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Dirigido por Olivia Wilde, Fora de Série, com Beanie Feldstein e Kaitlyn Dever, ganha trailer

por: Cinevitor

foradeserietrailerBeanie Feldstein e Kaitlyn Dever em cena: filme aprovado pela crítica internacional.

Com uma equipe majoritariamente feminina, Fora de Série, no original Booksmart, traz novos ares para a comédia, um gênero normalmente dominado por homens. Dirigido por Olivia Wilde, o longa conta com roteiro escrito por Susanna Fogel, Emily Halpern, Sarah Haskins e Katie Silberman.

Na trama, as melhores amigas e alunas fora de série, Amy, papel de Kaitlyn Dever, e Molly, interpretada por Beanie Feldstein, sempre focaram em tirar as melhores notas e se destacar dos demais alunos da classe. Elas passaram a vida inteira se dedicando aos estudos, na intenção de serem aprovadas em boas universidades, e deu certo. O que jamais passou pela cabeça delas era ver os outros alunos, que só pensavam em curtir e encher a cara, sendo aprovados nessas mesmas universidades. Ao perceber que poderiam ter se dedicado menos aos estudos e se divertido entre uma prova e outra, elas decidem correr atrás do prejuízo e recuperar os anos perdidos de diversão em uma única noite. Elas vão fazer de tudo para aproveitar ao máximo os últimos momentos do ensino médio e provar que podem ser as melhores em tudo, até mesmo quando o assunto é festa!

Conhecida por diversos trabalhos como atriz, em Renascida do Inferno, Rush – No Limite da Emoção, As Palavras, Tron: O Legado, entre outros, Fora de Série marca a estreia de Olivia Wilde na direção de um longa-metragem. “Este não é um filme sobre duas garotas nerds que querem se vestir como as populares e fazer de tudo para conquistar o carinha descolado. É uma história sobre a amizade entre duas meninas”, afirmou a diretora, que foi premiada nos festivais de Palm Springs e San Francisco.

Fora de Série é uma comédia original, moderna e sem filtros; uma história sobre amadurecimento, descobertas e as dificuldades do ensino médio. O elenco conta também com Molly Gordon, Billie Lourd, Skyler Gisondo, Noah Galvin, Diana Silvers, Mason Gooding, Austin Crute, Eduardo Franco, Nico Hiraga, Jason Sudeikis, Jessica Williams, Lisa Kudrow e Will Forte.

Confira o trailer de Fora de Série, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 13 de junho:

Foto: Divulgação/Imagem Filmes.

Malévola: Dona do Mal, com Angelina Jolie e Elle Fanning, ganha primeiro trailer

por: Cinevitor

malevola2trailer1Angelina Jolie e Elle Fanning em cena.

Em Malévola: Dona do Mal, Angelina Jolie e Elle Fanning retomam seus papéis como rainha das trevas Malévola e Princesa Aurora, respectivamente, duas personagens do clássico animado A Bela Adormecida, cuja história não contada foi trazida à tona em Malévola, lançado em 2014.

O elenco conta também com Michelle Pfeiffer, Chiwetel Ejiofor, Sam Riley, Harris Dickinson, Ed Skrein, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville.

Malévola: Dona do Mal é uma aventura de fantasia que começa vários anos depois de Malévola, na qual o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a princesa Aurora. O filme continua a explorar a complexa relação entre a fada de chifres e a futura rainha, formando novas alianças e enfrentando novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas que residem em seu interior.

O filme é dirigido por Joachim Rønning, de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar, com roteiro de Micah Fitzerman-Blue, Noah Harpster e Linda Woolverton.

Confira o primeiro trailer de Malévola: Dona do Mal, que chega aos cinemas no dia 17 de outubro:

Foto: Walt Disney Motion Pictures.

Morre, aos 97 anos, a atriz e cantora americana Doris Day

por: Cinevitor

dorisdaymorreDoris Day em Confidências à Meia-Noite: indicação ao Oscar.

Morreu, na manhã desta segunda-feira, 13/05, aos 97 anos, a cantora e atriz americana Doris Day. Segundo informações divulgadas pela Doris Day Animal Foundation, a estrela de Hollywood, considerada um ícone das décadas de 1950 e 1960, faleceu em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia. A causa da morte foi pneumonia.

Doris começou sua carreira como cantora e ficou conhecida depois de gravar o sucesso Sentimental Journey, em 1945. Logo tornou-se uma das mais populares e aclamadas cantoras do século XX, gravando mais de 650 músicas em vinte anos.

Seu primeiro trabalho nas telonas foi na comédia musical Romance em Alto-Mar, de Michael Curtiz e Busby Berkeley, lançada em 1948. Recebeu uma indicação ao Oscar, em 1960, por sua atuação em Confidências à Meia-Noite, de Michael Gordon, no qual atuou ao lado de Rock Hudson. O filme também lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro.

Ao longo da carreira atuou em diversas produções, como: O Túnel do Amor (1958), de Gene Kelly; A Teia de Renda Negra (1960); A Mais Querida do Mundo (1962); Eu, Ela e a Outra (1963); Carícias de Luxo (1962), no qual atuou ao lado de Cary Grant; A Espiã de Calcinhas de Renda (1966); Ama-me ou Esquece-me (1955); Volta Meu Amor (1961); Ardida como Pimenta (1953); O Homem que Sabia Demais (1956), de Alfred Hitchcock; A Indomável (1967); entre outros.

dorisdayhudsonRock Hudson e Doris Day em Confidências à Meia-Noite.

Seu último filme como atriz foi a comédia dramática Tem um Homem na Cama da Mamãe, em 1968, de Howard Morris. Depois disso, estrelou o programa televisivo The Doris Day Show, entre 1968 e 1973, na CBS. Mesmo longe das telonas, continuou presente em diversos filmes com suas músicas e gravações como Que Sera Sera, Perhaps Perhaps Perhaps, Lullaby of Broadway e Secret Love marcaram gerações.

Além de fazer parte da trilha sonora de filmes e séries, Doris Day foi homenageada no Globo de Ouro, em 1989, com o Prêmio Cecil B. DeMille. Em 1960, ganhou uma estrela na tão famosa Calçada da Fama. Em 2004, foi premiada com a Medalha Presidencial da Liberdade pelo presidente George W. Bush e foi homenageada pelos críticos de Los Angeles.

Afastada do mundo artístico, se dedicou exclusivamente à proteção de animas e fundou a Doris Day Animal Foundation, na qual trabalhou por décadas.

Foto: Divulgação.

CINEVITOR #336: Entrevista com Leonardo Medeiros e Sandra Corveloni | Kardec

por: Cinevitor

kardecpgmcinevitorLeonardo Medeiros e Sandra Corveloni em cena: a doutrina espírita nas telonas.

Dirigido por Wagner de Assis, de Nosso Lar e A Menina Índigo, Kardec é baseado no livro Kardec – A Biografia, de Marcel Souto Maior, e chega aos cinemas nesta quinta-feira, 16/05. Leonardo Medeiros interpreta Allan Kardec e Sandra Corveloni vive sua esposa, Amélie-Gabrielle Boudet.

A trama mostra o cético professor Rivail, apaixonado pelo conhecimento científico, em sua jornada para entender a origem das mensagens que lhe são enviadas através de diferentes médiuns. Em plena Paris do século XIX, ele investiga o fenômeno das mesas girantes até se tornar o codificador da doutrina espírita e assumir o pseudônimo Allan Kardec.

Leonardo Medeiros é o protagonista Hippolyte Léon Denizard Rivail, reconhecido depois como Allan Kardec, o educador francês nascido em 1804 que codificou o espiritismo a partir de 1857. O roteiro, assinado por Wagner de Assis e L.G. Bayão, acompanha a trajetória de Kardec desde o período em que atuava como educador, passando pela investigação dos fenômenos, pelo processo de codificação da doutrina espírita, até a publicação e repercussão de O Livro dos Espíritos.

O elenco conta também com Guilherme Piva, Genézio de Barros, Guida Vianna, Julia Konrad, Charles Fricks, Licurgo Spinola, Leticia Braga, Júlia Svacinna, Dalton Vigh e Louise D’Tuani.

Para falar mais sobre Kardec, conversamos com os protagonistas Leonardo Medeiros e Sandra Corveloni. Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação.

Roma, de Alfonso Cuarón, é o grande vencedor do Prêmio Platino 2019

por: Cinevitor

romavenceplatino2019Daniela Demesa e Yalitza Aparicio em Roma: filme premiado.

Foram anunciados neste domingo, 12/05, os vencedores do 6º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas.

Em sua sexta edição, o drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, que liderava com nove indicações, se consagrou como o grande campeão em cinco categorias, entre elas, a de melhor filme ibero-americano; isso sem contar as categorias especiais com voto popular.

O cinema brasileiro estava representado com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, indicado em duas categorias: melhor trilha sonora por Chico Buarque e Edu Lobo e melhor direção de arte por Artur Pinheiro. O paraguaio As Herdeiras, uma coprodução entre Brasil e Uruguai, recebeu cinco indicações e venceu em duas categorias.

A cerimônia, realizada no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, em Riviera Maya, no México, foi comandada pelo ator espanhol Santiago Segura e pela atriz mexicana Cecilia Suárez. Além disso, o cantor e ator espanhol Raphael, que soma mais de 50 milhões de cópias vendidas ao longo de sua carreira, foi homenageado com o Prêmio Platino de Honra.

Conheça os vencedores do Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2019:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
Roma (México)

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma

MELHOR ROTEIRO:
Roma, escrito por Alfonso Cuarón

MELHOR ATRIZ:
Ana Brun, por As Herdeiras

MELHOR ATOR:
Antonio de la Torre, por El reino

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
Yuli, por Alberto Iglesias

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
Un día más con vida, de Raúl de la Fuente e Damian Nenow (Espanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
O Silêncio dos Outros, de Robert Bahar e Almudena Carracedo (Espanha)

MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO:
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Brasil)

MELHOR EDIÇÃO:
El reino, por Alberto del Campo

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Pássaros de Verão, por Angélica Perea

MELHOR FOTOGRAFIA:
Roma, por Alfonso Cuarón

MELHOR SOM:
Roma, por Sergio Diaz, Skip Lievsay, Craig Henighan e José Antonio García

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES:
Campeones, de Javier Fesser (Espanha)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Arde Madrid (Espanha)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Diego Luna, por Narcos: México

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Cecilia Suárez, por A Casa das Flores

MELHOR FILME | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Roma, de Alfonso Cuarón (México)

MELHOR ATOR | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Javier Bardem, por Todos Já Sabem

MELHOR ATRIZ | PRÊMIO DO PÚBLICO:
Yalitza Aparicio, por Roma

Foto: Divulgação/Netflix.

Morre, aos 92 anos, o ator e humorista Lúcio Mauro

por: Cinevitor

luciomauromorreO ator nos bastidores da novela A Favorita, em 2008.

Morreu na noite deste sábado, 11/05, aos 92 anos, o ator e humorista Lúcio Mauro, conhecido como um dos pioneiros da TV brasileira. Há três anos sofreu um forte AVC e resistiu. Recentemente, foi internado em uma clínica, no Rio de Janeiro, para tratar de problemas respiratórios.

Nascido em Belém, no Pará, atuava no teatro estudantil e logo foi trabalhar na companhia teatral do ator Mário Salaberry. Depois disso, foi para a turma de Barreto Júnior. No começo da década de 1960, fez seu primeiro programa de humor, o Beco sem Saída, na TV Rádio Clube de Pernambuco. Três anos depois, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou na TV Rio. Foi para a TV Tupi e, em 1966, começou a trabalhar na TV Globo.

O talento de Lúcio Mauro ganhou reconhecimento em quadros de programas humorísticos, principalmente naqueles comandados por Chico Anysio: na Escolinha do Professor Raimundo, interpretou Aldemar Vigário; no Chico Anysio Show, o divertido assistente do personagem Alberto Roberto.

Em 1968, criou e dirigiu o programa Balança Mas Não Cai, na Rede Globo, e se destacou com o personagem Fernandinho, um homem rico que tinha uma esposa ignorante chamada Ofélia, na época interpretada por Sônia Mamede. Anos depois, o casal voltou a fazer sucesso no extinto programa Zorra Total, no qual Lúcio Mauro atuava ao lado de Cláudia Rodrigues. Em 1980, entrou para o elenco da peça Além da Vida, escrita por Chico Xavier e Divaldo Franco. Em 2008, estreou a peça Lúcio 80-30, dividindo o palco com o filho Lucio Mauro Filho, autor e diretor do espetáculo, e com outros dois filhos, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho.

chicolucioChico Anysio e Lúcio Mauro no humorístico Zorra Total: personagens conhecidos.

Nas telonas, Lúcio Mauro também ganhou destaque. Seu primeiro trabalho no cinema foi em 1963, no drama Terra Sem Deus, de José Carlos Burle. Depois atuou em: 007 1/2 no Carnaval (1966), ao lado de Chacrinha e Costinha, O Rei da Pilantragem (1968), Cleópatra (2007), de Júlio Bressane, Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito (2008), Feliz Natal (2008), A Mulher Invisível (2009), Muita Calma Nessa Hora (2010), Vai que dá Certo (2013), entre outros.

Na TV, o sucesso foi comemorado com diversos personagem marcantes em programas como: Chico City, A Praça da Alegria, A Festa é Nossa, a minissérie O Pagador de Promessas, Malhação, Caça Talentos, Sai de Baixo, Os Normais, Sob Nova Direção, Carga Pesada, as novelas Pecado Capital, A Favorita, Paraíso Tropical, Caminho das Índias, entre outras.

Em sua conta no Instagram, o filho e também ator, Lucio Mauro Filho, prestou uma emocionante homenagem ao pai: “Por volta das 22 horas deste sábado, meu amado pai serenou. Ele merecia esse descanso. Lucio Mauro teve uma vida linda, uma carreira vitoriosa, 5 filhos, 5 netos, dois casamentos, com Arlete e Lu, duas mulheres fantásticas que se tornaram amigas e mantiveram essa família unida. Papai foi um pioneiro, saiu do teatro de estudante lá no Pará, foi pro Recife, fez rádio, inaugurou a televisão no Nordeste e de lá, veio para o Rio de Janeiro pra se tornar um dos maiores artistas deste país. Me influenciou em tudo. O homem que sou, o artista, o pai de família, o amigo. Eu nada seria sem seus ensinamentos. Tivemos o prazer de trabalhar juntos, na TV, no Teatro, no Cinema e na Publicidade. Rodamos o Brasil colocando nossas vidas a serviço da arte, em Lucio 80-30, quando ele teve a chance de dividir o palco com os filhos. Não faltou nada. Há três anos ele sofreu um AVC. Foi forte e resistiu. Mas já não era a mesma coisa. Preso a uma HomeCare, ele lutou até suas últimas forças. Ainda teve a alegria de conhecer Liz, a neta inesperada que chegou pra promover o ciclo da vida. Estava internado há quase quatro meses. A esticada foi longa e sofrida. Agora só restava o descanso que ele tanto merece. Meus agradecimentos á todos os funcionários da Clínica São Vicente, onde papai sempre foi cuidado com carinho e profissionalismo. À Rede Globo pela parceria e lealdade. Nós ficamos por aqui, celebrando sua existência e seguindo com seu legado. Vai com Deus meu velho. Vai se juntar a Chico, Agildo, Silvino, Rogerio, Miele e tantos outros, para juntos fazerem cócegas nas estrelas. Obrigado por tudo! Viva Lucio Mauro!”.

Fotos: Ivone Perez e Zé Paulo Cardeal/TV Globo.

Com Sonia Braga, Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, ganha teaser

por: Cinevitor

bacurauteaserSonia Braga: depois do sucesso em Aquarius, ela está de volta!

Antes de sua estreia mundial no Festival de Cannes, Bacurau, escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, acaba de ganhar seu primeiro teaser. A sessão de gala na Competição Oficial do festival francês será na próxima quarta, dia 15/05, às 22h, no Théâtre Lumière, com a presença dos diretores, da produtora Emilie Lesclaux e de vários nome da equipe e do elenco, como: Karine Teles, Bárbara Colen, Udo Kier, Thomás Aquino, Alli Willow e Silvero Pereira.

Na descrição de seus diretores, Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

Depois do sucesso internacional de Aquarius, em 2016, que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes, há 3 anos, Bacurau é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife e a SBS em Paris. O longa também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil. O lançamento nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes será no segundo semestre.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção. Na equipe de Bacurau a parceria estabelecida em projetos anteriores também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.

A sinopse oficial diz: um western brasileiro, um filme de aventura e ficção científica. Daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas. Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

Confira o teaser de Bacurau, que disputará a Palma de Ouro em Cannes:

Foto: Victor Jucá.

IT: Capítulo Dois, com Jessica Chastain e James McAvoy, ganha trailer

por: Cinevitor

itcapitulodoistrailer1Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise.

A Warner Bros. Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer de IT: Capítulo Dois. O vídeo revela o Clube dos Perdedores adulto e destaca o retorno de Beverly Marsh, personagem de Jessica Chastain, a Derry, para a cidade onde tudo começou. O longa tem estreia prevista para 5 de setembro e conta com a direção de Andy Muschietti.

O filme é a continuidade de Muschietti para o sucesso de bilheteria mundial IT – A Coisa, de 2017, aclamado pela crítica e que arrecadou mais de 700 milhões de dólares em todo o mundo. Redefinindo e transcendendo o gênero, IT tornou-se um zeitgeist cultural, além de ser o filme de terror de maior bilheteria de todos os tempos.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, em Maine, IT: Capítulo Dois traz os mesmos personagens, que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos, de volta como adultos quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme. O mal ressurge em Derry quando o Clube dos Perdedores, jovem e adulto, retorna para onde tudo começou.

James McAvoy estrela como Bill; Jessica Chastain é Beverly; Bill Hader interpreta Richie; Isaiah Mustafa é Mike; Jay Ryan interpreta Ben; James Ransone estrela como Eddie; e Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise. Andy Bean interpreta Stanley e reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Perdedores estão Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Muschietti dirige a partir do roteiro de Gary Dauberman, de IT – A Coisa, Annabelle 2: A Criação do Mal, baseado no romance de Stephen King.

Confira o primeiro trailer de IT: Capítulo Dois, que estreia em setembro:

Foto: Warner Bros.

8º Olhar de Cinema: conheça os filmes selecionados para as mostras competitivas

por: Cinevitor

olhardecinema2019selecaoNayara Souza em Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai: premiado em Berlim.

O 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que acontecerá entre os dias 5 e 13 de junho, anunciou nesta quinta-feira, 09/05, os filmes de suas três mostras competitivas. O anúncio foi feito pelo diretor geral e artístico do festival, Antônio Junior, e transmitido ao vivo pelas redes sociais do evento.

Além das mostras competitivas, Antônio Junior falou rapidamente sobre os filmes das outras mostras e sobre os filmes de abertura e encerramento. Banquete Coutinho, o documentário sobre Eduardo Coutinho, um dos mais importantes documentaristas do Brasil, dirigido por Josafá Veloso, abrirá o festival no dia 5 de junho. O longa de encerramento será Breve História de um do Planeta Verde, de Santiago Loza, vencedor do prêmio de melhor filme no Teddy Award, em Berlim.

A mostra competitiva de longa e curta-metragem é composta por um conjunto de apostas, e também descobertas, de filmes recém-chegados ao mundo, ainda inéditos no Brasil. Aqui, há a busca do equilíbrio entre inventividade, abordagem de temas contemporâneos e potencial de comunicação com o público.

A mostra competitiva Novos Olhares vai permitir, mais uma vez, conhecer trabalhos que exploram e tentam expandir os limites dos gêneros cinematográficos e que desafiam o espectador a pensar o seu lugar frente a obras instigantes. Já a mostra competitiva Outros Olhares é o espaço onde o festival reflete de maneira ampla sobre os dilemas sociais e humanos que marcam o nosso tempo e que encontram no cinema a caixa de ressonância mais forte. Assim como nas outras mostras, aqui também temos filmes de enorme destaque internacional, que combinam ficções e documentários dos mais diferentes lugares do mundo.

Também foram anunciados os júris oficiais. Os curadores Alberto Ramos e Flávia Cândida e a cineasta Rita Azevedo integram o júri da Mostra Competitiva. Já a Novos Olhares/Melhor Filme Brasileiro tem o júri composto pelo crítico Daniel Kasman e os programadores Javier Garcia Puerto e Sarah-Tai Black. No júri da mostra Outros Olhares estão o cineasta André Felix, a pesquisadora e professora Patricia Machado e o programador Raúl Camargo.

Além dos júris oficiais, o festival conta com um júri para o prêmio AVEC-PR (melhor curta-metragem da mostra Mirada Paranaense) e o júri para o Prêmio Abraccine, escolhido pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

Confira a lista completa com os filmes selecionados para o 8º Olhar de Cinema:

FILME DE ABERTURA:
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso (Brasil)

FILME DE ENCERRAMENTO:
Breve História do Planeta Verde (Breve historia del planeta verde), de Santiago Loza (Argentina/Alemanha/Brasil/Espanha)

COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:
Casa, de Letícia Simões (Brasil)
Chão, de Camila Freitas (Brasil)
De Novo Outra Vez (De Nuevo Otra Vez), de Romina Paula (Argentina)
Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler (Brasil)
Entre Duas Águas (Entre Dos Aguas), de Isaki Lacuesta (Espanha)
Família da Madrugada (Midnight Family), de Luke Lorentzen (EUA/México)
Etangs Noirs, de Pieter Dumoulin e Timeau De Keyser (Bélgica)
Seguir Filmando (Still Recording), de Ghiath Ayoub e Saeed Al Batal (França)
Tel Aviv em Chamas (Tel Aviv on Fire), de Sameh Zoabi (Bélgica/França/Israel/Luxemburgo)
Pretérito.Imperfeito (Wan Mei Xian Zai Shi), de Shengze Zhu (China/EUA)

COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:
Aqueles que Desejam (Los que Desean), de Elena López Riera (Espanha/Suíça)
Atalhos (Atajos), de Daniela Delgado Viteri (Equador)
Aziza, de Kaadan Soudade (Líbano/Síria)
Entropia, de Flóra Anna Buda (Hungria)
Em Caso de Fogo, de Tomás Paula Marques (Portugal)
Presente (Kado), de Aditya Ahmad (Indonésia)
Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (Brasil)
Thinya, de Lia Letícia (Brasil)
Terras do Mar (Tierras del Mar), de Azucena Losana (Argentina/Chile)

NOVOS OLHARES:
A Cidade Escondida (La Ciudad Oculta), de Victor Moreno (Espanha)
A Noite Amarela, de Ramon Porto Mota (Brasil)
Domínios (Domains), de Natsuka Kusano (Japão)
Não Pense que Eu Vou Gritar (Just Don’t Think I’ll Scream), de Frank Beauvais (França)
MS Slavic 7, de Deragh Campbell e Sofia Bohdanowicz (Canadá)
Levando Doces ao Cavalo (Ghode ko Jalebi Khilane le ja Riya Hoon), de Anamika Haksar (Índia)

OUTROS OLHARES | LONGAS-METRAGENS:
A Cor Branca, de Afonso Nunes (Brasil)
Cinzas e Brasas (De Cendres et de Braises), de Manon Ott (França)
Daniel (Daniel Fait Face), de Atlan Marine (França)
Enquanto Estamos Aqui, de Clarissa Campolina e Luiz Pretti (Brasil)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
No Alto da Montanha (Huo Shan), de Yang Zhang (China)
Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (Brasil)
No Salão Jolie (Chez Jolie Coiffure), de Rosine Mbakam (Bélgica)
Pahokee, de Ivete Lucas e Patrick Bresnan (EUA)
Segunda Vez, de Dora García (Bélgica/Noruega)
Uma Corrente Selvagem (Una Corriente Salvaje), de Nuria Ibáñez Castañeda (México)
Uma Noite de Inverno (Gyeo-Wul-Ba-Me), de Woo-Jin Jang (Coreia do Sul)

OUTROS OLHARES | CURTAS-METRAGENS:
Aurora, de Everlane Moraes (Cuba)
Caranguejo Rei, de Enock Carvalho e Matheus Farias (Brasil)
Na Boca da Mina (En la Boca de la Mina), de Brandán Cerviño (Cuba)
Polis, de Rafael Baptista (Brasil)
Quebramar, de Cris Lyra (Brasil)
Sabá, de Sérgio de Carvalho (Brasil)
Tudo que é Apertado Rasga, de Fabio Rodrigues da Silva Filho (Brasil)
Uma História Africana (A Story from Africa), de Billy Woodberry (Portugal)
Terra Abençoada (Một Khu Đất Tốt), de Phan Ngoc Lân (Vietnã)
Enclausurado (ΚΛΕΙΣΑΜΕ), de Sol Prado (Espanha)
Instruções Para Fazer um Filme (Instructions on How to Make a Film), de Nazli Dinçel (EUA)
Linhas de Riso (Lachfalten), de Patricia Wenger (Suíça)
Make It Soul, de Jean-Charles Mbotti Malolo (França)
Omarska, de Varun Sasindran (França)

Neste ano, o Olhar de Cinema traz uma novidade: o aplicativo do festival, onde estão todas as informações dos filmes e a programação completa, com local de exibição, data e horários. O aplicativo está disponível para Android e iOS e pode ser baixado nas respectivas lojas virtuais.

*Para conferir os filmes selecionados da mostra Olhares Clássicos, clique aqui; Foco Camila José Donoso, clique aqui; mostra Exibições Especiais, clique aqui; Olhar Retrospectivo – Raúl Ruiz e Diálogos no Exílio, clique aqui; Mirada Paranaense e Pequenos Olhares, clique aqui; e Olhares Brasil, clique aqui.

Foto: Divulgação.

Cemitério Maldito

por: Cinevitor

cemiteriomalditoposterPet Sematary

Direção: Kevin Kölsch, Dennis Widmyer.

Elenco: Jason Clarke, Amy Seimetz, John Lithgow, Jeté Laurence, Hugo Lavoie, Lucas Lavoie, Obssa Ahmed, Alyssa Brooke Levine, Maria Herrera, Frank Schorpion, Linda E. Smith, Sonia Maria Chirila, Naomi Frenette, Suzi Stingl, Kelly Lee, Nina Lauren, Alison O’Donnell, Raphaël Laporte, Simon Pelletier-Gilbert, Ines Feghouli Bozon, Maverick Fortin, Jacob Lemieux, Constance St-Denis-Veilleux, Bailey Thain.

Ano: 2019

Sinopse: O longa conta a história de Dr. Louis Creed, que, depois de mudar com sua esposa Rachel e seus dois filhos pequenos de Boston para a área rural do Maine, descobre um misterioso cemitério escondido dentro do bosque próximo à nova casa da família. Quando uma tragédia acontece, Louis pede ajuda ao seu estranho vizinho Jud Crandall, dando início a uma reação em cadeia perigosa que liberta um mal imprevisível com consequências horripilantes.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Pokémon: Detetive Pikachu

por: Cinevitor

detetivepikachuposterPokémon Detective Pikachu

Direção: Rob Letterman

Elenco: Justice Smith, Ryan Reynolds, Philippe Maia, Kathryn Newton, Bill Nighy, Ken Watanabe, Chris Geere, Suki Waterhouse, Josette Simon, Alejandro De Mesa, Rita Ora, Karan Soni, Max Fincham, Simone Ashley, Edward Davis, Diplo, Omar Chaparro, Ben Fox, Kadiff Kirwan, Ryoma Takeuchi, Rina Hoshino, Kotaro Watanabe, Ikue Ôtani, Sofia Abbasi, Omar Alboukharey, Priyanga Burford, Bern Collaço, Rob Delaney, Daniel Eghan, Paul Kitson, Abbie Murphy, Clem So.

Ano: 2019

Sinopse: A história começa quando o detetive Harry Goodman desaparece misteriosamente, levando seu filho Tim, de 21 anos, a tentar descobrir o que aconteceu. Quem ajuda na investigação é o antigo parceiro Pokémon de Harry, o Detetive Pikachu: um adorável super detetive divertido e brincalhão que é um enigma até para si mesmo. Após descobrirem que conseguem se comunicar um com o outro, uma vez que Tim é o único humano capaz de falar com o Detetive Pikachu, eles se unem em uma aventura para desvendar esse mistério. Reunindo pistas pelas ruas de Ryme City, uma gigantesca metrópole moderna onde seres humanos e Pokémon convivem lado a lado em um mundo live-action hiper-realista, eles encontram pelo caminho um elenco diversificado de Pokémon e revelam uma trama chocante que poderia arruinar essa coexistência pacífica e ameaçar todo o universo Pokémon.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Varda por Agnès

por: Cinevitor

vardaporagnesposterVarda par Agnès

Direção: Agnès Varda

Elenco: Agnès Varda, Sandrine Bonnaire, Hervé Chandès, Nurith Aviv, Esther Levesque, Mathieu Demy, Jacques Demy, JR.

Ano: 2019

Sinopse: De mãe da Nouvelle Vague a ícone feminista, a diretora Agnès Varda expõe seus processos de criação e revela sua experiência com o fazer cinematográfico. A cineasta dá um enfoque especial no método de storytelling que ela denomina de cine-writing, uma espécie de fórmula utilizada por ela na grande maioria de seus documentários e ficções, revisando a sua carreira de maneira única e emocionante, neste filme que encerra a sua trajetória de 64 anos.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas