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Conheça os indicados ao Independent Spirit Awards 2019; filme brasileiro está na disputa

por: Cinevitor

socratesspirit2019Christian Malheiros, no brasileiro Sócrates: indicado.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 16/11, os indicados ao Independent Spirit Awards 2019, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. O anúncio aconteceu em Hollywood e foi apresentado pelas atrizes Gemma Chan e Molly Shannon.

Vale destacar a presença do brasileiro Sócrates, de Alex Moratto, indicado em três categorias: melhor ator para Christian Malheiros, Prêmio John Cassavetes e Someone to Watch Award, que reconhece o talento de um cineasta com uma visão singular que ainda não recebeu grande reconhecimento.

Conheça os indicados ao Independent Spirit Awards 2019, conhecido como o Oscar do cinema independente, que acontecerá no dia 23 de fevereiro:

MELHOR FILME:
First Reformed
Leave No Trace
Oitava Série (Eighth Grade)
Se a Rua Beale Falasse (If Beale Street Could Talk)
Você Nunca Esteve Realmente Aqui (You Were Never Really Here)

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Se a Rua Beale Falasse
Debra Granik, por Leave No Trace
Lynne Ramsay, por Você Nunca Esteve Realmente Aqui
Paul Schrader, por First Reformed
Tamara Jenkins, por Mais uma Chance (Private Life)

MELHOR ROTEIRO:
Colette, escrito por Richard Glatzer, Rebecca Lenkiewicz e Wash Westmoreland
First Reformed, escrito por Paul Schrader
Mais uma Chance, escrito por Tamara Jenkins
Poderia me Perdoar? (Can You Ever Forgive Me?), escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty
Sorry to Bother You, escrito por Boots Riley

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Hereditário (Hereditary)
O Conto (The Tale)
Sorry to Bother You
Vida Selvagem (Wildlife)
We the Animals

MELHOR PRIMEIRO ROTEIRO:
Blame, escrito por Quinn Shephard e Laurie Shephard
Nancy, escrito por Christina Choe
O Conto, escrito por Jennifer Fox
Oitava Série, escrito por Bo Burnham
Thoroughbreds, escrito por Cory Finley

MELHOR ATOR:
Christian Malheiros, por Sócrates
Daveed Diggs, por Blindspotting
Ethan Hawke, por First Reformed
Joaquin Phoenix, por Você Nunca Esteve Realmente Aqui
John Cho, por Buscando… (Searching)

MELHOR ATRIZ:
Carey Mulligan, por Vida Selvagem
Elsie Fisher, por Oitava Série
Glenn Close, por A Esposa (The Wife)
Helena Howard, por Madeline’s Madeline
Regina Hall, por Support the Girls
Toni Collette, por Hereditário

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
J. Smith-Cameron, por Nancy
Kayli Carter, por Mais uma Chance
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse
Thomasin Harcourt McKenzie, por Leave No Trace
Tyne Daly, por A Bread Factory

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Adam Driver, por Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman)
John David Washington, por Monsters and Men
Josh Hamilton, por Oitava Série
Raúl Castillo, por We the Animals
Richard E. Grant, por Poderia me Perdoar?

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Hale County This Morning, This Evening
Minding the Gap
Of Fathers and Sons
On Her Shoulders
Shirkers
Won’t You Be My Neighbor?

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Favorita, de Yorgos Lanthimos (Reino Unido)
Assunto de Família (Manbiki kazoku), de Hirokazu Kore-eda (Japão)
Em Chamas (Beoning), de Chang-dong Lee (Coreia do Sul)
Lazzaro Felice, de Alice Rohrwacher (Itália)
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR FOTOGRAFIA:
Madeline’s Madeline, por Ashley Connor
Mandy, por Benjamin Loeb
Suspiria, por Sayombhu Mukdeeprom
Vida Selvagem, por Diego Garcia
We the Animals, por Zak Mulligan

MELHOR EDIÇÃO:
American Animals, por Luke Dunkley, Nick Fenton, Chris Gill e Julian Hart
Mid90s, por Nick Houy
O Conto, por Anne Fabini, Alex Hall e Gary Levy
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Joe Bini
We the Animals, por Keiko Deguchi, Brian A. Kates e Jeremiah Zagar

PRÊMIO JOHN CASSAVETES:
A Bread Factory, de Patrick Wang (EUA)
En el Séptimo Día, de Jim McKay (EUA)
Never Goin’ Back, de Augustine Frizzell (EUA)
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)
Thunder Road, de Jim Cummings (EUA)

BONNIE AWARD SPONSORED BY AMERICAN AIRLINES:
Debra Granik
Karyn Kusama
Tamara Jenkins

PRODUCERS AWARD:
Gabrielle Nadig
Jonathan Duffy and Kelly Williams
Shrihari Sathe

SOMEONE TO WATCH AWARD:
Lemonade, de Ioana Uricaru (Romênia/Canadá/Alemanha/Suécia)
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)
We the Animals, de Jeremiah Zagar (EUA)

TRUER THAN FICTION AWARD:
Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross
Minding the Gap, de Bing Liu
On Her Shoulders, de Alexandria Bombach

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO:
Suspiria, de Luca Guadagnino

Foto: Divulgação/Querô Filmes.

Conheça os filmes selecionados para o Los Angeles Brazilian Film Festival 2018

por: Cinevitor

segredodavilosangelesAndre Hendges e Nicolas Prattes em cena de O Segredo de Davi, de Diego Freitas.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 14/11, os filmes selecionados para a 11ª edição do Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF). O evento é reconhecido como um dos mais importantes festivais de cinema brasileiro fora do Brasil.

Neste ano, 41 filmes serão exibidos ao longo da programação do LABRFF, entre curtas e longas, que acontecerá entre os dias 16 e 20 de dezembro. Além disso, nesta edição, será realizada uma homenagem especial ao Cinema Brasileiro Negro.

Os vencedores receberão um troféu criado pela artista brasileira Sandra Zebi, juntamente com prêmios em serviços de produção patrocinados pela Naymar e Cia Rio.

Conheça os filmes selecionados para o LABRFF 2018:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS:

A Cabeça de Gumercindo Saraiva, de Tabajara Ruas
A Pedra da Serpente, de Fernando Sanches
Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian
B.O. Baixo Orçamento, de Daniel Belmonte e Pedro Cadore
Coração de Cowboy, de Gui Pereira
Ferrugem, de Aly Muritiba
Não Se Aceitam Devoluções, de André Moraes
O Segredo de Davi, de Diego Freitas
Possessões, de Tiago Santiago
Simonal, de Leonardo Domingues
Trabalho Sujo
, de Hélio Martins Jr.
SP: Crônicas de uma Cidade Real, de Elder Fraga

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIOS:

Aqualoucos, de Victor Ribeiro
Badi, de Edu Felistoque
Codinome Clemente, de Isa Alburquerque
Inquilino de Deus, de Alfredo Avila e Edward Vela
Marcia Haydée, de Marco Altberg
O Brasileiro, de Lucia Barata
Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, de Pedro Gui
Torre das Donzelas, de Susanna Lira

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS:

2017, de Pryka Almeida
#Feique, de Alexandre Mandarino e Pedro Lucas de Castro
Bem-vindo de Volta, de Lucas Vasconcelos
Dedico Essa Obra a Você, Alice, de Patrick Hanser
Distúrbio, de Claudia Pinheiro
Oceano, de Priscila Guedes
Ontem, de Thiago Kistenmacker
Restinga, de Allan Souza Lima
Tenha um Ótimo Dia, de Willy Hajli

COMPETIÇÃO | CINEMA NEGRO BRASILEIRO:

Cabelo Bom, de Claudia Alves
Eu Preciso Destas Palavras Escritas, de Milena Manfredini
Meu Preço, de Hsu Chien
Nosso Sagrado, de Gabriel Barbosa, Fernando Souza e Jorge Santana
Rainha, de Sabrina Fidalgo
Tempo, de Victor Uchôa

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS | INTERNACIONAL:

13 de Novembro (November 13), de Ben-Hur Pondé
Cinzas (Ashes), de Edson Celulari
Coda, de Artur Andrade
Duke, de Thiago Dadalt
Headway, de Camila Rizzo
Lady Labyrinth, de Jo Pratta
Ofelia, de Fabiola Stevenson
O Sonho (The Dream), de André Mattos
The Countries We Love, de Priscila Zortea
Um Toque de Aurora (A Touch of Aurora), de Aditya Patwardhan
Walter, de Helena Sardinha
While you Pray, de Luciano de Lima

Foto: Divulgação/Parakino Filmes.

Morre, aos 95 anos, Stan Lee, criador de diversos super-heróis da Marvel

por: Cinevitor

stanleemorreO lendário Stan Lee: um dos nomes mais importantes dos quadrinhos.

Morreu nesta segunda-feira, 12/11, aos 95 anos, o escritor de quadrinhos e editor americano Stan Lee, que ficou conhecido por criar diversos super-heróis na Marvel Comics, como: Homem-Aranha, Hulk, Doutor Estranho, Quarteto Fantástico, Demolidor, Pantera Negra e X-Men.

As informações foram divulgadas na imprensa internacional pelo advogado da família. Segundo o relato, Lee foi levado ao Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, às pressas, mas não resistiu. A causa da morte ainda não foi revelada.

Antes de se tornar editor-chefe e presidente da Marvel Comics, onde atualmente ocupava o cargo de presidente emérito e fazia parte do conselho editorial, Stan Lee chegou a trabalhar em um jornal escrevendo obituários, foi office boy de um fábrica manufatureira e lanterninha do Teatro Rivoli, na Broadway.

Quando adolescente, Lee trabalhou para o editor Martin Goodman, na Timely Comics, que mais tarde se tornaria a Marvel Comics. Seu primeiro trabalho publicado foi uma página na revista do Capitão América, em 1941. Durante a Segunda Guerra Mundial, alistou-se no exército americano e serviu na parte de comunicação. Depois disso, voltou para a editora.

No início dos anos 1960, Stan Lee cogitou abandonar a carreira. Porém, aconselhado por sua mulher e com a ajuda de Jack Kirby, criou novos super-heróis para a Marvel Comics, que acabaram fazendo grande sucesso com o público, aumentando as vendas e transformando a editora em uma potência.

O primeiro trabalho conjunto entre Lee e Jack Kirby foi o Quarteto Fantástico. A popularidade foi instantânea e os ilustradores da Marvel produziram diversos novos títulos. Lee criou o Incrível Hulk, o Homem de Ferro, Thor e os X-Men com Kirby; Demolidor com Bill Everett; Doutor Estranho e o Homem-Aranha, com Steve Ditko. E também criou o Capitão Marvel.

O próprio Lee deixou a Marvel, depois de várias mudanças administrativas, em 1972, mas manteve o título de presidente emérito durante toda a vida. Apesar de não estar mais diretamente envolvido com a empresa, ficou conhecido por suas divertidas participações especiais em diversos filmes da Marvel, como: Deadpool, Guardiões da Galáxia, Homem-Formiga, entre muitos outros.

Ao longo de sua carreira foi consagrado com importantes prêmios, como no PGA Awards, Producers Guild Awards, premiação realizada pelo Sindicato dos Produtores da América, no qual recebeu o Vanguard Award. Em 2011, ganhou uma estrela na calçada da fama, em Hollywood.

Foto: Frazer Harrison.

Festival do Rio 2018: conheça os vencedores

por: Cinevitor

tintabrutavencerioA equipe de Tinta Bruta no palco: premiados.

Foram anunciados na noite deste domingo, 11/11, os vencedores do Festival do Rio 2018. Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, se consagrou como o grande campeão da 20ª edição e recebeu o Prêmio Petrobras no valor de 200 mil reais e o Troféu Redentor de melhor filme de ficção, além de vencer em outras duas categorias.

O júri da Première Brasil foi presidido pela cineasta e roteirista Lúcia Murat e composto por Joel Zito Araújo, diretor; Hebe Tabachnik, curadora e programadora de festivais; Koby Gal-Raday, produtor; e Thomas Ordonneau, produtor.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival do Rio 2018:

PREMIÈRE BRASIL | MOSTRA COMPETITIVA:

MELHOR FILME DE FICÇÃO: Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Torre das Donzelas, de Susanna Lira
MELHOR DIREÇÃO | FICÇÃO: João Salaviza e Renée Nader Messora, por Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos
MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO: Susanna Lira, por Torre das Donzelas
MENÇÃO HONROSA | DIREÇÃO DE DOCUMENTÁRIO: Daniel Gonçalves, por Meu Nome é Daniel
MELHOR ATRIZ: Itala Nandi, por Domingo
MELHOR ATOR: Shico Menegat, por Tinta Bruta e Valmir do Côco, por Azougue Nazaré
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Eliane Giardini, por Deslembro
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Bruno Fernandes, por Tinta Bruta
MELHOR FOTOGRAFIA: Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, por Renée Nader Messora
MELHOR MONTAGEM: Azougue Nazaré, por André Sampaio
MELHOR ROTEIRO: Tinta Bruta, escrito por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Azougue Nazaré, de Tiago Melo
MELHOR FILME DE FICÇÃO | VOTO POPULAR: Deslembro, de Flavia Castro
MELHOR DOCUMENTÁRIO | VOTO POPULAR: Torre das Donzelas, de Susanna Lira

PRÊMIO DA CRÍTICA | FIPRESCI: Deslembro, de Flavia Castro

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI OFICIAL: O Órfão, de Carolina Markowicz
MELHOR CURTA-METRAGEM | VOTO POPULAR: Você Não me Conhece, de Rodrigo Séllos
MENÇÃO HONROSA: Universo Preto Paralelo, de Rubens Passaro

MOSTRA PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS:

MELHOR LONGA-METRAGEM: Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio
MELHOR CURTA-METRAGEM: Lembra, de Leonardo Martinelli
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes

MENÇÃO HONROSA: Mormaço, de Marina Meliande
MENÇÃO HONROSA: Eduarda Fernandes pela atuação em Luna, de Cris Azzi
MENÇÃO HONROSA: Alexandre Amador pela atuação em Vigia, de João Victor Borges
MENÇÃO HONROSA: Verónica Valenttino pela atuação em Jéssika, de Galba Gogóia

PRÊMIO FELIX:

MELHOR FILME DE FICÇÃO: Sócrates, de Alex Moratto
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Obscuro Barroco, de Evangelia Kranioti
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes

MOSTRA GERAÇÃO:

MELHOR FILME: Shade – Entre Bruxas e Heróis, de Rasko Miljkovic

Foto: Divulgação.

Conheça os indicados ao European Film Awards 2018

por: Cinevitor

guerrafriaeuropeanTomasz Kot e Joanna Kulig em Guerra Fria, de Pawel Pawlikowski.

Foram anunciados neste sábado, 10/11, os indicados ao 31º European Film Awards, premiação criada pela European Film Academy que elege as melhores produções cinematográficas europeias. Os vencedores serão escolhidos pelos membros da EFA, que conta com mais de três mil integrantes, e serão anunciados no dia 15 de dezembro, em Sevilha, na Espanha.

O polonês Guerra Fria, vencedor do prêmio de melhor direção para Pawel Pawlikowski no Festival de Cannes deste ano, lidera a lista com cinco indicações. Além disso, alguns prêmios já foram anunciados antes da cerimônia oficial, como: melhor maquiagem, fotografia, entre outros.

Neste ano, o cineasta grego Costa-Gavras será homenageado com um prêmio honorário pelo conjunto de sua obra. O ator britânico Ralph Fiennes receberá o European Achievement in World Cinema Award pelo reconhecimento de sua carreira e a atriz espanhola Carmen Maura será consagrada com o Lifetime Achievement Award.

Confira a lista completa com os indicados ao European Film Awards 2018:

MELHOR FILME EUROPEU:
Dogman, de Matteo Garrone (Itália/França)
Girl, de Lukas Dhont (Holanda/Bélgica)
Gräns, de Ali Abbasi (Suécia/Dinamarca)
Guerra Fria (Zimna wojna), de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)
Lazzaro felice, de Alice Rohrwacher (Itália/Suíça/França/Alemanha)

MELHOR DIREÇÃO:
Ali Abbasi, por Gräns (Border)
Alice Rohrwacher, por Lazzaro felice
Matteo Garrone, por Dogman
Pawel Pawlikowski, por Guerra Fria
Samuel Maoz, por Foxtrot

MELHOR ATRIZ EUROPEIA:
Alba Rohrwacher, por Lazzaro felice
Bárbara Lennie, por Petra
Eva Melander, por Gräns
Halldóra Geirharðsdóttir, por Uma Mulher em Guerra
Joanna Kulig, por Guerra Fria
Marie Bäumer, por 3 Dias em Quiberon (3 Tage in Quiberon)

MELHOR ATOR EUROPEU:
Jakob Cedergren, por Culpa
Marcello Fonte, por Dogman
Rupert Everett, por O Príncipe Feliz (The Happy Prince)
Sverrir Gudnason, por Borg vs McEnroe
Tomasz Kot, por Guerra Fria
Victor Polster, por Girl

MELHOR ROTEIRO:
Culpa, escrito por Gustav Möller e Emil Nygaard Albertsen
Dogman, escrito por Matteo Garrone, Ugo Chiti e Massimo Gaudioso
Gräns (Border), escrito por Ali Abbasi, Isabella Eklöf e John Ajvide Lindqvist
Guerra Fria, escrito por Pawel Pawlikowski
Lazzaro felice, escrito por Alice Rohrwacher

MELHOR FILME EUROPEU DE COMÉDIA:
Assim é a Vida (Le sens de la fête), de Olivier Nakache e Éric Toledano (Bélgica/Canadá/França)
A Morte de Stalin, de Armando Iannucci (França/Reino Unido/Bélgica/Canadá)
Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt (Portugal/França/Brasil)

MELHOR DOCUMENTÁRIO EUROPEU:
A Woman Captured, de Bernadett Tuza-Ritter (Hungria)
Bergman – 100 anos (Bergman – ett år, ett liv), de Jane Magnusson (Suécia/Noruega)
Of Fathers and Sons (Kinder des Kalifats), de Talal Derki (Alemanha/EUA/Síria/Líbano/Holanda/Qatar)
The Distant Barking of Dogs, de Simon Lereng Wilmont (Dinamarca)
The Silence of Others, de Robert Bahar e Almudena Carracedo (Espanha/EUA/Canadá/França)

MELHOR FILME EUROPEU DE ANIMAÇÃO:
A Ganha-Pão (The Breadwinner), de Nora Twomey (Irlanda/Canadá/Luxemburgo/EUA)
Another Day of Life, de Raúl de la Fuente e Damian Nenow (Polônia/Espanha/Alemanha/Bélgica/Hungria)
Croc-Blanc (White Fang), de Alexandre Espigares (França/Luxemburgo/EUA)
O Homem das Cavernas (Early Man), de Nick Park (Reino Unido/EUA/França)

EUROPEAN DISCOVERY | PRÊMIO FIPRESCI:
Aqueles que Estão Bem (Dene wos guet geit), de Cyril Schäublin (Suíça)
Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)
Girl, de Lukas Dhont (Holanda/Bélgica)
Não me Toque (Touch Me Not), de Adina Pintilie (Romênia/Alemanha/República Checa/Bulgária/França)
Scary Mother, de Ana Urushadze (Geórgia/Estônia)
Um Dia (Egy nap), de Zsófia Szilágyi (Hungria)

MELHOR CURTA-METRAGEM EUROPEU:
Aquaparque, de Ana Moreira (Portugal)
Burkina Brandenburg Komplex, de Ulu Braun (Alemanha)
Vypusk ’97 (Graduation ’97), de Pavlo Ostrikov (Ucrânia)
I Signed the Petition, de Mahdi Fleifel (Alemanha/Suíça/Reino Unido)
Kapitalistis, de Pablo Munoz Gomez (Bélgica/França)
Kontener, de Sebastian Lang (Alemanha)
Meryem, de Reber Dosky (Holanda)
Prisoner of Society, de Rati Tsiteladze (Geórgia)
Lâchez les chiens (Release the dogs), de Manue Fleytoux (França/Bélgica)
Shame (Cpam), de Petar Krumov (Bulgária)
The Escape (L’Échappée), de Laëtitia Martinoni (França)
The Years (Gli Anni), de Sara Fgaier (Itália/França)
Los que desean (Those who Desire), de Elena López Riera (Suíça/Espanha)
What’s The Damage, de Heather Phillipson (Reino Unido)
Wildebeest, de Nicolas Keppens e Matthias Phlips (Bélgica)

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Dogman, por Lorenzo Tamburini, Dalia Colli e Daniela Tartari

MELHOR TRILHA SONORA:
3 Dias em Quiberon, por Christoph Kaiser e Julian Maas

MELHOR DESENHO DE SOM:
Der Hauptmann (The Captain), por André Bendocchi-Alves e Martin Steyer

MELHOR FOTOGRAFIA | PRIX CARLO DI PALMA:
Utøya: 22 de Julho, por Martin Otterbeck

MELHOR EDIÇÃO:
Guerra Fria, por Jarosław Kamiński

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Verão (Leto), por Andrey Ponkratov

MELHOR FIGURINO:
Dogman, por Massimo Cantini Parrini

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Gräns (Border), por Peter Hjorth

Foto: Divulgação.

26º Festival Mix Brasil anuncia filmes internacionais e atrações especiais

por: Cinevitor

colettemixbrasilDenise Gough e Keira Knightley em Colette: filme selecionado.

O 26° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior evento cultural dedicado à diversidade da América Latina e um dos maiores do mundo, acontecerá entre os dias 15 e 25 de novembro, em São Paulo. Neste ano, o festival exibirá mais de 110 filmes nacionais e internacionais de diversos países, sendo 44% dirigido por mulheres. Completam a programação atrações que envolvem teatro, música, literatura, laboratório audiovisual, conferência e o BIG MIX Jam 4Diversity, primeiro game jam da diversidade.

Com entrada gratuita em toda a sua programação, o Mix Brasil 2018 abrirá para o público no dia 15 de novembro com show do cantor Johnny Hooker na plateia externa do Auditório Ibirapuera. O filme Bixa Travesty, estrelado por Linn da Quebrada e dirigido por Kiko Goifman e Claudia Priscilla, vencedor do Teddy Award de melhor documentário no Festival de Berlim, completa a programação de abertura, em sessão para convidados.

O 26° Mix Brasil exibirá longas de diretores e atores consagrados que fizeram parte da seleção de importantes festivais. Inéditos em São Paulo, os destaques são: A Pé Ele Não Vai Longe, de Gus Van Sant, com Joaquin Phoenix, Rooney Mara e Jack Black, e indicado ao Urso de Ouro, em Berlim; Colette, de Wash Westmoreland, exibido no Festival de Toronto e protagonizado por Keira Knightley; Um Garoto como Jake, de Silas Howard, com Claire Danes, Jim Parsons e Octavia Spencer; Conquistar, Amar e Viver Intensamente, de Christophe Honoré, exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes; e Skate Kitchen, de Crystal Moselle, indicado ao Gotham Awards e exibido em Sundance.

conquistaramarmix1Pierre Deladonchamps, Vincent Lacoste e Denis Podalydès no filme de Christophe Honoré.

A lista conta ainda com diversos filmes premiados e aguardados que farão première no Brasil, entre eles: Meus Dias de Compaixão, de Tali Shalom-Ezer, com Kate Mara e Ellen Page, premiado no Festival de Guadalajara; O Príncipe Feliz, de Rupert Everett, com Colin Firth e Emily Watson, e exibido em Berlim; Nós, os Animais, de Jeremiah Zagar, vencedor do Prêmio NEXT em Sundance; Loucas Noites com Emily, de Madeleine Olnek, com Molly Shannon e Susan Ziegler, exibido no SXSW Film Festival; Mapplethorpe, de Ondi Timoner, com Matt Smith e Marianne Rendón, exibido no Festival de Tribeca; e Eva+Candel, de Ruth Caudeli, com a atriz Silvia Varon, com a presença de ambas na sessão.

Completam a programação: Ela é Ganda, de PJ Raval, vencedor do Prêmio do Público de melhor documentário no Toronto Inside Out; Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo, melhor filme no Queer Lisboa; As Filhas do Fogo, de Albertina Carri, exibido no Festival de San Sebastián e vencedor do prêmio de melhor filme no BAFICI; Obscuro Barroco, de Evangelia Kranioti, Prêmio Especial do Júri no Teddy Award, em Berlim; e Tucked, de Jamie Patterson, premiado no L.A. Outfest.

compaixaomixKate Mara e Ellen Page em Meus Dias de Compaixão.

O festival também revisitará obras de importantes realizadoras do cinema mundial com a retrospectiva Pioneirismo Lésbico na Direção, exibindo filmes de Monika Treut, Barbara Hammer, Pratibha Parmar e Adélia Sampaio. Neste ano, o Mix Brasil apresentará a maior seleção de longas-metragens nacionais de sua história. Além disso, contará com a mostra Panorama Brasil e com a competição de curtas-metragens. Clique aqui e confira a lista completa com os filmes brasileiros selecionados, e também de outras mostras, anunciados anteriormente.

A 3ª edição do MixLab Spcine contempla mesas que discutirão temas como panorama da cinematografia latino americana, olhar fotográfico, plataformas Spcine Play, reflexões acerca das novas performatividades, aula sobre direção de elenco e produção cinematográfica em São Paulo, e conta com convidados como: as colombianas Ruth Caudeli, cineasta, e a atriz Silvia Váron; o diretor e curador chileno Sebastián Silva; a diretora, atriz e produtora Helena Ignez; as atrizes Gilda Nomacce e Ana Flávia Cavalcanti; o diretor e roteirista Marcelo Caetano; entre outros.

Diversas atrações que envolvem teatro, música, literatura, dança LGBT e games estão na programação. Além do Mix Music, com o projeto Rainbow Cities, que traz shows de Diego Moraes, Liniker e Mel, o evento contará também com o tradicional Show do Gongo, que acontecerá no dia 25/11, às 16h30, no Centro Cultural São Paulo, comandado por Marisa Orth.

segredodavimixbrasilNicolas Prattes em O Segredo de Davi, de Diego Freitas: competição brasileira.

Já o Mix Literário apresentará 16 mesas com a participação de 63 nomes fundamentais do mercado editorial nacional, autores e editores que irão discutir o lugar da comunidade LGBTI na produção literária. O público também poderá participar da Conferência Mix Brasil, que colocará em pautas questões referentes a política, mercado, identidade, saúde e feminismo em 25 mesas, encontros, debates, cursos, oficinas e rodas de conversas.

Em 2018, o festival  traz uma grande novidade para os fãs dos games: o BIG MIX Jam 4Diversity, primeira game jam sobre a diversidade de São Paulo. O evento acontece na Escola Britânica de Artes Contemporâneas, EBAC, reunindo desenvolvedores de jogos e profissionais do audiovisual para criar jogos com o tema desta edição do Festival: #PensoLogoResisto. E mais: acontece ainda uma pequena mostra de games sobre diversidade, o BIG Diversity, no Centro Cultural São Paulo, de 15 a 25 de novembro, com cinco jogos do Brasil e do exterior.

Com direção de André Fischer, direção artística de João Federici e direção executiva de Josi Geller, o 26° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade acontece no CineSesc, Spcine Olido, Cinemateca Brasileira, Instituto Moreira Salles, Centro Cultural São Paulo e Auditório Ibirapuera. Tudo com entrada gratuita.

Clique aqui e confira a programação completa do Mix Brasil 2018.

Fotos: Divulgação.

Começam as filmagens de Pedro, novo longa de Laís Bodanzky, com Cauã Reymond

por: Cinevitor

pedrofilmagemlaisEm cena: Cauã Reymond vive Dom Pedro I.

Começaram, na última semana, as filmagens de Pedro, longa dirigido e escrito por Laís Bodanzky, que conta com Cauã Reymond como protagonista. O filme terá cenas rodadas em Arraial do Cabo, Rio de Janeiro e São Paulo, e em Lisboa, Queluz e na Ilha do Faial, em Portugal.

Primeiro longa histórico da diretora dos premiados Bicho de Sete Cabeças e Como Nossos Pais, Pedro abordará a vida privada de Dom Pedro I. Responsável por escrever, em 1824, a primeira Constituição do Brasil imperial, considerada liberal e progressista para a época, o filme compreende o momento em que o imperador retorna para Portugal, em 1831, fugindo de ser apedrejado pela população brasileira, nove anos depois de proclamar a Independência do país.

O longa mostra uma reflexão do personagem a bordo da nau inglesa Warspite sobre sua vida no Brasil; desde a chegada de Portugal ao lado dos pais, em 1808, até sua abdicação, motivada por desdobramentos do seu exercício do Poder Moderador, pela rixa entre políticos conservadores e liberais, bem como pela rivalidade entre brasileiros e portugueses que estavam radicados no Brasil. O filme retrata o personagem em sua intimidade, tentando compreender a série de acontecimentos e o porquê de tudo dar errado quando parecia que iria dar certo.

“É muito interessante fazer um paralelo com os dias de hoje porque o projeto de Brasil que deu errado é o país que ficou, é o que somos hoje. O filme é sim uma provocação. Que Brasil é esse? Quem somos nós hoje? Acho que se trata de um filme muito contemporâneo, apesar de histórico”, explica Laís, que foi convidada para o projeto por Cauã Reymond e Mario Canivello, sócios da Sereno Filmes. “Trabalhar com o Cauã está sendo um processo muito interessante, ver como ele já se transformou desde o início do projeto até agora. Estamos desconstruindo o imaginário que temos de Dom Pedro I para descobrir quem é o Pedro”, completou a diretora.

“Queríamos resgatar esse lado menos conhecido do Dom Pedro I, algo que fosse além do grito de Independência ou Morte. Escolhemos fazer um filme de personagem. Para interpretá-lo eu pesquisei muito, li diversas biografias brasileiras e estrangeiras sobre ele. Procuro construir o personagem a partir de suas ambiguidades. Mais do que o herói, buscamos o homem; com suas angústias, alegrias, dúvidas e paixões. O processo com a Laís está sendo muito instigante. Ela te provoca e deixa você dar as respostas”, elogia Cauã.

O elenco conta ainda com nomes como Vitória Guerra, como Amélia; a artista plástica Rita Wainer, em sua estreia como atriz, no papel de Domitila; Luise Heyer como Leopoldina; além de Francis Magee, Welket Bungué, João Lagarto, Luisa Cruz, Isac Graça, Isabél Zuaa, Celso Frateschi, Gustavo Machado, Luiza Gattai, Dirce Thomas, Marcial Mancome e Sergio Laurentino. O diretor de arte inglês Adrian Cooper e o diretor de fotografia espanhol Pedro J. Márquez, de Ex-Pajé, foram escolhidos para compor a equipe do filme, responsáveis por um minucioso trabalho de reconstrução de época.

Com previsão de estreia para 2019, Pedro terá a maior parte das cenas rodadas dentro da fragata inglesa Warspite, além de cenas no exterior do Cisne Branco, da Marinha Brasileira, uma réplica das embarcações da época. O interior da fragata será filmado em estúdio, com a construção de sete cenários, alguns com uma traquitana que dará a sensação de balanço do mar.

“Filmamos em alto mar, numa travessia de Salvador ao Rio de Janeiro e também teremos cenas em uma fazenda em Rio das Flores, a ‘nossa’ Quinta da Boa Vista. Em Portugal, iremos filmar no Palácio de Queluz, onde Dom Pedro nasceu e morreu, e na Ilha do Faial, em Açores, onde ele desembarcou quando retornou para lutar contra o irmão Miguel pelo trono de Portugal”, destaca Bianca Villar, da Biônica Filmes, que assina a produção do longa com Cauã Reymond, Fernando Fraiha, Karen Castanho, Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi, Luis Urbano e Mario Canivello.

Foto: Fabio Braga.

Minha Vida em Marte, com Mônica Martelli e Paulo Gustavo, ganha trailer

por: Cinevitor

vidamartetrailerDupla inseparável: amizade e muitas risadas!

A dupla Mônica Martelli e Paulo Gustavo se junta novamente nos cinemas para contar as divertidas aventuras de Fernanda e Aníbal no longa Minha Vida em Marte, dirigido por Susana Garcia, que estreia no dia 27 de dezembro.

Na continuação da franquia, Fernanda está casada com Tom, vivido por Marcos Palmeira, e tem com ele uma filha de 5 anos, Joana. O casal está em crise e vive os desgastes e as intolerâncias da rotina do casamento, mas Fernanda tem o apoio incondicional de Aníbal, seu sócio e companheiro inseparável que está ao seu lado durante toda a jornada para resgatar seu casamento, ou acabar de vez com ele. Aníbal é o ombro amigo para desabafos e um parceiro para todas as horas.

No filme Minha Vida em Marte, adaptação do monólogo homônimo de Mônica Martelli, Fernanda percebe que seu casamento pode chegar ao fim e, quando se vê nessa situação, começa uma jornada para voltar a olhar para o marido como olhou um dia: com admiração e desejo. Toda essa trajetória será dividida com Aníbal e reservará muitas risadas, aventuras e aprendizados.

Com roteiro assinado por Mônica Martelli, Paulo Gustavo, Susana Garcia, Emanuel Aragão e Julia Lordello, que também assina a produção ao lado de Cecília Grosso e Luiz Noronha, o longa conta ainda com Ricardo Pereira, Heitor Martinez e Fiorella Mattheis no elenco.

Confira o trailer de Minha Vida em Marte:

Foto: Reprodução/YouTube.

Conheça os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018

por: Cinevitor

barretofenix2018Lucy e Luiz Carlos Barreto no palco: prêmio especial.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 07/11, os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018, que celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual, criada em 2014 e organizada pela Cinema 23, reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo.

O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.

Neste ano, na quinta edição do evento, realizado na Cidade do México, o cinema brasileiro esteve representado com diversas produções, como: Benzinho, de Gustavo Pizzi, na categoria de melhor atriz para Karine Teles; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, indicado a melhor filme de ficção e melhor edição; os documentários Ex-Pajé, Baronesa, O Processo e Bixa Travesty; e o drama Azougue Nazaré, de Tiago Melo.

O brasileiro Rodrigo Santoro recebeu uma indicação ao prêmio de melhor ator pelo drama cubano Un Traductor. Além disso, o Brasil também se destacou com suas coproduções, como o argentino Zama, de Lucrecia Martel, que rendeu prêmios a duas brasileiras: Renata Pinheiro e Karen Harley; o paraguaio As Herdeiras, premiado na categoria de melhor direção; e o documentário Aeroporto Central, do cineasta brasileiro Karim Aïnouz, coprodução com a Alemanha e França, vencedor na categoria de melhor fotografia em documentário.

O produtor e diretor brasileiro Luiz Carlos Barreto foi um dos homenageados da noite e recebeu um Prêmio Especial por seu trabalho; o crítico argentino Luciano Monteagudo também foi consagrado com uma homenagem na cerimônia.

A novidade deste ano ficou por conta do Prêmio Netflix Ópera Prima, que reconhece um diretor de cinema por sua primeira obra, como parte dos filmes de ficção e documentário indicados aos Prêmios Fénix. O vencedor foi o paraguaio As Herdeiras (Las Herederas), de Marcelo Martinessi. Nesta primeira edição, oito diretores foram indicados, entre eles, os brasileiros Tiago Melo, de Azougue Nazaré, e Juliana Antunes, de Baronesa. O premiado terá apoio da equipe de pós-produção da Netflix para seu próximo projeto e um suporte econômico de US$ 15.000 para a distribuição do filme.

Conheça os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018:

MELHOR FILME | FICÇÃO:
Pájaros de Verano, de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia/México/Dinamarca/França)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO:
Muitos Filhos, um Macaco e um Castelo (Muchos hijos, un mono y un castillo), de Gustavo Salmerón (Espanha)

MELHOR DIREÇÃO:
Marcelo Martinessi, por As Herdeiras

MELHOR ATRIZ:
Carmiña Martínez, por Pájaros de Verano

MELHOR ATOR:
Lorenzo Ferro, por O Anjo (El Ángel)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Zama, por Renata Pinheiro

MELHOR EDIÇÃO:
Zama, por Karen Harley e Miguel Schverdfinger

MELHOR FOTOGRAFIA | FICÇÃO:
Zama, por Rui Poças

MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
Aeroporto Central, por Juan Sarmiento G.

MELHOR ROTEIRO:
Matar a Jesús, escrito por Laura Mora Ortega e Alonso Torres

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Pájaros de Verano, por Leonardo Heiblum

MELHOR SOM:
Zama, por Guido Berenblum e Emmanuel Croset

MELHOR FIGURINO:
A Livraria, por Mercè Paloma

PRÊMIO NETFLIX ÓPERA PRIMA:
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi

MELHOR SÉRIE:
La casa de papel (segunda temporada)

MELHOR ELENCO | SÉRIE:
Aquí en la Tierra (primeira temporada)

Foto: Divulgação.

Projeta Brasil 2018 da Cinemark exibirá mais de 40 filmes brasileiros na programação

por: Cinevitor

cancoesamorcinemarkJulio Andrade e Luiza Mariani em Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani.

No dia 12 de novembro, a Cinemark realiza a 19ª edição do Projeta Brasil. Durante todo o dia, todos os complexos da Rede (exceto o do VillageMall, no Rio de Janeiro, e as salas Prime) exibirão grandes produções brasileiras lançadas entre 2017 e outubro de 2018 com ingresso no valor promocional de R$ 4.

Serão mais de 40 longas-metragens brasileiros de diferentes gêneros e para todas as idades. Para os fãs de terror, a seleção conta com As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas, e O Nó do Diabo, com Zezé Motta; já para quem gosta de ação, há opções como Motorrad e O Doutrinador; entre os dramas, estão o premiado Benzinho, de Gustavo Pizzi, O Nome da Morte, com Marco Pigossi, e O Paciente – O Caso Tancredo Neves, protagonizado por Othon Bastos.

Entre os documentários, estão títulos como O Processo, de Maria Augusta Ramos, que mostra os bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e Marcha Cega, de Gabriel Di Giacomo, que retrata a violenta repressão policial nas manifestações populares em São Paulo, entre 2013 e 2017. Para o público infantil, destacam-se: Fala Sério, Mãe!, estrelado por Larissa Manoela e Ingrid Guimarães, que ultrapassou a marca de 3 milhões de espectadores, e Gaby Estrella.

Uma parte da programação será dedicada a filmes lançados no Projeta às 7, janela especialmente dedicada ao cinema brasileiro na programação semanal da Cinemark, com curadoria da distribuidora Elo Company. Filmes como Querido Embaixador, sobre o empresário brasileiro que salvou judeus do Holocausto, e o documentário Abrindo o Armário, sobre as conquistas do movimento gay no Brasil, voltarão às telas no dia 12.

Como acontece todo ano, a renda arrecadada no Projeta Brasil será totalmente revertida para projetos e programas de incentivo à produção cinematográfica nacional: “Estamos muito felizes em anunciar o 19º ano do Projeta Brasil. A Rede Cinemark valoriza o cinema brasileiro e, com um dia inteiro de exibição em todos os complexos por preços especiais, busca aproximar o público das obras nacionais. É uma honra para a Cinemark participar ativamente do incentivo à cultura nacional ao longo de todos esses anos”, conta Bettina Boklis, diretora de marketing da Cinemark.

Confira a lista com os filmes que serão exibidos no Projeta Brasil 2018:

10 Segundos para Vencer, de José Alvarenga Jr.
A Luta do Século, de Sérgio Machado
A Repartição do Tempo, de Santiago Dellape
Abrindo o Armário, de Darío Menezes e Luís Abramo
Além do Homem, de Willy Biondani
Alguém Como Eu, de Leonel Vieira
Altas Expectativas, de Pedro Antonio e Alvaro Campos
Amores de Chumbo, de Tuca Siqueira
Ana e Vitória, de Matheus Souza
Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian
Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas
Benzinho, de Gustavo Pizzi
Berenice Procura, de Allan Fiterman
Chacrinha: O Velho Guerreiro, de Andrucha Waddington
Como É Cruel Viver Assim, de Júlia Rezende
Coração de Cowboy, de Gui Pereira
Crô em Família, de Cininha de Paula
O Doutrinador, de Gustavo Bonafé
Em um Mundo Interior, de Mariana Pamplona e Flávio Frederico
Fala Sério, Mãe!, de Pedro Vasconcelos
Gaby Estrella, de Cláudio Boeckel
Gosto Se Discute, de André Pellenz
Legalize Já – Amizade Nunca Morre, de Johnny Araujo e Gustavo Bonafé
Marcha Cega, de Gabriel Di Giacomo
Meu Tio e o Joelho de Porco, de Rafael Terpins
Motorrad, de Vicente Amorim
Mulheres Alteradas, de Luis Pinheiro
Nada a Perder – Contra tudo. Por Todos., de Alexandre Avancini
Não Se Aceitam Devoluções, de André Moraes
O Candidato Honesto 2, de Roberto Santucci
O Homem Perfeito, de Marcus Baldini
O Nó do Diabo, de Ian Abé, Gabriel Martins, Ramon Porto Mota e Jhésus Tribuzi
O Nome da Morte, de Henrique Goldman
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sergio Rezende
O Processo, de Maria Augusta Ramos
Os Farofeiros, de Roberto Santucci
Os Parças, de Halder Gomes
Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg
Querida Mamãe, de Jeremias Moreira Filho
Querido Embaixador, de Luiz Fernando Goulart
Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, de Paulo Nascimento
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani
Tudo por um Pop Star, de Bruno Garotti
Tudo Acaba em Festa, de André Pellenz
Tungstênio, de Heitor Dhalia

Foto: Divulgação.

5ª Mostra de Cinema de Gostoso: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

socratesmostradegostosoTales Ordakji e Christian Malheiros em Sócrates, de Alex Moratto.

A 5ª Mostra de Cinema de Gostoso, no Rio Grande do Norte, acontecerá entre os dias 23 e 27 de novembro e mais uma vez agitará culturalmente a cidade, instalando uma tela de cinema ao ar livre na Praia do Maceió. Ao longo de cinco dias, a população terá a chance de ver os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros. Serão cinco sessões ao dia, com programação gratuita, entre as Mostras Competitivas de curtas e longas-metragens, Mostra Panorama e Infantil, além das Sessões Especiais.

O melhor longa e o melhor curta-metragem serão escolhidos pelo público para receber o Troféu Luís da Câmara Cascudo. Também serão realizadas sessões em ambientes fechados, que incluem debates e seminários com personalidades, diretores e atores dos filmes, entre outros.

O projeto oferece uma série de cursos de formação técnica e audiovisual para jovens de São Miguel do Gostoso e distritos arredores. A primeira turma se formou após os primeiros cinco anos de projeto (2013-2017), tendo realizado 33 oficinas, 10 curtas-metragens e quatro edições da Mostra de Cinema de Gostoso, que possui direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld.

O Coletivo Nós do Audiovisual é formado por jovens de São Miguel do Gostoso e significa um grupo onde todos estão interessados em abrir novas possibilidades de atuação e assim realizar filmes. O coletivo foi criado em 2013 pelos alunos dos Cursos de Formação Técnica e Audiovisual, realizados em Gostoso pela Heco Produções (SP) e pelo Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania (CDHEC). Um dos principais objetivos dos cursos é o de formar cidadãos, despertando nestes jovens seu potencial voltado tanto para o audiovisual quanto para áreas diversas, estimulando o estudo e iniciativas de trabalho.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra de Cinema de Gostoso 2018:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:

Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves (RJ)
Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (CE)
Fabiana, de Brunna Laboissière (GO/SP)
Sócrates, de Alex Moratto (SP)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

Ainda que Eu Ande pelo Vale das Sombras, de Helio Ronyvon (RN)
Catadora de Gente, de Mirela Kruel (RS)
Codinome Breno, de Manoel Batista (RN)
Guaxuma, de Nara Normande (PE)
Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)
Nova Iorque, de Leo Tabosa (PE)
P’s, de Lourival Andrade (RN)
Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira (MG)

FILMES COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL:

Autômato do Tempo
Derradeiro
Medo é Moita
O Grande Amor de um Lobo
Pescadores

MOSTRA INFANTIL:

A Horta, de Carla Leoni e Richard Danta (SP)
A Luta, de Bruno Bennec (MG)
Antes Eclipse Depois, de Almir Correia (PR)
Barbie Contra-Ataca!, de Yan Whatley (RJ)
Matinê, de Davi Kolb (RJ)
O Jardim de Maria, de Alexander de Moraes (RJ)
O Malabarista, de Iuri Moreno (GO)
Os Causos da Bisavó, de Rosa Berardo (GO)
Par Perfeito, de Débora Herling (SC)
Pedro e o Velho Chico, de Renato Gaia (MG)
Peripatético, de Jessica Queiroz (SP)
Rick com Monstros nos Dedos, de Almir Correia (PR)
Smartphamily, de Vinicius de Augusto Bozzo (CE)
Sobre a Gente, de Alunos do Projeto Animação/Núcleo Animazul (ES)

MOSTRA PANORAMA | LONGAS-METRAGENS:

Azougue Nazaré, de Tiago Melo (PE)
Elegia de Um Crime, de Cristiano Burlan (SP)
Ilha, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (BA)
Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre (SP)

MOSTRA PANORAMA | CURTAS-METRAGENS:

Aulas que Matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (DF)
Entre Parentes, de Tiago de Aragão (DF)
Liberdade, de Pedro Nishi e Vinicius Silva (SP)
Majur, de Rafael Irineu (MT)
O Homem na Caixa, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr (RJ)
Subcutâneo, de Carlos Segundo (MG)
Tingo-Lingo, de Wallace Yuri (RN)

Foto: Divulgação/Querô Filmes.

Conheça os destaques da programação do 8º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico

por: Cinevitor

matanegracinefantasyJackson Antunes e Clarissa Pinheiro em A Mata Negra, de Rodrigo Aragão.

O Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua oitava edição com uma seleção de 64 filmes, entre curtas e longas, que serão exibidos no Centro Cultural São Paulo. Além da presença do cinema brasileiro, o evento conta também com produções da Guatemala, Polônia, França, Portugal, Reino Unido, Espanha, Moldávia, Tailândia, China e Argentina, que completam a programação composta de obras de fantasia, terror e ficção científica, divididas em três sessões diárias.

Inéditos no Brasil, destacam-se: os curtas-metragens Goodnight, Gracie, com Courtney Gains e exibido em mais de 70 festivais; Patria, dirigido por Alejandro Lobo e com atuações de Darko Peric e Fernando Tielve; e Belle à croquer, de Axel Courtière com participação especial de Catherine Deneuve.

Os longas nacionais selecionados para esta edição são: O Barco, de Petrus Cariry, que retrata Esmerina, uma mulher com 26 filhos que consegue decifrar o futuro por meio deles; e as produções de terror A Mata Negra, de Rodrigo Aragão, sobre uma garota que encontra um livro de magia; e Terra e Luz, dirigido por Renné França, que é ambientado em um futuro pós-apocalíptico quando seres humanos foram exterminados por criaturas que se assemelham a vampiros.

obarcoromulobragaRômulo Braga em O Barco, de Petrus Cariry.

Entre os longas estrangeiros, foram selecionados: o premiado thriller português Uma Vida Sublime, de Luís Diogo, sobre um médico com uma vida perfeita que tenta combater a tristeza dos outros com dois métodos radicais; e Eullenia, que abre a mostra e explora uma tragédia pessoal e, com isso, faz uma crítica ácida aos magnatas tailandeses. O filme tem direção de Paul Spurrier, primeiro cineasta ocidental a dirigir um longa em tailandês.

A homenageada deste ano é a cineasta paulista Juliana Rojas, diretora de filmes como Sinfonia da Necrópole, Trabalhar Cansa e As Boas Maneiras (os dois últimos em codireção com Marco Dutra). Com uma obra marcada por fábulas que mesclam suspense e fantasia em universos dramáticos, Juliana já recebeu prêmios nos principais festivais nacionais e estrangeiros, entre eles: Festival de Cannes, Locarno, Rio, Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Festival de Gramado.

O 8º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico acontece entre os dias 6 e 11 de novembro, de terça-feira a domingo, no Centro Cultural São Paulo. Clique aqui e confira a programação completa.

Fotos: Divulgação.