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Confira o trailer final de IT: Capítulo Dois, com Jessica Chastain e James McAvoy

por: Cinevitor

it2trailerfinalJessica Chastain, Isaiah Mustafa e Jay Ryan em cena.

O mal ressurge em Derry quando o diretor Andy Muschietti reúne o Clube dos Otários em um retorno para onde tudo começou na sequência IT: Capítulo Dois, a conclusão do filme de terror de maior bilheteria de todos os tempos.

Vinte e sete anos depois do Clube dos Otários derrotar Pennywise, ele volta a aterrorizar a cidade de Derry mais uma vez. Agora adultos, os Otários há muito tempo seguiram caminhos separados. No entanto, as crianças estão desaparecendo novamente, então Mike, o único do grupo a permanecer em sua cidade natal, chama os outros de volta para casa. Traumatizados pelas experiências de seu passado, eles devem dominar seus medos mais profundos para destruir Pennywise de uma vez por todas colocando-se diretamente no caminho do palhaço, que se tornou mais mortal do que nunca.

O filme é a continuidade de Muschietti para o sucesso de bilheteria mundial IT – A Coisa, de 2017, aclamado pela crítica e que arrecadou mais de 700 milhões de dólares em todo o mundo. Redefinindo e transcendendo o gênero, IT tornou-se um fenômeno cultural.

James McAvoy estrela como Bill; Jessica Chastain é Beverly; Bill Hader interpreta Richie; Isaiah Mustafa é Mike; Jay Ryan interpreta Ben; James Ransone estrela como Eddie; e Bill Skarsgård retorna no papel de Pennywise. Andy Bean interpreta Stanley e reprisando seus papéis como os membros originais do Clube dos Otários estão Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer. Xavier Dolan, Jess Weixler, Will Beinbrink e Javier Botet completam o elenco.

Muschietti dirige a partir do roteiro de Gary Dauberman, de IT – A Coisa, Annabelle 2: A Criação do Mal, baseado no romance de Stephen King.

Confira o trailer final de IT: Capítulo Dois, que estreia no dia 5 de setembro:

Foto: Brooke Palmer/Warner Bros. Pictures.

O Rei Leão

por: Cinevitor

oreileaonovoposter2The Lion King

Direção: Jon Favreau

Elenco: Donald Glover, Beyoncé Knowles-Carter, Seth Rogen, Chiwetel Ejiofor, Alfre Woodard, Billy Eichner, John Kani, John Oliver, James Earl Jones, JD McCrary, Shahadi Wright Joseph, Penny Johnson Jerald, Keegan-Michael Key, Eric André, Florence Kasumba, Amy Sedaris, Chance the Rapper, Josh McCrary, Phil LaMarr, J. Lee, Iza, Ícaro Silva, João Acaiabe, Graça Cunha, Robson Nunes, João Vitor Mafra, Carol Roberto, Saulo Javan, Glauco Marques, Ivan Parente, Rodrigo Miallaret, Marcelo ‘Salsicha’ Caodaglio, Carol Crespo, Thiago Fagundes.

Ano: 2019

Sinopse: O filme retrata uma jornada pela savana africana, onde nasce o futuro rei da Pedra do Reino, Simba. O pequeno leão que idolatra seu pai, o rei Mufasa, é fiel ao seu destino de assumir o reinado. Mas nem todos no reino pensam da mesma maneira. Scar, irmão de Mufasa e ex-herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino é repleta de traição, eventos trágicos e drama, o que acaba resultando no exílio de Simba. Com a ajuda de dois novos e inusitados amigos, Simba terá que crescer e voltar para recuperar o que é seu por direito.

Crítica do CINEVITOR: Lançada em 1994, a animação O Rei Leão foi aclamada pelo público, pela crítica e fez história na indústria cinematográfica. Além do sucesso de bilheteria, o longa foi premiado com duas estatuetas douradas no Oscar, venceu em três categorias no Globo de Ouro e se consagrou no Annie Awards, BAFTA, Grammy e em muitas outras premiações. A jornada do pequeno leão Simba, herdeiro do trono da Pedra do Reino, emocionou espectadores de todas as idades e ainda é considerada uma das animações mais comoventes de todos os tempos. Aproveitando o sucesso das novas versões de seus clássicos, a Disney logo anunciou que não deixaria essa história de lado e confirmou o projeto. Jon Favreau, que assinou a direção do live-action de Mogli – O Menino Lobo, lançado em 2016 e que recebeu diversos elogios pelo visual, foi escalado para dirigir o novo O Rei Leão. Assim como no filme do menino lobo, o diretor optou pela técnica do fotorrealismo para retratar a savana africana e seus animais. O resultado? Impecável. Com um visual deslumbrante, Simba, Mufasa, Timão, Pumba e todos os outros personagens parecem tão reais que não espanta a semelhança com programas exibidos pelo Discovery Channel ou National Geographic. Porém, além da exuberância visual, com paisagens também belíssimas, era preciso ficar atento às expressões de seus protagonistas. Como retratar em fotorrealismo personagens animados e tão carismáticos, desenhados à mão, sem perder a emoção em suas feições? Fato é que a animação tradicional permite brincar mais com o lúdico e com a fantasia e, com isso, possibilita que seus personagens (ainda mais quando são animais desenhados) fiquem mais caricatos e distantes da realidade. Ao assumir uma identidade realista, o filme, automaticamente, perde um pouco de sua espontaneidade para se encaixar na estética escolhida. Ainda assim, o novo O Rei Leão consegue apresentar emoção nas expressões faciais dos seus bichos; talvez o único personagem que destoe da versão clássica seja o vilão Scar, que no primeiro filme aparece muito mais caricato e grotesco, tanto no visual quanto na personalidade. O remake, que apresenta as conhecidas músicas do longa de 1994 com uma nova roupagem e também canções inéditas, como Spirit, da cantora Beyoncé, que dubla a personagem Nala, é muito fiel à animação. Aqui, o diretor recria, praticamente, quadro a quadro daquilo que já tinha sido mostrado. Não há muitas novidades narrativas nesta nova versão, mesmo com trinta minutos a mais. Alguns diálogos foram acrescentados em cenas que já existiam e outros personagens ganharam mais destaque, porém sem grandes surpresas. Mas, é impossível negar o sentimento de nostalgia ao ver uma nova versão da clássica cena em que cantam Hakuna Matata ou relembrar frases marcantes como “o que eu quero mais é ser rei” e “eu rio na cara do perigo”. É em momentos como esses, que remetem ao passado com carinho, que se compreende a opção por recriar nos mínimos detalhes algo que marcou gerações. Embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer e envolto à memórias afetivas, esse novo O Rei Leão, ainda assim, é um filme muito mais técnico do que emotivo. Sem desmerecer seu espetáculo visual, é impossível não se perguntar: essa nova versão era realmente necessária? E isso vale para todas as outras adaptações produzidas recentemente. Será que o público ficará satisfeito ao assistir uma versão mais sofisticada (e mais tecnológica, digamos) de um filme que já viu? É fato que O Rei Leão será um sucesso de bilheteria, ainda mais por mexer com o passado e a curiosidade do espectador. Mas, pode desapontar por não passar a emoção esperada. Ainda que deixe a sensação de já ter visto esse filme (e sim, você já viu), o longa tem um elenco talentoso de dubladores e excelentes recursos técnicos que não se prendem apenas à nostalgia e contribuem para um resultado final satisfatório,  ainda que falte um pouco de coração nisso tudo. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

O Bar Luva Dourada

por: Cinevitor

barluvadouradaposterDer goldene Handschuh

Direção: Fatih Akin

Elenco: Jonas Dassler, Margarete Tiesel, Adam Bousdoukos, Marc Hosemann, Katja Studt, Martina Eitner-Acheampong, Hark Bohm, Victoria Trauttmansdorff, Tristan Göbel, Jessica Kosmalla, Tom Hoßbach, Philipp Baltus, Greta Sophie Schmidt, Laurens Walter, Uwe Rohde, Barbara Krabbe, Lars Nagel, Tilla Krachtovil, Simon Goerts, Jens Weisser, Peter Badstübner, Dirk Böhling, Klaus Bobach Rios, Jörg Wischnauski.

Ano: 2019

Sinopse: Hamburgo, 1970. Fritz Honka é um homem fracassado com o rosto deformado, que vagueia pelas noites de um bairro boêmio ao redor de outras almas perdidas. Ninguém desconfia que, na verdade, Fritz é um serial killer. Ele persegue mulheres mais velhas e solitárias que conhece no The Golden Glove, seu bar favorito, e as esquarteja em seu apartamento imundo. Quando os jornais começam a noticiar o desaparecimento sucessivo de várias mulheres, o medo e o caos se instalam na cidade. Baseado na história real de um criminoso socialmente violento, impulsionado pela misoginia, ganância sexual e sentimentalismo.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

La Vérité, de Hirokazu Kore-eda, será o filme de abertura do Festival de Veneza 2019

por: Cinevitor

koreedavenezaaberturaDramas familiares e elenco talentoso: filme de abertura.

A diretoria da Biennale di Venezia, presidida por Paolo Baratta, anunciou nesta quinta-feira, 19/08, que o drama La Vérité (The Truth), dirigido pelo cineasta japonês Hirokazu Kore-eda, será o filme de abertura da 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro. O longa será exibido em competição e disputará o Leão de Ouro.

Em comunicado oficial, o diretor declarou: “É com grande alegria que informo que meu novo filme foi selecionado para abrir a Competição Oficial do Festival de Cinema de Veneza. Estou extremamente honrado. Gostaria de expressar minha sincera gratidão para toda a equipe do festival. Nós filmamos em dez semanas no outono passado em Paris. Como anunciado oficialmente, o elenco é prestigiado, mas o filme em si narra uma pequena história de família que ocorre principalmente dentro de uma casa. Tentei fazer meus personagens viverem neste pequeno universo, com suas mentiras, orgulho, arrependimentos, tristeza, alegria e reconciliação. Eu realmente espero que vocês gostem deste filme”.

O diretor do festival, Alberto Barbera, também comentou a escolha: “Para o primeiro filme que ele dirigiu no exterior, Kore-eda teve o privilégio de trabalhar com duas grandes estrelas do cinema francês. O encontro entre o universo do cineasta mais importante do Japão atualmente e duas atrizes queridas, como Catherine Deneuve e Juliette Binoche, trouxe à vida uma reflexão poética sobre a relação entre mãe e filha e a complexa profissão de ator. Será um prazer apresentar este longa como o filme de abertura do Festival de Cinema de Veneza deste ano”.

Na história, Fabienne, interpretada por Catherine Deneuve, é uma estrela do cinema francês. Ela reina entre os homens que a amam e a admiram. Quando publica suas memórias, sua filha Lumir, papel de Juliette Binoche, retorna de Nova York para Paris com seu marido, vivido por Ethan Hawke, e seu filho pequeno. O reencontro entre mãe e filha rapidamente se transforma em confronto: as verdades serão contadas, os relatos resolvidos, os amores e ressentimentos confessados. Ludivine Sagnier e Roger Van Hool completam o elenco do filme, que fará sua estreia no dia 28 de agosto na Sala Grande do Palazzo del Cinema.

O primeiro longa de ficção de Hirokazu Kore-eda, A Luz da Ilusão, foi exibido em Veneza, em 1995, disputou o Leão de Ouro e recebeu uma Menção Honrosa do OCIC Award. Em 2017, o cineasta voltou ao evento, na Competição Oficial, com O Terceiro Assassinato.

Foto: Divulgação.

Jornada da Vida

por: Cinevitor

jornadadavidaposterYao

Direção: Philippe Godeau

Elenco: Omar Sy, Lionel Louis Basse, Fatoumata Diawara, Germaine Acogny, Alibeta, Gwendolyn Gourvenec, Abdoulaye Diop, Ismaël Charles Amine Saleh, Mame Fatou Ndoye, Aristote Laios, Aboubacar Dramé, Amadou Diop, Dior Diouf, Christophe Bigot, Fatimata Kane, Bella Sene, Maxime d’Aboville, Ibrahima Mbaye, Youssouf Ly, El Hadj Moustapha Gueye, Diouc Koma, Maguette Seck, Léontine Manga, Mada Ndiaye, Gnane Kasse, El Hadj Ba Cissoko, Samuela Tine, Daniel Marchaudon, Jean-Paul d’Almeida, Mamadou Moustapha Samb, Babacar Fall, Cheikh Mall, Bineta Ndiaye, Magicien Gabko, Mamadou Gary, Fatou Gueye.

Ano: 2018

Sinopse: Em seu vilarejo no norte do Senegal, Yao é um garoto de 13 anos de idade disposto a tudo para encontrar o seu herói: Seydou Tall, um famoso ator francês. Convidado a promover o seu novo livro em Dakar, Tall retorna ao país de origem pela primeira vez. Para realizar o seu sonho, o jovem Yao prepara uma fuga e atravessa 387 quilômetros sozinho até a capital. Comovido com este jovem, o ator decide fugir às obrigações e acompanhá-lo de volta à sua casa. No entanto, pelas estradas empoeiradas e incertas do Senegal, Tall compreende que ao se dirigir ao vilarejo do garoto, ele também parte ao encontro de suas raízes.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Festival de Cinema de Locarno 2019: filmes brasileiros são selecionados

por: Cinevitor

swinguerralocarnoEduarda Lemos no curta Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca.

Foram anunciados nesta semana, os filmes selecionados para a 72ª edição do Festival de Cinema de Locarno, que acontecerá entre os dias 7 e 17 de agosto. Com uma programação eclética, o evento é considerado um dos principais festivais de cinema autoral do mundo e, neste ano, conta com 29 longas e 50 curtas-metragens na seleção. Esta edição é dedicada ao jornalista e crítico de cinema Freddy Buache, que faleceu em maio.

Neste ano, o cinema brasileiro está representado com quatro produções em competição: A Febre, de Maya Da-Rin, na Competição Internacional e disputará o Leopardo de Ouro; os curtas Carne, de Camila Kater, e Chão de Rua, de Tomás von der Osten, na mostra Pardi di domani, que exibe médias e curtas de cineastas independentes ou estudantes que ainda não realizaram seus longas; e o curta Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, na mostra Moving Ahead, antes chamada de Signs of Life e que mudou de nome em homenagem ao cineasta Jonas Mekas, que morreu em janeiro deste ano, e destaca a inovação da linguagem cinematográfica com a intenção de investigar novas formas narrativas.

O longa A Febre, narra a história do indígena Justino, de 45 anos, interpretado por Regis Myrupu, que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive em uma casa na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, papel de Rosa Peixoto, que está de partida para estudar Medicina, em Brasília. Sob o sol escaldante e as chuvas tropicais, Justino se esforça para se manter concentrado no trabalho, quando de repente, é tomado por uma febre forte. Enquanto isso, na televisão, fala-se de um animal selvagem à espreita no bairro.

afebrelocarnoCena do longa A Febre, de Maya Da-Rin: na disputa pelo Leopardo de Ouro.

Além disso, os filmes brasileiros Abolição, de Zózimo Bulbul (1988), Amor Maldito, de Adélia Sampaio (1984) e Orfeu Negro, de Marcel Camus, coprodução entre França, Brasil e Itália, de 1959, terão exibições especiais na mostra Retrospettiva: Black Light.

A cineasta francesa Catherine Breillat vai presidir o júri da Competição Internacional deste ano e escolherá o vencedor do Leopardo de Ouro ao lado da produtora holandesa Ilse Hughan, do crítico italiano Emiliano Morreale, do ator argentino Nahuel Pérez Biscayart e da cineasta alemã Angela Schanelec; o júri da mostra Concorso Cineasti del presente será formado pelo produtor americano Jake Perlin, pela cineasta chinesa Shengze Zhu e pela diretora francesa Yolande Zauberman; o cineasta chinês Bi Gan, a diretora francesa Alice Diop e o americano Mike Plante, curador dos curtas do Festival de Sundance, foram o júri da Pardi di domani; o júri da mostra Moving Ahead será composto pelo historiador americano Michael Boyce Gillespie, pela produtora suíça Aline Schmid e pelo cineasta argentino Eduardo Williams; a italiana Margherita Chiti, o crítico Frédéric Jaeger e a americana Jacqueline Lyanga completam o time de jurados da First Feature.

A atriz americana Hilary Swank será homenageada com o Leopard Club Award; a montadora Claire Atherton receberá o Prêmio Vision Ticinomod, dedicado a todos aqueles que utilizaram seus talentos para criar novas perspectivas no mundo do cinema. O Pardo d’onore Manor será entregue para o diretor americano John Waters; o Prêmio Excellence homenageará o ator sul-coreano Song Kang-ho; a produtora Komplizen Film receberá o Prêmio Raimondo Rezzonico; o Pardo alla carriera será entregue para o cineasta suíço Fredi M. Murer; e o roteirista italiano Enrico Ghezzi receberá o novíssimo Prêmio Utopia.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Locarno 2019:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

A Febre, de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
Bergmál (Echo), de Rúnar Rúnarsson (Islândia/França/Suíça)
Cat in the Wall, de Mina Mileva e Vesela Kazakova (Bulgária/Reino Unido/França)
Das freiwillige Jahr (A Voluntary Year), de Ulrich Köhler e Henner Winckler (Alemanha)
Douze Mille, de Nadège Trebal (França)
Fi Al-Thawra (During Revolution), de Maya Khoury (Síria/Suécia)
Hiruk-pikuk si al-kisah (The Science of Fictions), de Yosep Anggi Noen (Indonésia/Malásia/França)
Hogar (Maternal), de Maura Delpero (Itália/Argentina)
Les Enfants d’Isadora (Isadora’s Children), de Damien Manivel (França/Coreia do Sul)
Longa Noite (Endless Night), de Eloy Enciso (Espanha)
O Fim do Mundo, de Basil Da Cunha (Suíça)
Pa-go (Height of the Wave), de Park Jung-Bum (Coreia do Sul)
Technoboss, de João Nicolau (Portugal/França)
Terminal Sud (South Terminal), de Rabah Ameur-Zaïmeche (França)
The Last Black Man in San Francisco, de Joe Talbot (EUA)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)
Yokogao (A Girl Missing), de Kôji Fukada (Japão/França)

PIAZZA GRANDE:

7500, de Patrick Vollrath (Alemanha/Áustria)
Adoration, de Fabrice Du Welz (Bélgica/França)
Camille, de Boris Lojkine (França)
Days of the Bagnold Summer, de Simon Bird (Reino Unido)
Diego Maradona, de Asif Kapadia (Reino Unido)
Instinct, de Halina Reijn (Holanda)
La Fille au Bracelet (The Girl with a Bracelet), de Stéphane Demoustier (França/Bélgica)
Lettre à Freddy Buache, de Jean-Luc Godard (Suíça, 1982)
Magari (Magari (If Only)), de Ginevra Elkann (Itália/França)
New Acid, de Basim Magdy (França/Suíça)
Notre Dame, de Valérie Donzelli (França/Bélgica)
Era Uma Vez em… Hollywood (Once Upon a Time … in Hollywood), de Quentin Tarantino (EUA)
Tabi no Owari Sekai no Hajimari (To the Ends of the Earth), de Kiyoshi Kurosawa (Japão/Uzbequistão/Qatar)

CONCORSO CINEASTI DEL PRESENTE:

143 rue du désert (143 sahara street), de Hassen Ferhani (Argélia/França/Qatar)
Baamum Nafi (Nafi’s Father), de Mamadou Dia (Senegal)
Ham on Rye, de Tyler Taormina (EUA)
Here for Life, de Andrea Luka Zimmerman e Adrian Jackson (Reino Unido)
Ivana cea Groaznica (Ivana the Terrible), de Ivana Mladenović (Romênia/Sérvia)
L’apprendistato (The Young Observant), de Davide Maldi (Itália)
L’Île aux oiseaux (Bird Island), de Maya Kosa e Sergio da Costa (Suíça)
La Paloma y el Lobo (The Dove and the Wolf), de Carlos Lenin (México)
Lengmo weiyang lengmo (The Cold Raising The Cold), de Rong Guang Rong (Itália)
Love Me Tender, de Klaudia Reynicke (Suíça)
Mariam, de Sharipa Urazbayeva (Cazaquistão)
Merveilles à Montfermeil (Wonders in the Suburbs), de Jeanne Balibar (França)
Nhà Cây (The Tree House), de Minh Quý Trương (Singapura/Vietnã/Alemanha/França/China)
Oroslan, de Matjaž Ivanišin (Eslovênia/República Tcheca)
Overseas, de Yoon Sung-A (Bélgica/França)
Space Dogs, de Elsa Kremser d Levin Peter (Áustria/Alemanha)

MOVING AHEAD:

(tourism studies), de Joshua Gen Solondz (EUA)
A Topography of Memory, de Burak Çevik (Turquia/Canadá)
Black Hole, de Emmanuel Grimaud e Arnaud Deshayes (França)
Color-blind, de Ben Russell (França/Alemanha)
Distancing, de Miko Revereza (EUA)
In Memoriam, de Jean-Claude Rousseau (França)
Kasiterit, de Riar Rizaldi (Indonésia)
Krabi, 2562, de Ben Rivers e Anocha Suwichakornpong (Reino Unido/Tailândia)
Lore, de Sky Hopinka (EUA)
Ralfs Farben (Ralf’s Colors), de Lukas Marxt (Áustria/Alemanha/Espanha/França)
Shān Zhī Běi (Osmosis), de Zhou Tao (China)
Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (Brasil)
The Giverny Document (Single Channel), de Ja’Tovia M. Gary (EUA/França)
The Invisible Hand, de Omer Fast (China/Alemanha)
Those That, at a Distance, Resemble Another, de Jessica Sarah Rinland (Reino Unido/Argentina/Espanha)
Un film dramatique, de Éric Baudelaire (França)

PARDI DI DOMANI:

16 de decembro (16 December), de Álvaro Gago (Espanha)
Ahlou al kahef (Companions of the Cave), de Fakhri El Ghezal (Tunísia)
All Come From Dust, de Younes Ben Slimane (Tunísia)
All the Fires the Fire, de Efthimis Kosemund Sanidis (Grécia)
Carne (Flesh), de Camila Kater (Brasil/Espanha)
Chão de Rua (A Street Under), de Tomás von der Osten (Brasil)
Dossier of the Dossier, de Sorayos Prapapan (Tailândia)
Douma taht al ard (Douma Underground), de Tim Alsiofi (Líbano/Síria)
El hacedor de muebles (The Furniture Maker), de David Avilés (Cuba)
Eyes on the Road, de Stefanie Kolk (Holanda)
Frisson d’amour (Shiver of Love), de Maxence Stamatiadis (França)
How to Tell a True Immigrant Story, de Aggie Ebrahimi Bazaz (EUA)
In Vitro, de Larissa Sansour e Søren Lind (Reino Unido/Palestina/Dinamarca)
Incompiuta (Unfinished), de Samira Guadagnuolo e Tiziano Doria (Itália)
Marée (Tide), de Manon Coubia (Bélgica/França)
Mom’s Movie, de Stella Kyriakopoulos (Grécia/Espanha)
Moutons, loup et tasse de thé… (Sheep, Wolf and a Cup of Tea…), de Marion Lacourt (França)
Mthunzi, de Tebogo Malebogo (África do Sul)
Notre territoire (Our Territory), de Mathieu Volpe (Bélgica)
Otpusk (Leave of Absence), de Anton Sazonov (Rússia)
Poslednja slika o ocu (The Last Image of Father), de Stefan Djordjevic (Sérvia)
Pyar pyar nyo yaung maing ta-lei-lei (Cobalt Blue), de Aung Phyoe (Myanmar)
Râang Ton Taan (Enduring Body), de Ukrit Sa-nguanhai (Tailândia)
Siyah güneş (Black Sun), de Arda Çiltepe (Turquia/Alemanha)
Tskhoveli (The Animal), de Amiran Dolidze (Geórgia)
Umbilical, de Danski Tang (EUA)
Vader (Father), de Isabel Lamberti (Holanda)
Vulcão: O Que Sonha um Lago? (Volcano: What Does a Lake Dream?), de Diana Vidrascu (França/Portugal/Romênia)
White Afro, de Akosua Adoma Owusu (Gana/EUA)

Clique aqui e confira a programação completa com os filmes selecionados.

Foto: Divulgação/Ponte Produtoras.

14º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo: conheça os filmes selecionados e os homenageados

por: Cinevitor

copovaziolatinoamericanoJean-Claude Bernardet e Gustavo Vinagre em Copo Vazio, de Dellani Lima.

A 14ª edição do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo acontecerá entre os dias 24 e 31 de julho com um total de 148 títulos de 16 países, maior marca do evento. A programação reúne os destaques da produção mais recente realizada na América Latina e no Caribe.

Inédito no Brasil, Fakir, dirigido por Helena Ignez, será o filme de abertura deste ano. O longa retrata o sucesso do faquirismo no Brasil, América Latina e França. A sessão, aberta ao público, acontecerá no dia 24 de julho, às 20h30, no Auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina.

A Sessão Contemporâneos traz produções recentes e inéditas no país, longas brasileiros em première mundial e a terceira edição do Foco Chile. Serão exibidos filmes da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Porto Rico, Uruguai e Venezuela.

As cineastas Tata Amaral, Claudia Priscilla, a atriz Léa Garcia e o ator chileno Patricio Contreras são os grandes homenageados desta edição. O festival vai exibir os mais marcantes trabalhos de suas carreiras, incluindo o clássico Compasso de Espera, estrelado por Léa Garcia e dirigido por Antunes Filho. Raro filme do diretor teatral será a atração de encerramento do festival. A obra, de 1973, traz no enredo as várias lutas contra o preconceito racial enfrentadas por um típico herói brasileiro que combate no dia a dia os resquícios deixados por uma sociedade escravocratas. No elenco se destacam ainda: Antonio Pitanga, Stênio Garcia, Renée de Vielmond e Zózimo Bulbul.

Um encontro inédito reúne três personalidades homenageadas desta edição do Festival. A Mesa Mulheres do Cinema promove um bate-papo entre a atriz Léa Garcia e as diretoras Tata Amaral e Claudia Priscila com mediação da cineasta Marina Person.

Diversas atividades que envolvem debates, encontros, oficinas e sessões especiais estão na programação do 14º Festival de Cinema Latino Americano; todas com entrada gratuita, como: o encontro Jean-Claude Bernardet por Kiko Goifman e Cristiano Burlan; a oficina Realização Audiovisual, ministrada pela diretora, produtora e roteirista argentina Natural Arpajou; a produtora, gestora cultural, programadora e diretora fundadora da Storyboard Media, Gabriela Sandoval, conversa com o público sobre o Os Caminhos Atuais do Pensar Festivais Audiovisuais; Patricio Contreras, ator chileno homenageado no festival este ano, ministra a oficina Atuação para Audiovisual; e a programação destaca o tradicional Cinema da Vela, no CineSesc. Sob o tema Cinema Visceral estarão reunidos o diretor brasileiro Marcelo Felipe e o roteirista Fernando Bonassi, ambos do longa-metragem Eldorado, Mengele Vivo ou Morto?, com mediação da jornalista Ana Paula Sousa.

Para finalizar as atividades paralelas, o festival  promove um encontro aberto ao público que discute a formação audiovisual na região latino-americana. Estarão reunidos o cineasta mexicano Raul Lopez Echeverria, o cubano Marcel Beltrán e a brasileira Maria Dora Mourão, com mediação de Eduardo Santos Mendes.

O Festival de Cinema Latino-Americano, com curadoria e direção assinadas por Jurandir Müller e Francisco Cesar Filho, ainda traz na programação títulos do DocTV Latinoamérica, primeiro programa de fomento à produção e teledifusão do documentário latino-americano, realizados em parceria entre produtores independentes e emissoras públicas de televisão; e também a competição Mostra Escolas de Cinema Ciba-Cilect, seminários, debates e encontros.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo 2019:

CONTEMPORÂNEOS:

3-1=2 Rodando, de José Eduardo Alcázar (Paraguai)
A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla (Brasil)
A Música das Esferas (La Música de las Esferas), de Marcel Beltrán (Cuba)
A Rainha Nzinga Chegou, de Júnia Torres e Isabel Casimira (Brasil/Angola)
Asfixia, de Kenya Márquez (México)
Copo Vazio, de Dellani Lima (Brasil)
Eldorado, Mengele Vivo ou Morto?, de Marcelo Tadeu Felipe Sampaio (Brasil)
Ensaio sobre o Fracasso, de Cristiano Burlan (Brasil)
Eu, Impossível (Yo, Imposible), de Patricia Ortega (Colômbia/Venezuela)
Eu Menina (Yo Niña), de Natural Arpajou (Argentina)
Fakir, de Helena Ignez (Brasil)
Menina Errante (Niña Errante), de Rubén Mendoza (Colômbia)
No Coração do Mundo, de Maurílio Martins e Gabriel Martins (Brasil)
Os Aventureiros (Los Buscadores), de Juan Carlos Maneglia e Tana Schémbori (Paraguai)
Platamama, de Alice Riff (Brasil)
Selvagem, de Diego da Costa (Brasil)
Pornô para Iniciantes (Porno para Principiantes), de Carlos Ameglio (Uruguai/Argentina/Brasil)

CONTEMPORÂNEOS | FOCO CHILE:

A Mulher de Lama (La Mujer de Barro), de Sergio Castro San Martín (2015)
Iglu (Iglú), de Diego Ruiz (2013)
O Guru (El Guru), de Rory Barrientos Lamas (2017)
O Pacto de Adriana (El Pacto de Adriana), de Lissette Orozco (2017)

HOMENAGEM CLAUDIA PRISCILLA:

A Destruição de Bernardet, de Claudia Priscilla e Pedro Marques (2016)
Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla (2018)
Leite e Ferro, de Claudia Priscilla (2010)
Olhe para Mim de novo, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman (2010)
Phedra, de Claudia Priscilla (2008)
Sexo e Claustro, de Claudia Priscilla (2005)
Vestido de Laerte, de Claudia Priscilla e Pedro Marques (2013)

HOMENAGEM LÉA GARCIA:

Compasso de Espera, de Antunes Filho (1986)
Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo (2005)
Ganga Zumba, de Carlos Diegues (1964)
Orfeu Negro, de Marcel Camus (Brasil/França/Itália) (1959)
Sudoeste, de Eduardo Nunes (2012)

HOMENAGEM PATRICIO CONTRERAS:

A Fronteira (La Frontera), de Ricardo Larraín (Chile/Espanha) (1991)
A Paixão de Michelangelo (La Pasión de Michelangelo), de Esteban Larraín (Chile/França/Argentina/Alemanha) (2013)
Cachimba, de Silvio Caiozzi (Chile/Argentina/Espanha) (2004)
Cuecas Rasgadas (Calzones Rotos), de Arnaldo Valsecchi (Chile/Argentina) (2018)

HOMENAGEM TATA AMARAL:

Antônia (2006)
Através da Janela (2000)
Hoje (2013)
O Rei do Carimã (2009)
Sequestro Relâmpago (2018)
Trago Comigo (2016)
Um Céu de Estrelas (1997)
História Familiar (1988)
Viver a Vida (1991)

As atividades acontecem no CineSesc, Memorial da América Latina (Auditório Simón Bolívar e Auditório da Biblioteca Latino-Americana), Spcine Olido, Spcine Centro Cultural São Paulo (CCSP), Auditório Rubens Borba de Moraes da Biblioteca Mário de Andrade e Sala Umuarama do Instituto CPFL (Campinas, SP). A programação tem entrada gratuita ou preços acessíveis (R$5 a R$12).

*Clique aqui e confira a programação completa e outras informações.

Foto: Divulgação.

Confira o trailer oficial de Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles

por: Cinevitor

bacurautraileroficialWestern brasileiro: um filme de aventura e ficção científica.

Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes e do prêmio de melhor filme no Filmfest München, Bacurau acaba de ganhar seu trailer oficial. Com direção e roteiro assinados por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa já foi convidado para mais de 100 festivais e mostras ao redor do mundo desde sua première mundial em Cannes. No Brasil, será o filme de abertura do Festival de Cinema de Gramado.

Além disso, o longa também foi exibido na competição do Neuchâtel International Fantastic Film Festival, na Suíça, no Sydney Film Festival, na Austrália, no SoFilm Summercamp, em Nantes, e La Rochelle, ambos na França, onde o filme estreia em setembro.

Na descrição de seus diretores, Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

Depois do sucesso internacional de Aquarius, em 2016, que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes, há 3 anos, Bacurau é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife e a SBS em Paris. O longa também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção. Na equipe de Bacurau a parceria estabelecida em projetos anteriores também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.

A sinopse oficial diz: num futuro recente, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade some misteriosamente do mapa. Quando uma série de assassinatos inexplicáveis começam a acontecer, os moradores da cidade tentam reagir. Mas como se defender de um inimigo desconhecido e implacável?

Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

Confira o trailer oficial de Bacurau, que estreia no dia 29 de agosto, com distribuição da Vitrine Filmes:

Foto: Victor Jucá.

Conheça os filmes selecionados para o 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

por: Cinevitor

bailecurtakinoforumCena do curta Baile, de Cíntia Domit Bittar: selecionado.

O Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum é um dos maiores e mais tradicionais eventos dedicados ao formato de curta-metragem no mundo. Realizado desde 1990 na cidade de São Paulo, já se tornou um marco na agenda cultural da cidade por sua programação ampla e diversificada, que é exibida gratuitamente em diversas salas de cinema e centros culturais na cidade.

A cada ano, o festival seleciona cerca de 400 produções de uma ampla gama de países, procurando representar a diversidade e a variedade da produção de curta metragem no mundo, e ampliar o diálogo do audiovisual internacional com a produção latino-americana. Sua programação tem como eixo central os programas de filmes internacionais, latino-americanos e brasileiros e, a cada ano, também é criada uma série de programas especiais, a partir dos próprios filmes inscritos e de sugestões de curadores que visitam os principais festivais do Brasil e do mundo.

O festival é dirigido pela produtora cultural Zita Carvalhosa e é organizado pela Associação Cultural Kinoforum, entidade sem fins lucrativos que realiza atividades e projetos e apoia o desenvolvimento da linguagem e da produção cinematográfica com destaque para a promoção do audiovisual brasileiro.

Nesta segunda-feira, 15/07, foram anunciados os selecionados para a 30ª edição do Curta Kinoforum, que acontecerá entre os dias 22 de agosto e 1º de setembro. Foram 3.892 curtas-metragens inscritos: desse total, 2.926 foram para a Mostra Internacional, 262 para a Mostra Latino-Americana e 704 para os Programas Brasileiros. Neste ano, inicia-se o desafio de uma Competição Brasileira, além da criação da nova mostra Limite, marcada por filmes brasileiros e estrangeiros com novos recortes e narrativas ousadas. Vale lembrar que a programação completa do festival será anunciada em breve e inclui Programas Especiais com filmes convidados.

Conheça os filmes brasileiros selecionados:

A ERA DE LAREOKOTÔ, de Rita Carelli (PE) | Mostra Brasil
A ÉTICA DAS HIENAS, de Rodolpho De Barros (Brasil, PB/Argentina) | Mostra Brasil
A MÃE BARBADA, de Matheus Morelatto (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
A MELHOR AMIGA, de Andrey Moritz (SP) | Cinema em Curso
À PROCURA DE UMA SAÍDA, de Matheus Morelatto, Valmir Natan, João Vitor Masson, Jorge Antonio, Lucas Ricardo, Larissa Santos, Thiago de Souza e Clodoaldo de Campos (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
A ROTINA TERÁ SEU ENQUANTO, de Carlos Adriano (SP) | Mostra Limite
ABRAÇOS, ALINE, de Manu Zilveti (RS) | Cinema em Curso
ACAMPAMENTO FANTASIA, de Alejandro Mendez, Ester Silva, Flávia Pilar, Izaias Monteiro, Olivia Jacob e Vitor Fernando (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
ACOLHIMENTO, de Max Amauri, Patrick Dutra e Wagner Horvath (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
AFETO, de Ju Balhego (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
AGUNIA, de Pedro von Krüger (RJ) | Mostra Competitiva
ALMA BANDIDA, de Marco Antônio Pereira (MG) | Mostra Brasil
AMIGAS TRANS, de Bruno de Paula, Camila Moretty, Claudio Facio, Ysabelly Silva, Patricia Sheneider, Priscila Ciavaglia, Samantha Facio, Sthephany Horrara e Thays Nascimento (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
AMNESTIA, de Susanna Lira (RJ) | Mostra Brasil
AMOR AOS VINTE ANOS, de Felipe Poroger e Toti Loureiro (SP) | Mostra Brasil
ANGELA, de Marília Nogueira (MG) | Mostra Competitiva
ANTES DE ONTEM, de Caio Franco (SP) | Mostra Brasil
ANZOL, de Pedro Conde e Pedro Oliveira (SP) | Cinema em Curso
AO LADO, de Taine Araujo (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
APNEIA, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR) | Mostra Competitiva
AQUELES QUE SE FORAM, de Bruno Christofoletti Barrenha (PE) | Cinema em Curso
ARCO DO TEMPO, de Juan Rodrigues (BA) | Mostra Brasil
AS VIAJANTES, de Davi Mello (SP) | Programas Especiais
AURORA, de Renata Spitz (RJ) | Mostra Brasil
AVOADA, de Magno Pinheiro (RJ) | Cinema em Curso
BAILE, de Cíntia Domit Bittar (SC) | Mostra Brasil
BAIXA FUNDA O DESTINO DE UM POVO, de Marcello Sannyos (MG) | Oficinas de Realização Audiovisual
BETA, de Beatriz Costa (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
BONDE, de Asaph Luccas (SP) | Mostra Brasil
BR_RIP, de Carlos Nogueira (SP) | Mostra Limite
BRASIL SÉCULO XXI, de Marcos Farias (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
BUBA, de Nini Cartaxo (RJ) | Mostra Brasil
CABEÇA DE RUA, de Angélica Lourenço (MG) | Cinema em Curso
CAÇADOR, de Leonardo Sette (PE) | Mostra Brasil
CAMALEÃO, de Leonardo Grecco (SP) | Cinema em Curso
CAMINHOS DIFERENTES, de Eduardo Perrota, Matheus Morelatto, João Taioba e Valmir Natan (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual e Mostra Infantojuvenil
CARANGUEJO REI, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE) | Mostra Brasil e Programas Especiais
CARTUCHOS DE SUPER NINTENDO EM ANÉIS DE SATURNO, de Leon Reis (CE) | Cinema em Curso
CODINOME BRENO, de Manoel Batista (RN) | Mostra Brasil
COLMEIA, de Karinna De Simone (SP) | Cinema em Curso e Mostra Infantojuvenil
COLÔNIA, de Fernanda Ramos (SP) | Mostra Limite
CONCRETA MEMÓRIA, de Vitor Xavier (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
COPILOTO, de Andrei Carvalho (PR) | Cinema em Curso
DE OUTRO MUNDO, de Patrick Andrade (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
DELA, de Bernard Attal (Brasil, BA/África do Sul) | Mostra Infantojuvenil
DIZ QUE É VERDADE, de Claryssa Almeida e Pedro Estrada (MG) | Cinema em Curso
DO OUTRO LADO, de Bob Yang e Frederico Evaristo (SP) | Mostra Brasil
DOBRAS, de Cristian Borges, Pedro Nishi e Francisco Miguez (SP) | Mostra Limite
DUDA, de William Biagioli e Eugenia Castello (PR) | Mostra Competitiva
EM REFORMA, de Diana Coelho (RN) | Mostra Competitiva
ENVEREDO, de Lico Cardoso e Thabata Vecchio (SP) | Mostra Limite
ESCURESER, de Gustavo Guimarães, Pedro Henrique, Bruno Vieira, Fábio Landucci, Niz de Souza, Aglae D’Avila, Barbara Louise, Daniela Seles, Neta Lavor, Madusa e Filipe Barbosa (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
ESTADO DE NEBLINA, de Bruno Ramos (SP) | Cinema em Curso
EU, MINHA MÃE E WALLACE, de Eduardo Carvalho e Marcos Carvalho (RJ) | Mostra Brasil
FILHO DE PEIXE, de Igor Ribeiro (RN) | Oficinas de Realização Audiovisual
FRAGMENTOS DA VIDA, de Claudinei Mendonça, Luciano La Paz e Wanderson Carvalho (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
GAROTO TRANSCODIFICADO A PARTIR DE FOSFENO, de Rodrigo Faustini dos Santos (SP) | Mostra Limite
GURI, de Adriano Monteiro (ES) | Mostra Infantojuvenil
IMAGINARIUM, de Cristiano Burlan (SP) | Mostra Brasil
INFINITO ENQUANTO DURE, de Akira Kamiki (SP) | Cinema em Curso
JARDIM PERI ALTO EM CENA, de Gabriel Cândido e Jeremias Nunes de Jesus (SP) | Mostra Brasil
JORGE, de Jéferson (RJ) | Mostra Brasil
JORNAL CARANDIRU, de Valoli Vieira, Andressa Aparecida, Clodoaldo de Campos, Diogo Lazzari, Regis Aguilar, Fábio Vinicius, Matheus Henrique Morelatto e José Henrique Cirillo (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
KA’A ZAR UKYZE WÀ – OS DONOS DA FLORESTA EM PERIGO, de Edivan Dos Santos Guajajara, Flay Guajajara e Erisvan Bone Guajajara | Oficinas de Realização Audiovisual
KEREXU, de Denis Rodriguez e Leonardo Remor (RS) | Mostra Competitiva
KOPACABANA, de Khalil Charif e Marcos Bonisson (RJ) | Mostra Limite
LICENÇA POÉTICA, de Ilaine Melo (SC) | Mostra Brasil
LIGAÇÃO MACABRA, de Camila Moretty, Diego Bevilaqua, Ysabelly Silva, Sthephanny Horrara e Zezé de Camargo (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
LÉ COM CRÉ, de Cassandra Reis (SP) | Mostra Infantojuvenil
MÃE NÃO CHORA, de Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira (SP) | Mostra Brasil
MÃE?, de Antonio Victor Simas (BA) | Cinema em Curso
MARIE, de Leo Tabosa (PE) | Mostra Brasil
MATO ADENTRO, de Elton de Almeida (SP) | Mostra Brasil
MENINO PÁSSARO, de Diogo Leite (SP) | Mostra Brasil
MESMO COM TANTA AGONIA, de Alice Andrade Drummond (SP) | Mostra Brasil
MONA, de Luíza Zaidan e Thiago Schindler (SP) | Mostra Brasil
NÃO MORO MAIS AQUI, de Laura de Araújo (PE) | Mostra Competitiva
NEGRUM3, de Diego Paulino (SP) | Mostra Brasil
NERVO, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (SP) | Mostra Competitiva e Programas Especiais
NOME DE BATISMO – FRANCES, de Tila Chitunda (PE) | Mostra Brasil
NOVE ÁGUAS, de Gabriel Martins (MG) | Mostra Competitiva
O CASTELO DA LOIRA DO BANHEIRO, de Britany Liriel, Joyce Julia, Maysa Tozzy, Maria Eduarda, Morayma Miranda, Nahiara Jasmin, Sandra Eduarda e Sara Tomé (SP) | Mostra Infantojuvenil
O LUTADOR IMBATÍVEL, de Claudinei Mendonça, João Taioba, Rafael Camargo e Valmir Natan (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
O PORTAL DAS FLORES, de Aline Priscila, Britany Liriel, Carlos Daniel, Ana Gabriela, Arthur Henrique, Flávia Pilar, Jessica Vitoria e Morayma Miranda (SP) | Mostra Infantojuvenil
O QUE ELA DISSE?, de João V. Guimarães, Girlene C. Coqueiro, Alexandre Gomes, Gleici Cristina, Luana Santos, Stephan Souza, Renata Morais, Leonardo Carneiro, Gabriela Gaia, Luis Felipe Oliveira, Kamila Faustino, Deivid Nascimento, Thales Gabriel Arcanjo e Vitoria Karolyne (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
O RECOMEÇO, de Emilio Serqueira, Juan Carlos Bermejo, Mario Albuquerque, João Taioba e Lucas Freitas (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
O VÉU DE AMANI, de Renata Diniz (DF) | Mostra Infantojuvenil
OLHOS PRESCRITOS, de Vinícius Teodoro, Gian Bernardes e Lucca Pacios (SP) | Cinema em Curso
ONDE A CORUJA FAZ SEU NINHO, de Igor Ribeiro (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
OS ÚLTIMOS ROMÂNTICOS, de João Cândido Zacharias (RJ) | Mostra Brasil
PADARIA ARTESANAL, de Clodoaldo de Campos, Bruno de Paula, Priscila Ciavaglia e Wagner Horvath (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
PASSOS NO ESCURO, de Jailson Ramos (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
PEIXE, de Yasmin Guimarães (MG) | Mostra Brasil
PLUMA FORTE, de Coraci Ruiz (SP) | Mostra Brasil
PRESA, de Letícia Kamiguchi (SP) | Mostra Competitiva
PRESTES, de Gabriela Sallum (SP) | Mostra Brasil
PRINCESA MORTA DO JACUÍ, de Marcela Ilha Bordin (RS) | Mostra Brasil
PULO, de Luiza Perocco Pasetti e Ana Schilling (SP) | Mostra Infantojuvenil
REALEZA GAY, de Carlos Magalhães e Maria Fernanda Ribeiro (SP) | Mostra Competitiva
REFORMA, de Fábio Leal (PE) | Mostra Brasil
RESSURREIÇÃO, de Otto Guerra (RS) | Mostra Brasil
REVOLVER, de Frederico Benevides e Tadeu Capristano (RJ) | Mostra Limite
ROLÊ EM SP, de Alexandre dos Santos Silva (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
RUÍDO BRANCO, de Gabriel Fonseca Silva e Souza (SP) | Cinema em Curso
SAIR DO ARMÁRIO, de Marina Pontes (BA) | Cinema em Curso e Programas Especiais
SAMPLE, de Ana Julia Travia (SP) | Mostra Brasil
SANGRO, de Tiago Minamisawa, Bruno H. Castro e Guto BR (SP) | Mostra Competitiva
SEM ASAS, de Renata Martins (SP) | Mostra Competitiva
SORRISO NEGRO, de Laís Motta (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
SOU PIETRA, de Erick Patrick Rizzini e Nicole Zadorestki Caroti (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
SWINGUERRA, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (PE) | Mostra Competitiva
TEA FOR TWO, de Julia Katharine (SP) | Mostra Brasil
TECNOPOP, de Clodoaldo de Campos, João Taioba e Wagner Horvath (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
TECNORUA, de José Assunção e Michel Monteiro (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
TERRA DO SEMPRE, de Clarissa Virmond (RS) | Mostra Brasil
TÔ CAINDO, de Ana Julia, Fabricio Fernando, Jéssica Vitória, José Ozair, Paulo Richard e Vitória Marques (SP) | Mostra Infantojuvenil
TOMMY BRILHO, de Sávio Fernandes (CE) | Cinema em Curso
TRANS GARI, de Altamiro Lopes, Diego Coelho, Edgard Danilo, Gabriela Fonseca, Lupita Lorrayne, Patricia Shynaider e Verônica Portati (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
TRANSIÇÃO SANGUINÁRIA, de Diego Jandoza, Alexandre Gusmão, Kaká Bispo, Priscilla Ciavaglia, Ana Paula de Souza, Amanda Coêlho, Bruna Rodrigues, Bruno de Souza, Neta Lavor, Luis Maike, Erick Natanael e Manu Gerino (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual
UM ENSAIO SOBRE A AUSÊNCIA, de David Aynan (BA) | Mostra Brasil
VAMOS DANÇAR?, de Renata Pegorer, Giulia Murena, Evelyn Santos, Clara Barbosa, Larissa Sousa, Charlie Noir e Joyce Cury | Oficinas de Realização Audiovisual
VAZIOS HABITADOS, de Rafael F. Schlichting e Cláudia Cárdenas (SC) | Mostra Limite
VENTO DE SAL, de Anna Azevedo (Brasil, RJ/Portugal) | Mostra Brasil
VIGIA, de João Victor Borges (RJ) | Mostra Brasil
VIVI LOBO E O QUARTO MÁGICO, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (PR) | Mostra Infantojuvenil
ZERO PRECONCEITO, de Gabriela Alves, Ysabelly Silva e Nicole de Jaclair (SP) | Oficinas de Realização Audiovisual

O Comitê de Visionamento da Mostra Internacional foi composto por Anne Fryszman, Beth Sá Freire, Caetano Simões, Duda Leite, Felipe Poroger, Marcio Miranda Perez, Nikolas Castanha, Rafael Moretti, Sofia Wickerhauser, Zita Carvalhosa, com a colaboração de Anna Azevedo, Christian Saghaard, Guilherme Franco, Pasquale Galastro, Pierre Le Gall, Ricardo Albuquerque e Tamires Souza.

O Comitê de Visionamento da Mostra Latino-Americana foi composto por Camila Moraes, Fernanda Ramos, Guilherme Franco e Marcio Miranda Perez. O Comitê de Visionamento dos Programas Brasileiros foi composto por Angelo Defanti, Cristina Amaral, Fabio Audi, Marcia Vaz, Pedro Tinen e Tainá Muhringer, com a colaboração de Solène Maurin. O visionamento contou ainda com a inestimável colaboração dos alunos participantes do Visionamento em Curso: Amanda Monteiro Turano, Camila Luz Marques, Isabella Gebara, Júlia Lelli, Laís Torres Rodrigues, Luis Veras, Maria Beatriz Liberal, Maria Luisa Passos Galvão, Maurício Ferreira, Waldir Alves da Silva Segundo e Ygor Pinheiro Souza.

Clique aqui e confira a lista completa com os filmes internacionais e latino-americanos selecionados.

Foto: Divulgação/Novelo Filmes.

Austin Butler será Elvis Presley em cinebiografia dirigida por Baz Luhrmann

por: Cinevitor

austinbutleranuncioelvisDepois de uma longa jornada de testes, Austin Butler interpretará o Rei do Rock nas telonas.

A Warner Bros. Pictures anunciou que, depois de uma extensa pesquisa, o diretor Baz Luhrmann escalou o ator Austin Butler para interpretar Elvis Aaron Presley em seu próximo filme sobre a lenda global. O anúncio foi feito pelo presidente do Grupo Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich.

No filme, Luhrmann, de O Grande Gatsby e Moulin Rouge: Amor em Vermelho, irá explorar a vida e a música de Presley pelo prisma da sua complicada relação com seu enigmático empresário “coronel” Tom Parker, que será interpretado por Tom Hanks. A história vai mergulhar em sua complexa dinâmica por mais de 20 anos, desde o surgimento de Elvis até seu estrelato sem precedentes, com o pano de fundo da paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América.

Em comunicado, Baz Luhrmann disse: “Eu sabia que não conseguiria fazer esse filme se o elenco não fosse absolutamente certeiro. Procuramos por um ator com a habilidade de trazer o singular e natural movimento e qualidade vocais dessa inigualável estrela, mas também a vulnerabilidade interna do artista. Foi uma honra para mim encontrar um vasto conjunto de talentos ao longo do processo de seleção. Eu tinha ouvido falar de Austin Butler em seu papel contracenando ao lado de Denzel Washington em The Iceman Cometh, na Broadway. Por meio de uma longa jornada de testes de tela e workshops de música e performance, eu sabia que havia encontrado alguém que pudesse incorporar o espírito de uma das figuras musicais mais emblemáticas do mundo”.

Austin Butler fez sua estreia na Broadway em 2018, contracenando com Denzel Washington em The Iceman Cometh, de Eugene O’Neill, sob a direção de George C. Wolfe, e recebeu ótimas críticas por seu trabalho no papel de “menino perdido”, Don Parritt. Em breve chega aos cinemas brasileiros ao lado de Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie em Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino. Butler, que também tem muitos créditos na televisão, como os seriados Hannah Montana, iCarly, The Carrie Diaries e As Crônicas de Shannara, está no elenco de Os Mortos Não Morrem, de Jim Jarmusch. Também atuou nos longas Dude: A Vida é Assim, A Casa do Medo e Pequenos Invasores.

Luhrmann vai dirigir o roteiro que escreveu com Craig Pearce e também irá produzir o longa ao lado de Gail Berman, Patrick McCormick, Schuyler Weiss e de Catherine Martin, que mais uma vez servirá como designer de produção e figurinista no filme. Andrew Mittman será o produtor executivo.

As filmagens começam no início do próximo ano em Queensland, na Austrália, com o apoio do governo de Queensland, Screen Queensland e do programa Producer Offset do governo australiano. O filme será distribuído mundialmente pela Warner Bros. Pictures.

Foto: Getty Images North America.

Conheça os filmes selecionados para o 23º Florianópolis Audiovisual Mercosul

por: Cinevitor

limaduartecurtaFAMLima Duarte em A Volta para Casa, de Diego Freitas: selecionado.

A 23ª edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul, FAM 2019, que acontecerá entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro, vai exibir 72 produções, número 50% maior do que do ano passado. Os filmes estão divididos entre as seis Mostras Competitivas: as já tradicionais Mostras de Curtas Catarinense, Curtas Mercosul, Infantojuvenil, DOC-FAM, Videoclipe e, pela primeira vez, a Longas Ficção Mercosul, que até então só exibia filmes convidados.

São filmes do Brasil, de 10 estados e do Distrito Federal, e de 16 países envolvidos que serão exibidos em mais de 80 sessões. Os filmes participantes do FAM 2019 foram escolhidos entre 1.164 produções inscritas, recorde absoluto nestes 23 anos. De acordo com a diretora de programação, Marilha Naccari, a Mostra de Curtas Mercosul deste ano é destaque pela predominância de filmes estrangeiros. Ao todo, foram selecionadas 23 obras, destas 14 são internacionais.

A estreante em competição, a Mostra Longas Ficção Mercosul, teve mais de 100 filmes inscritos, seis foram selecionados e contemplam produções ou coproduções de sete países. As mulheres são personagens protagonistas em cinco filmes, todos os temas giram em torno de família, relação parental, diferentes formações e vivência familiar, em diálogo também com a misoginia, discriminação, infância, senescência, abusos, abandonos e libertação. “Temos apenas uma mulher na direção dos seis filmes da Mostra Longa Ficção, porém as mulheres são maioria na produção executiva e ocupam 50% dos cargos de montagem, ainda estão presentes na edição de som e direção de fotografia”, completa Marilha.

Este ano, as sessões do festival serão nas cinco salas do complexo de cinemas CineShow, no Beiramar Shopping, e os ingressos já estão à venda no site e na bilheteria do cinema. Os ganhadores do Troféu Panvision e de mais de R$ 200 mil de premiação em produtos e serviços de empresas parceiras do festival serão conhecidos na cerimônia de encerramento, em 2 de outubro, no Teatro Álvaro de Carvalho. Além desses novos espaços no centro da cidade, as atividades do FAM acontecerão no Museu da Escola Catarinense (palestras, painéis e o Rally Universitário Floripa 2019) e no Hotel Majestic Palace, na Avenida Beira-Mar, que sedia o Encontro de Coprodução do Mercosul – ECM 2019.

Conheça os filmes selecionados para o FAM 2019:

MOSTRA LONGAS FICÇÃO MERCOSUL:
A Espera de Liz, de Bruno Torres (Brasil/Venezuela)
Cenizas, de Juan Sebastian Jacome (Equador/Uruguai)
El Río, de Juan Pablo Richter (Bolívia)
Niña Errante, de Rubén Mendoza (Colômbia)
Pacarrete, de Allan Deberton (Brasil)
Yo Niña, de Natural Arpajou (Argentina)

MOSTRA DOC-FAM:
Bando, Um Filme De:, de Lázaro Ramos e Thiago Gomes (Brasil)
Eduardo Galeano Vagamundo, de Felipe Nepomuceno (Brasil)
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai (Brasil)
Gran Orquesta, de Peri Azar (Argentina)
Missão 115, de Silvio Da-Rin (Brasil)
Zurita, de Alejandra Carmona (Chile)

MOSTRA CURTAS CATARINENSE:
A Alma do Negócio, de Rubens Belli (Blumenau)
Almofada de Penas, de Joseph Specker Nys (Florianópolis/Montevidéu)
Apenas o Que Você Precisa Saber Sobre Mim, de Maria Augusta Vilalba Nunes (Florianópolis)
Diário de Elizabeth, de Junior Rios (Florianópolis)
Ecos e uivos nas terras de Condá, de Joelmir Zanette (Chapecó)
Eu Provavelmente Morrerei Anônimo, de Luiz Gustavo Laurindo (Florianópolis/Palhoça)
Juventus F.C., de Alexandre Manoel (Rio do Sul)
Nas Curvas da Estrada, de Viviane Mayumi (Florianópolis/Guarujá do Sul/Curitiba)
Nossa Terra, de Samuel Moreira (Itajaí/José Boiteux/Florianópolis)
Revolução Silenciosa: 10 anos de cotas raciais na UFSC, de Lucas Krupacz (Florianópolis)
Selma depois da Chuva, de Loli Menezes (Florianópolis)
Vazios Habitados, Duo Strangloscope, de Rafael Schlichting e Cláudia Cárdenas (Florianópolis)

MOSTRA CURTAS MERCOSUL:
A Volta para Casa, de Diego Freitas (Brasil, SP)
Angela, de Marília Nogueira (Brasil, MG)
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (Brasil, PR)
Aqueles Dois, de Émerson Maranhão (Brasil, CE)
Ausencia, de Andrés Tudela (Colômbia)
Blue Boy, de Manuel Abramovich (Argentina)
Cabrita Sin Cuernos, de Sebastián Dietsch (Argentina)
Cerca del Rio, de Andrea Castillo (Chile)
Destierra, de Juan David Mejía Vásquez (Colômbia)
Entremarés, de Anna Andrade (Brasil, PE)
Frontera, de Alejandra Planel e Marcelo Goyos (Uruguai)
Fusilao, de María Laura Reina (Colômbia)
Jagua Hu, de Hugo Giménez (Paraguai)
Majur, de Rafael Irineu (Brasil, MT)
Mi Otro Hijo, de Gustavo Fabian Alonso (Argentina)
Oyentes, de Fabricio Centorbi (Argentina)
Poesia Azeviche, de Ailton Pinheiro Junior (Brasil, BA)
Por Ahora Un Cuento, de Carla Melo Gampert (Colômbia)
Silencio, de Miguel Aguero (Paraguai)
The End of Eternity, de Pablo Radice (Peru)
Trabalenguas, de Gretel Suárez (Argentina)
Un Deseo, de Agustina Claramonte (Argentina)
Una Receta Familiar, de Lucía Paz (Argentina)

MOSTRA INFANTOJUVENIL:
As Quatro Estações, de Lícia Brancher (Brasil, SC)
Bicho do Mato, de Juliana Sanson (Brasil, PR)
Como Jugando, de Berenice Adrianzén Zegarra (Peru)
Frágil, de Ramon Faria (Brasil/Índia/EUA/Venezuela)
Guaxuma, de Nara Normande (Brasil/França)
Uma História das Cores, de Victor Hugo Fiuza (Brasil, RJ)
Lolo, de Leandro Goddinho e Paulo Menezes (Alemanha/Brasil)
Mi Amigo Nayen, de Sergio Sánchez Álvarez (Argélia/Colômbia)
Positive Youtubers – A Machinima Documentary, de Leandro Goddinho (Brasil, SP)
O Véu de Amani, de Renata Diniz (Brasil, DF)
Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu MZ Camargo (Brasil, PR)
Vô Ar, de Milena de Moura Barba (Brasil/China)

MOSTRA VIDEOCLIPE:
Alguém na janela, Aksa Lima (Brasil, SP)
ContramãoArthur Seidel, Rafael Roso Berlezi (Brasil, RS)
Em Construção, Isabela Eichler (Brasil, DF)
JuegosLos Makenzy, Alvaro D. Ruiz (Colômbia)
Latino Americano, Igor Barradas (Brasil, RJ)
Lá Dôtu Lado, Eduardo Zunza (Brasil, MG)
Mr. Fear, Pablo Rafael Roldán e Ezequiel Torres (Argentina)
Novalima – Ch’usay, Muriel Holguin (Peru)
Ore Kunhangue – Mbya Resiste, Luiz Fernando F. Machado (Brasil, SC)
Plano 2 – Infinito, Leo Flemming (Brasil, PR)
Pra que ser tão normal, Romã (Brasil, RJ)
Rita Benneditto – 7Marias, Gabriel Calderon, Rafael Saar, Thais Gallart (Brasil, RJ)
Tenemos Voz, Juan Manuel Costa (Argentina e França)

Foto: Guilherme Raya.

29º Cine Ceará: conheça os curtas-metragens selecionados para a Mostra Competitiva Brasileira

por: Cinevitor

mariecurtaceara2019Wallie Ruy e Rômulo Braga no curta Marie, de Leo Tabosa: selecionado.

A 29ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema, que acontecerá entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro, em Fortaleza, revelou nesta segunda-feira, 15/07, os filmes selecionados para a Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem.

Neste ano, o Cine Ceará bateu recorde de curtas inscritos, com 985 concorrentes de todas as regiões, reflexo de uma produção brasileira que explora as possibilidades de diálogo e experimentação da linguagem audiovisual. Doze filmes, dos quais oito inéditos, foram selecionados.

A curadoria, realizada por Diego Benevides e Breno Reis, juntamente com a direção do festival, selecionou trabalhos que representam a pluralidade de propostas fílmicas, com destaque para a participação representativa das produções nordestinas. A maior parte dos curtas selecionados é de ficção, gênero presente em sete dos 12 concorrentes.

No festival, será concedido o Troféu Mucuripe aos vencedores indicados pelo Júri Oficial nas categorias de melhor curta-metragem, direção, roteiro e Produção Cearense. Também recebem o Troféu Mucuripe o melhor curta eleito pelo Júri Abraccine (Prêmio da Crítica) e pelo Júri Olhar Universitário. Os curtas cearenses inscritos que não foram selecionados para a Competitiva Brasileira, serão submetidos à comissão de seleção da Mostra Olhar do Ceará.

Conheça os curtas-metragens selecionados para o 29º Cine Ceará:

Além da Jornada, de Victor Furtado e Gabriel Silveira (Ceará)
As Constituintes de 88, de Gregory Baltz (Rio de Janeiro)
Ilhas de Calor, de Ulisses Arthur (Alagoas)
Livro e meio, de Giu Nishiyama e Pedro Nishi (São Paulo)
Marco, de Sara Benvenuto (Ceará)
Marie, de Leo Tabosa (Pernambuco)
O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis (Rio Grande do Norte)
Pop Ritual, de Mozart Freire (Ceará)
Primeiro Ato, de Matheus Parizi (São Paulo)
Rua Augusta, 1029, de Mirrah Iañez (São Paulo)
O Tempo do Olhar e o Olhar no Tempo, de Samuel Brasileiro (Ceará)
Oração ao Cadáver Desconhecido, de Sávio Fernandes (Ceará)

Foto: Juarez Ventura.