Todos os posts de Cinevitor

CINEVITOR #330: Entrevista com Rodrigo Santoro | Edição Especial + O Tradutor

por: Cinevitor

santorotradutorcinevitorpgmO ator brasileiro em cena de O Tradutor: coprodução entre Cuba e Canadá.

Premiado nos festivais de Brasília, Cartagena, Havana, Recife, Sesc Melhores Filmes, Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e vencedor do Troféu APCA, Rodrigo Santoro é um dos atores brasileiros mais aclamados de sua geração.

Realizou diversos trabalhos marcantes na TV brasileira, com papéis em novelas como Explode Coração, Suave Veneno e Mulheres Apaixonadas e na minissérie Hilda Furacão. Nos cinemas, é lembrado por suas atuações no premiado Bicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky; Abril Despedaçado, de Walter Salles; Carandiru, de Hector Babenco; A Dona da História, de Daniel Filho; Heleno, de José Henrique Fonseca; entre muitos outros.

O ator tem se destacado também fora do Brasil, em Hollywood e em outros países, com diversos trabalhos, como: As Panteras: Detonando, Simplesmente Amor, 300, O Golpista do AnoGolpe DuploBen-Hur. Além disso, ganhou reconhecimento com as séries Lost e Westworld e em junho deste ano aparecerá no longa Turma da Mônica: Laços.

Depois de ser homenageado no Festival de Gramado, em 2014, e no Cine PE – Festival Audiovisual, no ano passado, ele está de volta às telonas com o drama O Tradutor, filme dirigido pelos cubanos Rodrigo e Sebastián Barriuso e exibido no Festival de Sundance, que conta a história de um professor universitário de literatura russa que vê sua vida transformada ao ser designado como intérprete na ala infantil de um hospital cubano, que atende vítimas do acidente nuclear de Chernobyl.

Em entrevista ao CINEVITOR, Rodrigo Santoro falou com carinho sobre a produção cubana, que é baseada na vida do pai dos diretores, e relembrou, com emoção, alguns sucessos de sua carreira em um programa especial.

Além disso, também entrevistamos os diretores, que falaram sobre esta história familiar, a escolha do elenco e a importância dos festivais para um filme. Aperte o play e confira:

PARTE 1:
Entrevista com Rodrigo Santoro

PARTE 2:
Entrevista com Rodrigo e Sebastián Barriuso

Foto: Divulgação/Galeria Distribuidora.

Festival de Cannes 2019: Nadine Labaki presidirá júri da mostra Un Certain Regard

por: Cinevitor

nadinejuriuncertainDepois de ser premiada, a cineasta e atriz libanesa comandará o júri da mostra paralela.

A 72ª edição do Festival de Cannes acontecerá entre os dias 14 e 25 de maio e algumas novidades para esse ano já foram anunciadas. Nesta terça-feira, 26/03, foi divulgado que a cineasta libanesa Nadine Labaki presidirá o júri da mostra Un Certain Regard, paralela ao evento, que coloca em evidência filmes mais atípicos que os da Competição Oficial e dirigidos por novos cineastas que oferecem uma perspectiva única para o público.

Labaki, que também é atriz e produtora, já é presença constante na Croisette. Seu primeiro longa como diretora, Caramelo, foi exibido na Quinzena dos Realizadores, em 2007. Depois, voltou com E Agora Onde Vamos?, em 2011, na mostra Un Certain Regard, também conhecida como Um Certo Olhar, na qual recebeu Menção Especial do Júri Ecumênico e o Prêmio François Chalais. No ano passado, fez parte da Competição Oficial com o drama Cafarnaum, disputou a Palma de Ouro e foi contemplada com o Prêmio do Júri, além de receber também o Prix de la citoyenneté e o Prêmio do Júri Ecumênico. Fora isso, em 2014, participou do longa Rio, Eu Te Amo e dirigiu o segmento O Milagre, no qual também atuou ao lado de Harvey Keitel e Cauã Antunes.

Em comunicado oficial, a cineasta falou sobre o cargo, que nos anos anteriores foi ocupado por Benicio Del Toro e Uma Thurman: “Eu lembro de quando costumava frequentar Cannes como estudante de Cinema. Eu estava muito animada para conhecer o festival de maior prestígio do mundo. Naquela época, parecia tão fora de alcance para mim. Lembro de levantar cedo e das intermináveis filas para conseguir um ingresso. Parece que foi ontem, mas foi há quinze anos. Hoje, sou presidente do Júri da mostra Un Certain Regard, que comprova que, às vezes, a vida pode ser ainda melhor que seus sonhos. Mal posso esperar para ver os filmes da seleção, para debater, discutir e encontrar inspiração no trabalho de outros artistas”.

Depois de se formar em Audiovisual pela Universidade de Beirute, Nadine Labaki dirigiu anúncios e videoclipes que foram muito premiados. Em 2004, fez parte da Cinéfondation do Festival de Cannes para escrever e desenvolver Caramelo, seu primeiro longa-metragem. Ao longo de sua carreira, se destacou em diversas premiações. Recentemente, com Cafarnaum, foi indicada ao Oscar de melhor filme estrangeiro, ao Globo de Ouro, César Awards e BAFTA. O filme, protagonizado pelo jovem talentoso Zain Al Rafeea, também foi premiado na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e nos festivais de Roterdã, Melbourne, Montréal, Sarajevo e Estocolmo.

A mostra Un Certain Regard começa no dia 15 de maio, depois da abertura da 72ª edição do Festival de Cannes. Os vencedores serão anunciados na sexta-feira, 24/05.

Foto: Getty Images Europe.

Confira o trailer de Dora e a Cidade Perdida, com Isabela Moner, Eva Longoria e Michael Peña

por: Cinevitor

doratrailerEva Longoria, Isabela Moner e Michael Peña: muitas aventuras!

O live-action Dora e a Cidade Perdida, dirigido por James Bobin, de Os Muppets e Alice Através do Espelho, é baseado na animação Dora, a Aventureira, uma das séries mais populares da Nickelodeon. Na trama, a agora adolescente Dora, interpretada pela atriz Isabela Moner, viverá mais uma de suas aventuras, acompanhada por seu melhor amigo, o macaco Boots, e por seu primo Diego.

Lançada em 2000 e apresentada na Nickelodeon, Nick Jr. e na CBS, a série original Dora, a Aventureira acompanhava as aventuras de uma menina de origem latina, de sete anos de idade, que viaja por um mundo extravagante com a ajuda de uma mochila falante, um mapa antropomórfico e seu melhor amigo, um pequeno macaco chamado Boots.

“Na infância, eu realmente me identificava com Dora, pois ela falava inglês e espanhol como eu. Eu tinha o mesmo corte de cabelo, então todos me chamavam de Dora! Quando me enviaram o roteiro, eu pensei: ‘Eu tenho que fazer isso. Eu fui ela toda a minha vida!'”, revela Isabela Moner.

“Fiquei emocionada em fazer parte desse elenco e por ajudar a trazer a história de Dora à vida. Ela tem sido um modelo positivo para crianças ao redor do mundo. O filme é muito divertido e muito emocionante. Eu não posso esperar para que o público veja nos cinemas”, contou Eva Longoria.

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a floresta com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todos os tempos: o Ensino Médio. A aventureira Dora rapidamente se vê liderando o macaco Boots, o primo Diego, papel de Jeff Wahlberg, um misterioso habitante da selva, vivido por Eugenio Derbez, seus pais, interpretados por Eva Longoria e Michael Peña, e um grupo de adolescentes em uma aventura para resolver um mistério impossível por trás de uma cidade perdida de ouro.

O elenco conta também com Benicio Del Toro, Danny Trejo, Madeleine Madden, Adriana Barraza, Temuera Morrison, Q’orianka Kilcher, Pia Miller, Nicholas Coombe e Christopher Kirby.

Confira o trailer de Dora e a Cidade Perdida, que estreia no dia 15 de agosto:

Foto: Vince Valitutti/Paramount Players.

Morre, aos 82 anos, o ator, dramaturgo e cineasta brasileiro Domingos Oliveira

por: Cinevitor

morredomingosoliveiraO cineasta no Festival de Gramado, em 2016.

Morreu na tarde deste sábado, 23/03, aos 82 anos, o cineasta brasileiro, ator e dramaturgo Domingos Oliveira. Segundo informações divulgadas pela família, o diretor estava em casa e se sentiu mal enquanto escrevia no computador. Ele sofria da Doença de Parkinson e a causa da morte ainda não foi divulgada.

Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em Engenharia, mas nunca trabalhou na área. Começou no teatro amador e logo ganhou destaque com diversas peças. Foi redator da revista Manchete, produtor e roteirista na TV Globo, sendo parte da primeira equipe da emissora, diretor do Teatro do Planetário e também atuou em seus próprios trabalhos. Antes de realizar seu primeiro filme, trabalhou como assistente de direção de Joaquim Pedro de Andrade em O Poeta do Castelo e Couro de Gato.

Em 1966, dirigiu seu primeiro longa, o drama Todas as Mulheres do Mundo, protagonizado por Leila Diniz (com quem foi casado por três anos), Paulo José, Flávio Migliaccio e Joana Fomm. Depois disso, realizou diversos filmes, como: Edu, Coração de Ouro (1968), As Duas Faces da Moeda (1969), É Simonal (1970), A Culpa (1971), Amores (1998), Separações (2002), Feminices (2004), Carreiras (2005), Juventude (2008), Todo Mundo Tem Problemas Sexuais (2008), Primeiro Dia de Um Ano Qualquer (2012), Paixão e Acaso (2012), Infância (2014), entre outros.

Seu último trabalho nas telonas, lançado comercialmente, foi o longa BR 716, grande vencedor do Festival de Gramado de 2016 (clique aqui e assista nossa entrevista com o diretor no festival). O filme também foi premiado no Festin Lisboa Film Festival e indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. O documentário Os 8 Magníficos, exibido no Festival do Rio, em 2017, ainda não foi lançado.

Na TV, atuou em Vestido de NoivaBambolê, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão, entre outros. Também foi roteirista de diversos trabalhos, como: As Duas Faces da Moeda, O Médico e o Monstro, Os Anjos do Sexo, etc. Apresentou, ao lado de sua esposa, Priscilla Rozenbaum, alguns programas no Canal Brasil. Seu último trabalho na TV, a série inédita Mulheres de 50, será exibida em breve pelo canal.

No teatro, recebeu o Prêmio Shell de melhor texto pela peça Amores. Em 1992, dirigiu Confissões de Adolescente nos palcos, com texto escrito por sua filha Maria Mariana. A peça ganhou uma adaptação televisiva na TV Cultura e Domingos dirigiu entre 1994 e 1996. Em 2010, reestreou Do Fundo do Lago Escuro, sua peça autobiográfica.

Ao longo da carreira foi premiado no Mar del Plata Film Festival e também no Paris Brazilian Film Festival. Pela APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte, recebeu três prêmios. Foi homenageado no Festival de Gramado e também na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Além disso, escreveu alguns livros, como a autobiografia Vida Minha.

Foto: Edison Vara/Pressphoto.

Bagdá – Cenas de uma Juventude, novo filme de Caru Alves de Souza, sobre o universo do skate feminino, começa a ser rodado

por: Cinevitor

bagdafilmagensGrace Orsato: protagonista do primeiro longa nacional de ficção sobre skate feminino.

Começou a ser rodado no dia 14/03, em São Paulo, o filme Bagdá – Cenas de uma Juventude, segundo longa-metragem da cineasta Caru Alves de Souza, que fez sua estreia na direção com De Menor. Produzido por Rafaella Costa, da Manjericão Filmes, o filme é livremente inspirado no livro Bagdá, o Skatista, de Toni Brandão.

A história gira em torno de uma skatista de 17 anos chamada Bagdá, interpretada por Grace Orsato, que faz sua estreia como atriz e que é skatista na vida real. Na trama, a jovem passa boa parte do tempo com os amigos skatistas, fazendo manobras na pista local, fumando maconha e jogando baralho. Aos poucos, ela vai se aproximando de Vanessa, interpretada por Nick Batista, outra skatista do bairro que encontra em Bagdá um incentivo para ocupar a pista de skate. Numa ida à Praça Roosevelt, Bagdá e Vanessa encontram outras meninas skatistas e estreitam laços de amizade.

A cantora Karina Buhr, que também faz sua estreia como atriz nas telonas, é Micheline, mãe de Bagdá, uma mulher batalhadora que luta para sustentar sozinha as três filhas, mas que também gosta de curtir a vida  e frequentar bares.

Filmado na Freguesia do Ó, zona norte da cidade de São Paulo, o filme acompanha o dia a dia de Bagdá, que divide seu tempo entre a escola, onde está sempre na mira da diretora, papel de Suzy Rêgo, com sua mãe e suas duas irmãs mais novas, interpretadas por Helena Luz e Marília Fernandes, além de frequentar  o salão de beleza da transexual Gilda, vivida por Paula Sabatini, onde sua mãe trabalha como manicure, e o bar local da dona Gladys, papel de Gilda Nomacce, uma mulher que viveu os tempos áureos de politização operária dos anos 1980.

Com o elenco e equipe composto em sua maioria por mulheres, a narrativa de Bagdá se constrói a partir de episódios cotidianos que irão revelar aquilo de extraordinário na vida dessas mulheres.

Foto: Divulgação/Manjericão Filmes.

Mostra Tiradentes | SP 2019: filmes, debates, encontros, oficina e homenagem para Luciana Paes

por: Cinevitor

vagacarnetiradentespCena de Vaga Carne, média-metragem experimental de Grace Passô e Ricardo Alves Jr.

A Mostra Tiradentes | SP chega à sua sétima edição entre os dias 28 de março e 3 de abril, no CineSesc. Ao longo da programação, serão exibidos 35 filmes (13 longas, um média e 21 curtas), 19 sessões de cinema, 10 bate-papos com realizadores, uma oficina e um debate conceitual. A Mostra SP será norteada pela temática Corpos Adiante, abordada na 22ª edição da Mostra Tiradentes, que aconteceu em janeiro, com o intuito de ampliar a reflexão com discussões e perspectivas.

O evento traz um panorama do cinema brasileiro contemporâneo com a exibição de todos os filmes vencedores da edição mineira de 2019, além de outros destaques exibidos na 22ª Mostra Tiradentes e títulos selecionados especialmente para São Paulo.

“A Mostra Tiradentes |SP representa uma conjugação de esforços e tem um propósito que nos une: honrar com o compromisso de lutar pelo que é produzido no Brasil, pela pátria das nossas imagens, dos corpos que as fazem, dos que as aplaudem. Um espaço de vanguarda para discutir a criação de outros universos possíveis”, ressalta Raquel Hallak, diretora da Universo Produção e coordenadora da Mostra Tiradentes.

A abertura oficial, no dia 28/03, contará com uma performance audiovisual que apresentará a temática central do evento com arte, música e movimento. A direção é de Chico de Paula, a trilha ao vivo será executada pelo músico Barulhista e participações especiais da cantora Josi Lopes e da atriz Rejane Farias. Na sequência, a sessão em pré-estreia do longa Vermelha, dirigido por Getúlio Ribeiro, que foi eleito pelo Júri da Crítica da 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes como o melhor filme da Mostra Aurora. Após a sessão, o diretor participará de um bate-papo mediado pela curadora Lila Foster.

Pela segunda vez consecutiva, a Mostra Tiradentes | SP elege um homenageado especialmente para a itinerância paulista do evento. Em 2019, a escolhida é a atriz paulistana Luciana Paes, que receberá o Troféu Barroco durante a cerimônia de abertura. A homenagem destaca e reconhece a carreira de sucesso da atriz, que atua há mais de uma década e se divide entre teatro, cinema e televisão. Como parte da homenagem, três filmes serão exibidos no dia 29 de março, a partir das 17h: o curta A Mão Que Afaga, de Gabriela Amaral Almeida; e os longas Sinfonia da Necrópole, de Juliana Rojas e O Animal Cordial, também dirigido por Gabriela Amaral Almeida.

lucianapaestiradentespLuciana Paes em cena do filme O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida.

Dedicada exclusivamente à exibição de trabalhos de diretores em início de carreira, que tenham até três longas realizados, a Mostra Aurora chega, em 2019, a sua 12ª edição, mantendo o olhar para a produção independente das mais variadas regiões do país. Depois de concorrerem ao prêmio do Júri da Crítica em Tiradentes, os filmes chegam a São Paulo para sua segunda exibição. Sete filmes integram a seleção: A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro; A Rainha Nzinga Chegou, de Junia Torres e Isabel Casimira; Tremor Iê, de Elena Meirelles e Lívia de Paiva; Seus Ossos e Seus Olhos, de Caetano Gotardo; Vermelha, de Getúlio Ribeiro; Desvio, de Arthur Lins; e Um Filme de Verão, de Jô Serfaty.

Também avaliada pelo Júri da Crítica na 22ª Mostra de Tiradentes, a Mostra Foco será exibida em sua totalidade na capital paulista. Ao todo, doze filmes de cinco estados integram a seleção: Tea For Two, de Julia Katharine; O Bando Sagrado, de Breno Baptista; Onze Minutos, de Hilda Lopes Pontes; Um Ensaio Sobre a Ausência, de David Aynan; Ainda Ontem, de Jessica Candal; Caetana, de Caio Bernardo, eleito como melhor curta-metragem pelo Júri da Crítica; Estado de Neblina, de Bruno Ramos; Malandro de Ouro, de Flávio C. Von Sperling; A Ética das Hienas, de Rodolpho De Barros; Antes de Ontem, de Caio Franco; Negrum3, de Diego Paulino, curta-metragem vencedor do Júri Popular e do Prêmio Canal Brasil; e Tempestade, de Fellipe Fernandes.

teafortwotiradentespJulia Katharine, atriz e diretora do curta Tea For Two, com Gilda Nomacce.

A participação de filmes produzidos em São Paulo é destaque na programação da Mostra Tiradentes | SP: dos 35 filmes exibidos, 19 são paulistas (6 longas e 13 curtas), incluindo obras apresentadas na 22ª Mostra Tiradentes e títulos selecionados especialmente para a itinerância. Dois longas do estado de São Paulo, um deles inédito, convidado especialmente para integrar esta programação, integram a Mostra Paulista desta edição: Corpo Quilombo, do diretor Leonel Costa; e Copo Vazio, novo longa do diretor Dellani Lima, que encerrará a programação no dia 3 de abril em pré-estreia mundial.

Destacando a temática desta edição, a Mostra Tiradentes | SP apresenta a Mostra Corpos Adiante com os documentários premiados Parque Oeste, de Fabiana Assis, eleito o melhor filme da Mostra Olhos Livres pelo Júri Jovem da 22ª Mostra Tiradentes; e Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves, que recebeu o prêmio de melhor longa pelo Júri Popular de Tiradentes. Além disso, exibirá também: Vaga Carne, média-metragem experimental, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr; e os documentários em curta-metragem Janaína, de Ana Carolina Marinho e João Batista Júnior (escolhido especialmente para a edição paulista); Quando Elas Cantam, de Maria Fanchin; Preciso Dizer Que Te Amo, de Ariel Nobre; e Quebramar, dirigido por Cris Lyra.

A Mostra Foco SP apresenta uma sessão de quatro curtas-metragens com diferentes estéticas, formas de narrar e abordagens heterogêneas do contemporâneo, como: Miragem, de Flora Dias; Mesmo Com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond; Lua Maldita, de Felipe Santo; e Casa de Catharina, de Felipe Arrojo Poroger e escolhido especialmente para a edição.

rosazaulnovalisberlimMarcelo Diorio em A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro.

Na sétima edição da Mostra Tiradentes | SP, a programação oferece também atividades de formação e capacitação. Além de encontros, bate-papos, troca de experiências entre profissionais do audiovisual e o público, o evento, de olho no mercado e nas novas tecnologias, promove também a oficina Introdução a Práticas e Projetos Audiovisuais Multiplataforma, a ser ministrada pelo instrutor Gustavo Padovani. O objetivo da oficina é entender esse novo ambiente dinâmico de criação audiovisual, aplicando-as em projetos que envolvam novos saberes a respeito de estruturas narrativas para multiplataformas, novas formas de produção, roteirização, desenvolvimento de mundo, modelagem de negócios e estratégias de circulação do conteúdo audiovisual.

Vale lembrar que a abertura tem entrada gratuita, com retirada de ingressos com uma hora e meia de antecedência para Sesc Credencial Plena e uma hora para público geral, no CineSesc. As demais sessões terão ingressos a preços populares: R$ 3,50 para associados Sesc (com apresentação da carteirinha plena), R$ 6 (meia-entrada) e R$ 12 (inteira).

Para mais informações, clique aqui.

Fotos: Divulgação.

Minha Obra-Prima

por: Cinevitor

minhaobraprimaposter1Mi obra maestra

Direção: Gastón Duprat

Elenco: Guillermo Francella, Luis Brandoni, Raúl Arévalo, Andrea Frigerio, María Soldi, Daniela Katz, Sofía Condisciani, Andrea Acatto, Lucas Aranda, Mahmoud Azim, Emilia Duprat, Octavio Duprat, Mónica Duprat, Juan Pablo Ferrer, Santiago Korovsky, Alexis López Costa, Mucio Manchini, Julio Marticorena, Marcelo Marzoni, Melina Matthews, Mohamed Nafad, Alejandro Paker, Roberto Peloni, Alex Pissurno, Pablo Ribba, Gimena Riestra, Gustavo Rodríguez, Rafael Rodriges, Kevin Schiele, Fabíán Spitaleri, Tamara Stuby, Violeta Kaehler.

Ano: 2018

Sinopse: Arturo Silva é um negociante de arte sem escrúpulos. Ele é amigo há muitos anos de Renzo Nervi, um pintor com poucas habilidades sociais. Dispostos a arriscar tudo, os dois desenvolvem um plano mirabolante para se darem bem no mundo da arte.

Crítica do CINEVITOR: Depois de dirigir, em parceria com Mariano Cohn, o excelente O Cidadão Ilustre, lançado em 2017 no Brasil e premiado no Festival de Veneza, o cineasta argentino Gastón Duprat volta à ficção (ele lançou um documentário chamado Todo sobre el asado nesse meio-tempo) com a comédia dramática Minha Obra-Prima. Na trama, conhecemos Arturo Silva e Renzo Nervi, amigos de longa data e que trabalham no mesmo ramo: o de obras de arte; o primeiro é marchand de uma galeria e o outro é um pintor ranzinza que rebate a arte contemporânea. Interpretados pelos talentosos Guillermo Francella e Luis Brandoni, respectivamente, seus personagens revelam uma química tão verossímil que só engrandece a narrativa. Logo nos primeiros minutos de projeção, Gastón, que assina o roteiro ao lado do irmão, Andrés Duprat, apresenta ao espectador uma alfinetada nada sutil sobre Buenos Aires; e assim se repete ao desenrolar dos acontecimentos, criticando além disso: o país, a sociedade, ideologias, religião, futebol e, claro, as artes. Esse humor ácido, e muito bem utilizado na trama, fica ainda mais presente com o personagem de Brandoni, um pintor antissocial, teimoso e arrogante, que não se interessa pelo novo e sequer pensa em atualizar-se. Primeiramente, Minha Obra-Prima foca em mostrar a decadência de um artista e as consequências de sua soberba: como enfrentar a guerra entre o moderno e o clássico, a recepção da crítica, a relação com os jovens e com os tempos atuais. Depois, quando decorre para uma reviravolta em seu arco dramático, o longa desacelera na acidez vista com frequência em um de seus protagonistas e segue para a resolução de seu desfecho. Por conta dessa leve quebra de ritmo e também por algumas situações previsíveis, Minha Obra-Prima perde um pouco do fôlego inicial e do humor afiado, mas nem por isso deixa de apresentar críticas interessantes e situações descontraídas. Fala-se também de uma amizade, aos trancos e barrancos, entre dois personagens com personalidades completamente diferentes, mas que se conectam e se entendem, nem que para isso seja necessário mostrar seu pior lado. Há um carinho enrustido nessa relação, que ganha evidência em diversos momentos da trama. O novo filme de Gastón Duprat soa interessante pela maneira como aborda os bastidores desse mercado milionário das obras de arte e as frivolidades que o cercam. E vai além disso: também retrata a sociedade atual por meio de atitudes corruptas de seus personagens, faz críticas oportunas aos tempos modernos e de como o ser humano se comporta de acordo com seus interesses. Minha Obra-Prima é uma ficção argentina com personagens bem construídos, um humor sarcástico na medida certa e alfinetadas essenciais e até hilárias. Mas poderia muito bem ser a vida real. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

O Grande Circo Místico é indicado ao Prêmio Platino 2019; Roma também está na disputa

por: Cinevitor

circomisticoplatino2019Bruna Linzmeyer em O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues.

Foram anunciados nesta quinta-feira, 21/03, os indicados ao 6º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas. Em sua sexta edição, o drama mexicano Roma, de Alfonso Cuarón, lidera com nove indicações; Uma Noite de 12 Anos e Pássaros de Verão aparecem na sequência com seis indicações cada.

O cinema brasileiro se destaca com O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, indicado em duas categorias: melhor trilha sonora por Chico Buarque e Edu Lobo e melhor direção de arte por Artur Pinheiro. O paraguaio As Herdeiras, uma coprodução entre Brasil e Uruguai, recebeu cinco indicações.

Além disso, diversas produções nacionais e profissionais brasileiros foram pré-selecionados para esta sexta edição, porém, não foram classificados para etapa final, como: As Boas Maneiras e Benzinho na categoria de melhor filme ibero-americano de ficção; Aly Muritiba, de Ferrugem, e Carolina Jabor, de Aos Teus Olhos, em melhor direção; os roteiristas Fernando Ceylão, de Como É Cruel Viver Assim e Gabriela Amaral Almeida, de O Animal Cordial; Fabiano Krieger e Lucas Marcier, de Motorrad, na categoria de melhor trilha sonora original; os atores Jesuíta Barbosa, de O Grande Circo Místico, Otávio Müller, de Benzinho, Rodrigo Santoro, de O Tradutor, Julio Andrade, da série Sob Pressão e Silvio Guindane, da série 1 Contra Todos; as atrizes Grace Passô, de Praça Paris, Emanuelle Araújo, da série Samantha! e Marjorie Estiano, de As Boas Maneiras e a série Sob Pressão.

Também foram pré-selecionados: a animação Peixonauta – O Filme; os documentários Ex-Pajé, O Processo e Piripkura; os filmes Café com Canela e O Animal Cordial na categoria melhor primeiro filme ibero-americano; Karen Akerman, de A Sombra do Pai e Lucas Gonzaga, de Motorrad, na categoria de melhor edição; Denis Netto pela direção de arte de O Animal Cordial; Gustavo Hadba, de O Grande Circo Místico e Mauro Pinheiro Jr., de Unicórnio, na categoria de melhor fotografia; Alexandre Rogoski, de Ferrugem e Gabriela Cunha, de As Boas Maneiras, na categoria de melhor som; os filmes Ferrugem e Aos Teus Olhos na categoria Cine y Educación en Valores; e as séries 1 Contra Todos, Samantha! e Sob Pressão. Coproduções brasileiras também foram pré-selecionadas, mas não conseguiram uma vaga entre os finalistas, como: Humanpersons, Pedro & Inês, o Amor Não Descansa, Tarde para Morrer Jovem, Rojo, Família Submersa e Djon África.

Os vencedores serão anunciados no dia 12/05, no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, em Riviera Maya, no México.

Conheça os indicados ao Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2019:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
Campeones (Espanha)
Pássaros de Verão (Colômbia/México)
Uma Noite de 12 Anos (Uruguai/Espanha/Argentina)
Roma (México)

MELHOR DIREÇÃO:
Alfonso Cuarón, por Roma
Álvaro Brechner, por Uma Noite de 12 Anos
Cristina Gallego e Ciro Guerra, por Pássaros de Verão
Javier Fesser, por Campeones

MELHOR ROTEIRO:
As Herdeiras, escrito por Marcelo Martinessi
Campeones, escrito por David Marqués e Javier Fesser
Roma, escrito por Alfonso Cuarón
Uma Noite de 12 Anos, escrito por Álvaro Brechner

MELHOR ATRIZ:
Ana Brun, por As Herdeiras
Marina de Tavira, por Roma
Penélope Cruz, por Todos Já Sabem
Yalitza Aparicio, por Roma

MELHOR ATOR:
Antonio de la Torre, por El reino
Javier Bardem, por Todos Já Sabem
Javier Gutiérrez, por Campeones
Lorenzo Ferro, por O Anjo

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
El reino, por Olivier Arson
O Grande Circo Místico, por Chico Buarque e Edu Lobo
Uma Noite de 12 Anos, por Federico Jusid
Yuli, por Alberto Iglesias

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
A Casa Lobo (Chile)
Memorias de un hombre en pijama (Espanha)
Un día más con vida (Espanha)
Virus Tropical (Colômbia)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Camarón: Flamenco y revolución (Espanha)
La Libertad del Diablo (México)
O Silêncio dos Outros (Espanha)
Yo No Me Llamo Rubén Blades (Panamá/Argentina/Colômbia)

MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO:
A Família, de Gustavo Rondón Córdova (Venezuela/Chile)
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/Uruguai/Brasil)
Carmen y Lola, de Arantxa Echevarría (Espanha)
Viaje al cuarto de una madre, de Celia Rico Clavellino (Espanha)

MELHOR EDIÇÃO:
El reino, por Alberto del Campo
O Anjo, por Guillermo Gatti
Pássaros de Verão, por Miguel Schverdfinger
Roma, por Alfonso Cuarón e Adam Gough

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro
O Homem que Matou Dom Quixote, por Benjamín Fernández
Pássaros de Verão, por Angélica Perea
Roma, por Eugenio Caballero

MELHOR FOTOGRAFIA:
As Herdeiras, por Luis Armando Arteaga
Pássaros de Verão, por David Gallego
Roma, por Alfonso Cuarón
Uma Noite de 12 Anos, por Carlos Catalán

MELHOR SOM:
El reino, por Alfonso Raposo e Roberto Fernández
O Anjo, por José Luis Díaz
Pássaros de Verão, por Carlos E. García
Roma, por Sergio Diaz, Skip Lievsay, Craig Henighan e José Antonio García

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES:
As Herdeiras (Paraguai/Uruguai/Brasil)
Campeones (Espanha)
Carmen y Lola (Espanha)
Uma Noite de 12 Anos (Uruguai/Espanha/Argentina)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
A Casa das Flores (México)
Arde Madrid (Espanha)
El marginal II (Argentina)
Narcos: México (México)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Diego Boneta, por Luis Miguel: A Série
Diego Luna, por Narcos: México
Javier Rey, por Fariña
Nicolás Furtado, por El marginal II

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Anna Castillo, por Arde Madrid
Cecilia Suárez, por A Casa das Flores
Inma Cuesta, por Arde Madrid
Najwa Nimri, por Vis a vis

Foto: Divulgação/Globo Filmes.

Nós

por: Cinevitor

nosposter1Us

Direção: Jordan Peele

Elenco: Lupita Nyong’o, Winston Duke, Elisabeth Moss, Tim Heidecker, Shahadi Wright Joseph, Evan Alex, Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop, Cali Sheldon, Noelle Sheldon, Madison Curry, Ashley Mckoy, Napiera Groves, Lon Gowan, Alan Frazier, Duke Nicholson, Dustin Ybarra, Nathan Harrington, Kara Hayward, Darrel Cherney, James Cobb, Andrew Constantini, Alessandro Garcia, Anne-Marie Olsen, Jessica Rubinstein, David M Sandoval Jr., Ray Walker.

Ano: 2019

Sinopse: Situado nos dias atuais, o filme apresenta a história de Adelaide Wilson, mãe de família que viaja com marido e filhos para a casa de verão onde passou boa parte de sua infância. A viagem, planejada para ser um descanso, subitamente se transforma em um pesadelo quando um trauma inexplicável volta a assombrar Adelaide. Ao cair da escuridão, os Wilson terão que enfrentar o mais terrível e improvável adversário: eles mesmos.

Crítica do CINEVITOR: Em breve.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

A Cinco Passos de Você

por: Cinevitor

cincopassosdevoceposterFive Feet Apart

Direção: Justin Baldoni

Elenco: Haley Lu Richardson, Cole Sprouse, Claire Forlani, Moises Arias, Parminder Nagra, Emily Baldoni, Sue-Lynn Ansari, Gary Weeks, Kimberly Hebert Gregory, Cecilia Leal, Cynthia Evans, Ariana Guerra, Trina LaFargue, Ivy Dubreuil, Phillip Mullings Jr., Sophia Bernard, Brett Austin Johnson, Jim Gleason, Todd Terry, Armando Leduc, Demi Castro, Evangeline Hill, Rebecca Chulew, Keianna Nutley, Toney Chapman Steele, Ken Knight, Kaleb Williams, Christopher Morris, Michael McQuillan.

Ano: 2019

Sinopse: Stella Grant tem quase dezessete anos de idade, vive conectada ao seu laptop e ama seus melhores amigos. Mas ao contrário da maioria das adolescentes, ela passa grande parte do seu tempo vivendo em um hospital como paciente com fibrose cística. Sua vida é cheia de rotinas, limites e autocontrole; tudo isso é testado quando ela encontra um paciente incrivelmente charmoso chamado Will Newman. Há um flerte instantâneo, embora as restrições determinem que eles devem manter uma distância segura. À medida que a conexão se intensifica, aumenta a tentação de jogar as regras pela janela e abraçar essa atração. Para complicar ainda mais, Will desenvolve uma rebelião potencialmente perigosa contra seu tratamento médico. Stella gradualmente inspira Will a viver a vida ao máximo, mas ela poderá salvar a pessoa que ama mesmo quando um único toque ultrapassa os limites?

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Um Banho de Vida

por: Cinevitor

banhodevidaposterLe grand bain

Direção: Gilles Lellouche

Elenco: Mathieu Amalric, Guillaume Canet, Benoît Poelvoorde, Jean-Hugues Anglade, Virginie Efira, Leïla Bekhti, Marina Foïs, Philippe Katerine, Félix Moati, Alban Ivanov, Balasingham Thamilchelvan, Jonathan Zaccaï, Mélanie Doutey, Noée Abita, Claire Nadeau, Caroline Grant, Guillaume Cloud-Roussel, Mathieu Torloting, Arno Feffer, Erika Sainte, Vincent Darmuzey, Virgile Bramly, Karim Adda, Élodie Hesme, Xavier Alcan, Alexandre Camarasa, Pierre Pirol, Ibrahim Koma, Maximilien Poullein, Anderz Eide.

Ano: 2018

Sinopse: Bertrand está no auge dos seus quarenta anos e sofre de depressão. Depois de usar uma série de medicamentos que não surtiram nenhum efeito, ele começa a frequentar a piscina municipal do bairro em que vive. Lá ele conhece outros homens com histórias semelhantes. O grupo se junta e forma uma equipe de nado sincronizado masculino, algo incomum dentro do esporte. Sob o comando de Delphine, uma ex-atleta vitoriosa, Bertrand e os novos companheiros decidem participar do Campeonato Mundial de Nado Sincronizado, encontrando, enfim, um novo propósito para sua vida.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

O Retorno de Ben

por: Cinevitor

oretornodebenposterBen Is Back

Direção: Peter Hedges

Elenco: Julia Roberts, Lucas Hedges, Courtney B. Vance, Kathryn Newton, Rachel Bay Jones, David Zaldivar, Alexandra Park, Michael Esper, Tim Guinee, Myra Lucretia Taylor, Kristin Griffith, Jack Davidson, Mia Fowler, Jakari Fraser, Cameron Roberts, Jeff Auer, Henry Stram, Bill Buell, Sandra Caldwell, Nathalie Carvalho, Emily Cass McDonnell, Jocelyn Bioh, Gamze Ceylan, Marquise Vilson, Michelle Hedges, Karen Willock, Leon Addison Brown, Bevan Thomas, Crystal Bock, Melissa van der Schyff, Rosalie Tenseth, Michael David Baldwin, Ian Stark, John Cashin, Teddy Cañez.

Ano: 2018

Sinopse: Na manhã da véspera de Natal, Ben volta para casa inesperadamente, surpreendendo a família. Enquanto sua mãe, Holly, se alegra por poder passar as festas com o filho, apesar de se preocupar com a capacidade do jovem em permanecer longe das drogas, sua irmã e seu padrasto temem que ele cause estragos em suas vidas, como já fez tantas vezes antes. Depois do susto da chegada, Holly concorda em deixá-lo passar o feriado com a família, mas com uma condição: ela será a sombra de Ben nas próximas 24 horas, acompanhando cada movimento do filho. O que ela não imaginava é o quanto as próximas horas seriam turbulentas, com verdades reveladas e seu amor de mãe sendo colocado à prova para conseguir manter o filho seguro.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas