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Cinebiografia de Judy Garland, com Renée Zellweger, ganha trailer

por: Cinevitor

judytorontoRenée Zellweger interpreta Judy Garland nas telonas: atuação elogiada.

Em Judy, de Rupert Goold, a vencedora do Oscar Renée Zellweger interpreta Judy Garland, a multitalentosa artista considerada uma das principais estrelas da Era de Ouro de Hollywood. No trailer, que acaba de ser divulgado, ao som de Somewhere Over the Rainbow, a atriz revive nas telonas o dia a dia de Garland sob os holofotes, seus relacionamentos amorosos e a sofrida separação dos filhos para sua importante viagem a Londres, em 1968.

Com estreia nacional prevista para o dia 16 de janeiro e distribuição da Paris Filmes, a produção já desponta em conversas sobre prêmios, incluindo uma possível indicação ao Oscar 2020. Adaptado da peça teatral End of the Rainbow, de Peter Quilter, o filme transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968.

Além de Renée Zellweger, o longa traz Bella Ramsey como sua filha, Lorna Luft; Rufus Sewell como o pai de Lorna; Michael Gambon como Bernard Delfont, o empresário por trás da turnê; Finn Wittrock como Mickey Deans, o quinto e último marido de Garland; Gemma-Leah Devereux, como a filha Liza Minnelli; entre outros.

Confira o trailer de Judy, que foi exibido no Festival de Toronto e premiado no British Independent Film Awards, Palm Springs International Film Festival e Hollywood Film Awards:

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 27º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

por: Cinevitor

alicejuniorvencemixAnne Celestino Motta em Alice Júnior: prêmio de melhor interpretação.

Os vencedores da 27ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade foram anunciados na noite desta quarta-feira, 20/11, no Centro Cultural São Paulo. O documentário Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, se consagrou com o Coelho de Ouro de melhor longa-metragem brasileiro.

O filme apresenta a história da ativista transexual Indianara Alves Siqueira, que luta com seu bando pela sobrevivência das pessoas trans no Brasil. Frente aos ataques do seu próprio partido político e ao avanço totalitário no país, ela junta suas forças e parte para um último ato de resistência.

Dirigido por Gil Baroni, Alice Júnior também se destacou e levou três prêmios, entre eles, o de melhor filme brasileiro segundo o público. O longa conta a história de uma garota transexual que quer dar o primeiro beijo, ser feliz e viver as experiências da adolescência sem ser rotulada e reprimida.

Confira a lista completa com os vencedores do 27º Festival Mix Brasil:

COELHOS DE OURO | Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil

Melhor longa-metragem: Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (RJ)
Melhor curta-metragem: Bonde, de Asaph Luccas (SP)

INCENTIVO: O longa e o curta premiados com o Coelho de Ouro também receberão os prêmios DOTCINE, CTAV e MISTIKA de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com apoiadores da área cinematográfica.

COELHOS DE PRATA

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para curtas-metragens:

Melhor Direção: Selma Depois da Chuva, por Loli Menezes
Melhor Roteiro: Quebramar, escrito por Camila Gaglianone, Cris Lyra, Ananda Maranhão, Elis Menezes, Lana Lopes, Raíssa Lopes e Yakini Kalid
Melhor Interpretação: Wallie Ruy, por Marie
Menção Honrosa: Divina Valéria, por Marie

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para longas-metragens:

Melhor Direção: Transamazonia, por Renata Taylor, Débora Mcdowell e Bea Morbach
Melhor Roteiro: A Rosa Azul de Novalis, escrito por Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio
Melhor Interpretação: Anne Celestino Motta, por Alice Júnior
Menção Honrosa: Alice Júnior, de Gil Baroni

PRÊMIO DO PÚBLICO:

Melhor curta-metragem nacional: Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Melhor curta-metragem internacional: Les Saints de Kiko, de Manuel Marmier (França)
Melhor longa-metragem nacional: Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Melhor longa-metragem internacional: Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

PRÊMIOS ESPECIAIS:

PRÊMIO ÍCONE MIX: Marina Lima
PRÊMIO SUZY CAPÓ: o curta Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira
PRÊMIO SESC TV: Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTA-METRAGEM: Swinguerra, de Barbara Wagner e Benjamin de Burca
PRÊMIO IDA FELDMAN: a vinheta do 27º Festival Mix Brasil, criada pela agência Vetor Zero
PRÊMIO BIG MIX DIVERSITY: Huni Kuin: Yube Baitana, de Bobware/Beya Xiña Bena
PRÊMIO MIX LITERÁRIO: Ninguém Vai Lembrar de Mim, de Gabriela Soutello
PRÊMIO MIX LITERÁRIO | MENÇÃO HONROSA: Bruno Ribeiro, de Glitter

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Morre, aos 62 anos, o cineasta Fábio Barreto

por: Cinevitor

fabiobarretomorreBarreto foi indicado ao Oscar pelo filme O Quatrilho.

Morreu na noite desta quarta-feira, 20/11, aos 62 anos, o cineasta Fábio Barreto. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a morte foi confirmada pelo Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, no qual o diretor estava internado, mas a causa não foi revelada.

Em dezembro de 2009, Fábio sofreu um grave acidente de carro em Botafogo e, desde então, estava em coma. Na época, foi internado com traumatismo craniano. Um ano depois, seu estado de saúde teve uma melhora, passou por uma nova cirurgia e continuou o tratamento em casa. Porém, mesmo com atendimento domiciliar especial seguia inconsciente.

Filho de Luiz Carlos Barreto e Lucy Barreto, e irmão do também cineasta Bruno Barreto, Fábio começou sua carreira como diretor em 1977 no curta-metragem A História de José e Maria. Depois, trabalhou como assistente de direção no drama Amor Bandido, dirigido pelo irmão, e no consagrado Bye Bye Brasil, de Cacá Diegues.

Em 1982, dirigiu seu primeiro longa-metragem: Índia, a Filha do Sol, que foi exibido na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao Festival de Cannes. Porém, a consagração da sua carreira aconteceu em 1995, com o drama O Quatrilho, que foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. O longa, protagonizado por Gloria Pires e Patricia Pillar, foi premiado no Festival de Havana e pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte.

barretogloriaNos bastidores da cinebiografia de Lula com a atriz Gloria Pires.

Entre outros trabalhos, também se destacou ao dirigir Lula, o Filho do Brasil, cinebiografia de Luiz Inácio Lula da Silva. Baseado no livro homônimo da jornalista Denise Paraná, o filme foi alvo de polêmicas por diversos motivos, entre elas, o lançamento em um ano eleitoral, orçamento e patrocinadores. Considerada uma das produções mais caras do cinema brasileiro, o longa foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de melhor filme estrangeiro do Oscar.

Fábio também dirigiu O Rei do Rio (1985), Luzia Homem (1988), Lambada (1991), Bela Donna (1998), A Paixão de Jacobina (2002), Nossa Senhora de Caravaggio (2006), entre outros. Além disso, atuou em Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos, e Noel: Poeta da Vila, de Ricardo Van Steen. Também dirigiu três episódios da série Donas de Casa Desesperadas, versão brasileira de Desperate Housewives.

Fotos: Divulgação.

41º Festival de Havana anuncia filmes selecionados; cinema brasileiro se destaca na programação

por: Cinevitor

vidainvisivelhavanaCarol Duarte em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz.

A primeira edição do Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, também conhecido como Festival de Havana, foi realizada em dezembro de 1979, em Cuba, pelo ICAIC (Instituto Cubano del Arte e Industria Cinematográficos), com a intenção de se tornar uma continuação dos festivais de Viña del Mar, Mérida e Caracas, reunindo filmes e cineastas que representam as tendências cinematográficas mais inovadoras da América Latina.

Nesta quarta-feira, 20/11, foram anunciados os selecionados para a 41ª edição do evento, que acontecerá entre os dias 5 e 15 de dezembro. Os filmes em competição, que concorrem ao Prêmio Coral, são divididos em categorias: ficção, documentário e animação.

A seleção deste ano conta com uma forte presença do cinema brasileiro. Os premiados A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, e Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, estão na disputa com outras produções nacionais. Entre curtas e longas, destacam-se mais de 60 trabalhos brasileiros e coproduções na lista.

Exibido no Festival de Berlim e sem data prevista de estreia no Brasil, Marighella, dirigido por Wagner Moura, será exibido fora de competição, assim como o documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, premiado no Festival de Veneza.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para a 41ª edição do Festival de Havana:

COMPETIÇÃO | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil/Alemanha)
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil/França)
Três Verões, de Sandra Kogut (Brasil/França)
Divino Amor, de Gabriel Mascaro (Brasil/Uruguai/Chile/Dinamarca/Noruega/Suécia)
Araña, de Andrés Wood (Chile/Argentina/Brasil)

COMPETIÇÃO | MÉDIA E CURTA-METRAGEM

A Volta Para Casa, de Diego Freitas
Aquele Casal, de William de Oliveira
Clepto, de Ane Hinds

COMPETIÇÃO | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO

Casa, de Letícia Simões
Cine Marrocos, de Ricardo Calil
Democracia em Vertigem, de Petra Costa
Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira
Santiago das Américas ou O Olho do Terceiro Mundo, de Silvio Tendler (Brasil/Cuba)

COMPETIÇÃO | ANIMAÇÃO

A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra
Barbas de Molho, de Eduardo Padrão e Leanndro Amorim
Gravidade, de Amir Admoni
Livro e meio, de Giu Nishiyama e Pedro Nishi
O Bem-aventurado, de Tulio Viaro
Ressurreição, de Otto Guerra
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR
Carne, de Camila Kater (Brasil/Espanha)

COMPETIÇÃO | PRIMEIRO FILME

Raia 4, de Emiliano Cunha
Um Filme de Verão, de Jô Serfaty
A Febre, de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)

FORA DE COMPETIÇÃO

Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes
Longe do Paraíso, de Orlando Senna

COMPETIÇÃO | ROTEIRO INÉDITO

Niño Flor, de Bruna de Vasconcellos Torres

COMPETIÇÃO | MELHOR CARTAZ

44º Festival Sesc Melhores Filmes, por Pedro Veneziano e Estúdio Daó
Copacabana Madureira, por Leonardo Martinelli
IV Jornada Interdisciplinar de Som e Música no Audiovisual, por Thiago Lacaz
Je vous aime, Marie!, por Leonardo Cata Preta Souza
Nadir, por Gabi Etinger
O Homem Cordial, por Jana Ferreira
O Processo (versão alternativa), por Thiago Lacaz
Pluma Fuerte, por Didi Helene

GALA

Marighella, de Wagner Moura
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Brasil/Espanha/Bélgica)

PERSPECTIVA LATINO-AMERICANA

PANORAMA LATINO-AMERICANO:

Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luíza Azevedo

A SALA LLENA:

Cano Serrado, de Erik de Castro
Hebe: A Estrela do Brasil, de Maurício Farias
Veneza, de Miguel Falabella

LA HORA DEL CORTO:

Julieta de Bicicleta, de Juliana Sanson

EN SOCIEDAD:

Chão, de Camila Freitas
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai
Sem Descanso, de Bernard Attal
Diario Ordinario, de Paula Fabiana Silva

MUJERES ANTE LA CÁMARA:

Encantadas, de Taís Lobo
Latinoamérica es mujer, de Vanessa Pérez Gordillo (Argentina/Bolívia/Brasil/Chile/Colômbia/Peru)

PUEBLOS Y CULTURAS ORIGINARIOS:

Resplendor, de Claudia Nunes e Érico Rassi

LOS COLORES DE LA DIVERSIDAD:

A Sombra Interior, de Diego Tafarel
Between, de Ana Carolina Marinho e Bárbara Santos
Sim, fui uma criança viada, de Antonio Molina
Soccer Boys, de Carlos Guilherme Vogel

CULTURA:

Bando, Um Filme De:, de Lázaro Ramos e Thiago Gomes
Porfírio do Amaral – A Verdade Sobre o Samba, de Caio Rubens
Ainda Temos a Imensidão da Noite, de Gustavo Galvão (Brasil/Alemanha)

CINEMATECA LATINOAMERICANA:

A Jangada de Welles, de Firmino Holanda e Petrus Cariry
A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso

VANGUARDIA:

Dancing in the Street, de James Benning, Alessandro Focareta, Francesca Maria Svampa, Andrea Novoa Achondo, Letícia Simões, Melisa Liebenthal, Gabriela Domínguez Ruvalcaba, Fabiana Salgado, Yuji Martins, Yamel Thompson e Jaime Guerra (EUA/México/Cuba/Argentina/Brasil/Chile/Colômbia/Itália)

PANORAMA DOCUMENTAL

The Cleaners, de Hans Block e Moritz Riesewieck (Alemanha/Brasil)

INDÚSTRIA | PRÊMIO CORAL DE PÓS-PRODUÇÃO

Os Livres, de Isabel Joffily e Pedro Rossi

CINE Y NUEVA TELEVISIÓN | SERIES, EL CINE DE LA NUEVA ERA AUDIOVISUAL

Amores Cubanos. Capítulo 1. Os Escolhidos, de Alice de Andrade
Amores Cubanos. Capítulo 2. Candelaria e Ignacio, de Alice de Andrade
Amores Cubanos. Capítulo 3. Osaida e Hector, de Alice de Andrade

ENTORNOS

CENTENÁRIO DE SANTIAGO ÁLVAREZ:

Santiago das Américas ou O Olho do Terceiro Mundo, de Silvio Tendler

APRESENTAÇÃO ESPECIAL:

Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz
Sertania, de Geraldo Sarno

Foto: Bruno Machado.

Ícone Mix 2019: Marina Lima é homenageada no 27º Festival Mix Brasil

por: Cinevitor

marinaiconemixÍcone Mix 2019: Marina Lima homenageada.

Tema do documentário Uma Garota Chamada Marina, de Candé Salles, que faz parte da Mostra Competitiva Brasil de Longas da 27ª edição do Festival Mix Brasil, a cantora Marina Lima completa 40 anos de Simples Como Fogo, seu primeiro álbum.

Em ritmo de comemoração, a artista foi a grande homenageada deste ano com o prêmio Ícone Mix, que já foi oferecido ao cineasta Gus Van Sant e ao escritor João Nery, que morreu em outubro do ano passado. O troféu foi entregue no sábado, 16/11, no CineSesc, antes da exibição do documentário, por André Fischer, diretor do festival, e Josi Geller, diretora executiva.

No palco, Marina fez um discurso emocionante: “Essa homenagem talvez seja das mais significativas da minha carreira. Já recebi algumas, mas essa aqui é muito importante pra mim por achar que meu trabalho e minha obra possam ter ajudado tanta gente que só precisava de um estímulo para ter coragem de ser o que quer ser”.

No filme de Candé Salles, que está na disputa pelo Coelho de Prata, conhecemos melhor as motivações de sua trajetória, vida pessoal e carreira através dos olhos do diretor. Mais que compositora e voz de músicas que são hinos de várias gerações, Marina faz parte do imaginário como a representação da gata talentosa e inquieta movida pela necessidade de questionar e evoluir.

Conversamos com a cantora logo depois da exibição e registramos os melhores momentos da homenagem e da apresentação do documentário. Aperte o play e confira:

*Acompanhe nossa cobertura do 27° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Kaique Telles.

Pacificado, de Paxton Winters, é premiado no EnergaCAMERIMAGE 2019

por: Cinevitor

pacificadocamerimageCassia Gil em Pacificado: dois prêmios.

O EnergaCAMERIMAGE, International Film Festival of the Art of Cinematography, que acontece em Toruń, na Polônia, é o maior e mais reconhecido festival dedicado à arte cinematográfica e seus criadores: os diretores de fotografia; o evento contribui para o crescimento e prestígio destes profissionais.

O formato não convencional do festival, que consagra os filmes de acordo com seus valores visuais, estéticos e técnicos, acabou se tornando uma alternativa para os já tradicionais eventos de cinema. Além disso, o EnergaCAMERIMAGE promove fóruns para o desenvolvimento de filmes internacionais e colabora com novos cineastas permitindo-lhes explorar novas áreas artísticas.

A 27ª edição, que aconteceu entre os dias 9 e 16 de novembro, consagrou com o Sapo de Ouro, prêmio máximo do evento, o fotógrafo Lawrence Sher, de Coringa, filme dirigido por Todd Phillips e protagonizado por Joaquin Phoenix. O uruguaio, radicado no Brasil, César Charlone também foi premiado por sua direção de fotografia em Dois Papas, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, e recebeu o Sapo de Prata.

Outra produção brasileira que se destacou na competição foi Pacificado, de Paxton Winters. O longa ganhou dois prêmios: melhor direção estreante e melhor direção de fotografia estreante para Laura Merians. Vencedor da Concha de Ouro no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e premiado na 43ª Mostra de São Paulo, o filme foi produzido por Darren Aronofsky e Paula Linhares e Marcos Tellechea, da Reagent Media.

A história se passa no Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, na época dos Jogos Olímpicos, em 2016, enquanto as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ocupam os morros para manter o controle durante o evento. Tati, interpretada por Cassia Gil, é uma garota introvertida de 13 anos, que mantém uma relação problemática com a mãe dependente de drogas, papel de Débora Nascimento, e sonha em conhecer seu pai, Jaca, ex-chefe do tráfico local, vivido por Bukassa Kabengele, que está prestes a sair da prisão. Ao voltar para casa, Jaca sonha em começar uma nova vida, longe do tráfico. Quer encontrar um novo lugar para ele e sua família num morro agora comandado por Nelson, papel de José Loreto, um jovem traficante. Mas, encontrar a paz num mundo dominado pela violência não será tarefa fácil, pois a realidade se mostra mais dura do que ele imaginava.

Outros premiados do EnergaCAMERIMAGE 2019 foram: The Painted Bird, que recebeu o Sapo de Bronze pela fotografia de Vladimír Smutný e também o Prêmio FIPRESCI; Família da Madrugada (Midnight Family), de Luke Lorentzen, consagrado com o Sapo de Ouro de melhor documentário; entre outros.

Foto: Divulgação.

Pacarrete, de Allan Deberton, é o grande vencedor da 6ª Mostra de Cinema de Gostoso

por: Cinevitor

vencedoresgostoso19Pacarrete: Marcélia Cartaxo e Ariadne Mazzetti recebem o Prêmio da Imprensa.

Os vencedores da 6ª Mostra de Cinema de Gostoso, que aconteceu em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, foram anunciados nesta terça-feira, 12/11, na Praia do Maceió, em cerimônia apresentada por Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, diretores e curadores da Mostra.

O prêmio de melhor longa-metragem segundo o júri popular foi para o cearense Pacarrete, dirigido por Allan Deberton. A trama, protagonizada por Marcélia Cartaxo, conta a história de uma professora aposentada no interior do Ceará, que tinha o sonho de se apresentar como bailarina para a população da cidade onde morava. Além do Troféu Luís da Câmara Cascudo, o filme levou também o Prêmio da Imprensa e o Prêmio DOT Cine (DCP de longa-metragem).

O Prêmio Imprensa, criado na edição passada, foi formado por jornalistas que marcaram presença no evento e escolheram as melhores produções. Vitor Búrigo, do CINEVITOR, subiu ao palco para entregar os troféus, criado por Adriano Fontes, da Marcenaria SMG, uma réplica em miniatura da espreguiçadeira do cinema ao ar livre do evento. Além de Pacarrete, o curta mineiro Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa, também foi consagrado.

Conheça os vencedores da Mostra de Cinema de Gostoso 2019:

MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
A Parteira, de Catarina Doolan (RN)

MENÇÃO HONROSA:
Fendas, de Carlos Segundo (RN)

PRÊMIO DA IMPRENSA | MELHOR CURTA-METRAGEM:
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (MG)

PRÊMIO DA IMPRENSA | MELHOR LONGA-METRAGEM:
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)

PRÊMIO ELO COMPANY DE DISTRIBUIÇÃO:
Em Reforma, de Diana Coelho (RN)

PRÊMIO MISTIKA DE FINALIZAÇÃO:
Quebramar, de Cris Lyra (SP)

PRÊMIO VIDEOSCHAK | RECURSOS DE ACESSIBILIDADE:
Plano Controle, de Juliana Antunes (MG)

PRÊMIO LACES | MELHOR CURTA DO COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL:
Júlia Porrada, de Igor Ribeiro

Foto: Rogério Vital.

Documentário brasileiro A Primeira Pedra, de Vladimir Seixas, é indicado ao Emmy Internacional 2019

por: Cinevitor

primeirapedraemmyNa disputa pelo Emmy: documentário brasileiro.

O documentário A Primeira Pedra, dirigido por Vladimir Seixas, é o representante brasileiro na categoria documental do Emmy Internacional 2019, premiação que elege as melhores produções audiovisuais televisivas do mundo. O filme, vencedor do 8º DOC Futura, é uma coprodução do Canal Futura com a produtora Couro de Rato, e investiga a crescente onda de linchamentos no Brasil, aprofundando discussões sobre direitos humanos e racismo na sociedade.

A produção ouve especialistas na área de psicologia, psicanálise, direitos humanos, pesquisadores, advogados e professores, como o sociólogo José de Souza Martins, autor do livro Linchamentos: a justiça popular no Brasil. Segundo levantamento realizado para o livro, no Brasil hoje acontece um linchamento por dia, sendo que em média um milhão de brasileiros já participaram de algum linchamento nos últimos 60 anos.

Por meio de um resgate histórico, a produção apresenta as origens do linchamento na sociedade e explica como ato evolui para uma prática cada vez mais racista e presente, principalmente no Brasil. Afirmações comuns, como “bandido bom é bandido morto” justificam os atos dos linchadores que, na maioria das vezes, se denominam “cidadãos de bem”.

“Queremos dimensionar a barbárie que esses atos cotidianos expressam e disputar a desconstrução das bases motivadoras dessa violência. É uma questão realmente preocupante e, muitas vezes, são noticiados como qualquer outro tipo de violência”, conta o diretor Vladimir Seixas.

As gravações aconteceram nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão e Santa Catarina. Casos reais, amplamente noticiados na mídia e compartilhados nas redes sociais na época, são recontados, e sobreviventes de linchamentos e pessoas que perderam familiares contam suas histórias e lutas diárias de superação.

O filme foi vencedor do Prêmio TAL no DocMontevideo de melhor documentário e recebeu a medalha de bronze na categoria Direitos Humanos do New York Film Festival. A Primeira Pedra está disponível no Futura Play e concorre com Bellingcat: Truth in a Post-Truth World, de Hans Pool, da Holanda; Louis Theroux’s Altered States, do Reino Unido; e Witness – India’s Forbidden Love, do Qatar.

O Canal Futura já foi finalista do Emmy Internacional com o vencedor do 3º Doc Futura, De Volta, em 2014. Este ano, o Brasil foi indicado em nove das 11 categorias do prêmio. A cerimônia de entrega do International Emmy Awards, organizado pela International Academy of Television Arts & Sciences, acontecerá em Nova York, no dia 25 de novembro.

Foto: Divulgação.

MUAHS Awards 2020: conheça os indicados ao prêmio do Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros

por: Cinevitor

coringaMUAHSJoaquin Phoenix em cena do filme Coringa.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros, Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild, foi fundado em novembro de 1937 e hoje conta com mais de 1.900 membros da indústria do entretenimento em todo o mundo.

Como de costume, anualmente realiza o Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro. Os vencedores da 7ª edição serão anunciados no dia 11 de janeiro de 2020.

Neste ano, o ator Patrick Stewart receberá o Distinguished Artisan Award; o maquiador Thomas Burman, indicado ao Oscar por Os Fantasmas Contra Atacam e premiado diversas vezes no Emmy Awards, ficou conhecido por estabelecer o título de efeitos especiais de maquiagem, usado até hoje, receberá o Lifetime Achievement Award; o renomado cabeleireiro Martin Samuel, que foi indicado ao Oscar três vezes pelos filmes Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra, Piratas do Caribe: No Fim do Mundo e Hitchcock, também será homenageado pela carreira com o Lifetime Achievement Award.

Conheça os indicados ao MUAHS Awards 2020 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
As Golpistas, por Margot Boccia e Roxanne Rizzo
John Wick 3: Parabellum, por Stephen M. Kelley, Anna Stachow e Jacenda Burkett
Nós, por Scott Wheeler, Tym Shutchai Buacharern e Sabrina Castro
O Escândalo, por Vivian Baker, Cristina Waltz e Richard Redlefsen
Vingadores: Ultimato, por John Blake, Francisco Perez e Dennis Liddiard

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
A Lavanderia, por Marie Larkin, Yvette Stone e J. Roy Helland
As Golpistas, por Angel De Angelis e Dierdre Harris
Coringa, por Kay Georgiou, Vanessa Anderson e Mitchell Beck
Esquadrão 6, por Giuliano Mariano, Domingo Santoro e Luco Saccuman  
John Wick 3: Parabellum, por Kerrie Smith e Therese Ducey
O Escândalo, por Anne Morgan, Jaime Leigh McIntosh e Adruitha Lee

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Coringa, por Nicki Ledermann, Tania Ribalow e Sunday Englis
Downton Abbey, por Anne Nosh Oldham, Elaine Browne e Sam Smart
Era Uma Vez em… Hollywood, por Heba Thorisdottir e Gregory Funk
Meu Nome é Dolemite, por Vera Steimberg, Debra Denson e Deborah Huss-Humphries
Rocketman, por Lizzie Yianni Georgiou, Tapio Salmi e Laura Solari

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Downton Abbey, por Anne Nosh Oldham, Elaine Browne e Marc Pilcher
Era Uma Vez em… Hollywood, por Janine Rath-Thompson e Michelle Diamantides
Malévola: Dona do Mal, por Audrey Futterman-Stern
Meu Nome é Dolemite, por Carla Joi Farmer, Stacey Morris e Linda Villalobos
Rocketman, por Lizzie Yianni Georgiou, Tapio Salmi e Laura Solari

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
Capitã Marvel, por Brian Sipe, Alexei Dmitriew e Sabrina Wilson
Esquadrão 6, por Jana Carboni e Leonardo Cruciano
It: Capítulo Dois, por Sean Sansom, Shane Zander e Iantha Goldberg
O Escândalo, por Kazu Hiro, Vivian Baker e Richard Redlefsen
O Irlandês, por Mike Marino, Mike Fontaine e Carla White
Rocketman, por Barrie Gower, Lizzie Yianni Georgiou e Victoria Money

Foto: Divulgação.

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anuncia filmes selecionados e homenageados

por: Cinevitor

piedadebrasiliaFernanda Montenegro e Cauã Reymond em Piedade, de Claudio Assis.

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontecerá entre os dias 22 de novembro e 1º de dezembro, acaba de anunciar a lista de selecionados deste ano. Foram 701 inscritos, entre curtas e longas, e 21 filmes escolhidos que representam o cinema nacional contemporâneo e que disputarão os troféus Candango.

Mais do que a principal janela do festival, a Mostra Competitiva, com premiação de R$ 270 mil no total, é uma provocação ao debate e à avaliação de perspectivas culturais por meio da linguagem audiovisual. Assim, a seleção do Festival de Brasília 2019 lança um olhar atento à diversidade do nosso cinema. Os sete longas escolhidos, representantes de quatro estados, mais o Distrito Federal, abordam assuntos diversos e tratam de temas urgentes, por meio de narrativas únicas e vigorosas, unindo o trabalho de autor ao potencial expressivo da arte e da técnica cinematográfica.

A seleção de curtas-metragens, ainda mais abrangente, traduz de forma inequívoca a produção nacional. Os 14 filmes são oriundos de oito estados, mais o DF, representando o Norte, o Sul, o Nordeste, o Sudeste e o Centro-Oeste brasileiros. E, assim como o conjunto de longas, comprovam o domínio narrativo, a variedade de gêneros e linguagens e a integração em estágio avançado das forças realizadoras de diferentes lugares do Brasil.

alicebrasiliaAnne Celestino Mota, Surya Amitrano e Matheus Moura em Alice Júnior.

A comissão de seleção dos longas foi formada por: Marcus Ligocki Jr., cineasta; Anna Karina de Carvalho, jornalista, produtora e cineasta; Tiago Belotti, crítico de cinema; Erica Lewis, subsecretária de economia criativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal; e Flavia Guerra, jornalista e crítica de cinema. Já a comissão de curtas-metragens foi composta por Marcus Ligocki Jr., Anna Karina de Carvalho, Tiago Belotti e os seguintes profissionais: Joyce Pais, jornalista; Luísa Pécora, jornalista; Patrick de Jongh, compositor de trilhas sonoras, produtor musical, sound designer e produtor cinematográfico; e José Damata, idealizador do Cinema Voador.

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também reserva um espaço para os realizadores candangos: a Mostra Brasília BRB, patrocinada pelo Banco de Brasília, BRB, decidiu associar sua marca ao cinema produzido no Distrito Federal. Com a intenção de ampliar e divulgar a produção local, a Mostra apresentará ao público 12 filmes feitos na capital.

O festival também exibirá mostras paralelas de documentários, longas e curtas-metragens, com trabalhos de grande impacto e que possibilitam o debate sobre as diversas questões da produção audiovisual brasileira contemporânea e sobre os caminhos narrativos praticados pelos cineastas brasileiros.

Os homenageados também ganham destaque. O Festival de Brasília celebra os trabalhadores da sétima arte, a começar pelo grande homenageado desta edição, o ator Stepan Nercessian, passando pelos filmes de abertura e encerramento, a sessão hors-concours, as Sessões Especiais, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes e o Prêmio da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV).

Muito além de narrar boas histórias, há autores que optam por dedicar suas vidas à manufatura cinematográfica. Isso se traduz na excelência do cinema brasileiro. Para celebrá-lo, o Festival de Brasília destaca algumas produções, como: O Traidor, de Marco Bellocchio, que será o filme de abertura. Uma coprodução entre Itália e Brasil, além de Alemanha e França, é dirigido por um dos grandes mestres do cinema contemporâneo.

E também: Giocondo Dias – Ilustre Clandestino, de Vladimir Carvalho. O filme que encerra o festival apresenta parte da trajetória do militante de esquerda que passou dois terços de sua vida na clandestinidade. Quem narra sua história é Vladimir Carvalho, um dos maiores nomes do cinema brasileiro, diretor de obras seminais como O país de São Saruê, Conterrâneos velhos de guerra e Barra 68, por meio de relatos de testemunhas que conviveram com ele, além de uma rara entrevista do próprio militante.

afebrebrasiliaCena do longa A Febre, de Maya Da-Rin: premiado em Locarno.

Vale destacar também a sessão hors-concours: Boca de Ouro, dirigido por Daniel Filho e baseado na obra de Nelson Rodrigues. Um gigante do cinema brasileiro e um gênio da literatura. Mais de 50 anos depois do primeiro contato do cineasta com a história do temido bicheiro carioca, quando interpretou Leleco na versão de 1963 de Boca de Ouro nos palcos, Filho comanda uma releitura cinematográfica da peça homônima de um de nossos maiores contadores de histórias e um dos mais agudos observadores do caráter e das contradições do brasileiro.

Criada pelo Festival de Brasília em 2016, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes reverencia os grandes nomes do cinema brasileiro. Nesta edição, Fernando Adolfo receberá tal honraria. Membro da Academia Brasileira de Cinema e integrante da equipe que criou a Primeira Semana do Cinema Brasileiro, hoje Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e coordenador-geral do evento por vários anos, o baiano foi ainda integrante de comissões de seleção e jurado de diversos festivais de cinema.

Além disso, a Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo, ABCV, homenageia a professora, pesquisadora e documentarista alagoana Debora Diniz. Com graduação, mestrado e doutorado em Antropologia pela Universidade de Brasília (UnB), ela tem ampla formação, tendo realizado especializações em diversas instituições. Suas áreas de atuação são gênero, direitos humanos e bioética, sendo uma das fundadoras da Anis – Instituto de Bioética.

Confira os filmes selecionados para o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:

LONGAS-METRAGENS

Volume Morto, de Kauê Telloli (SP)
A Febre, de Maya Da-Rin (RJ)
Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
O Tempo que Resta, de Thaís Borges (DF)
Loop, de Bruno Bini (MT)
O Mês que Não Terminou, de Francisco Bosco e Raul Mourão (RJ)
Piedade, de Claudio Assis (RJ)

CURTAS-METRAGENS

A Nave de Mané Socó, de Severino Dadá (PE)
Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
Amor aos vinte anos, de Felipe Arrojo Poroger e Toti Loureiro (SP)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
Ari y yo, de Adriana de Faria (PA)
Cabeça de rua, de Angélica Lourenço (MG)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Carne, de Camila Kater (SP)
Chico Mendes – Um legado a defender, de João Inácio (DF)
Marco, de Sara Benvenuto (CE)
Parabéns a você, de Andréia Kaláboa (PR)
Pelano!, de Christina Mariani e Calebe Lopes (BA)
Rã, de Julia Zakia e Ana Flavia Cavalcanti (SP)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H Castro e Guto BR (SP)

MOSTRA BRASÍLIA BRB | LONGAS-METRAGENS

Mãe, de Adriana Vasconcelos
Dulcina, de Glória Teixeira
Ainda temos a imensidão da noite, de Gustavo Galvão
Mito e música – A mensagem de Fernando Pessoa, de Rama de Oliveira e André Luiz Oliveira

MOSTRA BRASÍLIA BRB | CURTAS-METRAGENS

Claudia e o Crocodilo, de Raquel Piantino
#SOMOSAMAZÔNIA, de João Inácio
O Véu de Amani, de Renata Diniz
A terra em que pisar, de Fáuston da Silva
Escola sem sentido, de Thiago Foresti
AmbulaTório, de Júlia de Lannoy
Encanto feminino, de Fabíola de Andrade
Luis Humberto: o olhar possível, de Mariana Costa e Rafael Lobo

MOSTRA TERRITÓRIO BRASIL
É a consolidação simbólica da diversidade cultural brasileira. Dezenove estados iluminados nas telas do Festival de Brasília delineiam um país a ser descoberto, que produz cinema em todas as regiões. Multifacetado, o cinema carrega a integridade do povo brasileiro e almeja as salas de cinema de todos os continentes para propor o franco diálogo e a construção coletiva de um mundo criativo e repleto de possibilidades.

A Batalha de Shangri-lá, de Severino Neto e Rafael de Carvalho (MT)
A mulher e o rio, de Bernard Lessa (ES)
Amizade – Tekoayhu, de Chico Faganello (SC)
As órbitas da água, de Frederico Machado (MA)
Dorivando Saravá, o preto que virou mar, de Henrique Dantas (BA)
Eu, um outro, de Silvia Godinho (MG)
Fakir, de Helena Ignez (SP)
Jackson – Na batida do pandeiro, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira (PB)
Lamento, de Diego Lopes e Claudio Bitencourt (PR)
Máquina de sonhos, de Nycolas Albuquerque (AP)
Mestre Cupijó e Seu Ritmo, de Jorane Castro (PA)
Niède, de Tiago Tambelli (PI)
O Buscador, de Bernardo Barreto (RJ)
Os bravos nunca se calam, de Marcio Schoenardie (RS)
Servidão, de Renato Barbieri e Neto Borges (DF)
Siron – Tempo sobre tela, de André Guerreiro Lopes e Rodrigo Campos (PE)
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira (CE)
Vermelha, de Getúlio Ribeiro (GO)

MOSTRA VOZES
Procura fortalecer a visibilidade das histórias daqueles que batalham para se fazer ouvir em um mundo contemporâneo desafiador. Unindo a arte e a técnica cinematográfica às narrativas de resistência e luta por seu merecido espaço, os filmes selecionados abrem uma janela para a jornada de quem combate diariamente, das mais diversas formas, as desigualdades socioeconômicas, o racismo, o machismo, o preconceito religioso, a homofobia, a transfobia e toda forma de preconceito.

Maria Luiza, de Marcelo Díaz (DF)
Batalha, de Cristiano Burlan (SP)
Família de Axé, de Tetê Moraes (RJ)
Cine Marrocos, de Ricardo Calil (SP)

MOSTRA GUERRILHA
O cinema é composto por uma complexa teia de peças que precisam conviver em harmonia, da primeira palavra do roteiro até a última correção da pós-produção. Demanda energia, tempo e dinheiro. Mas há aqueles que não se intimidam pela burocracia, que propagam os princípios de Glauber Rocha, mestre do fazer cinematográfico em um país em que muitas vezes guerrilha é a palavra-chave. São os kinólatras, mentes inquietas que se recusam a deixar de filmar. É para eles que existe a Mostra Guerrilha.

O espiral de contos de Deolindo Flores, de Rodrigo Araujo e Thiago L. Soares (SC)
Hopekillers, de Thiago Moyses (RJ)
Incursão, de Eduardo P. Moreira e Silvio Toledo (PB)

MOSTRA NOVOS REALIZADORES
É sempre instigante descobrir um novo olhar no audiovisual. Cinéfilos vivem por testemunhar aquela faísca dos filmes de amanhã. Quais cineastas vão tomar as rédeas da sétima arte e conduzir as próximas histórias que se perpetuarão? A renovação do audiovisual brasileiro contemporâneo é resultado da política pública que torna o acesso ao mercado e à produção mais democrático e diverso, terreno fértil para a inquietação criativa e a construção de novos rumos pelas novas gerações de cineastas.

Música para morrer de amor, de Rafael Gomes (SP)
Rodantes, de Leandro Lara (MG)
A colmeia, de Gilson Vargas (RS)
Um filme de verão, de Jo Serfaty (RJ)

MOSTRA FUTURO BRASIL
Conta com seis longas-metragens não finalizados exibidos em sessões exclusivas para agentes de vendas e curadores de importantes festivais internacionais, convidados a Brasília justamente para identificar filmes brasileiros com potencial de bom desempenho no circuito estrangeiro. O Festival de Brasília atua com o objetivo de contribuir para a articulação internacional da futura geração de filmes brasileiros.

A matéria noturna, de Bernard Lessa (ES)
Mulher Oceano, de Djin Sganzerla (SP)
O Cerco, de Aurélio Aragão, Gustavo Bragança e Rafael Spínola (RJ)
O espaço infinito, de Leo Bello (DF)
Pajeú, de Pedro Diogenes (CE)
Nazinha, de Belisario Franca (RJ)

SÉRIES
Nos últimos anos, as séries ganharam prestígio perante o público e foram rapidamente assimiladas pela comunidade audiovisual brasileira. TVs e plataformas de VOD fazem das séries o carro-chefe da exibição audiovisual fora das salas de cinema, um caminho robusto para o desenvolvimento econômico do setor. Sensível às inovações narrativas, o 52º Festival de Brasília criou a Mostra Séries com o objetivo de exibir os primeiros episódios de séries brasileiras que em breve estarão nesses canais e plataformas.

SESSÕES ESPECIAIS
Homenageiam pessoas que, cada uma a seu modo, dedicaram suas vidas ao cultivo do Brasil.

José Aparecido de Oliveira, de Mário Lúcio Brandão Filho e Gustavo Brandão
Campus Santo, de Márcio Curi

Fotos: Divulgação.

27º Festival Mix Brasil anuncia filmes internacionais e atrações especiais

por: Cinevitor

retratojovemchamasmixAdèle Haenel e Noémie Merlant em Retrato de uma Jovem em Chamas: filme de abertura.

O 27° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, maior evento cultural dedicado à diversidade da América Latina e um dos maiores do mundo, acontecerá entre os dias 13 e 20 de novembro, em São Paulo. Neste ano, com o tema Persistir, o festival exibirá mais de 110 filmes nacionais e internacionais de 26 países. Completam a programação atrações que envolvem teatro, música, literatura, games, realidade virtual, laboratório audiovisual e conferência.

Com entrada gratuita em toda a programação, o Mix Brasil 2019 começa no Auditório Ibirapuera com o drama francês Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma, vencedor do prêmio de melhor roteiro e da Queer Palm no Festival de Cannes deste ano. No filme de abertura, a pintora Marianne, interpretada por Noémie Merlant, vive em uma ilha isolada na Bretanha, no final do século XVIII. Certo dia, é chamada para pintar o retrato da jovem Héloïse, vivida por Adèle Haenel, que vai se casar em breve. Esse encontro cria uma intimidade entre as duas que não estava programada. Na mesma noite, o público convidado será contemplado com um show de Ekena.

Neste ano, foram inscritos 158 curtas-metragens e 28 longas, produzidos no Brasil entre o final de 2018 e meados de 2019, tratando da diversidade sexual. Vale destacar que na Mostra Competitiva Brasil de Curtas, entre os 16 selecionados, 11 são dirigidos por mulheres.

Uma seleção de grandes filmes que passaram pelos principais festivais de cinema do mundo marca o Panorama Internacional que, entre outros destaques, traz os vencedores dos prêmios LGBTQI+ de Cannes, Berlim e Veneza: respectivamente, Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma; Breve História do Planeta Verde, de Santiago Loza, vencedor do Teddy Award; e o chileno O Príncipe (El Príncipe), de Sebastián Muñoz, que levou o Leão Queer.

planetaestranhomix2019Romina Escobar no argentino Breve História do Planeta Verde: filme premiado.

Além disso, a seleção conta também com: o novo filme do cineasta Xavier Dolan, Matthias e Maxime (Matthias et Maxime), que disputou a Palma de Ouro em Cannes neste ano; o documentário português Até Que o Porno Nos Separe, de Jorge Pelicano, exibido no Festival de Guadalajara e premiado no CinEuphoria Awards; o drama E Então Nós Dançamos (And Then We Danced), de Levan Akin, representante da Suécia na disputa pelo Oscar de melhor filme internacional e que rendeu o prêmio de melhor ator para Levan Gelbakhiani  no Festival de Sarajevo e foi exibido na Quinzena dos Realizadores, em Cannes; o documentário Normal, destaque da mostra Panorama em Berlim, e dirigido por Adele Tulli; o documentário Fabulous, de Audrey Jean-Baptiste; o drama Fim de Século (Fin de siglo), de Lucio Castro, eleito o melhor filme argentino do BAFICI e premiado no L.A. Outfest; o documentário Jonathan Agassi Salvou Minha Vida (Jonathan Agassi Saved My Life), de Tomer Heymann, premiado nos festivais de Atlanta, Jerusalém e Dublin.

E mais: o drama Port Authority, de Danielle Lessovitz, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes, e produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features; o romance Billie e Emma, de Samantha Lee; o drama romeno Monstros (Monstri.), de Marius Olteanu, premiado na mostra Forum do Festival de Berlim; o drama austríaco O Chão Sob Meus Pés (Der Boden unter den Füßen), de Marie Kreutzer, indicado ao Urso de Ouro em Berlim e premiado no L.A. Outfest; a comédia dramática argentina Os Membros da Família (Los miembros de la familia), de Mateo Bendesky, exibido na mostra Panorama em Berlim; Rumo às Estrelas (To the Stars), de Martha Stephens, exibido no Festival de Sundance; e o colombiano Segunda Estrela à Direita (Segunda estrella a la derecha), de Ruth Caudeli, exibido no Festival de San Sebastián.

dolanmixbrasil2019Cena de Matthias et Maxime, de Xavier Dolan.

No ano em que seu primeiro álbum Simples Como Fogo completa 40 anos, Marina Lima é também tema do documentário Uma Garota Chamada Marina, que faz parte da Mostra Competitiva Brasil de Longas do 27º Festival Mix Brasil. Através dos olhos do diretor Candé Salles, conhecemos melhor as motivações de sua trajetória, vida pessoal e carreira. Após Gus Van Sant e João Nery, homenageados nas duas primeiras edições, Marina Lima também receberá o prêmio Ícone Mix em 2019.

O Roze Filmdagen é o maior e mais antigo festival de cinema LGBTQI+ nos Países Baixos. Durante onze dias, o festival recebe no cinema The Ketelhuis, em Amsterdã, uma seleção de mais de 120 ficções, documentários e curtas-metragens que celebram todos os aspectos da diversidade. Em parceria com o diretor e programador do Roze Filmdagen, Werner Borkes, o Mix traz ao Brasil uma seleção especial da recente produção do país europeu, que inclui a websérie Anne+, sobre o cotidiano de uma jovem lésbica de Amsterdã; Galore, documentário intimista sobre a famosa drag da cena europeia Lady Galore, dirigido por Dylan Tonk e Lazlo Tonk; e uma sessão de curtas-metragens batizada carinhosamente de Dutch Delights.

marinamix2019Marina Lima no documentário Uma Garota Chamada Marina: Prêmio Ícone Mix 2019.

Mais do que nunca, é preciso ouvir as vozes que se erguem em um Brasil tomado pela indiferença, pela violência e pela desumanidade. Nesta seção, chamada de Vozes do Brasil Real, quatro longas-metragens se propõem a jogar uma luz sobre as vivências de diferentes populações ignoradas ou marginalizadas, lançando um contraponto à desinformação e ao preconceito. São eles: Que os Olhos Ruins Não Te Enxerguem, de Roberto Maty e Thabata Vecchio; Rua Guaicurus, de João Borges; Tente Entender o que Tento Dizer, de Emília Silveira; e Um Filme de Verão, de Jô Serfaty.

Ministrada por Christian Saghaard, Fazendo Cinema – Crescendo com a Diversidade é uma oficina que reúne crianças e adolescentes de 8 a 15 anos de idade. Nela, jovens oriundos de ONGs e escolas públicas entram em contato com o cinema de maneira prática e ao mesmo tempo desenvolvem um olhar sobre a diversidade, que é tão importante nessa fase de formação. A oficina contará com a exibição de filmes voltados para esse público e permitirá que os próprios estudantes criem e editem uma obra audiovisual a partir dessa reflexão.

Após um breve hiato, Marisa Orth retorna triunfante ao comando do já tradicional Show do Gongo, que contará com uma curadoria especial dos melhores vídeos dos últimos vinte anos: Gongo All Stars. A atração acontecerá na sexta-feira, 14/11, às 21h, no Centro Cultural São Paulo.

Pelo quarto ano, o Mix Brasil promove o MixLab Spcine, encontro que visa o intercâmbio de experiências e relações profissionais. Nesta edição, profissionais da Spcine vão dialogar sobre o papel da empresa como fomentadora dos projetos audiovisuais paulistas. A parceria também será representada por uma vitrine exclusiva de destaques do festival, que será exibida dentro da plataforma Spcine Play durante 30 dias a partir do início do evento.

fimseculomix2019Ramon Pujol e Juan Barberini no drama argentino Fim de Século.

Pela primeira vez, o Festival Mix Brasil traz para a sua programação uma seleção de filmes de Realidade Virtual com conteúdo LGBTQI+. Além disso, a quinta edição da Conferência, em 13 mesas, avançará por discussões sobre temas como os caminhos da produção musical negra e LGBTQI+ que saiu das periferias, mulheres invisíveis no cinema, despatologização e tratamentos hormonais de pessoas trans, e o futuro das relações de trabalho sob a perspectiva LGBTQI+.

Diversas atrações que envolvem teatro, música, literatura (Mix Literário), dança LGBT e games (BIG MIX Jam 4Diversity) estão na programação. O Mix Music chega à sua 20ª edição com shows viscerais e novos talentos, como Jup do Bairro e um show de calouros comandado por André Pomba, que também é responsável pela curadoria de Novos Talentos – Drag, uma das atrações mais esperadas, que entregará um prêmio à drag queen que melhor se apresentar e conquistar o público e o júri.

Com direção de André Fischer, direção executiva de Josi Geller e direção de programação dos filmes de João Federici, o 27° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade acontecerá nas tradicionais sedes, como CineSesc, Cine Olido, Espaço Itaú de Cinema e CCSP, Centro Cultural São Paulo. Além disso, neste ano volta para o MIS, Museu da Imagem e do Som, e participa da programação do novo Centro Cultural da Diversidade, da Secretaria Municipal de Cultura.

O Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade é organizado anualmente desde 1993 pela Associação Cultural Mix Brasil que tem como missão a promoção do respeito e livre expressão da diversidade sexual. O objetivo do Mix Brasil é apresentar novas possibilidades para a comunidade LGBTQI+ livres de preconceitos, promovendo a tolerância, compreensão, cidadania e o combate a toda forma de discriminação.

Clique aqui e confira a programação completa do Mix Brasil 2019.

Fotos: Divulgação/Eduardo Crespo.

XII Janela Internacional de Cinema do Recife: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

afebrejanelarecifeRegis Myrupu em A Febre: prêmio de melhor ator no Festival de Locarno.

O Janela Internacional de Cinema do Recife exibe filmes nacionais e estrangeiros, inclusive cópias restauradas de grandes clássicos, em diálogo direto com arquivos e distribuidoras internacionais. O evento é como um fórum de cinema com encontros, discussão e produção crítica.

Desde 2008 contabiliza cerca de 130 mil espectadores utilizando em média duas salas de cinema. Nesses 12 anos, foram exibidos aproximadamente 1400 filmes entre curtas, médias e longas metragens; de filmes centenários quase perdidos a estreias mundiais.

Porém, os cortes no apoio à Cultura implantados pelo atual governo federal deixaram o Janela, já com 12 anos de trabalho, sem base para a sua realização esse ano. Os cortes têm atingido inúmeros festivais de cinema no país e a indústria do audiovisual brasileiro como um todo. “Este ano faríamos um belo e importante Janela de qualquer jeito. Mesmo que ainda menor, em condições mais difíceis ainda. Com as boas notícias, ganhamos a oportunidade de fazer novos planos”, diz o comunicado oficial do evento.

Para a realização do festival, foi criado um financiamento coletivo, onde qualquer pessoa pode contribuir com os custos do festival em troca de recompensas. As metas podem ser acessadas na página da campanha de benfeitoria (clique aqui).

O Janela Internacional de Cinema do Recife 2019 terá 5 dias de duração e ocorrerá entre 6 e 10 de novembro, no Cinema São Luiz, no Cinema da Fundação do Derby e no recém-inaugurado Cinema da UFPE.

Conheça os filmes selecionados para o XII Janela Internacional de Cinema do Recife:

CLÁSSICOS

Easy Rider: Sem Destino, de Dennis Hopper (1968)
A Idade do Ouro, de Luis Buñuel (1930)
O Salário do Medo, de Henri-Georges Clouzot (1953)
Sem Chão, de Kathleen Collins (1982)
SuperOutro, de Edgard Navarro (1989)
Tudo sobre Minha Mãe, de Pedro Almodóvar (1999)

COMPETIÇÃO DE LONGAS

A Febre, de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
Koko-di Koko-da, de Johannes Nyholm (Suécia/Dinamarca)
Noite Passada Te Vi Sorrindo (Last Night I Saw You Smiling), de Kavich Neang (Camboja/França)
So Pretty, de Jessie Jeffrey Dunn Rovinelli (EUA/França)
Um Filme de Verão, de Jô Serfaty (Brasil)

COMPETIÇÃO DE CURTAS BRASILEIROS

CRIAR AS LEIS
Quebramar, de Cris Lyra (SP)
Para Todas as Moças, de Castiel Vitorino Brasileiro (ES)
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (MG)

MUDAR DE ROTA
Thynia, de Lia Letícia (PE)
Teoria Sobre Um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira (MG)
Looping, de Maick Hannder (MG)
Peixe, de Yasmin Guimarães (MG)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (AL)

MOSTRA COMPETITIVA INTERNACIONAL

TUDO TEM FEBRE
Febre do Sul (Fiebre Austral), de Thomas Woodroffe (Chile)
ALTIPLANO, de Malena Szlam (Chile/Argentina/Canadá)
Cisne Elétrico (Electric Swan), de Konstantina Kotzamani (Argentina/Grécia/França)

AVISTADOS POR VAGALUMES
Past Perfect, de Jorge Jácome (Portugal)
Sapatos de Viagem (Traveling Shoes), de Kevin Jerome Anderson (EUA)
Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (Brasil/Canadá/EUA)
Vever (Para Barbara) (Vever (For Barbara)), de Deborah Stratman (Guatemala/EUA)
Parsi, de Eduardo “Teddy” Williams e Mariano Blatt (Guiné Bissau/Argentina/Suíça)
Resista Num Pálido Ponto Azul (Linger on Some Pale Blue Dot), de Alexandre Koberidze (Alemanha/Israel)

SESSÕES ESPECIAIS | CURTAS-METRAGENS

FAROL ACESO
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Tempestade, de Fellipe Fernandes (PE)
A Mulher que Sou, de Nathália Tereza (PR)
Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (PE)
A Cristalização de Brasília, de Guerreiro do Divino Amor (RJ/DF)
Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (PE)
A História do Pequeno Puppetboy (Sagan om den lille Dockpojken), de Johannes Nyholm (Suécia)

SESSÕES ESPECIAIS | LONGAS-METRAGENS

Abismo Tropical, de Paulo Caldas (Brasil)
Casa, de Letícia Simões (Brasil)
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (Brasil)
Jogos Dirigidos, de Jonathas de Andrade (Brasil)
Passagens (Passages), de Lúcia Nagib e Samuel Paiva (Reino Unido)
Funeral de Estado (State Funeral), de Sergei Loznitsa (Holanda/Lituânia)
Synonymes, de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
O Farol (The Lighthouse), de Robert Eggers (EUA/Brasil)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)

SESSÕES COMENTADAS PELO DIRETOR

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil/França)
Divino Amor, de Gabriel Mascaro (Brasil/Uruguai/Dinamarca/Noruega/Chile/Suécia)

PROGRAMAS CONVIDADOS

BRASIL DISTÓPICO VOL. 2
O Jardim das Espumas, de Luiz Rosemberg Filho (Brasil, 1970)

FUNDAÇÃO BERGMAN
Fårödokument 1969, de Ingmar Bergman (Suécia)
Fårödokument 1979, de Ingmar Bergman (Suécia)

Foto: Divulgação.