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Benzinho, de Gustavo Pizzi, será o representante brasileiro na disputa pelo Prêmio Goya 2019

por: Cinevitor

benzinhogoya2019Elenco do filme em cena: premiado em Gramado recentemente.

Em cartaz em seis países simultaneamente, Benzinho, dirigido por Gustavo Pizzi, foi escolhido para representar o Brasil nos prêmios Goya, importante premiação realizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que acontece desde 1987.

O longa conta a história de Irene, vivida por Karine Teles, que mora com o marido Klaus, papel de Otávio Müller, e seus quatro filhos nos arredores do Rio de Janeiro. Entre os empreendimentos sem sucesso do parceiro e os problemas da irmã, interpretada por Adriana Esteves, Irene se desdobra para ajudar a todos e dar atenção aos filhos. Mas é quando seu primogênito Fernando, vivido por Konstantinos Sarris, ator grego em sua estreia nos cinemas, é convidado para jogar handebol na Alemanha, que ela terá que lidar com o maior de seus problemas, a despedida antes do previsto.

Benzinho disputará uma vaga entre os quatro finalistas na categoria de melhor filme ibero-americano na 33ª edição do Prêmio Goya, conhecido como o Oscar espanhol, que acontecerá no dia 2 de fevereiro, na cidade de Sevilha. A escolha foi feita nesta quarta-feira, 12/09, na sede da ANCINE, no centro do Rio de Janeiro, por uma comissão de seleção composta de profissionais indicados por diversas entidades do setor audiovisual.

Participaram da comissão: Josiane Osório de Carvalho, por indicação do Fórum dos Festivais; Marcelo Pimentel Müller, por indicação da Associação Brasileira de Críticos de Cinema, ABRACCINE; João Daniel Sequeira Tikhomiroff, por indicação do Programa Brasil de Cinema; Adriana de Lucena Navais Dutra, por indicação da Academia Brasileira de Cinema; e Gustavo Ferreira Rolla, por indicação da ANCINE.

“Após debate sobre os filmes inscritos, a Comissão de Seleção propôs Benzinho como representante brasileiro a ser indicado ao Prêmio Goya de melhor filme ibero-americano, por ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”, diz a ata.

Benzinho teve sua estreia mundial na competição do Festival de Sundance e participou da mostra Voices no Festival de Roterdã. Venceu o prêmio de melhor filme pelo júri e pela crítica do Festival de Málaga e pelo júri do Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira. Também participou dos festivais de Gotemburgo, São Francisco, Washington DC, Berkshire, Provincetown, Edimburgo, Festival Internacional do Cinema Latino de Los Angeles, Festival de Karlovy Vary, na República Checa, e no Rooftop Films Summer Series.

Neste ano, na 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado, saiu premiado com quatro kikitos: melhor atriz para Karine Teles, melhor atriz coadjuvante para Adriana Esteves e melhor filme segundo o Júri Popular e o Júri da Crítica. Vendido para mais de 20 países, Benzinho está sendo exibido simultaneamente no Brasil, México, Polônia, Republica Tcheca, Espanha e Holanda.

O longa de Gustavo Pizzi foi escolhido entre outras 20 produções habilitadas e analisadas. Os demais filmes inscritos foram: A Filosofia na Alcova, de Ivam Cabral e Rodolfo García Vázquez; A Moça do Calendário, de Helena Ignez; A Tecnologia Social, de Patricia Innocenti; Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian; Dedo na Ferida, de Silvio Tendler; Ferrugem, de Aly Muritiba; Henfil, de Angela Zoé; Meu Corpo é Político, de Alice Riff; O Desmonte do Monte, de Sinai Sganzerla; O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues; Querida Mamãe, de Jeremias Moreira; Xingu Cariri Caruaru Carioca, de Beth Formaggini; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg; Praça Paris, de Lucia Murat; Silêncio no Estúdio, de Emília Silveira; Unicórnio, de Eduardo Nunes; e Yonlu, de Hique Montanari.

Foto: Bianca Aun.

O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2019

por: Cinevitor

circomisticooscar2019Jesuita Barbosa: protagonista de O Grande Circo Místico.

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta terça-feira, 11/09, na Cinemateca, em São Paulo, o longa brasileiro que vai disputar uma vaga entre os cinco finalistas na categoria de melhor filme estrangeiro no Oscar 2019.

Entre 22 inscritos, o escolhido foi O Grande Circo Místico, dirigido por Cacá Diegues, que conta a história de cinco gerações de uma mesma família circense, do apogeu à decadência, passando por grandes amores e aventuras. O longa foi exibido no Festival de Cannes deste ano, em sessão especial e fora de competição, e abriu a 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O elenco conta com Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Antonio Fagundes, Juliano Cazarré, Marcos Frota, Mariana Ximenes e Vincent Cassel.

Vale lembrar que, desde 1961, quando o Brasil se inscreveu pela primeira vez ao prêmio de melhor filme estrangeiro do Oscar, com A Morte Comanda o Cangaço, de Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta, o cineasta Cacá Diegues é o recordista em inscrições, com seis obras, porém sem indicações: Xica da Silva, Bye Bye Brasil, Um Trem para as Estrelas, Dias Melhores Virão, Tieta do Agreste e Orfeu.

Recentemente, Cacá Diegues foi eleito membro imortal da Academia Brasileira de Letras e será homenageado no 22º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, no final do mês.

A definição dos membros da comissão ficou a critério da Academia Brasileira de Cinema, entidade formada por mais de 200 profissionais da área cinematográfica nacional. Frederico Maia Mascarenhas, Secretário do Audiovisual e representante do Ministério da Cultura, acompanhou a coletiva ao lado de Jorge Peregrino, Presidente da Academia. A comissão foi presidida por Lucy Barreto e composta por seis membros da ABC: Bárbara Paz, Flávio Ramos Tambellini, Jeferson De, Hsu Chien Hsin, Katia Adler e Claudia da Natividade, tendo Ricardo Domingos Pinto e Silva como suplente.

Estavam na disputa este ano: Além do Homem, de Willy Biondani; Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho e Mariana Bastos; Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra; Benzinho, de Gustavo Pizzi; Canastra Suja, de Caio Sóh; Como é Cruel Viver Assim, de Julia Rezende; Dedo na Ferida, de Silvio Tendler; Encantados, de Tizuka Yamasaki; Entre Irmãs, de Breno Silveira; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; Ferrugem, de Aly Muritiba; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida; O Caso do Homem Errado, de Camila Lopes de Moraes; O Desmonte do Monte, de Sinai Mello e Silva Sganzerla; Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg; Talvez Uma História de Amor, de Rodrigo Spada Bernardo; Unicórnio, de Eduardo Nunes e Yonlu, de Hique Montanari.

Em dezembro, antes do anúncio final, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood selecionará nove produções estrangeiras. Desse grupo, saem os cinco finalistas. A lista com os indicados ao Oscar 2019 será divulgada no dia 22 de janeiro e a cerimônia está marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles.

O representante brasileiro disputará uma vaga na 91ª edição da premiação mais importante do cinema com produções de outros países, como: o japonês Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda; o alemão Werk ohne Autor, de Florian Henckel von Donnersmarck; o belga Girl, de Lukas Dhont; o britânico I Am Not a Witch, de Rungano Nyoni; o austríaco Waldheims Walzer, de Ruth Beckermann; o colombiano Pájaros de Verano, de Cristina Gallego e Ciro Guerra; o turco Ahlat Agaci, de Nuri Bilge Ceylan; o ucraniano Donbass, de Sergey Loznitsa; o venezuelano A Família, de Gustavo Rondón Córdova; o espanhol Campeones, de Javier Fesser; o palestino Ghost Hunting, de Raed Andoni; o romeno Îmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari, de Radu Jude; o suíço Eldorado, de Markus Imhoof; entre outros.

No ano passado, o longa selecionado para disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro foi Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende. Nos últimos anos foram selecionados os seguintes longas: Pequeno Segredo, de David Schurmann; Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert; Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro; O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho; O Palhaço, de Selton Mello; Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro, de José Padilha; Lula, o Filho do Brasil, de Fabio Barreto; e Salve Geral, de Sérgio Rezende.

Foto: Rafael Dalo.

Conheça os vencedores do Festival de Veneza 2018: Leão de Ouro vai para Alfonso Cuarón

por: Cinevitor

cuaronvenezaleaodeouroO cineasta mexicano Alfonso Cuarón: premiado com o Leão de Ouro.

Foram anunciados neste sábado, 08/09, os vencedores da 75ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza. O júri, presidido pelo cineasta Guillermo del Toro, concedeu o Leão de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento, para Roma, do diretor mexicano Alfonso Cuarón.

Completavam o time de jurados deste ano: a atriz Sylvia Chang, de Taiwan; Trine Dyrholm, atriz e cantora dinamarquesa; Nicole Garcia, cineasta e atriz francesa; o diretor italiano Paolo Genovese; a cineasta polonesa Małgorzata Szumowska; o cineasta Taika Waititi; o ator austríaco Christoph Waltz; e a atriz britânica Naomi Watts.

O brasileiro Deslembro, da cineasta Flavia Castro, foi selecionado para a mostra Orizzonti, e o documentário Humberto Mauro, de André Di Mauro, para a mostra Venice Classics, mas não foram premiados.

O evento Giornate degli Autori, também conhecido como Venice Days, é uma mostra paralela ao Festival de Veneza e inspirada na Quinzena dos Realizadores de Cannes, que acontece, desde 2004, ao longo da Biennale. Neste ano, o brasileiro Domingo, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, estava na disputa, mas não foi premiado.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Cinema de Veneza 2018:

COMPETIÇÃO OFICIAL:

MELHOR FILME | LEÃO DE OURO: Roma, de Alfonso Cuarón (México)
MELHOR DIREÇÃO | LEÃO DE PRATA: Jacques Audiard, por The Sisters Brothers
GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: The Favourite, de Yorgos Lanthimos (Reino Unido/Irlanda/EUA)
PRÊMIO COPPA VOLPI | MELHOR ATRIZ: Olivia Colman, por The Favourite
PRÊMIO COPPA VOLPI | MELHOR ATOR: Willem Dafoe, por At Eternity’s Gate
MELHOR ROTEIRO: The Ballad of Buster Scruggs, escrito por Ethan Coen e Joel Coen (EUA)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: The Nightingale, de Jennifer Kent (Austrália)
PRÊMIO MARCELLO MASTROIANNI | ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO: Baykali Ganambarr, por The Nightingale

MOSTRA ORIZZONTI:

MELHOR FILME: Kraben Rahu (Manta Ray), de Phuttiphong Aroonpheng (Tailândia/França/China)
MELHOR DIREÇÃO: Emir Baigazin, por Ozen (The River) (Cazaquistão/Polônia/Noruega)
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Anons (The Announcement), de Mahmut Fazil Coşkun (Turquia/Bulgária)
MELHOR ATOR: Kais Nashif, por Tel Aviv On Fire
MELHOR ATRIZ: Natalya Kudryashowa, por Tchelovek kotorij udivil vseh (The Man Who Surprised Everyone)
MELHOR ROTEIRO: Jinpa (Zhuang si le yi zhi yang), escrito por Pema Tseden (China)
MELHOR CURTA-METRAGEM: Kado (A Gift), de Aditya Ahmad (Indonésia)

VENICE VIRTUAL REALITY:

Melhor História: L’île des morts, de Benjamin Nuel (França)
Melhor Experiência em Realidade Virtual: Buddy VR, de Chuck Chae (Coreia do Sul)
Prêmio Virtual Reality: Spheres: Chorus of the Cosmos, de Eliza McNitt (EUA/França)

VENEZIA CLASSICI:

Melhor Documentário: The Great Buster, de Peter Bogdanovich (EUA)
Melhor Filme Restaurado: A Noite de São Lourenço (La notte di San Lorenzo), de Paolo Taviani e Vittorio Taviani (1982)

OUTROS PRÊMIOS:

LEÃO DO FUTURO | MELHOR FILME DE ESTREIA: Yom Adaatou Zouli (The Day I Lost My Shadow), de Soudade Kaadan (Síria/Líbano/França/Qatar)
LEÃO DE OURO | Lifetime Achievement: David Cronenberg e Vanessa Redgrave
JAEGER-LECOULTRE GLORY TO THE FILMMAKER AWARD
: Zhang Yimou
PRÊMIO CAMPARY PASSION FOR FILM: Bob Murawski

VENICE DAYS | GIORNATE DEGLI AUTORI | MOSTRA PARALELA:

Prêmio do Público | Melhor Filme: Ricordi?, de Valerio Mieli (Itália/França)
Melhor Direção: Claire Burger, por C’est ça l’amour
Prêmio Label Europa Cinemas: Joy, de Sudabeh Mortezai (Áustria)
Hearst Film Award | Melhor Direção Feminina: Sudabeh Mortezai, por Joy
NuovoImaie Talent Award: Linda Caridi, por Ricordi?
Queer Lion Award: José, de Li Cheng (Guatemala/EUA)
Prêmio FEDIC | Menção Especial: Ricordi?, de Valerio Mieli e I Villani, de Daniele De Michele (Itália)

Foto: Divulgação.

Produzido por Rodrigo Teixeira, novo filme de Olivier Assayas terá Wagner Moura e Penélope Cruz no elenco

por: Cinevitor

wagnerolivierWagner Moura: sucesso na série Narcos e confirmado no próximo filme de Assayas.

O brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, produzirá o novo filme de Olivier Assayas, Wasp Network, que traz no elenco Penélope Cruz, Gael Garcial Bernal, Wagner Moura, Pedro Pascal e Edgar Ramírez. O drama de espionagem, dirigido e roteirizado por Assayas, é baseado no livro Os Últimos Soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais, lançado em 2011.

A trama do longa gira em torno da Rede Vespa, um grupo selecionado de agentes secretos criado pelo governo cubano nos anos 1980 para se infiltrar em organizações anticastristas, em Miami, nos EUA. Para realizar suas missões, os espiões passarão por aventuras mirabolantes e disfarces perfeitos para tentar fugir do desmascaramento e do processo por parte do governo americano.

O cineasta francês Olivier Assayas é presença constante nos mais importantes festivais de cinema do mundo. Em 2016, levou o prêmio de melhor direção em Cannes, por Personal Shopper. Por lá, também concorreu ao prêmio máximo do evento, a Palma de Ouro, com os filmes Acima das Nuvens, Clean, Espionagem na Rede e Os Destinos Sentimentais. Além disso, seu mais recente longa, Doubles vies, foi exibido na Competição Internacional do Festival de Veneza e também em Toronto.

Wasp Network é uma coprodução entre a RT Features e a CG Cinema, e começa a ser rodado no primeiro semestre de 2019.

Foto: Alberto E. Rodriguez.

Morre, aos 82 anos, o ator americano Burt Reynolds

por: Cinevitor

burtreynoldsmorreBurt Reynolds: diversos trabalhos e uma indicação ao Oscar.

Morreu nesta quinta-feira, 06/09, aos 82 anos, o ator americano Burt Reynolds. A informação, divulgada pela imprensa americana e confirmada pelo empresário do artista, Erik Kritzer, afirma que Reynolds sofreu uma parada cardíaca no hospital Jupiter Medical Center, na Flórida, e não resistiu.

Com mais de 90 filmes em seu currículo, Burt começou sua carreira artística nos palcos. Sua primeira experiência foi em um peça da faculdade, na qual foi elogiado por sua atuação. Depois disso, estudou teatro em Nova York ao lado de Frank Gifford, Carol Lawrence, Red Buttons e Jan Murray. Prestes a desistir da carreira, teve a oportunidade de estrear na Broadway no final da década de 1950.

Depois disso, participou de diversos programas televisivos, como Riverboat e The Blue Angels. Sua estreia nas telonas aconteceu em 1961 no filme O Diabo da Carne. Depois, atuou em diversas produções, acumulou sucessos ao longo da carreira e foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em Boogie Nights: Prazer Sem Limites, de Paul Thomas Anderson.

Além disso, foi indicado ao Globo de Ouro diversas vezes: em 1971, pela série Dan August; em 1975, pelo filme Golpe Baixo; em 1980, por Encontros e Desencontros; três vezes indicado pela série Evening Shade, saindo vencedor na categoria de melhor ator em 1992; e em 1998, também vencedor, só que dessa vez por Boogie Nights, como ator coadjuvante.

burtboogieBurt Reynolds em cena de Boogie Nights com William H. Macy e Ricky Jay.

Em seu currículo nas telonas, constam diversos filmes, como: O Esquadrão da Morte (1961), Joe, o Pistoleiro Implacável (1966), Tubarão (1969), Aliados Contra o Crime (1972), Amargo Pesadelo (1972), Tudo o que Você Sempre quis Saber Sobre Sexo e Tinha Medo de Perguntar (1972), Amor, Eterno Amor (1975), Crime e Paixão (1975), Agarra-me se Puderes (1977), Ladrão por Excelência (1980), Um Tira de Aluguel (1987), Uma Família Muito Louca (1990), Striptease (1996), Mister Bean: O Filme (1997), Big City Blues (1997), Alta Velocidade (2001), Uma Grande Jogada (2001), Os Gatões: Uma Nova Balada (2005), Em Nome do Rei (2007), Menina dos Olhos (2017), entre outros.

Um de seus últimos trabalhos, a comédia Defining Moments, de Stephen Wallis, tem previsão para estrear no final deste ano. Atualmente, Burt Reynolds estava filmando Once Upon a Time in Hollywood, novo longa de Quentin Tarantino, e estava confirmado em The French Cowboy, de Philipp Lawrence Durand.

Fotos: Noam Galai e New Line Cinema.

Confira o trailer de Legalize Já – Amizade Nunca Morre, com Renato Góes e Ícaro Silva, sobre a banda Planet Hemp

por: Cinevitor

legalizejatrailerO legado de uma das mais consagradas bandas de rap do Brasil nas telonas.

Com canções de denúncia social e resistência, os amigos Skunk e Marcelo, atualmente conhecido como Marcelo D2, deram os primeiros passos com a banda Planet Hemp. A relação de ambos é tema de Legalize Já – Amizade Nunca Morre, longa dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé.

Skunk, interpretado por Ícaro Silva, é um artista que sonha em ganhar a vida com o seu talento, enquanto Marcelo, vivido por Renato Góes, trabalha como camelô e não reconhece o potencial que tem como compositor e cantor.

A cinebiografia conquistou o prêmio de melhor ficção brasileira segundo o público da 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e também o de melhor longa-metragem pelo Júri Popular e melhor roteiro no 12º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, além de ter participado do Festival do Rio no ano passado.

O cantor Marcelo D2 participou desde o início do projeto, que durou nove anos, assina o argumento do filme junto com Johnny Araújo e é um dos responsáveis pela trilha sonora: “O filme não é só sobre maconha. É uma história de amor. É um grito de liberdade. Um pé na porta. É reconhecer que você tem o seu espaço no mundo. O mundo é meu, o mundo é seu. O mundo é de todos nós”, declarou o rapper.

Os diretores tiveram dificuldade para escolher quem iria interpretar Marcelo D2, mas quando viram Renato Góes atuando, perceberam que ele era a aposta certa, justamente pelos dois terem um brilho no olhar. O pernambucano precisou trabalhar para que o seu sotaque não interferisse na composição do personagem. No filme, ele e Ícaro regravaram e cantam clássicos do Planet Hemp como: Legalize Já, Mantenha o Respeito e Phunky Buddha.

Com roteiro de Felipe Braga, o longa conta também com Ernesto Alterio, Marina Provenzzano, Stepan Nercessian, Rafaela Mandelli e Shirley Cruz no elenco.

Confira o trailer de Legalize Já – Amizade Nunca Morre, que estreia nos cinemas no dia 18 de outubro:

Foto: Divulgação/Imagem Filmes.

Morre, aos 92 anos, a atriz Beatriz Segall

por: Cinevitor

beatrizsegallmorreBeatriz Segall como Odete Roitman, em Vale Tudo: papel mais marcante de sua carreira.

Morreu nesta quarta-feira, 05/09, aos 92 anos, a atriz Beatriz Segall. A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa do Hospital Albert Einstein e a causa da morte não foi revelada. Recentemente, a atriz tinha sido internada, mas teve alta no final de agosto.

Nascida no Rio de Janeiro, Beatriz começou sua carreira profissional na década de 1950 quando ganhou uma bolsa para estudar teatro e literatura em Paris. No Brasil, seu primeiro trabalho na TV foi em 1956, na novela Pollyana, exibida pela Rede Tupi. Atuou em diversas produções televisivas, como Dancin’ Days, Pai Herói e Água Viva, mas foi em 1988 que ganhou grande destaque ao interpretar a vilã Odete Roitman, na novela Vale Tudo, papel que marcou sua carreira.

Nas telonas, estreou em A Beleza do Diabo, de Romain Lesage, em 1951, quando ainda assinava como Beatriz Toledo. Depois disso, atuou em Cleo e Daniel, de Roberto Freire; À Flor da Pele e O Cortiço, de Francisco Ramalho Jr.; Diário da Província, de Roberto Palmari; Os Amantes da Chuva, de Roberto Santos; Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco; Romance, de Sergio Bianchi; Desmundo e Família Vende Tudo, de Alain Fresnot.

Seu último trabalho foi em 2015, na série Os Experientes, da Rede Globo, onde fez uma participação no primeiro episódio. Ao longo da carreira, também se dedicou ao teatro e foi consagrada com diversos prêmios, entre eles, o Troféu Imprensa de melhor atriz por sua atuação em Vale Tudo.

Foto: Divulgação/Memória Globo.

Confira o trailer de Tudo Por um Pop Star, com Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia

por: Cinevitor

tudopopstartrailerO longa é baseado na obra de Thalita Rebouças.

No filme Tudo Por um Pop Star, que tem estreia marcada para o dia 11 de outubro, três meninas ficam extasiadas quando recebem a notícia de que a boy band Slava Body Disco Disco Boys estará em turnê no Rio de Janeiro. Tietes intensas, Gabi (Maisa Silva), Manu (Klara Castanho) e Ritinha (Mel Maia) não vão medir esforços para realizar o sonho de ver de perto seus ídolos Slack (João Guilherme), Michael (Victor Aguiar) e Julius (Isacque Lopes).

O trailer, que acaba de ser divulgado, traz uma prévia dos desafios enfrentados pelas adolescentes, com direito à simulação de desmaio, disfarce para entrar no hotel onde os Slavas estão hospedados e até guerra de papel.

Moradoras do interior, as adolescentes têm uma primeira e difícil missão: convencer os pais a deixá-las viajarem sozinhas para a capital. Para isso, as meninas contam com a forcinha de uma importante aliada: Babete (Giovanna Lancellotti), a prima avoada e mais velha de Manu. Passada essa etapa, precisarão dar um jeito para conseguir ingressos, que já estão esgotados. E é aí que entra o famoso youtuber Billy Bold (Felipe Neto) que pode, ou não, ajudar as meninas. Mesmo diante de tantas dificuldades, elas não vão descansar até conseguir conhecer a banda.

Com direção de Bruno Garotti, roteiro de Thalita Rebouças e colaboração de Garotti e Dadá Coelho, o longa tem ainda no elenco Victor Lamoglia, Maitê Padilha, Bárbara Maia, Gaby Nunes, Letícia Isnard, Flávia Garrafa, Ernani Moraes, Osvaldo Mil e Miriam Freeland.

Confira o trailer de Tudo Por um Pop Star:

Foto: Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para o 66º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián

por: Cinevitor

highlifesansebastian Robert Pattinson em cena do filme High Life, da cineasta francesa Claire Denis.

Considerado o mais importante festival de cinema da Espanha e um dos mais antigos da Europa, o Festival Internacional de Cinema de San Sebastián é também um dos mais prestigiados do mundo. Seu principal prêmio, a Concha de Ouro, é concedido ao melhor filme em competição da seleção oficial.

Os selecionados da 66ª edição, que acontecerá entre os dias 21 e 29 de setembro, foram anunciados nesta semana. O cinema brasileiro marca presença com diversas produções: na seleção oficial com Rojo, de Benjamín Naishtat, uma coprodução Argentina, Brasil e outros países. Na mostra Horizontes Latinos aparece com: Ferrugem, de Aly Muritiba, que foi o grande vencedor da mostra Films in Progress no ano passado; Los Silencios, de Beatriz Seigner; e com as coproduções As Herdeiras, do Paraguai, Familia sumergida e Sueño Florianópolis, da Argentina.

Além dos filmes, o festival também presta homenagens a grandes nomes da sétima arte com o Prêmio Donostia, que este ano será entregue para o cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, para o ator americano Danny DeVito e para a atriz britânica Judi Dench.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de San Sebastián 2018:

SELEÇÃO OFICIAL:

El amor menos pensado, de Juan Vera (Argentina) (filme de abertura)
Alpha, The Right To Kill, de Brillante Mendoza (Filipinas)
Angelo, de Markus Schleinzer (Áustria/Luxemburgo)
Bao Bei Er (Baby), de Liu Jie (China)
Beautiful Boy, de Felix Van Groeningen (EUA)
Blind Spot, de Tuva Novotny (Noruega)
Der Unschuldige (The Innocent), de Simon Jaquemet (Suíça/Alemanha)
El reino, de Rodrigo Sorogoyen (Espanha/França)
Entre dos aguas, de Isaki Lacuesta (Espanha)
High Life, de Claire Denis (França/Alemanha/Reino Unido/Polônia/EUA)
Illang: The Wolf Brigade, de Kim Jee-woon (Coreia do Sul)
In Fabric, de Peter Strickland (Reino Unido)
L’homme fidèle (A Faithful Man), de Louis Garrel (França)
Le Cahier Noir (The Black Book), de Valeria Sarmiento (França/Portugal)
Quién te cantará, de Carlos Vermut (Espanha/França)
Rojo, de Benjamín Naishtat (Argentina/Brasil/França/Holanda/Alemanha)
Vision, de Naomi Kawase (Japão/França)
Yuli, de Icíar Bollaín (Espanha/Cuba/Reino Unido/Alemanha)
Gigantes, de Enrique Urbizu e Jorge Dorado (Espanha) (fora de competição)
Dantza, de Telmo Esnal (Espanha) (Special Screenings)
Tiempo después, de José Luis Cuerda (Espanha/Portugal) (Special Screenings)

HORIZONTES LATINOS:

As Herdeiras (Las herederas), de Marcelo Martinessi (Paraguai/Alemanha/Brasil/Uruguai/Noruega/França) (filme de abertura)
Cómprame un revólver, de Julio Hernández Cordón (México)
El Motoarrebatador, de Agustín Toscano (Argentina/Uruguai/França)
Enigma, de Ignacio Juricic Merillán (Chile)
Familia sumergida, de Maria Alché (Argentina/Brasil/Alemanha/Noruega)
Ferrugem (Rust), de Aly Muritiba (Brasil)
Figuras, de Eugenio Canevari (Espanha/Argentina)
La noche de 12 años, de Alvaro Brechner (Espanha/Argentina/França/Uruguai)
Los Silencios, de Beatriz Seigner (Brasil/França/Colômbia)
Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo (Argentina/Chile)
Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas (México/França/Alemanha/Dinamarca/Suécia)
Sueño Florianópolis, de Ana Katz (Argentina/Brasil/França)

NEW DIRECTORS:

Apuntes para una película de atracos, de León Siminiani (Espanha)
Boku wa Iesu-sama ga kirai (Jesus), de Hiroshi Okuyama (Japão)
Der Läufer (Midnight Runner), de Hannes Baumgartner (Suíça)
Julia y el zorro, de Inés María Barrionuevo (Argentina)
La camarista, de Lila Avilés (México)
Les météorites (Meteorites), de Romain Laguna (França)
Nëntor i ftohtë (Cold November), de Ismet Sijarina (Kosovo/Albânia/República da Macedônia)
Neon Heart, de Laurits Flensted-Jensen (Dinamarca)
Oreina, de Koldo Almandoz (Espanha)
Para la guerra, de Francisco Marise (Argentina/Espanha)
Qing Feng De Wei Dao (Breeze), de Kun Yang (China)
Serdtse Mira (Core of the World), de Nataliia Meshchaninova (Rússia/Lituânia)
The Third Wife, de Ash Mayfair (Vietnã)
Un om la locul lui (A Decent Man), de Hadrian Marcu (Romênia)
Viaje al cuarto de una madre, de Celia Rico Clavellino (Espanha/França)

DONOSTIA AWARD SPECIAL SCREENINGS:

Manbiki kazoku (Shoplifters), de Hirokazu Kore-eda (Japão)
Red Joan, de Trevor Nunn (Reino Unido)

Foto: Wild Bunch/Divulgação.

Conheça os filmes selecionados para o 22º Festival de Cinema Brasileiro de Miami

por: Cinevitor

karinebenzinhoKarine Teles em Benzinho, de Gustavo Pizzi: kikito de melhor atriz.

De 14 a 23 de setembro acontecerá em Miami o maior e mais tradicional festival de cinema brasileiro realizado no exterior. Na mostra competitiva do 22º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, Brazilian Film Festival of Miami, oito longas-metragens de ficção retratam a diversidade da cinematografia nacional, com produções que representam a diversidade.

Este ano, a curadoria é de Anna Marie de la Fuente, editora-chefe para América Latina da revista Variety; Flavia Guerra, jornalista e documentarista; e Carlos Gutierrez, diretor do Cinema Tropical, distribuidora baseada em NY.

Todos os filmes que concorrem ao troféu Lente de Cristal são inéditos nos Estados Unidos, sendo que um deles será exibido antes de ser lançado no Brasil: a comédia Correndo Atrás, de Jeferson De. Dois dos oito longas em competição são dirigidos por mulheres: os dramas Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor e As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra.

Completam a seleção: Berenice Procura, de Allan Fiterman, com uma importante representação LGBT no elenco; o drama Benzinho, de Gustavo Pizzi, recentemente premiado no Festival de Cinema de Gramado; O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sérgio Rezende que revela detalhes da misteriosa morte do presidente que nunca tomou posse; e as comédias Uma Quase Dupla, de Marcus Baldini e Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian.

maneirasriopremioMarjorie Estiano e Isabél Zuaa em cena de As Boas Maneiras.

Em sessões hors concours, o festival apresenta dois aguardados documentários também inéditos no Brasil: Quero Botar Meu Bloco na Rua, de Adriana L. Dutra, sobre o carnaval de rua carioca; e Fevereiros, de Marcio Debellian, que registra a vitória da Mangueira quando homenageou Maria Bethânia e acompanha a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia.

Cacá Diegues, o grande homenageado desta edição, ganhará uma mostra especial com exibição de três filmes emblemáticos: Orfeu (1999), Deus é Brasileiro (2003) e O Maior Amor do Mundo (2006). Em uma mostra paralela voltada para a formação de novas plateias, três filmes serão exibidos na Florida International University: o documentário Euller Miller Entre Dois Mundos, de Fernando Severo, protagonizado por um jovem indígena da etnia kaiwá; Como é Cruel Viver Assim, de Julia Rezende; e Canastra Suja, de Caio Sóh.

Maior vitrine do audiovisual nacional nos Estados Unidos, o Festival de Cinema Brasileiro de Miami (BRAFF) apresenta um panorama diversificado da mais recente produção audiovisual brasileira, com mostras e painéis que ocupam diversos espaços da cidade: o Regal South Beach 18 (tradicional cinema que sedia a mostra competitiva), New World Symphony SoundScape Park, Savor Cinema, Downtown Media Center e Florida Internacional University.

Fotos: Bianca Aun e Rui Poças.

Conheça os vencedores do 46º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

ferrugemvencegramado46Equipe de Ferrugem no palco: grande vencedor.

Foram anunciados neste sábado, 25/08, no Palácio dos Festivais, os vencedores da 46ª edição do Festival de Cinema de Gramado. Ferrugem, de Aly Muritiba, foi eleito pelos jurados o melhor longa-metragem brasileiro deste ano. A produção paranaense levou ainda os kikitos de melhor roteiro e melhor desenho de som.

Benzinho, de Gustavo Pizzi, venceu os prêmios de melhor filme pelo Júri da Crítica e pelo voto do Júri Popular, além dos prêmios de melhor atriz para Karine Teles e melhor atriz coadjuvante para Adriana Esteves.

Entre os longas estrangeiros, o filme paraguaio Las Herederas, de Marcelo Martinessi, saiu consagrado com quatro dos seis kikitos em disputa, entre eles, o de melhor filme. Nos curtas-metragens brasileiros, a animação Guaxuma, de Nara Normande, foi a grande vencedora.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Gramado 2018:

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

Melhor Desenho de Som: Ferrugem, por Alexandre Rogoski
Melhor Atriz Coadjuvante: Adriana Esteves, por Benzinho
Melhor Ator Coadjuvante: Ricardo Gelli, por 10 Segundos para Vencer
Melhor Trilha Musical: Simonal, por Max de Castro e Wilson Simoninha
Melhor Direção de Arte: Simonal, por Yurika Yamazaki
Melhor Montagem: A Voz do Silêncio, por Gustavo Giani
Melhor Fotografia: Simonal, por Pablo Baião
Melhor Roteiro: Ferrugem, escrito por Jessica Candal e Aly Muritiba
Melhor Atriz: Karine Teles, por Benzinho
Melhor Ator: Osmar Prado, por 10 Segundos para Vencer
Melhor Filme | Júri Popular: Benzinho, de Gustavo Pizzi
Menção Honrosa: A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra
Melhor Direção: André Ristum, por A Voz do Silêncio
Melhor Filme: Ferrugem, de Aly Muritiba

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS:

Melhor Desenho de Som: Aquarela, por Fábio Carneiro Leão
Melhor Trilha Musical: A Retirada para um Coração Bruto, por Manoel do Norte
Melhor Direção de Arte: Torre, por Pedro Franz e Rafael Coutinho
Melhor Montagem: Aquarela, por Thiago Kistenmacker
Melhor Fotografia: Nova Iorque, por Beto Martins
Melhor Roteiro: A Retirada para um Coração Bruto, escrito por Marco Antônio Pereira
Melhor Atriz: Maria Tugira Cardoso, por Catadora de Gente
Melhor Ator: Manoel do Norte, por A Retirada para um Coração Bruto
Prêmio Especial do Júri: Estamos Todos Aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim
Melhor Filme | Júri Popular: Torre, de Nádia Mangolini
Melhor Direção: Fábio Rodrigo, por Kairo
Melhor Filme: Guaxuma, de Nara Normande
Prêmio Canal Brasil de Curtas: Nova Iorque, de Leo Tabosa

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS:

Melhor Fotografia: Averno, por Nelson Waisntein
Melhor Roteiro: Las Herederas, escrito por Marcelo Martinessi
Melhor Atriz: Ana Brun, Margarita Irun e Ana Ivanova, por Las Herederas
Melhor Ator: Néstor Guzzini, por Mi Mundial
Melhor Filme | Júri Popular: Las Herederas, de Marcelo Martinessi
Melhor Direção: Marcelo Martinessi, por Las Herederas
Melhor Filme: Las Herederas, de Marcelo Martinessi
Prêmio Especial do Júri: Averno, de Marcos Loayza

JÚRI DA CRÍTICA:

Melhor curta-metragem: Torre, de Nádia Mangolini
Melhor longa estrangeiro: Las Herederas, de Marcelo Martinessi
Melhor longa brasileiro: Benzinho, de Gustavo Pizzi

Aperte o play e confira os melhores momentos da cerimônia de premiação:

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

Filmes de Jayme Monjardim e Otto Guerra encerram o 46º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

aventalrosaequipegramadoA turma de Jayme Monjardim no tapete vermelho.

Na última noite de exibições de filmes do 46º Festival de Cinema de Gramado, dois longas brasileiros encerraram a mostra competitiva: o drama O Avental Rosa, de Jayme Monjardim e a animação A Cidade dos Piratas, do cineasta gaúcho Otto Guerra.

Em O Avental Rosa, Cyria Coentro interpreta Alice, uma mulher solitária de 50 anos, que cuida de pacientes terminais. No dia a dia do trabalho em diferentes hospitais, ela se envolve com as histórias surpreendentes dos pacientes e, aos poucos, reencontra sua autoestima e a força necessária para seguir em frente. O elenco conta também com César Troncoso, Tânia Bondezan, Bruno Cabrerizo, Nicette Bruno, Leonardo Medeiros e Allan Souza Lima.

No palco do Palácio dos Festivais, acompanhado por diversos integrantes da equipe, Monjardim falou sobre a importância dos curtas-metragens, preconceito com quem vem da televisão e revelou estar muito feliz por fazer parte da seleção desta edição: “Não estamos aqui para apresentar um filme, mas sim, uma causa. Ainda estou começando no cinema, mas esse é o meu filme mais autoral”.

ottoequipegramadoOtto Guerra e sua equipe no palco.

Na animação A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra, um diretor de cinema se vê diante de uma situação complexa na produção de seu longa: o autor da história passa a negar os personagens principais da trama. Em uma tentativa desesperada de terminar o filme, ele decide contar seu drama, criando um labirinto caótico entre a ficção e a vida real.

Com grande parte da equipe no palco, Otto, que foi homenageado na edição passada com o Troféu Eduardo Abelin, disse: “Eu comecei aqui, por isso Gramado é muito importante pra mim”, revelou. A animação conta com a participação especial de Laerte, Matheus Nachtergaele, Marco Ricca, Marcos Contreras e Luis Felipe Ramos.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação de O Avental Rosa em Gramado:

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Fotos: Edison Vara e Cleiton Thiele/Pressphoto.