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Hebe: A Estrela do Brasil, protagonizado por Andrea Beltrão, ganha trailer

por: Cinevitor

hebetrailer1cinevitorGracinha: Andrea Beltrão interpreta Hebe Camargo nas telonas!

Nesta sexta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, foi divulgado o trailer oficial do filme Hebe: A Estrela do Brasil, cinebiografia da Rainha da Televisão Brasileira. O vídeo foi apresentado primeiramente para a imprensa em um evento especial, realizado na casa da própria Hebe Camargo, que hoje completaria 90 anos. Marcaram presença o diretor Maurício Farias, a protagonista Andrea Beltrão, a roteirista Carolina Kotscho e o sobrinho da apresentadora, Claudio Pessutti.

O longa se passa nos anos 1980 e traz como pano de fundo um retrato dos costumes, da cultura e da política do Brasil pelo olhar de Hebe Camargo. Sem pudor ou medo da crítica, como sempre foi na vida, a loira se revela inteira: na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Além de Andréa Beltrão, o elenco conta também com Marco Ricca, Caio Horowicz, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Danilo Grangheia, Otávio Augusto, Claudia Missura, Karine Telles e Daniel Boaventura.

Com direção de Maurício Farias, da franquia Vai que dá Certo, e roteiro de Carolina Kotscho, de 2 Filhos de Francisco, o filme mostra como Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Na trama, que se passa em São Paulo, o Brasil vive uma de suas piores crises e Hebe aparece na tela exuberante: é a imagem perfeita do poder e do sucesso. Ao completar 40 anos de profissão, perto de chegar aos 60 anos de vida, está madura e já não aceita ser apenas um produto que vende bem na tela da TV. Mais do que isso, já não suporta ser uma mulher submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. Durante o período de abertura política do país, na transição da ditadura militar para a democracia, Hebe aceita correr o risco de perder tudo que conquistou na vida e dá um basta: quer o direito de ser ela mesma na frente das câmeras dona de sua voz e única autora de sua própria história.

Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta o preconceito, o machismo, o marido ciumento, os chefes poderosos e a ditadura militar para se tornar a mais autêntica e mais querida celebridade da história da nossa TV: uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs.

Confira o trailer de Hebe: A Estrela do Brasil, que chega aos cinemas no dia 15 de agosto:

Foto: Reprodução YouTube/Warner Bros. Pictures.

Confira o trailer de Jorginho Guinle – Só Se Vive uma Vez, com Guilhermina Guinle e Saulo Segreto

por: Cinevitor

jorginhoguinletrailerCinebiografia de Jorge Guinle estreia no dia 21 de março.

Jorge Eduardo Guinle, mais conhecido como Jorginho Guinle, foi um dos personagens mais emblemáticos da história da sociedade brasileira e tem uma cadeira cativa no imaginário do brasileiro que ouviu falar de suas aventuras. Se envolveu com as mulheres mais desejadas do seu tempo, como Marilyn Monroe, Hedy Lamarr, Kim Novak, Rita Hayworth e Jayne Mansfield, conheceu os políticos mais influentes, viveu permanentemente cercado de luxo, riquezas e não trabalhou nem um dia sequer. E, talvez, por isso, morreu, em 2004, na miséria.

O diretor Otavio Geminiani Escobar recriou no filme Jorginho Guinle – $ó Se Vive uma Vez cenas em dramaturgia em cenários belíssimos, como o Palácio Laranjeiras e o Copacabana Palace; selecionou imagens de arquivos do carnaval carioca dos anos 1950 e de grandes estrelas de Hollywood, com trechos de clássicos do cinema, como: Rita Hayworth em Gilda; Louis Armstrong em The Five Pennies, onde Jorge Guinle aparece numa ponta; takes dos bastidores dos filmes e do Porto de Santos dos anos 1920; e adicionou depoimentos dos filhos, amigos e da ex-mulher, que resultaram em um filme divertido, combinando as linguagens da dramaturgia e do documentário.

“É uma cinebiografia que conta a trajetória do playboy e, ao mesmo tempo, as mudanças que ocorreram na sociedade brasileira, desde a República Velha aos nossos dias. À medida em que Jorge Guinle entra em decadência e, em vão, tenta recuperar o único estilo de vida que conheceu, o filme acaba revelando um personagem muito mais profundo do que simplesmente o homem que nunca trabalhou. Vemos, enfim, o playboy se transformando num personagem muito mais rico do que a herança milionária que ganhou e torrou até o último centavo”, explica Escobar.

No papel de Jorge Guinle está o ator Saulo Segreto; Letícia Spiller vive a governanta da família, Fraulei Emy; e Guilhermina Guinle recria sua bisavó, Guilhermina. Os musicais de abertura e encerramento têm arranjos do maestro Guto Graça Mello e a trilha sonora vai do melhor estilo big bands dos anos 1940 e 1950 ao clássico Maurice Ravell, sublinhando o auge e a decadência da vida do playboy.

Confira o trailer de Jorginho Guinle – Só Se Vive uma Vez, que estreia no dia 21 de março:

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

O Tradutor, drama protagonizado por Rodrigo Santoro, ganha trailer

por: Cinevitor

santorotradutortrailerO ator brasileiro em cena: filme se passa em Cuba no ano de 1989.

No drama O Tradutor, Rodrigo Santoro interpreta Malin, um professor universitário de literatura russa que vê sua vida transformada ao ser designado como intérprete na ala infantil de um hospital cubano. Ele deve ajudar na comunicação entre os médicos e vítimas do acidente nuclear de Chernobyl que acabam de chegar a Havana. Relutante a princípio, Malin passará por uma profunda mudança.

O filme, uma coprodução entre Cuba e Canadá, conta a história real dos pais dos dois diretores, Rodrigo e Sebastián Barriuso, que foram premiados no Shanghai International Film Festival; além disso, foi exibido na Competição Internacional do Festival de Sundance do ano passado. O elenco conta também com Maricel Álvarez, Nataliya Rodina, Milda Gecaite, Genadijs Dolganovs, Eslinda Núñez, Yoandra Suárez, entre outros.

Em junho do ano passado, Rodrigo Santoro foi homenageado na 22ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual e, durante a coletiva de imprensa, falou sobre o filme. Clique aqui e assista.

Confira o trailer de O Tradutor, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 28 de março:

Foto: Gabriel G. Bianchini.

Deixando Neverland, documentário sobre Michael Jackson, será exibido pelo canal HBO

por: Cinevitor

docmichaeljackson1O Rei do Pop, que morreu em 2009, é tema de documentário polêmico.

Dirigido por Dan Reed e exibido no Festival de Sundance, o documentário Deixando Neverland, no original Leaving Neverland, é baseado nos relatos de James “Jimmy” Safechuck e Wade Robson, que se tornaram amigos do cantor Michael Jackson no auge de sua carreira. Agora adultos, eles relatam como lidaram com as consequências de seus respectivos relacionamentos com o rei do pop.

O longa é dividido em duas partes e será exibido na HBO Brasil: a primeira vai ao ar no sábado, 16 de março, às 20h, e a parte final no dia seguinte, domingo, 17, também às 20h, no canal HBO e na HBO GO.

O filme acompanha a história vivida por Safechuck e Robson que, ainda crianças, conquistaram a amizade de Jackson e, junto com suas famílias, foram levados ao mundo mágico do artista, localizado no rancho de Neverland, em Santa Bárbara, na Califórnia. Trinta anos depois, por meio de entrevistas devastadoras, o documentário expõe o passado de abuso sexual contínuo e os sentimentos complexos que levaram os rapazes a revelarem essas situações.

James Safechuck era um ator infantil de Simi Valley, Califórnia. Em 1986, fez uma participação em um comercial da Pepsi junto com Michael Jackson. Fascinado por Safechuck, em poucos meses o cantor se transformou em amigo da família. Já Wade Robson era um bailarino mirim de Brisbane, na Austrália. Em 1987, aos 5 anos, teve a oportunidade de conhecer o artista após vencer um concurso em que o imitava. Jackson entrou nas vidas destas famílias de forma semelhante. O artista se tornou amigo, mentor e confidente das crianças, expressando seu amor pelos dois, enquanto gradualmente os isolava das famílias.

docmichaeljackson2Michael Jackson nos bastidores com uma das crianças.

As visitas rapidamente começaram a incluir estadias na casa, onde Jackson dormiria no mesmo quarto que os seus jovens hóspedes, afastados dos pais. Tanto Robson como Safechuck descrevem como o que teve início como inocentes festas do pijama levou a um contato íntimo com o artista. Quando os abusos sexuais começaram, Robson tinha 7 anos e Safechuck, 10. Logo, como Safechuck recorda dolorosamente, quase todos os lugares especiais em Neverland foram marcados por um encontro sexual.

Na década de 1990, quando outros garotos o acusaram de abuso, Jackson pediu que Safechuck e Robson o defendessem. Ambos negaram veementemente aos pais e ao público que Jackson tivesse se comportado de forma inapropriada com eles. Robson se tornou um dos coreógrafos jovens mais bem-sucedidos da sua geração; trabalhou com a banda ‘NSYNC e com Britney Spears nos seus períodos de maior apogeu. Mas o sucesso foi ofuscado pela melancolia e pela depressão. Safechuck, que queria ser diretor de cinema e músico de rock, também enfrentou crises de depressão e dependência química. Ambos se casaram e tiveram filhos.

Finalmente, em função das sucessivas crises emocionais, os dois, agora adultos, se dispuseram a contar a verdade para as suas famílias. No documentário, parentes relembram quando Robson e Safechuck se abriram pela primeira vez, quando compreenderam os danos deixados pelo abuso físico. Depois, começaram a enfrentar o trauma, tentando compreender suas recordações e sanar as relações familiares rompidas.

Confira o trailer de Deixando Neverland:

Foto: Divulgação/HBO Latin America.

Confira o trailer de Um Banho de Vida, com Mathieu Amalric e Guillaume Canet

por: Cinevitor

banhodevidatrailerGrupo de quarentões encontra uma inesperada válvula de escape: aulas de nado sincronizado.

Depois de passar fora de competição no Festival de Cannes, Um Banho de Vida, de Gilles Lellouche, chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de março. O longa recebeu dez indicações no César 2019, o Oscar francês, e foi premiado na categoria de melhor ator coadjuvante para Philippe Katerine.

Na história, Bertrand, vivido por Mathieu Amalric, está no auge dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine, interpretada por Virginie Efira, uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

A comédia dramática alcançou mais de 4 milhões de espectadores na França e o elenco conta também com Guillaume Canet, Benoît Poelvoorde, Jean-Hugues Anglade, Leïla Bekhti, Marina Foïs, Félix Moati, Alban Ivanov, Balasingham Thamilchelvan, Jonathan Zaccaï, Mélanie Doutey, entre outros.

Confira o trailer de Um Banho de Vida:

Foto: Divulgação/Pagu Pictures.

Festival de Cannes 2019: Alejandro González Iñárritu será presidente do júri

por: Cinevitor

inarritupresidentecannesIñárritu foi o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor direção em Cannes.

A 72ª edição do Festival de Cannes, que acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio, acaba de anunciar o nome do diretor mexicano Alejandro González Iñárritu como presidente do júri, tornando-se o primeiro cineasta latino-americano a assumir esta função. Na última edição, o cargo foi ocupado pela atriz Cate Blanchett.

Em comunicado oficial, o diretor declarou: “Cannes é um festival que tem sido importante para mim desde o começo da minha carreira. Fico emocionado em voltar este ano com a imensa honra de presidir o júri. O cinema corre pelas veias do planeta e este festival tem sido o seu coração. No júri, teremos o privilégio de testemunhar o novo e excelente trabalho de outros cineastas do mundo todo. Este é um verdadeiro deleite e uma responsabilidade, que vamos assumir com paixão e devoção”.

Pierre Lescure, presidente do Festival de Cannes, e Thierry Frémaux, diretor geral, falaram sobre o cineasta: “É muito raro Alejandro G. Iñárritu concordar em participar de um júri. É a primeira vez que o júri do Festival de Cannes é presidido por um cineasta latino-americano. Cannes abraça todos os tipos de cinema e, através da presença do diretor de Babel, é o cinema mexicano que o festival estará celebrando. Ele não é apenas um cineasta ousado e um diretor cheio de surpresas. Alejandro é também um homem de convicção, um artista de sua época. Estamos sempre felizes em recebê-lo na Croisette”.

Iñárritu fez sua estreia em Cannes na Semana da Crítica, em 2000, com Amores Brutos, pelo qual venceu o Grande Prêmio. Além disso, o longa foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Em 2006, participou da Competição Oficial com Babel e levou o prêmio de melhor direção. Com Biutiful, em 2010, também disputou o prêmio mais cobiçado, a Palma de Ouro; não venceu, mas o filme rendeu o prêmio de melhor ator para Javier Bardem.

Em 2017, participou do Festival de Cannes com a instalação em realidade virtual chamada Carne y Arena. O projeto, aclamado pela crítica, recebeu, em uma ocasião rara, um Prêmio Especial da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, na cerimônia de entrega do Oscar honorário. A instalação, exibida em diversas cidades do mundo, fala sobre a angustiante experiência de imigração para os Estados Unidos.

Além disso, Iñárritu é considerado o primeiro cineasta mexicano a ser indicado na categoria de melhor direção na história do Oscar e é também o primeiro cineasta mexicano a receber o prêmio de melhor diretor no Festival de Cannes. O cineasta acumula duas estatuetas douradas pela direção em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) e O Regresso.

Foto: Mike Windle/Getty Images.

Confira o trailer do documentário Pastor Cláudio, dirigido por Beth Formaggini

por: Cinevitor

pastorclaudiotrailerDocumentário revela crimes praticados pelo bispo Cláudio Guerra na ditadura militar no Brasil.

Escrito e dirigido por Beth Formaggini, o documentário Pastor Cláudio mostra o encontro entre o bispo evangélico Cláudio Guerra, ex-delegado responsável por assassinar e incinerar opositores à ditadura militar no Brasil (1964-1985), e Eduardo Passos, psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, que trabalha no atendimento às vítimas da violência do Estado.

No longa, Pastor Cláudio, respaldado por uma polêmica Lei da Anistia e hoje membro ativo da comunidade evangélica, revela, dentre outros crimes, como fazia para desaparecer com corpos durante sua atuação no período da ditadura. Com a abertura política, Cláudio trabalhou na segurança pública. Para registrar o diálogo entre o pastor e o psicólogo, a diretora Beth Formaggini monta um cenário com um telão em que são projetadas fotografias e vídeos de vítimas de um passado que perdura.

“Neste filme propus uma conversa entre Cláudio e Eduardo durante a qual se projetam as imagens, permitindo-nos ver a vinculação de Cláudio à violência do Estado praticada naqueles anos, além de perceber sua frieza aterradora”, explica a diretora. “A interação dos dois personagens e as cenas e fotos no telão, que também são projetadas no corpo de Cláudio, trazem à tona memórias e reflexões sobre a banalidade do mal e seus desdobramentos. A violência dos homens e do Estado continua a nos assombrar até hoje no Brasil e no mundo”.

Pastor Cláudio surgiu a partir da investigação de Beth Formaggini na direção do documentário Memória para Uso Diário sobre o Grupo Tortura Nunca Mais e os desaparecidos políticos da ditadura. Em 2012, foi lançado o livro Memórias de Uma Guerra Suja, em que Rogério Medeiros e Marcelo Netto reuniram depoimentos de Cláudio Guerra. A partir deles, Beth conseguiu respostas para casos que permaneciam sem esclarecimento da Operação Radar (1973-1976), que executou 19 integrantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Foi então que a diretora partiu para Vitória, em 2015, com objetivo de entrevistar Cláudio Guerra, em companhia de Eduardo Passos.

O longa venceu o prêmio de melhor filme no Festival de Vitória do ano passado e participou do Festival Internacional de Cinema Documental (Equador), Festival Kinoarte de Cinema, da Mostra Brasil em Movimento (França), FIM – Festival Internacional de Mulheres no Cinema, Festival do Rio, Festival de Havana, Atlantidoc (Uruguai), Forum Doc BH e do Festival Pachamama, no Acre.

Confira o trailer de Pastor Cláudio, que estreia no dia 14 de março:

Foto: Divulgação/ArtHouse.

Com Maria Fernanda Cândido e Marco Ricca, Bio, de Carlos Gerbase, ganha trailer

por: Cinevitor

marcoriccatrailerbioMarco Ricca em cena do filme.

Dirigido por Carlos Gerbase, Bio é uma ficção, mas utiliza a estrutura de um documentário para contar a vida de um homem surpreendente: um cientista que viveu mais de 110 anos. Para isso, o longa se vale de depoimentos de diversas pessoas que conviveram com ele, acompanhados de breves cenas que ilustram partes marcantes de sua trajetória.

O que aconteceria se um documentarista pudesse viajar no tempo e captar depoimentos sobre a vida de alguém ainda no calor dos acontecimentos, e não com aquele teor nostálgico de quem se recorda de fatos enterrados há muitos anos no passado? Bio responde essa pergunta propondo ao espectador uma narrativa fragmentada, mas muito emocional, sobre a longa e atribulada existência de um biólogo, que atravessa a segunda metade do século 20 e mergulha no século 21 com uma sede imensa de conhecimento sobre a vida em nosso planeta. Ou até fora dele.

No trailer, divulgado nesta semana, o espectador pode conhecer um pouco sobre esse ser humano único, que nunca aparece no filme, a partir de relatos de seus familiares, professores, amantes, amigos, colegas. Ao todo, o elenco reúne 39 atores, entre eles: Maria Fernanda Cândido, Maitê Proença, Marco Ricca, Werner Schünemann, Rosanne Mulholland, Sheron Menezzes, Tainá Müller, Bruno Torres, Branca Messina, entre outros.

O longa recebeu os prêmios de melhor filme pelo Júri Popular, Prêmio Especial do Júri pela Direção de Atores e de melhor desenho de som no Festival de Gramado. Também participou do Festival do Rio, da Mostra de São Paulo e do Festival de Punta del Este.

Confira o trailer de Bio, que estreia no dia 4 de abril:

Foto: Divulgação/Bretz Filmes.

Conheça os vencedores do Oscar 2019

por: Cinevitor

vencedoresoscar2019Os vencedores nas categorias de atuação.

Em um cerimônia sem grandes surpresas e emoções, que aconteceu no Dolby Theatre, em Hollywood, foram anunciados os vencedores do Oscar 2019 neste domingo, 24/02. A comédia dramática Green Book: O Guia, de Peter Farrelly, levou a estatueta dourada de melhor filme e também foi premiada em outras duas categorias: melhor ator coadjuvante para Mahershala Ali e melhor roteiro original.

O mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, que liderava a lista com dez indicações ao lado de A Favorita, ganhou três prêmios, entre eles, o de melhor direção. Em 2014, Cuarón recebeu essa mesma estatueta por seu trabalho em Gravidade.

Porém, o filme mais premiado desta 91ª edição, que pela primeira vez em 30 anos não teve um apresentador, foi Bohemian Rhapsody, que venceu em quatro categorias, entre elas, a de melhor ator para Rami Malek. A cerimônia também ficou marcada por bater o recorde com mais profissionais negros e mulheres premiados pela Academia em uma única edição.

Confira a lista completa com os vencedores do Oscar 2019:

MELHOR FILME:
Green Book: O Guia

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ATRIZ:
Olivia Colman, por A Favorita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR:
Rami Malek, por Bohemian Rhapsody

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Mahershala Ali, por Green Book: O Guia

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Green Book: O Guia, escrito por Nick Vallelonga, Brian Hayes Currie e Peter Farrelly

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Infiltrado na Klan, escrito por Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso, de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Free Solo, de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Pantera Negra, por Hannah Beachler e Jay Hart

MELHOR FIGURINO:
Pantera Negra, por Ruth E. Carter

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
Vice, por Kate Biscoe, Ann Pala Williams e Jamie Kelman

MELHOR EDIÇÃO:
Bohemian Rhapsody, por John Ottman

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Pantera Negra, por Ludwig Göransson

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL:
Shallow, de Nasce uma Estrela, escrita por Lady Gaga, Mark Ronson, Anthony Rossomando e Andrew Wyatt

MELHOR EDIÇÃO DE SOM:
Bohemian Rhapsody, por John Warhurst e Nina Hartstone

MELHOR MIXAGEM DE SOM:
Bohemian Rhapsody, por Paul Massey, Tim Cavagin e John Casali

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
O Primeiro Homem, por Paul Lambert, Ian Hunter, Tristan Myles e J.D. Schwalm

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Skin, de Guy Nattiv

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Absorvendo o Tabu, de Rayka Zehtabchi

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Bao, de Domee Shi

Foto: Getty Images.

Independent Spirit Awards 2019: conheça os vencedores

por: Cinevitor

reginaspiritawardsRegina King: melhor atriz coadjuvante por Se a Rua Beale Falasse.

Foram anunciados neste sábado, 23/02, os vencedores do Independent Spirit Awards 2019, prêmio que elege as melhores produções independentes do ano. A cerimônia foi apresentada pela atriz Aubrey Plaza, em Santa Mônica, na Califórnia.

O filme brasileiro Sócrates, de Alex Moratto, estava indicado em três categorias: melhor ator para Christian Malheiros e Prêmio John Cassavetes, nas quais não saiu premiado, mas venceu o prêmio Someone to Watch Award, que faz parte do Filmmaker Award, com categorias especiais, que revelou seus vencedores em uma cerimônia apresentada pelo ator Brian Tyree Henry e pela roteirista Lena Waithe no começo de janeiro. O prêmio reconhece o talento de um cineasta com uma visão singular que ainda não recebeu grande reconhecimento.

Conheça os vencedores do Independent Spirit Awards 2019, conhecido como o Oscar do cinema independente:

MELHOR FILME:
Se a Rua Beale Falasse

MELHOR DIREÇÃO:
Barry Jenkins, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ROTEIRO:
Poderia me Perdoar?, escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Sorry to Bother You, de Boots Riley

MELHOR PRIMEIRO ROTEIRO:
Oitava Série, escrito por Bo Burnham

MELHOR ATOR:
Ethan Hawke, por Fé Corrompida

MELHOR ATRIZ:
Glenn Close, por A Esposa

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Richard E. Grant, por Poderia me Perdoar?

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Won’t You Be My Neighbor?, de Morgan Neville

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR FOTOGRAFIA:
Suspiria: A Dança do Medo, por Sayombhu Mukdeeprom

MELHOR EDIÇÃO:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Joe Bini

PRÊMIO JOHN CASSAVETES:
En el Séptimo Día, de Jim McKay (EUA)

BONNIE AWARD SPONSORED BY AMERICAN AIRLINES:
Debra Granik

PRODUCERS AWARD:
Shrihari Sathe

SOMEONE TO WATCH AWARD:
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)

TRUER THAN FICTION AWARD:
Minding the Gap, de Bing Liu

PRÊMIO ROBERT ALTMAN | MELHOR ELENCO:
Suspiria: A Dança do Medo, de Luca Guadagnino

Foto: Tommaso Boddi/Getty Images.

Conheça os vencedores do 39º Framboesa de Ouro, prêmio que elege os piores do cinema

por: Cinevitor

melissaframboesa2019Melissa McCarthy em Crimes em Happytime: dois prêmios.

Foram anunciados neste sábado, 23/02, os vencedores do 39º Framboesa de Ouro, divertido prêmio criado pelo publicitário John Wilson, que elege os piores da sétima arte, conhecido também como uma sátira ao Oscar.

Neste ano, a comédia Holmes & Watson, que liderava a lista com seis indicações, se consagrou como a grande campeã em quatro categorias, entre elas, a de pior filme. O Prêmio Redenção, que é entregue para um ator, atriz, diretor, filme ou estúdio que conseguiu dar a volta por cima depois de marcar presença constante entre os piores, ficou para Melissa McCarthy, por sua atuação em Poderia Me Perdoar?, que também foi vencedora na categoria de pior atriz por Crimes em Happytime.

Os piores do ano são escolhidos por mais de mil votantes cadastrados no site oficial do prêmio, que conta, em sua maioria, com americanos e duas dúzias de países estrangeiros.

Conheça os vencedores do 39º Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzie Awards:

PIOR FILME:
Holmes & Watson

PIOR DIREÇÃO:
Etan Cohen, por Holmes & Watson

PIOR ATOR:
Donald Trump, por Death of a Nation e Fahrenheit 11/9

PIOR ATOR COADJUVANTE:
John C. Reilly, por Holmes & Watson

PIOR ATRIZ:
Melissa McCarthy, por Crimes em Happytime

PIOR ATRIZ COADJUVANTE:
Kellyanne Conway, por Fahrenheit 11/9

PIOR ROTEIRO:
Cinquenta Tons de Liberdade, escrito por Niall Leonard e baseado no livro de E.L. James

PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA:
Holmes & Watson

PIOR COMBO EM CENA:
Donald Trump e sua auto perpetuação de mesquinhez, em Death of a Nation e Fahrenheit 11/9

PRÊMIO REDENÇÃO:
Melissa McCarthy, por Poderia Me Perdoar?

Foto: Divulgação.

Custódia, de Xavier Legrand, é o grande vencedor do César 2019, o Oscar francês

por: Cinevitor

custodiavencecesar2019Xavier Legrand, diretor de Custódia: premiado.

A Academia de Artes e Técnicas do Cinema (l’Académie des Arts et Techniques du Cinéma) revelou nesta sexta-feira, 22/02, em cerimônia apresentada pelo ator Kad Merad, em Paris, os vencedores do César 2019, conhecido como o Oscar francês.

O drama Custódia, de Xavier Legrand, que liderava a lista com 10 indicações ao lado da comédia dramática Le grand bain, de Gilles Lellouche, foi premiado em quatro categorias, entre elas, a de melhor filme. O ator, diretor e produtor americano Robert Redford recebeu o César honorário (César d’Honneur) pelo conjunto de sua obra.

Conheça os vencedores do César 2019:

MELHOR FILME:
Custódia, de Xavier Legrand

MELHOR DIREÇÃO:
Jacques Audiard, por Os Irmãos Sisters (Les frères Sisters)

MELHOR ATRIZ:
Léa Drucker, por Custódia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Karin Viard, por Les Chatouilles

MELHOR ATOR:
Alex Lutz, por Guy

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Philippe Katerine, por Um Banho de Vida (Le grand bain)

ATRIZ REVELAÇÃO:
Kenza Fortas, por Shéhérazade

ATOR REVELAÇÃO:
Dylan Robert, por Shéhérazade

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Custódia, escrito por Xavier Legrand

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Les Chatouilles, escrito por Andréa Bescond e Eric Métayer

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Ni juge, ni soumise, de Yves Hinant e Jean Libon

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Assunto de Família, de Hirokazu Kore-eda (Japão)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Longa-metragem:
Dilili à Paris, de Michel Ocelot
Curta-metragem:
Vilaine Fille, de Ayce Kartal

MELHOR FILME DE ESTREIA:
Shéhérazade, de Jean-Bernard Marlin

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Guy, por Vincent Blanchard e Romain Greffe

MELHOR SOM:
Os Irmãos Sisters, por Brigitte Taillandier, Valérie de Loof e Cyril Holtz

MELHOR FOTOGRAFIA:
Os Irmãos Sisters, por Benoît Debie

MELHOR EDIÇÃO:
Custódia, por Yorgos Lamprinos

MELHOR FIGURINO:
Mademoiselle de Joncquières, por Pierre-Jean Larroque

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Os Irmãos Sisters, por Michel Barthélémy

MELHOR CURTA-METRAGEM:
Les petites mains, de Rémi Allier

CÉSAR HONORÁRIO:
Robert Redford

CÉSAR DU PUBLIC:
Les Tuche 3, de Olivier Baroux

Foto: Divulgação/EPA.