Oscar 2020: 93 países disputam o prêmio de melhor filme internacional

por: Cinevitor

oscarinternacional2020Fernanda Montenegro em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz: representante brasileiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta segunda-feira, 07/10, a lista oficial com os filmes elegíveis que estão na disputa pela estatueta dourada de melhor filme internacional no Oscar 2020, categoria antes chamada de melhor filme estrangeiro.

Neste ano, 93 países foram classificados, entre eles, Gana, Nigéria e Uzbequistão, candidatos pela primeira vez. No dia 16 de dezembro, antes do anúncio final dos indicados, a Academia reduz essa lista para dez longas, diferente dos outros anos, quando anunciava nove produções. Desse grupo saem os cinco finalistas que serão apresentados no dia 13 de janeiro.

A cerimônia está marcada para o dia 9 de fevereiro, em Los Angeles; o Brasil está na disputa com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, premiado na mostra Un Certain Regard no Festival de Cannes. O longa é uma livre adaptação da obra de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier e Maria Manoella no elenco.

Confira a lista completa com os 93 filmes estrangeiros candidatos ao Oscar 2020:

ÁFRICA DO SUL: Knuckle City, de Jahmil X.T. Qubeka
ALBÂNIA
: Delegacioni (The Delegation), de Bujar Alimani
ALEMANHA
: Systemsprenger, de Nora Fingscheidt
ARÁBIA SAUDITA
The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour
ARGÉLIA: Papicha, de Mounia Meddour
ARGENTINA: La odisea de los giles, de Sebastián Borensztein
ARMÊNIA: Erken Kisher (Lengthy Night), de Edgar Baghdasaryan
AUSTRÁLIA: Buoyancy, de Rodd Rathjen
ÁUSTRIA: Joy, de Sudabeh Mortezai
BANGLADESH: Alpha, de Nasiruddin Yousuff
BELARUS
: Debut, de Anastasiya Miroshnichenko
BÉLGICA: Nuestras Madres (Our Mothers), de Cesar Diaz
BOLÍVIA: Tu me manques, de Rodrigo Bellott
BÓSNIA E HERZEGOVINA: Sin (The Son), de Ines Tanović
BRASIL: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
BULGÁRIA: Ága, de Milko Lazarov
CAMBOJA: In the Life of Music, de Caylee So e Sok Visal
CANADÁ: Antigone, de Sophie Deraspe
CAZAQUISTÃO: Kazakh Khanate – Golden Throne, de Rustem Abdrashev
CHILE: Araña (Spider), de Andrés Wood
CHINA: Ne Zha zhi mo tong jiang shi, de Yu Yang
COLÔMBIA: Monos, de Alejandro Landes
COREIA DO SUL: Parasita (Gisaengchung/Parasite), de Bong Joon-ho
COSTA RICA: El despertar de las hormigas, de Antonella Sudasassi 
CROÁCIA: Mali, de Antonio Nuić
CUBA
: O Tradutor (Un Traductor), de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso
DINAMARCA: Rainha de Copas, de May el-Toukhy
EQUADOR: La mala noche, de Gabriela Calvache
EGITO: Rosas Venenosas (Poisonous Roses), de Fawzi Saleh
ESLOVÁQUIA: Let There Be Light, de Marko Škop
ESLOVÊNIA: Zgodovina ljubezni (History of Love), de Sonja Prosenc
ESPANHA: Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
ESTÔNIA: Tõde ja õigus, de Tanel Toom
ETIÓPIA
: Running against the Wind, de Jan Philipp Weyl
FILIPINAS: Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez
FINLÂNDIA: Hölmö nuori sydän (Stupid Young Heart), de Selma Vilhunen
FRANÇA: Les misérables, de Ladj Ly
GANA
: Azali, de Kwabena Gyansah
GEÓRGIA: Shindisi, de Dito Tsintsadze
GRÉCIA: When Tomatoes Met Wagner, de Marianna Economou
HONG KONG: So duk 2: Tin dei duei kuet, de Herman Yau
HOLANDA: Instinct, de Halina Reijn
HONDURAS
: Café con Sabor a mi Tierra (Blood, Passion & Coffee), de Carlos Membreño
HUNGRIA: Akik maradtak (Those Who Remained), de Barnabás Tóth
ÍNDIA: Gully Boy, de Zoya Akhtar
INDONÉSIA: Kucumbu tubuh indahku (Memories of My Body), de Garin Nugroho
IRÃ: Finding Farideh, de Kourosh Ataee e Azadeh Moussavi
IRLANDA
: Gaza, de Garry Keane e Andrew McConnell
ISLÂNDIA: Hvítur, Hvítur Dagur, de Hlynur Palmason
ISRAEL: Incitement, de Yaron Zilberman
ITÁLIA: O Traidor (Il traditore), de Marco Bellocchio
JAPÃO: Tenki no ko (Weathering with You), de Makoto Shinkai
KOSOVO: Zana, de Antoneta Kastrati
LETÔNIA: The Mover (Tēvs Nakts), de Dāvis Sīmanis
LÍBANO: 1982, de Oualid Mouaness
LITUÂNIA: Bridges of Time, de Kristine Briede e Audrius Stonys
LUXEMBURGO: Tel Aviv em Chamas (Tel Aviv on Fire), de Sameh Zoabi
MACEDÔNIA DO NORTE: Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov
MALÁSIA: M for Malaysia, de Dian Lee e Ineza Roussille
MARROCOS: Adam, de Maryam Touzani
MÉXICO: La camarista, de Lila Avilés
MONGÓLIA
The Steed, de Erdenebileg Ganbold
MONTENEGRO: Izmedju dana i noci (Neverending Past), de Andro Martinovic
NEPAL: Bulbul, de Binod Paudel
NIGÉRIA: Lionheart, de Genevieve Nnaji
NORUEGA: Ut og stjæle hester (Out Stealing Horses), de Hans Petter Moland
PALESTINA: It Must Be Heaven, de Elia Suleiman
PANAMÁ: Todos Cambiamos, de Arturo Montenegro
PAQUISTÃO: Laal Kabootar, de Kamal Khan
PERU: Retablo, de Alvaro Delgado Aparicio
POLÔNIA: Corpus Christi, de Jan Komasa
PORTUGAL: A Herdade, de Tiago Guedes
QUÊNIA: Subira, de Ravneet Sippy Chadha
QUIRGUISTÃO
: Aurora, de Bekzat Pirmatov
REINO UNIDO: O Menino que Descobriu o Vento, de Chiwetel Ejiofor
REPÚBLICA CHECA: Nabarvené ptáce (The Painted Bird), de Václav Marhoul
REPÚBLICA DOMINICANA: El proyeccionista (The Projectionist), de José María Cabral
ROMÊNIA: La Gomera (The Whistlers), de Corneliu Porumboiu
RÚSSIA: Dylda (Beanpole), de Kantemir Balagov
SENEGAL
: Atlantique, de Mati Diop
SÉRVIA: Kralj Petar I (King Petar I), de Petar Ristovski
SINGAPURA: Uma Terra Imaginada, de Siew Hua Yeo
SUÉCIA: And Then We Danced, de Levan Akin
SUÍÇA: Wolkenbruchs wunderliche Reise in die Arme einer Schickse, de Michael Steiner
TAIWAN: Querido Ex (Dear Ex), de Mag Hsu e Chih-Yen Hsu
TAILÂNDIA: Krasue: Inhuman Kiss, de Sitisiri Mongkolsiri
TUNÍSIA: Meu Querido Filho (Weldi), de Mohamed Ben Attia
TURQUIA: Baglilik Asli, de Semih Kaplanoglu
UCRÂNIA: Evge (Homeward), de Nariman Aliev
URUGUAI: Así habló el cambista, de Federico Veiroj
UZBEQUISTÃO
Hot Bread (Issiq Non), de Umid Khamdamov
VENEZUELA: Yo Imposible, de Patricia Ortega
VIETNÃ: Fúria Feminina, de Lê Văn Kiệt

Foto: Bruno Machado.

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