Notícias

Fique por dentro de tudo o que acontece no universo do cinema!

42ª Mostra de São Paulo divulga destaques da programação e pôster assinado por Laurie Anderson

por: Cinevitor

jacklarsmostraspUma Thurman e Matt Dillon em A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier.

A programação completa da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontecerá entre os dias 18 e 31 de outubro, será anunciada em breve. Enquanto isso, algumas novidades já foram anunciadas. Uma delas é o cartaz desta edição: assinado pela artista multimídia norte-americana Laurie Anderson, que trabalha com tecnologia, música, cinema e performance.

Segundo a artista, o pôster do evento destaca “um espaço feito de palavras e imagens de palavras; é como caminhar para dentro de uma história e se tornar parte dela. É uma maneira de você poder andar dentro de livros e filmes e deixar eles serem parte de sua própria história”.

Já a instalação em realidade virtual abre o novo CineSesc Anexo. Batizada de Chalkroom (quarto de giz), a obra tem coautoria do artista taiwanês Hsin-Chien Huang e exibe uma gigantesca estrutura formada por palavras, em que, como sugere o nome, desenhos e histórias fraturadas vagam pelo ar, se formam, se desfazem e são recriadas como se fossem inscrições de giz em uma lousa. A cenografia da instalação é de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

3facesmostraspBehnaz Jafari e Jafar Panahi em 3 Faces: destaque da Mostra.

Entre os filmes já anunciados, destacam-se: Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes; o novo filme de Paul Vecchiali, Trem das Vidas ou A Viagem de Angélique (Train de vies ou les voyages d’Angélique), cineasta francês que foi homenageado com o Prêmio Leon Cakoff na Mostra do ano passado; o suspense Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller, premiado nos festivais de Sundance e Roterdã e indicado da Dinamarca ao Oscar de melhor filme estrangeiro; o drama Sofia, de Meryem Benm’Barek-Aloïsi, vencedor do prêmio de melhor roteiro na mostra Un Certain Regard, em Cannes.

Outros filmes exibidos em Cannes também farão parte da Mostra, como: A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier; o drama Capharnaüm, de Nadine Labaki; Em Chamas (Beoning), de Chang-dong Lee, da Coreia do Sul, vencedor do Prêmio FIPRESCI; o romance musical Verão (Leto), de Kirill Serebrennikov; o drama 3 Faces (Se rokh), de Jafar Panahi, vencedor do prêmio de melhor roteiro; e Infiltrado na Klan, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Júri.

Conheça outros filmes já confirmados para a 42ª Mostra de São Paulo:

Boys Who Like Girls (Miehen Malli), de Inka Achté
The Chaotic Life of Nada Kadic (Kaoticni Zivot Nade Kadic), de Marta Hernaiz Pidal
Como Fernando Pessoa Salvou Portugal, de Eugène Green
O Estado Contra Mandela e os Outros (The State Against Mandela and the Others), de Nicolas Champeaux e Gilles Porte
Mochila de Chumbo (Mochila de Plomo), de Darío Mascambroni
Família Submersa (Familia Sumergida), de María Alche
Pedro e Inês: O Amor Não Descansa (Pedro e Inês), de António Ferreira
A Odisseia de Peter (Odysseya Petra), de Alexey Kuzmin-Tarasov e Anna Kolchina
El Creador de Universos, de Mercedes Dominioni
Um Noir nos Balcãs (A Balkan Noir), de Drazen Kuljanin
Um Buraco na Cabeça (Dziura w glowie), de Piotr Subbotko
Malila (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana
A Peônia (La Pivoine), de Joaquin Breton
Rosas Selvagens (Dzikie róze), de Anna Jadowska
Julia e a Raposa (Julia y el Zorro), de Inés María Barrionuevo

Confira o pôster da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:

mostrasp42poster

Fotos: Zentropa/Divulgação.

As Viúvas, com Viola Davis, será o filme de abertura do Festival do Rio 2018

por: Cinevitor

asviuvasfestivaldorioO longa foi exibido recentemente no Festival de Toronto.

O Festival do Rio 2018, que acontecerá entre os dias 1 e 11 de novembro, acaba de anunciar o filme de abertura de sua 20ª edição: o thriller As Viúvas, protagonizado por Viola Davis, que será exibido no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano.

Dirigido por Steve McQueen, de 12 Anos de Escravidão, o longa, que tem estreia marcada para o dia 29 de novembro nos cinemas brasileiros, conta a história de quatro mulheres que precisam assumir uma dívida deixada por seus maridos criminosos para salvarem os próprios destinos.

O elenco conta com Viola Davis, que interpreta Veronica; Elizabeth Debicki, no papel de Alice; Michelle Rodriguez, interpretando Linda; e Cynthia Erivo, como Belle. Completam o time: Robert Duvall, Liam Neeson, Colin Farrell, Daniel Kaluuya e Brian Tyree Henry.

Baseado no livro Widows, de Lynda La Plante, o roteiro é assinado por McQueen e Gillian Flynn, de Garota Exemplar. Considerado um thriller moderno, com cenário em crime, paixão e corrupção, As Viúvas traz a história de quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada na contemporânea Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica, Alice, Linda e Belle assumem seus destinos em suas próprias mãos e conspiram para forjar um futuro em seus próprios termos.

Ao completar 20 anos de existência, o Festival do Rio reafirma sua importância para a cultura carioca e o cinema no Brasil e na América Latina. Ao longo dessa jornada, o Festival do Rio tem sido responsável por trazer as primeiras exibições de filmes consagrados em grandes festivais internacionais e por apresentar ao público diretores estreantes e cinematografias pouco conhecidas. A Première Brasil se tornou a grande janela de lançamento para os realizadores nacionais e a estatueta do Redentor, um prêmio reconhecido por público e crítica.

Confira o trailer de As Viúvas:

Foto: Divulgação/Fox Film.

Chacrinha: O Velho Guerreiro, com Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch, ganha trailer

por: Cinevitor

chacrinhatrailer2Quem Não se Comunica, se Trumbica: Stepan Nercessian em cena.

Dirigido por Andrucha Waddington, Chacrinha: O Velho Guerreiro narra a trajetória do apresentador que fez história na televisão brasileira. Escrito por Claudio Paiva, o longa traz Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch interpretando as duas fases da vida de Abelardo Barbosa.

O filme mostra sua chegada ao Rio de Janeiro vindo de Pernambuco, onde estudou dois anos de medicina, mas largou a faculdade para se aventurar como locutor de rádio. O apelido Chacrinha surgiu depois de conseguir emprego na Rádio Clube Fluminense, localizada numa chácara da cidade, onde posteriormente lançaria o Cassino do Chacrinha.

No longa, conhecemos o perfeccionismo de Abelardo Barbosa, que completaria 100 anos em 2017, em contraste com a espontaneidade do que representava como Chacrinha, a relação conturbada do apresentador com a família e as críticas enfrentadas ao estilo original que mais tarde o consagraria. Conhecido por sua irreverência, em sua reestreia na Rede Globo, Chacrinha chegou a promover um concurso do cachorro mais pulguento no Rio, causando uma infestação na emissora.

Dono de inúmeros bordões como Terezinhaaa?, Eu vim para confundir não para explicar, Quem Não se Comunica, se Trumbica e Quem Quer Bacalhau?, este que ganhou fama depois de o apresentador jogar bacalhau para o público do auditório.

No elenco principal também estão Gianne Albertoni como Elke Maravilha e Laila Garin vivendo Clara Nunes. A atriz Carla Ribas é Florinda, esposa de Chacrinha, enquanto Rodrigo Pandolfo e Pablo Sanábio são os filhos do Velho Guerreiro. Boni é interpretado por Thelmo Fernandes, Antônio Grassi vive Oswaldo e Karen Junqueira é Rita Cadillac.

Confira o trailer de Chacrinha: O Velho Guerreiro, que estreia no dia 25 de outubro:

Foto: Suzanna Tierrie.

Conheça os vencedores do 66º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián

por: Cinevitor

dariosansebastianO argentino Darío Grandinetti: prêmio de melhor ator.

Foram anunciados neste sábado, 29/09, os vencedores da 66ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. O drama espanhol Entre dos aguas, dirigido por Isaki Lacuesta, recebeu a Concha de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento.

Além dos premiados, o festival também presta homenagens a grandes nomes da sétima arte com o Prêmio Donostia, que este ano foi entregue para o cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, para o ator americano Danny DeVito e para a atriz britânica Judi Dench.

O cinema brasileiro marcou presença com diversas produções: na seleção oficial com Rojo, de Benjamín Naishtat, uma coprodução Argentina, Brasil e outros países, que foi premiada. Na mostra Horizontes Latinos com: Ferrugem, de Aly Muritiba, que foi o grande vencedor da mostra Films in Progress no ano passado; Los Silencios, de Beatriz Seigner; e com as coproduções As Herdeiras, do Paraguai, Familia sumergida e Sueño Florianópolis, da Argentina.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2018:

CONCHA DE OURO | MELHOR FILME:
Entre dos aguas (Between Two Waters), de Isaki Lacuesta (Espanha)

CONCHA DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO:
Benjamín Naishtat, por Rojo (Argentina/Brasil/França/Holanda/Alemanha)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATRIZ:
Pia Tjelta, por Blindsone (Blind Spot)

CONCHA DE PRATA | MELHOR ATOR:
Darío Grandinetti, por Rojo

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Alpha, The Right to Kill, de Brillante Mendoza (Filipinas)

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR ROTEIRO (empate):
Yuli, escrito por Icíar Bollaín e A Faithful Man (L’homme fidèle), escrito por Jean-Claude Carrière e Louis Garrel

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FOTOGRAFIA:
Rojo, por Pedro Sotero

PRÊMIO NOVOS DIRETORES:
Boku Wa Iesu-Sama Ga Kirai (Jesus), de Hiroshi Okuyama (Japão)
Menção Especial: Viaje al cuarto de una madre, de Celia Rico Clavellino (Espanha)

PRÊMIO HORIZONTES:
Familia Sumergida, de María Alche (Argentina/Noruega/Alemanha/Brasil)
Menção Especial: El Motoarrebatador (The Snatch Thief), de Agustín Toscano (Argentina/Uruguai/França)

PRÊMIO  ZABALTEGI-TABAKALERA | CURTA-METRAGEM:
Song for the Jungle, de Jean-Gabriel Périot (França)
Menção Especial: Los que desean (Those Who Desire), de Elena López Riera (Suíça/Espanha)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME | CITY OF DONOSTIA:
Un día más con vida (Another Day of Life), de Raúl de la Fuente e Damian Nenow (Espanha/Polônia/Bélgica/Alemanha)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME EUROPEU | CITY OF DONOSTIA:
Girl, de Lukas Dhont (Bélgica/Holanda)

PRÊMIO FIPRESCI:
High Life, de Claire Denis (Alemanha/França/Reino Unido/Polônia/EUA)

IRIZAR BASQUE FILM AWARD:
Oreina (The Deer), de Koldo Almandoz (Espanha)

YOUTH AWARD:
Viaje al cuarto de una madre (Journey to a Mother’s Room), de Celia Rico Clavellino

Foto: Carlos Alvarez/Getty Images Europe.

Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018: filmes brasileiros se destacam entre os indicados

por: Cinevitor

boasmaneirasfenixMarjorie Estiano e Isabél Zuaa em As Boas Maneiras.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 24/09, os indicados ao Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix, que celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual, criada em 2014 e organizada pela Cinema 23, reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo.

O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.

Neste ano, na quinta edição do evento, que será realizada no dia 7 de novembro, na Cidade do México, o cinema brasileiro aparece muito bem representado com diversas produções, como: Benzinho, de Gustavo Pizzi, na categoria de melhor atriz para Karine Teles; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, indicado a melhor filme de ficção e melhor edição; os documentários Ex-Pajé, Baronesa, O Processo e Bixa Travesty; e o drama Azougue Nazaré, de Tiago Melo.

O brasileiro Rodrigo Santoro recebeu uma indicação ao prêmio de melhor ator pelo drama cubano Un Traductor. Além disso, o Brasil também se destaca com suas coproduções, como o argentino Zama, de Lucrecia Martel, que rendeu indicações a duas brasileiras: Renata Pinheiro e Karen Harley; o paraguaio As Herdeiras; e o documentário Aeroporto Central, do cineasta brasileiro Karim Aïnouz em coprodução com a Alemanha e França.

Conheça os indicados aos Premios Fénix 2018:

MELHOR FILME | FICÇÃO:
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina)
As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (Brasil/França)
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Alemanha/Brasil/França)
Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias (República Dominicana/Argentina/Alemanha/Qatar)
Pájaros de Verano, de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia/México/Dinamarca/França)
Museo, de Alonso Ruizpalacios (México)
Zama, de Lucrecia Martel (Argentina/Brasil/Espanha/República Dominicana/França/Holanda/México/Suíça/EUA/Portugal/Líbano)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO:
Aeroporto Central (Central Airport THF), de Karim Aïnouz (Alemanha/Brasil/França)
Baronesa, de Juliana Antunes (Brasil)
Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (Brasil)
El silencio es un cuerpo que cae, de Agustina Comedi (Argentina)
Muitos Filhos, um Macaco e um Castelo (Muchos hijos, un mono y un castillo), de Gustavo Salmerón (Espanha)
O Processo, de Maria Augusta Ramos (Brasil)
Teatro de Guerra, de Lola Arias (Argentina/Alemanha/Espanha)

MELHOR DIREÇÃO:
Alonso Ruizpalacios, por Museo
Anahí Berneri, por Alanis
Cristina Gallego e Ciro Guerra, por Pájaros de Verano
Julio Hernández Cordón, por Cómprame un revolver
Laura Mora Ortega, por Matar a Jesús
Lucrecia Martel, por Zama
Marcelo Martinessi, por As Herdeiras

MELHOR ATRIZ:
Antonella Costa, por Dry Martina
Bárbara Lennie, por Uma Espécie de Família
Carmiña Martínez, por Pájaros de Verano
Karine Teles, por Benzinho
Sofia Gala, por Alanis

MELHOR ATOR:
Daniel Giménez Cacho, por Zama
Gael García Bernal, por Museo
Javier Gutiérrez, por El Autor
Lorenzo Ferro, por El Ángel
Rodrigo Santoro, por Un Traductor

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
A Livraria, por Llorenç Miquel
As Herdeiras, por Carlo Spatuzza
El Ángel, por Julia Freid
Handia, por Mikel Serrano
Zama, por Renata Pinheiro

MELHOR EDIÇÃO:
As Boas Maneiras, por Caetano Gotardo
Cocote, por Nelson Carlo de Los Santos Arias
El Ángel, por Guille Gatti
Pájaros de Verano, por Miguel Schverdfinger
Zama, por Karen Harley e Miguel Schverdfinger

MELHOR FOTOGRAFIA | FICÇÃO:
As Herdeiras, por Luis Armando Arteaga
El Ángel, por Julián Apezteguia
Museo, por Damián García
Pájaros de Verano, por David Gallego
Zama, por Rui Poças

MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
Central Airport THF, por Juan Sarmiento G.
Ex-Pajé, por Pedro J. Márquez
Nosotros las piedras, por Caleb B. Kuntz
Teatro de Guerra, por Manuel Abramovich
Trinta Lumes, por Lara Vilanova

MELHOR ROTEIRO:
As Herdeiras, escrito por Marcelo Martinessi
Matar a Jesús, escrito por Laura Mora Ortega e Alonso Torres
Pájaros de Verano, escrito por Maria Camila Arias e Jacques Toulemonde Vidal
Petra, escrito por Michel Gaztambide, Clara Roquet e Jaime Rosales
Zama, escrito por Lucrecia Martel

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Aeroporto Central (Central Airport THF), por Benedikt Schiefer
Azougue Nazaré, por Tomaz Alves Souza e Mestre Anderson
Museo, por Tomás Barreiro
Pájaros de Verano, por Leonardo Heiblum
Tiempo Compartido, por Giorgio Giampà

MELHOR SOM:
As Herdeiras, por Daniel Turini, Fernando Henna, Rafael Alvarez e Ariel Henrique
Cocote, por Nelson Carlo de Los Santos Arias e Nahuel Palenque
El Ángel, por José Luis Díaz
Museo, por Javier Umpierrez, Isabel Muñoz, Michelle Couttolenc e Jaime Baksht
Pájaros de Verano, por Carlos García, Claus Lynge e Marco Salaverría
Zama, por Guido Berenblum e Emmanuel Croset

MELHOR FIGURINO:
A Livraria, por Mercè Paloma
El Ángel, por Julio Suárez
Handia, por Saioa Lara
Pájaros de Verano, por Catherine Rodríguez
Zama, por Julio Suárez

Foto: Divulgação.

O Paciente – O Caso Tancredo Neves é o grande vencedor do 22º Festival de Cinema Brasileiro de Miami

por: Cinevitor

pacientemiamiOthon Bastos: protagonista do filme vencedor.

Foi anunciado neste domingo, 23/09, na Flórida, o vencedor da 22ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Miami (BRAFF): O Paciente – O Caso Tancredo Neves, thriller médico dirigido por Sergio Rezende que revela detalhes da misteriosa morte do primeiro presidente civil eleito após a longa ditadura militar, em 1985, e que nunca tomou posse.

Estrelado por Othon Bastos, o filme ganhou o troféu Lente de Cristal e está em cartaz nos cinemas brasileiros. No elenco principal estão também Emilio Dantas, Esther Góes, Paulo Betti, Otávio Müller e Leonardo Medeiros.

Realizada no tradicional cinema Regal South Beach, a mostra competitiva reuniu oito longas, selecionados pelos curadores: Anna Marie de la Fuente, editora-chefe para América Latina da revista Variety; Flavia Guerra, jornalista e documentarista; e Carlos Gutierrez, diretor da distribuidora e produtora sediada em NY Cinema Tropical. O prefeito de Miami Beach, Dan Gelber, entregou à Inffinito, que organiza o evento, uma condecoração da cidade em reconhecimento à importância do festival.

O Paciente concorreu com os dramas Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor, As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, Berenice Procura, de Allan Fiterman, Benzinho, de Gustavo Pizzi; e as comédias Uma Quase Dupla, de Marcus Baldini, Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian e Correndo Atrás, de Jeferson De.

Em sessões hors concours, o festival apresentou dois aguardados documentários também inéditos no Brasil: Quero Botar Meu Bloco na Rua, de Adriana L. Dutra, sobre o carnaval de rua carioca; e Fevereiros, de Marcio Debellian, que registra a vitória da Mangueira quando homenageou Maria Bethânia e acompanha a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia.

Além de Cacá Diegues, que foi homenageado nesta edição, as diretoras do festival, Adriana Dutra, Claudia Dutra e Viviane Spinelli receberam em Miami convidados como: as produtoras Mariza Leão e Elisa Tolomelli; os atores Betty Faria, Alejandro Claveaux e Danton Mello; os diretores Carolina Jabor, Jeferson De, Sergio Rezende, Marcio Debellian e Tiago Arakilian; e os roteiristas Helio de la Peña, Luisa Parnes e Flávia Guimarães.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

brasilia2018vencedoresOs vencedores desta edição no palco do Cine Brasília.

Foram anunciados neste domingo, 23/09, os vencedores do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O longa-metragem Temporada, de André Novais Oliveira, levou cinco prêmios, entre eles, o Troféu Candango de melhor filme da Mostra Competitiva.

Entre os curtas-metragens, Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados ficou com o título de melhor curta. O filme de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito também foi premiado pelo melhor som com o trabalho de Nicolau Domingues.

O júri popular escolheu como melhor longa desta edição o documentário Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, que também foi reconhecido como melhor trilha sonora, com o Prêmio Saruê e uma menção honrosa. O melhor curta do público foi Eu, Minha Mãe e Wallace, dos Irmãos Carvalho, que também ganhou melhor atriz coadjuvante para Noemia Oliveira e Prêmio Zózimo Bulbul de melhor curta.

Conheça os vencedores do Festival de Brasília 2018:

LONGA-METRAGEM | TROFÉU CANDANGO

Melhor Filme | Prêmio Técnico Dot Cine: Temporada, de André Novais Oliveira
Melhor Direção: Beatriz Seigner, por Los Silencios
Melhor Ator: Aldri Anunciação, por Ilha
Melhor Atriz: Grace Passô, por Temporada
Melhor Ator Coadjuvante: Russão, por Temporada
Melhor Atriz Coadjuvante: Luciana Paes, por A Sombra do Pai
Melhor Roteiro: Ilha, escrito por Ary Rosa e Glenda Nicácio
Melhor Fotografia: Temporada, por Wilsa Esser
Melhor Montagem: A Sombra do Pai, por Karen Akerman
Melhor Som: A Sombra do Pai, por Gabriela Cunha
Melhor Direção de Arte: Temporada, por Diogo Hayashi
Melhor Trilha Sonora: Bixa Travesty
Júri Popular | Melhor Filme (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Técnico Canal Curta!): Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman
Menção Honrosa do Júri: Bixa Travesty, pelo posicionamento e impactante apresentação da dupla Linn da Quebrada e Jup do Bairro

CURTA-METRAGEM| TROFÉU CANDANGO

Melhor Filme | Prêmio Técnico Dot Cine: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito
Melhor Direção: Nara Normande, por Guaxuma
Melhor Ator: Fábio Leal, por Reforma
Melhor Atriz: Maria Leite, por Mesmo com Tanta Agonia
Melhor Ator Coadjuvante: Uirá dos Reis, por Plano Controle
Melhor Atriz Coadjuvante: Noemia Oliveira, por Eu, Minha Mãe e Wallace
Melhor Roteiro: Reforma, escrito por Fábio Leal
Melhor Fotografia: Mesmo com Tanta Agonia, por Anna Santos
Melhor Direção de Arte: Guaxuma, por Nara Normande
Melhor Som: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, por Nicolau Domingues
Melhor Trilha Sonora: Guaxuma, por Normand Roger
Melhor Montagem: Plano Controle, por Gabriel Martins e Luisa Lana
Júri Popular | Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho
Prêmio Especial do Júri: Liberdade, de Pedro Nishi e Vinicius Silva

PRÊMIO ABRACCINE
Melhor curta-metragem: Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
Melhor longa-metragem: Los Silencios, de Beatriz Seigner

MOSTRA BRASÍLIA | 22º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Melhor longa-metragem (Prêmio CiaRio/Naymar): New Life S.A., de André Carvalheira
Melhor curta-metragem (Prêmio Aquisição Prime Box Brasil): Entre Parentes, de Tiago Aragão
Melhor Direção: André Luiz Oliveira, por O Outro Lado da Memória
Melhor Ator: Murilo Grossi, por New Life S.A.
Melhor Atriz: As presidiárias do filme Presos que Menstruam, representadas por Naiara Lira
Melhor Roteiro: Para Minha Gata Mieze, escrito por Wesley Gondim
Melhor Fotografia: Entre Parentes, por Alan Schvarsberg
Melhor Montagem: A Praga do Cinema Brasileiro, por Zefel Coff
Melhor Direção de Arte: O Outro Lado da Memória, por Moacyr Gramacho
Melhor Edição de Som: Riscados pela Memória, por Olívia Hernandez
Melhor Trilha Sonora: O Outro Lado da Memória, por Vinícius Jibhajan
Júri Popular | Melhor longa-metragem (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Estúdio Plug In): O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
Júri Popular | Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Terras Brasileiras, de Dulce Queiroz

PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira

PRÊMIO TÉCNICO PLUG.IN: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira

PRÊMIO TÉCNICO CiaRIO/NAYMAR
Curta-metragem: Terras Brasileiras, de Dulce Queiroz
Longa-metragem: New Life S.A., de André Carvalheira

PRÊMIO AQUISIÇÃO PRIME BOX BRAZIL: Entre Parentes, de Tiago Aragão

FESTUNIBRASÍLA – 2º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CINEMA DE BRASÍLIA

Melhor Filme: Capitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha (Escola Porto Iracema das Artes, do Ceará)
Melhor Direção: Flores, de Vado Vergara e Henrique Bruch (PUC/RS)
Júri Popular: A Casa de Ana, de Clara Ferrer e Marcella C. De Finis (Universidade Federal Fluminense)
Menção Honrosa: Um lugar ao Sul, de Gianluca Cozza (Universidade Federal de Pelotas) e De vez em quando, quando eu morro, eu choro, de R.B. Lima (Universidade Federal da Paraíba)

PRÊMIO ZÓZIMO BULBUL

Prêmio Zózimo Bulbul – Fest Filme Fest Uni: Impermeável Pavio Curto, de Higor Gomes
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor curta-metragem: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor longa-metragem: Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Prêmios Caleidoscópio, Técnico VOD Tamanduá e Aquisição Prime Box Brazil: Os Sonâmbulos, de Tiago Mata Macedo

FUTURO BRASIL

Prêmio Técnico Mistika, Prêmio Técnico Cinemática Audiovisual e Prêmio Técnico Cinecolor: Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu, de Bruno Risas

OUTROS PRÊMIOS:

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL DE CURTA-METRAGEM: Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
PRÊMIO SARUÊ: Linn da Quebrada e Jup do Bairro, por Bixa Travesty
PRÊMIO CONTERRÂNEOS: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
Prêmio Técnico DOT Cine | Longa-metragem: Temporada, de André Novais Oliveira
Prêmio Técnico DOT Cine | Curta-metragem: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito
Prêmio Técnico Canal Curta!: Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman
Prêmio Técnico CiaRio/Neymar: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são premiados no Queer Lisboa 2018

por: Cinevitor

inferninhoqueerlisboaRafael Martins em Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 22/09, os vencedores do 22º Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, que aborda novas propostas cinematográficas de temática gay, lésbica, bissexual, transgênero e transexual.

Criado em 1997, o Queer Lisboa é considerado um dos festivais de gênero mais reconhecidos mundialmente e neste ano exibiu 100 filmes, de 32 países, ao longo de sua programação. Além disso, é o festival de cinema mais antigo de Lisboa, em Portugal.

O júri da Competição de longas atribuiu uma Menção Especial ao brasileiro Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon: “Uma narrativa com uma linguagem orgânica sobre uma geração num universo agressivo. Um filme representativo de um país que se tornou uma prisão para as minorias e para a sua juventude”, diz a justificativa.

Na Competição de documentários, o júri concedeu uma Menção Especial para outro filme brasileiro: Cartas Para um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros. A justificativa diz: “Os realizadores relatam de forma meticulosa a história de Laéssio Rodrigues de Oliveira, cuja paixão por Carmen Miranda o tornou num talentoso ladrão de livros e num afamado ‘criminoso’. Expondo a podridão do sistema e as controversas alternativas queer de Laéssio, cheias de humor e sarcasmo, o filme confronta-nos com as fronteiras da ética, a hipocrisia da justiça e a dura realidade da luta de classes”.

O curta-metragem brasileiro O Órfão, de Carolina Markowicz, também recebeu uma Menção Especial: “Pelo simples e belíssimo retrato desta realidade que nos pareceu muito relevante destacar. Baseado numa história real, trata-se de um comovente e terno retrato de um órfão queer em São Paulo”, defendeu o júri.

Na Competição Queer Art, dedicada ao cinema experimental, o prêmio de melhor filme foi entregue para o brasileiro Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes. Segundo o júri: “Pela sua poética visual e narrativa que transcende a dimensão teatral e celebra acima de tudo os seus protagonistas, ressaltando a sua ternura, vulnerabilidade e coragem. Refugiados e enclausurados num não lugar e num estado de espera, falam-nos da importância de nos abrirmos ao desconhecido e partir”.

O cinema brasileiro também marcou presença na programação com: A Moça do Calendário, de Helena Ignez; Azouge Nazaré, de Tiago Melo; Superpina, de Jean Santos; Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, exibido na noite de encerramento; e com os curtas Inconfissões, de Ana Galizia, Rio de Janeiro, de Luiz Roque, e Vaca Profana, de René Guerra.

Conheça os vencedores do Queer Lisboa 2018:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS

Melhor Filme: Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo (Argentina/Chile)
Melhor Atriz: Kristín Thóra Haraldsdóttir, por And Breathe Normally (Andið Eðlilega)
Melhor Ator: Victor Polster, por Girl
Menção Especial: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil)
Prêmio do Público: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica/Holanda)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIOS

Melhor Filme: Room for a Man, de Anthony Chidiac (Líbano/EUA)
Menção Especial: Cartas Para um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros (Brasil)
Prêmio do Público: Lunàdigas – ovvero delle Donne senza Figli (Lunàdigas – or Concerning Childfree Women), de Nicoletta Nesler e Marilisa Piga (Itália)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS

Melhor curta-metragem: Would You Look At Her, de Goran Stolevski (Macedônia)
Menção Especial: O Órfão, de Carolina Markowicz (Brasil)
Prêmio do Público: O Órfão, de Carolina Markowicz

COMPETIÇÃO | IN MY SHORTS

Melhor curta-metragem universitário: Mathias, de Clara Stern (Áustria)
Menção Especial: Three Centimetres, de Lara Zeidan (Reino Unido)

COMPETIÇÃO QUEER ART

Melhor Filme: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes (Brasil)
Menção Especial: Martyr, de Mazen Khaled (Líbano/Itália)

Foto: Marrevolto Filmes/Divulgação.

Canal Brasil comemora 20 anos com programação especial

por: Cinevitor

lamadosdiascanalbrasilEstreia: Lama dos Dias, série de ficção dirigida por Hilton Lacerda e Hélder Aragão.

Com o cinema como parte expressiva de seu DNA, o Canal Brasil comemora 20 anos em setembro e reafirma seu compromisso com a cultura brasileira. Já foram exibidos mais de 4.500 filmes, entre longas e curtas-metragens, além de programas que abordam o tema e suas infinidades. Além disso, a programação plural é composta por discursos e sons de vários cantos do país; são faixas dedicadas a entrevistas, música, séries de ficção e documentais.

Para setembro, mês do aniversário, o Canal Brasil preparou uma programação mais que especial. Além da transmissão ao vivo do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e da exibição do Especial Prata da Casa, com produções que têm a chancela do canal, a partir do dia 23/9, estreia a série de ficção Lama dos Dias, dirigida por Hilton Lacerda e Hélder Aragão, também conhecido como DJ Dolores. Inspirada no surgimento do movimento Manguebeat, a série revive a efervescente cena cultural de Recife na década de 1990. Com elenco formado por Louise França, Isadora Gibson e Vitor Araújo, com participação especial de Maeve Jinkings, a série mostra como surgiu, do mangue, uma relevante geração de artistas brasileiros.

CINEMA:

O cinema ocupa cerca de 70% da grade de exibição com um acervo de filmes das mais diferentes épocas, fases e gêneros, da ficção ao documentário, de longas como Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto, até os mais novos representantes do cinema brasileiro, como: Aquarius, de Kleber Mendonça Filho; Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky; As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; e O Banquete, de Daniela Thomas.

aquariusspiritSonia Braga em Aquarius, de Kleber Mendonça Filho.

Os grandes sucessos e estreias são exibidos na Seleção Brasileira; os campeões de bilheteria no Cinemão; as produções clássicas da pornochanchada podem ser vistas em Como Era Gostoso; os melhores documentários no É Tudo Verdade; os curtas-metragens estão diariamente na sessão Curta na Tela; e o canal dedica ainda uma faixa às produções sul-americanas, a Cone Sul. O Canal Brasil também leva para a TV a programação de importantes festivais de cinema, como: Anima Mundi, In Edit e CineFoot. Além de exibir mostras especiais como Cine Delas, Especial LGBTQ+, entre outras.

COPRODUÇÕES CANAL BRASIL:

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com Loki, Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostra a vida do eterno mutante. Em 2018, o canal ultrapassou a marca de 300 filmes. Entre os longas mais recentes coproduzidos estão: 10 Segundos para Vencer, de José Alvarenga Jr.; Benzinho, de Gustavo Pizzi; Ferrugem, de Aly Muritiba; Divinas Divas, de Leandra Leal; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; Pendular, de Julia Murat; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor; Cinema Novo, de Eryk Rocha; O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida; e Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa.

benzinhotrailerAdriana Esteves e Karine Teles em Benzinho, de Gustavo Pizzi: premiadas em Gramado.

REMASTERIZAÇÃO:

Outro motivo para festejar os 20 anos é o minucioso trabalho de remasterização, fundamental para que os assinantes tenham acesso às melhores versões dos filmes, muitos deles nunca antes exibidos na TV.  Em 2017, o canal bateu seu próprio recorde, com 50 longas recuperados, totalizando 530, desde seu lançamento, em 1998. Além de exibir as melhores produções das mais variadas épocas, com uma qualidade incomparável, o projeto tem uma enorme relevância para a memória do país.

“Um dos grandes méritos do Canal Brasil consiste em gerar uma espécie de valor contínuo à nossa história cinematográfica. Realizar a remasterização de centenas de longas-metragens, considerando produções que vão dos anos 1950 até 2010, por si só, já se constitui num imenso feito jamais realizado por qualquer canal de televisão no país. Isso significa dizer que nos adaptamos, com muito trabalho e dedicação, às constantes mudanças tecnológicas, passando pelos formatos beta analógico, beta digital, HD e Full HD”, conta Alexandre Cunha, diretor de programação e aquisição do Canal Brasil.

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS:

O Canal Brasil sempre incentivou a produção, exibição e divulgação de curtas-metragens e realiza o Prêmio Canal Brasil de Curtas, criado em 1998. Em 12 dos principais festivais de cinema do país, entre eles, Gramado, Anima Mundi, É Tudo Verdade, Tiradentes e Brasília, júris compostos por jornalistas e críticos de cinema, nos quais o CINEVITOR já participou algumas vezes, escolhem o melhor filme em competição, que recebe R$ 15 mil e é exibido na programação do canal. Desde 2006, os vencedores concorrem ainda ao Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 50 mil.

curtanovaiorqueJuan Calado e Marcélia Cartaxo em Nova Iorque, de Leo Tabosa: premiado em Gramado.

PROGRAMAS E SÉRIES:

O time de apresentadores do Canal Brasil reúne nomes ecléticos, como: Gilberto Gil, em Amigos, Sons e Palavras; Lázaro Ramos, em Espelho; Tony Ramos e Barbara Paz, em A Arte do Encontro; João Gordo, em Eletrogordo; Andreia Horta, em O País do Cinema; Charles Gavin, em O Som do Vinil; Laerte Coutinho, em Transando com Laerte; Nicole Puzzi, em Pornolândia; e Nasi, em Nasi Noite Adentro, entre outros.

As séries de ficção têm ganhado cada vez mais espaço na grade do canal. Além de Lama dos Dias, estão entre as produções mais recentes: Amor de 4, que envolve quatro personagens num jogo de sedução; a série de animação Angeli The Killer, baseada nos personagens do cartunista Angeli, que concorreu na categoria TV Films, com o episódio Delírios de um Amor Louco, no Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy.

paisdocinemaLaís Bodanzky e Maria Ribeiro com Andreia Horta no programa O País do Cinema.

Ainda este ano, novas séries devem estrear em breve no canal e também em todas as plataformas, como: Toda Forma de Amor, dirigida por Bruno Barreto; Colônia, dirigida por André Ristum; Hit Parade, dirigida por Gustavo Pizzi; Notícias Populares, sobre o icônico jornal paulistano; e a série documental Clube da Esquina. “Temos outras 15 séries em desenvolvimento e produção e é difícil imaginar alguma delas fora do Canal Brasil”, conta André Saddy, diretor de conteúdo e comunicação do canal.

A CASA DA MÚSICA BRASILEIRA:

Considerado a casa do cinema brasileiro, o Canal Brasil também virou referência no melhor da música brasileira, gravando mais de 200 shows de artistas como Chico Buarque, Ney Matogrosso, Alceu Valença, Roberta Sá, João Bosco, Erasmo Carlos, Tom Zé, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Alcione, Maria Bethânia, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Chico César, Sidney Magal, Lenine, Seu Jorge, Martinho da Vila, Margareth Menezes, Silva, Ira!, Blitz, entre outros gigantes da música brasileira. Esses shows são exibidos na Faixa Musical, sempre aos sábados, com apresentação da cantora Roberta Sá. Além disso, o canal apresenta programas com entrevistas, resgates valiosos e encontros históricos de importantes artistas.

JORNALISMO

Sempre aos sábados, o Cinejornal é o principal programa sobre cinema da TV brasileira, repleto de entrevistas e reportagens sobre a produção audiovisual, coberturas de pré-estreias e dos mais importantes festivais do país. Há 18 anos no ar, a atração tem apresentação de Simone Zuccolotto e reportagens de: Bernadete Duarte e Maria Clara Senra (Rio de Janeiro), Kiko Mollica (São Paulo), Roger Lerina (Porto Alegre), Daniela Vargas (Belo Horizonte) e Julio Cavani (Recife). Há ainda espaço para transmissões especiais ao vivo, como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o Prêmio da Música Brasileira, o Festival de Gramado e o Prêmio Platino de Cinema Iberoamericano.

cinejornalfagundesAntonio Fagundes e Simone Zuccolotto no Cinejornal.

CANAL BRASIL PLAY, YOUTUBE E REDES SOCIAIS:

O Canal Brasil apresenta boa parte de sua programação disponível no Canal Brasil Play, que pode ser acessado de qualquer lugar em um dispositivo móvel. A plataforma, que fica dentro do Globosat Play, permite que o usuário assista ao canal ao vivo, com a mesma programação que está sendo exibida na televisão, além de disponibilizar séries, longas de ficção e documentais e seus principais programas.

O YouTube do Canal Brasil tem hoje 217 mil assinantes, mais de 54 milhões de visualizações e conta com a curadoria de uma programação diária que inclui, desde o inesquecível Larica Total até episódios emblemáticos disponibilizados na íntegra e ainda com espaço para a música brasileira. Nas redes sociais, o Canal sempre está presente fazendo cobertura ao vivo dos principais festivais e eventos de cinema, além de fazer transmissões simultâneas à TV, das principais estreias de séries e programas, tendo sido pioneiro na estratégia de digital first, disponibilizando alguns conteúdos na internet antes da exibição na TV.

CANAL BRASIL EM 20 ANOS:

Ao longo desses anos, foram exibidos 2.810 longas nacionais e 1.711 curtas-metragens no Canal Brasil. Entre produções e coproduções foram mais de 300 longas, 29 séries, 200 shows, 94 CDs e DVDs com o selo Canal Brasil e 530 filmes remasterizados.

divinasaustinDivinas Divas, de Leandra Leal: documentário coproduzido pelo Canal Brasil.

“O Canal Brasil tem por missão expressar a pluralidade do pensamento independente brasileiro. Vinte anos no ar, dedicados exclusivamente à cultura brasileira, nos deram uma significativa relevância nesse cenário. O canal, que a princípio tinha uma grade de programação dedicada exclusivamente a filmes, entendeu que, ao se chamar ‘Brasil’, não poderia se restringir à sétima arte – era preciso trazer ao seu cardápio o debate cultural, através de programas conduzidos pelas melhores inteligências do país. Entendemos também que a música tem um papel fundamental na nossa identidade enquanto povo, o que nos levou a produzir, de 2004 até os dias de hoje, mais de 200 shows”, sintetiza Paulo Mendonça.

Com direção geral de Paulo Mendonça, direção de conteúdo e comunicação de André Saddy e direção de programação e aquisição de Alexandre Cunha, o Canal Brasil é uma joint venture entre a Globosat e o Grupo Consórcio Brasil, formado por: Luiz Carlos Barreto, Zelito Viana, Marco Altberg, Roberto Farias, Aníbal Massaini Neto, Patrick Siaretta, Paulo Mendonça e André Saddy.

Fotos: Divulgação.

Conheça os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018

por: Cinevitor

bingovenceGPdocinemaVladimir Brichta em Bingo: O Rei das Manhãs: oito prêmios.

Foram anunciados na noite desta terça-feira, 18/09, os vencedores do 17º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado pela Academia Brasileira de Cinema. Neste ano, Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende, que liderava a lista com quinze indicações, se consagrou como o grande vencedor com oito prêmios, entre eles, o Troféu Grande Otelo de melhor longa-metragem de ficção.

O evento, realizado na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e transmitido ao vivo pelo Canal Brasil, foi apresentado pelos atores Charles Fricks e Laila Garin, e homenageou a atriz Fernanda Montenegro, que completa 75 anos de carreira neste ano. No palco, ovacionada pela plateia, recebeu o carinho do ator Vinícius de Oliveira, com quem contracenou em Central do Brasil, de Walter Salles. Emocionada, a homenageada relembrou o nome de todos os cineastas com quem trabalhou e recebeu o troféu das mãos dos diretores Cacá Diegues, Zelito Viana e Luiz Carlos Barreto.

Além disso, o cineasta Roberto Farias, morto em maio deste ano e que foi diretor presidente da Academia Brasileira de Cinema, também foi homenageado.

Conheça os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Divinas Divas, de Leandra Leal

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
Divórcio, de Pedro Amorim

MELHOR LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Historietas Assombradas – O Filme, de Victor-Hugo Borges

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL:
D.P.A. – O Filme, de André Pellenz

MELHOR DIREÇÃO:
Laís Bodanzky, por Como Nossos Pais

MELHOR ATRIZ:
Maria Ribeiro, por Como Nossos Pais

MELHOR ATOR:
Vladimir Brichta, por Bingo: O Rei das Manhãs

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Sandra Corveloni, por A Glória e a Graça

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Augusto Madeira, por Bingo: O Rei das Manhãs

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Gustavo Hadba, por A Glória e a Graça

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Glória e a Graça, escrito por Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Real – O Plano por Trás da História, escrito por Mikael de Albuquerque

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Cassio Amarante

MELHOR FIGURINO:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Verônica Julian

MELHOR MAQUIAGEM:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Anna Van Steen

MELHOR EFEITO VISUAL:
Malasartes e o Duelo com a Morte, por Ricardo Bardal

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Márcio Hashimoto

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Divinas Divas, por Natara Ney

MELHOR SOM:
João, o Maestro, por George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr.

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
O Filme da Minha Vida, por Plínio Profeta

MELHOR TRILHA SONORA:
João, o Maestro, por Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/Espanha/EUA)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Vênus – Filó a fadinha Lésbica, de Sávio Leite

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Ocupação do Hotel Cambridge, de Andrea Mendonça

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
A Passagem do Cometa, de Juliana Rojas

VOTO POPULAR:
Melhor Filme | Ficção: Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
Melhor Filme | Documentário: Cora Coralina – Todas as Vidas, de Renato Barbieri
Melhor Filme | Estrangeiro: La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle (EUA/Hong Kong)

Foto: Divulgação.

Primeiro trailer de Capitã Marvel, com Brie Larson, é divulgado

por: Cinevitor

capitamarvelteaserBrie Larson em ação: baseada na personagem da Marvel Comics.

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, Capitã Marvel é o primeiro longa solo de uma heroína da Marvel. O filme conta a história de Carol Danvers, uma pilota da Força Aérea Americana que, depois de sofrer um grave acidente, acaba adquirindo superpoderes.

Protagonizado por Brie Larson, vencedora do Oscar de melhor atriz por O Quarto de Jack, o filme mostra a transformação da protagonista em uma das heroínas mais poderosas do Universo quando a Terra é capturada durante uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas.

Com estreia marcada para o dia 7 de março de 2019 nos cinemas brasileiros, o longa conta também com Gemma Chan, Mckenna Grace, Samuel L. Jackson, Jude Law, Djimon Hounsou, Annette Bening, Lee Pace, Ben Mendelsohn, Colin Ford, Clark Gregg e Rune Temte no elenco.

Confira o primeiro teaser trailer de Capitã Marvel:

Foto: Divulgação.

Green Book, de Peter Farrelly, é o grande vencedor do Festival de Toronto 2018

por: Cinevitor

greenbooktorontoViggo Mortensen e Mahershala Ali em Green Book: filme elogiado pelo público e pela crítica.

Foram anunciados neste domingo, 16/09, os vencedores da 43ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto. Conhecido como um termômetro para o Oscar, o festival, um dos mais importantes do mundo, entrega o prêmio de melhor filme para o longa mais votado pelo público. Neste ano, entre mais de 300 produções, Green Book, dirigido por Peter Farrelly, se consagrou como o grande campeão.

Protagonizado por Viggo Mortensen e Mahershala Ali, o filme traz uma história emocionante, inspirada em fatos reais. Quando um segurança ítalo-americano se torna motorista de um pianista afro-americano, durante sua turnê pelo sul dos Estados Unidos na década de 1960, ambos passam por profundas transformações. Com direção de Peter Farrelly, dos filmes Debi & Lóide: Dois Idiotas em Apuros, Quem Vai Ficar com Mary?, Eu, Eu Mesmo e Irene e O Amor é Cego, o longa tem estreia prevista para o primeiro semestre de 2019 nos cinemas brasileiros.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Toronto 2018:

MELHOR FILME | Grolsch People’s Choice Award:
Green Book, de Peter Farrelly (EUA)
2º lugar: If Beale Street Could Talk, de Barry Jenkins (EUA)
3º lugar: Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR DOCUMENTÁRIO | People’s Choice Documentary Award:
Free Solo, de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi (EUA)
2º lugar: This Changes Everything, de Tom Donahue (EUA)
3º lugar: The Biggest Little Farm, de John Chester (EUA)

PRÊMIO MOSTRA MIDNIGHT MADNESS | Grolsch People’s Choice Award:
The Man Who Feels No Pain (Mard Ko Dard Nahi Hota), de Vasan Bala (Índia)
2º lugar: Halloween, de David Gordon Green (EUA)
3º lugar: Assassination Nation, de Sam Levinson (EUA)

PRÊMIO TORONTO PLATFORM | Melhor Filme:
Cities of Last Things, de Wi Ding Ho (Taiwan/China/EUA/França)
Menção Honrosa: The River (Ozen), de Emir Baigazin (Cazaquistão/Polônia/Noruega)

PRÊMIO CANADA GOOSE | Melhor Filme Canadense:
The Fireflies Are Gone (La disparition des lucioles), de Sébastien Pilote

PRÊMIO CITY OF TORONTO | Melhor Filme Canadense de Estreia:
Roads in February (Les routes en février), de Katherine Jerkovic (Canadá/Uruguai)

MELHOR CURTA-METRAGEM CANADENSE:
Brotherhood (Ikhwène), de Meryam Joobeur (Tunísia/Canadá/Qatar/Suécia)
Menção Honrosa: Fauve, de Jérémy Comte (Canadá)

MELHOR CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL:
The Field, de Sandhya Suri (França/Reino Unido/Índia)
Menção Honrosa: Fuck You, de Anette Sidor (Suécia) e This Magnificent Cake! (Ce Magnifique Gâteau!), de Emma de Swaef e Marc James Roels (Bélgica/França/Holanda)

PRÊMIO FIPRESCI | Discovery Programme:
Float Like a Butterfly, de Carmel Winters (Irlanda)
Menção Honrosa: Twin Flower (Fiore gemello), de Laura Luchetti (Itália)

PRÊMIO FIPRESCI | Special Presentations:
Skin, de Guy Nattiv (EUA)
Menção Honrosa: A Faithful Man, de Louis Garrel (França)

PRÊMIO NETPAC:
The Third Wife, de Ashleigh Mayfair (Vietnã)
Menção Honrosa: The Crossing (Guo Chun Tian), de Bai Xue (China)

PRÊMIO EURIMAGES AUDENTIA:
Fig Tree, de Aäläm-Wärqe Davidian (Israel/Alemanha/França/Etiópia)
Menção Honrosa: Phoenix (Føniks), de Camilla Strøm Henriksen (Noruega/Suécia)

Foto: Divulgação/Universal Pictures.