Todos os posts de Cinevitor

Me Chame Pelo Seu Nome é o grande vencedor do Dorian Awards, prêmio organizado pela Associação de Críticos LGBTQ

por: Cinevitor

mechamedorianMichael Stuhlbarg, Timothée Chalamet e Armie Hammer em Me Chame Pelo Seu Nome.

A GALECA (Gay and Lesbian Entertainment Critics Association), Associação Gay e Lésbica de Críticos de Entretenimento, anunciou nesta quarta-feira, 31/01, os vencedores do Dorian Awards, prêmio que elege os melhores do ano na TV e no cinema e que possui esse nome em homenagem ao escritor Oscar Wilde, em referência ao seu romance O Retrato de Dorian Gray; a cerimônia de premiação está marcada para o dia 24 de fevereiro, em Los Angeles.

Com mais de 190 jornalistas e críticos de veículos importantes dos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, muitos integrantes da Associação, fundada em 2009, se identificam como membros da comunidade LGBTQ, seja lésbica, gay, bissexual, transgênero ou queer, mas diversos jornalistas simpatizantes também fazem parte.

Neste ano, em sua 9ª edição, o drama Me Chame Pelo Seu Nome, dirigido pelo italiano Luca Guadagnino e produzido pelos brasileiros Rodrigo Teixeira e Lourenço Sant’Anna, da RT Features, se consagrou como o grande campeão em quatro categorias; A Forma da Água, de Guillermo del Toro, também foi premiado.

Conheça os vencedores do Dorian Awards 2017/2018 nas categorias de cinema:

FILME DO ANO:
Me Chame Pelo Seu Nome

FILME LGBTQ DO ANO:
Me Chame Pelo Seu Nome

MELHOR DIREÇÃO:
Greta Gerwig, por Lady Bird – A Hora de Voar

ATRIZ DO ANO:
Sally Hawkins, por A Forma da Água

ATOR DO ANO:
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Laurie Metcalf, por Lady Bird – A Hora de Voar

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Michael Stuhlbarg, por Me Chame Pelo Seu Nome

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo (França)

ROTEIRO DO ANO | ORIGINAL OU ADAPTADO:
Corra!, escrito por Jordan Peele

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Visages, Villages, de Agnès Varda e JR

FILME VISUALMENTE IMPRESSIONANTE DO ANO:
A Forma da Água

FILME NÃO CELEBRADO DO ANO:
God’s Own Country, de Francis Lee

FILME CAMPY FLICK DO ANO:
Mãe!, de Darren Aronofsky

REVELAÇÃO DO ANO:
Timothée Chalamet

WILDE WIT OF THE YEAR (homenagem a um artista, roteirista ou comentarista cujas observações desafiam e divertem):
Kate McKinnon e Jordan Peele

WILDE ARTIST OF THE YEAR (honra uma força verdadeiramente inovadora no cinema, teatro ou TV):
Jordan Peele

Foto: Divulgação/Sony Pictures Classics.

Filme com Tatá Werneck e documentário sobre a Chapecoense são selecionados para o SXSW Film Festival 2018

por: Cinevitor

tocsxswTatá Werneck em TOC: primeira protagonista nas telonas.

Realizado pela primeira vez em 1987, em Austin, no Texas, o South by Southwest, também conhecido como SXSW, é um conjunto de festivais de cinema, música e tecnologia, que reúne profissionais do mundo todo interessados em compartilhar ideias por meio de exibições, exposições, sessões de filmes e diversas oportunidades de networking.

Em sua 25ª edição, que acontecerá entre os dias 9 e 18 de março, serão exibidos mais de 130 filmes na programação do SXSW Film Festival. O terror Um Lugar Silencioso, de John Krasinski, protagonizado por Emily Blunt e John Krasinski, será o longa de abertura.

O brasileiro TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva, de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, foi selecionado para a mostra Spotlight, que destaca produções de alto nível que farão sua estreia americana no evento. O longa, que ficou entrou os dez melhores filmes brasileiros de 2017 na lista do CINEVITOR, é inspirado em uma ideia original da protagonista Tatá Werneck e conta a história de Kika K, uma atriz que está em novelas, campanhas publicitárias e é idolatrada por milhões de fãs, mas, por trás das aparências, está em crise com sua vida pessoal e profissional.

Outro destaque da seção Spotlight é o documentário Nossa Chape, que acompanha a reconstrução do clube catarinense de futebol Chapecoense depois do trágico acidente aéreo ocorrido no dia 28 de novembro de 2016. O avião, que transportava 81 pessoas a bordo, incluindo jogadores, dirigentes, comissão técnica, jornalistas e tripulação, caiu no vale de Cerro Gordo, na Colômbia, deixando apenas seis sobreviventes. O filme é dirigido pelos cineastas americanos Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist, os mesmos de Pelé: O Nascimento de uma Lenda.

No ano passado, o documentário Divinas Divas, de Leandra Leal, que mostra ícones da primeira geração de artistas travestis do Brasil, ganhou o prêmio do público de melhor filme da mostra Global, que apresenta uma seleção de talentos internacionais com narrativas inovadoras e documentários astuciosos.

Conheça os filmes selecionados para o SXSW Film Festival 2018:

COMPETIÇÃO | FICÇÃO:
Family, de Laura Steinel (EUA)
First Match, de Olivia Newman (EUA)
Jinn, de Nijla Mumin (EUA)
The New Romantic, de Carly Stone (Canadá)
Sadie, de Megan Griffiths (EUA)
Shotgun, de Hannah Marks e Joey Power (EUA)
Summer 03, de Becca Gleason (EUA)
Thunder Road, de Jim Cummings (EUA)
The Unicorn, de Robert Schwartzman (EUA)
Write When You Get Work, de Stacy Cochran (EUA)

COMPETIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Chitown, de Nick Budabin (EUA)
Garry Winogrand: All Things are Photographable, de Sasha Waters Freyer (EUA)
The Gospel of Eureka, de Michael Palmieri e Donal Mosher (EUA)
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (Nicarágua/EUA)
People’s Republic of Desire, de Hao Wu (China)
Social Animals, de Theresa Bennett (EUA)
This One’s For The Ladies, de Gene Graham (EUA)
TransMilitary, de Gabriel Silverman e Fiona Dawson (EUA)
Weed The People, de Abby Epstein (EUA)
The World Before Your Feet, de Jeremy Workman (EUA)

SPOTLIGHT | FICÇÃO:
6 Balloons, de Marja Lewis Ryan (EUA)
All Square, de John Hyams (EUA)
Tierra Firme (Anchor and Hope), de Carlos Marques-Marcet (Espanha)
A Bluebird in My Heart, de Jérémie Guez (França/Bélgica)
The Breaker Upperers, de Madeleine Sami e Jackie van Beek (Nova Zelândia)
Fast Color, de Julia Hart (EUA)
First Light, de Jason Stone (Canadá)
The Legacy of a Whitetail Deer Hunter, de Jody Hill (EUA)
TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva (Neurotic Quest for Serenity), de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic (Brasil)
Outside In, de Lynn Shelton (EUA)
Support The Girls, de Andrew Bujalski (EUA)
Unlovable, de Suzi Yoonessi (EUA)
A Vigilante, de Sarah Daggar-Nickson (EUA)
Who We Are Now, de Matthew Newton (EUA)
Wild Nights With Emily, de Madeleine Olnek (EUA)
Wildling, de Fritz Böhm (EUA)
You Can Choose Your Family, de Miranda Bailey (EUA)

SPOTLIGHT | DOCUMENTÁRIO:
Agave: The Spirit of a Nation, de Nick Kovacic e Matthew Riggieri (EUA/México)
Ali & Cavett: The Tale of the Tapes, de Robert Bader (EUA)
Alt-Right: Age of Rage, de Adam Bhala Lough
The Bill Murray Stories: Life Lessons Learned From A Mythical Man, de Tommy Avallone (EUA)
Brewmaster, de Douglas Tirola (EUA/República Checa)
Daughters of the Sexual Revolution: The Untold Story of the Dallas Cowboys Cheerleaders, de Dana Adam Shapiro (EUA)
The Dawn Wall, de Josh Lowell e Peter Mortimer (Áustria/EUA)
From All Corners, de Ryusuke Okajima (Japão)
Getting Over, de Jason Charnick (EUA)
Nossa Chape, de Jeff Zimbalist e Michael Zimbalist (Brasil/Colômbia/EUA)
Operation Odessa, de Tiller Russell (EUA)
Take Your Pills, de Alison Klayman (EUA)
Time Trial, de Finlay Pretsell (Reino Unido)

GLOBAL:
A Little Wisdom, de Yuqi Kang (China/Nepal/Canadá/EUA)
Martyr, de Mazen Khaled (Líbano/Itália)
Number 37 (Nommer 37), de Nosipho Dumisa (África do Sul)
Rush Hour, de Luciana Kaplan (México)
Team Hurricane, de Annika Berg (Dinamarca)
Theatre of War (Teatro de Guerra), de Lola Arias (Argentina/Espanha)
Virus Tropical, de Santiago Caicedo (Colômbia/Equador)

Para conferir a seleção completa de todas as mostras, clique aqui.

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards

por: Cinevitor

mechamelondonTimothée Chalamet em Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino: premiado.

Foram anunciados neste domingo, 28/01, os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards, prêmio organizado pela associação The Critics’ Circle, que conta com os principais críticos do Reino Unido divididos entre teatro, música, filme, dança, artes visuais e livros.

O Brasil estava na disputa com Aquarius, de Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sonia Braga, na categoria de melhor filme estrangeiro, mas perdeu para o francês Elle, de Paul Verhoeven. Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh, que liderava com sete indicações, foi o grande vencedor em três categorias, incluindo filme do ano.

Neste ano, a cerimônia foi apresentada pelos atores Steve Oram e Alice Lowe, no The May Fair Hotel, em Londres, e a atriz Kate Winslet foi homenageada com o Prêmio Dilys Powell, entregue pelo ator Jude Law.

Conheça os vencedores do 38º London Critics’ Circle Film Awards:

FILME DO ANO:
Três Anúncios Para um Crime

FILME ESTRANGEIRO DO ANO:
Elle, de Paul Verhoeven (França/Alemanha/Bélgica)

DOCUMENTÁRIO DO ANO:
Eu Não Sou Seu Negro, de Raoul Peck

FILME BRITÂNICO DO ANO | PRÊMIO ATTENBOROUGH:
Dunkirk, de Christopher Nolan

DIREÇÃO DO ANO:
Sean Baker, por Projeto Flórida

ROTEIRISTA DO ANO:
Martin McDonagh, por Três Anúncios Para um Crime

ATRIZ DO ANO:
Frances McDormand, por Três Anúncios Para um Crime

ATOR DO ANO:
Timothée Chalamet, por Me Chame Pelo Seu Nome

ATRIZ COADJUVANTE DO ANO:
Lesley Manville, por Trama Fantasma

ATOR COADJUVANTE DO ANO:
Hugh Grant, por Paddington 2

ATRIZ BRITÂNICA/IRLANDESA DO ANO:
Sally Hawkins, por A Forma da Água, Maudie e Paddington 2

ATOR BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Daniel Kaluuya, por Corra!

ATOR/ATRIZ JOVEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
Harris Dickinson, por Beach Rats

DIRETOR E/OU ROTEIRISTA BRITÂNICO/IRLANDÊS REVELAÇÃO DO ANO | PRÊMIO PHILIP FRENCH:
Francis Lee, por God’s Own Country

CURTA-METRAGEM BRITÂNICO/IRLANDÊS DO ANO:
We Love Moses, de Dionne Edwards

TECHNICAL ACHIEVEMENT AWARD:
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner (design de produção)

PRÊMIO DILYS POWELL | EXCELÊNCIA EM FILME:
Kate Winslet

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 22º Art Directors Guild Awards

por: Cinevitor

formadaaguaadgawardsRichard Jenkins e Sally Hawkins em A Forma da Água, de Guillermo del Toro.

Foram anunciados neste sábado, 27/01, os vencedores do ADG Awards, prêmio anual de excelência em design de produção no cinema, na TV e no teatro organizado pela Art Directors Guild (ADG, IATSE Local 800), que reúne mais de 2.500 membros do mundo todo, principalmente americanos e canadenses, que trabalham como designers de produção, diretores de arte, cenógrafos, ilustradores, modeladores, assistentes de arte, entre outros.

Nesta 22ª edição, além da nova categoria que reconhece a excelência em design de produção em animações, prêmios especiais também foram entregues: Martin A. Kline, Norm Newberr, James J. Murakami e John Moffitt receberam o Lifetime Achievement Award, pelo conjunto da obra; o designer de produção Michael Baugh foi homenageado com o Outstanding Creative Achievement; o prêmio Cinematic Imagery foi entregue para o diretor de arte Rick Carter, vencedor do Oscar por Avatar e Lincoln; os cineastas Ron Clements e John Musker, de Moana – Um Mar de Aventuras, foram homenageados com o William Cameron Menzies Award; e o presidente da IATSE, Matthew D. Loeb, recebeu o Leadership Award.

Além disso, Tyrus Wong, diretor de arte de Bambi, Juventude Transviada, Assim Caminha a Humanidade, Camelot, Meu Ódio Será Sua Herança, entre outros, e Ken Adam, designer de produção de Sodoma e Gomorra, Dr. Fantástico, 007 Contra Goldfinger, Barry Lyndon, As Loucuras do Rei George, Será Que Ele É?, Perdidos em Nova York, entre outros, entraram para o Hall da Fama da Art Directors Guild.

Conheça os vencedores do 22º Annual Excellence in Production Design Awards nas categorias de cinema:

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ÉPOCA:
A Forma da Água, por Paul Denham Austerberry

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE FANTASIA:
Blade Runner 2049, por Dennis Gassner

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME CONTEMPORÂNEO:
Logan, por François Audouy

EXCELÊNCIA EM DESIGN DE PRODUÇÃO | FILME DE ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Harley Jessup

Foto: Divulgação/Twentieth Century Fox Film.

Conheça os vencedores do Festival de Sundance 2018

por: Cinevitor

cameronpostsundanceForrest Goodluck, Sasha Lane e Chloë Grace Moretz em The Miseducation of Cameron Post.

Foram anunciados neste sábado, 27/01, em Park City, Utah, nos Estados Unidos, os vencedores do Festival Sundance de Cinema 2018, conhecido por destacar produções independentes em sua programação. A cerimônia foi apresentada pelo ator Jason Mantzoukas e os premiados nas categorias de curtas-metragens foram revelados em um evento à parte, realizado na terça-feira, 23/01.

O júri da Competição Americana (U.S. Dramatic) contou com a diretora de fotografia Rachel Morrison, com as atrizes Jada Pinkett Smith e Octavia Spencer, com o ator Michael Stuhlbarg e com o diretor Joe Swanberg; na Competição Internacional (World Cinema Dramatic), o time de jurados foi formado por: Hanaa Issa, do Doha Film Institute Qatar, pelo cineasta sueco Ruben Östlund e pelo produtor cinematográfico Michael J. Werner.

Nas categorias de documentários, o júri da Competição Americana (U.S. Documentary) contou com: Barbara Chai, do Dow Jones Media Group; e com os produtores Simon Chinn, Chaz Ebert, Ezra Edelman e Matt Holzman. Na Competição Internacional, o time foi formado pelos produtores Joslyn Barnes e Billy Luther; e pela mexicana Paulina Suárez, da Associação Ambulante. RuPaul Charles, apresentador do reality show RuPaul’s Drag Race, foi jurado da mostra Next, que apresenta filmes americanos considerados ousados e criativos.

Na Competição Americana, o drama The Miseducation of Cameron Post, dirigido por Desiree Akhavan, recebeu o Grande Prêmio do Júri. O longa, protagonizado por Chloë Grace Moretz, conta a história da adolescente Cameron Post que é forçada pelos tios a frequentar um centro de terapia de conversão gay depois de ser flagrada se relacionando com uma garota.

Neste ano, o Brasil estava representado com dois filmes na Competição Internacional: Benzinho, de Gustavo Pizzi, estrelado por Karine Teles, Adriana Esteves e Otávio Müller; e Ferrugem, de Aly Muritiba, com Giovanni De Lorenzi, Tifanny Dopke, Enrique Diaz, Clarissa Kiste, Duda Azevedo e Pedro Inoue no elenco. Além disso, o documentário The Cleaners, uma coprodução entre Alemanha e Brasil, dirigido por Moritz Riesewieck e Hans Block, também foi exibido na programação.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Sundance 2018:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: The Miseducation of Cameron Post, de Desiree Akhavan
Melhor Direção: Sara Colangelo, por The Kindergarten Teacher
Prêmio Especial do Júri | Excellence in Filmmaking: Reed Morano, por I Think We’re Alone Now
Prêmio Waldo Salt | Melhor Roteiro: Nancy, escrito por Christina Choe
Prêmio Especial do Júri | Outstanding First Feature: Monsters and Men, de Reinaldo Marcus Green
Prêmio Especial do Júri | Melhor Atuação: Benjamin Dickey, por Blaze
Prêmio do Público: Burden, de Andrew Heckler

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Kailash, de Derek Doneen
Melhor Direção: Alexandria Bombach, por On Her Shoulders
Prêmio Especial do Júri | Diretor Revelação: Bing Liu, por Minding the Gap
Prêmio Especial do Júri | Creative Vision
: Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross
Prêmio Especial do Júri | Social Impact Filmmaking: Crime + Punishment, de Stephen Maing
Prêmio Especial do Júri | Storytelling: Three Identical Strangers, de Tim Wardle
Prêmio do Público: The Sentence, de Rudy Valdez

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:

Grande Prêmio do Júri: Butterflies (Kelebekler), de Tolga Karaçelik (Turquia)
Melhor Direção: Ísold Uggadóttir, por And Breathe Normally (Andið eðlilega) (Islândia)
Prêmio Especial do Júri | Elenco: Dead Pigs, de Cathy Yan (China)
Prêmio Especial do Júri | Atuação: Valeria Bertuccelli, por The Queen of Fear (Argentina/Dinamarca)
Prêmio Especial do Júri | Roteiro: Time Share (Tiempo Compartido), escrito por Julio Chavezmontes e Sebastian Hofmann (México/Holanda)
Prêmio do Público: The Guilty (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:

Grande Prêmio do Júri: Of Fathers and Sons, de Talal Derki (Alemanha/Síria/Líbano)
Melhor Direção: Sandi Tan, por Shirkers (EUA/Singapura)
Prêmio Especial do Júri: MATANGI/MAYA/M.I.A., de Stephen Loveridge (Sri Lanka/Reino Unido/EUA)
Prêmio Especial do Júri | Fotografia: Genesis 2.0, por Peter Indergand e Maxim Arbugaev (Suíça)
Prêmio Especial do Júri | Edição: Our New President, por Matvey Kulakov e Maxim Pozdorovkin (Rússia/EUA)
Prêmio do Público: This is Home, de Alexandra Shiva (EUA/Jordânia)

CURTAS-METRAGENS:

Grande Prêmio do Júri: Matria, de Álvaro Gago (Espanha)
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Americana: Hair Wolf, de Mariama Diallo
Prêmio do Júri | Ficção | Competição Internacional: Would You Look at Her, de Goran Stolevski (Macedônia)
Prêmio do Júri | Não ficção: The Trader (Sovdagari), de Tamta Gabrichidze (Geórgia)
Prêmio do Júri | Animação: GLUCOSE, de Jeron Braxton (EUA)
Prêmio Especial do Júri: Emergency, de Carey Williams (EUA); Fauve, de Jérémy Comte (Canadá); e For Nonna Anna, de Luis De Filippis (Canadá)

OUTROS PRÊMIOS:

PRÊMIO DO PÚBLICO | NEXT: Search, de Aneesh Chaganty (EUA)
NHK AWARD: Remi Weekes, por His House (Reino Unido)
NEXT Innovator Award (empate): Night Comes On, de Jordana Spiro (EUA) e We The Animals, de Jeremiah Zagar (EUA)
PRÊMIO ALFRED P. SLOAN: Search, de Aneesh Chaganty
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | DOCUMENTÁRIO: Dark Money, de Kimberly Reed
AMAZON STUDIOS PRODUCER AWARDS | NARRATIVE FEATURE: Search, de Aneesh Chaganty

Foto: Divulgação/Sundance Institute.

American Cinema Editors anuncia vencedores do 68º ACE Eddie Awards

por: Cinevitor

dunkirkeddie2018James D’Arcy e Kenneth Branagh em Dunkirk, de Christopher Nolan.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 26/01, os vencedores do Eddie Awards, prêmio organizado pela American Cinema Editors desde 1962, que elege os melhores editores da indústria televisiva e cinematográfica.

Nos últimos dez anos, algumas produções premiadas pela ACE também receberam o Oscar de melhor edição, como: Mad Max: Estrada da Fúria, Argo, A Rede Social, Guerra ao Terror, Quem Quer Ser um Milionário? e O Ultimato Bourne.

Além dos vencedores, a 68ª edição também homenageou nomes importantes da indústria: o produtor e roteirista Vince Gilliga, das séries Better Call Saul e Breaking Bad, recebeu o ACE Golden Eddie Honoree. Também foram entregues prêmios especiais pelo conjunto da obra para os editores Mark Goldblatt, de O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final, Armageddon, Pearl Harbor, Exorcista – O Início, X-Men: O Confronto Final, Planeta dos Macacos: A Origem, Chappie, entre outros; e Leon Ortiz-Gil, das séries Magnum, Law & Order e 24 Horas.

Conheça os vencedores do 68º ACE Eddie Awards nas categorias de cinema:

MELHOR EDIÇÃO | DRAMA:
Dunkirk, por Lee Smith

MELHOR EDIÇÃO | COMÉDIA:
Eu, Tonya, por Tatiana S. Riegel

MELHOR EDIÇÃO | ANIMAÇÃO:
Viva – A Vida é uma Festa, por Steve Bloom

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO:
Jane, por Joe Beshenkovsky, Will Znidaric e Brett Morgen

MELHOR EDIÇÃO | DOCUMENTÁRIO | SMALL SCREEN:
Five Came Back: The Price of Victory, por Will Znidaric

Foto: Melinda Sue Gordon.

Entrevista: diretores de Peixonauta – O Filme falam sobre o processo de criação e o crescimento das animações brasileiras

por: Cinevitor

peixonauta1Em cartaz: sucesso mundial na TV, o filme é um desdobramento da série.

Em abril de 2009, a série brasileira de animação Peixonauta, criada por Célia Catunda e Kiko Mistrorigo e produzida pela TV PinGuim, estreou no canal Discovery Kids com a história de um peixe com traje de astronauta desvendando mistérios ao lado de seus amigos.

Sua primeira temporada fez muito sucesso no Brasil e no exterior, e hoje já conta com 104 episódios de 11 minutos, sendo exibida em mais de 90 países. Agora, Peixonauta e sua turma chegam aos cinemas em seu primeiro longa-metragem em 3D.

O filme conta a maior aventura do agente secreto Peixonauta, numa história criada especialmente para as telonas. Junto com seus amigos Marina e Zico, Peixonauta irá até a cidade grande para procurar o Doutor Jardim, avô de Marina, e desvendar um grande problema detectado pela O.S.T.R.A. (Organização Secreta para Total Recuperação Ambiental). Além de ver os personagens do desenho em 3D pela primeira vez, o público vai conhecer as instalações subaquáticas da O.S.T.R.A. e os cenários são pontos turísticos de São Paulo como o MASP, Museu de Arte de São Paulo, e o Planetário do Parque Ibirapuera.

Para falar mais sobre Peixonauta – O Filme, conversamos com os diretores Célia Catunda e Rodrigo Eba! sobre o processo de criação, mercado internacional e expectativa para ver o protagonista da série nos cinemas. Confira:

O COMEÇO:

“A ideia do Peixonauta foi muito espontânea, a partir do traço mesmo. Quando eu desenhei o peixinho com a roupinha cheia d’água já tive a inspiração que este personagem poderia fazer muita coisa. Essa curiosidade dele, de ter feito essa roupa para sair debaixo d’água e ver como o mundo é, é uma relação direta com a criança, que é sempre muito curiosa e quer conhecer tudo. A partir desse rascunho, eu e o Kiko [Mistrorigo, também diretor do filme] começamos a conceber todo o universo da série e o [Rodrigo] Eba! trabalhou na série desde a primeira temporada, como animador, diretor de animação e outras funções”, contou Célia Catunda.

“Nessa época, nem pensávamos em fazer o filme. Já foi um grande desafio fazer uma série brasileira com 52 episódios e conseguir financiar isso. Então, tivemos a felicidade de ver que as crianças abraçaram o Peixonauta com muita empatia. E também conseguimos vender fora do Brasil. Tudo isso acabou nos levando para o filme”, completou.

peixonauta2

PEIXONAUTA NO MUNDO:

“Quando lançamos fora do Brasil, em 2009, pegamos uma época de crise. O mercado internacional estava balançado. Naquela época, os canais brasileiros a cabo não compravam nada daqui. A venda para a Discovery Kids foi feita para o mercado internacional. Aqui, as emissoras eram muito retransmissoras de programação estrangeira e nos apresentamos para a Discovery Kids em um mercado em Cannes. Foi ótimo porque a primeira vez que mostramos o Peixonauta para eles, a diretora de programação da época disse que esse era o conceito do canal, que é descobrir o seu mundo, no caso, o lema do Peixonauta. Então, eles se identificaram totalmente. Foi tudo ao mesmo tempo, aqui e lá fora”, disse Célia.

A IDEIA DO FILME:

“Fizemos um primeiro filme, chamado Peixonauta – Agente Secreto da O.S.T.R.A., que não foi feito especificamente para o cinema. Era uma coletânea de episódios para ser exibida nas plataformas digitais e nos canais a cabo do mundo inteiro que tinham comprado o Peixonauta. Já este longa [Peixonauta – O Filme], começamos há 6 anos, com o conceito da história; até porque tínhamos vontade de criar uma história maior sobre o personagem que não ficasse restrita aos onze minutos. Começamos a pensar em algo que sempre sentimos falta na série, que era a cidade. Na TV, é restrito ao Parque das Árvores Felizes e aí começamos a desenvolver e pensar em algo diferente, pois a série fala sobre sustentabilidade, então queríamos buscar uma temática que não existisse no parque e por isso começamos a falar sobre a água. Também queríamos mostrar que o Peixonauta, depois de duas temporadas, evoluiu e se transformou. Ele está mais equipado, mais herói, enquanto na série ele é mais ingênuo. Existe toda uma ingenuidade que, em parte, está preservada no filme, mas ele tem um pouco mais de experiência”, revelou Célia.

peixonauta3

O PROCESSO DE CRIAÇÃO:

“A primeira parte, e mais difícil, é a história original: conseguir trabalhar em uma história que tenha potencial para um filme e que traga novos elementos, pois não queríamos que o filme fosse um grande episódio, mas sim, que ele trouxesse muita coisa que não existisse na série. E a partir dessa história original, desenvolvida por mim e pelo Kiko, conversamos com os roteiristas. A Marcela Catunda e o Marcus Aurelius Pimenta, que foram roteiristas da série, já conheciam esse universo e aí começaram a trabalhar nessa decupagem para fazer o roteiro”, contou Célia.

STORYBOARD:

“Quando a gente transforma tudo isso em storyboard, com desenhos mais simples, é interessante porque podemos testar várias coisas para saber se estão funcionando no roteiro e fazer alterações. Muitas cenas passaram por isso; voltamos para o roteiro porque não estavam funcionando como tínhamos montado”, disse Rodrigo Eba!. “No storyboard a gente já grava todos os diálogos e assim conseguimos assistir ao filme inteiro em rascunho. E isso é muito importante”, completou Célia.

peixonauta4

ANIMAÇÃO NO BRASIL:

“O mercado de animação no Brasil melhorou muito. Recentemente, o espaço nos canais a cabo aumentou, pois eles perceberam que as animações brasileiras dão audiência e isso é um grande avanço. O Peixonauta teve uma importância muito grande porque foi a primeira série brasileira comprada por um canal a cabo de uma multinacional que deu audiência. Foi importante para provar que as crianças gostam de ver animação brasileira. Em relação ao cinema, acredito ser um pouco mais difícil. Tem sido, pelo menos. Mas, as animações estão indo cada vez melhor”, revelou Célia.

“Em termos de qualidade e quantidade, já estamos conseguindo lançar mais filmes nos cinemas. Porém, a questão da distribuição precisa ainda conquistar o mesmo espaço que conseguimos conquistar na TV. O mercado da animação está muito mais tranquilo no espaço televisivo, com muitas produtoras realizando bons trabalhos e vendendo para vários países. No cinema, estamos começando”, completou Eba!.

EXPECTATIVA:

“Acreditamos que muitas pessoas estão esperando pelo filme. No canal da série no YouTube, quando colocamos o trailer, que alcançou mais de 5 milhões de visualizações em três semanas, percebemos muitos comentários de crianças mais velhas que acompanharam o Peixonauta no começo. E é muito legal analisar isso, pois percebemos como o Peixonauta está relacionado à infância delas, com um vínculo afetivo. Por isso, não queremos decepcioná-las, mostrando que o Peixonauta ainda é muito legal”, finalizou Célia.

Peixonauta – O Filme, dirigido por Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba!, já está em cartaz nos cinemas.

Fotos: Divulgação.

The Post – A Guerra Secreta

por: Cinevitor

thepostposter1The Post

Direção: Steven Spielberg

Elenco: Meryl Streep, Tom Hanks, Sarah Paulson, Bob Odenkirk, Tracy Letts, Bradley Whitford, Bruce Greenwood, Matthew Rhys, Michael Stuhlbarg, Alison Brie, Carrie Coon, Jesse Plemons, David Cross, Zach Woods, Pat Healy, John Rue, Rick Holmes, Philip Casnoff, Jessie Mueller, Stark Sands, Michael Cyril Creighton, Will Denton, Deirdre Lovejoy, Michael Devine, Kelly Miller, Jennifer Dundas, Austyn Johnson, Brent Langdon, Deborah Green, Gary Wilmes, Christopher Innvar, Luke Slattery, Justin Swain, Robert McKay, Sasha Spielberg, Bryan Burton, Coral Peña, Dan Bittner, Kenneth Tigar, David Aaron Baker, Gannon McHale, Kevin Loreque, Francis Dumaurier, Stephen Mailer, Ned Noyes, John Henry Cox, Dan Bucatinsky, David Costabile, Johanna Day, Annika Boras, Carolyn McCormick, Susan Blackwell, Jordan Baker, Lauren Lim Jackson, Peter Van Wagner, Angus Hepburn, James Riordan, Kelly AuCoin, Cotter Smith, Ben Livingston, Stephen Rowe, Rick Crom, Fenton Lawless, Brett Diggs, Shaun O’Hagan, Shawn Allen McLaughlin, David Beach, Celeste Arias, Sonny Valicenti, Aaron Roman Weiner, Seth Barrish, Clarke Thorell, Joseph Tudisco, Curzon Dobell, Steven Kearney, Jerry Lobrow, Neal Huff, Cory Kastle, Robert Myers, Alex Rak.

Ano: 2017

Sinopse: O filme retrata a história real da divulgação de documentos secretos dos Estados Unidos referente a Guerra do Vietnã. Na história, Katharine Graham, primeira editora de um grande jornal americano, o The Washington Post, se alia a Ben Bradlee com o intuito de expor os segredos do governo mantidos a sete chaves por quatro presidentes e por mais de três décadas. Juntos, eles superarão as diferenças e arriscarão suas carreiras em prol da verdade.

*Clique aqui e assista ao programa especial do Oscar 2018 sobre The Post – A Guerra Secreta.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Maze Runner: A Cura Mortal

por: Cinevitor

mazerunnercuraposterMaze Runner: The Death Cure

Direção: Wes Ball

Elenco: Dylan O’Brien, Ki Hong Lee, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster, Dexter Darden, Will Poulter, Jacob Lofland, Rosa Salazar, Giancarlo Esposito, Patricia Clarkson, Aidan Gillen, Barry Pepper, Nathalie Emmanuel, Katherine McNamara, Walton Goggins, Dylan Smith, Bart Fouche, Greg Kriek, Paul du Toit, Jake Curran, David Butler, Liza Scholtz, Nathan Barris, Scot Cooper, Emily Child, Paul Lazenby, Parm Soor.

Ano: 2018

Sinopse: No final épico da saga Maze Runner, Thomas lidera seu grupo de Clareanos em fuga em sua última e mais perigosa missão até então. Para salvar seus amigos, eles devem invadir a lendária Última Cidade, um labirinto controlado pela CRUEL que pode vir a ser o labirinto mais mortal de todos. Qualquer um que o complete vivo receberá respostas às perguntas que os Clareanos têm feito desde que chegaram ao labirinto.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Artista do Desastre

por: Cinevitor

artistadesastreposterThe Disaster Artist

Direção: James Franco

Elenco: James Franco, Dave Franco, Zoey Deutch, Alison Brie, Seth Rogen, Sharon Stone, Josh Hutcherson, Eliza Coupe, June Diane Raphael, Melanie Griffith, Zac Efron, Jacki Weaver, Sugar Lyn Beard, Jason Mantzoukas, Dylan Minnette, Kate Upton, Kristen Bell, Tommy Wiseau, Megan Mullally, Lizzy Caplan, Adam Scott, Bryan Cranston, J.J. Abrams, Zach Braff, Ari Graynor, John Early, Judd Apatow, Hannibal Buress, Greg Sestero, Casey Wilson, Randall Park, Erin Cummings, Tom Franco, Paul Scheer, Jerrod Carmichael, Andrew Santino, Jason Mitchell, Nathan Fielder, Tamzin Brown, Brett Gelman, Peter Gilroy, David DeCoteau, Ricky Mabe, Shane Ryan, Michelle Arthur, Nicole Gordon-Levitt, Kelly Oxford, Cate Freedman, Jenna Curtis, Cameron Brinkman, Katherine Neff, Eloho Josephine Okujeni, Amechi Okocha, Mark Anthony Petrucelli, Tearra Oso, Xhuliano Ujka, Zhubin Rahbar, Tudor Munteanu, Fawad Khulmi.

Ano: 2017

Sinopse: A história real e tragicômica do aspirante a cineasta e infame pária de Hollywood, Tommy Wiseau, um artista cuja paixão era tão sincera quanto seus métodos eram questionáveis, em uma celebração da amizade, da expressão artística e de sonhos que se buscam contra as mais insuperáveis dificuldades. Baseado no livro best-seller de Greg Sestero, conta todos os detalhes sobre os bastidores de um dos desastres mais geniais, clássico e cult: The Room, chamado de “o Cidadão Kane dos filmes ruins”.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

*Filme assistido no 19º Festival do Rio.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Visages, Villages

por: Cinevitor

visagesnovoposterDireção: Agnès Varda, JR.

Elenco: Agnès Varda, JR, Laurent Levesque, Jean-Luc Godard.

Ano: 2017

Sinopse: Agnès Varda e JR têm coisas em comum: sua paixão por imagens e, mais particularmente, o questionamento sobre os lugares onde elas são mostradas e a maneira como são compartilhadas e expostas. Agnès escolheu o cinema. JR escolheu criar galerias fotográficas ao ar livre. Quando os dois se conheceram, em 2015, imediatamente quiseram trabalhar juntos: fazer um filme na França, longe das cidades. Em encontros aleatórios ou planos pré-concebidos, eles partem em direção a outras pessoas e as convidam a segui-los em sua viagem no caminhão fotográfico de JR.

Crítica do CINEVITOR: Em maio deste ano, Visages, Villages foi premiado no Festival de Cannes com o L’Œil d’or (Olho de Ouro) de melhor documentário. Dirigido por Agnès Varda, cineasta francesa conhecida pela maneira como aborda questões sociais relevantes em seus filmes, e JR, fotógrafo, artista urbano e muralista, o longa é um delicioso passeio pelos vilarejos da França em busca de histórias pessoais e emocionantes. Varda e JR embarcam em um caminhão equipado com uma câmera fotográfica, impressora e todos os utensílios necessários para essa aventura com a intenção de conhecer os habitantes dessas pequenas cidades para registrar suas histórias, seja em vídeo ou em murais espalhados pelos vilarejos. Visages, Villages entrega para o espectador um encontro de artes de forma carismática e divertida. A começar pela relação entre seus diretores. Como uma espécie de diário de bordo, o filme retrata esse choque cultural e de gerações de forma leve e espontânea, mesmo parecendo que algumas situações foram construídas para dar ritmo à narrativa. As discussões entre Varda e JR são hilárias e cheias de afeto e todo esse carinho é impresso na telona. Além das risadas garantidas, o documentário também se encaminha para um lado mais profundo, quando os entrevistados dessas pequenas cidades narram suas histórias. Os depoimentos, que mereciam mais destaque no filme, se transformam em murais colados pelas paredes dos vilarejos com os rostos de seus protagonistas impressos nas imagens. A cada local que passam, Varda e JR deixam um registro de sua visita e logo partem em busca de novas histórias e imagens. Visages, Villages é divertido porque cativa o espectador por conta do carisma de seus diretores, mas também desperta emoção ao registrar, de forma imagética, sentimentos de ilustres desconhecidos comovidos pelas proezas de dois grandes artistas. (Vitor Búrigo)

*Filme assistido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Sem Fôlego

por: Cinevitor

semfolegoposter2Wonderstruck

Direção: Todd Haynes

Elenco: Millicent Simmonds, Oakes Fegley, Julianne Moore, Jaden Michael, Cory Michael Smith, Tom Noonan, Michelle Williams, Amy Hargreaves, Morgan Turner, Sawyer Nunes, James Urbaniak, Damian Young, Patrick Murney, Lauren Ridloff, Anthony Natale, Carole Addabbo, Howard Seago, Brian Berrebbi, John P. McGinty, Mark A. Keeton, Patrick Wiley, Garrett Zuercher, Jared Johnston, Murphy Guyer, Ekaterina Samsonov, Sawyer Niehaus, Lilianne Rojek, Michael W. Gaines, Raul Torres, Mandela Bellamy, Jim Lavin, Colleen Cosgrove, Hays Wellford, Asa Liebmann, John Boyd, George Aloi, Derek Chadwick, Ren Marsh.

Ano: 2017

Sinopse: Ben e Rose são crianças de duas eras distintas que, secretamente, desejam vidas diferentes. Ben anseia pelo pai desconhecido, enquanto Rose sonha com uma atriz misteriosa. Quando Ben descobre uma pista e Rose lê uma manchete atraente no jornal, ambas as crianças partem em jornadas que se desenrolam com uma simetria fascinante. Baseado no livro homônimo de Brian Selznick.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas