Dakota Johnson e Olivia Colman em A Filha Perdida: quatro prêmios.
Foram anunciados nesta segunda-feira, 29/11, os vencedores do 31º Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP (Independent Filmmaker Project), que dá início à temporada de premiações.
Os candidatos foram selecionados por comitês de críticos de cinema, jornalistas e curadores de festivais. Júris distintos, compostos por roteiristas, diretores, atores, produtores e editores escolheram os vencedores. Neste ano, A Filha Perdida, de Maggie Gyllenhaal, se destacou e ganhou quatro prêmios, entre eles, melhor filme.
Além disso, grandes nomes da indústria foram homenageados este ano, como: a cineasta Jane Campion; Eamonn Bowles, da Magnolia Pictures; e os atores Peter Dinklage e Kristen Stewart.
Conheça os vencedores do Gotham Awards 2021:
MELHOR FILME A Filha Perdida, de Maggie Gyllenhaal
MELHOR DOCUMENTÁRIO Fuga (Flee), de Jonas Poher Rasmussen
MELHOR FILME INTERNACIONAL Drive My Car, de Ryûsuke Hamaguchi (Japão)
MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO | PRÊMIO BINGHAM RAY Maggie Gyllenhaal, por A Filha Perdida
MELHOR ROTEIRO A Filha Perdida, escrito por Maggie Gyllenhaal
MELHOR ATUAÇÃO Olivia Colman, por A Filha Perdida, e Frankie Faison, por The Killing of Kenneth Chamberlain
MELHOR ATUAÇÃO COADJUVANTE Troy Kotsur, por No Ritmo do Coração
ATUAÇÃO REVELAÇÃO Emilia Jones, por No Ritmo do Coração
PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR ELENCO Vingança & Castigo
MELHOR SÉRIE | LONGA Round 6 (Netflix)
MELHOR SÉRIE | CURTA Reservation Dogs (FX)
SÉRIE REVELAÇÃO | DOCUMENTÁRIO Philly D.A.(Topic, Independent Lens, PBS)
MELHOR ATUAÇÃO EM SÉRIE NOVA Ethan Hawke, por The Good Lord Bird, e Thuso Mbedu, por The Underground Railroad
Diretora e elenco no palco do Cineteatro São Luiz.
Depois de passar pelo Children’s Film Festival Seattle, Pequenos Guerreiros, primeiro longa-metragem de Bárbara Cariry na direção, foi exibido na segunda-feira, 29/11, na mostra O Primeiro Filme a Gente Nunca Esquece do 31º Cine Ceará.
Um público especial de 200 crianças e adolescentes conferiu a estreia brasileira do filme no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. Eles fazem parte de cinco projetos sociais apoiados pela Enel: Proativa Academia, Instituto Esporte Mais, Instituto Katiana Pena (IKP), Fundação Raimundo Fagner e Instituto Beatriz e Lauro Fiuza (IBLF). Por conta disso, pela primeira vez, eles têm a oportunidade de ir ao cinema.
Antes da exibição, Bárbara subiu ao palco acompanhada pelos atores Juan Calado, Lara Ferreira e Daniel Almeida e discursou: “É um prazer enorme exibir meu primeiro longa-metragem aqui no Cine Ceará dentro dessa sessão tão importante de iniciação ao cinema. Eu comecei assistindo filmes aqui no São Luiz, onde me sinto muito honrada de exibir meu primeiro filme. Vida longa ao cinema cearense!”.
No filme, uma família de pescadores, do litoral do Ceará, decide viajar para o sertão, indo até a cidade de Barbalha, na região do Cariri, com o objetivo de pagar uma promessa durante a Festa do Pau da Bandeira. O festejo reúne anualmente milhares de pessoas para missas e cortejos em torno da fé em Santo Antônio.
Lara Ferreira, Juan Calado e Daniel Almeida em cena.
O pai Cosme, papel de Bruno Goya, a mãe Maria, interpretada por Georgina Castro, o filho Benedito (Juan Calado) e os sobrinhos Matheuzinho (Daniel Almeida) e Bruna (Lara Ferreira) sobem em um jipe para encarar a estrada de terra e sol escaldante. Durante o percurso, a família mergulha nas belezas da cultura nordestina, fazendo dessa jornada uma forma de se conectar com a história, a memória e a identidade de seu povo. Uma narrativa suave, com espaço para imaginação, feita de pequenas surpresas e descobertas.
Artistas de rua, parques de diversões, salas de cinema, paisagens deslumbrantes, figuras tradicionais do sertão nordestino e até mesmo dinossauros surgem para conduzir a experiência cultural das três crianças. Quase sempre sob os olhos atentos de Cosme e Maria, já que são inquietas e curiosas, as crianças fazem da viagem não apenas um pagamento de promessa, mas uma grande brincadeira e aprendizado sobre o mundo.
O roteiro foi escrito a partir das próprias lembranças de infância de Bárbara Cariry, que registra com carinho esses cenários que fizeram parte de sua vida e resistiram ao tempo. Além de diretora e corroteirista, ela assina os cargos de produção executiva e montagem (com seu irmão Petrus Cariry).
Pequenos Guerreiros é o longa-metragem de estreia de Bárbara Cariry, após dirigir os curtas-metragens Verão (2009), O Silêncio do Mundo (2011) e A Canção de Alice (2018). A realizadora também atuou como produtora executiva em diversos curtas e longas-metragens brasileiros, como Mãe e Filha (2012), de Petrus Cariry; Os Pobres Diabos (2013), de Rosemberg Cariry, Sertânia (2019), de Geraldo Sarno, entre outros. A produção é da Iluminura Filmes e contou com uma equipe formada predominantemente por mulheres.
*O CINEVITOR está em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 31º Cine Ceará por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Nesta segunda-feira, 29/11, os atores Jose Coronado e Nathalie Poza anunciaram os indicados da 36ª edição da premiação, que acontecerá no dia 12 de fevereiro de 2022, em Valência, no sudeste da Espanha, em cerimônia que contará com vencedores do ano passado, cineastas valencianos e grandes nomes do cinema espanhol.
A comédia El buen patrón, de Fernando León de Aranoa, lidera a lista com 20 indicações e, com isso, torna-se o filme mais indicado da história da premiação. O drama Maixabel, de Icíar Bollaín, aparece na sequência com 14 indicações e Mães Paralelas, de Pedro Almodóvar, se destaca com oito. O Brasil estava na disputa por uma vaga entre os quatro finalistas da categoria de melhor filme ibero-americano com A Febre, dirigido por Maya Da-Rin, mas ficou de fora da competição.
Neste ano, o ator José Sacristán receberá o Goya honorário por suas brilhantes atuações em diversos filmes inesquecíveis. A atriz australiana Cate Blanchett será homenageada com o Goya Internacional, honraria criada este ano que destaca personalidades que contribuem para o cinema em todo o mundo.
Conheça os indicados ao Prêmio Goya 2022:
MELHOR FILME El buen patrón Libertad Mães Paralelas Maixabel Mediterráneo
MELHOR DIREÇÃO Fernando León de Aranoa, por El buen patrón Icíar Bollaín, por Maixabel Manuel Martín Cuenca, por La hija Pedro Almodóvar, por Mães Paralelas
MELHOR ATOR Eduard Fernández, por Mediterráneo Javier Bardem, por El buen patrón Javier Gutiérrez, por La hija Luis Tosar, por Maixabel
MELHOR ATRIZ Blanca Portillo, por Maixabel Emma Suárez, por Josefina Penélope Cruz, por Mães Paralelas Petra Martínez, por La vida era eso
MELHOR ATOR COADJUVANTE Celso Bugallo, por El buen patrón Fernando Albizu, por El buen patrón Manolo Solo, por El buen patrón Urko Olazabal, por Maixabel
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Aitana Sánchez-Gijón, por Mães Paralelas Milena Smit, por Mães Paralelas Nora Navas, por Libertad Sonia Almarcha, por El buen patrón
MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE Carol Rodríguez Colás, por Chavalas Clara Roquet, por Libertad David Martín de los Santos, por La vida era eso Javier Marco Rico, por Josefina
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL El buen patrón, escrito por Fernando León de Aranoa Libertad, escrito por Clara Roquet Maixabel, escrito por Iciar Bollain e Isa Campo Tres, escrito por Juanjo Giménez Peña e Pere Altimira
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Ama, escrito por Júlia de Paz Solvas e Núria Dunjó López As Leis da Fronteira, escrito por Daniel Monzón e Jorge Guerricaechevarría El vientre del mar, escrito por Agustí Villaronga Pan de limón con semillas de amapola, escrito por Benito Zambrano e Cristina Campos
ATOR REVELAÇÃO Chechu Salgado, por As Leis da Fronteira Jorge Motos, por Lucas Óscar de la Fuente, por El buen patrón Tarik Rmili, por El buen patrón
ATRIZ REVELAÇÃO Almudena Amor, por El buen patrón Ángela Cervantes, por Chavalas María Cerezuela, por Maixabel Nicolle García, por Libertad
MELHOR DIREÇÃO DE PRODUÇÃO El amor en su lugar, por Óscar Vigiola El buen patrón, por Luis Gutiérrez Maixabel, por Guadalupe Balaguer Trelles Mediterráneo, por Albert Espel e Kostas Seakianakis
MELHOR FOTOGRAFIA El buen patrón, por Pau Esteve Birba Libertad, por Gris Jordana Mães Paralelas, por José Luis Alcaine Mediterráneo, por Kiko de la Rica
MELHOR MONTAGEM Abaixo de Zero, por Antonio Frutos El buen patrón, por Vanessa L. Marimbert Josefina, por Miguel Doblado Maixabel, por Nacho Ruiz Capillas
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE As Leis da Fronteira, por Balter Gallart El buen patrón, por César Macarrón Mães Paralelas, por Antxón Gómez Maixabel, por Mikel Serrano
MELHOR FIGURINO As Leis da Fronteira, por Vinyet Escobar El amor en su lugar, por Alberto Valcárcel El buen patrón, por Fernando García Maixabel, por Clara Bilbao
MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO As Leis da Fronteira, por Sarai Rodríguez, Benjamín Pérez e Nacho Díaz El buen patrón, por Almudena Fonseca e Manolo García Libertad, por Eli Adánez, Sergio Pérez Berbel e Nacho Díaz Maixabel, por Karmele Soler e Sergio Pérez Berbel
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL El buen patrón, por Zeltia Montes La abuela, por Fatima Al Qadiri Maixabel, por Alberto Iglesias Mediterráneo, por Arnau Bataller
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL Burst Out, de Àngel Leiro, Jean-Paul Dupeyron e Xavier Capellas (Álbum de posguerra) Las leyes de la frontera, de Alejandro García Rodríguez, Antonio Molinero León, Daniel Escortell Blandino, José Manuel Cabrera Escot e Miguel García Cantero (As Leis da Fronteira) Que me busquen por dentro, de Antonio Orozco e Jordi Colell Pinillos (El cover) Te espera el mar, de Maria José Llergo (Mediterráneo)
MELHOR SOM El buen patrón, por Iván Marín, Pelayo Gutiérrez e Valeria Arcieri Mães Paralelas, por Sergio Bürmann, Laia Casanovas e Marc Orts Maixabel, por Alazne Ameztoy, Juan Ferro e Candela Palencia Tres, por Daniel Fontrodona, Oriol Tarragó, Marc Bech e Marc Orts
MELHORES EFEITOS ESPECIAIS Assalto ao Banco da Espanha, por Pau Costa e Laura Pedro El buen patrón, por Raúl Romanillos e Míriam Piquer La abuela, por Raúl Romanillos e Ferran Piquer Mediterráneo, por Àlex Villagrasa
MELHOR ANIMAÇÃO Gora Automatikoa Mironins Salvar el árbol (Zutik!) Valentina
MELHOR DOCUMENTÁRIO El retorno: la vida después del ISIS, de Alba Sotorra Héroes del Silencio: Barulho e Rock’n’Roll, de Alexis Morante Quién lo impide, de Jonás Trueba Un blues para Teherán, de Javier Tolentino
MELHOR FILME IBERO-AMERICANO A Cordilheira dos Sonhos, de Patricio Guzmán (Chile) As Siamesas, de Paula Hernández (Argentina) Canção Sem Nome, de Melina León (Peru) Los Lobos, de Samuel Kishi Leopo (México)
MELHOR FILME EUROPEU Adeus, Idiotas, de Albert Dupontel (França) Bela Vingança, de Emerald Fennell (Reino Unido) Druk – Mais Uma Rodada, de Thomas Vinterberg (Dinamarca) O Homem Ideal, de Maria Schrader (Alemanha)
MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO Farrucas, de Ian de la Rosa Mindanao, de Borja Soler Tótem Loba, de Verónica Echegui Votamos, de Santiago Requejo Yalla, de Carlo D’Ursi
MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO Dajla: cine y olvido, de Arturo Dueñas Herrero Figurante, de Nacho Fernández Mama, de Pablo de la Chica Ulisses, de Joan Bover
MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO Nacer, de Roberto Valle Proceso de selección, de Carla Pereira Docampo The Monkey, de Lorenzo Degl’ Innocenti e Xosé Zapata Umbrellas, de Jose Prats e Álvaro Robles
Edilson Silva e Maria Luiza da Costa em Mirador, de Bruno Costa.
Foram anunciados neste domingo, 28/11, em cerimônia apresentada por Armando Babaioff, os vencedores da 28ª edição do Festival de Cinema de Vitória, o maior evento de cinema e audiovisual do Espírito Santo, que aconteceu em formato on-line em função dos protocolos de segurança referentes à pandemia de Covid-19.
Neste ano, o Júri Oficial, responsável pela escolha dos premiados com o Troféu Vitória, foi formado por: André Dib e Glenda Nicácio na Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Mostra Foco Capixaba; Anselmo Vasconcellos, Gustavo Cheluje e Viviane Ferreira na Mostra Competitiva Nacional de Longas; Anderson Bardot, Ary Rosa e Gabriel Lodi na Mostra Quatro Estações; Daniela Zanetti, Gabriele Stein e Sebastião Ribeiro Filho – Tião Xará na Mostra Corsária; Bárbara Cazé, Emilia Silveira e Susanna Lira na Mostra Outros Olhares; Marina Ferreira, Rogério Sagui e Yasmine Evaristo na Mostra Cinema e Negritude; Flavia Guerra, Liz Donovan e Tamyres Batista na Mostra Mulheres no Cinema; André Prando, Daniel Morelo e Marina Abranches na Mostra Nacional de Videoclipes; Antonio Claudino de Jesus, Fernanda Couzemenco e Martha Tristão na Mostra Nacional de Cinema Ambiental; Amanda Luvizotto, Carissa Vieira e Monica Trigo na Mostra Do Outro Lado – Cinema Fantástico; e Jussan Sillva e Silva, Maria Grijó e Rodrigo Cerqueira no Prêmio ABD Capixaba.
O público também participou e escolheu os seus filmes preferidos durante os seis dias de exibição. Além disso, a atriz Marcélia Cartaxo foi uma das homenageadas desta edição, ao lado de Margarete Taqueti, diretora, roteirista, pesquisadora, produtora, continuísta, atriz, dramaturga, cineclubista e gestora pública de cultura.
Conheça os vencedores do 28º Festival de Cinema de Vitória:
25ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTAS
Melhor Filme: Prata, de Lucas Melo (RJ) Melhor Filme | Júri Popular: Praia dos Tempos, de Luan Santos (BA) Prêmio Especial do Júri: Usina-Desejo Contra a Indústria do Medo, de Amanda Seraphico, Clarissa Ribeiro e Lorran Dias (RJ) Melhor Direção: Victor Quintanilha, por Portugal Pequeno Melhor Roteiro: 5 Fitas, escrito por Heraldo de Deus e Vilma Martins Melhor Contribuição Artística: Meus Santos Saúdam Teus Santos, de Rodrigo Antônio (PA) Melhor Interpretação: Isabela Catão, por O Barco e o Rio
11ª MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE LONGAS
Melhor Filme: A Última Cidade, de Victor Furtado (CE) Melhor Filme | Júri Popular: Mirador, de Bruno Costa (PR) Melhor Direção: Djin Sganzerla, por Mulher Oceano Melhor Roteiro: Noites de Alface, escrito por Zeca Ferreira Melhor Contribuição Artística: Máquina do Desejo, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro (SP) Melhor Interpretação: João Pedro Zappa, por Noites de Alface Menção Honrosa: Victor de Melo, fotógrafo de A Última Cidade Menção Honrosa: Maria Luiza da Costa, atriz de Mirador Menção Honrosa: André Guerreiro Lopes, fotógrafo de Mulher Oceano
11ª MOSTRA QUATRO ESTAÇÕES
Melhor Filme: O Fio de Ariadne, de Mozart Freire e Ton Martins (CE) Melhor Filme | Júri Popular: Time de Dois, de André Santos (RN) Menção Honrosa: O Nascimento de Helena, de Rodrigo Almeida (RN)
10ª MOSTRA FOCO CAPIXABA
Melhor Filme: Nostalgia, de Raphael Araújo (ES) Melhor Filme | Júri Popular: Quimera, de Luísa Costa Miranda (ES)
8ª MOSTRA OUTROS OLHARES
Melhor Filme: Utopia, de Rayane Penha (AP) Melhor Filme | Júri Popular: Utopia, de Rayane Penha Menção Honrosa: A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)
10ª MOSTRA CORSÁRIA
Melhor Filme: Há um Profeta nas Olaias, Tomem Cuidado!, de Lucas Camargo de Barros (SP) e Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE) Melhor Filme | Júri Popular: Presente Maravilha, de Jeã Santos (RJ) Menção Honrosa: Atlântida, de Diego Locatelli (SP)
6ª MOSTRA CINEMA E NEGRITUDE
Melhor Filme: 25 Anos Sem Asfalto, de Fabi Andrade (SP) Melhor Filme | Júri Popular: 25 Anos Sem Asfalto, de Fabi Andrade Menção Honrosa: Olhos de Cachoeira, de Adler Paz (BA)
6ª MOSTRA MULHERES NO CINEMA
Melhor Filme: O Peixe, de Natasha Jascalevich (RJ) Melhor Filme | Júri Popular: O Peixe, de Natasha Jascalevich Menção Honrosa: Fora de Época, de Laís Catalano Aranha e Drica Czech (SP)
5ª MOSTRA NACIONAL DE VIDEOCLIPES
Melhor Filme: Bruta, de Raymundo Calumby (Artista: Sandyalê) Melhor Filme | Júri Popular: Lockdown, de Rodrigo Herenio Franco (Artista: Carga Pezada) Menção Honrosa: Come, de Flora Fiorio (Artista: Dan Abranches e Pe Lopes) Menção Honrosa: Ararinha da Viola, de Letícia Pires (Artista: Isis Broken)
4ª MOSTRA NACIONAL DE CINEMA AMBIENTAL
Melhor Filme: Tapajós Ameaçado, de Thomaz Pedro (SP) Melhor Filme | Júri Popular: Tapajós Ameaçado, de Thomaz Pedro Menção Honrosa: Dois Riachôes: Cacau e Liberdade, de Fellipe Abreu e Patrícia Moll (BA) Menção Honrosa: What About Our Future?, de Cláudio Cruz e Jaime Leigh Gianopoulos (Canadá)
3ª MOSTRA DO OUTRO LADO – CINEMA FANTÁSTICO
Melhor Filme: Jamary, de Begê Muniz (AM) Melhor Filme | Júri Popular: Magnético, de Cassemiro Vitorino e Ilka Goldschmidt (SC) Menção Honrosa: AR, de Marcelo Oliveira e William Oliveira (PE)
2º PRÊMIO ABD CAPIXABA
Melhor Filme: Faz Vinte Anos, de Tati Franklin (ES) Menção Honrosa: Minha Bateria Está Acabando e Está Ficando Tarde, de Rubiane Maia e Tom Nóbrega (ES/SP)
Marcélia Cartaxo em Pacarrete, de Allan Deberton: oito prêmios.
Foram anunciados neste domingo, 28/11, os vencedores da 20ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que consagrou o longa cearense Pacarrete, de Allan Deberton, com oito troféus Grande Otelo, entre eles, melhor filme segundo o Júri Popular. Além disso, A Febre, dirigido por Maya Da-Rin, levou o prêmio de melhor longa-metragem de ficção.
Por conta da pandemia, a cerimônia, que é realizada anualmente pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, aconteceu de forma remota pelo segundo ano consecutivo com apresentação das jornalistas Adriana Couto e Renata Boldrini, com transmissão dos estúdios da TV Cultura, em São Paulo. O grande homenageado da noite foi Ruy Guerra, cineasta, poeta e compositor moçambicano radicado no Brasil, que completou 90 anos em 2021.
Neste ano, foram anunciados 32 prêmios, em quatro grandes categorias: longa-metragem, curta-metragem e séries brasileiras, escolhidos pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema. Além disso, todos os 15 longas-metragens indicados nas categorias drama, comédia ou documentário também concorreram ao disputado prêmio de melhor filme pelo Júri Popular.
Com roteiro do jornalista Hugo Sukman e direção de Lucas Rochetti, a transmissão do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro teve como tema a preservação e a memória do audiovisual. A cerimônia foi costurada com imagens de produções que marcaram a história do audiovisual e por apresentações musicais do pianista André Mehmari e da cantora Monica Salmaso.
Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, falou sobre a premiação deste ano: “Realizar o Grande Prêmio não foi uma tarefa fácil, devido às dificuldades que passam o audiovisual brasileiro, a indústria criativa e a cultura em geral nos tempos de hoje, mas sempre com a esperança de que elas possam ser em breve superadas. O GP deste ano é um reconhecimento à importância da memória e de sua preservação para o país, para a sua história, a sua cultura e para o cinema e audiovisual brasileiros. Esse reconhecimento, assim como todas as ações nesse sentido, é uma obrigação de todos, dos governos inclusive, para com as futuras gerações, já que uma nação não existe sem a sua memória. Daí, a homenagem que a Academia presta à luta liderada pelo S.O.S. Cinemateca, pela Associação Paulista de Cineastas e por todos que nela se envolveram em defesa da Cinemateca Brasileira em São Paulo, mais uma vez atingida por um incêndio que destruiu parte de seu acervo, devido ao descaso com que, ao longo dos anos, o nosso país tratou esse patrimônio. Mas seguiremos em frente. Espero que 2022 seja melhor para todos nós”.
Conheça os vencedores do 20º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:
MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO A Febre, de Maya Da-Rin
MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz
MELHOR FILME | VOTO POPULAR Pacarrete, de Allan Deberton
MELHOR LONGA-METRAGEM | INTERNACIONAL Jojo Rabbit, de Taika Waititi (EUA/Nova Zelândia/República Checa)
MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO O Roubo do Século (El Robo del Siglo), de Ariel Winograd (Argentina)
MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA Pacarrete, de Allan Deberton
MELHOR LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO Os Under Undergrounds, o Começo, de Nelson Botter Jr.
MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL 10 Horas para o Natal, de Cris D’Amato
MELHOR DIREÇÃO Jeferson De, por M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida
MELHOR ATOR Marcos Palmeira, por Boca de Ouro
MELHOR ATRIZ Marcélia Cartaxo, por Pacarrete
MELHOR ATOR COADJUVANTE João Miguel, por Pacarrete
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE Hermila Guedes, por Fim de Festa
MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM Bárbara Paz, por Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, escrito por Jeferson De e Felipe Sholl
MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA A Febre, por Barbara Alvarez
MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO A Febre, por Karen Akerman
MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, por Cao Guimarães e Bárbara Paz
MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO República, de Grace Passô (SP)
MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO Filhas de Lavadeiras, de Edileuza Penha de Souza (DF)
MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO Subsolo, de Otto Guerra e Erica Maradona (RS)
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Pacarrete, por Rodrigo Frota
MELHOR MAQUIAGEM Pacarrete, por Tayce Vale
MELHOR FIGURINO Boca de Ouro, por Kika Lopes
MELHOR TRILHA SONORA Pacarrete, por Fred Silveira
MELHOR SOM Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, por Rodrigo Ferrante, Miriam Biderman e Ricardo Reis
MELHOR EFEITO VISUAL A Divisão, por Marcelo Siqueira
MELHOR SÉRIE DOCUMENTÁRIO TV PAGA/OTT Milton e o Clube da Esquina (1ª Temporada) (Canal Brasil)
MELHOR SÉRIE ANIMAÇÃO TV PAGA/OTT Rocky & Hudson: Os Caubóis Gays (1ª Temporada) (Canal Brasil)
MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV ABERTA Sob Pressão – Plantão Covid (Temporada Especial) (TV Globo)
MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV PAGA/OTT Bom Dia, Verônica(1ª Temporada) (Netflix)
Cena do curta pernambucano As Vezes que Não Estou Lá, de Dandara de Morais.
Foram anunciados neste domingo, 28/11, os vencedores da 11ª edição do Circuito Penedo de Cinema, que nasceu da junção de quatro consagrados eventos do cinema alagoano. Realizado em formato híbrido, o evento promoveu uma extensa e diversificada programação, totalmente gratuita, às margens do Rio São Francisco, na cidade histórica de Penedo, em Alagoas.
Além dos prêmios, a noite também foi marcada pela exibição do curta-metragem Carta Aberta ao Velho Chico, produzido pelos alunos do IFAL Penedo em uma das oficinas do Circuito. O momento também rendeu uma homenagem a Wilson Berlarmino, estudante de Comunicação Social da UFAL, que desenvolveu a identidade visual desta edição.
O júri deste ano foi formado por: Alexandre Soares, Cristiano Burlan, Guilherme Demétrio, Itamar Borges, Mariana Ruggiero, Taciana Kramer, Bertrand Lira, Mayana Neiva e Cláudio de Albuquerque. A curadoria desta edição foi realizada por: Claudio Sampaio, Milena Dutra e Yanara Galvão na mostra Velho Chico de Cinema Ambiental; Felipe Guimarães, Maysa Reis e Raquel do Monte na mostra Cinema Universitário; Camilla Porto, Devyd Santos e Joseane do Espírito Santo na mostra de Cinema Infantil; e Luciana Oliveira, Nuno Balducci e Ricardo Lessa na mostra Festival do Cinema Brasileiro.
Conheça os vencedores do 11º Circuito Penedo de Cinema:
FESTIVAL DO CINEMA BRASILEIRO
Melhor Filme | Júri Popular: As Vezes que Não Estou Lá, de Dandara de Morais (PE) Melhor Filme | Júri Oficial: Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE) Menção Honrosa: A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)
FESTIVAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO
Melhor Filme | Júri Popular: Miado, de Victória Silvestre (SP) Melhor Filme | Júri Oficial: O Andar de Cima, de Tomás Fernandes (SP) Menção Honrosa: Quarentena pra quem?, de Isabella Vilela e Laís Maciel (SP)
MOSTRA VELHO CHICO DE CINEMA AMBIENTAL
Melhor Filme | Júri Popular: O Vazio que Atravessa, de Fernando Moreira (MG) Melhor Filme | Júri Oficial: Serrado, de Cezar Filho (GO) Menção Honrosa: Tapajós: Uma Breve História da Transformação de um Rio, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga (DF)
Marta Aurélia e Halder Gomes no palco do Cineteatro São Luiz: homenageados.
A 31ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema começou neste sábado, 27/11, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. Em formato híbrido, o evento será virtual no Canal Brasil (tanto na grade linear, quanto nas plataformas Canais Globo e Globoplay + Canais ao Vivo), TV Ceará e YouTube; e presencial em Fortaleza, com o limite de público determinado pelo Governo do Estado por conta da pandemia de Covid-19.
Apresentada por Graziela Costa, a solenidade de abertura contou com a presença do cineasta Wolney Oliveira, diretor executivo do festival desde 1993: “É com imensa satisfação que declaramos aberta a 31ª edição do Cine Ceará. Não é fácil fazer um festival do porte e da longevidade do Cine Ceará sem contar com o apoio e competência de uma grande equipe”, disse em seu discurso.
Depois disso, os homenageados desta edição subiram ao palco para receber o Troféu Eusélio Oliveira: Marta Aurélia, jornalista, atriz, cantora, compositora e performer; e o cineasta Halder Gomes. Ovacionados pelo público presente, discursaram emocionados: “Eu não estou sendo homenageada sozinha. Cada obra significa tanta gente envolvida e isso dá força para estar aqui. Dedico essa homenagem para todas as pessoas de todas essas obras. Estou muito feliz e quero enaltecer cada vez mais a presença das mulheres autoras nos trabalhos”, disse Marta Aurélia.
Halder Gomes também agradeceu: “É muito especial receber essa homenagem nesse momento tão importante do retorno dos festivais presenciais. E fica ainda mais especial por ser no Cine Ceará, aqui no São Luiz. Eu lembro quando minha mãe me trazia aqui para assistir aos clássicos da época. É uma alegria medonha. É muita felicidade estar aqui”.
Para encerrar a noite de abertura, foi exibido o primeiro curta do Prêmio Água e Resistência: Água-Viva: e se a água tivesse vida?, de Emily Coelho. E mais: Fortaleza Hotel, de Armando Praça, abriu a Mostra Competitiva Ibero-americana de longa-metragem. Além do diretor, diversos integrantes da equipe marcaram presença no palco, entre eles, o coprodutor João Vieira Jr. e a protagonista Clébia Sousa.
Sobre o festival: mostras competitivas e exibições especiais, com produções locais, nacionais e internacionais vão compor a 31ª edição do evento. Realizado anualmente desde 1991, esta é a segunda edição do Cine Ceará no formato presencial e virtual. Margarita Hernandez é a diretora de programação do evento e o cineasta Wolney Oliveira é o diretor executivo do festival desde 1993.
*O CINEVITOR está em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 31º Cine Ceará por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Zezita Matos no palco do Teatro do Parque: premiada.
Foram anunciados nesta sexta-feira, 26/11, no Teatro do Parque, no Recife, os vencedores da 25ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual. Neste ano, Deserto Particular, de Aly Muritiba, se consagrou com seis prêmios, entre eles, melhor longa-metragem escolhido pelo Júri Oficial.
A produção, que vai representar o Brasil no Oscar 2022 na categoria de melhor filme internacional, reflete sobre os afetos masculinos no Brasil contemporâneo através da história de Daniel, um policial que acaba cometendo um erro que põe em risco sua carreira e honra.
Para o público, o melhor curta pernambucano foi Inocentes, de Pedro Ferreira, enquanto O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro, foi eleito o melhor curta nacional. O melhor longa-metragem, segundo o Júri Popular, foi Receba!, de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna.
O Júri Oficial do Cine PE foi formado pela cineasta Deby Brennand; pela diretora Katia Mesel; pelo ator de teatro e cinema Sérgio Fidalgo; pela jornalista e comentarista de cinema Silvana Marpoara; o publicitário e produtor Mario Nakamura; Keyti Souza, diretora-executiva da Têm Dendê Produções; e Edison Martins, publicitário.
Composto por Francisco Carbone, Camila Henriques e Júlio Cavani, o Prêmio da Crítica concedeu o Troféu Calunga de melhor longa para Deserto Particular. O prêmio de melhor curta nacional foi para O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro.
Com júri formado por Cauê Petito, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR, Francisco Carbone e Nathalie Alves, o Prêmio Canal Brasil elegeu Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, de Radhi Meron. Com o objetivo de estimular a nova geração de cineastas, o Canal Brasil oferece um troféu e R$ 15 mil para o melhor filme de curta-metragem, que também é exibido em sua grade de programação.
A Fort Filmes e a Kuarup Produções escolheu o longa-metragem Ainda Estou Vivo, de André Bonfim, como o melhor filme do Cine PE 2021 e premiará com um contrato de distribuição para prestação de serviços de assessoria de imprensa no valor R$30 mil, em uma parceria com a empresa Fato Relevante – Agência de Comunicação.
Além da premiação desta 25ª edição, o Cine PE também realizou uma cerimônia para a entrega dos troféus aos vencedores do ano passado.
Conheça os vencedores do 25º Cine PE – Festival do Audiovisual:
MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS
Melhor Filme: Deserto Particular, de Aly Muritiba (PR) Melhor Direção: André Bomfim, por Ainda Estou Vivo Melhor Roteiro: Lima Barreto, ao terceiro dia, escrito por Luiz Antonio Pilar e Luis Alberto de Abreu Melhor Fotografia: Os Ossos da Saudade, por Matheus da Rocha Pereira Melhor Montagem: Ainda Estou Vivo, por Bruna Carvalho Almeida Melhor Edição de Som: Receba!, por Napoleão Cunha Melhor Direção de Arte: Lima Barreto, ao terceiro dia, por Doris Rollemberg Melhor Trilha Sonora: Deserto Particular, por Felipe Ayres Melhor Ator Coadjuvante: Luthero Renato de Almeida, por Deserto Particular Melhor Atriz Coadjuvante: Zezita Matos, por Deserto Particular Melhor Ator (empate): Antonio Saboia e Pedro Fasanaro, por Deserto Particular Melhor Atriz: Evelin Buchegger, por Receba! Menção Honrosa: a comissão julgadora do 25º Cine PE concede menção honrosa pela luta, resistência e memória afetiva, retratados no documentário Muribeca, de Alcione Ferreira e Camilo Soares Menção Especial: A comissão julgadora do 25º Cine PE oferece uma menção especial pela importante iniciativa de ressocialização e principalmente pela disponibilidade e entrega do elenco do documentário Ainda Estou Vivo
MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS NACIONAIS
Melhor Filme: Nada de bom acontece depois dos 30, de Lucas Vasconcelos (RJ) Melhor Direção: Lucas Vasconcelos, por Nada de bom acontece depois dos 30 Melhor Roteiro: Algoritmo, escrito por Thiago Foresti Melhor Fotografia: Nada de bom acontece depois dos 30, por Pedro Gabriel Miziara Melhor Montagem: Algoritmo, por Daniel Sena Melhor Edição de Som: Algoritmo, por Micael Guimarães e Ipê Amarelo Filmes Melhor Direção de Arte: Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, por Erick Souza Melhor Trilha Sonora: Sonho de Verão, por Alohamath e Mathias Froes Melhor Ator: Pedro Nercessian, por Nada de bom acontece depois dos 30 Melhor Atriz: Agda Couto, por Algoritmo Menção Honrosa: Áurea, de Hewelin Fernandes, pela valorização da tradição ancestral realizada pelas parteiras; e Corpo Mudo, de Marcela Schield, pela importância do tema abordado.
MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS
Melhor Filme: Terceiro Andar, de Deuilton B. Júnior Melhor Direção: Deuilton B. Júnior, por Terceiro Andar Melhor Roteiro: Terceiro Andar, escrito por Deuilton B. Júnior Melhor Fotografia: Playlist, por Pedro Melo e Enzo Ferrano Melhor Montagem: Inocentes, por Manuela Ferrão e Pedro Ferreira Melhor Edição de Som: Cannabis Medicinal no Brasil: A Guerra pelo Acesso, por Diego Melo Melhor Direção de Arte: Playlist, por Nathalia Monteiro Melhor Trilha Sonora: Playlist Melhor Ator: Gabriel Gomes, por Playlist Melhor Atriz: Julyana Batista, por Playlist Menção Honrosa: Entremarés, de Anna Andrade; pela luta e resistência das mulheres em acompanhar a maré e fazer dela sua vida.
OUTROS PRÊMIOS
PRÊMIO DO PÚBLICO Melhor Curta Pernambucano: Inocentes, de Pedro Ferreira Melhor Curta Nacional: O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro (MG) Melhor Longa-Metragem: Receba!, de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna (BA)
PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS Aurora – A Rua que Queria Ser um Rio, de Radhi Meron (SP)
PRÊMIO DA CRÍTICA | ABRACCINE Melhor Curta Nacional: O Resto, de Pedro Gonçalves Ribeiro (MG) Melhor Longa-Metragem: Deserto Particular, de Aly Muritiba (PR)
PRÊMIO FORT FILMES E KUARUP PRODUÇÕES Ainda Estou Vivo, de André Bomfim (SP)
Pedro Fasanaro no palco do Teatro do Parque, no Recife.
Dirigido por Aly Muritiba e escolhido para representar o Brasil na categoria de melhor filme internacional no Oscar 2022, Deserto Particular foi exibido na quarta-feira, 24/11, na mostra competitiva de longas-metragens da 25ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual.
O filme é protagonizado por Antonio Saboia, que interpreta Daniel, um policial afastado do trabalho depois de cometer um erro. Ele mora em Curitiba, com um pai doente, de quem cuida com devoção. Taciturno, Daniel fala pouco e sorri menos ainda. Seu único motivo de alegria é a misteriosa Sara, uma moça que mora no sertão da Bahia, e com quem se corresponde por aplicativo de celular. O desaparecimento súbito de Sara faz com que Daniel resolva cruzar o país em busca de seu amor.
Recentemente, o longa recebeu o Prêmio do Público na Giornate degli Autori, mostra paralela ao Festival Internacional de Cinema de Veneza, além de ter ficado entre os três finalistas segundo o Júri Oficial. Com Pedro Fasanaro, Zezita Matos, Thomás Aquino, Laila Garin e Cynthia Senek no elenco, o roteiro é assinado por Henrique dos Santos e pelo diretor Aly Muritiba, que se consagrou com obras como Para Minha Amada Morta e Ferrugem, e a série documental O caso Evandro.
Para falar mais sobre o filme, conversamos com Pedro Fasanaro, que recentemente foi premiado por sua atuação no 29º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade. O ator falou sobre a exibição no Cine PE, entrosamento do elenco e expectativa para o Oscar.
Neste ano, oito longas-metragens e 24 curtas disputaram o Troféu Elke Maravilha em várias categorias; foram inscritos 1.520 filmes, de 101 países. A curadoria, coordenada pelo jornalista e crítico de cinema Diego Benevides, contou com Rosa Caldeira, cineasta; e Ceci Alves, diretora.
O Júri Oficial foi formado por Natal Portela, Flávia Almeida, Manuela Ziggiatti, André Moraes e Valério Fonseca. Já o Júri da Crítica contou com Arthur Gadelha, Mylla Fox e Rodrigo Passolargo. Além dos prêmios principais, o evento também entrega o Prêmio João Nery, que reconhece produções que abordam a militância LGBTQIA+ e o reflexo positivo dessa atuação na vida das pessoas; e o Júri da Crítica de melhor longa e melhor curta.
Conheça os vencedores do For Rainbow 2021:
LONGAS-METRAGENS
Melhor Filme Brasileiro: Transversais, de Émerson Maranhão Melhor Filme Estrangeiro: Manual de Sobrevivência (Instructions for Survival), de Yana Ugrekhelidze (Alemanha) Melhor Direção: Yana Ugrekhelidze, por Manual de Sobrevivência Melhor Roteiro: Transversais, escrito por Émerson Maranhão e Julia Katharine Melhor Atriz: Verónica Valenttino, por A Cidade dos Abismos Melhor Ator: Simon Hanga, por Kapana Melhor Fotografia: A Cidade dos Abismos, por Rodrigo Pannacci Melhor Direção de Arte: Casa do Amor (The House of Love) Melhor Montagem: Manuel de Sobrevivência, por Agata Wozniak Melhor Trilha Sonora Original: Wigudun – Alma de Dois Espíritos, por Rodrigo Denis Melhor Desenho Sonoro: Casa do Amor, por Duccio Servi Menção Honrosa: Kapana, de Philippe Talavera (Namíbia)
CURTAS-METRAGENS
Melhor Filme Brasileiro: Céu de Agosto, de Jasmin Tenucci Melhor Filme Estrangeiro: Quando Chafurdei na Tigela do Sol (When I Wallowed in a Bowl of Sunshine), de Kukay Zinampan Melhor Direção: Jasmin Tenucci, por Céu de Agosto Melhor Roteiro: Assim é a Natureza (Dans la Nature), escrito por Marcell Barelli e Fleur Daugey Melhor Atriz: Badu Morais, por Céu de Agosto Melhor Ator: Firmino Brasil, por Time de Dois Melhor Direção de Arte: Quando Chafurdei na Tigela do Sol, por Jamal Shalomofsky Melhor Fotografia: Vagalumes, por Léo Bittencourt e Juliano Gomes Melhor Trilha Sonora Original: Elle, por Nikima Melhor Montagem: Rei Max (King Max), por Adèle Vincenti-Crasson Melhor Desenho Sonoro: Vagalumes, por Felippe Mussel Menção Honrosa: Praia dos Crush, de Marieta Rios Freitas (Brasil)
PRÊMIO DA CRÍTICA
Melhor longa-metragem brasileiro: Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos, de Clara Angélica Melhor curta-metragem brasileiro: Time de Dois, de André Santos
PRÊMIO JOÃO NERY
Melhor longa-metragem: Assim como o Ar, Sempre nos Levantaremos, de Clara Angélica (Brasil) Melhor curta-metragem: Pokett Nery – Rainha do Samba Junino, de Fabíola Aquino Coelho (Brasil)
Cena do curta Time de Dois, de André Santos: selecionado.
A 16ª edição do Festival Audiovisual de Campina Grande – Comunicurtas UEPB acontecerá entre os dias 1 e 5 de dezembro. Com a temática Inventar a vida, viver a arte, a programação exibirá 103 filmes distribuídos em diversas mostras.
Neste ano, entre curtas, longas, reportagens de TV, peças publicitárias e videoclipes, foram 1.500 inscritos. As exibições acontecerão no formato on-line e presencial. Algumas das mostras terão sessões no Teatro Municipal Severino Cabral, em Campina Grande, seguindo todos os protocolos sanitários por conta da Covid-19; e no Museu de Arte Popular da Paraíba com sessões ao ar livre através de projeção mapeada na fachada do MAPP.
Com coordenação geral do jornalista Hipolito Lucena, a curadoria do festival foi realizada por Amilton Pinheiro, Hipolito Lucena e Francisco Haniel, além da direção artística de Rebeca Souza. A novidade desta 16ª edição será a mostra de videoarteTerritório Liberdade, que presta homenagem ao artista contemporâneo Antônio Dias, autor da obra Território Liberdade, Faça Você Mesmo.
O festival contará também com atividades paralelas, como oficinas, palestras, workshops, debates e o Fórum do Audiovisual Paraibano, espaço para discussão de políticas públicas voltadas para o incentivo de produções audiovisuais no estado.
Conheça os filmes selecionados para o 16º Comunicurtas – Festival Audiovisual:
LONGAS NACIONAIS *sessões presenciais no Teatro Municipal Severino Cabral
#eagoraoque, de Rubens Rewald e Jean-Claude Bernardet (SP) Achados Não Procurados, de Fabi Penna (SC) Álbum em Família, de Daniel Belmonte (RJ) Jesus Kid, de Aly Muritiba (PR) Nós Passarinhos, de Antônio Fargoni (SP)
MOSTRA BRASIL DE CURTAS METRAGENS *on-line e sessões presenciais
3 é 5, de Pedro Castelo Branco (SP) A Morte do Funcionário, de Guilherme Pau y Biglia (PR) Aisha e o Tempo do Mundo, de Carlos Kamara (PE) Cine Aurélio, de Kennel Rógis (PE) E Agora Você, de Edson Lemos Akatoy (PB) Enquanto o Sol se Põe, de Márcia Lohss (RN) Entre, de Bruno Gissoni (RJ) Janaína Sem Cabeça, de Bruna Schelb (MG) Manifesto O Palco é a Rua – A Música nos Espaços Populares, de Guilherme Patriota e Laura Sousa (PE) O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader (AM) Para Dentro, de Allan Fernando (RJ) Quantos Mais?, de Lucas de Jesus (BA) Tapajós: Uma Breve História da Transformação de um Rio, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga (DF) Time de Dois, de André Santos (RN)
LONGAS METRAGENS INTERNACIONAIS *on-line na plataforma do festival
A Arte de Ser, de Gianni Marchesi (Inglaterra) Eunice ou Carta a uma Jovem Atriz, de Tiago Durão (Portugal) Heróis de Pedra, de Ariel Soto Paz (Bolívia) Odisséia de Vasy, de Vasileios Papatheocharis (Grécia) Uma Desconhecida, de Fabrizio Guarducci (Itália)
MOSTRA FILMES DO MUNDO | CURTAS INTERNACIONAIS *on-line na plataforma do festival
?, de Pouyan Ojagh (Irã) A Charneca Escura, de César Muñoz Sánchez (Colômbia) Ela, de Anastasia Raykova (Portugal) Luzinete, de Carla Di Bonito (Inglaterra) Mamapara, de Alberto Flores Vilca (Peru) O Buraco Negro, de Oussama Lamharzi Alaoui (Marrocos) O Jorge, de Pavlína Taubingerová (República Tcheca) Suspirar, de Vlad Bolgarin (Moldávia) Testemunho com Tríptico, de Pamela Falkenberg e Jack Cochran (EUA) Transfert, de Emeric Gallego (França)
MOSTRA TROPEIROS DA BORBOREMA | CURTAS PARAIBANOS *sessões presenciais no Teatro Municipal
Biscoito de Barro, de Deleon Souto (Patos) Boyzin, de R. B. Lima (São Bento) Canários x Canalhas, de Leonardo Gonçalves (Alagoa Grande) Essa Saudade, de Yan Albuquerque (Campina Grande) Flor no Quintal, de Mercicleide Ramos (João Pessoa) Manifesto Movimento, de Yohana Passos e David Guedes (Campina Grande) O Cenecista, de Wanderley Filho e Valécia Estrela (Cuité) O Eterno Sublime das Incertezas, de Ana Caline (Queimadas) O que os machos querem, de Ana Isaura Diniz (João Pessoa) O que resta, de Nathan Cirino (Campina Grande) Plantar e Colher, de Ailson Ramalho (Campina Grande) Por Entre as Muralhas, de Eduardo Moreira (Cabedelo) Regresso ou alguma coisa que nós criamos, de Maycon Carvalho (Sousa) Terra Vermelha, de Allan Marcus e Leonardo Gonçalves (Alagoa Grande)
MOSTRA TERRITÓRIO LIBERDADE | HOMENAGEM AO ARTISTA VISUAL ANTONIO DIAS *videoartes (projeção mapeada no MAPP)
Agony, de Darina Igorevna Firsova (Rússia) Água, Ar Serei, de Roderick Steel (Brasil) Canudos em Minha Pele, de Rosa Amorim (Brasil) Cocoons and deaths, de Suleyman Eskiocak (Turquia) Desterro, de Taciano Valério (Brasil) El Atardecer, de Martin Emiliano Diaz (Chile) Em fevereiro, irei para a lua…, de Duda Gambodgi (Brasil) Entre Sol y la Tierra, de Javiera Fajardo Veliz e Bárbara Pestan Florás (Chile) Fantastic Mr. Tulipa, de Orest Smilianets (Ucrânia) Insert, de Hassan Mokhtari (Irã) O Mundo, Oito Segundos, de Hassan Mokhtari (Irã) O Pequeno Planeta, de Arjanmar Beneta (Filipinas) Pagar para Respirar, de Potira Maia (Portugal) Pane, de Aislan Brendo (Brasil) Parêntesis, de Natalia Lage (Brasil) Swaha, de Mary Trunk (EUA) Testemunho com Tríptico, de Pamela Falkenberg e Jack Cochran (EUA) The Note, de Siavash Eydani (Irã) The Still Sound, de Camila Ferrari e Alberto Gambato Viento de Primavera, de Marina Santana de La Torre (México)
Patricia Saravy em A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga.
A 17ª edição do Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontecerá entre os dias 1 e 8 de dezembro, marca o retorno às sessões presenciais no Cine Metha – Glauber Rocha, em Salvador, mas também mantém a exibição on-line de quase toda a sua programação, que conta ainda com oficinas e debates.
“Ficamos confinados, mas já está na hora de retomarmos, aos poucos, nossas atividades pela cidade. Ir ao cinema, sobretudo a um cinema de rua, é se encontrar com a nossa cidade, ver o rosto das pessoas, conversar sobre filmes, sobre a vida”, disse Cláudio Marques, idealizador e um dos coordenadores do Panorama. Ele reforça que todos os protocolos vigentes de prevenção da Covid-19 serão adotados.
As obras selecionadas para o Panorama serão exibidas nas competitivas Nacional, Baiana e Internacional, em mostras paralelas e nas sessões de abertura e encerramento. São cerca de 80 produções, entre longas, médias e curtas-metragens. Na Competitiva Baiana, 25 filmes de diferentes formatos, gêneros e estilos, oferecem um cenário do cinema realizado nos últimos dois anos. A mostra é composta por 20 curtas e 5 longas. A Internacional reúne seis longas e 12 curtas produzidos em 26 países dos cinco continentes, trazendo a Salvador filmes inéditos.
Para dar início à programação, no dia 1º de dezembro será exibido o clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha (1964). Lançando um olhar sobre vários tipos de opressão, o longa foi escolhido para evidenciar o cinema como veículo e objeto de resistência. A rosácea da fachada do Cine Metha – Glauber Rocha foi desenvolvida por Rogério Duarte para a identidade visual do filme: “É um símbolo do cinema brasileiro, de sua força e importância”, reforça Marília Hughes, coordenadora do festival.
Uma homenagem ao centenário do sambista baiano Riachão, morto em março do ano passado, marcará o encerramento do XVII Panorama, dia 8 de dezembro, quando Jorge Alfredo apresentará o documentário Samba Riachão, dirigido por ele há 20 anos, em horário a definir. O diretor conversará com o público ao final da sessão.
Também haverá debate com o diretor após a exibição de O Pai da Rita, novo longa de Joel Zito Araújo, o outro filme de encerramento do festival. Na produção, dois compositores da velha guarda da Vai-Vai, Escola de Samba de São Paulo, têm a amizade estremecida pelo surgimento da filha de uma antiga paixão de ambos, a passista Rita.
Pelo segundo ano consecutivo, o festival realiza o Panorama Convida, que trará Pela Janela, de Caroline Leone, vencedor da categoria de melhor filme no festival em 2017. A produção convidada pela diretora é Baronesa, de Juliana Antunes, contemplado com o prêmio Indie Lisboa na mesma edição. Os dois filmes não serão exibidos no cinema, somente no site.
Os cineastas John Carpenter e Alain Gomis serão homenageados no festival, com a exibição de três filmes realizados por Carpenter entre 1978 e 1987 e duas obras de Gomis lançadas na década de 2010. A mostra Alain Gomis será realizada com apoio cultural do Consulado Geral da França. O Panorama inclui ainda sessões especiais com Deus tem AIDS, de Fábio Leal e Gustavo Vinagre, e NŨHŨ YÃG MŨ YÕG HÃM: Essa Terra é Nossa!, de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu e Roberto Romero.
As sessões especiais e as mostras dos homenageados irão acontecer apenas presencialmente, assim como o lançamento do livro Pó da estrada: escritos de João Carlos Sampaio, publicação organizada por Tais Bichara e Flávia Santana, com curadoria de críticas de João Paulo Barreto e Rafael Carvalho. Falecido em 2014, João Carlos foi o primeiro a ministrar oficinas de crítica no Panorama.
Nesta edição, a oficina de Crítica de Cinema será mantida no formato on-line e ministrada pela vice-presidente da Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, Amanda Aouad. O modelo virtual também permanece nos laboratórios de roteiro e montagem. As três atividades têm acesso gratuito e seus participantes já foram selecionados.
Conheça os filmes selecionados para o XVII Panorama Internacional Coisa de Cinema:
COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS
5 Casas, de Bruno Gularte Barreto A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga A Matéria Noturna, de Bernard Lessa Edna, de Eryk Rocha Madalena, de Madiano Marcheti Mata, de Fábio Nascimento e Ingrid Fadnes Os Ossos da Saudade, de Marcos Pimentel Receba!, de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna
COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGENS
1325 Quilômetros 227 Dias, de Gustavo de Almeida e Vítor Teixeira Alágbedé, de Safira Moreira Angustura, de Caio Sales As Vezes que Não Estou Lá, de Dandara de Morais Céu de Agosto, de Jasmin Tenucci Como Respirar Fora D’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros Estio_rito em Lapso, de Alana Falcão, Melissa Figueiredo e Neemias Santana Eu Espero o Dia da Nossa Independência, de Brunna Laboissiére e Bruna Carvalho Almeida Fragmentos de Gondwana, de Adalberto Oliveira Hawalari, de Cássio Domingos Matança Popular Brasileira, de Bianca Rêgo Memórias Perdidas, de Sabrina Andrade Os Dias com Você, de Letícia Cristina e Luan Santos Perto de Você, de Cássio Kelm Prata, de Lucas Melo Sideral, de Carlos Segundo Terra Nova, de Diego Bauer
COMPETITIVA BAIANA | LONGAS
Açucena, de Isaac Donato e Marília Vin Àkàrà no fogo da intolerância, de Claudia Chávez Genocídio e Movimentos, de Andreia Beatriz, Hamilton Borges dos Santos e Luis Carlos de Alencar Nós, de Letícia Simões Qual a cor do trem?, de Rodrigo Carvalho e Deniere Rocha
COMPETITIVA BAIANA | CURTAS
Adé, de Marcelo Ricardo Afeminados, de Charles Morais Casa de Farinha, de Saulo Sâncio CEGO_CIDADE, de Kauan Oliveira Gelo na Chapa – O Terceiro Olho que o Fantasma me Deu, de Ramon Mota Coutinho Iauaraete, de Xan Marçall In-passe, de Claudio Machado e Henrique Filho Mãe Solo, de Camila de Moraes Mamãe!, de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter Maria Quitéria Honra e Glória, de Antonio Jesus da Silva Meia Lata D’água ou Lagarto Camuflado, de Plínio Gomes O Último Grão de Areia, de Marcos Alexandre Palhaços do Rio Vermelho – O Curta, de Lilih Curi Pele Manchada, de Victor Mota Quantos Mais?, de Lucas de Jesus Quilombo Corcovado, de Rafael Lage Redundância, de Wayner Tristao Gonçalves Um Transe de Dez Milésimos de Segundo, de Jamile Cazumbá Via Láctea, de Thiago Almasy Voyá, de Fanny Oliveira
SESSÕES ESPECIAIS
Deus Tem AIDS, de Fábio Leal e Gustavo Vinagre NŨHŨ YÃG MŨ YÕG HÃM: Essa Terra é Nossa!, de Carolina Canguçu, Roberto Romero, Isael Maxakali e Sueli Maxakali
PANORAMA CONVIDA
Baronesa, de Juliana Antunes Pela Janela, de Caroline Leone
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