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Conheça os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2018; longa de Cacá Diegues será exibido fora de competição

por: Cinevitor

jeusitacircomisticocannesJesuíta Barbosa em O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues: fora de competição.

O Festival de Cannes 2018, que acontecerá entre os dias 8 e 19 de maio, anunciou nesta quinta-feira, 12/04, os filmes selecionados para a 71ª edição, que neste ano terá a atriz Cate Blanchett na presidência do júri e o longa Todos lo saben, dirigido pelo cineasta iraniano Asghar Farhadi, exibido na noite de abertura.

Entre os selecionados para a Competição Oficial, que concorrem ao prêmio máximo do evento, a Palma de Ouro, destacam-se os filmes de Stéphane Brizé, Jean-Luc Godard, Hirokazu Koreeda, Nadine Labaki, Spike Lee, David Robert Mitchell, Jafar Panahi, entre outros.

O brasileiro O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, será exibido na mostra Sessões Especiais. O longa conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense e conta com Jesuíta Barbosa, Mariana Ximenes, Bruna Linzmeyer, Vincent Cassel e Juliano Cazarré no elenco. O diretor já esteve em Cannes na disputa pela Palma de Ouro com Bye Bye Brasil, em 1980; Quilombo, em 1984; e Um Trem para as Estrelas, em 1987.

O cineasta brasileiro Joe Penna, nascido em São Paulo e atualmente morando em Los Angeles, também está na programação do evento com o drama Arctic, que será exibido na sessão Midnight. O longa, protagonizado por Mads Mikkelsen e Maria Thelma Smáradóttir, mostra um homem encalhado no Ártico que aguarda por resgate.

A mostra Un Certain Regard, paralela ao evento, coloca em evidência filmes mais atípicos aos da Competição Oficial e dirigidos por novos cineastas. Neste ano, o ator Benicio Del Toro será o presidente do júri e entre os selecionados destacam-se: o drama Euphoria, da italiana Valeria Golino e o argentino El Ángel, de Luis Ortega.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2018:

COMPETIÇÃO OFICIAL:

Todos lo saben, de Asghar Farhadi (Espanha/França/Itália)
En Guerre, de Stéphane Brizé (França)
Dogman, de Matteo Garrone (Itália/França)
Le livre d’image, de Jean-Luc Godard (França)
Netemo sametemo, de Ryûsuke Hamaguchi (Japão)
Plaire, aimer et courir vite, de Christophe Honoré (França)
Les filles du soleil, de Eva Husson (França/Bélgica/Geórgia/Suíça)
Ash is Purest White, de Jia Zhangke (China)
Manbiki kazoku (Shoplifters), de Hirokazu Koreeda (Japão)
Capharnaüm, de Nadine Labaki (Líbano)
Buh-Ning (Burning), de Chang-dong Lee (Coreia do Sul)
BlacKkKlansman, de Spike Lee (EUA)
Under the Silver Lake, de David Robert Mitchell (EUA)
Three Faces, de Jafar Panahi (Irã)
Zimna wojna, de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)
Lazzaro felice, de Alice Rohrwacher (Itália/Suíça/França/Alemanha)
Yomeddine, de A.B. Shawky (Egito/EUA/Áustria)
Leto, de Kirill Serebrennikov (Rússia)
Un couteau dans le coeur (Knife + Heart), de Yann Gonzalez (França/México)
Ayka, de Sergei Dvortsevoy (Rússia)
Ahlat Agaci (The Wild Pear Tree), de Nuri Bilge Ceylan (Turquia/França)

MOSTRA UN CERTAIN REGARD:

Gräns (Border), de Ali Abbasi (Suécia)
Sofia, de Meryem Benm’Barek (Marrocos)
Les chatouilles, de Andréa Bescond e Eric Métayer (França)
Long Day’s Journey Into Night, de Gan Bi (China)
Manto, de Nandita Das (Índia)
À Genoux Les Gars, de Antoine Desrosières (França)
Girl, de Lukas Dhont (Bélgica)
Gueule d’ange, de Vanessa Filho (França)
Euphoria, de Valeria Golino (Itália)
Mon tissu préféré, de Gaya Jiji (França/Alemanha/Turquia)
Rafiki, de Wanuri Kahiu (África do Sul/Quênia/França/Holanda/Alemanha)
Die Stropers (Les Moissonneurs), de Etienne Kallos (África do Sul)
In My Room, de Ulrich Köhler (Alemanha/Itália)
El Ángel, de Luis Ortega (Argentina/Espanha)
The Gentle Indifference of the World, de Adilkhan Yerzhanov (Cazaquistão)
Muere, Monstruo, Muere (Meurs, monstre, meurs), de Alejandro Fadel (Argentina)
Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos (The Dead and the Others), de João Salaviza e Renée Nader Messora (Portugal/Brasil)
Donbass, de Sergey Loznitsa (Alemanha/Ucrânia/Holanda/Romênia)

FORA DE COMPETIÇÃO:

Han Solo: Uma História Star Wars, de Ron Howard (EUA)
Le grand bain, de Gilles Lellouche (França)
The House That Jack Built, de Lars von Trier (Dinamarca/França/Alemanha/Suécia)
The Man Who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam (filme de encerramento) (Espanha/Reino Unido/França/Portugal)

SESSÃO DA MEIA-NOITE:

Arctic, de Joe Penna (Islândia)
Gongjak (The Spy Gone North), de Yoon Jong-Bing (Coreia do Sul)
Whitney, de Kevin Macdonald (Reino Unido)
Fahrenheit 451, de Ramin Bahrani (EUA)

SESSÕES ESPECIAIS:

10 Years Thailand, de Aditya Assarat, Wisit Sasanatieng, Chulayarnon Sriphol e Apichatpong Weerasethakul (Tailândia)
The State Against Mandela and the Others, de Nicolas Champeaux e Gilles Porte (França)
O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues (Brasil)
La Traversée, de Romain Goupil (França)
À tous vents, de Michel Toesca (França/Itália)
Les Âmes Mortes (Dead Souls), de Wang Bing (China)
Pope Francis: A Man of His Word, de Wim Wenders (EUA)
Another Day of Life, de Raúl de la Fuente e Damian Nenow (Polônia/Espanha/Alemanha/Bélgica/Hungria)

*[ATUALIZADO em 20/04/18, às 15h40].

Foto: Divulgação.

Sessão Vitrine Petrobras: conheça os filmes que serão exibidos em 2018

por: Cinevitor

severinavitrinepetrobrasO ator argentino Javier Drolas em Severina, de Felipe Hirsch.

A Vitrine Filmes e a Petrobras anunciaram nesta terça-feira, 10/04, as novidades do projeto Sessão Vitrine Petrobras, em coletiva de imprensa realizada em São Paulo. Vale destacar a inclusão de mais quatro cidades no circuito e mais sessões ao longo do ano. Desde janeiro de 2018, o projeto passou a lançar um filme por mês para atender melhor a uma demanda do mercado.

O projeto é parceiro de cinemas em 24 cidades, tem programação contínua, realizando pré-estreias com a presença da equipe dos filmes e debates. O preço praticado nas salas não ultrapassa o valor de R$ 12 (inteira). Cuiabá, Manaus, São Bernardo do Campo e Vitória entram no circuito parceiro do projeto, que também está presente nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Niterói, Palmas, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Luis, São Paulo e Teresina. Além disso, o espectador pode ter acesso liberado às sessões através do Cartão Fidelidade Sessão Vitrine Petrobras, que pode ser comprado no site do projeto.

Filmes com carreira em festivais e esperados pelo público serão lançados ao longo de 2018. São eles: Severina, de Felipe Hirsch; Todos os Paulos do Mundo, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira; Baronesa, de Juliana Antunes; Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós; Camocim, de Quentin Delaroche; Unicórnio, de Eduardo Nunes; e Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, entre outros.

“O projeto tem a preocupação de abraçar produções que trazem diversidade: filmes de diversos gêneros, coproduções internacionais, obras com protagonistas negros, com mulheres diretoras, e produções de jovens e renomados talentos. Nas edições anteriores, tivemos uma experiência muito positiva com a exibição de curtas antes dos longas, que foi bem recebida pelos exibidores e pelo público, e que queremos repetir”, afirma Talita Arruda, curadora da Sessão Vitrine Petrobras.

tintaguadalajaraO protagonista Shico Menegat em cena de Tinta Bruta.

No mercado há oito anos, a Vitrine Filmes criou o projeto intitulado Sessão Vitrine em 2011, e que já na sua primeira edição foi reconhecido por realizadores, público, críticos e demais agentes do audiovisual, conquistando o prêmio Iniciativa Cinematográfica, concedido pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro. Foi sob o selo da Sessão Vitrine que os primeiros longas de diretores como Kleber Mendonça Filho, Adirley Queirós e Gabriel Mascaro foram lançados, consolidando assim o projeto como uma vitrine de novos e já consagrados realizadores.

“Até o momento, tivemos mais de 100 mil espectadores nos 17 filmes lançados pelo projeto, tendo uma média de mais de 6.500 pessoas por filme. O que representa um aumento significativo de público em filmes independentes”, comemora Silvia Cruz, diretora da Vitrine.

Com a distribuição coletiva de filmes brasileiros, a Sessão Vitrine Petrobras exibe um recorte da produção audiovisual contemporânea. O projeto tem o intuito de levar ao público um cinema de qualidade, original, que retrata a cultura do país, fomentando uma relação entre o espectador e o evento de ir ao cinema, através de lançamentos e sessões com debates, investindo na formação de novas plateias e fortalecendo o circuito audiovisual como um todo.

Fotos: Divulgação.

28º Cine Ceará: inscrições abertas para longas ibero-americanos e curtas brasileiros

por: Cinevitor

cineceara2018inscricoesO festival conta com uma programação de curtas e longas-metragens, debates e mostras especiais.

O Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema está com inscrições abertas de 9 de abril a 23 de maio de 2018 para as mostras competitivas ibero-americana de longa-metragem e brasileira de curta-metragem da 28ª edição, que acontecerá entre os dias 4 e 10 de agosto, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas exclusivamente pelo site do festival (clique aqui), através do preenchimento e envio eletrônico da ficha de inscrição.

Em sua 28ª edição, o Cine Ceará reafirma o compromisso em proporcionar diálogo entre produtores, atores e diretores que compartilham diferentes culturas no palco do público cearense. Além das mostras competitivas, o festival traz debates e mostras paralelas, promovendo divulgação de novos talentos na área audiovisual.

Na Mostra Competitiva ibero-americana de longa-metragem podem ser inscritos filmes de realizadores de países da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha, com duração mínima de 60 minutos e concluídos a partir de 2016, nos gêneros de animação, ficção, documentário ou experimental.

Para a seleção, a prioridade da curadoria é para obras inéditas. Os selecionados concorrerão ao Troféu Mucuripe nas categorias de melhor longa-metragem, direção, fotografia, montagem, roteiro, som, trilha sonora original, direção de arte, ator, atriz e Prêmio da Crítica.

Na Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem podem ser inscritos filmes nos gêneros ficção, documentário, animação ou experimental de até 25 minutos, concluídos a partir de janeiro de 2017, que não tenham participado do processo seletivo de outras edições do festival. A prioridade na seleção também será para obras inéditas. Os produtores e/ou diretores devem ser brasileiros ou radicados no país há mais de três anos. Os selecionados vão disputar o Troféu Mucuripe nas categorias de melhor curta-metragem, direção, roteiro, produção cearense e Prêmio da Crítica.

Os curtas cearenses inscritos no festival que não forem selecionados para a Mostra Competitiva serão submetidos à comissão de seleção da Mostra Olhar do Ceará, que renderá ao melhor filme o Troféu Mucuripe. Mais detalhes devem ser consultados no regulamento.

*Clique aqui e confira nosso programa especial sobre a última edição do festival.

Foto: Arlindo Barreto.

Confira o novo trailer de Han Solo: Uma História Star Wars, com Alden Ehrenreich e Donald Glover

por: Cinevitor

hansolotrailerJoonas Suotamo e Alden Ehrenreich em ação!

O passado repleto de aventuras do emblemático mercenário Han Solo e de Chewbacca, o wookiee favorito do público, será exibido pela primeira vez no Festival de Cannes, fora de competição. Han Solo: Uma História Star Wars vai explorar as aventura da dupla antes dos eventos de Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança, incluindo os encontros anteriores com outro desonesto de uma galáxia muito, muito distante, Lando Calrissian.

O cineasta Ron Howard, de Uma Mente Brilhante e O Código Da Vinci, assume a direção do filme com um elenco que inclui Alden Ehrenreich como Han Solo, personagem interpretado por Harrison Ford em filmes anteriores da franquia Star Wars; Donald Glover como Lando Calrissian; Joonas Suotamo como Chewbacca; Woody Harrelson, Emilia Clarke, Thandie Newton, Paul Bettany, Jon Favreau, Phoebe Waller-Bridge, entre outros.

Escrito por Lawrence e Jon Kasdan, o filme conta com Bradford Young, de A Chegada, na direção de fotografia e também com membros veteranos da equipe de Star Wars, como Neal Scanlan, Supervisor Criativo de Efeitos Especiais para Criaturas e Androides e Neil Lamont na direção de arte.

Confira o novo trailer de Han Solo: Uma História Star Wars, que chega aos cinemas no dia 24 de maio:

Foto: Jonathan Olley/Lucasfilm.

Fantaspoa 2018: conheça os filmes de abertura e de encerramento

por: Cinevitor

franciscogasparmatanegraFrancisco Gaspar em cena de Mata Negra, de Rodrigo Aragão: filme de abertura.

O Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre começou em 2005 com a ideia de promover um evento dedicado ao gênero fantástico (ficção científica, fantasia e horror), até então inédito no Brasil.

Desde sua primeira edição, que contou com 800 espectadores, o festival cresce em público, programação e convidados, tornando-se referência no mundo. Ao longo dos anos, diretores como José Mojica Marins, Lamberto Bava e Luigi Cozzi foram homenageados e filmes premiados de vários países foram exibidos.

Neste ano, em sua 14ª edição, que acontecerá entre os dias 17 de maio e 3 de junho, na Cinemateca Capitólio e na Sala Redenção, na capital gaúcha, o Fantaspoa contará com duas produções brasileiras na abertura e no encerramento, dando visibilidade ao cinema de gênero nacional.

Mata Negra, quinto longa-metragem do diretor capixaba Rodrigo Aragão, que há dez anos estreou Mangue Negro, seu primeiro longa, na abertura do IV Fantaspoa, fará a grande abertura desta edição. O filme se passa numa floresta do interior do Brasil, onde uma garota vê sua vida, e de todos ao seu redor, mudar terrivelmente quando encontra o Livro Perdido de Cipriano, cuja Magia Sombria além de outorgar poder e riqueza a quem o possui, é capaz de libertar um terrível mal sobre a terra.

Em junho, quando se encerra o evento, será exibido Pedra da Serpente, longa-metragem de estreia do paulista Fernando Sanches, coproduzido pela Fantaspoa Produções. Na história, após ter perdido um bebê nos últimos meses de gestação, Joana tira férias em Peruíbe, uma pequena cidade litorânea conhecida por aparições de discos voadores. Depois de uma noite de sexo com um desconhecido, ela atropela e mata um homem. Joana inicia uma estranha relação com Maria, esposa do homem que atropelou, e se vê envolvida em uma trama sobre uma abdução alienígena.

Além disso, para esta décima quarta edição do festival, o cartaz conta com arte de Thalles Mourão e ilustração do renomado animador espanhol Sam, que trabalhou nos Estúdios Aardman Animations e é responsável pela Conflictivos Productions, e presta homenagem à figura icônica do Frankenstein, retratando diversas versões do monstro, baseado no romance escrito pela jovem Mary Shelley e que, neste ano, completa 200 anos. A homenagem a Frankenstein contará ainda com uma exposição concebida pelo artista plástico Leo Dias De Los Muertos.

Clique aqui e confira o pôster do Fantaspoa 2018.

Foto: Pedro Medeiros/Divulgação.

Conheça os vencedores do 44º Festival Sesc Melhores Filmes

por: Cinevitor

mariapremiosesc2Maria Ribeiro no palco: empate no prêmio de melhor atriz.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 04/04, os vencedores do 44º Festival Sesc Melhores Filmes, votação que elege as melhores produções nacionais e estrangeiras de 2017 na opinião da crítica especializada e do público.

Criado em 1974, o festival é o mais antigo e um dos mais tradicionais de São Paulo e oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior ao evento, a preços populares e com atenção à acessibilidade.

Os filmes são escolhidos democraticamente por meio de votação, dividida entre público e júri especializado, composto por críticos e jornalistas de todo o Brasil. Participaram da votação desta edição 415 filmes, sendo 121 nacionais (75 ficcionais e 46 documentários) e 294 internacionais. Neste ano, foram mais de 11 mil votos de cinéfilos e mais de 120 críticos votantes, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR.

A cerimônia foi apresentada pela atriz, escritora e cineasta Roberta Estrela D’Alva, marcando a abertura oficial do evento, que traz de volta ao CineSesc, de 5 a 25 de abril, as produções mais votadas.

Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, foi eleito o melhor filme brasileiro pela crítica e recebeu também os prêmios de melhor roteiro e melhor atriz para Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra, o primeiro empate na história do festival nesta categoria.

Conheça os vencedores e assista aos melhores momentos da premiação do 44º Festival Sesc Melhores Filmes:

FILMES BRASILEIROS | PÚBLICO:
Melhor Filme: A Glória e a Graça, de Flávio Ramos Tambellini
Melhor Documentário: Arpilleras: Atingidas por Barragens Bordando a Resistência, do Coletivo Mulheres do MAB
Melhor Ator: Daniel Furlan, por La Vingança
Melhor Atriz: Carolina Ferraz, por A Glória e a Graça
Melhor Direção: Eliane Caffé, por Era o Hotel Cambridge
Melhor Roteiro: A Glória e a Graça, escrito por Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre
Melhor Fotografia: A Glória e a Graça, por Gustavo Hadba

FILMES BRASILEIROS | CRÍTICA:
Melhor Filme: Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky
Melhor Documentário: Martírio, de Vincent Carelli
Melhor Ator: Nelson Xavier, por Comeback
Melhor Atriz (empate): Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra, por Como Nossos Pais
Melhor Direção: Eliane Caffé, por Era o Hotel Cambridge
Melhor Roteiro: Como Nossos Pais, escrito por Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi
Melhor Fotografia: Joaquim, por Pierre de Kerchove

FILMES ESTRANGEIROS | PÚBLICO:
Melhor Filme: Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman
Melhor Ator: Ashton Sanders, por Moonlight: Sob a Luz do Luar
Melhor Atriz: Adèle Haenel, por A Garota Desconhecida
Melhor Direção: Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

FILMES ESTRANGEIROS | CRÍTICA:
Melhor Filme: Corra!, de Jordan Peele
Melhor Ator: James McAvoy, por Fragmentado
Melhor Atriz: Sandra Hüller, por Toni Erdmann
Melhor Direção: Barry Jenkins, por Moonlight: Sob a Luz do Luar

*Clique aqui e saiba mais sobre a programação do festival.

Foto: Aline Arruda.

Todos lo saben, de Asghar Farhadi, será o filme de abertura do Festival de Cannes 2018

por: Cinevitor

losabencannesabreFilme falado em espanhol na abertura do evento francês.

O Festival de Cannes 2018, que acontecerá entre os dias 8 e 19 de maio, anunciou nesta quinta-feira, 05/04, que o filme de abertura desta 71ª edição será Todos lo saben, dirigido pelo cineasta iraniano Asghar Farhadi.

O oitavo longa-metragem de Farhadi, filmado inteiramente em espanhol na Península Ibérica, conta a história de Laura, que mora com o marido e com os filhos em Buenos Aires. Quando voltam para sua cidade natal, na Espanha, por conta de uma celebração familiar, um acontecimento inesperado muda o rumo de suas vidas. A família, seus laços e as escolhas morais impostas a eles se destacam na trama.

Protagonizado por Penélope Cruz e Javier Bardem, o thriller psicológico conta também com Ricardo Darín, Bárbara Lennie, Carla Campra, Inma Cuesta, Eduard Fernández, Elvira Mínguez e Ramón Barea no elenco. José Luis Alcaine, que já trabalhou diversas vezes com Pedro Almodóvar, assina a direção de fotografia; Sonia Grande, de Meia-Noite em Paris e Abraços Partidos, é a figurinista; e a montagem ficou por conta da iraniana Hayedeh Safiyari, que continua sua colaboração com o diretor depois de trabalharem juntos em quatro de seus filmes, incluindo os dois vencedores do Oscar.

Na última década, Asghar Farhadi se estabeleceu como um dos cineastas iranianos mais influentes e internacionalmente reconhecidos. No Festival de Berlim, levou o Urso de Ouro por A Separação, que também foi premiado no Oscar e no Globo de Ouro como melhor filme estrangeiro. Em Cannes, marcou presença pela primeira vez em 2013 com O Passado e em 2016 com O Apartamento, vencedor do prêmio de melhor roteiro e também do Oscar de filme estrangeiro.

A última vez que um filme não falado em inglês ou francês foi exibido na abertura do evento foi em 2004, com Má Educação, de Pedro Almodóvar. Neste ano, o júri da Competição Oficial será presidido pela atriz Cate Blanchett; o ator porto-riquenho Benicio Del Toro vai comandar a mostra Un Certain Regard; e a francesa Ursula Meier presidirá o júri da Caméra d’or.

Na mostra Cannes Classics, o aclamado 2001: Uma Odisseia no Espaço, de Stanley Kubrick, terá uma exibição especial em 70 mm, apresentada por Christopher Nolan, por seus 50 anos de lançamento; o cineasta americano Martin Scorsese será homenageado na Quinzena dos Realizadores, mostra paralela ao evento.

Os filmes selecionados para a Competição Oficial serão anunciados na quinta-feira, 12/04.

Foto: Divulgação/Memento Filmes.

O Caso Morel, novo filme de Suzana Amaral, será protagonizado por Maria Casadevall e Rodrigo Lombardi

por: Cinevitor

mariacasadevallfilmeMaria Casadevall será a protagonista do longa.

O novo filme da cineasta Suzana Amaral, O Caso Morel, será protagonizado por Rodrigo Lombardi e Maria Casadevall. As filmagens do longa, que tem roteiro assinado pela escritora Patrícia Melo e pela própria Suzana, começam em agosto deste ano.

Consagrada diretora de A Hora da Estrela, filme indicado ao Urso de Ouro e vencedor do prêmio da crítica no Festival de Berlim, em 1986, Suzana Amaral levará às telonas, aos 89 anos, O Caso Morel, romance policial de Rubem Fonseca, publicado em 1973, que recebeu o Prêmio Camões de Literatura. Na trama, um artista plástico se torna o principal suspeito no assassinato de uma de suas três mulheres.

Com codireção de Jean Paulo Lasmar, o projeto venceu o edital de coprodução entre Brasil e Argentina, operado pela Ancine e pelo INCAA, Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales. Além disso, a Bossa Nova Films mais uma vez se associa à produtora argentina El Campo Cine, de Diego Lerman, diretor do recém-lançado no Brasil Uma Espécie de Família.

Foto: Divulgação/Rede Globo.

Entrevista: Lucrecia Martel fala sobre Zama, coprodução brasileira e América Latina

por: Cinevitor

lucrecia1Diretora premiada esteve no Brasil recentemente.

Nascida na Argentina, a cineasta Lucrecia Martel, um dos maiores nomes do cinema contemporâneo, tem colocado seu trabalho na comunidade internacional do cinema e seus filmes costumam participar de importantes festivais. Em Cannes, apresentou A Menina Santa, em 2004, e A Mulher Sem Cabeça, em 2008, na Competição Oficial; no Festival de Berlim, em 2001, concorreu ao Urso de Ouro com O Pântano.

Zama, seu mais novo trabalho, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros, foi indicado ao Goya e ao Prêmio Sur, premiado nos festivais de Havana e Roterdã e escolhido como o representante argentino para disputar uma vaga entre os finalistas ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

O longa, com coprodução brasileira de Vania Catani, da Bananeira Filmes, retrata a trajetória de Zama, vivido por Daniel Giménez Cacho, um oficial da Coroa Espanhola nascido na América do Sul, que aguarda uma carta do Rei autorizando-o a se transferir da cidade em que vive estagnado para um lugar melhor. Para garantir a transferência, Zama se ver forçado a aceitar todas as ordens e tarefas que são passadas por consecutivos governantes ao longo dos anos. Quando percebe que a tal carta não vai chegar, ele decide se unir a um grupo de soldados em busca de um perigoso bandido.

zamaator2Daniel Giménez Cacho: protagonista.

Para divulgar o filme, Lucrecia esteve no Brasil recentemente e participou de uma conversa com a imprensa, na qual o CINEVITOR foi convidado, na sede da Vitrine Filmes, em São Paulo. Acompanhada pela produtora Vania Catani, falou sobre Zama, coprodução brasileira, história da América Latina e refletiu sobre o presente, o passado e o futuro.

Confira os melhores momentos do bate-papo com Lucrecia Martel:

ROTEIRO E FOTOGRAFIA:

“Eu escrevi o roteiro [baseado no livro homônimo de Antonio Di Benedetto] entre 2011 e 2015. Quando eu leio um livro, imagens e sons vão surgindo em minha mente. E tudo isso que aparece quando lemos um livro, junto com seus significados, fica próximo do cinema”.

“Quando eu converso com o diretor de fotografia, debatemos imagens de referência para estabelecer um critério. O mais importante para Zama foi a instrução de situar o espectador no passado”.

EQUIPE BRASILEIRA:

“A Vania Catani está desde o início do projeto. Na época do lançamento de A Mulher Sem Cabeça, ela entrou em contato comigo para pensarmos em alguma história sobre a Clarice Lispector. Mas acabou não acontecendo. Retomamos o contato quando eu comecei a procurar produtores para financiar o Zama e nos conectamos imediatamente. Esse filme é diferente de todos, pois se passa na fronteira. Então, a participação do Brasil, particularmente, era muito importante. Tinha muito sentido ter alguém do Brasil, não só financeiramente, mas também como suporte. E fico muito feliz com isso, pois a coprodução com outros países não significa apenas dinheiro. O Brasil está presente em diversas partes, temos a Renata Pinheiro na direção de arte, por exemplo, e conversamos muito sobre as referências, como o barroco latino-americano. Tem muito elemento da cultura brasileira”.

“Na equipe, temos quatro atores brasileiros [entre eles, Matheus Nachtergaele e Mariana Nunes], a diretora de arte [Renata Pinheiro] e a equipe de cenografia, tem a Karen Harley na montagem e a música dos índios Tabajara“, completou Vania Catani.

matheuszamaMatheus Nachtergaele em cena do filme.

COPRODUÇÃO:

“O fato de ir atrás de tantos produtores é porque está cada vez mais difícil realizar um filme com uma certa liberdade, sem compromisso com o mercado, mas sim, com o espectador. Não foi fácil conseguir esse dinheiro, por isso procurei tantos produtores”.

[Os países que assinam a coprodução de Zama são: Brasil, Espanha, República Dominicana, França, Holanda, México, Suíça, EUA, Portugal e Líbano].

REALIDADE:

“Muitos críticos pensam que a relação mais forte que um diretor tem com o cinema é o próprio cinema. Mas, não. Nossa relação está relacionada com a maneira em que observamos o mundo. Precisamos refletir mais a realidade, ainda que não tenha sentido. Como aceitamos, por exemplo, um trabalho que não estamos de acordo? Quem aqui tem o tempo livre que precisa?”.

“Não só no Brasil, mas em muitos outros lugares, há uma cobrança por mais participação das mulheres em muitas áreas, assim também está acontecendo com os negros e com os índios, culturalmente falando. Tudo isso reflete na realidade”.

“Todos os países latino-americanos seguem dependentes economicamente. Está muito claro neste governo brasileiro e também no argentino, que eles governam não para nós, mas sim para outros negócios. Então, quão independente nós somos?”.

zamaatriz1Lola Dueñas interpreta Luciana Piñares de Luenga.

INDEPENDÊNCIA:

“Há um discurso histórico no Brasil, na Argentina, no Chile, no Peru, no México, em toda a América Latina, que indicava que uma grande mudança aconteceria a partir da independência. Mas, eu penso que o pior da história dos nossos países começou com a independência. O momento mais obscuro da nossa história começa com a independência porque nossa própria burguesia criou a escravidão e a expulsão indígena, por exemplo. Claro que algumas coisas mudaram, mas mesmo depois da abolição ainda existem pessoas trabalhando em condições precárias na Argentina. Então, que distância temos das colônias? Por isso, neste filme, me preocupava ficar distante dessa coisa heroica do passado”.

FICÇÃO CIENTÍFICA:

“As próximas gerações terão oportunidade de pensar no passado como ficção científica. Porque o passado, oficialmente contado para nós, é muito falso. É mais provável acertar na ficção do que com a própria história. Por isso, em Zama trago esse passado como uma espécie de ficção científica, já que esse gênero traz uma certa liberdade para pensarmos no futuro. Quais são as fontes que realmente temos pra saber sobre o passado? Há muito pouco. É preciso pensar no passado com mais liberdade”.

REFLEXÃO:

“Chega de pensar só no futuro. Pense no agora, pois há algo urgente, imediato. As mulheres, por exemplo, estão cansadas porque já não querem mais saber só do futuro, elas querem que se resolva agora, já! O que eu gosto de Zama é essa mensagem contrária ao neocristianismo que está tão forte e presente em nossa cultura”, finalizou Lucrecia.

Fotos: Divulgação.

Confira o trailer de Além do Homem, filme de Willy Biondani, com Sergio Guizé e Débora Nascimento

por: Cinevitor

alemdohomemfilmesergioguizeSergio Guizé e Débora Nascimento em cena.

Dirigido por Willy Biondani, que também assina o roteiro ao lado de Eliseo Altunaga e Daniel Tavares, Além do Homem, que chega aos cinemas em junho, foi rodado no interior de Minas Gerais e em Paris.

O filme conta a história do escritor brasileiro Alberto Luppo, papel de Sergio Guizé, que mora na capital francesa há muitos anos e não tem vontade de retornar ao país de origem. Mas quando o antropólogo francês Marcel Lefavre, interpretado por Pierre Richard, é supostamente devorado por canibais no interior do Brasil, Alberto é obrigado a retornar à terra natal para investigar o mistério e transformar a história em um livro. Chegando lá, recebe a ajuda do taxista Tião, vivido por Fabrício Boliveira, que o leva até o local. Alberto vai penetrando em um Brasil alegórico e misterioso. Temendo por um final como o do francês, se desespera. Mas encantado com a beleza brasileira de Bethânia, papel de Débora Nascimento, se entrega ao destino e redescobre sua identidade.

Além do Homem também traz no elenco Marilyne Fontaine, vivendo a namorada francesa de Alberto, Flávia Garrafa, Stéphan Wojtowicz, Giselle Motta, Maurício de Barros, além de participações especiais de Otávio Augusto e Jai Baptista.

Confira o trailer de Além do Homem, que chega aos cinemas no dia 28 de junho:

Foto: Divulgação.

Começam as filmagens de Veneza, novo filme de Miguel Falabella, protagonizado por Carmen Maura

por: Cinevitor

venezamiguelfilme1A atriz espanhola Carmen Maura será a protagonista.

Começaram em Montevidéu as filmagens de Veneza, segundo filme de Miguel Falabella como diretor e roteirista, dez anos depois de Polaroides Urbanas. O longa, produzido por Júlio Uchoa, será filmado no Uruguai e na Itália, com locações como a Cidade Velha, na capital uruguaia, a Estância Taranco, o bairro de Lezica, além de cenas emblemáticas filmadas em Veneza.

Na história conhecemos Gringa, uma cafetina que tem como sonho reencontrar o único homem que amou. Para realizar seu desejo, as prostitutas que trabalham em seu bordel se unem a uma trupe circense e idealizam um plano que atravessa a realidade para levá-la de encontro ao seu amado.

Veneza será estrelado pela atriz espanhola Carmen Maura, conhecida pelas atuações nos filmes do cineasta Pedro Almodóvar, como: Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos, Volver, Maus Hábitos, Que Fiz Eu Para Merecer Isto?, A Lei do Desejo e Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão.

Além disso, o elenco conta também com Dira Paes, Eduardo Moscovis, Carol Castro, Caio Manhente, Danielle Winits, Maria Eduarda de Carvalho, André Mattos, Camila Vives, Carolina Virguez, Pia Manfroni, Laura Lobo, Roney Villela, Magno Bandarz, Yuri Ribeiro, Giovanni Venturini e Georgina Barbarossa, famosa atriz argentina.

“Veneza é o filme da minha maturidade. Ele mostra a angústia de uma mulher que, na velhice e na cegueira, percebe que foi cruel com o único homem que a amou. É um filme intenso e desejo que seja visto, também, fora do Brasil”, resume Falabella.

Com desenho de produção de Tulé Peak e fotografia de Gustavo Hadba, o projeto é uma adaptação da peça homônima do escritor argentino Jorge Accame.

Foto: Divulgação/Imagem Filmes.

Entrevista: diretora de Árvores Vermelhas, Marina Willer, fala sobre seu primeiro longa-metragem

por: Cinevitor

marina1docMarina Willer em cena: primeiro longa como diretora.

Depois de fazer sua estreia mundial em uma mostra paralela do Festival de Cannes do ano passado, ser exibido no SXSW e lançado em cinemas selecionados de Nova York, Los Angeles e Miami, o documentário Árvores Vermelhas, primeiro longa-metragem da premiada designer Marina Willer, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 29/04.

O longa revive a história de seu pai, Alfred Willer, e de seu avô, que fugiram do governo nazista em Praga, República Checa, durante a Segunda Guerra Mundial, e emigraram para o Brasil; eles foram uma das únicas doze famílias judaicas e checas a sobreviver ao Holocausto. Por meio da arquitetura, Marina conta a história de sua família com um olhar estético muito especial, encontrando sempre a poesia nas imagens e espaço para a reflexão.

marina2docO pai de Marina, Alfred Willer, em cena do filme.

César Charlone, responsável pela fotografia de Cidade de Deus e O Jardineiro Fiel, assina a direção de fotografia ao lado de Jonathan Clabburn e Fabio Burtin. A narração é do premiado ator britânico Tim Pigott-Smith, que morreu semanas depois do processo de finalização do documentário; e a edição é da pernambucana Karen Harley, ao lado de Avdhesh Mohla.

Antes de Árvores Vermelhas, Marina Willer dirigiu o curta-metragem Cartas da Mãe, uma crônica sobre o Brasil contada através das cartas que o cartunista Henfil enviava à mãe. O  filme recebeu o prêmio de melhor curta pelo Júri Popular no Festival Internacional de Curtas de São Paulo, em 2003; Prêmio Aquisição Canal Brasil, no Festival de Brasília; e o Prêmio Especial do Júri, no Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira.

Marina, que vive em Londres, além de cineasta é designer de grande reputação internacional e sócia da consagrada agência de design Pentagram. Recentemente esteve no Brasil para participar da pré-estreia do filme, em São Paulo, e conversou com o CINEVITOR sobre o projeto, as pesquisas e a expectativa de lançá-lo no país.

Aperte o play e confira:

Fotos: Divulgação.