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Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2018, o Oscar espanhol

por: Cinevitor

pablogoyaJavier Bardem e Penélope Cruz em Loving Pablo: indicados.

A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha realiza, desde 1987, o Prêmio Goya (ou Premios Goya), evento que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

Nesta quarta-feira, 13/12, os atores David Verdaguer e Bárbara Lennie anunciaram os indicados da 32ª edição da premiação, que acontecerá no dia 3 de fevereiro de 2018, em Madri. O drama Handia, de Aitor Arregi e Jon Garaño, sobre o homem mais alto do mundo, lidera a lista com 13 indicações; o casal Javier Bardem e Penélope Cruz também está na disputa nas categorias de atuação por Loving Pablo, de Fernando León de Aranoa, que narra o romance entre Pablo Escobar e a jornalista Virginia Vallejo.

O Brasil estava na disputa por uma vaga entre os quatro finalistas da categoria de melhor filme ibero-americano com Bingo: O Rei das Manhãs, dirigido por Daniel Rezende e protagonizado por Vladimir Brichta, mas ficou de fora da competição.

Neste ano, a atriz Marisa Paredes receberá o Goya honorário por sua carreira. Nascida em Madri, começou a atuar na década de 1960 e, ao longo dos anos, se destacou em diversos trabalhos, além de ser considerada uma das musas de Pedro Almodóvar, com quem trabalhou em diversas produções, como: Maus Hábitos (1983), De Salto Alto (1991), A Flor do Meu Segredo (1995), Tudo Sobre Minha Mãe (1999) e A Pele que Habito (2011).

Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2018:

MELHOR FILME:
El autor
Handia
La librería
Verão 1993
Verónica

MELHOR DIREÇÃO:
Aitor Arregi e Jon Garaño, por Handia
Isabel Coixet, por La librería
Manuel Martín Cuenca, por El autor
Paco Plaza, por Verónica

MELHOR ATOR:
Andrés Gertrúdix, por Morir
Antonio de la Torre, por Abracadabra
Javier Gutiérrez, por El autor
Javier Bardem, por Loving Pablo

MELHOR ATRIZ:
Emily Mortimer, por La librería
Maribel Verdú, por Abracadabra
Penélope Cruz, por Loving Pablo
Nathalie Poza, por No sé decir adiós

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Antonio de la Torre, por El autor
Bill Nighy, por La librería
David Verdaguer, por Verão 1993
José Mota, por Abracadabra

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adelfa Calvo, por El autor
Anna Castillo, por La llamada
Belén Cuesta, por La llamada
Lola Dueñas, por No sé decir adiós

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE:
Carla Simón, por Verão 1993
Javier Ambrossi e Javier Calvo, por La llamada
Lino Escalera, por No sé decir adiós
Sergio G. Sánchez, por El secreto de Marrowbone

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Abracadabra, escrito por Pablo Berger
Handia, escrito por Aitor Arregi, Andoni de Carlos, Jon Garaño e José Mari Goenaga
Verão 1993, escrito por Carla Simón
Verónica, escrito por Fernando Navarro e Paco Plaza

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
El autor, escrito por Alejandro Hernández e Manuel Martín Cuenca
Incierta gloria, escrito por Agustí Villaronga e Coral Cruz
La librería, escrito por Isabel Coixet
La llamada, escrito por Javier Ambrossi e Javier Calvo

ATOR REVELAÇÃO:
Eneko Sagardoy, por Handia
Eloi Costa, por Peles
Pol Monen, por Amar
Santiago Alverú, por Selfie

ATRIZ REVELAÇÃO:
Adriana Paz, por El autor
Bruna Cusí, por Verão 1993
Itziar Castro, por Peles
Sandra Escacena, por Verónica

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Handia, por Ander Sistiaga
La librería, por Alex Boyd e Jordi Berenguer
Oro, por Luis Fernández Lago
Verão 1993, por Mireia Graell Vivancos

MELHOR FOTOGRAFIA:
Handia, por Javier Agirre Erauso
La librería, por Jean Claude Larrieu
Oro, por Paco Femenía
Verão 1993, por Santiago Racaj

MELHOR MONTAGEM:
Abracadabra, por David Gallart
Handia, por Laurent Dufreche e Raúl López
La librería, por Bernat Aragonés
Verão 1993, por Ana Pfaff e Didac Palou

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Abracadabra, por Alain Bainée
Handia, por Mikel Serrano
La librería, por Llorenç Miquel
Oro, por Javier Fernández

MELHOR FIGURINO:
Abracadabra, por Paco Delgado
Handia, por Saioa Lara
La librería, por Mercè Paloma
Oro, por Tatiana Hernández

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Abracadabra, por Sylvie Imbert e Paco Rodríguez
Handia, por Ainhoa Eskisabel, Olga Cruz e Gorka Aguirre
Oro, por Eli Adánez, Sergio Pérez Berbel e Pedro de Diego
Peles (Pieles), por Lola Gómez, Jesús Gil e Óscar del Monte

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Handia, por Pascal Gaigne
La cordillera, por Alberto Iglesias
La librería, por Alfonso de Vilallonga
Verónica, por Eugenio Mira

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Algunas veces, de Jose Luis Perales (El autor)
Feeling Lonely on a Sunday Afternoon, de Alfonso de Vilallonga (La librería)
La llamada, de José Miguel Conejo Torres (Leiva) (La llamada)
Rap Zona Hostil, de Roque Baños (Zona hostil)

MELHOR SOM:
El autor, por Daniel de Zayas, Pelayo Gutiérrez e Alberto Ovejero
Handia, por Iñaki Díez e Xanti Salvador
O Bar, por Sergio Bürmann, David Rodríguez e Nicolas de Poulpiquet
Verónica, por Aitor Berenguer, Gabriel Gutiérrez e Nicolas de Poulpiquet

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Handia, por Jon Serrano e David Heras
Oro, por Reyes Abades e Isidro Jiménez
Verónica, por Raúl Romanillos e David Heras
Zona hostil, por Reyes Abades e Curro Muñoz

MELHOR ANIMAÇÃO:
As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas
Deep
Nur eta Herensugearen tenplua

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Cantábrico, los dominios del oso pardo
Dancing Beethoven
Muchos hijos, un mono y un castillo
Saura(s)

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
Amazona (Colômbia)
Tempestad (México)
Uma Mulher Fantástica (Chile)
Zama (Argentina)

MELHOR FILME EUROPEU:
Assim é a Vida (França/Canadá/Bélgica)
Lady Macbeth (Reino Unido)
The Square – A Arte da Discórdia (Suécia)
Toni Erdmann (Alemanha)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Australia
Baraka
Como yo te amo
Extraños en la carretera
Madre

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Los desheredados
Primavera rosa en México
The Fourth Kingdom
Tribus de la Inquisición

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Colores
El ermitaño
Un día en el parque
Woody & Woody

Foto: Divulgação.

Corra!, de Jordan Peele, é eleito o melhor filme de 2017 pelos críticos de San Diego

por: Cinevitor

corrasandiegoLakeith Stanfield e Daniel Kaluuya em Corra!, de Jordan Peele: melhor filme.

A Associação de Críticos de Cinema de San Diego (San Diego Film Critics Society) tem como objetivo proporcionar diversas opiniões críticas sobre filmes, avançar na educação e na conscientização cinematográfica, além de reconhecer excelências no cinema desde 1996 quando realizou, pela primeira vez, o San Diego Film Critics Society’s Award elegendo o drama policial Fargo, de Joel e Ethan Coen, como o melhor filme daquele ano.

Neste ano, em sua 22ª edição, o suspense Corra!, de Jordan Peele, se consagrou como o grande campeão de 2017 segundo os críticos de San Diego. Lady Bird – A Hora de Voar, de Greta Gerwig, também foi premiado.

Conheça os vencedores do San Diego Film Critics Society’s Award 2017:

MELHOR FILME:
Corra!
2º lugar: Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR DIREÇÃO:
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar
2º Lugar: Christopher Nolan, por Dunkirk

MELHOR ATOR:
James McAvoy, por Fragmentado
2º Lugar: James Franco, por Artista do Desastre

MELHOR ATRIZ:
Sally Hawkins, por Maudie
2º Lugar: Sally Hawkins, por A Forma da Água

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime
2º lugar: Willem Dafoe, por Projeto Flórida

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (empate):
Allison Janney, por Eu, Tonya
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATUAÇÃO EM COMÉDIA:
Daniel Craig, por Logan Lucky – Roubo em Família
2º Lugar: James Franco, por Artista do Desastre

MELHOR ELENCO:
Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Corra!, escrito por Jordan Peele
2º Lugar: Lady Bird – A Hora de Voar, escrito por Greta Gerwig

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Artista do Desastre, escrito por Scott Neustadter e Michael H. Weber
2º Lugar: Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi, escrito por Virgil Williams e Dee Rees

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Jane, de Brett Morgen
2º Lugar: The Work, de Jairus McLeary e Gethin Aldous

MELHOR FOTOGRAFIA:
Dunkirk, por Hoyte Van Hoytema
2º Lugar: Z: A Cidade Perdida, por Darius Khondji

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Forma da Água, por Paul D. Austerberry
2º Lugar: Blade Runner 2049, por Alessandora Querzola e Dennis Gassner

MELHOR EDIÇÃO:
Em Ritmo de Fuga, por Jonathan Amos e Paul Machliss
2º Lugar: Dunkirk, por Lee Smith

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Planeta dos Macacos: A Guerra
2º Lugar (empate): A Bela e a Fera e Dunkirk

MELHOR FIGURINO (empate):
A Bela e a Fera, por Jacqueline Durran
Trama Fantasma, por Mark Bridges

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Minha Vida de Abobrinha
2º Lugar: O Poderoso Chefinho

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Thelma, de Joachim Trier (Noruega)
2º Lugar: 120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo (França)

MELHOR USO DE MÚSICA EM FILME:
Em Ritmo de Fuga
2º Lugar: Me Chame Pelo Seu Nome

ARTISTA REVELAÇÃO:
Timothée Chalamet
2º Lugar: Barry Keoghan

BODY OF WORK:
Michael Stuhlbarg, por The Post – A Guerra Secreta, Me Chame Pelo Seu Nome e A Forma da Água

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano, é eleito o melhor filme de 2017 pela APCA

por: Cinevitor

corpoeletricoapcaLucas Andrade e Kelner Macêdo em cena de Corpo Elétrico: melhor filme.

A Associação Paulista de Críticos de Artes anunciou nesta segunda-feira, 11/12, os vencedores do Prêmio APCA 2017, que conta com os melhores do ano nas seguintes categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Erudita, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão.

Em um comunicado oficial, divulgado na página da APCA no Facebook, o presidente Celso Curi disse: “Em momentos tão difíceis como este que as artes vêm enfrentando, é altamente inspirador encontrar uma produção artística potente e que atenda aos anseios do público e dos críticos”.

Na categoria Cinema, os críticos Luiz Carlos Merten, Orlando Margarido e Walter Cezar Addeo escolheram Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano, premiado em festivais internacionais, como o melhor filme do ano. A cerimônia de entrega dos prêmios aos artistas contemplados acontecerá em data a ser marcada no primeiro quadrimestre de 2018, ano em que a entidade celebra sua 61ª premiação.

Conheça os vencedores do Prêmio APCA 2017 na categoria de cinema:

MELHOR FILME:
Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano

MELHOR DIREÇÃO:
João Moreira Salles, por No Intenso Agora

MELHOR ROTEIRO:
Gabriel e a Montanha, escrito por Fellipe Barbosa, Kirill Mikhanovsky e Lucas Paraizo

MELHOR ATOR:
Vladimir Brichta, por Bingo: O Rei das Manhãs

MELHOR ATRIZ:
Clarisse Abujamra, por Como Nossos Pais

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Martírio, de Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho e Tatiana Almeida

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé (pelo processo de criação)

Foto: Divulgação.

Novo trailer de Jogador Nº1, de Steven Spielberg, é divulgado na CCXP 2017

por: Cinevitor

jogador1trailernovoTye Sheridan e Olivia Cooke em cena.

Durante a Comic Con Experience 2017, a Warner Bros. Pictures divulgou um novo trailer de Jogador Nº1, a aventura de ação e ficção científica dirigida por Steven Spielberg. O vídeo foi aplaudido de pé pelo público presente no painel da Warner durante a CCXP, que contou com a presença dos atores Tye Sheridan e Simon Pegg.

Baseado no livro homônimo de Ernest Cline, que se tornou um fenômeno mundial, o longa é ambientado em 2045, com o mundo à beira do caos e do colapso. Contudo, as pessoas encontraram refúgio no OASIS, um amplo universo de realidade virtual criado pelo genial e excêntrico James Halliday, papel de Mark Rylance. Quando Halliday morre, ele deixa sua fortuna para a primeira pessoa que encontrar um easter egg escondido por ele mesmo em algum lugar do OASIS, dando origem a uma competição mundial. Quando um jovem e improvável herói chamado Wade Watts, vivido por Tye Sheridan, decide participar da competição, ele é lançado a uma caça ao tesouro arriscada e capaz de distorcer a realidade através de um fantástico universo de mistérios, descobertas e perigos.

Com estreia prevista para o dia 29 de março de 2018, o longa conta também com Olivia Cooke, Ben Mendelsohn, T.J. Miller, Hannah John-Kamen, Julia Nickson, Letitia Wright e Ralph Ineson no elenco.

Confira o novo trailer de Jogador Nº1:

Foto: Divulgação.

Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2018

por: Cinevitor

merylthepostgloboMeryl Streep: recordista de indicações na história do Globo de Ouro.

Foram revelados na manhã desta segunda-feira, 11/12, os indicados ao 75º Globo de Ouro, um dos prêmios mais importantes do cinema e da TV. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 7 de janeiro de 2018 e será apresentada pelo ator Seth Meyers.

O anúncio foi realizado pelos atores Garrett Hedlund, Alfre Woodard, Kristen Bell e Sharon Stone no Beverly Hilton, em Beverly Hills, e também contou com a presença de Meher Tatna, presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), do produtor televisivo Barry Adelman e da embaixadora do Globo de Ouro, Simone Garcia Johnson, filha do ator Dwayne Johnson.

Meryl Streep, recordista do Globo de Ouro, recebeu sua 31ª indicação, desta vez na categoria de melhor atriz em drama por The Post – A Guerra Secreta. Ela também já ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille e levou oito estatuetas para casa por: Kramer vs. Kramer, A Mulher do Tenente Francês, A Escolha de Sofia, Adaptação, Angels in America (série de TV), O Diabo Veste Prada, Julie & Julia e A Dama de Ferro.

O Touro Ferdinando, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha, das franquias A Era do Gelo e Rio, também está na disputa na categoria de melhor longa de animação; o drama Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, foi indicado em três categorias.

Conheça os indicados ao Globo de Ouro 2018 nas categorias de cinema:

MELHOR FILME | DRAMA:
A Forma da Água
Dunkirk
Me Chame Pelo Seu Nome

The Post – A Guerra Secreta
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME | COMÉDIA/MUSICAL:
Artista do Desastre
Corra!
Eu, Tonya
Lady Bird: A Hora de Voar
O Rei do Show

MELHOR ATOR | DRAMA:
Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma
Denzel Washington, por Roman J. Israel, Esq.
Gary Oldman, por O Destino de Uma Nação
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome
Tom Hanks, por The Post – A Guerra Secreta

MELHOR ATRIZ | DRAMA:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime
Jessica Chastain, por A Grande Jogada
Meryl Streep, por The Post – A Guerra Secreta
Michelle Williams, por Todo o Dinheiro do Mundo
Sally Hawkins, por A Forma da Água

MELHOR ATOR | COMÉDIA/MUSICAL:
Ansel Elgort, por Em Ritmo de Fuga
Daniel Kaluuya, por Corra!
James Franco, por Artista do Desastre
Hugh Jackman, por O Rei do Show
Steve Carell, por A Guerra dos Sexos

MELHOR ATRIZ | COMÉDIA/MUSICAL:
Emma Stone, por A Guerra dos Sexos
Helen Mirren, por The Leisure Seeker
Judi Dench, por Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha
Margot Robbie, por Eu, Tonya
Saoirse Ronan, por Lady Bird – A Hora de Voar

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Armie Hammer, por Me Chame Pelo Seu Nome
Christopher Plummer, por Todo o Dinheiro do Mundo
Richard Jenkins, por A Forma da Água
Sam Rockwell, por Três Anúncios Para um Crime
Willem Dafoe, por Projeto Flórida

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Allison Janney, por Eu, Tonya
Hong Chau, por Pequena Grande Vida
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar
Mary J. Blige, por Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi
Octavia Spencer, por A Forma da Água

MELHOR DIREÇÃO:
Christopher Nolan, por Dunkirk
Guillermo del Toro, por A Forma da Água
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime
Ridley Scott, por Todo o Dinheiro do Mundo
Steven Spielberg, por The Post – A Guerra Secreta

MELHOR ROTEIRO:
A Forma da Água
A Grande Jogada
Lady Bird: A Hora de Voar
The Post – A Guerra Secreta
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR FILME EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:
Em Pedaços, de Fatih Akin (Alemanha/França)
First They Killed My Father, de Angelina Jolie (Camboja)
Loveless, de Andrey Zvyagintsev (Rússia)
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia)
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO:
Com Amor, Van Gogh
O Poderoso Chefinho
O Touro Ferdinando
The Breadwinner
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Forma da Água
Dunkirk
The Post – A Guerra Secreta
Trama Fantasma
Três Anúncios Para um Crime

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Home, interpretada por Nick Jonas (O Touro Ferdinando)
Mighty River, interpretada por Mary J. Blige (Mudbound – Lágrimas Sobre o Mississipi)
Remember Me, interpretada por Miguel (Viva – A Vida é uma Festa)
The Star, interpretada por Mariah Carey (A Estrela de Belém)
This is Me, interpretada por Keala Settle (O Rei do Show)

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2017

por: Cinevitor

gods2bifaAlec Secareanu e Josh O’Connor em God’s Own Country: premiado.

O British Independent Film Awards foi criado em 1998 por Elliot Grove e Suzanne Ballantyne, fundadores do Raindance Film Festival, com o objetivo de celebrar o cinema britânico financiado de forma independente, homenageando novos talentos e promovendo tais produções para o grande público.

Neste ano, em sua 20ª edição, os vencedores do BIFA 2017 foram anunciados neste domingo, 10/12, e o drama God’s Own Country, de Francis Lee, se consagrou como o grande campeão com o prêmio de melhor filme britânico independente, além de vencer em outras três categorias; a atriz Vanessa Redgrave foi homenageada com o Richard Harris Award e o ator britânico Gary Oldman recebeu o Prêmio Variety.

Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2017:

MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE:
God’s Own Country

MELHOR ROTEIRO:
Lady Macbeth, escrito por Alice Birch

MELHOR DIREÇÃO:
Rungano Nyoni, por I Am Not a Witch

MELHOR ATOR:
Josh O’Connor, por God’s Own Country

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Simon Russell Beale, por The Death of Stalin

MELHOR ATRIZ:
Florence Pugh, por Lady Macbeth

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Patricia Clarkson, por A Festa

REVELAÇÃO | MOST PROMISING NEWCOMER:
Naomi Ackie, por Lady Macbeth

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | PRÊMIO DOUGLAS HICKOX:
Rungano Nyoni, por I Am Not a Witch

MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE:
Francis Lee, por God’s Own Country

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Almost Heaven, de Carol Salter

MELHOR FILME ESTRANGEIRO INDEPENDENTE:
Corra! (Get Out), de Jordan Peele (EUA)

MELHOR ELENCO:
The Death of Stalin, por Sarah Crowe

MELHOR FOTOGRAFIA:
Lady Macbeth, por Ari Wegner

MELHOR FIGURINO:
Lady Macbeth, por Holly Waddington

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
The Death of Stalin, por Nicole Stafford

MELHOR EDIÇÃO:
Três Anúncios Para um Crime, por Jon Gregory

MELHOR TRILHA SONORA:
Três Anúncios Para um Crime, por Carter Burwell

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
The Death of Stalin, por Cristina Casali

MELHOR SOM:
God’s Own Country, por Anna Bertmark

MELHORES EFEITOS:
The Ritual, por Nick Allder e Ben White

PRÊMIO DISCOVERY:
In Another Life

PRODUTOR REVELAÇÃO:
Emily Morgan, por I Am Not a Witch

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Fish Story, de Charlie Lyne

Foto: Divulgação.

The Square, de Ruben Östlund, é o grande vencedor do European Film Awards 2017

por: Cinevitor

squareefaRuben Östlund, diretor do sueco The Square: premiado.

Os vencedores do 30º European Film Awards, premiação criada pela European Film Academy que elege as melhores produções cinematográficas europeias, foram anunciados neste sábado, 9/12, em Berlim. Os premiados foram escolhidos pelos membros da EFA, que conta com mais de três mil integrantes.

O sueco The Square, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, se consagrou como o grande campeão desta edição com seis prêmios. Além disso, a atriz francesa Julie Delpy e o cineasta russo Alexandr Sokurov receberam prêmios especiais por suas carreiras.

Conheça os vencedores do European Film Awards 2017:

MELHOR FILME EUROPEU:
The Square, de Ruben Östlund

MELHOR DIREÇÃO:
Ruben Östlund, por The Square

MELHOR ATRIZ:
Alexandra Borbély, por Corpo e Alma

MELHOR ATOR:
Claes Bang, por The Square

MELHOR ROTEIRO:
The Square, escrito por Ruben Östlund

MELHOR FILME EUROPEU DE COMÉDIA:
The Square, de Ruben Östlund

MELHOR DOCUMENTÁRIO EUROPEU:
Komunia (Communion), de Anna Zamecka

MELHOR FILME EUROPEU DE ANIMAÇÃO:
Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman

EUROPEAN DISCOVERY | PRÊMIO FIPRESCI:
Lady Macbeth, de William Oldroyd

MELHOR FOTOGRAFIA | PRÊMIO CARLO DI PALMA:
Loveless, por Mikhail Krichman 

MELHOR EDIÇÃO:
120 Batimentos por Minuto, por Robin Campillo

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
The Square, por Josefin Åsberg

MELHOR FIGURINO:
Rastros, por Katarzyna Lewinska

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Amaldiçoada (Brimstone), por Leendert Van Nimwegen

MELHOR TRILHA SONORA:
Loveless, por Evgueni Galperine e Sacha Galperine

MELHOR SOM:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Oriol Tarragó

MELHOR CURTA-METRAGEM EUROPEU:
Timecode, de Juanjo Giménez

Foto: Divulgação.

IDA Documentary Awards 2017: Dina é eleito o melhor documentário do ano

por: Cinevitor

dinaIDADina Buno e Scott Levin no documentário Dina: premiado.

Os vencedores do 33º IDA Documentary Awards, premiação realizada pela International Documentary Association, que elege os documentários mais inovadores do ano, na TV e no cinema, foram anunciados na sexta-feira, 9/12, no Paramount Theatre, em Oakland, na Califórnia.

Dirigido por Antonio Santini e Dan Sickles, Dina, vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Sundance deste ano, levou o prêmio de melhor documentário e mostra uma história de amor não convencional entre uma excêntrica mulher suburbana e um funcionário do Walmart.

Como de costume, o IDA entrega o Prêmio Courage Under Fire para um documentarista que “exibe uma bravura visível na busca da verdade”. Porém, neste ano, quatro filmes foram homenageados: “Reconhecemos que os cineastas muitas vezes assumem riscos pessoais para mostrar histórias essenciais. Este ano, por conta do conflito traumático na Síria, que foi documentado por vários cineastas extraordinariamente valentes e à frente de suas contribuições para o campo documental, decidimos honrar quatro filmes com temas sobre a guerra na Síria”, diz o comunicado oficial.

Além disso, três importantes nomes da sétima arte foram homenageados nesta 33ª edição: a roteirista Lourdes Portillo; a cineasta Abigail Disney; e o produtor televisivo Yance Ford.

Conheça os vencedores do IDA Documentary Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Dina, de Antonio Santini e Dan Sickles

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM:
Edith+Eddie, de Laura Checkoway

PRÊMIO ABC NEWS VIDEOSOURCE:
LA 92, de Dan Lindsay e TJ Martin

MELHOR FOTOGRAFIA:
Máquinas (Machines), por Rodrigo Trejo Villanueva

MELHOR EDIÇÃO:
Dawson City: Frozen Time, por Bill Morrison

MELHOR ROTEIRO:
Donkeyote, escrito por Chico Pereira, Manuel Pereira e Gabriel Molera

MELHOR TRILHA SONORA:
Brimstone & Glory, por Dan Romer e Benh Zeitlin

PRÊMIO PARE LORENTZ:
Watani: My Homeland, de Marcel Mettelsiefen
Menção Especial: Intent to Destroy, de Joe Berlinger

PRÊMIO DAVID L. WOLPER | STUDENT DOCUMENTARY:
Man on Fire, de Joel Fendelman

PRÊMIO COURAGE UNDER FIRE:
Cidade de Fantasmas (City of Ghosts), de Matthew Heineman
Cries from Syria, de Evgeny Afineevsky
Hell on Earth: The Fall of Syria and the Rise of ISIS, de Sebastian Junger e Nick Quested
Últimos Homens em Aleppo (De sidste mænd i Aleppo), de Firas Fayyad

Foto: Divulgação.

Cahiers du Cinéma elege os dez melhores filmes de 2017 com Twin Peaks, de David Lynch, no topo da lista

por: Cinevitor

twincahiersLaura Dern em Twin Peaks: dirigida por David Lynch.

Fundada em 1951, a revista francesa Cahiers du Cinéma é considera uma das mais prestigiadas publicações sobre a sétima arte. Como de costume, na edição de dezembro, a redação divulga uma lista com os 10 melhores filmes do ano.

Para os críticos da revista, o melhor filme de 2017 é uma série. Twin Peaks, criada por David Lynch e Mark Frost, fez muito sucesso na década de 1990, sendo considerada uma produção revolucionária e um dos programas mais assistidos da época. Com duas temporadas, o último episódio foi exibido no dia 10 de junho de 1991. Agora, 26 anos depois, os criadores surpreenderam o público com o retorno do seriado, que chegou a ser exibido em uma sessão especial no Festival de Cannes deste ano.

O editorial da 739ª edição da Cahiers du Cinéma, assinado por Stéphane Delorme, diz: “Twin Peaks foi escolhido por unanimidade. O esforço sobre-humano de David Lynch dá origem a um ‘filme’ de 18 horas, em suas próprias palavras; um filme dividido em diferentes partes que se parece com uma série dividida em episódios. O grande paradoxo deste ano é que os dois filmes mais poéticos foram produzidos precisamente pela televisão. Twin Peaks e Jeannette: A Infância de Joana D’Arc. Bruno Dumont e Lynch conseguiram acelerar o ritmo, enquanto no cinema, o tempo entre as filmagens é maior e mais longo. Porém, nosso TOP 10 também revela como o ano no cinema foi americano, com sete filmes na lista”.

Conheça o Top 10 2017 da Cahiers du Cinéma:

1º: Twin Peaks, de David Lynch (EUA)
2º: Jeannette: A Infância de Joana D’Arc, de Bruno Dumont (França)
3º: Certas Mulheres, de Kelly Reichardt (EUA)
4º: Corra!, de Jordan Peele (EUA)
5º: O Dia Depois (Geu-hu), de Hong Sang-soo (Coreia do Sul)
6º: O Amante de Um Dia (L’amant d’un jour), de Philippe Garrel (França)
7º: Bom Comportamento, de Benny Safdie e Josh Safdie (EUA)
8º: Fragmentado, de M. Night Shyamalan (EUA/Japão)
9º: Jackie, de Pablo Larraín (Chile/França/EUA/Hong Kong)
10º: A Longa Caminhada de Billy Lynn, de Ang Lee (Reino Unido/China/EUA)

Foto: Divulgação/Showtime.

American Film Institute divulga lista com os 10 melhores filmes e séries de 2017

por: Cinevitor

floridaafiWillem Dafoe e Brooklynn Prince em Projeto Flórida, de Sean Baker.

O American Film Institute divulgou nesta quinta-feira, 7/12, sua tradicional lista com os dez melhores filmes e séries do ano, considerados artisticamente significativos. A premiação acontece desde o ano 2000 e tem como objetivo honrar produções americanas que contribuem para um legado cultural coletivo.

Os vencedores são escolhidos por um júri formado por estudiosos, artistas de cinema e televisão, críticos e conselheiros do AFI, que determinam os destaques do ano reconhecendo a natureza colaborativa da arte.

Vale lembrar que o AFI é também especializado em treinar novos diretores em seu conservatório e na preservação de filmes antigos. Apesar de seu nome, a organização não se foca exclusivamente no cinema, mas também em televisão e em vídeos. Neste ano, a minissérie The Vietnam War receberá um Prêmio Especial na cerimônia oficial, que acontecerá no dia 5 de janeiro de 2018.

Conheça a seleção oficial do AFI Awards 2017:

FILMES DO ANO:
A Forma da Água
Corra!
Doentes de Amor
Dunkirk
Lady Bird: A Hora de Voar
Me Chame Pelo Seu Nome
Mulher-Maravilha
Projeto Flórida
The Post – A Guerra Secreta
Três Anúncios Para um Crime

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Foto: Divulgação.

Com Chris Pratt, primeiro trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado é divulgado

por: Cinevitor

novojurassictrailer1Chris Pratt em cena: trailer lançado em primeira mão na Comic Con Experience 2017.

A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado, no original Jurassic World: Fallen Kingdom, sequência da franquia baseada na icônica Jurassic Park, criada por Steven Spielberg, em 1993.

A prévia foi lançada nesta quinta-feira, 7/12, em primeira mão, para os fãs brasileiros na CCXP, em São Paulo, em painel dedicado ao filme com a presença do diretor J.A. Bayona e do produtor executivo e roteirista Colin Trevorrow.

A nova produção traz de volta toda a nostalgia, aventura e emoção de uma das franquias mais populares do cinema. O filme conta com Steven Spielberg como produtor executivo, ao lado de Colin Trevorrow, responsável pela direção de Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, uma das bilheterias mais expressivas de 2015 com mais de R$ 90 milhões em renda, somente no Brasil.

O elenco conta com Chris Pratt, Bryce Dallas Howard, James Cromwell, Ted Levine, Justice Smith, Geraldine Chaplin, Daniella Pineda, Toby Jones, Rafe Spall, BD Wong e Jeff Goldblum.

Confira o primeiro trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado, que tem estreia marcada para o dia 21 de junho de 2018:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Academia divulga lista com 15 documentários que seguem na disputa pelo Oscar 2018

por: Cinevitor

visagespreoscarAgnès Varda e JR em cena de Visages, Villages: selecionado.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou, nesta quinta-feira, 07/12, uma lista com 15 documentários que seguem na disputa pela estatueta dourada no Oscar 2018. Neste ano, 170 filmes foram qualificados para a categoria e, a partir de agora, uma comissão especializada no gênero terá a função de escolher os cinco finalistas, que serão anunciados no dia 23 de janeiro de 2018.

Vale lembrar que as produções apresentadas nesta lista também podem concorrer em outras categorias do Oscar 2018, que acontecerá no dia 4 de março, no Dolby Theatre, em Hollywood.

Conheça os 15 documentários que disputam uma vaga entre os finalistas da 90ª edição do Oscar:

Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar (Abacus: Small Enough to Jail), de Steve James
Cidade de Fantasmas (City of Ghosts), de Matthew Heineman
Em Busca dos Corais (Chasing Coral)
, de Jeff Orlowski*
Ex Libris: Biblioteca Pública de Nova York (Ex Libris: The New York Public Library), de Frederick Wiseman
Human Flow: Não Existe Lar Se Não Há Para Onde Ir, de Ai Weiwei
Ícaro (Icarus), de Bryan Fogel*
Jane, de Brett Morgen
LA 92, de Daniel Lindsay e T.J. Martin
Long Strange Trip: A Viagem do Grateful Dead, de Amir Bar-Lev
One of Us, de Heidi Ewing e Rachel Grady*
Strong Island, de Yance Ford*
Últimos Homens em Aleppo (Last Men in Aleppo/De sidste mænd i Aleppo), de Firas Fayyad
Uma Verdade Mais Inconveniente (An Inconvenient Sequel: Truth to Power), de Bonni Cohen e Jon Shenk
Unrest, de Jennifer Brea*
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

*Disponíveis na Netflix.

Foto: Divulgação.