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A Favorita, de Yorgos Lanthimos, é o grande vencedor do British Independent Film Awards 2018

por: Cinevitor

oliviabritishvenceOlivia Colman: melhor atriz por A Favorita.

O British Independent Film Awards foi criado em 1998 por Elliot Grove e Suzanne Ballantyne, fundadores do Raindance Film Festival, com o objetivo de celebrar o cinema britânico financiado de forma independente, homenageando novos talentos e promovendo tais produções para o grande público.

Neste ano, em sua 21ª edição, os vencedores do BIFA 2018 foram anunciados no domingo, 2/12, em Londres, e a comédia dramática A Favorita, dirigida por Yorgos Lanthimos, se consagrou como a grande campeã em dez categorias.

Além disso, a atriz Judi Dench foi homenageada com o Prêmio Richard Harris por sua contribuição artística ao longo da carreira; o cineasta Horace Ové recebeu o Prêmio Especial do Júri; e a atriz Felicity Jones ganhou o Prêmio Variety.

Conheça os vencedores do British Independent Film Awards 2018:

MELHOR FILME BRITÂNICO INDEPENDENTE:
A Favorita, de Yorgos Lanthimos

MELHOR ROTEIRO:
A Favorita, escrito por Deborah Davis e Tony McNamara

MELHOR DIREÇÃO:
Yorgos Lanthimos, por A Favorita

MELHOR ATOR:
Joe Cole, por A Prayer Before Dawn

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Alessandro Nivola, por Desobediência

MELHOR ATRIZ:
Olivia Colman, por A Favorita

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Rachel Weisz, por A Favorita

REVELAÇÃO | MOST PROMISING NEWCOMER:
Jessie Buckley, por Beast

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE | PRÊMIO DOUGLAS HICKOX:
Richard Billingham, por Ray & Liz

MELHOR ROTEIRISTA ESTREANTE:
Bart Layton, por American Animals

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Evelyn, de Orlando von Einsiedel

MELHOR FILME ESTRANGEIRO INDEPENDENTE:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ELENCO:
A Favorita, por Dixie Chassay

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Favorita, por Robbie Ryan

MELHOR FIGURINO:
A Favorita, por Sandy Powell

MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADO:
A Favorita, por Nadia Stacey

MELHOR EDIÇÃO:
American Animals, por Nick Fenton, Chris Gill e Julian Hart 

MELHOR TRILHA SONORA:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Jonny Greenwood

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO:
A Favorita, por Fiona Crombie

MELHOR SOM:
Você Nunca Esteve Realmente Aqui, por Paul Davies

MELHORES EFEITOS:
O Homem das Cavernas, por Howard Jones

PRÊMIO DISCOVERY:
Voyageuse, de May Miles Thomas

PRODUTOR REVELAÇÃO:
Jacqui Davies, por Ray & Liz

MELHOR CURTA-METRAGEM BRITÂNICO:
The Big Day, de Dawn Shadforth

Foto: Atsushi Nishijima/Fox Searchlight.

Conheça os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2018

por: Cinevitor

firstreformednycriticosEthan Hawke e Amanda Seyfried em First Reformed, de Paul Schrader.

O New York Film Critics Circle Awards conta com um seleto e respeitado grupo de jornalistas que elege as melhores produções do ano, tornando-se um termômetro para a temporada de premiações. O evento surgiu com o objetivo de defender filmes que poderiam ser desprezados pelo público e também pela indústria do entretenimento.

Os críticos de Nova York elegem os melhores do cinema desde 1935 e, inicialmente, eram conhecidos por premiar filmes que de certa forma eram injustiçados pelo Oscar, que realizou sua primeira cerimônia em 1929. Cidadão Kane, de Orson Welles, por exemplo, foi eleito o melhor filme de 1941 pelos críticos e não recebeu a famosa estatueta dourada da Academia. O mesmo aconteceu com Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, em 1971; Os Bons Companheiros, de Martin Scorsese, em 1990; entre outros.

A última vez que um filme foi consagrado como o melhor do ano tanto pelos críticos de Nova York como pelos votantes da Academia foi em 2011, com O Artista, de Michel Hazanavicius. Os mais recentes vencedores do NYFCC foram: A Hora Mais Escura, de Kathryn Bigelow, em 2012; Trapaça, de David O. Russell, em 2013; Boyhood: Da Infância à Juventude, de Richard Linklater, em 2014; Carol, de Todd Haynes, em 2015; La La Land: Cantando Estações, de Damien Chazelle, em 2016; e Lady Bird – A Hora de Voar, de Greta Gerwig, em 2017.

Confira a lista completa com os vencedores do New York Film Critics Circle Awards 2018:

MELHOR FILME:
Roma, de Alfonso Cuarón

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ROTEIRO:
First Reformed, escrito por Paul Schrader

MELHOR ATRIZ:
Regina Hall, por Support the Girls

MELHOR ATOR:
Ethan Hawke, por First Reformed

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Regina King, por Se a Rua Beale Falasse

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Richard E. Grant, por Poderia Me Perdoar?

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR ANIMAÇÃO:
Homem-Aranha no Aranhaverso

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Minding the Gap, de Bing Liu

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Guerra Fria, de Pawel Pawlikowski (Polônia/França/Reino Unido)

MELHOR PRIMEIRO FILME:
Oitava Série, de Bo Burnham

PRÊMIO ESPECIAL | CAREER ACHIEVEMENT:
David Schwartz

PRÊMIO ESPECIAL:
Kino Classics Box Set

Foto: Divulgação/A24.

5ª Mostra de Cinema de Gostoso: realizadores do audiovisual brasileiro falam sobre curtas-metragens, incentivos e festivais

por: Cinevitor

realizadoresgostosoRealizadores que participaram do festival na cerimônia de premiação.

Em agosto deste ano, a ANCINE, Agência Nacional do Cinema, lançou o Edital de Fluxo Contínuo de Produção para Cinema com um processo seletivo realizado com base em critérios de pontuação calculada de forma automática.

O edital para investimento do Fundo Setorial do Audiovisual, FSA, serve para  seleção de projetos de produção de longas-metragens de ficção, documentário e animação, apresentados por produtoras brasileiras independentes e distribuidoras brasileiras independentes, com destinação inicial ao mercado de salas de exibição.

O Regulamento de Notas detalha os critérios usados para estabelecer a nota obtida por diretores e empresas produtoras e distribuidoras. Cada proponente poderá calcular a pontuação de seu projeto com base nas notas atribuídas ao diretor (desempenho comercial, quantidade de obras e desempenho artístico); à produtora (capacidade gerencial/classificação de nível, desempenho comercial e desempenho artístico); e à distribuidora (quantidade de obras, desempenho comercial e desempenho artístico).

O edital disponibiliza recursos financeiros no valor total de R$ 150 milhões, divididos em quatro modalidades. O cálculo das notas foi feito com base nos dados extraídos do sistema no dia 15/05, um dia após o encerramento das inscrições no Edital Concurso Produção para Cinema 2018. Com base na pontuação final obtida, cada projeto será enquadrado em uma faixa de pontuação que dará direito a acessar diferentes tetos de valores.

Porém, um dos critérios de avaliação diz que o proponente deverá comprovar ter realizado o lançamento comercial de, no mínimo, uma obra cinematográfica de longa-metragem, da qual não seja produtora ou coprodutora, no mercado de salas de exibição no Brasil nos doze meses anteriores à inscrição. Ou seja, curtas-metragens não somam pontos para esse edital, desconsiderando assim, tais produções dos realizadores, muitas vezes premiados em importantes festivais nacionais e internacionais.

A decisão não foi bem recebida pela classe artística, já que dificultará a inclusão de novos diretores e produtores que tenham realizado apenas curtas-metragens, por exemplo. Depois de alguns manifestos, a ANCINE, em comunicado, disse que vai avaliar o formato de pontuações. Porém, até agora, a situação continua a mesma.

Recentemente, durante a quinta edição da Mostra de Cinema de Gostoso, realizada em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, realizadores que marcaram presença no evento fizeram uma carta em busca de igualdade para os curtas-metragens, reivindicando direitos iguais para tais produções, e também sobre outras questões relacionadas ao audiovisual brasileiro.

Confira a carta na íntegra, lida durante a cerimônia de premiação da Mostra:

CARTA ABERTA DOS REALIZADORES DO AUDIOVISUAL NACIONAL REALIZADA NA 5ª MOSTRA DE CINEMA DE GOSTOSO

Considerando os momentos de incerteza em relação às políticas voltadas para cultura, mais especificamente para o audiovisual, as realizadoras e os realizadores manifestam seu posicionamento em defesa do Ministério da Cultura e de políticas públicas que vêm sendo construídas ao longo das últimas décadas. Esperamos que sejam mantidos os incentivos à iniciativas indispensáveis para a construção da nossa identidade. As políticas públicas para a arte e audiovisual geram inúmeros benefícios para nossa sociedade: desde a geração de emprego, geração de renda, formação de público e formação de novos técnicos. Nossa preocupação também é em relação aos festivais e mostras de cinema, que em todo país, contribuem para a troca de experiências, olhares e um dos mais importantes meios de circulação das obras produzidas no país; além de serem também um espaço que possibilita o acesso ao cinema onde não há salas de exibição ou mesmo outros espaços culturais. É importante reforçar que esses festivais e mostras são uma forma de retribuir para vocês, o dinheiro público investido em muitas dessas obras. Por fim, sublinhamos que curtas metragens existem SIM! E que devem ser valorizados como obras audiovisuais, portanto devem também fazer parte dessa nova pontuação proposta pela ANCINE. Muito obrigada pela oportunidade!

Foto: Vitor Búrigo.

Festival de Sundance 2019: filmes brasileiros são selecionados

por: Cinevitor

divinoamorsundanceDira Paes e Julio Machado em Divino Amor, de Gabriel Mascaro: selecionado.

A 41ª edição do Festival Sundance de Cinema, um dos eventos mais importantes do cinema independente, que acontecerá entre os dias 24 de janeiro e 3 de fevereiro de 2019, anunciou, nesta quarta-feira, 28/11, sua seleção oficial.

Neste ano, 112 filmes foram selecionados, de 33 países e 45 novos cineastas, entre 14.259 inscritos, incluindo 4.018 longas-metragens. Ao total, 40% das produções são dirigidas por uma ou mais mulheres.

Na Competição Americana, destacam-se ficções e documentários inéditos de novos nomes do cinema independente americano; na Competição Internacional, produções dirigidas por talentos emergentes do cinema mundial oferecem novas perspectivas e estilos inventivos; na Mostra Next, filmes americanos considerados ousados e criativos completam a programação; na seção Premieres, destacam-se algumas das estreias mais esperadas para o próximo ano; em Midnight, uma seleção que vai do horror à comédia, com obras que desafiam a classificação de gênero; em Spotlight, é possível rever alguns filmes consagrados no ano anterior; e na seção Kids, uma programação dedicada aos espectadores mais jovens.

Neste ano, o cinema brasileiro marca presença na Competição Internacional com dois filmes: Divino Amor, de Gabriel Mascaro, entre os longas de ficção, com Dira Paes, Emílio de Mello, Julio Machado, Thalita Carauta, Mariana Nunes, Teca Pereira e Tuna Dwek; e o documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, sobre os bastidores do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na mostra Kids, Abe, de Fernando Grostein Andrade, com Noah Schnapp e Seu Jorge, é um dos destaques. Além disso, a cineasta brasileira Ivete Lucas, que hoje vive nos Estados Unidos, aparece na Competição Americana de Documentários com Pahokee, dirigido em parceria com Patrick Bresnan.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Sundance 2019:

COMPETIÇÃO AMERICANA | DRAMA:

Before You Know It, de Hannah Pearl Utt
Big Time Adolescence, de Jason Orley
Brittany Runs A Marathon, de Paul Downs Colaizzo
Clemency, de Chinonye Chukwu
The Farewell, de Lulu Wang
Hala, de Minhal Baig
Honey Boy, de Alma Har’el
Imaginary Order, de Debra Eisenstadt
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot
Luce, de Julius Onah
Ms. Purple, de Justin Chon
Native Son, de Rashid Johnson
Share, de Pippa Bianco
The Sound of Silence, de Michael Tyburski
Them That Follow, de Britt Poulton e Dan Madison Savage
To The Stars, de Martha Stephens

COMPETIÇÃO AMERICANA | DOCUMENTÁRIO:

Always in Season, de Jacqueline Olive
American Factory, de Steven Bognar e Julia Reichert
APOLLO 11, de Todd Douglas Miller
Bedlam, de Kenneth Paul Rosenberg
David Crosby: Remember My Name, de A.J. Eaton
Hail Satan, de Penny Lane
Jawline, de Liza Mandelup
Knock Down the House, de Rachel Lears
Midnight Family, de Luke Lorentzen
Mike Wallace Is Here, de Avi Belkin
Moonlight Sonata: Deafness in Three Movements, de Irene Taylor Brodsky
One Child Nation, de Nanfu Wang e Jialing Zhang
Pahokee, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan
TIGERLAND, de Ross Kauffman
Untitled Amazing Johnathan Documentary, de Ben Berman
Where’s My Roy Cohn?, de Matt Tyrnauer

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DRAMA:

Dirty God, de Sacha Polak (Holanda/Reino Unido/Bélgica/Irlanda)
Divino Amor (Divine Love), de Gabriel Mascaro (Brasil/Uruguai/Dinamarca/Noruega)
Dolce Fine Giornata, de Jacek Borcuch (Polônia)
Judy & Punch, de Mirrah Foulkes (Austrália)
Koko-di Koko-da, de Johannes Nyholm (Suécia/Dinamarca)
The Last Tree, de Shola Amoo (Reino Unido)
Monos, de Alejandro Landes (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai)
Queen of Hearts, de May el-Toukhy (Dinamarca)
The Sharks, de Lucía Garibaldi (Uruguai/Argentina/Espanha)
The Souvenir, de Joanna Hogg (Reino Unido)
This is not Berlin, de Hari Sama (México)
We Are Little Zombies, de Makoto Nagahisa (Japão)

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL | DOCUMENTÁRIO:

Advocate, de Rachel Leah Jones e Philippe Bellaïche (Israel)
Cold Case Hammarskjold, de Mads Brügger (Dinamarca)
Democracia em Vertigem (The Edge of Democracy), de Petra Costa (Brasil)
The Disappearance of My Mother, de Beniamino Barrese (Itália)
Gaza, de Garry Keane e Andrew McConnell (Irlanda)
Honeyland, de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska (Macedônia)
Lapü, de Juan Pablo Polanco e César Alejandro Jaimes (Colômbia)
The Magic Life of V, de Tonislav Hristov (Finlândia/Dinamarca/Bulgária)
Midnight Traveler, de Hassan Fazili (EUA/Qatar/Reino Unido/Canadá)
Sea of Shadows, de Richard Ladkani (Áustria)
Shooting the Mafia, de Kim Longinotto (Irlanda)
Stieg Larsson – The Man Who Played With Fire, de Henrik Georgsson (Suécia)

NEXT:

Adam, de Rhys Ernst (EUA)
Give Me Liberty, de Kirill Mikhanovsky (EUA)
Light From Light, de Paul Harrill (EUA)
Paradise Hills, de Alice Waddington (Espanha/EUA)
Premature, de Rashaad Ernesto Green (EUA)
Selah and the Spades, de Tayarisha Poe (EUA)
Sister Aimee, de Samantha Buck e Marie Schlingmann (EUA)
The Death of Dick Long, de Daniel Scheinert (EUA)
The Infiltrators, de Alex Rivera e Cristina Ibarra (EUA)
The Wolf Hour, de Alistair Banks Griffin (EUA)

PREMIERES:

After The Wedding, de Bart Freundlich (EUA)
Animals, de Sophie Hyde (Reino Unido/Irlanda/Austrália)
Blinded by the Light, de Gurinder Chadha (Reino Unido)
Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile, de Joe Berlinger (EUA)
I Am Mother, de Grant Sputore (Austrália)
Late Night, de Nisha Ganatra (EUA)
Official Secrets, de Gavin Hood (EUA/Reino Unido)
Photograph, de Ritesh Batra (Índia)
Relive, de Jacob Estes (EUA)
Sonja – The White Swan, de Anne Sewitsky (Noruega)
The Mustang, de Laure de Clermont-Tonnerre (EUA)
The Boy Who Harnessed the Wind, de Chiwetel Ejiofor (Reino Unido)
The Report, de Scott Z. Burns (EUA)
The Sunlit Night, de David Wnendt (Alemanha/Noruega)
The Tomorrow Man, de Noble Jones (EUA)
Top End Wedding, de Wayne Blair (Austrália)
Troupe Zero, de Bert & Bertie (EUA)
Velvet Buzzsaw, de Dan Gilroy (EUA)

PREMIERES | DOCUMENTÁRIO:

Ask Dr. Ruth, de Ryan White (EUA)
Halston, de Frédéric Tcheng (EUA)
Love, Antosha, de Garret Price (EUA)
Marianne & Leonard: Words of Love, de Nick Broomfield (EUA)
MERATA: How Mum Decolonised The Screen, de Heperi Mita (Nova Zelândia)
Miles Davis: Birth of the Cool, de Stanley Nelson (EUA/Reino Unido)
Raise Hell: The Life & Times of Molly Ivins, de Janice Engel (EUA)
The Great Hack, de Karim Amer e Jehane Noujaim (EUA)
The Inventor: Out for Blood in Silicon Valley, de Alex Gibney (EUA)
Toni Morrison: The Pieces I Am, de Timothy Greenfield-Sanders (EUA)
Untouchable, de Ursula Macfarlane (EUA)
Words from a Bear, de Jeffrey Palmer (EUA)

MIDNIGHT:

Greener Grass, de Jocelyn DeBoer e Dawn Luebbe (EUA)
Little Monsters, de Abe Forsythe (Austrália)
MEMORY – The Origins of Alien, de Alexandre O. Philippe (EUA)
Mope, de Lucas Heyne (EUA)
Sweetheart, de JD Dillard (EUA)
The Hole in the Ground, de Lee Cronin (Irlanda)
The Lodge, de Veronika Franz e Severin Fiala (EUA/Reino Unido)

SPOTLIGHT:

Anthropocene: The Human Epoch, de Jennifer Baichwal, Nicholas de Pencier e Edward Burtynsky (Canadá)
Pássaros de Verão (Birds of Passage), de Cristina Gallego e Ciro Guerra (Colômbia)
Maiden, de Alex Holmes (Reino Unido)
The Biggest Little Farm, de John Chester (EUA)
The Mountain, de Rick Alverson (EUA)
The Nightingale, de Jennifer Kent (Austrália)

KIDS:

Abe, de Fernando Grostein Andrade (Brasil)
The Elephant Queen, de Victoria Stone e Mark Deeble (Reino Unido/Quênia)
The Witch Hunters, de Rasko Miljkovic (Sérvia/Macedônia)

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores da 5ª Mostra de Cinema de Gostoso

por: Cinevitor

guaxumavencegostosoMaíra Iabrudi, diretora de fotografia de Guaxuma, recebe prêmio.

Os vencedores da 5ª Mostra de Cinema de Gostoso, que aconteceu em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte, foram anunciados nesta terça-feira, 27/11, na Praia do Maceió, em cerimônia apresentada por Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld, diretores e curadores da Mostra.

O prêmio de melhor longa-metragem pelo júri popular foi para o documentário Meu Nome é Daniel, dirigido por Daniel Gonçalves. O longa conta a história do próprio diretor que nasceu com uma deficiência que nenhum médico foi capaz de diagnosticar. Já o prêmio de melhor curta-metragem segundo o público ficou para a animação Guaxuma, de Nara Normande, que levou o Troféu Luís da Câmara Cascudo.

Neste ano, a Mostra contou com uma novidade: o Prêmio Imprensa, formado por jornalistas que marcaram presença no evento e escolheram as melhores produções. Ismaelino Pinto, Maria do Rosário Caetano e Vitor Búrigo, do CINEVITOR, subiram ao palco para entregar o novo troféu, criado por Adriano Fontes, da Marcenaria SMG, uma réplica em miniatura da espreguiçadeira do cinema.

Conheça os vencedores da Mostra de Cinema de Gostoso 2018:

MELHOR LONGA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves (RJ)

MELHOR CURTA-METRAGEM | JÚRI POPULAR:
Guaxuma, de Nara Normande (PE)

MENÇÃO HONROSA:
Sócrates, de Alex Moratto (SP)

PRÊMIO ELO COMPANY DE DISTRIBUIÇÃO:
Teoria Sobre um Planeta Estranho, de Marco Antônio Pereira (MG)

PRÊMIO MISTIKA DE FINALIZAÇÃO:
P’s, de Lourival Andrade (RN)

PRÊMIO IMPRENSA | MELHOR CURTA | COLETIVO NÓS DO AUDIOVISUAL:
Filho de Peixe, de Igor Ribeiro (RN)

PRÊMIO IMPRENSA | MELHOR CURTA-METRAGEM:
Catadora de Gente, de Mirela Kruel (RS)

PRÊMIO IMPRENSA | MELHOR LONGA-METRAGEM:
Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes (CE)

Foto: Heco Produções.

National Board of Review anuncia lista com os melhores de 2018 no cinema

por: Cinevitor

nasceestrelanationalBradley Cooper e Lady Gaga em Nasce uma Estrela: premiados.

A National Board of Review, importante e tradicional organização de críticos de cinema dos Estados Unidos, fundada em 1909, divulga, desde 1932, uma lista com os melhores do ano da indústria cinematográfica. Em 2018, mais de 260 filmes foram analisados por um seleto grupo de cineastas, profissionais e acadêmicos da sétima arte.

Neste ano, a comédia dramática Green Book: O Guia, de Peter Farrelly, levou o prêmio de melhor filme de 2018. Protagonizado por Viggo Mortensen e Mahershala Ali, o filme traz uma história inspirada em fatos reais sobre um segurança ítalo-americano que se torna motorista de um pianista afro-americano; durante sua turnê pelo sul dos Estados Unidos, na década de 1960, ambos passam por profundas transformações. Nasce uma Estrela, dirigido por Bradley Cooper, também se destacou e levou três prêmios.

A cerimônia de premiação será realizada no dia 8 de janeiro de 2019, em Nova York, e será apresentada pelo jornalista e humorista Willie Geist.

Confira a lista com os melhores do cinema em 2018 segundo a National Board of Review:

MELHOR FILME: Green Book: O Guia, de Peter Farrelly
MELHOR DIREÇÃO: Bradley Cooper, por Nasce uma Estrela
MELHOR ATOR: Viggo Mortensen, por Green Book: O Guia
MELHOR ATRIZ: Lady Gaga, por Nasce uma Estrela
MELHOR ATOR COADJUVANTE: Sam Elliott, por Nasce uma Estrela
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: Regina King, por Se a Rua Beale Falasse
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: First Reformed, escrito por Paul Schrader
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: Se a Rua Beale Falasse, escrito por Barry Jenkins
MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO: Os Incríveis 2
ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO: Thomasin McKenzie, por Leave No Trace
MELHOR DIRETOR ESTREANTE: Bo Burnham, por Oitava Série
MELHOR FILME ESTRANGEIRO: Guerra Fria (Zimna wojna), de Pawel Pawlikowski (Polônia)
MELHOR DOCUMENTÁRIO: RBG, de Julie Cohen e Betsy West
MELHOR ELENCO: Podres de Ricos
PRÊMIO NBR FREEDOM OF EXPRESSION: 22 de Julho, de Paul Greengrass e On Her Shoulders, de Alexandria Bombach
PRÊMIO WILLIAM K. EVERSON FILM HISTORY: O Outro Lado do Vento, de Orson Welles e Serei Amado Quando Morrer, de Morgan Neville

MELHORES FILMES DO ANO:
First Reformed
Nasce uma Estrela (A Star Is Born)
O Retorno de Mary Poppins (Mary Poppins Returns)
Oitava Série (Eighth Grade)
Pantera Negra (Black Panther)
Poderia Me Perdoar? (Can You Ever Forgive Me?)
Roma
Se a Rua Beale Falasse (If Beale Street Could Talk)
The Ballad of Buster Scruggs
Um Lugar Silencioso (A Quiet Place)

TOP 5 FILMES ESTRANGEIROS:
Assunto de Família (Manbiki kazoku), de Hirokazu Kore-eda (Japão)
Culpa (Den skyldige), de Gustav Möller (Dinamarca)
Custódia (Jusqu’à la garde), de Xavier Legrand (França)
Em Chamas (Beoning), de Chang-dong Lee (Coreia do Sul)
Lazzaro felice, de Alice Rohrwacher (Itália)

TOP 5 DOCUMENTÁRIOS:
Crime + Punishment, de Stephen Maing
Free Solo, de Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi
Minding the Gap, de Bing Liu
Três Estranhos Idênticos (Three Identical Strangers), de Tim Wardle
Won’t You Be My Neighbor?, de Morgan Neville

TOP 10 FILMES INDEPENDENTES:
A Morte de Stalin (The Death of Stalin), de Armando Iannucci
A Rota Selvagem (Lean on Pete), de Andrew Haigh
Buscando… (Searching), de Aneesh Chaganty
Domando o Destino (The Rider), de Chloé Zhao
Leave No Trace, de Debra Granik
Mid90s, de Jonah Hill
Sorry to Bother You, de Boots Riley
The Old Man & the Gun, de David Lowery
Você Nunca Esteve Realmente Aqui (You Were Never Really Here), de Lynne Ramsay
We the Animals, de Jeremiah Zagar

Foto: Warner Bros. Entertainment/Divulgação.

Conheça os vencedores do Gotham Awards 2018

por: Cinevitor

gotham2018vencedoresEthan Hawke: melhor ator por First Reformed.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 26/11, os vencedores do 28º Gotham Awards, um dos principais prêmios do cinema independente, organizado pela IFP (Independent Filmmaker Project), que dá início à temporada de premiações.

O drama Domando o Destino, dirigido pela cineasta Chloé Zhao, levou o prêmio de melhor filme. Protagonizado por Brady Jandreau, o longa conta a história de um jovem caubói que, depois de sofrer um ferimento na cabeça quase fatal, resolve buscar por uma nova identidade e passa a refletir sobre como viver em seu país.

Além dos premiados, também foram anunciados os homenageados deste ano: o Gotham Tributes foi entregue para Rachel Weisz, Willem Dafoe e Paul Greengrass; o produtor Jon Kamen recebeu o Gotham Industry Tribute.

Confira a lista completa com os vencedores do Gotham Awards 2018:

MELHOR FILME:
Domando o Destino (The Rider), de Chloé Zhao

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Hale County This Morning, This Evening, de RaMell Ross

MELHOR DIREÇÃO REVELAÇÃO | PRÊMIO BINGHAM RAY:
Bo Burnham, por Oitava Série (Eighth Grade)

MELHOR ROTEIRO:
First Reformed, escrito por Paul Schrader

MELHOR ATOR:
Ethan Hawke, por First Reformed

MELHOR ATRIZ:
Toni Collette, por Hereditário

MELHOR ATOR/ATRIZ REVELAÇÃO:
Elsie Fisher, por Oitava Série

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI:
Olivia Colman, Rachel Weisz e Emma Stone, por A Favorita

MELHOR SÉRIE | LONGA:
Killing Eve (BBC America)

MELHOR SÉRIE | CURTA:
195 Lewis

Foto: Jemal Countess.

Morre, aos 77 anos, o cineasta italiano Bernardo Bertolucci

por: Cinevitor

bertoluccimorreO cineasta, em 2013, quando recebeu uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.

Morreu nesta segunda-feira, 26/11, aos 77 anos, o cineasta italiano Bernardo Bertolucci, um dos maiores nomes do cinema europeu e mundial. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o diretor, que lutava contra um câncer, morreu em sua casa, em Roma.

Nascido em 16 de março de 1941, na cidade de Parma, no norte da Itália, Bertolucci era filho de um conhecido poeta e escritor e, aos 21 anos, ganhou um prêmio por conta de uma poesia que escreveu aos 21 anos. Depois disso, decidiu se tornar cineasta.

Começou sua carreira na sétima arte como assistente de direção de Pier Paolo Pasolini, no longa Accattone: Desajuste Social, de 1961. Um ano depois realizou seu primeiro filme, o suspense A Morte, que foi exibido no Festival de Veneza. Em 1964, participou da Semana da Crítica, no Festival de Cannes, com o drama Antes da Revolução, protagonizado por Adriana Asti e Francesco Barilli. Em 1968, assinou o roteiro de Era uma Vez no Oeste, aclamado filme de Sergio Leone. Em 2001, roteirizou a comédia romântica O Triunfo do Amor, de Clare Peploe.

Sua primeira indicação ao Oscar aconteceu em 1972, na categoria de melhor roteiro para O Conformista, drama estrelado por Jean-Louis Trintignant, Stefania Sandrelli e Gastone Moschin.

O cineasta italiano ganhou reconhecimento mundial em 1972 com Último Tango em Paris, longa protagonizado por Marlon Brando e Maria Schneider. Considerado um dos filmes mais importantes do século 20, recebeu duas indicações ao Oscar: melhor direção e melhor ator. Depois do sucesso pelo mundo, realizou sua primeira produção em Hollywood, o drama épico 1900, com Robert De Niro, Gérard Depardieu, Donald Sutherland, Burt Lancaster e Dominique Sanda.

bertoluccibrandoBernardo Bertolucci e Marlon Brando nos bastidores de Último Tango em Paris.

Um dos momentos mais marcantes de sua carreira aconteceu na década de 1980 quando O Último Imperador venceu em todas as categorias nas quais havia sido indicado, incluindo melhor filme e melhor direção, tornando-se o primeiro italiano a ganhar esta estatueta dourada. O longa, estrelado por John Lone, Joan Chen e Peter O’Toole está entre os que mais ganharam prêmios da Academia e também foi o primeiro épico ocidental sobre a China feito com a cooperação do governo do país. Além disso, foi premiado no Globo de OuroBAFTA, César Awards, Críticos de Los Angeles, National Board of Review, entre tantos outros.

Considerado um dos maiores nomes de sua geração, Bernardo Bertolucci foi premiado em diversos festivais importantes, como: Berlim; Cannes, onde ganhou a Palma de Ouro honorária; European Film Awards, homenageado por sua carreira; Festival de Locarno; Festival de Veneza, onde recebeu um Leão de Ouro especial por sua carreira; entre outros.

Como diretor, realizou diversos trabalhos marcantes, como: La Luna, A Tragédia de um Homem Ridículo, A Estratégia da Aranha, O Céu que nos Protege, O Pequeno Buda, Beleza Roubada, Assédio, Os Sonhadores. Seu último filme foi o drama Eu e Você, em 2012. Um ano depois, foi homenageado com uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood.

Fotos: Valerie Macon/Divulgação.

Filmes restaurados e inéditos no Brasil serão exibidos na 5ª Mostra Mosfilm de Cinema Soviético e Russo

por: Cinevitor

guerrapazmostraCena de Guerra e Paz, de Sergei Bondarchuk: Oscar de melhor filme estrangeiro.

Produzidas pelo Mosfilm, o maior estúdio da Europa e um dos mais importantes e pioneiros do mundo, as 10 produções que integram a 5ª Mostra Mosfilm de Cinema Soviético e Russo serão exibidas em uma semana, entre os dias 29 de novembro e 05 de dezembro, na Cinemateca Brasileira.

Na abertura, às 19h do dia 29/11, será exibido Vá e Veja (1985), do diretor Elem Klimov, vencedor do prêmio de melhor filme restaurado no Festival de Veneza, em 2017. Frequentemente referenciado como um dos longas mais perturbadores sobre a guerra e seus efeitos, o filme foi restaurado em 2017, em um processo que levou quatro meses para ser concluído e foi coordenado pelo próprio Karen Shakhnazarov, diretor geral do Mosfilm.

As cópias restauradas são, inclusive, os destaques desta quinta edição da Mostra. Também serão exibidos: Quando Voam as Cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov; Cidade Zero (1988), de Karen Shakhnazarov; e a épica adaptação do romance Guerra e Paz, de Liev Tolstoi. Dividido em quatro partes, o filme de Serguei Bondarchuk foi premiado com o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 1969, sendo um dos melhores momentos do longa a reconstituição da Batalha de Borodino, que contou com mais de 300 atores, 120 mil figurantes, cerca de 200 canhões e 100 mil rifles.

cegonhasmostraTatyana Samoylova em Quando Voam as Cegonhas: indicada ao BAFTA de melhor atriz.

Bola de Sebo (1934), de Mikhail Romm; Decisão: Aniquilação (2018), de Aleksandr Aravin; A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko; Criança Abandonada (1939), de Tatyana Lukashevich; O Incógnito de São Petersburgo (1977), de Leonid Gayday; e Circus (1936), de Grigory Aleksandrov, completam a programação de cinema.

Além dos filmes, a Cinemateca Brasileira receberá, este ano, mais duas atividades relacionadas à cultura e os costumes da Rússia. Durante todo o período da Mostra estará em cartaz a exposição As Matryoskhas, de Nadia Ramirez Starikoff. Filha de mãe russa, a artista tem sua trajetória marcada pela migração. Inspiradas nas bonecas de origem russa, as obras retratam as origens ancestrais, a materialidade do corpo, as conexões com o outro, as relações com o ambiente e, por fim, a relação com o universo em sua mais infinita amplitude.

No domingo, 02/12, um pedacinho da tradicional Feira do Leste Europeu também acontecerá na Cinemateca. Barracas com comidas, bebidas e artesanato típicos da região funcionarão a partir das 13h. A Feira do Leste Europeu acontece mensalmente na Vila Zelina, bairro que concentra o maior número de imigrantes de países do Leste Europeu em São Paulo.

Os ingressos para os filmes podem ser retirados gratuitamente, com antecedência de uma hora de cada sessão. Clique aqui e confira a programação completa com datas e horários.

Foto: Divulgação.

Nova versão de O Rei Leão, dirigida por Jon Favreau, ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

reileaoprimeirotrailerO personagem Simba será dublado por Donald Glover.

Em 1994, O Rei Leão chegou aos cinemas e logo fez sucesso de crítica e público, tornando-se a maior bilheteria do ano. Foi premiado no Oscar nas categorias de melhor trilha sonora e melhor canção original; no Globo de Ouro levou três estatuetas, entre elas, a de melhor filme de comédia ou musical.

Em julho de 2019, ano em que a animação completará 25 anos, a Disney lançará uma nova versão do clássico, que mescla computação gráfica (CGI) e live-action, dirigida por Jon Favreau, que foi responsável pela nova adaptação de Mogli – O Menino Lobo, lançada em 2016.

O elenco de dubladores do novo O Rei Leão conta com Donald Glover, como Simba; Seth Rogen, como Pumba; Chiwetel Ejiofor, como Scar; Billy Eichner, como Timão; John Oliver, como Zazu; Keegan-Michael Key, como Banzai; Beyoncé, como Nala; James Earl Jones, como Mufasa; Alfre Woodard, Eric André, Florence Kasumba, John Kani, JD McCrary e Shahadi Wright Joseph.

Confira o trailer de O Rei Leão, que tem estreia marcada para o dia 18 de julho de 2019:

Foto: Divulgação/Disney.

CINEVITOR #313: Entrevista com Nicolas Prattes e Diego Freitas | O Segredo de Davi

por: Cinevitor

segredodavipgmcinevitorNicolas Prattes: estreia nas telonas.

Escrito e dirigido por Diego Freitas, O Segredo de Davi, que já está em cartaz nos cinemas, mostra Nicolas Prattes no papel de um anti-herói cheio de mistérios, em uma trama focada em um jovem universitário que se transforma em um famoso serial killer.

Na história, Davi é um tímido estudante de cinema que esconde um passado sombrio. Ao visitar sua vizinha Maria, um instinto esquecido vem à tona e Davi comete o seu primeiro assassinato. Na manhã seguinte, para surpresa de Davi, Maria reaparece em seu apartamento e passa a influenciar o garoto a seguir numa jornada de crimes que revelarão sua verdadeira natureza: a de um serial killer.

O longa foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Montreal (Montreal World Film Festival, MWFF) e foi exibido também no Rio Fantastik Festival 2018 e na 26ª edição do Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade. O elenco conta com João Côrtes, Cris Vianna, Bianca Müller, Eucir de Souza, Giselle de Prattes, Tuna Dwek, André Hendges e Neusa Maria Faro.

Para falar mais sobre O Segredo de Davi, conversamos com o diretor e com o protagonista Nicolas Prattes. Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Parakino Filmes.

CINEVITOR #312: Entrevistas com Marieta Severo, André Ristum e Arlindo Lopes | A Voz do Silêncio

por: Cinevitor

vozsilenciopgmcinevitorStephanie de Jongh e Marieta Severo em cena.

Vencedor dos prêmios de melhor direção e melhor montagem no 46º Festival de Cinema de Gramado, A Voz do Silêncio, de André Ristum, baseia-se em experiências reais da vida do diretor. No filme, um olhar atento varre a cidade grande e suas pessoas anônimas, que vivem em tensão pela sobrevivência, resignados com seus próprios destinos. Um eclipse lunar pontua as mudanças nas vidas dessas pessoas, que compõem um mosaico da cidade.

O longa, que estreia nesta quinta-feira, 22/11, fez sua estreia na competição oficial do Festival de Málaga 2018 e abriu o Festival de Tucuman, na Argentina, onde foi lançado comercialmente em junho. Participou também da 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e foi exibido em sessão hors concours no Festival do Rio.

A Voz do Silêncio conta com Marieta Severo, Ricardo Merkin, Arlindo Lopes, Claudio Jaborandy, Stephanie de Jongh, Marat Descartes, Tássia Cabanas, Nicola Siri, Marina Glezer, Milhem Cortaz e Augusto Madeira no elenco.

Para falar mais sobre o filme, fizemos dois programas especiais com entrevistas com o diretor e com os atores Arlindo Lopes e Marieta Severo. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Marieta Severo

PARTE 2:
Entrevista com Arlindo Lopes e André Ristum

Foto: Divulgação.