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Festival de Toronto 2019 anuncia novos filmes e produções brasileiras se destacam na programação

por: Cinevitor

tresveroestorontoRegina Casé em Três Verões, de Sandra Kogut: filme selecionado.

Considerado um dos eventos mais importantes do cinema mundial e conhecido como um termômetro para o Oscar, o Festival Internacional de Cinema de Toronto anunciou novos filmes na programação de sua 44ª edição, que acontecerá entre os dias 5 e 15 de setembro.

Nesta nova leva de filmes anunciados, o cinema brasileiro marca presença com diversas produções. Na mostra Contemporary World Cinema destacam-se: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, ambos premiados em Cannes recentemente.

Além disso, Três Verões, de Sandra Kogut, também foi selecionado. No longa, através do olhar de Madá, interpretada por Regina Casé, uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. O filme se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

“Dizem que se antes os brasileiros costumavam saber de cor o nome dos jogadores da seleção, hoje isso se transferiu para os nomes dos juízes do STF. A população passou a seguir os acontecimentos do país como quem acompanha uma novela, colada nos próximos capítulos. Três Verões nasceu do desejo de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?”, disse a diretora Sandra Kogut.

A história começa em 2015, quando tudo aparenta ir bem para o casal Edgar (Otávio Müller) e Marta (Gisele Fróes). Cercados de amigos, do sogro viúvo e do filho adolescente, eles celebram o Natal e o fim do ano numa festa espetacular. A única sombra é a chegada de um dos convidados usando uma tornozeleira eletrônica. Durante este curto período do ano, Madá e os outros empregados precisam se acostumar a conviver com os patrões e suas festas, que só aparecem nesta época. Mas no segundo verão, em 2016, vemos Madá sendo obrigada a desmarcar a mesma celebração. A partir daí os empregados são obrigados a usar a criatividade para lidar com os problemas que começam a surgir.

“É um olhar sobre o momento que antecedeu os acontecimentos de 2018. Percebemos que os sinais do que vinha pela frente estavam todos ali, mas ninguém era capaz de enxergá-los”, comentou Kogut. O elenco conta também com Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano VidigalJéssica Ellen e Daniel Rangel.

Além dessas produções, o cinema brasileiro também ganha destaque na mostra Wavelengths com os curtas A Mordida, de Pedro Neves Marques, uma coprodução com Portugal; e Sete Anos em Maio, de Affonso Uchoa, coprodução com a Argentina. Além do longa A Febre, Maya Da-Rin.

Wasp Network, de Olivier Assayas, produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, e inspirado na obra Os Últimos Soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais, também foi anunciado nesta edição na mostra Special Presentations.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Toronto 2019:

CONTEMPORARY WORLD CINEMA:

37 Seconds, de Hikari (Japão/EUA)
Adam, de Maryam Touzani (Marrocos/Bélgica)
Arab Blues (Un Divan à Tunis), de Manele Labidi (França)
Atlantics, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Atlantis, de Valentyn Vasyanovych (Ucrânia)
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil)
Balloon (Qi Qiu), de Pema Tseden (China)
The Barefoot Emperor, de Jessica Woodworth e Peter Brosens (Bélgica/Holanda/Croácia/Bulgária)
Beanpole (Dylda), de Kantemir Balagov (Rússia)
Beneath the Blue Suburban Skies, de Edward Burns (EUA)
Blow the Man Down, de Danielle Krudy e Bridget Savage Cole (EUA)
Bombay Rose, de Gitanjali Rao (Índia/Reino Unido/Qatar)
Chicuarotes, de Gael García Bernal (México)
The Climb, de Michael Angelo Covino (EUA)
Corpus Christi (Boze Cialo), de Jan Komasa (Polônia/França)
The County (Héraðið), de Grímur Hákonarson (Islândia/Dinamarca/Alemanha/França)
Dogs Don’t Wear Pants (Koirat eivät käytä housuja), de J-P Valkeapää (Finlândia/Letônia)
The Father (Bashtata), de Petar Valchanov e Kristina Grozeva (Bulgária/Grécia/Itália)
Flatland, de Jenna Bass (África do Sul/Luxemburgo/Alemanha)
A Girl Missing (Yokogao), de Koji Fukada (Japão/França)
Hala, de Minhal Baig (EUA)
Henry Glassie: Field Work, de Pat Collins (Irlanda)
Incitement, de Yaron Zilberman (Israel)
Instinct, de Halina Reijn (Holanda)
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil/Alemanha)
Jallikattu, de Lijo Jose Pellissery (Índia)
Knuckle City, de Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul)
La Llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França)
Les Misérables, de Ladj Ly (França)
The Long Walk (Bor Mi Vanh Chark), de Mattie Do (Laos/Espanha/Singapura)
Made in Bangladesh, de Rubaiyat Hossain (França/Bangladesh/Dinamarca/Portugal)
Mariam, de Sharipa Urazbayeva (Cazaquistão)
Maria’s Paradise (Marian paratiisi), de Zaida Bergroth (Finlândia/Estônia)
Nobadi, de Karl Markovics (Áustria)
Our Lady of the Nile (Notre-Dame du Nil), de Atiq Rahimi (França/Bélgica/Ruanda) (filme de abertura)
The Perfect Candidate, de Haifaa Al-Mansour (Arábia Saudita/Alemanha)
Red Fields (Mami), de Keren Yedaya (Israel/Luxemburgo/Alemanha)
Resin (Harpiks), de Daniel Joseph Borgman (Dinamarca)
So Long, My Son (Di Jiu Tian Chang), de Wang Xiaoshuai (China)
Spider (Araña), de Andrés Wood (Chile)
A Sun (Yang Guang Pu Zhao), de Chung Mong-Hong (Taiwan)
Synonyms (Synonymes), de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
Terminal Sud (South Terminal), de Rabah Ameur-Zaïmeche (França)
Três Verões (Three Summers), de Sandra Kogut (Brasil/França)
Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez (Filipinas/França)
A White, White Day (Hvítur, Hvítur Dagur), de Hlynur Pálmason (Islândia/Dinamarca/Suécia)
The Wild Goose Lake (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Diao Yinan (China/França)
You Will Die at Twenty, de Amjad Abu Alala (Sudão/França/Egito/Alemanha/Noruega/Qatar)

GALA PRESENTATIONS:

The Aeronauts, de Tom Harper (Reino Unido)
The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi (EUA/Reino Unido)

SPECIAL PRESENTATIONS:

American Son, de Kenny Leon (EUA)
Deerskin (Le Daim), de Quentin Dupieux (França)
Dirt Music, de Gregor Jordan (Reino Unido/Austrália)
The Elder One (Moothon), de Geetu Mohandas (Índia)
Guns Akimbo, de Jason Lei Howden (Alemanha/Nova Zelândia)
Human Capital, de Marc Meyers (EUA)
Jungleland, de Max Winkler (EUA)
Lucy in the Sky, de Noah Hawley (EUA)
Lyrebird, de Dan Friedkin (EUA)
Mosul, de Matthew Michael Carnahan (EUA)
Seberg, de Benedict Andrews (EUA/Reino Unido)
Sibyl, de Justine Triet (França/Bélgica)
SYNCHRONIC, de Aaron Moorhead e Justin Benson (EUA)
The Truth (La vérité), de Hirokazu Kore-eda (França/Japão)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Brasil/Espanha/Bélgica)
Waves, de Trey Edward Shults (EUA)

WAVELENGTHS | LONGA-METRAGEM:

143 Sahara Street (143 rue du désert), de Hassen Ferhani (Argélia)
Endless Night (Longa noite), de Eloy Enciso (Espanha)
A Febre (The Fever), de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
Fire Will Come (O que arde), de Oliver Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
Heimat is a Space in Time (Heimat ist ein Raum aus Zeit), de Thomas Heise (Alemanha/Áustria)
Krabi, 2562, de Anocha Suwichakornpong e Ben Rivers (Tailândia/Reino Unido)
Liberté, de Albert Serra (França/Espanha/Portugal/Alemanha)
State Funeral, de Sergei Loznitsa (Holanda/Lituânia)
Un Film Dramatique, de Éric Baudelaire (França)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Madonna + The Breakfast Club

por: Cinevitor

madonnabreakfastposterMadonna and the Breakfast Club

Direção: Guy Guido

Elenco: Madonna, Jamie Auld, Denisa Juhos, Samantha Nicole Dunn, Jordan Loew, Oscar Pavlo, Jean-Luc McMurtry, Calvin Knie, Dan Gilroy, Brianna Reis Ryan, John Paul Harkins, Luana Sandoval, Stephen Jon Lewicki, Zachary Belgard, Rogelio Douglas III, Michael Varde, Freddy Bastone, Gary Burke, Michael Gellert, Peter Kentes, Norris Burroughs, Daniel Davison Leonard, Ilaria Bergamini, Aly Miller, Ed Gilroy, Antonio Minopoli, James David Larson, Christopher Flynn, Stephen Bray.

Ano: 2019

Sinopse: A cinebiografia aborda desde os primórdios da material girl como líder da banda The Breakfast Club até o lançamento do seu segundo álbum solo Like a Virgin, em 1984. O documentário mistura cenas de arquivo, música, incluindo a primeira canção composta por Madonna, relatos exclusivos e entrevistas com os ex-membros da banda com reencenações de alguns dos momentos mais importantes da vida da diva do pop.

*Filme visto no projeto Palco Cinemark, sessão dedicada a documentários e shows de artistas de sucesso.

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, será o representante brasileiro no Prêmio Goya 2020

por: Cinevitor

bacuraugoya2020Bárbara Colen em cena.

Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes e do prêmio de melhor filme no Filmfest München, Bacurau foi escolhido para representar o Brasil nos prêmios Goya, importante premiação realizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que acontece desde 1987.

Com direção e roteiro assinados por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa já foi convidado para mais de 100 festivais e mostras ao redor do mundo desde sua première mundial em Cannes. No Brasil, será o filme de abertura do Festival de Cinema de Gramado e chega aos cinemas no dia 29 de agosto.

Além disso, o longa também foi exibido na competição do Neuchâtel International Fantastic Film Festival, na Suíça, no Sydney Film Festival, na Austrália, no SoFilm Summercamp, em Nantes, e La Rochelle, ambos na França, onde o filme estreia em setembro. Recentemente, foi selecionado para o New York Film Festival.

Bacurau disputará uma vaga entre os quatro finalistas na categoria de melhor filme ibero-americano na 34ª edição do Prêmio Goya (ou Premios Goya), conhecido como o Oscar espanhol, que acontecerá no dia 25 de janeiro, em Málaga.

Na descrição de seus diretores, é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

Depois do sucesso internacional de Aquarius, em 2016, que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes, há 3 anos, Bacurau é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife e a SBS em Paris. O longa também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção. Na equipe de Bacurau a parceria estabelecida em projetos anteriores também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.

A sinopse oficial diz: num futuro recente, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade some misteriosamente do mapa. Quando uma série de assassinatos inexplicáveis começam a acontecer, os moradores da cidade tentam reagir. Mas como se defender de um inimigo desconhecido e implacável?

Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

Foto: Victor Jucá.

Conheça os vencedores do 12º Festival de Cinema de Triunfo

por: Cinevitor

vencedorestriunfo2019Os vencedores de 2019 no palco.

A 12ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, que aconteceu entre os dias 5 e 10 de agosto, no sertão do Pajeú, em Pernambuco, contou com mais de 30 filmes na programação, em mostras competitivas de longas e curtas, e também com diversas atividades paralelas como debates, seminários e oficinas. Neste ano, cerca de 350 produções foram inscritas.

O cineasta Kleber Mendonça Filho, que recentemente foi premiado no Festival de Cannes com Bacurau, filme que divide a direção com Juliano Dornelles, e a atriz pernambucana Lívia Falcão foram os homenageados desta edição.

Antes da premiação, foi exibido no Cine Theatro Guarany o curta-metragem Tão Bonita que Tão Medonha, realizado ao longo da semana pelos alunos da oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, que fala sobre a tradição feminista das “veinhas” de Triunfo.

O Troféu Caretas, que é concedido aos filmes escolhidos pelos júris oficial e popular, faz referência às tradicionais figuras dos caretas, que percorrem as ruas da cidade durante o carnaval, há mais de 90 anos, com seus chicotes, chocalhos, ricos figurinos e mensagens satíricas trazidas em tabuletas.

Conheça os vencedores do Festival de Cinema de Triunfo 2019:

JÚRI OFICIAL | LONGA-METRAGEM:

Melhor Filme: Madrigal para um Poeta Vivo, de Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Direção: Madrigal para um Poeta Vivo, por Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Atriz: Renata Guida, por O que Resta
Melhor Ator: Daniel Porpino, por Desvio
Melhor Roteiro: Madrigal para um Poeta Vivo, escrito por Adriana Barbosa, Bruno Melo Castanho e Gabriel Campos
Melhor Som: Eduardo Galeano Vagamundo, por Bernardo Uzeda
Melhor Trilha Sonora: Salustianos, por Tiago Leitão
Melhor Direção de Arte: Desvio, por Shiko
Melhor Produção: Desvio, por Drica Soares e Ana Dinniz
Melhor Montagem: Madrigal para um Poeta Vivo, por Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Fotografia: O que Resta, por Vinicius Brum
Troféu Fernando Spencer para Tico, pelo filme Madrigal para um Poeta Vivo

JÚRI OFICIAL | CURTA-METRAGEM:

Melhor curta-metragem nacional: Guaxuma, de Nara Normande
Melhor curta-metragem pernambucano: Mucunã, de Carol Correia
Melhor curta-metragem infantojuvenil: O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis
Melhor curta-metragem dos Sertões: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
Melhor Direção: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, por Graciela Guarani
Melhor Fotografia: Enraizada, por Bruno Cabus
Melhor Montagem: NEGRUM3, por Amanda Beça
Melhor Roteiro: Cinco Minutos por Dia, escrito por Bob Yang e Frederico Evaristo
Melhor Produção: Guaxuma, por Lívia de Melo
Melhor Direção de Arte: NEGRUM3, por Mayara Del Pino
Melhor Trilha Sonora: Deus te dê Boa Sorte, por Gean Ramos
Melhor Som: O Menino que Morava no Som, por Adam Matchulat
Melhor Ator: Juan Calado, por Nova Iorque
Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Nova Iorque

JÚRI POPULAR:

Melhor curta-metragem nacional: NEGRUM3, de Diego Paulino
Melhor curta-metragem infantojuvenil: Um Beijo para Sofia, de Calebe Jangrossi
Melhor curta-metragem pernambucano: Nova Iorque, de Leo Tabosa
Melhor curta-metragem dos Sertões: Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando
Melhor longa-metragem: Salustianos, de Tiago Leitão

TROFÉU CINECLUBISTA:

Melhor filme para reflexão: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
Menção Honrosa: Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando e Deus Te Dê Boa Sorte, de Jacqueline Farias

MENÇÕES HONROSAS DA ABD/APECI:

Enraizada, de Tiago Delácio
Macunã, de Carol Correia
Deus Te Dê Boa Sorte, de Jacqueline Farias
OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
NEGRUM3, de Diego Paulinho
Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
Rebento, de Vinicius Elizários
Quanto Craude no Meu Sovaco, de Duda Menezes e Fefa Lins
O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis
Quando a chuva vem, de Jefferson de Andrade
Guaxuma, de Nara Normande
Codinome Breno, de Manoel Batista
Quitéria, de Tiago A. Neves
Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando
#TurismoSelvagem, por Direção Coletiva
Solitude, por Coletivo do Interior

Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE.

CINEVITOR #347: 23º Cine PE – Festival do Audiovisual | Edição Especial + Realizadores

por: Cinevitor

cinepecinevitorpgmConvidados especiais: alguns dos realizadores que exibiram seus filmes no festival.

A 23ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual, que aconteceu entre os dias 29 de julho e 4 de agosto, contou com mais de 30 produções de vários gêneros e estados brasileiros na programação, entre longas e curtas. Além das exibições dos filmes em competição, debates e atividades especiais também marcaram o evento, assim como a diversidade na seleção.

Neste ano, foram 892 filmes inscritos para as mostras competitivas, número 77,33% maior em relação a 2018, que foi de 503 filmes. Além disso, nesta edição também foi criado o Concurso de Argumento para roteiristas, direcionados para filmes no formato de curta metragem.

Para encerrar nossa cobertura, fizemos um programa especial com convidados que passaram pelo Cinema São Luiz, no Recife. Conversamos com o cineasta Marlom Meirelles, que falou sobre o curta Sobre Viver, exibido na competição pernambucana e realizado pela oficina Documentando com direção coletiva; a diretora Eliza Capai, do premiado Espero Tua (Re)volta; o realizador de Tommy Brilho, vencedor do Prêmio do Público, Sávio Fernandes; do curta Casa Cheia, vencedor dos prêmios de melhor direção e melhor direção de arte, falamos com o cineasta Caco Nigro; Carol Sakura, que divide a direção do curta Apneia com Walkir Fernandes, falou sobre a experiência no festival; falamos também com o manauara Diego Bauer, do curta Obeso Mórbido; e com a cineasta Isabelle Santos, da animação Vivi Lobo e O Quarto Mágico.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR esteve em Recife a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram e YouTube.

6º Festival de Cinema de Caruaru: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

limaduartecaruaruLima Duarte no curta-metragem A Volta Para Casa, de Diego Freitas: selecionado.

A 6ª edição do Festival de Cinema de Caruaru, que acontecerá entre os dias 25 e 31 de agosto, acaba de anunciar a lista completa com os selecionados deste ano. Ao total, 549 filmes foram inscritos e a curadoria foi assinada por Paula Lucatelli, Priscila Urpia, Lucineide Sales e Edvaldo Santos.

O evento, que acontece na região do Agreste Pernambucano, no Teatro João Lyra Filho, realiza também ações educativas, como: mostras itinerantes nas escolas, debates e oficinas. A programação conta com oito mostras, sendo sete competitivas, com filmes de diversos estados brasileiros e também latino-americanos.

A oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, da Eixo Audiovisual, está com inscrições abertas no site. Os participantes terão a oportunidade de realizar um filme a partir do estudo e desenvolvimento de roteiro/argumento para documentário. Outro destaque é a oficina de Introdução à Crítica Cinematográfica, ministrada por Edvaldo Santos, curador e diretor do festival, que já anunciou a lista com os participantes selecionados. Vale lembrar que todas as atividades são gratuitas.

Conheça os filmes selecionados para o 6º Festival de Cinema de Caruaru:

MOSTRA BRASIL | LONGA-METRAGEM:

Abraço, de DF Fiuza (SE)
Pipoca Moderna, de Helder Lopes (PE)
Mateus, de Dea Ferraz (PE)
Rebento, de André Morais (PB)
Incursão, de Eduardo Moreira e Silvio Toledo (PB)
Meio Irmão, de Eliane Coster (SP)

MOSTRA BRASIL | CURTA-METRAGEM:

Enraizada, de Tiago Delácio (Recife, PE)
O Cinema, de Sander Hahn (Criciúma, SC)
Primeiro Ato, de Matheus Parizi (São Paulo, SP)
Deusa, de Mayara Millane e Joana Gatis (Recife, PE)
Práticas do Absurdo, de Alexander S. Buck (Vitória, ES)
O Grande Amor de Um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (São Miguel do Gostoso, RN)
O Menino que Morava no Som, de Felipe Soares (Recife, PE)
Nuvem Negra, de Flávio Andrade (Petrolina, PE)
#Juri, de Samantha Col de Bella (Cuiabá, MT)
Doniara, de Kaco Olimpio (Goiânia, GO)
Dia de Mudança, de Boca Migotto (Porto Alegre, RS)
A Volta Para Casa, de Diego Freitas (São Paulo, SP)
Nada Além da Noite, de Rodrigo de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ)
Até Provar que Não, de Lucas Portela (Salvador, BA)

MOSTRA AGRESTE | CURTA-METRAGEM:

Alvorada, de Carlos Kamara (Orobó, PE)
Besta-Fera, de Wagno Godez (Arapiraca, AL)
O Balido Interno, de Eder Deó (Caruaru, PE)
Mucunã, de Carol Correia (Recife, PE)
Carretéis, de Eudaldo Monção Jr (Itabaianinha, SE)
A Semente do Ler e Contar, de Edson Carvalho (Delmiro Gouveia, AL)
Mestras do Barro, de Evandro Lunardo (Caruaru, PE)
João do Pife de Caruaru, de Urbano Leafa (Caruaru, PE)
Um Dois Um: Crônicas de Homicídios, de Ana Calline (Campina Grande, PB)
Retorne Quando se Lembrar de Não Esquecer, de Vinicius Rios (Feira de Santana, BA)
A Solidão de Ana, de Renand Zovka (Caruaru, PE)

MOSTRA UNIVERSITÁRIA DE CURTA-METRAGEM:

As Mil e Uma Tardes no Hospital de Guarda-chuvas, de Maria Clara Mendes e Palloma Paulino (Caruaru, PE)
Dissonância, de Thiago Muniz (Caruaru, PE)
Galega da Cadisa, de Petryk Lucas e João Marcelo (Caruaru, PE)
Dança, de Virgínia Guimarães (Santa Cruz do Capibaribe, PE)
Devaneios, de Amanda Menezes (Caruaru, PE)
Remu, de Jonas dos Santos (Caruaru, PE)
Olhos Fechados, de Adeilton Antonio (Caruaru, PE)

MOSTRA ADOLESCINE DE CURTA-METRAGEM:

Cascudos, de Igor Barradas (Duque de Caxias, RJ)
Tarso, de Gerson Lopes e Bruno Kenzo (São Paulo, SP)
O Muro era Muito Alto, de Marcelo Marão (Rio de Janeiro, RJ)
Arani Tempo Furioso, de Roobertchay Rocha (Vitória, ES)
Lio, de Natan Ranieri (Campina Grande, PB)

MOSTRA INFANTIL DE CURTA-METRAGEM:

Sonhos da Isah, de João Ricardo (Gov. Celso Ramos , SC)
Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu Camargo (Curitiba, PR)
Lily´s Hair, de Raphael Gustavo (Goiânia, GO)
Bicho do Mato, de Juliana Sanson (Curitiba, PR)

MOSTRA LATINO-AMERICANA DE CURTA-METRAGEM:

La Eternidad de Paula, de Dayana Gauthier (Venezuela)
3 Pies, de Giselle Geney (Colômbia)
Bano Publico, de Ruben Barrientos (Venezuela)
La Última Frontera, de Axel Nuñez (México)
La Culpa, de Jesus Alves (Argentina)
Al Caer El Sol, de Eliana Digiovani (Argentina)
Decir Adiós, de Alejandro Daza (Colômbia)

SESSÃO ESPECIAL CARUARU:

Seres, de Edvaldo Santos
Caru Beat – Batalha do Marco, de Maria Ferreira e Urbano Leafa
A Menina Banda, de Breno César
Sobre Viver, de Sergio Ferreira, Vinícius Miranda e Marlom Meirelles

Foto: Guilherme Raya.

Rainhas do Crime

por: Cinevitor

rainhasdocrimeposterThe Kitchen

Direção: Andrea Berloff

Elenco: Melissa McCarthy, Tiffany Haddish, Elisabeth Moss, Domhnall Gleeson, James Badge Dale, Brian d’Arcy James, Jeremy Bobb, Margo Martindale, Bill Camp, Common, E.J. Bonilla, Myk Watford, Wayne Duvall, Pamela Dunlap, John Sharian, Brian Tarantina, Will Swenson, Annabella Sciorra, Bernie McInerney, Sharon Washington, Matt Helm, Angus O’Brien, Ciaran O’Reilly, Nicholas Zoto, Maren Heary, Stephen Singer, Tatienne Hendricks-Tellefsen, Jordan Gelber, Brandon Uranowitz, Bernie Rachelle, Tina Benko, Susan Blommaert, George Riddle, Tom Patrick Stephens, Joseph Russo, Ann McDonough, Louis Vanaria, James Ciccone, Aaron Berg, Jonathan Eddy Duran, Lenny Venito, Kevin Nagle, Shaun O’Hagan, Marquise Vilson, Daniel O’Shea, Rob Yang, Lynn Spencer, Dj Nino Carta, Chuck English, Robert Neary, Jonathan Tierney.

Ano: 2019

Sinopse: Nova York, 1978. Com suas casas de penhores, lojas de artigos eróticos e bares de péssima reputação, os 20 quarteirões entre a 8ª avenida e o rio Hudson dominados pela máfia e conhecidos como Hell’s Kitchen nunca foram um bom lugar para se viver. Porém, para Kathy, Ruby e Claire, esposas de mafiosos, as coisas estão prestes a ficar ainda mais complicadas. Quando seus maridos são presos pelo FBI, elas têm que assumir as rédeas do negócio, cuidando das falcatruas e eliminando a concorrência literalmente. Agora, elas mandam na vizinhança.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Simonal

por: Cinevitor

simonalposterDireção: Leonardo Domingues

Elenco: Fabrício Boliveira, Isis Valverde, Leandro Hassum, Caco Ciocler, Mariana Lima, Silvio Guindane, Bruce Gomlevsky, Fabricio Santiago, Letícia Isnard, João Velho, Dani Ornellas, Billy Blanco Jr., João Guesser, Jess Laurens, Luciano Quirino, João Viana.

Ano: 2018

Sinopse: O filme conta a história de Wilson Simonal, o cantor que saiu da pobreza e comandou as maiores plateias do Brasil. Dotado de um recurso vocal assombroso e domínio de palco excepcional, Simonal consegue transformar suas inseguranças da infância em grandes conquistas na idade adulta. Uma vez no topo, passa a se sentir invencível: exibe a sua riqueza e gosto por carrões e mulheres; faz propaganda de multinacionais; e se recusa a defender um discurso engajado contra a ditadura. Até que resolve ameaçar seu contador quando se vê com problemas financeiros, graças a seus gastos descontrolados, e acaba vendo seu nome envolvido com o Dops. Começa então a derrocada de uma das maiores vozes que o Brasil já ouviu.

*Filme visto no 46º Festival de Cinema de Gramado.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Retrato do Amor

por: Cinevitor

retratodoamorposterPhotograph

Direção: Ritesh Batra

Elenco: Nawazuddin Siddiqui, Sanya Malhotra, Sachin Khedekar, Denzil Smith, Brinda Trivedi, Lubna Salim, Rajesh Kumar Sharma, Shihaan Bakshi, Akash Sinha, Seema Pravin Shende, Robin Das, Bhagwan Das Patel, Ashok Pathak, Amarjeet Singh, Saharsh Kumar Shukla, Shreedhar Dubey, Geetanjali Kulkarni, Akash Dhar, Jim Sarbh, Akriti Singh, Farrukh Jaffar, Purnanand Wandekar, Kenneth Desai, Ramesh Deo, Taruna Singh, Paras Vicky Waghela, Soham Yogesh Nayurkar, Sanjay Kumar Sonu, Deepal Doshi, Virendra Saxena, Dharmendra Gupta, Vijay Raaz, Sam R. Kerawalla, Abdul Quadir Amin, Emeara Kamble.

Ano: 2019

Sinopse: Pressionado por sua família a se casar o mais rápido possível, um determinado fotógrafo de Mumbai convence uma tímida estranha a fingir ser a sua mulher durante algum tempo. Apesar da relutância, ela aceita a proposta e os dois desenvolvem um laço totalmente inesperado que os muda de maneiras antes inimagináveis.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é selecionado para o 57º New York Film Festival

por: Cinevitor

bacuraunyffBárbara Colen em cena de Bacurau: filme brasileiro selecionado.

Conhecido como uma das principais portas de entrada para filmes de prestígio internacional no mercado norte-americano, o New York Film Festival acaba de anunciar os filmes selecionados para sua 57ª edição, que acontecerá entre os dias 27 de setembro e 13 de outubro.

Premiado no Festival de Cannes, Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi selecionado para a principal mostra do festival, a Main Slate. Será a première norte-americana do longa, que já tem distribuição comercial nos EUA e no Canadá. Além disso, duas coproduções brasileiras também estão na lista: O Traidor, de Marco Bellocchio, baseado na história real de Tommaso Buscetta, com com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Cândido e produzido por Caio e Fabiano Gullane; e Wasp Network, de Olivier Assayas, produzido pela RT Features, de Rodrigo Teixeira, com Wagner Moura, Gael García Bernal e Penélope Cruz no elenco.

Neste ano, o filme de abertura será o aguardado O Irlandês, de Martin Scorsese, com Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci no elenco. Motherless Brooklyn, de Edward Norton, será o filme de encerramento. Esta edição, que exibirá longas de 17 países, tem o pôster assinado por Pedro Almodóvar, cujo filme Dor e Glória está na seleção.

Conheça os filmes selecionados para o NYFF 2019:

O Irlandês (The Irishman), de Martin Scorsese (filme de abertura) (EUA)
Marriage Story, de Noah Baumbach (Centerpiece) (EUA)
Motherless Brooklyn, de Edward Norton (filme de encerramento) (EUA)
Atlantics: A Ghost Love Story (Atlantique), de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil)
Beanpole (Dylda), de Kantemir Balagov (Rússia)
Fire Will Come (O que Arde), de Oliver Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
First Cow, de Kelly Reichardt (EUA)
A Girl Missing (Yokogao), de Koji Fukada (Japão)
I Was at Home, But… (Ich war zuhause, aber), de Angela Schanelec (Alemanha/Sérvia)
Liberté, de Albert Serra (França/Portugal/Espanha)
Martin Eden, de Pietro Marcello (Itália/França/Alemanha)
The Moneychanger (Así habló el cambista), de Federico Veiroj (Uruguai/Argentina/Alemanha)
Oh Mercy! (Roubaix, une lumière), de Arnaud Desplechin (França)
Dor e Glória, de Pedro Almodóvar (Espanha)
Parasite (Gisaengchung), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)
Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma (França)
Saturday Fiction, de Lou Ye (China)
Sibyl, de Justine Triet (França/Bélgica)
Synonymes, de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
To the Ends of the Earth (Tabi no Owari Sekai no Hajimari), de Kiyoshi Kurosawa (Japão/Uzbequistão/Qatar)
O Traidor (Il traditore), de Marco Bellocchio (Itália/França/Brasil/Alemanha)
Varda por Agnès, de Agnès Varda (França)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Espanha/Bélgica/Brasil)
The Whistlers (La Gomera), de Corneliu Porumboiu (Romênia/França/Alemanha/Suécia)
The Wild Goose Lake (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Diao Yinan (China/França)
Young Ahmed (Le jeune Ahmed), de Jean-Pierre e Luc Dardenne (Bélgica/França)
Zombi Child, de Bertrand Bonello (França)

Foto: Victor Jucá.

Confira o trailer de A Família Addams; animação chega aos cinemas em outubro

por: Cinevitor

familiaaddamstrailerA família terá que enfrentar a ira da vizinhança.

A Universal Pictures acaba de divulgar o trailer inédito de A Família Addams, no original The Addams Family, em que Vandinha passa por um período de rebeldia na adolescência. Na prévia, ela desafia sua mãe, Mortícia, usando uma fivela em formato de unicórnio, algo que jamais seria aceitável em uma família tão excêntrica.

A bem sucedida Família Addams nasceu nos quadrinhos desenhados por Charles Addams, na década de 1930. Os personagens, que já foram vistos em séries de TV, filmes e até no teatro, chegam aos cinemas na animação dirigida por Conrad Vernon, de Shrek 2 e Greg Tiernan, de Festa da Salsicha.

O elenco original de dubladores da animação conta com Charlize Theron, Oscar Isaac, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Mikey Madison, Pom Klementieff, Catherine O’Hara, Aimee Garcia, Allison Janney, Nick Kroll, Martin Short, Maggie Wheeler, Bette Midler, Jenifer Lewis, Elsie Fisher, Snoop Dogg, Chelsea Frei, Tituss Burgess, entre outros.

Confira o trailer dublado de A Família Addams, que tem estreia marcada para o dia 31 de outubro:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Confira o trailer de Orlamundo, documentário de Orlando Morais, que será exibido no Festival de Gramado

por: Cinevitor

orlamundogramadoEncontros musicais com artistas internacionais e brasileiros.

Depois de ganhar o prêmio de melhor documentário no Los Angeles Independent Film Festival Awards, LAIFAA, o longa-metragem Orlamundo, com argumento de Orlando Morais, será exibido pela primeira vez no Brasil em sessão hors-concours no 47º Festival de Cinema de Gramado.

Idealizado e produzido pelo cantor e compositor Orlando Morais, o filme é conduzido por reflexões sobre a sua trajetória, que vai sendo retratada através de misturas musicais com artistas internacionais e brasileiros. Com produção da Audaz Filmes e direção de Alexandre Bouchet, o filme é uma experiência sensorial, com trilha sonora orquestrada pelo produtor musical francês Jean Lamoot, com quem Orlando Morais recebeu o prestigioso prêmio francês Victoire de la Musique pelo grupo Rivière Noire, em 2015.

Como cenário principal, as dunas e paisagens do exuberante Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, no Nordeste, que recebeu a maior parte dos convidados como o chinês Guo Gan, um mestre do milenar instrumento Erhu; o multinstrumentista nigeriano Kuku; o malinês Kasse Mady Diabaté, o grande Griôt do Mali, falecido após as filmagens; a cantora vietnamita Huong Thanh; além da dupla de violeiros goianos Marcus Biancardini e Jairo Reis.

Orlando também viaja até alguns lugares para encontros com a Velha Guarda de sua escola de samba de coração, Portela, que através de Dona Áurea Martins, Mestre Monarco e Serginho Procópio representa um pouco da história musical do Rio, cidade que ele escolheu para viver há mais de 40 anos. É no Rio também que ele divide a cena com Caetano Veloso, sua maior influência artística/musical. O filme conta ainda com uma emocionante participação da cantora e compositora Antonia Morais, interpretando os versos da canção Sertão.

Para Orlando, o filme celebra esses encontros, sua arte e suas culturas, tendo a música como condução: “É muito bacana poder cantar com pessoas que vêm de tão longe, que moram em lugares tão diferentes, que têm hábitos diferentes do meu e que pensam coisas tão diferentes de mim. E conseguir, na doçura, na simplicidade, na humildade e na verdade, criar um som, um jeito de fazer isso traduzir um pouco o que é a felicidade”. Orlamundo é uma celebração à natureza, à diversidade cultural e, acima de tudo, à vida. “Esse filme é um pouco como se todos os pássaros no céu conseguissem olhar para nós e emitir uma só e mesma nota”, descreve Orlando Morais. “Uma carta ao mundo do poder da convivência”.

Orlamundo será exibido no dia 20/08, às 15h30, no Palácio dos Festivais, fora de competição da 47ª edição do Festival de Gramado.

Assista ao trailer:

Foto: Reprodução/YouTube.