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CINEVITOR #303: Entrevista com Thaila Ayala e Gabriel Sater | Coração de Cowboy

por: Cinevitor

coracaocowboycinevitorThaila Ayala e Gabriel Sater: par romântico no cinema.

Dirigido por Gui Pereira e com trilha sonora assinada por Lucas Lima, Coração de Cowboy conta a história de Lucca, um jovem músico apaixonado pela música sertaneja. No entanto, ele consegue fazer sucesso apenas com um estilo de música de mais apelo comercial. Já no auge da fama, Lucca tem um desentendimento com sua empresária em uma sessão de gravação e resolve voltar à sua cidade natal para se conectar com suas raízes e reencontrar sua verdadeira inspiração.

Gabriel Sater interpreta Lucca e faz sua estreia como protagonista em um longa-metragem. Filho mais velho do violeiro Almir Sater, tem uma sólida carreira como músico e esse foi um dos fatores na escolha para ser o intérprete de Lucca. O elenco conta ainda com Thaila Ayala, que interpreta Paula, par romântico de Lucca na trama; Jackson Antunes, Thaís Pacholek, Françoise Forton e participações especiais de Chitãozinho & Xororó, Marcos & Belutti, Família Lima, Rionegro & Solimões, Maurício Manieri, entre outros.

Para falar mais sobre o filme, que estreia nesta quinta-feira, 27/09, batemos um papo com os atores Gabriel Sater e Thaila Ayala. Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/O2 Play.

CINEVITOR #302: 10 Segundos para Vencer | Entrevistas com elenco + diretor

por: Cinevitor

dezsegundospgmOsmar Prado e Daniel de Oliveira em cena: amor entre pai e filho.

Dirigido por José Alvarenga Jr., 10 Segundos para Vencer estreia nesta quinta-feira, 27/09, e revela a incrível trajetória de Éder Jofre, que desafiou seus próprios limites até conquistar seu primeiro cinturão de ouro, em 1961, nos Estados Unidos. Exibido na competição brasileira de longas-metragens do 46º Festival de Cinema de Gramado, o filme recebeu dois kikitos: melhor ator para Osmar Prado e melhor ator coadjuvante para Ricardo Gelli.

Com Daniel de Oliveira no papel de um dos maiores pugilistas da história, o longa conta também com Osmar Prado no papel de Kid Jofre, pai e implacável treinador do bicampeão mundial de boxe. Na história, depois de cinco anos de glória, defendendo o título sem nunca ter sofrido um nocaute, em 1966 ele decide parar de lutar para levar uma vida comum, longe dos ringues, mas perto da mulher, Cida, e dos filhos pequenos. A paixão pelo esporte leva Éder a voltar a treinar e, mesmo após um longo período parado, ele recupera a antiga forma e conquista mais um cinturão de ouro, em 1973, aos 37 anos.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais com entrevistas com os atores e com o diretor. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Daniel de Oliveira e Osmar Prado

PARTE 2:
Entrevista com José Alvarenga Jr. e Ricardo Gelli

Foto: Gui Maia.

Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018: filmes brasileiros se destacam entre os indicados

por: Cinevitor

boasmaneirasfenixMarjorie Estiano e Isabél Zuaa em As Boas Maneiras.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 24/09, os indicados ao Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix, que celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual, criada em 2014 e organizada pela Cinema 23, reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo.

O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.

Neste ano, na quinta edição do evento, que será realizada no dia 7 de novembro, na Cidade do México, o cinema brasileiro aparece muito bem representado com diversas produções, como: Benzinho, de Gustavo Pizzi, na categoria de melhor atriz para Karine Teles; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, indicado a melhor filme de ficção e melhor edição; os documentários Ex-Pajé, Baronesa, O Processo e Bixa Travesty; e o drama Azougue Nazaré, de Tiago Melo.

O brasileiro Rodrigo Santoro recebeu uma indicação ao prêmio de melhor ator pelo drama cubano Un Traductor. Além disso, o Brasil também se destaca com suas coproduções, como o argentino Zama, de Lucrecia Martel, que rendeu indicações a duas brasileiras: Renata Pinheiro e Karen Harley; o paraguaio As Herdeiras; e o documentário Aeroporto Central, do cineasta brasileiro Karim Aïnouz em coprodução com a Alemanha e França.

Conheça os indicados aos Premios Fénix 2018:

MELHOR FILME | FICÇÃO:
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina)
As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (Brasil/França)
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Alemanha/Brasil/França)
Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias (República Dominicana/Argentina/Alemanha/Qatar)
Pájaros de Verano, de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia/México/Dinamarca/França)
Museo, de Alonso Ruizpalacios (México)
Zama, de Lucrecia Martel (Argentina/Brasil/Espanha/República Dominicana/França/Holanda/México/Suíça/EUA/Portugal/Líbano)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO:
Aeroporto Central (Central Airport THF), de Karim Aïnouz (Alemanha/Brasil/França)
Baronesa, de Juliana Antunes (Brasil)
Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (Brasil)
El silencio es un cuerpo que cae, de Agustina Comedi (Argentina)
Muitos Filhos, um Macaco e um Castelo (Muchos hijos, un mono y un castillo), de Gustavo Salmerón (Espanha)
O Processo, de Maria Augusta Ramos (Brasil)
Teatro de Guerra, de Lola Arias (Argentina/Alemanha/Espanha)

MELHOR DIREÇÃO:
Alonso Ruizpalacios, por Museo
Anahí Berneri, por Alanis
Cristina Gallego e Ciro Guerra, por Pájaros de Verano
Julio Hernández Cordón, por Cómprame un revolver
Laura Mora Ortega, por Matar a Jesús
Lucrecia Martel, por Zama
Marcelo Martinessi, por As Herdeiras

MELHOR ATRIZ:
Antonella Costa, por Dry Martina
Bárbara Lennie, por Uma Espécie de Família
Carmiña Martínez, por Pájaros de Verano
Karine Teles, por Benzinho
Sofia Gala, por Alanis

MELHOR ATOR:
Daniel Giménez Cacho, por Zama
Gael García Bernal, por Museo
Javier Gutiérrez, por El Autor
Lorenzo Ferro, por El Ángel
Rodrigo Santoro, por Un Traductor

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
A Livraria, por Llorenç Miquel
As Herdeiras, por Carlo Spatuzza
El Ángel, por Julia Freid
Handia, por Mikel Serrano
Zama, por Renata Pinheiro

MELHOR EDIÇÃO:
As Boas Maneiras, por Caetano Gotardo
Cocote, por Nelson Carlo de Los Santos Arias
El Ángel, por Guille Gatti
Pájaros de Verano, por Miguel Schverdfinger
Zama, por Karen Harley e Miguel Schverdfinger

MELHOR FOTOGRAFIA | FICÇÃO:
As Herdeiras, por Luis Armando Arteaga
El Ángel, por Julián Apezteguia
Museo, por Damián García
Pájaros de Verano, por David Gallego
Zama, por Rui Poças

MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
Central Airport THF, por Juan Sarmiento G.
Ex-Pajé, por Pedro J. Márquez
Nosotros las piedras, por Caleb B. Kuntz
Teatro de Guerra, por Manuel Abramovich
Trinta Lumes, por Lara Vilanova

MELHOR ROTEIRO:
As Herdeiras, escrito por Marcelo Martinessi
Matar a Jesús, escrito por Laura Mora Ortega e Alonso Torres
Pájaros de Verano, escrito por Maria Camila Arias e Jacques Toulemonde Vidal
Petra, escrito por Michel Gaztambide, Clara Roquet e Jaime Rosales
Zama, escrito por Lucrecia Martel

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Aeroporto Central (Central Airport THF), por Benedikt Schiefer
Azougue Nazaré, por Tomaz Alves Souza e Mestre Anderson
Museo, por Tomás Barreiro
Pájaros de Verano, por Leonardo Heiblum
Tiempo Compartido, por Giorgio Giampà

MELHOR SOM:
As Herdeiras, por Daniel Turini, Fernando Henna, Rafael Alvarez e Ariel Henrique
Cocote, por Nelson Carlo de Los Santos Arias e Nahuel Palenque
El Ángel, por José Luis Díaz
Museo, por Javier Umpierrez, Isabel Muñoz, Michelle Couttolenc e Jaime Baksht
Pájaros de Verano, por Carlos García, Claus Lynge e Marco Salaverría
Zama, por Guido Berenblum e Emmanuel Croset

MELHOR FIGURINO:
A Livraria, por Mercè Paloma
El Ángel, por Julio Suárez
Handia, por Saioa Lara
Pájaros de Verano, por Catherine Rodríguez
Zama, por Julio Suárez

Foto: Divulgação.

O Paciente – O Caso Tancredo Neves é o grande vencedor do 22º Festival de Cinema Brasileiro de Miami

por: Cinevitor

pacientemiamiOthon Bastos: protagonista do filme vencedor.

Foi anunciado neste domingo, 23/09, na Flórida, o vencedor da 22ª edição do Festival de Cinema Brasileiro de Miami (BRAFF): O Paciente – O Caso Tancredo Neves, thriller médico dirigido por Sergio Rezende que revela detalhes da misteriosa morte do primeiro presidente civil eleito após a longa ditadura militar, em 1985, e que nunca tomou posse.

Estrelado por Othon Bastos, o filme ganhou o troféu Lente de Cristal e está em cartaz nos cinemas brasileiros. No elenco principal estão também Emilio Dantas, Esther Góes, Paulo BettiOtávio Müller e Leonardo Medeiros.

Realizada no tradicional cinema Regal South Beach, a mostra competitiva reuniu oito longas, selecionados pelos curadores: Anna Marie de la Fuente, editora-chefe para América Latina da revista Variety; Flavia Guerra, jornalista e documentarista; e Carlos Gutierrez, diretor da distribuidora e produtora sediada em NY Cinema Tropical. O prefeito de Miami Beach, Dan Gelber, entregou à Inffinito, que organiza o evento, uma condecoração da cidade em reconhecimento à importância do festival.

O Paciente concorreu com os dramas Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor, As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, Berenice Procura, de Allan Fiterman, Benzinho, de Gustavo Pizzi; e as comédias Uma Quase Dupla, de Marcus Baldini, Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian e Correndo Atrás, de Jeferson De.

Em sessões hors concours, o festival apresentou dois aguardados documentários também inéditos no Brasil: Quero Botar Meu Bloco na Rua, de Adriana L. Dutra, sobre o carnaval de rua carioca; e Fevereiros, de Marcio Debellian, que registra a vitória da Mangueira quando homenageou Maria Bethânia e acompanha a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia.

Além de Cacá Diegues, que foi homenageado nesta edição, as diretoras do festival, Adriana Dutra, Claudia Dutra e Viviane Spinelli receberam em Miami convidados como: as produtoras Mariza Leão e Elisa Tolomelli; os atores Betty Faria, Alejandro Claveaux e Danton Mello; os diretores Carolina Jabor, Jeferson De, Sergio Rezende, Marcio Debellian e Tiago Arakilian; e os roteiristas Helio de la Peña, Luisa Parnes e Flávia Guimarães.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

brasilia2018vencedoresOs vencedores desta edição no palco do Cine Brasília.

Foram anunciados neste domingo, 23/09, os vencedores do 51º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O longa-metragem Temporada, de André Novais Oliveira, levou cinco prêmios, entre eles, o Troféu Candango de melhor filme da Mostra Competitiva.

Entre os curtas-metragens, Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados ficou com o título de melhor curta. O filme de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito também foi premiado pelo melhor som com o trabalho de Nicolau Domingues.

O júri popular escolheu como melhor longa desta edição o documentário Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, que também foi reconhecido como melhor trilha sonora, com o Prêmio Saruê e uma menção honrosa. O melhor curta do público foi Eu, Minha Mãe e Wallace, dos Irmãos Carvalho, que também ganhou melhor atriz coadjuvante para Noemia Oliveira e Prêmio Zózimo Bulbul de melhor curta.

Conheça os vencedores do Festival de Brasília 2018:

LONGA-METRAGEM | TROFÉU CANDANGO

Melhor Filme | Prêmio Técnico Dot Cine: Temporada, de André Novais Oliveira
Melhor Direção: Beatriz Seigner, por Los Silencios
Melhor Ator: Aldri Anunciação, por Ilha
Melhor Atriz: Grace Passô, por Temporada
Melhor Ator Coadjuvante: Russão, por Temporada
Melhor Atriz Coadjuvante: Luciana Paes, por A Sombra do Pai
Melhor Roteiro: Ilha, escrito por Ary Rosa e Glenda Nicácio
Melhor Fotografia: Temporada, por Wilsa Esser
Melhor Montagem: A Sombra do Pai, por Karen Akerman
Melhor Som: A Sombra do Pai, por Gabriela Cunha
Melhor Direção de Arte: Temporada, por Diogo Hayashi
Melhor Trilha Sonora: Bixa Travesty
Júri Popular | Melhor Filme (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Técnico Canal Curta!): Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman
Menção Honrosa do Júri: Bixa Travesty, pelo posicionamento e impactante apresentação da dupla Linn da Quebrada e Jup do Bairro

CURTA-METRAGEM| TROFÉU CANDANGO

Melhor Filme | Prêmio Técnico Dot Cine: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito
Melhor Direção: Nara Normande, por Guaxuma
Melhor Ator: Fábio Leal, por Reforma
Melhor Atriz: Maria Leite, por Mesmo com Tanta Agonia
Melhor Ator Coadjuvante: Uirá dos Reis, por Plano Controle
Melhor Atriz Coadjuvante: Noemia Oliveira, por Eu, Minha Mãe e Wallace
Melhor Roteiro: Reforma, escrito por Fábio Leal
Melhor Fotografia: Mesmo com Tanta Agonia, por Anna Santos
Melhor Direção de Arte: Guaxuma, por Nara Normande
Melhor Som: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, por Nicolau Domingues
Melhor Trilha Sonora: Guaxuma, por Normand Roger
Melhor Montagem: Plano Controle, por Gabriel Martins e Luisa Lana
Júri Popular | Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho
Prêmio Especial do Júri: Liberdade, de Pedro Nishi e Vinicius Silva

PRÊMIO ABRACCINE
Melhor curta-metragem: Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
Melhor longa-metragem: Los Silencios, de Beatriz Seigner

MOSTRA BRASÍLIA | 22º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL

Melhor longa-metragem (Prêmio CiaRio/Naymar): New Life S.A., de André Carvalheira
Melhor curta-metragem (Prêmio Aquisição Prime Box Brasil): Entre Parentes, de Tiago Aragão
Melhor Direção: André Luiz Oliveira, por O Outro Lado da Memória
Melhor Ator: Murilo Grossi, por New Life S.A.
Melhor Atriz: As presidiárias do filme Presos que Menstruam, representadas por Naiara Lira
Melhor Roteiro: Para Minha Gata Mieze, escrito por Wesley Gondim
Melhor Fotografia: Entre Parentes, por Alan Schvarsberg
Melhor Montagem: A Praga do Cinema Brasileiro, por Zefel Coff
Melhor Direção de Arte: O Outro Lado da Memória, por Moacyr Gramacho
Melhor Edição de Som: Riscados pela Memória, por Olívia Hernandez
Melhor Trilha Sonora: O Outro Lado da Memória, por Vinícius Jibhajan
Júri Popular | Melhor longa-metragem (Prêmio Petrobras de Cinema e Prêmio Estúdio Plug In): O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
Júri Popular | Melhor curta-metragem (Prêmio Técnico CiaRio/Naymar): Terras Brasileiras, de Dulce Queiroz

PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira

PRÊMIO TÉCNICO PLUG.IN: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira

PRÊMIO TÉCNICO CiaRIO/NAYMAR
Curta-metragem: Terras Brasileiras, de Dulce Queiroz
Longa-metragem: New Life S.A., de André Carvalheira

PRÊMIO AQUISIÇÃO PRIME BOX BRAZIL: Entre Parentes, de Tiago Aragão

FESTUNIBRASÍLA – 2º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CINEMA DE BRASÍLIA

Melhor Filme: Capitais, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha (Escola Porto Iracema das Artes, do Ceará)
Melhor Direção: Flores, de Vado Vergara e Henrique Bruch (PUC/RS)
Júri Popular: A Casa de Ana, de Clara Ferrer e Marcella C. De Finis (Universidade Federal Fluminense)
Menção Honrosa: Um lugar ao Sul, de Gianluca Cozza (Universidade Federal de Pelotas) e De vez em quando, quando eu morro, eu choro, de R.B. Lima (Universidade Federal da Paraíba)

PRÊMIO ZÓZIMO BULBUL

Prêmio Zózimo Bulbul – Fest Filme Fest Uni: Impermeável Pavio Curto, de Higor Gomes
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor curta-metragem: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho
Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor longa-metragem: Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Prêmios Caleidoscópio, Técnico VOD Tamanduá e Aquisição Prime Box Brazil: Os Sonâmbulos, de Tiago Mata Macedo

FUTURO BRASIL

Prêmio Técnico Mistika, Prêmio Técnico Cinemática Audiovisual e Prêmio Técnico Cinecolor: Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu, de Bruno Risas

OUTROS PRÊMIOS:

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL DE CURTA-METRAGEM: Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
PRÊMIO SARUÊ: Linn da Quebrada e Jup do Bairro, por Bixa Travesty
PRÊMIO CONTERRÂNEOS: O Outro Lado da Memória, de André Luíz Oliveira
Prêmio Técnico DOT Cine | Longa-metragem: Temporada, de André Novais Oliveira
Prêmio Técnico DOT Cine | Curta-metragem: Conte Isso Àqueles que Dizem que Fomos Derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito
Prêmio Técnico Canal Curta!: Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman
Prêmio Técnico CiaRio/Neymar: Eu, Minha Mãe e Wallace, de Irmãos Carvalho

Foto: Divulgação.

Filmes brasileiros são premiados no Queer Lisboa 2018

por: Cinevitor

inferninhoqueerlisboaRafael Martins em Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 22/09, os vencedores do 22º Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, que aborda novas propostas cinematográficas de temática gay, lésbica, bissexual, transgênero e transexual.

Criado em 1997, o Queer Lisboa é considerado um dos festivais de gênero mais reconhecidos mundialmente e neste ano exibiu 100 filmes, de 32 países, ao longo de sua programação. Além disso, é o festival de cinema mais antigo de Lisboa, em Portugal.

O júri da Competição de longas atribuiu uma Menção Especial ao brasileiro Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon: “Uma narrativa com uma linguagem orgânica sobre uma geração num universo agressivo. Um filme representativo de um país que se tornou uma prisão para as minorias e para a sua juventude”, diz a justificativa.

Na Competição de documentários, o júri concedeu uma Menção Especial para outro filme brasileiro: Cartas Para um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros. A justificativa diz: “Os realizadores relatam de forma meticulosa a história de Laéssio Rodrigues de Oliveira, cuja paixão por Carmen Miranda o tornou num talentoso ladrão de livros e num afamado ‘criminoso’. Expondo a podridão do sistema e as controversas alternativas queer de Laéssio, cheias de humor e sarcasmo, o filme confronta-nos com as fronteiras da ética, a hipocrisia da justiça e a dura realidade da luta de classes”.

O curta-metragem brasileiro O Órfão, de Carolina Markowicz, também recebeu uma Menção Especial: “Pelo simples e belíssimo retrato desta realidade que nos pareceu muito relevante destacar. Baseado numa história real, trata-se de um comovente e terno retrato de um órfão queer em São Paulo”, defendeu o júri.

Na Competição Queer Art, dedicada ao cinema experimental, o prêmio de melhor filme foi entregue para o brasileiro Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes. Segundo o júri: “Pela sua poética visual e narrativa que transcende a dimensão teatral e celebra acima de tudo os seus protagonistas, ressaltando a sua ternura, vulnerabilidade e coragem. Refugiados e enclausurados num não lugar e num estado de espera, falam-nos da importância de nos abrirmos ao desconhecido e partir”.

O cinema brasileiro também marcou presença na programação com: A Moça do Calendário, de Helena Ignez; Azouge Nazaré, de Tiago Melo; Superpina, de Jean Santos; Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman, exibido na noite de encerramento; e com os curtas Inconfissões, de Ana Galizia, Rio de Janeiro, de Luiz Roque, e Vaca Profana, de René Guerra.

Conheça os vencedores do Queer Lisboa 2018:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS

Melhor Filme: Marilyn, de Martín Rodríguez Redondo (Argentina/Chile)
Melhor Atriz: Kristín Thóra Haraldsdóttir, por And Breathe Normally (Andið Eðlilega)
Melhor Ator: Victor Polster, por Girl
Menção Especial: Tinta Bruta, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon (Brasil)
Prêmio do Público: Girl, de Lukas Dhont (Bélgica/Holanda)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIOS

Melhor Filme: Room for a Man, de Anthony Chidiac (Líbano/EUA)
Menção Especial: Cartas Para um Ladrão de Livros, de Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros (Brasil)
Prêmio do Público: Lunàdigas – ovvero delle Donne senza Figli (Lunàdigas – or Concerning Childfree Women), de Nicoletta Nesler e Marilisa Piga (Itália)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS

Melhor curta-metragem: Would You Look At Her, de Goran Stolevski (Macedônia)
Menção Especial: O Órfão, de Carolina Markowicz (Brasil)
Prêmio do Público: O Órfão, de Carolina Markowicz

COMPETIÇÃO | IN MY SHORTS

Melhor curta-metragem universitário: Mathias, de Clara Stern (Áustria)
Menção Especial: Three Centimetres, de Lara Zeidan (Reino Unido)

COMPETIÇÃO QUEER ART

Melhor FilmeInferninho, de Guto Parente e Pedro Diogenes (Brasil)
Menção EspecialMartyr, de Mazen Khaled (Líbano/Itália)

Foto: Marrevolto Filmes/Divulgação.

Canal Brasil comemora 20 anos com programação especial

por: Cinevitor

lamadosdiascanalbrasilEstreia: Lama dos Dias, série de ficção dirigida por Hilton Lacerda e Hélder Aragão.

Com o cinema como parte expressiva de seu DNA, o Canal Brasil comemora 20 anos em setembro e reafirma seu compromisso com a cultura brasileira. Já foram exibidos mais de 4.500 filmes, entre longas e curtas-metragens, além de programas que abordam o tema e suas infinidades. Além disso, a programação plural é composta por discursos e sons de vários cantos do país; são faixas dedicadas a entrevistas, música, séries de ficção e documentais.

Para setembro, mês do aniversário, o Canal Brasil preparou uma programação mais que especial. Além da transmissão ao vivo do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e da exibição do Especial Prata da Casa, com produções que têm a chancela do canal, a partir do dia 23/9, estreia a série de ficção Lama dos Dias, dirigida por Hilton Lacerda e Hélder Aragão, também conhecido como DJ Dolores. Inspirada no surgimento do movimento Manguebeat, a série revive a efervescente cena cultural de Recife na década de 1990. Com elenco formado por Louise França, Isadora Gibson e Vitor Araújo, com participação especial de Maeve Jinkings, a série mostra como surgiu, do mangue, uma relevante geração de artistas brasileiros.

CINEMA:

O cinema ocupa cerca de 70% da grade de exibição com um acervo de filmes das mais diferentes épocas, fases e gêneros, da ficção ao documentário, de longas como Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto, até os mais novos representantes do cinema brasileiro, como: Aquarius, de Kleber Mendonça Filho; Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky; As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas; Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi; e O Banquete, de Daniela Thomas.

aquariusspiritSonia Braga em Aquarius, de Kleber Mendonça Filho.

Os grandes sucessos e estreias são exibidos na Seleção Brasileira; os campeões de bilheteria no Cinemão; as produções clássicas da pornochanchada podem ser vistas em Como Era Gostoso; os melhores documentários no É Tudo Verdade; os curtas-metragens estão diariamente na sessão Curta na Tela; e o canal dedica ainda uma faixa às produções sul-americanas, a Cone Sul. O Canal Brasil também leva para a TV a programação de importantes festivais de cinema, como: Anima Mundi, In Edit e CineFoot. Além de exibir mostras especiais como Cine Delas, Especial LGBTQ+, entre outras.

COPRODUÇÕES CANAL BRASIL:

O Canal Brasil tem um papel fundamental na produção e coprodução de longas-metragens, história que começou em 2008 com Loki, Arnaldo Baptista, de Paulo Henrique Fontenelle, que mostra a vida do eterno mutante. Em 2018, o canal ultrapassou a marca de 300 filmes. Entre os longas mais recentes coproduzidos estão: 10 Segundos para Vencer, de José Alvarenga Jr.; Benzinho, de Gustavo Pizzi; Ferrugem, de Aly Muritiba; Divinas Divas, de Leandra Leal; Não Devore Meu Coração, de Felipe Bragança; Pendular, de Julia Murat; Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor; Cinema Novo, de Eryk Rocha; O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida; e Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa.

benzinhotrailerAdriana Esteves e Karine Teles em Benzinho, de Gustavo Pizzi: premiadas em Gramado.

REMASTERIZAÇÃO:

Outro motivo para festejar os 20 anos é o minucioso trabalho de remasterização, fundamental para que os assinantes tenham acesso às melhores versões dos filmes, muitos deles nunca antes exibidos na TV.  Em 2017, o canal bateu seu próprio recorde, com 50 longas recuperados, totalizando 530, desde seu lançamento, em 1998. Além de exibir as melhores produções das mais variadas épocas, com uma qualidade incomparável, o projeto tem uma enorme relevância para a memória do país.

“Um dos grandes méritos do Canal Brasil consiste em gerar uma espécie de valor contínuo à nossa história cinematográfica. Realizar a remasterização de centenas de longas-metragens, considerando produções que vão dos anos 1950 até 2010, por si só, já se constitui num imenso feito jamais realizado por qualquer canal de televisão no país. Isso significa dizer que nos adaptamos, com muito trabalho e dedicação, às constantes mudanças tecnológicas, passando pelos formatos beta analógico, beta digital, HD e Full HD”, conta Alexandre Cunha, diretor de programação e aquisição do Canal Brasil.

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS:

O Canal Brasil sempre incentivou a produção, exibição e divulgação de curtas-metragens e realiza o Prêmio Canal Brasil de Curtas, criado em 1998. Em 12 dos principais festivais de cinema do país, entre eles, Gramado, Anima Mundi, É Tudo Verdade, Tiradentes e Brasília, júris compostos por jornalistas e críticos de cinema, nos quais o CINEVITOR já participou algumas vezes, escolhem o melhor filme em competição, que recebe R$ 15 mil e é exibido na programação do canal. Desde 2006, os vencedores concorrem ainda ao Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 50 mil.

curtanovaiorqueJuan Calado e Marcélia Cartaxo em Nova Iorque, de Leo Tabosa: premiado em Gramado.

PROGRAMAS E SÉRIES:

O time de apresentadores do Canal Brasil reúne nomes ecléticos, como: Gilberto Gil, em Amigos, Sons e Palavras; Lázaro Ramos, em Espelho; Tony Ramos e Barbara Paz, em A Arte do Encontro; João Gordo, em Eletrogordo; Andreia Horta, em O País do Cinema; Charles Gavin, em O Som do Vinil; Laerte Coutinho, em Transando com Laerte; Nicole Puzzi, em Pornolândia; e Nasi, em Nasi Noite Adentro, entre outros.

As séries de ficção têm ganhado cada vez mais espaço na grade do canal. Além de Lama dos Dias, estão entre as produções mais recentes: Amor de 4, que envolve quatro personagens num jogo de sedução; a série de animação Angeli The Killer, baseada nos personagens do cartunista Angeli, que concorreu na categoria TV Films, com o episódio Delírios de um Amor Louco, no Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy.

paisdocinemaLaís Bodanzky e Maria Ribeiro com Andreia Horta no programa O País do Cinema.

Ainda este ano, novas séries devem estrear em breve no canal e também em todas as plataformas, como: Toda Forma de Amor, dirigida por Bruno Barreto; Colônia, dirigida por André Ristum; Hit Parade, dirigida por Gustavo Pizzi; Notícias Populares, sobre o icônico jornal paulistano; e a série documental Clube da Esquina. “Temos outras 15 séries em desenvolvimento e produção e é difícil imaginar alguma delas fora do Canal Brasil”, conta André Saddy, diretor de conteúdo e comunicação do canal.

A CASA DA MÚSICA BRASILEIRA:

Considerado a casa do cinema brasileiro, o Canal Brasil também virou referência no melhor da música brasileira, gravando mais de 200 shows de artistas como Chico Buarque, Ney Matogrosso, Alceu Valença, Roberta Sá, João Bosco, Erasmo Carlos, Tom Zé, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Alcione, Maria Bethânia, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Chico César, Sidney Magal, Lenine, Seu Jorge, Martinho da Vila, Margareth Menezes, Silva, Ira!, Blitz, entre outros gigantes da música brasileira. Esses shows são exibidos na Faixa Musical, sempre aos sábados, com apresentação da cantora Roberta Sá. Além disso, o canal apresenta programas com entrevistas, resgates valiosos e encontros históricos de importantes artistas.

JORNALISMO

Sempre aos sábados, o Cinejornal é o principal programa sobre cinema da TV brasileira, repleto de entrevistas e reportagens sobre a produção audiovisual, coberturas de pré-estreias e dos mais importantes festivais do país. Há 18 anos no ar, a atração tem apresentação de Simone Zuccolotto e reportagens de: Bernadete Duarte e Maria Clara Senra (Rio de Janeiro), Kiko Mollica (São Paulo), Roger Lerina (Porto Alegre), Daniela Vargas (Belo Horizonte) e Julio Cavani (Recife). Há ainda espaço para transmissões especiais ao vivo, como o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o Prêmio da Música Brasileira, o Festival de Gramado e o Prêmio Platino de Cinema Iberoamericano.

cinejornalfagundesAntonio Fagundes e Simone Zuccolotto no Cinejornal.

CANAL BRASIL PLAY, YOUTUBE E REDES SOCIAIS:

O Canal Brasil apresenta boa parte de sua programação disponível no Canal Brasil Play, que pode ser acessado de qualquer lugar em um dispositivo móvel. A plataforma, que fica dentro do Globosat Play, permite que o usuário assista ao canal ao vivo, com a mesma programação que está sendo exibida na televisão, além de disponibilizar séries, longas de ficção e documentais e seus principais programas.

O YouTube do Canal Brasil tem hoje 217 mil assinantes, mais de 54 milhões de visualizações e conta com a curadoria de uma programação diária que inclui, desde o inesquecível Larica Total até episódios emblemáticos disponibilizados na íntegra e ainda com espaço para a música brasileira. Nas redes sociais, o Canal sempre está presente fazendo cobertura ao vivo dos principais festivais e eventos de cinema, além de fazer transmissões simultâneas à TV, das principais estreias de séries e programas, tendo sido pioneiro na estratégia de digital first, disponibilizando alguns conteúdos na internet antes da exibição na TV.

CANAL BRASIL EM 20 ANOS:

Ao longo desses anos, foram exibidos 2.810 longas nacionais e 1.711 curtas-metragens no Canal Brasil. Entre produções e coproduções foram mais de 300 longas, 29 séries, 200 shows, 94 CDs e DVDs com o selo Canal Brasil e 530 filmes remasterizados.

divinasaustinDivinas Divas, de Leandra Leal: documentário coproduzido pelo Canal Brasil.

“O Canal Brasil tem por missão expressar a pluralidade do pensamento independente brasileiro. Vinte anos no ar, dedicados exclusivamente à cultura brasileira, nos deram uma significativa relevância nesse cenário. O canal, que a princípio tinha uma grade de programação dedicada exclusivamente a filmes, entendeu que, ao se chamar ‘Brasil’, não poderia se restringir à sétima arte – era preciso trazer ao seu cardápio o debate cultural, através de programas conduzidos pelas melhores inteligências do país. Entendemos também que a música tem um papel fundamental na nossa identidade enquanto povo, o que nos levou a produzir, de 2004 até os dias de hoje, mais de 200 shows”, sintetiza Paulo Mendonça.

Com direção geral de Paulo Mendonça, direção de conteúdo e comunicação de André Saddy e direção de programação e aquisição de Alexandre Cunha, o Canal Brasil é uma joint venture entre a Globosat e o Grupo Consórcio Brasil, formado por: Luiz Carlos Barreto, Zelito Viana, Marco Altberg, Roberto Farias, Aníbal Massaini Neto, Patrick Siaretta, Paulo Mendonça e André Saddy.

Fotos: Divulgação.

O Retorno do Herói

por: Cinevitor

retornoheroiposterLe retour du héros

Direção: Laurent Tirard

Elenco: Jean Dujardin, Mélanie Laurent, Noémie Merlant, Christophe Montenez, Evelyne Buyle, Christian Bujeau, Féodor Atkine, Fabienne Galula, Laurent Bateau, Jean-Michel Lahmi, Aurélie Boquien, Hugues Martel, Mathilde Roehrich, Christophe Clausier, Virgil Canteloup, Sophie Nicolas, Bruno Paviot, Michèle Clément, Marion Henin, Audrey Quoturi, Sandrine Ferraro.

Ano: 2018

Sinopse: Elisabeth é alinhada, séria e honesta. O capitão Neuville é covarde, desleal e sem escrúpulos. Ela o detesta. Ele a despreza. Mas fazendo dele um herói de opereta, ela se torna, sem querer, responsável por uma farsa que logo a arrebatará. 1809, França. Noivo da irmã de Elisabeth, o Capitão Neuville é convocado para o front de batalha, deixando sua futura noiva de coração partido. Elisabeth, então, decide escrever cartas em nome dele para animá-la. Quando o Capitão reaparece, a confusão começa, pois, as histórias que Elisabeth inventou sobre as aventuras de Neuville criaram um personagem heroico muito distante de quem o homem realmente é. Para piorar, quando começam a conviver, o ódio cômico que existia entre Elisabeth e Neuville começa a dar lugar a outro sentimento.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Sem Data, Sem Assinatura

por: Cinevitor

semdataassinaturaposterBedoone Tarikh, Bedoone Emza
No Date, No Sign

Direção: Vahid Jalilvand

Elenco: Amir Aghaee, Zakieh Behbahani, Saeed Dakh, Navid Mohammadzadeh, Alireza Ostadi, Hediyeh Tehrani.

Ano: 2017

Sinopse: O doutor Nariman, um patologista forense, provoca um acidente com um motociclista e sua família, o que acaba ferindo o filho deles de oito anos. Ele compensa financeiramente a família e se oferece para levar o garoto a um hospital próximo. No entanto, na manhã seguinte, descobre que o mesmo menino foi trazido para a autópsia. A partir daí, Nariman enfrenta um dilema: ele é o responsável pela morte da criança ou ela morreu envenenada conforme o diagnóstico de outros médicos?

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Uma Questão Pessoal

por: Cinevitor

questaopessoalposterUna questione privata

Direção: Paolo Taviani, Vittorio Taviani.

Elenco: Luca Marinelli, Lorenzo Richelmy, Valentina Bellè, Francesca Agostini, Jacopo Olmo Antinori, Antonella Attili, Giulio Beranek, Mario Bois, Marco Brinzi, Fabrizio Costella, Mauro Conte, Lorenzo Demaria, Andrea Di Maria, Guglielmo Favilla, Anna Ferruzzo, Giuseppe Lo Piccolo, Vincenzo Nemolato, Tommaso Maria Neri, Alessandro Sperduti, Francesco Testa, Francesco Turbanti, Josafat Vagni, Luca Cesa, Alessandro Bertoncini, Edoardo Chiabolotti, Jacopo Crovella, Gianluca D’Ercole, Matteo Davide, Francesco Durando, Margherita Gallian, Lorenzo Massa, Cristian Mazzotta, Federico Palumeri, Francesco Paulucci, Elena Sala, Luca Tanganelli.

Ano: 2017

Sinopse: Milton é um jovem membro da Resistência Italiana que decide cruzar a região de Langhe, durante a Segunda Guerra Mundial, para investigar o paradeiro de uma antiga namorada, Fulvia. Ao descobrir que ela possivelmente se envolveu com seu melhor amigo, Giorgio, Milton se vê envolvido com marcas do passado e tenta reencontrá-lo a fim de resolver suas questões.

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

CINEVITOR #301: Entrevistas com Othon Bastos, Emilio Dantas e Esther Góes | O Paciente – O Caso Tancredo Neves

por: Cinevitor

opacientepgmcinevitorLucas Drummond, Othon Bastos e Esther Góes em cena.

Em cartaz nos cinemas, O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sergio Rezende, é um thriller que revela os detalhes que envolveram a misteriosa morte de Tancredo Neves, eleito Presidente da República, mas não empossado.

Com Othon Bastos como protagonista, o longa relembra a comoção nacional que mobilizou o país em torno do estado de saúde de Tancredo, que tinha acabado de ser eleito democraticamente depois do longo regime militar brasileiro, em 1985.

O filme, escrito por Gustavo Lipsztein, é baseado no livro homônimo do pesquisador e historiador Luís Mir, que depois de anos dedicado ao projeto conseguiu ter acesso a documentos do Hospital de Base de Brasília e do Instituto do Coração, em São Paulo, onde Tancredo Neves morreu. Em 384 páginas, ele apresenta boletins e laudos médicos e conclui que um erro de diagnóstico de apendicite aguda levou a equipe médica a realizar, desnecessariamente, uma cirurgia de emergência que o impediu de tomar posse. A partir dali, Tancredo não saiu mais do hospital e seu estado só se agravou até o óbito, por falência múltipla de órgãos.

Para falar mais sobre o filme, conversamos com os atores Othon Bastos, Emilio Dantas, que interpreta Antônio Britto, secretário de imprensa e assessor de Tancredo, e Esther Góes, que faz o papel de Risoleta Neves, esposa do presidente.

Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Othon Bastos

PARTE 2:
Entrevista com Emilio Dantas e Esther Góes

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018

por: Cinevitor

bingovenceGPdocinemaVladimir Brichta em Bingo: O Rei das Manhãs: oito prêmios.

Foram anunciados na noite desta terça-feira, 18/09, os vencedores do 17º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado pela Academia Brasileira de Cinema. Neste ano, Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende, que liderava a lista com quinze indicações, se consagrou como o grande vencedor com oito prêmios, entre eles, o Troféu Grande Otelo de melhor longa-metragem de ficção.

O evento, realizado na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e transmitido ao vivo pelo Canal Brasil, foi apresentado pelos atores Charles Fricks e Laila Garin, e homenageou a atriz Fernanda Montenegro, que completa 75 anos de carreira neste ano. No palco, ovacionada pela plateia, recebeu o carinho do ator Vinícius de Oliveira, com quem contracenou em Central do Brasil, de Walter Salles. Emocionada, a homenageada relembrou o nome de todos os cineastas com quem trabalhou e recebeu o troféu das mãos dos diretores Cacá Diegues, Zelito Viana e Luiz Carlos Barreto.

Além disso, o cineasta Roberto Farias, morto em maio deste ano e que foi diretor presidente da Academia Brasileira de Cinema, também foi homenageado.

Conheça os vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Divinas Divas, de Leandra Leal

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
Divórcio, de Pedro Amorim

MELHOR LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Historietas Assombradas – O Filme, de Victor-Hugo Borges

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL:
D.P.A. – O Filme, de André Pellenz

MELHOR DIREÇÃO:
Laís Bodanzky, por Como Nossos Pais

MELHOR ATRIZ:
Maria Ribeiro, por Como Nossos Pais

MELHOR ATOR:
Vladimir Brichta, por Bingo: O Rei das Manhãs

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Sandra Corveloni, por A Glória e a Graça

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Augusto Madeira, por Bingo: O Rei das Manhãs

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Gustavo Hadba, por A Glória e a Graça

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Glória e a Graça, escrito por Mikael de Albuquerque e Lusa Silvestre

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Real – O Plano por Trás da História, escrito por Mikael de Albuquerque

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Cassio Amarante

MELHOR FIGURINO:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Verônica Julian

MELHOR MAQUIAGEM:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Anna Van Steen

MELHOR EFEITO VISUAL:
Malasartes e o Duelo com a Morte, por Ricardo Bardal

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
Bingo: O Rei das Manhãs, por Márcio Hashimoto

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Divinas Divas, por Natara Ney

MELHOR SOM:
João, o Maestro, por George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr.

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
O Filme da Minha Vida, por Plínio Profeta

MELHOR TRILHA SONORA:
João, o Maestro, por Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile/Alemanha/Espanha/EUA)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Vênus – Filó a fadinha Lésbica, de Sávio Leite

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Ocupação do Hotel Cambridge, de Andrea Mendonça

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
A Passagem do Cometa, de Juliana Rojas

VOTO POPULAR:
Melhor Filme | Ficção: Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
Melhor Filme | Documentário: Cora Coralina – Todas as Vidas, de Renato Barbieri
Melhor Filme | Estrangeiro: La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle (EUA/Hong Kong)

Foto: Divulgação.