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Corpo Elétrico

por: Cinevitor

corpoeletricoposterDireção: Marcelo Caetano

Elenco: Kelner Macêdo, Lucas Andrade, Welket Bungué, Ana Flavia Cavalcanti, Ronaldo Serruya, Marcia Pantera, Mc Linn da Quebrada, Henrique Zanoni, Evandro Cavalcante, Nash Laila, Georgina Castro, Dani Nefussi, Ernani Sanchez, Rodrigo Andreolli, Daniel Torres, Teka Romualdo, Emerson Ferreira, Nathalia Ernesto, Júlio Silvério, Kiara de Paula.

Ano: 2017

Sinopse: O verão está chegando e Elias tem sonhado muito com o mar. Na fábrica em que trabalha, as responsabilidades aumentam à medida em que o fim de ano se aproxima. Depois de uma noite fazendo hora extra, Elias e os operários decidem sair e tomar uma cerveja. É quando novas possibilidades de encontros surgem no horizonte de Elias.

*Filme visto no 12º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

 

El Mate

por: Cinevitor

elmateposter2Direção: Bruno Kott

Elenco: Fabio Marcoff, Bruno Kott, Carlota Joaquina, Eduardo Gomes, Rodrigo Fregman, Michelle Boesche, Mauro Baptista Vedia, Vadim Nikitim, Cesar Canteiro.

Ano: 2016

Sinopse: Armando, um portenho, assassino de aluguel, vive sozinho numa estranha casa no centro de São Paulo. E é nesse lugar que ele mantém sua encomenda: um russo que aguarda amarrado mandantes de seu sequestro. Tudo vai mal para o russo e bem para Armando até que Fábio, um jovem evangélico, toca a campainha e acaba trazendo não só a palavra de Deus, mas uma estranha mudança no rumo da noite de todos os personagens.

*Filme visto no 44º Festival de Cinema de Gramado.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Festival de Toronto 2017 divulga novos filmes na programação; brasileiro Motorrad, de Vicente Amorim, é selecionado

por: Cinevitor

motortorontoJuliana Lohmann em cena de Motorrad: brasileiro selecionado.

A 42ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto, considerado um termômetro para o Oscar, já tinha confirmado alguns nomes em sua programação. Nesta terça-feira, 15/08, novos filmes foram divulgados pela organização do evento, que acontecerá entre os dias 7 e 17 de setembro.

O longa nacional Motorrad, dirigido por Vicente Amorim, fará sua estreia mundial no festival na prestigiada seção Contemporary World Cinema. É a primeira vez que um filme de gênero brasileiro é selecionado para uma das mostras principais de um dos festivais mais importantes do mundo. O filme dá vida aos personagens criados pelo quadrinista Danilo Beyruth, um dos maiores nomes da HQ nacional, atual colaborador da editora americana Marvel. Rodado na Serra da Canastra, em Minas Gerais, Motorrad tem roteiro de LG Bayão e conta com Guilherme Prates, Carla Salle, Emilio Dantas, Pablo Sanábio e Juliana Lohmann no elenco.

Além disso, a programação do Festival de Toronto 2017 contará com os novos trabalhos de diretores conhecidos pelo público e crítica, como: O Destino de Uma Nação, de Joe Wright; Uma Mulher Fantástica e Disobedience, do chileno Sebastián Lelio; Downsizing, de Alexander Payne; Manhunt, de John Woo; Submergence, de Wim Wenders; Suburbicon, de George Clooney; The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos; The Shape of Water, de Guillermo del Toro; Mãe!, de Darren Aronofsky; entre outros.

Filmes já premiados em outros festivais também serão exibidos em Toronto, como: The Square, de Ruben Östlund, Palma de Ouro em Cannes, e On Body and Soul (Teströl és lélekröl), de Ildikó Enyedi, Urso de Ouro em Berlim.

jakestrongertorontoJake Gyllenhaal em Stronger: filme sobre o atentado à Maratona de Boston.

Destacam-se também entre os selecionados: o novo filme de Angelina Jolie como diretora, First They Killed My Father; Call Me By Your Name, de Luca Guadagnino, uma coprodução brasileira; o drama Lean on Pete, de Andrew Haigh; Molly’s Game, com Jessica Chastain e Idris Elba, que marca a estreia de Aaron Sorkin na direção; Le redoutable, de Michel Hazanavicius, sobre o cineasta Jean-Luc Godard, com Louis Garrel e Bérénice Bejo; Stronger, de David Gordon Green, com Jake Gyllenhaal; a cinebiografia da patinadora Tonya Harding, I, Tonya, com Margot Robbie; a comédia Unicorn Store, primeiro longa dirigido pela atriz Brie Larson; entre outros.

O filme de abertura deste ano será Borg/McEnroe, de Janus Metz, que conta a história de rivalidade entre os tenistas Björn Borg, vivido por Sverrir Gudnason, e John McEnroe, interpretado por Shia LaBeouf.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Toronto 2017:

CONTEMPORARY WORLD CINEMA:

A Ciambra, de Jonas Carpignano (Itália/Brasil/Alemanha/França/EUA/Suécia)
A Sort of Family (Una especie de familia), de Diego Lerman (Argentina/Brasil/França/Polônia/Alemanha/Dinamarca)
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina)
Ana, mon amour, de Cãlin Peter Netzer (Romênia/Alemanha/França)
Angels Wear White, de Vivian Qu (China)
April’s Daughter (Las hijas de Abril), de Michel Franco (México)
Arrhythmia (Aritmiya), de Boris Khlebnikov (Rússia/Finlândia/Alemanha)
Black Kite, de Tarique Qayumi (Afeganistão)
Beyond Words, de Urszula Antoniak (Holanda/Polônia)
Birds Without Names (Kanojo ga sono na wo shiranai toritachi), de Kazuya Shiraishi (Japão)
Breath, de Simon Baker (Austrália)
Dark is the Night (Madilim ang Gabi), de Adolfo Alix Jr. (Filipinas)
Directions (Posoki), de Stephan Komandarev (Bulgária/Alemanha/Macedônia)
Disappearance (Verdwijnen), de Boudewijn Koole (Holanda/Noruega)
Don’t Talk to Irene, de Pat Mills (Canadá)
Euthanizer (Armomurhaaja), de Teemu Nikki (Finlândia)
Félicité, de Alain Gomis (França/Senegal/Bélgica/Alemanha/Líbano)
Good Favour, de Rebecca Daly (Irlanda/Bélgica/Dinamarca/Holanda)
Hannah, de Andrea Pallaoro (Itália/Bélgica/França)
Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
Les Affamés, de Robin Aubert (Canadá)
Life and nothing more, de Antonio Méndez Esparza (Espanha/EUA)
Longing (Gaagua), de Savi Gabizon (Israel)
Looking for Oum Kulthum, de Shirin Neshat (Alemanha/Áustria/Itália/Líbano/Qatar)
Marlina the Murderer in Four Acts (Marlina si Pembunuh dalam Empat Babak), de Mouly Surya (Indonésia/França/Malásia/Tailândia)
Meditation Park, de Mina Shum (Canadá)
Miami, de Zaida Bergroth (Finlândia)
Motorrad, de Vicente Amorim (Brasil)
Nina, de Juraj Lehotsky (Eslováquia/República Checa)
On Body and Soul (Teströl és lélekröl), de Ildikó Enyedi (Hungria)
Porcupine Lake, de Ingrid Veninger (Canadá)
Public Schooled, de Kyle Rideout (Canadá)
Pyewacket, de Adam MacDonald (Canadá)
Samui Song (Mai Mee Samui Samrab Ter), de Pen-ek Ratanaruang (Tailândia/Alemanha/Noruega)
Sergio & Sergei (Sergio & Serguéi), de Ernesto Daranas Serrano (Espanha/Cuba)
The Big Bad Fox & Other Tales (Le Grand Méchant Renard et autres contes), de Benjamin Renner e Patrick Imbert (França)
The Insult (L’Insulte), de Ziad Doueiri (França/Líbano)
The Journey (Al Rahal), de Mohamed Jabarah Al-daradji (Iraque/Reino Unido/França/Qatar/Holanda)
The Little Girl Who Was Too Fond of Matches (La petite fille qui aimait trop les allumettes), de Simon Lavoie (Canadá)
The Lodgers, de Brian O’Malley (Irlanda)
The Number, de Khalo Matabane (África do Sul)
The Royal Hibiscus Hotel, de Ishaya Bako (Nigéria)
The Summit (La Cordillera), de Santiago Mitre (Argentina/Espanha/França)
Tulipani, Love, Honour and a Bicycle, de Mike van Diem (Holanda/Itália/Canadá)
Under the Tree (Undir Trénu), de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson (Islândia/Dinamarca/Polônia/Alemanha)
Veronica (Verónica), de Paco Plaza (Espanha)
Wajib, de Annemarie Jacir (Palestina/França/Alemanha/Colômbia/Noruega/Qatar/Emirados Árabes Unidos)
Western, de Valeska Grisebach (Alemanha/Bulgária/Áustria)

GALA PRESENTATIONS:

55 Steps, de Bille August (Alemanha/Bélgica)
Borg/McEnroe, de Janus Metz (Suécia/Dinamarca/Finlândia)
Breathe, de Andy Serkis (Reino Unido)
C’est la vie! (Le sens de la fête), de Olivier Nakache e Eric Toledano (França)
Chappaquiddick, de John Curran (EUA)
O Destino de Uma Nação (Darkest Hour), de Joe Wright (Reino Unido)
Film Stars Don’t Die in Liverpool, de Paul McGuigan (Reino Unido)
Hochelaga, Terre des Âmes (Hochelaga, Land of Souls), de François Girard (Canadá)
Kings, de Deniz Gamze Ergüven (França/Bélgica)
Long Time Running, de Jennifer Baichwal e Nicholas de Pencier (Canadá)
Mary Shelley, de Haifaa Al Mansour (Irlanda/Reino Unido/Luxemburgo/EUA)
Mudbound, de Dee Rees (EUA)
My Days of Mercy, de Tali Shalom-Ezer (EUA)
Stronger, de David Gordon Green (EUA)
The Leisure Seeker, de Paolo Virzì (Itália)
The Mountain Between Us, de Hany Abu-Assad (EUA)
The Upside, de Neil Burger (EUA)
The Wife, de Björn Runge (Reino Unido/Suécia)
Three Christs, de Jon Avnet (EUA)
Woman Walks Ahead, de Susanna White (EUA)

SPECIAL PRESENTATIONS:

Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile)
A Season in France (Une saison en France), de Mahamat-Saleh Haroun (França)
BPM (Beats Per Minute) (120 battements par minute), de Robin Campillo (França)
Battle of the Sexes, de Valerie Faris e Jonathan Dayton (EUA)
Call Me By Your Name, de Luca Guadagnino (Itália/França/Brasil/EUA)
Catch the Wind (Prendre le large), de Gaël Morel (França)
Disobedience, de Sebastián Lelio (Reino Unido/Irlanda/EUA)
Downsizing, de Alexander Payne (EUA)
Eye on Juliet, de Kim Nguyen (Canadá)
First They Killed My Father, de Angelina Jolie (Camboja)
Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel/Alemanha/França/Suíça)
Hostiles, de Scott Cooper (EUA)
I Love You, Daddy, de Louis C.K. (EUA)
I, Tonya, de Craig Gillespie (EUA)
In the Fade (Aus dem Nichts), de Fatih Akin (Alemanha/França)
Journey’s End, de Saul Dibb (Reino Unido)
Kodachrome, de Mark Raso (Canadá/EUA)
Lady Bird, de Greta Gerwig (EUA)
Lean On Pete, de Andrew Haigh (EUA/Reino Unido)
Loving Pablo, de Fernando León de Aranoa (Espanha)
Making of Michael Jackson’s Thriller, de Jerry Kramer (EUA)
Manhunt, de John Woo (Hong Kong/China)
Mark Felt – The Man Who Brought Down the White House, de Peter Landesman (EUA)
Marrowbone (El Secreto de Marrowbone), de Sergio G. Sánchez (Espanha)
Michael Jackson’s Thriller 3D, de John Landis (EUA)
Molly’s Game, de Aaron Sorkin (EUA)
Novitiate, de Maggie Betts (EUA)
Number One (Numéro Une), de Tonie Marshall (França)
Omertà, de Hansal Mehta (Índia)
On Chesil Beach, de Dominic Cooke (Reino Unido)
Outside In, de Lynn Shelton (EUA)
Papillon, de Michael Noer (Sérvia/Montenegro/Malta)
Plonger, de Mélanie Laurent (França)
Professor Marston & the Wonder Women, de Angela Robinson (EUA)
Racer and the Jailbird (Le Fidèle), de Michaël R. Roskam (Bélgica/França)
Radiance (Hikari), de Naomi Kawase (Japão/França)
Redoubtable (Le Redoutable), de Michel Hazanavicius (França)
Sheikh Jackson (Al Sheikh Jackson), de Amr Salama (Egito)
Submergence, de Wim Wenders (França/Alemanha/Espanha)
Suburbicon, de George Clooney (EUA)
The Brawler (Mukkabaaz), de Anurag Kashyap (Índia)
The Breadwinner, de Nora Twomey (Canadá/Irlanda/Luxemburgo)
The Captain (Der Hauptmann), de Robert Schwentke (Alemanha/França/Polônia)
The Children Act, de Richard Eyre (Reino Unido)
The Conformist (Bing Zhi Xia), de Cai Shangjun (China)
The Cured, de David Freyne (Irlanda/Reino Unido/França)
The Current War, de Alfonso Gomez-Rejon (EUA)
The Escape, de Dominic Savage (Reino Unido)
The Florida Project, de Sean Baker (EUA)
The Guardians (Les Gardiennes), de Xavier Beauvois (França/Suíça)
The Hungry, de Bornila Chatterjee (Índia/Reino Unido)
The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos (Irlanda/Reino Unido)
The Motive (El Autor), de Manuel Martín Cuenca (Espanha)
The Price of Success (Le prix du succès), de Teddy Lussi-Modeste (França)
The Rider, de Chloé Zhao (EUA)
The Shape of Water, de Guillermo del Toro (EUA)
The Square, de Ruben Östlund (Suécia)
Thelma, de Joachim Trier (Noruega/Suécia/França/Dinamarca)
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, de Martin McDonagh (EUA)
Three Peaks (Drei Zinnen), de Jan Zabeil (Alemanha/Itália)
Unicorn Store, de Brie Larson (EUA)
Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha, de Stephen Frears (Reino Unido)
Who We Are Now, de Matthew Newton (EUA)
You Disappear (Du Forsvinder), de Peter Schønau Fog (Dinamarca/Suécia)
Youth (Fang Hua), de Feng Xiaogang (China)
Mãe!, de Darren Aronofsky (EUA)

DISCOVERY:

A Worthy Companion, de Carlos Sanchez e Jason Sanchez (Canadá)
AVA, de Sadaf Foroughi (Irã/Canadá/Qatar)
All You Can Eat Buddha, de Ian Lagarde (Canadá)
Black Cop, de Cory Bowles (Canadá)
Cardinals, de Grayson Moore e Aidan Shipley (Canadá)
Luk’Luk’I, de Wayne Wapeemukwa (Canadá)
Mary Goes Round, de Molly McGlynn (Canadá)
Never Steady, Never Still, de Kathleen Hepburn (Canadá)

Clique aqui e confira outros selecionados deste ano.

Fotos: Scott Garfield/Divulgação.

CINEVITOR #240: Luc Besson e Dane DeHaan no Brasil | Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

por: Cinevitor

valerianpgmLuc Besson e Dane DeHaan conversam com a imprensa.

O cineasta francês Luc Besson, diretor de O Quinto Elemento e Lucy, e o ator americano Dane DeHaan, de A Cura e Versos de um Crime, estiveram em São Paulo recentemente para promover o filme Valerian e a Cidade dos Mil Planetas, que já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Adaptação da HQ Valerian: O Agente Espaço-Temporal, de Pierre Christin, Jean-Claude Mézières e Évelyne Tranlé, o longa conta também com Cara Delevingne, Clive Owen, Ethan Hawke e Rihanna no elenco.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa que contou com a presença do diretor e do protagonista:

Foto: Divulgação/Agência Febre.

CINEVITOR #239: Entrevistas com Vera Holtz, Leandro Hassum e Augusto Madeira | Malasartes, parte 2

por: Cinevitor

malasartespgm2Leandro Hassum e Vera Holtz em cena.

Em Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli, a trama gira em torno das aventuras do personagem lendário do folclore ibero-americano, Pedro Malasartes, interpretado por Jesuíta Barbosa, que vive de pequenas trapaças e está sempre se safando das situações, muitas vezes, criadas por ele mesmo.

Considerado o longa nacional com o maior número de efeitos especiais da história do cinema brasileiro, o filme, premiado no 27º Cine Ceará, já está em cartaz em 340 salas.

Para falar mais sobre Malasartes e o Duelo com a Morte fizemos dois programas. Nesta segunda parte, você confere as entrevistas com os atores Leandro Hassum, que interpreta Esculápio, assistente da Morte; Vera Holtz, a bruxa Parca Cortadeira; e Augusto Madeira, o Zé Candinho.

Aperte o play e confira:

*Clique aqui e confira a primeira parte do programa com Jesuíta Barbosa, Isis Valverde e Paulo Morelli.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 70º Festival de Cinema de Locarno; filmes brasileiros são premiados

por: Cinevitor

locarnovencebrasilAs Boas Maneiras: Marco Dutra e Juliana Rojas com a produtora Sara Silveira.

Foram anunciados neste sábado, 12/08, os vencedores da 70ª edição do Festival de Cinema de Locarno. O Leopardo de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o documentário chinês Mrs. Fang, de Wang Bing.

O brasileiro As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, recebeu o Prêmio Especial do Júri da Competição Internacional. O longa é uma fábula de horror e fantasia que parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara, papel de Isabél Zuaa, é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que Ana, interpretada por Marjorie Estiano, está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara assume a maternidade de uma criança diferente das outras.

Na seção Signs of Life, dedicada à inovação da linguagem cinematográfica com a intenção de investigar novas formas narrativas, o brasileiro Era Uma Vez Brasília, dirigido por Adirley Queirós, recebeu uma Menção Especial. Severina, de Felipe Hirsch, exibido na mostra Concorso Cineasti del presente, dedicada aos primeiros filmes de diretores jovens de todo o mundo, não foi premiado.

Conheça os vencedores do 70º Festival de Cinema de Locarno:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: Mrs. Fang, de Wang Bing (China/França/Alemanha)
Prêmio Especial do Júri: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (Brasil/França)
Melhor Direção: F.J. Ossang, por 9 Doigts (França/Portugal)
Melhor Atriz: Isabelle Huppert, por Madame Hyde
Melhor Ator: Elliott Crosset Hove, por Vinterbrødre

MOSTRA CINEASTI DEL PRESENTE:

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: 3/4 (Three Quarters), de Ilian Metev (Bulgária/Alemanha)
Prêmio Especial do Júri: Milla, de Valerie Massadian (França/Portugal)
Melhor Direção Emergente: KIM Dae-hwan, por Cho-Haeng (Coreia do Sul)
Menção Especial: Distant Constellation, de Shevaun Mizrahi (EUA/Turquia/Holanda) e Verão Danado, de Pedro Cabeleira (Portugal)

SIGNS OF LIFE:

Melhor Filme: Cocote, de Nelson Carlo De Los Santos Arias (República Dominicana/Argentina/Alemanha/Qatar)
Prêmio Mantarraya: Dane Komljen, por Phantasiesätze (Alemanha/Dinamarca)
Menção Especial: Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós (Brasil)

PRIMEIRO FILME:

Melhor Primeiro Filme: Sashishi deda (Scary Mother), de Ana Urushadze (Geórgia/Estônia)
Prêmio Swatch Art Peace Hotel: Meteorlar (Meteors), de Gürcan Keltek (Turquia/Holanda)
Menção Especial: Dene wos guet geit (Those Who Are Fine), de Cyril Schäublin (Suíça)

PRÊMIO DO PÚBLICO: The Big Sick, de Michael Showalter (EUA)
PRÊMIO VARIETY PIAZZA GRANDE: Drei Zinnen (Three Peaks), de Jan Zabeil (Itália/Alemanha)
PRÊMIO FIPRESCI: Qing ting zhi yan, de Xu Bing (China/EUA)
PRÊMIO ECUMÊNICO: Lucky, de John Carroll Lynch (EUA)
PRÊMIO ECUMÊNICO | Menção Especial: Vinterbrødre, de Hlynur Palmason (Dinamarca/Islândia) e Qing ting zhi yan, de Xu Bing

Clique aqui e confira a lista completa com os vencedores do Festival de Locarno 2017.

Foto: Marin Mikelin.

CINEVITOR #238: Entrevistas com Jesuíta Barbosa, Isis Valverde e Paulo Morelli | Malasartes, parte 1

por: Cinevitor

malasartespgm1O longa está em 340 salas no Brasil.

Em cartaz nos cinemas, Malasartes e o Duelo com a Morte já é considerado o longa nacional com o maior número de efeitos especiais da história do cinema brasileiro, com mais de 50% das cenas geradas por computação. Dirigido por Paulo Morelli, o filme foi exibido, recentemente, no 27º Cine Ceará e levou o prêmio de melhor direção de arte.

Para falar mais sobre o longa, fizemos dois programas especiais. Nesta primeira parte, você confere as entrevistas com os protagonistas Jesuíta Barbosa e Isis Valverde e com o diretor.

Aperte o play e confira:

*Clique aqui e confira a segunda parte do programa com Vera Holtz, Leandro Hassum e Augusto Madeira.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema

por: Cinevitor

ceara2017vencedoresVencedores no palco.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 11/08, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza, os vencedores do 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. O argentino Ninguém Está Olhando, eleito o melhor filme da Mostra Competitiva, foi o grande campeão da noite. O longa levou para casa o prêmio em dinheiro no valor de 10 mil dólares e o Troféu Mucuripe nesta e em mais duas categorias: melhor ator para Guillermo Pfening e melhor montagem.

Ninguém Está Olhando também recebeu o Prêmio da Crítica, escolhido por Ailton Monteiro, Rafael Carvalho e Cynthia Calvo (convidada), integrantes da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE). Na Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem, Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano, ficou com o prêmio de melhor filme.

Conheça os vencedores do 27º Cine Ceará:

MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM:

Melhor Filme: Ninguém Está Olhando, de Julia Solomonoff (Argentina/EUA/Espanha/Brasil/Colômbia)
Melhor Direção: Fernando Pérez, por Últimos Dias em Havana (Cuba/Espanha)
Melhor Atriz: Lola Amores, por Santa e Andrés
Melhor Ator: Guillermo Pfening, por Ninguém Está Olhando
Melhor Roteiro: Santa e Andrés, escrito por Carlos Lechuga (Cuba/Colômbia/França)
Melhor Fotografia: Últimos Dias em Havana, por Raúl Pérez Ureta
Melhor Trilha Sonora: Uma Mulher Fantástica, por Matthew Herbert (Chile/Alemanha/Espanha/EUA)
Melhor Som: Uma Mulher Fantástica, por Isaac Moreno
Melhor Montagem: Ninguém Está Olhando, por Andrés Tamborino, Karen Sztajnberg e Pablo Barbieri Carrera
Melhor Direção de Arte: Malasartes e o Duelo Com a Morte, por Tulé Peake (Brasil)
Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Ninguém Está Olhando, de Julia Solomonoff

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM:

Melhor curta-metragem: Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano (SP)
Melhor Direção: Valentina, de Estevão Meneguzzo e André Félix (RJ)
Melhor Roteiro: Memórias do subsolo ou o homem que cavou até encontrar uma redoma, de Felipe Camilo (CE)
Melhor Produção Cearense: Caleidoscópio, de Natal Portela
Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Vênus – Filó a fadinha Lésbica, de Sávio Leite (MG)

MOSTRA OLHAR DO CEARÁ:
Melhor curta-metragem: A Lenda Cotidiana, de Bárbara Moura e S. de Sousa

PRÊMIO OLHAR UNIVERSITÁRIO:
Melhor curta-metragem: Simbiose, de Júlia Morim (PE)
Melhor longa-metragem: Últimos dias em Havana, de Fernando Pérez

PRÊMIO ESPECIAIS:

PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL DE CURTAS:
Melhor Filme (R$ 15.000,00): Memórias do subsolo ou o homem que cavou até encontrar uma redoma, de Felipe Camilo

TROFÉU SAMBURÁ:
Melhor curta-metragem: Valentina, de Estevão Meneguzzo e André Félix
Melhor Direção: Vando Vulgo Vedita, de Andreia Pires e Leonardo Mouramateus (CE)

PRÊMIO UNIFOR DE AUDIOVISUAL:
Melhor curta-metragem: A Lenda Cotidiana, de Bárbara Moura e S. de Sousa

PRÊMIO CiaRio:
Curta-metragem brasileiro: Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano

PRÊMIO MISTIKA (Masterização em DCP):
Melhor Produção Cearense da Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem: Caleidoscópio, de Natal Portela
Melhor curta-metragem da Mostra Olhar do Ceará: A Lenda Cotidiana
, de Bárbara Moura e S. de Sousa

MOSTRA CURTA COCÓ:
Melhor Filme: O que é Parque do Cocó?, de Marilia Alencar

O CINEVITOR está em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 27º Cine Ceará por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Arlindo Barreto.

Últimos Dias em Havana, de Fernando Pérez, é exibido no 27º Cine Ceará com a presença dos protagonistas

por: Cinevitor

ultimoshavanacearaEquipe do filme no palco.

Selecionado para o Festival de Berlim deste ano, Últimos Dias em Havana foi exibido no 27º Cine Ceará na quinta-feira, 10/08, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. O longa, dirigido por Fernando Pérez, fala sobre amizade, tendo a cidade de Havana como pano de fundo. É também uma história sobre como sobreviver à precariedade material de maneira positiva.

Patricio Wood interpreta Miguel, um morto vivo que, mesmo tendo saúde para se movimentar, está paralisado e prisioneiro de si próprio. Nunca converte seus desejos em ações. Jorge Martínez interpreta Diego, um moribundo cheio de vida e bom humor. Embora imobilizado sobre uma cama, o personagem se move o tempo todo: na imaginação, na atitude, no pensamento. Apesar da doença, quer continuar desfrutando dos prazeres da vida. Essa alegria de viver, mesmo na precariedade, é o que lhe dá energia para seguir.

No dia seguinte à exibição, a equipe do filme participou de uma coletiva de imprensa: “Fernando disse que esse filme é uma mistura de Morango e Chocolate, de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos Tabío, com o seu documentário Suite Habana“, revelou Patricio. “Ele é um mistério na hora de dirigir e traz uma carga de humanidade que se abre para um espetáculo. Aos poucos, dá espaço para algo mais solidário, afetuoso e mais humano. Além disso, seus personagens possuem uma sensibilidade ímpar”, completou.

“Eu faço bastante TV e esse é meu primeiro protagonista nos cinemas. Só tenho que agradecer ao Fernando. Ele trabalha muito o elenco e para o meu papel, testou entre 20 e 30 atores. Na primeira vez, não gostou de mim. Eu estava muito tranquilo e ele queria algo mais eloquente. Me preocupava não ficar tão caricato”, disse Jorge.

“Fernando é uma continuidade do cinema cubano, desde seu começo. E o público espera um olhar crítico em relação aos nossos filmes”, finalizou Jorge.

Últimos Dias em Havana chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de agosto.

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Foto: Chico Gadelha.

Com Fernando Alves Pinto, Pedro Sob a Cama, de Paulo Pons, é exibido no 27º Cine Ceará

por: Cinevitor

pedrosobcamacearaElenco e diretor no palco.

Na quarta-feira, 09/08, outro filme brasileiro foi exibido na Mostra Competitiva Ibero-americana de longa-metragem do 27º Cine Ceará. Pedro Sob a Cama, de Paulo Pons, foi apresentado no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza, com a presença do diretor e dos atores Fernando Alves Pinto e Suzana Castelo.

O filme conta a história de um filho que foi abandonado pelo pai e ao saber que ele voltou à cidade resolve se esconder debaixo da cama para descobrir um pouco mais sobre ele, criando um mundo paralelo para si.

No dia seguinte à exibição, a equipe participou de uma coletiva de imprensa: “Foi muito fácil escolher o Cine Ceará para exibir nosso filme pela primeira vez, por conta da importância desse evento e também pela seleção incrível desse ano“, disse o diretor.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa:

O CINEVITOR está em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 27º Cine Ceará por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Rogerio Resende.

O Estranho que Nós Amamos

por: Cinevitor

estranhoamamosposter2The Beguiled

Direção: Sofia Coppola

Elenco: Nicole Kidman, Colin Farrell, Kirsten Dunst, Elle Fanning, Oona Laurence, Angourie Rice, Addison Riecke, Emma Howard, Wayne Pére, Matt Story, Joel Albin, Eric Ian.

Ano: 2017

Sinopse: Guerra Civil, sul da Virgínia. Mulheres abrigadas em um colégio encontram um soldado machucado que precisa de cuidados médicos e fornecem abrigo e cuidam de suas feridas. Mas, com sua chegada, a casa é estranhamente tomada por uma forte e perigosa tensão sexual que gera rivalidade entre as estudantes. Tabus são quebrados em uma inesperada reviravolta de acontecimentos. Adaptação do livro homônimo escrito por Thomas Cullinan.

Crítica do CINEVITOR: Em 1971, Don Siegel lançou o drama O Estranho que Nós Amamos, com Clint Eastwood, tendo como pano de fundo a Guerra de Secessão. Agora, 46 anos depois, Sofia Coppola traz sua versão baseada no livro homônimo de Thomas Cullinan e também no roteiro de Albert Maltz, do longa original. Na trama, mulheres abrigadas em um internato encontram um soldado machucado e fornecem abrigo para ele. Sua chegada é tomada por uma forte e perigosa tensão sexual que gera rivalidade entre elas. Vencedora do prêmio de melhor direção em Cannes, Sofia destaca suas protagonistas com sensibilidade e estampa, nitidamente, suas características nesse remake com atuações elogiáveis. (Vitor Búrigo)

*Crítica publicada na edição 98 (novembro/2017) da Revista Preview.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Malasartes e o Duelo com a Morte

por: Cinevitor

malasartesposter2Direção: Paulo Morelli

Elenco: Jesuíta Barbosa, Isis Valverde, Julio Andrade, Vera Holtz, Leandro Hassum, Augusto Madeira, Milhem Cortaz, Luciana Paes, Julia Ianina.

Ano: 2017

Sinopse: Pedro Malasartes vive de pequenas trapaças e está sempre se safando das situações, mesmo as criadas por ele. Mas terá que enfrentar dois grandes inimigos: Próspero, que fará de tudo para impedir que sua irmã Áurea namore um sujeito como ele, e a própria Morte encarnada, que quer tirar férias e enganar Malasartes. Ele ainda terá que lidar com a bruxa Parca Cortadeira e Esculápio, assistente da Morte. Agora, com personagens deste e do outro mundo se unindo contra ele, Malasartes terá que usar de toda a sua esperteza para sair ileso dessa confusão.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas