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Confira o trailer de Rocketman, cinebiografia de Elton John, com Taron Egerton

por: Cinevitor

rocketmantrailer1Muito brilho e plumas para o protagonista Taron Egerton.

Dirigido por Dexter Fletcher, de Voando Alto, Rocketman é uma fantasia musical épica, sem censura, sobre a incrível história da carreira do cantor e compositor Elton John. O filme mostra a fantástica jornada de transformação do tímido garoto e pianista prodígio Reginald Dwight no superstar internacional Elton John, uma das figuras mais icônicas da cultura pop.

Além de Taron Egerton, da franquia Kingsman, no papel de Elton John, o elenco conta também com Jamie Bell, interpretando o compositor parceiro de longa data de Elton, Bernie Taupin; Richard Madden, como o primeiro empresário do cantor, John Reid; Bryce Dallas Howard, como a mãe de Elton, Sheila Farebrother; Gemma Jones, Harriet Walter, Stephen Graham, Tate Donovan, Charlie Rowe, entre outros.

Confira o trailer de Rocketman, que estreia no dia 30 de maio:

Foto: Divulgação/Paramount Pictures.

CDG Awards 2019: conheça os vencedores do prêmio do Sindicato dos Figurinistas

por: Cinevitor

panteranegrafigurinovenceElenco de Pantera Negra: figurino premiado.

O Sindicato dos Figurinistas, Costume Designers Guild, realiza o CDG Awards, premiação anual que elege os melhores figurinos da TV e do cinema. Filmes premiados pelo CDG também venceram na categoria de melhor figurino do Oscar, como: Chicago, Memórias de uma Gueixa, O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, Alice no País das Maravilhas, A Duquesa, A Jovem Rainha Vitória, Anna Karenina, O Grande Hotel Budapeste e Mad Max: Estrada da Fúria.

Neste ano, em sua 21ª edição, além dos premiados, importantes personalidades da indústria cinematográfica e televisiva foram homenageados: a atriz Glenn Close recebeu o Spotlight Award; Betty Pecha Madden, figurinista de Moonwalker, O Príncipe Guerreiro e Força Mortal, recebeu o Distinguished Service Award; o roteirista Ryan Murphy recebeu o Distinguished Collaborator Award; e Ruth E. Carter, indicada ao Oscar por Malcolm X, Amistad e Pantera Negra, foi homenageada com o Career Achievement Award.

Conheça os vencedores do Costume Designers Guild Awards 2019 nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM FILME CONTEMPORÂNEO:
Podres de Ricos, por Mary E. Vogt

EXCELÊNCIA EM FILME DE ÉPOCA:
A Favorita, por Sandy Powell

EXCELÊNCIA EM FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA OU FANTASIA:
Pantera Negra, por Ruth E. Carter

Foto: Divulgação/Disney/Marvel Studios.

Sindicato dos Roteiristas anuncia vencedores do WGA Awards 2019

por: Cinevitor

poderiaperdoarwgavenceRichard E. Grant e Melissa McCarthy em Poderia Me Perdoar?: premiado.

O Sindicato dos Roteiristas da América (Writers Guild of America) anunciou neste domingo, 17/02, em cerimônia apresentada pela atriz, comediante e roteirista Chelsea Peretti, os vencedores do Writers Guild Awards 2019, premiação anual que elege os melhores roteiros de cinema, TV e rádio desde 1948.

Ao longo dos anos, diversos filmes foram consagrados pelo Sindicato e pela Academia. Porém, a comédia dramática Oitava Série, no original Eighth Grade, não foi indicada ao Oscar 2019, mas foi premiada no WGA Awards na categoria de melhor roteiro original. A última vez que isso aconteceu foi em 2003, com o documentário Tiros em Columbine, de Michael Moore.

Além disso, os homenageados desta edição foram: Lowell Ganz e Babaloo Mandel, roteiristas de Splash: Uma Sereia em Minha Vida, que receberam o Laurel Award for Screenwriting Achievement; Jenji Kohan, das séries Orange Is the New Black e GLOW, que recebeu o Paddy Chayefsky Laurel Award for Television Writing Achievement. Adam McKay, diretor de Vice, recebeu o Paul Selvin Award; Agnès Varda foi homenageada com o Jean Renoir Award e Nicole Dubuc recebeu o Animation Writers Caucus Animation Writing Award. A roteirista Joan Meyerson recebeu o Morgan Cox Award.

Conheça os vencedores do WGA Awards 2019 nas categorias de cinema:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Oitava Série, escrito por Bo Burnham

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Poderia Me Perdoar?, escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty; baseado no livro Can You Ever Forgive Me?: Memoirs of a Literary Forger, de Lee Israel

MELHOR ROTEIRO DE DOCUMENTÁRIO:
Bathtubs Over Broadway, escrito por Ozzy Inguanzo e Dava Whisenant

Foto: Mary Cybulski.

66º MPSE Golden Reel Awards: conheça os vencedores do prêmio que elege os melhores editores de som

por: Cinevitor

lugarsilenciosompsevenceEmily Blunt e Millicent Simmonds em cena de Um Lugar Silencioso: premiado.

Fundada em 1953, a MPSE, Motion Picture Sound Editors, é uma organização dedicada a melhorar o reconhecimento de seus membros, educando o público e o resto da comunidade cinematográfica quanto ao mérito artístico da edição sonora.

Os membros da MPSE criam os efeitos sonoros dramáticos e inventam novos sons para mundos imaginários. Além dos editores de efeitos de som, a organização conta também com: editores de Foley, que reproduzem efeitos sonoros complementares para um filme (também conhecido como sonoplastia), como por exemplo, barulho de um vidro quebrando ou de um zíper sendo aberto; editores de diálogos, que são os artesãos que suavizam meticulosamente o som da produção gravado no local; editores de ADR, que ajudam a tecer o diálogo recriado e substituem faixas problemáticas; e editores de música, que trabalham com compositores e supervisores musicais que detectam pontos capazes de coser uma tapeçaria sônica da partitura original e da música pré-gravada em várias fontes.

Anualmente, a Motion Picture Sound Editors realiza o Golden Reel Awards, premiação que elege os melhores trabalhos nas áreas de edição de som na TV e no cinema. Em sua 66ª edição, o cineasta Antoine Fuqua, de O Protetor, Dia de Treinamento e Sete Homens e um Destino, recebeu o Filmmaker Award; o editor de som Stephen H. Flick, vencedor do Oscar por Velocidade Máxima, recebeu o Career Achievement Award.

Conheça os vencedores do 66º MPSE Golden Reel Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | DIÁLOGOS/ADR:
Bohemian Rhapsody

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | LONGA-METRAGEM | EFEITOS/FOLEY:
Um Lugar Silencioso

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO (empate):
Free Solo e They Shall Not Grow Old

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME ESTRANGEIRO:
Roma (México)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | TRILHA SONORA:
Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | MUSICAL:
Bohemian Rhapsody

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | FILME NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Extinção

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | DOCUMENTÁRIO NÃO LANÇADO NO CINEMA:
Searching for Sound: Islandman and VeYasin (Red Bull TV)

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | ANIMAÇÃO NÃO LANÇADA NO CINEMA:
Next Gen

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | CURTA-METRAGEM:
Overwatch

MELHOR EDIÇÃO DE SOM | SPECIAL VENUE:
Age of Sail

Foto: Jonny Cournoyer/Paramount Pictures.

55º Cinema Audio Society Awards: conheça os vencedores

por: Cinevitor

bohemianvencecasawardsJoseph Mazzello, Rami Malek e Gwilym Lee em Bohemian Rhapsody.

A Cinema Audio Society, fundada em 1964, anunciou neste sábado, 16/02, os vencedores do CAS Awards, prêmio que elege a melhor mixagem de som em produções televisivas e cinematográficas. Ao longo dos anos, filmes consagrados pela organização também foram premiados no Oscar. No ano passado, Dunkirk levou a estatueta dourada depois de vencer o CAS Awards.

Nesta 55ª edição, os homenageados foram: o cineasta Steven Spielberg, que recebeu o CAS Filmmaker Award, e o sonoplasta Lee Orloff, vencedor do Oscar de melhor mixagem de som por Piratas do Caribe: O Baú da Morte, homenageado com o CAS Career Achievement Award.

Conheça os vencedores do 55º CAS Awards nas categorias de cinema:

MELHOR MIXAGEM DE SOM | LONGA-METRAGEM:
Bohemian Rhapsody

MELHOR MIXAGEM DE SOM | ANIMAÇÃO:
Ilha dos Cachorros

MELHOR MIXAGEM DE SOM | DOCUMENTÁRIO:
Free Solo

Foto: Divulgação/Twentieth Century Fox Film.

Sindicato dos Maquiadores e Cabeleireiros anuncia vencedores do MUAHS Awards 2019

por: Cinevitor

vicemaquiagempremioChristian Bale interpreta Dick Cheney em Vice: maquiagem premiada.

O Sindicato de Maquiadores e Cabeleireiros (Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild), fundado em novembro de 1937, anunciou neste sábado, 16/02, os vencedores do Make-­Up Artists and Hair Stylists Guild Awards, prêmio que elege as melhores maquiagens e estilos de cabelo do cinema, da TV, mídias digitais e do teatro.

Neste ano, em sua 6ª edição, a atriz Melissa McCarthy, a maquiadora Susan Cabral-Ebert e o cabeleireiro Robert Louis Stevenson foram homenageados. Dirigido por Adam McKay, Vice, que conta a história de Dick Cheney, ex vice-presidente dos Estados Unidos, foi premiado em duas categorias.

Conheça os vencedores do MUAHS Awards 2019 nas categorias de cinema:

MELHOR MAQUIAGEM | FILME CONTEMPORÂNEO:
Nasce uma Estrela, por Ve Neill, Debbie Zoller e Sarah Tanno

MELHOR PENTEADO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Podres de Ricos, por Heike Merker e Sophia Knight

MELHOR MAQUIAGEM EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Vice, por Kate Biscoe, Ann Pala Williams e Jamie Kelman

MELHOR PENTEADO EM FILME DE ÉPOCA E/OU CARACTERIZAÇÃO:
Duas Rainhas, por Jenny Shircore e Marc Pilcher

MELHOR MAQUIAGEM DE EFEITOS ESPECIAIS:
Vice, por Greg Cannom e Christopher Gallaher

Foto: Divulgação/Imagem Filmes.

Conheça os vencedores do Festival de Berlim 2019; filmes brasileiros são premiados

por: Cinevitor

vencedoresberlim2019O cineasta Nadav Lapid recebe o Urso de Ouro das mãos de Juliette Binoche.

Foram anunciados neste sábado, 16/02, os vencedores do 69º Festival de Berlim. Neste ano, o júri foi presidido pela atriz Juliette Binoche e o Urso de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o drama Synonymes, dirigido pelo israelense Nadav Lapid. O curta-metragem brasileiro Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, também foi premiado.

Além dos grandes vencedores, também foram anunciados, anteriormente, os premiados pelo júri independente, como o Teddy Award, que elege os melhores filmes com temática LGBT. O Prêmio Amnesty, que tem como objetivo chamar a atenção do público e representantes do setor cinematográfico para o tema dos direitos humanos e encorajar os cineastas a abordá-lo, foi entregue para o documentário brasileiro Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai, que também recebeu o Peace Film Prize, que coroa uma produção que se destaca com uma poderosa mensagem de paz e execução estética habilidosa dos seus temas.

O longa de Eliza Capai apresenta as lutas estudantis no ponto de vista de três jovens ex-secundaristas que participaram das ocupações de escolas paulistas em 2015: Lucas “Koka”, Marcela Jesus e Nayara Souza. Além disso, conta com material inédito, reportagens da época e imagens de arquivo das marchas e ocupações.

Conheça os vencedores do Festival de Berlim 2019:

COMPETIÇÃO OFICIAL | LONGA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR FILME: Synonymes (Synonyms), de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
URSO DE PRATA | GRANDE PRÊMIO DO JÚRI: Grâce à Dieu (By the Grace of God), de François Ozon (França)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ALFRED BAUER: Systemsprenger (System Crasher), de Nora Fingscheidt (Alemanha)
URSO DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO: Angela Schanelec, por Ich war zuhause, aber (I Was at Home, but)
URSO DE PRATA | MELHOR ATRIZ: Yong Mei, por Di jiu tian chang (So Long, My Son)
URSO DE PRATA | MELHOR ATOR: Wang Jingchun, por Di jiu tian chang (So Long, My Son)
URSO DE PRATA | MELHOR ROTEIRO: La paranza dei bambini (Piranhas), escrito por Maurizio Braucci, Claudio Giovannesi e Roberto Saviano
URSO DE PRATA | MELHOR CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA: Rasmus Videbæk pela direção de fotografia de Ut og stjæle hester (Out Stealing Horses), de Hans Petter Moland

COMPETIÇÃO OFICIAL | CURTA-METRAGEM:

URSO DE OURO | MELHOR CURTA: Umbra, de Florian Fischer e Johannes Krell (Alemanha)
URSO DE PRATA | PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: Blue Boy, de Manuel Abramovich (Argentina/Alemanha)
PRÊMIO AUDI: Rise, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (Brasil/EUA/Canadá)
PRÊMIO AUDI | MENÇÃO ESPECIAL: Omarska, de Varun Sasindran (França)
Curta-metragem indicado ao European Film Awards: Suc de síndria (Watermelon Juice), de Irene Moray (Espanha)

PRÊMIO GWFF | MELHOR FILME DE ESTREIA: Oray, de Mehmet Akif Büyükatalay (Alemanha)
PRÊMIO GLASHÜTTE | DOCUMENTÁRIO ORIGINAL: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari (França/Sudão/Alemanha/Chade/Qatar)

MOSTRA PANORAMA | PRÊMIO DO PÚBLICO:

MELHOR FILME DE FICÇÃO: 37 Seconds, de HIKARI (Japão)
2º lugar: Šavovi (Stitches), de Miroslav Terzić (Sérvia/Eslovênia/Croácia/Bósnia e Herzegovina)
3º lugar: Buoyancy, de Rodd Rathjen (Austrália)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: Talking About Trees, de Suhaib Gasmelbari
2º lugar: Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Reino Unido/Qatar/Canadá)
3º lugar: Shooting the Mafia, de Kim Longinotto (Irlanda/EUA)

PRÊMIO FIPRESCI:

Competição Oficial: Synonymes (Synonyms), de Nadav Lapid
Panorama: Dafne, de Federico Bondi (Itália)
Forum 2018: Die Kinder der Toten, de Kelly Copper e Pavol Liska (Áustria)

JÚRI ECUMÊNICO:

Competição Oficial: Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija (God Exists, Her Name Is Petrunya), de Teona Strugar Mitevska (Macedônia/Bélgica/Eslovênia/Croácia/França)
Panorama: Buoyancy, de Rodd Rathjen (Austrália)
Panorama | Menção Especial: Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Reino Unido/Qatar/Canadá)
Forum 2018: Erde (Earth), de Nikolaus Geyrhalter (Áustria)

PRÊMIO TEDDY:

Melhor Filme: Breve historia del planeta verde (Brief Story from the Green Planet), de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)
Melhor Documentário: Lemebel, de Joanna Reposi Garibaldi (Chile/Colômbia)
Melhor Curta-metragem: Entropia, de Flóra Anna Buda (Hungria)
Prêmio Especial do Júri: A Dog Barking at the Moon, de Xiang Zi (China/Espanha)
Teddy Award Especial: Falk Richter

PRÊMIO AMNESTY | FILME INTERNACIONAL: Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
URSO DE OURO HONORÁRIO: Charlotte Rampling

Para conhecer outros vencedores dos prêmios entregues pelo júri independente, clique aqui.

Foto: Getty Images Europe.

Morre, aos 96 anos, a atriz, cantora e diretora Bibi Ferreira

por: Cinevitor

morrebibiferreiraBibi Ferreira, em 2014, no espetáculo Bibi – Histórias e Canções.

Morreu nesta quarta-feira, 13/02, aos 96 anos, a atriz, cantora, compositora e diretora Bibi Ferreira. A morte foi confirmada pela filha Teresa Cristina, que contou que a mãe sofreu uma parada cardíaca em casa, no Rio de Janeiro, e não resistiu.

Conhecida como a diva do teatro musical brasileiro, Bibi também atuou nas telonas. Sua estreia no cinema aconteceu em 1936, no filme Cidade-Mulher, de Humberto Mauro. Depois trabalhou em O Fim do Rio (1947), Almas Adversas (1952), Leonora dos Sete Mares (1955) e O Homem que Veio do Céu (1978).

Nascida Abigail Izquierdo Ferreira, era filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina portenha Aída Izquierdo. Aos 24 dias de vida, fez sua estreia nos palcos na peça Manhãs de Sol, de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que tinha desaparecido do cenário. Com a separação dos pais, passou a viver com a mãe, que trabalhava em uma companhia teatral espanhola.

bibiferreiracinemaBibi em cena do filme O Fim do Rio, no original The End of the River, de Derek N. Twist.

Quando voltou ao Brasil, tornou-se a principal atriz mirim da época. Antes de estrear na companhia teatral do pai, participou do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro por muito tempo. Sua estreia profissional nos palcos aconteceu em fevereiro de 1941 na peça La locandiera. Em 1944, montou sua própria companhia teatral, que contava com importantes nomes do teatro brasileiro, como: Cacilda Becker, Maria Della Costa e Henriette Morineau. Além disso, foi para Portugal e dirigiu peças durante quatro anos.

Na década de 1960 fez muito sucesso com os musicais, como Minha Querida Dama (My Fair Lady), ao lado de Paulo Autran. Nessa mesma época, também participou de musicais televisivos e apresentou um programa na TV Excelsior que contava com a participação de importantes nomes do teatro.

Nos anos seguintes, Bibi dirigiu e atuou em grandes espetáculos teatrais e musicais. Com isso, trabalhou com nomes como: Maria Bethânia, Clara Nunes, Walmor Chagas, Marília Pêra, Marco Nanini, Dulcina de Moraes, entre outros. Em 1983, estreou Piaf, a Vida de uma Estrela da Canção, sucesso de público e crítica. Recebeu os prêmios Mambembe e Molière, em 1984 e, no ano seguinte, da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo, APETESP, e Governador do Estado. O espetáculo permaneceu seis anos em cartaz e alcançou um milhão de espectadores.

lamanchabibiNo palco com Paulo Autran, em 1972, na peça O Homem de La Mancha.

Na década de 1990, recebeu o Prêmio Sharp de Teatro, encenou Roque Santeiro, de Dias Gomes, em versão musical e dirigiu pela primeira vez uma ópera. Anos depois, realizou espetáculos focados em apenas um artista, como a francesa Edith Piaf, a portuguesa Amália Rodrigues e o americano Frank Sinatra.

Ao longo de sua carreira, acumulou diversos prêmios, como: Troféu APCA, Troféu Imprensa, Prêmio Saci, Prêmio Molière, Troféu Mambembe, Prêmio Pirandello, Prêmio Shell, Prêmio Bravo! Prime de Cultura, entre outros. No Carnaval de 2003, foi homenageada pela Escola de Samba Unidos do Viradouro, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, com o samba-enredo A Viradouro Canta e Conta Bibi – Uma Homenagem ao Teatro Brasileiro.

Seu último trabalho foi aos 95 anos com a turnê: Bibi – Por Toda Minha Vida, espetáculo só com músicas brasileiras.

Fotos: Manuela Scarpa e Divulgação.

Frozen 2, que estreia em janeiro de 2020, ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

frozen2trailer1Depois do sucesso do primeiro filme: novas aventuras!

Lançado no começo de 2014 no Brasil, Frozen: Uma Aventura Congelante bateu recordes de bilheteria e foi premiado com duas estatuetas douradas no Oscar: melhor animação e melhor canção original para Let It Go. O longa se tornou uma das maiores bilheterias da história do cinema e segue como a animação de maior bilheteria de todos os tempos.

O sucesso gerou uma franquia com livros, jogos, quadrinhos, um show na Broadway, um curta-metragem chamado Olaf: Em Uma Nova Aventura Congelante de Frozen e agora uma sequência do longa, que chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2020.

Em Frozen 2, os carismáticos personagens Elsa, Anna, Olaf e Kristoff se afastam do reino de Arendelle e partem para a floresta com a missão de desvendar um antigo mistério. Dirigida por Chris Buck e Jennifer Lee, a sequência conta com as vozes de Kristen Bell, Idina Menzel, Josh Gad, Jonathan Groff, Evan Rachel Wood e Sterling K. Brown.

Confira o primeiro trailer de Frozen 2, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 2 de janeiro de 2020:

Foto: Divulgação/Disney.

50º NAACP Image Awards: conheça os indicados

por: Cinevitor

ruabealenaacpindicadosKiKi Layne e Stephan James: indicados por Se a Rua Beale Falasse.

Fundada em 12 de fevereiro de 1909, a NAACP, National Association for the Advancement of Colored People (na tradução, Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor), é a maior e mais antiga organização de direitos civis dos Estados Unidos.

O principal objetivo da NAACP é assegurar a igualdade política, educacional, social e econômica dos cidadãos dos grupos minoritários dos Estados Unidos e acabar com o preconceito racial. A NAACP procura eliminar todas as barreiras da discriminação racial através dos processos democráticos.

Desde 1970, realiza o NAACP Image Awards, premiação multicultural que destaca os afro-americanos mais influentes do cinema, da televisão, da literatura e da música. Neste ano, em sua 50ª edição, Maxine Waters, congressista americana, será homenageada com o NAACP Chairman’s Award, um reconhecimento para pessoas que demonstram um serviço público exemplar e usam suas plataformas distintas para criar agentes de mudança.

Nas categorias de cinema, Pantera Negra, do Universo Cinematográfico Marvel, lidera a lista com doze indicações. O filme narra a história do super-herói que precisa derrotar seus inimigos e garantir a segurança do povo de Wakanda, antes governado por seu pai e agora comandado por ele. Os vencedores serão anunciados no dia 30 de março, no Dolby Theatre, em Los Angeles.

Conheça os indicados ao 50º NAACP Image Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FILME:
Infiltrado na Klan
O Ódio que Você Semeia
Pantera Negra
Podres de Ricos
Se a Rua Beale Falasse

MELHOR FILME INDEPENDENTE:
Felicidade por um Fio
Infiltrado na Klan
Se a Rua Beale Falasse
Sorry to Bother You
Traffik: Liberdade Roubada

MELHOR DIREÇÃO:
Alan Hicks e Rashida Jones, por Quincy
Barry Jenkins, por Se a Rua Beale Falasse
Ryan Coogler, por Pantera Negra
Spike Lee, por Infiltrado na Klan
Steve McQueen, por As Viúvas

MELHOR ATOR:
Chadwick Boseman, por Pantera Negra
Denzel Washington, por O Protetor 2
John David Washington, por Infiltrado na Klan
Michael B. Jordan, por Creed II
Stephan James, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATRIZ:
Amandla Stenberg, por O Ódio que Você Semeia
Constance Wu, por Podres de Ricos
KiKi Layne, por Se a Rua Beale Falasse
Sanaa Lathan, por Felicidade por um Fio
Viola Davis, por As Viúvas

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Brian Tyree Henry, por Se a Rua Beale Falasse
Mahershala Ali, por Green Book: O Guia
Michael B. Jordan, por Pantera Negra
Russell Hornsby, por O Ódio que Você Semeia
Winston Duke, por Pantera Negra

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Danai Gurira, por Pantera Negra
Letitia Wright, por Pantera Negra
Lupita Nyong’o, por Pantera Negra
Regina Hall, por O Ódio que Você Semeia
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

REVELAÇÃO:
John David Washington, por Infiltrado na Klan
KiKi Layne, por Se a Rua Beale Falasse
Letitia Wright, por Pantera Negra
Storm Reid, por Uma Dobra no Tempo
Winston Duke, por Pantera Negra

MELHOR ELENCO:
As Viúvas
Infiltrado na Klan
O Ódio que Você Semeia
Pantera Negra
Podres de Ricos

MELHOR ROTEIRO:
Infiltrado na Klan, escrito por Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee
Pantera Negra, escrito por Ryan Coogler e Joe Robert Cole
Podres de Ricos, escrito por Adele Lim e Peter Chiarelli
Se a Rua Beale Falasse, escrito por Barry Jenkins
Sorry to Bother You, escrito por Boots Riley

MELHOR VOZ ORIGINAL | ANIMAÇÃO | FILME OU TV:
Issa Rae, por BoJack Horseman
Laya DeLeon Hayes, por Doutora Brinquedos
Mahershala Ali, por Homem-Aranha no Aranhaverso
Samuel L. Jackson, por Os Incríveis 2
Shameik Moore, por Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Amazing Grace, de Alan Elliott e Sydney Pollack
Making the Five Heartbeats, de Robert Townsend
Quincy, de Alan Hicks e Rashida Jones
RBG, de Betsy West e Julie Cohen
Whitney, de Kevin Macdonald

PRÊMIO ESPECIAL | ARTISTA DO ANO:
Beyoncé
Chadwick Boseman
LeBron James
Regina King
Ryan Coogler

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

Conheça os vencedores do BAFTA 2019, o Oscar britânico

por: Cinevitor

rachelvencebafta2019Rachel Weisz: melhor atriz coadjuvante por A Favorita, de Yorgos Lanthimos.

A Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão, British Academy of Film and Television Arts, anunciou neste domingo, 10/02, em cerimônia apresentada pela atriz Joanna Lumley, no Royal Albert Hall, em Londres, os vencedores do BAFTA 2019, British Academy Film Awards.

Neste ano, a comédia dramática A Favorita, de Yorgos Lanthimos, que liderava a lista com doze indicações, se consagrou como a grande vencedora da 72ª edição com sete prêmios. O drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, venceu em quatro categorias, entre elas, a de melhor filme.

Os produtores Stephen Woolley e Elizabeth Karlsen, fundadores da Number 9 Films, produtora de filmes independentes, foram homenageados com o prêmio de melhor contribuição britânica para o Cinema (Outstanding British Contribution to Cinema Award).

Confira a lista completa com os vencedores do BAFTA 2019:

MELHOR FILME:
Roma, de Alfonso Cuarón

MELHOR FILME BRITÂNICO:
A Favorita, de Yorgos Lanthimos

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ATOR:
Rami Malek, por Bohemian Rhapsody

MELHOR ATRIZ:
Olivia Colman, por A Favorita

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Mahershala Ali, por Green Book: O Guia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Rachel Weisz, por A Favorita

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Favorita, escrito por Deborah Davis e Tony McNamara

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
Infiltrado na Klan, escrito por Charlie Wachtel, David Rabinowitz, Kevin Willmott e Spike Lee

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Free Solo, de Elizabeth Chai Vasarhelyi e Jimmy Chin

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso, de Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rodney Rothman

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Nasce uma Estrela, por Bradley Cooper, Lady Gaga e Lukas Nelson

MELHOR EDIÇÃO:
Vice, por Hank Corwin

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Favorita, por Fiona Crombie e Alice Felton

MELHOR FIGURINO:
A Favorita, por Sandy Powell

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
A Favorita, por Nadia Stacey

MELHOR SOM:
Bohemian Rhapsody, por John Casali, Tim Cavagin, Nina Hartstone, Paul Massey e John Warhurst

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Pantera Negra, por Geoffrey Baumann, Jesse James Chisholm, Craig Hammack e Dan Sudick

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO | VOTO POPULAR:
Letitia Wright

ROTEIRISTA, DIRETOR(A) OU PRODUTOR(A) BRITÂNICO REVELAÇÃO:
Michael Pearce (diretor e roteirista) e Lauren Dark (produtora), por Beast

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
73 Cows, de Alex Lockwood

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO | ANIMAÇÃO:
Roughhouse, de Jonathan Hodgson

Foto: Divulgação/Getty Images.

Conheça os vencedores do 33º ASC Awards; brasileiro Adriano Goldman é premiado

por: Cinevitor

adrianogoldmanasc2019Adriano Goldman: premiado pela segunda vez.

Fundada em 1919, a American Society of Cinematographers é uma organização, e não um sindicato, que reúne diretores de fotografia com a intenção de discutir técnicas e promover o cinema como uma forma de arte. Desde 1986 realiza um prêmio anual, o American Society of Cinematographers Awards, que elege a melhor direção de fotografia em TV e cinema.

Neste ano, em que celebra o centenário da American Society of Cinematographers, o brasileiro Adriano Goldman se destacou mais uma vez e foi premiado na categoria de melhor fotografia em um episódio de uma série não comercial por Beryl, do seriado The Crown, da Netflix. No ano passado, Goldman foi premiado nesta mesma categoria.

Os homenageados desta 33ª edição foram: o diretor de fotografia Robert Richardson, premiado três vezes no Oscar (pelos filmes: JFK: A Pergunta que Não Quer Calar, O Aviador e A Invenção de Hugo Cabret), que recebeu o ASC Lifetime Achievement Award pelo conjunto de sua obra; o fotógrafo Jeffrey Jur recebeu o Career Achievement in Television Award; e o ator americano Jeff Bridges, premiado com o Oscar por sua atuação em Coração Louco, recebeu o Board of Governors Award.

Além disso, o Prêmio Spotlight, criado para reconhecer a excepcional fotografia em longas-metragens que foram exibidos em poucos cinemas ou em festivais internacionais, foi entregue para o fotógrafo Giorgi Shvelidze.

Conheça os vencedores do 33º ASC Awards nas categorias de cinema:

MELHOR FOTOGRAFIA EM LONGA-METRAGEM:
Guerra Fria, por Łukasz Żal

PRÊMIO SPOTLIGHT:
Namme, por Giorgi Shvelidze

Foto: Gregg DeGuire/Getty Images.