Todos os posts de Cinevitor

O Beijo no Asfalto

por: Cinevitor

beijoasfaltoposternovoDireção: Murilo Benício

Elenco: Lázaro Ramos, Débora Falabella, Fernanda Montenegro, Stênio Garcia, Otávio Müller, Augusto Madeira, Luiza Tiso, Amir Haddad, Marcelo Flores, Raquel Fabbri, Arlindo Lopes, Murilo Benício.

Ano: 2017

Sinopse: Baseado no texto de O Beijo no Asfalto, peça escrita por Nelson Rodrigues e encenada pela primeira vez em 1961, o filme narra a história de Arandir, um homem que, num gesto banal, atende ao pedido de um beijo na boca feito por um sujeito prestes a morrer e que acabara de ser atropelado na avenida Presidentes Vargas. O ato é testemunhado por Amado, um repórter sensacionalista que passa a explorar o beijo entre dois homens para vender jornal, além de incitar a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto. A obra se centra na discussão sobre o poder da conspiração e na destruição na vida de um homem até então anônimo. Na trama, Arandir é envolvido nas acusações feitas por seu sogro, Aprígio, que insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas, e pela dúvida que a polícia e o repórter instauram na cabeça de sua mulher, Selminha.

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Henfil

por: Cinevitor

henfilposternovoDireção: Angela Zoé

Elenco: Jaguar, Sérgio Cabral, Ricardo Leite, Aroeira, Ivan Cosenza, Denis Sevlac, Tárik de Souza, Ziraldo, Lucas Mendes, Glorinha de Souza, Camila Couto, Gabriel Kalegario, Caio Vasconcelos, Bruna Bakker, Erick Miguez, Rafael Motta, Elisa Nogueira, Liliana Ostrovsky, Victor Antunes.

Ano: 2017

Sinopse: O documentário revela, através de narrativas paralelas, a vida do cartunista e ativista, Henrique de Souza. O filme explora um movimento de descoberta do personagem junto aos jovens a partir de uma turma de animadores que tenta trazer o trabalho de Henfil para os dias atuais. Juntam-se às descobertas feitas, a partir dos depoimentos de amigos, revelações sobre a maneira como o artista usou seus desenhos como um aparato para driblar a censura política e também como um recurso para lidar com sua saúde frágil, causada pela hemofilia, e expor sua inquietação criativa.

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Exclusivo: confira cena do drama A Vida em Si, de Dan Fogelman, com Antonio Banderas

por: Cinevitor

vidaemsicenaexclusivaÀlex Monner e Antonio Banderas em cena.

Escrito e dirigido por Dan Fogelman, criador da premiada This Is Us, uma das séries mais populares dos últimos anos, o drama A Vida em Si chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 6/12, com distribuição da Paris Filmes.

Na história, à medida que Abby, interpretada por Olivia Wilde, e Will, vivido por Oscar Isaac, vão do romance universitário ao casamento e ao nascimento do primeiro filho, reviravoltas inesperadas criam reverberações que ecoam por diferentes continentes e vidas. O filme apresenta uma história multigeracional marcada por uma tragédia familiar, mas rodeada de calor e esperança.

O elenco ainda reúne Mandy Patinkin, Antonio Banderas, Samuel L. Jackson, Olivia Cooke, Laia Costa e Annette Bening, e, embora seja difícil dizer como a história de cada personagem se relacionará, a emoção permeará toda narrativa. “Este filme aborda grandes perdas, grandes tragédias, grandes amores, grandes momentos. É como um romance maior do que a vida, que você segue geração após geração”, afirma Dan Fogelman.

Assista, com exclusividade no CINEVITOR, uma cena do filme protagonizada por Antonio Banderas e Sergio Peris-Mencheta:

Foto: Jose Haro/Amazon Studios.

American Film Institute divulga lista com os 10 melhores filmes e séries de 2018

por: Cinevitor

romaafiawards18Roma, dirigido pelo mexicano Alfonso Cuarón: prêmio especial.

O American Film Institute divulgou nesta terça-feira, 4/12, sua tradicional lista com os dez melhores filmes e séries do ano, considerados artisticamente significativos. A premiação acontece desde o ano 2000 e tem como objetivo honrar produções que contribuem para um legado cultural coletivo.

Os vencedores são escolhidos por um júri formado por estudiosos, artistas de cinema e televisão, críticos e conselheiros do AFI, que determinam os destaques do ano reconhecendo a natureza colaborativa da arte. Vale lembrar que o AFI é também especializado em treinar novos diretores em seu conservatório e na preservação de filmes antigos. Apesar de seu nome, a organização não se foca exclusivamente no cinema, mas também em televisão e em vídeos.

Neste ano, além dos vinte homenageados, o American Film Institute concedeu um Prêmio Especial para o drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, pelo excelente trabalho fora dos critérios do Instituto para o cinema americano. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 4 de janeiro de 2019, em Los Angeles.

Conheça a seleção oficial do AFI Awards 2018:

FILMES DO ANO:
A Favorita
First Reformed
Green Book: O Guia
Infiltrado na Klan
Nasce uma Estrela
Oitava Série
O Retorno de Mary Poppins
Pantera Negra
Se a Rua Beale Falasse
Um Lugar Silencioso

SÉRIES DO ANO:
Atlanta
Barry
Better Call Saul
Pose
Succession
The Americans
The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story
The Kominsky Method
The Marvelous Mrs. Maisel
This Is Us

PRÊMIO ESPECIAL:
Roma, de Alfonso Cuarón

Foto: Carlos Somonte.

CINEVITOR #314: 5ª Mostra de Cinema de Gostoso | Edição Especial

por: Cinevitor

mostra5gostosopgmcinevitorPé na areia: cinema na praia!

A 5ª Mostra de Cinema de Gostoso exibiu, ao longo de cinco dias, os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros, entre curtas e longas, em uma tela de cinema ao ar livre, na Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte.

Além disso, o evento contou com atividades paralelas, mostra infantil, Mostra Panorama e exibição dos curtas-metragens realizados por alunos do Coletivo Nós do Audiovisual, formado por jovens de São Miguel do Gostoso interessados em abrir novas possibilidades de atuação e assim realizar filmes.

Para encerrar nossa cobertura, fizemos um programa especial com diversos convidados que marcaram presença por lá, como: o ator Christian Malheiros, do filme Sócrates; a diretora de fotografia do curta-metragem Guaxuma, Maíra Iabrudi; o ator Juan Calado, do curta Nova Iorque; o diretor Wallace Santos, do filme Tingo Lingo, exibido na Mostra Panorama; o montador e coroteirista de Meu Nome é Daniel, Vinicius Nascimento; a cineasta Mirela Kruel, de Catadora de Gente; Marco Antônio Pereira, diretor do curta Teoria Sobre um Planeta Estranho; a diretora do filme Mesmo com Tanta Agonia, Alice Andrade Drummond; e o cineasta Helio Ronyvon, do curta Ainda que Eu Ande pelo Vale da Sombra da Morte.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação.

Novo trailer de Capitã Marvel, com Brie Larson, é divulgado

por: Cinevitor

capitamarveltrailer2Vencedora do Oscar em ação: filme é baseado na personagem da Marvel Comics.

Dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, Capitã Marvel é o primeiro longa solo de uma heroína da Marvel. O filme conta a história de Carol Danvers, uma pilota da Força Aérea Americana que, depois de sofrer um grave acidente, acaba adquirindo superpoderes.

Protagonizado por Brie Larson, vencedora do Oscar de melhor atriz por O Quarto de Jack, o filme mostra a transformação da protagonista em uma das heroínas mais poderosas do Universo quando a Terra é capturada durante uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas.

Com estreia marcada para o dia 7 de março de 2019 nos cinemas brasileiros, o longa conta também com Gemma Chan, Mckenna Grace, Samuel L. Jackson, Jude Law, Djimon Hounsou, Annette Bening, Lee Pace, Ben Mendelsohn, Colin Ford, Clark Gregg e Rune Temte no elenco.

Confira o novo trailer de Capitã Marvel:

Foto: Divulgação.

Cahiers du Cinéma divulga lista com os dez melhores filmes de 2018

por: Cinevitor

cahiers2018garotosLes garçons sauvages, de Bertrand Mandico: melhor filme do ano.

Fundada em 1951, a revista francesa Cahiers du Cinéma é considera uma das mais prestigiadas publicações sobre a sétima arte. Como de costume, na edição de dezembro, a redação divulga uma lista com os 10 melhores filmes do ano.

Para os críticos da revista, o melhor filme de 2018 é o francês Les garçons sauvages, de Bertrand Mandico, que marca sua estreia na direção de um longa-metragem. O drama, que mistura fantasia e aventura, foi exibido na 26ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, com o título traduzido para Os Garotos Selvagens, e também no Festival de Veneza.

A história se passa no início do século XX, em uma ilha, onde cinco adolescentes cometem um crime. Depois disso, um capitão holandês os encarrega de um cruzeiro em um veleiro assombrado. Exaustos pelos métodos do capitão, os cinco garotos, interpretados por mulheres, se preparam para um motim. Seu porto de escala é uma ilha sobrenatural com vegetação exuberante e poderes encantadores.

O segundo lugar ficou com a série Coincoin e os Inumanos, do francês Bruno Dumont, de quatro episódios. Exibida na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a produção é uma continuação de O Pequeno Quinquin e mostra o protagonista agora adolescente. Ele participa de reuniões do Partido Nacionalista com seu amigo de infância Fatso e seu antigo amor, Eve, o abandonou por Corinne. Quando um misterioso magma surge perto da cidade, os habitantes repentinamente começam a se comportar de modo estranho. Junto com o capitão Van Der Weyden e seu fiel assistente Carpentier, eles investigam esse fenômeno, que tudo indica se tratar de um ataque alienígena.

Vale lembrar que, no ano passado, a revista elegeu como melhor filme de 2017 a série Twin Peaks, criada por David Lynch e Mark Frost, que foi exibida em uma sessão especial do Festival de Cannes.

Conheça o Top 10 de 2018 da Cahiers du Cinéma, publicado no editorial da 750ª edição:

1º: Les garçons sauvages, de Bertrand Mandico (França)
2º: Coincoin et les z’inhumains, de Bruno Dumont (França)
3º: Trama Fantasma, de Paul Thomas Anderson (EUA/Reino Unido)
4º: Em Chamas, de Chang-Dong Lee (Coreia do Sul)
5º: Paul Sanchez est revenu!, de Patricia Mazuy (França/Bélgica)
6º: The Post – A Guerra Secreta, de Steven Spielberg (EUA/Reino Unido)
7º: Na Praia à Noite Sozinha, de Hong Sang-Soo (Coreia do Sul/Alemanha)
8º: A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier (Dinamarca/França/Alemanha/Suécia)
9º: Verão, de Kirill Serebrennikov (Rússia/França)
10º: L’île au trésor, de Guillaume Brac (França)

Foto: Divulgação.

Conheça os indicados ao 46º Annie Awards, o Oscar da animação; filme brasileiro está na disputa

por: Cinevitor

titoannieawardsAnimação brasileira na disputa!

Foram anunciados nesta segunda-feira, 3/12, os indicados ao 46º Annie Awards, conhecido como o Oscar da animação, organizado pela ASIFA-Hollywood, International Animated Film Society. Fundada em 1960, a associação premiava os melhores nomes da animação simbolicamente, até criar a cerimônia oficial em 1972. O prêmio de melhor animação cinematográfica só surgiu na 20ª edição do evento, em 1992, premiando A Bela e a Fera.

Neste ano, Os Incríveis 2, da Disney•Pixar, lidera a lista com onze indicações, seguido por WiFi Ralph: Quebrando a Internet, da Walt Disney Animation Studios, que aparece em dez categorias. O longa brasileiro Tito e os Pássaros, de Gabriel Bitar, André Catoto e Gustavo Steinberg, está na disputa pelo prêmio de melhor animação independente, categoria criada em 2015, que, até então, todos os seus vencedores conseguiram uma indicação ao Oscar.

Tito e os Pássaros conta a história de um menino que é responsável, junto com seu pai, por encontrar a cura para uma doença que é contraída após a pessoa levar um susto. Vale lembrar que o filme está entre os 25 títulos inscritos que disputam uma vaga entre os finalistas da categoria de melhor animação no Oscar 2019.

Nos últimos três anos, os vencedores na categoria de melhor animação do Annie Awards também venceram o Oscar dedicado ao gênero animado: Viva – A Vida é uma Festa, Zootopia: Essa Cidade é o Bicho e Divertida Mente.

Os homenageados desta 46ª edição serão: os animadores Ralph Eggleston, Frank Braxton e Adam Burke; a dubladora Andrea Romano; Ton Roosendaal, desenvolvedor do software Blender; e Jason Jones, voluntário da ASIFA, que receberá um certificado de mérito.

Conheça os indicados nas categorias de cinema do Annie Awards 2019, que acontecerá no dia 2 de fevereiro, em Los Angeles:

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso
Ilha dos Cachorros
O Homem das Cavernas
Os Incríveis 2
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR DIREÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso, por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman
Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas, por Genndy Tartakovsky
O Homem das Cavernas, por Nick Park
Os Incríveis 2, por Brad Bird
WiFi Ralph: Quebrando a Internet, por Phil Johnston e Rich Moore

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE:
Ce magnifique gâteau!
MFKZ (Mutafukaz)
Mirai
Ruben Brandt, Collector
Tito e os Pássaros

MELHOR ROTEIRO EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso, escrito por Phil Lord e Rodney Rothman
Mirai, escrito por Mamoru Hosoda
Os Incríveis 2, escrito por Brad Bird
Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas, escrito por Michael Jelenic e Aaron Horvath
WiFi Ralph: Quebrando a Internet, escrito por Phil Johnston e Pamela Ribon

MELHOR ANIMAÇÃO | PRODUÇÃO ESPECIAL:
Back to the Moon
O Retorno de Mary Poppins
The Emperor’s Newest Clothes
The Highway Rat

MELHOR ANIMAÇÃO | CURTA-METRAGEM:
Grandpa Walrus
Lost & Found
Solar Walk
Untravel
Weekends

MELHOR ANIMAÇÃO ESTUDANTIL:
A Blink of An Eye
Best Friend
FACING IT
Hors Piste
Sister

MELHORES EFEITOS ANIMADOS EM ANIMAÇÃO:
Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas
Next Gen
O Homem das Cavernas
Os Incríveis 2
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso
Ilha dos Cachorros
O Homem das Cavernas
Os Incríveis 2
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM LIVE-ACTION:
Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível
O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos
O Retorno de Mary Poppins
Paddington 2
Vingadores: Guerra Infinita

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso
Next Gen
O Retorno de Mary Poppins
Os Incríveis 2
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR MÚSICA EM ANIMAÇÃO:
O Grinch
O Homem das Cavernas
Os Incríveis 2
PéPequeno
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso
Hotel Transilvânia 3: Férias Monstruosas
Ilha dos Cachorros
O Homem das Cavernas
O Retorno de Mary Poppins

MELHOR STORYBOARDING EM ANIMAÇÃO:
O Grinch, por Habib Louati
O Retorno de Mary Poppins, por Ovi Nedelcu
Os Incríveis 2, por Dean Kelly
Os Incríveis 2, por Bobby Alcid Rubio
WiFi Ralph: Quebrando a Internet, por Michael Herrera

MELHOR DUBLAGEM EM ANIMAÇÃO:
Bryan Cranston, por Ilha dos Cachorros
Charlyne Yi, por Next Gen
Eddie Redmayne, por O Homem das Cavernas
Holly Hunter, por Os Incríveis 2
Sarah Silverman, por WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR EDIÇÃO EM ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso
O Grinch
Os Incríveis 2
Ruben Brandt, Collector
WiFi Ralph: Quebrando a Internet

MELHOR PRODUÇÃO EM REALIDADE VIRTUAL:
Age of Sail
Battlescar
Crow: The Legend
Mind Palace
Moss

Foto: Divulgação.

A Favorita, de Yorgos Lanthimos, é o grande vencedor do British Independent Film Awards 2018

por: Cinevitor

oliviabritishvenceOlivia Colman: melhor atriz por A Favorita.

O British Independent Film Awards foi criado em 1998 por Elliot Grove e Suzanne Ballantyne, fundadores do Raindance Film Festival, com o objetivo de celebrar o cinema britânico financiado de forma independente, homenageando novos talentos e promovendo tais produções para o grande público.

Neste ano, em sua 21ª edição, os vencedores do BIFA 2018 foram anunciados no domingo, 2/12, em Londres, e a comédia dramática A Favorita, dirigida por Yorgos Lanthimos, se consagrou como a grande campeã em dez categorias.

Além disso, a atriz Judi Dench foi homenageada com o Prêmio Richard Harris por sua contribuição artística ao longo da carreira; o cineasta Horace Ové recebeu o Prêmio Especial do Júri; e a atriz Felicity Jones ganhou o Prêmio Variety.

Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2018:

MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE:
A Favorita, de Yorgos Lanthimos

MELHOR ROTEIRO:
A Favorita, escrito por Deborah Davis e Tony McNamara

MELHOR DIREÇÃO:
Yorgos Lanthimos, por A Favorita

MELHOR ATOR:
Joe Cole, por A Prayer Before Dawn

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Alessandro Nivola, por Desobediência

MELHOR ATRIZ:
Olivia Colman, por A Favorita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Rachel Weisz, por A Favorita

REVELAÇÃO | MOST PROMISING NEWCOMER:
Jessie Buckley, por Beast

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | PRÊMIO DOUGLAS HICKOX:
Richard Billingham, por Ray & Liz

MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE:
Bart Layton, por American Animals

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Evelyn, de Orlando von Einsiedel

MELHOR FILME ESTRANGEIRO INDEPENDENTE:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ELENCO:
A Favorita, por Dixie Chassay

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Favorita, por Robbie Ryan

MELHOR FIGURINO:
A Favorita, por Sandy Powell

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
A Favorita, por Nadia Stacey

MELHOR EDIÇÃO:
American Animals, por Nick Fenton, Chris Gill e Julian Hart 

MELHOR TRILHA SONORA:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Jonny Greenwood

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Favorita, por Fiona Crombie

MELHOR SOM:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Paul Davies

MELHORES EFEITOS:
O Homem das Cavernas, por Howard Jones

PRÊMIO DISCOVERY:
Voyageuse, de May Miles Thomas

PRODUTOR REVELAÇÃO:
Jacqui Davies, por Ray & Liz

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
The Big Day, de Dawn Shadforth

Foto: Atsushi Nishijima/Fox Searchlight.

Conheça os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2018

por: Cinevitor

firstreformednycriticosEthan Hawke e Amanda Seyfried em First Reformed, de Paul Schrader.

O New York Film Critics Circle Awards conta com um seleto e respeitado grupo de jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações. O evento surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento.

Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.

A última vez que um filme foi consagrado como o melhor do ano tanto pelos críticos de Nova York como pelos votantes da Academia foi em 2011, com O Artista, de Michel Hazanavicius. Os mais recentes vencedores do NYFCC foram: A Hora Mais Escura, de Kathryn Bigelow, em 2012; Trapaça, de David O. Russell, em 2013; Boyhood: Da Infância à Juventude, de Richard Linklater, em 2014; Carol, de Todd Haynes, em 2015; La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, em 2016; e Lady Bird – A Hora de Voar, de Greta Gerwig, em 2017.

Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2018:

MELHOR FILME:
Roma, de Alfonso Cuarón

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ROTEIRO:
First Reformed, escrito por Paul Schrader

MELHOR ATRIZ:
Regina Hall, por Support the Girls

MELHOR ATOR:
Ethan Hawke, por First Reformed

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Richard E. Grant, por Poderia Me Perdoar?

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Minding the Gap, de Bing Liu

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Guerra Fria, de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Oitava Série, de Bo Burnham

PRÊMIO ESPECIAL | CAREER ACHIEVEMENT:
David Schwartz

PRÊMIO ESPECIAL:
Kino Classics Box Set

Foto: Divulgação/A24.

5ª Mostra de Cinema de Gostoso: realizadores do audiovisual brasileiro falam sobre curtas-metragens, incentivos e festivais

por: Cinevitor

realizadoresgostosoRealizadores que participaram do festival na cerimônia de premiação.

Em agosto deste ano, a ANCINE, Agência Nacional do Cinema, lançou o Edital de Fluxo Contínuo de Produção para Cinema com um processo seletivo realizado com base em critérios de pontuação calculada de forma automática.

O edital para investimento do Fundo Setorial do Audiovisual, FSA, serve para  seleção de projetos de produção de longas-metragens de ficção, documentário e animação, apresentados por produtoras brasileiras independentes e distribuidoras brasileiras independentes, com destinação inicial ao mercado de salas de exibição.

O Regulamento de Notas detalha os critérios usados para estabelecer a nota obtida por diretores e empresas produtoras e distribuidoras. Cada proponente poderá calcular a pontuação de seu projeto com base nas notas atribuídas ao diretor (desempenho comercial, quantidade de obras e desempenho artístico); à produtora (capacidade gerencial/classificação de nível, desempenho comercial e desempenho artístico); e à distribuidora (quantidade de obras, desempenho comercial e desempenho artístico).

O edital disponibiliza recursos financeiros no valor total de R$ 150 milhões, divididos em quatro modalidades. O cálculo das notas foi feito com base nos dados extraídos do sistema no dia 15/05, um dia após o encerramento das inscrições no Edital Concurso Produção para Cinema 2018. Com base na pontuação final obtida, cada projeto será enquadrado em uma faixa de pontuação que dará direito a acessar diferentes tetos de valores.

Porém, um dos critérios de avaliação diz que o proponente deverá comprovar ter realizado o lançamento comercial de, no mínimo, uma obra cinematográfica de longa-metragem, da qual não seja produtora ou coprodutora, no mercado de salas de exibição no Brasil nos doze meses anteriores à inscrição. Ou seja, curtas-metragens não somam pontos para esse edital, desconsiderando assim, tais produções dos realizadores, muitas vezes premiados em importantes festivais nacionais e internacionais.

A decisão não foi bem recebida pela classe artística, já que dificultará a inclusão de novos diretores e produtores que tenham realizado apenas curtas-metragens, por exemplo. Depois de alguns manifestos, a ANCINE, em comunicado, disse que vai avaliar o formato de pontuações. Porém, até agora, a situação continua a mesma.

Recentemente, durante a quinta edição da Mostra de Cinema de Gostoso, realizada em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, realizadores que marcaram presença no evento fizeram uma carta em busca de igualdade para os curtas-metragens, reivindicando direitos iguais para tais produções, e também sobre outras questões relacionadas ao audiovisual brasileiro.

Confira a carta na íntegra, lida durante a cerimônia de premiação da Mostra:

CARTA ABERTA DOS REALIZADORES DO AUDIOVISUAL NACIONAL REALIZADA NA 5ª MOSTRA DE CINEMA DE GOSTOSO

Considerando os momentos de incerteza em relação às políticas voltadas para cultura, mais especificamente para o audiovisual, as realizadoras e os realizadores manifestam seu posicionamento em defesa do Ministério da Cultura e de políticas públicas que vêm sendo construídas ao longo das últimas décadas. Esperamos que sejam mantidos os incentivos à iniciativas indispensáveis para a construção da nossa identidade. As políticas públicas para a arte e audiovisual geram inúmeros benefícios para nossa sociedade: desde a geração de emprego, geração de renda, formação de público e formação de novos técnicos. Nossa preocupação também é em relação aos festivais e mostras de cinema, que em todo país, contribuem para a troca de experiências, olhares e um dos mais importantes meios de circulação das obras produzidas no país; além de serem também um espaço que possibilita o acesso ao cinema onde não há salas de exibição ou mesmo outros espaços culturais. É importante reforçar que esses festivais e mostras são uma forma de retribuir para vocês, o dinheiro público investido em muitas dessas obras. Por fim, sublinhamos que curtas metragens existem SIM! E que devem ser valorizados como obras audiovisuais, portanto devem também fazer parte dessa nova pontuação proposta pela ANCINE. Muito obrigada pela oportunidade!

Foto: Vitor Búrigo.

Festival de Sundance 2019: filmes brasileiros são selecionados

por: Cinevitor

divinoamorsundanceDira Paes e Julio Machado em Divino Amor, de Gabriel Mascaro: selecionado.

A 41ª edição do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, anunciou, nesta quarta-feira, 28/11, sua seleção oficial.

Neste ano, 112 filmes foram selecionados, de 33 países e 45 novos cineastas, entre 14.259 inscritos, incluindo 4.018 longas-metragens. Ao total, 40% das produções são dirigidas por uma ou mais mulheres.

Na Competição Americana, destacam-se ficções e documentários inéditos de novos nomes do cinema independente americano; na Competição Internacional, produções dirigidas por talentos emergentes do cinema mundial oferecem novas perspectivas e estilos inventivos; na Mostra Next, filmes americanos considerados ousados e criativos completam a programação; na seção Premieres, destacam-se algumas das estreias mais esperadas para o próximo ano; em Midnight, uma seleção que vai do horror à comédia, com obras que desafiam a classificação de gênero; em Spotlight, é possível rever alguns filmes consagrados no ano anterior; e na seção Kids, uma programação dedicada aos espectadores mais jovens.

Neste ano, o cinema brasileiro marca presença na Competição Internacional com dois filmes: Divino Amor, de Gabriel Mascaro, entre os longas de ficção, com Dira Paes, Emílio de Mello, Julio Machado, Thalita Carauta, Mariana Nunes, Teca Pereira e Tuna Dwek; e o documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, sobre os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na mostra Kids, Abe, de Fernando Grostein Andrade, com Noah Schnapp e Seu Jorge, é um dos destaques. Além disso, a cineasta brasileira Ivete Lucas, que hoje vive nos Estados Unidos, aparece na Competição Americana de Documentários com Pahokee, dirigido em parceria com Patrick Bresnan.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2019:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:

Before You Know It, de Hannah Pearl Utt
Big Time Adolescence, de Jason Orley
Brittany Runs A Marathon, de Paul Downs Colaizzo
Clemency, de Chinonye Chukwu
The Farewell, de Lulu Wang
Hala, de Minhal Baig
Honey Boy, de Alma Har’el
Imaginary Order, de Debra Eisenstadt
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot
Luce, de Julius Onah
Ms. Purple, de Justin Chon
Native Son, de Rashid Johnson
Share, de Pippa Bianco
The Sound of Silence, de Michael Tyburski
Them That Follow, de Britt Poulton e Dan Madison Savage
To The Stars, de Martha Stephens

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:

Always in Season, de Jacqueline Olive
American Factory, de Steven Bognar e Julia Reichert
APOLLO 11, de Todd Douglas Miller
Bedlam, de Kenneth Paul Rosenberg
David Crosby: Remember My Name, de A.J. Eaton
Hail Satan, de Penny Lane
Jawline, de Liza Mandelup
Knock Down the House, de Rachel Lears
Midnight Family, de Luke Lorentzen
Mike Wallace Is Here, de Avi Belkin
Moonlight Sonata: Deafness in Three Movements, de Irene Taylor Brodsky
One Child Nation, de Nanfu Wang e Jialing Zhang
Pahokee, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan
TIGERLAND, de Ross Kauffman
Untitled Amazing Johnathan Documentary, de Ben Berman
Where’s My Roy Cohn?, de Matt Tyrnauer

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:

Dirty God, de Sacha Polak (Holanda/Reino Unido/Bélgica/Irlanda)
Divino Amor (Divine Love), de Gabriel Mascaro (Brasil/Uruguai/Dinamarca/Noruega)
Dolce Fine Giornata, de Jacek Borcuch (Polônia)
Judy & Punch, de Mirrah Foulkes (Austrália)
Koko-di Koko-da, de Johannes Nyholm (Suécia/Dinamarca)
The Last Tree, de Shola Amoo (Reino Unido)
Monos, de Alejandro Landes (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai)
Queen of Hearts, de May el-Toukhy (Dinamarca)
The Sharks, de Lucía Garibaldi (Uruguai/Argentina/Espanha)
The Souvenir, de Joanna Hogg (Reino Unido)
This is not Berlin, de Hari Sama (México)
We Are Little Zombies, de Makoto Nagahisa (Japão)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:

Advocate, de Rachel Leah Jones e Philippe Bellaïche (Israel)
Cold Case Hammarskjold, de Mads Brügger (Dinamarca)
Democracia em Vertigem (The Edge of Democracy), de Petra Costa (Brasil)
The Disappearance of My Mother, de Beniamino Barrese (Itália)
Gaza, de Garry Keane e Andrew McConnell (Irlanda)
Honeyland, de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska (Macedônia)
Lapü, de Juan Pablo Polanco e César Alejandro Jaimes (Colômbia)
The Magic Life of V, de Tonislav Hristov (Finlândia/Dinamarca/Bulgária)
Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Qatar/Reino Unido/Canadá)
Sea of Shadows, de Richard Ladkani (Áustria)
Shooting the Mafia, de Kim Longinotto (Irlanda)
Stieg Larsson – The Man Who Played With Fire, de Henrik Georgsson (Suécia)

NEXT:

Adam, de Rhys Ernst (EUA)
Give Me Liberty, de Kirill Mikhanovsky (EUA)
Light From Light, de Paul Harrill (EUA)
Paradise Hills, de Alice Waddington (Espanha/EUA)
Premature, de Rashaad Ernesto Green (EUA)
Selah and the Spades, de Tayarisha Poe (EUA)
Sister Aimee, de Samantha Buck e Marie Schlingmann (EUA)
The Death of Dick Long, de Daniel Scheinert (EUA)
The Infiltrators, de Alex Rivera e Cristina Ibarra (EUA)
The Wolf Hour, de Alistair Banks Griffin (EUA)

PREMIERES:

After The Wedding, de Bart Freundlich (EUA)
Animals, de Sophie Hyde (Reino Unido/Irlanda/Austrália)
Blinded by the Light, de Gurinder Chadha (Reino Unido)
Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, de Joe Berlinger (EUA)
I Am Mother, de Grant Sputore (Austrália)
Late Night, de Nisha Ganatra (EUA)
Official Secrets, de Gavin Hood (EUA/Reino Unido)
Photograph, de Ritesh Batra (Índia)
Relive, de Jacob Estes (EUA)
Sonja – The White Swan, de Anne Sewitsky (Noruega)
The Mustang, de Laure de Clermont-Tonnerre (EUA)
The Boy Who Harnessed the Wind, de Chiwetel Ejiofor (Reino Unido)
The Report, de Scott Z. Burns (EUA)
The Sunlit Night, de David Wnendt (Alemanha/Noruega)
The Tomorrow Man, de Noble Jones (EUA)
Top End Wedding, de Wayne Blair (Austrália)
Troupe Zero, de Bert & Bertie (EUA)
Velvet Buzzsaw, de Dan Gilroy (EUA)

PREMIERES | DOCUMENTÁRIO:

Ask Dr. Ruth, de Ryan White (EUA)
Halston, de Frédéric Tcheng (EUA)
Love, Antosha, de Garret Price (EUA)
Marianne & Leonard: Words of Love, de Nick Broomfield (EUA)
MERATA: How Mum Decolonised The Screen, de Heperi Mita (Nova Zelândia)
Miles Davis: Birth of the Cool, de Stanley Nelson (EUA/Reino Unido)
Raise Hell: The Life & Times of Molly Ivins, de Janice Engel (EUA)
The Great Hack, de Karim Amer e Jehane Noujaim (EUA)
The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley, de Alex Gibney (EUA)
Toni Morrison: The Pieces I Am, de Timothy Greenfield-Sanders (EUA)
Untouchable, de Ursula Macfarlane (EUA)
Words from a Bear, de Jeffrey Palmer (EUA)

MIDNIGHT:

Greener Grass, de Jocelyn DeBoer e Dawn Luebbe (EUA)
Little Monsters, de Abe Forsythe (Austrália)
MEMORY – The Origins of Alien, de Alexandre O. Philippe (EUA)
Mope, de Lucas Heyne (EUA)
Sweetheart, de JD Dillard (EUA)
The Hole in the Ground, de Lee Cronin (Irlanda)
The Lodge, de Veronika Franz e Severin Fiala (EUA/Reino Unido)

SPOTLIGHT:

Anthropocene: The Human Epoch, de Jennifer Baichwal, Nicholas de Pencier e Edward Burtynsky (Canadá)
Pássaros de Verão (Birds of Passage), de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia)
Maiden, de Alex Holmes (Reino Unido)
The Biggest Little Farm, de John Chester (EUA)
The Mountain, de Rick Alverson (EUA)
The Nightingale, de Jennifer Kent (Austrália)

KIDS:

Abe, de Fernando Grostein Andrade (Brasil)
The Elephant Queen, de Victoria Stone e Mark Deeble (Reino Unido/Quênia)
The Witch Hunters, de Rasko Miljkovic (Sérvia/Macedônia)

Foto: Divulgação.