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Associação Cearense de Críticos de Cinema elege os melhores filmes de 2020

por: Cinevitor

katiablanderaceccineKatia Blander em Noite de Seresta, de Sávio Fernandes e Muniz Filho.

A Aceccine, Associação Cearense de Críticos de Cinema, anuncia nesta terça-feira, 26/01, os filmes que mais se destacaram em 2020, segundo o corpo de associados composto por profissionais da crítica de cinema que atuam no Ceará. Ao longo da votação, foram citados 73 filmes entre longas, médias e curtas-metragens.

Para as categorias de melhor longa-metragem brasileiro e estrangeiro, além de considerar os lançamentos comerciais entre 1 de janeiro e 31 de dezembro, os filmes que estrearam diretamente em serviços de streaming também estavam elegíveis. Na categoria de melhor longa-metragem cearense, além dos critérios anteriores, também foram consideradas as produções exibidas em festivais de cinema; nesse ano, principalmente os eventos à distância.

‘”Os festivais sempre foram uma peça fundamental para a atividade crítica, um espaço de redescoberta, de diálogo… Em 2020 essa importância foi acentuada”, pontua Ailton Monteiro, tesoureiro da gestão. “Tivemos mais de 10 longas-metragens cearenses elegíveis para a categoria. Oito exibidos em festivais on-line que, até ano passado, eram tradicionalmente presenciais”. O critério para os prêmios de melhor curta/média brasileiro e cearense contemplava os filmes exibidos em mostras e festivais, presenciais ou on-line, ao longo de 2020.

“Atravessado pelos olhares da entidade, o recorte dessa premiação expõe origens bem diferentes”, analisa Arthur Gadelha, presidente da gestão. “Os cearenses ‘Cabeça de Nêgo’ e ‘Noite de Seresta’ contam histórias bastante distintas e tiveram uma vida intensa pelos festivais em que foram apresentados juntos. ‘Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou’ é um filme muito especial sobre cinema que conseguiu, nesse ano tão caótico, estrear dentro de uma sala de cinema. ‘República’ é um filme feito na quarentena por uma das artistas mais elétricas do cinema brasileiro, enquanto ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ vem da mesma edição do Festival de Cannes que premiou ‘Bacurau’, em 2019”. conclui.

Conheça os melhores filmes de 2020 segundo a Aceccine:

MELHOR LONGA-METRAGEM CEARENSE
Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso

MELHOR LONGA-METRAGEM BRASILEIRO
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
Retrato de uma Jovem em Chamas, de Céline Sciamma (França)

MELHOR CURTA-METRAGEM CEARENSE
Noite de Seresta, de Sávio Fernandes e Muniz Filho

MELHOR CURTA-METRAGEM BRASILEIRO
República, de Grace Passô (SP)

Foto: Divulgação.

Festival de Berlim: série brasileira Os Últimos Dias de Gilda, de Gustavo Pizzi, é selecionada para a Berlinale Series 2021

por: Cinevitor

ultimosdiasgildaberlimProtagonista: Karine Teles na série Os Últimos Dias de Gilda.

Por conta da pandemia de Covid-19, a 71ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim desenvolveu um novo formato para 2021: as plataformas da indústria European Film Market, Berlinale Co-Production Market, Berlinale Talents e o World Cinema Fund darão início ao evento em março com uma programação on-line. Em junho, acontecerá a segunda parte com inúmeras exibições de filmes para o público em cinemas e ao ar livre. A divisão permite manter os dois pilares de sustentação: mercado de cinema e festival.

“Há uma grande vontade de nos encontrarmos cara a cara. A situação atual não permite um festival físico em fevereiro, ao mesmo tempo em que é importante oferecer um mercado à indústria cinematográfica ainda no primeiro trimestre do ano”, afirma a diretora executiva da Berlinale, Mariette Rissenbeek. “Com a mudança do formato do festival em 2021, teremos a chance de proteger a saúde de todos os convidados e apoiar a retomada da indústria do cinema. Com o evento de verão, queremos celebrar um festival de cinema e oferecer ao público da Berlinale a tão esperada experiência comunitária de cinema e cultura”, completou.

O processo atual de seleção de filmes para a Competição e as seções terá continuidade. O programa será anunciado em fevereiro e apresentado virtualmente à indústria cinematográfica no European Film Market. Um júri internacional assistirá aos filmes em Berlim e escolherá os vencedores. Além dos premiados, uma seleção de filmes também será apresentada ao público no verão.

“Em resposta aos tempos em que vivemos, decidimos dividir a nossa oferta em dois eventos distintos, mas relacionados, e assim cumprir a missão da Berlinale. Enquanto em março a indústria cinematográfica estará reunida (on-line) e poderá apoiar e iluminar nossa seleção, no verão, como um recomeço, 70 anos após a primeira edição, nosso público poderá celebrar os cineastas e suas equipes, nos cinemas e a céu aberto. Isso dá a oportunidade de vivenciar as diferentes seções e perfis do festival, assistir aos filmes da Competição Internacional e comemorar com os vencedores dos Ursos de Ouro e Prata em um clima alegre”, afirma Carlo Chatrian, diretor artístico do Festival de Berlim.

Enquanto isso, novidades começam a ser reveladas. Nesta terça-feira, 26/01, foram anunciadas as produções que farão parte da Berlinale Series 2021. Em um ano inusitado, a seleção é composta por seis títulos que, com temas, narrativas e estilo visual pouco convencionais e surpreendentes, constituem um espelho do nosso tempo. O conteúdo latino-americano é representado pela primeira vez na Berlinale Series com a produções argentina Entre Hombres e a brasileira Os Últimos Dias de Gilda. Além disso, Philly D.A., uma produção americana da dupla indicada ao Oscar Josh Penn e Michael Gottwald, é a primeira série de documentários a ser convidada para o programa.

Desde 2015, o programa Berlinale Series reúne uma seleção exclusiva com o melhor das novas produções de séries em todo o mundo. De acordo com o festival, a mostra apresenta trabalhos de criadores que usam consistentemente a liberdade criativa de contar histórias em série e complementam a variedade de formatos com narrativas contemporâneas e relevantes. A Berlinale Series consagra a Berlinale como um dos primeiros festivais em todo o mundo a dar visibilidade à mudança dos hábitos de consumo de entretenimento e à importância crescente da narrativa em série, reconhecendo os muitos desenvolvimentos estético-artísticos, dramatúrgicos e formais importantes da narrativa audiovisual nesta área, que já se equiparam às produções cinematográficas.

diasdegloria2berlimKarine Teles em cena: a atriz também assina o roteiro.

As produções selecionadas para a Berlinale Series, que tradicionalmente são exibidas no Zoo Palast, com sessões de gala e tapete vermelho para homenagear o elenco e equipes, este ano serão exibidas on-line, entre os dias 1 e 5 de março.

A série original do Canal Brasil, Os Últimos Dias de Gilda, criada e dirigida por Gustavo Pizzi, dos premiados longas Benzinho e Riscado, e protagonizada por Karine Teles e Julia Stockler, é um dos destaques da programação: “A seleção de Os Últimos  Dias de Gilda para o Festival de Berlim confirma que o Canal Brasil está  no caminho certo, de apostar em séries originais, com uma assinatura de excelência. Com esse olhar diferenciado, estamos atingindo a qual idade das maiores séries do mundo”, comemora André Saddy, diretor geral do Canal Brasil.

Em quatro episódios, Os Últimos Dias de Gilda, que estreou em novembro, está disponível nos serviços de streaming Canais Globo e Globoplay e ganhará uma maratona no Canal Brasil, na sexta-feira, dia 29/01, a partir das 23h15. A série propõe uma reflexão sobre liberdade, o papel da mulher, aceitação do corpo e a onda de conservadorismo dos dias atuais, abordando temas como o avanço das igrejas neopentecostais e das milícias em comunidades e a perigosa aliança entre a religião e o poder público. A série é uma adaptação do monólogo teatral homônimo de Rodrigo de Roure.

“A seleção de Os Últimos Dias de Gilda na Berlinale Series representa a coroação de um processo muito importante que o Canal Brasil vem desenvolvendo há muitos anos, no sentido de dar aos criadores o protagonismo e a liberdade fundamentais para fazerem seu trabalho. Gilda tem se mostrado uma série com forte apelo popular no Brasil e, agora, a partir da seleção em Berlim, existe a possibilidade de falar pro mundo todo sobre uma história nossa que traz uma narrativa sobre os nossos jeitos de nos relacionarmos, fala dos nossos conflitos e preconceitos; uma história sobre política, liberdade e aceitação mútua. É sobre as diferenças, mas também é sobre a importância da empatia. Gilda é sobre a solidariedade e a união necessária pra gente seguir em frente, principalmente nesse momento da história”, disse Gustavo Pizzi.

Interpretada pela atriz Karine Teles, que também é corroteirista da série, Gilda é uma mulher livre, no mais amplo sentido da palavra, cujo comportamento incomoda muita gente ao seu redor. Com excelentes dotes culinários, cria porcos e galinhas no quintal de sua casa para o abate e produz receitas capazes de encantar amigos e amantes. Sua independência incomoda a vizinhança, principalmente Cacilda, papel de Julia Stockler, esposa de Ismael, vivido por Higor Campagnaro, que está se candidatando a um cargo público através de um partido ligado a um grupo religioso.

Gilda mantém-se de forma independente, recusa-se a aceitar a  opressão e o machismo e escolheu se relacionar de forma livre com diversas pessoas, sem amarras ou rótulos. Já Cacilda representa valores mais conservadores, julgando o tempo todo o comportamento sexual da vizinha e classificando sua fé como bruxaria. Não bastasse a agressividade de todos ao seu redor, Gilda ainda precisa lidar com o aumento da violência urbana e a briga entre traficantes, policiais e milicianos em busca do controle da comunidade onde mora.

O elenco conta também com Erom Cordeiro, Antonio Saboia, Bruno Balthazar, Dida Camero, Ana Carbatti, Lucas Gouvêa, Philipp Lavra, Renato Luciano, Mauricio Piancó, Digão Ribeiro, João Vitor Silva e Inez Viana.

Confira a lista completa com a séries selecionadas para a Berlinale Series 2021:

Entre Hombres, de Pablo Fendrik (Argentina) (HBO)
Ich und die Anderen (Me and the Others), de David Schalko (Áustria/Alemanha) (Sky)
It’s a Sin, de Peter Hoar (Reino Unido) (Channel 4 e HBO Max com All3Media International)
Os Últimos Dias de Gilda, de Gustavo Pizzi (Brasil) (Canal Brasil)
Philly D.A., de Ted Passon e Yoni Brook (EUA)
Snöänglar (Snow Angels), de Anna Zackrisson (Suécia/Dinamarca) (SVT/DR)

Foto: Divulgação/Canal Brasil.

Seridó Cine – Festival Audiovisual: conheça os selecionados

por: Cinevitor

naturezahomemseridoArlindo Bezerra em Natureza do Homem, de André Santos.

A primeira edição do Seridó Cine – Festival Audiovisual acontecerá entre os dias 8 e 13 de fevereiro em formato on-line. Ao todo, serão exibidas cinquenta obras audiovisuais divididas nas seguintes categorias: Mostra Clip, Mostra Arretada, Mostra Curta Arretada, Mostra RN Ficção e Mostra RN Doc.

O Seridó Cine conta com um recorte voltado apenas para produções audiovisuais nordestinas. Ao todo, o festival recebeu 325 produções audiovisuais. A coordenação da curadoria ficou a cargo da jornalista, produtora, curadora e cineclubista Priscilla Urpia. Para ela, foi animador ver tantos filmes inscritos: “É uma constatação de que a região se insere no mapa das produções audiovisuais do país. São narrativas diversas que contam histórias e trazem filmes especiais. A missão de dar a ver essas obras foi um exercício de apresentar um recorte das produções nordestinas, tendo como objetivo principal trazer o maior número de representantes de diversos estados”.

Priscilla destaca ainda que todos os filmes são contemplados, premiados quando inscritos, pois trata-se de uma grande janela de exibição: “É fundamental para o audiovisual brasileiro a continuidade das produções da região do Nordeste, evidenciando o potencial e alcance de obras que ultrapassam territórios. Viva o cinema nordestino”, completou.

Raildon Lucena, diretor do Seridó Cine, também falou sobre o festival: “A ideia surgiu após a Mostra Nordeste do Curta Caicó. Percebi que seria interessante um novo festival com um recorte voltado apenas para produções nordestinas e abrangendo outros formatos, como clipes, médias e longas. É uma forma de potencializarmos a produção regional, valorizando os realizadores nordestinos”.

Conheça os selecionados para o Seridó Cine – Festival Audiovisual:

MOSTRA ARRETADA

A História de Parelhas, de Alex Macedo (RN)
Aponta pra Fé – Ou todas as músicas da minha vida, de Kalyne Almeida (PB)
Cavalo, de Rafhael Barbosa e Werner Salles (AL)
Fendas, de Carlos Segundo (RN)
O Jogador, de Gabriel Lima e Geraldo Guedes (PB)
O que acontece quando nada acontece, de Alcimar Veríssimo (PE)
Retirante Juvenil, de Dan Borges (BA)
Sapato 36, de Petrônio Lorena (PE)

MOSTRA CURTA ARRETADA

A Barca, de Nilton Resende (AL)
Iracema Plaza Hotel, de Reinaldo Jorge Menezes (CE)
Memórias de Quando Metemos o Pé na Estrada, de Weslley Oliveira (PI)
Nadir, de Fábio Rogério (SE)
Não Moro Mais Em Mim, de Vitor Celson e Bruna Guido (PE)
Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
O Balido Interno, de Eder Deó (PE)
Os Porcos e a Reza, de Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama (BA)
Remoinho, de Tiago A. Neves (PB)
Trincheira, de Paulo Silver (AL)
Uma Força Extraordinária, de Amandine Goisbault (PE)

MOSTRA RN DOC

A Tradicional Familia Brasileira Katu, de Rodrigo Sena
Bixa Presa, de Eli Cafrê
Cabeça de Luz, de Carito Cavalcanti
Cadeira na área, de Mara Macêdo
Casa com Parede, de Dênia Cruz
Codinome Breno, de Manoel Batista
Geoparque Seridó, de Canindé Soares e Diego Cavalcanti
Júlia Porrada, de Igor Ribeiro
O Photographo Zézelino, de Damião Paz, Henrique José e Meysa Medeiros
Rosa de Aroeira, de Mônica Mac Dowell
Somente Após o Descanso, de Sihan Felix

MOSTRA RN FICÇÃO

Dona Cila, não me espere para o jantar, de Carlos Segundo
Em Reforma, de Diana Coelho
Mais Um João, de Athos Muniz
Natureza do Homem, de André Santos
Nocaute, de João Marcelino
Paralise, de Júlia Sena
Quaerenti, de Romero Oliviera e Mickaelly Moreira
Quem Sabe Ele Mude, de Kell Allen
Sicários: Entre bornais e patentes, de Gabriel Santos e Danúbio Silva
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza
Womaneater, de Paula Pardillos

MOSTRA CLIP

Além Mar (Forró do Cabrunco), de Tárcísio Ferreira (AL)
Antúrio Branco (Sargáço Nightclub), de Pablo Reis (PE)
Camisa 9 (Diniz K9), de Thales Victor (RN)
Chato (Marco Gabriel), de Jessica Lauane (MA)
Modais (Silvio Filgueira), de Nicolas de Souza (RN)
Origem (Wescley Gama), de Dynho Silva (RN)
Primeiros Tons (André Dias), de Glauco Neves (BA)
Quadros (Juliana Gomes), de Diego Sevla (RN)
Sad Nostalgic Dream (Bessa Beach Army), de Kaio G e Lucas Cavalcanti (PB)
Tirem as Cercas (Regiane Araújo feat. Núbia e Débora Melo), de Thais Lima

O Seridó Cine – Festival Audiovisual é uma realização da Referência Comunicação com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Governo do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

Foto: Luana Tayze.

Kansas City Film Circle: conheça os melhores de 2020

por: Cinevitor

bacuraukansascriticosAlli Willow e Chris Doubek em Bacurau.

Fundada em 1966 por James Loutzenhiser, a Kansas City Film Circle é a segunda associação de críticos profissionais de cinema mais antiga dos Estados Unidos, depois do New York Film Critics Circle. A KCFCC conta com mais de 20 membros ativos de diversos meios de comunicação, como mídia impressa e on-line, rádio e TV.

Depois da morte de Loutzenhiser, em 2001, os membros votaram unanimemente para renomear seus prêmios anuais em sua homenagem. Em 2005, um novo prêmio foi estabelecido em memória de Vince Koehler, membro de longa data do KCFCC, homenageando filmes de ficção científica, fantasia e terror. Em 2006, o grupo votou para homenagear o nativo de Kansas City, Robert Altman, renomeando o prêmio de melhor direção em sua homenagem e organizando um festival de cinema em abril de 2007.

A KCFCC se reúne formalmente duas vezes por ano. A primeira reunião é realizada em meados de dezembro e inclui a votação dos prêmios; a participação (pessoalmente ou por procuração) é obrigatória para todos os membros. A segunda reunião é realizada em junho, para a posse de novos membros e eleição de dirigentes e do Conselho Deliberativo.

Todos os votos do KCFCC são abertos a todos os membros, exceto aqueles que foram suspensos por violações de regras e ética. Para a votação dos prêmios anuais, os membros nomeiam com antecedência até três candidatos em cada categoria. Qualquer filme que tenha estreado em Kansas City, exibido para a crítica ou fornecido aos críticos via streaming ou projeção de DVD no ano civil anterior à votação, é elegível para consideração.

Neste ano, pela sexta vez em seus estimados 55 anos de história, o Kansas City Film Critics Circle chegou a um impasse na categoria de melhor filme e entregou o prêmio para duas produções: Nomadland, de Chloé Zao, e Bela Vingança, de Emerald Fennell. O brasileiro Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi lembrado na categoria de melhor filme estrangeiro e ficou em segundo lugar.

Conheça os vencedores do 55º Annual James Loutzenhiser Awards:

MELHOR FILME
Bela Vingança, de Emerald Fennell
Nomadland, de Chloé Zhao

MELHOR DIREÇÃO | PRÊMIO ROBERT ALTMAN
Chloé Zao, por Nomadland
2º lugar: Aaron Sorkin, por Os 7 de Chicago

MELHOR ATOR
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
2º lugar: Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues

MELHOR ATRIZ
Carey Mulligan, por Bela Vingança
2º lugar: Frances McDormand, por Nomadland

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Leslie Odom Jr., por Uma Noite em Miami…
2º lugar: Paul Raci, por O Som do Silêncio

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Yuh-Jung Youn, por Minari
2º lugar: Maria Bakalova, por Borat: Fita de Cinema Seguinte

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Bela Vingança, escrito por Emerald Fennell
2º lugar: Os 7 de Chicago, escrito por Aaron Sorkin

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Nomadland, escrito por Jessica Bruder e Chloé Zhao
2º lugar: Estou Pensando em Acabar com Tudo, escrito por Charlie Kaufman

MELHOR FOTOGRAFIA
A Vastidão da Noite, por M.I. Littin-Menz
2º lugar: Mank, por Eric Messerschmidt

MELHOR ANIMAÇÃO
Wolfwalkers, de Tomm Moore e Ross Stewart
2º lugar: Soul, de Pete Docter e Kemp Powers

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Druk (Another Round), de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
2º lugar: 76 Days, de Weixi Chen e Hao Wu (China), Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil) e Rosa e Momo, de Edoardo Ponti (Itália)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
The Dissident, de Bryan Fogel
2º lugar: Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham

MELHOR FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA/FANTASIA/HORROR | PRÊMIO VINCE KOEHLER
O Homem Invisível, de Leigh Whannell
2º lugar: A Vastidão da Noite, de Andrew Patterson

MELHOR FILME LGBT | PRÊMIO TOM POE
Kajillionaire, de Miranda July
2º lugar: A Festa de Formatura, de Ryan Murphy

Foto: Victor Jucá.

Carnaval Filmes lança podcast com audiodescrição em suas obras

por: Cinevitor

meguardandocarnavalpodcastCena do documentário Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar.

Depois de explorar uma maneira de ampliar o acesso aos filmes de seu catálogo para pessoas com deficiências, a Carnaval Filmes escolheu investir em um projeto que une a linguagem dos podcasts, uma espécie de programa de rádio virtual, com as facilidades da acessibilidade.

Já se tornou padrão há alguns anos, inclusive como exigência para projetos financiados com recursos públicos federais, produzir recursos de acessibilidade como libras, legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e audiodescrição em todos os conteúdos audiovisuais. Porém, esses recursos acabam sendo pouco acessados, restritos a algumas plataformas ou mostras especiais.

A ideia do podcast Carnaval Filmes é oferecer, de maneira gratuita e virtual, um material previamente produzido, focado especificamente no público cego e com baixa visão. Os programas contam com uma breve introdução e a descrição do produto na íntegra, seja ele filme ou série.

Já estão no ar dois episódios do podcast: o premiado documentário Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes; e o primeiro episódio da série de animação infantil Bia Desenha, de Neco Tabosa e Kalor Pacheco. Estes primeiros episódios contam com audiodescrição produzida pela COM Acessibilidade Comunicacional.

Os programas estão disponíveis gratuitamente nas plataformas Spotify, Soundcloud, YouTube, Google Podcasts e Anchor. Em breve serão lançados novos episódios com outros filmes da produtora e os demais episódios da série Bia Desenha.

Foto: Divulgação.

Curta Taquary 2021: programação começa com laboratório de realização de documentários

por: Cinevitor

curtataquary2021labdocFormação: alunos durante a Oficina Documentando, em 2018.

A 14ª edição do Curta Taquary – Festival de Audiovisual acontecerá em formato híbrido (on-line e presencial), por conta da pandemia de Covid-19, entre os dias 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) e 22 de março (Dia da Água).

Porém, algumas atividades já foram iniciadas. Por enquanto, a programação está voltada para formação com o DocLab – Laboratório de Realização de Documentários. Os encontros estão sendo virtuais, gravados e ao vivo, mas haverá a produção de documentários com momentos presenciais com um grupo restrito. Devido à procura, uma segunda turma foi criada e as aulas começam em fevereiro. Os trabalhos produzidos pelos dois grupos serão apresentados durante a exibição de filmes no site do festival.

O Laboratório reúne 41 pessoas apaixonadas por documentários só na primeira turma. Boa parte já produziu algum trabalho e quer se aprimorar. Paula Matos é uma delas: “Trabalho com edição e documentário. Por isso, quero me aperfeiçoar na área”, disse. Raissa Dourado, também; ela é realizadora de documentários em Porto Velho, Rondônia, e “como aqui temos essa carência de formação/capacitação, busco formação para me aperfeiçoar e poder repassar também conhecimento”, explicou.

Mas, o grupo também conta com quem deseja dar os primeiros passos na produção de documentários. Jadson Barreto está fazendo pós graduação em Educação Ambiental e Cultural no IFPE e terá como trabalho de conclusão de curso um vídeo sobre a comunidade Quilombola Ilha de Mercês, em Ipojuca, Pernambuco: “Essa formação irá auxiliar e muito no meu desempenho, além de acrescentar conhecimento sobre a área que sou curioso”, justificou.

turmadoctaquary1Encontro virtual da primeira turma.

Os cineastas-educadores Marlom Meirelles e Kennel Rógis estão conduzindo essa primeira turma do laboratório e cada um orientará um grupo na execução do documentário. A segunda turma terá Marlom Meirelles e Antonio Fargoni, com programação começando a partir de 1° de fevereiro. “Estou muito surpresa com o bom andamento da turma. A gente nota comprometimento, uma responsabilidade com o curso e interesse mesmo em participar”, confessou a coordenadora pedagógica do evento, Amanda Ramos.

Outra equipe que também já está trabalhando no Curta Taquary 2021, que acontece em Taquaritinga do Norte, é a responsável pela curadoria dos filmes. Ao todo, 521 filmes foram inscritos para o festival, de 23 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Caroline Pavez é produtora e distribuidora de filmes, mora no Chile e participa da seleção dos curtas da Mostra Internacional do festival desde 2015: “No que se refere à curadoria desta edição do Festival de Cinema Curta Taquary, serão apresentadas propostas narrativas experimentais, vídeo-dança, documentário, entre outros, que ofereçam a possibilidade de hibridismo virtual”, adiantou.

Neste ano, para cada filme inscrito uma muda de espécie nativa será plantada em Taquaritinga do Norte, Pernambuco, como forma de mobilizar a campanha de reflorestamento e recuperação de solo de áreas desmatadas e devastadas por queimadas, entre elas, a de dezembro de 2016, onde 50 hectares de mata da cidade foram destruídas.

A programação completa do 14º Festival Curta Taquary será divulgada no dia 1º de março. O evento tem o aporte financeiro do Edital de Festivais LAB PE da Lei Aldir Blanc e é uma realização das produtoras Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções.

Foto: Divulgação.

Meu Pai, com Anthony Hopkins e Olivia Colman, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor

meupaitrailerAdaptação premiada: dos palcos para os cinemas.

Dirigido pelo dramaturgo francês Florian Zeller, roteirizado a partir de sua peça, ganhadora do Prêmio Molière, na França, Meu Pai traz Anthony Hopkins e Olivia Colman como pai e filha na ficção. O texto foi traduzido para o inglês pelo premiado dramaturgo Christopher Hampton, de Ligações Perigosas e Desejo e Reparação, que assina o roteiro com Zeller.

Ao centro de Meu Pai está a relação entre Anthony e sua filha, Anne. Ele, aos 81 anos, vive sozinho em um apartamento em Londres, e recusa a ajuda de enfermeiros e cuidadores que ela tenta impor. Quando ela resolve se mudar para Paris com seu companheiro, surge um impasse: como o pai ficará completamente sozinho? Nesse momento, o homem começa a duvidar se ela realmente o ama e também da sua própria sanidade.

Zeller, que estreia na direção de cinema, disse: “O filme é uma espécie de suspense, que convida o público a construir a narrativa, como eu fiz no teatro. Eu queria que o público se sentisse próximo aos personagens”. Na adaptação de sua própria peça, ele aponta que “o cinema e o teatro nos lembram que somos parte de algo maior que nós mesmos. Apesar das qualidades labirínticas do original, há uma sensação de alegria na peça que eu queria manter no filme”.

Para Zeller, Hopkins sempre foi a primeira opção de ator para o papel principal na adaptação de sua peça para o cinema. No teatro, o papel já foi interpretado por Robert Hirsch, Frank Langella e Fulvio Stefanini, no Brasil. “Eu tinha a profunda certeza de que Hopkins seria poderoso e devastador no papel”, disse. O ator, que foi apresentado a Zeller por Hampton, com quem trabalhou algumas vezes, confessa que ficou lisonjeado pelo convite: “Foi maravilhoso saber que escreveram o roteiro me imaginando como o personagem. Nesse caso, foi uma honra. E trabalhar nesse filme me fez pensar em minha própria mortalidade. Foi muito divertido, no set, memorizar as conversas e diálogos. De certa forma, quando as câmeras estavam rodando, nem precisava atuar”.

Colman, vencedora do Oscar de melhor atriz por A Favorita, por sua vez, confessa que trabalhar com Hopkins foi um prazer: “Ele é muito divertido. Ficávamos o tempo todo conversando, e quando diziam ‘Ação!’, ele já estava no personagem. E eu concordo com ele quando diz que temos muita sorte de trabalhar nesse filme”. A atriz conta que ficou tocada quando leu o roteiro: “Eu amo essa história. É uma das coisas mais bonitas já escritas sobre o assunto. O roteiro realmente mostra o que deve ser viver com uma pessoa portadora de Alzheimer, quando há momentos de clareza misturados com outros obscuros. Anne quer cuidar do pai, mas também precisa tocar a sua vida. Ela precisa tomar decisões muito sérias”.

O elenco conta também com Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots, Rufus Sewell, Ayesha Dharker, Roman Zeller e Scott Mullins.

Vencedor do prêmio de melhor filme segundo o júri popular na 68ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, Meu Pai também foi premiado no Mill Valley Film Festival e pelos críticos de Boston, Florida, Havaí, Los Angeles, San Diego, entre outros.

Assista ao trailer de Meu Pai, que chega aos cinemas brasileiros no dia 11 de março:

Foto: Divulgação/Califórnia Filmes.

Prêmio APCA 2020: Affonso Uchôa, Geraldo Sarno e Jeferson De são premiados

por: Cinevitor

sertaniaAPCAVertin Moura e Julio Adrião em Sertânia, de Geraldo Sarno.

A Associação Paulista de Críticos de Artes anunciou nesta terça-feira, 19/01, os vencedores do Prêmio APCA 2020, que conta com os melhores do ano nas seguintes categorias: Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Dança, Literatura, Música Popular, Rádio, Teatro, Teatro Infantojuvenil e Televisão.

Por conta da pandemia de Covid-19, a 64ª edição da premiação foi realizada com menos categorias, em caráter de excepcionalidade. Depois das escolhas dos críticos, que fazem parte do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo Paulo, Celso Curi, presidente da APCA, em seu terceiro mandato, se pronunciou em um comunicado oficial: “Em 2020, as artes enfrentaram a pior de suas crises estruturais dos últimos tempos: política e de saúde pública. A união de nossos artistas provou mais uma vez que juntos somos mais fortes e que sempre sairemos vencedores. Tudo isso acabou oferecendo aos críticos da APCA um outro olhar para a produção artística, agora com o território ampliado pela virtualidade”.

Na categoria Cinema, os críticos Luiz Carlos Merten, Flavia Guerra e Orlando Margarido escolheram Sertânia, de Geraldo Sarno, e M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De, como os melhores longas-metragens do ano que passou.

Em outras áreas, como Música Popular, Teresa Cristina foi eleita a Artista do Ano e Caetano Veloso levou o prêmio de melhor live; Jup do Bairro ficou com o título de Artista Revelação. Em Televisão, Camila Morgado (da série Bom Dia, Verônica) e Tatiana Tiburcio (do Especial Falas Negras) empataram na categoria de melhor atriz.

A cerimônia de entrega dos troféus aos artistas contemplados ainda não tem data programada e nem formato definido. Mais informações serão divulgadas em breve.

Conheça os vencedores do Prêmio APCA 2020 na categoria de Cinema:

MELHOR FILME | LONGA-METRAGEM
M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De
Sertânia, de Geraldo Sarno

MELHOR FILME | MÉDIA-METRAGEM
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa

Foto: Miguel Vassy.

Terminam as filmagens de Me Tira da Mira, comédia com Cleo e Fiuk, de Hsu Chien

por: Cinevitor

metiramirafilmagensFamília: Cleo e Fiuk em cena.

As filmagens da comédia Me Tira da Mira chegaram ao fim no último domingo, 17/01, no Rio de Janeiro. Protagonizado e produzido por Cleo, o longa marca sua primeira vez contracenando ao lado da família nos cinemas. Além de Fiuk e Fábio Júnior, o elenco conta também com outros grandes nomes, como Vera Fischer, Viih Tube, Gkay, Mel Maia, Kaysar Dadour, Cris Vianna, Sergio Guizé, Silvero Pereira, Júlia Rabello e Bruna Ciocca.

Com direção de Hsu Chien, de Ninguém Entra, Ninguém Sai, e roteiro assinado por Claudio Simões, Beatriz Raddhour, Diego Timbó, Regiana Antonini e Junior Provesi, Me Tira da Mira está previsto para chegar aos cinemas nacionais no segundo semestre de 2021, com distribuição da Imagem Filmes.

“Eu estava com muita saudade de estar num set e esse projeto tem um gosto ainda mais especial. Além de estar atuando, que é algo que amo fazer, eu também estou produzindo o meu primeiro longa. Em meio a uma pandemia, foi tudo muito difícil, mas seguimos todos os protocolos de segurança necessários. Fizemos uma força-tarefa e todo mundo que estava aqui precisava estar 100% envolvido para dar certo, e deu certo. Eu fiquei apaixonada pelo Hsu, esse filme não seria a mesma coisa sem ele”, comentou Cleo.

Em relação à pré-produção do filme, o diretor Hsu Chien, que já dirigiu vários projetos para cinema e televisão, comentou: “Pela primeira vez, a preparação foi feita on-line. Toda a leitura de roteiro e discussão de figurino e maquiagem foram feitas remotamente. A parte do elenco se conhecer presencialmente só aconteceu no primeiro dia de filmagem. Todos os ensaios aconteceram com máscaras, que só eram tiradas na hora da filmagem”. A respeito do filme, ele comenta que Me Tira da Mira consegue misturar vários gêneros de forma orgânica, além de reunir um elenco incrível, vindo de todas as partes, como cinema, televisão, teatro e YouTube.

No longa, Roberta, papel de Cleo, é uma funcionária dedicada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que se infiltra como agente secreta na Clínica Bianchini de Realinhamento Energético para investigar a misteriosa morte da atriz Antuérpia Fox, interpretada por Vera Fischer. Durante a investigação, Roberta precisará lidar com os dramas da atriz Natasha Ferrero, vivida por Júlia Rabello, que acabou de ser cancelada na internet, e com o reencontro de seu grande amor do passado, o policial federal Rodrigo, papel de Sergio Guizé, que está investigando uma suspeita de tráfico internacional envolvendo a mesma clínica. Para isso, ela vai contar com o apoio de Isabela (Bruna Ciocca), sua terapeuta, com quem, aos poucos, forma uma dupla divertida e implacável.

Foto: Uriel Pandini.

IDA Documentary Awards 2020: conheça os vencedores

por: Cinevitor

mortesdickjohnsonIDACena de As Mortes de Dick Johnson, de Kirsten Johnson: premiado.

Os vencedores da 36ª edição do IDA Documentary Awards, premiação realizada pela International Documentary Association, que elege os documentários mais inovadores do ano na TV e no cinema, foram anunciados neste sábado, 16/01, em uma cerimônia virtual por conta da pandemia de Covid-19.

O cinema brasileiro estava entre os indicados na categoria David L. Wolper Student Documentary Award, que reconhece realizações excepcionais em filmes documentais universitários, com o curta-metragem Na Luta Delas, de Orion Rose Kelly e Pedro Cota, realizado na Berkeley Graduate School of Journalism.

Além disso, a 36ª edição também contou com homenagens: o cineasta e produtor Sam Pollard, indicado ao Oscar por Quatro Meninas e diretor de MLK/FBI, recebeu o Career Achievement Award; a produtora Regina K. Scully recebeu o Amicus Award; Garrett Bradley, diretora do documentário Time, foi contemplada com o Emerging Documentary Filmmaker Award; e a jornalista Maria Ressa recebeu o Truth to Power Award por seu trabalho fundamental por uma imprensa livre no site Rappler.

O Pioneer Award, que reconhece indivíduos que fizeram contribuições extraordinárias para o avanço do formato de não ficção proporcionando visão e liderança excepcionais para a comunidade documental, foi entregue para a ONG Firelight Media. Já o Prêmio Courage Under Fire foi para o cineasta David France, de Welcome to Chechnya, por sua incrível bravura em contar a história de ativistas LGBTQIA+, e também para os ativistas apresentados no filme: David Isteev, Olga Baranova e todos que trabalham com eles.

Conheça os vencedores do IDA Documentary Awards 2020:

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham

MELHOR DOCUMENTÁRIO | CURTA-METRAGEM
John à procura de aliens (John Was Trying to Contact Aliens), de Matthew Killip

MELHOR DIREÇÃO
Garrett Bradley, por Time

MELHOR DOCUMENTÁRIO DIVIDIDO EM VÁRIAS PARTES
Atlanta’s Missing and Murdered: The Lost Children, de Sam Pollard, Maro Chermayeff, Joshua Bennett e Jeff Dupre

MELHOR DOCUMENTÁRIO | MUSICAL
Universe, de Nick Capezzera e Sam Osborn

PRÊMIO ABC NEWS VIDEOSOURCE
Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham

MELHOR FOTOGRAFIA
The Earth is Blue as an Orange, por Viacheslav Tsvietkov

MELHOR EDIÇÃO
As Mortes de Dick Johnson, por Nels Bangerter

MELHOR ROTEIRO
As Mortes de Dick Johnson, escrito por Nels Bangerter e Kirsten Johnson

MELHOR TRILHA SONORA
Professor Polvo, por Kevin Smuts

PRÊMIO PARE LORENTZ
Professor Polvo (My Octopus Teacher), de Pippa Ehrlich e James Reed
Menção Especial: Crip Camp: Revolução pela Inclusão, de James Lebrecht e Nicole Newnham

PRÊMIO DAVID L. WOLPER | STUDENT DOCUMENTARY
People Like Me, de Marrok Sedgwick

PRÊMIO COURAGE UNDER FIRE
Welcome to Chechnya, de David France

MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL | CURADORIA
American Experience, produzida por Susan Bellows e Mark Samels

MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL | EPISÓDIOS
Last Chance U, de Greg Whiteley (Netflix)

MELHOR SÉRIE DOCUMENTAL | CURTA-METRAGEM
POV Shorts, produzida por Opal H. Bennett

MELHOR DOCUMENTÁRIO | ÁUDIO
Somebody, produzido por Alison Flowers, Bill Healy e Sarah Geis

Foto: Divulgação/Netflix.

13º Curta Canoa: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

aquelesdoiscurtacanoa2021Caio José e Kaio Lemos em Aqueles Dois, de Émerson Maranhão.

A 13ª edição do Curta Canoa – Festival latino-americano de Cinema de Canoa Quebrada acontecerá entre os dias 23 e 28 de janeiro. Reconhecido por sua realização tradicionalmente ao ar livre em uma das praias mais famosas do país, Canoa Quebrada, no litoral leste cearense, o Curta Canoa se reinventa nesta edição com programação exibida em formato on-line, pelo canal do festival no YouTube, por conta da pandemia de Covid-19.

Três mostras compõem a programação do festival este ano: Mostra Competitiva de curta-metragem, Mostra Infantil e Mostra Curta Ceará. Para a Mostra Competitiva foram selecionados 24 curtas de 14 estados; são 10 curtas de ficção, 8 documentários, 3 filmes experimentais e 3 animações. Eles concorrem nas categorias melhor curta-metragem de animação, ficção, documentário, melhor direção, roteiro, direção de arte, fotografia, trilha original, melhor ator e atriz.

Além das exibições, o festival contará também com atividades paralelas, como: a Oficina de Produção Audiovisual por Celular, que será ministrada por Vitor Grilo e terá como tema Curta Canoa e a Natureza; e o seminário Políticas Públicas para o Audiovisual e os Desafios da ANCINE, que será ministrado por Marcelo Ikeda e Doug de Paula.

O Júri Oficial deste ano será formado por: Estevan Silveira, diretor e produtor curitibano; Marcelo Ikeda, professor do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará; e Marilha Naccari, diretora de programação do FAM, professora de cinema e produtora cultural. O Júri da Crítica contará com Daniel Araújo, Diego Benevides e Thiago Cesar, todos membros da Aceccine, Associação Cearense de Críticos de Cinema.

Conheça os filmes selecionados para o Curta Canoa 2021:

MOSTRA COMPETITIVA

8 PATAS, de Fabrício Rabachim, Gabriel Barbosa e Pietro Nicolodi (SP)
A BARCA, de Nilton Resende (AL)
À LUZ DE BRUEL, de Téia Werner e Silvia Gabriela (PR)
A MASSA QUE FAZ O PÃO, de Hélio Brito (TO)
AÇAÍ, de André Cantuária (AP)
AQUELES DOIS, de Émerson Maranhão (CE)
ASFIXIA, de Rafael Sylos e Lay Venancio (SC)
ASSINTOMÁTICOS, de Santiago Dellape (DF)
CONTRASTES – IMPRESSÕES DE ISRAEL, de Jackson Abacatu (MG)
FATINHA, de Alexandre Vale (CE)
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS ONÍRICOS, de Amanda Pontes (CE)
MARCO, de Sara Benvenuto (CE)
MARIE, de Leo Tabosa (PE)
O MALABARISTA, de Iuri Moreno (GO)
PEQUENAS CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESPAÇO-TEMPO, de Micheline Helena (CE)
QUANDO AS NUVENS ERAM NOSSAS, de Carito Cavalcanti (RN)
REZA, de João Niella e Ralph Campos (RJ)
SACACA – A LENDA, de Toninho Duarte (AP)
SE NÃO FOR DIVERTIDO NÃO TEM GRAÇA, de Vinicius Comoti (PR)
SIDNEI TENDLER: ARTISTA EM QUARENTENA, de Felipe David Rodrigues (RJ)
TAMBOR OU BOLA, de Sérgio Onofre (AL)
TATEIO-ME, de Lis Schwabacher (BA)
TERCEIRO DIA, de Jessica Queiroz (CE)
VESTIDO ENCARNADO, de Ângela Escudeiro (CE)

MOSTRA CURTA CEARÁ

A BELEZA DE ROSE, de Natal Portela (Tianguá)
CAPITAIS, de Kamilla Medeiros e Arthur Gadelha (Fortaleza)
CLODOALDO: O DIDI DE JERI, de Armed Furtado Rabelo Mustafa (Jijoca)
INADEQUADA, de Mylla Fox (Fortaleza)
JANGO, de Thiago Henrique Sena (Fortaleza)
MAR DE LINHAS, de Luigi Ewerton (Aquiraz)
PLÁSTICO, de João Paulo Duarte (Fortaleza)
TOMMY BRILHO, de Sávio Fernandes (Fortaleza)
VEIO DE RESISTÊNCIA, de Elinaldo Rodrigues (Crateús)

MOSTRA INFANTIL

A BOLA PUNE, de Iziz Negreiro (AM)
A NATUREZA AGRADECE, de Ana Maria Cordeira e Ricardo de Podestá (GO)
BLWARH – UMA AVENTURA NO DESERTO, de Levi Magalhães (CE)
COMUNICANDO, de Telmo Carvalho (CE)
ERIC ACORDE, de Telmo Carvalho (CE)
LÉ COM CRÉ, de Cassandra Reis (SP)
MANHÊ, de Camila Amaral Xavier (SP)
NINA, de Telmo Carvalho (RJ/CE)
O QUINTAL DE JOÃO, de João Marcos Maia (CE)
O VÉU DE AMANI, de Renata Diniz (DF)
PRÍNCIPE DA ENCANTARIA, de Iziz Negreiro (AM)
VIDA, de Levi Magalhães (CE)

O 13º Curta Canoa – Festival latino-americano de Cinema de Canoa Quebrada, financiado via Lei de Incentivo à Cultura, é apresentado pelo Ministério do Turismo e o Governo do Estado do Ceará, com patrocínio da Cagece. Tem o apoio da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), através do Fundo Estadual da Cultura com recursos da Lei Federal Nº 14.017, de 29 de junho de 2020 (Lei Aldir Blanc/CE) e do Fórum dos Festivais. Realização: Instituto Social de Arte e Cultura do Ceará (ISACC).

Foto: Divulgação.

Bela Vingança, com Carey Mulligan, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor

belavingancatrailerJustiça e acerto de contas.

Dirigido e roteirizado por Emerald Fennell, das premiadas séries Killing Eve e The Crown, Bela Vingança, no original Promising Young Woman, que mescla suspense e drama, foi premiado pelos críticos de Chicago, Flórida, Los Angeles e San Diego.

Estrelada por Carey Mulligan, de Educação, As Sufragistas, O Grande Gatsby e Shame, a produção traz uma inusitada e selvagem história de vingança, na qual a protagonista só quer justiça e um acerto de contas. A trama acompanha a jovem Cassie, que vê seu promissor futuro sendo destruído após um evento misterioso. Mas nada na vida dela é apenas o que parece ser. Além de inteligente, ela leva uma vida secreta à noite e está disposta a corrigir todos os erros do passado.

Exibido no Festival de Sundance, o elenco conta ainda com Laverne Cox, Adam Brody, Jennifer Coolidge, Alison Brie, Sam Richardson, Connie Britton, Ray Nicholson, Bo Burnham, entre outros.

Assista ao trailer de Bela Vingança, que tem estreia programada para o dia 18 de março:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.