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Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros anuncia vencedores do MUAHS Awards 2017

por: Cinevitor

esquadraomakeCommon, Jared Leto e Margot Robbie em Esquadrão Suicida: premiado.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros (Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild, I.A.T.S.E., Local 706), fundado em 1937, anunciou neste domingo, 19/02, os vencedores do MUAHS Awards 2017, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro.

Neste ano, o produtor e roteirista Ryan Murphy recebeu o Distinguished Artisan Award; o maquiador Leonard Engelman, de filmes como, Os Caça-Fantasmas, Batman Eternamente e O Grinch, e a cabeleireira Barbara Lorenz, de Rocky IV, Batman: O Retorno, Dois Caras Legais e La La Land: Cantando Estações, foram homenageados com prêmios especiais pelo conjunto da obra.

Conheça os vencedores do Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
Animais Noturnos, por Donald Mowat, Malanie J. Romero e Elaine Offers

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
La La Land: Cantando Estações, por Barbara Lorenz, Jackie Masteran e Frida Aradottir

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA OU CARACTERIZAÇÃO:
Esquadrão Suicida, por Alessandro Bertolazzi

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA OU CARACTERIZAÇÃO:
Ave, César!, por Cydney Cornell, Pauletta Lewis-Irwin e Matt Danon

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
Star Trek: Sem Fronteiras, por Joel Harlow e Richie Alonzo

Foto: Clay Enos.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2017, prêmio organizado pelo Sindicato dos Roteiristas

por: Cinevitor

moonlightroteiroMahershala Ali e Alex R. Hibbert em Moonlight: Sob a Luz do Luar.

O Sindicato dos Roteiristas da América, Writers Guild of America, divulgou, neste domingo, 19/02, os vencedores do WGA Awards 2017, prêmio que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio.

Os roteiristas Mike Judge, de Beavis and Butt-Head, e Susannah Grant, de Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento, receberam prêmios especiais, assim como o cineasta iraniano Abbas Kiarostami, morto em julho do ano passado. Os diretores Oliver Stone e Aaron Sorkin foram contemplados com o Laurel Awards; e Dan Wilcox e Richard Curtis foram homenageados com o Honorary Service Awards.

Confira os vencedores do Writers Guild Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Moonlight: Sob a Luz do Luar, escrito por Barry Jenkins

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Chegada, escrito por Eric Heisserer e baseado no conto História da Sua Vida (Story of Your Life), de Ted Chiang

MELHOR ROTEIRO | DOCUMENTÁRIO:
Command and Control, escrito por Robert Kenner e Eric Schlosser, história de Brian Pearle e Kim Roberts, baseado no livro homônimo de Eric Schlosser

Foto: David Bornfriend.

Cinema Audio Society anuncia os vencedores do 53º CAS Awards

por: Cinevitor

lalasomFilme premiado: Emma Stone em cena de La La Land: Cantando Estações.

A Cinema Audio Society, fundada em 1964, anunciou neste sábado, 18/02, os vencedores do Cinema Audio Society Awards 2016, prêmio que elege a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas.

O ator e cineasta Jon Favreau, diretor de Mogli – O Menino Lobo, recebeu o CAS Filmmaker Award; John Pritchett, responsável pela mixagem de som de filmes como Dirty Dancing: Ritmo Quente, Short Cuts – Cenas da Vida, Magnólia, Miss Simpatia, Abaixo o Amor, Sin City – A Cidade do Pecado, Estrada Para Perdição, Memórias de uma Gueixa, As Torres Gêmeas, A Árvore da Vida, O Espetacular Homem-Aranha, Jovens, Loucos e Mais Rebeldes, entre outros, foi homenageado com o CAS Career Achievement Honoree, prêmio especial pela carreira.

Conheça os vencedores do 53º CAS Awards nas categorias de cinema:

MELHOR MIXAGEM DE SOM | LIVE ACTION:
La La Land: Cantando Estações

MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO:
Procurando Dory

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and The Silk Road Ensemble

Foto: Divulgação.

Filme húngaro, dirigido por Ildikó Enyedi, é o grande vencedor do Festival de Berlim 2017

por: Cinevitor

berlim2017vencedoresA diretora Ildikó Enyedi e a equipe do filme On Body and Soul: Urso de Ouro.

Foram anunciados neste sábado, 18/02, os vencedores do 67º Festival de Berlim. Neste ano, o júri, presidido pelo cineasta holandês Paul Verhoeven, entregou o Urso de Ouro, prêmio máximo do festival, para o húngaro Testről és lélekről (On Body and Soul), de Ildikó Enyedi. O Brasil estava na disputa da Competição Oficial com Joaquim, de Marcelo Gomes, mas não foi premiado.

Além dos grandes vencedores, também foram anunciados os premiados pelo júri independente, como o Teddy Award, que elege os melhores filmes com temática LGBT, e a mostra Panorama, escolhidos pelo público e que exibe novos filmes de renomados cineastas.

O brasileiro Pendular, dirigido por Julia Murat, levou o prêmio de melhor filme da mostra Panorama segundo a FIPRESCI, Federação Internacional de Críticos de Cinema: “Pendular recebe o prêmio por sua excelente qualidade visual e sua força narrativa que resulta em um retrato preciso de dois artistas contemporâneos. A expressão da coreografia moderna e audaciosa das relações humanas na história conecta perfeitamente com a originalidade estética e dramática do filme”.

Confira os vencedores do Festival de Berlim 2017:

COMPETIÇÃO OFICIAL | LONGA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR FILME: Testről és lélekről (On Body and Soul), de Ildikó Enyedi (Hungria)
URSO DE PRATA | GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: Félicité, dirigido por Alain Gomis (França/Senegal/Bélgica/Alemanha/Líbano)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ALFRED BAUER: Pokot (Spoor), de Agnieszka Holland (Polônia/Alemanha/República Checa/Suécia/Eslováquia)
URSO DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO: Aki Kaurismäki, por Toivon tuolla puolen (The Other Side of Hope/Die andere Seite der Hoffnung) (Finlândia/Alemanha)
URSO DE PRATA | MELHOR ATRIZ: Kim Minhee, por Bamui haebyun-eoseo honja (On the Beach at Night Alone) (Coreia do Sul)
URSO DE PRATA | MELHOR ATOR: Georg Friedrich, por Helle Nächte (Bright Nights) (Alemanha/Noruega)
URSO DE PRATA | MELHOR ROTEIRO: Una mujer fantástica (A Fantastic Woman), escrito por Sebastián Lelio e Gonzalo Maza (Chile/EUA/Alemanha/Espanha)
URSO DE PRATA | MELHOR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA: Dana Bunescu, pela edição de Ana, mon amour (Romênia/Alemanha/França)

COMPETIÇÃO OFICIAL | CURTA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR CURTA: Cidade Pequena, de Diogo Costa Amarante (Portugal)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Ensueño en la Pradera, de Esteban Arrangoiz Julien (México)
MENÇÃO HONROSA: Centauro, de Nicolás Suárez (Argentina)
PRÊMIO AUDI: Street of Death, de Karam Ghossein (Líbano/Alemanha)
Curta-metragem indicado ao European Film Awards: Os Humores Artificiais, de Gabriel Abrantes (Portugal)

MOSTRA PANORAMA:

MELHOR FILME DE FICÇÃO | PRÊMIO DO PÚBLICO: Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
2º lugar: Karera ga Honki de Amu toki wa (Close-Knit), de Naoko Ogigami (Japão)
3º lugar: 1945, de Ferenc Török (Hungria)
MELHOR DOCUMENTÁRIO | PRÊMIO DO PÚBLICO: Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck (França/EUA)
2º lugar: Chavela, de Catherine Gund e Daresha Kyi (EUA)
3º lugar: Istiyad Ashbah (Ghost Hunting), de Raed Andoni (França/Palestina/Suíça/Qatar)
PRÊMIO GLASHÜTTE | DOCUMENTÁRIO ORIGINAL: Istiyad Ashbah (Ghost Hunting), de Raed Andoni

PRÊMIO FIPRESCI:

Competição Oficial: Testről és lélekről (On Body and Soul), de Ildikó Enyedi (Hungria)
Panorama: Pendular, de Julia Murat (Brasil)
Forum: Shu’our akbar min el hob (A Feeling Greater Than Love), de Mary Jirmanus Saba (Líbano)

JÚRI ECUMÊNICO:

Competição Oficial: Testről és lélekről (On Body and Soul), de Ildikó Enyedi (Hungria)
Competição Oficial | Menção Especial: Una mujer fantástica, de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/EUA/Espanha)
Panorama: Tahqiq fel djenna (Investigating Paradise), de Merzak Allouache (França/Argélia)
Panorama | Menção Especial: Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck (França/EUA)
Forum: Maman Colonelle (Mama Colonel), de Dieudo Hamadi (República Democrática do Congo/França)
Forum | Menção Especial: El mar la mar, de Joshua Bonnetta e J.P. Sniadecki (EUA)

PRÊMIO TEDDY:

Melhor Filme: Una mujer fantástica, de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/EUA/Espanha)
Melhor Documentário: Ri Chang Dui Hua (Small Talk), de Hui-chen Huang (Taiwan)
Melhor Curta-metragem: Min Homosyster (My Gay Sister), de Lia Hietala (Suécia/Noruega)
Prêmio Especial do Júri: Karera ga Honki de Amu toki wa (Close-Knit), de Naoko Ogigami (Japão)
Prêmio Teddy Especial: Monika Treut

GENERATION 14PLUS:

URSO DE CRISTAL | MELHOR FILME: Butterfly Kisses, de Rafael Kapelinski (Reino Unido)
MENÇÃO ESPECIAL: Ceux qui font les révolutions à moitié n’ont fait que se creuser un tombeau (Those Who Make Revolution Halfway Only Dig Their Own Graves), de Mathieu Denis e Simon Lavoie (Canadá)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: Shkola nomer 3, de Yelizaveta Smith e Georg Genoux (Ucrânia/Alemanha)
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: Ben Niao (The Foolish Bird), de Huang Ji e Ryuji Otsuka (China)
URSO DE CRISTAL | MELHOR CURTA-METRAGEM: Wolfe, de Claire Randall (Austrália)
MENÇÃO ESPECIAL: SNIP, de Terril Calder (Canadá)
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI INTERNACIONAL: The Jungle Knows You Better Than You Do, de Juanita Onzaga (Bélgica/Colômbia)
MENÇÃO ESPECIAL | JÚRI INTERNACIONAL: U Plavetnilo (Into the Blue), de Antoneta Alamat Kusijanović (Croácia/Eslovênia/Suécia)
MELHOR FILME DE ESTREIA: Estiu 1993 (Summer 1993), de Carla Simón (Espanha)

Para conhecer outros vencedores dos prêmios entregues pelo júri independente, clique aqui.

Foto: Reprodução.

Um Limite Entre Nós, com Denzel Washington e Viola Davis, ganha trailer legendado

por: Cinevitor

fencestrailerDenzel e Viola: premiados no cinema e no teatro.

A versão em português do trailer de Um Limite Entre Nós retrata a vida de Troy Maxson, papel de Denzel Washington, e os conflitos que permeiam suas relações sociais e familiares. Casado com Rose, vivida por Viola Davis, ele leva uma vida difícil, em uma América hostil aos negros. Quando seu filho Cory, interpretado por Jovan Adepo, decide seguir carreira no beisebol, antigo sonho do pai, a convivência entre eles começa a ficar cada vez mais complicada.

Com estreia marcada para o dia 2 de março no Brasil, o drama concorre em quatro categorias do Oscar: melhor filme, roteiro adaptado, ator (Denzel) e atriz coadjuvante (Viola). A produção já conquistou premiações importantes da indústria cinematográfica como melhor ator para Denzel Washington no SAG Awards e melhor atriz coadjuvante para Viola Davis no Globo de Ouro, Critics’ Choice Awards, SAG Awards e BAFTA.

Baseado na peça escrita pelo dramaturgo americano August Wilson, a história já havia sido interpretada no teatro por Viola e Denzel, que também assina a direção da versão cinematográfica. Pelo trabalho, eles ganharam o Tony Awards de melhor ator e melhor atriz, em 2010.

Confira o trailer de Um Limite Entre Nós:

Foto: David Lee.

Mostra Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta exibirá obra cinematográfica de Jean Cocteau

por: Cinevitor

testamentorfeuJean Cocteau em O Testamento de Orfeu: filme indicado ao BAFTA, em 1961.

O Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, apresenta  Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta, retrospectiva dedicada a um dos cineastas mais importantes da história da sétima arte. São seis filmes que Jean Cocteau assinou como diretor e mais dois em que participou como roteirista para outros cineastas.

A mostra ainda vai exibir três filmes baseados diretamente na obra de Cocteau para outras mídias, como teatro e poesia, dez filmes influenciados por Cocteau, dois documentários sobre Cocteau e o clássico Zero de Conduta, de Jean Vigo, outro grande nome do cinema surrealista francês da década de 1930.

Jean Cocteau foi um dos artistas mais completo do século XX. Expressou-se em todas as mídias: poesia, teatro, música, romance, fotografia, escultura, desenho, pintura, cinema. Seu primeiro filme, O Sangue de Um Poeta, primeira parte da Trilogia de Orfeu, é a declaração de princípios que a sétima arte jamais tivera anteriormente.

pecadoriginalJean Marais e Josette Day em O Pecado Original, de 1948.

A influência de Cocteau no cinema abarca diretores e movimentos contrastantes. Ela se encontra no ascetismo formal de Robert Bresson, assim como no sonhador e musical Jacques Demy. Vemos Cocteau nas fabulações fílmicas de François Truffaut, mas também nos jogos intelectuais de Alain Resnais. Grande entusiasta da renovação estética proposta pela Nouvelle Vague, Jean Cocteau também foi o patrono do Letrismo de Isidore Isou e Maurice Lemaître, que pretendia a desconstrução radical da poesia e do cinema. Mesmo a Disney se rendeu a Cocteau: as semelhanças entre a animação A Bela e a Fera com a versão de 1946, com Jean Marais no papel principal, são notáveis.

Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta é a realização da retrospectiva dos filmes de Jean Cocteau, em película, no espaço ao qual eles pertencem: a sala de cinema. Nesse sentido, a mostra, além de contribuir para a formação de público, é um importante mecanismo de preservação da memória.

As sessões acontecem no CCBB SP entre 1º e 26 de março e depois viaja para o Distrito Federal onde acontecerá no CCBB DF, entre os dias 22 de março e 17 de abril. Para conferir a programação completa, com datas, horários e filmes, clique aqui.

Filme sobre o sequestro de Patty Hearst será dirigido por Jared Leto

por: Cinevitor

letodiretorJared Leto: Coringa, ator, cantor e agora, diretor.

Além de fazer sucesso como vocalista da banda 30 Seconds to Mars, Jared Leto também transita muito bem pelo universo da sétima arte. Como ator, já participou de diversos filmes, entre eles, Clube de Compras Dallas, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator coadjuvante, em 2014.

Agora, ele se prepara para um novo desafio: dirigir um longa-metragem. Segundo informações divulgadas pelo site Deadline, Leto já assinou contrato com a Paramount Pictures como diretor e produtor de 77, longa baseado em uma história real, que narra a investigação de dois policiais, que durante o sequestro de Patty Hearst, herdeira de um império jornalístico, também descobrem uma corrupção implacável no crime e uma conspiração violenta.

O filme será escrito por David Matthews, baseado no livro L.A. Confidential, de James Ellroy. Informações sobre o elenco, datas de filmagens e estreia ainda não foram divulgadas.

Foto: Divulgação.

Encerramento da 3ª edição do projeto É Nóis na Fita exibirá curtas-metragens realizados por alunos

por: Cinevitor

noisnafitaalunosAlunos em ação!

Acontece neste sábado, 18/02, às 10h, no Cinearte, em São Paulo, a mostra de encerramento da 3ª edição do projeto É Nóis na Fita – Curso Gratuito de Cinema, dirigido exclusivamente a jovens de 15 a 20 anos.

No evento, serão exibidos os 10 curtas que foram realizados pelos alunos que participaram do projeto em 2016, além do curta Almoço Executivo, da diretora Marina Person, convidada especial e madrinha dos alunos de 2016.

O curso foi idealizado e tem a coordenação pedagógica de Eliana Fonseca, atriz, diretora e roteirista. Conhecida do público por seus trabalhos na TV, Eliana dirigiu 4 longas e 5 curtas-metragens, estes últimos premiados no Brasil e exterior.

Ao longo de nove finais de semana, os alunos entram em contato com todas as etapas da criação e produção audiovisual, como: roteiro, direção, fotografia, arte, som, produção, edição e finalização, com profissionais e professores das melhores faculdades de audiovisual de São Paulo. E ainda produzem dois curtas-metragens.

Dos dez curtas produzidos na edição anterior, dois deles ganharam o Prêmio Aquisição da TV Cultura no Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo: Maioridade, produzido pelos alunos do curso realizado na Escola da Cidade; e Eu Mesma, produzido pelos alunos do curso realizado na Zona Norte. Outros curtas foram selecionados para festivais nacionais, como Cine Tornado e Cine Inclusão; o curta Samba e Silêncio participou do In Short Film Festival, em Londres, na Inglaterra.

Vale lembrar que as inscrições para a 1ª turma de 2017 já estão abertas e podem ser realizadas no site. O prazo termina no dia 05/03.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do BAFTA 2017; La La Land vence em cinco categorias

por: Cinevitor

devbaftaMelhor ator coadjuvante: Dev Patel, por Lion – Uma Jornada Para Casa.

Foram anunciados nesta domingo, 12/02, em Londres, os vencedores do BAFTA (British Academy Film Awards) 2017, conhecido como o Oscar britânico, organizado pela Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão (British Academy of Film and Television Arts).

Em sua 70ª edição, o musical La La Land: Cantando Estações, dirigido por Damien Chazelle, que liderava a lista com onze indicações, venceu em cinco categorias, incluindo a de melhor filme.

Confira a lista completa com os vencedores do BAFTA 2017:

MELHOR FILME:
La La Land: Cantando Estações

MELHOR FILME BRITÂNICO:
Eu, Daniel Blake

MELHOR DIREÇÃO:
Damien Chazelle, por La La Land: Cantando Estações

MELHOR ATOR:
Casey Affleck, por Manchester À Beira-Mar

MELHOR ATRIZ:
Emma Stone, por La La Land: Cantando Estações

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Dev Patel, por Lion – Uma Jornada Para Casa

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Viola Davis, por Um Limite Entre Nós

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Manchester À Beira-Mar, escrito por Kenneth Lonergan

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Lion – Uma Jornada Para Casa, escrito por Luke Davies

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Filho de Saul, de László Nemes (Hungria)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
A 13ª Emenda, de Ava DuVernay

MELHOR ANIMAÇÃO:
Kubo e as Cordas Mágicas

MELHOR FOTOGRAFIA:
La La Land: Cantando Estações, por Linus Sandgren

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
La La Land: Cantando Estações, por Justin Hurwitz

MELHOR EDIÇÃO:
Até o Último Homem, por John Gilbert

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Animais Fantásticos e Onde Habitam, por Stuart Craig e Anna Pinnock

MELHOR FIGURINO:
Jackie, por Madeline Fontaine

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Florence: Quem é Essa Mulher?, por J. Roy Helland e Daniel Phillips

MELHOR SOM:
A Chegada, por Sylvain Bellemare, Claude La Haye e Bernard Gariépy Strobl

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Mogli – O Menino Lobo

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO (voto popular):
Tom Holland

ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Babak Anvari (roteirista e diretor) e Emily Leo, Oliver Roskill e Lucan Toh (produtores), por Sob a Sombra

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
Home, dirigido por Daniel Mulloy

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO:
A Love Story, dirigido por Anushka Kishani Naanayakkara 

Foto: Ben Stansall.

Conheça os vencedores do 21º Art Directors Guild Awards

por: Cinevitor

passageirosadgChris Pratt e Jennifer Lawrence em Passageiros.

Fundada em 1937, a Art Directors Guild (IATSE Local 800) reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.

Em 1996, foi realizado o primeiro ADG Awards, prêmio anual de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro, e Stuart Craig e Aurelio Crugnola foram premiados pelo drama O Paciente Inglês. Ao longo dos anos, filmes consagrados pela associação também receberam o Oscar nesta categoria, como: Titanic, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, Moulin Rouge: Amor em Vermelho, O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, Memórias de uma Gueixa, O Labirinto do Fauno, O Curioso Caso de Benjamin Button, Avatar, A Invenção de Hugo Cabret, O Grande Gatsby, O Grande Hotel Budapeste e Mad Max: Estrada da Fúria.

Neste ano, na 21ª edição, Brad Bird, diretor de Os Incríveis, Ratatouille, Missão Impossível – Protocolo Fantasma e Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível, recebeu o prêmio Cinematic Imagery. O Lifetime Achievement, que consagra a carreira de profissionais da área, foi entregue para René Lagler, Albert Obregon, Cate Bangs e Joseph Musso. O designer de produção Gene Allen, morto em 2015, que trabalhou em My Fair Lady, no qual recebeu um Oscar, Les Girls, Nasce Uma Estrela, Adorável Pecadora, entre outros, também foi homenageado e entrou para o Hall da Fama da Art Directors Guild.

Conheça os vencedores do Art Directors Guild Awards 2016 nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA:
Estrelas Além do Tempo, por Wynn Thomas

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA:
Passageiros, por Guy Hendrix Dyas

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO:
La La Land: Cantando Estações, por David Wasco

Foto: Divulgação/Columbia Pictures.

Brad Pitt vai protagonizar filme produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features

por: Cinevitor

bradpittbrasilBrad Pitt e Brasil: parceria nas telonas.

A RT Features, produtora brasileira de Rodrigo Teixeira, anunciou que Ad Astra, seu mais novo projeto, será protagonizado por Brad Pitt. Dirigida por James Gray, a ficção científica futurista traz o ator no papel do engenheiro espacial, e levemente autista, Roy McBride.

Após 20 anos da partida do seu pai para uma missão sem volta em Netuno, com objetivo de encontrar sinais de extraterrestres, McBride viaja pelo sistema solar para encontrá-lo e tentar descobrir por que sua missão falhou. Ad Astra, que significa para as estrelas em latim, foi escrito por James Gray e Ethan Gross.

A RT Features está desde o início no projeto e financiou a fase de desenvolvimento. A produtora de Brad Pitt, Plan B Entertainment, também se juntou ao filme, ao lado da Keep Your Head Productions e Mad River. Informações sobre outros integrantes do elenco e data de estreia devem ser divulgadas em breve.

Foto: Divulgação.

Mostra Simplesmente Nelson, em homenagem a Nelson Pereira dos Santos, chega a São Paulo

por: Cinevitor

mostranelson1Cena do filme Boca de Ouro, com Odete Lara.

Nelson Pereira dos Santos, um dos grandes nomes do cinema brasileiro, será homenageado na próxima mostra patrocinada pela Caixa Cultural e realizada no Cine Caixa Belas Artes, em São Paulo, entre os dias 9 e 22 de fevereiro. Prestes a completar 90 anos de vida e 69 de carreira, o primeiro diretor de cinema imortal da Academia Brasileira de Letras terá grande parte de sua rica obra exibida no cinema, com direito a debates, master class e sessão comentada do filme Cinema de Lágrimas.

Entre os marcos cinematográficos do diretor, serão apresentados Rio Zona Norte, Boca de Ouro, Vidas Secas e Memórias do Cárcere, entre outros. A mostra Simplesmente Nelson pretende ser a mais completa já realizada em homenagem a Nelson Pereira dos Santos, com exibição de 30 produções. Sua vasta filmografia inclui diversas adaptações literárias, documentários, filmes de encomenda, minisséries e obras que influenciaram a geração que viria a criar o movimento do Cinema Novo.

Não só todos os filmes dirigidos por Nelson estarão na programação, mas também obras em que atuou como editor (Barravento, de Glauber Rocha), assistente de direção (O Saci, de Rodolfo Nanni; e Agulha no Palheiro, de Alex Viany), e produtor (O Grande Momento, de Roberto Santos). Além disso, serão exibidos filmes em que Nelson é retratado: Nelson Filma, de Luiz Carlos Lacerda; e Como se Morre no Cinema, de Luelane Loiola Corrêa.

brasilianelsonCarlos Alberto Riccelli e Malu Mader em cena de Brasília 18%.

Os filmes serão projetados em 35mm, DCP, Bluray e/ou DVD. Será promovida uma mesa de debate com o cineasta Luiz Carlos Lacerda (Bigode), o ator e cineasta Carlos Alberto Riccelli e a curadora Silvia Oroz, no dia 9, às 20h, com entrada franca. Silvia também participará no dia 11 da Sessão Comentada do filme Cinema de Lágrimas, na qual falará sobre a experiência de trabalhar ao lado de Nelson Pereira dos Santos. E no dia 18, a pesquisadora Angélica Coutinho apresentará a master class Nelson Pereira dos Santos e a literatura. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 9 pelo e-mail inscricaosn@gmail.com e as vagas são limitadas.

Os últimos 60 anos do Brasil foram registrados, de certa maneira, pelo olho do diretor Nelson Pereira dos Santos. Desde os meninos de rua, a seca do Nordeste, a ditadura Vargas, a cultura popular, a baixa umidade do ar em Brasília, etc. O cinema de Nelson apresenta uma nova estética ao cinema brasileiro: com vida, sem glamour, sem estrelas. Filmando nos lugares naturais, sua câmera atua não só como testemunha, mas também como protagonista, tomando partido pelos mais fracos e esquecidos. Seu cinema o coloca em pé de igualdade com os mestres do neorrealismo italiano Roberto Rossellini e Vittorio De Sica.

Para conferir a programação completa da mostra Simplesmente Nelson, clique aqui.