores

por: Cinevitor

formaaguapga2Doug Jones e Sally Hawkins em A Forma da Água, de Guillermo del Toro: vencedor.

Foram anunciados neste sábado, 20/01, em Los Angeles, os vencedores do PGA Awards, Producers Guild Awards, premiação anual realizada pelo Sindicato dos Produtores da América (Producers Guild of America), que elege os melhores da TV e do cinema.

Considerado uma prévia para o Oscar, geralmente seus vencedores coincidem com os premiados pela Academia na categoria de melhor filme. Desde 2007, por exemplo, os produtores premiados no PGA Awards também receberam a estatueta dourada. Porém, nos dois últimos anos o resultado foi diferente: Spotlight: Segredos Revelados e Moonlight: Sob a Luz do Luar levaram o Oscar de melhor filme, mas perderam para A Grande Aposta e La La Land: Cantando Estações, respectivamente, no Producers Guild Awards.

Neste ano, em sua 29ª edição, os homenageados foram: a cineasta Ava DuVernay, de Selma – Uma Luta Pela Igualdade e A 13ª Emenda, com o Prêmio Visionary; o produtor cinematográfico Charles Roven, de Batman: O Cavaleiro das Trevas, Trapaça, Mulher-Maravilha e Liga da Justiça; a produtora executiva Donna Langley, de Lindas de Morrer e A Cela; e o produtor televisivo Ryan Murphy, de American Crime Story, Feud, Glee e Scream Queens.

Conheça os vencedores do PGA Awards 2018 nas categorias de cinema:

LONGA-METRAGEM | PRÊMIO DARRYL F. ZANUCK:
A Forma da Água, produzido por Guillermo del Toro e J. Miles Dale

LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, produzido por Darla K. Anderson

LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Jane, produzido por Brett Morgen, Tony Gerber, Bryan Burk e James A. Smith

VISIONARY AWARD: Ava DuVernay
STANLEY KRAMER AWARD: Corra!
NORMAN LEAR ACHIEVEMENT AWARD | TV: Ryan Murphy
MILESTONE AWARD: Donna Langley
DAVID O. SELZNICK ACHIEVEMENT AWARD | CINEMA: Charles Roven

Foto: Divulgação/Fox Searchligh.

Começam as filmagens de O Doutrinador, filme baseado nos quadrinhos de Luciano Cunha sobre a corrupção no Brasil

por: Cinevitor

doutrinadorfilmagemKiko Pissolato e Samuel de Assis em ação!

As filmagens de O Doutrinador, obra sobre o anti-herói brasileiro mais temido pelos políticos e empresários corruptos, já começaram na cidade de São Paulo. Vivido pelo ator Kiko Pissolato, o agente federal treinado por forças especiais terá muitos desafios a enfrentar. Em setembro deste ano, o personagem criado pelo quadrinista Luciano Cunha fará sua estreia em um longa-metragem nos cinemas e, em 2019, em uma série de TV, que será exibida pelo canal Space.

Nascido nas páginas das HQs, O Doutrinador ganhou projeção na internet e nas redes sociais ao trazer um vigilante que decide combater a corrupção de forma implacável: aniquilando os maus políticos. “Sempre fui um leitor voraz de histórias em quadrinhos e acabei criando o personagem em 2008 só para manifestar minha indignação a respeito da roubalheira na política brasileira. Mas em 2013 decidi compartilhá-lo nas redes sociais, tornando-o público. E as pessoas se identificaram”, revelou Cunha. O quadrinho ganhou o mundo, com resenhas em vários países como EUA, Inglaterra e Argentina e esgotou as três edições impressas publicadas no Brasil.

A direção do longa é dividida entre Gustavo Bonafé, de Legalize Já! e Chocante, e Fabio Mendonça, de A Noite da Virada. Já a série tem direção geral de Bonafé, enquanto Mendonça dirige alguns episódios. Os roteiros para cinema e para TV são distintos, mas complementares, e são assinados por Mirna Nogueira, L.G. Bayão, Guilherme Siman, Rodrigo Lages, Gabriel Wainer, além do próprio Luciano Cunha e Denis Nielsen.

O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive em um Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

O elenco conta também com Eduardo Moscovis, Marília Gabriela, Helena Ranaldi, Tainá Medina, Samuel de Assis, Tuca Andrada, entre outros. A produção é da Paris Entretenimento e a distribuição é da Downtown Filmes.

Foto: Divulgação.