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Confira o trailer de Jackie, de Pablo Larraín, com Natalie Portman

por: Cinevitor

jackietrailerNatalie Portman: atuação premiada.

Protagonizado por Natalie Portman e dirigido por Pablo Larraín, Jackie revela a história de Jacqueline Kennedy, que inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. O longa rendeu o prêmio de melhor atriz para Portman no 22º Critics’ Choice Awards e uma indicação ao Globo de Ouro.

Produzido por Darren Aronofsky, de Cisne Negro, Jackie faz um retrato psicológico da Primeira Dama, durante sua luta para honrar o legado do marido e o mundo de “Camelot” criado e amado por ela. O filme também é estrelado por Peter Sarsgaard, Greta Gerwig, Richard E. Grant, Caspar Phillipson, John Carroll Lynch, Beth Grant, Max Casella e John Hurt.

Confira o trailer de Jackie, que chega aos cinemas brasileiros no dia 2 de fevereiro:

Foto: Stephanie Branchu.

Internet – O Filme, com Rafinha Bastos e influenciadores digitais, ganha trailer oficial

por: Cinevitor

internetrailerfilmeGusta Stockler, Rafinha Bastos e Paulinho Serra em cena.

Com narração dos Irmãos Piologo, o primeiro trailer de Internet – O Filme apresenta o elenco com alguns dos maiores influenciadores da internet, como Julio Cocielo, Felipe Catanhari, Thaynara OG, CellBit, Christian Figueiredo, Gusta Stockler, Pathy dos Reis, Mr. Poladoful, Gapi Lopes e T3ddy, além dos “youtubers da 3ª idade”, Maurício Meirelles, Paulinho Serra e Rafinha Bastos. O vídeo mostra as insanidades do grupo num evento de web embaladas pelo hit Hoje é Dia de Maldade. Pegação, campeonato de Street Fighter, sequestro e muita ação, também integram a trama.

Internet – O Filme traz às telas do cinema a espontaneidade das redes sociais, com suas principais estrelas. Em oito histórias, a comédia apresenta diferentes tramas que revelam o outro lado da fama na internet. A partir de um encontro em uma convenção de youtubers, os personagens vivenciam momentos de descobertas, ira, equívocos, raiva, inveja e confusões em busca pela fama.

Além dos principais influenciadores digitais do Brasil, o elenco reúne os apresentadores Raul Gil e Palmirinha, além das atrizes Tuna Dwek, Polly Marinho, entre outras.

Com roteiro de Rafinha Bastos, Dani Garuti e Mirna Nogueira, o longa tem estreia agendada para o dia 23 de fevereiro. Confira o trailer:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

Conheça os indicados ao Writers Guild Awards 2017, prêmio do Sindicato dos Roteiristas da América

por: Cinevitor

lovingroteiroJoel Edgerton e Ruth Negga em Loving, de Jeff Nichols.

O Sindicato dos Roteiristas da América (Writers Guild of America) divulgou nesta quarta-feira, 04/01, os indicados ao Writers Guild Awards 2017, premiação anual que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de fevereiro e a cerimônia será apresentada pelo ator e comediante Patton Oswalt.

Confira os indicados ao WGA Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Qualquer Custo, escrito por Taylor Sheridan
La La Land: Cantando Estações, escrito por Damien Chazelle
Loving, escrito por Jeff Nichols
Manchester À Beira-Mar, escrito por Kenneth Lonergan
Moonlight: Sob a Luz do Luar, escrito por Barry Jenkins

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Chegada, escrito por Eric Heisserer e baseado no conto História da Sua Vida (Story of Your Life), de Ted Chiang
Animais Noturnos, escrito por Tom Ford e baseado no romance Tony & Susan, de Austin Wright
Deadpool, escrito por Rhett Reese e Paul Wernick e baseado nos quadrinhos de X-Men
Estrelas Além do Tempo, escrito por Allison Schroeder e Theodore Melfi e baseado no livro homônimo de Margot Lee Shetterly
Fences, escrito por August Wilson e baseado na peça homônima do autor

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
Author: The JT LeRoy Story, escrito por Jeff Feuerzeig
Command and Control, escrito por Robert Kenner e Eric Schlosser, história de Brian Pearle e Kim Roberts, baseado no livro homônimo de Eric Schlosser
Zero Days, escrito por Alex Gibney

Sete Minutos Depois da Meia-Noite lidera indicações ao Prêmio Goya 2017

por: Cinevitor

seteminutosgoyaFantasia: Lewis MacDougall em cena de Sete Minutos Depois da Meia-Noite.

Conhecido como o Oscar espanhol, o Prêmio Goya (ou Premios Goya) elege, desde 1987, os melhores filmes e profissionais do cinema segundo a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.

O drama Sete Minutos Depois da Meia-Noite, dirigido por J.A. Bayona, lidera com doze indicações. El hombre de las mil caras, suspense de Alberto Rodríguez, aparece logo em seguida, com onze indicações.

A cerimônia de premiação da 31ª edição do evento acontecerá no dia 4 de fevereiro, em Madrid, com apresentação do comediante Dani Rovira.

Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2017:

MELHOR FILME:
El hombre de las mil caras
Julieta
Que Dios nos perdone
Sete Minutos Depois da Meia-Noite
Tarde para la ira

MELHOR DIREÇÃO:
Alberto Rodríguez, por El hombre de las mil caras
J.A. Bayona, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite
Pedro Almodóvar, por Julieta
Rodrigo Sorogoyen, por Que Dios nos perdone

MELHOR ATOR:
Antonio de la Torre, por Tarde para la ira
Eduard Fernández, por El hombre de las mil caras
Luis Callejo, por Tarde para la ira
Roberto Álamo, por Que Dios nos perdone

MELHOR ATRIZ:
Bárbara Lennie, por María (y los demás)
Carmen Machi, por La puerta abierta
Emma Suárez, por Julieta
Penélope Cruz, por La reina de España

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Javier Gutiérrez, por El olivo
Javier Pereira, por Que Dios nos perdone
Karra Elejalde, por 100 metros
Manolo Solo, por Tarde para la ira

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Candela Peña, por Kiki – Os Segredos do Desejo
Emma Suárez, por La próxima piel
Sigourney Weaver, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite
Terele Pávez, por La puerta abierta

MELHOR DIRETOR ESTREANTE:
Marc Crehuet, por El rey tuerto
Nely Reguera, por María (y los demás)
Raúl Arévalo, por Tarde para la ira
Salvador Calvo, por 1898. Los últimos de Filipinas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Cien años de perdón, escrito por Jorge Guerricaechevarría
El olivo, escrito por Paul Laverty
Que Dios nos perdone, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen
Tarde para la ira, escrito por David Pulido e Raúl Arévalo

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
El hombre de las mil caras, escrito por Alberto Rodríguez e Rafael Cobos
Julieta, escrito por Pedro Almodóvar
Kiki – Os Segredos do Desejo, escrito por Fernando Pérez e Paco León
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, escrito por Patrick Ness

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
El hombre de las mil caras, por Julio de la Rosa
El olivo, por Pascal Gaigne
Julieta, por Alberto Iglesias
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Fernando Velázquez

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Ai, ai, ai, de Sílvia Pérez Cruz (Cerca de tu casa)
Descubriendo India, de Luis Ivars (Bollywood Made in Spain)
KIKI, com Mr.K! e Nita, de Alejandro Acosta, Cristina Manjón, David Borràs Paronella, Marc Peña Rius e Paco León (Kiki – Os Segredos do Desejo)
Muerte, de Zeltia Montes (Frágil equilibrio)

ATOR REVELAÇÃO:
Carlos Santos, por El hombre de las mil caras
Raúl Jiménez, por Tarde para la ira
Ricardo Gómez, por 1898. Los últimos de Filipinas
Rodrigo de la Serna, por Cien años de perdón

ATRIZ REVELAÇÃO:
Anna Castillo, por El olivo
Belén Cuesta, por Kiki – Os Segredos do Desejo
Ruth Díaz, por Tarde para la ira
Sílvia Pérez Cruz, por Cerca de tu casa

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Carlos Bernases, por 1898. Los últimos de Filipinas
Manuela Ocón, por El hombre de las mil caras
Pilar Robla, por La reina de España
Sandra Hermida Muñiz, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite

MELHOR FOTOGRAFIA:
La reina de España, por José Luis Alcaine
1898. Los últimos de Filipinas, por Álex Catalán
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Óscar Faura
Tarde para la ira, por Arnau Valls Colomer

MELHOR MONTAGEM:
El hombre de las mil caras, por José M. G. Moyano
Que Dios nos perdone, por Alberto del Campo e Fernando Franco
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Bernat Vilaplana e Jaume Martí
Tarde para la ira, por Ángel Hernández Zoido

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
El hombre de las mil caras, por Pepe Domínguez del Olmo
La reina de España, por Juan Pedro de Gaspar
1898. Los últimos de Filipinas, por Carlos Bodelón
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Eugenio Caballero

MELHOR FIGURINO:
La reina de España, por Lala Huete
1898. Los últimos de Filipinas, por Paola Torres
No culpes al karma de lo que te pasa por gilipollas, por Cristina Rodríguez
Tarde para la ira, por Alberto Valcárcel e Cristina Rodríguez

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
El hombre de las mil caras, por Yolanda Piña
Julieta, por Ana López-Puigcerver, Sergio Pérez Berbel e David Martí
1898. Los últimos de Filipinas, por Milu Cabrer, Alicia López e Pedro Rodríguez “Pedrati”
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Marese Langan e David Martí

MELHOR SOM:
El hombre de las mil caras, por Daniel de Zayas, César Molina e José Antonio Manovel
1898. Los últimos de Filipinas, por Eduardo Esquide, Juan Ferro e Nicolas de Poulpiquet
Ozzy, por Nacho Royo-Villanova e Sergio Testón
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Peter Glossop, Oriol Tarragó e Marc Orts

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Gernika. The Movie, por Raúl Romanillos e David Heras
Julieta, por Reyes Abades e Eduardo Díaz
1898. Los últimos de Filipinas, por Pau Costa e Carlos Lozano
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Pau Costa e Félix Bergés

MELHOR ANIMAÇÃO:
Ozzy
Psiconautas, los niños olvidados
Teresa eta Galtzagorri (Teresa y Tim)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
2016. Nacido en Siria
El Bosco. El jardín de los sueños
Frágil equilibrio
Omega

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
Anna (Colômbia)
De Longe Te Observo (Venezuela)
Las elegidas (México)
O Cidadão Ilustre (Argentina)

MELHOR FILME EUROPEU:
Eu, Daniel Blake (Reino Unido/França/Bélgica)
Elle (França/Alemanha/Bélgica)
Filho de Saul (Hungria)
O Mestro dos Gênios (Reino Unido/EUA)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Bla, Bla, Bla
En la azotea
Graffiti
La invitación
Timecode

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cabezas Habladoras
Esperanza
Palabras de Caramelo
The Resurrection Club

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Darrel
Decorado
Made in Spain
Uka

Foto: Travis Topa.

Filmes brasileiros são selecionados para o Festival Internacional de Cinema de Roterdã 2017

por: Cinevitor

corpoeletricoroterCena de Corpo Elétrico, filme dirigido por Marcelo Caetano.

O Festival Internacional de Cinema de Roterdã é considerado um dos maiores do mundo e destaca talentos cinematográficos dirigidos por novos cineastas. Além das quatro seções em sua programação, também apresenta retrospectivas e programas temáticos.

Segundo informações divulgadas pelo site da Ancine (Agência Nacional do Cinema), neste ano, em sua 46ª edição, quinze filmes brasileiros foram selecionados: sete longas e oito curtas-metragens divididos em mostras competitivas e não-competitivas do evento.

Na principal Mostra Competitiva, chamada de Hivos Tiger Competition, o Brasil será representado por Arábia, de Affonso Uchoa e João Dumans; na seção Bright Future, destacam-se: Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano; Antônio Um Dois Três, de Leonardo Mouramateus; Pela Janela, de Caroline Leone; Elon Não Acredita na Morte, de Ricardo Alves Jr., e Los Territorios, coprodução com Argentina, Chile e Palestina, dirigida pelo argentino Iván Granovsky.

elonroterDirigido por Ricardo Alves Jr., Elon Não Acredita na Morte é um dos selecionados.

Beduino, de Julio Bressane, aparece na Mostra Signatures, que celebra o trabalho de diretores consagrados. Na seção de curtas-metragens da Bright Future foram selecionados: Disseminar e rete, de Rosa Barba; Há Terra!, de Ana Vaz; The Flavor Genome, de Anicka Yi; e Um Campo de Aviação, de Joana Pimenta. Outras mostras de curtas selecionaram Constelações, de Maurilio Martins; Long Bueno, de Abílio Dias; As Crianças Fantasmas, de João Vieira Torres; e Kbela, de Yasmin Thayná.

O 46º Festival Internacional de Cinema de Roterdã acontecerá entre os dias 25 de janeiro e 5 de fevereiro.

Fotos: Divulgação/Sinny Assessoria.

Conheça os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2016

por: Cinevitor

caseynyCasey Affleck em Manchester À Beira-Mar, de Kenneth Lonergan: melhor ator.

Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e são considerados precursores nas nomeações ao Oscar. O musical La La Land: Cantando Estações, dirigido por Damien Chazelle, foi eleito o melhor filme de 2016.

A entrega dos prêmios aconteceu na terça-feira, 03/01, e contou com a presença dos 37 membros da New York Film Critics Circle (NYFCC), que também votaram em Isabelle Huppert e Casey Affleck nas categorias de atuação.

Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2016:

MELHOR FILME:
La La Land: Cantando Estações

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR ROTEIRO:
Manchester À Beira-Mar, escrito por Kenneth Lonergan

MELHOR ATRIZ:
Isabelle Huppert, por Elle e O Que Está Por Vir

MELHOR ATOR:
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Michelle Williams, por Manchester À Beira-Mar e Certas Mulheres

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Mahershala Ali, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

MELHOR FOTOGRAFIA:
Moonlight: Sob a Luz do Luar, por James Laxton

MELHOR ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
O.J.: Made in America

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha/Áustria/Romênia)

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Quase 18, de Kelly Fremon Craig e Krisha, de Trey Edward Shults

PRÊMIO ESPECIAL:
Thelma Schoonmaker e Julie Dash, pelos 25 anos de Daughters of the Dust

Foto: Claire Folger.

Conheça os indicados ao 67º Eddie Awards, prêmio organizado pela American Cinema Editors

por: Cinevitor

qualquereddieBen Foster e Chris Pine em A Qualquer Custo, de David Mackenzie.

Em novembro de 1950, diversos editores renomados se reuniram, em Hollywood, para um encontro com a intenção de criar a American Cinema Editors, uma sociedade com o objetivo de discutir e promover a arte criativa de seus trabalhos.

Composta por mais de 800 membros, a corporação realiza, desde 1962, o Eddie Awards, prêmio que elege os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica. Em sua primeira edição, Philip W. Anderson foi premiado por seu trabalho na comédia O Grande Amor de Nossas Vidas, de David Swift.

Neste ano, em sua 67ª edição, o produtor, roteirista e diretor J.J. Abrams, de Star Wars: O Despertar da Força, será homenageado com o ACE Golden Eddie de melhor cineasta. Os vencedores serão anunciados no dia 27 de janeiro, em Beverly Hills.

Conheça os indicados ao 67º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
A Chegada, por Joe Walker
A Qualquer Custo, por Jake Roberts
Até o Último Homem, por John Gilbert
Manchester À Beira-Mar, por Jennifer Lame
Moonlight: Sob a Luz do Luar, por Nat Sanders e Joi McMillon

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Ave, César!, por Roderick Jaynes
Deadpool, por Julian Clarke
La La Land: Cantando Estações, por Tom Cross
Mogli – O Menino Lobo, por Mark Livolsi
O Lagosta, por Yorgos Mavropsaridis

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Kubo e as Cordas Mágicas, por Christopher Murrie
Moana – Um Mar de Aventuras, por Jeff Draheim
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, por Fabienne Rawley e Jeremy Milton

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda, por Spencer Averick
Amanda Knox, por Matthew Hamachek
The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years, por Paul Crowder
O.J.: Made in America, por Bret Granato, Maya Mumma e Ben Sozanski
Weiner, por Eli B. Despres

Foto: Lorey Sebastian.

Natalie Portman e Tom Hanks são premiados no 28º Festival Internacional de Cinema de Palm Springs

por: Cinevitor

nataliepalmNatalie Portman: prêmio por sua atuação em Jackie.

Criado em 1989, o Palm Springs International Film Festival procura cultivar e promover a arte e a ciência do cinema através da educação e da consciência cultural. Como de costume, todos os anos, além da programação repleta de filmes, o evento realiza o Film Awards Gala, premiação que homenageia os melhores da sétima arte, que neste ano, aconteceu na segunda-feira, 02/01.

Natalie Portman, Tom Hanks e Annette Bening foram alguns dos premiados pela Palm Springs International Film Society por suas atuações. O ator Ryan Gosling subiu ao palco para receber o prêmio entregue ao filme La La Land: Cantando Estações e fez uma homenagem para a atriz Debbie Reynolds, morta na última quarta-feira, 28/12: “Seu trabalho é uma inspiração”, disse.

Conheça os vencedores do 28º Festival Internacional de Cinema de Palm Springs:

MELHOR ATOR | DESERT PALM:
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATRIZ | DESERT PALM:
Natalie Portman, por Jackie

PRÊMIO VANGUARDA:
La La Land: Cantando Estações

PRÊMIO ESTRELA INTERNACIONAL:
Nicole Kidman, por Lion – Uma Jornada Para Casa

MELHOR ELENCO:
Estrelas Além do Tempo

PRÊMIO RISING STAR:
Ruth Negga, por Loving

PRÊMIO SPOTLIGHT:
Andrew Garfield, por Até o Último Homem

PRÊMIO ÍCONE:
Tom Hanks, por Sully: O Herói do Rio Hudson

PRÊMIO PERFORMANCE INOVADORA:
Mahershala Ali, por Moonlight

PRÊMIO DO PRESIDENTE DO CONSELHO | CHAIRMAN’S AWARD:
Amy Adams, por A Chegada

PRÊMIO ESPECIAL PELA CARREIRA:
Annette Bening

Foto: Charley Gallay.

Especial: os 10 melhores filmes brasileiros de 2016

por: Cinevitor

top10brasilcinevitorTop 10 Brasil: destaques no cinema nacional em 2016.

Em 2016, mais de 440 filmes estrearam no circuito comercial brasileiro. Nessa lista, na qual predominam produções estrangeiras, filmes nacionais também se destacam por conta de suas histórias e sucesso nas bilheterias. As comédias, que até então reinavam sozinhas, cederam espaço para documentários interessantes, cinebiografias emocionantes, dramas bem contados e até filmes de suspense aclamados pela crítica e pelo público.

Fato é que o cinema brasileiro está crescendo cada vez mais e a mistura de gêneros cinematográficos tem ganhado mais espaço e horários nas salas de cinema. Além disso, nossas produções transitam muito bem em festivais do mundo todo; filmes brasileiros premiados e aclamados pela crítica, tanto por aqui, quanto no circuito internacional, ganham destaque frequentemente.

Por conta de tantas produções nacionais elogiáveis, resolvemos fazer uma lista com os melhores filmes brasileiros do ano, que entraram em cartaz em 2016. Confira:

10º: CINEMA NOVO
Dirigido por Eryk Rocha

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Selecionado para a Mostra Oficial Cannes Classics, seção voltada para filmes clássicos e do patrimônio do cinema mundial em cópias restauradas, além de filmes que homenageiam o cinema, Cinema Novo recebeu o prêmio L’Œil d’or (Olho de Ouro) que é entregue ao melhor documentário do Festival de Cannes, escolhido a partir de todos os documentários selecionados em todas as mostras, oficiais e paralelas. O filme é um ensaio poético sobre o movimento que lançou alguns dos maiores nomes do cinema brasileiro em todos os tempos, como Glauber Rocha, pai de Eryk, Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues, Ruy Guerra, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman. O documentário mescla imagens de arquivo e de acervos dos próprios cineastas, colhidos no Brasil e no exterior, depoimentos recentes e outros nem tanto, para propor um grande passeio pelo movimento nascido nos anos 1960 e que forjou as bases do cinema brasileiro.

9º: SINFONIA DA NECRÓPOLE
Dirigido por Juliana Rojas

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Ambientado em um universo fúnebre, mas com toques de humor, Sinfonia da Necrópole mostra Deodato, vivido por Eduardo Gomes, um aprendiz de coveiro, que muda sua rotina quando uma nova funcionária, chamada Jaqueline, interpretada por Luciana Paes, chega ao cemitério. Juntos, eles devem fazer o recadastramento dos túmulos abandonados, mas estranhos eventos fazem o aprendiz questionar as implicações em se mexer com os mortos. Primeiro filme solo de Juliana Rojas, a comédia musical foi premiada nos festivais de Gramado e Paulínia.

EXTRA: Entrevistas com elenco e diretora, clique aqui.

8º: A LUNETA DO TEMPO
Dirigido por Alceu Valença

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Protagonizado por Hermila Guedes e Irandhir Santos, A Luneta do Tempo, primeiro filme dirigido pelo cantor Alceu Valença, tem como pano de fundo o sertão pernambucano, sua gente e sua cultura, o cordel, o cangaço, o cinema e o circo. Carregado de poética singular, em que a realidade e o onírico se misturam a partir da história de Lampião e Maria Bonita, o filme foi premiado no Festival de Cinema de Gramado com os kikitos de melhor trilha sonora e melhor direção de arte. “Este filme esteve na minha cabeça durante quatorze anos. De uns anos pra cá eu comecei a estudar cinema porque era eu quem tinha que dirigir esse filme, porque estava dentro de mim, dentro da minha alma”, disse o diretor.

EXTRAS: Matéria sobre o filme em Gramado + entrevista com Alceu Valença.

7º: BIG JATO
Dirigido por Claudio Assis

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O quarto longa-metragem de Claudio Assis é estrelado por Matheus Nachtergaele, Marcélia Cartaxo, Rafael Nicácio, Artur Maia, Vertin Moura e Pally Siqueira. Com trilha sonora original de DJ Dolores, o roteiro, adaptado do livro homônimo de Xico Sá, conta a história de Francisco, o Velho, 49 anos, o homem que fez fortuna com aquilo que a humanidade mais tem nojo e despreza: dejetos, fezes, sobras, lixo. Na boleia do Big Jato, seu caminhão limpa-fossas, ele e seu filho adolescente Xico mantêm um diálogo, na maioria das vezes em tom estranhamente poético, sobre o trabalho que fazem e refletem sobre a sujeira humana como fator de igualdade entre as pessoas. O longa foi premiado no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em diversas categorias, entre elas, a de melhor filme.

6º: O ROUBO DA TAÇA
Dirigido por Caito Ortiz

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Premiado com quatro kikitos (melhor direção de arte, fotografia, roteiro e ator para Paulo Tiefenthaler), O Roubo da Taça, a melhor comédia nacional do ano, narra um fato histórico muito conhecido: o roubo da cobiçada taça Jules Rimet, no Rio de Janeiro, em 1983. O corretor de seguros Peralta tem a ideia absurda de invadir a CBF e roubar a réplica desse tesouro nacional, para pagar uma dívida de jogo. Mas acaba levando a taça original, dando início a uma série de confusões inacreditáveis. Taís Araújo, Danilo Grangheia, Milhem Cortaz, Fábio Marcoff, Stepan Nercessian, Hamilton Vaz Pereira, Mr. Catra, Leandro Firmino e Thelmo Fernandes também fazem parte do elenco.

EXTRAS: Entrevistas com diretor e elenco + matéria sobre o filme em Gramado + crítica do filme.

5º: PARA MINHA AMADA MORTA
Dirigido por Aly Muritiba

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Segundo longa-metragem de Aly Muritiba, Para Minha Amada Morta, vencedor em seis categorias do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conta a história de Fernando, que após a morte de sua mulher, se torna um homem calado e introspectivo, que cuida sozinho do filho Daniel. Todas as noites, enquanto o menino dorme, ele recorda o seu amor arrumando as coisas de Ana. Um dia, encontra uma fita VHS e, ao assisti-la, descobre que a esposa foi infiel. Fernando, então, decide ir à procura do homem que arruinou a imagem que ele tinha de sua amada morta. Com Fernando Alves Pinto, Mayana Neiva, Lourinelson Vladmir, Giuly Biancato, Michelle Pucci e Vinicius Sabbag no elenco, o longa também foi premiado no Montréal World Film Festival e exibido no San Sebastián International Film Festival.

EXTRAS: Entrevistas com diretor e elenco (Fernando Alves Pinto e Mayana Neiva) + matéria sobre o filme na 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo + crítica do filme.

4º: DE ONDE EU TE VEJO
Dirigido por Luiz Villaça

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Em meio a uma São Paulo em constante mudança e efervescência cultural, Ana Lúcia e Fábio, interpretados por Denise Fraga e Domingos Montagner, se separam após 20 anos de casamento e ele passa a viver no apartamento do outro lado da rua. Eles terão que aprender a viver a nova realidade, a separação, a crise no trabalho e a mudança de cidade da filha, e perceberão que no meio da confusão da vida moderna é possível reinventar uma nova forma de amar. A comédia romântica, infelizmente, não fez um grande sucesso de bilheteria, mas agradou tanto a crítica como o público.

EXTRAS: Entrevistas com diretor e elenco (Denise Fraga, Domingos Montagner e Marisa Orth) + crítica do filme.

3º: BOI NEON
Dirigido por Gabriel Mascaro

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Em 2015, Boi Neon participou de importantes festivais ao redor do mundo e foi muito premiado: em Veneza, recebeu o Prêmio Especial do Júri; no Festival do Rio, além de ser eleito o melhor filme, ganhou mais três prêmios; no Hamburg Film Festival recebeu o Prêmio da Crítica; e no Festival Internacional de Cinema de Toronto, o diretor Gabriel Mascaro recebeu uma Menção Honrosa do júri da mostra Platform. Recentemente, venceu nas categorias de melhor roteiro e melhor fotografia em ficção no Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix, conhecido por premiar filmes e profissionais da sétima arte de toda a América Latina, Espanha e Portugal; e foi eleito pelo jornal americano The New York Times como um dos melhores filmes de 2016. Com Juliano Cazarré, Alyne Santana, Carlos Pessoa, Maeve Jinkings, Vinícius de Oliveira, Samya de Lavor, Josinaldo Alves e Abigail Pereira no elenco, Boi Neon se passa nos bastidores das vaquejadas e mostra o cotidiano de Iremar, um vaqueiro que esboça novos desejos e divaga em sonhos de lantejoulas, tecidos requintados e croquis.

EXTRAS: Entrevistas com diretor e elenco (Juliano Cazarré, Maeve Jinkings e Vinícius de Oliveira) + matéria sobre o filme na 39ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo + crítica do filme.

2º: O SILÊNCIO DO CÉU
Dirigido por Marco Dutra

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Filmado no Uruguai e falado em espanhol, O Silêncio do Céu levou três prêmios no Festival de Cinema de Gramado deste ano: melhor desenho de som, melhor longa brasileiro segundo o Júri da Crítica e Prêmio Especial do Júri pelo domínio da construção narrativa e da linguagem cinematográfica. Além disso, foi exibido no Mar del Plata Film Festival, no Tokyo International Film Festival e rendeu o prêmio de melhor ator para Leonardo Sbaraglia no Festival de Cine Iberoamericano de Huelva. Com Carolina Dieckmann, Chino Darín, Mirella Pascual, Alvaro Armand Ugon e Paula Cohen no elenco, o roteiro foi baseado no livro Era el Cielo do escritor argentino Sergio Bizzo.

EXTRAS: Entrevistas com elenco + entrevistas com diretor Marco Dutra e o produtor Rodrigo Teixeira + matéria sobre o filme em Gramado + programa especial de Gramado com Marco Dutra e Paula Cohen + entrevista exclusiva com Carolina Dieckmann + crítica do filme.

1º: AQUARIUS
Dirigido por Kleber Mendonça Filho

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O sucesso de Aquarius começou antes mesmo de estrear nas telonas brasileiras. O filme, dirigido por Kleber Mendonça Filho, foi selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes, fato que não acontecia com o cinema brasileiro desde 2008, quando Linha de Passe, de Walter Salles e Daniela Thomas, foi exibido por lá e rendeu o prêmio de melhor atriz para Sandra Corveloni. Na disputa pela Palma de Ouro, o longa foi aplaudido e a atriz Sonia Braga, protagonista da história, recebeu muitos elogios por sua atuação. Mas, além dos elogios, um protesto realizado no tapete vermelho chamou atenção do público. Antes da sessão, a equipe levantou alguns cartazes com frases contra a atual situação política do Brasil, que diziam: “Um golpe ocorreu no Brasil”, “O mundo não pode aceitar esse governo ilegítimo”, entre outros. Depois disso, foi exibido no Festival de Cinema de Gramado na noite de abertura e começou sua carreira pelos cinemas brasileiros. Já cotado como um dos melhores filmes do ano, Aquarius não foi escolhido pelo Ministério da Cultura para representar o Brasil na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro. Mas isso não afetou o sucesso do longa pernambucano, que aparece em diversas listas ao redor do mundo: a revista americana The Hollywood Reporter, o jornal The New York Times e a revista francesa Cahiers du Cinéma foram alguns dos veículos que colocaram o filme em suas famosas seleções. Sonia Braga também foi premiada por seu trabalho; os críticos de San Diego e o site IndieWire a colocaram na lista de melhores atuações. A atriz também se consagrou no Biarritz International Festival of Latin American Cinema, no Lima Latin American Film Festival, no Mar del Plata Film Festival e no Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix. Aquarius está concorrendo ao prêmio de melhor filme estrangeiro no 32º Independent Spirit Awards, premiação que elege os melhores filmes independentes do ano e foi premiado em diversos festivais ao redor do mundo, como no Sydney Film Festival.

EXTRAS: Entrevista exclusiva com Sonia Braga + homenagem para Sonia Braga em Gramado + crítica do filme.

MENÇÃO HONROSA (em ordem alfabética):

Amores Urbanos, dirigido por Vera Egito
BR 716, dirigido por Domingos Oliveira
Canção da Volta, dirigido por Gustavo Rosa de Moura
Elis, dirigido por Hugo Prata
Mãe Só Há Uma, dirigido por Anna Muylaert
Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo, dirigido por Afonso Poyart
Mundo Cão, dirigido por Marcos Jorge
Nise – O Coração da Loucura, dirigido por Roberto Berliner
Sob Pressão, dirigido por Andrucha Waddington
Um Homem Só, dirigido por Claudia Jouvin

Assista ao trailer de Armas na Mesa, com Jessica Chastain e Mark Strong

por: Cinevitor

sloanejessicaPoderosa: Jessica Chastain em cena.

Dirigido por John Madden, de Shakespeare Apaixonado, e protagonizado por Jessica Chastain, Armas na Mesa acaba de ganhar seu primeiro trailer. O vídeo traz uma prévia da difícil missão da poderosa lobista Elizabeth Sloane, papel de Chastain: liderar a luta pelo controle de armas nos Estados Unidos, diante de ações de interesses particulares que beneficiam políticos e um grupo de lobistas.

Apoiada por Rodolfo Schmidt, vivido por Mark Strong, e pela assistente Esme Manucharian, interpretada por Gugu Mbatha-Raw, Elizabeth arquiteta estratégias de antecipação e cria um ambiente hostil aos homens mais poderosos do Congresso norte-americano. Na trama, o limite de sua influência é testado com medidas que confrontam até mesmo seus aliados.

O filme, que rendeu uma indicação na categoria de melhor atriz em drama no 74º Globo de Ouro para Jessica Chastain, conta também com John Lithgow, Jake Lacy, Alison Pill e Sam Waterston no elenco.

Confira o trailer de Armas na Mesa, que estreia no dia 2 de fevereiro de 2017:

Foto: Kerry Hayes.

Morre, aos 84 anos, a atriz Debbie Reynolds, de Cantando na Chuva e mãe de Carrie Fisher

por: Cinevitor

mortedebbieTriste notícia: Debbie morreu no dia seguinte à morte de sua filha.

Segundo informações divulgadas pelo site da revista Variety, a atriz Debbie Reynolds morreu nesta quarta-feira, 28/12, aos 84 anos, um dia depois da morte de sua filha, Carrie Fisher. De acordo com a publicação, ela estava na casa do filho, Todd Fisher, quando passou mal e foi levada ao hospital com suspeita de um acidente vascular cerebral: “Ela queria estar com Carrie”, disse Todd à revista.

Debbie estava abalada desde a última sexta-feira, 23/12, quando sua filha sofreu um ataque cardíaco durante um voo. Nesta quarta-feira, foi hospitalizada às pressas e internada na UTI do Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, mas não resistiu.

Em 1948, Debbie fez suas estreia nas telonas na comédia Noiva da Primavera, mas o sucesso só veio em 1952 quando atuou em Cantando na Chuva ao lado de Gene Kelly e Donald O’Connor. Além disso, a atriz apareceu em diversos trabalhos nas telonas, como: Três Palavrinhas (1950), Armadilha Amorosa (1955), A Festa de Casamento (1956), Uma Esperança Nasceu em Minha Vida (1956), A Flor do Pântano (1957), Como Fisgar um Marido (1959), Prece para um Pecador (1959), Começou Com um Beijo (1959), Furacão de Saias (1961), Meus Seis Amores (1963), A Inconquistável Molly (1964), Dominique (1966), Divórcio à Americana (1967), Lua de Mel com Papai (1968), Entre o Céu e a Terra (1993), Mãe é Mãe (1996), Será Que Ele É? (1997), Zack e Reba (1998), Como Agarrar Meu Ex-Namorado (2012), entre outros.

No ano passado, recebeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, um Oscar honorário, por seus esforços humanitários realizados através de sua arte que contribuíram para a indústria. Em 1957, foi eleita presidente da The Thalians, uma organização de caridade concebida e sustentada por artistas para promover a conscientização e tratamentos de problemas de saúde mental.

Debbie foi indicada ao Oscar de melhor atriz pelo filme A Inconquistável Molly, mas perdeu a estatueta dourada para Julie Andrews, de Mary Poppins. Além do cinema, também fez uma brilhante carreira na TV, atuando em diversos seriados e programas, entre eles, The Debbie Reynolds Show, com 26 episódios.

Foto: Edward M. Pio Roda.

Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia de Star Wars, morre aos 60 anos

por: Cinevitor

carriemorreCarrie Fisher em Star Wars: personagem marcante.

Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a atriz Carrie Fisher, conhecida por interpretar a Princesa Leia nos filmes da franquia Star Wars, morreu nesta terça-feira, 27/12, aos 60 anos, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo, na última sexta-feira. Ela voltava de Londres, com destino a Los Angeles, quando passou mal minutos antes do avião pousar. Ficou internada em estado grave por quatro dias, mas não resistiu.

Filha do cantor Eddie Fisher e da atriz Debbie Reynolds, Carrie apareceu nas telonas pela primeira vez na comédia dramática Shampoo, em 1975. Dois anos depois, em Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança, interpretou seu papel mais conhecido nos cinemas, a Princesa Leia Organa, irmã gêmea de Luke Skywalker. Depois apareceu em Star Wars: Episódio V – O Império Contra-Ataca, em 1980; e em Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi, em 1983.

Além da franquia, também trabalhou como roteirista, lançou livros, atuou na TV e em diversos outros filmes, como: Os Irmãos Cara de Pau (1980), Hannah e Suas Irmãs (1986), Harry & Sally: Feitos um para o Outro (1989), Doce Vingança (1990), Pânico 3 (2000), Doce Trapaça (2o01), As Panteras: Detonando (2003), entre outros.

No ano passado, voltou a interpretar sua icônica personagem em Star Wars: O Despertar da Força. Em dezembro de 2017, Carrie aparecerá em Star Wars: Episode VIII, novo filme da série.