Luiz Carlos Vasconcelos em Filho de Boi, de Haroldo Borges e Ernesto Molinero.
A sétima edição da Ciranda de Filmes acontecerá entre os dias 26 de novembro e 10 de dezembro com programação on-line e gratuita. A mostra referência em infância, juventude, arte e educação terá exibição de filmes, uma oficina e cinco rodas de conversa.
Em 2021, a Ciranda é realizada em parceria com o Itaú Cultural, que acolhe desde setembro a Ocupação Paulo Freire, em homenagem ao centenário do educador e patrono da educação brasileira.
Neste ano, além das produções criadas por profissionais do audiovisual, a grande novidade é a estreia da 1ª Mostra Escola Cirandeira, que convida professores e educadores, de diferentes lugares do Brasil a exibirem vídeos que revelem seus olhares e práticas sobre infância, juventude, ensino e aprendizagem; e que relações e trocas são estabelecidas com os alunos em diversos contextos: escolas das redes pública e particular de ensino, escolas de arte, espaços culturais e centros de cultura popular, coletivos, bibliotecas, projetos sociais, entre outros espaços de aprendizagem.
Já a seleção de filmes desta edição assumiu uma versão compacta e, tendo como premissa a valorização e disseminação da filmografia brasileira, buscou compor um repertório que amplie a nossa percepção e visão sobre as diversas conexões com os possíveis e incontáveis legados freireanos.
Três documentários traçam um panorama da educação brasileira hoje, retratando e refletindo sobre os desafios e as ações de sucesso: Pro Dia Nascer Feliz e Atravessa a Vida, de João Jardim, e o mais recente lançamento de Alexandre Carvalho: A Quem Interessa a Ignorância?. Dirigido por Jorge Bodanzky, Utopia e Distopia visita um projeto de educação universitária em Brasília, nos anos 1960, sonhado por Paulo Freire e seus companheiros, Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, também educadores visionários. No filme, vemos uma universidade aberta, que revolucionou não apenas na arquitetura estimulante para o convívio social, mas também na proposta pedagógica.
Do inédito nos cinemas Filho de Boi, de Haroldo Borges e Ernesto Molinero, passando pela poesia imagética em forma de animação O Menino que Engoliu o Sol, de Patricia Alves Dias, os documentários Entremarés, de Anna Andrade, Chão, de Camila Freitas, Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves, até o tocante e histórico Central do Brasil, de Walter Salles, entre outros, os filmes apresentados nesta edição buscam a conexão das experiências e pensamentos de Paulo Freire com as questões urgentes do nosso tempo.
Completam a seleção de títulos as produções: 5 Vezes Chico – O Velho e Sua Gente; A Sússia; Augusto Boal e o Teatro do Oprimido; Eu Preciso Destas Palavras Escritas; Fonemas da Liberdade; Infância Falada; Mutum; Você Não Sabia de Mim; e Yaõkwa: Imagem e Memória.
Além dos filmes, a Ciranda tem uma programação paralela com cinco Rodas de Conversa e uma oficina para crianças e adolescentes, que conta com a participação de profissionais da educação e da cultura que vão debater e refletir junto ao público as temáticas apresentadas na mostra, em diálogo com a produção cinematográfica e os pensamentos do homenageado desta edição, Paulo Freire.
Os filmes serão exibidos gratuitamente, um por dia, na plataforma Itaú Cultura Play. Para chegar até eles, basta acessar o site da Ciranda, onde toda a programação estará reunida. As vivências e conversas serão transmitidas no canal do YouTube da Ciranda.
Idealizada por Fernanda Heinz Figueiredo e Patrícia Durães, a Ciranda de Filmes nasceu em 2014 como a primeira mostra brasileira de cinema focada em arte, educação, infância e juventude. Na essência de sua formação está o encontro e o diálogo entre esses temas e todos os agentes que trabalham em prol das crianças e dos jovens. A sétima edição acontecerá on-line por conta dos protocolos de segurança da Covid-19.
Para mais informações sobre a programação e atividades paralelas, clique aqui.
Pedro Fasanaro em Deserto Particular: melhor interpretação.
Os vencedores da 29ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade foram anunciados na noite deste domingo, 21/11, no MIS – Museu da Imagem e do Som de São Paulo, que contou também com um show presencial da cantora Raquel, uma das fundadoras da banda As Bahias e a Cozinha Mineira.
Dirigido por Aly Muritiba, Deserto Particular foi o grande vencedor desta edição com dois prêmios, entre eles, o Coelho de Ouro de melhor filme. O longa é protagonizado por Antonio Saboia, que interpreta Daniel, um policial afastado do trabalho depois de cometer um erro. Ele mora em Curitiba, com um pai doente, de quem cuida com devoção. Taciturno, Daniel fala pouco e sorri menos ainda. Seu único motivo de alegria é a misteriosa Sara, uma moça que mora no sertão da Bahia, e com quem se corresponde por aplicativo de celular. O desaparecimento súbito de Sara faz com que Daniel resolva cruzar o país em busca de seu amor.
O Júri Oficial deste ano foi formado por: Alberto Pereira Jr, Bárbara Paz e Bruno Carmelo na Competitiva Brasil de Longas; Ana Arruda, Nay Mendl e Victor Di Marco na Competitiva Brasil de curtas; e Celso Curi, Helena Vieira e Natália Machiavelli no Prêmio Dramática, que destaca peças teatrais.
Confira a lista completa com os vencedores do 29º Festival Mix Brasil:
COELHO DE OURO Prêmios dos Júris da Mostra Competitiva Brasil
Melhor longa-metragem: Deserto Particular, de Aly Muritiba (PR) Melhor curta-metragem: Manaus Hot City, de Rafael Ramos (AM)
COELHO DE PRATA | CURTA-METRAGEM Prêmios do Júri da Mostra Competitiva Brasil para curtas-metragens
Melhor Direção: Victoria Negreiros Guedes e Júlia Dordetti Fávero, por Como Respirar Fora d’Água Melhor Roteiro: O Nascimento de Helena, escrito por Rodrigo Almeida Melhor Interpretação: Raphaella Rosa, por Como Respirar Fora d’Água Menção Honrosa: Flor de Mururé, de Marcos Corrêa e Priscila Duque (PA)
COELHO DE PRATA | LONGA e MÉDIA-METRAGEM Prêmios do Júri da Mostra Competitiva Brasil para longas e médias
Melhor Direção: Madiano Marcheti, por Madalena Melhor Roteiro: Vênus de Nyke, escrito por André Antônio Melhor Interpretação: Pedro Fasanaro, por Deserto Particular Menção Honrosa: Até o Fim, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (BA)
INCENTIVO: O longa e o curta premiados com o Coelho de Ouro também receberão os prêmios DOTCINE, CTAV e MISTIKA de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com apoiadores da área cinematográfica.
PRÊMIO DRAMÁTICA
Coelho de Ouro: Ele, de Oliver Olívia Menção Honrosa: O que Resta, de Thiago Vilanova, e O Silêncio Anuncia o Grito ou Voz Bixa, de Marco Antonio Oliveira
PRÊMIO DO PÚBLICO
Melhor curta-metragem nacional: Dois Garotos que Se Afastaram Demais do Sol, de Lucelia Sergio e Cibele Appes (SP) Melhor curta-metragem internacional: Na Natureza, de Marcel Barelli (Suíça)
Melhor longa-metragem nacional: Máquina do Desejo, de Joaquim Castro e Lucas Weglinski (SP) Melhor longa-metragem internacional: Benedetta, de Paul Verhoeven (França/Bélgica/Holanda)
Prêmio Dramática: O Silêncio Anuncia o Grito ou Voz Bixa, de Marco Antonio Oliveira
PRÊMIOS ESPECIAIS
PRÊMIO ÍCONE MIX: Ney Matogrosso PRÊMIO SUZY CAPÓ: Glenda Nicácio, codiretora do longa Até o Fim, e elenco do filme: Wal Diaz, Arlete Dias, Maíra Azevedo e Jenny Muller PRÊMIO SESC TV: Uma Carta para o Meu Pai, de Aline Belfort (SP) PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS: O Amigo do Meu Tio, de Renato Turnes (SC) PRÊMIO IDA FELDMAN: Jurandy Valença BOLSA ATELIÊ BUCARESTE: Giuliana Lanzoni, pela fotografia de Como Respirar Fora d’Água PRÊMIO CINEMIX PERIFÉRICO: Como Recuperar o Fôlego Gritando, de Diego Nascimento e Murilo Gaulês (SP) PRÊMIO CAIO FERNANDO ABREU DE LITERATURA: Último Dia do Amor, de Brunow Camman PRÊMIO MIX LITERÁRIO: Monstrans, de Lino Arruda PRÊMIO MIX LITERÁRIO | MENÇÃO HONROSA: Neca + 20 poemetos travessos, de Amara Moira SHOW DO GONGO: Barbara Beauty, de DaCota Monteiro
Depois de uma edição especial totalmente on-line por conta da pandemia de Covid-19, o evento voltou em formato híbrido com atividades virtuais e presenciais nas cidades de Recife e Arcoverde (que acontecerá entre os dias 24 e 26 de novembro). A programação contou com mostras competitivas de curtas, performances, lançamento de livro, Recifest nas Escolas, Recifest nas Comunidades, além de várias atividades de formação. O filme de encerramento deste ano foi o documentário Deus tem AIDS, de Fábio Leal e Gustavo Vinagre.
Com curadoria de André Antônio, Anti Ribeiro e Felipe André Silva, foram escolhidos27 filmes em competição que destacaram a força criativa, as vozes, narrativas, corpos e territórios de realizadores gays, lésbicas, não-binários, homens e mulheres trans, intersexo. Os premiados deste ano receberam o Troféu Rutílio de Oliveira, que leva o nome de um dos criadores do Recifest, além do Prêmio Mistika (R$ 4 mil em serviços de pós-produção de imagem).
O Júri Oficial foi formado por: João Vieira Jr., produtor; Libra, artista transdisciplinar e realizadora audiovisual pernambucana; e Mariana Souza, curadora e programadora de cinema. Para o prêmio 7ª Arte e Direitos Humanos, concedido pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos de Pernambuco e pela Revista Click Rec, o time escolhido contou com Chopelly Santos (Sra. Santos) e Wellington Pastor.
Neste ano, Sra. Santos, técnica de enfermagem há 12 anos, foi uma das homenageadas. Além de trabalhar no hospital de pediatria Helena Moura, no Recife, é supervisora do Ambulatório LGBT – Espaço Darlen Gasparelle, em Camaragibe; coordenadora da AMOTRANS – Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco; e vice-presidenta da ANTRA – Associação Nacional de Travestis e Transexuais.
A Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero também foi homenageada. Criada em 1993 em Recife com a intenção de produzir respostas comunitárias ao HIV e seus determinantes sociais e econômicos com um enfoque feminista e abordagens baseadas na promoção e defesa de direitos. Atende pessoas em situação de alta vulnerabilidade social, tem certificado nacional de filantropia (CEBAS) e atua em parceria com movimentos sociais em nível local, nacional e internacional, no fomento de um mundo mais justo, democrático e solidário.
Conheça os vencedores da 8ª edição do Recifest:
MELHOR FILME NACIONAL | JÚRI OFICIAL Time de Dois, de André Santos (RN)
MELHOR FILME NACIONAL | JÚRI POPULAR Estilhaços, de Gabriela Nogueira (CE)
MELHOR FILME PERNAMBUCANO | JÚRI OFICIAL O Durião Proibido, de Txai Ferraz (PE)
MELHOR FILME PERNAMBUCANO | JÚRI POPULAR Mormaço, de Carol Lima (PE)
MELHOR DIREÇÃO Lucas Nunes, por Meninos Rimam
MELHOR ROTEIRO Lamento de Força Travesti, escrito por Thiago das Mercês
MELHOR INTERPRETAÇÃO Stanley Albano, por Morde & Assopra
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE Aracá, por Ziel Karapotó
MENÇÃO HONROSA Bianca – Olhe, ame, cuide. Trans são joias, de Marcos Castro (PE) e Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar (RJ)
PRÊMIO AIC | Academia Internacional de Cinema Mormaço, de Carol Lima (PE)
PRÊMIO 7ª ARTE E DIREITOS HUMANOS Homens Invisíveis, de Luis Carlos de Alencar (RJ)
*O CINEVITOR está no Recife e você acompanha a cobertura do 8º Recifest por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Foram anunciados nesta quarta-feira, 17/11, os curtas-metragens paraibanos selecionados para a mostra competitiva Sob o Céu Nordestino da 16ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 9 e 15 de dezembro, em João Pessoa.
Em comunicado, Lucio Vilar, fundador e produtor executivo do festival, disse: “Mais uma vez o evento reconhece e valoriza a chamada prata da casa, não exatamente por generosidade, mas pelo mérito, sobretudo. É a afirmação da produção curtametragista paraibana que, esse ano, já conquistou importantes prêmios em Gramado e outros festivais. Um ano depois, diretores, produtores e elencos terão, de volta, o calor e o aplauso do público com o Fest Aruanda presencial, na telona fantástica da sala 9 do Cinépolis. Aruandar é preciso!”.
Segundo Amilton Pinheiro, que forma o comitê de seleção de curtas-metragens junto com Vilar: “Vale salientar a interiorização dos filmes; quatro foram feitos no interior e quatro na capital. Com temáticas diversas, filmes de gênero, racial, feminismos, que resgatam os artesãos, entre outros temas. Uma seleção que deve gerar debates, discussões e vão ser vistos pelo público”.
Neste ano, o evento volta ao formato presencial, com exibições gratuitas na rede Cinépolis do Manaíra Shopping, mas também contará com sua programação virtual através da plataforma Aruanda Play.
Conheça os curtas paraibanos selecionados para o Fest Aruanda 2021:
Adarrum, de Thomas de Freitas (João Pessoa) Boyzin, de R.B. Lima (João Pessoa) Flor no Quintal, de Mercicleide Ramos (João Pessoa) Incúria, de Tiago A. Neves (Cabedelo) Noite no Sítio, de Lucas Machado (Bananeiras) O que os Machos Querem, de Ana Dinniz (João Pessoa) Tecendo Histórias, de Diego Pontes (Boqueirão) Terra Vermelha, de Allan Marcus e Leonardo Gonçalves (Alagoa Grande)
Catherine Deneuve e Benoît Magimel no drama Enquanto Vivo, de Emmanuelle Bercot.
Consolidado como o maior evento de filmes franceses fora da França e somando mais de um milhão de espectadores em todo país desde sua criação, a 12ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês acontecerá entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro com exibições nos cinemas.
Drama, romance, comédia, animação e documentário integram a programação composta por dois clássicos e 17 longas-metragens inéditos e recentes, entre premiados e participantes de festivais internacionais. Rio de Janeiro e São Paulo recebem ainda uma mostra com quatro filmes em homenagem a Jean-Paul Belmondo, ícone do cinema mundial falecido em setembro último, e a delegação artística que vai debater com o público.
“Estamos felizes em poder realizar o festival novamente este ano, com maior segurança, com a pandemia estabilizada e os eventos culturais retornando em todos as cidades”, comemora Christian Boudier, codiretor e cocurador do festival. “Para nós, que em todos esses anos trabalhamos levando a cinematografia francesa para o público de cidades de todos os tamanhos e lugares do país, é muito gratificante voltar a oferecer cultura”, completa Emmanuelle Boudier, também codiretora e cocuradora do evento.
Os 17 longas-metragens inéditos nos cinemas formam uma seleção com gêneros e temáticas variadas, estreladas por astros e jovens talentos, além de diretores novos e consagrados. Na programação estão obras premiadas e participantes de festivais como Cannes, Toronto, Veneza e San Sebastián. Astros e estrelas como Catherine Deneuve, Sophie Marceau, Virginie Efira, Jérémie Renier, Pierre Niney, Pio Marmai e jovens nomes como Noémie Merlant, Benjamin Voisin, Sami Outalbali e Rabah Naït também estarão presentes com seus últimos filmes.
Como em outros anos, uma delegação francesa estará em São Paulo e no Rio de Janeiro para apresentar seus filmes e conversar com o público em sessões com debate. Além dos filmes, a edição volta a promover o Laboratório Franco-Brasileiro de Roteiros sob a coordenação de François Sauvagnargues, especialista de ficção e diretor geral do FIPA, Festival Internacional de Programação Audiovisual.
Presença constante do festival, François Ozon traz sua mais nova obra, Está Tudo Bem (Tout s’est bien passé), que integrou a seleção oficial da última edição do Festival de Cannes. O longa-metragem discute a eutanásia e o suicídio assistido quando um homem, em uma cama de hospital, pede ajuda de sua filha para morrer. Ainda sobre a temática da finitude, uma das mais aclamadas atrizes do cinema francês, Catherine Deneuve, brilha no filme Enquanto Vivo (De son vivant), sob a direção de Emmanuelle Bercot. No drama, ela interpreta uma mãe diante do insuportável: a doença incurável do filho.
Benjamin Voisin e Vincent Lacoste em Ilusões Perdidas, de Xavier Giannoli.
Protagonizado por Rabah Naït Oufella, o drama @Arthur Rambo – Ódio nas Redes é dirigido por Laurent Cantet, conhecido por usar suas obras para debater temas atuais da sociedade. Com a produção, o diretor discute o uso das redes sociais e os julgamentos no mundo digital. Integrante da seleção oficial do Festival de Toronto e de San Sebastián, o filme conta ainda com Sofian Khammes e Antoine Reinartz no elenco principal. Documental, Nosso Planeta, Nosso Legado (Legacy, notre héritage) é a mais recente produção do diretor Yann Arthus-Bertrand, fotógrafo que se tornou cineasta e já realizou produções memoráveis. Nesta nova produção, ele compartilha a visão sensível e radical do mundo atual, além de revelar um planeta sofredor e uma humanidade desorientada.
Já o drama Ilusões Perdidas (Illusions perdues) traz no elenco principal os atores Benjamim Voisin, Cécile de France e Vincent Lacoste. Inspirado no romance homônimo de Honoré de Balzac e dirigido por Xavier Giannoli, o filme é ambientado no século XIX em que Lucien, um jovem poeta desconhecido ávido por abrir caminho na vida, deixa sua cidade natal para tentar a sorte em Paris. A produção disputou o Leão de Ouro no Festival de Veneza.
As comédias também estão presentes na programação. Um dos destaques é Adeus, Idiotas (Adieu les cons), escrita, dirigida e interpretada por Albert Dupontel. O longa foi consagrado no Prêmio César, com sete troféus, e já foi visto por mais de um milhão de espectadores na França. No elenco estão Virginie Efira e Nicolas Marié que, junto com Albert Dupontel, embarcam em uma missão tão espetacular quanto improvável, quando Suze Trappet descobre, aos 43 anos, que está seriamente doente. Já Pequena Lição de Amor (Petite leçon d’amour), de Ève Deboise, mostra seus protagonistas numa jornada por Paris por causa de uma inquietante carta de amor. Mentes Extraordinárias (Presque), codirigida por Bernard Campan e Alexandre Jollien, atores que também assinam a direção do longa, conta a história de duas pessoas que se dirigem para o sul da França num carro funerário. Exibido em Cannes e codirigida por Arnaud Larrieu e Jean-Marie Larrieu, a comédia musical Tralala acompanha um cantor de ruas de Paris que, milagrosamente, se reinventa na cidade de Lourdes.
David Marsais, Albert Dupontel, Virginie Efira e Grégoire Ludig em Adeus, Idiotas.
Uma das mais consagradas animadoras do mundo, com obras e personagens cheias de intensidade dramática, a diretora francesa Florence Miaihe marca presença no evento com o longa-metragem de animação A Travessia (La traversée), que ganhou Menção Especial do júri no Festival de Annecy. O veterano Jacques Audiard apresenta sua última produção Paris, 13 Distrito (Les Olympiades, Paris 13e), que mira em três personagens jovens na busca de seus caminhos.
Em Um Intruso no Porão (L’homme de la cave), de Philippe Le Guay, François Cluzet vive um homem de passado conturbado, que transforma a vida de um casal ao comprar um porão de um imóvel na cidade de Paris. O thriller psicológico Caixa Preta (Boîte noire), de Yann Gozlan, conquistou o Prêmio do Público no 38º Festival Reims Polar e busca a verdade sobre o que aconteceu a bordo do voo Dubai-Paris antes de bater no maciço alpino através da análise minuciosa das caixas pretas; no elenco está Pierre Niney. Com direção de Elie Wajeman, Madrugada em Paris (Médecin de nuit) retrata a saga de Mickaël, um médico vivido pelo ator Vincent Macaigne que tem uma noite para decidir seu próprio destino.
Para os amantes da gastronomia, a mostra apresenta Delicioso: da Cozinha para o mundo (Délicieux), comédia estrelada por Grégory Gadebois e Isabelle Carré, sob a direção de Eric Besnard. O filme de época conta um pouco dos primórdios da culinária francesa, bem como a criação do primeiro restaurante do país, antes mesmo da revolução francesa acontecer.
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano e representante da França no Oscar 2022, o terror Titane, dirigido por Julia Ducournau, com Vincent Lindon, Agathe Rousselle e Garance Marillier no elenco principal, poderá ser assistido pelo público do festival em algumas cidades.
Pierre Niney em Caixa Preta, de Yann Gozlan.
Um Conto de Amor e Desejo (Une histoire d’amour et de désir), segundo longa-metragem de Leyla Bouzid, traz Sami Outalbali, Zbeida Belhajamor e Diong-Keba Tacu no elenco principal. O longa mostra, com delicadeza e audácia, o despertar para a sexualidade e o ardor dos sentimentos e fantasias. A produção integrou a Semana da Crítica de Cannes e ganhou o prêmio de melhor filme no Festival Du Film Francophone d’Angoulême.
A edição 2021 traz de volta às telonas dois filmes memoráveis da cinematografia francesa para compor os clássicos homenageados da mostra. A comédia O Magnífico (Le magnifique), de 1973, é dirigida por Philippe de Broca e conta com Jean Paul Belmondo no papel principal, além de Jaqueline Bisset, Vittorio Caprioli e Jean Lefebvre. As Coisas da Vida (Les choses de la vie), de 1970, vencedor da Palma de Ouro, é um drama romântico dirigido por Claude Sautet, com Michel Piccoli, Romy Schneider, Lea Massari e Jean Bouise nos papéis principais.
O público das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo será presenteado com uma mostra especial, em homenagem ao ator Jean-Paul Belmondo, falecido em setembro passado. A curadoria selecionou quatro títulos que destacam e enaltecem a carreira de Belmondo, cujo legado atravessou gerações. São eles: O Demônio das Onze Horas (Pierrot le Fou), de Jean-Luc Godard (1965); O Homem do Rio (L’homme de Rio), de Philippe de Broca (1964); Técnica de um Delator (Le doulos), de Jean-Pierre Melville (1963); e Léon Morin, o padre (Léon Morin, prêtre), de Jean-Pierre Melville (1961).
Já estão confirmadas as seguintes cidades nesta edição do Festival Varilux: Aracaju (SE), Araraquara (SP), Balneário Camboriú (SC), Barueri (SP), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Botucatu (SP), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS), Cotia (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Goiânia (GO), Indaiatuba (SP), Jaboatão dos Guararapes (PE), João Pessoa (PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Limeira (SP), Londrina (PR), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (RS), Natal (RN), Niterói (RJ), Nova Friburgo (RJ), Palmas (TO), Pelotas (RS), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São Carlos (SP), São José dos Campos (SP), São Luis (MA), São Paulo (SP), Sorocaba (SP), Teresina (PI), Vitória (ES), Vitória da Conquista (BA).
Clique aqui e saiba mais sobre a programação completa do festival.
Cena do longa A Mãe de Todas as Lutas, de Susanna Lira.
O CineAlter, Festival Latino-Americano de Cinema de Alter do Chão, acontecerá entre os dias 18 e 23 de novembro em formato presencial, e entre os dias 18 e 28 do mesmo mês em plataforma de streaming, com exibição de mais de 50 filmes, entre longas e curtas metragens, regionais, nacionais e latino-americanos, priorizando um recorte identitário e territorial, distribuídos em cinco mostras, sendo uma competitiva e quatro paralelas.
Para esta edição, o evento traz a atriz e diretora Lucélia Santos como embaixadora e terá como filme de abertura o longa A Última Floresta, de Luiz Bolognesi, premiado no Festival de Berlim. O documentário Me Chama que Eu Vou, de Joana Mariani, cinebiografia do cantor Sidney Magal, será o filme de encerramento.
O CineAlter terá uma edição híbrida com exibições gratuitas totalmente on-line para o território brasileiro e o exterior e uma programação presencial na Vila de Alter do Chão, no Pará, eleita o melhor destino turístico do Brasil pelo Prêmio UPIS de Turismo em 2021. O evento também conta com uma programação multicultural presencial com uma diversidade de artistas regionais como Chico Malta, Suraras do Tapajós, As Karuana, Dan Selassie, Rawi, Priscila Castro, El Puxirum, entre outros. Os vencedores serão agraciados com o Troféu Muiraquitã.
O destaque das apresentações culturais ficará por conta de Felipe Cordeiro, artista que tem como principal marca o pioneirismo na fusão de estilos populares amazônicos com a vanguarda pop. Em seu trabalho a sonoridade definida como pop tropical traz influências da guitarrada, carimbó, cúmbia e música eletrônica; o show será gratuito.
O CineAlter promove o intercâmbio de saberes, conhecimentos e difusão do cinema e do audiovisual, com enfoque na visão de sustentabilidade, de pluralidade cultural e de uma economia compatível com a conservação da natureza. A seleção de todos os filmes para a edição de 2021 parte do olhar de uma equipe imbuída na busca por produções que tragam em suas narrativas o foco em temas identitários, territoriais, étnicos e socioambientais, abordando, sobretudo, as culturas, povos, pessoas e suas singularidades.
“Entendemos o nosso festival como uma ferramenta propulsora da cena audiovisual na Amazônia, ao abrir espaço de difusão para produções locais e com a participação das comunidades locais; ao mesmo tempo que promovemos um intercâmbio com países vizinhos latino-americanos para tratar, por meio do cinema, de temáticas que nos aproximam. Para Alter do Chão, o estado do Pará e realizadores do continente, um fomento à cultura audiovisual e ao turismo. Além de uma troca de experiências e narrativas com recorte social, sociocultural e socioambiental”, disse Raphael Ribeiro, diretor do festival.
Sobre a seleção, a Mostra Samaúma, em caráter competitivo, traz filmes latino-americanos com um enfoque sobre a vida, a criatividade e beleza para descrever cotidianos, desafios, alternativas, vivências diante da pandemia e outras crises. Dores, mas também surpresas de construção de novos caminhos e personagens da nossa diversidade contemporânea.
Além da competitiva, o evento conta com quatro mostras paralelas. A Mostra Açaizeiro apresenta produções em longas e curtas-metragens feitas por paraenses, com linguagem e abordagem livres e recortes nas suas mais variadas regiões e especificidades; a Mostra Seringueira, traz o retrato, as vivências, e o relato dos povo indígenas que, em sua essência, não pertencem à violência do avanço sobre a natureza e ao individualismo da contemporaneidade e têm muito a nos ensinar; a Mostra Castanheira apresenta em sua programação clássicos feitos por amazônidas e sobre amazônidas, sua cultura, suas vivências e desafios. Obras históricas, que levam o cinema feito na Amazônia para diversos cantos do mundo; e a Mostra Ypê, que revela histórias de periferia e comunidades locais realizadas em projetos de formação audiovisual, com linguagem experimental, produções de baixo custo e equipamentos alternativos. As mostras do CineAlter possuem nomes das árvores nativas da Amazônia.
Conheça os filmes selecionados para o CineAlter 2021:
MOSTRA SAMAÚMA | COMPETITIVA | LONGA-METRAGEM
A Mãe de Todas as Lutas, de Susanna Lira (Brasil) A Pedreira, de Miguel Barreda (Peru) BR Acima de Tudo, de Fred Rahal Mauro (Brasil) Edna, de Eryk Rocha (Brasil) O Reflexo do Lago, de Fernando Segtowick (Brasil) Os Irmãos Afros, de Wisny Dorce (Argentina)
MOSTRA SAMAÚMA | COMPETITIVA | CURTA-METRAGEM
A Bezendeira, de Wallace Abreu (Brasil) Ailin na Lua (Ailin en La Luna), de Claudia Ruiz (Argentina) Alternativas Felizes para Quando o Sol Não Vem, de Juliana Santana (Brasil) Alunagem (Aluzinagem), de Melany Mora (Costa Rica) La Ramada, de Fernando Torres (Peru) Manual: Como Conter uma Raça Poderosa, de Marcelo Ricardo e Vagner Jesus (Brasil) Mara, A Jornada da Elefanta (Mara, el viaje de la elefanta), de Luciano Nacci (Argentina) Medo da Chuva em Noite de Frio, de Victor Hugo Fiuza (Brasil) Megg – A Margem que Mira no Centro, de Larissa Nepomuceno Moreira e Eduardo Sanches (Brasil) Meninos Rimam, de Lucas Nunes (Brasil) Meus Santos Saúdam Teus Santos, de Rodrigo Antonio (Brasil) O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader (Brasil) O Mago Georges (El Mago Georges), de Katalin Egely (Hungria) O Resto, de Pedro Gonçalves (Brasil/Portugal) Ribeirinhos do Asfalto, de Jorane Castro (Brasil) Utopia, de Rayane Penha (Brasil)
MOSTRA AÇAIZEIRO | LONGA-METRAGEM
Boi Pavulagem é Boi do Mundo, de Homero Flávio e Úrsula Vidal (Brasil) IDAYUÁ As Cores do Xingu, de Val Araújo (Brasil) Minha Vida por um Fio, de Anna Karla Lima e Diego Alano Pinheiro (Brasil) O Rio das Amarguras, de Emano Loureiro (Brasil)
MOSTRA AÇAIZEIRO | CURTA-METRAGEM
A Guerreira Gavião, de Robson Messias (Brasil) Assustado, de San Marcelo (Brasil) Ervas e Saberes da Floresta, de Zienhe Castro (Brasil) Facão que Abre Caminhos, de Witalo Costa Silva (Brasil) Matinta, de Fernando Segtowick (Brasil) O que é Sairé?, de Fábio Barbosa (Brasil) Ribeirinhos do Asfalto, de Jorane Castro (Brasil)
MOSTRA SERINGUEIRA | LONGA-METRAGEM
Aikewara, de Célia Maracajá e Luiz Arnaldo Campos (Brasil) Hiper Mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro (Brasil)
MOSTRA SERINGUEIRA | CURTA-METRAGEM
Ãgawaraitá: Histórias Amazônicas, de Priscila Tapajowara (Brasil)
MOSTRA CASTANHEIRA
Açaí com Jabá, de Alan Rodrigues, Marcos Daibes e Walério Duarte (Brasil) Meu Tempo Menino, de Emanoel Loureiro (Brasil) Naiá e a Lua, de Vinícius Casimiro (Brasil) Nossa Força é a Nossa União, de Paulo Maldos (Brasil) Um Dia Qualquer, de Líbero Luxardo (Brasil) Ver o Peso, de Januário Guedes, Sônia Freitas e Peter Roland (Brasil)
MOSTRA YPÊ
A Quinta do Mestre e a Sereia, de Luciana França (Brasil) Mulheres da Periferia e Suas Lutas, de Liege Costa (Brasil) O Castigo de João Pescador, de Glenda Kumaruara (Brasil) O Kurumim Pretinho, de projeto Vídeo Cartas Tapajós (direção coletiva) (2021) O Menino Encantado, de Ademir Santos (Brasil) O Mistério da Mangueira, de Juci Bentes (Brasil) O Pescador de Akayú Wasú, de Delton Arapyun (Brasil) Os Guimarães, de Udirley Andrade (Brasil) Turismo no PAE Lago Grande, de Ricardo Aires (Brasil)
Paulo Miklos em cena de Jesus Kid, de Aly Muritiba.
O FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa já é considerado um evento habitual no panorama cultural da cidade de Lisboa. Centrado na divulgação de uma realidade com raízes históricas comuns, é um festival de cinema que permite, pelo seu caráter itinerante, uma intensa interação, partilha de vivências e criação de uma produção cinematográfica baseada no reconhecimento de diferenças e semelhanças dos povos que constituem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
Ciente da transformação pela qual passa o setor de exibição e festivais de cinema, o FESTin já nutria desde 2018 a intenção de ter sua própria plataforma de exibição on-line. O contexto gerado pela pandemia de Covid-19 mostrou a urgência desta necessidade e assim, foi criada em 2020 a FESTin ON, plataforma de streaming. Muitos dos filmes desta 12ª edição estarão disponíveis, além das exibições presenciais, para visualização virtual entre os dias 18 e 24 de novembro nos nove territórios de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
O FESTin pretende proporcionar um espaço de divulgação do cinema de expressão portuguesa, incentivando a visualização e circulação de obras frequentemente arredadas dos circuitos comerciais. Criado em 2010, o festival reúne contribuições de todos os países que formam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
Neste ano, em sua 12ª edição, o júri será formado por: Diana Andringa, Fernando Muniz e Meirinho Mendes na mostra de longas de ficção; Claudio Savaget, Mariana Pimentel e Patrícia Niedermeier para os longas documentais; e Miller Castro, Paula Passos e Sandra Ilharco na mostra de curtas.
Conheça os filmes selecionados para o FESTin 2021:
COMPETIÇÃO | FICÇÃO
A Mulher Sem Corpo, de António Borges Correia (Portugal) A Queda, de Diego Rocha (Brasil) Curral, de Marcelo Brennand (Brasil) Jesus Kid, de Aly Muritiba (Brasil) Medida Provisória, de Lázaro Ramos (Brasil) Pureza, de Renato Barbieri (Brasil)
COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO
Casa Velha, de César Pedro (Portugal) Espero que Esta Te Encontre e que Estejas Bem, de Natara Ney (Brasil) Manuel d’Novas – Coração de Poeta, de Neu Lopes (Cabo Verde) O Mergulho na Piscina Vazia, de Edson Fogaça (Brasil) Se o Mar Deixar, de Luís Alves de Mato (Portugal) Sementes: Mulheres Pretas no Poder, de Éthel Oliveira e Júlia Mariano (Brasil)
COMPETIÇÃO | CURTA-METRAGEM
4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antonio Pereira (Brasil) 7 Minutos, de Christian Schneider (Brasil/Portugal) A Barca, de Nilton Resende (Brasil) Cenas de Uma Vida Amorosa, de Miguel Afonso (Portugal) Dadeci, de Lara Plácido (Cabo Verde) Lora, de Mariana Moraga (Brasil/Portugal) Mansão do Amor, de Renata Pinheiro (Brasil) Nossas Mãos São Sagradas, de Júlia Morim (Brasil) Nzila Ngola, de Albino Wacava, André Cupessala, António-Pedro, Beatriz André, Biluca Quimunga, David Nahenda, Francisco Luvualo, Gelson Joaquim, Hilária Faustino, Marco M.G. António, Mendes Barão Normal, Sandra Zenany, Vanderley Lumbombo, Victorino Nambi e Zacarias Liatunga (Angola) O Andar de Cima, de Tomás Fernandes (Brasil) O Babado da Toinha, de Sérgio Bloch (Brasil) Pequena Desordem Silenciosa, de Pedro Sena Nunes (Portugal) Seremos Ouvidas, de Larissa Nepomuceno (Brasil) Você Tem Olhos Tristes, de Diogo Leite (Brasil) Zito, de João Miranda (Angola)
MOSTRA CINEMA BRASILEIRO | LONGAS
Aquilo que Eu Nunca Perdi, de Marina Thomé Jaburu, de Chico Carneiro Me Chama que Eu Vou, de Joana Mariani O Buscador, de Bernardo Barreto (Brasil/Portugal) Um Dia Qualquer, de Pedro von Krüger Ziraldo, uma Obra que Pede Socorro, de Guga Dannemann
MOSTRA CINEMA BRASILEIRO | CURTAS
Ditadura Roxa, de Matheus Moura Doce Veneno, de Waleska Santiago (Brasil/EUA) Em Quadro, de Luiza Campos Lyz Parayzo, Artista do Fim do Mundo, de Fernando SanTana Murada, de Ralph Campos Nervo, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstic O Padre e o Bento, de Eduardo Calegari Pátria, de Lívia Costa e Sunny Maia
MOSTRA FESTinha
Passagem Secreta, de Rodrigo Grota (Brasil) Antes que Vire Pó, de Danilo Custódio (Brasil) Ciclos da Vida, de Soledad Garcia e Thiago Bresan (Brasil) Curumim: Jornada pelo Singular, de Polly Sousa (Brasil) Conte sua História ou Entregue sua Alma, de Andrea Avancini (Brasil) Foguete, de Pedro Henrique Chaves (Brasil) Foto-Correspondência, de Mili Bursztyn (Brasil) Muda, de Isabella Pannain (Brasil) O Menino das Estrelas, de Irmãos Christofoli (Brasil) Paloma, de Alex Reis (Brasil)
Viver um grande amor vale a pena, pelo tempo que for. Essa é a mensagem principal do novo filme nacional da Netflix, o drama romântico Depois do Universo, que começou a ser filmado este mês, em São Paulo.
Estrelada por Henry Zaga, ator brasileiro conhecido por seus papéis em Os Novos Mutantes, Teen Wolf e 13 Reasons Why, e Giulia Be, cantora e multi-instrumentista indicada ao Grammy Latino 2021 como melhor nova artista, a produção é escrita e dirigida por Diego Freitas, de O Segredo de Davi, e a previsão é que entre no serviço no próximo ano.
No longa, a talentosa pianista Nina (Giulia Be) precisa superar os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo; o rim, no caso dela. A jovem é surpreendida por uma forte conexão com Gabriel (Henry Zaga), um dos médicos da equipe que a atende, que irá ajudá-la a superar suas inseguranças na luta para tocar nos palcos junto a uma grande orquestra de São Paulo.
Também estão no elenco os atores João Miguel, Othon Bastos, Rita Assemany, Leo Bahia, Viviane Araújo, Isabel Fillardis, Adriana Lessa, Denise Del Vecchio e João Côrtes.
Depois do Universo é um filme brasileiro da Netflix, com realização da Camisa Listrada e produção de André Carreira e Luciano Reck.
Lucas Limeira no longa Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso.
A oitava edição da Mostra de Cinema de Gostoso, que acontecerá entre os dias 26 e 30 de novembro, retoma em formato presencial na cidade de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte. Com cadeiras espreguiçadeiras, tela de 12m x 5m, projeção com resolução 2K e som 5.1, a sala ao ar livre propicia uma experiência imersiva como a de uma sala de cinema de alta tecnologia.
Todas as sessões serão realizadas na praia do Maceió, onde ocorrerão as exibições da Mostra Competitiva e Sessões Especiais, trazendo de volta a experiência única das sessões na praia e outras atividades e vivências da Mostra, que conta com ampla participação da comunidade local. Serão tomadas todas as medidas de segurança para adequação às restrições sanitárias vigentes por conta da pandemia de Covid-19.
Neste ano, a Mostra recebeu um número recorde de filmes, totalizando 650 inscrições entre curtas e longas-metragens de todas as regiões do país. Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Troféu Cascudo, em homenagem ao folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, concedido pelo voto popular ao melhor curta e longa-metragem. Também será concedido o Troféu da Crítica, a partir da votação de jornalistas e críticos de cinema presentes à Mostra.
Serão realizados diariamente debates com produtores, diretores e atores dos filmes exibidos, além de um seminário sobre a recente produção audiovisual brasileira. Toda a programação será gratuita.
A Mostra de Cinema de Gostoso, uma sala popular de cinema a céu aberto, recebe um público de diversas regiões do país e mobiliza os moradores da cidade, que participam ativamente do evento e que passaram a ter um contato mais próximo com a produção cultural de outras regiões do país. Com esse conjunto de ações, o evento conquistou um espaço significativo no calendário cultural do Nordeste como uma importante referência de difusão audiovisual.
Desde sua primeira edição, a Mostra oferece a jovens a partir de 18 anos de São Miguel do Gostoso e distritos dos arredores uma série de cursos de formação técnica e audiovisual. Os cursos são realizados meses antes do início da Mostra e têm como objetivo proporcionar aos jovens o domínio de diversas áreas da produção cinematográfica. São transmitidos conhecimentos teóricos e práticos, abordando temas como história do cinema, elementos de linguagem audiovisual, produção, fotografia e roteiro. O conhecimento adquirido pelos alunos é colocado em prática com a realização de curtas-metragens e a participação direta na equipe de organização da Mostra de Cinema de Gostoso.
Em 2013, os próprios alunos criaram o Coletivo Nós do Audiovisual e desde então já participaram de 47 oficinas e realizaram 21 curtas-metragens, que foram selecionados em diversos festivais de cinema no Brasil. Em 2021, os alunos realizaram dois curtas-metragens que serão exibidos na 8ª Mostra de Cinema de Gostoso.
A Mostra é uma realização da Heco Produções e do CDHEC – Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania, com direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld.
Conheça os filmes selecionados para a 8ª Mostra de Cinema de Gostoso:
MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS
Cabeça de Nêgo, de Déo Cardoso (CE) A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga (MG) Rolê – Histórias dos Rolezinhos, de Vladimir Seixas (RJ)
MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS
Céu de Agosto, de Jasmin Tenucci (SP) Fole, de Lourival Andrade (RN) Portugal Pequeno, de Victor Quintanilha (RJ) Sideral, de Carlos Segundo (RN) Tereza Joséfa de Jesus, de Samuel Costa (SP) Vale do Vento Eterno, de Pedro Medeiros (RN)
SESSÕES ESPECIAIS
Marighella, de Wagner Moura (filme de abertura) A Viagem de Pedro, de Laís Bodanzky (filme de encerramento)
MOSTRA COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL
À Beira Mar, de Clara Leal e Harcan Costa (RN) Mestre Marciano, de Igor Ribeiro e Rubens dos Anjos (RN)
Na cerimônia de encerramento, realizada no Estação Net Botafogo, no Rio de Janeiro, o diretor geral do festival, Ailton Franco, anunciou que os grandes vencedores da noite, qualificados para pleitearem uma indicação ao Oscar, foram os curtas Cantareira, dirigido por Rodrigo Ribeyro, e o internacional Trumpets in the Sky, de Rakan Mayasi, uma produção da Palestina, França, Bélgica e Líbano.
O júri da Competição Nacional foi formado por Laura Rohard, Milena Manfredini e Rodrigo Areias; já para a Competição Internacional, o time de jurados contou com Claudia Pino Saraiva, Flavia Cândida e Felipe Cataldo. Para o Prêmio Canal Brasil, o júri foi formado por Andrea Cursino, Clarissa Kurschner e Rodrigo Fonseca. Na mostra Primeiros Quadros, Carolina Rapp e Cristiana Cunha foram os jurados.
Dando os primeiros passos para a retomada da normalidade, o festival aconteceu em formato híbrido com transmissão on-line e projeções presenciais.
Conheça os vencedores do Curta Cinema 2021:
COMPETIÇÃO NACIONAL
Grande Prêmio: Cantareira, de Rodrigo Ribeyro (SP) Prêmio Especial do Júri: Colmeia, de Maurício Chades (DF) Melhor Direção: Jasmin Tenucci, por Céu de Agosto
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
Grande Prêmio: Trumpets in The Sky, de Rakan Mayasi (Palestina) Prêmio Especial do Júri: The Star, de Nadav Lapid (Israel/EUA) Melhor Direção: Hessam Hamidi, por Daily Massacre in Tehran
PRIMEIROS QUADROS
Melhor Filme: Tecido Sigilo, de Lucílio Jota (RJ) Menção Honrosa: O Andar de Cima, de Tomás Fernandes Silva (SP) e Pandelivery, de Antônio Silva Matos e Guimel Salgado (SP)
PRÊMIO CANAL BRASIL: Sideral, de Carlos Segundo (RN)
PRÊMIO DE PÚBLICO
Panorama Carioca: Entreaberta, de Bruna Amorim Panorama Latino-Americano: Año Sabático, de David David (Colômbia)
Andrea Beltrão no longa Ela e Eu, de Gustavo Rosa de Moura.
Foram anunciados nesta quarta-feira, 10/11, os filmes selecionados para a 54ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que acontecerá entre os dias 7 e 14 de dezembro, em formato on-line, tal como em 2020, em função dos riscos da pandemia de Covid-19.
Realizado pela Secec, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a Associação Amigos do Futuro, o tema do festival, que contou com Sílvio Tendler e Tânia Montoro na curadoria, é O cinema do futuro e o futuro do cinema. Além da maratona de filmes, a programação terá debates, masterclass, oficinas, encontros setoriais e ambiente de mercado.
Com uma curadoria afetiva e política, preocupada em pensar o lugar do cinema no futuro posto, Sílvio e Tânia foram os responsáveis pelo tema e a estruturação criativa de todas as atividades do festival. Já nas mostras competitivas, como de costume, os curadores contaram com o apoio de comissões de seleção.
Entre os 985 filmes inscritos, foram selecionados seis longas e 12 curtas que disputarão o Troféu Candango na Mostra Competitiva Nacional, além de quatro curtas e oito longas que concorrem na Mostra Brasília. A comissão de seleção dos longas nacionais foi composta por Lino Meireles, Luiz Carlos Merten, Sandra Kogut, Nicole Puzzi e Pedro Caribé. Já os curtas nacionais foram selecionados por Adriana Vasconcelos, André Luís da Cunha, Flávia Barbalho, Paula Sacchetta e Paulinho Sacramento. A Mostra Brasília contou com Flavia Guerra, Maíra Carvalho e Marcelo Emanuel dos Santos na comissão de seleção.
A seleção de longas da Mostra Competitiva traz quatro ficções e dois documentários da Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Entre os curtas nacionais, figuram cinco obras de São Paulo, duas do Distrito Federal, sendo as demais produções da Paraíba, Amazonas, Paraná, Rio Grande do Sul e Pernambuco, sendo nove ficções e três documentários. Os títulos da Mostra Brasília revelam uma produção local incessante, com jovens e veteranos realizadores concorrendo; na abertura da Mostra, e em homenagem a Tânia Quaresma, cineasta que nos deixou em julho deste ano, o público assistirá Caçadores de História, documentário que retrata a realidade das catadoras e catadores de materiais recicláveis do Brasil. Entre os curtas que competem na Mostra Brasília estão quatro ficções e quatro documentários.
As mostras competitivas do Festival de Brasília exibirão 28 títulos, entre curtas e longas, em plataforma na web e em canal por assinatura. Com exibição gratuita na plataforma InnSaei.TV, os longas da mostra competitiva nacional também estarão disponíveis no Canal Brasil. A cada dia, o Canal Brasil lança um longa da Mostra Competitiva às 23h30. Logo na sequência, à 01h30 da manhã, o mesmo longa estreia na plataforma InnSaei.TV, e fica disponível até às 23h29 do mesmo dia. Os curtas da Mostra Competitiva, bem como os filmes da Mostra Brasília e mostras paralelas estarão disponíveis exclusivamente na plataforma.
Como de costume, o Festival de Brasília homenageia seus veteranos na noite de abertura. Neste ano, o Troféu Candango Especial pelo reconhecimento da obra será entregue para Léa Garcia, atriz carioca fundamental para o teatro e cinema brasileiro, em seus 88 anos de idade e 70 de carreira. O festival homenageia também a professora Lucília Marquez e os atores Lauro Montana, Luiz Gustavo, Tarcísio Meira, Paulo José e Paulo Gustavo.
Em 1965, o mestre Paulo Emílio Salles Gomes não poderia prever as transformações tecnológicas que atravessariam o cinema nos 50 anos seguintes. Entretanto, em termos estéticos, o movimento que se criou em torno da Semana do Cinema Brasileiro, que mais tarde viria a ser o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, foi definidor para o futuro do audiovisual nacional: um festival político, lançador de tendências e capaz de acompanhar as transformações nas formas de se ver e fazer cinema.
Segundo o secretário Bartolomeu Rodrigues: “O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro sempre, em sua natureza, foi um espaço para o diálogo com o que está por vir. Daqui, nasceram linguagens, estéticas e debates políticos que construíram a identidade do novo cinema brasileiro. Essa edição nasce histórica porque vai pautar esse mundo pós-pandemia. Nada será como antes, e essas tendências serão examinadas nos dias de festival”.
Conheça os filmes selecionados para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2021:
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS
Acaso, de Luis Jungmann Girafa (DF) Alice dos Anjos, de Daniel Leite Almeida (BA) De Onde Viemos, Para Onde Vamos, de Rochane Torres (GO) Ela e Eu, de Gustavo Rosa de Moura (SP) Lavra, de Lucas Bambozzi (MG) Saudade do Futuro, de Anna Azevedo (RJ)
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS
Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima (PB) Cantareira, de Rodrigo Ribeyro (SP) Chão de Fábrica, de Nina Kopko (SP) Como Respirar Fora D’água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros (SP) Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio (PE) Deus me Livre, de Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena (PR) Era Uma Vez… uma Princesa, de Lisiane Cohen (RS) Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga (DF) N.F. Trade, de Thiago Foresti (DF) Ocupagem, de Joel Pizzini (SP) Sayonara, de Chris Tex (SP) Terra Nova, de Diego Bauer (AM)
MOSTRA BRASÍLIA | LONGAS
Acaso, de Luis Jungmann Girafa Advento de Maria, de Vinícius Machado Catadores de História, de Tânia Quaresma (filme de abertura) Mestre de Cena, de João Inácio Noctiluzes, de Jimi Figueiredo e Sérgio Sartório
MOSTRA BRASÍLIA | CURTAS
A Casa do Caminho, de Renan Montenegro Benevolentes, de Thiago Nunes Cavalo Marinho, de Gustavo Serrate Ele tem Saudade, de João Campos Filhos da Periferia, de Arthur Gonzaga Tempo de Derruba, de Gabriela Daldegan Tinhosa, de Rafael Cardim Bernardes Vírus, de Larissa Mauro e Joy Ballard
Zezita Matos e Marcélia Cartaxo em Pacarrete: premiado.
Foram anunciados nesta quinta-feira, 04/11, pela ABRA, Associação Brasileira de Autores Roteiristas, os vencedores da quinta edição do Prêmio Abra de Roteiro, realizado com patrocínio do Projeto Paradiso, instituição filantrópica de apoio aos talentos do audiovisual.
Em relação aos anos anteriores, a paridade de gênero foi um dos destaques, assim como a escolha da Associação em eleger obras que trouxeram maior diversidade racial e de identidade de gênero entre os vencedores. A premiação foi aberta pela presidente da ABRA, a roteirista Maíra Oliveira, e apresentada pela atriz, comediante e roteirista Cris Wersom, do programa de humor A Culpa é da Carlota.
A grande homenageada deste ano foi a roteirista, cineasta e diretora Adélia Sampaio, conhecida pelos longas Amor Maldito, Fugindo do Passado: Um Drink para Tetéia, História Banal, AI-5 O Dia que não Existiu, este último realizado em parceria com o jornalista Paulo Markun; além do mais recente curta-metragem O Mundo de Dentro, que estreou no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo.
A cerimônia foi marcada por tributos. A Associação homenageou a morte do associado e roteirista Márcio Tadeu dos Santos, além de outros roteiristas, escritores e artistas que faleceram entre o ano passado e esse ano, vítimas da Covid-19 ou por outras circunstâncias: Artur Xexéo, Cadu Barcellos, Paulo José, Renata Pallotini, Sandro Lopes, Vânia Debs e Nani. O ator e roteirista Emiliano d’Avila deu um depoimento emocionante ao amigo e humorista Paulo Gustavo cujo nome do prêmio leva o nome do ator e comediante dado aos longas de comédia.
Na categoria que elegeu a melhor novela do século XXI, a Associação celebrou a importância das obras do autor de novelas Gilberto Braga falecido recentemente, com a participação (em vídeo) de seu parceiro de escrita, o autor Ricardo Linhares; as atrizes Alessandra Negrini e Malu Mader relembraram sucessos e a roteirista Carla Faour também prestou homenagem.
O Prêmio Parceria foi dado ao ICAB pelo incentivo financeiro destinado a profissionais do audiovisual durante a pandemia. Pela primeira vez, a premiação criou uma Comissão de Críticos para escolher cinco destaques e um escolhido pelo Prêmio da Crítica. Essa comissão foi composta por: Cristina Padiglione, Flavia Guerra, Carol Moreira, Nilson Xavier, Arthur Gadelha e Marco Aurélio.
Oferecido em parceria com o Projeto Paradiso, iniciativa filantrópica de apoio aos talentos do audiovisual brasileiro do Instituto Olga Rabinovich, o prêmio de Roteirista do Ano foi para Alice Marcone.
Conheça os vencedores do 5º Prêmio Abra de Roteiro:
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL | LONGA DE FICÇÃO Pacarrete, escrito por Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO | LONGA DE FICÇÃO M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, escrito por Jeferson De e Felipe Sholl
MELHOR ROTEIRO | LONGA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO AmarElo – É Tudo Pra Ontem, escrito por Toni C
MELHOR ROTEIRO | LONGA-METRAGEM DE COMÉDIA | PRÊMIO PAULO GUSTAVO Alice Júnior, escrito por Luiz Bertazzo e Adriel Nizer
MELHOR ROTEIRO DE OBRA INFANTIL/INFANTOJUVENIL 10 Horas para o Natal, escrito por Bia Crespo e Flávia Guimarães
MELHOR ROTEIRO | CURTA-METRAGEM República, escrito por Grace Passô
MELHOR ROTEIRO | SÉRIE DE FICÇÃO | COMÉDIA Todxs Nós, escrito por Vera Egito, Heitor Dhalia, Daniel Ribeiro, Alice Marcone e Thays Berbe
MELHOR ROTEIRO | SÉRIE DE FICÇÃO | DRAMA Bom Dia, Verônica, escrito por Raphael Montes, Ilana Casoy, Gustavo Bragança, Carol Garcia e Davi Kolb
MELHOR ROTEIRO | SÉRIE DE FICÇÃO | REALITY OU VARIEDADES Greg News, escrito por Eduardo Branco, Bruno Torturra, Denis Burgierman, Gregorio Duvivier, Arnaldo Branco, Mariana Filgueiras, Luiza Miguez e Amanda Célio
MELHOR ROTEIRO | SÉRIE DOCUMENTAL Marielle – O Documentário, escrito por Caio Cavechini e Eliane Scardovelli
MELHOR ROTEIRO DE MELHOR TELENOVELA DO SÉCULO XXI Avenida Brasil, escrito por João Emanuel Carneiro, Alessandro Marson, Antônio Prata, Luciana Pessanha, Márcia Prates e Thereza Falcão
PRÊMIO DA CRÍTICA M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, escrito por Jeferson De e Felipe Sholl
PRÊMIO ROTEIRISTA DO ANO | TROFÉU PARADISO Alice Marcone
PRÊMIO ABRAÇO | EXCELÊNCIA EM ROTEIRO Ana do Carmo