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Conheça os projetos vencedores do 12º Brasil CineMundi

por: Cinevitor
Evento de mercado do cinema brasileiro anuncia projetos premiados.

A cerimônia de encerramento da 15ª CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte e do 12º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting foi realizada neste domingo, 03/10, com o anúncio dos projetos vencedores do programa de coprodução transmitido pelo site oficial.

Após a cerimônia, encerrando a programação, na Sessão Brasil CineMundi, foi realizada a exibição do longa-metragem Carro Rei, produção pernambucana dirigida por Renata Pinheiro e premiada recentemente no Festival de Cinema de Gramado.

O projeto na categoria Em Desenvolvimento/Horizonte e vencedor do prêmio dado pelo Júri Oficial foi O Segredo de Sikán, com direção de Everlane Moraes e produção de Fernanda Vidigal, da empresa produtora Carapiá Filmes. O projeto levou o Troféu Horizonte e ganhou prêmios dos parceiros da 15ª CineBH e do 12º Brasil CineMundi: CTAv (empréstimo de câmera Black Magic e acessórios por quatro semanas), DOT (R$ 15.000 em serviços de finalização), MISTIKA (R$ 15.000 em serviços de pós-produção), Parati Filmes (800 euros em serviço de tradução de roteiros: português para francês) e Prêmio Edina Fujii – Naymovie (R$ 15.000 em serviços de locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria).

O júri, formado por Laís Bodanzky, diretora, roteirista e produtora; Fernanda Rennó, diretora de distribuição e produtora da Fidalgo Film; e Davide Oberto, curador e consultor do Torino Film Lab, justificou a escolha: “É um projeto que trata do fantástico, que tem uma ousadia na narrativa, que colocou Cuba, Brasil e Nigéria juntos e transportou-se para o nordeste brasileiro, o corpo da sua ideia para a própria cidade, com personalidade, vontade e criatividade da realizadora, representando muito a qualidade e a diversidade da cinematografia brasileira”.

O projeto Mãe Coragem, de Renata Jardim e Thiago B. Mendonça, venceu o World Cinema Fund (consultoria e mentoria intensivas para desenvolver uma estratégia completa em Design de Audiência) por se apresentar como “um documentário que nos revela elementos desconhecidos e urgentes, que move emoções e nos ajuda a compreender a história atual do Brasil remontando ao passado, num filme de muito potencial cinematográfico”.

O projeto Saudade Fez Morada Aqui Dentro, com direção de Haroldo Borges e produção de Paula Gomes, Ernesto Molinero e Marcos Bautista, ganhou o Prêmio Forte Filmes – Kuarup (acordo de distribuição para filme de longa-metragem, assessoria de imprensa e valor total de R$ 30.000, em parceria com a empresa de assessoria Fato Relevante) por “ser um filme surpreendente, pelas atuações, pelo tema, fotografia e pela enorme sensibilidade”.

O mineiro Palimpsesto, de André Di Franco, Lipe Canêdo e Luiz Malta, venceu o Prêmio Conecta (para participar do Conecta – International Documentary Industry Meeting da próxima edição do Chiledoc) e o Prêmio DocSP (para participar das Rodadas de Negócios na próxima edição do DocSP, ainda em 2021), por se tratar de um projeto que “comoveu por sua reflexão e respeito pela memória do país e do continente, através de um tratamento tão atrativo quanto provocador” e que “traz um risco na abordagem e na narrativa para falar de um incêndio num museu e refletir a fragilidade da memória”.

O projeto Nada a Fazer, com direção de Leandra Leal, também levou prêmios: DocMontevideo (participar dos meetings e do workshop na próxima edição do DocMontevideo, em 2022); e CTAv, Naymovie e DocBrasil Meeting, por ser “um exercício criativo que nasce na pandemia e traz a relação de uma mãe e sua filha, suas vidas na arte e o desafio de montar uma peça de Samuel Beckett para refletir sobre o ser humano, a família e o contexto da cultura no Brasil atual” e por “atingir o centro de questões existenciais complexas e promete uma exploração ousada das linguagens do cinema e do teatro e uma visão generosa das relações intergeracionais”.

O Prêmio CTAv Foco Minas foi para Sal na Ferida, dirigido por Felipe Vignoli e Francisco Cavancalti, enquanto o cearense A Estranha Familiar, de Natália Maia, ficou com o Prêmio Encuentros Biobiocine (encontro da indústria do BioBioCine Festival Internacional de Cinema). Por fim, o projeto Assexybilidade, de Daniel Gonçalves, ganhou o Prêmio Nuevas Miradas; e o pernambucano Diabos de Fernando, de Caio Dornelas, ficou com o Prêmio MAFF (Málaga Festival Fund & Co-production Event).

Conheça os vencedores do 12º Brasil CineMundi:

PRÊMIO WORLD CINEMA FUND

Mãe Coragem (SP)
Direção: Renata Jardim e Thiago B. Mendonça
Produção: Renata Jardim
Empresa Produtora: Memória Viva Produção de Imagem e Texto

PRÊMIO FORTE FILMES – KUARUP

Saudade Fez Morada Aqui Dentro (BA)
Direção: Haroldo Borges
Produção: Paula Gomes, Ernesto Molinero e Marcos Bautista
Empresa Produtora: Plano 3 Filmes

PRÊMIO CONECTA + PRÊMIO DocSP

Palimpsesto (MG)
Direção: André Di Franco, Lipe Canêdo e Luiz Malta
Produção: André Di Franco, Barbara Ferreira e Samuel Quinteiro
Empresa Produtora: Quarteto Filmes e Almôndega Filmes

PRÊMIO DocMontevideo

Nada a Fazer (RJ)
Direção: Leandra Leal
Produção: Carol Benjamin, Leandra Leal, Maria Barreto e Rita Toledo
Empresa Produtora: Daza Filmes

PRÊMIO CTAv, Naymovie e DocBrasil Meeting

Nada a Fazer (RJ)
Direção: Leandra Leal
Produção: Carol Benjamin, Leandra Leal, Maria Barreto e Rita Toledo
Empresa Produtora: Daza Filmes

PRÊMIO CTAv | FOCO MINAS

Sal na Ferida (MG)
Direção: Felipe Vignoli e Francisco Cavancalti
Produção: Renan Távora Soares
Empresa Produtora: Gangorra Filmes

PRÊMIO ENCUENTROS BIOBIOCINE

A Estranha Familiar (CE)
Direção: Natália Maia
Produção: Luciana Vieira
Empresa Produtora: Orla Filmes

PRÊMIO NUEVAS MIRADAS

Assexybilidade (RJ)
Direção: Daniel Gonçalves
Produção: Daniel Gonçalves e Roberto Berliner
Empresa Produtora: SeuFilme

PRÊMIO MAFF | PROJETO PARADISO

Diabos de Fernando (PE)
Direção: Caio Dornelas
Produção: Carla Francine
Empresa Produtora: 9 Oitavos

PRÊMIO DO JÚRI OFICIAL

O Segredo de Sikán (MG/BA)
Direção: Everlane Moraes
Produção: Fernanda Vidigal
Empresa Produtora: Carapiá Filmes

Foto: Leo Lara/Universo Produção.

Prêmio Platino 2021: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Javier Cámara: melhor ator por A Ausência que Seremos.

Foram revelados neste domingo, 03/10, os vencedores do 8º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas de 23 países.

A cerimônia, que aconteceu presencialmente em Madri, foi apresentada por Juana Acosta e Luis Gerardo Méndez. O ator mexicano Diego Luna, que foi premiado em 2019 pela série Narcos: México, foi homenageado com o Premio Platino de Honor pelo conjunto da obra.

Dirigido por Fernando Trueba, o drama colombiano A Ausência que Seremos, que recebeu onze indicações, foi o grande vencedor da noite com cinco prêmios, entre eles, melhor filme ibero-americano de ficção. A Chorona, de Jayro Bustamante, aparece na sequência, com três troféus.

Neste ano, o cinema brasileiro estava representado com: Três Verões, de Sandra Kogut, que rendeu uma indicação para Regina Casé na categoria de melhor atriz; a animação O Pergaminho Vermelho, de Nelson Botter Jr.; e o documentário Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz.

Conheça os vencedores do Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2021:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO
A Ausência que Seremos (El olvido que seremos), de Fernando Trueba (Colômbia)

MELHOR DIREÇÃO
Fernando Trueba, por A Ausência que Seremos

MELHOR ROTEIRO
A Ausência que Seremos, escrito por David Trueba

MELHOR ATRIZ
Candela Peña, por La boda de Rosa

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Nathalie Poza, por La boda de Rosa

MELHOR ATOR
Javier Cámara, por A Ausência que Seremos

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Alfredo Castro, por O Príncipe

MELHOR FILME DE ESTREIA IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO
Las niñas, de Pilar Palomero (Espanha)

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
La Gallina Turuleca, de Eduardo Gondell e Víctor Monigote (Espanha/Argentina)

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Agente Duplo (El Agente Topo), de Maite Alberdi (Chile/Espanha)

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Silenciadas, por Aránzazu Calleja e Maite Arrotajauregi

MELHOR EDIÇÃO
A Chorona (La llorona), por Jayro Bustamante e Gustavo Matheu

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
A Ausência que Seremos, por Diego López

MELHOR FOTOGRAFIA
A Chorona, por Nicolás Wong

MELHOR SOM
A Chorona, por Eduardo Cáceres Staackmann

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES
Agente Duplo, de Maite Alberdi (Chile/Espanha)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Pátria (Espanha) (HBO)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Andrés Parra, por O Maior Assalto

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Elena Irureta, por Pátria

MELHOR ATOR COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Christian Tappán, por O Maior Assalto

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Loreto Mauleón, por Pátria

MELHOR CRIADOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO
Aitor Gabilondo, por Pátria

Foto: Juan Naharro/Getty Images Europe.

Edna, de Eryk Rocha, é premiado no Festival Biarritz Amérique Latine 2021

por: Cinevitor
Documentário brasileiro premiado.

Foram anunciados neste sábado, 02/10, os vencedores da 30ª edição do Festival Biarritz Amérique Latine, evento realizado desde 1979 com o objetivo de promover o cinema latino-americano na França, além de oferecer oportunidades de distribuição e coprodução para os realizadores.

Neste ano, o documentário brasileiro Edna, de Eryk Rocha, recebeu o Prêmio do Júri Estudantil IHEAL. Na trama, à beira da rodovia Transbrasiliana, Edna vive em uma terra em ruínas, construída sobre massacres. Criada apenas pela mãe, ela experimenta, no seu corpo e nos corpos de seus descendentes, as marcas de uma guerra que nunca acabou: a guerra pela terra. Tecida a partir dos relatos e escritos de Edna no caderno que ela intitulou A História de Minha Vida, a narrativa híbrida transita, entre real e imaginário, por guerrilhas, desaparecimentos e desmatamentos, mas também pela força de mulheres, rios e matas que insistem em sobreviver.

Além disso, o cinema brasileiro também estava representado com: Capitu e o Capítulo, de Júlio Bressane, e Madalena, de Madiano Marcheti, na competitiva de longas de ficção; Igual/Diferente/Ambas/Nenhuma, de Fernanda Pessoa e Adriana Barbosa, na mostra competitiva de curtas; e O Empregado e o Patrão, de Manuel Nieto Zas, uma coprodução entre Uruguai, Argentina, Brasil e França, e a animação Tito e Os Pássaros, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto, em sessões especiais e fora de competição.

O time de jurados desta 30ª edição contou com: Antonin Baudry, Jean Echenoz e Pascale Ferran na mostra de longas de ficção; Annick Peigné-Giuly, Emmanuel Gras e Laetitia Mikles na mostra de documentários; Aurélie Chesné, Aurélien Vernhes-Lermusiaux e Romane Pangrazzi na mostra de curtas-metragens; Yohann Cornu, Jane Roger e Charlotte Uzu na mostra BAL-LAB; e Cédric Lépine, Bernard Payen e Bénédicte Prot no Prêmio Syndicat Français de la Critique de Cinéma.

Conheça os vencedores do Festival Biarritz América Latina 2021:

LONGA-METRAGEM | FICÇÃO

Prêmio Abrazo | Melhor Filme: Jesús López, de Maximiliano Schonfeld (Argentina/França)
Prêmio do Júri: Candela, de Andrés Farías Cintrón (República Dominicana/França)
Menção Especial do Júri: para as interpretações de Una película sobre parejas
Prêmio Syndicat Français de la Critique de Cinéma: Una película sobre parejas, de Natalia Cabral e Oriol Estrada (República Dominicana)
Prêmio do Público: Fanny Camina, de Alfredo Arias e Ignacio Masllorens (Argentina/França)

LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO

Melhor Filme: Qué Será Del Verano, de Ignacio Ceroi (Argentina)
Menção Especial: Vaychiletik, de Juan Javier Pérez (México)
Prêmio do Júri Estudantil IHEAL: Edna, de Eryk Rocha (Brasil)
Prêmio do Público: Cantos de Represión, de Marianne Hougen-Moraga e Estephan Wagner (Chile/Dinamarca/Holanda)

CURTA-METRAGEM

Melhor Filme: Entre Ellas, de Roxane Florin (México)
Menção Especial: La Luz de Masao Nakagawa, de Hideki Nakazaki (Peru/México)

BAL-LAB

Prêmio BAL-LAB de Documentário: Bea VII, de Natalia Garayalde (Argentina)
Prêmio BAL-LAB de Ficção: Godspeed Satan, de José Pablo Escamilla (México)
Menção Especial: What’s In The Air, de Laura Santullo e Rodrigo Plá (México)
Beca de desarrollo del CNC (5000 euros): On Top Of The Cliff, de Enrica Pérez (Peru)

Foto: Divulgação.

31° Cine Ceará divulga filmes selecionados para as mostras competitivas

por: Cinevitor
Marcélia Cartaxo em A Praia do Fim do Mundo, de Petrus Cariry.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 30/09, os filmes selecionados para a 31ª edição do Cine Ceará, que acontecerá entre os dias 27 de novembro e 3 de dezembro. Ao todo, 19 longas e curtas estão em competição nas mostras principais.

A Mostra Competitiva Ibero-americana de longa-metragem terá exibição presencial no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza, no Canal Brasil e no streaming do Globoplay + Canais ao Vivo. A Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem acontecerá no Cinema do Dragão. Para a programação presencial nos equipamentos da Secult-CE, geridos pelo Instituto Dragão do Mar, o festival seguirá os protocolos sanitários vigentes do setor de audiovisual/cinema, estabelecidos pelo Governo do Ceará por meio de decreto.

A curadoria da competitiva de longas do festival ficou a cargo de Margarita Hernandez, diretora de programação do evento, e a dos curtas foi feita pelo documentarista Vicente Ferraz. O cineasta Wolney Oliveira é o diretor executivo do Cine Ceará desde 1993.

Foram escolhidos seis longas inéditos no Brasil, sendo quatro com passagens por importantes festivais, além de dois brasileiros em première mundial. Ao todo, se inscreveram 234 produções de 16 países. Dentre os selecionados estão dois documentários. A coprodução entre Uruguai e Itália, Bosco, de Alicia Cano Menoni, exibido no IDFA: Festival Internacional de Documentários de Amsterdã, no Cannes Docs (Marché du Film), no Festival de Málaga e no Festival de Cinema de Trento, na Itália; o longa retrata uma vila florestal que está desaparecendo. Representando o Brasil, 5 Casas, de Bruno Gularte Barreto, apresenta cinco histórias de uma pequena cidade no sul do Brasil; o filme participou do IDFA, do Festival de Toulouse, do Biografilm, na Itália, e do Queer Lisboa.  

Duas ficções premiadas internacionalmente também estão na mostra de longas. Perfume de Gardênias, de Macha Colón, sobre uma idosa que busca maneiras de seguir adiante depois de uma perda, produção que conquistou o prêmio de melhor filme no Festival de Trinidad e Tobago, no Caribe, e foi exibido no Festival de Tribeca; e o equatoriano Vacío, de Paul Venegas, que acompanha dois jovens que se veem em uma encruzilhada, que venceu o prêmio de melhor longa-metragem no BAFICI, Festival Internacional de Cinema Independente de Buenos Aires, além de participar do Festival Internacional de Busan, na Coreia do Sul. 

Completam a lista dois longas brasileiros de ficção em première mundial no evento. Fortaleza Hotel, de Armando Praça; o diretor venceu o 29º Cine Ceará com Greta. Seu novo longa acompanha uma jovem camareira que tem seu caminho transformado por uma hóspede. E A Praia do Fim do Mundo, de Petrus Cariry, protagonizado por Marcélia Cartaxo, que mostra o avanço do mar destruindo casas e desabrigando famílias.  

Para a Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem foram selecionadas 13 produções de nove estados do Brasil, dentre os 879 inscritos de quase todo o Brasil. Entre os filmes estão duas ficções exibidas em festivais internacionais. Ato, de Bárbara Paz, que também assina a produção com Tatyana Rubim, é protagonizado por Alessandra Maestrini e Eduardo Moreira e estreou mundialmente no Festival de Veneza. Sideral, de Carlos Segundo, do Rio Grande do Norte, acompanha a expectativa de uma família para o lançamento de um foguete espacial; o curta disputou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e passou pelos festivais de Guadalajara, Telluride e Hamptons.

Também estão na lista outras cinco ficções, três representando São Paulo: Ausências, de Antônio Fargoni, sobre uma visita à família; Chão de Fábrica, de Nina Kopko, que mostra a greve de quatro mulheres em uma fábrica; e Como respirar fora d’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros, que retrata a relação de uma filha com o pai policial militar. Além de Encarnado, de Otávio Almeida e Ana Clara Ribeiro, do Piauí, que transita entre passado e presente, e Hawalari, de Cássio Domingos, de Goiás, sobre uma jovem indígena que vive no Centro-Oeste.  

Seis documentários concorrem na mostra de curtas. Os cearenses Foi um tempo de poesia, de Petrus Cariry, sobre o poeta Patativa do Assaré, e Alegoria dos Autômatos, de Josy Macedo e Clébson Francisco, que aborda o racismo estrutural. Completam a lista: O Durião Proibido, de Txai Ferraz, de Pernambuco, que traz uma história de amor na Tailândia; Mar Concreto, de Julia Naidin, do Rio de Janeiro, que relata o processo de avanço do mar sobre uma casa; O Amigo do Meu Tio, de Renato Turnes, de Santa Catarina, que fala sobre um primeiro amor de infância; e O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro, que acompanha uma senhora declarada morta por engano.  

Conheça os filmes selecionados para o 31º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema:

COMPETITIVA IBERO-AMERICANA | LONGA-METRAGEM

5 Casas, de Bruno Gularte Barreto (Brasil)
A Praia do Fim do Mundo, de Petrus Cariry (Brasil)
Bosco, de Alicia Cano Menoni (Uruguai/Itália)
Fortaleza Hotel, de Armando Praça (Brasil)
Perfume de Gardenias, de Macha Colón (Porto Rico/Colômbia)
Vacío, de Paul Venegas (Equador)

COMPETITIVA BRASILEIRA | CURTA-METRAGEM

Alegoria dos Autômatos, de Josy Macedo e Clébson Francisco (CE)
Ato, de Bárbara Paz (MG)
Ausências, de Antônio Fargoni (SP)
Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP)
Como respirar fora d’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros (SP)
Encarnado, de Otávio Almeida e Ana Clara Ribeiro (PI)
Foi um tempo de poesia, de Petrus Cariry (CE)
Hawalari, de Cássio Domingos (GO)
Mar Concreto, de Julia Naidin (RJ)
O Amigo do Meu Tio, de Renato Turnes (SC)
O Durião Proibido, de Txai Ferraz (PE)
O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro (MG)
Sideral, de Carlos Segundo (RN)

Foto: Divulgação.

25º Florianópolis Audiovisual Mercosul: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Cena de Achados Não Procurados, de Fabi Penna: premiado.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 29/09, os vencedores da 25ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul, FAM 2021 Reflexão, que este ano aconteceu, novamente, em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19.

A cerimônia de encerramento, com mais de 150 participantes on-line, foi transmitida ao vivo a partir do estúdio do festival montado no campus do Instituto Federal de Santa Catarina, com suporte da equipe de produção audiovisual da instituição, da IFSC TV, Departamento de Comunicação e Núcleo de Produção Digital (NPD).

A transmissão teve participação do diretor geral Antonio Celso dos Santos, do diretor de produção Tiago Santos, apresentação da diretora de comunicação Alissa Azambuja e participação virtual de Marilha Naccari, diretora de programação: “É com grande felicidade que estamos aqui nessa noite, mesmo com o desafio de ter um recém-nascido em casa, agradeço em poder participar de mais esta edição do FAM pois acredito na importância desse evento, até para o futuro do meu filho”, disse Marilha.

Ao todo, foram exibidos 50 filmes, de 12 países, e 36 atividades, incluindo painéis e palestras do 5º Encontro de Coprodução do Mercosul – ECM+LAB 2021, que teve 190 projetos participantes este ano, entre biblioteca de projetos, pitchings e reuniões, somando mais de 200 horas de negócios.

O Amor Dentro da Câmera, uma produção baiana, narra a história de amor de quase 60 anos entre Conceição e Orlando Senna, duas personalidades cuja vida é entrelaçada com o cinema brasileiro. O Júri Oficial da Mostra de Longas apontou a justificativa para o prêmio: “Pela delicadeza da abordagem, pela importância de ressaltar o amor, a arte e o cinema como componentes de resistência em tempos de intolerância, e pela habilidade de documentar o particular e o social com a mesma qualidade”. Lara Belov, uma das diretoras, agradeceu: “Foi um presente estar junto com vocês, que surpresa, foi um susto arretado! Esse prêmio é para pessoas muito especiais em nossas vidas”.

No Júri Popular, o prêmio foi para a ficção catarinense Achados Não Procurados, primeiro longa da diretora Fabi Penna, que estreou no festival: “Esse prêmio é muito importante para toda a equipe. Queremos um futuro com todos juntos, mesmo com nossas diferenças, mas todos juntos com o nosso cinema. Parabéns FAM, equipe, elenco, só temos a agradecer”.

O curta-metragem Bestia é inspirado em acontecimentos reais da vida de uma agente da polícia secreta durante a ditadura militar no Chile, e aborda com franqueza e coragem a brutalidade desumana da ditadura, considerou o Júri Oficial. Na Mostra WIP, de filmes em pós-produção, o filme vencedor pelo Júri Oficial foi Las Fronteras se Movian, dirigido por Marina Belaustegui Keller.

O projeto vencedor entre todos os apresentados no ECM+LAB foi O Curupira, de Helder Quiroga, que também recebe o prêmio de consultoria do Projeto Paradiso. A Morethan oferecerá consultoria para Hechiza, de Francisca Barraza.

Os mercados parceiros do FAM também premiaram projetos que irão participar de suas próximas edições. Alejandra Marano, do Sanfic Indústria, anunciou prêmios aos projetos de séries Mario Prata Entrevista Uns Brasileiros, de Leonardo Minozzo e Se for comprar um cavalo, vá a cavalo, de Gabriel Alvim. Os participantes do Salón de Cali, prêmio anunciado por Alina Hleap e Francisco Merino, serão os projetos Alta Venganza, de Diego Rougier, La Solapa, de Pablo Fernandez Crosa e Federico Ricaldon e El mar la mar, de Maria Paz Barragán Ugarteche. Para o Bolívia Lab o projeto participante será de Chapecó, Efapi Boul, de Daniela Farina.

O Júri Oficial foi formado por: Sandra Kogut, Celso Sabadin e Paula Zyngierman nas mostras de longas; Gilberto Scarpa, Helena Guerra e Leopoldo Muñoz na mostra de curtas; Federico Ambrosis, Sugey López Alcalde e Gerardo Guerra na mostra de curtas catarinense; Daniela Smith, Fernando Foulques e Sarahí Echeverría na mostra infantojuvenil; Silvia Beraldo, Couple of Things (Diana Boccara e Leo Longo) e Rubens Herbst na mostra de videoclipes; e Luiz Zanin, Magali Wistefelt e Ivan Stoessel na mostra Work in Progress.

Os filmes receberão o Troféu Panvision, concedido pela Associação Cultural Panvision aos ganhadores das categorias Júri Oficial e Popular ao melhor filme das mostras curtas, curtas catarinense, infantojuvenil, videoclipes e longas. A Mostra Rally Universitário foi premiada pelo Júri Popular e a WIP pelo Júri Oficial.

Os prêmios desta edição somam mais de R$ 100 mil e são oferecidos pelos parceiros do festival CiaRio/Naymovie, CineSupport, Mistika, Link Digital, Estúdio JLS, DOT, IndieCam, Projeto Paradiso, MoreThan, Bucareste, Navega, PluralTec/Plural Filmes, na forma de diárias de locação de equipamentos, serviços de finalização e atividades de formação profissional, além do prêmio RECAM.

O FAM tem a honra de entregar o prêmio concedido pela Reunião Especializada de Autoridades Cinematográficas e Audiovisuais do Mercosul – RECAM, que consiste em fornecer serviços para que os filmes sejam acessíveis a cegos ou com baixa visão, surdos ou com deficiência auditiva e inclui audiodescrição, janela de Libras (Língua Brasileira de Sinais), legendas em português e espanhol para pessoas surdas e ensurdecidas, além da exibição nas salas digitais RECAM; o filme escolhido foi El Intronauta, de Jose Arboleda, da mostra curtas.

Confira a lista completa com os vencedores do FAM 2021:

MOSTRA LONGAS FICÇÃO MERCOSUL + DOC-FAM

Melhor Filme | Júri Popular: Achados Não Procurados, de Fabi Penna (Brasil, SC)
Melhor Filme | Júri Oficial: O Amor Dentro da Câmera, de Jamille Fortunato e Lara Beck Belov (Brasil, RJ/BA)

MOSTRA CURTAS

Melhor Filme | Júri Popular: Quantos Mais?, de Lucas de Jesus (BA)
Melhor Filme | Júri Oficial: Bestia, de Hugo Covarrubias (Chile)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE

Melhor Filme | Júri Popular: Espelho Espelho Meu, de Laura Bassani (Palhoça)
Melhor Filme | Júri Oficial: A Árvore de Alfajor, de Marcela Soares (Florianópolis/São José)

MOSTRA INFANTOJUVENIL

Melhor Filme | Júri Popular: Pingüino y ballena, de Ezequiel Torres e Pablo Roldán (Argentina)
Melhor Filme | Júri Oficial: Clara de Huevo, de Sol Infante Zamudio e Andrea Treszczan Azar (Uruguai)

MOSTRA VIDEOCLIPE

Júri Popular: Breathe, de Francesco Santalucia; por Fernando Haddad e Larissa Korolkovas (Brasil, SP)
Júri Oficial: Sinal Fechado, de Getúlio Abelha; por Lucas Sá (Brasil, MA)

WIP (Work in Progress)

Las Fronteras se Movian, de Marina Belaustegui Keller (Argentina)

RALLY UNIVERSITÁRIO

El gran día, de Hanna Valentina Gómez (Florianópolis)

ECM+LAB

O Curupira, de Helder Quiroga

Foto: Divulgação.

28º Festival de Cinema de Vitória: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Alessandra Maestrini no curta Ato, de Bárbara Paz.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 29/09, os filmes selecionados para a 28ª edição do Festival de Cinema de Vitória, o maior evento de cinema e audiovisual do Espírito Santo, que acontecerá entre os dias 23 e 28 de novembro, em formato on-line em função dos protocolos de segurança referentes à pandemia de Covid-19.

Neste ano, foram selecionados 92 filmes, entre longas e curtas-metragens, que serão exibidos em 12 mostras, 11 competitivas e uma fora de competição. Os trabalhos escolhidos pela Comissão de Seleção concorrem ao Troféu Vitória em 32 categorias. A escolha dos vencedores é feita pelas comissões de Júri do Festival, compostas por especialistas e profissionais do cinema, além da votação pelo Júri Popular.

Foram selecionados 20 filmes de realizadores negros e negras; 27 filmes dirigidos por mulheres, sendo cinco dirigidos por mulheres negras; 29 filmes com temática de diversidade sexual; além de nove filmes universitários. Além dos selecionados, o 28º Festival de Cinema de Vitória irá exibir três longas-metragens convidados que serão apresentados fora de competição. 

Para Lucia Caus, diretora do Festival de Cinema de Vitória, os filmes escolhidos pela Comissão de Seleção representam a pluralidade da produção recente do audiovisual produzido no país: “A curadoria tem um olhar cuidadoso sobre os diversos gêneros da produção cinematográfica brasileira contemporânea. É sempre um desafio e, ao mesmo tempo, um prazer, dar visibilidade para tantos filmes e ver de perto todo o potencial criativo dos nossos realizadores”.

Os filmes escolhidos pela curadoria do festival serão distribuídos em 12 janelas de exibição. Entre elas, estão a 25ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, com uma seleção de títulos da safra recente do cinema brasileiro; a 11ª Mostra Competitiva Nacional de Longas, que contará com a exibição de seis filmes na competitiva; a 11ª Mostra Quatro Estações, com produções que abordam a temática da diversidade sexual; a 10ª Mostra Foco Capixaba, janela exclusiva para realizadores do Espírito Santo; a 10ª Mostra Corsária, com filmes que apresentam pesquisas de linguagem da estética cinematográfica; e a 8ª Mostra Outros Olhares, que propõe a observação da construção de novos mundos a partir de experiências particulares. 

Duas janelas temáticas completam meia década de exibição este ano: a 6ª Mostra Mulheres no Cinema, sessão com filmes dirigidos exclusivamente por mulheres e que aborda as questões de gênero, valorizando a atuação feminina por trás das câmeras; e a 6ª Mostra Cinema e Negritude, com filmes produzidos exclusivamente por realizadores negros e que tratam das mais diversas narrativas que atravessam a população negra no Brasil.

A 5ª Mostra Nacional de Videoclipes apresenta produções de gênero experimental por excelência e que fundem música e audiovisual; a 4ª Mostra Nacional de Cinema Ambiental abre espaço para o debate sobre sustentabilidade e questões ambientais. Já a 3ª Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico traz o terror para o evento. Fora de competição, a 12ª janela do evento é a 4ª Mostra Cinema de Bordas. 

A Comissão de Seleção do 28º Festival de Cinema de Vitória é formada por profissionais de reconhecida trajetória no meio audiovisual. São eles: a curadora, cineasta e produtora oriunda do curso de Cinema da UFF, Flavia Candida; o cineasta, escritor e pesquisador na área audiovisual, doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ, e professor do POSCOM, da Ufes, Erly Vieira Jr; e o produtor audiovisual e curador Waldir Segundo (25ª Mostra Competitiva Nacional de Curtas, 11ª Mostra Quatro Estações, 10ª Mostra Foco Capixaba, 10ª Mostra Corsária, 8ª Mostra Outros Olhares).

E mais: a produtora cultural e jornalista Leila Bourdoukan e o professor no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gilberto Alexandre Sobrinho (11ª Mostra Competitiva Nacional de Longas); a escritora, ilustradora, diretora e roteirista Saskia Sá e a educadora e pesquisadora Bárbara Cazé (6ª Mostra Mulheres no Cinema); a curadora, cineasta e produtora oriunda do curso de Cinema da UFF, Flavia Candida e o professor no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Gilberto Alexandre Sobrinho (6ª Mostra Cinema e Negritude); o jornalista, publicitário e produtor cultural Luiz Eduardo Neves e a mestre em educação pela UERJ e professora dos cursos técnicos em Rádio e TV, Suellen Vasconcelos (5ª Mostra Nacional de Videoclipes); a cineclubista, roteirista, produtora e realizadora de audiovisual Margarete Taqueti e o cineasta e ambientalista Jefferson de Albuquerque Junior (4ª Mostra de Cinema Ambiental); a escritora, pesquisadora e curadora Bernadette Lyra (4ª Mostra Cinema de Bordas); e o produtor audiovisual e curador Waldir Segundo (3ª Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico).

O 28º Festival de Cinema de Vitória segue em formato on-line e as mostras serão exibidas novamente na plataforma InnSaei.TV, que transmitiu o evento em 2020: “As mostras em formato on-line são uma oportunidade de fomentar ainda mais o acesso às produções de curta e longa-metragem. O espectador tem a possibilidade de assistir aos filmes de qualquer parte do Brasil, o que democratiza ainda mais o acesso”, disse Lucia Caus. Cada filme ficará disponível durante 24 horas, de acordo com a grade de programação, que será divulgada em breve, com as personalidades que serão homenageadas nesta edição.

Conheça os filmes selecionados para o 28º Festival de Cinema de Vitória: 

25ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS

A Cambonagem e o Incêndio Inevitável, de Castiel Vitorino Brasileiro e Roger Ghil (ES)
Ato, de Bárbara Paz (MG)
Bestiário Invisível, de Tati Rabelo e Rodrigo Linhales (ES)
Calmaria, de Leonardo Catapreta (MG)
Cenas de Infância, de Kimberly Palermo (RJ)
Cercanias/Gatos, de Sérgio Andrade (AM)
Cinco Fitas, de Heraldo de Deus e Vilma Martins (BA)
Coleção Preciosa, de Rayssa Coelho e Filipe Gama (BA)
De Vez em Quando eu Ardo, de Carlos Segundo (MG)
Faz Vinte Anos, de Tati Franklin (ES)
Gargaú, de Bruno Ribeiro (RJ)
Hawalari, de Cassio Domingos (GO)
Meus Santos Saúdam Teus Santos, de Rodrigo Antônio (PA)
Muxarabi, de Natália Maia e Samuel Brasileiro (CE)
O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader (AM)
O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro (MG)
Per Capita, de Lia Letícia (PE)
Portugal Pequeno, de Victor Quintanilha (RJ)
Praia dos Tempos, de Luan Santos (BA)
Prata, de Lucas Melo (RJ)
Três Graças, de Luana Laux (ES)
Usina-Desejo Contra a Indústria do Medo, de Amanda Seraphico, Clarissa Ribeiro e Lorran Dias (RJ)
Vagalumes, de Léo Bittencourt (RJ)

11ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS

A Mesma Parte de um Homem, de Ana Johann (PR)
A Última Cidade, de Victor Furtado (CE)
Máquina do Desejo – Os 60 Anos do Teatro Oficina, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro (SP)
Mirador, de Bruno Costa (PR)
Mulher Oceano, de Djin Sganzerla (RJ)
Noites de Alface, de Zeca Ferreira (RJ)

11ª MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES

Cacicus, de Bruno Cabral e Gabriela Dullius (RS)
Letícia, Monte Bonito, 04, de Julia Regis (RS)
Macho Carne, de George Pedrosa (MA)
O Fio de Ariadne, de Mozart Freire e Ton Martins (CE)
O Nascimento de Helena, de Rodrigo Almeida (RN)
Time de Dois, de André Santos (RN)

10ª MOSTRA CORSÁRIA

Atlântida, de Diego Locatelli (SP)
Casa de um Corpo Gasoso, de Bruno Moreno (PI)
Há um Profeta nas Olaias, Tomem Cuidado!, de Lucas Camargo de Barros (SP)
Minha Bateria Está Acabando e Está Ficando Tarde, de Rubiane Maia e Tom Nóbrega (ES/SP)
Mormaço, de Carol Lima (PE)
Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE)
Presente Maravilha, de Jeã Santos (RJ)
Todos os Rostos que Amo se Parecem, de Davi Mello e Deborah Perrota (MG)

10ª MOSTRA FOCO CAPIXABA

Ausência, de Ricardo Sá (ES)
Chamada a Cobrar, de Edson Ferreira (ES)
Metamorfose Concreta, de Carol Covre, Larissa Barreto e Narjara Portugal (ES)
Nostalgia, de Raphael Araújo (ES)
Quimera, de Luísa Costa Miranda (ES)
Uma Noite Sem Lua, de Castiel Vitorino Brasileiro (ES)

8ª MOSTRA OUTROS OLHARES

1º Turno, de Clementino Junior (RJ)
A Balada da Nobre Senhora, de Hsu Chien (RJ)
A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)
A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva (DF)
Ouro para o Bem do Brasil, de Gregory Baltz (RJ)
Utopia, de Rayane Penha (AP)

6ª MOSTRA MULHERES NO CINEMA

Em Caso de Fogo, Pegue o Elevador, de Fernanda Reis (RS)
Espero o Dia da Nossa Independência, de Bruna Carvalho Almeida e Brunna Laboissière (SP)
Fora de Época, de Laís Catalano Aranha e Drica Czech (SP)
O Peixe, de Natasha Jascalevich (RJ)

6ª MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE

25 Anos Sem Asfalto, de Fabi Andrade (SP)
Às Vezes que Não Estou Lá, de Dandara de Morais (PE)
Forrando a Vastidão, de Higor Gomes (MG)
Olhos de Cachoeira, de Adler Paz (BA)

5ª MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES

Ararinha da Viola, de Letícia Pires (Artista: Isis Broken)
Bruta, de Raymundo Calumby (Artista: Sandyalê)
BXD Existe, de Pamela Ohnitram (Artista: Xuxu ComXis feat. Adrielle Vieira & Tiago Tk)
Come, de Flora Fiorio (Artista: Dan Abranches e Pe Lopes)
Corpo a Corpo, de Jessika Goulart (Artista: Canto Cego)
Dis-ritmia, de Thais Lima (Artista: Criolina, Estrela Leminski e Téo Ruiz)
É só me Chamar, de Lucas Sá (Artista: Paolo Ravley)
Flores e Rifles, de Raphael Correa (Artista: Gustavo Rosseb)
Goat Talk., de Diego Capeletti (Artista: AXANT)
Lockdown, de Rodrigo Herenio Franco (Artista: Carga Pezada)
Não Conserve a Dor, de Eduardo Christofoli (Artista: Black Bell Tone)
Os Cara Tão de Brincadeira, de Matheus Fighera (Artista: Igor Fuchs)
Salomé, de Drica Czech e Laís Catalano Aranha (Artista: Naiá Camargo)
Tá Vendo seu Moço?, de Juliana Segóvia e Pedro Brites (Artista: Karola Nunes)
The Wolves Are Never Tired, de Thais Siqueira (Artista: Luana di Angelo)

4ª MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL

Dois Riachôes – Cacau e Liberdade, de Fellipe Abreu e Patrícia Moll (BA)
Nonna, de Maria Augusta Vilalba Nunes (SC)
Tapajós Ameaçado, de Thomaz Pedro (SP)
What About Our Future?, de Cláudio Cruz e Jaime Leigh Gianopoulos (Canadá)
Yaõkwa, Imagem e Memória, de Rita Carelli e Vincent Carelli (PE)

3ª MOSTRA DO OUTRO LADO – CINEMA FANTÁSTICO

AR, de Marcelo Oliveira e William Oliveira (PE)
Jamary, de Begê Muniz (AM)
Magnético, de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt (SC)
Nunca Mais Me Vi, de Demerson Souza e Laysla Brigatto (SP)
Planta Baixa, de Clara Martins Hermeto (SP)
Um Espinho de Marfim, de Luis Fernando Bruno (RJ)

FORA DE COMPETIÇÃO:

4ª MOSTRA DE CINEMA DE BORDAS

Amor Sangue Dor, de Magnum Borini (SP)
A Última Porta, de Milton Santos
Jogo de Ideias, por Claudiney Ferreira entrevista Seu Manoelzinho 

SESSÃO ESPECIAL DE ABERTURA

A Matéria Noturna, de Bernard Lessa (ES)

SESSÃO ESPECIAL

Limiar, de Coraci Ruiz (SP)

SESSÃO ESPECIAL DE ENCERRAMENTO

Espero que Esta te Encontre e que Estejas Bem, de Natara Ney (RJ/PE)

Foto: Divulgação.

Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2021: conheça os indicados

por: Cinevitor
Marcélia Cartaxo em Pacarrete, de Allan Deberton: quinze indicações.

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais divulgou nesta terça-feira, 28/09, a lista com os indicados ao 20º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que acontecerá no dia 28 de novembro com cerimônia transmitida pela TV Cultura.

Os finalistas concorrem ao Troféu Grande Otelo em 31 categorias e foram escolhidos em votação pelos sócios da Academia. Neste ano, Boca de Ouro, de Daniel Filho, e Pacarrete, de Allan Deberton, são os longas com maior número de indicações: quinze cada; A Divisão, de Vicente Amorim, aparece na sequência com oito indicações.

A lista reúne mais de 900 profissionais indicados, 20 longas-metragens brasileiros e 10 longas estrangeiros. Ao todo, também estão na disputa 18 curtas brasileiros (6 de ficção, 7 documentários e 5 de animação) e 16 séries. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é votado por profissionais das mais diversas áreas do setor que são associados à Academia, entidade aberta a toda a classe.

Em comunicado oficial, Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, disse: “O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro celebra a diversidade da nossa indústria, representada por todas as gerações de realizadores do país inteiro. E tem como tema, este ano, a preservação e a memória do audiovisual”.

Em 2021, foram inscritos 45 longas de ficção (incluindo infantis e animação), 20 longas documentários, 51 curtas-metragens, 44 séries brasileiras, 35 longas-metragens internacionais, 6 longas ibero-americanos. Os vencedores serão escolhidos no segundo turno, com votação entre os sócios da Academia. Além disso, o público elege seu filme favorito entre os longas brasileiros finalistas de ficção (drama e comédia) e documentário; a votação começa no dia 28 de outubro pela internet.

O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é organizado e votado pelos próprios profissionais do setor, uma forma da própria classe celebrar o seu trabalho e dar o devido reconhecimento ao talento de seus profissionais; a premiação é anual. Contribui para a elevação e a promoção do cinema brasileiro junto à população e ao público do país, através do reconhecimento da qualidade técnica e artística de seus filmes e da confraternização entre os profissionais da indústria.

O processo de definição dos vencedores do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é dividido em duas etapas: indicação e premiação. A partir de 2004, a votação passou a ser feita via internet, pelos sócios da Academia, que recebem uma senha eletrônica para votar pela internet.

Na fase de indicação são escolhidas as cinco obras e profissionais representantes de cada categoria que passarão para a etapa seguinte. A escolha é feita pelos sócios através de uma cédula de votação eletrônica com a lista completa de todos os concorrentes. Terminado o processo de apuração do primeiro turno, uma nova relação com os cinco escolhidos em cada categoria é enviada aos sócios que escolhem, então, os vencedores. Nas duas etapas a votação é secreta e a abertura das cédulas, bem como a apuração dos votos, são realizadas pela PwC.

Conheça os indicados ao 20º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO
A Divisão, de Vicente Amorim
A Febre, de Maya Da-Rin
Boca de Ouro, de Daniel Filho
Cidade Pássaro, de Matias Mariani
Pacarrete, de Allan Deberton

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz
Dentro da Minha Pele, de Toni Venturi e Val Gomes
Fico te Devendo uma Carta sobre o Brasil, de Carol Benjamin
Fotografação, de Lauro Escorel
Partida, de Caco Ciocler

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA
Carlinhos e Carlão, de Pedro Amorim
De Perto Ela Não é Normal, de Cininha de Paula
Não Vamos Pagar Nada, de João Fonseca
No Gogó do Paulinho, de Roberto Santucci
Os Espetaculares, de André Pellenz
Pacarrete, de Allan Deberton

MELHOR LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO 
Os Under Undergrounds, o Começo, de Nelson Botter Jr.
Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma, de Ale McHaddo

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL 
10 Horas para o Natal, de Cris D’Amato
O Melhor Verão das Nossas Vidas, de Adolpho Knauth

MELHOR DIREÇÃO
Ana Luiza Azevedo, por Aos Olhos de Ernesto
Daniel Filho, por Boca de Ouro
Geraldo Sarno, por Sertânia
Jeferson De, por M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida
Sandra Kogut, por Três Verões
Vicente Amorim, por A Divisão

MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM
Allan Deberton, por Pacarrete
Bárbara Paz, por Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou
Djin Sganzerla, por Mulher Oceano
Matias Mariani, por Cidade Pássaro
Maya Da-Rin, por A Febre

MELHOR ATRIZ
Andrea Beltrão, por Verlust
Lorena Comparato, por Boca de Ouro
Malu Mader, por Boca de Ouro
Marcélia Cartaxo, por Pacarrete
Regina Casé, por Três Verões

MELHOR ATOR
Flavio Bauraqui, por Abraço
Irandhir Santos, por Fim de Festa
Marcos Palmeira, por Boca de Ouro
Rogério Fróes, por Três Verões
Silvio Guindane, por Boca de Ouro
Silvio Guindane, por A Divisão

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Berta Loran, por Jovens Polacas
Denise Fraga, por Música para Morrer de Amor
Gisele Fróes, por Três Verões
Hermila Guedes, por Fim de Festa
Soia Lira, por Pacarrete
Zezé Motta, por M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida
Zezita Matos, por Pacarrete

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Flavio Bauraqui, por Não Vamos Pagar Nada
Flavio Bauraqui, por Macabro
Flavio Migliaccio, por Jovens Polacas
Guilherme Fontes, por Boca de Ouro
João Miguel, por Pacarrete
Otávio Müller, por Três Verões

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Aos Olhos de Ernesto, escrito por Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, escrito por Maria Camargo e Bárbara Paz
Cidade Pássaro, escrito por Matias Mariani, Chika Anadu, Francine Barbosa, Julia Murat, Maíra Bühler e Roberto Winter
Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro
Três Verões, escrito por Sandra Kogut e Iana Cossoy Paro

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Boca de Ouro, escrito por Euclydes Marinho
Jovens Polacas, escrito por Alex Levy-Heller
M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, escrito por Jeferson De e Felipe Sholl
Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma, escrito por Ale McHaddo
Verlust, escrito por Esmir Filho e Ismael Caneppele

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
A Divisão, por Gustavo Hadba
A Febre, por Barbara Alvarez
Boca de Ouro, por Felipe Reinheimer
Macabro, por Azul Serra
Pacarrete, por Beto Martins

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
A Divisão, por Daniel Flaksman
A Febre, por Ana Paula Cardoso
Boca de Ouro, por Mario Monteiro
Pacarrete, por Rodrigo Frota
Sertânia, por Ana Dominoni

MELHOR FIGURINO
Boca de Ouro, por Kika Lopes
Jovens Polacas, por Sol Azulay
Macabro, por Ana Avelar
Pacarrete, por Chris Garrido
Sertânia, por Ana Dominoni

MELHOR MAQUIAGEM
Aos Olhos de Ernesto, por Britney Federline
Boca de Ouro, por Adriano Manques
Jovens Polacas, por Sid Andrade
M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, por Sonia Penna
Pacarrete, por Tayce Vale

MELHOR EFEITO VISUAL
A Divisão, por Marcelo Siqueira
A Febre, por Hoël Sainleger
Boca de Ouro, por Marcelo Siqueira
Cidade Pássaro, por Fabio Souza
M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, por Bernardo Neder

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO
A Febre, por Karen Akerman
Aos Olhos de Ernesto, por Giba Assis Brasil
Boca de Ouro, por Diana Vasconcellos
Pacarrete, por Joana Collier
Três Verões, por Sérgio Mekler e Luisa Marques

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
Aquecimento Global, por Fabio Santos
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, por Cao Guimarães e Bárbara Paz
Dentro da Minha Pele, por Marcola Marinho e Paulo Alberto
Fico te Devendo uma Carta sobre o Brasil, por Marília Moraes e Isabel Castro
Fotografação, por Idê Lacreta
Os 8 Magníficos, por Domingos Oliveira e Victor Magrath
Soldado Estrangeiro, por Jordana Berg

MELHOR SOM
A Divisão, por José Moreau Louzeiro, Lucas Marcier, Fabiano Krieger e Paulo Gama
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, por Rodrigo Ferrante, Miriam Biderman e Ricardo Reis
Cidade Pássaro, por Gabriela Cunha, Xavier Thibault e Gilles Bernadeau
Macabro, por José Moreau Louzeiro, Tomás Alem, Bernardo Uzeda, Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro
Pacarrete, por Márcio Câmara, Cauê Custódio e Rodrigo Ferrante

MELHOR TRILHA SONORA
Abraço, por André Abujamra e Eron Guarnieri
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, por Bárbara Paz e O Grivo
Boca de Ouro, por Berna Ceppas
Fim de Festa, por DJ Dolores
Pacarrete, por Fred Silveira

MELHOR SÉRIE ANIMAÇÃO TV PAGA/OTT
Rocky & Hudson: Os Caubóis Gays (1ª Temporada) (Canal Brasil)
Senninha na Pista Maluca (2ª Temporada) (Gloob)
Zuzubalândia (2ª Temporada) (Cartoon Network, Boomerang e Tooncast)

MELHOR SÉRIE DOCUMENTÁRIO TV PAGA/OTT
Amarelo Prisma (1ª Temporada) (GNT)
Anitta: Made In Honório (1ª Temporada) (Netflix)
Cientistas Brasileiros Entre os Melhores (1ª Temporada) (Looke)
Favela Gay – Periferia LGBTQI+ (1ª Temporada) (Canal Brasil)
Milton e o Clube da Esquina (1ª Temporada) (Canal Brasil)

MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV PAGA/OTT
Bom Dia, Verônica (1ª Temporada) (Netflix)
Detetives do Prédio Azul (14ª Temporada) (Gloob)
Hard (1ª Temporada) (HBO)
Os Últimos Dias de Gilda (1ª Temporada) (Canal Brasil)
Um Contra Todos (4ª Temporada) (Fox)

MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV ABERTA
Gilda, Lucia e o Bode (1ª Temporada) (TV Globo)
Sob Pressão – Plantão Covid (Temporada Especial) (TV Globo)
Tá Puxado (1ª Temporada) (TV Jornal/SBT)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO
1 Peixe para 2, de Chia Beloto (PE)
Mãtãnãg, A Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
O Homem das Gavetas, de Duda Rodrigues (SP)
Subsolo, de Otto Guerra e Erica Maradona (RS)
Tandem, de Vivian Altman (SP)

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO
À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente, de Bruna Barros e Bruna Castro (BA)
Cinema Contemporâneo, de Felipe André Silva (PE)
Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha de Souza (DF)
In memoriam – O roteiro do gravador, de Sylvio Lanna (RJ)
Minha História é Outra, de Mariana Campos (RJ)
O que Pode um Corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)
Rua Augusta, 1029, de Mirrah da Silva (SP)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO
5 Estrelas, de Fernando Sanches (SP)
A Barca, de Nilton Resende (AL)
Egum, de Yuri Costa (RJ)
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)
Receita de Caranguejo, de Issis Valenzuela (SP)
República, de Grace Passô (SP)

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO
Monos, Entre o Céu e o Inferno, de Alejandro Landes (Colômbia)
O Filme de Bruno Aleixo, de João Moreira e Pedro Santo (Portugal)
O Roubo do Século (El Robo del Siglo), de Ariel Winograd (Argentina)
Pornô para Principiantes, de Carlos Ameglio (Uruguai/Argentina/Brasil)
Tarde para Morrer Jovem (Tarde para Morir Joven), de Dominga Sotomayor (Chile/Brasil/Holanda/Qatar)

MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
Apocalypse Now: Final Cut, de Francis Ford Coppola (EUA)
Jojo Rabbit, de Taika Waititi (EUA/Nova Zelândia/República Checa)
O Farol (The Lighthouse), de Robert Egges (Canadá/EUA/Brasil)
O Pai (Bashtata), de Kristina Grozeva e Petar Valchanov (Bulgária/Grécia)
Você Não Estava Aqui (Sorry We Missed You), de Ken Loach (Reino Unido)

Com sede no Rio de Janeiro e representatividade nacional, a Academia Brasileira de Cinema, que este ano passa a se chamar Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, é uma entidade independente criada no dia 20 de maio de 2002 com a finalidade, entre outras, de instituir o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e contribuir para a discussão, promoção e fortalecimento da indústria audiovisual em todo o Brasil.

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais foi reconhecida, em 2020, pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences como única entidade credenciada para indicar o filme que representa o cinema brasileiro na categoria de melhor filme internacional no Oscar, sem qualquer tutela do governo que esteja no poder. A Academia também é a representante oficial do Brasil junto à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha para escolher o longa-metragem brasileiro que concorre à categoria de melhor filme ibero-americano no Prêmio Goya.

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais é presidida por Jorge Peregrino e a diretoria é composta por Paulo Mendonça (diretor vice-presidente), Alexandre Duvivier, Bárbara Paz, Iafa Britz e Renata Almeida Magalhães.

Foto: Luiz Alves.

Spencer, com Kristen Stewart, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor
Kristen Stewart interpreta a princesa Diana nas telonas.

Depois de passar pelos festivais de Veneza, Toronto e Telluride, e já considerado uma das apostas para o Oscar 2022, Spencer, dirigido pelo chileno Pablo Larraín, de O Clube, Neruda e Jackie, chega aos cinemas brasileiros no dia 11 de novembro com distribuição da Diamond Films.

Com roteiro de Steven Knight, indicado ao Oscar por Coisas Belas e Sujas, o longa narra o que poderia ter acontecido nos últimos dias do casamento da princesa Diana, interpretada por Kristen Stewart, com o príncipe Charles, vivido por Jack Farthing.

Embora haja muitos rumores de casos e de divórcio, em um casamento que esfriou há muito tempo, a paz foi ordenada para as festividades de Natal em Sandringham House, a casa de campo da Família Real. O evento é repleto de comida e bebida, tiro e caça. Diana conhece as regras do jogo de aparências. Mas este ano, as coisas serão muito diferentes.

O elenco conta também com Timothy Spall, Sean Harris, Sally Hawkins, Jack Nielen, Freddie Spry, Stella Gonet, Richard Sammel, Elizabeth Berrington, entre outros.

Confira o trailer de Spencer:

Foto: Divulgação.

69º Festival de San Sebastián: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Melhor interpretação: Jessica Chastain, por The Eyes of Tammy Faye.

Foram anunciados neste sábado, 25/09, os vencedores da 69ª edição do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián. A produção romena Crai Nou (Blue Moon), de Alina Grigore, recebeu a Concha de Ouro de melhor filme, prêmio máximo do evento.

Neste ano, o Júri Oficial foi presidido pela cineasta Dea Kulumbegashvili, que foi premiada no festival no ano passado, e contou também com: Maite Alberdi, cineasta chilena; Audrey Diwan, cineasta francesa que recebeu o Leão de Ouro, em Veneza, neste ano; Susi Sánchez, atriz espanhola; e Ted Hope, produtor americano.

O cinema brasileiro marcou presença nesta edição com diversos títulos, entre eles, Noche de Fuego, de Tatiana Huezo, uma coprodução entre México, Alemanha, Brasil (Desvia) e Qatar, que recebeu o prêmio de melhor filme da mostra Horizontes Latinos; além de outros dois prêmios paralelos. O longa será distribuído pela Vitrine Filmes.

A cerimônia de encerramento, apresentada por Edurne Ormazabal e Alberto San Juan, contou com a exibição do suspense Las leyes de la frontera, dirigido pelo cineasta espanhol Daniel Monzón. Além dos filmes, o festival também presta homenagens a grandes nomes da sétima arte com o Prêmio Donostia, que este ano foi entregue para a atriz francesa Marion Cotillard e para o ator americano Johnny Depp. O cartaz oficial desta edição foi estampado pela atriz Sigourney Weaver, que já foi homenageada em 2016.

Conheça os vencedores do Festival Internacional de Cinema de San Sebastián 2021:

CONCHA DE OURO | MELHOR FILME
Crai Nou (Blue Moon), de Alina Grigore (Romênia)

CONCHA DE PRATA | MELHOR DIREÇÃO
Tea Lindeburg, por Du som er i himlen (As in Heaven)

CONCHA DE PRATA | MELHOR INTERPRETAÇÃO (empate)
Flora Ofelia Hofmann Lindahl, por Du som er i himlen (As in Heaven), e Jessica Chastain, por The Eyes of Tammy Faye

CONCHA DE PRATA | MELHOR INTERPRETAÇÃO COADJUVANTE
Elenco de Quién lo impide

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
Earwig, de Lucile Hadzihalilovic (Reino Unido/França/Bélgica)

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR ROTEIRO
Benediction, escrito por Terence Davies

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FOTOGRAFIA
Enquête sur un Scandale d’Etat (Undercover), por Claire Mathon

PRÊMIO NEW DIRECTORS
Melhor Filme: Nich’ya (Unwanted), de Lena Lanskih (Rússia)
Menção Especial: Carajita, de Silvina Schnicer e Ulises Porra (República Dominicana/Argentina)

PRÊMIO HORIZONTES LATINOS
Melhor Filme: Noche de Fuego, de Tatiana Huezo (México/Alemanha/Brasil/Qatar)

PRÊMIO  ZABALTEGI-TABAKALERA
Melhor Filme: Vortex, de Gaspar Noé (França)
Menção Especial: Eles transportan a morte, de Helena Girón e Samuel M. Delgado (Espanha/Colômbia)

PRÊMIO NEST
Melhor Filme: U šumi (In the Woods), de Sara Grgurić (Croácia)
Menção Especial: Podul de piatrâ (Pont de pedra), de Artur-Pol Camprubí (Espanha)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME | CITY OF DONOSTIA
Petite Maman, de Céline Sciamma (França)

JÚRI POPULAR | MELHOR FILME EUROPEU | CITY OF DONOSTIA
Ouistreham (Between Two Worlds), de Emmanuel Carrère (França)

PRÊMIO FIPRESCI
Quién lo impide, de Jonás Trueba (Espanha)

IRIZAR BASQUE FILM AWARD
Melhor Filme: Maixabel, de Iciar Bollaín (Espanha)
Menção Especial: Kuartk Valley, de Maider Oleaga (Espanha)

SIGNIS AWARD
Melhor Filme: Maixabel, de Iciar Bollaín (Espanha)
Menção Especial: Quién lo impide, de Jonás Trueba (Espanha)

SEBASTIANE AWARD
The Power of the Dog, de Jane Campion (Nova Zelândia/Austrália)

YOUTH AWARD
Mass, de Fran Kranz (EUA)

*Clique aqui e confira a lista completa com os premiados em outras categorias paralelas.

Foto: Montse Castillo.

Conheça os vencedores do Queer Lisboa 2021; filmes brasileiros são premiados

por: Cinevitor
Grace Passô em Vaga Carne: melhor filme da mostra Queer Art.

Foram anunciados neste sábado, 25/09, os vencedores da 25ª edição do Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer, que tem como proposta exibir filmes de temática gay, lésbica, bissexual, transgênero, transexual, intersexo e de outras sexualidades e identidades não normativas.

O cinema brasileiro, que marcou presença com diversas produções, se destacou na premiação. Na mostra de longas-metragens, com júri formado por Fátima Ribeiro, Jenny Larrue e Manuel Moreira, Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa, recebeu Menção Especial: “Sob uma aparente simplicidade técnica e partindo de uma estrutura narrativa mais teatral que cinematográfica, Até o Fim experimenta um retrato íntimo e sincero sobre a solidão, o desencontro e a superação de quatro mulheres negras marcadas pelo abuso, pela homofobia, transfobia e machismo. É um documento tocante e uma reflexão sincera”, diz a justificativa.

Na mostra competitiva de documentários, Limiar, de Coraci Ruiz, levou o Prêmio do Público. Enquanto isso, na mostra Queer Art, que retrata novas tendências da teoria queer onde o cinema se cruza com as artes plásticas, com júri formado por Dani d’Emilia e Tomás Baltazar, Vaga Carne, de Ricardo Alves Jr. e Grace Passô, foi eleito o melhor filme: “Um filme que nos convoca a uma experiência visceral de forças incorpóreas que comovem as possibilidades de relação através e para além do reconhecimento. Um delicado exercício de transposição performativa de uma peça de teatro para uma obra cinematográfica, na qual todos os elementos da sua realização contribuem para que seja visível e sensível o esforço que é preciso fazermos para que algo além do entendimento racional seja reconhecível pela experiência humana, tão pautada tanto pela potência quanto pelas limitações da matéria-corpo, da visualidade e da linguagem”, diz a justificativa.

A cerimônia de encerramento aconteceu na Sala Manoel de Oliveira, do Cinema São Jorge, em Lisboa, seguindo todos os protocolos de segurança por conta da pandemia de Covid-19. Mesmo com público reduzido, a 25ª edição teve um aumento de 25% de espectadores em relação ao ano passado.

Conheça os vencedores do Queer Lisboa 2021:

LONGA-METRAGEM | COMPETIÇÃO | FICÇÃO

Melhor Filme: Minyan, de Eric Steel (EUA)
Menção Especial: Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (Brasil)
Prêmio do Público: La Nave del Olvido, de Nicol Ruiz (Chile)

DOCUMENTÁRIO | COMPETIÇÃO

Melhor Filme: Las Flores de la Noche, de Eduardo Esquivel e Omar Robles (México)
Menção Especial: Sedimentos, de Adrián Silvestre (Espanha)
Prêmio do Público: Limiar, de Coraci Ruiz (Brasil)

QUEER ART | COMPETIÇÃO

Melhor Filme: Vaga Carne, de Ricardo Alves Jr. e Grace Passô (Brasil)

CURTA-METRAGEM | COMPETIÇÃO

Melhor Filme: Fou de Bassan, de Yann Gonzalez (França)
Menção Especial: Hi, Sweety., de Celeste Prezioso (Argentina)
Prêmio do Público: Dustin, de Naïla Guiguet (França)

ESCOLA EUROPEIA IN MY SHORTS | COMPETIÇÃO

Melhor Filme: Scum Mutation, de Ov (França)
Menção Especial: Jo, de Ann Sophie Wieder (França)

Foto: Divulgação/Embaúba Filmes.

Conheça os vencedores do 44º Festival Guarnicê de Cinema

por: Cinevitor
Cena do filme Ivan, de Dani Manzini: seis prêmios.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 24/09, os vencedores da 44ª edição do Festival Guarnicê de Cinema, que aconteceu em formato híbrido com exibições presenciais em São Luís, no Maranhão, e ações on-line.

As obras selecionadas passaram pela curadoria dos professores Carlos Benalves, Maira Rocha e Marcus Tulio; dos jornalistas Antônio Fabricio, Luciana Veras e Luca Palmieri; e da cineasta Marla Silveira. O júri desta edição contou com Sabrina Fidalgo, Martin Eikmeier e Manoel Leite nas mostras competitivas nacionais; e Rose Panet, Stella Aranha e Dennis Carlos nas mostras competitivas maranhenses.

Além das exibições de 170 filmes em sete dias, o festival contou com a estreia de mostra competitiva de jogos digitais, do seminário Ciência Cine Guarnicê e da mostra Faz Todo Sentido, voltada para o público com deficiência.

A cerimônia de premiação foi realizada no Teatro Arthur Azevedo e apresentada pela atriz Layla Calixto e pelo cineasta Fernando Braga. O encerramento contou também com uma performance da bailarina Isabella Sousa, que apresentou uma coreografia montada a partir da trilha sonora do festival.

Conheça os vencedores do 44º Festival Guarnicê de Cinema:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGA-METRAGEM

Melhor Filme: Favela é Moda, de Emilio Domingos (RJ)
Melhor Filme | Júri Popular: Ivan, de Dani Manzini (SP)
Melhor Direção: Djin Sganzerla, por Mulher Oceano
Melhor Roteiro: Narrativas do Pós, escrito por Graubi Garcia e Jairo Neto
Melhor Atriz: Djin Sganzerla, por Mulher Oceano
Melhor Ator: Carlos Ramírez, por Ivan
Melhor Atriz Coadjuvante: Daniela Dams, por Ivan
Melhor Ator Coadjuvante: Stênio Garcia, por Mulher Oceano
Melhor Direção de Fotografia: Ivan, por Rafael Giacondino
Melhor Montagem/Edição: Utopia Distopia, por Bruna Callegari
Melhor Trilha Sonora Original: Mulher Oceano, por Rafael Cavalcanti
Melhor Desenho de Som: Ivan, por Alex Catona e Guile Martins
Melhor Direção de Arte: Ivan, por Fernando Timba, Dani Manzini e Luana Castilho

CONCURSO CURTA-METRAGEM NACIONAL

Melhor Filme: Portugal Pequeno, de Victor Quintanilha (RJ)
Melhor Filme | Júri Popular: Mundinho, de Jhonatan Silva (MA)
Melhor Direção: Thiago Foresti, por Algoritmo
Melhor Roteiro: Portugal Pequeno, escrito por Victor Quintanilha
Melhor Atriz: Luciana Souza, por Inabitável
Melhor Ator: João Vitor Nascimento, por Portugal Pequeno
Melhor Atriz Coadjuvante: Sophia William, por Inabitável
Melhor Ator Coadjuvante: Wilson Rabelo, por Portugal Pequeno
Melhor Fotografia: Uma Força Extraordinária, por Helena Cooper, Louise Botkay e Amandine Goisbault
Melhor Montagem/Edição: Zero, por Pedro Vinicius
Melhor Trilha Sonora Original: Zero, por Pedro Bernardes
Melhor Desenho de Som: Algoritmo, por Micael Guimarães, Ipê Amarelo Filmes e Rafael Maklon
Melhor Direção de Arte: Afresco de Outono, por Amanda Travassos e Gabriel Gutierrez
Menção Honrosa: para a equipe de Mundinho, de Jhonatan Silva (MA)

CONCURSO LONGA-METRAGEM MARANHENSE

Melhor Direção: Frederico Machado, por Boi de Lágrimas
Melhor Roteiro: Ventos que Sopram Maranhão, escrito por Neto Borges
Melhor Atriz: Julia Martins, por Boi de Lágrimas
Melhor Ator: Auro Juriciê, por Boi de Lágrimas
Melhor Atriz Coadjuvante: Rosa Ewerton Jara, por Boi de Lágrimas
Melhor Ator Coadjuvante: Hilter Frazão, por Boi de Lágrimas
Melhor Direção de Fotografia: Boi de Lágrimas, por Frederico Machado
Melhor Montagem/Edição: Boi de Lágrimas, por Daniel Costa e Andre Garros
Melhor Desenho de Som: Ventos que Sopram Maranhão, por Leonardo Nakabayashi
Melhor Direção de Arte: Boi de Lágrimas, por Guilherme Verde, Daniel Costa e Monica Mello
Menção Honrosa: Maria Izabel Mendes Matos, personagem real do filme Mestra Izabel Matos – Meu Torrão, Minha Inspiração, de Sandro Lopes, por sua trajetória singular e sua relevância artística como artesã ceramista, por sua generosidade em ensinar e incentivar a arte do barro a outras artesãs e, por dar forma ao barro transformando em um repertório de imagens e símbolos que retratam, fiel e delicadamente, a cultura popular maranhense
Menção Honrosa: Ilha Magnética, de Eliaquim Maia, por nos expor a uma provocação acerca da dinâmica contemporânea do cenário musical maranhense e, ao mesmo tempo, a partir da fala autêntica dos entrevistados, nos apresentar à relação, de poesia e crítica, que cada um deles mantêm com a cidade de São Luís

CONCURSO CURTA-METRAGEM MARANHENSE

Melhor Direção: Milena Carvalho, por A Saudade em um Batuque
Melhor Roteiro: Rasga Mortalha, escrito por Thiago Martins de Melo
Melhor Atriz: Nilce Braga, por Alerta Vermelho
Melhor Ator: Zé Reis, por Hortelã
Melhor Atriz Coadjuvante: Edite Rosa, por Hortelã
Melhor Ator Coadjuvante: Walter Sá, por Alerta Vermelho
Melhor Direção de Fotografia: A Saudade em um Batuque, por Roman Lechapelier
Melhor Montagem/Edição: Rasga Mortalha, por Thiago Martins de Melo
Melhor Trilha Sonora Original: Rasga Mortalha, por João Simas, Thierry Castelo, Jales Carvalho, Viviane Vazzi Pedro e André Lucap
Melhor Desenho de Som: Rasga Mortalha, por João Simas, Thierry Castelo e André Lucap
Melhor Direção de Arte: Rasga Mortalha, por Thiago Martins de Melo
Menção Honrosa: Manguezais Amazônicos, de Taciano Brito, por promover a consciência ambiental, a proteção e a utilização sustentável dos recursos naturais, divulgando a importância ecológica das áreas denominadas como Sítios Ramsar
Menção Honrosa: Atotô Babá, de Márcia Carvalho, por nos apresentar uma explicação simbólica e confortadora da pandemia de Covid-19 a partir da perspectiva das religiões de matriz africana

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO MARANHÃO

Prêmio Bernardo Almeida | Melhor longa-metragem maranhense: Ventos que Sopram Maranhão, de Neto Borges
Prêmio Mauro Bezerra | Melhor curta-metragem maranhense: Curica!, de Thiago Furtado
Prêmio Erasmo Dias | Júri Popular: OURO – Uma Produção Árdua e Desvalorizada, de Cadu Marques

MOSTRA COMPETITIVA FAZ TODO SENTIDO (pessoas com deficiência auditiva)
*Júri: José Gomes de Oliveira Júnior, Etelvino Amaral de Sousa e Laise Alana Santos Sousa
Melhor Filme: Milonga Lejana, de Felipe Yurgel e Chico Maximilia (RS)

MOSTRA COMPETITIVA FAZ TODO SENTIDO (pessoas com deficiência visual)
*Júri: Denise Ferreira Costa, Fernanda R. Santos e Zeneide Cordeiro
Melhor Filme: Pokett Nery – Rainha do Samba Junino, de Rick Caldas (BA)

JOGOS DIGITAIS | COMPETITIVA

Jogo digital com melhor jogabilidade: Lunar Axe
Jogo digital com melhor visual: Mini Archer
Jogo digital com melhor áudio: Tô Liso

TROFÉU ABD | Associação Brasileira de Documentaristas (ABD-MA)
*Júri: Ione Coelho, Erlanes Duarte e Paulo Malheiros

Melhor longa maranhense: Ventos que Sopram Maranhão, de Neto Borges
Melhor curta maranhense: A Saudade em um Batuque, de Milena Carvalho
Menção Honrosa | Longa: As Órbitas da Água, de Frederico Machado
Menção Honrosa | Curta: Afresco de Outono, de Áurea Maranhão 

CATEGORIAS ESPECIAIS

VIDEOCLIPE

Melhor Videoclipe: Kolapso, de Monkey Jhayam, Enme e Terra Treme (direção: Jessica Lauane e Lazaro)
Menção Honrosa: Tribo Futurista, de Beto Ehong e Rita Benneditto (direção: Emilio Sagaz); Colarzinho de Miçanga, de Aretuza Lovi (direção: Lucas Sá e Ernnacost); Zombie Dance, de Crash The Coven (direção: Sunday James); Lá Vem Chegando, de Criolabeat (direção: Tássia Dur); Dis-Ritmia, de Criolina, Estrela Leminski e Téo Ruiz (direção: Thais Lima)

REPORTAGENS

Melhor Reportagem Televisiva: Marcianos invadem São Luís na década de 70 e assustam moradores; repórter e direção: Márcia Carvalho (TV Assembleia Legislativa do Maranhão)

FILMES PUBLICITÁRIOS

Melhor Filme Publicitário: Quem Acredita, Abre Mais Portas, direção: Diego Lisboa e Joca Soares; produção: Sotaque Filmes/Quadrante Brasil

Foto: Divulgação/A4 FILMES.

Shorts México 2021: curtas-metragens brasileiros são premiados

por: Cinevitor
A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva: melhor curta ibero-americano de ficção.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 24/09, os vencedores da 16ª edição do Shorts México – Festival Internacional de Cortometrajes de México. Neste ano, 600 filmes, de 50 países, foram selecionados e o ator mexicano Kristyan Ferrer, de 600 Milhas, Bom Dia, Ramón e Días de gracia, foi homenageado.

Realizado na Cidade do México, desde 2006, e fundado por Jorge Magaña, o evento é certificado pela AMACC, Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas; a direção de programação é assinada pelo produtor Isaac Basulto. Além dos filmes, a programação contou também com atividades paralelas, como concurso de roteiro e pitching.

Além de promover o cinema mexicano, com mostras temáticas e homenagens, o festival também apresenta produções de vários países. Nesta edição, filmes brasileiros se destacaram na premiação. Na Mostra Competitiva Ibero-americana de Documentário, com júri formado por Jacobo Lieberman, Juan Pablo Ramírez e Alejandra Sánchez, Vagalumes, de Léo Bittencourt, recebeu Menção Especial; além do Prêmio FilmsToFestivals de Distribuição.

Já na Mostra Competitiva Ibero-americana de Ficção, com júri formado por Alejandra Musi, Armando Espitia e Nancy Cruz, A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva, foi eleito o melhor curta-metragem; o pernambucano Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias, que também recebeu o Prêmio FilmsToFestivals de Distribuição, e o amazonense Manaus Hot City, de Rafael Ramos, receberam Menção Especial do júri.

O Brasil ainda estava representado com O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader; Prata, de Lucas Melo; e Same/Different/Both/Neither, de Adriana Barbosa e Fernanda Pessoa. Entre os mexicanos, El Sueño Más Largo que Recuerdo, de Carlos Lenin, foi eleito o melhor curta-metragem.

Foto: Divulgação.