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Guardiões da Galáxia Vol. 2, com Chris Pratt, ganha novo trailer

por: Cinevitor

guardioesnovosuperChris Pratt em ação: novas aventuras!

Ambientado para o novíssimo pano de fundo musical de Awesome Mixtape #2, Guardiões da Galáxia Vol. 2, da Marvel, que chega aos cinemas no dia 5 de maio, dá sequência às aventuras da equipe enquanto eles atravessam os confins do cosmos. Os Guardiões têm que lutar para manter sua recém-descoberta família unida enquanto desvendam o mistério da real ascendência de Peter Quill. Antigos inimigos se tornam aliados e os personagens favoritos dos fãs das clássicas histórias em quadrinhos virão para ajudar nossos heróis à medida que o Universo Cinematográfico da Marvel continua a se expandir.

Dirigido por James Gunn, o filme conta com Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel como Groot, Bradley Cooper como Rocket, Sylvester Stallone, Michael Rooker, Karen Gillan, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, Sean Gunn, Tommy Flanagan, Laura Haddock e Kurt Russell no elenco.

Confira o novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2, que foi divulgado no intervalo do Super Bowl:

Foto: Marvel/Disney.

Filme brasileiro Pela Janela, de Caroline Leone, é premiado no Festival de Roterdã 2017

por: Cinevitor

janelaroterdaMagali Biff em Pela Janela, de Caroline Leone: premiado.

Neste ano, o Festival Internacional de Cinema de Roterdã, considerado um dos maiores do mundo e que destaca talentos cinematográficos dirigidos por novos cineastas, apresentou quinze filmes brasileiros em sua programação, sete longas e oito curtas-metragens divididos em mostras competitivas e não-competitivas do evento.

Na sexta-feira, 03/02, foram anunciados os vencedores da 46ª edição e o brasileiro Pela Janela, de Caroline Leone, recebeu o Prêmio FIPRESCI, concedido por críticos internacionais de cinema “pela forma como ele mistura as esferas emocional e política sem ser excessivamente demonstrativo”.

Pela Janela conta a história de Rosália, interpretada por Magali Biff, uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José, papel de Cacá Amaral, que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.

Conheça os vencedores do International Film Festival Rotterdam 2017:

PRÊMIO HIVOS TIGER:
Sexy Durga, de Sanal Kumar Sasidharan (Índia)

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI | TIGER COMPETITION:
Rey, de Niles Atallah (Chile/France/Holanda/Alemanha/Qatar)

PRÊMIO DO PÚBLICO | WARSTEINER:
Moonlight: Sob a Luz do Luar, de Barry Jenkins (EUA)

PRÊMIO DO PÚBLICO | APOIO HUBERT BALS FUND:
La Flor (Parte 1), de Mariano Llinás (Argentina)

PRÊMIO VPRO BIG SCREEN:
Pop Aye, de Kirsten Tan (Singapura)

PRÊMIO IMPACT CINEMA BRIGHT FUTURE | FILME DE ESTREIA:
Mes nuits feront écho, de Sophie Goyette (Canadá/México)

PRÊMIO MOVIEZONE YOUTH JURY:
Quality Time, de Daan Bakker (Holanda)

PRÊMIO NETPAC:
Children Are Not Afraid of Death, Children Are Afraid of Ghosts, de Rong Guang Rong (China)

PRÊMIO FIPRESCI:
Pela Janela, de Caroline Leone (Brasil/Argentina)

PRÊMIO KNF:
King of the Belgians, de Peter Brosens e Jessica Woodworth (Bélgica/Holanda/Bulgária)

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

American Society of Cinematographers anuncia vencedores do 31º ASC Awards

por: Cinevitor

lionascSunny Pawar e Abhishek Bharate em Lion, de Garth Davis: premiado.

A American Society of Cinematographers, organização que reúne diretores de fotografia, anunciou neste sábado, 04/02, os vencedores do 31º ASC Awards, prêmio que elege, desde 1986, a melhor direção de fotografia em TV e cinema.

Edward Lachman, responsável pela fotografia de diversos filmes, entre eles, As Virgens Suicidas, Erin Brockovich: Uma Mulher de Talento, Doce Novembro, Longe do Paraíso, Não Estou Lá e Carol, recebeu um prêmio honorário pelo conjunto de sua obra. O ator Denzel Washington também foi homenageado e recebeu o Board of Governors Award.

O francês Philippe Rousselot foi contemplado com o International Award por seu trabalho como diretor de fotografia no cinema. Premiado com um Oscar em 1993, pelo drama Nada é para Sempre, de Robert Redford, ele conta com diversos filmes no currículo, como: Ladrões do Amanhecer, Esperança e Glória, Ligações Perigosas, Entrevista Com o Vampiro, O Povo Contra Larry Flint, O Planeta dos Macacos, Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Sherlock Holmes, Dois Caras Legais, Animais Fantásticos e Onde Habitam, entre outros.

Conheça os vencedores do 31º American Society of Cinematographers Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FOTOGRAFIA EM LONGA-METRAGEM:
Lion – Uma Jornada Para Casa, por Greig Fraser

PRÊMIO SPOTLIGHT:
House Of Others (Skhvisi sakhli), por Gorka Gomez Andreu

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 69º DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores

por: Cinevitor

damiendgaDamien Chazelle e Ryan Gosling nos bastidores de La La Land: Cantando Estações.

Foram anunciados neste sábado, 04/02, em Los Angeles, os vencedores do 69º DGA Awards, prêmio organizado pelo Sindicato dos Diretores da América (Directors Guild of America), que elege os melhores diretores da TV e do cinema.

O cineasta Ridley Scott foi homenageado com o DGA Lifetime Achievement Award in Motion Picture Direction, prêmio especial pelo conjunto de sua obra. Em seu currículo, constam muitos sucessos, como: Alien, o Oitavo Passageiro, Blade Runner, o Caçador de Andróides, Thelma & Louise, 1492 – A Conquista do Paraíso, Gladiador, Falcão Negro em Perigo, Prometheus, Perdido em Marte, entre outros.

Conheça os vencedores do 69º Directors Guild of America Awards nas categorias de cinema:

MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM:
Damien Chazelle, por La La Land: Cantando Estações

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | LONGA-METRAGEM:
Garth Davis, por Lion – Uma Jornada Para Casa

MELHOR DIREÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Ezra Edelman, por O.J.: Made in America

Foto: Dale Robinette.

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho é o grande vencedor do 44º Annie Awards, o Oscar da animação

por: Cinevitor

zootopiaannieZootopia, da Disney: vencedor.

Fundada em 1972, a International Animated Film Association, ASIFA-Hollywood, Associação Internacional de Filmes de Animação, anunciou neste sábado, 04/02, os vencedores do 44º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação.

Zootopia: Essa Cidade é o Bicho, que era líder em indicações, se consagrou como o grande campeão da noite, com seis prêmios. Kubo e as Cordas Mágicas aparece logo em seguida, premiado em três categorias.

Conheça os vencedores do Annie Awards 2017 nas categorias de cinema:

MELHOR ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Byron Howard e Rich Moore, por Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE:
A Tartaruga Vermelha (La tortue rouge)

MELHOR ANIMAÇÃO | PRODUÇÃO ESPECIAL:
Pear Cider and Cigarettes

MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM:
Piper: Descobrindo o Mundo

MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL:
Citipati

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO:
Moana – Um Mar de Aventuras

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM LIVE-ACTION:
Doutor Estranho

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Kubo e as Cordas Mágicas

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM LIVE-ACTION:
Mogli – O Menino Lobo

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO:
O Pequeno Príncipe

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Kubo e as Cordas Mágicas

MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO (empate):
Auli’i Cravalho, por Moana – Um Mar de Aventuras e Jason Bateman, por Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO:
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho

MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Kubo e as Cordas Mágicas

Foto: Divulgação/Walt Disney Animation Studios.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2017, o Oscar espanhol

por: Cinevitor

emmagoyaEmma Suárez: duas vezes premiada.

Foram anunciados neste sábado, 04/02, os vencedores da 31ª edição do Prêmio Goya (ou Premios Goya), conhecido como o Oscar espanhol, que elege os melhores filmes e profissionais do cinema segundo a Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha.

O drama Sete Minutos Depois da Meia-Noite, dirigido por J.A. Bayona, que liderava com doze indicações, levou nove prêmios; a atriz e cantora espanhola Ana Belén recebeu o Goya honorário por sua carreira. Além de diversos trabalhos na TV e no cinema, em 1991, dirigiu a comédia Cómo ser mujer y no morir en el intento, protagonizada por Carmen Maura.

Conheça os vencedores do Prêmio Goya 2017:

MELHOR FILME:
Tarde para la ira

MELHOR DIREÇÃO:
J.A. Bayona, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite

MELHOR ATOR:
Roberto Álamo, por Que Dios nos perdone

MELHOR ATRIZ:
Emma Suárez, por Julieta

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Manolo Solo, por Tarde para la ira

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Emma Suárez, por La próxima piel

MELHOR DIRETOR ESTREANTE:
Raúl Arévalo, por Tarde para la ira

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Tarde para la ira, escrito por David Pulido e Raúl Arévalo

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
El hombre de las mil caras, escrito por Alberto Rodríguez e Rafael Cobos

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Fernando Velázquez

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Ai, ai, ai, de Sílvia Pérez Cruz (Cerca de tu casa)

ATOR REVELAÇÃO:
Carlos Santos, por El hombre de las mil caras

ATRIZ REVELAÇÃO:
Anna Castillo, por El olivo

MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO:
Sandra Hermida Muñiz, por Sete Minutos Depois da Meia-Noite

MELHOR FOTOGRAFIA:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Óscar Faura

MELHOR MONTAGEM:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Bernat Vilaplana e Jaume Martí

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Eugenio Caballero

MELHOR FIGURINO:
1898. Los últimos de Filipinas, por Paola Torres

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Marese Langan e David Martí

MELHOR SOM:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Peter Glossop, Oriol Tarragó e Marc Orts

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Sete Minutos Depois da Meia-Noite, por Pau Costa e Félix Bergés

MELHOR ANIMAÇÃO:
Psiconautas, los niños olvidados

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Frágil equilibrio, dirigido por Guillermo García López

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO:
O Cidadão Ilustre, dirigido por Gastón Duprat e Mariano Cohn (Argentina)

MELHOR FILME EUROPEU:
Elle, de Paul Verhoeven (França/Alemanha/Bélgica)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Timecode, dirigido por Juanjo Giménez Peña

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cabezas Habladoras, dirigido por Juan Vicente Córdoba

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Decorado, dirigido por Alberto Vázquez

Foto: Divulgação.

O Chamado 3

por: Cinevitor

chamadotresposterRings

Diretor: F. Javier Gutiérrez

Elenco: Matilda Lutz, Alex Roe, Johnny Galecki, Vincent D’Onofrio, Aimee Teegarden, Bonnie Morgan, Chuck David Willis, Patrick R. Walker, Zach Roerig, Laura Slade Wiggins, Lizzie Brocheré, Karen Ceesay, Dave Blamy, Michael E. Sanders, Randall Taylor, Drew Grey, Kayli Carter, Jill Jane Clements, Adam Fristoe, Zoe Pessin.

Ano: 2017

Sinopse: A jovem Julia fica intrigada quando seu namorado, Holt, começa a explorar uma história envolvendo uma amaldiçoada fita de vídeo, que faz a pessoa que a assiste morrer em sete dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e acaba fazendo uma descoberta terrível: há um filme dentro do filme que ninguém jamais viu antes.

Nota do CINEVITOR:

nota-1-estrelas

A Qualquer Custo

por: Cinevitor

aqualquercustoHell or High Water

Diretor: David Mackenzie

Elenco: Ben Foster, Chris Pine, Jeff Bridges, Gil Birmingham, Dale Dickey, William Sterchi, Buck Taylor, Kristin Berg, Jackamoe Buzzell, Katy Mixon, Keith Meriweather, Amber Midthunder, Joe Berryman, Howard Ferguson Jr., Debrianna Mansini, Taylor Sheridan, Paul Howard Smith, Nathaniel Augustson, Jim Burleson, Gregory Cruz, Alma Sisneros, Kevin Rankin, Margaret Bowman, Marin Ireland, John-Paul Howard, Kevin Wiggins, Dylan Kenin, Richard Christie, Richard Beal, Melanie Papalia.

Ano: 2016

Sinopse: Irmãos texanos, Toby e Tannar se reúnem após anos de separação para roubar agências do banco que ameaça a falência das terras da família. Para eles, os assaltos são apenas parte de um estratagema que é o último esforço para retomar um futuro que lhes foi roubado. A vingança parece estar próxima, até que eles se encontram na mira de Marcus, um Texas Ranger que procura por uma última grande perseguição nas vésperas de sua aposentadoria, e seu parceiro comanche, Alberto. Enquanto os irmãos bolam um último golpe para completar o plano, e com os perseguidores em seus calcanhares, uma sombra agiganta-se na encruzilhada onde valores de Novo e do Velho Oeste colidem mortalmente.

Crítica do CINEVITOR: O faroeste é um clássico do cinema americano, que também se consolidou em filmografias de outros países. Seriam necessárias muitas linhas para falar sobre os filmes deste gênero que marcaram épocas e apresentaram grandes estrelas. Porém, as referências continuam por aí. Em A Qualquer Custo, podemos dizer que estamos diante de um faroeste moderno. Dirigido por David Mackenzie e escrito por Taylor Sheridan, roteirista de Sicario: Terra de Ninguém, o longa nos coloca em meio a peripécias de dois irmão texanos especialistas em roubar agências bancárias. Aqui, temos um elenco talentoso que realiza um brilhante trabalho em cena. Ben Foster se destaca como protagonista, porém, Chris Pine também merece elogios por desvincular-se de seu lado galã, sem deixar rastros do Capitão James T. Kirk, da franquia Star Trek. Além disso, há também a presença de nada mais, nada menos do que Jeff Bridges, vencedor do Oscar de melhor ator por Coração Louco. A Qualquer Custo é bem americanizado e consegue entreter o espectador com suas sequências de ação muito bem fotografadas com as cores fortes do deserto. O roteiro, que cresce ao poucos, consegue fazer um equilíbrio entre a tensão das ações e o emocional de seus personagens, acertando ao destacar não só as artimanhas de seus vilões, mas também esse lado mais afetivo entre eles. Ainda que não apresente uma narrativa tão original, o filme se mantém empolgante pelo elenco, que conduz a história com segurança. A Qualquer Custo traz uma nostalgia dos antigos faroestes com uma adaptação moderna e bem realizada. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Jackie

por: Cinevitor

jackieposter1Diretor: Pablo Larraín

Elenco: Natalie Portman, Peter Sarsgaard, Greta Gerwig, Billy Crudup, John Hurt, Richard E. Grant, Caspar Phillipson, Beth Grant, John Carroll Lynch, Max Casella, Sara Verhagen, Hélène Kuhn, Deborah Findlay, Corey Johnson, Aidan O’Hare, Ralph Brown, David Caves, Penny Downie, Georgie Glen, Julie Judd, Peter Hudson, John Paval, Bill Dunn, Vivienne Vernes, Yann Bean, Craig Sechler, Rebecca Compton, Bryan Ashby, David DeBoy, Stéphane Hohn, Serge Onteniente, Sunnie Pelant, Aiden Weinberg, Brody Weinberg, Roland Pidoux, Ian McCleary, Emmanuel Herault, Nicolas Guigou, David Friszman, Chloé Berthier, Eric Soubelet, Gaspard Koenig, Mathilde Ripley, Barbara Foliot, Albain Venzo, Frédérique Adler, Patrick Hamel, Gary Ayash.

Ano: 2016

Sinopse: O filme revela a história de Jacqueline Kennedy, que inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy.

Crítica do CINEVITOR: A curta, porém prestigiada filmografia do chileno Pablo Larraín é bem diversificada. Em Tony Manero conta a história de um homem obcecado pelo filme Os Embalos de Sábado à Noite; em No, protagonizado por Gael García Bernal, revela os bastidores de uma campanha contra a permanência do ditador Augusto Pinochet no poder; no polêmico O Clube, destaca a convivência de quatro padres e uma freira que vivem isolados na costa chilena; e no belíssimo Neruda, lançado recentemente no Brasil, mostra o poeta perseguido por um inspetor durante o governo Gabriel González Videla. Agora, Larraín chega com Jackie, seu primeiro filme falado em inglês. Produzido por Darren Aronofsky, diretor de Cisne Negro, o drama narra um momento específico da vida de Jacqueline Kennedy, a primeira-dama que virou ícone fashion. Ao longo dos 100 minutos de projeção, acompanhamos os quatro dias posteriores à tragédia que resultou na morte de seu marido, o então presidente americano John F. Kennedy, assassinado no Texas durante uma visita política. Naquele momento, Jacqueline estava ao seu lado. Ela, conhecida por ser uma mulher reservada, de repente estava exposta para o mundo em um momento triste no qual todos tentavam capturar sua dor. E é aqui que Larraín começa sua história. O diretor capta esse sentimento com delicadeza e transita detalhadamente pelo universo particular dessa figura pública tão admirada, porém misteriosa. A árdua missão de interpretar essa lenda nas telonas coube a Natalie Portman. No início, sua atuação causa um pequeno incômodo e leva um tempo para que o espectador se acostume com seu sotaque e seus trejeitos. Mas, a atriz logo toma conta da cena e com um olhar perturbado, e ao mesmo tempo perdido, entrega um trabalho admirável que mergulha em uma imensidão de sentimentos. Se ainda assim não estiver satisfeito, faça uma pesquisa rápida pela internet, procure por vídeos de Jacqueline Kennedy e então tudo fará sentindo. Aliás, o famoso tour pela Casa Branca apresentado pela primeira-dama, que foi transmitido em 1962 pela CBS na TV americana, e é um dos ganchos narrativos do filme, está disponível na rede. Com roteiro de Noah Oppenheim, o filme utiliza de acontecimentos verídicos como esse, por exemplo, para evidenciar a personalidade de Jackie. A narrativa é contada por meio de memórias, tanto históricas como pessoais. Na primeira cena, vemos a protagonista em casa, acompanhada de um jornalista. Ela resolve narrar com detalhes como tudo aconteceu para que o público conheça sua história do jeito que gostaria que fosse contada. A partir disso, o filme se desenvolve e vai se costurando ao retratar os relatos contados pela protagonista. Natalie está praticamente o tempo todo na tela, e muitas vezes em closes, com a intenção de aproximar a personagem do espectador. Seu sofrimento e sua força para controlar toda a situação são expostos em momentos que emocionam. Além disso, o elenco também conta com Greta Gerwig, que aparece muito diferente de seus trabalhos anteriores, como Frances Ha e Mistress America, e Peter Sarsgaard, que desempenham com talento suas atuações. Jackie fica ainda mais atrativo por não ser uma cinebiografia padrão, daquelas que narram a história da pessoa desde o nascimento até a morte. Não que isso não funcione, mas dessa maneira, Larraín consegue explorar ainda mais a intimidade de sua protagonista sem a necessidade de criar uma imagem específica dela. Falar de um mulher impecável, ainda que em uma situação dolorosa e que era vista como um exemplo de elegância para muitas mulheres, em um filme que se passa na década de 1960, exige uma pesquisa cautelosa em relação a figurinos e design de produção, que nesse caso, foi realizada com sucesso e colocada em prática com primor. A trilha sonora composta por Mica Levi é outro acerto em Jackie. As notas encontram um tom melancólico, com um certo suspense musical, que se conectam perfeitamente aos acontecimentos, resultando em um encaixe magistral entre música e imagem. Larraín não precisou mostrar a infância ou justificar certas atitudes de sua protagonista para entregar um filme completo sobre Jacqueline Kennedy. Compreendemos sua personalidade, acompanhamos seu esforço para realizar um funeral que ficasse na memória das pessoas e sua luta para que o nome do marido não fosse esquecido. Em Jackie, conhecemos várias mulheres em uma só: a primeira-dama, a esposa, a mãe, a viúva. Todas em busca de forças para conviver com o luto e suas consequências. A mulher do presidente, que já tinha encantado o mundo, enfrentou a dor, bateu de frente com a família, com políticos deselegantes, questionou suas decisões, sua religião e seu casamento, tomou conta de sua privacidade, honrou seus filhos, não titubeou em deixar tudo esclarecido e ganhou sua própria história. Na vida real e nas telonas. Enfim, as lágrimas escondidas embaixo do véu preto foram reveladas. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Estrelas Além do Tempo

por: Cinevitor

estrelasalemtempoHidden Figures

Direção: Theodore Melfi

Elenco: Taraji P. Henson, Octavia Spencer, Janelle Monáe, Kevin Costner, Kirsten Dunst, Jim Parsons, Mahershala Ali, Aldis Hodge, Glen Powell, Kimberly Quinn, Olek Krupa, Kurt Krause, Ken Strunk, Lidya Jewett, Donna Biscoe, Ariana Neal, Saniyya Sidney, Zani Jones Mbayise, Tre Stokes, Selah Kimbro Jones, Corey Mendell Parker, Ashton Tyler, Alkoya Brunson, Karan Kendrick, Jaiden Kaine, Gregory Alan Williams, Maria Howell, Arnell Powell, Ron Clinton Smith, Crystal Lee Brown, Tequilla Whitfield, Dane Davenport, Evan Holtzman, Travis Smith, Scott Michael Morgan, Chris Cavalier, Robert McKay, Rhoda Griffis, Frank Hoyt Taylor, Joe Knezevich, Wilbur Fitzgerald, Michael Hartson, Bob Jennings, Gary Weeks, Glenn Allen, Elizabeth Youman.

Ano: 2016

Sinopse: Katherine Johnson, Dorothy Vaughn e Mary Jackson, três brilhantes mulheres afro-americanas que trabalharam na NASA e foram os cérebros por trás de uma das maiores operações da História: o lançamento em órbita do astronauta John Glenn, uma conquista fantástica que restaurou a confiança do país, mudou a Corrida Espacial e galvanizou o mundo. O trio visionário atravessou todas as barreiras de gênero e raça para inspirar gerações para sonhar grande.

Crítica do CINEVITOR: Estrelas Além do Tempo já vale o ingresso só pelo fato de contar histórias tão importantes de três grandes mulheres. Em uma época assustadoramente preconceituosa e machista, não muito diferente dos dias atuais, Katherine, Dorothy e Mary, interpretadas respectivamente por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe, tiveram que enfrentar os piores e mais dolorosos obstáculos para serem valorizadas. Humilhadas por serem negras e desrespeitadas por serem mulheres, essas três guerreiras e heroínas da vida real só receberam os merecidos aplausos depois de cruzarem, com a cabeça erguida e sem medo, o caminho de pessoas que não acreditavam em seus potenciais. Com um importante discurso social em sua trama, Estrelas Além do Tempo apresenta um trio de protagonistas carismáticas, que se sobressaem em relação a qualquer outro elemento do filme por conta de um harmonioso entrosamento. Com direção de Theodore Melfi, de Um Santo Vizinho, o longa discute o papel da mulher na sociedade com uma importante mensagem que chama atenção necessária para torná-lo um filme inspirador. Fato é que a história dessas três brilhantes mulheres, até então desconhecidas para muita gente, que tinham cargos importantes dentro da NASA, promete emocionar o público ao retratar a cruel realidade vivida por elas, onde homens eram a maioria e mulheres negras não podiam trabalhar no mesmo lugar em que as brancas. Superioridade e arrogância caminhavam juntas por aqueles corredores, mas, foi ali, neste mesmo ambiente hostil, que a história ganhou um novo rumo e abriu uma janela de esperança. Estrelas Além do Tempo é comovente porque reflete o brilho de suas protagonistas e retrata um passo importante na luta das mulheres pelo empoderamento feminino em uma época que isso se quer era discutido. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva

por: Cinevitor

tocposterDiretores: Paulinho Caruso, Teodoro Poppovic.

Elenco: Tatá Werneck, Vera Holtz, Daniel Furlan, Bruno Gagliasso, Luis Lobianco, Pedro Wagner, Mario Gomes, Patricya Travassos, Luciana Paes, Laura Neiva, Felipe Torres, Fábio Marcoff, Ingrid Guimarães.

Ano: 2017

Sinopse: Atriz, comediante, estrela de novelas e de campanhas publicitárias, Kika K. é uma celebridade idolatrada por milhões de fãs. Por trás das aparências, no entanto, as coisas não andam nada fáceis. Em crise com sua vida pessoal e profissional, Kika precisa lidar com um fã obsessivo, o namorado galã sem noção e os compromissos profissionais marcados pela exigente empresária. Tudo isso enquanto tenta controlar seu mais íntimo segredo: ela sofre de Transtorno Obsessivo Compulsivo. Durante a turnê de lançamento de um livro de autoajuda que ela nem mesmo escreveu, Kika recebe a misteriosa visita do verdadeiro autor da obra, que lhe entrega uma mensagem cifrada antes de sumir sem deixar vestígios. Com a ajuda de Vladimir, Kika tentará resolver o enigma que pode colocar um fim à sua crise.

Crítica do CINEVITOR: Você deve estar se perguntando: mais uma comédia brasileira nos cinemas? E a resposta é: sim, mais uma e tampouco a última. Não podemos negar que, ultimamente, a carreira do cinema brasileiro tem caminhado junto com filmes deste gênero e como de costume, ora somos presenteados com boas histórias, ora com filmes descartáveis. TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva entra no time dos acertos. Não só por ser diferente, pois consegue trabalhar com a comédia em sua narrativa de uma forma muito adequada, mas também por conseguir fazer o público rir e refletir, fugindo daquele humor escrachado com formato televisivo. Em seu primeiro trabalho como protagonista nas telonas, Tatá Werneck comprova ainda mais a força de seu talento. Conhecida por interpretações cômicas na TV, a atriz entrega não só uma atuação divertida, como de costume, com tons de improviso em cenas hilárias e muita segurança em frente às câmeras, como também ótimos momentos dramáticos. Na história, Tatá é Kika K., uma atriz de sucesso em crise pessoal e profissional. Apesar da fama e dos fãs, sente-se sozinha e perdida em mundo de futilidades e interesses. Preste atenção no belíssimo clipe em que vemos a protagonista, ao som de Ouro de Tolo, de Raul Seixas, com feições emotivas que correspondem aos sentimentos vividos por ela. Se você não acreditava que Tatá funcionaria longe da comédia, aqui sua opinião mudará. Sentimos a solidão de sua personagem, suas angústias e sua vontade de encontrar a felicidade. Ao retratar o mundo das celebridades com humor, TOC fica ainda mais interessante por apresentar uma crítica relevante em sua narrativa. Ao mesmo tempo em que o espectador ri de uma situação, como por exemplo, o divertidíssimo encontro entre Tatá Werneck e Ingrid Guimarães em uma emissora, é possível também fazer uma reflexão sobre tais atitudes e comportamentos dessas pessoas públicas. O glamour que envolve as celebridades de vez em quando vem acompanhado por um vazio interior coberto por maquiagem, sorrisos falsos, roupas caras e muitos seguidores nas redes sociais. O filme retrata os dois lados da moeda com personagens essenciais que fazem parte disso, como a assessora dominadora, interpretada pela brilhante Vera Holtz, ou o fã obcecado, vivido por Luis Lobianco. Há também o galã projetado para o sucesso, papel de Bruno Gagliasso, e o rapaz totalmente deslocado desse meio, interpretado por Daniel Furlan. TOC tem um pouco de tudo, na medida certa. Vale ressaltar a renovada direção de Paulinho Caruso, que conta com videoclipes e curtas-metragens no currículo, e Teodoro Poppovic, roteirista do extinto Comédia MTV, no qual Tatá fez parte. Eles, que também assinam o roteiro ao lado de colaboradores, inserem o humor em cenas que não caem no formato batido de esquetes de internet e/ou TV e ganham pontos ao deixar a comédia escrachada de lado, sem apelar para o ridículo. A edição, outro diferencial do filme, brinca com certas situações cômicas do roteiro por meio de combinações de imagens que lembram muito as criativas propagandas da MTV Brasil. Fora a comédia e o drama, TOC ainda tem o seu momento romântico com uma das cenas mais bonitas dos últimos tempos do cinema brasileiro, quando Tatá Werneck e Daniel Furlan cantam, em um karaokê, a música Eva, que ficou conhecida pela voz de Ivete Sangalo. Pode acreditar: você vai se emocionar. São várias as qualidade de TOC, um filme diversificado que fala sobre celebridades instantâneas, disputas profissionais, fama, solidão. Embora sua narrativa siga a linha da comédia, o roteiro consegue desviar com mérito e facilidade entre outros gêneros. Com um ótimo elenco, momentos reflexivos e risadas garantidas, TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva se destaca entre as recentes comédias brasileiras porque sai do lugar comum e arrisca em ser diferente. (Vitor Búrigo)

*Clique aqui e confira as entrevistas com o elenco.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Armas na Mesa

por: Cinevitor

armasmesaposterMiss Sloane

Diretor: John Madden

Elenco: Jessica Chastain, Gugu Mbatha-Raw, John Lithgow, Michael Stuhlbarg, Alison Pill, Mark Strong, Jake Lacy, Douglas Smith, Sam Waterston, Ennis Esmer, Dylan Baker, Lucy Owen, Meghann Fahy, Kyle Mac, Grace Lynn Kung, Jack Murray, Alexandra Castillo, Sergio Di Zio, Greta Onieogou, Joe Pingue, Al Mukadam, Michael Cram, Noah Robbins, David Wilson Barnes, Courtenay J. Stevens, Doug Murray, Aaron Hale, Raoul Bhaneja, Chuck Shamata, Shane Clinton Jarvis, Murray Furrow, Adam Crew, Austin Strugnell, Zach Smadu, Alan G. Kelly.

Ano: 2016

Sinopse: Elizabeth Sloane é a mais procurada e formidável lobista em Washington, D.C.. Conhecida igualmente por sua astúcia e seu histórico de sucesso, ela sempre fez o que era necessário para vencer. Quando ela enfrenta o adversário mais poderoso de seu meio, ela percebe que ganhar pode custar um preço muito alto.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas