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Crip Camp: Revolução pela Inclusão

por: Cinevitor

cripcampposterDireção: James Lebrecht, Nicole Newnham.

Elenco: James Lebrecht, Lionel Je’Woodyard, Joseph O’Conor, Ann Cupolo Freeman, Denise Sherer Jacobson, Larry Allison, Ellie Abrashkin, Jean Malafronte, Carl, Steve Hofmann, Michael Tannenbaum, Judith Heumann, Howard Gutstadt, Nancy Rosenblum, Neil Jacobson, Nanci D’Angelo, Pat Figueroa, Bobby Muller, Al Levy, Ed Roberts, Corbett O’Toole, Joseph A. Califano, T.J. O’Rourke, Eunice Fiorito, HolLynn D’Lil, Dennis Billups, Joseph Maldonado, Kitty Cone, Ronald Washington, Brad Lomas, Cecil Williams, Sandra Thaler, Jan Balter, Valerie Vaslena, Margaret Irvine, Evan White, Phillip Burton, George Miller, Eugene Eidenberg, Dusty Irvine, Ronald Reagan, Ted Kennedy, Jennifer Keelan, Tom Harkin, George Bush, Emily Hofmann, William Bronston, Jimmy Carter, Richie Havens, Sheldon Koy, George Moscone, Richard Nixon, Geraldo Rivera, William Ronan, Ed Bradley, John Chancellor.

Ano: 2020

Sinopse: Um acampamento de verão inovador motiva um grupo de jovens com deficiência a criar um movimento em busca de novos caminhos para um mundo com mais igualdade.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Prêmio Platino 2020: A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, e outros filmes brasileiros estão na disputa

por: Cinevitor

vidainvisivelplatinoCarol Duarte em A Vida Invisível: indicada na categoria de melhor atriz.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 18/03, os indicados ao 7º Prêmio Platino (ou Premios Platino del Cine Iberoamericano), premiação criada em 2014 que destaca as melhores produções ibero-americanas de 23 países. Em sua sétima edição, o drama espanhol A Trincheira Infinita, de Aitor Arregi e Jon Garaño, lidera com oito indicações.

O cinema brasileiro se destaca com A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, indicado em três categorias: melhor filme ibero-americano de ficção, melhor atriz para Carol Duarte e melhor roteiro; a animação A Cidade dos Piratas, do cineasta gaúcho Otto Guerra; o documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa; e a coprodução entre Chile, Argentina e Brasil, Aranha, de Andrés Wood.

Além disso, diversas produções nacionais e profissionais brasileiros foram pré-selecionados entre os semifinalistas desta sétima edição, porém, não foram classificados para etapa final, como: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, nas categorias de melhor filme ibero-americano de ficção, direção, roteiro e som (Ricardo Cutz); Greta, de Armando Praça, como melhor roteiro e melhor ator para Marco Nanini; Azougue Nazaré, de Tiago Melo, nas categorias de melhor primeiro filme ibero-americano de ficção e trilha sonora original (Tiago Melo, Mestre Anderson Miguel e Tomaz Alvez Souza); Andrea Beltrão, na categoria de melhor atriz por Hebe: A Estrela do Brasil; Turma da Mônica – Laços, de Daniel Rezende, como melhor trilha sonora original por Fabio Góes; Divino Amor, de Gabriel Mascaro, na categoria de melhor direção de arte por Thales Junqueira; Heloisa Passos como melhor direção de fotografia por Deslembro, de Flavia Castro; e Carcereiros – O Filme, de José Eduardo Belmonte, na categoria Premio Platino al Cine y Educación en Valores.

Também foram pré-selecionados: os documentários Bixa Travesty, de Kiko Goifman e Claudia Priscilla, Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza (coprodução entre Portugal e Brasil), e Poetas do Céu, de Emilio Maillé (coprodução entre México, Brasil e França); as animações A Princesa de Elymia, de Silvio Toledo, Cine Cartoon Apresenta: Especial Oswaldo, de Pedro Eboli e Antonio Linhares, e Tito e os Pássaros, de André Catoto, Gabriel Bitar e Gustavo Steinberg. Além das três indicações que recebeu, A Vida Invisível também foi pré-selecionado nas categorias de melhor direção e melhor som (Waldir Xavier e Björn Wiese).

Nas categorias televisivas, o Brasil ficou entre os semifinalistas com: Sintonia, nas categorias de melhor série, melhor ator (João Pedro Carvalho), ator coadjuvante (Christian Malheiros) e atriz coadjuvante (Bruna Mascarenhas); Marjorie Estiano na categoria de melhor atriz pela série Sob Pressão; Lee Taylor, como melhor ator coadjuvante por Irmandade; e Linn da Quebrada como atriz coadjuvante por Segunda Chamada.

A cerimônia, que estava marcada para acontecer no dia 3 de maio, no Teatro Gran Tlachco de Xcaret, em Riviera Maya, no México, foi adiada por conta da pandemia de novo coronavírus. Uma nova data será anunciada em breve.

Conheça os indicados ao Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano 2020:

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO | FICÇÃO:
A Trincheira Infinita (Espanha/França/Canadá)
A Vida Invisível (Brasil/Alemanha)
Dor e Glória (Espanha)
Monos (Colômbia/Argentina/Holanda/Alemanha/Suécia/Uruguai/EUA/Suíça/Dinamarca/França)

MELHOR DIREÇÃO:
Aitor Arregi, Jon Garaño e Jose Mari Goenaga, por A Trincheira Infinita
Alejandro Amenábar, por Mientras dure la guerra
Juan José Campanella, por A Grande Dama do Cinema
Pedro Almodóvar, por Dor e Glória

MELHOR ROTEIRO:
A Trincheira Infinita, escrito por Luiso Berdejo e Jose Mari Goenaga
A Vida Invisível, escrito por Murilo Hauser, Inés Bortagaray e Karim Aïnouz
Dor e Glória, escrito por Pedro Almodóvar
Mientras dure la guerra, escrito por Alejandro Amenábar e Alejandro Hernández

MELHOR ATRIZ:
Belén Cuesta, por A Trincheira Infinita
Carol Duarte, por A Vida Invisível
Graciela Borges, por A Grande Dama do Cinema
Ilse Salas, por Las niñas bien

MELHOR ATOR:
Antonio Banderas, por Dor e Glória
Antonio de la Torre, por A Trincheira Infinita
Karra Elejalde, por Mientras dure la guerra
Ricardo Darín, por A Odisseia dos Tontos

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
A Grande Dama do Cinema, por Emilio Kauderer
Dor e Glória, por Alberto Iglesias
Mientras dure la guerra, por Alejandro Amenábar
Monos, por Mica Levi

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO:
A Cidade dos Piratas (Brasil)
Buñuel en el laberinto de las tortugas (Espanha)
Elcano y Magallanes. La primera vuelta al mundo (Espanha)
Klaus (Espanha)

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Ara Malikian: una vida entre las cuerdas (Espanha)
Democracia em Vertigem (Brasil)
El cuadro (Espanha)
Historias de nuestro cine (Espanha)

MELHOR PRIMEIRO FILME IBERO-AMERICANO DE FICÇÃO:
A Camareira, de Lila Avilés (México)
La hija de un ladrón, de Belén Funes (Espanha)
O Despertar das Formigas, de Antonella Sudasassi (Costa Rica/Espanha)
Ventajas de viajar en tren, de Aritz Moreno (Espanha)

MELHOR EDIÇÃO:
A Odisseia dos Tontos, por Alejandro Carrillo Penovi
A Trincheira Infinita, por Laurent Dufreche e Raúl López
Aranha, por Andrea Chignoli
Dor e Glória, por Teresa Font

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
A Trincheira Infinita, por Pepe Domínguez del Olmo
Insumisas, por Alexis Alvarez
Las niñas bien, por Claudio Ramirez Castelli
Mientras dure la guerra, por Juan Pedro De Gaspar

MELHOR FOTOGRAFIA:
A Trincheira Infinita, por Javier Agirre
Las niñas bien, por Dariela Ludlow
Mientras dure la guerra, por Alex Catalán
Monos, por Jasper Wolf

MELHOR SOM:
A Grande Dama do Cinema, por José Luis Díaz
Dor e Glória, por Sergio Bürmann, Pelayo Gutiérrez e Marc Orts
Mientras dure la guerra, por Aitor Berenguer e Gabriel Gutiérrez
Monos, por Lena Esquenazi

PREMIO PLATINO AL CINE Y EDUCACIÓN EN VALORES:
Aranha, de Andrés Wood (Chile/Argentina/Brasil)
Dezessete, de Daniel Sánchez Arévalo (Espanha)
Elisa y Marcela, de Isabel Coixet (Espanha)
O Despertar das Formigas, de Antonella Sudasassi (Costa Rica/Espanha)

MELHOR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Distrito Salvaje (Colômbia)
El marginal III (Argentina)
La casa de papel (Espanha)
Monzón (Argentina)

MELHOR ATOR | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Álvaro Morte, por La casa de papel
Javier Cámara, por Vota Juan
Jorge Román, por Monzón
Óscar Jaenada, por Hernán

MELHOR ATRIZ | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Candela Peña, por Hierro
Cecilia Suárez, por A Casa das Flores
Leticia Dolera, por Vida Perfecta
Úrsula Corberó, por La casa de papel

MELHOR ATOR COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Christian Tappán, por Distrito Salvaje
Gerardo Romano, por El marginal III
Gustavo Garzón, por Monzón
Juan Pablo Medina, por A Casa das Flores

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE | MINISSÉRIE OU FILME PARA TV IBERO-AMERICANO:
Alba Flores, por La casa de papel
Belén Cuesta, por Paquita Salas
Florencia Raggi, por Monzón
Mariana Treviño, por A Casa das Flores

Foto: Bruno Machado.

Cats é o grande vencedor do 40º Framboesa de Ouro, prêmio que elege os piores do cinema

por: Cinevitor

catsvenceframboesaRebel Wilson: pior atriz coadjuvante por Cats.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 16/03, os vencedores da 40ª edição do Framboesa de Ouro, divertido prêmio criado pelo publicitário John Wilson, que elege os piores da sétima arte, conhecido também como uma sátira ao Oscar.

Neste ano, Cats, dirigido por Tom Hooper, que liderava a lista com oito indicações ao lado de Rambo: Até o Fim, se consagrou como o grande vencedor em seis categorias, entre elas, a de pior filme e pior direção. O musical é baseado em uma série de poemas de T. S. Eliot, assim como a peça da Broadway, e conta a história de uma tribo de gatos chamada jellicle, cujo significado só eles conhecem, que se reúne para que o líder escolha apenas um integrante para ir a um lugar melhor e ganhar uma nova vida.

O Prêmio Redenção, entregue para alguém que conseguiu dar a volta por cima depois de marcar presença constante entre os piores, foi para o ator Eddie Murphy por seu trabalho em Meu Nome é Dolemite.

Por conta da pandemia do coronavírus, a equipe da premiação não conseguiu realizar um vídeo completo, com shows de paródias, que seria transmitido para o mundo inteiro. “Estamos trazendo um vídeo um pouco mais íntimo, adequado para qualquer público, com uma versão sobre a atual crise mundial de saúde com a qual estamos lidando”, disse o comunicado oficial.

Conheça os vencedores do 40º Framboesa de Ouro, também conhecido como Razzie Awards:

PIOR FILME:
Cats

PIOR DIREÇÃO:
Tom Hooper, por Cats

PIOR ATOR:
John Travolta, por The Fanatic e Trading Paint

PIOR ATOR COADJUVANTE:
James Corden, por Cats

PIOR ATRIZ:
Hilary Duff, por A Maldição de Sharon Tate

PIOR ATRIZ COADJUVANTE:
Rebel Wilson, por Cats

PIOR ROTEIRO:
Cats, escrito por Lee Hall e Tom Hooper

PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA:
Rambo: Até o Fim

PIOR COMBO EM CENA:
Quaisquer duas bolas de pelo meio felino e meio humano, em Cats

PIOR DESRESPEITO À VIDA HUMANA E À PROPRIEDADE PÚBLICA:
Rambo: Até o Fim

PRÊMIO REDENÇÃO:
Eddie Murphy, por Meu Nome é Dolemite

Foto: Divulgação/Universal Pictures.

Milagre na Cela 7

por: Cinevitor

milagrecela7posterYedinci Kogustaki Mucize

Direção: Mehmet Ada Öztekin

Elenco: Aras Bulut Iynemli, Nisa Sofiya Aksongur, Deniz Baysal, Celile Toyon Uysal, Ilker Aksum, Mesut Akusta, Yurdaer Okur, Sarp Akkaya, Yildiray Sahinler, Deniz Celiloglu, Gulcin Kultur Sahin, Ferit Kaya, Cankat Aydos, Hayal Köseoglu, Dogukan Polat, Serhan Onat, Emre Yetim, Serhat Üstündag, Nadi Güler, Özgür Dereli, Basri Albayrak, Özgür Avsar, Mert Zaim, Serdar Akülker.

Ano: 2019

Sinopse: Separado de sua filha, um homem com deficiência intelectual precisa provar sua inocência ao ser preso pela morte da filha de um comandante.

Crítica do CINEVITOR: É compreensível a comoção que Milagre na Cela 7 tem causado no público. Basta ler a sinopse para entender o que vem pela frente: uma história triste de superação, que envolve um pai, preso injustamente por um crime que não cometeu, e a relação carinhosa com sua filha. Assim que estreou na Netflix, a produção turca tornou-se um fenômeno com sua comovida história. É impossível não lembrar de outras narrativas semelhantes, como o premiado A Vida é Bela e o drama americano À Espera de um Milagre. Porém, a diferença destes dois para o filme turco é que eles emocionam naturalmente. Milagre na Cela 7 é repleto de clichês melodramáticos, que funcionariam muito bem na proposta do filme caso não fossem tão exagerados. A trilha sonora sentimental é constante; basta qualquer personagem começar um diálogo mais sensível que ela logo aparece. Há muitas imagens de belas paisagens também, embaladas, claro, pela mesma música. Os enquadramentos não fogem do padrão: close no rosto, nas lágrimas, plongée (quando a câmera filma de cima para baixo), câmera lenta e até um efeito visual que beira o cafona. E mais trilha sonora! Sem contar as frases de efeito. O maior problema de Milagre na Cela 7 é querer forçar o espectador a chorar a todo instante e, por isso, se perde na direção e na construção de seu arco dramático. Há momentos bonitos e comoventes no filme que tinham tudo para alcançar naturalmente o ápice da emoção, mas por conta do exagero de clichês, perde a sensibilidade. A manipulação do diretor, e também do roteiro, para atingir um alto grau de comoção no público é explícita e nada espontânea. O desenrolar da trama é pautado em mostrar desgraça atrás de desgraça e, por isso, deixa de se aprofundar na história e em outros personagens que, algumas vezes, aparecem deslocados. Até os pequenos mistérios que envolvem o filme perdem a vez por conta da afetação dramática. Vale destacar o trabalho da jovem atriz Nisa Sofiya Aksongur, que interpreta Ova, a filha do protagonista. Carismática, leva a história para um lado mais humano, ainda que protagonize diversos momentos piegas. Milagre na Cela 7 repete uma fórmula já vista muitas vezes no cinema (e tudo bem), mas derrapa ao deixar de se reinventar e preocupar-se, apenas, em fazer o espectador chorar em uma forçação de barra apoiada em um constante clima funesto sem ir muito além disso com mais profundidade. (Vitor Búrigo)

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

CINEVITOR #367: Entrevista com Regina Casé | Três Verões

por: Cinevitor

reginacase3veroescinevitorPremiada: Regina Casé em cena.

Dirigido por Sandra Kogut, de Mutum e Campo Grande, Três Verões teve estreia mundial no Festival de Toronto e foi exibido pela primeira vez no Brasil na 43ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Também passou pelo Festival do Rio e no Antalya Golden Orange Film Festival, na Turquia, onde garantiu à Regina Casé dois prêmios de melhor atriz por seu papel como Madá.

O longa, que chega aos cinemas no dia 19 de março, faz um retrato do Brasil contemporâneo e das consequências da Operação Lava Jato. Através do olhar de Madá, uma caseira em um condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. A trama se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. A personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

O filme nasceu do desejo da diretora Sandra Kogut de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Além de Regina Casé, completam o elenco: Rogério Fróes, Otávio Müller, Gisele Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano VidigalJéssica Ellen e Daniel Rangel.

Para falar mais sobre Três Verões, conversamos com a protagonista Regina Casé, que relembrou bastidores das filmagens, entrosamento com o elenco, personagens marcantes de sua carreira, como a Val, de Que Horas Ela Volta?, e Lurdes, da novela Amor de Mãe, entre outros assuntos.

Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Disforia

por: Cinevitor

disforiaposterDireção: Lucas Cassales

Elenco: Rafael Sieg, Isabella Lima, Vinícius Ferreira, Ida Celina Weber, Raquel Zepka, Juliana Wolkmer, André Varela, Gabriel Borsatto, Janaína Kremer, Kaya Rodrigues, Manoela Wunderlich, Gabriela Poester, Roberto Salerno de Oliveira, Áurea Baptista, Viviana Schames, Ben Schames Caramori, Suzana Witt, Vinícius Petry, Silvana Silvia, Martha Brito, Maria Luiza Bufrem, Guilherme Carravetta De Carli, Gabriela Iablonovski, Felipe Machado, Martina Pilau, Mathiaca Trindade, Gabriel Hoerlle Pirotta.

Ano: 2019

Sinopse: Dário sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado. Ao se aproximar da menina Sofia, são despertadas memórias de um trauma. Atormentado, ele precisa encarar o passado e o mistério envolvendo a família dela.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

Nóis por Nóis

por: Cinevitor

noispornoisposterDireção: Aly Muritiba, Jandir Santin.

Elenco: Ma Ry, Matheus Moura, Maicon Douglas, Otávio Linhares, Luiz Bertazzo, Matheus Correa, Stephanie Fernandes, Felipe Shat, Sol do Rosário, Patrícia Savary, Marcos Tonial, Regina Célia Razzolini.

Ano: 2018

Sinopse: O baile rola solto e enquanto o rap ecoa das caixas de som, quatro amigos vagam pela pista com objetivos bem distintos. O que eles não sabem é que seus destinos estarão selados para sempre após esta noite.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

O Oficial e o Espião

por: Cinevitor

oficialespiaoposterJ’accuse

Direção: Roman Polanski

Elenco: Jean Dujardin, Louis Garrel, Emmanuelle Seigner, Grégory Gadebois, Hervé Pierre, Wladimir Yordanoff, Didier Sandre, Melvil Poupaud, Eric Ruf, Mathieu Amalric, Laurent Stocker, Vincent Perez, Michel Vuillermoz, Vincent Grass, Denis Podalydès, Damien Bonnard, Laurent Natrella, Bruno Raffaelli, Christophe Maratier, Pierre Poirot, Stéfan Godin, Yannik Landrein, Luca Barbareschi, Mohammed Lakhdar-Hamina, Kevin Garnichat, Vincent de Bouard, Luce Mouchel, Fabien Tucci, Fred Epaud, Nicolas Wanczycki, Franck Mercadal, Philippe Magnan, Pierre Forest, Édith Le Merdy, Jeanne Rosa, Benoît Allemane, Ludovic Paris, Gérard Chaillou, Nicolas Bridet, André Marcon, Pierre Aussedat, Rafaël de Ferran, Jean-Marie Frin, Swan Starosta, Jean-Gilles Barbier, Raphaël Caraty, Yves-Pol Deniélou, Brigitte Boucher, Michèle Clément, Nicolas de Lavergne, Benjamin Gouzien, Romain Lehnhoff, Pierre Léon Luneau, Roman Polanski.

Ano: 2019

Sinopse: Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado a portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Technoboss

por: Cinevitor

technobossposterDireção: João Nicolau

Elenco: Miguel Lobo Antunes, Luísa Cruz, Américo Silva, Tiago Garrinhas, Sandra Faleiro, Duarte Guimarães, Matias Neves, Ana Tang, Jorge Andrade, José Raposo, Mick Greer, Bruno Lourenço, João Nunes Monteiro, Bob Taylor, Manuel Ramos, Rita M. Pestana, Alfredo Afonso Albino, Pedro da Silva Martins, Crista Alfaiate, Angela Cerveira, Manuel Mozos, Kikas Corricas, Mariana Ricardo, Tânia Afonso, Frederico Mesquita, Keith Harle, Paula Garcia.

Ano: 2019

Sinopse: O início da velhice de Luís Rovisco não se apresenta lá muito animador. Já sexagenário, continua a percorrer sozinho o país no exercício das funções, cada vez menos reais, de diretor comercial da empresa SegurVale. Tristeza, resignação? Não com as canções que Luís inventa ao volante e que invadem este filme de ponta a ponta.

Nota do CINEVITOR:

nota-3-estrelas

Bloodshot

por: Cinevitor

bloodshotposterDireção: Dave Wilson

Elenco: Vin Diesel, Eiza González, Sam Heughan, Toby Kebbell, Talulah Riley, Lamorne Morris, Guy Pearce, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Alex Hernandez, Siddharth Dhananjay, Tamer Burjaq, Clyde Berning, David Dukas, Charlie Bouguenon, Tyrel Meyer, Alex Anlos, Frans Steyn, Nic Rasenti, Ryan Michael Sin, Michael Kirch, Jeremy Boado, Freyja Stern, Maarten Römer, Shelani Van Niekerk, Jason Goliath, Patrick Kerton.

Ano: 2020

Sinopse: Ray Garrison é um soldado recentemente morto em combate que foi trazido de volta à vida pela corporação RST como o super-humano Bloodshot. Com um exército nanotecnológico correndo em suas veias, ele é uma força insuperável; mais forte do que nunca e com poder de cura instantâneo. Mas, ao controlar seu corpo, a corporação também toma controle de sua mente e memórias. Ray não sabe diferenciar o que é real do que não é. Mas ele está em uma missão para descobrir a verdade. Baseado no quadrinho best-seller.

Nota do CINEVITOR:

nota-2-estrelas

Solteira Quase Surtando

por: Cinevitor

solteirasurtandoposterDireção: Caco Souza

Elenco: Mina Nercessian, Leandro Lima, Letícia Birkheuer, Stepan Nercessian, Tuna Dwek, Gui Agustini, Rafael Infante, William Vita, Beth Zalcman, Daniele Valente, Felipe Cunha, Leo Wainer, Babi Xavier, Dja Marthins, Carola Parmejano, Tania Khalill, Daniel Bertorelli, Cláudio Albuquerque, Marina Bianco, Lucas Biriolli, Paulo Campani, Zeca Carvalho, Carla Daniel, Angela Delphim, Bruno Fagundes, Amanda Felicori, Paulo Cesar Ferreira, Silmar Gobira, Nayara Homem, Herik Isak, Paulo Jordão, Fernanda Kallou, Jaqueline Macoeh, Miro Marques, Lui Mendes, Hadassa Nascimento, Raphael Nercessian, Lucia Paiva, Breno Pessurno, Pedro Augusto Putziger, Cassia Roberta, João Rocha, Victor Soares, Maya Vieira, Ivan Willig.

Ano: 2020

Sinopse: Bia, uma solteira convicta, estava plenamente realizada com seu trabalho e despreocupada em encontrar um amor. Até descobrir, aos 35 anos, o início de uma menopausa precoce. A partir daí, ela se aventura numa missão quase impossível: recuperar o tempo perdido e achar, em poucos meses, um parceiro para casar e ter filhos. O caminho da busca incessante por um par ideal lhe reservará grandes aventuras e situações embaraçosas.

*Filme visto no 12º LABRFF – Los Angeles Brazilian Film Festival.

Nota do CINEVITOR:

nota-2,5-estrelas

Collective

por: Cinevitor

collectiveposter1Colectiv

Direção: Alexander Nanau

Elenco: Razvan Lutac, Mirela Neag, Catalin Tolontan, Tedy Ursuleanu, Vlad Voiculescu.

Ano: 2019

Sinopse: Em 2015, um incêndio na boate Colectiv, em Bucareste, na Romênia, matou 27 pessoas e feriu 180. Mais tarde, outras vítimas morreram nos hospitais. Quando um médico vaza informações, um grupo de jornalistas começa a revelar uma imensa fraude no sistema de saúde. Um novo ministro é nomeado e oferece a eles acesso sem precedentes aos bastidores de seus esforços para reformar um sistema corrupto. Um olhar firme sobre o impacto do melhor do jornalismo investigativo.

*Filme visto no 25º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas