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22º Hollywood Film Awards anuncia vencedores e Nicole Kidman recebe prêmio especial

por: Cinevitor

nicolekidmanhollywoodawardsNicole Kidman: carreira de sucesso.

Dando início à temporada de premiações, neste domingo, 4/11, grandes nomes do cinema se reuniram na cerimônia da 22ª edição do Hollywood Film Awards, que foi apresentada pela atriz Awkwafina, no Beverly Hilton Hotel. Ao longo destes 22 anos de história, mais de 320 estrelas e cineastas do mundo todo foram consagrados na premiação e mais de 130 dos homenageados receberam indicações ao Oscar e/ou venceram.

Diferente dos outros prêmios, o evento anuncia seus homenageados, e não indicados, semanas antes da cerimônia. Primeiro, uma equipe sugere nomes que possam receber tais honras. Depois disso, os vencedores são pré-selecionados, baseados em suas interpretações e contribuições para o cinema. Por fim, o Hollywood Film Awards reconhece a excelência de aclamados atores, realizadores e profissionais do cinema, que se destacaram em alguns dos filmes mais comentados e aguardados da temporada.

Neste ano, a grande homenageada foi a atriz australiana Nicole Kidman, que recebeu o Hollywood Career Achievement Award, prêmio especial pelo conjunto da obra. O prêmio foi entregue por Shailene Woodley e Nicole foi ovacionada pela plateia presente. Em seu discurso, agradeceu à indústria cinematográfica por permitir que ela interpretasse e contasse a história de mulheres tocantes.

Conheça os vencedores do Hollywood Film Awards 2018:

FILME:
Pantera Negra (Black Panther), de Ryan Coogler

ATRIZ:
Glenn Close, por A Esposa (The Wife)

ATOR:
Hugh Jackman, por O Favorito (The Front Runner)

ATOR COADJUVANTE:
Timothée Chalamet, por Querido Menino (Beautiful Boy)

ATRIZ COADJUVANTE:
Rachel Weisz, por A Favorita (The Favourite)

PRÊMIO REVELAÇÃO | ATRIZ:
Amandla Stenberg, por O Ódio que Você Semeia (The Hate U Give)

PRÊMIO REVELAÇÃO | ATOR:
John David Washington, por Infiltrado na Klan (BlakKklansman)

MELHOR DIREÇÃO:
Damien Chazelle, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHOR DIREÇÃO | REVELAÇÃO:
Felix van Groeningen, por Querido Menino (Beautiful Boy)

PRÊMIO NEW:
Yalitza Aparicio, por Roma

MELHOR ELENCO:
Green Book: O Guia, com Viggo Mortensen, Mahershala Ali e Linda Cardellini

MELHOR ELENCO | REVELAÇÃO:
Podres de Ricos (Crazy Rich Asians), com Constance Wu, Henry Golding, Michelle Yeoh, Gemma Chan, Lisa Lu, Awkwafina, Ken Jeong, Sonoya Mizuno, Chris Pang, Jimmy O. Yang, Ronny Chieng, Remi Hii e Nico Santos

PRÊMIO DOCUMENTÁRIO:
Believer, de Don Argott

MELHOR ANIMAÇÃO:
Os Incríveis 2 (Incredibles 2), de Brad Bird

MELHOR ROTEIRISTA:
Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie, por Green Book: O Guia

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Nasce uma Estrela (A Star Is Born), por Matthew Libatique

MELHOR COMPOSITOR DE TRILHA SONORA:
Justin Hurwitz, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHOR EDITOR:
Tom Cross, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War), por Dan Deleeuw, Kelly Port, Russell Earl e Dan Sudick

MELHOR SOM:
Um Lugar Silencioso (A Quiet Place), por Erik Aadahl, Ethan Van der Ryn e Brandon Proctor

MELHOR FIGURINO:
A Favorita (The Favourite), por Sandy Powell

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO:
Duas Rainhas (Mary Queen of Scots), por Jenny Schircore, Sarah Kelly e Hannah Edwards

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Pantera Negra (Black Panther), por Hannah Beachler

PRÊMIO HONORÁRIO:
Nicole Kidman

Foto: Emma McIntyre.

Conheça os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

por: Cinevitor

cancoesamorpremiomostraJoana Mariani e Diane Maia: diretora e produtora de Todas as Canções de Amor.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 31/10, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que nesta edição apresentou 336 títulos de diversos países com um apanhado do cinema contemporâneo mundial.

Depois de exibidos na Mostra, os filmes da Competição Novos Diretores mais votados pelo público foram submetidos ao Júri Internacional, que escolheu o grande vencedor do Troféu Bandeira Paulista: o documentário ¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray.

Neste ano, pela segunda vez, a Mostra concedeu o Prêmio Petrobras de Cinema a dois filmes brasileiros e pela primeira vez eles foram escolhidos pelo público. São R$ 300 mil aos títulos determinados pelos espectadores, sendo R$ 200 mil para o melhor longa de ficção e R$ 100 mil para o melhor longa de documentário.

A escolha do público é feita por votação. A cada sessão assistida, o espectador recebeu uma cédula para votar com uma escala de 1 a 5, entregue sempre ao final do filme. O resultado proporcional dos filmes com maiores pontuações determina os vencedores.

A imprensa especializada que cobre o evento e tradicionalmente confere o Prêmio da Crítica, também participou da premiação. O júri contou com diversos jornalistas e críticos de cinema, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR, que subiu ao palco ao lado de Ubiratan Brasil para a entrega dos prêmios.

A Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, também realiza tradicionalmente uma premiação que, nesta edição, optou por escolher o melhor filme brasileiro entre os realizados por diretores estreantes, que, neste ano, foi o longa Meio Irmão, de Eliane Coster. O júri foi formado por Bruno Ghetti, Cecília Barroso, Filipe Furtado, Isabel Wittman e Roger Lerina.

Confira a lista completa com os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FILME (Competição Novos Diretores)
TROFÉU BANDEIRA PAULISTA:
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)

MENÇÃO HONROSA | JÚRI INTERNACIONAL:
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)

PRÊMIO DO PÚBLICO | PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA
MELHOR FILME BRASILEIRO | FICÇÃO:

Meio Irmão, de Eliane Coster

PRÊMIO DO PÚBLICO | PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA
MELHOR FILME BRASILEIRO | DOCUMENTÁRIO:

Torre das Donzelas, de Susanna Lira

PRÊMIO DO PÚBLICO | MELHOR FICÇÃO INTERNACIONAL:
Cafarnaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki (Líbano)

PRÊMIO DO PÚBLICO | MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL:
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)

PRÊMIO DA CRÍTICA | MELHOR FILME INTERNACIONAL:
Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas (México/França/Alemanha/Dinamarca/Suécia)

PRÊMIO DA CRÍTICA | MELHOR FILME BRASILEIRO:
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani

PRÊMIO ABRACCINE | MELHOR FILME:
Meio Irmão, de Eliane Coster

PRÊMIO HUMANIDADE:
Drauzio Varella
Hirokazu Kore-eda

PRÊMIO LEON CAKOFF:
Jafar Panahi

Foto: Mario Miranda Filho.

42ª Mostra de São Paulo: conheça os filmes selecionados para a repescagem

por: Cinevitor

cafarnaumrepescagemBoluwatife Treasure Bankole e Zain Al Rafeea em Cafarnaum, de Nadine Labaki.

A partir desta quinta-feira, 1/11, começa a repescagem da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, uma nova chance para o público assistir a filmes que se destacaram nesta edição.

Integram a programação extra da Mostra, que acontece no CineSesc, parte dos finalistas ao Troféu Bandeira Paulista e filmes premiados pelo público e pela crítica, como: Cafarnaum, de Nadine Labaki, e Em Chamas, de Chang-Dong Lee, em pelo menos três sessões diárias.

A repescagem, que apresenta 25 títulos de diversos países, entre eles, A Árvore dos Frutos Selvagens, de Nuri Bilge Ceylan, exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes deste ano, acontece até o dia 7 de novembro.

Conheça os filmes selecionados para a repescagem da 42ª Mostra de São Paulo:

1/11 – QUINTA-FEIRA:
14h: A Árvore dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan (Turquia/França/Alemanha/Bulgária)
17h30: Meio Irmão, de Eliane Coster (Brasil)
19h30: Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)
21h20: La Quietud, de Pablo Trapero (Argentina)

2/11 – SEXTA-FEIRA:
14h: Um Trem em Jerusalém (A Tramway in Jerusalem), de Amos Gitai (Israel/França)
16h: Minha Vida na Alemanha de Hitler (Ma vie dans l’Allemagne d’Hitler), de Jérôme Prieur (França)
18h10: Utøya – 22 de Julho (U-July 22), de Erik Poppe (Noruega)
20h15: Em Chamas (Burning), de Chang-Dong Lee (Coreia do Sul)

3/11 – SÁBADO:
14h: Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora (Brasil/Portugal)
16h20: Guerra Fria (Cold War), de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)
18h15: ¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)
20h15: Cafarnaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki (Líbano)

4/11 – DOMINGO:
14h: Vida Libre, de Marc Recha (Espanha)
16h: A Casa (House), de Amos Gitai (Israel)
18h: A Árvore dos Frutos Selvagens, de Nuri Bilge Ceylan (Turquia/França/Alemanha/Bulgária)
21h30: Vidas Duplas (Doubles Vies), de Olivier Assayas (França)

5/11 – SEGUNDA-FEIRA:
14h: La Hora de Los Hornos, de Fernando E. Solanas e Octavio Getino (Argentina)
18h45: De Pai para Filho (Father To Son), de Ya-Chuan Hsiao (Taiwan)
21h: Infiltrado na Klan (Blackkklansman), de Spike Lee (EUA)

6/11 – TERÇA-FEIRA:
14h: O Enterro de Kojo (The Burial Of Kojo), de Blitz Bazawule (Gana)
15h50: O Segredo de Nápoles (Napoli Velata), de Ferzan Ozpetek (Itália)
18h10: Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)
19h50: Tornando-se Astrid (Unga Astrid), de Pernille Fischer Christensen (Suécia/Dinamarca)

7/11 – QUARTA-FEIRA:
14h: Estranhos da Paciência (Strangers Of Patience), de Vladimir Alenikov (Rússia)
16h10: Torre das Donzelas, de Susanna Lira (Brasil)
18h10: La Quietud, de Pablo Trapero (Argentina)
20h20: Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas (México/França/Alemanha/Dinamarca/Suécia)

Foto: Divulgação.

Central do Brasil comemora 20 anos com exibição especial da cópia restaurada na 42ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

centraldobrasilmostra1Duas décadas de Central do Brasil: os atores com o diretor em noite comemorativa.

Em comemoração aos 20 anos de Central do Brasil, premiado com o Urso de Ouro e o Urso de Prata de melhor atriz para Fernanda Montenegro no Festival de Berlim, a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo realizou uma sessão inédita no país da cópia restaurada do longa.

O filme foi restaurado com o apoio do CNC, o Centro Nacional de Cinematografia Francês, e da coprodutora francesa MACT. Pela VideoFilmes, o trabalho foi coordenado por Maria Carlota Bruno, diretora da produtora. O restauro e a marcação de luz da primeira cópia do filme em 4K foram realizadas no laboratório francês Éclair e supervisionados pessoalmente por Walter Salles. A versão digitalizada respeita o formato panorâmico (2.35) em que foi filmado por Walter Carvalho, em Super 35.

Na trama, Fernanda Montenegro é Dora, uma ex-professora que escreve cartas para os analfabetos na estação de trens Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Ela cobra uma pequena quantia de todos, mas nem sempre envia as mensagens; muitas não saem de sua gaveta. No meio dessas cartas cheias de esperanças e projetos, está a de Ana, que planeja reencontrar o pai de seu filho Josué. A inesperada morte dessa mãe sela o encontro de Dora e o menino Josué, que terão seus destinos entrelaçados numa viagem por um Brasil simples e duro, onde o prêmio é a redescoberta da própria humanidade de Dora.

Central do Brasil é considerado um dos filmes mais importantes da cinematografia brasileira. Além dos prêmios no Festival de Berlim, o longa foi consagrado em diversas premiações como melhor filme estrangeiro, entre elas: Globo de Ouro, BAFTA, National Board of Review e Satellite Awards. Também foi indicado ao Oscar nesta mesma categoria e rendeu a Fernanda Montenegro uma indicação como melhor atriz.

O filme será relançado com uma nova edição em DVD no mês de dezembro, que terá extras como o documentário Socorro Nobre, de Walter Salles, e fotos da filmagem feitas por Salles, Walter Carvalho, Paula Prandini e Ricardo Sá.

A primeira exibição da cópia restaurada no Brasil, que aconteceu no Espaço Itáu de Cinema Augusta, nesta terça-feira, 30/10, contou com a presença do diretor Walter Salles, dos protagonistas Fernanda Montenegro e Vinícius de Oliveira e de alguns integrantes da equipe. Além dos discursos emocionantes, o público presente aplaudiu com muita comoção ao final da projeção.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação de Central do Brasil na Mostra de São Paulo:

Foto: Natali Hernandes.

Sérgio Tréfaut fala sobre Raiva, filme exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

por: Cinevitor

sergiotrefautmostraspSérgio Tréfaut participa da 42ª Mostra de São Paulo.

Em Raiva, uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, dirigida por Sérgio Tréfaut, os campos do Baixo Alentejo, em Portugal dos anos 1950, estão em pauta. Dois assassinatos em uma noite geram suspeitas e dúvidas aos moradores da região.

Baseado no romance Seara de Vento, de Manuel da Fonseca, o filme foi exibido no Moscow International Film Festival e conta a história de uma família de camponeses que luta pelo trabalho e pela dignidade durante a ditadura portuguesa.

Sérgio Tréfaut nasceu em São Paulo em 1965 e, por conta da ditadura militar, mudou-se com a família para Portugal. Na década de 1980, estudou filosofia em Paris. Depois disso, trabalhou como assistente de direção de vários cineastas portugueses e estreou na direção com o curta-metragem Alcibiades, em 1991. Sua carreira é marcada por diversos documentários, entre eles: Fleurette, Lisboetas, A Cidade dos Mortos e Alentejo, Alentejo, exibido na 38ª Mostra em 2014. Em 2011, realizou seu primeiro longa de ficção: Viagem a Portugal, que foi premiado no Coimbra Caminhos do Cinema Português.

Raiva foi exibido na Perspectiva Internacional da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Sérgio Tréfaut marcou presença no evento para apresentar o longa, que tem estreia prevista para o dia 6 de dezembro nos cinemas brasileiros.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, o diretor falou sobre a ideia da produção, escolha do elenco, ator brasileiro e política. Aperte o play e confira:

Foto: Natali Hernandes.

Pedro & Inês, o Amor Não Descansa na 42ª Mostra de São Paulo: António Ferreira e Joana de Verona falam sobre o filme

por: Cinevitor

pedroinesmostraspJoana de Verona e Diogo Amaral em cena: protagonistas.

Uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, Pedro & Inês, o Amor Não Descansa, de António Ferreira, é baseado na história real do Rei Dom Pedro I, que desenterrou sua amante Inês de Castro para torná-la rainha depois de morta.

O filme, exibido na Competição Novos Diretores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, conta a história de Pedro e Inês em três diferentes vidas: presente, passado e futuro; um amor atemporal que vence as limitações do tempo.

Protagonizado por Diogo Amaral e Joana de Verona, o longa, que é uma adaptação do romance A Trança de Inês, de Rosa Lobato de Faria, foi exibido no Montreal World Film Festival e é considerada uma das produções portuguesas mais ambiciosas dos últimos anos.

O diretor António Ferreira nasceu em Coimbra, Portugal, em 1970. Em 1994, entrou para a Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Mudou-se para a Alemanha no ano de 1996 para estudar na Academia Alemã de Cinema e Televisão de Berlim (DFFB). Dirigiu filmes como: o média Respirar (Debaixo D’Água), o curta Deus Não Quis e as obras para televisão Esquece Tudo o que Eu Te Disse e Embargo, que foi exibido na 34ª Mostra, em 2010.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, António Ferreira e a atriz Joana de Verona falaram sobre a recepção do filme em outros festivais, participação na Mostra, elenco, bastidores e política brasileira.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Meu Nome é Daniel é exibido na 42ª Mostra de São Paulo e diretor fala sobre o documentário

por: Cinevitor

meunomedanielmostraspDaniel Gonçalves em cena do documentário que conta sua história.

Exibido no encerramento do 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, o documentário Meu Nome é Daniel integra a programação da Mostra Brasil na 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Daniel Gonçalves nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. Neste documentário pessoal, o jovem cineasta residente no Rio de Janeiro traça o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, o filme apresenta diversos momentos, histórias e reflexões do protagonista.

Com roteiro assinado pelo próprio Daniel com Vinicius Nascimento e Debora Guimarães e realizado por meio de crowdfunding, o longa também será exibido no Festival do Rio e no IDFA: International Documentary Filmfestival Amsterdam, na Holanda.

Em entrevista exclusiva para o CINEVITOR, o diretor falou sobre a ideia de realizar o documentário, a recepção do filme em festivais e a expectativa para o lançamento comercial.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Drauzio Varella é homenageado com o Prêmio Humanidade na 42ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

drauziohomenagemmostraRenata de Almeida, Bárbara Paz e Drauzio Varella: homenagem.

Médico e escritor paulistano, Drauzio Varella foi homenageado na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com o tradicional Prêmio Humanidade, concedido pela sua capacidade em incentivar o debate sobre temas urgentes ligados à saúde e por sua contribuição social e cultural ao Brasil.

Trabalhando como voluntário na Casa de Detenção do Carandiru, o médico colheu histórias que, há quase 20 anos, ocupam o imaginário coletivo nacional. Seu best-seller Estação Carandiru, de 1999, desdobrou-se num longa-metragem e numa minissérie; Carcereiros, livro de 2012, originou a série homônima e em breve também virará filme.

O Prêmio Humanidade foi entregue a Drauzio Varella no sábado, 27/10, no CineSesc, por Renata de Almeida, diretora da Mostra. A homenagem contou também com a presença da atriz e cineasta Bárbara Paz, que apresentou seu curta documental Conversa com Ele, onde o médico trava uma conversa hipotética com o amigo Hector Babenco, cineasta que faleceu em 2016. O filme foi projetado antes da exibição da cópia restaurada de Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector, que foi apresentado por uma das filhas do diretor, Myra Babenco.

Assista aos melhores momentos da homenagem:

Foto: Mario Miranda Filho.

Conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

por: Cinevitor

cameronpostfinalmostraChloë Grace Moretz em O Mau Exemplo de Cameron Post: filme finalista.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 26/10, os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Os longas que fazem parte da Competição Novos Diretores recebem votos do público, após serem exibidos na primeira semana da Mostra.

As obras mais bem votadas serão submetidas ao júri, que avaliará e escolherá os longas vencedores do Troféu Bandeira Paulista, uma criação da artista plástica Tomie Ohtake, na categoria de melhor filme; os jurados também podem premiar obras em outras categorias.

Neste ano, o Júri Internacional é formado pela atriz e diretora Astrid Adverbe; pelo produtor argentino Edgard Tenembaum; o cineasta turco Ferzan Ozpetek; a atriz e diretora portuguesa Teresa Villaverde; e o cineasta brasileiro Sérgio Machado.

A 42ª Mostra também conta com o Prêmio Petrobras de Cinema, concedido a dois filmes brasileiros. Pela primeira vez, os longas serão escolhidos pelo público: são R$ 300 mil aos títulos determinados pelos espectadores, sejam da Competição ou da Perspectiva, sendo R$ 200 mil para o melhor longa de ficção e R$ 100 mil para o melhor longa documentário.

A Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, também realiza uma premiação que escolhe o melhor filme brasileiro realizado por diretores estreantes e, nesta edição, os jornalistas e críticos Bruno Ghetti, Cecília Barroso, Filipe Furtado, Isabel Wittman e Roger Lerina formam o júri do Prêmio Abraccine. Os profissionais da área também concedem o Prêmio da Crítica.

Conheça os finalistas ao Troféu Bandeira Paulista 2018 da Mostra de São Paulo:

A Costureira dos Sonhos (Sir), de Rohena Gera (Índia/França)
Ága, de Milko Lazarov (Bulgária/Alemanha/França)
Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza (Portugal/Brasil)
Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)
Deslembro, de Flavia Castro (Brasil)
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (Nicarágua/EUA)
Meio Irmão, de Eliane Coster (Brasil)
O Mau Exemplo de Cameron Post (The Miseducation of Cameron Post), de Desiree Akhavan (EUA)
Os Relatórios Sobre Sarah e Saleem (The Reports on Sarah and Saleem), de Muayad Alayan (Palestina)
Rir ou Morrer (Suomen hauskin mies), de Heikki Kujanpää (Finlândia/Suécia)
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)
Yomeddine, de A.B. Shawky (Egito/EUA/Áustria)

Foto: Divulgação.

26º Festival Mix Brasil: conheça os filmes brasileiros selecionados

por: Cinevitor

segredodavimixbrasilNicolas Prattes em O Segredo de Davi, de Diego Freitas: serial killer nas telonas.

A 26ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade acontecerá entre os dias 15 e 25 de novembro, em São Paulo. Neste ano, entre os longas brasileiros, dez produções foram selecionadas e estão na disputa pelo Troféu Coelho de Ouro. Sobre os curtas-metragens nacionais, até agora, 16 filmes de sete estados estão confirmados na programação.

O Festival Mix Brasil é o maior evento cultural sobre a diversidade sexual da América Latina e um dos maiores do mundo. Desde 1993 traz para o Brasil os destaques da produção cinematográfica do gênero e leva para dezenas de festivais, em todo o mundo, filmes nacionais.

Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, eleito o melhor documentário no Teddy Award deste ano, em Berlim, será o filme de abertura. No longa, o corpo feminino trans se torna um meio político de expressão no espaço público e privado. A cantora trans Linn da Quebrada, uma artista carismática e com uma presença extraordinária no palco, reflete sobre o gênero, com participações de Jup do Bairro e Liniker.

Além disso, a noite de abertura contará com uma apresentação do cantor Johnny Hooker na plateia externa do Auditório Ibirapuera. O show traz 11 canções inéditas de Coração e alguns dos sucessos do disco anterior. Desta vez, o espírito da narrativa contada no palco é combativo e intenso, destoando da entrega dolorosa do show anterior. A apresentação é sobre sobreviver e resistir; como colocar a cabeça para fora d’água depois de um período turbulento.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o Mix Brasil 2018, que este ano apresenta a mostra especial Panorama Brasil, uma novidade na programação:

COMPETITIVA BRASIL | LONGAS-METRAGENS:

45 Dias Sem Você, de Rafael Gomes (SP)
Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (SP)
Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (BA)
Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (CE)
Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre (SP)
O Segredo de Davi, de Diego Freitas (SP)
O Sussurro de Jaguar, de Simon(é) Jaikiriuma Paetau e Thais Guisasola (Brasil/Colômbia/Alemanha)
Sócrates, de Alex Moratto (SP)
Sol Alegria, de Tavinho Teixeira (PB)
Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (RS)

COMPETITIVA BRASIL | CURTAS-METRAGENS:

Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim, de Maria Augusta V. Nunes (SC)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (CE)
BR_RIP, de Carlos Eduardo Nogueira (SP)
Do Lado Dillah, de Washington Callegari (SP)
Do Outro Lado, de Bob Yang e Frederico Evaristo (SP)
Inconfissões, de Ana Galizia (RJ)
Kibe Lanches, de Alexandre Figueirôa (PE)
Majur, de Rafael Irineu (MT)
MC Jess, de Carla Villa-Lobos (RJ)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)
O Órfão, de Carolina Markowicz (SP)
Preciso Dizer que Te Amo, de Ariel Nobre (SP)
Reforma, de Fábio Leal (PE)
Riscados pela Memória, de Alex Vidigal (DF)
Um Traço Teu, de Dani Nigri (RJ)
Vigia, de João Victor Borges (RJ)

PANORAMA BRASIL:

Ursinho, de Stéphane Olijnyk (RJ)
SuperPina: Gostoso é Quando a Gente Faz!, de Jean Santos (PE)
Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg (SP/RJ)
O Que Resta, de Fernanda Teixeira (RJ)
Fabiana, de Brunna Laboissière (SP/GO)
Copa 181, de Dannon Lacerda (RJ)
Construindo Pontes, de Heloisa Passos (PR)
Alfredo Não Gosta de Despedidas, de André Medeiros Martins (SP)
Abrindo o Armário, de Dario Menezes e Luis Abramo (RJ)

FOCO: PIONEIRISMO LÉSBICO NA DIREÇÃO

A Place of Rage, de Pratibha Parmar (Reino Unido)
Amor Maldito, de Adélia Sampaio (RJ)
Nitrate Kisses, de Barbara Hammer (EUA)
Evidentiary Bodies, de Barbara Hammer (EUA)
Sapatão, Câmera, Ação! (Dykes, Camera, Action!), de Caroline Berler (EUA)

Outros longas e curtas brasileiros farão parte da programação, nas mostras especiais e no recém-criado Panorama Brasil, a nova seção de longas-metragens nacionais do festival. A lista completa dos filmes selecionados será anunciada nos próximos dias.

Foto: Divulgação/Parakino Filmes.

The Chalkroom, instalação em realidade virtual criada por Laurie Anderson, é uma das atrações da 42ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

chalkroommostra3Entrada grátis: público participa da instalação no Anexo CineSesc.

Criada pela artista multimídia norte-americana Laurie Anderson, com coautoria do taiwanês Hsin-Chien Huang, The Chalkroom é uma instalação em realidade virtual que convida a uma viagem entre palavras, desenhos e histórias soltas pelo ar, que se formam, se desfazem e são recriadas como se fossem inscrições sobre uma lousa.

Antes de vir ao Brasil para a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, The Chalkroom já passou pelo MASS MoCA, Massachusetts Museum of Contemporary Art, pelo Louisiana Museum, Taipei Fine Arts Museum e pelo Festival Internacional de Cinema de Veneza, em 2017, onde recebeu o prêmio de Melhor Experiência em Realidade Virtual. Em São Paulo, a instalação conta com cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

Para Anderson, trata-se de “um espaço feito de palavras e imagens de palavras. É como caminhar para dentro de uma história e se tornar parte dela. Uma maneira de você poder andar dentro de livros e filmes e deixar eles serem parte de sua própria história”.

Para falar mais sobre a atração, Jason Stern, produtor técnico, e Shaun MacDonald, produtor da instalação, marcaram presença na 42ª Mostra de São Paulo e falaram com o CINEVITOR: “O convite para trabalhar nessa obra surgiu em 2017, durante o Festival de Veneza. Desde então, algumas tecnologias evoluíram e essa versão é a melhor de todas e a mais elaborada”, revelou Stern.

chalkroomprodutoresmostraJason Stern e Shaun MacDonald na abertura da 42ª Mostra.

Laurie Anderson e Hsin-Chien Huang já tinham trabalhado juntos em um projeto chamado Puppet Motel, que abordava o tema de videogames. Depois disso, Huang, que era professor em uma faculdade de Taiwan, entrou em contato com Stern e MacDonald para falar sobre uma nova instalação: “Na verdade, a ideia para The Chalkroom veio da exibição Puppet Motel, onde havia um quarto com essa temática. Começamos a trabalhar nisso em Massachusetts, discutindo as ideias e criando diversas demos. Trabalhamos, aproximadamente, por um ano e meio no projeto com um grupo de colaboradores”, disse MacDonald.

Sobre a obra, Jason Stern completou: “Todos os desenhos foram feitos à mão pela Laurie Anderson em um quadro negro. Em seguida foram fotografados e processados. As imagens foram enviadas para o Hsin-Chien Huang, que transformou tudo em VR. A historia, o áudio, tudo foi baseado nas palavras de Laurie”.

Os produtores também falaram sobre a conexão da obra com o cinema: “Chalkroom não é um filme, mas faz as pessoas presenciarem uma história. Atualmente, realidade virtual é uma forma diferente de apresentar um filme ou uma historia e muita gente tem tentado criar e experimentar coisas novas. A similaridade está na narrativa, mas no VR ela não e linear”, finalizou Stern.

chalkroommostra1Uma viagem entre palavras, desenhos e histórias soltas pelo ar.

The Chalkroom estampa o pôster da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e é também uma das atrações do evento. Durante os três meses em que receberá os visitantes, a instalação terá sessões gratuitas de hora em hora, das 14h30 às 21h30, no Anexo CineSesc, novo espaço cultural recém inaugurado.

Fotos: Natali Hernandes, Mario Miranda Filho e Divulgação.
Colaboração Texto: Jules Lied.

Oscar 2019: Academia divulga lista com 25 filmes inscritos para o prêmio de melhor animação

por: Cinevitor

titopassarososcarA animação brasileira Tito e os Pássaros está na disputa por uma vaga no Oscar.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood divulgou nesta quarta-feira, 24/10, uma lista com 25 títulos que estão na disputa por uma vaga entre os finalistas da categoria de melhor animação da 91ª edição do Oscar.

Os inscritos só avançam no processo de votação se cumprirem todas as regras de qualificação. Dezesseis ou mais animações devem se qualificar para que cinco finalistas, número máximo, cheguem na fase final. Vale lembrar que os filmes apresentados nesta categoria também podem concorrer a outros prêmios da Academia, como melhor filme, por exemplo, desde que cumpram os requisitos necessários.

Entre os filmes, destaca-se o brasileiro Tito e os Pássaros, de Gabriel Bitar, André Catoto e Gustavo Steinberg. O longa conta a história de um menino que é responsável, junto com seu pai, por encontrar a cura para uma doença que é contraída após a pessoa levar um susto.

O anúncio oficial dos indicados ao Oscar 2019 acontece no dia 22 de janeiro e a cerimônia de premiação está marcada para o dia 24 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Los Angeles.

Conheça os 25 filmes que estão na disputa pelo Oscar 2019 de melhor animação:

Ana y Bruno, de Carlos Carrera (México)
Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim (Sherlock Gnomes), de John Stevenson (Reino Unido/EUA)
Homem-Aranha no Aranhaverso (Spider-Man: Into the Spider-Verse), de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman (EUA)
Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas (Hotel Transylvania 3: Summer Vacation), de Genndy Tartakovsky (EUA)
Ilha dos Cachorros (Isle of Dogs), de Wes Anderson (Alemanha/EUA)
Liz and the Blue Bird (Rizu to Aoi tori), de Naoko Yamada (Japão)
Lu over the Wall (Yoake tsugeru Rû no uta), de Masaaki Yuasa (Japão)
Luzes no Céu: Fireworks (Uchiage hanabi, shita kara miru ka? Yoko kara miru ka?), de Akiyuki Shinbo (Japão)
Maquia: When the Promised Flower Blooms (Sayonara no asa ni yakusoku no hana o kazarô), de Mari Okada (Japão)
MFKZ (Mutafukaz), de Shôjirô Nishimi e Guillaume Renard (França/Japão)
Mirai, de Mamoru Hosoda (Japão)
O Grinch (The Grinch), de Yarrow Cheney e Scott Mosier (EUA/China)
O Homem das Cavernas (Early Man), de Nick Park (EUA/Reino Unido/França)
On Happiness Road (Hsing fu lu shang), de Hsin Yin Sung (Taiwan)
Os Incríveis 2 (Incredibles 2), de Brad Bird (EUA)
Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas (Teen Titans Go! To the Movies), de Aaron Horvath e Peter Rida Michail (EUA)
PéPequeno (Smallfoot), de Karey Kirkpatrick e Jason Reisig (EUA)
Ruben Brandt, Collector, de Milorad Krstic (Hungria)
Sgt. Stubby: An American Hero, de Richard Lanni (Irlanda/Reino Unido/França/Canadá/EUA)
Tall Tales (Drôles de petites bêtes), de Arnaud Bouron e Antoon Krings (França/Luxemburgo)
Tenha um Bom Dia (Have a Nice Day/Hao jile), de Jian Liu (China)
The Laws of the Universe – Part I (Uchu no Ho: Reimei-hen), de Isamu Imakake (Japão)
The Night Is Short, Walk on Girl (Yoru wa mijikashi aruke yo otome), de Masaaki Yuasa (Japão)
Tito e os Pássaros, de Gabriel Bitar, André Catoto e Gustavo Steinberg (Brasil)
WiFi Ralph: Quebrando a Internet (Ralph Breaks the Internet), de Phil Johnston e Rich Moore (EUA)

Foto: Divulgação.