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Conheça os vencedores do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

por: Cinevitor

aruanda2019vencedoresOs premiados de 2019!

Os vencedores da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro foram anunciados nesta quarta-feira, 04/12, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa. A produção cinematográfica paraibana foi consagrada com os prêmios de melhor longa da Competitiva Nacional para Desvio, de Arthur Lins, e melhor curta-metragem da mostra Sob o Céu Nordestino para Quitéria, de Tiago A. Neves.

Na Mostra Competitiva Nacional de Curtas, o catarinense Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim, dirigido por Maria Augusta Nunes, foi o grande vencedor e levou quatro troféus, entre eles, melhor filme e melhor atriz para Alice Doro.

Além dos prêmios, a noite de encerramento também contou com duas homenagens: para Mônica Botelho, idealizadora e diretora-geral do Cineport; e para o mestre Sivuca, in memoriam, pela criação de trilhas sonoras para filmes brasileiros. Por fim, antes da solenidade de premiação, foi exibido o filme de encerramento, O Barato de Iacanga, documentário de Thiago Mattar sobre o mais lendário festival ao ar livre da música brasileira, o Festival de Águas Claras, que fez sucesso entre as décadas de 1970 e 1980 e ficou conhecido como o Woodstock do Brasil.

O júri das mostras nacionais de longas e curtas foi formado pela atriz Suzy Lopes, pelo ator Marco Ricca e pelo jornalista e escritor Fernando Morais. O júri da mostra Sob o Céu Nordestino foi composto por Emilia Silveira, cineasta; Fernando Trevas, professor universitário; e João Batista de Andrade, cineasta. A Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, também premiou os melhores e o júri foi formado por Luiza Lusvarghi, Flávia Mayer e João Batista de Brito.

Confira a lista completa com os vencedores do Fest Aruanda 2019:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS

Melhor Som: Partida, por Vasco Pimentel
Melhor Edição: Partida, por Tiago Marinho
Melhor Figurino: Indianara
Melhor Roteiro: Desvio, escrito por Arthur Lins
Melhor Fotografia: Pacificado, por Laura Merians
Melhor Direção de Arte: Desvio, por Shiko
Melhor Trilha Sonora: Desvio, por Vitor Colares
Melhor Atriz (empate): Georgette Fadel, por Partida e Débora Nascimento, por Pacificado
Menção Honrosa: Lea Garcia, por Pacificado
Melhor Ator: Daniel Porpino, por Desvio e Bukassa Kabengele, por Pacificado
Melhor Direção: Arthur Lins, por Desvio
Prêmio Especial do Júri: Partida, de Caco Ciocler
Menção Honrosa: Barretão, de Marcelo Santiago; e Indianare Siqueira
Melhor Filme | Júri Popular: Desvio, de Arthur Lins
Melhor Filme | Júri Oficial: Desvio, de Arthur Lins

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGENS

Melhor Som: Gravidade, por Felipe Grytz
Melhor Edição: Um, por Daniel Kfouri e Diógenes Moura
Melhor Figurino: Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim, por Cíntia Domit Bittar
Melhor Roteiro: O Grande Amor de um Lobo, escrito por Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa
Melhor Fotografia: Brasil, Cuba, por Arturo de la Garza
Melhor Direção de Arte: Um, por Daniel Kfouri
Melhor Trilha Sonora: Nadir
Melhor Atriz: Alice Doro, por Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim
Melhor Ator: Jean-Claude Bernardet, por Nuvem Negra
Melhor Direção: Maria Augusta Nunes, por Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim
Melhor Curta | Júri Popular: O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa
Melhor Curta: Apenas o que Você Precisa Saber Sobre Mim, de Maria Augusta Nunes

MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | CURTAS

Melhor Som: Faixa de Gaza, por Diogo Rocha
Melhor Montagem: O Grande Amor de um Lobo, por Kennel Rogis
Melhor Roteiro (empate): Fim, escrito por Ana Dinniz e Costureiras, escrito por Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia Oliveira
Melhor Fotografia: Brasil, Cuba, por Arturo de la Garza
Melhor Ator ou Personagem Masculino: Paulo Phillipe, por Faixa de Gaza
Melhor Atriz ou Personagem Feminino: Arly Arnaud, por Quitéria
Melhor Direção: Lúcio César Fernandes, por Faixa de Gaza
Melhor Curta | Júri Oficial: Quitéria, de Tiago A. Neves
Melhor Curta | Júri Popular: O Grande Amor de um Lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa

MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO | LONGAS

Melhor Som: Soldados da Borracha, por José Loureiro, Fernando Cavalcante e Lênio Oliveira
Melhor Montagem: Soldados da Borracha, por Mair Tavares e Leyda Nápoles
Melhor Roteiro: O que os Olhos Não Veem, escrito por Vânia Perazzo Barbosa Hlebarova
Melhor Fotografia: Currais, por Petrus Cariry
Melhor Direção de Arte: Currais, por Carolinne Vieira, Sabina Colares e Thaís de Campos
Melhor Trilha Sonora: Soldados da Borracha, por DJ Dolores
Melhor Atriz ou Personagem Feminino: Zezita Matos, por Currais
Melhor Ator ou Personagem Masculino: Jackson do Pandeiro, por Jackson, na Batida do Pandeiro
Melhor Direção: David Aguiar e Sabina Colares, por Currais
Prêmio Especial do Júri: Jackson, na Batida do Pandeiro, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira
Melhor Filme | Júri Oficial: Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira
Melhor Filme | Júri Popular: Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira

PRÊMIO ABRACCINE

Melhor Curta: Faixa de Gaza, de Lúcio César Fernandes
Melhor Filme: Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa

*O CINEVITOR esteve em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mano de Carvalho.

Conheça os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2019

por: Cinevitor

oirlandescriticosnyRobert De Niro e Al Pacino em O Irlandês, de Martin Scorsese.

O New York Film Critics Circle Awards conta com um seleto e respeitado grupo de jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações. O evento surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento.

Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.

A última vez que um filme foi consagrado como o melhor do ano tanto pelos críticos de Nova York como pelos votantes da Academia foi em 2011, com O Artista, de Michel Hazanavicius. No ano passado, o mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, foi o grande vencedor.

Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2019:

MELHOR FILME:
O Irlandês, de Martin Scorsese

MELHOR DIREÇÃO:
Benny Safdie e Josh Safdie, por Uncut Gems

MELHOR ROTEIRO:
Era Uma Vez em… Hollywood, escrito por Quentin Tarantino

MELHOR ATRIZ:
Lupita Nyong’o, por Nós

MELHOR ATOR:
Antonio Banderas, por Dor e Glória

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Laura Dern, por História de um Casamento e Adoráveis Mulheres

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Joe Pesci, por O Irlandês

MELHOR FOTOGRAFIA:
Retrato de uma Jovem em Chamas, por Claire Mathon

MELHOR ANIMAÇÃO:
Perdi Meu Corpo, de Jérémy Clapin

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Parasita, de Bong Joon-Ho (Coreia do Sul)

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Atlantique, de Mati Diop

PRÊMIO ESPECIAL | STUDENT SCHOLARSHIP:
Cole Kronman

PRÊMIO ESPECIAL:
Indiecollect
Randy Newman

Foto: Divulgação/Netflix.

Entrevista: Débora Nascimento fala sobre Pacificado, exibido no 14º Fest Aruanda

por: Cinevitor

deboraaruandapacificadoA atriz na apresentação do filme.

Vencedor da Concha de Ouro no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e premiado na 43ª Mostra de São Paulo, Pacificado, dirigido por Paxton Winters, encerrou a Mostra Competitiva Nacional de Longas da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro.

Produzido por Darren Aronofsky e pelos brasileiros Marcos Tellechea e Paula Linhares, da Reagent Media, a história se passa no Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro, na época dos Jogos Olímpicos, em 2016, enquanto as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) ocupam os morros para manter o controle durante o evento.

Tati, interpretada por Cassia Gil, é uma garota introvertida de 13 anos, que mantém uma relação problemática com a mãe dependente de drogas, papel de Débora Nascimento, e sonha em conhecer seu pai, Jaca, ex-chefe do tráfico local, vivido por Bukassa Kabengele, que está prestes a sair da prisão. Ao voltar para casa, Jaca sonha em começar uma nova vida, longe do tráfico. Quer encontrar um novo lugar para ele e sua família num morro agora comandado por Nelson, papel de José Loreto, um jovem traficante. Mas, encontrar a paz num mundo dominado pela violência não será tarefa fácil, pois a realidade se mostra mais dura do que ele imaginava.

Recentemente, Pacificado ganhou dois prêmios no EnergaCAMERIMAGE, International Film Festival of the Art of Cinematography: melhor direção estreante e melhor direção de fotografia estreante para Laura Merians. O festival, que acontece em Toruń, na Polônia, é o maior e mais reconhecido dedicado à arte cinematográfica e seus criadores: os diretores de fotografia.

Na terça-feira, 03/12, no palco do Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa, Paula Linhares e Marcos Tellechea apresentaram o filme ao lado da atriz Débora Nascimento e do ator Bukassa Kabengele, premiado em San Sebastián.

Para falar mais sobre Pacificado, conversamos com Débora Nascimento depois da coletiva de imprensa, que aconteceu no dia seguinte à exibição.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mano de Carvalho.

Festival de Sundance 2020: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

sergiosundance2020Wagner Moura em Sergio, de Greg Barker: estreia mundial.

A 42ª edição do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 23 de janeiro e 2 de fevereiro de 2020, anunciou, nesta quarta-feira, 04/12, sua seleção oficial.

Neste ano, 118 filmes foram selecionados, de 27 países e 44 novos cineastas, entre 15.100 inscritos, incluindo 3.853 longas-metragens. Ao total, 44% das produções em competição são dirigidas por mulheres.

Na Competição Americana, destacam-se ficções e documentários inéditos de novos nomes do cinema independente americano; na Competição Internacional, produções dirigidas por talentos emergentes do cinema mundial oferecem novas perspectivas e estilos inventivos; na Mostra Next, filmes americanos considerados ousados e criativos completam a programação; na seção Premieres, destacam-se algumas das estreias mais esperadas para o próximo ano; em Midnight, uma seleção que vai do horror à comédia, com obras que desafiam a classificação de gênero; em Spotlight, é possível rever alguns filmes consagrados no ano anterior; e na seção Kids, uma programação dedicada aos espectadores mais jovens.

Nesta edição, vale destacar a presença do longa Sergio, de Greg Barker, na seção Premieres. Protagonizado por Wagner Moura, o drama conta a história do diplomata brasileiro Sergio Vieira de Mello, que morreu em Bagdá, junto com outras 21 pessoas, em um atentado contra a sede local da ONU.

Outro destaque é o documentário venezuelano em competição Once Upon a Time in Venezuela, de Anabel Rodríguez Ríos, uma coprodução entre Reino Unido, Brasil e Áustria, que mostra duas líderes femininas, durante as eleições nacionais, em uma vila de moradores que lutam pela sobrevivência.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2020:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA

Blast Beat, de Esteban Arango
Charm City Kings, de Angel Manuel Soto
Dinner in America, de Adam Carter Rehmeier
Farewell Amor, de Ekwa Msangi
Minari, de Lee Isaac Chung
Miss Juneteenth, de Channing Godfrey Peoples
Never Rarely Sometimes Always, de Eliza Hittman
Nine Days, de Edson Oda
Palm Springs, de Max Barbakow
Save Yourselves!, de Alex Huston Fischer e Eleanor Wilson
Shirley, de Josephine Decker
Sylvie’s Love, de Eugene Ashe
The 40-Year-Old Version, de Radha Blank
The Evening Hour, de Braden King
Wander Darkly, de Tara Miele
Zola, de Janicza Bravo

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO

A Thousand Cuts, de Ramona S. Diaz
Be Water, de Bao Nguyen
Bloody Nose, Empty Pockets, de Bill Ross e Turner Ross
Boys State, de Jesse Moss e Amanda McBaine
Coded Bias, de Shalini Kantayya
Crip Camp, de Nicole Newnham e Jim LeBrecht
Dick Johnson Is Dead, de Kirsten Johnson
Feels Good Man, de Arthur Jones
Mucho Mucho Amor, de Cristina Costantini e Kareem Tabsch
Spaceship Earth, de Matt Wolf
The Cost of Silence, de Mark Manning
The Fight, de Elyse Steinberg, Josh Kriegman e Eli Despres
Time, de Garrett Bradley
Us Kids, de Kim A. Snyder
Welcome to Chechnya, de David France
Whirlybird, de Matt Yoka

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA

Charter, de Amanda Kernell (Suécia)
Cuties (Mignonnes), de Maïmouna Doucouré (França)
Exil, de Visar Morina (Alemanha/Bélgica/Kosovo)
High Tide, de Verónica Chen (Argentina)
Identifying Features (Sin Señas Particulares), de Fernanda Valadez (México/Espanha)
Jumbo, de Zoé Wittock (Bélgica/Luxemburgo/França)
Luxor, de Zeina Durra (Egito/Reino Unido/Emirados Árabes)
Possessor, de Brandon Cronenberg (Reino Unido/Canadá)
Summer White (Blanco de Verano), de Rodrigo Ruiz Patterson (México)
Surge, de Aneil Karia (Reino Unido)
This Is Not a Burial, It’s a Resurrection, de Lemohang Jeremiah Mosese (Lesoto)
Yalda, a Night for Forgiveness, de Massoud Bakhshi (Irã/França/Alemanha/Suíça/Luxemburgo)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO

Acasa, My Home, de Radu Ciorniciuc (Romênia)
Epicentro, de Hubert Sauper (Áustria/França)
Influence, de Diana Neille e Richard Poplak (África do Sul/Canadá)
Into the Deep, de Emma Sullivan (Dinamarca)
Once Upon a Time in Venezuela, de Anabel Rodríguez Ríos (Venezuela/Reino Unido/Brasil/Áustria)
Saudi Runaway, de Susanne Regina Meures (Suíça)
Softie, de Sam Soko (Quênia)
The Earth Is Blue as an Orange, de Iryna Tsilyk (Ucrânia/Lituânia)
The Mole Agent, de Maite Alberdi (Chile)
The Painter and the Thief, de Benjamin Ree (Noruega)
The Reason I Jump, de Jerry Rothwell (EUA/Reino Unido)
The Truffle Hunters, de Michael Dweck e Gregory Kershaw (Itália/EUA/Grécia)

NEXT

Beast Beast, de Danny Madden (EUA)
Black Bear, de Lawrence Michael Levine (EUA)
I Carry You With Me, de Heidi Ewing (EUA/México)
La Leyenda Negra, de Patricia Vidal Delgado (EUA)
Omniboat: A Fast Boat Fantasia, de Daniel Scheinert, Hannah Fidell, Alexa Lim Haas, Lucas Leyva, Olivia Lloyd, Jillian Mayer, The Meza Brothers, Terence Nance, Brett Potter, Dylan Redford, Xander Robin, Julian Yuri Rodriguez e Celia Rowlson-Hall (EUA)
Some Kind of Heaven, de Lance Oppenheim (EUA)
Spree, de Eugene Kotlyarenko (EUA)
Summertime, de Carlos López Estrada (EUA)
The Killing of Two Lovers, de Robert Machoian (EUA)
The Mountains Are a Dream That Call to Me, de Cedric Cheung-Lau (EUA)

PREMIERES

Downhill, de Nat Faxon e Jim Rash (EUA)
Dream Horse, de Euros Lyn (Reino Unido)
Falling, de Viggo Mortensen (Canadá/Reino Unido)
Four Good Days, de Rodrigo García (EUA)
Herself, de Phyllida Lloyd (Irlanda/Reino Unido)
Horse Girl, de Jeff Baena (EUA)
Ironbark, de Dominic Cooke (Reino Unido)
Kajillionaire, de Miranda July (EUA)
Lost Girls, de Liz Garbus (EUA)
Promising Young Woman, de Emerald Fennell (Reino Unido/EUA)
Sergio, de Greg Barker (EUA)
Tesla, de Michael Almereyda (EUA)
The Father, de Florian Zeller (Reino Unido)
The Glorias, de Julie Taymor (EUA)
The Last Shift, de Andrew Cohn (EUA)
The Last Thing He Wanted, de Dee Rees (EUA)
The Nest, de Sean Durkin (Reino Unido/Canadá)
Uncle Frank, de Alan Ball (EUA)
Wendy, de Benh Zeitlin (EUA)
Worth, de Sara Colangelo (EUA)

PREMIERES | DOCUMENTÁRIO

Aggie, de Catherine Gund (EUA)
Assassins, de Ryan White (EUA)
Disclosure: Trans Lives on Screen, de Sam Feder (EUA)
Giving Voice, de James D. Stern e Fernando Villena (EUA)
Happy Happy Joy Joy – The Ren & Stimpy Story, de Ron Cicero e Kimo Easterwood (EUA)
Miss Americana, de Lana Wilson (EUA)
Natalie Wood: What Remains Behind, de Laurent Bouzereau (EUA)
Okavango: River of Dreams (Director’s Cut), de Dereck Joubert e Beverly Joubert (Botsuana)
Rebuilding Paradise, de Ron Howard (EUA)
The Dissident, de Bryan Fogel (EUA)
The Go-Go’s, de Alison Ellwood  (EUA)
The Social Dilemma, de Jeff Orlowski (EUA)
Untitled Kirby Dick/Amy Ziering Film, de Kirby Dick e Amy Ziering (EUA)
Vivos, de Ai Weiwei (Alemanha)

MIDNIGHT

Amulet, de Romola Garai (Reino Unido)
Bad Hair, de Justin Simien (EUA)
His House, de Remi Weekes (Reino Unido)
Impetigore, de Joko Anwar (Indonésia)
Relic, de Natalie Erika James (Austrália/EUA)
Run Sweetheart Run, de Shana Feste (EUA)
Scare Me, de Josh Ruben (EUA)
The Night House, de David Bruckner (EUA)
The Nowhere Inn, de Bill Benz (EUA)

SPOTLIGHT

E Então Nós Dançamos, de Levan Akin (Suécia/Geórgia/França)
Collective, de Alexander Nanau (Romênia/Luxemburgo)
Ema, de Pablo Larraín (Chile)
La Llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França)
The Assistant, de Kitty Green (EUA)
The Climb, de Michael Angelo Covino (EUA)
The Perfect Candidate, de Haifaa Al Mansour (Arábia Saudita/Alemanha)

KIDS

Binti, de Frederike Migom (Bélgica)
Come Away, de Brenda Chapman (Reino Unido/EUA)
Timmy Failure: Mistakes Were Made, de Tom McCarthy (EUA)

Foto: Netflix.

Flavio Bauraqui é homenageado no 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

por: Cinevitor

flaviobauraquiaruandaHomenageado: trajetória brilhante de Flavio Bauraqui.

Com uma programação diversificada de curtas e longas, a 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro também destaca a carreira de importantes artistas nacionais. Na noite de terça-feira, 03/12, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa, o ator e cantor Flavio Bauraqui foi homenageado por sua trajetória nos palcos, nas telas e no cinema.

Nascido em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, começou no teatro profissional em 1995 na peça Forrobodó, no Rio de Janeiro. Sua estreia na TV aconteceu em 2003, na série Carga Pesada, da Rede Globo. Entre participações especiais, ganhou destaque na telinha em 2007, com o personagem Ezequiel, um motorista evangélico na novela Duas Caras. Depois disso, atuou em Toma Lá, Dá Cá, Malhação ID, Amor Eterno Amor, Meu Pedacinho de Chão, Filhos da Pátria, O Outro Lado do Paraíso, entre outros.

Nas telonas, foi aclamado logo em seu primeiro trabalho: Madame Satã, de Karim Aïnouz. O longa lhe rendeu indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e ao Prêmio Guarani. Em 2004, recebeu, no Festival do Rio, o Troféu Redentor de melhor ator por Quase Dois Irmãos, de Lúcia Murat. Três anos depois, foi premiado no Cine PE como melhor ator coadjuvante em Os 12 Trabalhos, de Ricardo Elias. No Festival de Gramado, em 2010, recebeu um kikito por sua atuação no curta-metragem Ninjas, de Dennison Ramalho; neste mesmo ano, foi consagrado no Barcelona Cinema Festival pelo curta Heaven Garden. Em 2017, por seu trabalho em Nise – O Coração da Loucura venceu na categoria de melhor ator coadjuvante no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

Também atuou em Quase Memória, Homem Livre, A Vida Invisível, Abraço, Macabro e nos inéditos Pureza, Avó Dezanove e o Segredo do Soviético e Não Vamos Pagar Nada. Atualmente tem se dedicado ao primeiro show solo como cantor, chamado Itinerante.

Em João Pessoa, no Fest Aruanda, recebeu o troféu das mãos do colega Marco Ricca. Emocionado com a homenagem, fez um discurso de agradecimento e cantou para o público presente: “Nós vamos resistir”, finalizou.

Aperte o play e assista ao vídeo da homenagem na íntegra:

*O CINEVITOR está em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mano de Carvalho.

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, aparece entre os melhores do ano da National Board of Review

por: Cinevitor

vidainvisivelNBRJúlia Stockler em A Vida Invisível: filme brasileiro entre os melhores do ano.

A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista com os melhores do ano da indústria cinematográfica. Em 2019, mais de 285 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, profissionais e acadêmicos da sétima arte.

Neste ano, o cinema brasileiro ganha destaque com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, que aparece entre os cinco melhores longas estrangeiros. O drama, que foi premiado na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes, conta a história das irmãs inseparáveis Guida, que sonha em casar e ter uma família, e Eurídice, a mais nova, pianista prodígio. Um dia, as duas são separadas para sempre e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente. Livre adaptação da obra homônima de Martha Batalha, traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Júlia Stockler, Gregorio Duvivier, Maria Manoella, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e Flavio Bauraqui no elenco.

Vale lembrar que a última vez que um filme brasileiro apareceu nesta lista foi em 2015, com Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert. A cerimônia de premiação será realizada no dia 8 de janeiro de 2020, em Nova York, e será apresentada pelo jornalista e humorista Willie Geist.

Confira a lista com os melhores do cinema em 2019 segundo a National Board of Review:

MELHOR FILME: O Irlandês, de Martin Scorsese
MELHOR DIREÇÃO: Quentin Tarantino, por Era Uma Vez em… Hollywood
MELHOR ATOR: Adam Sandler, por Uncut Gems
MELHOR ATRIZ: Renée Zellweger, por Judy: Muito Além do Arco-íris
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Brad Pitt, por Era Uma Vez em… Hollywood
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Kathy Bates, por Richard Jewell
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: Uncut Gems, escrito por Ronald Bronstein, Benny Safdie e Josh Safdie
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: O Irlandês, escrito por Steven Zaillian
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO: Como Treinar o Seu Dragão 3, de Dean DeBlois
ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO: Paul Walter Hauser, por Richard Jewell
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE: Melina Matsoukas, por Queen & Slim
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Parasita, de Bong Joon-Ho (Coreia do Sul)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Maiden, de Alex Holmes
MELHOR ELENCO: Entre Facas e Segredos
PRÊMIO NBR FREEDOM OF EXPRESSION: For Sama, de Waad Al-Khateab e Edward Watts, e Luta por Justiça, de Destin Daniel Cretton
EXCELÊNCIA EM FOTOGRAFIA
: 1917, por Roger Deakins
NBR ICON AWARD: Martin Scorsese, Robert De Niro e Al Pacino 

MELHORES FILMES DO ANO:
1917
Entre Facas e Segredos
Era Uma Vez em… Hollywood
Ford vs Ferrari
História de um Casamento
Jojo Rabbit
Meu Nome é Dolemite
Richard Jewell
Uncut Gems
Waves

TOP 5 FILMES ESTRANGEIROS:
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil/Alemanha)
Atlantique, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Dor e Glória, de Pedro Almodóvar (Espanha/França)
Em Trânsito, de Christian Petzold (Alemanha/França)
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

TOP 5 DOCUMENTÁRIOS:
Apollo 11, de Todd Douglas Miller
Indústria Americana, de Steven Bognar e Julia Reichert
Rolling Thunder Revue: A Bob Dylan Story by Martin Scorsese, de Martin Scorsese
The Black Godfather, de Reginald Hudlin
Wrestle, de Suzannah Herbert e Lauren Belfer 

TOP 10 FILMES INDEPENDENTES:
The Farewell, de Lulu Wang
Give Me Liberty, de Kirill Mikhanovsky
Uma Vida Oculta, de Terrence Malick
Judy: Muito Além do Arco-íris, de Rupert Goold
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster
The Nightingale, de Jennifer Kent
The Peanut Butter Falcon, de Tyler Nilson e Michael Schwartz
The Souvenir, de Joanna Hogg
Wild Rose, de Tom Harper

Foto: Bruno Machado.

CINEVITOR #357: Carcereiros – O Filme | Entrevistas com elenco e diretor

por: Cinevitor

carcepgmcinevitorKaysar Dadour e Rodrigo Lombardi em cena.

Inspirado no livro homônimo de Drauzio Varella e na série de sucesso da Globo, vencedora do Grande Júri no MIPTV 2017, em Cannes, Carcereiros – O Filme, protagonizado por Rodrigo Lombardi e dirigido por José Eduardo Belmonte, traz uma nova história de dentro do presídio. Desta vez, Adriano será encarregado de encarcerar um perigoso terrorista internacional, interpretado por Kaysar Dadour.

Responsável por garantir a tranquilidade no presídio, o agente penitenciário Adriano, papel de Lombardi, precisa deixar seus dilemas familiares de lado toda vez que sai para trabalhar. Com a chegada de Abdel, interpretado por Kaysar, um perigoso terrorista internacional, a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas, torna-se ainda maior. Agora, enquanto tenta controlar todos os passos de Abdel, Adriano terá que fazer o possível para conter uma possível rebelião.

Para falar mais sobre o filme, que chega aos cinemas na quinta-feira, 28/11, fizemos dois programas especiais e conversamos com o protagonista Rodrigo Lombardi e também com Kaysar Dadour, Jackson Antunes, Rainer Cadete e com o diretor José Eduardo Belmonte.

Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Rodrigo Lombardi

PARTE 2:
Entrevistas com Rainer Cadete, José Eduardo Belmonte, Kaysar Dadour e Jackson Antunes

Foto: Ramón Vasconcellos.

História de um Casamento, de Noah Baumbach, é o grande vencedor do Gotham Awards 2019

por: Cinevitor

vencedoresgotham2019Adam Driver e Laura Dern com o diretor Noah Baumbach, de História de um Casamento.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 02/12, em Nova York, os vencedores do 29º Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP (Independent Filmmaker Project).

A comédia dramática História de um Casamento, de Noah Baumbach, com Adam Driver, Scarlett Johansson, Merritt Wever e Laura Dern foi consagrada com quatro prêmios, entre eles, o de melhor filme. O longa retrata um olhar sensível sobre um casamento que termina e uma família que permanece unida.

Neste ano, o Brasil estava representado com Democracia em Vertigem, de Petra Costa, na categoria de melhor documentário. O filme, que narra os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, perdeu para Indústria Americana.

Além dos premiados, a cerimônia também foi marcada pelos homenageados: o Gotham Tributes foi entregue para Ava DuVernay, Sam Rockwell e Laura Dern; e o produtor cinematográfico Glen Basner recebeu o Gotham Industry Tribute.

Confira a lista completa com os vencedores do Gotham Awards 2019:

MELHOR FILME:
História de um Casamento (Marriage Story), de Noah Baumbach

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Indústria Americana (American Factory), de Steven Bognar e Julia Reichert

MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO | PRÊMIO BINGHAM RAY:
Laure de Clermont-Tonnerre, por The Mustang

MELHOR ROTEIRO:
História de um Casamento, escrito por Noah Baumbach

MELHOR ATOR:
Adam Driver, por História de um Casamento

MELHOR ATRIZ:
Awkwafina, por The Farewell

MELHOR ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO:
Taylor Russell, por Waves

MELHOR SÉRIE | LONGA:
When They See Us (Netflix)

MELHOR SÉRIE | CURTA:
PEN15 (Hulu)

PRÊMIO DO PÚBLICO | MELHOR FILME:
História de um Casamento, de Noah Baumbach

Foto: Getty Images North America.

Conheça os filmes selecionados para o 8º Festival Curta Brasília

por: Cinevitor

aparteiracurtabrasiliaCena do curta A Parteira, de Catarina Doolan.

Considerado um dos principais eventos de curtas-metragens do país, o Festival Curta Brasília abre sua 8ª edição no dia 12/12, no Cine Brasília, com exibições das melhores produções da área e videoclipes produzidos entre 2018 e 2019, além de reforçar a presença de mulheres diretoras, personagens e protagonistas dos filmes. Nesta edição, alguns conceitos permeiam a seleção e trazem o cinema como instrumento de reflexão e diálogo: empatia, ciclos e conexões.

A programação, que acontece entre 12 e 15 de dezembro, conta com mais de 80 curtas-metragens distribuídos em nove mostras, que, além dos filmes brasileiros, estão presentes obras da Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Jamaica, Luxemburgo, México, Peru e Suíça. Durante quatro dias, o evento integra mostras de curtas-metragens nacionais e internacionais, espaço dedicado a experiências em realidade virtual, workshops, oficinas, debates, mercado de economia criativa, intervenções e performances artísticas.

A 8ª edição do Curta Brasília escolheu a América Latina como sua grande homenageada de 2019. Por meio da Mostra Curtame Mucho, o programa de curtas-metragens apresenta um panorama latino-americano e caribenho rico em paisagens, crenças, culturas e histórias que, muitas vezes, se cruzam com as nossas, abrindo espaço para diálogos concretos e interdimensionais, espelhando realidades culturais.

Na Mostra Nacional, foram selecionados 30 filmes, dentre mais de 1.300 inscritos de todas as regiões. A Mostra tem coordenação de curadoria de Arthur B. Senra e comissão formada pelos profissionais André Novais Oliveira, Daiane Rosário, João Paulo Procópio, Michelline Helena, Tetê Mattos e Thay Limeira. A tradicional Mostra Decibéis apresenta 14 videoclipes que vibram a variedade de gêneros musicais, com curadoria dos profissionais Conrado Almada e Priscila Melo.

Além das mostras competitivas, o Curta Brasília trará sete mostras especiais; além do Espaço CVRTA XR, montado na área externa do Cine Brasília, que apresentará curtas-metragens nacionais e internacionais com diversas experiências inéditas e gratuitas. O tema desta edição é a interação entre humanos, cyborgs e natureza por meio de tecnologias XR e narrativas imersivas.

Conheça os filmes selecionados para o Curta Brasília 2019:

MOSTRA NACIONAL

O Grande Amor de Um Lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa (PB/RN)
O Véu de Amani, de Renata Diniz (DF)
Acúmulo, de Gilson Junior (RJ)
Almas, de Marcos Faria (SP)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
Invasão Espacial, de Thiago Foresti (DF)
Kerexu, de Denis Rodriguez e Leonardo Remor (RS)
JUCA, de Maurício Chades (DF)
Joderismo, de Marcus Curvelo (BA)
Quando as Pedras Dilatam, de Diego Amorim (RJ)
Bié dos 8 Baixos, de Eduarda Gama e Uyatã Rayra (BA)
A Parteira, de Catarina Doolan (RN)
Rebento, de Vinícius Eliziario (BA)
Mãe não Chora, de Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira (SP)
Extratos, de Sinai Sganzerla (RJ/SP)
Motriz, de Tais Amordivino (BA)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (AL)
Bicha-bomba, de Renan de Cillo (PR)
Looping, de Maick Hannder (MG)
Injúria, de Ernani Nunes (RJ)
Quando Elas Cantam, de Maria Fanchin (SP)
Sem Asas, de Renata Cilene Martins (SP)
Nossos Mortos Têm Voz, de Fernando Sousa e Gabriel Barbosa (RJ)
Dominique, de Tatiana Issa e Guto Barra (RJ)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Kris Bronze, de Larry Machado (GO)
Beat é Protesto – O Funk pela Ótica Feminina, de Mayara Efe (SP)
profanAÇÃO, de Estela Lapponi (SP)
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP)

MOSTRA PROVOCAÇÕES

Ruído Branco, de Gabriel Fonseca (SP)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (CE)
O mundo é redondo pra ninguém se esconder nos cantos – Parte I, de Leandro Goddinho (SP)
Copacabana Madureira, de Leonardo Martinelli (RJ)
Rapaz, de Felipe Gálvez (RJ)
Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud e Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)

MOSTRA CALANGUINHO

O Esquimó – Zeca Baleiro (videoclipe), de Marcos Faria (SP)
As Aventuras de Pety, de Anahi Borges (SP)
Lily’s Hair, de Raphael Gustavo da Silva (GO)
O Extraordinário Circo do Bipo, de Juliet Jones e Cristiano Vieira (DF)

MOSTRA SURDOCINE

O Malabarista, de Iuri Moreno (GO)
Traduator, de Manoela Pires (DF)
Boneca de Sangue, de Luérgio de Sousa e Michelle Hitomi (GO)
Quantas Luzes Bonitas, de Vinicius Moreira (DF)

MOSTRA TESOURINHA

Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha de Souza (DF)
Claudia e o Crocodilo, de Raquel Piantino (DF)
A Praga do Cinema Brasileiro, de William Alves e Zefel Coff (DF)
Ferida Viva, de Laila Varaschin (DF)
Luis Humberto: O Olhar Possível, de Mariana Costa e Rafael Lobo (DF)

MOSTRA MEDO E DELÍRIO EM BRASÍLIA

Você, morto, de Raphael Araújo (ES)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Who’s that man inside my house?, de Lucas Reis (RS)
31 de março, Brazil, de Emerson Rodrigues (GO)

MOSTRA EUROPA EM CURTAS

Kalí Chroniá – Happy New Year, de Brandon Grötzinger e Wander Theunis (Holanda)
Cocodrile, de Jorge Yudice (Espanha)
Gronde marmaille, de Clémentine Carrié (França)
Cycle, de Sophie Olga de Jong e Sytske Kok (Holanda)
Bonobo, de Zoel Aeschbacher (Suíça)
Sin Pausa, de José Cachón (Espanha)
L’été et tout le reste, de Sven Bresser (Holanda)

MOSTRA CURTAME MUCHO

Nuestro canto a la guerra, de Juanita Onzaga (Colômbia/Bélgica)
Agwe, de Ina Sotirova (Jamaica)
Meteorito, de Mauricio Sáenz (México)
Shakti, de Martín Rejtman (Argentina/Chile)
El día de los conectados, de Carles Bosch, Nabil Bellahsene, Elvira Gálvez, Sara Rancaño e José M. Restrepo (Cuba/Espanha)

MOSTRA DECIBÉIS DE VIDEOCLIPES

Dia LindoTerno Rei, de José Menezes e André Dip (SP)
DororidadeAndréa Bak, de Sabrina Fidalgo (RJ)
EstiloHot e Oreia, de Vito Soares (MG)
FancyGlue Trip, de Daniel Vincent (PB)
GigantescaMariana Volker, de Letícia Pires (RJ)
NaveXênia França, de DIABA (Camila Maluhy e Octávio Tavares) (SP)
O PoemaRenascentes, de Couple Of Things (RS)
Ok Ok OkGilberto Gil, de Victor Hugo Fiuza (RJ)
OrfeuThiago Pethit, de Camila Cornelsen (SP)
Saci (remix)BaianaSystem ft. TropKillaz, de Rafael Kent (SP)
Sangue NordestinoCentropia, de Tiago de Aragão (DF)
UndoSearmanas, de Dimitri Luedemann (RJ)
VazioPxrtela, de Maurício Coutinho (DF)
ProcureRico Dalasam, de Gui Tensol (fora de competição) (SP)

Foto: Divulgação.

Conheça os indicados ao 47º Annie Awards, o Oscar da animação

por: Cinevitor

frozen2indicadosannieIdina Menzel dubla a personagem Elsa em Frozen 2.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 2/12, os indicados ao 47º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society. Fundada em 1960, a associação premiava os melhores nomes da animação simbolicamente, até criar a cerimônia oficial em 1972. O prêmio de melhor animação cinematográfica só surgiu na 20ª edição do evento, em 1992, premiando A Bela e a Fera.

Neste ano, a Disney lidera a lista com Frozen 2, que aparece com oito indicações, e Toy Story 4 em seis categorias. Link Perdido também se destaca com oito indicações; a animação natalina Klaus, da Netflix, recebeu sete indicações.

Nos últimos quatro anos, os vencedores na categoria de melhor animação do Annie Awards também venceram o Oscar dedicado ao gênero animado: Homem-Aranha no Aranhaverso, Viva – A Vida é uma Festa, Zootopia: Essa Cidade é o Bicho e Divertida Mente.

Conheça os indicados nas categorias de cinema do Annie Awards 2020, que acontecerá no dia 25 de janeiro, em Los Angeles:

MELHOR ANIMAÇÃO:
Como Treinar o Seu Dragão 3
Frozen 2
Klaus
Link Perdido
Toy Story 4

MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Chris Butler, por Link Perdido
Jennifer Lee e Chris Buck , por Frozen 2
Jérémy Clapin, por Perdi Meu Corpo
Makoto Shinkai, por O Tempo com Você
Sergio Pablos, por Klaus

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE:
Buñuel in the Labyrinth of the Turtles
Okko’s Inn
O Tempo com Você
Perdi Meu Corpo
Promare: Puromea

MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO:
Como Treinar o Seu Dragão 3, escrito por Dean DeBlois
Frozen 2, escrito por Jennifer Lee
O Tempo com Você, escrito por Makoto Shinkai
Perdi Meu Corpo, escrito por Jérémy Clapin e Guillaume Laurant
Toy Story 4, escrito por Andrew Stanton e Stephany Folsom

MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM:
Acid Rain
Don’t Know What
Je sors acheter des cigarettes
Purpleboy
Tio Tomas: A Contabilidade dos Dias

MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL:
Con Fuerza
Gravedad
The Fox & The Pigeon
Un diable dans la poche

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO:
Abominável
Frozen 2
Link Perdido
O Tempo com Você
Toy Story 4

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Como Treinar o Seu Dragão 3, por Dane Stogner
Como Treinar o Seu Dragão 3, por Rani Naamani 
Frozen 2, por Andrew Ford
Klaus, por Sergio Martins 
Link Perdido, por Rachelle Lambden 

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM LIVE-ACTION:
Alita: Anjo de Combate
Game of Thrones  (Temporada 8, Episódio 3)
Homem-Aranha: Longe de Casa
Pokémon: Detetive Pikachu
Vingadores: Ultimato

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
A Família Addams
Abominável
Frozen 2
Klaus
Um Espião Animal

MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO:
Frozen 2
Longe
Perdi Meu Corpo
Toy Story 4
Um Espião Animal

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO:
A Família Addams
Abominável
Como Treinar o Seu Dragão 3
Klaus
Link Perdido

MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO:
Klaus, por Sergio Pablos
Link Perdido, por Julián Nariño
Link Perdido, por Oliver Thomas
Perdi Meu Corpo, por Jérémy Clapin
Perdi Meu Corpo, por Julien Bisaro

MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO:
Jenny Slate, por Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2
Josh Gad, por Frozen 2
Richard Horvitz, por Invader Zim: Enter the Florpus
Tenzing Norgay Trainor, por Abominável
Tony Hale, por Toy Story 4

MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Como Treinar o Seu Dragão 3
Klaus
Link Perdido
Pets: A Vida Secreta dos Bichos 2
Toy Story 4

MELHOR PRODUÇÃO EM REALIDADE VIRTUAL:
Bonfire
GLOOMY EYES
Kaiju Confidential

Foto: Disney.

Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2020, o Oscar espanhol

por: Cinevitor

doregloriagoyaAntonio Banderas e Nora Navas em Dor e Glória, de Pedro Almodóvar.

A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha realiza, desde 1987, o Prêmio Goya (ou Premios Goya), evento que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

Nesta segunda-feira, 02/12, os atores Miguel Herrán e Elena Anaya anunciaram, em Madrid, os indicados da 34ª edição da premiação, que acontecerá no dia 25 de janeiro de 2020, em Málaga, no sul da Espanha, em cerimônia apresentada pelo humorista Andreu Buenafuente e pela atriz Sílvia Abri.

O drama Mientras dure la guerra, de Alejandro Amenábar, lidera a lista com 17 indicações; Dor e Glória, de Pedro Almodóvar, aparece na sequência, indicado em 16 categorias. O Brasil estava na disputa por uma vaga entre os quatro finalistas da categoria de melhor filme ibero-americano com Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, mas ficou de fora da competição.

Neste ano, a atriz e cantora Pepa Flores receberá o Goya honorário por suas performances inesquecíveis e por ser uma das atrizes mais queridas e lembradas pelo público. Fenômeno dos anos 1960 e 1970, a artista conhecida como Marisol fez cantar, dançar e sorrir nas comédias musicais de sucesso e populares em que atuou.

Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2020:

MELHOR FILME:
Dor e Glória
Intemperie
La trinchera infinita
Mientras dure la guerra
O que Arde

MELHOR DIREÇÃO:
Aitor Arregi, Jon Garaño e José Mari Goenaga, por La trinchera infinita 
Alejandro Amenábar, por Mientras dure la guerra
Oliver Laxe, por O que Arde
Pedro Almodóvar, por Dor e Glória

MELHOR ATOR:
Antonio Banderas, por Dor e Glória
Antonio de la Torre, por La trinchera infinita
Karra Elejalde, por Mientras dure la guerra
Luis Tosar, por Quien a hierro mata

MELHOR ATRIZ:
Belén Cuesta, por La trinchera infinita
Greta Fernández, por La hija de un ladrón
Marta Nieto, por Madre
Penélope Cruz, por Dor e Glória

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Asier Etxeandia, por Dor e Glória
Eduard Fernández, por Mientras dure la guerra
Leonardo Sbaraglia, por Dor e Glória
Luis Callejo, por Intemperie

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Julieta Serrano, por Dor e Glória
Mona Martínez, por Adiós
Natalia de Molina, por Adiós
Nathalie Poza, por Mientras dure la guerra

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE:
Aritz Moreno, por Ventajas de viajar en tren
Belén Funes, por La hija de un ladrón
Galder Gaztelu-Urrutia, por El Hoyo
Salvador Simó, por Buñuel en el laberinto de las tortugas

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Dor e Glória, escrito por Pedro Almodóvar
El Hoyo, escrito por David Desola e Pedro Rivero 
La trinchera infinita, escrito por José Mari Goenaga e Luiso Berdejo 
Mientras dure la guerra, escrito por Alejandro Amenábar e Alejandro Hernández

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Buñuel en el laberinto de las tortugas, escrito por Eligio Montero e Salvador Simó 
Intemperie, escrito por Benito Zambrano, Daniel Remón e Pablo Remón
Madre, escrito por Isabel Peña e Rodrigo Sorogoyen 
Ventajas de viajar en tren, escrito por Javier Gullón

ATOR REVELAÇÃO:
Enric Auquer, por Quien a hierro mata
Nacho Sánchez, por Dezessete
Santi Prego, por Mientras dure la guerra
Vicente Vergara, por La trinchera infinita

ATRIZ REVELAÇÃO:
Ainhoa Santamaría, por Mientras dure la guerra
Benedicta Sánchez, por O que Arde
Carmen Arrufat, por La inocencia
Pilar Gómez, por Adiós

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Dor e Glória, por Toni Novella
Intemperie, por Manolo Limón
La trinchera infinita, por Ander Sistiaga
Mientras dure la guerra, por Carla Pérez de Albéniz

MELHOR FOTOGRAFIA:
Dor e Glória, por José Luis Alcaine
La trinchera infinita, por Javi Agirre Erauso
Mientras dure la guerra, por Álex Catalán
O que Arde, por Mauro Herce

MELHOR MONTAGEM:
Dor e Glória, por Teresa Font
La trinchera infinita, por Laurent Dufreche e Raúl López 
Madre, por Alberto del Campo 
Mientras dure la guerra, por Carolina Martínez Urbina

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Dor e Glória, por Antxón Gómez
La trinchera infinita, por Pepe Domínguez
Mientras dure la guerra, por Juan Pedro de Gaspar 
Ventajas de viajar en tren, por Mikel Serrano 

MELHOR FIGURINO:
Dor e Glória, por Paola Torres
La trinchera infinita, por Lourdes Fuentes e Saioa Lara 
Mientras dure la guerra, por Sonia Grande 
Paradise Hills, por Alberto Valcárcel 

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Dor e Glória, por Ana Lozano, Sergio Pérez Berbel e Montse Ribé
La trinchera infinita, por Yolanda Piña, Félix Terrero e Nacho Díaz
Mientras dure la guerra, por Ana López-Puigcerver, Belén López-Puigcerver e Nacho Díaz
Ventajas de viajar en tren, por Karmele Soler e Olga Cruz

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Buñuel en el laberinto de las tortugas, por Arturo Cardelús
Dor e Glória, por Alberto Iglesias
La trinchera infinita, por Pascal Gaigne
Mientras dure la guerra, por Alejandro Amenábar

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Allí en la arena, de Toni M. Mir (La inocencia)
Intemperie, de Javier Ruibal (Intemperie)
Invisible, de Caroline Pennell, Jussi Ilmari Karvinen (Jussifer) e Justin Tranter (Klaus)
Nana de las dos lunas, de Sergio de la Puente (La noche de las dos lunas)

MELHOR SOM:
Dor e Glória, por Sergio Bürmann, Pelayo Gutiérrez e Marc Orts
La trinchera infinita, por Iñaki Díez, Alazne Ameztoy, Xanti Salvador e Nacho Royo-Villanova
Mientras dure la guerra, por Aitor Berenguer e Gabriel Gutiérrez
Quien a hierro mata, por David Machado, Gabriel Gutiérrez e Yasmina Praderas 

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
El hoyo, por Mario Campoy e Iñaki Madariaga
La trinchera infinita, por Jon Serrano e David Heras
Mientras dure la guerra, por Raúl Romanillos e Juanma Nogales 
Perdiendo el Este, por Juan Ramón Molina e Félix Bergés 

MELHOR ANIMAÇÃO:
Buñuel en el laberinto de las tortugas
Elcano y Magallanes la primera vuelta al mundo
Klaus

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Ara Malikian, una vida entre las cuerdas, de Nata Moreno
Auterretrato, de Gaizka Urresti
El cuadro, de Andrés Sanz
Historias de nuestro cine, de Ana Pérez-Lorente e Antonio Resines

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
A Odisseia dos Tontos, de Sebastián Borensztein (Argentina/Espanha)
Araña, de Andrés Wood (Chile/Argentina/Brasil)
El despertar de las hormigas, de Antonella Sudasassi (Costa Rica/Espanha)
Monos, de Alejandro Landes (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai/EUA/Suíça/Dinamarca)

MELHOR FILME EUROPEU:
Border, de Ali Abbasi (Suécia/Dinamarca)
Les misérables, de Ladj Ly (França)
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)
Yesterday, de Danny Boyle (Reino Unido/Rússia/China/Japão)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
El nadador, de Pablo Barce
Foreigner, de Carlos Violadé Guerrero
Maras, de Salvador Calvo
Suc de Síndria, de Irene Moray
Xiao Xian, de Jiajie Yu Yan

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
2001 Destellos en la oscuridad, de Pedro González Bermúdez
El infierno, de Raúl de la Fuente
El sueño europeo: Serbia, de Jaime Alekos
Nuestra vida como niños refugiados en Europa, de Silvia Venegas Venegas

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
El árbol de las almas perdidas, de Laura Zamora Cabeza
Homomaquia, de David Fidalgo Omil
Madrid 2120, de José Luís Quirós e Paco Sáez
Muedra, de César Díaz Meléndez

Foto: Divulgação.

João Batista de Andrade, Fábio Barreto, Marcus Vilar e José Bezerra são homenageados no 14º Fest Aruanda

por: Cinevitor

homenageados2aruandaMarcelo Santiago e João Batista de Andrade em noite de homenagens.

Entre curtas, longas e atividades paralelas, a 14ª edição do Fest Aruanda também se destacou ao homenagear nomes importantes do audiovisual brasileiro. Além dos atores Flavio Bauraqui e Ingrid Trigueiro, cineastas e produtores foram aplaudidos pelo público.

Romancista, cineasta, teatrólogo, compositor, produtor, contista, poeta e cantor, José Bezerra Filho é detentor de vários prêmios nacionais e foi um dos homenageados deste ano. Entre tantos sucessos, seu conto Fogo foi adaptado para os cinemas no filme O Salário da Morte, de Linduarte Noronha. Sua carreira literária conta também com A Paixão Segundo o Metrópole, Jogadores de Ilusões e O Decifrador de Sonhos.

Nascido em Campina Grande, na Paraíba, Marcus Vilar também foi homenageado no festival. Em 1982, participou de uma formação em Cinema no NUDOC, Núcelo de Documentação Cinematográfica da UFP. Depois disso, concluiu os estudos na Associação Varan em Paris, na França. Seu curta A Canga, lançado em 2001 e protagonizado por Zezita Matos, Everaldo Pontes e W.J. Solha, foi premiado nos festivais de Gramado, Recife, Miami e Cuiabá. Senhor do Castelo foi seu primeiro longa-metragem, que levou quinze anos para ser finalizado, e fala sobre o escritor e dramaturgo paraibano Ariano Suassuna. Entre diversos trabalhos, vários no formato de curta-metragem, como Árvore da Miséria e O meio do mundo, exibiu no Fest Aruanda o documentário Jackson, Na batida do Pandeiro, sobre o cantor e compositor Jackson do Pandeiro.

marcusvilararuandaMarcus Vilar faz seu discurso de agradecimento.

O diretor, produtor e escritor mineiro João Batista de Andrade recebeu o Troféu Walfredo Rodriguez por seus 80 anos. No Festival de Gramado, ganhou o kikito de melhor direção e melhor filme por Doramundo, em 1978. Anos depois, em 1981, foi premiado pelo roteiro de O Homem que Virou Suco, longa que também foi consagrado no Festival de Brasília e Moscou. Com o drama O Tronco, recebeu o troféu de melhor direção no Cine PE e foi exibido no Shanghai International Film Festival. Seu currículo conta também com Gamal, O Delírio do Sexo, Eterna Esperança, Wilsinho Galiléia, A Próxima Vítima, O País dos Tenentes, O Cego que Gritava Luz, Vlado – 30 Anos Depois, Veias e Vinhos – Uma História Brasileira, entre outros.

Marcelo Santiago, diretor do documentário Barretão, exibido na Mostra Competitiva Nacional de Longas d0 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, recebeu o troféu tributo ao cineasta Fábio Barreto, que morreu recentemente. A homenagem póstuma emocionou o público, que relembrou sucessos da carreira do diretor, como O Quatrilho e Lula, o Filho do Brasil.

Registramos os melhores momentos destas homenagens, que aconteceram no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Mano de Carvalho.