Todos os posts de Cinevitor

Confira o trailer de Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster, com Florence Pugh

por: Cinevitor

midsommartrailer1Protagonista: Florence Pugh em cena.

Depois do sucesso de Hereditário, o diretor Ari Aster apresenta seu mais novo trabalho cinematográfico: Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, com estreia nacional agendada para o dia 19 de setembro. Conhecido como o maestro do terror, o diretor, que também assina o roteiro da nova produção, dá pistas de um novo filme enigmático no primeiro trailer legendado.

Produzido pelo estúdio A24 e estrelado por Florence Pugh, Jack Reynor, William Jackson Harper e Will Poulter, o vídeo revela antigas celebrações de colheita e apresenta um grupo de jovens em uma viagem de verão onde as coisas rapidamente dão errado.

Na trama, Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão, em uma terra de luz eterna, toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador.

Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.

Confira o trailer legendado de Midsommar – O Mal Não Espera a Noite:

Foto: Divulgação/Paris Filmes.

A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ganha trailer

por: Cinevitor

vidainvisivelkarimtrailer1Julia Stockler e Carol Duarte em cena.

Sétimo longa-metragem de Karim Aïnouz, A Vida Invisível de Eurídice Gusmão terá estreia mundial nesta segunda-feira, 20/05, no Festival de Cannes, na mostra Un Certain Regard, mesma divisão na qual o diretor lançou, em 2002, Madame Satã, primeiro longa de sua carreira.

Definido pelo cineasta como um melodrama tropical, a obra traz nos papéis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

“Eu trabalhei com um maravilhoso grupo de atrizes e atores. Eles são todos muito diferentes, de diferentes gerações, diferentes registros de atuação; e o desafio foi alcançar o mesmo tom, a mesma vibração”, conta o diretor.

Livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, que tem previsão de lançamento no circuito comercial em novembro deste ano, é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã The Match Factory e com a Sony Pictures Brasil, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual).

“Eu fiquei profundamente tocado quando eu li o livro. Disparou memórias intensas da minha vida. Eu fui criado no nordeste dos anos 1960, numa sociedade machista e conservadora, dentro de uma família matriarcal. Os homens ou haviam indo embora ou eram ausentes. Numa cultura patriarcal, eu tive a oportunidade de crescer numa família onde as mulheres comandavam o espetáculo, elas eram as protagonistas”, recorda Aïnouz. “O que me levou a adaptar A Vida Invisível de Eurídice Gusmão foi o desejo de dar visibilidade a tantas vidas invisíveis, como as da minha mãe, minha avó, das minhas tias e de tantas outras mulheres dessa época. As histórias dessas personagens não foram contadas o suficiente, seja em romances, livros de história ou no cinema”, completa.

Rodrigo Teixeira foi o responsável por amarrar o projeto com o diretor. Ao receber o manuscrito de Martha Batalha, o produtor acreditou que Aïnouz seria a melhor pessoa a contar a história, não apenas pelo estilo de sua filmografia, mas também pela interseção entre o livro e a história familiar do diretor, onde observou a invisibilidade das mulheres conduzidas por uma geração machista. “Quando eu li o livro pensei muito no Karim, tanto pela narrativa ter relação com a história pessoal de vida dele, especificamente com o momento que ele estava vivendo naquela época, e também porque o universo me remetia muito a dois filmes dele: O Céu de Suely e Seams, o primeiro de sua carreira, ambos projetos que falam de mulheres fortes, que lutam para sobreviver na nossa sociedade”, explica Teixeira.

Na trama, as irmãs Guida e Eurídice são como duas faces da mesma moeda: irmãs apaixonadas, cúmplices, inseparáveis. Eurídice, a mais nova, é uma pianista prodígio, enquanto Guida, romântica e cheia de vida, sonha em se casar e ter uma família. Um dia, com 18 anos, Guida foge de casa com o namorado. Ao retornar grávida, seis meses depois e sozinha, o pai, um português conservador, a expulsa de casa de maneira cruel. Guida e Eurídice são separadas para sempre e passam suas vidas tentando se reencontrar, como se somente juntas fossem capazes de seguir em frente.

Com roteiro assinado por Murilo Hauser, em colaboração com a uruguaia Inés Bortagaray e o próprio diretor, o longa, ambientado majoritariamente na década de 1950, foi rodado no Rio de Janeiro, nos bairros da Tijuca, Santa Teresa, Estácio e São Cristóvão. A direção de fotografia é da francesa Hélène Louvart, de As Praias de Agnès e Lazzaro Felice, que assina seu primeiro longa brasileiro, e a alemã Heike Parplies, de Toni Erdmann, assina a montagem.

Confira o trailer de A Vida Invisível de Eurídice Gusmão:

Foto: Bruno Machado.

Morre, aos 76 anos, o cineasta brasileiro Luiz Rosemberg Filho

por: Cinevitor

luizrosembergmorreO diretor, em 2016, na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

Morreu na madrugada deste domingo, 19/05, aos 76 anos, o cineasta brasileiro Luiz Rosemberg Filho. Segundo informações divulgadas, ele sofreu complicações depois de uma cirurgia, na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, e não resistiu.

Rosemberg era considerado um dos nomes mais importantes do cinema marginal e se destacava com produções experimentais. Apesar de ser alvo constante da censura, durante a ditadura militar, conseguiu realizar diversas obras marcantes, entre elas, Crônica de um Industrial, de 1978, que foi proibida pelos censores de ser exibida no Festival de Cannes.

Começou sua carreira nas telonas em 1968 com Balada de Página Três, filme protagonizado por Sindoval Aguiar, Chacrinha e Adriana Prieto. Depois disso, lançou diversos filmes, como: Jardim das Espumas (1971), Imagens do Silêncio (1973), Assuntina das Amérikas (1976), O Santo e a Vedette (1982), Dois Casamentos (2014), Guerra do Paraguay (2017), entre outros.

No ano passado, exibiu Os Príncipes na 22ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual. O longa foi premiado nas categorias de melhor ator para Igor Cotrim, melhor atriz para Patrícia Niedermeier, melhor ator coadjuvante para Tonico Pereira, melhor fotografia, trilha sonora e edição de som.

A carreira de Luiz Rosemberg Filho, que corria por fora do circuito comercial, também foi marcada por curtas-metragens, como: Imagens e Imagens (2000), Ficção Científica (2000), Barbárie (2000), As Sereias (2000), As Máscaras (2000), Linguagem (2014), Carta a uma Jovem Cineasta (2014), entre outros.

Antes de ser internado, Rosemberg, que também atuava como escritor e artista plástico, deixou finalizado um longa-metragem inédito: O Bobo da Corte.

Foto: Reprodução/YouTube.

Associação Brasileira de Cinematografia anuncia vencedores do Prêmio ABC 2019

por: Cinevitor

circomisticoabcvencedorVincent Cassel e Juliano Cazarré em O Grande Circo Místico.

Foram anunciados neste sábado, 18/05, na Cinemateca Brasileira, em cerimônia apresentada pela atriz Mel Lisboa, os vencedores do Prêmio ABC 2019. A Associação Brasileira de Cinematografia (ABC), fundada em 2 de janeiro de 2000, reúne profissionais do audiovisual brasileiro, especialmente diretores de fotografia, com o objetivo de incentivar a troca de ideias e informações para democratizar e multiplicar o aperfeiçoamento técnico e artístico da categoria.

O filme O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, levou os prêmios de melhor direção de fotografia para longa-metragem, entregue para Gustavo Hadba, e melhor direção de arte em longa-metragem para Artur Pinheiro. Heloisa Passos recebeu o prêmio de melhor direção de fotografia para documentário por Construindo Pontes.

Os prêmios foram entregues pelas atrizes Shirley Cruz e Virginia Cavendish; pelo diretor Bruno Barreto; por Leticia Santinon, gerente do Circuito Spcine; pelo diretor de fotografia Marcelo Trotta, presidente da ABC; pela diretora de fotografia Adriana Bernal; entre outros.

Este ano, o Prêmio ABC prestou uma homenagem a Luiz Carlos Barreto, que foi apresentada pelo diretor de fotografia Lauro Escorel. Além disso, também foram anunciados os sócios que receberam o direito de usar a sigla ABC: os diretores de fotografia Kika Cunha e Mustapha Barat; a editora de som Maria Muricy; e o colorista Marcio Pasqualino.

Conheça os vencedores do Prêmio ABC 2019:

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
O Grande Circo Místico, por Gustavo Hadba

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Construindo Pontes, por Heloisa Passos

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE | LONGA-METRAGEM:
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro

MELHOR MONTAGEM | LONGA-METRAGEM:
Legalize Já – A Amizade Nunca Morre, por Marcelo Junqueira
Tungstênio, por Gustavo Giani

MELHOR SOM | LONGA-METRAGEM:
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Armando Torres Jr., Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Jorge Saldanha e Renan Deodato

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | CURTA-METRAGEM:
Concreto Cinza Abstrato, por Bruno Fenart

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | SÉRIE DE TV:
Ilha de Ferro (1ª temporada, episódio 1), por Carlos Zalasik

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA | FILME ESTUDANTIL:
Tempo de Ir, Tempo de Voltar, de Lucas Silva Campos (Escola de Comunicações e Artes – USP)

Foto: Divulgação.

5ª Ciranda de Filmes – Música, linguagem da vida: programação gratuita com mais de 70 filmes e oficinas

por: Cinevitor

amazoniagroovecirandaCena do documentário Amazônia Groove: destaque da programação.

A Ciranda de Filmes, que acontecerá entre os dias 23 e 26 de maio, tem como proposta refletir a conexão do ser humano com diversos segmentos da cultura e com a educação. O evento oferece programação gratuita, com exibições de filmes, oficinas e bate-papo no Espaço Itaú de Cinema, na Augusta, em São Paulo. Além disso, pela primeira vez a Ciranda de Filmes terá itinerância nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Salvador e Porto Alegre em agosto deste ano.

A Tuba to Cuba, de T.G. Herrington e Danny Clinch; Esteban, de Jonal Cosculluela; Kinders, de Arash T. Riahi e Arman T. Riani; Listen to the silence, de Marian Chachia; Mantra: Sounds into Silence, de Georgia Wyss e Wari OM; In Pursuit of Silence, de Patrick Shen; e School Life, de David Rane e Neasa Ní Chianáin são alguns dos longas, inéditos nos cinemas brasileiros, que compõem a seleção de mais de 70 títulos da 5ª Ciranda de Filmes.

Being Hear, Rocknrollers e Peter & the Wolf são destaques entre os curtas, que em sua maioria serão exibidos antecedendo os títulos de longa ou média-metragem. Além de filmes, estão programados no evento bate-papos, vivências, oficinas e sessões especiais seguidas de conversas com cineastas, músicos, educadores e artistas.

A abertura para convidados será na quarta-feira, 22/05, com a pré-estreia de Amazônia Groove, de Bruno Murtinho, que estará presente na sessão. O filme, vencedor do Prêmio de Fotografia no Festival SXSW, South by Southwest, documenta várias manifestações artísticas através de ritmos da região do Amazonas. Além da pré-estreia, Amazônia Groove terá mais uma exibição na Ciranda, no dia 23, seguida de debate com o diretor e entrará em cartaz com exclusividade no circuito Itaú Cinemas.

A música, portanto, está presente em todos os curtas, médias e longas selecionados pelas curadoras Fernanda Heinz e Patrícia Durães para esta edição do evento. Além dos títulos inéditos nos cinemas do país, o público poderá ver ou rever muitos filmes que integram a programação que propõe refletir como a música pode influenciar na saúde, no bem-estar e no desenvolvimento do ser humano, a partir da gestação.

velhaafiarcurtaA Velha a Fiar, de Humberto Mauro: curta realizado em 1964.

Entre as obras a serem reapresentadas na 5ª Ciranda de Filmes, destacam-se: As Canções, de Eduardo Coutinho; Alive Inside, de Michael Rossato-Bennett; Nelson Freire, de João Moreira Salles; A Pessoa é Para o Que Nasce, de Roberto Berliner; Everybody’s Cage, de Sandra Trostel; Tropicália, de Marcelo Machado; Violeta foi para o céu, de Andrés Wood; As Hiper Mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro; Palavra (En) Cantada, de Helena Solberg e outros longas, além de vários curtas como A Velha a Fiar, de Humberto Mauro; Hermeto, Campeão, de Thomas Farkas; Uma Pequena Mensagem do Brasil ou (A Saga de Castanha e Caju contra o encouraçado Titanic), de Walter Salles e Daniela Thomas.

As vivências e conversas musicais, que serão realizadas ao longo do evento, contarão com a participação de profissionais das áreas de saúde, música, educação e cultura para debater e refletir com o público temas como a importância da música na inclusão social, no ensino, no desenvolvimento da criança e do jovem e o seu papel no cinema. Já a proposta das três oficinas é oferecer ao público interessado: saúde e bem-estar através do ritmo, critérios e procedimentos da crítica cinematográfica e um amplo panorama do universo das trilhas originais compostas para cinema, nas oficinas de Gustavo Gitti, Sergio Rizzo e Tony Berchmans.

Além da programação paralela e da exibição de filmes, o público da Ciranda poderá desfrutar da ambientação especial que será instalada saguão do Espaço Itaú de Cinema Augusta para os dias do evento: um coreto com vários fones de ouvido e diversas playlists estarão disponíveis para quem desejar meditar e ouvir boa música, sons da natureza e cirandar com as canções da cultura da infância.

Confira a vinheta da Ciranda de Filmes 2019 – Música, linguagem da vida:

Foto: Divulgação.

Com Antonio Banderas, Dor e Glória, de Pedro Almodóvar, ganha novo trailer

por: Cinevitor

almodovardoregloriatrailernovoAntonio Banderas e Leonardo Sbaraglia em cena.

Selecionado para a Competição Oficial do Festival de Cannes, Dor e Glória, no original Dolor y gloria, dirigido por Pedro Almodóvar, acaba de ganhar um novo trailer. O filme, que chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de junho, será exibido em Cannes nesta sexta-feira, 17/05, e disputa a Palma de Ouro, prêmio máximo do evento.

Vale lembrar que o cineasta espanhol já passou pelo festival francês diversas vezes e foi premiado com: Tudo Sobre Minha Mãe (melhor direção e Júri Ecumênico); Volver (melhor roteiro); e A Pele que Habito (Award of the Youth). Abraços Partidos e Julieta também disputaram a Palma de Ouro.

A trama de Dor e Glória retrata uma série de reencontros, alguns físicos e outros em memória, vividos por Salvador Mallo, um cineasta que está em pleno declínio. O longa fala sobre criação, a dificuldade de liderar a própria vida e sobre como as paixões trazem significado e esperança. Ao recuperar o seu passado, Salvador encontra uma necessidade urgente de contar a história, e com isso, também encontra sua salvação. Além disso, vai abordar também a impossibilidade de separar a obra do protagonista da vida real, seu vazio incomensurável diante da impossibilidade de continuar filmando, os primeiros amores, a lembrança materna, a morte, os anos 1970, 1980 e o presente.

O elenco conta com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Julieta Serrano, Cecilia Roth, Leonardo Sbaraglia, Raúl Arévalo, Eva Martín, Susi Sánchez, Nora Navas, Julián López e Penélope Cruz. No início das filmagens, em julho do ano passado, Almodóvar declarou: “Ao contrário de Julieta, Dolor y Gloria será um filme com protagonistas masculinos, mas trago também atrizes que eu adoro como coadjuvantes”.

Antonio Banderas começou sua carreira em 1982 no filme Labirinto de Paixões, de Pedro Almodóvar. Depois disso, trabalhou diversas vezes com o diretor em outros filmes, como: Matador (1986), A Lei do Desejo (1987), Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), Ata-me (1989), A Pele que Habito (2011) e Os Amantes Passageiros (2013).

Penélope Cruz já é considerada uma das musas de Pedro Almodóvar, com quem trabalhou em Carne TrêmulaTudo Sobre Minha MãeVolverAbraços PartidosOs Amantes Passageiros. Cecilia Roth acompanha a trajetória do cineasta desde sua estreia atrás das câmeras com Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão, passando por Maus Hábitos, Labirinto de Paixões e Tudo Sobre Minha Mãe, que levou o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 2000.

O ator e cantor espanhol Asier Etxeandia foi dirigido por Almodóvar pela primeira vez, já a veterana Julieta Serrano trabalhou com o cineasta em Pepi, Luci, Bom e Outras Garotas de Montão (1980), Maus Hábitos (1983), Matador (1986), Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988) e Ata-me (1989).

Confira o novo trailer de Dor e Glória, o 21º filme de Pedro Almodóvar:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Kardec

por: Cinevitor

kardecposterDireção: Wagner de Assis

Elenco: Leonardo Medeiros, Sandra Corveloni, Guilherme Piva, Leonardo Franco, Genézio de Barros, Guida Vianna, Julia Konrad, Charles Fricks, Licurgo Espinola, Letícia Braga, Júlia Svacinna, Dalton Vigh, Louise D’Tuani, Christian Baltauss, Jayme del Cueto, Henrique Neves.

Ano: 2019

Sinopse: Hippolyte Léon Denizard Rivail, reconhecido depois como Allan Kardec, foi um educador francês nascido em 1804 que codificou o espiritismo a partir de 1857. A trama acompanha a trajetória de Kardec desde o período em que atuava como educador, passando pela investigação dos fenômenos, pelo processo de codificação da doutrina espírita, até a publicação e repercussão de O Livro dos Espíritos. Baseado no livro Kardec – A Biografia, de Marcel Souto Maior.

*Clique aqui e assista ao programa especial com entrevista com os protagonistas Leonardo Medeiros e Sandra Corveloni.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Cine PE – Festival do Audiovisual 2019: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

corponossocinepeselecaoRoberta Rodrigues e Renato Góes no filme O Corpo é Nosso!, de Theresa Jessouroun.

Prevista inicialmente para o mês de maio, a 23ª edição do Cine PE – Festival Audiovisual será adiada. O motivo foi o retardamento no anúncio das mudanças promovidas pelo Governo Federal na Lei de Incentivo à Cultura. Com as novas regras apresentadas, o Cine PE anuncia nova data: de 29 de julho a 4 de agosto e novamente o Cinema São Luiz será palco para as exibições de produções de todo o país com programação plural e diversidade de linguagens e narrativas.

Dos 892 filmes inscritos para as mostras competitivas, número 77,33% maior em relação a 2018, que foi de 503 filmes, seis longas, sendo três na categoria ficção e três na categoria documentário, estarão juntos na Mostra Competitiva de Longas-Metragens, sete títulos na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos e dezenove na Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais.

A curadoria das mostras competitivas do Cine PE 2019, novamente, ficou nas mãos de três profissionais ligados ao audiovisual: a consultora e representante comercial da empresa CiaRio/Naymar, Edina Fujii (in memoriam), o crítico e programador do circuito Cine Materna, Edu Fernandes, e o crítico e palestrante de cinema Danilo Calazans. Sobre a linha curatorial, Edu Fernandes explica: “Vivemos tempos articulados, com temas urgentes na pauta de discussões. Nossa missão como curadores foi contemplar esses assuntos na programação ao mesmo tempo em que tomamos cuidado para não montar uma grade com filmes muitos parecidos entre si. Por isso, procuramos por vozes diversas e tópicos variados. É também preciso lembrar o valor da contribuição de Edina Fujii, que passou por cima de dificuldades impostas por sua condição física para dar conta de nos ajudar nessa difícil missão de equilibrar os olhares contemplados”.

Na condição Hors Concours, o festival traz a estreia nacional do documentário Frei Damião – O Santo do Nordeste, da diretora pernambucana Deby Brennand, que conta a história do capuchinho italiano que chegou ao nordeste brasileiro na década de 1930 e que por 66 anos se tornou um andarilho em busca da salvação das almas; e também, o curta de ficção, baseado em fatos reais, Parto Sim!, de Kátia Mesel, que aborda a questão das mulheres que vivem em Fernando de Noronha e têm que deixar a ilha aos sete meses de gestação para realizar o parto no Recife.

O Júri Oficial de cada categoria das mostras competitivas será constituído por cineastas, críticos, pesquisadores e artistas com comprovada experiência, que serão responsáveis por indicar os vencedores do Troféu Calunga, criação da artista plástica Juliana Notari. Além disso, o público irá selecionar os premiados pelo Júri Popular, por meio do aplicativo oficial do festival e os críticos também escolherão os filmes de suas preferências. O Canal Brasil oferece o Prêmio Canal Brasil de Curtas com um júri composto por jornalistas e críticos de cinema que escolhe o melhor filme de curta-metragem em competição, que, além de ser exibido na grade de programação, recebe o Troféu Canal Brasil e R$ 15 mil.

Sobre a mudança de data, a diretora e idealizadora do Cine PE, Sandra Bertini, explica que foi uma decisão difícil, porém necessária para a realização do festival. Segundo ela, todos os diretores compreenderam bem e entenderam a mudança de data, inclusive, muitos dos realizadores fazem uso da Lei de Incentivo para produção dos filmes: “Sempre é muito difícil tomar esse tipo de decisão, não é nada confortável, mas precisávamos aguardar a liberação do SALICWEB para aprovarmos o projeto e, portanto, termos o benefício fiscal federal. Essa liberação do sistema só aconteceu agora no início de maio”.

Pela primeira vez nos 23 anos de história do Cine PE, o festival não terá a saudosa jornalista Graça Araújo como mestre de cerimônia. Com a perda prematura de Graça, quem assume a apresentação do festival é a atriz pernambucana Nínive Caldas. Com 10 anos de carreira, Nínive é integrante do Coletivo Angu de Teatro e já participou de filmes nacionais e internacionais. Na TV, apresenta o programa Na Direção Delas, pela TV Brasil.

O Cine PE 2019 terá ainda espaço para a formação de novos cineastas com o workshop Formas Alternativas de Monetização de Curtas, ministrado pelo consultor de roteiro e escritor Bill Labonia. Formado em cinema e especializado em roteiro pela Vancouver Film School, Labonia tem mais de 15 prêmios nacionais e internacionais como roteirista.

Nessa edição também foi criado o Concurso de Argumento para roteiristas, direcionados para filmes no formato de curta metragem. Todas as orientações para inscrição, que podem ser feitas até 05/07 estão no site. O vencedor do concurso será conhecido na noite de premiação do festival e receberá apoios da Escola de Roteirista Empreendedor (RWR) e do CTAV-SAV.

Conheça os filmes selecionados para o Cine PE – Festival do Audiovisual 2019:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS:

Vidas Descartáveis, de Alexandre Valenti e Alberto Graça (RJ)
O Corpo é Nosso!, de Theresa Jessouroun (RJ)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (SP)
Teoria do Ímpeto, de Marcelo R. Faria e Rafael Moura (DF)
Abraço, de DF Fiuza (BA)
Um e Oitenta e Seis Avos, de Felipe Leibold (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS:

É Difícil Te Encontrar, de Sabrina Menedotti (PE)
3x Melhor, de Andriolli Araújo (MA)
Procuram-se Mulheres, de Rozzi Brasil (RJ)
Pogrom, de Guilherme Folly e Fernanda Cavalcanti (RJ)
Cor de Pele, de Lívia Perini (PE)
Carrero, o Áspero Amável, de Luci Alcântara (PE)
Vinillis Frutíferis, de Victorhugo Passabon Amorim (ES)
Obeso Mórbido, de Diego Bauer e Ricardo Manjaro (AM)
Tommy Brilho, de Sávio Fernandes (CE)
O Mistério da Carne, de Rafaela Camelo (DF)
Lembra, de Leonardo Martinelli (RJ)
Guará, de Fabricio Cordeiro e Luciano Evangelista (GO)
A Margem do Universo, de Tiago Esmeraldo (DF)
A Pedra, de Iuli Gerbase (RS)
Casa Cheia, de Carlos Nigro (PE)
Vivi Lobo e O Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (PR)
Só Sei que Foi Assim, de Giovanna Muzel (SC)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR)
Trip & Treasure, de Estúdio Escola de Animação (RJ)

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS PERNAMBUCANOS:

S/N (Sem Número), de Renata Malta
Coleção, de André Pinto e Henrique Spencer
Pisciano, de Alexandre Pitanga
Mulheres de Fogo, de Vinícius Meireles
Epígramas, de Wayner Tristao
Sobre Viver, de Sérgio Ferreira, Vinícius de Miranda e Marlom Meirelles
Quando a Chuva Vem?, de Jefferson Batista

MOSTRA DE FILMES HORS CONCOURS:

Frei Damião – O Santo do Nordeste, de Deby Brennand (PE)
Parto Sim, de Katia Mesel (PE)

MOSTRA INFANTIL DE CINEMA:

Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano, de Vivianne Jundi
Meus 15 Anos, de Caroline Fioratti

Vale lembrar que os ingressos para as sessões do 23º Cine PE serão gratuitos e poderão ser retirados, diariamente, a partir das 17h30, na bilheteria do cinema.

Foto: Divulgação/Kinofilmes.

Sydney Film Festival 2019: Bacurau em competição e outras produções brasileiras na programação

por: Cinevitor

bacurausydneyselecaoBárbara Colen em cena de Bacurau: filme brasileiro em competição.

Realizado desde 1954, o Sydney Film Festival é conhecido por sua variada programação que apresenta filmes do mundo todo e celebra produções empolgantes e audaciosas. Neste ano, serão exibidos 200 filmes, entre os dias 5 e 16 de junho, em diversas mostras.

Na Competição Oficial, doze longas disputam o prêmio de melhor filme, entre eles, o brasileiro Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, exibido recentemente no Festival de Cannes. Vale lembrar que, em 2016, Kleber Mendonça passou pelo festival com Aquarius, que levou o prêmio máximo do evento.

Neste ano, o filme de abertura será a comédia dramática Palm Beach, de Rachel Ward, que conta com Richard E. Grant, Sam Neill, Greta Scacchi, Jacqueline McKenzie, Claire van der Boom e Bryan Brown no elenco.

Além disso, outras produções brasileiras se destacam na programação, como: Marighella, de Wagner Moura; Divino Amor, de Gabriel Mascaro; os documentários Democracia em Vertigem, de Petra Costa, e Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves; e a animação Tito e os Pássaros, de André Catoto, Gabriel Bitar e Gustavo Steinberg.

Conheça os filmes selecionados para a Competição Oficial do Sydney Film Festival 2019:

Bacurau, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho (Brasil)
Bellbird, de Hamish Bennett (Nova Zelândia)
Dirty God, de Sacha Polak (Holanda/Reino Unido/Bélgica/Irlanda)
God Exists, Her Name Is Petrunya (Gospod postoi, imeto i’ e Petrunija), de Teona Strugar Mitevska (Macedônia/Bélgica/França/Croácia/Eslovênia)
Hearts and Bones, de Ben Lawrence (Austrália)
Judy and Punch, de Mirrah Foulkes (Austrália)
Monos, de Alejandro Landes (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai)
Nunca Deixe de Lembrar (Werk ohne Autor), de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha/Itália)
Dor e Glória (Dolor y gloria), de Pedro Almodóvar (Espanha)
Parasite (Gisaengchung), de Joon-ho Bong (Coreia do Sul)
The Souvenir, de Joanna Hogg (Reino Unido/EUA)
Synonymes, de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Vingadores: Ultimato e Game of Thrones lideram indicações ao MTV Movie & TV Awards 2019

por: Cinevitor

vingadoresmtvawardsOs super-heróis em cena: até agora, segunda maior bilheteria da história do cinema.

Antes conhecida como MTV Movie Awards, a premiação mais divertida do cinema agora conta também, há duas edições, com séries de TV e programas entre os indicados; por isso, mudou o nome para MTV Movie & TV Awards.

Neste ano, o prêmio acontecerá no dia 17 de junho e será apresentado pelo ator Zachary Levi, no Barker Hangar, em Santa Mônica, na Califórnia. O documentário RBG, Vingadores: Ultimato e a série Game of Thrones saem na frente na disputa pela pipoca dourada, concorrendo em quatro categorias cada.

A premiação continua quebrando a divisão entre cinema, televisão e streaming, indicando as melhores performances, independente do tamanho da tela, estilo ou gênero. O público pode escolher seus preferidos pela votação realizada no site oficial da premiação.

Conheça os indicados ao MTV Movie & TV Awards 2019:

MELHOR FILME:
Homem-Aranha no Aranhaverso
Infiltrado na Klan
Nós
Para Todos os Garotos que Já Amei
Vingadores: Ultimato

MELHOR SÉRIE:
A Maldição da Residência Hill
Big Mouth
Game of Thrones
Riverdale
Schitt’s Creek

MELHOR ATUAÇÃO | CINEMA:
Amandla Stenberg, por O Ódio que Você Semeia
Lady Gaga, por Nasce Uma Estrela
Lupita Nyong’o, por Nós
Rami Malek, por Bohemian Rhapsody
Sandra Bullock, por Bird Box

MELHOR ATUAÇÃO | SÉRIE:
Elisabeth Moss, por The Handmaid’s Tale
Emilia Clarke, por Game of Thrones
Gina Rodriguez, por Jane, a Virgem
Jason Mitchell, por The Chi
Kiernan Shipka, por O Mundo Sombrio de Sabrina

MELHOR HERÓI:
Brie Larson (Carol Danvers/Capitã Marvel), por Capitã Marvel
John David Washington (Ron Stallworth), por Infiltrado na Klan
Maisie Williams (Arya Stark), por Game of Thrones
Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro), por Vingadores: Ultimato
Zachary Levi (Billy Batson/Shazam), por Shazam!

MELHOR HERÓI DA VIDA REAL:
Alex Honnold, por Free Solo
Hannah Gadsby, por Nanette
Roman Reigns, por WWE SmackDown
Ruth Bader Ginsburg, por RBG
Serena Williams, por Being Serena

MELHOR VILÃO:
Jodie Comer (Villanelle), por Killing Eve
Joseph Fiennes (Fred Waterford), por The Handmaid’s Tale
Josh Brolin (Thanos), por Vingadores: Ultimato
Lupita Nyong’o (Red), por Nós
Penn Badgley (Joe Goldberg), por Você

MELHOR BEIJO:
Camila Mendes e Charles Melton, em Riverdale
Jason Momoa e Amber Heard, em Aquaman
Ncuti Gatwa e Connor Swindells, em Sex Education
Noah Centineo e Lana Condor, em Para Todos os Garotos que já Amei
Tom Hardy e Michelle Williams, em Venom

MELHOR ATUAÇÃO ASSUSTADA:
Alex Wolff, em Hereditário
Linda Cardellini, em A Maldição da Chorona
Rhian Rees, em Halloween
Sandra Bullock, em Bird Box
Victoria Pedretti, em A Maldição da Residência Hill

ARTISTA REVELAÇÃO:
Awkwafina, por Podres de Ricos
Haley Lu Richardson, por A Cinco Passos de Você
Mj Rodriguez, por Pose
Ncuti Gatwa, por Sex Education
Noah Centineo, por Para Todos os Garotos que Já Amei

MELHOR ATUAÇÃO CÔMICA:
Awkwafina, por Podres de Ricos
Dan Levy, por Schitt’s Creek
John Mulaney, por Big Mouth
Marsai Martin, por A Chefinha
Zachary Levi, por Shazam!

MELHOR LUTA:
Arya Stark vs. os Caminhantes Brancos, em Game of Thrones
Becky Lynch vs. Ronda Rousey vs. Charlotte Flair, em WWE Wrestlemania
Capitã Marvel vs. Minn-Erva, em Capitã Marvel
Capitão América vs. Thanos, em Vingadores: Ultimato
Ruth Bader Ginsburg vs. Desigualdade, em RBG

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
At the Heart of Gold: Inside the USA Gymnastics Scandal
McQueen
Minding the Gap
RBG
Sobreviver a R. Kelly

MELHOR APRESENTADOR:
Gayle King, por CBS This Morning
Nick Cannon, por Wild ‘n Out
Nick Cannon, por The Masked Singer
RuPaul, por RuPaul’s Drag Race
Trevor Noah, por The Daily Show with Trevor Noah

REALEZA DOS REALITIES:
Jersey Shore: Os Originais
Love & Hip Hop: Atlanta
The Bachelor
The Challenge
Vanderpump Rules

MOMENTO MAIS MEME-MORÁVEL:
The Lilo Dance, em Lindsay Lohan: A Dona do Paraíso
A touca do Ray J, em Love & Hip Hop: Hollywood
Notória RBG, em RBG
O fracasso das borboletas de Asia O’Hara, em RuPaul’s Drag Race
Colton Underwood pula a cerca, em The Bachelor

Foto: Marvel Studios.

Divaldo – O Mensageiro da Paz, filme sobre o médium baiano Divaldo Franco, ganha trailer

por: Cinevitor

divaldotrailerBruno Garcia interpreta Divaldo na fase adulta.

A Fox Film divulgou, nesta terça-feira, 14/05, o primeiro trailer de Divaldo – O Mensageiro da Paz, longa produzido pela Estação Luz Filmes e Cine e estrelado por Bruno Garcia, Ghilherme Lobo, Regiane Alves e Marcos Veras, sob direção de Clovis Mello.

O longa, que estreia no dia 12 de setembro, conta a trajetória do médium baiano Divaldo Franco, um dos mais importantes do mundo, reconhecido não só no Brasil, mas em diversos países. Sendo um dos responsáveis pela popularização do espiritismo internacionalmente, realizou mais de 13,5 mil palestras em duas mil cidades e foi nomeado Embaixador da Paz no Mundo pela Ambassade Universelle de la Paix, em Genebra, na Suíça.

Hoje, com 92 anos, Divaldo ainda dedica sua vida à caridade e aos trabalhos da Mansão do Caminho, obra social do Centro Espírita Caminho da Redenção, fundada em 15 de agosto de 1952, em Salvador, na Bahia. Criada inicialmente como um orfanato, a Mansão do Caminho nasceu do trabalho de Divaldo e Nilson de Souza Pereira, seu colaborador. Juntos, abriram ruas e construíram as primeiras casas em um terreno até então isolado e sem infraestrutura. Hoje, a instituição conta com uma equipe de cerca de 200 funcionários, 400 voluntários e oferece ensino infantil, fundamental e médio, aulas de música, teatro, dança e artesanato, cursos profissionalizantes para jovens e adultos, postos de saúde com serviços ambulatoriais e odontológicos e um centro de parto natural que já realizou mais de 4 mil nascimentos humanizados.

O Brasil conta com 3,8 milhões de seguidores da doutrina de Allan Kardec, segundo o IBGE. Além disso, segundo a Federação Espírita Brasileira, também existem 30 milhões de simpatizantes com a religião espírita no Brasil. Para atender este grande público, diversas produções cinematográficas nacionais vêm abordando nos últimos anos os diferentes assuntos que o espiritismo estuda e levando milhões de pessoas aos cinemas. Entre os filmes de maior destaque do cinema espírita no Brasil estão outras obras produzidas ou coproduzidas pela Estação Luz Filmes, como: Bezerra de Menezes: O Diário de um Espírito, As Mães de Chico Xavier, Chico Xavier, que levou mais de 3,4 milhões de espectadores aos cinemas em 2010, e O Filme dos Espíritos.

Divaldo – O Mensageiro da Paz é uma obra que apresentará a história de um homem simples e caridoso que publicou 270 livros e construiu uma obra social que hoje tem mais de 50 prédios, retirou mais de 160 mil pessoas da miséria nas últimas sete décadas e atende cerca de 5 mil pessoas por dia, entre crianças, adolescentes, adultos e idosos.

O elenco conta também com João Bravo, Laila Garin, Caco Monteiro, Ana Cecília Costa, Bruno Suzano e Osvaldo Mil, com produção de Raul Doria e Sidney Girão e direção e roteiro de Clovis Mello, de Ninguém Ama Ninguém por Mais de Dois Anos.

A sinopse diz: nascido na pequena cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia, Divaldo convive com a mediunidade desde os 4 anos de idade. Perturbado com o que vê, rejeitado pelas outras crianças e reprimido pelo pai, o garoto não tem uma infância fácil. Aos 17 anos, se convence de que é inútil tentar negar seu dom. Com o apoio da mãe, entra em contato com o espiritismo e muda-se para Salvador para estudar a doutrina. Sob a orientação de sua guia espiritual, Joanna de Ângelis, o jovem supera a saudade da família e a solidão da cidade grande e abraça sua missão. Poucos anos depois, aquele estranho menino de Feira de Santana torna-se um dos médiuns mais importantes de todos os tempos e abre mão de sua vida pessoal para dedicar-se à caridade.

Confira o trailer de Divaldo – O Mensageiro da Paz:

Foto: Reprodução/YouTube.

Com Dira Paes, Divino Amor, de Gabriel Mascaro, ganha teaser

por: Cinevitor

dirapaesdivinoteaserDira Paes em cena: devota religiosa.

Divino Amor, de Gabriel Mascaro, começou sua carreira na Competição Internacional do Festival de Sundance, em janeiro deste ano. Depois, foi exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim e, até agora, já foi selecionado para mais de vinte festivais.

O longa conta a história de uma mulher profundamente religiosa que é escrivã de cartório e usa sua posição no trabalho para tentar salvar casais que chegam para se divorciar. Joana, interpretada por Dira Paes, faz tudo em nome de um projeto maior de fé dentro da fidelidade conjugal. Enquanto espera por um sinal em reconhecimento pelos seus esforços, é confrontada com uma crise no seu próprio casamento que termina por deixá-la ainda mais perto de Deus.

Sobre o teaser divulgado, Mascaro, já consagrado com diversos longas, como Boi Neon, pontua: “Fabular um futuro próximo é uma ferramenta fundamental para ler as contradições do presente”. O elenco conta também com Emílio de Melo, Julio Machado, Thalita Carauta, Mariana Nunes, Teca Pereira e Tuna Dwek.

O longa é fotografado pelo mexicano Diego Garcia, que também assina a fotografia de Boi Neon, tradicional parceiro de Mascaro, que depois foi convidado a assinar a fotografia de renomados diretores como ApichatpongCarlos Reygadas e Nicolas Winding Refn. O filme é uma coprodução entre Brasil, Uruguai, Dinamarca e Noruega.

Confira o teaser de Divino Amor, que chega aos cinemas no dia 27 de junho com distribuição da Vitrine Filmes:

Foto: Divulgação.