Daniela Vega: prêmio de melhor atriz por Uma Mulher Fantástica.
Criado em 2014 e organizado pela Cinema 23, o Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo, além de premiar também séries televisivas em três categorias.
O Brasil estava representado com três filmes: As Duas Irenes, de Fabio Meira, nas categorias de melhor direção de arte e figurino; No Intenso Agora, de João Moreira Salles, indicado aos prêmios de melhor documentário e trilha sonora original; e Joaquim, de Marcelo Gomes, que foi premiado na categoria de melhor figurino para Rô Nascimento.
A série Narcos, que conta com o cineasta brasileiro José Padilha entre os diretores, e é protagonizada por Wagner Moura, foi premiada em duas categorias: melhor elenco e melhor série dramática. A produção brasileira 3%, da Netflix, também foi indicada.
O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.
Ana de Armas e Ryan Gosling em Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve.
Nesta semana, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou três novas listas com filmes elegíveis para a 90ª edição do Oscar, que acontecerá no dia 4 de março de 2018, no Dolby Theatre, em Hollywood.
Na categoria de melhor animação em curta-metragem, 63 filmes foram classificados e, deste número, dez foram selecionados. Agora, uma comissão especial irá avaliar estes filmes, em sessões especiais, para decidir os cinco finalistas, que serão anunciados no dia 23 de janeiro de 2018; na categoria de melhor documentário curta-metragem, 77 filmes foram qualificados e um departamento especial escolheu os dez semifinalistas, que seguem na disputa por uma vaga entre os cinco finalistas.
Um comitê especializado anunciou uma lista com 20 filmes elegíveis para a categoria de melhores efeitos visuais. No final de dezembro, dez semifinalistas serão revelados e uma nova votação se inicia para a escolha dos cinco finalistas.
Conheça os filmes que seguem na disputa pelo Oscar 2018 em suas respectivas categorias:
DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM: Alone Edith+Eddie Heaven Is a Traffic Jam on the 405 Heroína(s) Kayayo – The Living Shopping Baskets Knife Skills 116 Cameras Ram Dass, Going Home Ten Meter Tower Traffic Stop
ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM: Cradle Dear Basketball Fox and the Whale Garden Party In a Heartbeat Life Smartphone Lost Property Office Lou Negative Space Revolting Rhymes
Thierry Frémaux conversa com a imprensa, em São Paulo.
O francês Thierry Frémaux, diretor do Institut Lumière e diretor geral do Festival de Cannes, esteve no Brasil recentemente, a convite da Imovision, para divulgar o filme Lumière! A Aventura Começa, documentário que celebra o legado de Louis e Auguste Lumière, inventores da cinematografia, que capturaram os primeiros filmes na história das imagens em movimento.
Para o filme, Thierry reuniu 114 obras, restauradas em 4K, dentre os 1.422 filmes dos irmãos Lumière, que, com a descoberta da mise-en-scène, tracking shots, e inclusive, efeitos especiais, inventaram a arte do cinema em si.
Em 1995, Thierry foi nomeado diretor do Institut Lumière, que fica em Lyon, na França, um local especializado em cinema francês que conta com um museu em homenagem aos irmãos Lumière, preservando filmes e a história da sétima arte. Em 1999, assumiu a função de diretor artístico do Festival de Cannes, tornando-se responsável pela seleta e disputada programação de um dos eventos cinematográficos mais importantes do mundo. Alguns anos depois, assumiu o cargo de diretor geral, envolvido também nas questões administrativas do festival francês.
Cannes, 2012: com Robert Pattinson e Juliette Binoche na sessão de Cosmópolis.
Em São Paulo, no Reserva Cultural, Thierry participou de uma coletiva de imprensa para falar sobre o documentário Lumière! A Aventura Começa, e também sobre novas linguagens, restauração de obras raras, Cannes, Georges Méliès, Twin Peaks, entre outros assuntos: “Eu queria entregar o trabalho dos irmãos Lumière de volta às salas de cinema, pois, ainda temos muito para aprender com eles. Hoje, existem muitos filmes sem rigor visual e sem valor estético”, disse.
Questionado sobre séries de TV e filmes feitos diretamente para plataformas digitais, como a Netflix, que na última edição do Festival de Cannesgarantiu uma vaga na Competição Oficial com Okja, fato que gerou polêmica, Thierry comentou: “O cinema tem uma assinatura, um ato poético de um autor. Eu respeito as séries televisivas, mas elas possuem outra concepção”.
Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa com Thierry Frémaux:
Doug Jones e Sally Hawkins em A Forma da Água: líder em indicações.
A Broadcast Film Critics Association, maior organização de críticos americanos e canadenses, anunciou nesta quarta-feira, 6/12, os indicados ao 23º Critics’ Choice Awards, importante premiação que elege os melhores da TV e do cinema, e que acontecerá no dia 11 de janeiro de 2018.
O drama A Forma da Água, de Guillermo del Toro, premiado com o Leão de Ouro no Festival de Veneza deste ano, lidera a lista com 14 indicações, entre elas, a de melhor filme. Me Chame Pelo Seu Nome, The Post – A Guerra Secreta e Lady Bird – A Hora de Voar aparecem na sequência com oito indicações cada.
Conheça os indicados ao 23º Critics’ Choice Awards nas categorias de cinema:
MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma Daniel Kaluuya, por Corra! Gary Oldman, por O Destino de uma Nação Jake Gyllenhaal, por O Que te Faz Mais Forte James Franco, por Artista do Desastre Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome Tom Hanks, por The Post – A Guerra Secreta
MELHOR ATRIZ: Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime Jessica Chastain, por A Grande Jogada Margot Robbie, por Eu, Tonya Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar Sally Hawkins, por A Forma da Água
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Armie Hammer, por Me Chame Pelo Seu Nome Michael Stuhlbarg, por Me Chame Pelo Seu Nome Patrick Stewart, por Logan Richard Jenkins, por A Forma da Água Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime Willem Dafoe, por Projeto Flórida
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Allison Janney, por Eu, Tonya Holly Hunter, por Doentes de Amor Hong Chau, por Pequena Grande Vida Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar Mary J. Blige, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Octavia Spencer, por A Forma da Água Tiffany Haddish, por Girls Trip
MELHOR ATOR/ATRIZ JOVEM: Brooklynn Prince, por Projeto Flórida Dafne Keen, por Logan Jacob Tremblay, por Extraordinário Mckenna Grace, por Um Laço de Amor Millicent Simmonds, por Sem Fôlego
MELHOR ELENCO: Dunkirk Lady Bird – A Hora de Voar Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Três Anúncios Para um Crime The Post – A Guerra Secreta
MELHOR DIREÇÃO: Christopher Nolan, por Dunkirk Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar Guillermo del Toro, por A Forma da Água Jordan Peele, por Corra! Luca Guadagnino, por Me Chame Pelo Seu Nome Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime Steven Spielberg, por The Post – A Guerra Secreta
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: A Forma da Água, escrito por Guillermo del Toro e Vanessa Taylor Corra!, escrito por Jordan Peele Doentes de Amor, escrito por Emily V. Gordon e Kumail Nanjiani Lady Bird – A Hora de Voar, escrito por Greta Gerwig The Post – A Guerra Secreta, escrito por Liz Hannah e Josh Singer Três Anúncios Para um Crime, escrito por Martin McDonagh
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: A Grande Jogada, escrito por Aaron Sorkin Artista do Desastre, escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber Extraordinário, escrito por Jack Thorne, Steve Conrad e Stephen Chbosky Me Chame Pelo Seu Nome, escrito por James Ivory Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi, escrito por Dee Rees e Virgil Williams
MELHOR FOTOGRAFIA: A Forma da Água Blade Runner 2049 Dunkirk Me Chame Pelo Seu Nome Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
MELHOR FILME DE AÇÃO: Em Ritmo de Fuga Logan Mulher-Maravilha Planeta dos Macacos: A Guerra Thor: Ragnarok
MELHOR FILME DE COMÉDIA: Artista do Desastre Doentes de Amor Girls Trip Eu, Tonya Lady Bird – A Hora de Voar
MELHOR ATOR EM COMÉDIA: Adam Sandler, por Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe Chris Hemsworth, por Thor: Ragnarok James Franco, por Artista do Desastre Kumail Nanjiani, por Doentes de Amor Steve Carell, por A Guerra dos Sexos
MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA: Emma Stone, por A Guerra dos Sexos Margot Robbie, por I, Tonya Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar Tiffany Haddish, por Girls Trip Zoe Kazan, por Doentes de Amor
MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU TERROR: A Forma da Água Blade Runner 2049 Corra! It – A Coisa
MELHOR CANÇÃO: Evermore, interpretada por Dan Stevens (A Bela e a Fera) Mystery of Love, interpretada por Sufjan Stevens (Me Chame Pelo Seu Nome) Remember Me, interpretada por Miguel (Viva – A Vida é uma Festa) Stand Up for Something, interpretada por Andra Day e Common (Marshall) This Is Me, interpretada por Keala Settle (O Rei do Show)
MELHOR TRILHA SONORA: A Forma da Água Blade Runner 2049 Dunkirk O Destino de uma Nação The Post – A Guerra Secreta Trama Fantasma
Viva – A Vida é uma Festa: o Mundo dos Mortos nas telonas!
Foram anunciados nesta segunda-feira, 4/12, os indicados ao 45º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society. Fundada em 1960, a associação premiava os melhores nomes da animação simbolicamente, até criar o prêmio oficial em 1972. O prêmio de melhor animação cinematográfica só surgiu na 20ª edição do evento, em 1992, premiando A Bela e a Fera.
Neste ano, Viva – A Vida é uma Festa, da Disney•Pixar, lidera com treze indicações, seguida pela irlandesa The Breadwinner, com dez indicações. O Touro Ferdinando, dirigida pelo brasileiro Carlos Saldanha, das franquias A Era do Gelo e Rio, também está na disputa em duas categorias: melhor edição e melhor design de produção.
MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO: LEGO Batman: O Filme, por Chris McKay O Poderoso Chefinho, por Tom McGrath The Breadwinner, por Nora Twomey The Big Bad Fox & Other Tales, por Benjamin Renner e Patrick Imbert Viva – A Vida é uma Festa, por Lee Unkrich e Adrian Molina
MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE: Com Amor, Van Gogh In This Corner of the World (Kono sekai no katasumi ni) Napping Princess (Hirune-hime: Shiranai watashi no monogatari) The Big Bad Fox & Other Tales (Le Grand Méchant Renard et autres contes…) The Breadwinner
MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO: Com Amor, Van Gogh Mary and The Witch’s Flower (Meari to majo no hana) The Breadwinner Viva – A Vida é uma Festa
MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM: Dear Basketball Hedgehog’s Home Negative Space Scavengers Son of Jaguar
MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL: Cradle Elsewhere Good Night, Everybuds! Once a hero Poles Apart
MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO: Avatar Flight of Passage Carros 3 Meu Malvado Favorito 3 Olaf: Em Uma Nova Aventura Congelante de Frozen Viva – A Vida é uma Festa
MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO: O Poderoso Chefinho, por Bryce McGovern O Poderoso Chefinho, por Rani Naamani The Big Bad Fox & Other Tales , por Marco Nguyen Viva – A Vida é uma Festa, por Allison Rutland Viva – A Vida é uma Festa, por John Chun Chiu Lee
MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO: Meu Malvado Favorito 3 O Poderoso Chefinho Os Smurfs e a Vila Perdida The Breadwinner Viva – A Vida é uma Festa
MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO: As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme Com Amor, Van Gogh Olaf: Em Uma Nova Aventura Congelante de Frozen The Breadwinner Viva – A Vida é uma Festa
MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO: A Bailarina Mary and The Witch’s Flower (Meari to majo no hana) O Touro Ferdinando The Breadwinner Viva – A Vida é uma Festa
MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO: A Estrela de Belém, por Louie del Carmen O Poderoso Chefinho, por Glenn Harmon The Breadwinner, por Julien Regnard Viva – A Vida é uma Festa, por Madeline Sharafian Viva – A Vida é uma Festa, por Dean Kelly
MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO: Anthony Gonzalez, por Viva – A Vida é uma Festa Laara Sadiq, por The Breadwinner Nick Kroll, por As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme Saara Chaudry, por The Breadwinner Zach Galifianakis, por LEGO Batman: O Filme
MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO: A Estrela de Belém LEGO Batman: O Filme O Touro Ferdinando The Breadwinner Viva – A Vida é uma Festa
Isle of Dogs será o filme de abertura da Berlinale 2018.
A 68ª edição do Festival de Berlim, que acontecerá entre os dias 15 e 25 de fevereiro de 2018, acaba de anunciar o filme escolhido para abrir o evento: a animação Isle of Dogs, com título provisório de Ilha de Cachorros em português, dirigida por Wes Anderson.
O longa se passa no Japão e narra as aventuras do menino Atari Kobayashi em busca de seu cachorro de estimação, que foi enviado pelo prefeito Kobayashi para um depósito de lixo da cidade, conhecido como Trash Island, junto com outros cães. Com a ajuda de novos amigos, ele parte em uma jornada épica para salvar os animais que decidirá o futuro da prefeitura.
Com estreia prevista para março de 2018 nos cinemas, o filme conta com um elenco estrelado de dubladores: Greta Gerwig, Scarlett Johansson, Frances McDormand, Tilda Swinton, Bryan Cranston, Edward Norton, Jeff Goldblum, Bill Murray, Liev Schreiber, Fisher Stevens, Kara Hayward, Harvey Keitel, F. Murray Abraham, Ken Watanabe, Courtney B. Vance, Bob Balaban, Yoko Ono, entre outros.
Armie Hammer e Timothée Chalamet em Me Chame Pelo Seu Nome.
Fundada em 1975, a Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles é composta por profissionais especializados em crítica cinematográfica que trabalham em veículos impressos e virtuais da cidade.
Como de costume, os melhores da sétima arte, segundo os membros da LAFCA, são anunciados sempre em dezembro. Em sua 43ª edição, o drama Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, levou o prêmio de melhor filme.
Além dos melhores do ano, a LAFCA também presta homenagem a veteranos da indústria com um prêmio especial, que este ano será entregue para o ator sueco Max von Sydow, que já foi indicado duas vezes ao Oscar: em 1989 como melhor ator por Pelle, o Conquistador e em 2012 como melhor ator coadjuvante por Tão Forte e Tão Perto. Max atuou também em: O Sétimo Selo (1957), Havaí (1966), O Exorcista (1973), Três Dias do Condor (1975), Flash Gordon (1980), Father (1990), Trocas Macabras (1993), Minority Report: A Nova Lei (2002), O Escafandro e a Borboleta (2007), Ilha do Medo (2010), Star Wars: O Despertar da Força (2015), entre outros.
Nos últimos dois anos, os vencedores da categoria de melhor filme do Los Angeles Film Critics Association Awards também levaram a mais cobiçada estatueta dourada da Academia: Spotlight: Segredos Revelados, em 2015; e Moonlight: Sob a Luz do Luar, em 2016. A cerimônia de premiação da 43ª edição do prêmio dos críticos de Los Angeles está marcada para o dia 13 de janeiro de 2018.
Conheça os vencedores de 2017, segundo a Los Angeles Film Critics Association:
MELHOR FILME: Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino
2º lugar: Projeto Flórida, de Sean Baker
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Visages, Villages, de Agnès Varda e JR
2º lugar: Jane, de Brett Morgen
MELHOR DIREÇÃO (empate): Guillermo del Toro, por A Forma da Água Luca Guadagnino, por Me Chame Pelo Seu Nome
Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.
Esta premiação surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento. Hoje, o New York Film Critics Circle Awards conta com um seleto e respeitado grupo de jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações.
A última vez que um filme foi consagrado como o melhor do ano tanto pelos críticos de Nova York como pelos votantes da Academia foi em 2011, com O Artista, de Michel Hazanavicius. Os mais recentes vencedores do NYFCC foram: A Hora Mais Escura, de Kathryn Bigelow, em 2012; Trapaça, de David O. Russell, em 2013; Boyhood: Da Infância à Juventude, de Richard Linklater, em 2014; Carol, de Todd Haynes, em 2015; e La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, em 2016.
Os melhores deste ano, que inclui a comédia dramática Lady Bird, de Greta Gerwig, como melhor filme, foram anunciados nesta quinta-feira, 30/11, e a cerimônia de premiação está marcada para o dia 3 de janeiro de 2018.
Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2017:
MELHOR FILME: Lady Bird, de Greta Gerwig
MELHOR DIREÇÃO: Sean Baker, por Projeto Flórida
MELHOR ROTEIRO: Trama Fantasma, escrito por Paul Thomas Anderson
Tifanny Dopke e Giovanni De Lorenzi em Ferrugem, de Aly Muritiba: filme selecionado.
A 40ª edição do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 18 e 28 de janeiro de 2018, anunciou, nesta quarta-feira, 29/11, sua seleção oficial.
Neste ano, 110 longas-metragens de 29 países foram selecionados entre 13.468 inscrições, incluindo 3.901 longas e 8.740 curtas-metragens. Das produções apresentadas, 1.799 eram americanas e 2.102 eram internacionais.
Na Competição Americana, destacam-se ficções e documentários inéditos de novos nomes do cinema independente americano; na Competição Internacional, produções dirigidas por talentos emergentes do cinema mundial oferecem novas perspectivas e estilos inventivos; na Mostra Next, filmes americanos considerados ousados e criativos completam a programação; na seção Premieres, destacam-se algumas das estreias mais esperadas para o próximo ano; em Midnight, uma seleção que vai do horror à comédia, com obras que desafiam a classificação de gênero; em Spotlight, é possível rever alguns filmes consagrados no ano anterior; e na seção Kids, uma programação dedicada aos espectadores mais jovens.
Neste ano, o cinema brasileiro marca presença na Competição Internacional com dois filmes: Benzinho, de Gustavo Pizzi, estrelado por Karine Teles, Adriana Esteves e Otávio Müller; e Ferrugem, de Aly Muritiba (confira o teaser no final do post), que conta com Giovanni De Lorenzi, Tifanny Dopke, Enrique Diaz, Clarissa Kiste, Duda Azevedo e Pedro Inoue no elenco. Além disso, o documentário The Cleaners, uma coprodução entre Alemanha e Brasil, dirigido por Moritz Riesewieck e Hans Block, também foi selecionado.
Cena de Benzinho, de Gustavo Pizzi: filme brasileiro selecionado.
Em comunicado oficial, Robert Redford, presidente e fundador do Sundance Institute, disse: “O trabalho dos contadores de histórias independentes pode desafiar e possivelmente mudar a cultura, iluminando as imperfeições e possibilidades do nosso mundo. O Festival deste ano está cheio de histórias que provocam pensamentos, impulsionam a empatia e permitem ao público uma conexão, de maneira profundamente pessoal, à experiência humana universal”.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2018:
COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:
American Animals, de Bart Layton Blaze, de Ethan Hawke Blindspotting, de Carlos Lopez Estrada Burden, de Andrew Heckler Eighth Grade, de Bo Burnham I Think We’re Alone Now, de Reed Morano The Kindergarten Teacher, de Sara Colangelo Lizzie, de Craig William Macneill The Miseducation of Cameron Post, de Desiree Akhavan Monster, de Anthony Mandler Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green Nancy, de Christina Choe Sorry to Bother You, de Boots Riley The Tale, de Jennifer Fox Tyrel, de Sebastian Silva Wildlife, de Paul Dano
COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:
Bisbee ’17, de Robert Greene Crime + Punishment, de Stephen Maing Dark Money, de Kimberly Reed The Devil We Know, de Stephanie Soechtig Hal, de Amy Scott Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross Inventing Tomorrow, de Laura Nix Kailash, de Derek Doneen Kusama – Infinity, de Heather Lenz The Last Race, de Michael Dweck Minding the Gap, de Bing Liu On Her Shoulders, de Alexandria Bombach The Price of Everything, de Nathaniel Kahn Seeing Allred, de Sophie Sartain e Roberta Grossman The Sentence, de Rudy Valdez Three Identical Strangers, de Tim Wardle
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:
And Breathe Normally (Andið eðlilega), de Ísold Uggadóttir (Islândia) Butterflies (Kelebekler), de Tolga Karaçelik (Turquia) Dead Pigs, de Cathy Yan (China) The Guilty (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca) Holiday, de Isabella Eklöf (Dinamarca) Benzinho (Loveling), de Gustavo Pizzi (Brasil/Uruguai) Pity, de Babis Makridis (Grécia/Polônia) The Queen of Fear, de Valeria Bertuccelli e Fabiana Tiscornia (Argentina/Dinamarca) Ferrugem (Rust), de Aly Muritiba (Brasil) Time Share (Tiempo Compartido), de Sebastián Hofmann (México/Holanda) Un Traductor, de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso (Canadá/Cuba) Yardie, de Idris Elba (Reino Unido)
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:
A Polar Year, de Samuel Collardey (França) Anote’s Ark, de Matthieu Rytz (Canadá) The Cleaners, de Moritz Riesewieck e Hans Block (Alemanha/Brasil) Genesis 2.0, de Christian Frei e Maxim Arbugaev (Suíça) MATANGI/MAYA/M.I.A., de Stephen Loveridge (Sri Lanka/Reino Unido/EUA) Of Fathers and Sons, de Talal Derki (Alemanha/Síria/Líbano) The Oslo Diaries, de Mor Loushy e Daniel Sivan (Israel/Canadá) Our New President, de Maxim Pozdorovkin (Rússia/EUA) Shirkers, de Sandi Tan (EUA) This is Home, de Alexandra Shiva (EUA/Jordânia) Westwood, de Lorna Tucker (Reino Unido) A Woman Captured, de Bernadett Tuza-Ritter (Hungria)
NEXT:
306 Hollywood, de Elan Bogarín e Jonathan Bogarín (EUA/Hungria) A Boy, A Girl, A Dream., de Qasim Basir (EUA) An Evening With Beverly Luff Linn, de Jim Hosking (Reino Unido/EUA) Clara’s Ghost, de Bridey Elliott (EUA) Madeline’s Madeline, de Josephine Decker (EUA) Night Comes On, de Jordana Spiro (EUA) Search, de Aneesh Chaganty (EUA) Skate Kitchen, de Crystal Moselle (EUA) We The Animals, de Jeremiah Zagar (EUA) White Rabbit, de Daryl Wein (EUA)
PREMIERES:
A Kid Like Jake, de Silas Howard (EUA) Beirut, de Brad Anderson (EUA) The Catcher Was a Spy, de Ben Lewin (EUA) Colette, de Wash Westmoreland (Reino Unido) Come Sunday, de Joshua Marston (EUA) Damsel, de David Zellner e Nathan Zellner (EUA) Don’t Worry, He Won’t Get Far On Foot, de Gus Van Sant (EUA) Futile and Stupid Gesture, de David Wain (EUA) The Happy Prince, de Rupert Everett (Alemanha/Bélgica/Itália) Hearts Beat Loud, de Brett Haley (EUA) Juliet, Naked, de Jesse Peretz (Reino Unido) Ophelia, de Claire McCarthy (Reino Unido) Puzzle, de Marc Turtletaub (EUA) Untitled Debra Granik Project, de Debra Granik (EUA) What They Had, de Elizabeth Chomko (EUA)
PREMIERES | DOCUMENTÁRIO:
Bad Reputation, de Kevin Kerslake (EUA) Believer, de Don Argott (EUA) Chef Flynn, de Cameron Yates (EUA) The Game Changers, de Louie Psihoyos (EUA) Generation Wealth, de Lauren Greenfield (EUA) Half The Picture, de Amy Adrion (EUA) Jane Fonda in Five Acts, de Susan Lacy (EUA) King In The Wilderness, de Peter Kunhardt (EUA) Quiet Heroes, de Jenny Mackenzie (EUA) RBG, de Betsy West e Julie Cohen (EUA) Robin Williams: Come Inside My Mind, de Marina Zenovich (EUA) Studio 54, de Matt Tyrnauer (EUA) Won’t You Be My Neighbor?, de Morgan Neville (EUA)
MIDNIGHT:
Arizona, de Jonathan Watson (EUA) Assassination Nation, de Sam Levinson (EUA) Mandy, de Panos Cosmatos (Bélgica/EUA) Never Goin’ Back, de Augustine Frizzell (EUA) Piercing, de Nicolas Pesce (EUA) Revenge, de Coralie Fargeat (França) Summer of ’84, de Francois Simard, Anouk Whissell e Yoann Whissell (Canadá/EUA)
SPOTLIGHT:
Beast, de Michael Pearce (Reino Unido) The Death of Stalin, de Armando Iannucci (França/Reino Unido/Bélgica) Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel) I Am Not a Witch, de Rungano Nyoni (Reino Unido) The Rider, de Chloé Zhao (EUA) Super Size Me 2: Holy Chicken!, de Morgan Spurlock (EUA)
KIDS:
Lu Over the Wall (Yoake tsugeru Rû no uta), de Masaaki Yuasa (Japão) Science Fair, de Cristina Costantini e Darren Foster (EUA) White Fang, de Alexandre Espigares (EUA)
[ATUALIZADO – 19/01/18 – 13h22]: confira o teaser de Ferrugem, dirigido por Aly Muritiba:
Fionn Whitehead em Dunkirk, de Christopher Nolan: onze indicações.
Fundada em 1996, a International Press Academy é uma associação de mídia de entretenimento com membros votantes do mundo todo que atuam em jornais, TV, rádio, blogs e novas plataformas de mais de vinte países.
Com a intenção de honrar as excelências artísticas dos filmes, seriados, rádio e novas mídias, a IPA criou o Satellite Awards, antes conhecido como The Golden Satellite Awards, prêmio que elege os melhores da indústria do entretenimento em categorias diversas. Na primeira edição, o musical Evita, de Alan Parker, protagonizado por Madonna e Antonio Banderas, se destacou com os prêmios de melhor filme e melhor canção original para You Must Love Me.
Neste ano, em sua 22ª edição, o supervisor de efeitos visuais Robert Legato será homenageado com o Prêmio Nikola Tesla, entregue para aqueles que se destacam pela realização visionária na tecnologia cinematográfica, cujo trabalho influenciará gerações futuras. Legato já foi premiado pela Academia três vezes com o Oscar de melhores efeitos visuais por Mogli – O Menino Lobo, A Invenção de Hugo Cabret e Titanic, além de ter sido indicado por seu trabalho em Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo.
Os vencedores serão anunciados no dia 10 de fevereiro de 2018, em Los Angeles.
MELHOR FILME FEITO PARA TV: A Vida Imortal de Henrietta Lacks King Charles III O Mago das Mentiras Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe To Walk Invisible: The Bronte Sisters War Machine
MELHOR DIREÇÃO: Christopher Nolan, por Dunkirk Dee Rees, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar Guillermo del Toro, por A Forma da Água Jordan Peele, por Corra! Sean Baker, por Projeto Flórida
MELHOR ATRIZ: Diane Kruger, por Em Pedaços Emma Stone, por A Guerra dos Sexos Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime Jessica Chastain, por A Grande Jogada Judi Dench, por Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha Margot Robbie, por Eu, Tonya Sally Hawkins, por A Forma da Água Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Allison Janney, por Eu, Tonya Holly Hunter, por Doentes de Amor Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar Lois Smith, por Marjorie Prime Mary J. Blige, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi Melissa Leo, por Novitiate
MELHOR ATOR: Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma Gary Oldman, por O Destino de uma Nação Harry Dean Stanton, por Lucky Jake Gyllenhaal, por O Que te Faz Mais Forte James Franco, por Artista do Desastre Jeremy Renner, por Terra Selvagem Robert Pattinson, por Bom Comportamento
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Armie Hammer, por Me Chame Pelo Seu Nome Dustin Hoffman, por Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe Mark Rylance, por Dunkirk Michael Shannon, por A Forma da Água Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime Willem Dafoe, por Projeto Flórida
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: A Forma da Água Corra! Dunkirk Lady Bird – A Hora de Voar Projeto Flórida Três Anúncios Para um Crime
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: A Grande Jogada Artista do Desastre Me Chame Pelo Seu Nome Mulher-Maravilha Sem Fôlego Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha
MELHOR TRILHA SONORA: A Forma da Água Dunkirk Mulher-Maravilha O Destino de uma Nação Planeta dos Macacos: A Guerra Sem Fôlego
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: It Ain’t Fair, por The Roots (Detroit em Rebelião) I Don’t Wanna Live Forever, por Taylor Swift e Zayn Malik (Cinquenta Tons Mais Escuros) Prayers for This World, por Cher (Cries from Syria) Stand Up for Something, por Andra Day e Common (Marshall) The Promise, por Chris Cornell (A Promessa) Truth to Power, por OneRepublic (Uma Verdade Mais Inconveniente)
MELHOR SOM | EDIÇÃO E MIXAGEM: Blade Runner 2049 Dunkirk Logan O Destino de uma Nação Planeta dos Macacos: A Guerra Viva – A Vida é uma Festa
MELHORES EFEITOS VISUAIS: A Forma da Água Alien: Covenant Blade Runner 2049 Dunkirk Mulher-Maravilha Planeta dos Macacos: A Guerra
MELHOR ELENCO | FILME: Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
MELHOR PRIMEIRO FILME: Lucky, de John Carroll Lynch
Os irmãos Maysles com Mick Jagger e Charlie Watts da banda The Rolling Stones.
De 30 de novembro a 13 de dezembro, o público brasileiro terá a oportunidade de conferir uma retrospectiva completa da obra dos irmãos Maysles. A mostra Irmãos Maysles – A Disciplina do Olhar exibirá 30 filmes, entre curtas, médias e longas, e também promoverá debate e masterclass no Caixa Belas Artes, em São Paulo.
Pioneiros do Cinema Direto, nas décadas de 1960 e 1970, Albert e David Maysles surgiram como uma revolução estilística no gênero. Apoiados principalmente nas novas técnicas disponíveis, eles propunham uma captação da realidade no seu estado mais puro, aproveitando do uso de uma câmera móvel no ombro e do som direto. O objetivo era retratar o mundo real como se a câmera não estivesse presente, criando uma liberdade para filmar que, até então, não se tinha.
A partir desse método de fazer cinema, os irmãos Maysles realizaram mais de 40 documentários, alguns deles de grande sucesso, como: Grey Gardens, que retrata a vida das irmãs Beale, parentes de Jacqueline Kennedy; Caixeiro-Viajante, que conta a história de um grupo que tenta vender bíblias caras a católicos de baixa renda; Gimme Shelter, sobre o histórico e trágico concerto gratuito dos Rolling Stones no Altamont Speedway em 6 de dezembro de 1969; Christo’s Valley Curtain, indicado ao Oscar de melhor documentário de curta-metragem; entre outros.
Além da exibição de filmes, a mostra discutirá o pensamento do Cinema Direto e suas implicações nas produções contemporâneas. O dramaturgo e escritor Jonathan B. Vogels realizará uma masterclass sobre a filmografia dos irmãos Maysles. Autor do livro The Direct Cinema of David and Albert Maysles, a maior publicação inteiramente dedicada à obra dos cineastas nos EUA, Vogels discutirá a trajetória da dupla e o Cinema Direto.
O documentarista João Moreira Salles se junta à doutora em Cinema Patrícia Mourão no debate Nem moscas nem paredes: empatia e dramaticidade no cinema dos Irmãos Maysles para discutir o Cinema Direto, com foco na obra dos cineastas, e seus desdobramentos.
A mostra tem curadoria de Angelo Defanti, Felippe Mussel e Nina Kopko, realização da Boulevard Filmes com apoio do Maysles Films, instituto que preserva a filmografia dos irmãos.
Conheça os filmes que serão exibidos na mostra:
Psychiatry in Russia (1955) Russia Close-Up (1957) Safari Ya Gari (1961) Anastasia (1962) Showman (1963) Orson Welles in Spain (1966) What’s Happening! The Beatles in the U.S.A. (1964) IBM: A Self Portrait (1964) Cut Piece (1965) Meet Marlon Brando (1966) With Love from Truman (1966) Caixeiro-Viajante (1968) Gimme Shelter (1970) Christo’s Valley Curtain (1974) Grey Gardens (1975) Running Fence (1977) Muhammad and Larry (1980) Vladimir Horowitz: The Last Romantic (1985) Ozawa (1985) Islands (1987) Horowitz Plays Mozart (1987) Jessye Norman Sings Carmen (1989) Christo in Paris (1990) Soldiers Of Music: Rostorpovitch Returns To Russia (1991) Accent on the Offbeat (1994) Umbrellas (1994) The Beales of Grey Gardens (2006) The Gates (2007) Sally Gross: The Pleasure of Stillness (2007) Iris, Uma Vida de Estilo (2014)
Clique aqui e confira a programação completa da mostra com datas e horários.
O filme marca o início das comemorações do 10º aniversário da Marvel Studios.
Em uma jornada cinematográfica sem precedentes que está sendo elaborada há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel, Vingadores: Guerra Infinita, da Marvel Studios, leva às telonas o maior e mais mortal confronto de todos os tempos.
No filme, dirigido por Anthony e Joe Russo, Os Vingadores e seus aliados super-heróis devem se dispor a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes que seu ataque de devastação e ruína dê um fim ao universo.
O elenco conta com Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Chris Evans, Tom Hiddleston, Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Tom Holland, Chadwick Boseman, Gwyneth Paltrow, Josh Brolin, Sebastian Stan, Chris Pratt, Benedict Cumberbatch, Zoe Saldana, Pom Klementieff, Benicio Del Toro, Paul Rudd, entre outros.
Com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, Vingadores: Guerra Infinita estreia nos cinemas brasileiros no dia 26 de abril de 2018.