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15º Festival Taguatinga de Cinema: conheça os vencedores

por: Cinevitor

trindadetaguatingaCena do curta mineiro Trindade, de Rodrigo R. Meireles.

A 15ª edição do Festival Taguatinga de Cinema, que aconteceu entre os dias 4 de julho e 30 de agosto, foi realizada de forma totalmente on-line por conta da pandemia de Covid-19. Grandes emoções, filmes plurais, diálogos emergentes, aplausos, comemorações, projeções e reconhecimento de corpos e narrativas periféricas invisibilizadas, enalteceram os festejos da noite de premiação desta edição.

Conduzida por Marina Mara, a sessão solene reluziu e reverenciou todos e todas que acompanharam o evento do aconchego de casa. Os avaliadores técnicos, composto pelos cineastas Tadeu de Brito, Renata Diniz e Marília Nogueira, responsáveis pela indicação de três dos nove filmes contemplados, exaltam e agradecem a fartura de vozes dos filmes. Todos os premiados receberão o troféu do artista plástico de Taguatinga, Omar Franco, mais gratificação em dinheiro.

Três curtas da Mostra Competitiva foram consagrados: Trindade, Em Reforma e Perifericu. Além disso, o Júri Oficial e o festival salientam a qualidade dos curtas recebidos e por isso decidiram prestar uma homenagem a outros dois filmes e realizadores da competição.

Com 85% dos votos na sessão, o curta experimental Colapsar, dirigido por Renata Baracho, que traz à tela a vontade de colapsar a norma e problematizar os corpos invisíveis, foi escolhido pelo público. Alocada dentro do site, a Mostra Seleção Popular reuniu mais de 400 filmes que contam a história de quinze edições do festival. Por meio de votação popular, foram escolhidos três nomes para serem premiados e ovacionados na noite.

Foram inscritos 601 curtas-metragens no festival de todas as regiões e cantos do país. O Júri Oficial destaca a qualidade de produções da região Nordeste, especialmente do estado da Bahia, em que a cidade de Cachoeira desponta potente produção audiovisual, através do curso de cinema da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. São seis filmes diretamente da Bahia, isso, somado aos nove curtas dirigidos por mulheres, e também mais nove filmes com temática LGBTQIA+. No que concerne às linguagens, a seleção final contou com doze documentários, oito ficções e três experimentais.

Conheça os vencedores do 15º Festival Taguatinga de Cinema:

MOSTRA COMPETITIVA
Trindade, de Rodrigo R. Meireles (MG)
Em Reforma, de Diana Coelho (RN)
Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (SP)

MOSTRA COMPETITIVA | JÚRI POPULAR
Colapsar, de Renata Baracho (AL)

MENÇÃO HONROSA
Tudo que é apertado rasga, de Fábio Rodrigues Filho (BA)
Minha história é outra, de Mariana Campos (RJ)

MOSTRA SELEÇÃO POPULAR
1º: O Afeto e a Rua, de Thiago Koche (RS) (1.066 votos)
2º: Lipe: vida em movimento, de Camila Martis (DF) (703 votos)
3º: 72 dias com Pedro, de Victoria Edwiges (GO) (720 votos)

Foto: Divulgação.

Chadwick Boseman, de Pantera Negra, morre aos 42 anos

por: Cinevitor

chadwickbosemanmorreDe Wakanda para o mundo: Chadwick Boseman se consagrou como super-herói.

Morreu nesta sexta-feira, 28/08, aos 42 anos, o ator e diretor americano Chadwick Boseman, que ganhou destaque mundial ao protagonizar o consagrado Pantera Negra, do Universo Cinematográfico da Marvel.

O anúncio foi divulgado na rede social do ator: “É com uma tristeza incomensurável que confirmamos o falecimento de Chadwick Boseman.⁣ Ele foi diagnosticado com câncer de cólon em estágio III, em 2016, e lutou contra ele nos últimos 4 anos, enquanto progredia para o estágio IV. Um verdadeiro lutador, Chadwick perseverou em tudo e realizou muitos dos filmes que vocês tanto amam. De Marshall: Igualdade e Justiça a Destacamento Blood e Ma Rainey’s Black Bottom, entre vários outros, todos foram filmados durante e entre inúmeras cirurgias e quimioterapia. Foi uma honra para sua carreira dar vida ao Rei T’Challa em Pantera Negra. Ele morreu em sua casa, com sua esposa e família lado. A família agradece pelo amor, pelas orações e pede que continuem respeitando a privacidade deles durante este momento difícil”.

Nascido e criado em Anderson, na Carolina do Sul, Boseman escreveu sua primeira peça ainda na escola. Depois disso, estudou na Universidade Howard, em Washington, D.C., e formou-se em bacharel em artes plásticas. Com ajuda da atriz Phylicia Rashad, sua professora na época, conseguiu arrecadar fundos para participar de um programa especial da British American Drama Academy, em Londres.

Quando voltou aos Estados Unidos, se formou na British American Dramatic Academy, em Nova York. Logo, mudou-se para Los Angeles. Seu primeiro papel na televisão foi em um episódio da série Parceiros da Vida. Depois disso, fez participações em Lei & Ordem e CSI: Nova Iorque. Em 2008, atuou em seu primeiro longa-metragem, o drama biográfico No Limite – A História de Ernie Davis, de Gary Fleder. No mesmo ano, atuou em um papel de destaque na série Lincoln Heights.

Em 2013, ganhou seu primeiro papel como protagonista nas telonas na cinebiografia 42: A História de uma Lenda, na qual interpretou Jackie Robinson, jogador de beisebol. Entre outros sucessos, como A Grande Escolha e Deuses do Egito, Boseman apareceu, em 2016, pela primeira vez como Pantera Negra, papel que o destacou para o mundo todo, em Capitão América: Guerra Civil.

Em 2018, o super-herói ganhou seu primeiro filme solo e Chadwick Boseman se destacou ainda mais. Pantera Negra, dirigido por Ryan Coogler, foi aclamado pela crítica e pelo público e arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão mundialmente. Atualmente, é a décima segunda maior bilheteria de todos os tempos.

Além do sucesso estrondoso, Pantera Negra entrou para a história do cinema pela importância da representatividade negra nas telonas e o impacto positivo e necessário que isso causou no mundo todo. O longa conquistou o título de maior estreia da história de um diretor afro-americano, bem como a maior de um filme estrelado predominantemente por atores negros. Em 2019, no Oscar, o filme foi consagrado com três estatuetas douradas: melhor trilha sonora, figurino e design de produção; e ainda foi indicado nas categorias de melhor filme, canção original, edição de som e mixagem de som.

Como rei de Wakanda, Chadwick Boseman foi premiado no BET Awards, Black Reel Awards, Image Awards, MTV Movie + TV Awards e no SAG Awards como melhor elenco.

Porém, sua carreira também foi marcada por outros sucessos, como: Get on Up: A História de James Brown, no qual interpreta o personagem-título e foi premiado no Festival de Santa Barbara; Marshall: Igualdade e Justiça, no papel de Thurgood Marshall; Crime sem Saída; Destacamento Blood, de Spike Lee; King: Uma História de Vingança; Vingadores: Guerra Infinita; Avengers: Ultimato; e o inédito Ma Rainey’s Black Bottom.

Ao longo de sua carreira, Chadwick dirigiu dois curtas: Blood Over a Broken Pawn e Heaven. Recentemente, estava filmando a série What If…?, sobre o Universo Cinematográfico da Marvel, e estava confirmado em Pantera Negra 2, previsto para 2022.

Foto: Disney/Marvel Studios.

Conheça os vencedores do 31º Curta Kinoforum

por: Cinevitor

perifericukinoforumvenceVita Pereira em cena do curta Perifericu: três prêmios.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 28/08, em uma cerimônia virtual apresentada por Roberta Estrela D’Alva, os vencedores d0 31º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum, que este ano foi realizado em formato on-line e gratuito por conta da pandemia de Covid-19.

O grande vencedor foi Perifericu, dirigido por Nay Mendl, Vita Pereira, Rosa Caldeira e Stheffany Fernanda. Realização de um coletivo de jovens do bairro do Capão Redondo, em São Paulo, a obra foi eleita como melhor filme da mostra competitiva brasileira por um júri formado pela atriz Camila Pitanga e pelos cineastas Kleber Mendonça Filho e Susanna Lira. A produção, que recebeu um prêmio no valor de 10 mil reais, mostra moradores que cresceram em meio às adversidades de ser LGBT no extremo sul da capital paulista.

Iniciativa voltada à realizações de escolas e cursos de cinema, envolvendo uma série de empresas do setor audiovisual que, assim, contribuem na realização do próximo filme do diretor contemplado, o Prêmio Revelação foi conquistado por Rodrigo Ribeiro, diretor do curta catarinense A Morte Branca do Feiticeiro Negro. Além do prêmio em dinheiro, a premiação oferece serviços cinematográficos das empresas LocAll, Papaya Cine Digital, Dot, Effecs Films e Cinecolor. O júri foi formado pelo crítico Cássio Starling Carlos; pela documentarista, curadora e jornalista Flavia Guerra; e pela jornalista e pesquisadora Mariana Queen Nwabasili.

Já o Prêmio Canal Brasil contemplou o curta-metragem paulista Carne, de Camila Kater, que recebeu R$ 15 mil e exibição na grade de programação da emissora. O júri foi formado pelos críticos Bruno Carmelo, Barbara Demerov e Cecília Barroso.

O Prêmio TV Cultura teve como vencedor Lora, de Mari Moraga, de São Paulo. Contemplada com R$ 8 mil, como aquisição para integrar a programação do canal, a obra tem como protagonista uma mulher livre e plena de presença, que apresenta outra forma de pensar sobre pessoas em situação de rua. Filmes assinados por diretores estreantes concorreram ao Prêmio SescTV.

O Prêmio Canal Curta!/Porta Curtas contempla, em votação pelo público, dois títulos entre os exibidos na plataforma Tamandua.tv, sendo que cada recebe R$ 3 mil. Para curtas-metragens voltados para crianças de idade entre dois e dez anos, o Prêmio PlayKids oferece R$ 5 mil para o vencedor. Com premiação no valor de R$ 10 mil, o Prêmio Curta em Casa é destinado a um trabalho do programa especial homônimo, com títulos desenvolvidos pela iniciativa do Instituto Criar, Projeto Paradiso e Spcine.

O Troféu Borboleta de Ouro é entregue para destaques LGBT+ para três obras (um brasileiro, um estrangeiro e um prêmio especial), eleitos pela equipe do Cineclube LGBT+; o Troféu O Kaiser é outorgado pela ABCA, Associação Brasileira de Cinema de Animação para o melhor animador(a).

Criado e dirigido por Zita Carvalhosa, o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum é organizado pela Associação Cultural Kinoforum, entidade sem fins lucrativos que realiza atividades e projetos e apoia o desenvolvimento da linguagem e da produção cinematográfica com destaque para a promoção do audiovisual brasileiro. Este ano, o evento exibiu 212 filmes, de 46 países, além de promover 14 lives.

Conheça os vencedores da 31ª edição do Curta Kinoforum:

MOSTRA COMPETITIVA BRASIL
Perifericu, de Nay Mendl, Vita Pereira, Rosa Caldeira e Stheffany Fernanda (SP)

PRÊMIO REVELAÇÃO
A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro (SC)

DESTAQUE LGBT | TROFÉU BORBOLETA DE OURO
Menção Honrosa: Perifericu, de Nay Mendl, Vita Pereira, Rosa Caldeira e Stheffany Fernanda (SP)
Prêmio Especial: O Que Pode Um Corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)
Prêmio Internacional: Mother’s, de Hippolyte Leibovici (Bélgica)
Prêmio Brasil: Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)

10+ BRASIL | VOTO DO PÚBLICO

Carne, de Camila Kater (SP)
Construção, de Leonardo Santos Rosa (RS)
Egum, de Yuri Costa (RJ)
Entre Nós e o Mundo, de Fábio Rodrigo (SP)
Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)
Lora, de Mari Moraga (Brasil, SP/Portugal)
O Que Pode um Corpo?, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (RS)
Tuã Ingugu [Olhos d’Água], de Daniela Thomas (Brasil, RJ/Itália/Suíça)
Perifericu, de Nay Mendl, Vita Pereira, Rosa Caldeira e Stheffany Fernanda (SP)
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza (RN)

10+ ESTRANGEIROS | VOTO DO PÚBLICO

Boa Noite, de Anthony Nti (Bélgica)
Ele Não Consegue Viver Sem Cosmos, de Konstantin Bronzit (Rússia)
Formas Concretas de Resistência, de Nick Jordan (Reino Unido)
Kini, de Hernán Olivera (Uruguai)
Mãe Chuva, de Alberto Flores Vilca (Peru/Bolívia/Argentina)
Mother’s, de Hippolyte Leibovici (Bélgica)
O Portão de Ceuta, de Randa Maroufi (França/Marrocos)
Os Anéis da Serpente, de Edison Cájas (Chile)
Polvo, de Engin Erden (Turquia)
W, de Stelios Koupetoris (Grécia)

PRÊMIO TV CULTURA
*Menção honrosa para curta-metragem realizado por oficinas de realização audiovisual
Nuance, de Flávia Duarte (SP)

DESTAQUE ABCA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CINEMA DE ANIMAÇÃO | MELHOR ANIMADOR (A)/TROFÉU O KAISER
Carne, de Camila Kater (SP)
Menção Honrosa: Mãtãnãg, a Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)

PRÊMIO ABD-SP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTAS-METRAGISTAS
Menção Honrosa: Meu Corpo Entregue a Vocês, de Anna-Claria Ostasenko Bogdanoff (França)

PRÊMIO ABD-SP | MOSTRA LIMITE
MenschMachine ou Reunindo as Peças, de Adina Camhy (Áustria)

PRÊMIO ABD-SP | MOSTRA LATINO-AMERICANA
Garganta, de Mauricio Maldonado (Colômbia)

PRÊMIO CURTA EM CASA
Dádiva, de Evelyn Santos (SP)

PRÊMIOS AQUISIÇÃO

Prêmio Canal Brasil: Carne, de Camila Kater (SP)
Prêmio TV Cultura: Lora, de Mari Moraga (SP)
Prêmio Sesc TV | Mostra Internacional ou Latino-Americana: As Calças de Pushkin, de Lev Brodinsky (Israel)
Prêmio Sesc TV | Mostra Brasil: Difícil é Não Brincar, de Papoula Bicalho (MG)
Prêmio Playkids: Cobertor, de Marina Moshkova (Rússia)
Prêmio Playkids | Menção Honrosa: Trincheira, de Paulo Silver (AL)
Prêmio Curta!/Porta Curtas: Estamos Todos na Sarjeta, Mas Alguns de Nós Olham as Estrelas, de Sergio Silva e João Marcos de Almeida (SP) e Vai Melhorar, de Pedro Fiuza (RN)

Foto: Divulgação.

Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha, ganha data de estreia em plataforma de streaming

por: Cinevitor

brevemiragemdesolgloboplayFabrício Boliveira: melhor ator no Festival do Rio.

Dirigido por Eryk Rocha, de Cinema Novo, o longa Breve Miragem de Sol é uma coprodução entre Brasil, França e Argentina, e foi lançado recentemente em território argentino, na plataforma de streaming Cine Ar, onde já foi visto por mais de 35 mil espectadores e teve recepção excelente de público e crítica.

Rodado no Rio de Janeiro, o filme conta história de Paulo, interpretado por Fabrício Boliveira, um homem que busca se reinventar após ficar desempregado e começa a dirigir um táxi nas noites cariocas. Enquanto enfrenta este recomeço e luta para dar sustento a seu filho Mateus, papel de Cadu N. Jay, conhece a enfermeira Karina, vivida por Bárbara Colen, uma de suas passageiras.

Breve Miragem de Sol recebeu três prêmios no Festival do Rio: melhor ator para Fabrício Boliveira, melhor fotografia para Miguel Vassy e melhor montagem para Renato Vallone. Teve estreia mundial no BFI London Film Festival e foi exibido em diversos eventos, como: Festival de Cinema de Gotemburgo, na Suécia; 43ª Mostra de São Paulo; XV Panorama Internacional Coisa de Cinema, na Bahia; e venceu o prêmio IndieLisboa, o que garantiu a exibição na próxima edição do festival, em Portugal.

Além disso, o filme será exibido no Festival de Munique, na Alemanha, que será realizado no ano que vem; e também participou do X Festival Pachamama, no Acre, que rendeu a Eryk o prêmio de melhor direção.

Confira o trailer de Breve Miragem de Sol, que terá estreia nacional em drive-in e também em streaming, com exclusividade na plataforma Globoplay a partir do dia 30 de agosto:

Foto: Miguel Vassy.

Matthias e Maxime

por: Cinevitor

matthiasmaximepostermubiMatthias et Maxime

Direção: Xavier Dolan

Elenco: Gabriel D’Almeida Freitas, Xavier Dolan, Pier-Luc Funk, Samuel Gauthier, Antoine Pilon, Adib Alkhalidey, Anne Dorval, Micheline Bernard, Marilyn Castonguay, Catherine Brunet, Alexandre Bourgeois, Harris Dickinson, Connor McMahon, Anne-Marie Cadieux, Camille Felton, Alice Pascual, Louise Bombardier, Monique Spaziani, Nathalie Doummar, Jacques Lavallée, Dakota Jamal Wellman, Agnès Bouchard, Christiana Bujold Bouchard, Johanne Garneau, Louis-Julien Durso, François-Nicolas Dolan, Claude Gasse, Julie Beauchemin, Guenièvre Sandré, Victor Billo, Félix Paquette, Audrey McDonald, Thomas-Emmanuel Côté, Max Barnwell, Jean Harvey, William Pelletier, Connor McMahon, Beverly Lowe, Maude Demers-Rivard.

Ano: 2019

Sinopse: Dois melhores amigos de infância precisam se beijar para um curta estudantil. Logo, a dúvida persistente se instala, confrontando os dois homens com suas preferências, ameaçando a irmandade do seu círculo social e, por fim, mudando suas vidas.

*Filme visto no 27º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade.

Nota do CINEVITOR:

nota-4-estrelas

Cineasta Viviane Ferreira presidirá o comitê brasileiro de seleção para o Oscar 2021

por: Cinevitor

vivianeferreiraacademiaA diretora na Mostra de Cinema de Tiradentes em janeiro deste ano.

Em votação realizada nesta quinta-feira, 27/08, a cineasta Viviane Ferreira foi eleita Presidente do Comitê Brasileiro de Seleção do Oscar 2021, entre os membros da comissão oficial, pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais. Viviane é sócia-diretora da Odun Filmes e presidente da APAN, Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro.

A cineasta baiana realizou diversos videoclipes e curtas documentais. Na ficção, dirigiu e roteirizou os curtas Mumbi7Cenas pós Burkina e O Dia de Jerusa. Em seus trabalhos mais recentes, assina a codireção do longa-metragem Pessoas: Contar para Viver; e a direção e roteiro do longa-metragem Um Dia Com Jerusa, exibido na 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Mestre em políticas do audiovisual, pela UNB, é também advogada, com atuação focada em direito do entretenimento; sócia-diretora da Odun Filmes; presidente da APAN; e diretora artística do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul: Brasil, África, Caribe e Outras Diásporas.

Recentemente, a Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais foi reconhecida oficialmente pela AMPAS, Academy of Motion Picture Arts and Sciences, como a única entidade responsável pela seleção do filme que a cada ano concorre a uma vaga entre os cinco indicados ao prêmio de melhor longa-metragem internacional no Oscar.

O comitê deste ano é formado por: Affonso Beato, diretor de fotografia e membro da AMPAS; Clélia Bessa, produtora; Laís Bodanzky, cineasta, produtora e membro da AMPAS; Leonardo Monteiro de Barros, produtor; Lula Carvalho, diretor de fotografia e membro da AMPAS; Renata Magalhães, produtora; Rodrigo Teixeira, produtor e membro da AMPAS; Roberto Berliner, cineasta e produtor; e Viviane Ferreira, diretora e roteirista. Além dos membros titulares, compõem a comissão de suplentes: André Ristum, cineasta e roteirista; e Toni Venturi, diretor.

Em decorrência da pandemia de Covid-19, a cerimônia do Oscar será realizada no dia 25 de abril de 2021. A premiação tem novas regras para a elegibilidade dos concorrentes. Clique aqui e saiba mais.

Foto: Netun Lima/Universo Produção.

Bacurau lidera indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020

por: Cinevitor

bacurauGPdocinema2020Silvero Pereira em Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

A Academia Brasileira de Cinema divulgou nesta quinta-feira, 27/08, a lista com os finalistas ao 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que este ano acontecerá no dia 10 de outubro com cerimônia transmitida pela TV Cultura.

Ainda que sem a tradicional festa que anualmente reúne o setor, o GP resiste para, mais uma vez, celebrar a diversidade da nossa indústria, representada por todas as gerações de realizadores do país inteiro. A abertura dos envelopes com os vencedores será ao vivo, auditada pela PwC (a mesma que faz a apuração do Oscar), e o Troféu Grande Otelo será entregue diretamente na casa de cada um deles, depois da premiação. Os finalistas concorrem em 32 categorias e foram escolhidos em votação pelos sócios da Academia, que, por abarcar produções de todo o setor, este ano passa a se chamar Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais.

Bacurau, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é o longa com maior número de indicações (dezessete em 15 categorias), seguido por A Vida Invisível, de Karim Aïnouz e Simonal, de Leonardo Domingues. A lista de finalistas reúne mais de 200 profissionais indicados, 35 longas-metragens brasileiros e 10 longas estrangeiros (21 de ficção, 8 documentários, 3 infantis, 3 de animação, 5 internacionais e 5 ibero-americanos). Ao todo, este ano também estão na disputa 15 curtas brasileiros e 20 séries.

“Mesmo diante de tantas adversidades, estamos realizando o Grande Prêmio. E este ano vamos homenagear o trabalho dos milhares de profissionais que dedicam suas vidas a encantar as nossas vidas. Não foi fácil, mas o Grande Prêmio tinha que acontecer”, diz Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais. O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é votado por profissionais das mais diversas áreas do setor que são associados à Academia, entidade aberta a toda a classe.

No ano em que o Grande Prêmio homenageia coletivamente a indústria audiovisual, foram inscritos mais de 1.300 profissionais nas diferentes categorias, 81 longas de ficção (incluindo infantis e animação), 56 longas documentais, 64 curtas-metragens, 82 séries brasileiras, 37 longas-metragens internacionais e 14 longas ibero-americanos. “O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro celebra novamente a excelência artística e a relevância cultural do cinema brasileiro, destacando os expoentes de uma safra de grande qualidade e repercussão”, afirma Sérgio Sá Leitão, Secretário de Cultura e Economia Criativa de São Paulo. “A parceria com a TV Cultura e o Governo de São Paulo amplia o alcance e o impacto desta celebração, valorizando ainda mais, a despeito do contexto adverso, a nossa produção cinematográfica”.

Os vencedores serão escolhidos no segundo turno, que começa no dia 31 de agosto, com votação entre os sócios da Academia. Em data que será divulgada em breve, a votação popular pela internet será iniciada para que o público eleja seu filme favorito entre os 15 longas brasileiros finalistas de ficção (drama e comédia) e documentário.

“É com muita alegria que a TV Cultura abriga, neste ano, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em sua programação. Em um momento tão conturbado da cultura e, em especial, da cadeia do audiovisual em nosso país, é fundamental que instituições como a nossa, os parceiros do prêmio e a Academia Brasileira de Cinema estejam unidos no reconhecimento do cinema nacional”, diz o diretor de programação da TV Cultura, Enéas Carlos Pereira.

Conheça os indicados ao 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Divino Amor, de Gabriel Mascaro
Hebe: A Estrela do Brasil, de Maurício Farias
Simonal, de Leonardo Domingues

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Alma Imoral, de Silvio Tendler
Amazônia Groove, de Bruno Murtinho
Bixa Travesty, de Claudia Priscilla e Kiko Goifman
Estou me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes
O Barato de Iacanga, de Thiago Mattar

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral, de Halder Gomes
De Pernas Pro Ar 3, de Julia Rezende
Eu Sou Mais Eu, de Pedro Amorim
Maria do Caritó, de João Paulo Jabur
Minha Mãe é uma Peça 3, de Susana Garcia
Socorro, Virei uma Garota!, de Leandro Neri

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL:
Cinderela Pop, de Bruno Garotti
Sobre Rodas, de Mauro D’Addio
Turma da Mônica – Laços, de Daniel Rezende

MELHOR LONGA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
A Cidade dos Piratas, de Otto Guerra
A Princesa de Elymia, de Silvio Toledo
Tito e os Pássaros, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto

MELHOR DIREÇÃO:
Daniel Rezende, por Turma da Mônica – Laços
Flavia Castro, por Deslembro
Gabriel Mascaro, por Divino Amor
Karim Aïnouz, por A Vida Invisível
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau

MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM:
Alexandre Moratto, por Sócrates
Armando Praça, por Greta
Claudia Castro, por Ela Disse, Ele Disse
Dennison Ramalho, por Morto Não Fala
Leonardo Domingues, por Simonal

MELHOR ATRIZ:
Andrea Beltrão, por Hebe: A Estrela do Brasil
Bárbara Colen, por Bacurau
Carol Duarte, por A Vida Invisível
Dira Paes, por Divino Amor
Julia Stockler, por A Vida Invisível

MELHOR ATOR:
Daniel de Oliveira, por Morto Não Fala
Fabrício Boliveira, por Simonal
Gregorio Duvivier, por A Vida Invisível
Marco Nanini, por Greta
Silvero Pereira, por Bacurau

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Alli Willow, por Bacurau
Bárbara Santos, por A Vida Invisível
Fernanda Montenegro, por A Vida Invisível
Karine Teles, por Bacurau
Sonia Braga, por Bacurau

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Antonio Saboia, por Bacurau
Caco Ciocler, por Simonal
Chico Diaz, por Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral
Flávio Bauraqui, por A Vida Invisível
Julio Machado, por Divino Amor

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Azul Serra, por Turma da Mônica – Laços
Bárbara Alvarez, por A Sombra do Pai
Hélène Louvart, por A Vida Invisível
Heloisa Passos, por Deslembro
Nonato Estrela, por Kardec
Pedro Sotero, por Bacurau

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Bacurau, escrito por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Deslembro, escrito por Flavia Castro
Divino Amor, escrito por Gabriel Mascaro, Rachel Ellis, Esdras Bezerra e Lucas Paraizo
Hebe: A Estrela do Brasil, escrito por Carolina Kotscho
Los Silencios, escrito por Beatriz Seigner

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
A Alma Imoral, escrito por Silvio Tendler e Nilton Bonder
A Vida Invisível, escrito por Karim Aïnouz e Inés Bortagaray
Carcereiros – O Filme, escrito por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas
Greta, escrito por Armando Praça
Minha Fama de Mau, escrito por L.G. Bayão, Lui Farias e Letícia Mey
Turma da Mônica – Laços, escrito por Thiago Dottori

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
A Vida Invisível, por Rodrigo Martirena
Bacurau, por Thales Junqueira
Kardec, por Claudio Amaral Peixoto e Helcio Pugliese
Simonal, por Yurika Yamazaki
Turma da Mônica – Laços, por Cassio Amarante e Mariana Falvo

MELHOR FIGURINO:
A Vida Invisível, por Marina Franco
Bacurau, por Rita Azevedo
Hebe: A Estrela do Brasil, por Antônio Medeiros
Kardec, por Kika Lopes e Rosangela Nascimento
Simonal, por Kika Lopes

MELHOR MAQUIAGEM:
A Vida Invisível, por Rosemary Paiva
Bacurau, por Tayce Vale
Hebe: A Estrela do Brasil, por Simone Batata
Kardec, por Anna Van Steen
Morto Não Fala, por Britney Federline
Simonal, por Rose Verçosa

MELHOR EFEITO VISUAL:
Bacurau, por Mikaël Tanguy e Thierry Delobel
Carcereiros – O Filme, por Hugo Gurgel, Guilherme Ramalho e Eduardo Schaal
Kardec, por Claudio Peralta
Morto Não Fala, por Guilherme Ramalho
Turma da Mônica – Laços, por Marco Prado

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
A Vida Invisível, por Heike Parplies
Bacurau, por Eduardo Serrano
Greta, por Karen Harley
Simonal, por Pedro Bronz e Vicente Kubrusly
Turma da Mônica – Laços, por Marcelo Junqueira e Sabrina Wilkins

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Amazônia Groove, por Bruno Murtinho
Bixa Travesty, por Olivia Brenga
Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, por Karen Harley
Fevereiros, por Diana Vasconcelos
Meu Amigo Fela, por Isabel Castro
Torre das Donzelas, por Célia Freitas e Paulo Mainhard

MELHOR SOM:
A Vida Invisível, por Laura Zimmerman, Waldir Xavier e Björn Wiese 
Bacurau, por Nicolas Hallet, Ricardo Cutz e Cyril Holtz
Kardec, por Evandro Lima, Tomás Alem, Bernardo Uzeda, Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro
Simonal, por Marcel Costa, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond, Armando Torres Jr. e Renan Deodato
Turma da Mônica – Laços, por Jorge Rezende, Miriam Biderman, Toco Cerqueira e Reilly Steele

MELHOR TRILHA SONORA:
A Vida Invisível, por Benedikt Schiefer, Guilherme Garbato e Gustavo Garbato
Bacurau, por Mateus Alves e Tomaz Alves
Bixa Travesty , por Linn da Quebrada
O Juízo, por Antonio Pinto
Simonal, por Wilson Simoninha e Max de Castro

MELHOR FILME INTERNACIONAL:
Cafarnaum (Capernaum), de Nadine Labaki (Líbano)
Coringa (Joker), de Todd Phillips (EUA)
Dor e Glória (Dolor y Gloria), de Pedro Almodóvar (Espanha)
Era uma Vez em… Hollywood (Once Upon a Time in Hollywood), de Quentin Tarantino (EUA)
Parasita (Gisaengchung), de Bong Joon-Ho (Coreia do Sul)

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO:
A Odisseia dos Tontos (La Odisea de los Giles), de Sebastián Borensztein (Argentina/Espanha)
As Filhas do Fogo (Las Hijas del Fuego), de Albertina Carri (Argentina)
Família Submersa (Familia Sumergida), de Maria Alché (Argentina/Brasil)
O Tradutor (Un traductor), de Rodrigo Barriuso e Sebastián Barriuso (Cuba/Canadá)
Vermelho Sol (Rojo), de Benjamin Naishtat (Argentina/Brasil)

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Alfazema, de Sabrina Fidalgo (RJ)
Angela, de Marília Nogueira (MG)
Baile, de Cíntia Domit Bittar (SC)
, de Ana Flavia Cavalcanti e Julia Zakia (SP)
Sem Asas, de Renata Martins (SP)

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Amnestia, de Susanna Lira (RJ)
Extratos, de Sinai Sganzerla (SP)
Fartura, de Yasmin Thayná (RJ)
Olhos D´Água, de Daniela Thomas (RJ)
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner (RJ)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Apneia, de Carol Sakura e Walkir Fernandes (PR)
Céu da Boca, de Amanda Treze (SP)
Poética de Barro, de Giuliana Danza (MG)
Ressurreição, de Otto Guerra (RS)
Só Sei que Foi Assim, de Giovanna Muzel (RS)

MELHOR SÉRIE ANIMAÇÃO TV PAGA/ OTT:
Bobolândia Monstrolândia (1ª temporada) (Nickelodeon e TV Cultura)
Charlie, o Entrevistador de Coisas (1ª temporada) (Discovery Kids)
Lupita no Planeta de Gente Grande (1ª temporada) (TV Brasil e TV Cultura)
Turma da Mônica Jovem (1ª temporada) (Cartoon Network)
Zuzubalândia (1ª temporada) (Cartoon Network, Boomerang e Tooncast América Latina)

MELHOR SÉRIE DOCUMENTÁRIO TV PAGA/OTT:
#OFuturoÉFeminino (1ª temporada) (GNT)
1968 – O Despertar (1ª temporada) (Canal Curta)
Bandidos na TV (1ª temporada) (Netflix)
Diálogo Sobre o Cinema (1ª temporada) (Cine Brasil TV)
Quebrando o Tabu (2ª temporada) (GNT)

MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV PAGA/ OTT
Aruanas (1ª temporada) (Globoplay)
Coisa Mais Linda (1ª temporada) (Netflix)
Detetives do Prédio Azul (DPA) (12ª temporada) (Gloob)
Sessão de Terapia (4ª temporada) (Globoplay e GNT)
Sintonia (1ª temporada) (Netflix)

MELHOR SÉRIE FICÇÃO TV ABERTA
Carcereiros (2ª temporada) (Globo)
Cine Holliúdy (1ª temporada) (Globo)
Elis – Viver é Melhor que Sonhar (1ª temporada) (Globo)
Segunda Chamada (1ª temporada) (Globo)
Sob Pressão (3ª temporada) (Globo)

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, criada no dia 20 de maio de 2002, foi reconhecida este ano pela AMPAS, Academy of Motion Picture Arts and Sciences, como a única entidade credenciada para indicar o filme que representa o cinema brasileiro na categoria de melhor longa-metragem internacional no Oscar, sem qualquer tutela do governo que esteja no poder.

Profissionais do setor, das mais diversas áreas, podem se associar à Academia, adquirindo assim não apenas o direito de votar no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, mas de participar das assembleias e eventos que acontecem ao longo do ano, como a eleição para a comissão que escolhe o filme brasileiro indicado para representar o país no Oscar.

A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais é presidida por Jorge Peregrino e a diretoria é composta por Paulo Mendonça (diretor vice-presidente), Alexandre Duvivier, Bárbara Paz, Iafa Britz e Renata Almeida Magalhães.

Foto: Reprodução/YouTube.

8º Panorama Digital do Cinema Suíço anuncia programação

por: Cinevitor

suicopracaneddlebabyCena de Praça Needle Baby, de Pierre Monnard.

Em 2020, o Panorama Digital do Cinema Suíço chega à sua oitava edição e, pela primeira vez, acontecerá inteiramente on-line, por conta da pandemia de Covid-19. O festival começa no dia 27 de agosto e segue até 6 de setembro, gratuito, na plataforma Sesc Digital (clique aqui).

Ao todo, serão exibidos 14 documentários e ficções, entre curtas e longas, que colocam em foco o ser humano num mundo em movimento e em transformação, recortado por histórias pessoais e universais, trazendo uma amostra da grande diversidade do cinema suíço ao público brasileiro.

Praça Needle Baby, do diretor Pierre Monnard, inaugura o festival com uma exibição exclusiva por 24 horas. O longa de ficção, que se passa na Zurique de 1995, aborda a questão das drogas e seus efeitos sociais e teve grande sucesso de público na Suíça em 2020.

A programação traz também: No Meio do Horizonte, de Delphine Lehericey, drama familiar premiado no Swiss Film Award e no Festival de San Sebastián; O Vento Muda, de Bettina Oberli, premiado no Festival de Locarno; A Jornada, de Fanny Bräuning, vencedor dos prêmios de melhor documentário e trilha sonora no Swiss Film Prize; o documentário Madame, de Stéphane Riethauser, premiado no Madrid International Documentary Film Festival; Aqueles que Trabalham, de Antoine Russbach, exibido em Locarno; O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, exibido na Mostra de São Paulo, IndieLisboa, Locarno e vencedor do prêmio de melhor fotografia no Swiss Film Prize; Bruno Manser: A Voz da Floresta, de Niklaus Hilber, premiado no Festival de Zurique e que rendeu o prêmio de melhor ator para Sven Schelker no Swiss Film Prize; entre outros.

Neste ano, o cineasta Alain Tanner e o ator Bruno Ganz são os grandes homenageados. Por isso, dois filmes que marcam essa parceria serão exibidos: O Último a Rir, vencedor do Leopardo de Ouro no Festival de Locarno, em 1969; e A Cidade Branca, exibido em Berlim e vencedor do prêmio de melhor filme estrangeiro no César Awards, em 1984.

Dois programas de curtas completam a programação, sendo um deles voltado para o público infantil. Vale lembrar que os filmes estarão disponíveis na plataforma por períodos que variam de 24 a 120 horas. O evento é uma realização do Consulado da Suíça em São Paulo e do Sesc São Paulo, em parceria com a agência de cinema SWISS FILMS e apoio do festival suíço Journées de Soleure.

Conheça os filmes selecionados para o 8º Panorama Digital do Cinema Suíço:

LONGAS-METRAGENS

PRAÇA NEEDLE BABY (PLATZSPITZBABY), de Pierre Monnard (Suíça, 2020)
O VENTO MUDA (LE VENT TOURNE), de Bettina Oberli (Suíça/França, 2018)
NO MEIO DO HORIZONTE (LE MILIEU DE L’HORIZON), de Delphine Lehericey (Suíça/Bélgica, 2019)
A JORNADA (IMMER & EWIG), de Fanny Bräuning (Suíça, 2018)
CONTRAPOR (CONTRADICT), de Peter Guyer e Thomas Burkhalter (Suíça, 2019)
TEMPORADA DE CAÇA (JAGDZEIT), de Sabine Boss (Suíça, 2020)
MEU PRIMO INGLÊS (MON COUSIN ANGLAIS), de Karim Sayad (Suíça/Catar, 2019)
MADAME, de Stéphane Riethauser (Suíça, 2019)
UM PERFUME DE LIBERDADE (EIN DUFT VON FREIHEIT), de Ruedi Leuthold e Beat Bieri (Suíça, 2020)
AQUELES QUE TRABALHAM (CEUX QUI TRAVAILLENT), de Antoine Russbach (Suíça/Bélgica, 2018)
O FIM DO MUNDO, de Basil da Cunha (Suíça/Portugal, 2019)
O ÚLTIMO A RIR (CHARLES MORT OU VIF), de Alain Tanner (Suíça, 1969)
A CIDADE BRANCA, de Alain Tanner (Suíça/Portugal, 1982)
BRUNO MANSER – A VOZ DA FLORESTA (BRUNO MANSER – DIE STIMME DES REGENWALDES), de Niklaus Hilber (Suíça, 2019)

CURTAS-METRAGENS | PROGRAMA 1 | ADULTO

O SOM DA CASA, de Maxime Kathari (Suíça, 2015)
SELFIES, de Claudius Gentinetta (Suíça, 2018)
TUDO INCLUSO (ALL INCLUSIVE), de Corina Schwingruber Ilić (Suíça, 2018)
LÍRIO DA PAZ, de Louis Hans-Moëvi e Maxime Beaud (Suíça, 2018)
REALIDADE ETÉREA (ETHEREALITY), de Kantarama Gahigiri (Suíça/Ruanda, 2019)

CURTAS-METRAGENS | PROGRAMA 2 | INFANTIL

O ÚLTIMO DIA DO OUTONO (LE DERNIER JOUR D’AUTOMNE), de Marjolaine Perreten (Suíça/Bélgica/França, 2019)
AS CORES DO CUCO (COUCOULEURS), de Oana Lacroix (Suíça, 2018)
BRANCO E PRETO (BLACK & WHITE), de Gerd Gockell e Jesús Pérez (Suíça/Alemanha, 2020)
KUAP, de Nils Hedinger (Suíça, 2018)
O PEQUENO PÁSSARO E AS ABELHAS (DER KLEINE VOGEL UND DIE BIENEN), de Lena von Döhren (Suíça, 2020)

Foto: Divulgação.

Enola Holmes, com Millie Bobby Brown, ganha trailer e data de estreia na Netflix

por: Cinevitor

enolaholmestrailerHenry Cavill, Millie Bobby Brown e Sam Claflin em cena.

Baseado na aclamada série de livros de Nancy Springer, Enola Holmes, dirigido por Harry Bradbeer, de Fleabag e Killing Eve, é uma aventura dinâmica e cheia de mistério que apresenta uma concorrente de peso para o maior detetive de todos os tempos: sua própria irmã.

O longa, original Netflix, se passa na Inglaterra, em 1884. Na história, o mundo está prestes a mudar. Na manhã do seu aniversário de 16 anos, Enola Holmes, interpretada por Millie Bobby Brown, descobre que a mãe, papel de Helena Bonham Carter, desapareceu, deixando para trás alguns presentes enigmáticos e um grande mistério sobre seu paradeiro.

Enola cresceu muito livre, mas agora passa a viver sob os cuidados dos irmãos Sherlock, vivido por Henry Cavill, e Mycroft, papel de Sam Claflin, que decidem mandá-la para uma escola de etiqueta para aprender boas maneiras. Indignada, ela foge para Londres em busca da mãe. Quando sua jornada a coloca diante de um mistério envolvendo um jovem lorde fugitivo, ela acaba descobrindo uma conspiração que pode alterar o curso da História e se transforma em uma investigadora de respeito capaz de superar seu famoso irmão.

Com roteiro de Jack Thorne, o elenco conta também com Louis Partridge, Fiona Shaw, Frances de la Tour, Adeel Akhtar, Susan Wokoma e Burn Gorman.

Assista ao trailer de Enola Holmes, que estreia na Netflix no dia 23 de setembro:

Foto: Divulgação/Netflix.

48º Festival de Cinema de Gramado anuncia longas gaúchos concorrentes

por: Cinevitor

longagaucho2020gramadoCena do filme Ten-Love, de Bruno de Oliveira.

Em 2019, o Festival de Cinema de Gramado transformou a mostra de longas-metragens gaúchos em mostra competitiva, que premia, entre cinco títulos selecionados, o melhor filme. O vencedor recebe o cobiçado kikito e um prêmio de 5 mil reais.

Neste ano, a seleção reúne ficção científica, documentários, romance e comédia e dá a dimensão da diversidade de gêneros e estilos produzidos no Estado. Os longas gaúchos serão exibidos por streaming entre os dias 19 e 23 de setembro. Para assistir é preciso ser assinante de TV cujo pacote contemple o Canal Brasil.

O curador da mostra, Leonardo Bomfim, programador da Cinemateca Capitólio, em Porto Alegre, conta sobre o processo de seleção: “Procurei avaliar o que seria mais interessante exibir neste momento que vivemos. Há filmes que já foram realizados após o início da pandemia, refletindo sobre como produzir neste contexto. Ao mesmo tempo, há filmes produzidos num contexto de possibilidade de viagens e encontros. Acredito que este contraste será muito interessante”, comenta Bomfim.

Mais de 110 anos separam a exibição do primeiro filme gaúcho de ficção, o curta Ranchinho do Sertão, de 2020. Realizado pelo produtor e exibidor cinematográfico Eduardo Hirtz, a obra foi exibida publicamente pela primeira vez em 1909. Em um século, o cinema produzido no Rio Grande do Sul cresceu, se fortaleceu, formou e revelou muitos talentos, e ganhou projeção nacional como importante polo do audiovisual brasileiro.

O gerente de eventos da Gramadotur, autarquia municipal responsável pela realização do Festival de Cinema de Gramado, Diego Scariot, fala sobre a importância da mostra: “Em outras edições já exibimos a mostra gaúcha de longas, mas em 2019 ela passou a ser competitiva. Entendemos que o festival tem mais esse compromisso com o cinema gaúcho e nacional. Considerando que o conteúdo será transmitido pela plataforma on-line do Canal Brasil, os filmes terão uma janela ainda maior de visibilidade”, avalia.

E mais: entre os dias 19 e 26 de setembro, o espaço do Festival de Gramado dedicado ao mercado acontecerá de forma virtual e será transmitido pelos canais digitais do festival, entre 13h e 14h. A 4ª edição do Conexões Gramado Film Market contará com o HUB Universidades, em sinergia com as edições sul e nacional do Forcine – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual. Estarão presentes na programação, ainda, as tradicionais rodadas de negócios e a Mostra Universitária que, este ano, reunirá produções audiovisuais que abordam a diversidade.

As inscrições para as atividades, com vagas limitadas, iniciam no dia 1º de setembro e podem ser feitas pelo site (clique aqui). A programação completa será divulgada em breve.

Conheça os longas-metragens gaúchos selecionados:

Contos do Amanhã, de Pedro de Lima Marques (Porto Alegre)
Deborah! O Ato da Casa, de Luiz Alberto Cassol (Santa Maria)
Portuñol, de Thais Fernandes (Porto Alegre)
Ten-Love, de Bruno de Oliveira (Porto Alegre)
Trapaça, de Luke Schatzmann (Porto Alegre)

Foto: Divulgação.

15ª edição da CineOP divulga filmes selecionados

por: Cinevitor

extratoscineOP2020Rogério Sganzerla e Helena Ignez no curta Extratos, de Sinai Sganzerla.

Pioneira desde sua criação, em 2006, a enfocar a preservação audiovisual, memória, história e a tratar o cinema como patrimônio, a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto realizará sua 15ª edição entre os dias 3 e 7 de setembro, em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19, com o mesmo propósito de ser um instrumento de reflexão e luta pela salvaguarda do rico e vasto patrimônio audiovisual brasileiro em diálogo com a educação e em intercâmbio com o mundo.

Mesmo nesse novo formato, a Universo Produção preparou todas as atividades do evento mantendo as mesmas características de uma edição presencial. Assim, tanto o público já habituado com a CineOP quanto aqueles que nunca puderam ir à mostra poderão desfrutar de uma vasta grade de programação gratuita, compartilhada pelas redes com o espírito de engajamento das outras edições. O único festival de cinema brasileiro dedicado a discutir o eixo preservação, história e educação se reinventa para continuar forte como sempre. As atividades da CineOP acontecem em cinco dias de evento, podendo ser acessadas no site (clique aqui) e acompanhadas nas redes sociais da Universo Produção.

A programação é estruturada em três eixos principais: Preservação, História e Educação. O tema central desta edição é Cinema de Todas as Telas e propõe refletir o momento atual mundial, em que a revolução da tecnologia da informação, a transformação dos hábitos culturais, a multiplicação de canais, plataformas, redes e serviços interativos dão o tom da complexidade dos desafios do mundo contemporâneo e globalizado. A coordenadora geral do evento, Raquel Hallak, acrescenta: “Mais do que nunca precisamos estar atentos e imbuídos do propósito de salvar as nossas imagens e reconhecer a sua importância como matéria-prima de cidadania”.

Na programação serão exibidos 101 filmes (13 longas, 11 médias e 76 curtas), distribuídos nas mostras: Contemporânea, Preservação, Histórica, Educação, Mostrinha, Mostra Valores e Cine-Escola e estarão disponíveis de 4 a 7 de setembro no site. Além de filmes, o evento promove o tradicional Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais Brasileiros, o Encontro da Educação: XII Fórum da Rede Kino, diálogos audiovisuais e rodas de conversa com a participação de 75 profissionais no centro de 24 debates. Serão oferecidas também quatro oficinas, quatro masterclasses internacionais, exposição e lives shows. Toda a programação é gratuita.

A abertura da 15ª edição da CineOP será na noite de 3 de setembro, quinta-feira, às 20 horas. O debate inaugural reúne os convidados Ailton Krenak (liderança indígena, escritor e filósofo, destaque da Temática Educação) e Tadeu Jungle (cineasta, artista e poeta) para refletir sobre temática central do evento Cinema de Todas as Telas no ano em que a TV brasileira faz 70 anos. E também a multiplicação das telas, as grandes companhias de streaming e os desafios de garantir espaço efetivo e produtivo para o audiovisual brasileiro.

O título exibido no dia de abertura será o documentário experimental Avesso, Festa, Baile, de 1983, direção de Tadeu Jungle e produção da Tvdo, produtora destaque deste ano na Temática Histórica. O média-metragem trata do programa musical Festa Baile, produzido pela TV Cultura de São Paulo com apresentação de Agnaldo Rayol e Branca Ribeiro.

Todas as três temáticas têm uma programação de filmes. Entre os títulos na Mostra Histórica, com curadoria de Francis Vogner dos Reis, o público poderá assistir a trabalhos fundamentais de memória na produção audiovisual. Da mesma curadoria, há os títulos da Mostra Contemporânea, com filmes em pré-estreias que também dialogam com a temática deste ano na CineOP. O público poderá conferir ainda uma seleção de curtas-metragens feita pela crítica e pesquisadora Camila Vieira.

Pela Mostra Preservação, um dos destaques é a sessão do clássico Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco, que contará também com o estudo de caso de sua restauração. Outras duas sessões foram programadas pela curadoria da temática Preservação: o documentário Fotografação, de Lauro Escorel e a Sessão ABPA, que reúne cinco filmes, sendo quatro produções cariosas e uma do Rio Grande do Sul.

A Mostra Educação também tem uma programação de filmes com curadoria de Adriana Fresquet e Clarisse Alvarenga. Uma seleção de 37 curtas produzidos em contexto educacional; por estudantes, professores ou cineastas, vinculados a escolas/instituições públicas de educação básica e de ensino não-formal. Os títulos serão exibidos em duas sessões, seguidas de debate que conta com a participação de profissionais da educação e do cinema. Nesta edição, estas produções se organizaram em torno da pergunta: Como viver entre telas e janelas?, levando em consideração os seis temas com os quais as respostas a essa pergunta devem se relacionar: delicadeza, cuidado, conexões, memórias, cura e sonhos.

As sessões Cine-Escola são pensadas para faixas etárias específicas e com temáticas que buscam refletir o cinema como ferramenta pedagógica. Mesmo a CineOP realizada remotamente, a proposta é manter a proximidade com os estudantes das várias idades atendidos pela Universo Produção: eles são parte essencial da preocupação do evento em formar novos olhares e novos espectadores para o cinema brasileiro. Entre os filmes exibidos em 2020, estão vários curtas-metragens que se relacionam às ideias das temáticas e à busca por reflexões sobre a importância do audiovisual no processo de educação.

Em 2020, a CineOP renova a parceria cultural com o Sesc em Minas numa programação artística que inclui exposição on-line que celebra os 15 anos da CineOP, rodas de conversa com os realizadores e cinco lives shows que vão reunir no palco do Sesc Cine Live Show apresentações de bandas e artistas de destaque da cena mineira. Na noite de abertura, o show é do Túlio Mourão e Titane com participação especial de Maurício Tizumba e acontece no contexto da comemoração dos 35 anos da Rede Minas.

Conheça os filmes selecionados para a 15ª edição da CineOP:

MOSTRA CONTEMPORÂNEA

A Jangada de Welles, de Firmino Holanda e Petrus Cariry
À Margem das Torres, de Ton Apolinário
A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro
A Viagem do Seu Arlindo, de Sheila Altoé
Acabaram-se os otários, de Rafael de Luna e Reinaldo Cardenuto
As Constituintes de 88, de Gregory Baltz
Banquete Coutinho, de Josafá Veloso
Cadê Edson?, de Dácia Ibiapina
Cidade Submersa, de Bárbara Lissa
De onde vim, de Sérgio Azevedo
Dona Cila, não me espere para o jantar, de Carlos Segundo
Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar, de Henrique Dantas
E no rumo do meu sangue, de Gabriel Borges
Extratos, de Sinai Sganzerla
Helen, de André Meirelles Collazzo
José Aparecido de Oliveira – O maior mineiro do mundo, de Mário Lúcio Brandão Filho e Gustavo Brandão
Mãtãnãg, a Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho
O Filme da Minha Vida, de Alvarina Souza Silva
Os olhos na mata e o gosto na água, de Luciana Mazeto e Vinícius Lopes
Relatos Tecnopobres, de João Batista Silva
Seres, coisas, lugares, de Suzana Macedo

MOSTRA HISTÓRICA

A Luta do Povo, de Renato Tapajós
Amigo Urso, de TV Viva – A Sua Imagem/CCLF
Avesso Festa Baile, de Tadeu Jungle
Brasilino, de TV Viva – A Sua Imagem/CCLF
Heróis 2, de Tadeu Jungle
Mocidade Independente, de Nelson Motta
Olho de Gato Perdido, de Vitor Graize
Quem Kiss Teve, de Tadeu Jungle
Um Preto Velho Chamado Catoni, de Valter Filé

MOSTRA PRESERVAÇÃO

Carnaval de Rua – Porto Alegre, de Wilkens Filmes Ltda
Creche-Lar, de Maria Luiza Aboim
Eclipse, de Antônio Moreno
Fotografação, de Lauro Escorel
Gafieira, de Gerson Tavares
Pantera Negra, de Jô Oliveira
Pixote: A Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco

CINE-ESCOLA

Antes que Vire Pó, de Danilo Custódio
Dela, de Bernard Attal
Meu Nome é Daniel, de Daniel Gonçalves
Renascida das Águas, de Julio Quinan
Tem um Monstro na Loja, de Jaqueline Dulce Moreira
Torcida Única, de Catarina Forbes
Trincheira, de Paulo Silver

CONTEMPORÂNEA | TV UFOP

Ana Terra, de Alunos do Curso de Produção de Documentário do Sesc Arapiraca
Azar, de Gabriel Duarte
Casa do Povo, de Clara Dias e Pedro Petriche
Comboio pra Lua, de Rebeca Francoff
Remoinho, de Tiago A. Neves
Sábado Não é Dia de Ir Embora, de Luísa Giesteira
Ver a China, de Amanda Carvalho

MOSTRA EDUCAÇÃO

1095 dias de quarentena, de Heloise Fernandes e Foi cora
8º andar, de Estudantes do Técnico Informática, Turma 1109 (Coordenação Geral: Prof. Antonio Pinheiro)
A Dança das Formas, de Aline Amsberg de Almeida
À Espera, de Juliana Oliveira
Aquela época de ontem, de De Beija
Até que a morte os separe, de Júlia Arantes
Dramática, de Eduardo Brasil
Duas Salas, de Katharine Diniz e educadoras do Centro de Educação Infantil e Creche Conveniada (CEI) Prof. José Villagelin Neto
Enquanto te esperamos, de Equipe do CEI Christiano Osório de Oliveira
Entre Telas, Janelas, de Diogo Santos
Esopinhos, de Sandra Amaral e Mauro Antônio Guari
Esperança quarentena, de Vitória da Silva Prudenciano
Esperando meu cachecol, de Vania Freire de Mendonça
Eu Assim Sem Vocês, de Marli França Silva
Eu, as coisas e o tempo, de Evandro Carvalho de Menezes
Exercícios de quarentena, de Vania Freire de Mendonça
Fragmentos de um Tempo Só, de Shirley Rabelo
Fragmentos do Cotidiano, de Thais Andressa
iSÓlamento, de Anderson Costa
Isolamento Poético, de Júlia Arantes
Janelas dentro e fora. Filmamos de nossas casas no estilo Lumière, de Aguilar Raimundo, Julieta Blum, Olivia Cohen González, Valentina Conno, Isabella Destéfano Wior Sol, Diodato Justina, Gancedo Santiago, García Guz Mateo, González Rego Benjamín, González Victorica e Ana Mohamm
Jóvenes resilientes – Juventude resiliente, de Marcelo Bartolomé
Machismo, de Adryanna Victórya Zocke Britez, Cauê Rocha Santiago, Guilherme Canever Cofferi, Laísa Righi Caetano Passos, Maria Vitória Médici Logen, Pedro Ribeiro Szelest e Rafaela Misurelli Rodrigues
Maratonista de Quarentena, de Eduardo Tosta e Karol Azevedo
Memórias e Saudades, de Andreia Pereira, Barbara Vasconcellos, Camila Gennari, Giovana de Souza, Joaquina de Sousa, Karina Beck, Karla Beck, Lucia Polo, Marcela Ramos, Marcia Demuth, Vanessa dos Santos e Zildenir Silva
Miojo que mata fome, de Vitória Cristina
Nhemongueta Kunhã Mbaraete – Conversas N.1, de Michele Kaiowá, Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro
Nhemongueta Kunhã Mbaraete – Conversas N.2, de Michele Kaiowá, Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro
Nhemongueta Kunhã Mbaraete – Conversas N.3, de Michele Kaiowá, Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro
Nhemongueta Kunhã Mbaraete – Conversas N.4, de Michele Kaiowá, Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro
Olhar a Arte, de Projeto de Renata da Silva e Kayo Ricardo
Os cinemas do Brasil em tempos de pandemia, de Eudaldo Monção Jr.
Os Outros Seres, de Rosilda Souza Ramos
Pingo-de-Ouro (Campo Geral), de Anderson Costa
Por isso eu tentava me lembrar de onde te conhecia, de Larissa Muniz
Projétil, de Marx Braga
Quarentena dia x, de Beatriz da Silva Ribeiro
Rotina, de Alexander Yamaguti
Tempo Criança, de Heloise Fernandes Orfão
Uma Manhã no Jardim, de Camilo Hinojosa Milanés
Vidas, de Estudantes da Formação Geral, Turma 1101 (Coordenação Geral: Prof. Antonio Pinheiro)

MOSTRA VALORES

Episódio 1 – Educar…, de Du Sarto e Wigde Arcangelo
Episódio 2 – Educar!, de Du Sarto e Wigde Arcangelo

Foto: Divulgação.

9º Olhar de Cinema anuncia filme de encerramento e selecionados para as mostras Outros Olhares e Exibições Especiais

por: Cinevitor

nardjesaolhardecinemaCena do documentário Nardjes A., de Karim Aïnouz.

A nona edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba foi prejudicada pela pandemia de Covid-19 e, por isso, o festival precisou adiar sua realização e se adaptar à nova realidade com uma edição completamente on-line, que acontecerá entre os dias 7 e 15 de outubro.

Neste ano, Antena da Raça, de Paloma Rocha e Luís Abramo, será o filme de encerramento. Em todo o delírio de suas fábulas, Glauber Rocha antecipou muita coisa do que vê-se hoje no país. No longa, selecionado para a mostra Cannes Classics, os diretores resgatam diálogos, trechos, cenas dos filmes e entrevistas feitas pelo consagrado cineasta do Cinema Novo e os atualizam com personagens reais, atores da nossa tragédia contemporânea.

“A edição de 2020 do Olhar com certeza não vai ser igual às outras e, com certeza, vai ser única, mas também isso é algo que buscamos em todas as nossa edições. Então, não vai ser muito diferente”, afirma Antonio Gonçalves Junior, diretor do festival. “As mostras quase todas continuam intactas, com a mesma quantidade de filmes e agora temos o Brasil inteiro para nos comunicar, o Brasil inteiro como público do festival, e estamos animados com esse desafio”, completou.

Entre as mostra deste ano, está a Exibições Especiais, que conta com filmes de grandes mestres do cinema mundial e busca a redescoberta de títulos, privilegia o cinema brasileiro e abre um espaço especial para pré-estreias. Com uma seleção reduzida nesta edição, a seleção traz apenas dois títulos que sintetizam muito bem o objetivo da mostra. O Tango do Viúvo e seu espelho reformador, é um deles. Primeiro longa-metragem do diretor chileno Raúl Ruiz, filmado em 1967, o filme só foi finalizado este ano pela viúva do cineasta, Valeria Sarmiento. O Tango do Viúvo foi encontrado recentemente, restaurado e teve a sua primeira exibição no Festival de Berlim.

Quem completa a seleção é o diretor brasileiro Karim Aïnouz, com seu filme Nardjes A. O longa também foi exibido este ano na Berlinale e conta a história da militante argelina que lhe dá nome em meio aos protestos populares contra a quinta candidatura do então presidente Bouteflika.

Já a mostra Outros Olhares mescla em sua seleção longas e curtas-metragens ainda mundialmente inéditos e filmes que já possuem uma trajetória em festivais e mostras internacionais recentes. São várias propostas, estilos, linguagens e abordagens feitos em torno de uma série de extremidades que reflete o mundo atual.

O Olhar de Cinema é um festival que busca destacar e celebrar o cinema independente produzido no mundo. São propostas estéticas inventivas, envolventes e com comprometimento temático, que abrange desde a abordagem de inquietações contemporâneas acerca do micro universo cotidiano de relacionamentos, até interpretações e posicionamentos sobre política e economia mundial.

A seleção apresenta ao público filmes que se arriscam em novas formas de linguagem cinematográfica, que estão abertos ao experimentalismo e que, ainda assim, possuem um grande potencial de comunicação com o público. Nesta edição, serão seis mostras: Competitiva, Novos Olhares, Outros Olhares, Olhares Brasil, Exibições Especiais e Mirada Paranaense.

Confira a lista completa com os novos filmes selecionados para o 9º Olhar de Cinema:

LONGAS-METRAGENS | OUTROS OLHARES

Oroslan, de Matjaz Ivanisin (Eslovênia/República Tcheca)
Responsabilidade Empresarial (Responsabilidad Empresarial), de Jonathan Perel (Argentina)
Quem Tem Medo de Ideologia? (Who Is Afraid of Ideology?), de Marwa Arsanios (Líbano/Síria/Curdistão iraquiano)
Traverser (Após a Travessia) (Traverser [After the Crossing], de Joël Akafou (França/Bélgica/Burkina Faso)
Crônica do Espaço (Sthalpuran [Chronicle of Space], de Akshay Indikar (Índia)
Trouble, de Mariah Garnett (EUA/Reino Unido)
O Reflexo do Lago, de Fernando Segtowick (Brasil)
O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels, de Tiago de Almeida (Brasil)
A Flecha e a Farda, de Miguel Antunes Ramos (Brasil)
Visão Noturna (Visión nocturna), de Carolina Moscoso Briceño (Chile)

CURTAS-METRAGENS | OUTROS OLHARES

Manual do Zueiro Sem Noção, de Joacélio Batista (Brasil)
Memby, de Rafael Castanheira Parrode (Brasil)
Rafameia, de Mariah Teixeira e Nanda Félix (Brasil)
Eu Interior (Nahan), de Mohammad Hormozi (Irã)
Playback. Ensaio de uma Despedida (Playback. Ensayo de una despedida, de Agustina Comedi (Argentina)
Alienígena (REONGHEE), de Jegwang Yeon (África do Sul)
Sonho Californiano (Soben California), de Sreylin Meas (Camboja)
Garotas Crescem Desenhando Cavalos (Girls grow up drawing horses), de Joanie Wind (EUA)
Mary, Mary, So Contrary, de Nelson Yeo (Singapura)
As Chamas do Sol (Las llamas del sol), de Pepe Sapena (Espanha)
Botões Dourados (Zolotye Pugovitzi (The Golden Buttons), de Alex Evstigneev (Rússia)
Os Meninos Lobo (Los niños lobo), de Otávio Almeida (Cuba)
Rios Solitários (Lonely Rivers), de Mauro Herce (Espanha/França)

FILME DE ENCERRAMENTO

Antena da Raça, de Paloma Rocha e Luís Abramo (Brasil)
Sinopse: O filme se apropria e rediscuti a realidade brasileira a partir dos diálogos, trechos e cenas dos filmes viscerais de Glauber Rocha e do seu desejo de “retirar as máscaras”, da nossa saga terceiro mundista. A loucura lúcida das fábulas de glauberianas está na rua, na política, sendo o povo hoje o contra plano dos personagens dos seus filmes.

EXIBIÇÕES ESPECIAIS

Nardjes A., de Karim Aïnouz (Argélia/França/Alemanha/ Brasil/Catar)
Sinopse: Argélia, fevereiro de 2019. Protestos populares tomam as ruas de Argel contra a 5ª candidatura do então presidente Bouteflika. Nardjes, uma jovem militante, encontra no movimento um espaço para reivindicar um futuro melhor para a sua geração.

O Tango do Viúvo e seu espelho reformador, de Raúl Ruiz e Valeria Sarmiento (Chile)
Sinopse: A história é sobre um homem cuja esposa se suicida, e seu fantasma o segue por toda parte … o homem começa a se parecer com ele.

Foto: Divulgação.