
Depois de anunciar os filmes brasileiros, o Festival do Rio 2026, que acontecerá entre os dias 1 e 11 de outubro, revelou os títulos internacionais que serão exibidos ao longo da programação; a seleção conta com produções premiadas nos principais festivais do mundo, novas obras de cineastas consagrados e filmes que chegam à capital fluminense cercados de expectativa para a temporada de premiações.
Além da Première Brasil, principal vitrine do cinema brasileiro, a seleção internacional também ocupa lugar de destaque com mostras tradicionais. A Panorama Mundial apresenta os grandes nomes do ano e obras de cineastas consagrados. Já a mostra Expectativas é o espaço para novas vozes, exibindo os primeiros trabalhos de diretores de diversos países que tenham até três filmes em suas filmografias.
A Première Latina traz produções de todo o território da América Latina. Para quem busca experiências provocadoras, a Midnight Movies reúne obras intensas que transitam do terror ao erótico. Na mostra Itinerários Únicos, o foco está em documentários sobre a vida e o legado de grandes artistas da história mundial. Por fim, Clássicos & Cults convida o público a redescobrir ou ter seu primeiro contato com títulos representativos da história do cinema global.
Nesta 28ª edição, uma seleção imperdível de produções internacionais ganha destaque na mostra Panorama Mundial, que traz os títulos mais esperados do ano, escolhidos para refletir perspectivas globais e apresentar os trabalhos mais recentes de cineastas consagrados, além de reunir destaques dos principais festivais internacionais.
Cynthia Erivo em Prima Facie, de Susanna White
Com uma curadoria dedicada a antecipar o que há de mais expressivo no cenário contemporâneo, o festival carioca reafirma o seu papel como um dos principais termômetros para a corrida do Oscar, com 16 produções que já integram a corrida por uma indicação ao prêmio de melhor filme internacional. A lista inclui, além do brasileiro Feito Pipa e do espanhol A Bola Preta, que será o filme de abertura: Cartas Amarelas, de Ilker Çatak, uma coprodução entre Alemanha, França e Turquia, que está qualificada para a disputa por ter vencido o Urso de Ouro no Festival de Berlim; o representante da Áustria, Rose, de Markus Schleinzer, com Sandra Hüller, que venceu o Urso de Prata de melhor interpretação na Berlinale.
E mais: Covarde, de Lukas Dhont, que representa a Bélgica e rendeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes para Emmanuel Macchia e Valentin Campagne; Soumsoum, a Noite das Estrelas, de Mahamat-Saleh Haroun, vencedor do Prêmio FIPRESCI em Berlim e representante de Chade; o indicado do Chile, o suspense O Degelo, de Manuela Martelli, que foi exibido na mostra Un Certain Regard em Cannes; Dua: Tempos de Guerra, de Blerta Basholli, que teve o roteiro premiado na Semana da Crítica, em Cannes, e representa o Kosovo; A Mais Doce, de Laïla Marrakchi, representante de Marrocos e que também foi exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah, uma coprodução entre Nepal, Brasil, Alemanha, França e Noruega, premiada na mostra Un Certain Regard e que representa o Nepal.
A disputa pela estatueta dourada no Oscar 2027 segue no Festival do Rio com: Os Frutos da Terra, de Hans Petter Moland, selecionado para o Festival de San Sebastián e representante da Noruega; o indicado da Palestina, o documentário Cidadão Osama, de Ahmed Hassouna, exibido no Festival de Veneza; o representante paraguaio Quem Matou Narciso?, de Marcelo Martinessi, uma coprodução entre Paraguai, Alemanha, Brasil, Espanha, França, Portugal e Uruguai, que recebeu o Prêmio FIPRESCI em Berlim e foi selecionado para San Sebastián; We Are All Strangers, de Anthony Chen, representante de Singapura e que disputou o Urso de Ouro na Berlinale e foi exibido no Festival de Toronto; 9 Templos para o Céu, de Sompot Chidgasornpongse, exibido na Quinzena de Cineastas, em Cannes, e que representa a Tailândia; e o documentário Traços da Guerra, de Alisa Kovalenko e Marysia Nikitiuk, premiado na mostra Panorama em Berlim e representante da Ucrânia.
Callum Turner em Rosebush Pruning: dirigido pelo brasileiro Karim Aïnouz
A programação contará também com outros destaques, como: a comédia musical A Grande Estreia, de Jesse Eisenberg, com Julianne Moore, Paul Giamatti e Halle Bailey no elenco, que disputa a Concha de Ouro no Festival de San Sebastián; Cavalo Selvagem Nove, de Martin McDonagh, que rendeu o prêmio de melhor ator para John Malkovich no Festival de Veneza; Contos Paralelos, do consagrado cineasta iraniano Asghar Farhadi, que disputou a Palma de Ouro em Cannes e conta com Isabelle Huppert, Virginie Efira, Vincent Cassel e Pierre Niney no elenco; Eu Juro, de Kirk Jones, vencedor dos prêmios de melhor ator para Robert Aramayo e melhor direção de elenco para Lauren Evans no BAFTA; Ink, dirigido por Danny Boyle, que foi o filme de abertura do Festival de Veneza deste ano e conta com Jack O’Connell, Guy Pearce e Claire Foy no elenco.
E mais destaques internacionais: Rosebush Pruning, dirigido pelo cineasta cearense Karim Aïnouz, que disputou o Urso de Ouro na Berlinale; Prima Facie, de Susanna White, com Cynthia Erivo no elenco; Hope: O Primeiro Impacto, de Na Hong-jin, que disputou a Palma de Ouro em Cannes; Rainha ao Mar, de Lance Hammer, premiado em Berlim, com Juliette Binoche no elenco e direção de fotografia do brasileiro Adolpho Veloso; The Man I Love, de Ira Sachs, exibido em Cannes, com Rami Malek; o mexicano Sou Mario, de Sharon Kleinberg, premiado no Festival de Guadalajara e exibido em Toronto; entre outros. Destaque também para Josephine: Fragmentos de um Crime, com Mason Reeves, Channing Tatum e Gemma Chan no elenco, e dirigido por Beth de Araújo, que foi premiado no Festival de Sundance deste ano; a diretora, que é filha de mãe sino-americana e pai brasileiro, nasceu e foi criada em São Francisco, porém tem dupla cidadania.
Vale destacar também que o filme de encerramento desta edição será Club Kid, de Jordan Firstman, que foi exibido na mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes. Protagonizado pelo próprio diretor e com Cara Delevingne no elenco, o filme conta a história de Peter, um promoter de festas de Nova York, que vive uma rotina de drogas, sexo e noites sem dormir. Essa existência caótica é abalada quando Arlo, o filho de dez anos que ele nem sabia ter, surge em sua vida após a morte da mãe. Forçado a enfrentar a paternidade, os vícios e os limites de seu estilo de vida, Peter precisa decidir se finalmente está pronto para amadurecer.
Conheça os filmes internacionais selecionados para o Festival do Rio 2026:
PANORAMA MUNDIAL
A Grande Estreia (The Debut), de Jesse Eisenberg (EUA)
A Noiva Difícil (The Difficult Bride), de Rubaiyat Hossain (Bangladesh/França/Noruega/Portugal/Alemanha)
A Terceira Noite (La troisième nuit), de Daniel Auteuil (França)
Amazomania, de Nathan Grossman (Suécia/Dinamarca/França)
As Crianças Estão Bem (Les enfants vont bien), de Nathan Ambrosioni (França)
Cartas Amarelas (Gelbe Briefe), de Ilker Çatak (Alemanha/França/Turquia)
Cavalo Selvagem Nove (Wild Horse Nine), de Martin McDonagh (Reino Unido/EUA/Chile)
Cidadão Osama (Al Mowaten Osama), de Ahmed Hassouna (Palestina/França)
Contos Paralelos (Histoires parallèles), de Asghar Farhadi (França/Itália/Bélgica/Arábia Saudita/EUA)
Conversa com o Mar (Conversation with the Sea), de Muayad Alayan (Arábia Saudita/Qatar/Palestina/Países Baixos)
Covarde (Coward), de Lukas Dhont (Bélgica/França/Países Baixos)
Crianças Invisíveis (Children Untold), de Miwa Nishikawa (Japão)
Dau, de Ilya Khrzhanovsky (Alemanha/França/Suécia)
Diários de Nagi (Nagi daiarî), de Kōji Fukada (Japão/França/Filipinas/Singapura/Tailândia)
Eu Juro (I Swear), de Kirk Jones (Reino Unido)
Euforia (Euphoria), de Julian Rosefeldt (Alemanha/EUA)
Histórias de Família (Etwas ganz Besonderes), de Eva Trobisch (Alemanha)
Histórias Noturnas (Histoires de la nuit), de Léa Mysius (França)
I Want Your Sex, de Gregg Araki (EUA)
Ink, de Danny Boyle (Reino Unido)
Josephine: Fragmentos de um Crime, de Beth de Araújo (EUA)
Monstro Gentil (Gentle Monster), de Marie Kreutzer (Áustria/Alemanha/França/Suécia)
No Good Men (Kabul Jan), de Shahrbanoo Sadat (Dinamarca/França/Noruega/Alemanha/Afeganistão)
Nós Somos os Frutos da Floresta (Nous sommes les fruits de la forêt), de Rithy Panh (Camboja/França)
O Cheiro das Maçãs (Die Reuk van Appels), de John Trengove (África do Sul/Países Baixos/Chile)
O Objeto do Delito (L’objet du délit), de Agnès Jaoui (França/Bélgica)
O Rebelde (The Uprising), de Paul Greengrass (Reino Unido/Alemanha/EUA)
O Último Resort (Paradis), de Maria Sødahl (Dinamarca/Noruega)
O(s) Assassino(s) (The Assassin(s)), de Hur Jin-ho (Coreia do Sul)
Oito Pontes (Eight Bridges), de James Benning (EUA)
Os Frutos da Terra (Markens grøde), de Hans Petter Moland (Noruega/Dinamarca)
Prima Facie, de Susanna White (Austrália/EUA/Reino Unido)
Quatro Menos Três (Vier minus drei), de Adrian Goiginger (Áustria/Alemanha)
Rainha ao Mar (Queen at Sea), de Lance Hammer (Reino Unido/EUA)
Rose, de Markus Schleinzer (Áustria/Alemanha)
Rosebush Pruning, de Karim Aïnouz (Alemanha/Itália/Espanha/Reino Unido/EUA/Canadá)
Sem Dor (Nessun dolore), de Gianni Amelio (Itália)
Seremos Felizes (On sera heureux), de Léa Pool (Canadá/Luxemburgo)
Sheep in the Box (Hako no naka no hitsuji), de Hirokazu Koreeda (Japão)
Só os Rebeldes Vencem (Only Rebels Win), de Danielle Arbid (Líbano/França/Qatar)
Somos Todos Estranhos (Wo men bu shi mo sheng ren), de Anthony Chen (Singapura)
Soumsoum, a Noite das Estrelas (Soumsoum, la nuit des astres), de Mahamat-Saleh Haroun (França/Chade)
Sr. Nelson, o senhor Matou Pessoas? (Nelson-san, anata wa hito o koro shimashita ka?), de Shinya Tsukamoto (Japão/EUA/Vietnã/Tailândia)
The Echo Chamber, de Andrea Pallaoro (Itália/Bélgica)
The Man I Love, de Ira Sachs (EUA/França)
Todo Mundo Curte Bill Evans (Everybody Digs Bill Evans), de Grant Gee (Irlanda/Reino Unido)
Todos os Amantes da Noite (Subete mayonaka no koibitotachi), de Yukiko Sode (Japão/França)
Um Bom Soldadinho (Un bon petit soldat), de Stéphane Brizé (França)
Um Homem do seu Tempo (Notre salut), de Emmanuel Marre (França/Bélgica)
Um Longo Inverno (A Long Winter), de Andrew Haigh (Reino Unido/Canadá)
Um Lugar para se Curar (15/18), de Cédric Kahn (França)
Vertigem (Le vertige), de Quentin Dupieux (França)
EXPECTATIVA
3 Semanas Depois (3 nedelje posle), de Miroslav Terzić (Sérvia/Luxemburgo/Itália/Bulgária/Croácia)
9 Templos para o Céu (9 Temples to Heaven), de Sompot Chidgasornpongse (Tailândia/Singapura/França/Noruega/China/Hong Kong/Indonésia/Qatar)
A Boa Filha (La buena hija), de Júlia de Paz Solvas (Espanha/Bélgica/EUA)
A Caminho (Jiuri ganeun gil), de Yoo Jaein (Coreia do Sul)
A Educação de Jane Cumming (The Education of Jane Cumming), de Sophie Heldman (Reino Unido/Alemanha/Suíça)
A Gradiva (La Gradiva), de Marine Atlan (França/Itália)
A Gruta (Arkoudotrypa), de Stergios Dinopoulos e Krysianna Papadakis (Grécia)
A Mais Doce (La más dulce), de Laïla Marrakchi (França/Espanha/Marrocos/Bélgica/Qatar)
A Promotora (Staatsschutz), de Faraz Shariat (Alemanha)
Allegro Pastell, de Anna Roller (Alemanha)
Antes da Guerra (Prima della guerra), de Tommaso Usberti (Itália/França)
As Rosas de Marrakech (Leila), de Ginevra Elkann (Itália)
Balcânica (Balcanica), de Nicola Sorcinelli (Itália/Sérvia/Croácia)
Ben’imana: Filhas de Deus, de Marie-Clémentine Dusabejambo (Ruanda/Gabão/França/Noruega/Costa do Marfim)
Casa em Queda (Moragheb), de Mohsen Gharaei (Irã/EUA/Alemanha)
Cassowary, de Zhang Hanyi (China)
Chica Checa, de Šimon Holý (República Checa/França/Eslováquia)
Congo Boy, de Rafiki Fariala (República Centro-Africana/França/Congo/Itália)
Diya: O Preço do Sangue, de Achille Ronaimou (Chade/Alemanha/França/Costa do Marfim)
Elefantes na Névoa (Elephants in the Fog), de Abinash Bikram Shah (Nepal/Alemanha/Brasil/França/Noruega)
Em Segredo (À voix basse), de Leyla Bouzid (França/Tunísia)
Enjaulados (Animol), de Ashley Walters (Reino Unido)
Filho da Poeira (Dziecko z pylu), de Weronika Mliczewska (Polônia/Vietnã/Suécia/República Tcheca/Catar)
Flor de Fogo (Hanabi), de Ana Vaz (França/Brasil)
Furies, de Rami Kodeih (Líbano/Brasil)
Garota Sem Nome (Wu ming nü hai), de Zou Jing (China/França)
Gigantes em Chamas (Yak mai), de Phuttiphong Aroonpheng (Tailândia/Países Baixos/França/Singapura)
Guo Ran: Dias de Espera, de Li Dongmei (China)
Halima, de Yassine El Idrissi (Marrocos)
Identitti: Quem Você Pensa que É?, de Randa Chahoud (Alemanha)
In Waves, de Phuong Mai Nguyen (Bélgica/França/Vietnã)
Iván & Hadoum, de Ian de la Rosa (Espanha/Alemanha/Bélgica)
Lady, de Olive Nwosu (Reino Unido/Nigéria)
Lali: Entre os Vivos e os Mortos, de Sarmad Sultan Khoosat (Paquistão)
Lavanderia (Laundry), de Zamo Mkhwanazi (Suíça/África do Sul)
Literalmente Nu (Truly Naked), de Muriel d’Ansembourg (Países Baixos/Bélgica/França)
Madame (Le triangle d’or), de Hélène Rosselet-Ruiz (França/Bélgica/Canadá)
Maria Vitória, de Mário Patrocínio (Portugal)
Marie Madeleine, uma mulher livre, de Gessica Généus (Haiti/França/Bélgica/Luxemburgo/Canadá)
Mata, de Rachel Lang (França)
Memória de Menina (Mémoire de fille), de Judith Godrèche (França/Bélgica)
O Cachorro Louco da Europa (The Mad Dog of Europe), de Rubika Shah (França/Alemanha)
O Casamento de Djinn (Cinlerin Dügünü), de Ferit Karahan (Turquia)
O Caso Marie-Claire (L’affaire Marie-Claire), de Lauriane Escaffre e Yvo Muller (França)
O Fim de Tudo (The End of It), de Maria Martinez Bayona (Noruega/Reino Unido/Espanha)
O Segredo de Eva (Eva), de Emanuela Rossi (Itália)
Óculos de Sol Pretos, de Pedro Ramalhete (Portugal)
Pai e Pai (Father Father), de Jake Witzenfeld (Reino Unido)
Paraíso: Entre Duas Margens (Paradise), de Jérémy Comte (Canadá/França/Gana)
Parasita do Coração (Heartworm), de Miriam Louise Arens e Mitchell Arens (EUA/Canadá)
Pequenas Grandes Coisas (Huang yan sheng huo), de Michelle Zhou (Hong Kong/EUA)
Primavera (Vesna), de Rostislav Kirpičenko (Lituânia/França/Estônia)
Qual o Destino? (Where To), de Assaf Machnes (Israel/Alemanha)
Querida Ajayi (Dear Ajayi), de Damilola Orimogunje (Nigéria/Alemanha)
Rapsódia Fantástica (Da Xi Yang), de Zhong Kaifeng (China)
Roya, de Mahnaz Mohammadi (Irã/Luxemburgo/República Tcheca/Alemanha)
Saída de Segurança (Safe Exit), de Mohammed Hammad (Egito/Alemanha/Catar/Tunísia/Líbia)
Santo António: O Casamenteiro de Lisboa, de Ruben Alves (Portugal)
Se Eu Partir, Vão Sentir Minha Falta? (If I Go Will They Miss Me), de Walter Thompson-Hernández (EUA)
Serpente (Serpenti), de Roberto De Paolis (Itália)
Sinta-se em Casa (Enjoy Your Stay), de Dominik Locher (Suíça/França/Filipinas)
Tempos de Passagem (Transit Times), de Anna Felicia Scutelnicu (Moldávia/Romênia/Alemanha)
Um Homem Perdido (Der verlorene Mann), de Welf Reinhart (Alemanha)
Uma Família Feliz (A Happy Family), de Jan-Eric Mack (Suíça)
Vou Embora em Junho (I’ll Be Gone in June), de Katharina Rivilis (Alemanha/Suíça/EUA)
PREMIÈRE LATINA
A Ilusão de um Verão sem Fim (The Illusion of an Everlasting Summer), de Alessandra Sanguinetti (Argentina/EUA)
As Famílias de Emi (Emi), de Ezequiel Erriquez Mena (Argentina/Uruguai)
Cinzas na Boca (Ceniza en la boca), de Diego Luna (México/Espanha)
Depois de Elena (Después de Elena), de Shawn Garry (Chile/Argentina/Itália/Colômbia)
Glaxo, de Benjamín Naishtat (Argentina/Brasil)
Iluminada, de Nicolás Rincón Gille (Bélgica)
Jaripeo, de Efraín Mojica e Rebecca Zweig (México/EUA/França)
La Perra, de Dominga Sotomayor (Chile/Brasil)
Matapanki, de Diego ‘Mapache’ Fuentes (Chile)
Me Nego Completamente (Me Niego Rotundamente), de Nina Wara Carrasco Gómez (México)
Mundo Abandonado (An Abandoned World), de Miguel Zeballos (Argentina)
O Degelo (El deshielo), de Manuela Martelli (Chile/EUA/Espanha/México)
O Hangar Vermelho (Hangar Rojo), de Juan Pablo Sallato (Chile/Argentina/Itália)
O Jardim que Sonhamos (El jardín que soñamos), de Joaquín Del Paso (México)
O Jogo (El partido), de Juan Cabral e Santiago Franco (Argentina)
O Resto é Ruído (Everything Else Is Noise), de Nicolás Pereda (Alemanha/Canadá/México)
O Trem Fluvial (El tren fluvial), de Lorenzo Ferro e Lucas A. Vignale (Argentina)
Para Sempre Seu Animal Materno (Siempre soy tu animal materno), de Valentina Maurel (Costa Rica/Bélgica/França/México)
Pepita: A Pistoleira (Pepita la pistolera), de Lucia Puenzo (Argentina)
Quem Matou Narciso? (Narciso), de Marcelo Martinessi (Paraguai/Alemanha/Uruguai/Brasil/Portugal/Espanha/França)
Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (Seis Meses en el Edificio Rosa con Azul), de Bruno Santamaría Razo (México/Brasil/Dinamarca)
Sou Mario (Soy Mario), de Sharon Kleinberg (México)
Vinchuca, de Luis Zorraquin (Argentina/Brasil)
MIDNIGHT MOVIES
A Mãe Bruxa (Motherwitch), de Minos Papas (Chipre/Macedônia do Norte/EUA)
Hope: O Primeiro Impacto, de Na Hong-jin (Coreia do Sul)
Jim Queen, de Marco Nguyen e Nicolas Athané (França/Bélgica)
Leviticus, de Adrian Chiarella (Austrália)
Mãe, Engravidei de um Alien (Mum, I’m Alien Pregnant), de Thunderlips (Nova Zelândia)
Memória sob Custódia (Arrested Memory), de Sabu (Taiwan/Japão)
Sanguínea (Sanguine), de Marion Le Coroller (França/Bélgica)
Seu Inferno Particular (Her Private Hell), de Nicolas Winding Refn (Dinamarca/Reino Unido/EUA)
ITINERÁRIOS ÚNICOS
Amílcar, de Miguel Eek (Portugal/França/Suécia/Cabo Verde/Espanha)
Bajañí, de Fernando Trueba (Espanha)
Barbara Forever, de Brydie O’Connor (EUA)
Discípulo: A História de Cilvaringz (The Disciple: A Wu-Tang Fable), de Joanna Natasegara (Reino Unido/Marrocos/EUA)
Douglas Gordon por Douglas Gordon (Douglas Gordon by Douglas Gordon), de Finlay Pretsell (Reino Unido/França)
Faca: Reflexões Sobre um Atentado (Knife: The Attempted Murder of Salman Rushdie), de Alex Gibney (EUA)
Gerry Adams: O Levante de Ballymurphy (Gerry Adams: A Ballymurphy Man), de Trisha Ziff (México)
Jean-Michel Basquiat (Jean-Michel), de Quinn Whitney Wilson e Viridiana Lieberman (EUA)
Siri Hustvedt: Dança em Torno do Eu (Siri Hustvedt: Dance Around the Self), de Sabine Lidl (Alemanha/Suíça)
Tutu, de Sam Pollard (Reino Unido/África do Sul)
O ESTADO DAS COISAS
Bucks Harbor, de Pete Muller (EUA)
Holy Wood Dust, de Victor Kossakovsky (Itália/Alemanha/Espanha)
O que Você Ganha Ficando em Silêncio? (What Comes from Sitting in Silence?), de Sophie Schrago (França/EUA/Coreia do Sul/Suíça)
Pela Vida (For Life), de Ahmet Seven (Turquia)
Traços da Guerra (Slidy), de Alisa Kovalenko e Marysia Nikitiuk (Ucrânia/Polônia)
Uma em um Milhão (One in a Million), de Jack Macinnes e Itab Azzam (EUA/Reino Unido/Alemanha)
CLÁSSICOS & CULTS
A Bettwurst (Die Bettwurst), de Rosa von Praunheim (Alemanha) (1971)
A Piscina (La Piscine), de Jacques Deray (França/Itália) (1969)
A Rebelião (Die Rebellion), de Michael Haneke (Áustria) (1993)
A Visita da Velha Senhora (La visite de la vieille dame), de Alberto Cavalcanti (França) (1971)
Amor Bruto (Härte), de Rosa von Praunheim (Alemanha) (2015)
Ângulo Inverso (Reverse Angle: Ein Brief aus New York), de Wim Wenders (Alemanha) (1982)
Cidade das Almas Perdidas (Stadt der verlorenen Seelen), de Rosa Von Praunheim (Alemanha) (1983)
Corações Desertos (Desert Hearts), de Donna Deitch (EUA) (1985)
Lêmingues, parte I: Arcádia (Arkadien), de Michael Haneke (Áustria/Alemanha) (1979)
Lêmingues, parte II: Feridas (Verletzungen), Michael Haneke (Áustria/Alemanha) (1979)
Minhas Mães: Em Busca de rastros em riga (Meine Mütter: Spurensuche in Riga), de Rosa von Praunheim (Alemanha) (2007)
Não é o Homossexual que é Perverso, Mas a Situação em que Ele Vive (Nicht der Homosexuelle ist pervers, sondern die Situation, in der er lebt), de Rosa Von Praunheim (Alemanha) (1971)
O Einstein do Sexo (Der Einstein des Sex), de Rosa von Praunheim (Alemanha/Países Baixos) (1999)
O Mesmo Jogador Atira Novamente (Same Player Shoots Again), de Wim Wenders (Alemanha) (1967)
Quarto 666 (Chambre 666), de Wim Wenders (França/Alemanha) (1982)
Silver City Revisitada (Silver City Revisited), de Wim Wenders (Alemanha) (1968)
Sobrevivendo em Nova York (Überleben in New York), de Rosa von Praunheim (Alemanha) (1989)
Três Caminhos para o Lago (Drei Wege zum See), de Michael Haneke (Áustria/Alemanha) (1976)
*Clique aqui e conheça os filmes brasileiros selecionados para a Première Brasil
Fotos: Gerald Kerkletz/Nicola Dove/Divulgação.