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Ingrid Trigueiro é homenageada no 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

por: Cinevitor

ingridtrigueirohomenagemAtriz paraibana: carreira de sucesso.

A noite de abertura da 14ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que aconteceu na quinta-feira, 28/11, no Cinépolis Manaíra Shopping, em João Pessoa, foi marcada pela entrega dos troféus aos primeiros homenageados deste ano, entre eles, a atriz paraibana Ingrid Trigueiro.

Diretora e arte educadora com licenciatura em Educação Artística, habilitação em Artes Cênicas, e mestra em Teatro pela Universidade Federal da Paraíba, participou de diversos espetáculos e ajudou a fundar o Grupo de Teatro Contratempo. Como diretora teatral estreou com a montagem do espetáculo Meidifêra. Dirigiu também No Ar: Uma Novela de Rádio, A Loja de Chapéus, A Partir de Cora Coralina, No Saco de Lixo, Pequenos Atos, Brasil, Mostra Tua Cara, Maria Roupa de Palha, Presépio Mambembe, entre outros.

Sua trajetória nas telonas começou com uma pequena participação em Central do Brasil, de Walter Salles, lançado em 1998. Depois disso, atuou em diversas obras, como: Álbuns da Memória, de Eliza Cabral; Funesto, Farsa irreparável em Três Tempo, de Carlos Dowling; O Matador de Ratos, de Arthur Lins; entre outros.

Com Rebento, de André Morais, ganhou o prêmio de melhor atriz na II Mostra de Cinema Contemporâneo do Nordeste e também no Diorama International Film Festival, na Índia. Na história, interpreta uma mulher que toma uma decisão extrema e carrega consigo o peso de suas atitudes. Recentemente, o longa foi premiado no LABRFF, Los Angeles Brazilian Film Festival.

Seu trabalho mais recente, que lhe rendeu uma enorme repercussão, foi Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, premiado no Festival de Cannes deste ano. Além disso, recebeu a medalha Ednaldo do Egypto, da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba.

No dia seguinte à homenagem, conversamos com a atriz Ingrid Trigueiro sobre o reconhecimento de sua trajetória e relembramos alguns sucessos de sua carreira.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em João Pessoa e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Pesquisa: Correio da Paraíba.
Foto: Mano de Carvalho.

14º Comunicurtas UEPB: conheça os vencedores

por: Cinevitor

limaduartecomunicurtasLima Duarte em A Volta Para Casa, de Diego Freitas: dois prêmios.

O Festival Audiovisual de Campina Grande – Comunicurtas UEPB surgiu com a premissa de abrir um espaço para a democratização e o acesso ao cinema na Paraíba, visando socializar e aumentar a produção local e regional.

Realizado desde 2006, na Rainha da Borborema, através da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Comunicurtas tem como prioridade oferecer aos profissionais envolvidos nas práticas audiovisuais como cinema, publicidade e telejornalismo, a abertura necessária para a divulgação de suas produções criativas.

A programação conta com mostras competitivas e não competitivas, exposições, mesas redondas, debates, palestras, workshop, oficinas e entrada franca em todas as suas atividades. Neste ano, o evento aconteceu entre os dias 26 e 30 de novembro, no Cine São José e no Teatro Rosil Cavalcanti.

Os filmes foram exibidos em diversas mostras, como: Mostra Brasil, para curtas-metragens produzidos em qualquer um dos estados da Federação; Mostra Tropeiros da Borborema, para curtas de realizadores paraibanos ou domiciliados na Paraíba; Mostra Estalo, para curtas paraibanos com até um minuto de duração; Mostra Tropeiros de Telejornalismo, para reportagens e matérias de TV produzidas por profissionais paraibanos; Mostra A Ideia é…, para peças publicitárias produzidas por profissionais ou empresas paraibanas; Som da Serra, para videoclipes musicais de artistas e bandas paraibanas; Filmes do Mundo, para curtas-metragens de qualquer gênero, produzidos em outros países, com duração de até 25 minutos.

E mais: Mostra Longas-metragens, para produções de qualquer gênero de qualquer Estado do Brasil, com duração de 70 a 150 minutos; e Tropiqueers, composta por produções cinematográficas independentes ou de coletivos, com temáticas voltadas às questões de gênero, sexualidade, raça, etnia e origem geográfica, alinhando a produção artística com o fazer político.

Os vencedores da 14ª edição do Comunicurtas UEPB foram anunciados nesta sexta-feira, 29/11, no Cine São José, em Campina Grande. Confira:

MOSTRA BRASIL

Melhor Fotografia: Nadir
Melhor Trilha Sonora: Nadir, por Fábio Rogério
Melhor Mixagem de Som: Depois, por Marcello Quintella e Boynard
Melhor Direção de Arte: Eu, Minha Mãe e Wallace, por Cléssia Regina Martins
Melhor Roteiro: O Gato, escrito por Taciano Valério
Melhor Ator: Bruno Goiá, por O Gato
Melhor Atriz: Nyka Barros, por Crua
Melhor Montagem: A Praga do Cinema Brasileiro, por William Alves e Zefel Coff
Melhor Direção: Diego Freitas, por A Volta Para Casa
Melhor Filme: A Praga do Cinema Brasileiro, de William Alves e Zefel Coff
Melhor Filme | Júri Popular: A Volta Para Casa, de Diego Freitas

MOSTRA ESTALO

Melhor Filme: Jogos de Guerra, de Wayner Tristão
Melhor Filme | Júri Popular: Respire, de Gabriel Heitor

MOSTRA LONGAS-METRAGENS

Melhor Roteiro, Fotografia e Som: Frei Damião, o Santo do Nordeste
Melhor Direção de Arte: Incursão, por Eduardo Moreira e Silvio Toledo
Melhor Atriz: Arly Arnaud, por Incursão
Melhor Montagem: Tente entender o que tento dizer, por Emília Silveira
Melhor Direção: Bertrand Lira, por O Seu Amor de Volta (Mesmo que Ele Não Queira)
Melhor Trilha Sonora: Jackson, na Batida do Pandeiro
Melhor Ator: José Gomes Filho, por Jackson, na Batida do Pandeiro
Melhor Filme: Jackson, na Batida do Pandeiro, de Marcus Vilar e Kaká Teixeira

MOSTRA TROPEIROS DA BORBOREMA

Melhor Roteiro: Cinema Nosso, escrito por Rafaela Marques
Melhor Fotografia: Caetana, por Caio Bernardo
Melhor Mixagem de Som: Juventude que ousa lutar, por Adriana Araújo
Melhor Trilha Sonora: Cálice
Melhor Direção de Arte: Quitéria
Melhor Montagem: Torcedores, por Bruno Rafael e André Almeida
Melhor Ator: André Morais, por Pranto
Melhor Atriz: Arly Anraud, por Quitéria
Melhor Direção: Mayara Caroline, por Borderline, do Céu ao Inferno
Melhor Filme: Torcedores, de Bruno Rafael e André Almeida

MOSTRA TROPIQUEERS

Melhor Arte: Apenas Garota
Melhor Ator: Lucas Drummond, por Depois Daquela Festa
Melhor Montagem: Beso Rosado, por R. B. Lima
Melhor Trilha Sonora: Cuscuz Peitinho, por Rodrigo Sena
Melhor Ator/Atriz: Chang Hsi Oh, por Do Outro Lado
Melhor Filme, Roteiro, Som, Fotografia e Direção: Do Outro Lado, de Bob Yang e Frederico Evaristo

MOSTRA TROPEIROS DO TELEJORNALISMO

Melhor reportagem: Sentindo na pele (Repórter Dayvson Victor, da TV Borborema)
Melhor reportagem | Júri Popular: Aquela que Serve (Carol Diógenes e Gabriel Heitor)
Melhor Repórter cinematográfico: Aquela que Serve (Carol Diógenes e Gabriel Heitor)
Prêmio Luiz Custódio de Folkcomunicação: Legado de Jackson em Alagoas Grande (Hermano Júnior, da TV Itararé)
Prêmio Luiz Custódio de Folkcomunicação: Helloysa do Pandeiro (Paulo Ítalo, da TV Itararé)

MOSTRA A IDEIA É…

Melhor peça publicitária: Lâmina Filmes, de Yan Araújo e Oscar Araújo

Foto: Guilherme Raya.

Festival do Rio 2019 divulga programação com filmes internacionais

por: Cinevitor

oescandalofestrioCharlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie em O Escândalo.

Além das produções brasileiras, a 21ª edição do Festival do Rio, que acontecerá entre os dias 9 e 19 de dezembro, terá uma seleção que engloba 100 filmes estrangeiros, com os grandes sucessos do ano e os filmes mais esperados da próxima temporada.

Arturo Ripstein, Ken Loach, Terrence Malick, Sergei Loznitsa, Lav Diaz, Clint Eastwood, Céline Sciamma, Jim Jarmusch, Christophe Honoré, Abel Ferrara, Ira Sachs, Marco Bellocchio, os irmãos Dardenne, Pedro Costa, Xavier Dolan, Werner Herzog, Marielle Heller, Robert Eggers, Alain Cavalier e muitos outros nomes já estão confirmados na programação ao longo de 11 dias em 15 cinemas da cidade.

O público vai ter a oportunidade de conferir filmes estrangeiros e brasileiros, os premiados, os mais comentados, descobrir raridades, votar no melhor da Première Brasil, participar de debates, sessões especiais e palestras e oficinas no RioMarket. Neste ano, o filme de abertura será o drama Adoráveis Mulheres, de Greta Gerwig. O longa, estrelado por Emma Watson, Saoirse Ronan, Laura Dern, Eliza Scanlen, Florence Pugh, Meryl Streep e Timothée Chalamet, é baseado no livro clássico de Louisa May Alcott.

Nos grandes destaques, com sessões únicas, a programação traz o elogiado O Escândalo, de Jay Roach, com Charlize Theron, Nicole Kidman e Margot Robbie sobre as acusações de abuso sexual movidas contra Roger Ailes, da Fox News; e a comédia vencedora do Festival de Toronto, Jojo Rabbit, de Taika Waititi, com Scarlett Johansson, sobre o garotinho que tem Hitler como amigo imaginário.

E mais: os fãs de Star Wars não ficam de fora e o Festival do Rio exibirá os dois últimos episódios da saga espacial; o clássico Aviso aos Navegantes, de Watson Macedo, primeiro filme restaurado pelo CPCB, Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, terá uma sessão única na Cinemateca do MAM, que conta com painel sobre restauração após a exibição.

Conheça os filmes estrangeiros selecionados para o Festival do Rio 2019:

PANORAMA

O Escândalo (Bombshell), de Jay Roach
Você Não Estava Aqui (Sorry We Missed You), de Ken Loach
Jojo Rabbit, de Taika Waititi
Judy: Muito Além do Arco-íris, de Rupert Goold
Uma Mulher Extraordinária (Nur eine Frau), de Sherry Hormann
Frankie, de Ira Sachs
Diego Maradona, de Asif Kapadia
O Jovem Ahmed (Le jeune Ahmed), de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne
Wasp Network, de Olivier Assayas
Uma Vida Oculta (A Hidden Life), de Terrence Malick
O Caso Richard Jewell, de Clint Eastwood
Luta por Justiça (Just Mercy), de Destin Daniel Cretton
Nômade: Seguindo os Passos de Bruce Chatwin (Nomad: In the Footsteps of Bruce Chatwin), de Werner Herzog
Family Romance, LTDA (Family Romance, LLC), de Werner Herzog
State Funeral, de Sergei Loznitsa
A Interrupção (Ang hupa), de Lav Diaz
Tommaso, de Abel Ferrara
Matthias & Maxime (Matthias et Maxime), de Xavier Dolan
Um Lindo Dia na Vizinhança (A Beautiful Day in the Neighborhood), de Marielle Heller
Late Night, de Nisha Ganatra
Honey Boy, de Alma Har’el
O Farol (The Lighthouse), de Robert Eggers
O Paraíso Deve Ser Aqui (It Must Be Heaven), de Elia Suleiman
Quarto 212 (Chambre 212), de Christophe Honoré
Retrato de Uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma
Os Miseráveis (Les misérables), de Ladj Ly
Synonymes, de Nadav Lapid
Technoboss, de João Nicolau
Vivendo e Sabendo que se Está Vivo (Être vivant et le savoir), de Alain Cavalier
Sibyl, de Justine Triet
Martin Eden, de Pietro Marcello
Zombi Child, de Bertrand Bonello
Vitalina Varela, de Pedro Costa
Antologia da Cidade Fantasma (Répertoire des villes disparues), de Denis Côté
Little Joe, de Jessica Hausner
Doidos de Pedra, de Luiz Eduardo Ozório
Família de Axé, de Tetê Moraes
A Virgem de Agosto (La virgen de agosto), de Jonás Trueba
A Batalha das Correntes (The Current War), de Alfonso Gomez-Rejon
Doce Entardecer na Toscana (Dolce Fine Giornata), de Jacek Borcuch
Deus É Mulher e seu Nome É Petúnia (Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija), de Teona Strugar Mitevska
Mentira Nada Inocente (White Lie), de Yonah Lewis e Calvin Thomas
O Último Amor de Casanova (Dernier amour), de Benoît Jacquot
O Chão sob Meus Pés (Der Boden unter den Füßen), de Marie Kreutzer
Persona non grata, de Roschdy Zem
A Garota da Pulseira (La fille au bracelet), de Stéphane Demoustier
Os Olhos de Cabul (Les hirondelles de Kaboul), de Zabou Breitman e Eléa Gobbé-Mévellec
Madre, de Rodrigo Sorogoyen
Testemunha Invisível (Il testimone invisibile), de Stefano Mordini
Aspromonte – Terra dos Esquecidos (Aspromonte – La terra degli ultimi), de Mimmo Calopresti
Skin, de Guy Nattiv
Amundsen, o Explorador, de Espen Sandberg

APRESENTAÇÕES ESPECIAIS

No Quarto de Vanda (In Vanda’s Room), de Pedro Costa
Hienas (Hyenes), de Djibril Diop Mambéty
Touki Bouki, de Djibril Diop Mambety
Star Wars: A Ascensão Skywalker, de J.J. Abrams
Star Wars: O Despertar da Força, de J.J. Abrams
Star Wars: Os Últimos Jedi, de Rian Johnson

EXPECTATIVA 2019

Uma Mulher Alta (Dylda), de Kantemir Balagov
E Então Nós Dançamos (And Then We Danced), de Levan Akin
O Primeiro Adeus (Di yi ci de li bie), de Lina Wang
O Verão de Adam, de Rhys Ernst
Cem Quilos de Estrelas (100 kilos d’étoiles), de Marie-Sophie Chambon
The Climb, de Michael Covino
O que arde, de Oliver Laxe
Viver para Cantar (Huo zhe chang zhe), de Johnny Ma
A Vida de Alice, de Josephine Mackerras
Espírito Vivente (Vif-argent), de Stéphane Batut
Campo, de Tiago Hespanha
Nós Duas (Deux), de Filippo Meneghetti
Cicatrizes (Savovi), de Miroslav Terzic
Son-Mother (Pesar-Madar), de Mahnaz Mohammadi
System Crasher (Systemsprenger), de Nora Fingscheidt
Pequenas Mentiras Francesas (On ment toujours à ceux qu’on aime), de Sandrine Dumas
Alva, de Ico Costa
Os Tradutores (Les traducteurs), de Régis Roinsard
Em Boas Mãos (Pupille), de Jeanne Herry
Baikonur, Terra, (Bajkonur, Terra), de Andrea Sorini
O que Vão Dizer (Hva vil folk si), de Iram Haq
Uma Janela para o Mar (Una ventana al mar), de Miguel Ángel Jiménez
Aqueles que Ficaram (Akik maradtak), de Barnabás Tóth

PREMIÈRE LATINA

O Diabo Entre as Pernas  (El Diablo entre las Piernas), de Arturo Ripstein
Litigante, de Franco Lolli
Vida de Doleiro (Así Habló el Cambista), de Federico Veiroj
Mão de Obra, de David Zonana
Canção Sem Nome (Canción Sin Nombre), de Melina León
La Arrancada, de Aldemar Matias
Nona – Se me Molham eu os Queimo (Nona. Si me mojan, yo los quemo), de Camila José Donoso
Alelí, de Leticia Jorge Romero
Breve História do Planeta Verde (Breve historia del planeta verde), de Santiago Loza
Terra das Cinzas (Ceniza Negra), de Sofía Quirós Ubeda
Poetas do Céu (Poetas del Cielo), de Emilio Maillé
Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo

MIDNIGHT MOVIES

Lemebel, um Artista Contra a Ditadura Chilena, de Joanna Reposi Garibaldi
Fotografando a Máfia (Shooting the Mafia), de Kim Longinotto
Os Mortos Não Morrem (The Dead Don’t Die), de Jim Jarmusch
Primeiro Amor (Hatsukoi), de Takashi Miike
O Lago do Ganso Selvagem (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Diao Yinan
The Capote Tapes, de Ebs Burnough
The Kingmaker, de Lauren Greenfield
Memory – As Origens de Alien, o 8º passageiro (Memory: The Origins of Alien), de Alexandre O. Philippe
A Jaqueta de Couro de Cervo (Le Daim), de Quentin Dupieux
The Lodge, de Veronika Franz e Severin Fiala
Aquarela, de Victor Kossakovsky
Pelican Blood (Pelikanblut), de Katrin Gebbe
A Hora da Sua Morte (Countdown), de Justin Dec
O Filme do Bruno Aleixo, de João Moreira e Pedro Santo
Amazing Grace, de Alan Elliott e Sydney Pollack
O Tempo Com Você (Tenki no ko), de Makoto Shinkai

ITINERÁRIOS ÚNICOS

Cidadão K (Citizen K), de Alex Gibney
O Desaparecimento de Minha Mãe (Storia di B, a scomparsa di mia madre), de Beniamino Barrese
O que ela disse: as críticas de Pauline Kael (What She Said: The Art of Pauline Kael), de Rob Garver
XY Chelsea, de Tim Travers Hawkins
Toni Morrison: As Muitas que Eu Sou (Toni Morrison: The Pieces I Am), de Timothy Greenfield-Sanders
Cunningham, de Alla Kovgan
Sean Scully e a Arte de Tudo (Unstoppable: Sean Scully and the Art of Everything), de  Nick Willing
O Capital no Século XXI (Capital in the Twenty-First Century), de Justin Pemberton

*Clique aqui e confira a seleção da Première Brasil.

Foto: Divulgação/Lionsgate.

Perdi Meu Corpo

por: Cinevitor

perdimeucorpoposterJ’ai perdu mon corps
I Lost My Body

Direção: Jérémy Clapin

Elenco: Hakim Faris, Victoire Du Bois, Patrick d’Assumçao, Alfonso Arfi, Hichem Mesbah, Myriam Loucif, Bellamine Abdelmalek, Maud Le Guenedal, Nicole Favart, Quentin Baillot, Céline Ronté, Deborah Grall, Pascal Rocher, Bruno Hausler, Jocelyn Veluire, Raymond Hosni, Guillaume Desmarchellier, Brooke Burgstahler, Tucker Chandler, Jonny Mars, Tipper Newton, Dev Patel, Jarrod Pistilli, Tara Sands, Alia Shawkat, Anouar H. Smaine, George Wendt.

Ano: 2019

Sinopse: Romance, mistério e aventura se misturam na história de um jovem apaixonado em Paris e de uma mão decepada em busca de seu dono.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Carcereiros – O Filme

por: Cinevitor

carcereirosposterDireção: José Eduardo Belmonte

Elenco: Rodrigo Lombardi, Tony Tornado, Milton Gonçalves, Kaysar Dadour, Jackson Antunes, Dan Stulbach, Rômulo Braga, Ivan de Almeida, Giovanna Rispoli, Bianca Müller, Similião Aurélio, Germano Pereira, José Trassi, Rainer Cadete, Rafael Portugal, Ricardo Dantas.

Ano: 2019

Sinopse: Adriano é um carcereiro íntegro e avesso à violência, ele tenta garantir a tranquilidade no presídio, mesmo sofrendo com grandes dilemas familiares. A chegada de Abdel, um perigoso terrorista internacional, aumenta ainda mais a tensão no presídio, que já vive dias de terror por conta da luta entre duas facções criminosas. Agora, Adriano terá que enfrentar uma rebelião além de controlar todos os passos de Abdel. Inspirado no livro Carcereiros, de Drauzio Varella.

*Clique aqui e assista ao programa especial com entrevista com o diretor e com os atores Rodrigo Lombardi, Kaysar Dadour, Jackson Antunes e Rainer Cadete.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Fernando

por: Cinevitor

fernandofilmeposterDireção: Igor Angelkorte, Julia Ariani, Paula Vilela.

Elenco: Fernando Bohrer, Rubens Barbot, Carolina Virgüez, Jacob Herzog, Igor Angelkorte, Chandelly Braz, Paula Vilela, Arnaldo Marques, Claudia Mele, Damiana Guimarães, Ligia Veiga.

Ano: 2017

Sinopse: Fernando é um ator e professor de teatro que, aos 74 anos, é impelido a ser protagonista de si mesmo em uma experiência que borra as fronteiras entre o documental e o ficcional. Diante de um delicado problema no coração, ele segue uma vida repleta de amor pela arte, onde a educação surge como potente elemento transformador da realidade.

*Filme visto no 6º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

*Clique aqui e confira nossa matéria especial sobre o filme no Festival de Curitiba e aqui para assistir ao programa com entrevistas com os diretores e protagonista.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Entrevista: Leandro Lara fala sobre Rodantes, filme exibido no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

rodantesbrasilia1Primeiro longa de ficção do cineasta.

Dirigido por Leandro Lara, Rodantes foi exibido na terça-feira, 26/11, na 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro dentro da Mostra Novos Realizadores, que destaca a renovação do audiovisual brasileiro contemporâneo.

O filme narra a vida de três personagens: Tatiane é uma jovem que foge para tentar se reinventar após um passado traumático; Odair, fruto da explosão migratória rondoniense do início dos anos 1990, é um rapaz que, em meio a descobertas sexuais, corre riscos ao se desprender da casa dos pais; e Henry, um imigrante haitiano que, após a morte de sua mulher, luta com seus dois filhos pequenos para sobreviver em meio ao progresso e à miséria brasileira. O elenco traz Caroline Abras, Félix Smith, Jonathan Well, Murilo Grossi, Fernando Alves Pinto, Clara Chevaux e Rodolfo Vaz.

Nascido em Belo Horizonte, Leandro Lara é cineasta e produtor formado em Artes e Comunicação na PUC-MG e especialista em Direção de Fotografia pela Escuela Internacional de Cine y Televisión, de San Antonio de los Baños. Realizou o documentário Favela on Blast, com o DJ Diplo; a série documental Reis da Rua; e o diário audiovisual Prelúdios do Sol.

Depois da exibição no Cine Brasília, conversamos com o diretor, também conhecido como Leandro HBL: “Fiquei muito surpreso e feliz com o convite porque Brasília sempre foi um festival emblemático e o filme tem uma conotação política importante. É o meu segundo longa, primeiro de ficção”, revelou.

rodantesbrasilia2Carol Abras e o diretor no Cine Brasília.

Sobre a gênese do projeto, comentou: “Essa história começou anos atrás. Já faz muito tempo que vou para essa região de Rondônia. Eu fiz uma reportagem fotográfica para uma revista italiana chamada Colors, em uma edição sobre a Amazônia. Fotografei e escrevi perfis de pessoas que tinham se movido ou estavam se movendo para a região. Garimpo, tráfico de gente, drogas, violência: esses eram os temas que mais se destacavam”. E completou: “Fiquei muito interessado com o ser humano que se coloca à disposição de estender a fronteira da civilização humana. Escrevi dez histórias e deixei quieto. Anos depois, chamei um amigo para colaborar no roteiro baseado nessas histórias reais. Eu não queria um filme sobre a clássica trajetória do herói, queria um filme com três histórias que se conectassem e que fossem muito humanas”.

Sobre o elenco, Leandro falou: “Trabalhei muita improvisação com os atores. Eu utilizei três protagonistas, porém muito diferentes. O Jonas [Jonathan Well] é um jovem ator, a Carol [Caroline Abras] é uma atriz mais experiente e o Félix Smith não é ator. Equalizar esses personagens dentro da trama foi um desafio muito interessante”.

Depois do Festival de Brasília, Rodantes deve ser exibido em outros festivais nacionais e internacionais. A previsão de estreia é para março ou abril de 2020, pela Zeta Filmes.

*O CINEVITOR está em Brasília e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Mayangdi Inzaulgarat.

O Irlandês

por: Cinevitor

oirlandesposterThe Irishman

Direção: Martin Scorsese

Elenco: Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Bobby Cannavale, Anna Paquin, Stephen Graham, Stephanie Kurtzuba, Jack Huston, Kathrine Narducci, Jesse Plemons, Domenick Lombardozzi, Paul Herman, Gary Basaraba, Marin Ireland, Lucy Gallina, Jonathan Morris, Dascha Polanco, Welker White, Louis Cancelmi, Bo Dietl, Sebastian Maniscalco, Aleksa Palladino, Steven Van Zandt, Jim Norton, Daniel Jenkins, Billy Smith, Kevin O’Rourke, Action Bronson, Glenn Cunningham, Paul Ben-Victor, Patrick Gallo, James Martin, Jake Hoffman, Barry Primus, Danny A. Abeckaser, Anthony J. Gallo, J.C. MacKenzie, Joseph Bono, Larry Romano, Louis Vanaria, Craig Vincent, John Polce, Joseph Riccobene, Vinny Vella, Thomas E. Sullivan, John Cenatiempo, Robert Mladinich, Rich Reilly, Robert Funaro, Tess Price, Jennifer Mudge, India Ennenga, Jordyn DiNatale, Kate Arrington, Al Linea, Garry Pastore, Patrick Murney, Samantha Soule, Richard V. Licata, Jon Bruno, Marco Greco, Meghan Rafferty, Aldo Sergi, Lawrence Smith, Rebecca Faulkenberry, Ken Wulf Clark, John Rue, Steve Routman, Charles DelGatto, Eugene Bunge, Joe Giorgio, John Scurti, Steve Witting, Luke Smith, Cilda Shaur, Jeff DeHart, Mark Fairchild, Blaise Corrigan, Jill Brown, Tim Neff, Matt Walton, Peter Jay Fernandez, Stephen Mailer, Gino Cafarelli, Robin Kerbis, Lucia Giannetta, Clark Carmichael, Jeremy Luke, Alfred Nittoli, Kevin Kane, Sean Collins, Michael Cullum, Ashley North.

Ano: 2019

Sinopse: Uma saga épica sobre o crime organizado nos Estados Unidos do pós-guerra, contada sob a perspectiva do veterano da Segunda Guerra Mundial, Frank Sheeran, um assassino profissional que trabalhou ao lado de algumas das personalidades mais marcantes do século 20. O filme aborda um dos grandes mistérios da história americana, o desaparecimento do lendário líder sindical Jimmy Hoffa, e se transforma em uma jornada monumental pelos corredores do crime organizado: seus mecanismos, rivalidades e associações políticas.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Maya Da-Rin fala sobre A Febre, filme exibido no 52º Festival de Brasília

por: Cinevitor

mayadarinbrasiliaA diretora no Cine Brasília.

Dirigido por Maya Da-Rin, A Febre teve sua estreia mundial no Festival de Locarno, no qual conquistou três prêmios, entre eles, melhor ator para Regis Myrupu e o Prêmio FIPRESCI. No Festival de Biarritz, na França, e no Festival de Pingyao, na China, foi eleito o melhor filme. Também recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Chicago e já está confirmado em mais de 25 festivais internacionais.

No domingo, 24/11, o filme foi exibido na Mostra Competitiva de Longas da 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no Cine Brasília. A diretora subiu ao palco acompanhada por alguns integrantes da equipe, como a atriz Suzy Lopes e a montadora Karen Akerman.

Depois das palavras de Maya, a protagonista Rosa Peixoto também discursou: “A violência contra o povo indígena piora a cada dia. Queria fazer um apelo para que vocês olhem mais para as questões indígenas, pois somos praticamente ignorados pela população brasileira, ainda mais com esse novo governo que quer exterminar o povo indígena a qualquer custo. Não queremos ser histórias contadas em livros e filmes, queremos estar vivos para falarmos sobre nossa cultura. Queremos ser protagonistas de nossas próprias vidas”, disse.

afebrebrasiliaequipeA equipe do filme no debate.

Além dos discursos, o produtor Leonardo Mecchi aproveitou a situação para ler, na íntegra, a carta do Movimento Cultural do Distrito Federal, que foi apresentada pelo ator Marcelo Pelucio na noite de abertura, porém foi interrompido. “Na sessão de abertura desta edição presenciamos uma coisa extremamente violenta e truculenta. Não podemos deixar quieto. Vivemos em um momento onde temos que firmar nossas posições e esse tipo de atitude não é mais aceitável. Tivemos uma voz silenciada aqui, por isso, queríamos usar esse espaço para dar voz àqueles que não conseguiram falar na abertura e vamos ler a carta que foi censurada”, disse Mecchi.

A Febre narra a história de Justino, um indígena do povo Desana que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Como o passar dos dias, Justino é tomado por uma febre forte. Durante a noite, uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. Porém, sua rotina do porto é transformada com a chegada de um novo vigia. Nesse meio tempo, seu irmão vem de visita e Justino relembra a vida na aldeia, de onde partiu há mais de vinte anos.

No dia seguinte à exibição, logo depois do debate com o público, conversamos com a diretora sobre a gênese do projeto e a atual situação cultural do país.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em Brasília e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mayangdi Inzaulgarat.

Conheça os filmes selecionados para o 21º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco

por: Cinevitor

caranguejoreirecifeTavinho Teixeira em Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Faria.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 25/11, os filmes selecionados para a 21ª edição do FestCine, Festival de Curtas de Pernambuco, que acontecerá entre os dias 9 e 14 de dezembro, no Cinema São Luiz, no Recife, com entrada gratuita.

Neste ano, 152 produções foram inscritas e 49 selecionadas. Os curtas da Mostra Competitiva Geral concorrem ao Troféu Fernando Spencer em diversas categorias e também prêmios em dinheiro. A comissão de seleção foi formada por Luciana Poncioni, Juliana Araújo, Nathalia Mesquita, Hugo Fulco, Djair Freire, Márcio Batista e Hermano Mendes. O evento tem como objetivo incentivar a produção audiovisual pernambucana.

Os homenageados desta edição serão: Alexandre Figueirôa, professor da Universidade Católica de Pernambuco e integrante da SOCINE, Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação; e a atriz Conceição Camarotti, que atuou em filmes como: Amarelo Manga, Baixio das Bestas, A Festa da Menina Morta, A Febre do Rato, entre outros.

Além das mostras competitivas, o FestCine exibirá, na última noite, o longa Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, premiado nos festivais de Cannes, Lima, Munique, Montréal, Key West, entre outros.

Ainda na noite de premiação, será exibida uma seleção especial da mostra Documentando, oficina criada em 2009 pelo cineasta Marlom Meirelles, na qual os participantes conhecem todo o processo de realização de um documentário e os elementos fundamentais para a construção de um roteiro, produção, captação e edição de um filme. Ao final de cada oficina, é produzido um filme com temática livre e escolhido por meio de exercícios coletivos. Em sua quinta temporada e completando dez anos, o Documentando já formou mais de 1.800 alunos, realizou cerca de 70 documentários e participou de diversos festivais.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Curtas de Pernambuco 2019:

MOSTRA COMPETITIVA | GERAL

Quando a Chuva Vem?, de Jefferson Batista (Carpina)
Barbas de Molho, de Eduardo Padrão e Leanndro Amorim (Recife)
Um Peixe pra Dois, de Chia Belloto e Marila Cantuária (Olinda)
O Mundo de Clara, de Ayodê França (Recife)
Não moro mais aqui, de Laura de Araújo (Recife)
Piu Piu, de Alexandre Figueirôa (Recife)
Elos, de Juliana Lima (Recife)
Nome de Batismo – Frances, de Tila Chitunda (Olinda)
Hoje sou Felicidade, de João Luís e Tiago Aguiar (Recife)
Sambada dos Mascarados, de Chia Belloto e Rui Mendonça (Olinda)
Hotel Central, de Tiago Martins Rêgo (Recife)
Deus te dê boa sorte, de Jaqueline Farias (Tacaratu, Jatobá e Petrolândia)
Marie, de Leo Tabosa (Recife)
Atrofia, de Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang (Petrolina)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (Recife)
O Balido Interno, de Eder Deó (Caruaru)
Ex-humanos, de Mariana Porto (Recife)
D-20 Vermelha, de Djaelton Quirino (Arcoverde)
Rosário, de Juliana Soares e Igor Travassos (Recife)
Até 10, de Gabriel Coêlho (Recife)
Volta Seca, de Roberto Veiga (Petrolina)
Mansão do Amor, de Renata Pinheiro (Recife)
O Quarto negro, de Carlos Kamara (Orobó)
Banzo, de Rafael Nascimento (Recife)
Dias tão vermelhos, de Clara Gouvêa (Recife)
Naticoda, de Taciano Valério (Buíque)
Ouça o corpo falar, de Ana Gabriela Nunes e Sofia de Oliveira (Jaboatão dos Guararapes)
Corpo Monumento, de Alexandre Salomão (Recife)
UNA – Faz Ideia, de Chico Ludermir (Recife)
Zumbi, de Rafaela Gomes (Igarassu)
Desumanize o Humano, de Sérgio Dantas (Recife)
Na Busca do Conhecimento, de Cassiano Cacique (Recife)
Suporto Perder, de Cezar Maia (Recife)
Revólver, de Cezar Maia (Recife)
Brega Protesto – Sem Destruição, de Grupo AdoleSER e Coque Vídeo (Recife)
Eu falo com todo mundo, de Beto Silva (Recife)
Arrete – Num me Encabule, de Nathália Simão (Olinda)
Corpo Em Brasa, de Sâmia Emerenciano (Recife)

MOSTRA COMPETITIVA | FORMAÇÃO

Cena Jazz, de Thiago Silva (Caruaru)
Espelhos, de Carol Lima (Recife)
Nu Ngi Sénégal: Imigrantes no Recife, de Erick da Silva (Recife)
Linha da Mão, de Vitória Drahomiro (Recife)
Legado e Resistência, de Direção Coletiva (Recife)
Notícias de São Paulo, de Priscila Nascimento (Recife)
Bravo!, de João Gabriel Lourenço (Caruaru)
A Última Feira, de Tharsiele Santiago (Recife)
Favela em Crise – Marolas Crew, de Direção Coletiva (Recife)
AA-, de Pedro Ferreira (Recife)
O Menino que tinha medo do rio, de Direção Coletiva (Petrolândia)

MOSTRA DOCUMENTANDO

O Dia é Transparente (Recife)
Mata (Caruaru)
Tão Bonita que Tão Medonha (Triunfo)
SAPACREW (Recife)

Foto: Divulgação.

Claudio Assis e elenco falam sobre Piedade, filme exibido no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

por: Cinevitor

piedadecoletivabrasiliaO diretor e o ator Matheus Nachtergaele no debate.

A Mostra Competitiva de Longas da 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro começou no sábado, 23/11, no Cine Brasília, com a exibição de Piedade, novo filme do cineasta pernambucano Claudio Assis.

O mais novo longa do diretor foi rodado em Pernambuco, precisamente no Porto Suape e Reserva do Paiva, e narra um drama familiar roteirizado por Hilton Lacerda, Anna Francisco e Dillner Gomes. A estreia está marcada para abril de 2020.

Na história, Fernanda Montenegro é Dona Carminha, a matriarca que está à frente do Bar Paraíso, estabelecimento praiano construído por seu falecido marido, Humberto Bezerra, na Praia Saudade, em Piedade. Moram com ela seu filho Omar, papel de Irandhir Santos, e seu neto Ramsés, vivido por Francisco Assis, filho da caçula Fátima, interpretada por Mariana Ruggiero, que trabalha e reside do outro lado da cidade. A chegada de Aurélio, papel de Matheus Nachtergaele, executivo de uma empresa petrolífera, afeta a harmonia da família e traz revelações que a relacionam a Sandro, vivido por Cauã Reymond, e seu filho Marlon, interpretado por Gabriel Leone.

No dia seguinte à exibição, o diretor e alguns integrantes da equipe participaram de um debate com o público no Grand Mercure Brasília Eixo Monumental, que foi mediado pela jornalista Luciana Veras, da Revista Continente. Além do elenco, também marcaram presença: o produtor e distribuidor Marcello Ludwig Maia; a assistente de direção Julia Moraes; e a roteirista Anna Francisco.

Durante o bate-papo, Assis se emocionou ao revelar que a trama é baseada na sua vida: “É um drama que eu vivi, uma história que recorre à minha vida”. O diretor já passou outras vezes pelo Festival de Brasília e saiu premiado: em 2002, com Amarelo Manga; em 2006, com Baixio das Bestas; e em 2015, com Big Jato.

O ator Cauã Reymond falou sobre seu entrosamento em cena com Matheus Nachtergaele: “Eu quebrei muito a cabeça para pensar como esses dois poderiam se aproximar sem ser caricato. Nós temos um cinema super sensual. E tesão não tem cara, não tem motivo. Tudo isso foi construído com delicadeza”.

Para falar mais sobre Piedade, registramos os melhores momentos da apresentação do filme e conversamos com Claudio Assis e com os atores Cauã Reymond, Matheus Nachtergaele, Irandhir Santos e Mariana Ruggiero.

Aperte o play e confira:

*O CINEVITOR está em Brasília e você acompanha a cobertura do festival por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Mayangdi Inzaulgarat.

Piedade

por: Cinevitor

piedadeposter1Direção: Claudio Assis

Elenco: Fernanda Montenegro, Irandhir Santos, Matheus Nachtergaele, Cauã Reymond, Mariana Ruggiero, Gabriel Leone, Francisco de Assis Moraes, Arthur Canavarro.

Ano: 2019

Sinopse: Praia da Saudade, Piedade. Lá encontra-se o bar Paraíso do Mar, conhecido por sua deliciosa moqueca de cação e cerveja sempre gelada. Construído por Humberto Bezerra há mais de trinta anos, o lugar é gerido por sua viúva Dona Carminha e seu filho mais velho, Omar, e funciona como um dos focos da resistência local contra o avanço predatório da corporação petroleira Petrogreen. Quando o executivo paulista Aurélio chega, representando os interesses da Petrogreen, o cotidiano da família é abalado, trazendo à tona segredos há muito tempo escondidos e uma inusitada conexão com Sandro, dono de um cinema pornô do outro lado da cidade.

*Clique aqui e assista ao especial sobre o filme com entrevistas com o diretor e elenco no Festival de Brasília.

*Filme visto no 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas