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Confira o trailer de Um Homem Comum, com Ben Kingsley, que estreia em novembro

por: Cinevitor

umhomemcomumtrailerBen Kingsley interpreta um general no filme.

Escrito e dirigido por Brad Silberling, de Cidade dos Anjos e Desventuras em Série, Um Homem Comum, protagonizado por Ben Kingsley, chega aos cinemas no dia 22 de novembro com distribuição da A2 Filmes e a Mares Filmes.

No longa, um criminoso de guerra e procurado mundo afora, um general que vive escondido há anos será transferido para outro lugar. Nesse novo esconderijo, ele conhece Tanja, sua nova camareira, e um estranho relacionamento surge entre eles, já que ambos possuem passados misteriosos. Aos poucos, o general e a camareira começam a se conhecer e mais detalhes sobre as vidas de ambos vêm à tona.

Quando a calmaria parecia estar se estabelecendo na vida do general, a camareira lê a notícia de que há uma recompensa milionária para quem souber onde o fugitivo está. Preocupado com a segurança da garota, o atormentado homem acredita que a solução será enfrentar o passado e voltar para casa, mesmo que isso custe sua vida.

O elenco conta também com Hera Hilmar, Peter Serafinowicz, Robert Blythe, Milorad Kapor, Edmund Kingsley e Bojan Bajcetic.

Confira, em primeira mão no CINEVITOR, o trailer de Um Homem Comum:

Foto: Divulgação.

Oscar 2019: 87 países disputam o prêmio de melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

brunacircooscar2019Bruna Linzmeyer em O Grande Circo Místico: representante brasileiro.

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta segunda-feira, 08/10, a lista oficial com os filmes elegíveis que estão na disputa pela estatueta dourada de melhor filme estrangeiro no Oscar 2019.

Neste ano, 87 países foram classificados, entre eles, Malawi e Níger, candidatos pela primeira vez. Em dezembro, antes do anúncio final dos indicados, a Academia reduz essa lista para nove longas. Desse grupo saem os cinco finalistas que serão apresentados no dia 22 de janeiro. A cerimônia está marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles; o Brasil está na disputa com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, que foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

Vale lembrar que, desde 1961, quando o Brasil se inscreveu pela primeira vez ao prêmio de melhor filme estrangeiro do Oscar, com A Morte Comanda o Cangaço, de Carlos Coimbra e Walter Guimarães Motta, o cineasta Cacá Diegues é o recordista em inscrições, com seis obras, porém sem indicações: Xica da Silva, Bye Bye Brasil, Um Trem para as Estrelas, Dias Melhores Virão, Tieta do Agreste e Orfeu.

Confira a lista completa com os 87 filmes estrangeiros candidatos ao Oscar 2019:

AFEGANISTÃO: Rona, Madar-e Azim (Rona, Azim’s Mother), de Jamshid Mahmoudi
ALEMANHA: Werk ohne Autor (Never Look Away), de Florian Henckel von Donnersmarck
ÁFRICA DO SUL: Sew the Winter to My Skin, de Jahmil X.T. Qubeka
ARGÉLIA: Ila akher ezaman (Until the End of Time), de Yasmine Chouikh
ARGENTINA: El Ángel, de Luis Ortega
ARMÊNIA: Spitak, de Aleksandr Kott
AUSTRÁLIA: Jirga, de Benjamin Gilmour
ÁUSTRIA: A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann
BANGLADESH: No Bed of Roses, de Mostofa Sarwar Farooki
BÉLGICA: Girl, de Lukas Dhont
BOLÍVIA: The Goalkeeper, de Rodrigo Gory Patiño
BÓSNIA E HERZEGOVINA: Never Leave Me, de Aida Begic
BRASIL: O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues
BULGÁRIA: Vezdesushtiyat (Omnipresent), de Ilian Djevelekov
CAMBOJA: Túmulos Sem Nome (Les tombeaux sans noms), de Rithy Pahn
CANADÁ: Chien de garde (Family Ties), de Sophie Dupuis
CAZAQUISTÃO: Ayka, de Sergei Dvortsevoy
CHILE: Y de Pronto el Amanecer (And suddenly the dawn), de Silvio Caiozzi
CHINA: Hidden Man, de Jiang Wen
COLÔMBIA: Pájaros de Verano (Birds of Passage), de Cristina Gallego e Ciro Guerra
COREIA DO SUL: Em Chamas (Beoning/Burning), de Chang-Dong Lee
COSTA RICA: Medea, de Alexandra Latishev Salazar
CROÁCIA: Osmi povjerenik (The Eight Commissioner), de Ivan Salaj
DINAMARCA: Culpa (Den skyldige/The Guilty), de Gustav Möller
EQUADOR: A Son of Man, de Jamaicanoproblem
EGITO: Yomeddine, de Abu Bakr Shawky
ESLOVÁQUIA: O Intérprete (The Interpreter), de Martin Šulík
ESLOVÊNIA: Ivan, de Janez Burger
ESPANHA: Campeones (Champions), de Javier Fesser
ESTÔNIA: Võta või jäta (Take It or Leave It), de Liina Trishkina-Vanhatalo
FILIPINAS: Signal Rock, de Chito S. Roño
FINLÂNDIA: Armomurhaaja (Euthanizer), de Teemu Nikki
FRANÇA: La douleur (Memoir of War), de Emmanuel Finkiel
GEÓRGIA: Namme, de Zaza Khalvashi
GRÉCIA: Polyxeni, de Dora Masklavanou
HONG KONG: Hong hai xing dong (Operation Red Sea), de Dante Lam
HOLANDA: Bankier van het Verzet (The Resistance Banker), de Joram Lürsen
HUNGRIA: Napszállta (Sunset), de László Nemes
IÊMEN
: 10 Days Before the Wedding, de Amr Gamal
ÍNDIA: Village Rockstars, de Rima Das
INDONÉSIA: Marlina the Murderer in Four Acts, de Mouly Surya
IRÃ: Sem Data, Sem Assinatura (Bedoone Tarikh, Bedoone Emza), de Vahid Jalilvand
IRAQUE: The Journey, de Mohamed Jabarah Al-Daradji
ISLÂNDIA: Uma Mulher em Guerra (Kona fer í stríð), de Benedikt Erlingsson
ISRAEL: The Cakemaker, de Ofir Raul Graizer
ITÁLIA: Dogman, de Matteo Garrone
JAPÃO: Assunto de Família (Manbiki kazoku/Shoplifters), de Hirokazu Kore-eda
KOSOVO: The Marriage, de Blerta Zeqiri
LETÔNIA: Turpinajums (To Be Continued), de Ivars Seleckis
LÍBANO: Capernaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki
LITUÂNIA: Wonderful Losers: A Different World, de Arunas Matelis
LUXEMBURGO: Gutland, de Govinda Van Maele
MACEDÔNIA
: O Ingrediente Secreto (Iscelitel), de Gjorce Stavreski
MALAWI
: The Road to Sunrise, de Shemu Joyah
MARROCOS: Burnout, de Nour Eddine Lakhmari
MÉXICO: Roma, de Alfonso Cuarón
MONTENEGRO: Iskra, de Gojko Berkuljan
NEPAL: Panchayat, de Shivam Adhikari
NÍGER
Zin’naariya! (The Wedding Ring), de Rahmatou Keïta
NORUEGA: Hva vil folk si (What Will People Say), de Iram Haq
NOVA ZELÂNDIA: Yellow is Forbidden, de Pietra Brettkelly
PALESTINA: Ghost Hunting, de Raed Andoni
PANAMÁ: Ruben Blades Is Not My Name, de Abner Benaim
PAQUISTÃO: Cake, de Asim Abbasi
PARAGUAI: As Herdeiras (Las herederas), de Marcelo Martinessi
PERU: Winaypacha (Eternity), de Oscar Catacora
POLÔNIA: Guerra Fria (Zimna wojna/Cold War), de Pawel Pawlikowski
PORTUGAL: Peregrinação, de João Botelho
QUÊNIA: Supa Modo, de Likarion Wainaina
REINO UNIDO: I Am Not a Witch, de Rungano Nyoni
REPÚBLICA CHECA: Vsechno bude (Winter Flies), de Olmo Omerzu
REPÚBLICA DE BELARUS: Khrustal (Crystal Swan), de Darya Zhuk
REPÚBLICA DOMINICANA: Cocote, de Nelson Carlo de Los Santos Arias
ROMÊNIA: Eu Não Me Importo Se Entrarmos Para A História Como Bárbaros (Îmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari), de Radu Jude
RÚSSIA: Sobibor, de Konstantin Khabenskiy
SÉRVIA: Izgrednici (Offenders), de Dejan Zecevic
SINGAPURA: Buffalo Boys, de Mike Wiluan
SUÉCIA: Gräns (Border), de Ali Abbasi
SUÍÇA: Eldorado, de Markus Imhoof
TAIWAN: The Great Buddha +, de Hsin-yao Huang
TAILÂNDIA: Malila: A Flor Do Adeus (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana
TUNÍSIA: Aala Kaf Ifrit (Beauty and the Dogs), de Kaouther Ben Hania
TURQUIA: A Árvore Dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan
UCRÂNIA: Donbass, de Sergey Loznitsa
URUGUAI: Uma Noite de 12 anos (La noche de 12 años), de Álvaro Brechner
VENEZUELA: A Família (La familia), de Gustavo Rondón Córdova
VIETNÃ: Co Ba Sai Gon (The Tailor), de Kay Nguyen e Buu Loc Tran

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

42ª Mostra de São Paulo: conheça os filmes selecionados, homenageados e destaques da programação

por: Cinevitor

cuaronmostra1A atriz mexicana Yalitza Aparicio em Roma, de Alfonso Cuarón: filme de encerramento.

A 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo acontecerá entre os dias 18 e 31 de outubro. Durante duas semanas, serão exibidos mais de 300 títulos de variados países e diversas cinematografias. Os filmes serão apresentados em mais de 30 lugares entre cinemas, espaços culturais e museus espalhados pela capital paulista, incluindo exibições gratuitas e ao ar livre, e também em Campinas.

Neste ano, o filme de abertura será A Favorita (The Favourite), de Yorgos Lanthimos, vencedor do Grande Prêmio do Júri e da Coppa Volpi de melhor atriz para Olivia Colman no Festival de Veneza. O drama Roma, do cineasta mexicano Alfonso Cuarón, vencedor do Leão de Ouro em Veneza, será o filme de encerramento.

O cineasta japonês Hirokazu Kore-eda será homenageado com o Prêmio Humanidade. O trabalho mais recente do diretor, Assunto de Família, que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano, será exibido na programação. Outro Prêmio Humanidade será concedido a Drauzio Varella antes da exibição da cópia restaurada de Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco. A projeção do curta Conversa com Ele, de Bárbara Paz, antecede a sessão; Drauzio também participa da mesa Da Vida à Palavra; Da Palavra à Imagem, no II Fórum Mostra.

emmastoneafavoritaEmma Stone em A Favorita, do cineasta grego Yorgos Lanthimos: filme de abertura.

Como de costume, a seleção de títulos da 42ª Mostra de São Paulo apresenta filmes premiados em importantes festivais internacionais. Do Festival de Cannes, serão exibidos: o americano Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman), de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Júri e também prêmio do público no Festival de Locarno; 3 Faces (Se rokh), de Jafar Panahi, premiado como melhor roteiro e que será homenageado na Mostra com o Prêmio Leon Cakoff; o drama francês Sofia, de Meryem Benm’Barek-Aloïsi, melhor roteiro na mostra Un Certain Regard; Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, vencedora do Grande Prêmio da Semana da Crítica; o drama francês Selvagem (Sauvage), de Camille Vidal-Naquet, exibido na Semana da Crítica, que rendeu o Prêmio Revelação para o ator Félix Maritaud e foi indicado a Queer Palm; e o drama indiano A Costureira dos Sonhos (Sir), de Rohena Gera, também exibido na Semana da Crítica e vencedor do prêmio Gan Foundation Support for Distribution.

Filmes premiados no Festival de Berlim também fazem parte da programação, como: Não Me Toque (Touch Me Not), de Adina Pintilie, vencedor do Urso de Ouro; o drama policial Museu (Museo), do cineasta mexicano Alonso Ruizpalacios, com Gael García Bernal e vencedor do Urso de Prata de melhor roteiro; o francês A Prece (La prière), de Cédric Kahn, que rendeu o Leão de Prata de melhor ator para Anthony Bajon; a comédia dramática polonesa O Rosto (Twarz), de Malgorzata Szumowska, vencedora do Grande Prêmio do Júri; o peruano Retablo, de Alvaro Delgado Aparicio, vencedor do Prêmio Newcomer de melhor primeiro filme no Teddy Award; A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann, Prêmio Glashütte de melhor documentário original; o documentário O Silêncio dos Outros (The Silence of Others), de Robert Bahar e Almudena Carracedo, vencedor do prêmio do público da mostra Panorama; o documentário argentino Teatro de Guerra, de Lola Arias, vencedor do Prêmio C.I.C.A.E. e exibido em San Sebastián.

apreceberlimmostraAnthony Bajon em A Prece: prêmio de melhor ator em Berlim.

Do Festival de Veneza, destacam-se: o drama José, da Guatemala, de Li Cheng, vencedor da Queer Lion; o novo trabalho do cineasta Andrew Haigh, A Rota Selvagem (Lean on Pete), que rendeu o Prêmio Marcello Mastroianni de Ator em Ascensão para Charlie Plummer; o drama francês Amanda, de Mikhaël Hers, vencedor do Prêmio Magic Lantern; a comédia dramática turca O Anúncio (Anons), de Mahmut Fazil Coskun, vencedora do Prêmio Especial do Júri na mostra Orizzonti; e o documentário O que Você Irá Fazer Quando o Mundo Estiver em Chamas? (What You Gonna Do When the World’s on Fire?), vencedor do Prêmio UNICEF, entre outros.

Premiados no Festival de Sundance também marcam presença na programação, entre eles, o drama O Mau Exemplo de Cameron Post (The Miseducation of Cameron Post), de Desiree Akhavan, com Chloë Grace Moretz, vencedor do Grande Prêmio do Júri. Desta seleção, destacam-se diversos documentários, como: Winnie, de Pascale Lamche, sobre Winnie Madikizela Mandela, vencedor do prêmio de melhor direção da World Cinema Documentary no ano passado; Genesis 2.0, de Christian Frei e Maxim Arbugaev, vencedor do Prêmio Especial do Júri de melhor fotografia da Competição Internacional; Isto é um Lar: Uma História de Refugiados (This Is Home: A Refugee Story), de Alexandra Shiva, vencedor do prêmio do público da mostra World Cinema Documentary; e Sobre Pais e Filhos (Of Fathers and Sons), de Talal Derki, vencedor do Grande Prêmio do Júri da Competição Internacional.

chloemostraForrest Goodluck, Sasha Lane e Chloë Grace Moretz em O Mau Exemplo de Cameron Post.

Do Festival de Locarno, mais filmes premiados na 42ª Mostra, como: Uma Terra Imaginada (A Land Imagined), de Siew Hua Yeo, vencedor do Leopardo de Ouro; O Hotel às Margens do Rio (Hotel by the River), de Hong Sang-soo, prêmio de melhor ator para Joo-Bong Ki; o drama inglês Ray & Liz, de Richard Billingham, que recebeu Menção Especial do Júri; e o chileno Tarde para Morrer Jovem (Tarde Para Morir Joven), uma coprodução entre Brasil e outros países, da cineasta Dominga Sotomayor Castillo, vencedora do prêmio de melhor direção.

Vencedores do Festival de Roterdã também foram selecionados, entre eles: o palestino Os Relatórios Sobre Sarah e Saleem, de Muayad Alayan, vencedor do Prêmio do Público e do Prêmio Especial do Júri para o roteirista Rami Musa Alayan; o drama indiano O Vendedor de Pulseiras (Balekempa), de Ere Gowda, vencedor do Prêmio FIPRESCI; o polonês Nina, de Olga Chajdas, vencedor do Prêmio Big Screen de melhor filme; e o drama dinamarquês O Retorno (The Return), de Malene Choi, Menção Especial da mostra Bright Future.

A seleção ainda apresenta a comédia uruguaia Tragam a Maconha (Traigan la hierba), de Denny Brecher, Alfonso Guerrero e Marcos Hecht, premiada no Santa Barbara International Film Festival; Ága, de Milko Lazarov, melhor filme no Sarajevo Film Festival; o suspense argentino Vermelho Sol (Rojo), uma coprodução entre Brasil e outros países, que recebeu a Concha de Prata de melhor direção para Benjamín Naishtat, melhor ator para Darío Grandinetti e Prêmio do Júri de melhor fotografia no Festival de San Sebástian; o italiano O Segredo de Nápoles, de Ferzan Ozpeteck, que será júri desta edição da Mostra, e rendeu o prêmio de melhor atriz para Giovanna Mezzogiorno no Moscow International Film Festival.

O documentário Las Sandinistas!, de Jenny Murray, que recebeu Menção Especial no SXSW Film Festival; A Terceira Esposa (The Third Wife), de Ash Mayfair, vencedor do Prêmio NETPAC no Festival de Toronto e exibido em San Sebastián; o drama Fuga, de Agnieszka Smoczynska, melhor filme no Polish Film Festival e exibido na Semana da Crítica em Cannes; o argentino El Motoarrebatador, de Agustín Toscano, exibido em San Sebastián e premiado no Santiago International Film Festival; o drama Limonada (Lemonade), vencedor do prêmio de melhor direção para Ioana Uricaru no Festival de Sarajevo e exibido em Berlim; o drama inglês Obediência (Obey), de Jamie Jones, vencedor do prêmio de melhor fotografia no Festival de Tribeca.

tardemorrerjovemmostraMatías Oviedo e Demian Hernández no chileno Tarde para Morrer Jovem.

Completam a programação: a comédia dramática Querido Ex (Dear Ex), de Chih-Yen Hsu e Mag Hsu, de Taiwan, vencedor de diversos prêmios no Taipei Film Festival, entre eles, o de melhor filme segundo o público; a comédia musical Sem Amor (Unlovable), de Suzi Yoonessi, com John Hawkes e Melissa Leo, que recebeu Menção Especial no SXSW Film Festival; a comédia dramática Thunder Road, de Jim Cummings, vencedora do Grande Prêmio do Júri no SXSW Film Festival; o documentário 3 Dias em Quiberon (3 Tage in Quiberon), de Emily Atef, sobre a atriz Romy Schneider, vencedor de vários prêmios no German Film Awards e exibido no Festival de Berlim; A Carga (Teret), de Ognjen Glavonic, exibido na Quinzena dos Realizadores em Cannes e no Sarajevo Film Festival, onde rendeu o prêmio de melhor ator para Leon Lucev; o drama Ava, uma coprodução entre Irã, Canadá e Qatar, dirigida por Sadaf Foroughi, vencedora do Prêmio FIPRESCI da mostra Discovery no Festival de Toronto do ano passado; o drama De Pai para Filho (Father to Son), de Taiwan e dirigido por Ya-chuan Hsiao, premiado no Taipei Film Festival e exibido em Roterdã; e a animação Na Estrada da Felicidade (On Happiness Road), da cineasta Hsin Yin Sung, grande vencedora do Taipei Film Festival.

Além dos filmes premiados, a seleção da 42ª Mostra de São Paulo também apresenta outros diversos longas exibidos nestes importantes festivais, como: Imagem e Palavra (Le livre d’image), de Jean-Luc Godard, exibido em Cannes, onde o diretor recebeu uma Palma de Ouro Especial; a comédia dramática Doubles vies, do cineasta francês Olivier Assayas, com Guillaume Canet e Juliette Binoche, exibido nos festivais de Veneza e Toronto; o novo filme do premiado cineasta chinês Jia Zhangke, o drama Amor até às Cinzas (Jiang hu er nv), exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes; o argentino La Quietud, de Pablo Trapero, com Bérénice Bejo e Edgar Ramírez, exibido em Veneza; A Caótica Vida de Nada Kadic (Kaoticni Zivot Nade Kadic), de Marta Hernaiz Pidal, exibido no Festival de Berlim.

binochemostraJuliette Binoche em Doubles vies, de Olivier Assayas.

E mais: o novo filme da cineasta francesa Mia Hansen-Løve, o drama Maya, exibido no Festival de Toronto; o drama Nuestro Tiempo, do cineasta mexicano Carlos Reygadas, exibido em Veneza e na mostra Horizontes de San Sebastián; o russo Verão (Leto), de Kirill Serebrennikov, exibido na Competição Oficial de Cannes; Alemanha: Um Conto de Inverno (Wintermärchen), de Jan Bonny, exibido em Locarno; Almas Mortas (Dead Souls), de Wang Bing, exibido em Cannes, assim como o espanhol The Man Who Killed Don Quixote, de Terry Gilliam; o drama espanhol Carmen y Lola, de Arantxa Echevarria, exibido na Quinzena dos Realizadores; o documentário Cassandro, the Exotico!, de Marie Losier, indicado a Queer Palm, em Cannes, e exibido no Hamburg Film Festival; o drama As Ceifadeiras (Die Stropers), de Etienne Kallos, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes.

A seleção segue com o drama sueco O Imóvel (Toppen av ingenting), de Måns Månsson e Axel Petersén, indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário Caubóis Fantasmas (Phantom Cowboys), de Daniel Patrick Carbone, exibido no Tribeca Film Festival; a comédia francesa Cléo & Paul (Allons enfants), de Stéphane Demoustier, exibida em Berlim; o documentário Ceres, de Janet Van den Brand, exibido no Festival de Berlim; o drama policial Holiday, de Isabella Eklöf, exibido em Sundance; o novo filme de Kim Ki-duk, o drama Humano, Espaço, Tempo e Humano (Inkan, gongkan, sikan grigo inkan), exibido em Berlim; Eu Sou Tempesta (Io sono Tempesta), do italiano Daniele Luchetti, exibido em Cannes.

O documentário Kusama: Infinito (Kusama: Infinity), de Heather Lenz, sobre a artista Yayoi Kusama e exibido em Sundance; o drama francês Meu Tecido Preferido (Mon tissu préféré), de Gaya Jiji, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o novo filme do cineasta francês David Oelhoffen, o suspense Inimigos Íntimos (Frères ennemis), exibido no Festival de Veneza; o drama egípcio Rosas Venenosas (Poisonous Roses), de Fawzi Saleh, exibido em Roterdã.

quixotemostraAdam Driver e Jonathan Pryce em The Man Who Killed Don Quixote.

Outros títulos exibidos em grandes festivais completam a seleção, como: a comédia dramática Poderia me Perdoar? (Can You Ever Forgive Me?), de Marielle Heller, com Melissa McCarthy e Richard E. Grant, exibido em Toronto; o drama Wildlife, primeiro filme do ator Paul Dano como diretor e que foi exibido nos festivais de Cannes, Sundance e Toronto; o drama alemão O Nome do Meu Irmão é Robert e Ele é um Iidota (Mein Bruder heißt Robert und ist ein Idiot), indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário Chris, o Suíço (Chris the Swiss), de Anja Kofmel, exibido na Semana da Crítica, em Cannes; o drama queniano Rafiki, de Wanuri Kahiu, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Heroínas Silenciosas (Quiet Heroes), de Jenny Mackenzie, Jared Ruga e Amanda Stoddard, exibido no Festival de Sundance; o terror argentino Muere, monstruo, muere, de Alejandro Fadel, exibido na mostra Un Certain Regard; o documentário O Homem que Roubou Banksy (The Man Who Stole Banksy), de Marco Proserpio, exibido no Festival de Tribeca; o drama cazaque O Rio (Ozen), de Emir Baigazin, exibido na mostra Plataforma em Toronto e na mostra Orizzonti de Veneza.

Também destacam-se nesta 42ª edição da Mostra: o drama Grass, de Hong Sang-soo, exibido em Berlim; A Doce Indiferença do Mundo (Laskovoe bezrazlichie mira), de Adilkhan Yerzhanov, exibido na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Westwood: Punk, Ícone, Activista (Westwood: Punk, Icon, Activist), de Lorna Tucker, sobre a estilista Vivienne Westwood, exibido no Festival de Sundance; o drama belga Seguir em Frente (Continuer), de Joachim Lafosse, exibido em Veneza; o documentário Procurando por Ingmar Bergman (Ingmar Bergman – Vermächtnis eines Jahrhundertgenies), de Margarethe von Trotta, Felix Moeller e Bettina Böhler, exibido na mostra Cannes Classics; o suspense norueguês Utøya – 22 de julho (Utøya 22. juli), de Erik Poppe, indicado ao Urso de Ouro em Berlim; o documentário O Preço de Tudo (The Price of Everything), de Nathaniel Kahn, exibido em Sundance; e Trem das Vidas ou A Viagem de Angélique (Train de vies ou les voyages d’Angélique), novo filme de Paul Vecchiali, que foi homenageado com o Prêmio Leon Cakoff na Mostra do ano passado.

pauldanomostra42Carey Mulligan e Jake Gyllenhaal em Wildlife, de Paul Dano.

A seleção de filmes da 42ª Mostra de São Paulo também traz 19 obras já indicadas por seus respectivos países para concorrerem a uma vaga ao Oscar de melhor filme estrangeiro: o brasileiro O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues; o mexicano Roma, de Alfonso Cuarón; o polonês Guerra Fria (Zimna wojna), de Pawel Pawlikowski; o português Peregrinação, de João Botelho; o turco A Árvore Dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan; o islandês Uma Mulher em Guerra (Kona fer í stríð), de Benedikt Erlingsson; o sul-coreano Em Chamas (Beoning/Burning), de Chang-Dong Lee; o eslovaco O Intérprete (The Interpreter), de Martin Šulík; o japonês Assunto de Família (Manbiki kazoku/Shoplifters), de Hirokazu Kore-eda.

O libanês Capernaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki; o dinamarquês Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller; o romeno Eu Não Me Importo Se Entrarmos Para A História Como Bárbaros (Îmi este indiferent daca în istorie vom intra ca barbari), de Radu Jude; o argentino El Ángel, de Luis Ortega; o cambojano Túmulos Sem Nome (Les tombeaux sans noms), de Rithy Pahn; o representante de Luxemburgo, Gutland, de Govinda Van Maele; o egípcio Yomeddine, de Abu Bakr Shawky; o macedônio O Ingrediente Secreto (Iscelitel), de Gjorce Stavreski; o tailandês Malila: A Flor Do Adeus (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana; e o austríaco A Valsa De Waldheim (Waldheims Walzer), de Ruth Beckermann.

koreedamostra42filmeLily Franky, Miyu Sasaki e Sakura Andô em Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda.

Além da exibição do inédito A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier, a Mostra revisita a obra do diretor dinamarquês com sessões de outros três longas: Ondas do Destino, Europa e Elemento de um Crime. Além disso, a Mostra ainda vai apresentar os mais recentes filmes do cineasta israelense Amos Gitai: o curta Uma Carta para um Amigo em Gaza (A Letter to a Friend in Gaza) e o documentário Um Trem em Jerusalém (A Tramway in Jerusalem), ambos premiados em Veneza; e também o média-metragem A Casa (Bayit), de 1980, em sessão especial.

A 42ª Mostra homenageia o centenário do líder sul-africano Nelson Mandela com a exibição de quatro títulos, entre eles, o inédito O Estado Contra Mandela e os Outros (The State Against Mandela and the Others), de Gilles Porte e Nicolas Champeaux, exibido em Cannes. E mais: entre as obras latinas desta edição, que somam mais de 30, vale destacar dois títulos de Fernando Solanas, premiado cineasta argentino que estará presente durante o evento: La Hora de Los Hornos e o inédito Viaje A Los Pueblos Fumigados.

Neste ano, a Mostra de São Paulo conta com cerca de 90 títulos estrangeiros dirigidos por mulheres. Entre as diretoras com filmes na programação estão: Aïda Maigre-Touchet, com o documentário Canção de um Vidente (Les flâneries du voyant); Inka Achté, com Garotos que Gostam de Garotas (Boys Who Like Girls); Josephine Decker, com A Madeline de Madeline (Madeline’s Madeline); Maria Alché, com Família Submersa (Familia sumergida); Mercedes Dominioni, com El Creador de Universos; entre outras.

umajacklarsUma Thurman em A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier.

A 42ª Mostra vai exibir cerca de 70 títulos brasileiros incluídos nas seções Apresentação Especial, Competição Novos Diretores e Perspectiva Internacional, entre eles: Rasga Coração, de Jorge Furtado; O Olho e a Faca, de Paulo Sacramento; Deslembro, de Flávia Castro, exibido no Venice Days; Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, eleito o melhor filme de ficção no Teddy Award, em Berlim; Azougue Nazaré, de Tiago Melo, premiado em Roterdã; Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora, uma coprodução Brasil e Portugal, que recebeu o Prêmio Especial do Júri na mostra Un Certain Regard, em Cannes; o documentário Humberto Mauro, de André Di Mauro, exibido na mostra Venice Classics; Los Silencios, de Beatriz Seigner, premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e exibido na Quinzena dos Realizadores, em Cannes; o documentário Torre das Donzelas, de Susanna Lira; entre outros.

Os 20 anos de Central do Brasil, dirigido por Walter Salles e protagonizado por Fernanda Montenegro, que foi indicada ao Oscar de melhor atriz, serão comemorados com a exibição inédita no país da cópia restaurada do filme, com a presença do diretor e elenco principal. Também ganham sessão especial: a cópia restaurada de O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, e o longa O Bravo Guerreiro, de Gustavo Dahl, que comemoram 50 anos de lançamento; além de Feliz Ano Velho, de Roberto Gervitz, que completa 30 anos.

centraldobrasilmostra1Fernanda Montenegro e Vinicius de Oliveira em Central do Brasil: Urso de Ouro em Berlim.

Os 200 anos de Karl Marx, pensador responsável pelas bases teóricas do socialismo, serão lembrados pela Mostra e pelo Instituto Goethe com uma exibição especial da cópia restaurada da icônica série de Rainer Werner Fassbinder, Oito Horas Não São um Dia, de 1972. Além disso, marcam o bicentenário as exibições de outros sete títulos.

Outros destaques da programação deste ano: A Caixa de Pandora, de 1929, longa alemão dirigido por Georg Wilhelm Pabst, que será projetado na área externa do Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer com acompanhamento da Orquestra Jazz Sinfônica. A tradicional programação apresentada no Vão Livre do Masp incluirá títulos como As Canções, de Eduardo Coutinho, Ópera do Malandro, de Ruy Guerra, e Invictus, de Clint Eastwood, que será exibido em homenagem ao centenário de Nelson Mandela. Os 30 anos do lançamento no Brasil do premiado Asas do Desejo, de Wim Wenders, serão comemorados com uma exibição da cópia restaurada do longa.

Para mais informações sobre a 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, clique aqui.

Fotos: Divulgação.

Festival do Rio 2018: conheça os filmes brasileiros selecionados

por: Cinevitor

sombradopairio2018Julio Machado em A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida: selecionado.

O Festival do Rio 2018, que acontecerá entre os dias 1 e 11 de novembro, apresentará 84 produções brasileiras dos mais variados temas, de diferentes pontos do país e distribuídos por diversas mostras: 64 longas, incluindo coproduções, e 20 curtas, que serão exibidos em sessões de gala abertas ao público. O filme de encerramento desta 20ª edição será O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues.

Na Première Brasil, uma das mostras mais aguardadas e concorridas do Festival do Rio, serão exibidas produções (48 longas e 20 curtas) de diretores estreantes e consagrados. O público, através do voto popular, escolhe os vencedores do Troféu Redentor nas categorias de melhor filme de ficção, documentário e curta, e um júri oficial elege as demais categorias.

A mostra competitiva Novos Rumos, que se consolida como o espaço de diversas linguagens cinematográficas e novos diretores, vai exibir 7 longas e 7 curtas em sua seleção. A Mostra Retratos vai apresentar 11 longas, com recortes que registram de maneira singular personalidades e temas/assuntos relevantes na história do país.

O Festival do Rio também apresentará quatro grandes clássicos restaurados; filmes que mudaram, de forma incontestável, a percepção do cinema brasileiro no mundo inteiro: Central do Brasil, Pixote: A Lei do Mais Fraco, Rio 40 Graus e Rio Zona Norte.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o Festival do Rio 2018:

PREMIÈRE BRASIL | FICÇÃO:

A Sombra do Pai, de Gabriela Amaral Almeida (SP)
A Terra Negra dos Kawa, de Sérgio Andrade (AM)
Azougue Nazaré, de Tiago Melo (PE)
Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora (MG)
Deslembro, de Flavia Castro (RJ)
Domingo, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa (RJ)
Morto Não Fala, de Dennison Ramalho (RS)
Nóis por Nóis, de Aly Muritiba e Jandir Santin (PR)
Tinta Bruta, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher (RS)

PREMIÈRE BRASIL | DOCUMENTÁRIO:

Clementina, de Ana Rieper (RJ)
Eleições, de Ana Riff (SP)
Gilda Brasileiro – Contra O Esquecimento, de Roberto Manhães Reis e Viola Scheuerer (ES)
Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves (RJ)
Relatos do Front, de Renato Martins (RJ)
Torre das Donzelas, de Susanna Lira (RJ)

COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS:

El Último País, de Gretel Marín Palacio (GO)
Ilha, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (BA)
Inferninho, de Pedro Diogenes e Guto Parente (CE)
Luna, de Cris Azzi (MG)
Mormaço, de Marina Meliande (RJ)
Para’i, de Vinicius Toro (SP)
Sócrates, de Alex Moratto (SP)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

A Retirada para um Coração Bruto, de Marco Antônio Pereira (MG)
À Tona, de Daniella Cronemberger (DF)
Antes que o Tempo me Esqueça, de Leo Goodgod e Paulo Rodrigues (MG)
Boi, de Lucas Bettim e Renan Carvalho (SP)
Gopi, de Viviane D’Avilla e Paulo Dimantas (RJ)
Mais Triste que Chuva num Recreio de Colégio, de Lobo Mauro (RJ)
Nomes que Importam, de Muriel Alves e Angela Donini (RJ)
O Órfão, de Carolina Markowicz (SP)
Preciso Dizer que te Amo, de Ariel Nobre (SP)
Princesa Morta do Jacuí, de Marcela Ilha Bordin (RS)
Universo Preto Paralelo, de Rubens Passaro (SP)
Você não me Conhece, de Rodrigo Séllos (RJ)

COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS | CURTAS-METRAGENS:

Cadelas, de Rita Toledo (RJ)
Cascudos, de Igor Barradas (RJ)
Invasão Drag, de Rafael Ribeiro (RJ)
Jéssika, de Galba Gogóia (RJ)
Lembra, de Leonardo Martinelli (RJ)
Sempre Verei Cores no seu Cinza, de Anabela Roque (RJ)
Vigia, de João Victor Borges (RJ)

PREMIÈRE BRASIL | HORS CONCOURS | FICÇÃO:

Aconteceu na Quarta-Feira, de Domingos Oliveira (RJ)
Cine Holliudy 2 – A Chibata Sideral, de Halder Gomes (CE)
Correndo Atrás, de Jeferson De (RJ)
Diamantino, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt (RJ/Portugal/França)
Intimidade Entre Estranhos, de José Alvarenga Jr. (RJ)
Los Silencios, de Beatriz Seigner (SP/França/Colômbia)
Rasga Coração, de Jorge Furtado (RS)
Sequestro Relâmpago, de Tata Amaral (SP)
Simonal, de Leandro Domingues (RJ)
Sueño Florianópolis, de Ana Katz (SP)
Uma Noite Não É Nada, de Alain Fresnot (SP)

PREMIÈRE BRASIL | HORS CONCOURS | DOCUMENTÁRIO:

Amazônia, o Despertar da Florestania, de Christiane Torloni e Miguel Przewodowski (RJ)
Excelentíssimos, de Douglas Duarte (RJ)
Humberto Mauro, de André Di Mauro (RJ)
THF: Aeroporto Central (Central Airport THF), de Karim Ainouz (SP/Alemanha/França)
Curta:
O Mundo é Redondo Para Ninguém se Esconder Nos Cantos – Parte I: Refúgio, de Leandro Goddinho

PREMIÈRE BRASIL | RETRATOS:

A Turma do Pererê.DOC, de Ricardo Favilla (RJ)
Angel Viana – Voando Com os Pés no Chão, de Cristina Leal (RJ)
Carvana, de Lulu Corrêa (RJ)
Filme Ensaio, de Maria Flor (RJ)
Marcia Haydée, de Daniela Kallmann (RJ)
Meu Samba É Meu Dom, de Cristiano Abud (MG)
Paulo Casé, de Paula Fiuza (RJ)
Rindo à Toa: Humor sem limites, de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga (RJ)
Tá Rindo de Quê?, de Cláudio Manoel, Alvaro Campos e Alê Braga (RJ)
Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto, de Pedro Gui (RJ)
Zuza Homem de Jazz, de Janaina Dalri (RJ)

PREMIÈRE LATINA:

Família Submersa (Familia Sumergida), de María Alché (Argentina/Brasil/Alemanha/Noruega)
Happy Hour, de Eduardo Albergaria (Brasil/Argentina)
La Cama, de Mónica Lairana (Brasil/Argentina/Holanda/Alemanha)
Rojo, de Benjamin Naishtat (Argentina/Brasil/França/Alemanha/Holanda)
Tarde Para Morir Joven, de Dominga Sotomayor (Chile/Brasil/Argentina/Holanda/Qatar)

EXPECTATIVA:

Palace II – 3 Quartos com Vista para o Mar, de Rafael Machado e Gabriel Corrêa e Castro (RJ)
Pedro e Inês, de António Ferreira (Portugal/Brasil/França)

PANORAMA:

Cano Serrado, de Erik de Castro (RJ)
O Olho e a Faca, de Paulo Sacramento (SP)

MIDNIGHT:

Personas Humanas (Humanpersons), de Frank Spano (Panamá/Brasil/Espanha)

MIDNIGHT DOCS:

Amazônia Groove, de Bruno Murtinho (RJ)
The Cleaners, de Hans Block e Moritz Riesewieck (Alemanha/Brasil)

CLÁSSICOS E CULTS:

Central do Brasil, de Walter Salles (1998)
Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco (1981)
Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos (1955)
Rio Zona Norte, de Nelson Pereira dos Santos (1957)

FILME  DE ENCERRAMENTO:

O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #305: Entrevistas com Silvio Guindane e Ricardo Elias | Mare Nostrum

por: Cinevitor

guindanemarenostrumProtagonista: Silvio Guindane em cena.

Mare Nostrum, terceiro longa de Ricardo Elias, já está em cartaz nos cinemas e marca o reencontro do diretor com o ator Silvio Guindane; eles trabalharam juntos em De Passagem, vencedor dos principais prêmios no Festival de Gramado, em 2003, e do prêmio do público da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo no mesmo ano.

O longa conta a história de Roberto, interpretado por Guindane, e Mitsuo, papel de Ricardo Oshiro, que acabam de voltar ao Brasil sem dinheiro e sem perspectiva de trabalho. Roberto, jornalista, vem da Espanha, desempregado, e Mitsuo, do Japão, após perder tudo no tsunami. Os dois enfrentam os desafios de reconstruir suas vidas, que se cruzam por causa de um terreno negociado por seus pais há 29 anos.

Ailton Graça faz uma participação especial como João Viana, o falecido pai de Roberto; Carlos Meceni repete a parceria com Ricardo pela terceira vez; César Mello, Vera Mancini, Edson Kameda, Teka Romualdo, Victoria Blat e Maya Hasegawa completam o elenco. A estreante Lívia Santos, que interpreta a filha de Roberto, foi escolhida em teste com mais de 50 crianças. O casting é de Mariana Guarnieri, a fotografia é de Helcio Alemão Nagamine e a música de André Abujamra.

Além disso, Mare Nostrum faz uma homenagem à seleção do Brasil da Copa de 1982 e, em especial, à figura do Dr. Sócrates, lendário jogador do Corinthians, por quem Roberto, personagem de Silvio Guindane, tem grande admiração.

Para falar mais sobre o filme conversamos com o diretor Ricardo Elias e com o protagonista Silvio Guindane. Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Imovision.

Duas Rainhas, com Margot Robbie e Saoirse Ronan, ganha trailer

por: Cinevitor

duasrainhastrailer1Traições e conspirações nas telonas!

O drama Duas Rainhas, no original Mary Queen of Scots, traz as indicadas ao Oscar Saoirse Ronan e Margot Robbie como Mary Stuart e Elizabeth I, respectivamente. Com estreia prevista para fevereiro de 2019, o longa acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial.

Com direção de Josie Rourke, o filme explora a vida turbulenta de Mary Stuart. Rainha da França aos 16 anos e viúva aos 18, Mary luta contra a pressão de se casar novamente e, em vez disso, decide retornar ao seu país de origem para recuperar seu trono que está sob comando de Elizabeth I. Determinada, Mary afirma sua reivindicação de governar a Inglaterra ameaçando a soberania de Elizabeth.

Com roteiro de Beau Willimon, de House of Cards, o drama é baseado no livro Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart, de John Guy. O elenco conta também com Jack Lowden, Joe Alwyn, Gemma Chan, Martin Compston, Ismael Cordova, Brendan Coyle, Ian Hart, Adrian Lester, James McArdle, David Tennant e Guy Pearce.

Confira o primeiro trailer de Duas Rainhas:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Venom

por: Cinevitor

venomposterDireção: Ruben Fleischer

Elenco: Tom Hardy, Michelle Williams, Riz Ahmed, Scott Haze, Reid Scott, Jenny Slate, Melora Walters, Peggy Lu, Malcolm C. Murray, Sope Aluko, Wayne Pére, Michelle Lee, Kurt Yue, Chris O’Hara, Emilio Rivera, Amelia Young, Ariadne Joseph, Deen Brooksher, David Jones, Roger Yuan, Woon Young Park, Vickie Eng, Mac Brandt, Nick Thune, Michael Dennis Hill, Sam Medina, Scott Deckert, Lauren Richards, Jared Bankens, Lucas Fleischer, Diesel Madkins, Otis Winston, Zeva DuVall, Selena Anduze, Javier Vazquez Jr., Ellen Gerstein, Martin Bats Bradford, Al-Jaleel Knox, Brandon Morales, Matthew Cornwell, D. James Jones, Angela Davis, Wade Williams, Ron Cephas Jones, Stan Lee, Woody Harrelson.

Ano: 2018

Sinopse: Eddie Brock é um jornalista fracassado que se transforma no protetor letal Venom, um simbionte alienígena com um uniforme negro, que se apodera de um hospedeiro, com propriedades regenerativas e adaptativas que potencializam sua agressividade. Para salvar sua vida, ele precisa liberar esse alter ego, também considerado um dos mais enigmáticos, complexos e durões personagens da Marvel.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Juliet, Nua e Crua

por: Cinevitor

julietnuacruaposterJuliet, Naked

Direção: Jesse Peretz

Elenco: Rose Byrne, Ethan Hawke, Chris O’Dowd, Ko Iwagami, Lily Newmark, Denise Gough, Phil Davis, Kitty O’Beirne, Alex Clatworthy, Lily Brazier, Azhy Robertson, Eleanor Matsuura, Daniel Shaw, Ayoola Smart, Enzo Cilenti, Frank Owen, Florence Keith-Roach, Mage Rodrigo, Fehinti Balogun, Thomas Gray, Brodie Petrie, Cal Petrie, Megan Dodds, Nina Sosanya, Matt King, Carol Anderson, Georgina Bevan, Ninette Finch, Pamela Lyne, Steve Barnett, Janine Catterall, Michael Chapman, Johanna Thea, Jimmy O. Yang.

Ano: 2018

Sinopse: Annie está há anos presa num relacionamento já desgastado com Ducan, um fã obcecado pelo roqueiro Tucker Crowe, que está desaparecido há décadas. Quando uma demo acústica do último trabalho de Tucker, gravada há 25 anos, aparece, novas conexões se formam, mudando a vida dos envolvidos. Baseado no romance homônimo de Nick Hornby.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Papillon

por: Cinevitor

papillonposterDireção: Michael Noer

Elenco: Charlie Hunnam, Rami Malek, Tommy Flanagan, Eve Hewson, Roland Møller, Michael Socha, Nina Senicar, Yorick van Wageningen, Ian Beattie, Christopher Fairbank, Brian Vernel, Joel Basman, Fernanda Diniz, Attila C. Arpa, Gilly Gilchrist, Andre Flynn, Goran Navojec, Olja Hrustic, Dragan Micanovic, Dan Cade, Nikola Kent, Demetri Goritsas, Slavko Sobin, Reshad Strik, Máté Haumann, Lorena Andrea, Luka Peros, Zak Rowlands, Mirjam Novak, Antonio de la Cruz, Roy McCrerey, Jim High, Nicholas Asbury, Michael Adams, Louisa Pili, Joe David Walters, Matt Devere, Cali Nelle, Arnaud Humbert.

Ano: 2018

Sinopse: Henri Charrière, conhecido como Papillon, é acusado injustamente de um assassinato e condenado à prisão perpétua na Ilha do Diabo, Guiana Francesa. Durante o exílio, ele conhece Louis Dega, um homem bastante excêntrico, com quem forma uma aliança para tentar escapar da prisão e provar sua inocência. No entanto, todos que tentaram fugir foram levados para a solitária ou condenados à morte, o que torna a missão ainda mais arriscada. Baseado em uma história real.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

42ª Mostra de São Paulo divulga destaques da programação e pôster assinado por Laurie Anderson

por: Cinevitor

jacklarsmostraspUma Thurman e Matt Dillon em A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier.

A programação completa da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontecerá entre os dias 18 e 31 de outubro, será anunciada em breve. Enquanto isso, algumas novidades já foram anunciadas. Uma delas é o cartaz desta edição: assinado pela artista multimídia norte-americana Laurie Anderson, que trabalha com tecnologia, música, cinema e performance.

Segundo a artista, o pôster do evento destaca “um espaço feito de palavras e imagens de palavras; é como caminhar para dentro de uma história e se tornar parte dela. É uma maneira de você poder andar dentro de livros e filmes e deixar eles serem parte de sua própria história”.

Já a instalação em realidade virtual abre o novo CineSesc Anexo. Batizada de Chalkroom (quarto de giz), a obra tem coautoria do artista taiwanês Hsin-Chien Huang e exibe uma gigantesca estrutura formada por palavras, em que, como sugere o nome, desenhos e histórias fraturadas vagam pelo ar, se formam, se desfazem e são recriadas como se fossem inscrições de giz em uma lousa. A cenografia da instalação é de Daniela Thomas e Felipe Tassara.

3facesmostraspBehnaz Jafari e Jafar Panahi em 3 Faces: destaque da Mostra.

Entre os filmes já anunciados, destacam-se: Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes; o novo filme de Paul Vecchiali, Trem das Vidas ou A Viagem de Angélique (Train de vies ou les voyages d’Angélique), cineasta francês que foi homenageado com o Prêmio Leon Cakoff na Mostra do ano passado; o suspense Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller, premiado nos festivais de Sundance e Roterdã e indicado da Dinamarca ao Oscar de melhor filme estrangeiro; o drama Sofia, de Meryem Benm’Barek-Aloïsi, vencedor do prêmio de melhor roteiro na mostra Un Certain Regard, em Cannes.

Outros filmes exibidos em Cannes também farão parte da Mostra, como: A Casa que Jack Construiu, de Lars von Trier; o drama Capharnaüm, de Nadine Labaki; Em Chamas (Beoning), de Chang-dong Lee, da Coreia do Sul, vencedor do Prêmio FIPRESCI; o romance musical Verão (Leto), de Kirill Serebrennikov; o drama 3 Faces (Se rokh), de Jafar Panahi, vencedor do prêmio de melhor roteiro; e Infiltrado na Klan, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Júri.

Conheça outros filmes já confirmados para a 42ª Mostra de São Paulo:

Boys Who Like Girls (Miehen Malli), de Inka Achté
The Chaotic Life of Nada Kadic (Kaoticni Zivot Nade Kadic), de Marta Hernaiz Pidal
Como Fernando Pessoa Salvou Portugal, de Eugène Green
O Estado Contra Mandela e os Outros (The State Against Mandela and the Others), de Nicolas Champeaux e Gilles Porte
Mochila de Chumbo (Mochila de Plomo), de Darío Mascambroni
Família Submersa (Familia Sumergida), de María Alche
Pedro e Inês: O Amor Não Descansa (Pedro e Inês), de António Ferreira
A Odisseia de Peter (Odysseya Petra), de Alexey Kuzmin-Tarasov e Anna Kolchina
El Creador de Universos, de Mercedes Dominioni
Um Noir nos Balcãs (A Balkan Noir), de Drazen Kuljanin
Um Buraco na Cabeça (Dziura w glowie), de Piotr Subbotko
Malila (Malila: The Farewell Flower), de Anucha Boonyawatana
A Peônia (La Pivoine), de Joaquin Breton
Rosas Selvagens (Dzikie róze), de Anna Jadowska
Julia e a Raposa (Julia y el Zorro), de Inés María Barrionuevo

Confira o pôster da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:

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Fotos: Zentropa/Divulgação.

As Viúvas, com Viola Davis, será o filme de abertura do Festival do Rio 2018

por: Cinevitor

asviuvasfestivaldorioO longa foi exibido recentemente no Festival de Toronto.

O Festival do Rio 2018, que acontecerá entre os dias 1 e 11 de novembro, acaba de anunciar o filme de abertura de sua 20ª edição: o thriller As Viúvas, protagonizado por Viola Davis, que será exibido no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano.

Dirigido por Steve McQueen, de 12 Anos de Escravidão, o longa, que tem estreia marcada para o dia 29 de novembro nos cinemas brasileiros, conta a história de quatro mulheres que precisam assumir uma dívida deixada por seus maridos criminosos para salvarem os próprios destinos.

O elenco conta com Viola Davis, que interpreta Veronica; Elizabeth Debicki, no papel de Alice; Michelle Rodriguez, interpretando Linda; e Cynthia Erivo, como Belle. Completam o time: Robert Duvall, Liam Neeson, Colin Farrell, Daniel Kaluuya e Brian Tyree Henry.

Baseado no livro Widows, de Lynda La Plante, o roteiro é assinado por McQueen e Gillian Flynn, de Garota Exemplar. Considerado um thriller moderno, com cenário em crime, paixão e corrupção, As Viúvas traz a história de quatro mulheres sem nada em comum, exceto uma dívida deixada pelas atividades criminosas de seus maridos mortos. Situada na contemporânea Chicago, em meio a um tumulto, as tensões aumentam quando Veronica, Alice, Linda e Belle assumem seus destinos em suas próprias mãos e conspiram para forjar um futuro em seus próprios termos.

Ao completar 20 anos de existência, o Festival do Rio reafirma sua importância para a cultura carioca e o cinema no Brasil e na América Latina. Ao longo dessa jornada, o Festival do Rio tem sido responsável por trazer as primeiras exibições de filmes consagrados em grandes festivais internacionais e por apresentar ao público diretores estreantes e cinematografias pouco conhecidas. A Première Brasil se tornou a grande janela de lançamento para os realizadores nacionais e a estatueta do Redentor, um prêmio reconhecido por público e crítica.

Confira o trailer de As Viúvas:

Foto: Divulgação/Fox Film.

Chacrinha: O Velho Guerreiro, com Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch, ganha trailer

por: Cinevitor

chacrinhatrailer2Quem Não se Comunica, se Trumbica: Stepan Nercessian em cena.

Dirigido por Andrucha Waddington, Chacrinha: O Velho Guerreiro narra a trajetória do apresentador que fez história na televisão brasileira. Escrito por Claudio Paiva, o longa traz Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch interpretando as duas fases da vida de Abelardo Barbosa.

O filme mostra sua chegada ao Rio de Janeiro vindo de Pernambuco, onde estudou dois anos de medicina, mas largou a faculdade para se aventurar como locutor de rádio. O apelido Chacrinha surgiu depois de conseguir emprego na Rádio Clube Fluminense, localizada numa chácara da cidade, onde posteriormente lançaria o Cassino do Chacrinha.

No longa, conhecemos o perfeccionismo de Abelardo Barbosa, que completaria 100 anos em 2017, em contraste com a espontaneidade do que representava como Chacrinha, a relação conturbada do apresentador com a família e as críticas enfrentadas ao estilo original que mais tarde o consagraria. Conhecido por sua irreverência, em sua reestreia na Rede Globo, Chacrinha chegou a promover um concurso do cachorro mais pulguento no Rio, causando uma infestação na emissora.

Dono de inúmeros bordões como Terezinhaaa?, Eu vim para confundir não para explicar, Quem Não se Comunica, se Trumbica e Quem Quer Bacalhau?, este que ganhou fama depois de o apresentador jogar bacalhau para o público do auditório.

No elenco principal também estão Gianne Albertoni como Elke Maravilha e Laila Garin vivendo Clara Nunes. A atriz Carla Ribas é Florinda, esposa de Chacrinha, enquanto Rodrigo Pandolfo e Pablo Sanábio são os filhos do Velho Guerreiro. Boni é interpretado por Thelmo Fernandes, Antônio Grassi vive Oswaldo e Karen Junqueira é Rita Cadillac.

Confira o trailer de Chacrinha: O Velho Guerreiro, que estreia no dia 25 de outubro:

Foto: Suzanna Tierrie.