Todos os posts de Cinevitor

52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começa com filme de Marco Bellocchio, homenagens e protestos

por: Cinevitor

traidorabrebrasiliaDepois de Cannes, O Traidor é exibido em Brasília.

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começou nesta sexta-feira, 22/11, no Cine Brasília, em cerimônia apresentada pela atriz Maria Paula. A noite foi marcada por homenagens, protestos, público participativo e exibição hors-concours.

Logo no início, o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Adão Cândido, subiu ao palco para discursar sob vaias ininterruptas da plateia, que reivindicava sobre os recursos do FAC, Fundo de Apoio à Cultura, principal instrumento de fomento às atividades artísticas e culturais da Secretaria de Cultura do DF, que oferece apoio financeiro a fundo perdido em projetos selecionados por editais públicos.

Depois disso, o público aplaudiu o ator Stepan Nercessian, grande homenageado da noite. Após relembrar sua trajetória em um vídeo exibido na telona, ele discursou: “Pra mim, ser homenageado neste festival tem uma conotação ainda mais forte porque se o cinema brasileiro é feito de resistência, esse festival também foi feito e construído de resistência. Ninguém pode imaginar o que são 52 anos de realização. Passamos por momentos terríveis e não pensem que esses momentos desaparecerão. Vamos continuar!”.

stepanhomenagembrasiliaGrande homenageado da noite: carreira com personagens marcantes.

Criada pelo Festival de Brasília em 2016, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes reverencia os grandes nomes do cinema brasileiro. Nesta edição, Fernando Adolfo recebeu tal honraria. Membro da Academia Brasileira de Cinema e integrante da equipe que criou a Primeira Semana do Cinema Brasileiro, hoje Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, e coordenador-geral do evento por vários anos, o baiano foi ainda integrante de comissões de seleção e jurado de diversos festivais de cinema.

Além disso, a Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo, ABCV, homenageou a professora, pesquisadora e documentarista alagoana Debora Diniz, que mandou um vídeo de agradecimento, já que reside fora do país devido ameaças que recebeu por conta de questões políticas. O Maestro Claudio Santoro, que completaria 100 anos em 2019, também foi homenageado; a esposa Gisele Santoro recebeu, emocionada, a honraria. A cerimônia também relembrou a morte de nomes importantes do cinema brasileiro, como os cineastas Fábio Barreto e Domingos Oliveira e o ator Andrade Junior.

Por fim, a equipe de O Traidor, dirigido pelo italiano Marco Bellocchio, subiu ao palco para apresentar o filme de abertura, exibido fora de competição. O longa é baseado na história real de Tommaso Buscetta e conta a trajetória do mafioso, o primeiro do alto escalão a se transformar em informante no caso do Maxi-Processo contra a Cosa Nostra. A atriz Maria Fernanda Cândido, que marcou presença no evento, interpreta Maria Cristina de Almeida Guimarães, mulher de Tommaso.

cartabrasilia2019O ator Marcelo Pelucio tenta ler a carta do Movimento Cultural do Distrito Federal.

O drama, que disputou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, foi produzido pelos brasileiros Caio Gullane e Fabiano Gullane. No palco do Cine Brasília, o cineasta André Ristum, produtor delegado, leu uma mensagem enviada por Bellocchio.

Já no final da noite, o ator Marcelo Pelucio, que subiu ao palco ao lado da equipe de O Traidor, tentou ler uma carta do Movimento Cultural do Distrito Federal, mas teve o microfone cortado pela produção do evento. Antes disso, chegou a ser intimado por um segurança que apareceu no palco.

Com fortes emoções na noite de abertura, a 52ª edição do Festival de Brasília acontece até o dia 1º de dezembro com mostras competitivas e paralelas, debates, diversas atividades e muito mais.

*O CINEVITOR está em Brasília e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Thaís Mallon.

Conheça os vencedores do 7º Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero

por: Cinevitor

vencedoresrecifest2019Cena do curta A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues: premiado.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 22/11, no Cinema São Luiz, em Recife, os vencedores da 7ª edição do Recifest – Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero. Neste ano, 159 curtas-metragens foram inscritos, de 16 estados, e 21 selecionados; a curadoria das mostras competitivas foi realizada por André Antônio e Anti Ribeiro.

O júri oficial, que concedeu os troféus Rutílio de Oliveira, foi formado por: Marlom Meirelles, cineasta e idealizador da oficina Documentando; Labelle Rainbow, coordenadora do For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero, de Fortaleza; e Isabela Cribari, produtora.

Além da premiação, foram exibidos, fora de competição, o longa O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira), de Bertrand Lira, e o curta Marie, de Leo Tabosa. O festival, produzido por Carla Francine e Rosinha Assis, é considerado um dos mais importantes do país com a temática LGBTQ+.

Conheça os vencedores do Recifest 2019:

MELHOR FILME NACIONAL | JÚRI OFICIAL | PRÊMIO MISTIKA
A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues (SP)

MELHOR FILME PERNAMBUCANO | JÚRI OFICIAL | PRÊMIO MISTIKA
O Verbo se fez Carne, de Ziel Karapotó (PE)

MELHOR FILME NACIONAL | JÚRI POPULAR
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)

MELHOR FILME PERNAMBUCANO | JÚRI POPULAR
Gordox, de Ivson Santo (PE)

PRÊMIO ABD/APECI
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)

MENÇÕES HONROSAS | PRÊMIO ABD/APECI
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues (SP)
Balizando 2 de junho, de Fabíola Aquino e Márcio Lima (BA)

PRÊMIO DIREITOS HUMANOS | PORTAL CLICREC
Balizando 2 de junho, de Fabíola Aquino e Márcio Lima (BA)

PRÊMIO FEPEC
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)

MENÇÕES HONROSAS | PRÊMIO FEPEC
O Verbo se fez Carne, de Ziel Karapotó (PE)
Preciso Dizer que Te Amo, de Ariel Nobre (SP)
A Felicidade Delas, de Carol Rodrigues (SP)

Foto: Divulgação.

O Traidor

por: Cinevitor

otraidorposter1Il traditore

Direção: Marco Bellocchio

Elenco: Pierfrancesco Favino, Maria Fernanda Cândido, Luigi Lo Cascio, Fausto Russo Alesi, Fabrizio Ferracane, Nicola Calì, Giovanni Calcagno, Bruno Cariello, Bebo Storti, Vincenzo Pirrotta, Goffredo Maria Bruno, Gabriele Cicirello, Paride Cicirello, Elia Schilton, Alessio Praticò, Pier Giorgio Bellocchio, Rosario Palazzolo, Antonio Orlando, Ada Nisticò, Federica Butera, Giovanni Crozza Signoris, Alberto Gottuso, Tatu La Vecchia, Sergio Pierattini, Raffaella Lebboroni, Giuseppe Di Marca, Maria Amato, Gabriele Arena, Ludovico Caldarera, Salvatore Cancemi, Claudio Collovà, Marco Gambino, Jacopo Garfagnoli, Paolo La Bruna, Nunzia Lo Presti, Marilina Marino, Filippo Parisi, Aurora Peres, Michele Perricone, Nino Porzio, Francesco Cristiano Russo, Patrick Simons, Cinzia Susino, Massimiliano Ubaldi.

Ano: 2019

Sinopse: No início dos anos 1980, uma guerra generalizada eclode entre os chefes da Máfia Siciliana pelo controle do tráfico de heroína. Tommaso Buscetta, um integrante de alto escalão, foge para se esconder no Brasil. Na Itália, os acertos de contas acontecem enquanto Buscetta assiste de longe seus filhos e irmãos sendo assassinados em Palermo, sabendo que poderá ser o próximo. Preso pela polícia brasileira e extraditado para a Itália, Buscetta toma uma decisão que irá mudar os rumos da máfia italiana: ele decide se encontrar com o juiz Giovanni Falcone e trair o voto eterno que fez à Cosa Nostra.

*Filme visto no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro anuncia filmes selecionados e homenageados

por: Cinevitor

indianaraaruanda2019Indianara Alves Siqueira: documentário narra história da ativista transexual.

A 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 28 de novembro e 5 de dezembro, em João Pessoa, anunciou a lista completa de filmes selecionados para este ano. Na Mostra Competitiva de Longas Nacionais, cinco produções se destacam, sendo duas de ficção e três documentários.

O júri oficial será formado pelo ator Marco Ricca; pelo jornalista mineiro Fernando Morais; e pela atriz paraibana Suzy Lopes. Além dos filmes, a programação conta também com atividades paralelas e exibições de programas de TV na Mostra de TVs Universitárias.

Celebrando o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez, o festival pretende não apenas cultuar o diretor que iniciou a trajetória da Sétima Arte no estado, mas contribuir para que o seu legado seja cada vez mais reconhecido.

Os demais homenageados do evento serão o cineasta João Batista de Andrade, o ator e cantor Flavio Bauraqui, a atriz Ingrid Trigueiro, o cineasta Marcus Vilar, o músico e compositor Sivuca, o escritor José Bezerra e o escritor, cordelista, ator e artista plástico W. J. Solha; os dois últimos receberão o Troféu Walfredo Rodriguez de Contribuição Histórica ao Cinema Paraibano, pela produção do filme O Salário da Morte (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba.

O documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz, recentemente premiado no Festival de Veneza, será o filme de abertura desta edição e contará com a presença da diretora no Cinépolis Manaíra Shopping.

Conheça os filmes selecionados para o Fest Aruanda 2019:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (RJ)
Barretão, de Marcelo Santiago (RJ)
Desvio, de Arthur Lins (PB)
Partida, de Caco Ciocler (SP)
Pacificado, de Paxton Winters (Brasil/EUA)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGENS
Nadir, de Fábio Rogério (SE)
Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim, de Maria Augusta V. Nunes (SC)
UM, de Daniel Kfouri e João Castellano (SP)
Travelling Adiante, de Lucio Branco (RJ)
No Oco do Tempo, de Antonio Fargoni (PB)
Nervo, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (SP)
Nuvem Negra, de Flávio Andrade (PE)
Balão Azul, de Alice Gomes (RJ)
Quitéria, de Tiago A. Neves (PB)
De Longe, Ninguém Vê o Presidente, de Rená Tardin (RJ)
Um Café e Quatro Segundos, de Cristiano Requião (SP)
Brasil, Cuba, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza (PB)
Gravidade, de Amir Admoni (SP)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS PARAIBANOS
Seiva, de Ramon Batista (Nazarezinho)
Bolha, de Odécio Antônio e Taciano Valério (João Pessoa)
Faixa de Gaza, de Lúcio César Fernandes (João Pessoa)
DNA-M Deus não acredita em máquinas, de Ely Marques (João Pessoa)
Fim, de Anna Diniz (João Pessoa)
Costureiras, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
Quitéria, de Tiago A. Neves (Campina Grande)
Brasil, Cuba, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza (João Pessoa)
No Oco do Tempo, de Antonio Fargoni (Cabeceiras)

MOSTRA SOB O CÉU NORDESTINO
Currais, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
Jackson – Na batida do Pandeiro, de Marcus Vilar e Cacá Teixeira (PB)
O que os olhos não veem, de Vania Perazzo (PB)
Giocondo Dias, Ilustre Clandestino, de Vladimir Carvalho (DF)
Frei Damião, o Santo do Nordeste, de Debby Brennand (PE)
Soldados da Borracha, de Wolney Oliveira (CE)

Foto: Divulgação/O2 Play.

Festival do Rio 2019: conheça os filmes brasileiros selecionados

por: Cinevitor

acquamovierioAntonio Haddad e Alessandra Negrini em Acqua Movie: na disputa pelo Troféu Redentor.

O Festival do Rio 2019, que acontecerá entre os dias 9 e 19 de dezembro, acaba de anunciar os selecionados da Première Brasil, uma das mostras mais aguardadas e concorridas do evento, que vai exibir produções de novos diretores e consagrados com filmes dos mais variados enfoques e regiões do país.

Considerada como uma das principais janelas cinematográficas do país, a Première Brasil oferece ao público o privilégio de participar de debates com cineastas, produtores e atores e escolher o melhor filme nas categorias de ficção, documentário e curta, através do voto popular; um júri oficial elege as demais categorias.

A mostra competitiva Novos Rumos, que a cada ano conquista o público e se consolida como um espaço aberto à diversas linguagens cinematográficas, vai exibir 9 longas e 7 curtas de cineastas estreantes e veteranos em sua seleção. Parte da Première Brasil, a Mostra Retratos Musicais vai apresentar 6 recortes sobre personalidades, fatos e instituições relevantes para a história da música e do país. Por conta da diversidade de temas, outros filmes brasileiros serão exibidos em mostras do Festival do Rio, como: Panorama, Première Latina, Itinerários Únicos, Fronteiras e Geração.

Neste ano, o filme de abertura será o drama Adoráveis Mulheres, de Greta Gerwig. O longa, estrelado por Emma Watson, Saoirse Ronan, Laura Dern, Eliza Scanlen, Florence Pugh, Meryl Streep e Timothée Chalamet, é baseado no livro clássico de Louisa May Alcott. A trama acompanha a vida das irmãs March enquanto caminham para a vida adulta sem a presença do pai, que luta na Guerra Civil Americana. A escritora Jo está trabalhando em um romance sobre sua vida e de suas irmãs: a atriz Meg, a pintora Amy e a pianista Beth. Embora sejam muito diferentes entre si, são unidas por um forte laço de amor incondicional, em tempos difíceis.

Além disso, acontece também o RioMarket, uma área de negócios do Festival do Rio que tem como compromisso contribuir para o desenvolvimento da indústria audiovisual, permitindo a troca de conhecimento entre profissionais renomados, novos produtores e empresas conceituadas da área, e proporcionando novas oportunidades de negócios e capacitação de profissionais do mercado.

Desde sua criação, o Festival do Rio já exibiu 7 mil longas, incluindo filmes premiados em festivais e mostra internacionais como Cannes, Berlim, Toronto, Veneza e outros. Formador de público mas também de mão de obra, o festival capacitou mais de 7 mil profissionais para o mercado audiovisual e de eventos. Distribuídos em diferentes mostras, incluindo a Première Brasil, os filmes nacionais compõem parte importante do festival, que é a maior vitrine da cinematografia brasileira.

Neste ano, o festival passou por seu maior desafio em termos financeiros. Para conseguir realizar esta edição, optou pelo financiamento coletivo, que arrecadou mais de 600 mil reais com o apoio de mais de 1.824 benfeitores.

Conheça os filmes brasileiros selecionados para o Festival do Rio 2019:

COMPETIÇÃO | FICÇÃO

Acqua Movie, de Lírio Ferreira (PE)
A Febre, de Maya Da-Rin (RJ)
Anna, de Heitor Dhalia (SP)
Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha (SP)
Fim de Festa, de Hilton Lacerda (PE)
M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De (RJ)
Macabro, de Marcos Prado (RJ)
Pureza, de Renato Barbieri (DF)
Três Verões, de Sandra Kogut (RJ)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO

Amazônia Sociedade Anônima, de Estevão Ciavatta (RJ)
Favela é Moda, de Emílio Domingos (RJ)
Fé e Fúria, de Marcos Pimentel (MG)
Flores do Cárcere, de Paulo Caldas e Barbara Cunha (SP)
Mangueira em 2 Tempos, de Ana Maria Magalhães (RJ)
Minha Fortaleza, os Filhos de Fulano, de Tatiana Lohmann (SP)
Ressaca, de Vincent Rimbaux e Patrizia Landi (RJ)
Sem Descanso, de Bernard Attal (BA)

COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS

30 Anos Blues, de Andradina Azevedo e Dida Andrade (SP)
A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro (SP)
Casa, de Letícia Simões (PE)
Chão, de Camila Freitas (DF)
A Torre, de Sergio Borges (MG)
Sem Seu Sangue, de Alice Furtado (RJ)
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (MG)
Terminal Praia Grande, de Mavi Simão (MA)

COMPETIÇÃO | CURTAS-METRAGENS

A Mentira, de Klaus Diehl e Rafael Spínola (RJ)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR)
As Viajantes, de Davi Mello (SP)
Bicha-bomba, de Renan de Cillo (PR)
Carne, de Camila Kater (SP)
Carvão, de Miguel Guimarães de Goes (RJ)
Copacabana Madureira, de Leonardo Martinelli (RJ)
Enraizada, de Tiago Delácio (PE)
Nosso Tempo, de André Emidio (RJ)
Quando a Chuva Vem?, de Jefferson Batista (PE)
Sangro, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP)

COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS | CURTAS-METRAGENS

Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
Bonde, de Asaph Luccas (SP)
Codinome Breno, de Manoel Batista (RN)
Entre, de Ana Carolina Marinho e Bárbara Santos (SP)
Histórias para Contar, de Julia Lemos Lima (RJ)
Revoada, de Victor Costa Lopes (CE)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)

PREMIÈRE BRASIL | HORS CONCOURS | LONGAS-METRAGENS

Ficção:

Abe, de Fernando Grostein Andrade (SP)
A Divisão, de Vicente Amorim (RJ)
Aos Nossos Filhos, de Maria de Medeiros (SP)
Boca do Ouro, de Daniel Filho (RJ)
Carlinhos e Carlão, de Pedro Amorim (RJ)
Depois a Louca Sou Eu, de Julia Rezende (RJ)
Intervenção, de Caio Cobra (RJ)
O Traidor, de Marco Bellocchio (Itália/Brasil/França/Alemanha)
Pacarrete, de Allan Deberton (CE)
Pacificado, de Paxton Winters (Brasil/EUA)
Piedade, de Claudio Assis (RJ)
Veneza, de Miguel Falabella (RJ)

Documentário:

Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz (SP)
Barretão, de Marcelo Santiago (RJ)
Encarcerados, de Claudia Calbri, Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (SP)

PREMIÈRE BRASIL | NOVOS RUMOS | HORS CONCOURS

Sofá, de Bruno Safadi (RJ)
Segundo Tempo, de Rubens Rewald (SP)

PREMIÈRE BRASIL | HORS CONCOURS | CURTAS

Alfredinho, de Roberto Berliner (RJ)
Amnestia, de Susanna Lira (RJ)
Tuã Ingugu [Olhos d’Água], de Daniela Thomas (RJ)

PREMIÈRE BRASIL | RETRATOS MUSICAIS

30 Dias – Um carnaval entre a alegria e a desilusão, de Valmir Moratelli (RJ)
A Maldita, de Tetê Mattos (RJ)
Arto Lindsay 4D, de André Lavaquial (RJ)
Blitz, O Filme, de Paulo Fontenelle (RJ)
Chorão: Marginal Alado, de Felipe Novaes (SP)
Gilberto Gil Antologia Vol.1 (1968/87), de Lula Buarque de Hollanda (RJ)

PREMIÈRE BRASIL  ITINERÁRIOS ÚNICOS

A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla (SP)
A Última Gravação, de Isabel Cavalcanti e Celia Freitas (RJ)
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso (SP)
Madame, de André da Costa Pinto e Nathan Cirino (RJ)
Movimentos do Invisível, de Flávia Guayer e Letícia Monte (RJ)
Quatro Dias com Eduardo, de Victor Hugo Fiuza (RJ)

PREMIÈRE BRASIL MOSTRA FRONTEIRAS

A Nossa Bandeira Jamais Será Vermelha, de Pablo Lopez Guelli (SP)
O Mês que Não Terminou, de Francisco Bosco e Raul Mourão (RJ)
O Paradoxo da Democracia, de Belisário Franca (RJ)
Outubro, de Maria Ribeiro e Loiro Cunha (SP)
Partida, de Caco Ciocler (SP)

PREMIÈRE BRASIL MOSTRA GERAÇÃO

Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Lugar de Fala, de Felipe Nepomuceno (RJ)
Que os Olhos Ruins Não te Enxerguem, de Roberto Maty (SP)
Raia 4, de Emiliano Cunha (RS)

MOSTRA PREMIÈRE LATINA

Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo (RS)
Breve História do Planeta Verde, de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)
La Arrancada, de Aldemar Matias (França/Cuba/Brasil)
Nona. Si me mojan, yo los quemo, de Camila José Donoso (Chile/Brasil/França/Coreia do Sul)
Poetas del Cielo, de Emilio Maillé (Brasil/México)

MOSTRA PANORAMA

Doidos de Pedra, de Luiz Eduardo Ozório (RJ)
Família de Axé, de Tetê Moraes (RJ)

Foto: Divulgação.

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, é indicado ao Independent Spirit Awards 2020

por: Cinevitor

vidainvisivelspiritawardsFernanda Montenegro em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 21/11, os indicados ao Independent Spirit Awards 2020, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. O anúncio aconteceu em Hollywood e foi apresentado pelas atrizes Zazie Beetz e Natasha Lyonne.

Nesta 35ª edição, vale destacar a presença do brasileiro A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, na categoria de melhor filme internacional. O longa, premiado na mostra Un Certain Regard, do Festival de Cannes, conta com Carol Duarte, Julia Stockler, Fernanda Montenegro e Gregorio Duvivier no elenco.

O Farol, dirigido por Robert Eggers e produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’ Anna, da RT Features, foi indicado em cinco categorias, entre elas, melhor ator para Robert Pattinson e melhor ator coadjuvante para Willem Dafoe.

Conheça os indicados ao Independent Spirit Awards 2020, conhecido como o Oscar do cinema independente, que acontecerá no dia 8 de fevereiro:

MELHOR FILME:
A Hidden Life
Clemency
História de um Casamento (Marriage Story)
The Farewell
Uncut Gems

MELHOR DIREÇÃO:
Alma Har’el, por Honey Boy
Benny Safdie e Josh Safdie, por Uncut Gems
Julius Onah, por Luce
Lorene Scafaria, por As Golpistas
Robert Eggers, por O Farol

MELHOR ROTEIRO:
Ao Pó Voltará (To Dust), escrito por Jason Begue e Shawn Snyder
Clemency, escrito por Chinonye Chukwu
High Flying Bird, escrito por Tarell Alvin McCraney
História de um Casamento, escrito por Noah Baumbach
Uncut Gems, escrito por Ronald Bronstein, Benny Safdie e Josh Safdie

MELHOR PRIMEIRO FILME:
A Gente Se Vê Ontem (See You Yesterday), de Stefon Bristol
Diane, de Kent Jones
Fora de Série (Booksmart), de Olivia Wilde
The Climb, de Michael Angelo Covino
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot
The Mustang, de Laure de Clermont-Tonnerre

MELHOR PRIMEIRO ROTEIRO:
A Gente Se Vê Ontem, escrito por Fredrica Bailey e Stefon Bristol
Blow the Man Down, escrito por Bridget Savage Cole e Danielle Krudy
Driveways, escrito por Hannah Bos e Paul Thureen
Greener Grass, escrito por Jocelyn Deboer e Dawn Luebbe
The Vast of Night, escrito por James Montague e Craig W. Sanger

MELHOR ATOR:
Adam Sandler, por Uncut Gems
Chris Galust, por Give Me Liberty
Kelvin Harrison Jr., por Luce
Matthias Schoenaerts, por The Mustang
Robert Pattinson, por O Farol

MELHOR ATRIZ:
Elisabeth Moss, por Her Smell
Hong Chau, por Driveways
Karen Allen, por Colewell
Mary Kay Place, por Diane
Renée Zellweger, por Judy

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Jennifer Lopez, por As Golpistas
Lauren ‘Lolo’ Spencer, por Give Me Liberty
Octavia Spencer, por Luce
Taylor Russell, por Waves
Zhao Shuzhen, por The Farewell

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Jonathan Majors, por The Last Black Man in San Francisco
Noah Jupe, por Honey Boy
Shia LaBeouf, por Honey Boy
Wendell Pierce, por Burning Cane
Willem Dafoe, por O Farol

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Apollo 11, de Todd Douglas Miller
For Sama, de Waad Al-Khateab e Edward Watts
Honeyland, de Tamara Kotevska e Ljubo Stefanov
Island of the Hungry Ghosts, de Gabrielle Brady
Indústria Americana (American Factory), de Steven Bognar e Julia Reichert

MELHOR FILME INTERNACIONAL:
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil)
Les misérables, de Ladj Ly (França)
Parasita, de Bong Joon-Ho (Coreia do Sul)
Retablo, de Álvaro Delgado-Aparicio L. (Peru)
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)
The Souvenir, de Joanna Hogg (Reino Unido)

MELHOR FOTOGRAFIA:
As Golpistas, por Todd Banhazl
A Terceira Esposa, por Chananun Chotrungroj
Honey Boy, por Natasha Braier
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite, por Pawel Pogorzelski
O Farol, por Jarin Blaschke

MELHOR EDIÇÃO:
A Terceira Esposa, por Julie Béziau
Give Me Liberty, por Kirill Mikhanovsky
O Farol, por Louise Ford
Sword of Trust, por Tyler L. Cook
Uncut Gems, por Ronald Bronstein e Benny Safdie

PRÊMIO JOHN CASSAVETES:
Burning Cane, de Phillip Youmans
Colewell, de Tom Quinn
Give Me Liberty, de Kirill Mikhanovsky
Premature, de Rashaad Ernesto Green
Wild Nights with Emily, de Madeleine Olnek

BONNIE AWARD SPONSORED BY AMERICAN AIRLINES:
Kelly Reichardt
Lulu Wang
Marielle Heller

PRODUCERS AWARD:
Krista Parris
Mollye Asher
Ryan Zacarias

SOMEONE TO WATCH AWARD:
A Terceira Esposa, de Ash Mayfair
Premature, de Rashaad Ernesto Green
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot

TRUER THAN FICTION AWARD:
17 Blocks, de Davy Rothbart
América, de Erick Stoll e Chase Whiteside
Black Mother, de Khalik Allah
Jaddoland, de Nadia Shihab

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO:
História de um Casamento, de Noah Baumbach
Diretores de elenco: Douglas Aibel e Francine Maisler
Elenco: Alan Alda, Laura Dern, Adam Driver, Julie Hagerty, Scarlett Johansson, Ray Liotta, Azhy Robertson e Merritt Wever

Foto: Divulgação.

Cinebiografia de Judy Garland, com Renée Zellweger, ganha trailer

por: Cinevitor

judytorontoRenée Zellweger interpreta Judy Garland nas telonas: atuação elogiada.

Em Judy, de Rupert Goold, a vencedora do Oscar Renée Zellweger interpreta Judy Garland, a multitalentosa artista considerada uma das principais estrelas da Era de Ouro de Hollywood. No trailer, que acaba de ser divulgado, ao som de Somewhere Over the Rainbow, a atriz revive nas telonas o dia a dia de Garland sob os holofotes, seus relacionamentos amorosos e a sofrida separação dos filhos para sua importante viagem a Londres, em 1968.

Com estreia nacional prevista para o dia 16 de janeiro e distribuição da Paris Filmes, a produção já desponta em conversas sobre prêmios, incluindo uma possível indicação ao Oscar 2020. Adaptado da peça teatral End of the Rainbow, de Peter Quilter, o filme transcorre durante o último ano de Judy antes de sua morte, aos 47 anos, e traz flashes da rígida adolescência da artista. Com problemas financeiros e sofrendo com os recentes divórcios, a artista embarca em uma turnê de shows em Londres, durante o inverno de 1968.

Além de Renée Zellweger, o longa traz Bella Ramsey como sua filha, Lorna Luft; Rufus Sewell como o pai de Lorna; Michael Gambon como Bernard Delfont, o empresário por trás da turnê; Finn Wittrock como Mickey Deans, o quinto e último marido de Garland; Gemma-Leah Devereux, como a filha Liza Minnelli; entre outros.

Confira o trailer de Judy, que foi exibido no Festival de Toronto e premiado no British Independent Film Awards, Palm Springs International Film Festival e Hollywood Film Awards:

Foto: Divulgação.

A Vida Invisível

por: Cinevitor

avidainvisivelposternovo2Direção: Karim Aïnouz

Elenco: Carol Duarte, Julia Stockler, Fernanda Montenegro, Gregorio Duvivier, Marcio Vito, Flavio Bauraqui, Maria Manoella, Flávia Gusmão, Bárbara Santos, António Fonseca, Cristina Pereira, Nikolas Antunes, Gillray Coutinho.

Ano: 2019

Sinopse: Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar. Livre adaptação do romance A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Martha Batalha.

*Filme visto no 29º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema.

Nota do CINEVITOR:

nota-4,5-estrelas

Bixa Travesty

por: Cinevitor

bixatravestyposternovoDireção: Kiko Goifman, Claudia Priscilla.

Elenco: Linn da Quebrada, Jup do Bairro, Liniker, Assucena Assucena, Raquel Virgínia, As Bahias e a Cozinha Mineira.

Ano: 2018

Sinopse: Grande expoente na cena musical de São Paulo, dona de uma forte e ousada presença no palco, Linn da Quebrada busca constantemente discutir e quebrar paradigmas. Ao lado de Jup do Bairro, elas expõem suas rotinas e mostram como suas posturas nos palcos visam desconstruir estereótipos de gênero, raça e classe.

*Filme assistido no 26º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-5-estrelas

Um Dia de Chuva em Nova York

por: Cinevitor

diadechuvanyposterA Rainy Day in New York

Direção: Woody Allen

Elenco: Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Liev Schreiber, Jude Law, Diego Luna, Rebecca Hall, Suzanne Smith, Olivia Boreham-Wing, Annaleigh Ashford, Griffin Newman, Gus Birney, Cherry Jones, Elijah Boothe, Will Rogers, Kelly Rohrbach, Frank Marzullo, Kirby Mitchell, Mary Boyer, Ted Neustadt, Dylan Prince, Jonathan Judge-Russo, Jacob Berger, Cole Matson, Tyler Weaks, Gary Wilmes, Pat Kiernan, Annika Pergament, Don Stephenson, Catherine LeFrere, Patricia Dunnock, Suki Waterhouse, Ben Warheit.

Ano: 2019

Sinopse: Apaixonado por Nova York, Gatsby Welles decide passar um fim de semana na cidade ao lado de Ashleigh, sua namorada. No entanto, aquilo que era para ser uma aventura romântica acaba tomando um rumo inesperado. Aspirante a jornalista, Ashleigh conhece o diretor de cinema Roland Pollard, que a convida para a exibição de seu mais recente trabalho. Gatsby, por sua vez, encontra Chan Tyrell, a irmã mais nova de sua ex-namorada, com quem passa o restante da viagem. Um dia de chuva em Nova York será o suficiente para fazer com que Ashleigh redescubra suas verdadeiras paixões e Gatsby aprenda que só se vive uma vez, mas que é o suficiente se for ao lado da pessoa certa.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Midway – Batalha em Alto-Mar

por: Cinevitor

midwayposter1Midway

Direção: Roland Emmerich

Elenco: Ed Skrein, Patrick Wilson, Woody Harrelson, Luke Evans, Mandy Moore, Luke Kleintank, Dennis Quaid, Aaron Eckhart, Keean Johnson, Nick Jonas, Etsushi Toyokawa, Tadanobu Asano, Darren Criss, Brandon Sklenar, Jake Manley, Jun Kunimura, Nobuya Shimamoto, Brennan Brown, Jake Weber, Alexander Ludwig, David Hewlett, Mark Rolston, Eric Davis, Kenny Leu, Rachael Perrell Fosket, Peter Shinkoda, James Carpinello, Tim Beckmann, Sarah Halford, Cameron Brodeur, Hiromoto Ida, Hiroaki Shintani, Russell Dennis Lewis, Geoffrey Blake, Mikael Conde, Madison Roukema, Christie Brooke, Dustin Geiger, Jason Lee Hoy, Ellen Dubin, Jason New, Dean Schaller, Jacob Blair, Matthew MacCaull, Philip Fu-Kang Wang, Johan Strombergsson-Denora, Nico De Castris, Alexandre Dubois, Tyler Elliot Burke, Garret Sato, Ryuta Kato, Robert Crooks, Sean Colby, Kasey Ryne Mazak, Tony Nowicki, Tyler Hall, James Hicks, Christopher Tapia, Greg Hovanessian, Deke Richards, Thomas Vallieres.

Ano: 2019

Sinopse: O filme destaca o confronto entre as forças americanas e a Marinha Imperial Japonesa que marcou um ponto de virada fundamental para a Guerra do Pacífico, seis meses depois do ataque a Pearl Harbor. A trama mostra a trajetória de líderes e soldados que usaram instinto e coragem para superar as adversidades e sobreviver à guerra no meio do oceano.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Conheça os vencedores do 27º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

por: Cinevitor

alicejuniorvencemixAnne Celestino Motta em Alice Júnior: prêmio de melhor interpretação.

Os vencedores da 27ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade foram anunciados na noite desta quarta-feira, 20/11, no Centro Cultural São Paulo. O documentário Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, se consagrou com o Coelho de Ouro de melhor longa-metragem brasileiro.

O filme apresenta a história da ativista transexual Indianara Alves Siqueira, que luta com seu bando pela sobrevivência das pessoas trans no Brasil. Frente aos ataques do seu próprio partido político e ao avanço totalitário no país, ela junta suas forças e parte para um último ato de resistência.

Dirigido por Gil Baroni, Alice Júnior também se destacou e levou três prêmios, entre eles, o de melhor filme brasileiro segundo o público. O longa conta a história de uma garota transexual que quer dar o primeiro beijo, ser feliz e viver as experiências da adolescência sem ser rotulada e reprimida.

Confira a lista completa com os vencedores do 27º Festival Mix Brasil:

COELHOS DE OURO | Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil

Melhor longa-metragem: Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (RJ)
Melhor curta-metragem: Bonde, de Asaph Luccas (SP)

INCENTIVO: O longa e o curta premiados com o Coelho de Ouro também receberão os prêmios DOTCINE, CTAV e MISTIKA de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com apoiadores da área cinematográfica.

COELHOS DE PRATA

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para curtas-metragens:

Melhor Direção: Selma Depois da Chuva, por Loli Menezes
Melhor Roteiro: Quebramar, escrito por Camila Gaglianone, Cris Lyra, Ananda Maranhão, Elis Menezes, Lana Lopes, Raíssa Lopes e Yakini Kalid
Melhor Interpretação: Wallie Ruy, por Marie
Menção Honrosa: Divina Valéria, por Marie

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para longas-metragens:

Melhor Direção: Transamazonia, por Renata Taylor, Débora Mcdowell e Bea Morbach
Melhor Roteiro: A Rosa Azul de Novalis, escrito por Gustavo Vinagre e Marcelo Diorio
Melhor Interpretação: Anne Celestino Motta, por Alice Júnior
Menção Honrosa: Alice Júnior, de Gil Baroni

PRÊMIO DO PÚBLICO:

Melhor curta-metragem nacional: Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Melhor curta-metragem internacional: Les Saints de Kiko, de Manuel Marmier (França)
Melhor longa-metragem nacional: Alice Júnior, de Gil Baroni (PR)
Melhor longa-metragem internacional: Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

PRÊMIOS ESPECIAIS:

PRÊMIO ÍCONE MIX: Marina Lima
PRÊMIO SUZY CAPÓ: o curta Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira
PRÊMIO SESC TV: Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTA-METRAGEM: Swinguerra, de Barbara Wagner e Benjamin de Burca
PRÊMIO IDA FELDMAN: a vinheta do 27º Festival Mix Brasil, criada pela agência Vetor Zero
PRÊMIO BIG MIX DIVERSITY: Huni Kuin: Yube Baitana, de Bobware/Beya Xiña Bena
PRÊMIO MIX LITERÁRIO: Ninguém Vai Lembrar de Mim, de Gabriela Soutello
PRÊMIO MIX LITERÁRIO | MENÇÃO HONROSA: Bruno Ribeiro, de Glitter

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.