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Conheça os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

por: Cinevitor

cancoesamorpremiomostraJoana Mariani e Diane Maia: diretora e produtora de Todas as Canções de Amor.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 31/10, no Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer, os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que nesta edição apresentou 336 títulos de diversos países com um apanhado do cinema contemporâneo mundial.

Depois de exibidos na Mostra, os filmes da Competição Novos Diretores mais votados pelo público foram submetidos ao Júri Internacional, que escolheu o grande vencedor do Troféu Bandeira Paulista: o documentário ¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray.

Neste ano, pela segunda vez, a Mostra concedeu o Prêmio Petrobras de Cinema a dois filmes brasileiros e pela primeira vez eles foram escolhidos pelo público. São R$ 300 mil aos títulos determinados pelos espectadores, sendo R$ 200 mil para o melhor longa de ficção e R$ 100 mil para o melhor longa de documentário.

A escolha do público é feita por votação. A cada sessão assistida, o espectador recebeu uma cédula para votar com uma escala de 1 a 5, entregue sempre ao final do filme. O resultado proporcional dos filmes com maiores pontuações determina os vencedores.

A imprensa especializada que cobre o evento e tradicionalmente confere o Prêmio da Crítica, também participou da premiação. O júri contou com diversos jornalistas e críticos de cinema, entre eles, Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR, que subiu ao palco ao lado de Ubiratan Brasil para a entrega dos prêmios.

A Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, também realiza tradicionalmente uma premiação que, nesta edição, optou por escolher o melhor filme brasileiro entre os realizados por diretores estreantes, que, neste ano, foi o longa Meio Irmão, de Eliane Coster. O júri foi formado por Bruno Ghetti, Cecília Barroso, Filipe Furtado, Isabel Wittman e Roger Lerina.

Confira a lista completa com os vencedores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo:

PRÊMIO DO JÚRI | MELHOR FILME (Competição Novos Diretores)
TROFÉU BANDEIRA PAULISTA:
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)

MENÇÃO HONROSA | JÚRI INTERNACIONAL:
Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)

PRÊMIO DO PÚBLICO | PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA
MELHOR FILME BRASILEIRO | FICÇÃO:

Meio Irmão, de Eliane Coster

PRÊMIO DO PÚBLICO | PRÊMIO PETROBRAS DE CINEMA
MELHOR FILME BRASILEIRO | DOCUMENTÁRIO:

Torre das Donzelas, de Susanna Lira

PRÊMIO DO PÚBLICO | MELHOR FICÇÃO INTERNACIONAL:
Cafarnaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki (Líbano)

PRÊMIO DO PÚBLICO | MELHOR DOCUMENTÁRIO INTERNACIONAL:
¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)

PRÊMIO DA CRÍTICA | MELHOR FILME INTERNACIONAL:
Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas (México/França/Alemanha/Dinamarca/Suécia)

PRÊMIO DA CRÍTICA | MELHOR FILME BRASILEIRO:
Todas as Canções de Amor, de Joana Mariani

PRÊMIO ABRACCINE | MELHOR FILME:
Meio Irmão, de Eliane Coster

PRÊMIO HUMANIDADE:
Drauzio Varella
Hirokazu Kore-eda

PRÊMIO LEON CAKOFF:
Jafar Panahi

Foto: Mario Miranda Filho.

Bohemian Rhapsody

por: Cinevitor

bohemianposterDireção: Bryan Singer

Elenco: Rami Malek, Lucy Boynton, Gwilym Lee, Ben Hardy, Joseph Mazzello, Aidan Gillen, Allen Leech, Tom Hollander, Mike Myers, Aaron McCusker, Meneka Das, Ace Bhatti, Priya Blackburn, Dermot Murphy, Dickie Beau, Tim Plester, Jack Roth, Max Bennett, Felipe Bejarano, Neil Fox-Roberts, Kieran Hardcastle, Ross Green, Bruce Mackinnon, Joshua Higgott, Pat Lally, Michelle Duncan, Martin Oelbermann, Royce Cronin, Jess Radomska, Haf Gibson, Rosy Benjamin, Leila Crerar, Katherine Newman, Adam Rauf, Philip Andrew, John Ottman, Steffan Donnelly, Matthew Fredricks, Matthew Houston.

Ano: 2018

Sinopse: Bohemian Rhapsody é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

A Casa que Jack Construiu

por: Cinevitor

casajackconstruiuposterThe House That Jack Built

Direção: Lars von Trier

Elenco: Matt Dillon, Bruno Ganz, Uma Thurman, Siobhan Fallon Hogan, Sofie Gråbøl, Riley Keough, Jeremy Davies, Ed Speleers, David Bailie, Ji-tae Yu, Christian Arnold, Cohen Day, Rocco Day, Jerker Fahlström, Osy Ikhile, Marijana Jankovic, Johannes Kuhnke, Alice Nordmark, Ola Normelli, Lisa Sjöholm, Carina Skenhede, Robert G. Slade.

Ano: 2018

Sinopse: Um dia, durante um encontro fortuito na estrada, o arquiteto Jack mata uma mulher. Este evento provoca um prazer inesperado no personagem, que passa a assassinar dezenas de pessoas ao longo de doze anos. Devido ao descaso das autoridades e à indiferença dos habitantes locais, o criminoso não encontra dificuldade em planejar seus crimes, executá-los ao olhar de todos e guardar os cadáveres num grande frigorífico. Tempos mais tarde, ele compartilha os seus casos mais marcantes com o sábio Virgílio numa jornada rumo ao inferno.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

por: Cinevitor

quebranozesposterThe Nutcracker and the Four Realms

Direção: Lasse Hallström, Joe Johnston.

Elenco: Mackenzie Foy, Morgan Freeman, Helen Mirren, Keira Knightley, Richard E. Grant, Misty Copeland, Tom Sweet, Meera Syal, Ellie Bamber, Matthew Macfadyen, Nick Mohammed, Charles Streeter, Jayden Fowora-Knight, Omid Djalili, Jack Whitehall, Eugenio Derbez, Gustavo Dudamel, Max Westwell, Sergei Polunin, Anna Madeley, Fraz Anthony, Lindy Barrett, Tom Bauling, Zachary Catazaro, Flor Ferraco, Rita McDonald Damper, Joshua Viner.

Ano: 2018

Sinopse: Tudo que Clara deseja é obter uma chave; uma chave única, capaz de abrir uma caixa que contém um presente de valor inestimável deixado por sua mãe. Um fio de ouro apresentado a ela na festa anual de seu padrinho Drosselmeyer, leva Clara até essa cobiçada chave, que rapidamente desaparece em um estranho e misterioso mundo paralelo. Lá, Clara encontra um soldado chamado Phillip, uma gangue de ratos e os regentes que presidem os três reinos: o Reino dos Flocos de Neve, o Reino das Flores e o Reino dos Doces. Clara e Phillip precisam enfrentar o sinistro Quarto Reino, onde vive a tirana mãe Ginger, para recuperar a chave e ter esperança de trazer a harmonia de volta ao seu mundo. Inspirado no conto clássico de E.T.A. Hoffmann, O Quebra-Nozes e o Rei dos Camundongos.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

O Doutrinador

por: Cinevitor

doutrinadorposterDireção: Gustavo Bonafé

Elenco: Kiko Pissolato, Samuel de Assis, Tainá Medina, Marília Gabriela, Eduardo Moscovis, Helena Ranaldi, Natália Lage, Natallia Rodrigues, Tuca Andrada, Gustavo Vaz, Carlos Betão, Nicolas Trevijano, Eduardo Chagas, Eucir de Souza, Ricardo Dantas, Helena Luz, Wanderley Piazza, Lucy Ramos, Bruno Sigrist, Talita Tilieri.

Ano: 2018

Sinopse: O Doutrinador é um anti-herói no melhor estilo dos vigilantes dos quadrinhos. O Doutrinador é Miguel, um agente federal altamente treinado que vive num Brasil cujo governo foi sequestrado por uma quadrilha de políticos e empresários. Uma tragédia pessoal o leva a eleger a corrupção endêmica brasileira como sua maior inimiga. E ele começa a se vingar da elite política brasileira em pleno período de eleições presidenciais, numa cruzada sem volta contra a corrupção.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

42ª Mostra de São Paulo: conheça os filmes selecionados para a repescagem

por: Cinevitor

cafarnaumrepescagemBoluwatife Treasure Bankole e Zain Al Rafeea em Cafarnaum, de Nadine Labaki.

A partir desta quinta-feira, 1/11, começa a repescagem da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, uma nova chance para o público assistir a filmes que se destacaram nesta edição.

Integram a programação extra da Mostra, que acontece no CineSesc, parte dos finalistas ao Troféu Bandeira Paulista e filmes premiados pelo público e pela crítica, como: Cafarnaum, de Nadine Labaki, e Em Chamas, de Chang-Dong Lee, em pelo menos três sessões diárias.

A repescagem, que apresenta 25 títulos de diversos países, entre eles, A Árvore dos Frutos Selvagens, de Nuri Bilge Ceylan, exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes deste ano, acontece até o dia 7 de novembro.

Conheça os filmes selecionados para a repescagem da 42ª Mostra de São Paulo:

1/11 – QUINTA-FEIRA:
14h: A Árvore dos Frutos Selvagens (Ahlat Agaci), de Nuri Bilge Ceylan (Turquia/França/Alemanha/Bulgária)
17h30: Meio Irmão, de Eliane Coster (Brasil)
19h30: Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)
21h20: La Quietud, de Pablo Trapero (Argentina)

2/11 – SEXTA-FEIRA:
14h: Um Trem em Jerusalém (A Tramway in Jerusalem), de Amos Gitai (Israel/França)
16h: Minha Vida na Alemanha de Hitler (Ma vie dans l’Allemagne d’Hitler), de Jérôme Prieur (França)
18h10: Utøya – 22 de Julho (U-July 22), de Erik Poppe (Noruega)
20h15: Em Chamas (Burning), de Chang-Dong Lee (Coreia do Sul)

3/11 – SÁBADO:
14h: Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messora (Brasil/Portugal)
16h20: Guerra Fria (Cold War), de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)
18h15: ¡Las Sandinistas!, de Jenny Murray (EUA)
20h15: Cafarnaum (Capharnaüm), de Nadine Labaki (Líbano)

4/11 – DOMINGO:
14h: Vida Libre, de Marc Recha (Espanha)
16h: A Casa (House), de Amos Gitai (Israel)
18h: A Árvore dos Frutos Selvagens, de Nuri Bilge Ceylan (Turquia/França/Alemanha/Bulgária)
21h30: Vidas Duplas (Doubles Vies), de Olivier Assayas (França)

5/11 – SEGUNDA-FEIRA:
14h: La Hora de Los Hornos, de Fernando E. Solanas e Octavio Getino (Argentina)
18h45: De Pai para Filho (Father To Son), de Ya-Chuan Hsiao (Taiwan)
21h: Infiltrado na Klan (Blackkklansman), de Spike Lee (EUA)

6/11 – TERÇA-FEIRA:
14h: O Enterro de Kojo (The Burial Of Kojo), de Blitz Bazawule (Gana)
15h50: O Segredo de Nápoles (Napoli Velata), de Ferzan Ozpetek (Itália)
18h10: Sócrates, de Alex Moratto (Brasil)
19h50: Tornando-se Astrid (Unga Astrid), de Pernille Fischer Christensen (Suécia/Dinamarca)

7/11 – QUARTA-FEIRA:
14h: Estranhos da Paciência (Strangers Of Patience), de Vladimir Alenikov (Rússia)
16h10: Torre das Donzelas, de Susanna Lira (Brasil)
18h10: La Quietud, de Pablo Trapero (Argentina)
20h20: Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas (México/França/Alemanha/Dinamarca/Suécia)

Foto: Divulgação.

Central do Brasil comemora 20 anos com exibição especial da cópia restaurada na 42ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

centraldobrasilmostra1Duas décadas de Central do Brasil: os atores com o diretor em noite comemorativa.

Em comemoração aos 20 anos de Central do Brasil, premiado com o Urso de Ouro e o Urso de Prata de melhor atriz para Fernanda Montenegro no Festival de Berlim, a 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo realizou uma sessão inédita no país da cópia restaurada do longa.

O filme foi restaurado com o apoio do CNC, o Centro Nacional de Cinematografia Francês, e da coprodutora francesa MACT. Pela VideoFilmes, o trabalho foi coordenado por Maria Carlota Bruno, diretora da produtora. O restauro e a marcação de luz da primeira cópia do filme em 4K foram realizadas no laboratório francês Éclair e supervisionados pessoalmente por Walter Salles. A versão digitalizada respeita o formato panorâmico (2.35) em que foi filmado por Walter Carvalho, em Super 35.

Na trama, Fernanda Montenegro é Dora, uma ex-professora que escreve cartas para os analfabetos na estação de trens Central do Brasil, no Rio de Janeiro. Ela cobra uma pequena quantia de todos, mas nem sempre envia as mensagens; muitas não saem de sua gaveta. No meio dessas cartas cheias de esperanças e projetos, está a de Ana, que planeja reencontrar o pai de seu filho Josué. A inesperada morte dessa mãe sela o encontro de Dora e o menino Josué, que terão seus destinos entrelaçados numa viagem por um Brasil simples e duro, onde o prêmio é a redescoberta da própria humanidade de Dora.

Central do Brasil é considerado um dos filmes mais importantes da cinematografia brasileira. Além dos prêmios no Festival de Berlim, o longa foi consagrado em diversas premiações como melhor filme estrangeiro, entre elas: Globo de Ouro, BAFTA, National Board of Review e Satellite Awards. Também foi indicado ao Oscar nesta mesma categoria e rendeu a Fernanda Montenegro uma indicação como melhor atriz.

O filme será relançado com uma nova edição em DVD no mês de dezembro, que terá extras como o documentário Socorro Nobre, de Walter Salles, e fotos da filmagem feitas por Salles, Walter Carvalho, Paula Prandini e Ricardo Sá.

A primeira exibição da cópia restaurada no Brasil, que aconteceu no Espaço Itáu de Cinema Augusta, nesta terça-feira, 30/10, contou com a presença do diretor Walter Salles, dos protagonistas Fernanda MontenegroVinícius de Oliveira e de alguns integrantes da equipe. Além dos discursos emocionantes, o público presente aplaudiu com muita comoção ao final da projeção.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação de Central do Brasil na Mostra de São Paulo:

Foto: Natali Hernandes.

Sérgio Tréfaut fala sobre Raiva, filme exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

por: Cinevitor

sergiotrefautmostraspSérgio Tréfaut participa da 42ª Mostra de São Paulo.

Em Raiva, uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, dirigida por Sérgio Tréfaut, os campos do Baixo Alentejo, em Portugal dos anos 1950, estão em pauta. Dois assassinatos em uma noite geram suspeitas e dúvidas aos moradores da região.

Baseado no romance Seara de Vento, de Manuel da Fonseca, o filme foi exibido no Moscow International Film Festival e conta a história de uma família de camponeses que luta pelo trabalho e pela dignidade durante a ditadura portuguesa.

Sérgio Tréfaut nasceu em São Paulo em 1965 e, por conta da ditadura militar, mudou-se com a família para Portugal. Na década de 1980, estudou filosofia em Paris. Depois disso, trabalhou como assistente de direção de vários cineastas portugueses e estreou na direção com o curta-metragem Alcibiades, em 1991. Sua carreira é marcada por diversos documentários, entre eles: Fleurette, Lisboetas, A Cidade dos Mortos e Alentejo, Alentejo, exibido na 38ª Mostra em 2014. Em 2011, realizou seu primeiro longa de ficção: Viagem a Portugal, que foi premiado no Coimbra Caminhos do Cinema Português.

Raiva foi exibido na Perspectiva Internacional da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e Sérgio Tréfaut marcou presença no evento para apresentar o longa, que tem estreia prevista para o dia 6 de dezembro nos cinemas brasileiros.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, o diretor falou sobre a ideia da produção, escolha do elenco, ator brasileiro e política. Aperte o play e confira:

Foto: Natali Hernandes.

Pedro & Inês, o Amor Não Descansa na 42ª Mostra de São Paulo: António Ferreira e Joana de Verona falam sobre o filme

por: Cinevitor

pedroinesmostraspJoana de Verona e Diogo Amaral em cena: protagonistas.

Uma coprodução entre Portugal, Brasil e França, Pedro & Inês, o Amor Não Descansa, de António Ferreira, é baseado na história real do Rei Dom Pedro I, que desenterrou sua amante Inês de Castro para torná-la rainha depois de morta.

O filme, exibido na Competição Novos Diretores da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, conta a história de Pedro e Inês em três diferentes vidas: presente, passado e futuro; um amor atemporal que vence as limitações do tempo.

Protagonizado por Diogo Amaral e Joana de Verona, o longa, que é uma adaptação do romance A Trança de Inês, de Rosa Lobato de Faria, foi exibido no Montreal World Film Festival e é considerada uma das produções portuguesas mais ambiciosas dos últimos anos.

O diretor António Ferreira nasceu em Coimbra, Portugal, em 1970. Em 1994, entrou para a Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa. Mudou-se para a Alemanha no ano de 1996 para estudar na Academia Alemã de Cinema e Televisão de Berlim (DFFB). Dirigiu filmes como: o média Respirar (Debaixo D’Água), o curta Deus Não Quis e as obras para televisão Esquece Tudo o que Eu Te Disse e Embargo, que foi exibido na 34ª Mostra, em 2010.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, António Ferreira e a atriz Joana de Verona falaram sobre a recepção do filme em outros festivais, participação na Mostra, elenco, bastidores e política brasileira.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Meu Nome é Daniel é exibido na 42ª Mostra de São Paulo e diretor fala sobre o documentário

por: Cinevitor

meunomedanielmostraspDaniel Gonçalves em cena do documentário que conta sua história.

Exibido no encerramento do 7º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, o documentário Meu Nome é Daniel integra a programação da Mostra Brasil na 42ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Daniel Gonçalves nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. Neste documentário pessoal, o jovem cineasta residente no Rio de Janeiro traça o caminho de sua vida para tentar compreender sua condição. Através de imagens de arquivo da família e de cenas gravadas hoje em dia, o filme apresenta diversos momentos, histórias e reflexões do protagonista.

Com roteiro assinado pelo próprio Daniel com Vinicius Nascimento e Debora Guimarães e realizado por meio de crowdfunding, o longa também será exibido no Festival do Rio e no IDFA: International Documentary Filmfestival Amsterdam, na Holanda.

Em entrevista exclusiva para o CINEVITOR, o diretor falou sobre a ideia de realizar o documentário, a recepção do filme em festivais e a expectativa para o lançamento comercial.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Olhar Distribuição.

Drauzio Varella é homenageado com o Prêmio Humanidade na 42ª Mostra de São Paulo

por: Cinevitor

drauziohomenagemmostraRenata de Almeida, Bárbara Paz e Drauzio Varella: homenagem.

Médico e escritor paulistano, Drauzio Varella foi homenageado na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo com o tradicional Prêmio Humanidade, concedido pela sua capacidade em incentivar o debate sobre temas urgentes ligados à saúde e por sua contribuição social e cultural ao Brasil.

Trabalhando como voluntário na Casa de Detenção do Carandiru, o médico colheu histórias que, há quase 20 anos, ocupam o imaginário coletivo nacional. Seu best-seller Estação Carandiru, de 1999, desdobrou-se num longa-metragem e numa minissérie; Carcereiros, livro de 2012, originou a série homônima e em breve também virará filme.

O Prêmio Humanidade foi entregue a Drauzio Varella no sábado, 27/10, no CineSesc, por Renata de Almeida, diretora da Mostra. A homenagem contou também com a presença da atriz e cineasta Bárbara Paz, que apresentou seu curta documental Conversa com Ele, onde o médico trava uma conversa hipotética com o amigo Hector Babenco, cineasta que faleceu em 2016. O filme foi projetado antes da exibição da cópia restaurada de Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector, que foi apresentado por uma das filhas do diretor, Myra Babenco.

Assista aos melhores momentos da homenagem:

Foto: Mario Miranda Filho.

Uma Mulher em Guerra

por: Cinevitor

mulherguerraposterKona fer í stríð

Direção: Benedikt Erlingsson

Elenco: Halldóra Geirharðsdóttir, Jóhann Sigurðarson, Juan Camillo Roman Estrada, Jörundur Ragnarsson, Solveig Arnaldsdottir, Helga Braga Jónsdóttir, Charlotte Bøving, Iryna Danyleiko, Vala Kristin Eiriksdottir, Magnús Trygvason Eliassen, Saga Garðarsdóttir, Jón Gnarr, Galyna Goncharenko, Omar Gudjonsson, Thorstein Gudmundsson, Hilmir Snær Guðnason, Albert Halldórsson, Halldór Halldórsson, Margaryta Hilska, Hjörleifur Hjantarsson, Olena Lavrenyuk, Haraldur Stefansson, Björn Thors.

Ano: 2018

Sinopse: Halla tem 50 anos e, nos bastidores de uma rotina tranquila, leva uma vida dupla como ativista ambiental. Secretamente, ela trava uma guerra particular contra a indústria local de alumínio. À medida que suas ações se tornam mais ousadas, indo desde pequenos atos de vandalismo até sabotagem industrial, ela consegue pausar as negociações entre o governo islandês e a corporação que está construindo uma nova fundição de alumínio. Porém, assim que começa a planejar sua maior e mais ousada operação, Halla, inesperadamente, recebe uma carta que muda tudo. Seu pedido de adoção foi finalmente aceito e há uma menina esperando por ela na Ucrânia.

*Filme visto na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas