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Começam as filmagens de Pedro, novo longa de Laís Bodanzky, com Cauã Reymond

por: Cinevitor

pedrofilmagemlaisEm cena: Cauã Reymond vive Dom Pedro I.

Começaram, na última semana, as filmagens de Pedro, longa dirigido e escrito por Laís Bodanzky, que conta com Cauã Reymond como protagonista. O filme terá cenas rodadas em Arraial do Cabo, Rio de Janeiro e São Paulo, e em Lisboa, Queluz e na Ilha do Faial, em Portugal.

Primeiro longa histórico da diretora dos premiados Bicho de Sete Cabeças e Como Nossos Pais, Pedro abordará a vida privada de Dom Pedro I. Responsável por escrever, em 1824, a primeira Constituição do Brasil imperial, considerada liberal e progressista para a época, o filme compreende o momento em que o imperador retorna para Portugal, em 1831, fugindo de ser apedrejado pela população brasileira, nove anos depois de proclamar a Independência do país.

O longa mostra uma reflexão do personagem a bordo da nau inglesa Warspite sobre sua vida no Brasil; desde a chegada de Portugal ao lado dos pais, em 1808, até sua abdicação, motivada por desdobramentos do seu exercício do Poder Moderador, pela rixa entre políticos conservadores e liberais, bem como pela rivalidade entre brasileiros e portugueses que estavam radicados no Brasil. O filme retrata o personagem em sua intimidade, tentando compreender a série de acontecimentos e o porquê de tudo dar errado quando parecia que iria dar certo.

“É muito interessante fazer um paralelo com os dias de hoje porque o projeto de Brasil que deu errado é o país que ficou, é o que somos hoje. O filme é sim uma provocação. Que Brasil é esse? Quem somos nós hoje? Acho que se trata de um filme muito contemporâneo, apesar de histórico”, explica Laís, que foi convidada para o projeto por Cauã Reymond e Mario Canivello, sócios da Sereno Filmes. “Trabalhar com o Cauã está sendo um processo muito interessante, ver como ele já se transformou desde o início do projeto até agora. Estamos desconstruindo o imaginário que temos de Dom Pedro I para descobrir quem é o Pedro”, completou a diretora.

“Queríamos resgatar esse lado menos conhecido do Dom Pedro I, algo que fosse além do grito de Independência ou Morte. Escolhemos fazer um filme de personagem. Para interpretá-lo eu pesquisei muito, li diversas biografias brasileiras e estrangeiras sobre ele. Procuro construir o personagem a partir de suas ambiguidades. Mais do que o herói, buscamos o homem; com suas angústias, alegrias, dúvidas e paixões. O processo com a Laís está sendo muito instigante. Ela te provoca e deixa você dar as respostas”, elogia Cauã.

O elenco conta ainda com nomes como Vitória Guerra, como Amélia; a artista plástica Rita Wainer, em sua estreia como atriz, no papel de Domitila; Luise Heyer como Leopoldina; além de Francis Magee, Welket Bungué, João Lagarto, Luisa Cruz, Isac Graça, Isabél Zuaa, Celso Frateschi, Gustavo Machado, Luiza Gattai, Dirce Thomas, Marcial Mancome e Sergio Laurentino. O diretor de arte inglês Adrian Cooper e o diretor de fotografia espanhol Pedro J. Márquez, de Ex-Pajé, foram escolhidos para compor a equipe do filme, responsáveis por um minucioso trabalho de reconstrução de época.

Com previsão de estreia para 2019, Pedro terá a maior parte das cenas rodadas dentro da fragata inglesa Warspite, além de cenas no exterior do Cisne Branco, da Marinha Brasileira, uma réplica das embarcações da época. O interior da fragata será filmado em estúdio, com a construção de sete cenários, alguns com uma traquitana que dará a sensação de balanço do mar.

“Filmamos em alto mar, numa travessia de Salvador ao Rio de Janeiro e também teremos cenas em uma fazenda em Rio das Flores, a ‘nossa’ Quinta da Boa Vista. Em Portugal, iremos filmar no Palácio de Queluz, onde Dom Pedro nasceu e morreu, e na Ilha do Faial, em Açores, onde ele desembarcou quando retornou para lutar contra o irmão Miguel pelo trono de Portugal”, destaca Bianca Villar, da Biônica Filmes, que assina a produção do longa com Cauã Reymond, Fernando Fraiha, Karen Castanho, Laís Bodanzky, Luiz Bolognesi, Luis Urbano e Mario Canivello.

Foto: Fabio Braga.

CINEVITOR #310: Entrevista com Fernanda Montenegro | Edição Especial

por: Cinevitor

fermontenegropgmcinevitorDiva: talentosa, premiada e carreira consagrada.

Fernanda Montenegro é considerada a maior atriz brasileira de todos os tempos e completa 75 anos de carreira em 2018. É conhecida também como a dama do teatro, da televisão e do cinema. Ao longo dos anos, atuou em mais de 40 filmes, foi premiada no Brasil e internacionalmente e segue exercendo seu ofício e esbanjando talento aos 89 anos.

Na televisão, foi a primeira atriz contratada pela TV Tupi, em 1951; sua trajetória nos palcos começou na mesma época com a peça O Canto da Cotovia, de Jean Anouilh. Em 1999, foi condecorada com a maior comenda civil do país, a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito e é a primeira brasileira a ganhar o Emmy Internacional na categoria de melhor atriz por seu trabalho no telefilme Doce de Mãe, exibido na Rede Globo.

A arte sempre acompanhou sua família. Em abril de 1953, casou-se com o ator e diretor Fernando Torres, com quem trabalhou diversas vezes, e tiveram dois filhos: a atriz e escritora Fernanda Torres e o diretor e produtor Cláudio Torres.

Entre tantas personagens marcantes, destacou-se em produções televisivas de sucesso, como: Baila Comigo, Brilhante, Guerra dos Sexos, Cambalacho, O Dono do Mundo, Sassaricando, Rainha da Sucata, Zazá, Celebridade, Hoje é Dia de Maria, Belíssima, O Outro Lado do Paraíso, entre outras. No teatro, interpretou textos de autores famosos, como: Bernard Shaw, Nelson Rodrigues, Millôr Fernandes, Adélia Prado e Anton Tchekhov. Com isso, foi consagrada com diversos prêmios, entre eles: Troféu APCA, Troféu Imprensa, Prêmio Molière, Troféu Mambembe e Prêmio Shell.

Nas telonas, também foram diversos trabalhos marcantes. Com Central do Brasil, de Walter Salles, ganhou projeção internacional tornando-se a primeira e única brasileira indicada ao Oscar de melhor atriz. O filme lhe rendou prêmios importantes por sua atuação, entre eles, o Urso de Prata no Festival de Berlim. Foi premiada também no Festival de Havana, pelos críticos de Nova York e Los Angeles, e foi escolhida a melhor atriz do ano pela National Board of Review. Além disso, foi indicada ao Globo de Ouro e ao Satellite Awards.

Entre tantos filmes, atuou em: A Falecida, Eles Não Usam Black-Tie, A Hora da Estrela, O Que É Isso, Companheiro?, Gêmeas, O Auto da Compadecida, O Outro Lado da Rua, Olga, Redentor, Casa de Areia, O Amor nos Tempos do Cólera, Infância, Boa Sorte, entre outros. Em 2019 aparecerá, em pelo menos, três novos filmes: Piedade, de Cláudio Assis; A Vida Invisível, de Karim Aïnouz; e O Juízo, de Andrucha Waddington. Atualmente, se dedica ao longa Ghost of Lina Bo Bardi, de Isaac Julien, em que atua ao lado da filha Fernanda Torres.

Recentemente, Fernanda Montenegro foi homenageada no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e participou da 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo para apresentar a cópia restaurada de Central Brasil, que completa 20 anos, ao lado do diretor Walter Salles e do ator Vinícius de Oliveira.

Em entrevista exclusiva para o CINEVITOR, Fernanda Montenegro relembrou momentos inesquecíveis do filme de Walter Salles que ganhou destaque internacional, elogiou colegas de trabalho, revelou bastidores da cerimônia do Oscar e o nome de sua atriz preferida para levar a estatueta dourada no ano em que foi indicada, relembrou as aventuras de divulgação de Central do Brasil pelo mundo, falou com carinho sobre o prêmio da National Board of Review, destacou sua amizade com Lauren Bacall, refletiu sobre a indústria cinematográfica e relembrou alguns trabalhos marcantes nas telonas.

Aperte o play e confira nosso programa especial com a diva Fernanda Montenegro:

Foto: Natali Hernandes.

Minha Vida em Marte, com Mônica Martelli e Paulo Gustavo, ganha trailer

por: Cinevitor

vidamartetrailerDupla inseparável: amizade e muitas risadas!

A dupla Mônica Martelli e Paulo Gustavo se junta novamente nos cinemas para contar as divertidas aventuras de Fernanda e Aníbal no longa Minha Vida em Marte, dirigido por Susana Garcia, que estreia no dia 27 de dezembro.

Na continuação da franquia, Fernanda está casada com Tom, vivido por Marcos Palmeira, e tem com ele uma filha de 5 anos, Joana. O casal está em crise e vive os desgastes e as intolerâncias da rotina do casamento, mas Fernanda tem o apoio incondicional de Aníbal, seu sócio e companheiro inseparável que está ao seu lado durante toda a jornada para resgatar seu casamento, ou acabar de vez com ele. Aníbal é o ombro amigo para desabafos e um parceiro para todas as horas.

No filme Minha Vida em Marte, adaptação do monólogo homônimo de Mônica Martelli, Fernanda percebe que seu casamento pode chegar ao fim e, quando se vê nessa situação, começa uma jornada para voltar a olhar para o marido como olhou um dia: com admiração e desejo. Toda essa trajetória será dividida com Aníbal e reservará muitas risadas, aventuras e aprendizados.

Com roteiro assinado por Mônica Martelli, Paulo Gustavo, Susana Garcia, Emanuel Aragão e Julia Lordello, que também assina a produção ao lado de Cecília Grosso e Luiz Noronha, o longa conta ainda com Ricardo Pereira, Heitor Martinez e Fiorella Mattheis no elenco.

Confira o trailer de Minha Vida em Marte:

Foto: Reprodução/YouTube.

Todas as Canções de Amor

por: Cinevitor

todascancoesamorposterDireção: Joana Mariani

Elenco: Marina Ruy Barbosa, Bruno Gagliasso, Luiza Mariani, Julio Andrade, Gilberto Gil.

Ano: 2018

Sinopse: Os recém-casados Chico e Ana se mudam para um novo apartamento. No imóvel, eles encontram uma antiga fita cassete gravada décadas antes por Clarice, em uma fase em que ela vivia o término de seu casamento. Jovem escritora, Ana usa esse registro como inspiração para suas primeiras linhas. Duas histórias separadas pelo tempo, mas unidas pela música.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

*Clique aqui e assista aos programas com entrevistas com a diretora e elenco.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Chacrinha: O Velho Guerreiro

por: Cinevitor

chacrinhaposterDireção: Andrucha Waddington

Elenco: Stepan Nercessian, Eduardo Sterblitch, Gianne Albertoni, Carla Ribas, Rodrigo Pandolfo, Pablo Sanábio, Thelmo Fernandes, Laila Garin, Antônio Grassi, Karen Junqueira, Amanda Grimaldi, Gustavo Machado, Marcelo Serrado, Marie Paquim, Priscila Assum, Camila Amado, Jorge Ritchie, Juan Rangel, Criolo, Luan Santana, Daúde.

Ano: 2018

Sinopse: O longa conta a história de José Abelardo Barbosa e narra sua trajetória desde o momento em que larga a faculdade de medicina para se aventurar em seu primeiro bico como locutor de rádio. Daí em diante, vemos sua vida se transformar e o nascimento do alter ego mais conhecido do Brasil, Chacrinha.

*Clique aqui e assista aos programas com entrevistas com o diretor e com os protagonistas.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Conheça os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018

por: Cinevitor

barretofenix2018Lucy e Luiz Carlos Barreto no palco: prêmio especial.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 07/11, os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018, que celebra o trabalho daqueles que se dedicam ao cinema na América Latina, Espanha e Portugal. A premiação anual, criada em 2014 e organizada pela Cinema 23, reúne a comunidade cinematográfica ibero-americana para reconhecer aqueles que contribuem para o cinema da região com seu trabalho criativo.

O troféu concedido aos vencedores foi criado pelo artista brasileiro Artur Lescher e representa um ovo da ave Fênix, que faz uma metáfora do renascimento em diferentes processos que compõem a criação cinematográfica: ideia, desenvolvimento, realização, distribuição e exibição.

Neste ano, na quinta edição do evento, realizado na Cidade do México, o cinema brasileiro esteve representado com diversas produções, como: Benzinho, de Gustavo Pizzi, na categoria de melhor atriz para Karine Teles; As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, indicado a melhor filme de ficção e melhor edição; os documentários Ex-Pajé, Baronesa, O Processo e Bixa Travesty; e o drama Azougue Nazaré, de Tiago Melo.

O brasileiro Rodrigo Santoro recebeu uma indicação ao prêmio de melhor ator pelo drama cubano Un Traductor. Além disso, o Brasil também se destacou com suas coproduções, como o argentino Zama, de Lucrecia Martel, que rendeu prêmios a duas brasileiras: Renata Pinheiro e Karen Harley; o paraguaio As Herdeiras, premiado na categoria de melhor direção; e o documentário Aeroporto Central, do cineasta brasileiro Karim Aïnouz, coprodução com a Alemanha e França, vencedor na categoria de melhor fotografia em documentário.

O produtor e diretor brasileiro Luiz Carlos Barreto foi um dos homenageados da noite e recebeu um Prêmio Especial por seu trabalho; o crítico argentino Luciano Monteagudo também foi consagrado com uma homenagem na cerimônia.

A novidade deste ano ficou por conta do Prêmio Netflix Ópera Prima, que reconhece um diretor de cinema por sua primeira obra, como parte dos filmes de ficção e documentário indicados aos Prêmios Fénix. O vencedor foi o paraguaio As Herdeiras (Las Herederas), de Marcelo Martinessi. Nesta primeira edição, oito diretores foram indicados, entre eles, os brasileiros Tiago Melo, de Azougue Nazaré, e Juliana Antunes, de Baronesa. O premiado terá apoio da equipe de pós-produção da Netflix para seu próximo projeto e um suporte econômico de US$ 15.000 para a distribuição do filme.

Conheça os vencedores do Prêmio Iberoamericano de Cine Fénix 2018:

MELHOR FILME | FICÇÃO:
Pájaros de Verano, de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia/México/Dinamarca/França)

MELHOR FILME | DOCUMENTÁRIO:
Muitos Filhos, um Macaco e um Castelo (Muchos hijos, un mono y un castillo), de Gustavo Salmerón (Espanha)

MELHOR DIREÇÃO:
Marcelo Martinessi, por As Herdeiras

MELHOR ATRIZ:
Carmiña Martínez, por Pájaros de Verano

MELHOR ATOR:
Lorenzo Ferro, por O Anjo (El Ángel)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Zama, por Renata Pinheiro

MELHOR EDIÇÃO:
Zama, por Karen Harley e Miguel Schverdfinger

MELHOR FOTOGRAFIA | FICÇÃO:
Zama, por Rui Poças

MELHOR FOTOGRAFIA | DOCUMENTÁRIO:
Aeroporto Central, por Juan Sarmiento G.

MELHOR ROTEIRO:
Matar a Jesús, escrito por Laura Mora Ortega e Alonso Torres

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Pájaros de Verano, por Leonardo Heiblum

MELHOR SOM:
Zama, por Guido Berenblum e Emmanuel Croset

MELHOR FIGURINO:
A Livraria, por Mercè Paloma

PRÊMIO NETFLIX ÓPERA PRIMA:
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi

MELHOR SÉRIE:
La casa de papel (segunda temporada)

MELHOR ELENCO | SÉRIE:
Aquí en la Tierra (primeira temporada)

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #309: Chacrinha: O Velho Guerreiro | Entrevistas com elenco + Andrucha Waddington

por: Cinevitor

chacrinhapgmcinevitorÍcone brasileiro: Chacrinha, interpretado por Stepan Nercessian, com as chacretes.

A trajetória do apresentador que fez história na televisão brasileira será contada na ficção em Chacrinha: O Velho Guerreiro, filme de Andrucha Waddington, que estreia nesta quinta-feira, 08/11. Escrito por Claudio Paiva, o longa traz Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch interpretando as duas fases da vida de Abelardo Barbosa.

O filme mostra sua chegada ao Rio de Janeiro vindo de Pernambuco, onde estudou dois anos de medicina, mas largou a faculdade para se aventurar como locutor de rádio. O apelido Chacrinha surgiu depois de conseguir emprego na Rádio Clube Fluminense, localizada numa chácara da cidade, onde posteriormente lançaria o Cassino do Chacrinha. No filme, conhecemos o perfeccionismo de Abelardo Barbosa, que completaria 100 anos em 2017, em contraste com a espontaneidade do que representava como Chacrinha, a relação conturbada do apresentador com a família e as críticas enfrentadas ao estilo original que mais tarde o consagraria.

No elenco principal também estão Gianne Albertoni como Elke Maravilha e Laila Garin vivendo Clara Nunes. A atriz Carla Ribas é Florinda, esposa de Chacrinha, enquanto Rodrigo Pandolfo e Pablo Sanábio são os filhos do Velho Guerreiro. Boni é interpretado por Thelmo Fernandes, Antônio Grassi vive Oswaldo e Karen Junqueira é Rita Cadillac.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais com entrevistas com o diretor e com os protagonistas. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch

PARTE 2:
Entrevista com Andrucha Waddington

Foto: Suzanna Tierrie.

Projeta Brasil 2018 da Cinemark exibirá mais de 40 filmes brasileiros na programação

por: Cinevitor

cancoesamorcinemarkJulio Andrade e Luiza Mariani em Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani.

No dia 12 de novembro, a Cinemark realiza a 19ª edição do Projeta Brasil. Durante todo o dia, todos os complexos da Rede (exceto o do VillageMall, no Rio de Janeiro, e as salas Prime) exibirão grandes produções brasileiras lançadas entre 2017 e outubro de 2018 com ingresso no valor promocional de R$ 4.

Serão mais de 40 longas-metragens brasileiros de diferentes gêneros e para todas as idades. Para os fãs de terror, a seleção conta com As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas, e O Nó do Diabo, com Zezé Motta; já para quem gosta de ação, há opções como Motorrad e O Doutrinador; entre os dramas, estão o premiado Benzinho, de Gustavo Pizzi, O Nome da Morte, com Marco Pigossi, e O Paciente – O Caso Tancredo Neves, protagonizado por Othon Bastos.

Entre os documentários, estão títulos como O Processo, de Maria Augusta Ramos, que mostra os bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, e Marcha Cega, de Gabriel Di Giacomo, que retrata a violenta repressão policial nas manifestações populares em São Paulo, entre 2013 e 2017. Para o público infantil, destacam-se: Fala Sério, Mãe!, estrelado por Larissa Manoela e Ingrid Guimarães, que ultrapassou a marca de 3 milhões de espectadores, e Gaby Estrella.

Uma parte da programação será dedicada a filmes lançados no Projeta às 7, janela especialmente dedicada ao cinema brasileiro na programação semanal da Cinemark, com curadoria da distribuidora Elo Company. Filmes como Querido Embaixador, sobre o empresário brasileiro que salvou judeus do Holocausto, e o documentário Abrindo o Armário, sobre as conquistas do movimento gay no Brasil, voltarão às telas no dia 12.

Como acontece todo ano, a renda arrecadada no Projeta Brasil será totalmente revertida para projetos e programas de incentivo à produção cinematográfica nacional: “Estamos muito felizes em anunciar o 19º ano do Projeta Brasil. A Rede Cinemark valoriza o cinema brasileiro e, com um dia inteiro de exibição em todos os complexos por preços especiais, busca aproximar o público das obras nacionais. É uma honra para a Cinemark participar ativamente do incentivo à cultura nacional ao longo de todos esses anos”, conta Bettina Boklis, diretora de marketing da Cinemark.

Confira a lista com os filmes que serão exibidos no Projeta Brasil 2018:

10 Segundos para Vencer, de José Alvarenga Jr.
A Luta do Século, de Sérgio Machado
A Repartição do Tempo, de Santiago Dellape
Abrindo o Armário, de Darío Menezes e Luís Abramo
Além do Homem, de Willy Biondani
Alguém Como Eu, de Leonel Vieira
Altas Expectativas, de Pedro Antonio e Alvaro Campos
Amores de Chumbo, de Tuca Siqueira
Ana e Vitória, de Matheus Souza
Antes que Eu Me Esqueça, de Tiago Arakilian
Aos Teus Olhos, de Carolina Jabor
As Boas Maneiras, de Marco Dutra e Juliana Rojas
Benzinho, de Gustavo Pizzi
Berenice Procura, de Allan Fiterman
Chacrinha: O Velho Guerreiro, de Andrucha Waddington
Como É Cruel Viver Assim, de Júlia Rezende
Coração de Cowboy, de Gui Pereira
Crô em Família, de Cininha de Paula
O Doutrinador, de Gustavo Bonafé
Em um Mundo Interior, de Mariana Pamplona e Flávio Frederico
Fala Sério, Mãe!, de Pedro Vasconcelos
Gaby Estrella, de Cláudio Boeckel
Gosto Se Discute, de André Pellenz
Legalize Já – Amizade Nunca Morre, de Johnny Araujo e Gustavo Bonafé
Marcha Cega, de Gabriel Di Giacomo
Meu Tio e o Joelho de Porco, de Rafael Terpins
Motorrad, de Vicente Amorim
Mulheres Alteradas, de Luis Pinheiro
Nada a Perder – Contra tudo. Por Todos., de Alexandre Avancini
Não Se Aceitam Devoluções, de André Moraes
O Candidato Honesto 2, de Roberto Santucci
O Homem Perfeito, de Marcus Baldini
O Nó do Diabo, de Ian Abé, Gabriel Martins, Ramon Porto Mota e Jhésus Tribuzi
O Nome da Morte, de Henrique Goldman
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sergio Rezende
O Processo, de Maria Augusta Ramos
Os Farofeiros, de Roberto Santucci
Os Parças, de Halder Gomes
Paraíso Perdido, de Monique Gardenberg
Querida Mamãe, de Jeremias Moreira Filho
Querido Embaixador, de Luiz Fernando Goulart
Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, de Paulo Nascimento
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani
Tudo por um Pop Star, de Bruno Garotti
Tudo Acaba em Festa, de André Pellenz
Tungstênio, de Heitor Dhalia

Foto: Divulgação.

5ª Mostra de Cinema de Gostoso: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

socratesmostradegostosoTales Ordakji e Christian Malheiros em Sócrates, de Alex Moratto.

A 5ª Mostra de Cinema de Gostoso, no Rio Grande do Norte, acontecerá entre os dias 23 e 27 de novembro e mais uma vez agitará culturalmente a cidade, instalando uma tela de cinema ao ar livre na Praia do Maceió. Ao longo de cinco dias, a população terá a chance de ver os mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros. Serão cinco sessões ao dia, com programação gratuita, entre as Mostras Competitivas de curtas e longas-metragens, Mostra Panorama e Infantil, além das Sessões Especiais.

O melhor longa e o melhor curta-metragem serão escolhidos pelo público para receber o Troféu Luís da Câmara Cascudo. Também serão realizadas sessões em ambientes fechados, que incluem debates e seminários com personalidades, diretores e atores dos filmes, entre outros.

O projeto oferece uma série de cursos de formação técnica e audiovisual para jovens de São Miguel do Gostoso e distritos arredores. A primeira turma se formou após os primeiros cinco anos de projeto (2013-2017), tendo realizado 33 oficinas, 10 curtas-metragens e quatro edições da Mostra de Cinema de Gostoso, que possui direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld.

O Coletivo Nós do Audiovisual é formado por jovens de São Miguel do Gostoso e significa um grupo onde todos estão interessados em abrir novas possibilidades de atuação e assim realizar filmes. O coletivo foi criado em 2013 pelos alunos dos Cursos de Formação Técnica e Audiovisual, realizados em Gostoso pela Heco Produções (SP) e pelo Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania (CDHEC). Um dos principais objetivos dos cursos é o de formar cidadãos, despertando nestes jovens seu potencial voltado tanto para o audiovisual quanto para áreas diversas, estimulando o estudo e iniciativas de trabalho.

Conheça os filmes selecionados para a Mostra de Cinema de Gostoso 2018:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:

Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves (RJ)
Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (CE)
Fabiana, de Brunna Laboissière (GO/SP)
Sócrates, de Alex Moratto (SP)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

Ainda que Eu Ande pelo Vale das Sombras, de Helio Ronyvon (RN)
Catadora de Gente, de Mirela Kruel (RS)
Codinome Breno, de Manoel Batista (RN)
Guaxuma, de Nara Normande (PE)
Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond (SP)
Nova Iorque, de Leo Tabosa (PE)
P’s, de Lourival Andrade (RN)
Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira (MG)

FILMES COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL:

Autômato do Tempo
Derradeiro
Medo é Moita
O Grande Amor de um Lobo
Pescadores

MOSTRA INFANTIL:

A Horta, de Carla Leoni e Richard Danta (SP)
A Luta, de Bruno Bennec (MG)
Antes Eclipse Depois, de Almir Correia (PR)
Barbie Contra-Ataca!, de Yan Whatley (RJ)
Matinê, de Davi Kolb (RJ)
O Jardim de Maria, de Alexander de Moraes (RJ)
O Malabarista, de Iuri Moreno (GO)
Os Causos da Bisavó, de Rosa Berardo (GO)
Par Perfeito, de Débora Herling (SC)
Pedro e o Velho Chico, de Renato Gaia (MG)
Peripatético, de Jessica Queiroz (SP)
Rick com Monstros nos Dedos, de Almir Correia (PR)
Smartphamily, de Vinicius de Augusto Bozzo (CE)
Sobre a Gente, de Alunos do Projeto Animação/Núcleo Animazul (ES)

MOSTRA PANORAMA | LONGAS-METRAGENS:

Azougue Nazaré, de Tiago Melo (PE)
Elegia de Um Crime, de Cristiano Burlan (SP)
Ilha, de Glenda Nicácio e Ary Rosa (BA)
Lembro Mais dos Corvos, de Gustavo Vinagre (SP)

MOSTRA PANORAMA | CURTAS-METRAGENS:

Aulas que Matei, de Amanda Devulsky e Pedro B. Garcia (DF)
Entre Parentes, de Tiago de Aragão (DF)
Liberdade, de Pedro Nishi e Vinicius Silva (SP)
Majur, de Rafael Irineu (MT)
O Homem na Caixa, de Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr (RJ)
Subcutâneo, de Carlos Segundo (MG)
Tingo-Lingo, de Wallace Yuri (RN)

Foto: Divulgação/Querô Filmes.

CINEVITOR #308: Todas as Canções de Amor | Entrevistas com elenco + diretora

por: Cinevitor

todascancoespgmcinevitorMarina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso em cena.

Dois casais, dois momentos opostos de uma relação. Um começo, um fim. Quando Ana e Chico, recém-casados, se mudam para o novo apartamento, encontram uma fita cassete que Clarice gravou para Daniel, os ex-moradores, no momento em que os dois viviam uma separação. São essas histórias, separadas pelo tempo mas unidas pelo espaço e pela música, que chegam às telas de todo o Brasil, a partir do dia 8 de novembro, com Todas as Canções de Amor, filme de estreia de Joana Mariani na ficção.

Vencedor do Prêmio da Crítica de melhor filme brasileiro na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o longa traz no elenco Marina Ruy Barbosa, Bruno Gagliasso, Julio Andrade e Luiza Mariani. Com direção musical de Maria Gadú, a trilha passeia  por músicas populares de gêneros diversos, com participações especiais de Gilberto Gil e Maria Bethânia, além de nomes da nova geração da música brasileira, como Iza, Liniker e Nina Maia.

Para falar mais sobre Todas as Canções de Amor, fizemos dois programas especiais com entrevistas com a diretora e elenco. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso

PARTE 2:
Entrevista com Joana Mariani e Luiza Mariani

Foto: Divulgação.

Conheça os destaques da programação do 8º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico

por: Cinevitor

matanegracinefantasyJackson Antunes e Clarissa Pinheiro em A Mata Negra, de Rodrigo Aragão.

O Festival Internacional de Cinema Fantástico chega à sua oitava edição com uma seleção de 64 filmes, entre curtas e longas, que serão exibidos no Centro Cultural São Paulo. Além da presença do cinema brasileiro, o evento conta também com produções da Guatemala, Polônia, França, Portugal, Reino Unido, Espanha, Moldávia, Tailândia, China e Argentina, que completam a programação composta de obras de fantasia, terror e ficção científica, divididas em três sessões diárias.

Inéditos no Brasil, destacam-se: os curtas-metragens Goodnight, Gracie, com Courtney Gains e exibido em mais de 70 festivais; Patria, dirigido por Alejandro Lobo e com atuações de Darko Peric e Fernando Tielve; e Belle à croquer, de Axel Courtière com participação especial de Catherine Deneuve.

Os longas nacionais selecionados para esta edição são: O Barco, de Petrus Cariry, que retrata Esmerina, uma mulher com 26 filhos que consegue decifrar o futuro por meio deles; e as produções de terror A Mata Negra, de Rodrigo Aragão, sobre uma garota que encontra um livro de magia; e Terra e Luz, dirigido por Renné França, que é ambientado em um futuro pós-apocalíptico quando seres humanos foram exterminados por criaturas que se assemelham a vampiros.

obarcoromulobragaRômulo Braga em O Barco, de Petrus Cariry.

Entre os longas estrangeiros, foram selecionados: o premiado thriller português Uma Vida Sublime, de Luís Diogo, sobre um médico com uma vida perfeita que tenta combater a tristeza dos outros com dois métodos radicais; e Eullenia, que abre a mostra e explora uma tragédia pessoal e, com isso, faz uma crítica ácida aos magnatas tailandeses. O filme tem direção de Paul Spurrier, primeiro cineasta ocidental a dirigir um longa em tailandês.

A homenageada deste ano é a cineasta paulista Juliana Rojas, diretora de filmes como Sinfonia da Necrópole, Trabalhar Cansa e As Boas Maneiras (os dois últimos em codireção com Marco Dutra). Com uma obra marcada por fábulas que mesclam suspense e fantasia em universos dramáticos, Juliana já recebeu prêmios nos principais festivais nacionais e estrangeiros, entre eles: Festival de Cannes, Locarno, Rio, Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Festival de Gramado.

O 8º Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico acontece entre os dias 6 e 11 de novembro, de terça-feira a domingo, no Centro Cultural São Paulo. Clique aqui e confira a programação completa.

Fotos: Divulgação.

22º Hollywood Film Awards anuncia vencedores e Nicole Kidman recebe prêmio especial

por: Cinevitor

nicolekidmanhollywoodawardsNicole Kidman: carreira de sucesso.

Dando início à temporada de premiações, neste domingo, 4/11, grandes nomes do cinema se reuniram na cerimônia da 22ª edição do Hollywood Film Awards, que foi apresentada pela atriz Awkwafina, no Beverly Hilton Hotel. Ao longo destes 22 anos de história, mais de 320 estrelas e cineastas do mundo todo foram consagrados na premiação e mais de 130 dos homenageados receberam indicações ao Oscar e/ou venceram.

Diferente dos outros prêmios, o evento anuncia seus homenageados, e não indicados, semanas antes da cerimônia. Primeiro, uma equipe sugere nomes que possam receber tais honras. Depois disso, os vencedores são pré-selecionados, baseados em suas interpretações e contribuições para o cinema. Por fim, o Hollywood Film Awards reconhece a excelência de aclamados atores, realizadores e profissionais do cinema, que se destacaram em alguns dos filmes mais comentados e aguardados da temporada.

Neste ano, a grande homenageada foi a atriz australiana Nicole Kidman, que recebeu o Hollywood Career Achievement Award, prêmio especial pelo conjunto da obra. O prêmio foi entregue por Shailene Woodley e Nicole foi ovacionada pela plateia presente. Em seu discurso, agradeceu à indústria cinematográfica por permitir que ela interpretasse e contasse a história de mulheres tocantes.

Conheça os vencedores do Hollywood Film Awards 2018:

FILME:
Pantera Negra (Black Panther), de Ryan Coogler

ATRIZ:
Glenn Close, por A Esposa (The Wife)

ATOR:
Hugh Jackman, por O Favorito (The Front Runner)

ATOR COADJUVANTE:
Timothée Chalamet, por Querido Menino (Beautiful Boy)

ATRIZ COADJUVANTE:
Rachel Weisz, por A Favorita (The Favourite)

PRÊMIO REVELAÇÃO | ATRIZ:
Amandla Stenberg, por O Ódio que Você Semeia (The Hate U Give)

PRÊMIO REVELAÇÃO | ATOR:
John David Washington, por Infiltrado na Klan (BlakKklansman)

MELHOR DIREÇÃO:
Damien Chazelle, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHOR DIREÇÃO | REVELAÇÃO:
Felix van Groeningen, por Querido Menino (Beautiful Boy)

PRÊMIO NEW:
Yalitza Aparicio, por Roma

MELHOR ELENCO:
Green Book: O Guia, com Viggo Mortensen, Mahershala Ali e Linda Cardellini

MELHOR ELENCO | REVELAÇÃO:
Podres de Ricos (Crazy Rich Asians), com Constance Wu, Henry Golding, Michelle Yeoh, Gemma Chan, Lisa Lu, Awkwafina, Ken Jeong, Sonoya Mizuno, Chris Pang, Jimmy O. Yang, Ronny Chieng, Remi Hii e Nico Santos

PRÊMIO DOCUMENTÁRIO:
Believer, de Don Argott

MELHOR ANIMAÇÃO:
Os Incríveis 2 (Incredibles 2), de Brad Bird

MELHOR ROTEIRISTA:
Peter Farrelly, Nick Vallelonga e Brian Hayes Currie, por Green Book: O Guia

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Nasce uma Estrela (A Star Is Born), por Matthew Libatique

MELHOR COMPOSITOR DE TRILHA SONORA:
Justin Hurwitz, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHOR EDITOR:
Tom Cross, por O Primeiro Homem (First Man)

MELHORES EFEITOS VISUAIS:
Vingadores: Guerra Infinita (Avengers: Infinity War), por Dan Deleeuw, Kelly Port, Russell Earl e Dan Sudick

MELHOR SOM:
Um Lugar Silencioso (A Quiet Place), por Erik Aadahl, Ethan Van der Ryn e Brandon Proctor

MELHOR FIGURINO:
A Favorita (The Favourite), por Sandy Powell

MELHOR MAQUIAGEM E CABELO:
Duas Rainhas (Mary Queen of Scots), por Jenny Schircore, Sarah Kelly e Hannah Edwards

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
Pantera Negra (Black Panther), por Hannah Beachler

PRÊMIO HONORÁRIO:
Nicole Kidman

Foto: Emma McIntyre.