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Confira o trailer de Dias Vazios, dirigido por Robney Bruno Almeida, que estreia em maio

por: Cinevitor

diasvaziostrailerVinícius Queiroz e Nayara Tavares em cena.

Livre adaptação do premiado romance Hoje Está Um Dia Morto, do autor goiano André de Leones, Dias Vazios, dirigido por Robney Bruno Almeida, conta a história de Jean e Fabiana, um casal de namorados que cursam o último ano do ensino médio em uma pequena cidade do interior e vive um dilema: deixar a cidade rumo a um novo destino ou ficar e continuar a história de seus pais. Jean resolve dar um fim em sua própria vida e Fabiana desaparece. Dois anos depois, Daniel e Alanis, um outro casal de jovens namorados, procura entender o motivo do suicídio de Jean e qual foi o destino de Fabiana. Para eles, essa busca se transforma numa chance de reinventar suas vidas.

O roteiro, escrito ao longo de oito anos pelo próprio diretor, participou de vários laboratórios de desenvolvimento, entre eles, o Novas Histórias Lab, onde recebeu consultoria de profissionais renomados do cinema nacional e internacional.

“O filme lança um olhar sobre jovens que vivem em pequenas cidades onde não se tem perspectivas de vida. Se fizermos uma viagem de carro pelo interior do Brasil, podemos perceber várias corruptelas à margem das rodovias que, apesar do progresso, parecem ter parado no tempo. O que fazem estes jovens? Quais os seus sonhos? Certamente a maioria opta em abandonar o local para tentar a sorte nas cidades grandes. Mas e aqueles que, por alguma razão, ficam? Qual a sorte que o destino lhes reserva? Sem querer apontar culpados ou soluções, quis fazer do filme uma reflexão sobre esse tema”, explica o diretor.

Dias Vazios foi rodado inteiramente na cidade de Silvânia, em Goiás, onde se passa a história original do livro, com uma pequena inserção de uma cena na praia que foi filmada no Paraná. “Escolhi filmar na mesma cidade onde se passa o livro por acreditar que a atmosfera do local poderia de alguma maneira impregnar cada fotograma do filme. Antes de iniciar os testes de elenco, morei em Silvânia por 2 meses, fotografei suas ruas e casas e conversei com jovens que tinham o perfil dos personagens”, explica Robney. E completa: “A Silvânia que está na tela e todo o seu vazio dizem muito mais ao sentimento sensorial dos personagens do que a realidade encontrada. Esse foi o sentido que quis dar ao filme”.

O longa foi exibido na 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes, onde foi bastante elogiado pela crítica, e na 22ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual, onde recebeu os prêmios de melhor direção de arte e melhor atriz coadjuvante para Carla Ribas. O elenco conta também com Nayara Tavares, Natália Dantas, Arthur Ávila e Vinícius Queiroz.

Confira o trailer de Dias Vazios, que tem estreia prevista pra o dia 9 de maio:

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Cannes 2019: conheça os filmes selecionados para a 58ª Semana da Crítica

por: Cinevitor

adelehaenelsemanacannesAdèle Haenel em Les héros ne meurent jamais, de Aude Léa Rapin: sessão especial.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 22/04, os filmes selecionados para a Semana da Crítica (Semaine de la Critique), mostra paralela ao Festival de Cannes, que concentra-se na descoberta de novos talentos. Desde que foi criada pelo Syndicat Français de la Critique de Cinéma, em 1962, busca explorar e revelar novos cineastas inovadores do mundo todo.

Neste ano, em sua 58ª edição, a Semana da Crítica, que acontecerá entre os dias 15 e 23 de maio, terá o cineasta colombiano Ciro Guerra como presidente do júri. A atriz britânica Amira Casar, a produtora dinamarquesa Marianne Slot, a jornalista e crítica de cinema Djia Mambu e o cineasta americano Jonas Carpignano completam o júri.

Conheça os filmes selecionados para a Semana da Crítica 2019:

COMPETIÇÃO | LONGAS-METRAGENS:
Abou Leila, de Amin Sidi-Boumédiène (Argélia/França/Qatar)
Ceniza Negra (Land of Ashes/Cendre Noire), de Sofía Quirós Ubeda (Costa Rica/Argentina/Chile/França)
Hvítur, Hvítur Dagur (A White, White Day), de Hlynur Pálmason (Islândia/Dinamarca/Suécia)
J’ai perdu mon corps (I Lost My Body), de Jérémy Clapin (França)
Nuestras Madres (Our Mothers), de César Díaz (Guatemala/Bélgica/França)
The Unknown Saint (Le Miracle du Saint Inconnu), de Alaa Eddine Aljem (Marrocos/França/Qatar/Alemanha/Líbano)
Vivarium, de Lorcan Finnegan (Irlanda/Bélgica/Dinamarca)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS:
Dia de Festa (Party day/Jour de fête), de Sofia Bost (Portugal)
Fakh (The Trap), de Nada Riyadh (Egito/Alemanha)
Ikki illa meint (Sans mauvaise intention), de Andrias Høgenni (Dinamarca/Ilhas Faroé)
Journey Through a Body, de Camille Degeye (França)
Kolektyviniai sodai (Community Gardens), de Vytautas Katkus (Lituânia)
Lucía en el limbo, de Valentina Maurel (Bélgica/França/Costa Rica)
The Manila Lover, de Johanna Pyykkö (Noruega/Filipinas)
Mardi de 8 à 18 (Tuesday From 8 to 6), de Cecilia de Arce (França)
She Runs, de Qiu Yang (China/França)
Ultimul Drum Spre Mare (The Last Trip to the Seaside/Le Dernier Voyage à la mer), de Adi Voicu (Romênia)

SESSÕES ESPECIAIS | LONGAS-METRAGENS:
Litigante, de Franco Lolli (Colômbia/França) (filme de abertura)
Tu mérites un amour (You Deserve a Love), de Hafsia Herzi (França)
Les héros ne meurent jamais (Heroes don’t die), de Aude Léa Rapin (França/Bélgica/Bósnia e Herzegovina)
Chun jiang shui nuan (Dwelling in the Fuchun Mountains), de Gu Xiaogang (China) (filme de encerramento)

SESSÕES ESPECIAIS | CURTAS-METRAGENS:
Demonic, de Pia Borg (Austrália)
Naptha, de Moin Hussain (Reino Unido)
Please Speak Continuously and Describe Your Experiences as They Come to You, de Brandon Cronenberg (Canadá)
Invisível Herói (Invisible Hero), de Cristèle Alves Meira (Portugal/França)
Tenzo, de Katsuya Tomita (Japão)

CONVIDADOS | 16º Festival International du Film de Morelia:
El Aire Delgado, de Pablo Giles (México)
The Girl With Two Heads, de Betzabé García (México)
San Miguel, de Cris Gris (México/EUA)
Satán, de Carlos Tapia González (Suíça)

Foto: Divulgação.

Festival de Cannes 2019: conheça os curtas-metragens selecionados

por: Cinevitor

thevancurtacannesArben Bajraktaraj e Phénix Brossard no curta The Van, de Erenik Beqiri.

Depois de anunciar a seleção oficial com os longas, a 72ª edição do Festival de Cannes, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio, revelou os curtas-metragens selecionados para a Competição Oficial e também para a mostra Cinéfondation, criada para inspirar e apoiar a próxima geração de cineastas.

Neste ano, o comitê de seleção assistiu 4.240 curtas-metragens; onze foram escolhidos: nove obras de ficção, um documentário e uma animação. Os filmes disputam a Palma de Ouro de curta-metragem, que será entregue pelo júri presidido pela cineasta francesa Claire Denis. O cineasta e roteirista israelense Eran Kolirin, a atriz franco-inglesa Stacy Martin, o diretor e roteirista grego Panos H. Koutras e o cineasta romeno Cătălin Mitulescu completam o time de jurados.

Para a 22ª edição da Cinéfondation, 17 filmes foram selecionados, dentre os 2.000 inscritos por escolas do mundo todo. A importante presença da Europa Central e Oriental destaca a vitalidade da educação cinematográfica nesses países. Seis dos curtas selecionados vêm de escolas que participam pela primeira vez.

Conheça os curtas-metragens selecionados para o Festival de Cannes 2019:

CURTAS-METRAGENS:

The Van, de Erenik Beqiri (Albânia/França)
Anna, de Dekel Berenson (Ucrânia/Israel/Reino Unido)
The Jump, de Nicolas Davenel e Vanessa Dumont (França)
The Distance Between Us and the Sky, de Vasilis Kekatos (Grécia/França)
All Inclusive, de Teemu Nikki (Finlândia)
Ingen lyssnar, de Elin Övergaard (Suécia)
And Then the Bear, de Agnès Patron (França)
Parparim, de Yona Rozenkier (Israel)
Monstruo Dios, de Agustina San Martín (Argentina)
White Echo, de Chloë Sevigny (EUA)
La Siesta, de Federico Luis Tachella (Argentina)

CINÉFONDATION:

Ambience, de Wisam Al-Jafari (Dar al-Kalima University College of Arts & Culture/Palestina)
Mano a Mano, de Louise Courvoisier (CinéFabrique/França)
Sto dvacet osm tisíc (One Hundred and Twenty-Eight Thousand), de Ondřej Erban (FAMU/República Tcheca)
Jeremiah, de Kenya Gillespie (The University of Texas at Austin/EUA)
Pura Vida, de Martin Gonda (FTF VŠMU – Film and Television Faculty, Academy of Performing Arts/Eslováquia)
Adam, de Shoki Lin (Nanyang Technological University/Singapura)
Netek (Rift), de Yarden Lipshitz Louz (Sapir College/Israel)
Solar Plexus, de David McShane (NFTS/Reino Unido)
Rosso: La vera Storia Falsa del Pescatore Clemente (Rosso: A True Lie About a Fisherman), de Antonio Messana (La Fémis/França)
Ahogy eddig (As Up To Now), de Katalin Moldovai (Budapest Metropolitan University, METU/Hungria)
Favoriten (Favourites), de Martin Monk (Filmakademie Wien/Áustria)
Roadkill, de Leszek Mozga (University of the Arts London, UAL/Reino Unido)
Duszyczka (The Little Soul), de Barbara Rupik (PWSFTviT/Polônia)
Hieu, de Richard Van (CalArts/EUA)
Bamboe, de Flo Van Deuren (RITCS/Bélgica)
SLOZHNOPODCHINENNOE (Complex Subject), de Olesya Yakovleva (St. Petersburg State University of Film and Television/Rússia)
Reonghee (Alien), de Jegwang Yeon (Korea National University of Arts/Coreia do Sul)

Foto: Origine Films & Anima Pictures/Divulgação.

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, com Dwayne Johnson e Jason Statham, ganha novo trailer

por: Cinevitor

velozeshobbstrailernovoDwayne Johnson e Jason Statham em ação!

A Universal Pictures acaba de lançar o segundo trailer de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, no original Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw, que traz Dwayne Johnson e Jason Statham como protagonistas. A prévia apresenta mais ação, uma intensificada parceria entre os personagens e ainda introduz parte de suas famílias.

Filmada em Londres e Samoa, a produção é um filme independente da série Velozes e Furiosos, uma das franquias de ação mais conhecidas do cinema. Com roteiro de Chris Morgan e direção de David Leitch, de Atômica e Deadpool 2, o novo longa apresenta uma história a parte e introduz novos personagens.

A dupla Luke Hobbs e Deckard Shaw aparece em uma parceria inesperada. Os protagonistas, rivais em Velozes & Furiosos 7, agora se aliam contra Brixton, interpretado por Idris Elba. O elenco conta também com Helen Mirren, Vanessa Kirby, Eiza González, Teresa Mahoney, entre outros.

Confira o novo trailer de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw, que estreia no dia 1º de agosto:

Foto: Universal Pictures/Divulgação.

Começam as filmagens de Derrapada, novo filme de Pedro Amorim, com Nanda Costa e Matheus Costa

por: Cinevitor

derrapadafilmagensMatheus Costa e Nanda Costa nos bastidores.

Começaram as filmagens de Derrapada, novo longa de Pedro Amorim, de Eu Sou Mais Eu e Divórcio. O filme é uma adaptação do romance SLAM, do escritor e roteirista Nick Hornby, de Alta Fidelidade, Febre de Bola e Um Grande Garoto, e tem como principal tema a gravidez na adolescência.  O longa terá cenas rodadas em Cataguases e Leopoldina, em Minas Gerais, e nos bairros da Tijuca e Madureira, no Rio de Janeiro. A Vitrine Filmes será a distribuidora.

Derrapada conta a história de Samuca, papel de Matheus Costa, um skatista de 17 anos que descobre que a namorada Alicia, vivida por Heslaine Vieira, está grávida. Samuca repete assim a “derrapada” da mãe Melina, interpretada por Nanda Costa, que engravidou dele com a mesma idade.

O nome de Matheus Costa, de Cinderela Pop, já havia sido pensado para o papel principal antes mesmo da finalização do roteiro, quando o ator participou da série de TV Ernesto, o Exterminador de Seres Monstruosos (e Outras Porcarias), em 2017, e chamou a atenção da produtora para as semelhanças com o futuro protagonista: “Saber que esse papel foi escrito para mim me deu uma grande segurança como ator e uma felicidade absurda por ter essa oportunidade tão cedo em minha carreira. É muito bom trabalhar com essa equipe em um set leve proporcionado pelo Pedro, ele me ajudou muito e me fez sentir livre para criar, ele é uma pessoa maravilhosa, pergunta o que eu penso e acho isso essencial. A preparação com a Estrela Strauss também foi mágica e um momento de muito conhecimento, pude aprender com esse personagem. Fico muito feliz de estar participando desse projeto e trabalhar com pessoas que vou levar para minha vida”, afirmou Matheus Costa.

“Quando eu li o roteiro fiquei toda arrepiada. Melina teve seu filho com a mesma idade que a minha mãe ficou grávida de mim”, contou Nanda Costa. “O roteiro é lindo e eu entendo o Samuca, sei o que é ter uma mãe que parece irmã. Conheci o Matheus durante a minha primeira novela, em 2006, ele era pequenininho e já um gigante. E que trabalho lindo está fazendo, é profundo, delicado, doce, forte, potente, generoso e me emociona sempre. Não conhecia o Pedro Amorim e que surpresa deliciosa. Ele é vibrante e contagia o set com a sua alegria. Eu estou achando tudo lindo, fotografia, figurino, arte, caracterização. Sinto que já é um filme do qual vou sentir muito orgulho. Só tenho a agradecer pelo convite e a Izabella Faya por confiar a mim a sua Melina”.

pedroamorimsetderrapadaO diretor nos bastidores das filmagens.

O elenco do filme conta também com Leandro Soares, que interpreta Coelho, o melhor amigo do protagonista; Augusto Madeira, que vive o pai distante de Samuca; Jussara Mathias e Luís Miranda interpretam Andrea e Roberto, os pais de Alicia; Felipe Rocha vive Marco, o namorado de Melina.

Na equipe do filme, a direção de fotografia ficou a cargo de Dante Belluti e Dany Espinelli é a responsável pela direção de arte. Joanna Ribas assina o figurino. O roteiro é escrito por Izabella Faya e Ana Pacheco, com colaboração de Pedro Amorim; Faya assina o roteiro final.

“Desde a primeira vez que li essa história quis dirigir o filme. Na minha adolescência eu fui um pouco Samuca, era skatista e vivi algumas experiências bem parecidas. Foram três anos no processo de roteiro com a Izabella, o filme se transformou em algo muito pessoal, bem mais próximo de uma realidade que acho importante retratar. Hoje vejo muito do que eu acredito nos nossos protagonistas”, contou Pedro Amorim.

“O filme traz um pouco de todos nós envolvidos na produção. Eu fui mãe aos 19 anos. Falar sobre gravidez na adolescência sob o ponto de vista do menino em um país onde milhões de homens sequer assumem seus filhos já era instigante. Mas quando decidimos que a família da Alicia – líder estudantil, filha de advogados bem sucedidos, cheia de autoestima – seria negra, e o Samuca seria o cara branco que essa família não aceita, vi que tínhamos uma história ainda mais potente. É um filme, acima de tudo, sobre o amor e a responsabilidade que temos sobre nossas escolhas”, define Izabela Faya, que também assina a produção executiva com Fernanda Reznik.

Fotos: Helena Barreto.

23º Cultura Inglesa Festival: maratona de filmes sobre heróis britânicos e obras contemporâneas de novos diretores

por: Cinevitor

iamnotawitchculturainglesaMaggie Mulubwa em I Am Not a Witch: filme premiado.

Realizado anualmente pela Cultura Inglesa, o 23º Cultura Inglesa Festival acontece em São Paulo entre os dias 24 de maio e 16 de junho. A programação promete uma experiência multicultural e multidisciplinar inteiramente gratuita. Nesta edição, a programação de cinema apresentará três recortes da sétima arte: filmes temáticos, obras contemporâneas e curtas-metragens produzidos especialmente para o evento.

A mostra Heróis Britânicos, realizada em parceria com o Spcine, terá exibição de filmes clássicos com personagens britânicos que conectam o mundo dos games com o das telonas, em uma oportunidade única de rever estes filmes em uma tela de cinema. Serão 9 filmes com exibições entre 24 e 26 de maio no Centro Cultural São Paulo.

Na sexta-feira, o Excalibur Day, apresentará três obras que trazem as clássicas lendas do Rei Arthur: Lancelot, o Primeiro Cavaleiro, de Jerry Zucker (1995), Rei Arthur, de Antoine Fuqua (2004) e Rei Arthur: A Lenda da Espada, de Guy Ritchie (2017). No sábado, o Lara’s Day apresenta três versões distintas de Lara Croft, a heroína britânica dos games: Lara Croft: Tomb Raider (2001), Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida (2003) e Tomb Raider: A Origem (2018). E no domingo, o festival apresenta o Detective Day, com três filmes clássicos britânicos de detetive: Os Sete Suspeitos, de Jonathan Lynn (1985), O Enigma da Pirâmide, de Barry Levinson (1985) e Sherlock Holmes, de Guy Ritchie (2009). A retirada gratuita de ingressos acontece meia hora antes da primeira sessão de cada dia: um ingresso por pessoa.

Para quem curte a temática de games, pode aproveitar a maratona para visitar a exposição interativa I, Game: Interpretar, Investigar, Imaginar, que também estará no Centro Cultural São Paulo durante todo o período do festival.

richardgerelancelotRichard Gere em Lancelot, o Primeiro Cavaleiro.

Já em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, nos dia 31 de maio, 1 e 2 de junho, o festival apresentará o Cine Fachada: Novos Diretores Britânicos, uma edição especial do projeto com exibição ao ar livre de três filmes de expoentes diretores do Reino Unido, inéditos nos cinemas de São Paulo. As três obras se destacam por sua originalidade e a repercussão internacional após sua estreia

O primeiro a ser exibido será American Animals, do premiado diretor e produtor Bart Layton, conhecido por abordar assuntos controversos. A mostra segue com I Am Not a Witch, da diretora Rungano Nyoni, nascida na Zâmbia e criada no País de Gales desde os nove anos de idade. Sua produção foi exibida na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, e coleciona 16 prêmios, entre eles o BAFTA, e 26 indicações, como a de representante do Reino Unido ao Oscar 2019 na categoria de melhor filme estrangeiro. Finalizando a edição especial do Cine Fachada, Beast, o romance sombrio do diretor Michael Pearce, que foi premiado no BAFTA e no British Independent Film Awards.

Finalizando a programação de cinema, a mostra Curtas-metragens apresenta Vitorianna, de Gabriela Capello, e Antes que seja tarde, de André Queiroz, duas obras inspiradas na cultura britânica e produzidas pelo edital público da Cultura Inglesa, que fomenta a produção artística nacional. As exibições acontecem no dia 4 de junho no Instituto Moreira Salles, seguida de bate-papo com os diretores.

A curadoria de curtas-metragens é composta pela produtora e sócia da bigBonsai, Deborah Osborn, o diretor executivo e artístico do Festival Mix Brasil, João Federici; e Sidney Santiago, ator, pesquisador, diretor e militante do teatro brasileiro.

Para mais informações sobre o 23º Cultura Inglesa Festival acesse o site e acompanhe as redes sociais.

Fotos: Columbia Pictures e Divulgação.

O Mau Exemplo de Cameron Post

por: Cinevitor

cameronpostposter2The Miseducation of Cameron Post

Direção: Desiree Akhavan

Elenco: Chloë Grace Moretz, Sasha Lane, Forrest Goodluck, Jennifer Ehle, Steven Hauck, Quinn Shephard, Kerry Butler, Dalton Harrod, McCabe Slye, Dale Soules, John Gallagher Jr., Emily Skeggs, Marin Ireland, Melanie Ehrlich, Owen Campbell, Christopher Dylan White, Isaac Jin Solstein, Andre B. Blake, Francesca Noel, Christina Karabiyik, Chloe Roe, Seamus Boyle, Niko Rodriguez, Billy Brannigan, Spencer List, Billy Thomas Myott.

Ano: 2018

Sinopse: Em 1993, a jovem Cameron Post é flagrada beijando outra garota no baile de formatura. Seus pais, conservadores e religiosos, prontamente a mandam para um centro de terapia de conversão que corrige adolescentes com atração por pessoas do mesmo gênero. Mas, lá, entre disciplinas bizarras, métodos “antigay” duvidosos e músicas cristãs, Cameron conhece outros jovens gays na mesma situação que ela e, aos poucos, vai tentando descobrir quem realmente é. Baseado no livro homônimo de Emily M. Danforth.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

O Anjo

por: Cinevitor

oanjoposter2El Ángel

Direção: Luis Ortega

Elenco: Lorenzo Ferro, Chino Darín, Cecilia Roth, Daniel Fanego, Mercedes Morán, Peter Lanzani, Luis Gnecco, Malena Villa, William Prociuk, Fernando Noy, Diego Echegoyen.

Ano: 2018

Sinopse: Baseado em uma história real, o filme acompanha o adolescente Carlitos, que, em 1971, fazia sucesso com seus cabelos loiros e o jeito de galã de cinema. Mas o garoto escondia seu verdadeiro talento: cometer crimes. Quando ele conhece Ramon em sua nova escola, os dois embarcam em uma jornada de descobertas, amor e crime. Matar é apenas um desdobramento aleatório da violência, que aumenta em uma escalada contínua. Por causa de sua aparência delicada, Carlitos passa a ser conhecido como O Anjo da Morte.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Vidas Duplas

por: Cinevitor

vidasduplasposterDoubles vies

Direção: Olivier Assayas

Elenco: Juliette Binoche, Guillaume Canet, Vincent Macaigne, Christa Théret, Nora Hamzawi, Pascal Greggory, Laurent Poitrenaux, Sigrid Bouaziz, Lionel Dray, Nicolas Bouchaud, Antoine Reinartz, Aurélia Petit, Thierry de Peretti, Violaine Gillibert, Jean-Luc Vincent, Laetitia Spigarelli, Stéphane Roger, David Blot, Jeanne Candel, Olivia Ross, Jean-François Auguste, Benjamin Bellecour, Raphaël Neal, Fred Lalaurette, Cylia Malki.

Ano: 2018

Sinopse: Alain é um bem-sucedido editor parisiense com dificuldade em se adaptar à revolução digital. Ele tem grandes dúvidas sobre o novo manuscrito de Léonard, um de seus autores de longa data, que lançará um trabalho de autoficção, reciclando seu caso de amor com uma celebridade. Selena, a esposa de Alain, famosa atriz de teatro, é de opinião contrária e elogia a publicação.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Amor Até às Cinzas

por: Cinevitor

amorateascinzasposterJiang hu er nü
Ash Is Purest White

Direção: Jia Zhangke

Elenco: Zhao Tao, Fan Liao, Yi’nan Diao, Jiali Ding, Zijian Dong, Jiamei Feng, Xiaogang Feng, Kang Kang, Xuan Li, Casper Liang, Zheng Xu, Yi Zhang, Yibai Zhang.

Ano: 2018

Sinopse: Datong, China, 2001. A linda e jovem Qiao está apaixonada por Bin, um mafioso local. Durante uma briga entre gangues rivais, ela dispara uma arma para proteger seu namorado. Essa prova de amor irá lhe custar cinco anos de prisão. Após a sua libertação, Qiao procura por Bin, e o relacionamento perigoso, cheio de altos e baixos, se inicia novamente.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Cannes 2019: Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles na disputa pela Palma de Ouro; Karim Aïnouz é selecionado para a mostra Un Certain Regard

por: Cinevitor

bacuraucannes2cinevitorSonia Braga em Bacurau, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho: selecionado!

O Festival de Cannes 2019, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio, anunciou nesta quinta-feira, 18/04, os filmes selecionados para a 72ª edição, que neste ano terá o cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu na presidência do júri e o longa The Dead Don’t Die, dirigido por Jim Jarmusch, exibido na noite de abertura.

Entre os selecionados para a Competição Oficial, que concorrem ao prêmio máximo do evento, a Palma de Ouro, destaca-se o brasileiro Bacurau, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. A sinopse diz: daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos, falecida aos 114 anos. Dias depois, começam os sinais de que a tranquilidade de Bacurau estará sob ameaça. Uma sequência de incidentes mergulham o vilarejo numa tensão crescente. No entanto, muitos não contavam com um detalhe: que no passado desse lugar extraordinário estava adormecido um talento especial para a aventura.

O elenco conta com Sonia Braga, o alemão Udo Kier, Karine Teles, Barbara Colen, Silvero Pereira, Jonny Mars, Antônio Saboia, Thomás Aquino, Wilson Rabello, Danny Barbosa, James Turpin, Buda Lira, Fabiola Liper, Clebia Sousa, Thardelly Lima, Brian Townes, Valmir do Côco, Rubens Santos, Luciana Souza, Jr. Black, Carlos Francisco, Uirá dos Reis, Allison Willow, Eduarda Samara e Rodger Rogério. A grande Lia de Itamaracá também integra o elenco.

Vale lembrar que Kleber Mendonça Filho passou pela Competição Oficial de Cannes em 2016, com Aquarius, protagonizado por Sonia Braga. No ano seguinte, foi presidente do júri da Semana da Crítica.

A mostra Un Certain Regard, paralela ao evento, coloca em evidência filmes mais atípicos aos da Competição Oficial e dirigidos por novos cineastas. Neste ano, a cineasta libanesa Nadine Labaki presidirá o júri e entre os selecionados destaca-se o brasileiro A Vida Invisível de Eurídece Gusmão, de Karim Aïnouz e produzido por Rodrigo Teixeira. O longa é uma livre adaptação da obra homônima de Martha Batalha e traz Fernanda Montenegro, Carol Duarte, Júlia Stockler, Gregorio Duvivier e Maria Manoella no elenco.

O filme se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda: duas irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sem namorado, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando encontrar uma a outra, como se só juntas fossem capazes de seguirem suas vidas.

Além disso, nesta 72ª edição, o ator francês Alain Delon será homenageado com a Palma de Ouro honorária e o pôster deste ano destaca a cineasta Agnès Varda, que morreu no mês passado.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o Festival de Cannes 2019:

COMPETIÇÃO OFICIAL:

The Dead Don’t Die, de Jim Jarmusch (EUA/Suécia)
Dolor y gloria, de Pedro Almodóvar (Espanha)
O Traidor (Il traditore), de Marco Bellocchio (Itália/França/Brasil/Alemanha)
Nan Fang Che Zhan De Ju Hui (The Wild Goose Lake), de Diao Yinan (China)
Gisaengchung (Parasite), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)
Le jeune Ahmed (Young Ahmed), de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne (Bélgica)
Roubaix, une lumière (Oh Mercy!), de Arnaud Desplechin (França)
Atlantique, de Mati Diop (França)
Matthias & Maxime, de Xavier Dolan (Canadá)
Little Joe, de Jessica Hausner (Áustria/Reino Unido/Alemanha)
Sorry We Missed You, de Ken Loach (Reino Unido/França/Bélgica)
Les misérables, de Ladj Ly (França)
A Hidden Life, de Terrence Malick (EUA/Alemanha)
Bacurau, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho (Brasil)
Le siffleurs (The Whistlers), de Corneliu Porumboiu (Romênia/França/Alemanha)
Frankie, de Ira Sachs (França/Portugal/Bélgica/EUA)
Portrait de la jeune fille en feu, de Céline Sciamma (França)
It Must Be Heaven, de Elia Suleiman (França/Canadá)
Sibyl, de Justine Triet (França)
Era Uma Vez em… Hollywood (Once Upon a Time in Hollywood), de Quentin Tarantino (EUA/Reino Unido)
Mektoub My Love: Intermezzo, de Abdellatif Kechiche (França/Itália)

MOSTRA UN CERTAIN REGARD:

A Vida Invisível de Eurídece Gusmão, de Karim Aïnouz (Brasil)
Dylda (Beanpole), de Kantemir Balagov
Les hirondelles de Kaboul (The Swallows of Kabul), de Zabou Breitman e Eléa Gobé Mévellec (França)
La femme de mon frère (A Brother’s Love), de Monia Chokri (Canadá)
The Climb, de Michael Angelo Covino (EUA)
Jeanne (Joan of Arc), de Bruno Dumont (França)
O que Arde (Viendra le feu/A sun that never sets), de Olivier Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
Chambre 212, de Christophe Honoré (França)
Port Authority, de Danielle Lessovitz (EUA)
Papicha, de Mounia Meddour (França)
Adam, de Maryam Touzani
Juo ren mi mi, de Midi Z (Taiwan)
Liberté, de Albert Serra (Espanha)
Bull, de Annie Silverstein (EUA)
Liu yu Tian (Summer of Changsha), de Zu Feng
EVGE, de Nariman Aliev (Ucrânia)
La famosa invasione degli orsi in Sicilia, de Lorenzo Mattotti (França/Itália)
Odnazhdy v Trubchevske, de Larissa Sadilova (Rússia)

FORA DE COMPETIÇÃO:

Les plus belles années d’une vie (The Best Years of a Life), de Claude Lelouch (França)
Rocketman, de Dexter Fletcher (Reino Unido/EUA)
Too Old to Die Young – North of Hollywood, West of Hell, de Nicolas Winding Refn (série) (EUA)
Diego Maradona, de Asif Kapadia (Reino Unido)
La belle époque, de Nicolas Bedos (França)

SESSÃO DA MEIA-NOITE:

The Gangster, The Cop, The Devil, de Lee Won-Tae (Coreia do Sul)
Lux Æterna, de Gaspar Noé

SESSÕES ESPECIAIS:

Share, de Pippa Bianco (EUA)
For Sama, de Waad Al Kateab e Edward Watts (Reino Unido)
Family Romance, LLC., de Werner Herzog
Tommaso, de Abel Ferrara (Itália)
Être vivant et le savoir, de Alain Cavalier (França)
Que Sea Ley, de Juan Solanas (Argentina)
Chicuarotes, de Gael García Bernal (México)
La Cordillera de los sueños, de Patricio Guzmán (França/Chile)
Ice on Fire, de Leila Conners (EUA/Costa Rica/Croácia/França/Alemanha/Islândia/Noruega/Suíça/Reino Unido)
5B, de Dan Krauss (EUA)

[ATUALIZADO: 02/05/19 – 09h45]

Foto: Victor Jucá.

8°Olhar de Cinema: obras restauradas de cineastas renomados serão exibidas na Mostra Olhares Clássicos

por: Cinevitor

cantandonachuvaolhardecinemaGene Kelly na cena clássica de Cantando na Chuva.

A mostra Olhares Clássicos, que traz a história do cinema como ponto principal, é um dos destaques do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. Como já é tradição, a seleção faz um panorama histórico, reencontrando ou conhecendo pela primeira vez a obra de alguns dos nomes mais relevantes do cinema. São filmes consagrados que já não são exibidos nos cinemas da capital paranaense há muito tempo e títulos inéditos no Brasil, em obras restauradas menos conhecidas do grande público, mas fundamentais para o cinema.

“Diferentes elementos contribuem para que um filme seja considerado um clássico”, diz Aaron Cutler, um dos programadores para longas-metragens do Olhar de Cinema. “Dois dos mais importantes são atualidade e urgência. Os filmes da seleção de Clássicos deste ano falam diretamente do seu período para o nosso, por meio de uma relevância envolvente. São grandes obras que podem ser assistidas várias vezes, adquirindo assim novos significados e encantos. Estamos muito orgulhosos de fornecer tais filmes para o público do festival em cópias cuidadosamente restauradas e oferecer às pessoas a oportunidade de os descobrir ou redescobrir”.

Os cinco primeiros filmes anunciados da Olhares Clássicos vão permitir ao público conhecer e rememorar o trabalho de alguns dos principais nomes do cinema mundial falecidos recentemente. Como o coreógrafo e cineasta Stanley Donen, com seu Cantando na Chuva, de 1952, e codirigido por Gene Kelly. O filme é um dos musicais mais celebrados da Era de Ouro do cinema americano e tem como tema uma das grande mudanças nesta indústria com a chegada do som sincronizado. Além disso, foi indicado em duas categorias no Oscar: melhor atriz coadjuvante para Jean Hagen e melhor trilha sonora.

Um dos maiores nomes do cinema brasileiro também faz parte da seleção: Nelson Pereira dos Santos, com Memórias do Cárcere, de 1984, adaptação do clássico de Graciliano Ramos que atravessa gerações e ainda serve como um libelo pela liberdade artística e a resistência política em tempos de totalitarismo. Menos reconhecidos pelo grande público, mas ainda fundamentais, estão dois cineastas que criaram seu próprios espaços de linguagem e marcaram o cinema, inspirando vários outros realizadores até os dias de hoje: o lituano Jonas Mekas e o inglês Nicolas Roeg.

memoriascarcereolharcinemaProtagonista: Carlos Vereza em Memórias do Cárcere.

Outra preocupação do Olhar de Cinema é fazer com que nomes apagados da história do cinema encontrem o reconhecimento merecido. Como se sabe, o caso dos apagamentos de mulheres realizadoras é ainda mais evidente e, pensando nisso, a curadoria selecionou um programa com três filmes da cineasta francesa Germaine Dulac, que morreu em 1942. Ao atravessar do cinema mudo ao sonoro, de maneira pioneira, a diretora foi uma figura chave para a vanguarda francesa da década de 1920 e também uma das primeiras cineastas a assumir um posicionamento feminista tanto na vida quanto nos filmes.

“Sua investigação estética tinha como foco aquilo que era específico ao meio cinematográfico, como os jogos de luz e sombra e a relação entre movimentos, resultando em filmes por vezes chamados de impressionistas, surrealistas ou, como ela defendia, integrais”, afirma a curadora Carla Italiano. “Se por décadas a importância fundamental de Dulac foi omitida da historiografia dominante mundial, hoje ela pode ser considerada uma das artistas incontornáveis para qualquer olhar retrospectivo dedicado às primeiras décadas do cinema”, complementa.

Conheça os primeiros filmes anunciados para a Mostra Olhares Clássicos do 8º Olhar de Cinema:

A Longa Caminhada (Walkabout), de Nicolas Roeg (1971)
Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain), de Stanley Donen e Gene Kelly (1952)
Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos (1984)
Reminiscências de uma Viagem à Lituânia (Reminiscences of a Journey to Lithuania), de Jonas Mekas (1972)
Celles qui s’en font, de Germaine Dulac (1928)
La cigarette, de Germaine Dulac (1919)
Danses espagnoles, de Germaine Dulac (1928)

Fotos: Divulgação.