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Artista americana Janie Geiser será homenageada no 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

janieolhar4Cena de Flowers of the Sky, um dos curtas da homenageada.

A sétima edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba acontecerá entre os dias 6 e 14 de junho. O evento, já estabelecido no cenário cultural brasileiro, tem como objetivo destacar e celebrar o cinema independente, por meio da seleção de filmes com propostas estéticas inventivas, envolventes e com comprometimento temático. Sem rejeitar gêneros, formatos e durações, a programação privilegia filmes que se arriscam em novas formas de linguagem cinematográfica, abertos ao experimentalismo e que possuem potencial de comunicação.

Neste ano, a artista americana Janie Geiser será homenageada na Mostra Foco do 7º Olhar de Cinema e estará presente no festival. Ela apresentará quatro programas de curta-metragem, que incluirão a estreia mundial de seu último trabalho, Valeria Street, e filmes de cineastas que ela admira. Além de debates, Geiser também participará de uma “conversa ilustrada” em que exibirá um filme e apresentará fontes, referências e inspirações.

Geiser nasceu em Louisiana e mora em Los Angeles há duas décadas, onde é professora na Escola de Teatro na California Institute of the Arts. Ela foi pintora e desenhista antes de ganhar destaque como criadora de fantoches experimentais no teatro. Há mais de 30 anos, começou a fazer curtas-metragens a partir de colagens e cada um de seus filmes está cheio de intrigantes mistérios e histórias secretas, que, ao serem compartilhados com o público, o inspiram a imaginar sua própria história.

janieolhar1Janie nos bastidores: rascunhos.

“Janie Geiser leva como ponto de partida a constante necessidade de fugir das convenções”, diz Antônio Junior, diretor de programação do Olhar de Cinema. “Sua busca leva-a a transcender categorias facilmente reconhecidas e preconceitos de gêneros, formatos, tempos de execução, técnicas e temas de filmes. Em vez disso, ela construiu – ou melhor ainda – encontrou – uma carreira cinematográfica cujo corpus progressivo e aventureiro vive em busca de como melhor refletir sobre nossas vidas e preocupações internas cotidianas. E, como resultado, ela nos estimula a nos virarmos para o mundo fora do cinema e cumprimentá-lo com novas perspectivas”, complementa.

“Fotografias, mapas, recortes de livros, enciclopédias, pessoas, animais e registros distantes do que a humanidade deixou para trás”, destaca Carol Almeida, uma das programadoras de curtas do Olhar de Cinema. “Tudo isso fragmentado em imagens que se sobrepõem a outras imagens, de sons que recortam outros sons. A tessitura do cinema de Janie Geiser é a tessitura da nossa memória”, completou.

A lista de filmes dirigidos por Geiser que já foram confirmados para o Foco apresenta a maior retrospectiva já realizada no mundo. As obras da diretora serão exibidas principalmente em HD, incluindo novas cópias de seus filmes mais antigos feitos em 16 mm. Com exceção de The Hummingbird Wars, os filmes terão suas estreias brasileiras no Olhar de Cinema.

janieolhar2Cena do curta Look and Learn: confirmado na programação.

“A ideia de uma retrospectiva dos meus filmes no Brasil, um país que sempre quis visitar e que estou ansiosa para finalmente conhecer, é atraente, surpreendente, comovente, assustadora e estimulante”, diz Geiser. Em breve, outros filmes da artista serão anunciados. A mostra também apresentará obras de Peggy Ahwesh, Ephraim Asili, Mary Helena Clark, Shambhavi Kaul, Lewis Klahr, Jeanne Liotta, Edwin S. Porter, Kalpana Subramanian, Leslie Thornton e outros.

O Olhar de Cinema também homenageia mestres do cinema mundial, com uma seleção de filmes clássicos restaurados e apresenta ao público novos diretores que, mesmo com uma curta filmografia, já possuem forte identidade artística. Dessa maneira, o evento tem a intenção não só de proporcionar ao público experiências cinematográficas singulares, mas também fomentar a reflexão acerca da linguagem e história do cinema.

A programação ainda inclui oficinas, seminários, masterclass e o Olhar Itinerante, que percorre o interior do Paraná, levando o que foi visto no festival a cidades que não possuem sala.

Fotos: Divulgação.

44º Festival Sesc Melhores Filmes: conheça os filmes que serão exibidos na programação

por: Cinevitor

mariapaissescMaria Ribeiro em Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky: filme premiado será exibido.

Criado em 1974, o Festival Sesc Melhores Filmes é o primeiro festival de cinema da cidade de São Paulo e oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior, que são escolhidos democraticamente por meio de votação do público e da crítica.

A premiação da 44ª edição acontecerá no dia 04/04, com o anúncio dos escolhidos pela crítica e pelo público como os melhores longas de 2017 nas categorias de melhor filme, direção, fotografia, roteiro, atriz, ator e documentário para filmes brasileiros e melhor filme, direção, ator e atriz para os filmes estrangeiros.

Esta cerimônia, que será apresentada pela atriz, escritora e cineasta Roberta Estrela D’Alva, marca a abertura oficial do Festival Sesc Melhores Filmes, que traz, de volta ao CineSesc, de 5 a 25 de abril, as produções mais votadas. O filme de abertura será Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor.

A votação foi realizada pela internet com mais de 11 mil votos do público computados. Uma consulta direta foi realizada à crítica especializada de todo o país, e contou-se com os votos de mais de cem profissionais.

Além disso, ao longo do 44º Festival Sesc Melhores Filmes serão exibidos 47 filmes: 19 estrangeiros, 20 nacionais, 4 clássicos em 4K restaurados, 3 CineClubinho e 1 Cinepsique. A programação conta também com debates, seminários, exposição, conversas e atividades especiais.

Conheça os filmes que serão exibidos no 44º Festival Sesc Melhores Filmes, separados por categorias:

NACIONAIS:
A Glória e a Graça, de Flávio Ramos Tambellini
Arpilleras: Atingidas por Barragens Bordando a Resistência, do Coletivo Mulheres do MAB
As Duas Irenes, de Fabio Meira
Beduino, de Julio Bressane
Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer
Comeback, de Erico Rassi
Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky
Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano
Divinas Divas, de Leandra Leal
Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé
Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
Guerra do Paraguay, de Luiz Rosemberg Filho
Joaquim, de Marcelo Gomes
La Vingança, de Fernando Fraiha
Martírio, de Vincent Carelli
Meu Corpo é Político, de Alice Riff
No Intenso Agora, de João Moreira Salles
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello
Pitanga, de Beto Brant e Camila Pitanga

ESTRANGEIROS:
A Bailarina, de Eric Summer e Éric Warin
A Criada, de Park Chan-wook
A Garota Desconhecida, de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne
Blade Runner 2049, de Denis Villeneuve
Com Amor, Van Gogh, de Dorota Kobiela e Hugh Welchman
Corpo e Alma, de Ildikó Enyedi
Corra!, de Jordan Peele
Dunkirk, de Christopher Nolan
Eu, Daniel Blake, de Ken Loach
Extraordinário, de Stephen Chbosky
Fragmentado, de M. Night Shyamalan
La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle
Meu Malvado Favorito 3, de Pierre Coffin e Kyle Balda
Moana – Um Mar de Aventuras, de Ron Clements e John Musker
Moonlight: Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins
Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins
O Apartamento, de Asghar Farhadi
Paterson, de Jim Jarmusch
Poesia Sem Fim, de Alejandro Jodorowsky
Roda Gigante, de Woody Allen
Toni Erdmann, de Maren Ade
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio

ESPECIAL: RELEMBRANDO MELHORES:
Blade Runner, o Caçador de Andróides, de Ridley Scott
Cidadão Kane, de Orson Welles
Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg
Juventude Transviada, de Nicholas Ray

Para saber datas, horários e informações sobre compra de ingressos, clique aqui.

*Clique aqui e relembre os vencedores do ano passado e confira os melhores momentos da premiação.

Foto: Divulgação.

Terminam as filmagens de O Pulo do Gato, comédia com Marcelo Adnet e Leticia Lima

por: Cinevitor

pulogatofilmagemProtagonistas em cena: comédia estreia em dezembro.

As filmagens da comédia O Pulo do Gato, de Felipe Joffily, diretor de E Aí… Comeu? e Muita Calma Nessa Hora, terminaram nesta segunda-feira, 26/03. O longa, que tem estreia prevista para dezembro, aborda com humor o caráter ecumênico do brasileiro.

Na história, Hickson, vivido por Marcelo Adnet, vivia de bico, correndo de um lado para o outro para faturar o sustento. Seu único grande feito na vida tinha sido conquistar sua esposa Jéssika, papel de Leticia Lima, cabeleireira evangélica e sua namorada desde a infância. Os dois levam uma vida sem grandes perspectivas no subúrbio carioca, até que Hickson consegue um emprego numa rádio evangélica. Com sorte, talento e a ajuda de Jéssika, em pouco tempo se torna pastor e tem uma ascensão meteórica na igreja. Só que, com a fama e o dinheiro, vem sempre junto a inveja.

Com roteiro assinado por Marcelo Adnet em parceira com Lusa Silvestre e produzido por Augusto Casé, o elenco conta também com Marcos Veras, Gregorio Duvivier, Otávio Müller, Eduardo Sterblitch, Thelmo Fernandes, Stepan Nercessian, Nando Cunha, Debora Lamm, Márcio Vito, Fernando Caruso, Roberta Rodrigues, Orã Figueiredo e Ernani Moraes. A fotografia é assinada por Marcelo Brasil e a direção de arte por Rafael Ronconi.

Foto: Peter Wrede.

Confira o trailer de Praça Paris, filme dirigido por Lucia Murat e protagonizado por Grace Passô

por: Cinevitor

pracaparistrailerDigão Ribeiro e Grace Passô em cena.

Dirigido por Lucia Murat, de Doces Poderes e Quase Dois Irmãos, Praça Paris é um thriller que mostra o conflito entre uma psicanalista portuguesa, Camila, vivida por Joana de Verona, que veio ao Brasil para desenvolver uma pesquisa sobre violência, e sua paciente, Glória, papel de Grace Passô, num Centro de Terapia de uma universidade brasileira.

Glória é ascensorista na universidade e tem uma história muito difícil: violentada pelo pai, tem apenas no irmão, Jonas, interpretado por Alex Brasil, traficante do morro, a proteção para seguir sua vida na comunidade. O filme mostra uma relação de transferência ao inverso, onde o medo do outro acaba dominando a trama e retrata a violência que voltou a explodir no Rio através da distância entre os dois personagens centrais.

Exibido no Festival do Rio do ano passado, o longa levou os prêmios de melhor atriz para a protagonista Grace Passô e melhor direção para Lucia Murat.  Também em 2017, recebeu o Prêmio Dom Quixote de melhor filme no Festival de Havana e foi selecionado para a Mostra Competitiva do Festival Internacional de Chicago e para o Tallinn Black Nights Film Festival, na Estônia. Em 2018, Praça Paris participou do FEStin em Lisboa, onde a atriz Grace Passô ganhou mais um prêmio de melhor atriz.

Com roteiro escrito pela própria Lucia ao lado de Raphael Montes, autor de vários livros de suspense vendidos em inúmeros países, o longa conta com uma protagonista portuguesa, Joana de Verona, um ator coadjuvante argentino, Marco Antonio Caponi, e um diretor de fotografia argentino, Guillermo Nieto. A finalização de imagem do filme foi feita na Argentina e a de som em Portugal.

Confira o trailer de Praça Paris, que estreia no dia 26 de abril:

Foto: Divulgação.

Cinebiografia do rapper Emicida será dirigida por Aly Muritiba e produzida por Rodrigo Teixeira

por: Cinevitor

emicidafilme1Música nas telonas: trajetória do rapper vai virar filme.

Emicida, um dos músicos mais importantes do rap brasileiro, terá sua história pouco conhecida contada nos cinemas: a sua luta para chegar ao topo, ao lado do irmão e empresário, Evandro Fióti. A cinebiografia, ainda sem título definido, será produzida por Rodrigo Teixeira, da RT Features, em parceria com a Laboratório Fantasma. O longa terá direção de Aly Muritiba, de Para Minha Amada Morta e Ferrugem, exibido recentemente no Festival de Sundance.

Em fase de desenvolvimento, o roteiro escrito em parceria com o próprio Emicida, foca em alguns momentos-chave da vida do rapper, entre eles, a vitória na maior batalha de rimas do Brasil, aos 21 anos, a reprovação da mãe, Dona Jacira, que não queria o filho envolvido com a música, a relação com o irmão mais novo, Fióti, e seus dias como atendente no McDonald’s.

“Estou muito feliz e honrado em poder contar a história de um dos principais artistas da música da atualidade no Brasil. Levar a trajetória do Emicida para as telonas é de um orgulho e uma responsabilidade enormes. Mas, ao mesmo tempo, é muito prazeroso poder contar uma história de vida tão inspiradora quanto a dele”, revelou Rodrigo.

emicida2Evandro Fióti, Rodrigo Teixeira e Emicida: filme em pré-produção.

A perseverança e o amor pela música marcam a trajetória do rapper desde o começo da sua carreira até o reconhecimento e o sucesso: “Eu já tinha a ambição de invadir os cinemas, acho que construímos uma trajetória que, de alguma maneira, desaguaria nisso. A Laboratório Fantasma tem se aproximado lentamente do entretenimento e estendido seus tentáculos para além da música há algum tempo, tanto que participamos da SPFW, por exemplo. Estou bastante emocionado e empolgado, estamos no meio de uma pesquisa bastante profunda para batermos o martelo em qual recorte usaremos, pois tem bastante assunto, fizemos muitas coisas, ano que vem completa 10 anos de nossa primeira mix tape, é uma efeméride importantíssima. O Brasil carece de histórias de pretos bem sucedidos sendo contadas em grande escala e por nós mesmos, nesse sentido já nascemos revolucionários”, explicou Emicida.

Com filmagens previstas para o segundo semestre de 2018, o lançamento do filme está previsto para 2019.

Fotos: Divulgação/Reprodução do Facebook.

Filme sobre a trajetória de Marielle Franco será produzido por Paula Barreto

por: Cinevitor

mariellefilme2Eleita com 46.502 votos, Marielle buscava um modelo de cidade mais justo para todos.

Na quarta-feira, 14/03, a vereadora carioca Marielle Franco, a quinta mais votada na última eleição, foi assassinada no Rio de Janeiro a tiros quando retornava para casa depois de uma palestra. Seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes, também foi atingido e não resistiu. O crime, que se trata de uma execução, ainda está sendo investigado e comoveu milhares de pessoas no Brasil e no mundo, resultando em diversas manifestações públicas.

Marielle, criada no Complexo da Maré, era socióloga formada pela PUC-Rio e mestra em Administração Pública pela UFF. Sua dissertação de mestrado teve como tema: UPP: a redução da favela a três letras. Trabalhou em organizações da sociedade civil, como a BrazilFoundation e o Centro de Ações Solidárias da Maré. Iniciou sua militância em direitos humanos após ingressar no pré-vestibular comunitário e perder uma amiga, vítima de bala perdida. Ao se tornar mãe aos 19 anos, começou a lutar pelos direitos das mulheres e debater essa temática na periferia.

Com mais de 46 mil votos, foi eleita vereadora e se tornou a segunda mulher mais votada neste cargo no país. Coordenou a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, ao lado de Marcelo Freixo. Na Câmara Municipal, presidiu a Comissão de Defesa da Mulher e atuava como relatora em outra comissão que monitorava a intervenção federal nas favelas.

mariellefilme1Mulher, negra, mãe, favelada: quinta vereadora mais votada no Rio de Janeiro, em 2016.

Sua trajetória também ficou marcada pelas denúncias constantes em relação aos abusos policiais e a violação aos direitos humanos. Ficou conhecida por defender os direitos humanos, debater sobre as questões do feminismo e da violência contra as mulheres e apoiar os jovens, a comunidade LGBT e lutar contra o racismo. Aos 38 anos, Marielle seguia sua luta contra à violência nas comunidades cariocas. Mas, foi brutalmente silenciada.

Sua história agora será contada nas telonas. Segundo informações divulgadas na coluna de Ancelmo Gois, no jornal O Globo, e confirmadas pela LC Barreto Produções, de Lucy e Luiz Carlos Barreto, em sua conta no Instagram, o longa será produzido por Paula Barreto, de Flores Raras e João, O Maestro: “Queremos contar onde ela foi criada, a influência da Maré nela e como se transformou nessa líder que perdemos. O que importa, agora, são seus ideais. Há milhares de Marielles no Brasil, precisamos contar essa história”, escreveu Paula no post.

O longa, que acabou de ser anunciado, ainda não tem elenco confirmado e nem data de lançamento. Porém, alguns nomes já foram anunciados: Jorge Mautner será responsável pela trilha sonora e o roteiro será escrito por João Paulo Reys e Flavia Guimarães. Além disso, a renda será destinada aos moradores do Complexo da Maré, que também farão parte da equipe.

*Fontes biográficas: Casa da Mãe Joanna.

Foto: Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para o 23º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários

por: Cinevitor

verdade1Cena do documentário americano Naila e o Levante, de Julia Bacha.

Foram anunciados nesta terça-feira, 20/03, em uma coletiva de imprensa, em São Paulo, os filmes selecionados para a 23ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários. Neste ano, a cineasta americana Pamela Yates será homenageada e marcará presença no evento.

De 12 a 22 de abril, o melhor da nova safra do documentário brasileiro e internacional será exibido em São Paulo e no Rio de Janeiro, com sessões gratuitas. Na capital paulista, o filme de abertura será Adoniran – Meu Nome é João Rubinato, documentário dirigido por Pedro Serrano, que narra a vida e a obra de Adoniran Barbosa, o maior nome do samba paulista; na capital carioca, quem abre o evento é Carvana, de Lulu Corrêa, sobre o emblemático ator e diretor Hugo Carvana.

verdade4Cena de Espera, de Cao Guimarães: selecionada para a competição brasileira.

No Programa Especial, três produções ganham destaque: O Processo, de Maria Augusta Ramos, exibido no Festival de Berlim deste ano e que testemunha o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; Quando as Luzes das Marquises se Apagam – A História da Cinelândia Paulistana, de Renato Brandão, sobre as salas de cinema que se localizavam nas avenidas São João, Ipiranga e suas imediações; e 68, de Patrick Rotman, um documentário de arquivo sobre o mais agitado e transformador ano desde a Segunda Guerra Mundial.

verdade3O Processo, de Maria Augusta Ramos: documentário brasileiro exibido em Berlim.

Nesta edição, o Itaú Cultural apresentará, em parceria com o festival, exibições exclusivas on-line, destacando cineastas mulheres que tiveram participação em edições anteriores do É Tudo Verdade, como: Marília Rocha, com Aboio; Helena Solberg, com Carmen Miranda: Bananas is My Business; Tatiana Toffoli, com Dona Helena; Maria Ribeiro, com Domingos; e Andrea Pasquini, com Os Melhores Anos de Nossas Vidas.

Conheça os filmes selecionados para o É Tudo Verdade 2018 – 23º Festival Internacional de Documentários:

COMPETIÇÃO BRASILEIRA | LONGA OU MÉDIA-METRAGEM:
Auto de Resistência, de Natasha Neri e Lula Carvalho
Che, Memórias de um Ano Secreto, de Margarita Hernandez
Elegia de um Crime, de Cristiano Burlan
Espera, de Cao Guimarães
Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi
Missão 115, de Silvio Da-Rin
Neville D’Almeida: Cronista da Beleza e do Caos, de Mario Abbade

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | LONGA OU MÉDIA-METRAGEM:
A Batalha de Argel, um Filme Dentro da História (The Battle of Algiers, a Film Within History), de Malek Bensmaïl (França/Suíça)
Aquele Verão (That Summer), de Göran Hugo Olsson (Dinamarca/Finlândia)
As Crianças da Rua Saint-Maur, de Ruth Zylberman (França)
Amarra Seu Arado a uma Estrela (Ata tu arado a una estrella), de Carmen Guarini (Argentina)
Amor é Batatas (Love is Potatoes), de Aliona van der Horst (Holanda)
Canções em Pequim, de Milena de Moura Barba (China)
Filmmakers Unite: Uma Resposta Coletiva ao Governo dos Estados Unidos, de Ellen Bruno e Jay Rosenblatt (EUA)
Naila e o Levante (Naila and the Uprising), de Julia Bacha (EUA)
O Distante Latido dos Cães (The Distant Barking of Dogs), de Simon Lereng Wilmont (Dinamarca/Finlândia)
Sammy Davis, Jr.: Eu Tenho que Ser Eu (Sammy Davis, Jr.: I’ve Gotta Be Me), de Samuel D. Pollard (EUA)
The Cleaners, de Hans Block e Moritz Riesewieck (Alemanha/Brasil)
Zaatari – Memórias do Labirinto, de Paschoal Samora (Brasil/Alemanha)

COMPETIÇÃO LATINO-AMERICANA:
A Flor da Vida (La Flor de la Vida), de Claudia Abend e Adriana Loeff (Uruguai)
Amarra Seu Arado a uma Estrela (Ata tu arado a una estrella), de Carmen Guarini (Argentina)
Cartucho, de Andrés Chaves Sánchez (Colômbia)
Che, Memórias de um Ano Secreto, de Margarita Hernandez (Brasil)
Não Viajarei Escondida, de Pablo Zubizarreta (Argentina/Uruguai)
Regresso à Origem (Regreso al Origen), de María José Glender de Mucha (México)
Roubar Rodin (Robar a Rodin), de Cristóbal Valenzuela (Chile)

COMPETIÇÃO BRASILEIRA | CURTA-METRAGEM:
A Casa de Catharina, de Felipe Arrojo Poroger (SP)
Arara: Um Filme Sobre um Filme Sobrevivente, de Lipe Canêdo (MG)
Catadora de Gente, de Mirela Kruel (RS)
Inconfissões, de Ana Galizia (RJ)
Nome de Batismo – Alice, de Tila Chitunda (PE)
Mini Miss, de Rachel Daisy Ellis (PE)
Sem Título #4 : Apesar dos Pesares, na Chuva há de Cantares, de Carlos Adriano (SP)
Sobre Imagem e Semelhança, de Felipe Tomazelli e Ricardo Martensen (SP)
Tetê, de Clara Lazarim (SP)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | CURTA-METRAGEM:
A Boa Educação, de GuYu (China/França)
As Elegias do Kodachrome (The Kodachrome Elegies), de Jay Rosenblatt (EUA)
Las Nubes, de Juan Pablo González (México)
O Intérprete, de Reneé van der Ven (Holanda)
Poeira, de Jakub Radej (Polônia)
Por Fora: Paz; Por Dentro: Guerra, de Katja Berls (Alemanha)
Ressonâncias, de Nicolas Khoury (Líbano)
Sílica, de Pia Borg (Austrália)
Trainspotter, de Ignacio Masllorens (Argentina/República Checa)

PROGRAMA ESPECIAL:
68, de Patrick Rotman (França)
O Processo, de Maria Augusta Ramos (Brasil)
Quando as Luzes das Marquises se Apagam – A História da Cinelândia Paulistana, de Renato Brandão (Brasil)

Fotos: Divulgação.

Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, é premiado no Festival de Guadalajara 2018

por: Cinevitor

tintaguadalajaraProtagonista: Shico Menegat em cena de Tinta Bruta.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 16/03, os vencedores do 33º Festival Internacional de Cine en Guadalajara, um dos mais fortes da América Latina. O drama Restos de Viento, de Jimena Montemayor Loyo, levou o Prêmio Mezcal de melhor filme mexicano.

O cinema brasileiro, que marcou presença com doze produções na programação, entre curtas e longas, também foi premiado. Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, recebeu o Prêmio Maguey de melhor filme, que destaca o cinema LGBTTTI (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, transexuais, travestis e intersex).

O longa conta a história de Pedro, interpretado por Shico Menegat, um jovem que tenta sobreviver em meio a um processo criminal, à partida de irmã e única amiga e aos olhares que recebe sempre que sai na rua. Sob o codinome GarotoNeon, Pedro se apresenta no escuro do seu quarto para milhares de anônimos ao redor do mundo, pela internet. Com o corpo coberto de tinta, ele realiza performances eróticas na frente da webcam. Ao descobrir que outro rapaz de sua cidade está copiando sua técnica, Pedro decide ir atrás do mesmo.

Vale lembrar que no ano passado este mesmo prêmio foi entregue para o brasileiro Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano; além disso, As Duas Irenes, de Fabio Meira, também foi premiado na edição passada.

O documentário Aqualoucos, de Victor Ribeiro, recebeu Menção Especial no Prêmio FEISAL (Federación Internacional de la Prensa Cinematográfica); os curtas-metragens Anderson, de Rodrigo Meireles e A Foreman, de Daniel Drummond também foram honrados pelo júri; o drama Eugenia, uma coprodução entre Bolívia e Brasil, levou o prêmio de melhor roteiro entre os longas ibero-americanos de ficção.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de Guadalajara 2018:

PRÊMIO MEZCAL

Melhor Filme Mexicano: Restos de Viento, de Jimena Montemayor Loyo
Melhor Direção: Jimena Montemayor Loyo, por Restos de Viento
Menção Especial | Direção: Zita Erffa, por The Best Thing You Can Do with Your Life (Alemanha/México)
Melhor Fotografia: La Negrada, por César Gutiérrez Miranda
Melhor Ator: Noé Hernández, por 8 de cada 10
Melhor Atriz: Daniela Schmidt, por 8 de cada 10
Menção Especial | Atriz: Concepción Márquez, por Cría Puercos
Prêmio do Público: Ayotzinapa, el paso de la tortuga, de Enrique García Meza (México)

LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO | FICÇÃO

Melhor Filme: Matar a Jesús, de Laura Mora Ortega (Colômbia/Argentina)
Prêmio Especial do Júri: Vivir y Otras Ficciones, de Jo Sol (Espanha)
Melhor Direção: Anahí Berneri, por Alanis (Argentina)
Melhor Primeiro Filme: Wiñaypacha, por Óscar Catacora (Peru)
Melhor Atriz: Sofia Gala Castiglione, por Alanis
Melhor Ator (empate): Luis Gerardo Méndez, por Tiempo Compartido e Giovanni Rodríguez, por Matar a Jesús
Melhor Fotografia: Wiñaypacha, por Óscar Catacora
Melhor Roteiro: Eugenia, escrito por Martín Boulocq (Bolívia/Brasil)

DOCUMENTÁRIO IBERO-AMERICANO

Melhor Filme: Alberto García-Alix: La Línea de la Sombra, de Nicolás Combarro García (Espanha)
Prêmio Especial do Júri: El Espanto, de Pablo Aparo e Martín Benchimol (Argentina)

CURTA-METRAGEM IBERO-AMERICANO

Melhor Filme: El escarabajo al final de la calle, de Joan Vives (Espanha)
Prêmio Rigo Mora: 32-Rbit, de Víctor Orozco Ramírez (México/Alemanha)
Menção Especial: Anderson, de Rodrigo Meireles (Brasil), A Foreman, de Daniel Drummond (Brasil/EUA), Les Bones Nenes, de Clara Roquet (Espanha) e Flores, de Jorge Jácome (Portugal)

PRÊMIO MAGUEY

Melhor Filme: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil)
Menção Honrosa: Miss Rosewood, de Helle Jensen (Dinamarca/EUA)
Melhor Atuação: Ellen Page, por My Days of Mercy
Prêmio do Público: Miss Rosewood, de Helle Jensen

PRÊMIO FEISAL: Wiñaypacha, de Óscar Catacora
Menção Especial: Aqualoucos, de Victor Ribeiro (Brasil) e Robar a Rodin, de Cristóbal Valenzuela (Chile)

PRÊMIO FIPRESCI: Restos de Viento, de Jimena Montemayor Loyo

PRÊMIO GUERREROS DE LA PRENSA | DOCUMENTÁRIO: Ayotzinapa, el paso de la tortuga, de Enrique García Meza
PRÊMIO GUERREROS DE LA PRENSA | FICÇÃO: Ocho de cada diez, de Sergio Umansky Brener (México)

Foto: Reprodução YouTube.

Novo trailer de Vingadores: Guerra Infinita é divulgado; filme chega aos cinemas no dia 26 de abril

por: Cinevitor

vingatrailer2Super-heróis unidos em jornada histórica.

Dirigido por Anthony e Joe Russo e com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, Vingadores: Guerra Infinita, que estreia no dia 26 de abril, acaba de ganhar um novo trailer.

No filme, que marca o início das comemorações do 10º aniversário da Marvel Studios, Os Vingadores e seus aliados super-heróis devem se dispor a sacrificar tudo em uma tentativa de derrotar o poderoso Thanos antes que seu ataque de devastação e ruína dê um fim ao universo. Em uma jornada cinematográfica sem precedentes que está sendo elaborada há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel, Vingadores: Guerra Infinita leva às telonas o maior e mais mortal confronto de todos os tempos.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Chris Evans, Tom Hiddleston, Robert Downey Jr., Mark Ruffalo, Elizabeth Olsen, Jeremy Renner, Tom Holland, Chadwick Boseman, Gwyneth Paltrow, Josh Brolin, Sebastian Stan, Chris Pratt, Benedict Cumberbatch, Zoe Saldana, Pom Klementieff, Benicio Del Toro, Paul Rudd, entre outros.

Confira o novo trailer de Vingadores: Guerra Infinita:

Foto: Marvel Studios.

Kristen Stewart vai interpretar a atriz Jean Seberg em suspense dirigido por Benedict Andrews

por: Cinevitor

kristenfilmenovoKristen Stewart será a protagonista do suspense baseado em uma história real.

O cineasta australiano Benedict Andrews, de Una, já está em pré-produção de seu novo filme, o suspense Against All Enemies, baseado em uma história real que envolve a atriz americana Jean Seberg, indicada ao Globo de Ouro por Lilith, de Robert Rossen.

Na história, um ambicioso e jovem agente do FBI é escalado para investigar a icônica atriz por conta de seu apoio e tumultuado envolvimento, no final da década de 1960, com o Partido dos Panteras Negras (em inglês, Black Panther Party), considerado por J. Edgar Hoover, diretor do FBI, como a maior ameaça à segurança interna dos Estados Unidos.

A atriz Kristen Stewart, que ficou conhecida pela saga Crepúsculo, e recentemente atuou em Café Society, de Woody Allen, e Personal Shopper, de Olivier Assayas, está confirmada como protagonista no projeto. Ela interpretará Jean Seberg, atriz que fez sua estreia nas telonas em 1957, no drama biográfico Santa Joana, de Otto Preminger, onde interpretou Joana d’Arc.

jeansebergfilmeA atriz em cena de Bom Dia, Tristeza, em 1958.

Seberg também atuou em Acossado, de Jean-Luc Godard; Bom Dia, Tristeza, de Otto Preminger; O Rato que Ruge, de Jack Arnold; História de um Amor, de Jean Valère; Os Aventureiros do Ouro, de Joshua Logan; Aeroporto, de George Seaton e Henry Hathaway; entre outros. Foi encontrada morta em agosto de 1979 dentro do seu carro, às margens do rio Sena, em Paris. A causa foi uma foi uma superdose de barbitúricos.

Against All Enemies também contará com Jack O’Connell, Anthony Mackie, Margaret Qualley e Colm Meaney no elenco. O roteiro será escrito por Joe Shrapnel e Anna Waterhouse, de Raça e Frankie & Alice.

Fotos: Michael Kovac/Columbia Pictures.

Madonna vai dirigir cinebiografia da bailarina Michaela DePrince

por: Cinevitor

madonnafilmenovoA rainha do pop vai dirigir seu terceiro filme.

Além do sucesso como cantora, Madonna também já se aventurou pelo universo da sétima arte. Sua estreia nas telonas foi em 1985, no drama Um Certo Sacrifício, de Stephen Jon Lewicki. Nessa época, já tinha estourado nas paradas musicais com hits como Like a Virgin, Holiday e Borderline.

Em 1987, atuou na comédia musical Quem é Essa Garota?, que acabou lhe rendendo uma indicação ao Globo de Ouro na categoria de melhor canção original. Ainda como atriz, participou de Dick Tracy, Olhos de Serpente, Sobrou Pra Você, Destino Insólito e Evita, premiado musical de Alan Parker pelo qual levou o Globo de Ouro de melhor atriz em comédia ou musical.

Seu primeiro filme como diretora, a comédia Sujos e Sábios, foi lançado em 2008 e exibido no Festival de Berlim daquele ano. Em 2011, lançou W.E. – O Romance do Século, que foi indicado ao Oscar de melhor figurino e premiado no Globo de Ouro, rendendo mais uma estatueta para Madonna, dessa vez na categoria de melhor canção original para Masterpiece.

Agora, a cantora se prepara para um novo projeto atrás das câmeras. Segundo informações divulgadas na imprensa internacional e confirmadas pelo estúdio MGM, Madonna vai dirigir o filme Taking Flight, cinebiografia da bailarina Michaela DePrince. O roteiro será escrito por Camilla Blackett e baseado no livro Taking Flight: From War Orphan to Star Ballerina, biografia assinada pela própria Michaela e por sua mãe, Elaine DePrince.

Nascida em Serra Leoa, sua vida foi devastada pela guerra civil do país. Seu pai foi baleado e assassinado por rebeldes quando tinha apenas três anos e sua mãe morreu de febre e fome uma semana depois. Seus três irmãos também morreram jovens. Seu tio a enviou para um orfanato e ela finalmente foi adotada por uma família americana, que a encorajou para seguir no balé. Michaela se formou no American Ballet Theatre, em Nova York, e fez sua estreia profissional aos 17 anos no Joburg Ballet, na África do Sul. Participou do documentário First Position, de Bess Kargman, dançou no videoclipe Freedom, do álbum Lemonade da cantora Beyoncé, e hoje, aos 20 anos, é solista no Dutch National Ballet, em Amsterdã.

michaelafilmeConhecida mundialmente, a bailarina Michaela DePrince terá sua história narrada nas telonas.

Em sua conta no Instagram, Madonna disse: “Estou muito empolgada para contar a história dessa alma rara e talentosa para o mundo. A jornada de Michaela ressoou em mim profundamente, como artista e ativista que compreende a adversidade. Temos uma oportunidade única de falar sobre Serra Leoa e deixar Michaela ser a voz de todas as crianças órfãs que cresceram ao seu lado”.

Emocionada, Michaela também fez um post em sua rede social: “Estou muito animada em anunciar que estou trabalhando com Madonna, esse ser humano maravilhoso, e ela vai dirigir o filme sobre minha vida. Outra pessoa incrível que estou muito entusiasmada em trabalhar é Camilla Blackett [roteirista]“.

Taking Flight será produzido por Leslie Morgenstein, Elysa Koplovitz Dutton, Ben Pugh e Guy Oseary. Informações sobre o início das filmagens e elenco ainda não foram divulgadas. Enquanto isso, Madonna segue trabalhando também em outro projeto, a adaptação cinematográfica do livro The Impossible Lives of Greta Wells, de Andrew Sean Greer.

Fotos: Divulgação.

Primeiro trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é divulgado

por: Cinevitor

animais2trailer1Protagonista: Eddie Redmayne interpreta Newt Scamander.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, dirigido por David Yates, é a segunda das cinco novas aventuras do Mundo Bruxo de J.K. Rowling, que também assina o roteiro. O trailer, que acaba de ser divulgado, mostra pela primeira vez Alvo Dumbledore, interpretado por Jude Law, além da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

No final do primeiro filme, Animais Fantásticos e Onde Habitam, o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald, interpretado por Johnny Depp, foi capturado pelo MACUSA, Congresso Mágico dos Estados Unidos da América, com a ajuda de Newt Scamander, vivido por Eddie Redmayne. Contudo, cumprindo sua promessa, Grindelwald fugiu da prisão e passou a reunir seguidores que, na maioria dos casos, desconheciam suas verdadeiras intenções: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não mágicos.

Na tentativa de frustrar os planos de Grindelwald, Albus Dumbledore recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudá-lo, sem saber dos perigos que encontrará pelo caminho. Dois lados se enfrentam, à medida que o amor e a lealdade são postos à prova, até mesmo entre amigos e famílias, em um mundo de bruxaria cada vez mais dividido.

O elenco conta também com Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol, Ezra Miller, Zoë Kravitz, Callum Turner, Claudia Kim, William Nadylam, Kevin Guthrie, Carmen Ejogo e Poppy Corby-Tuech.

Confira o primeiro trailer de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, que chega aos cinemas no dia 15 de novembro:

Foto: Jaap Buitendijk.