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Dirigido por Fabio Meira, As Duas Irenes é exibido no 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

irenesgramadoEquipe reunida no tapete vermelho de Gramado.

Primeiro longa dirigido por Fabio Meira, As Duas Irenes conta a história de uma menina de 13 anos, de uma família tradicional do interior, que descobre que seu pai tem uma filha de outra mulher, com a mesma idade e o mesmo nome dela, Irene.

Exibido na Mostra Competitiva de longas brasileiros do 45º Festival de Cinema de Gramado, o filme teve sua estreia mundial no Festival de Berlim, na mostra Generation, e foi escolhido como o melhor primeiro filme e melhor fotografia da competição ibero-americana do 32º Festival Internacional de Cine en Guadalajara.

No domingo, 20/08, o diretor subiu ao palco do Palácio dos Festivais para apresentar o longa ao lado de sua equipe: a produtora Diana Almeida; o ator Marco Ricca; Talita Arruda, da Vitrine Filmes; a montadora Virginia Flores; Simone Caetano, coprodutora; Carolina Sganzerla, diretora de produção; e as atrizes Isabela Torres, Inês Peixoto, Maju Souza e Susana Ribeiro.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação e trechos da coletiva de imprensa, que aconteceu na manhã seguinte à exibição:

O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Diego Vara e Cleiton Thiele/Pressphoto.

Exibido no Festival de Berlim, Vazante, de Daniela Thomas, ganha trailer

por: Cinevitor

vazanteoscarLuana Nastas e Adriano Carvalho em cena.

Vazante, primeiro longa-metragem solo de Daniela Thomas, que codirigiu Linha de Passe e Terra Estrangeira ao lado de Walter Salles, se passa nas serras pedregosas das Minas Gerais, depois da economia local, que era baseada na extração de diamantes, ter entrado em colapso.

O ator português Adriano Carvalho vive Antonio, um patriarca do século XIX, que ao voltar de uma longa viagem conduzindo uma tropa de escravos descobre que sua mulher morreu em trabalho de parto. A estreante Luana Nastas é Beatriz, menina que lhe é dada em casamento. Na ausência do marido, Beatriz fica sozinha com os escravos. Solidão, incomunicabilidade e preconceito levam a uma espiral de violência.

A primeira exibição do longa aconteceu no Festival de Berlim deste ano na noite de abertura da mostra Panorama. O filme se passa em 1821 e fala sobre escravidão, casamento forçado, mestiçagem fruto do assédio, exploração sexual das negras e hierarquias de poder.

Vazante teve como locação principal a fazenda Ribeirão, uma mansão do século XVIII a uma hora de estrada de terra da cidade histórica do Serro, em Minas Gerais. Para o filme, o ator Toumani Kouyaté abriu as portas da comunidade de seus conterrâneos da África subsaariana refugiados em São Paulo, e Rodrigo Siqueira, diretor do documentário Terra Deu, Terra Come, indicou os caminhos para uma dezena de comunidades quilombolas da região Diamantina, de onde foi arregimentado o elenco da senzala.

O elenco conta também com Sandra Corveloni, Fabrício Boliveira, Jai Baptista, Roberto Audio, Juliana Carneiro da Cunha, Vinicius Dos Anjos e Isadora Favero.

Confira o trailer de Vazante, que tem estreia prevista para novembro:

Foto: Divulgação.

Bingo: O Rei das Manhãs: Vladimir Brichta e Daniel Rezende falam sobre o filme, bastidores e referências

por: Cinevitor

bingoespecial2Vladimir Brichta: o palhaço protagonista.

Dirigido por Daniel Rezende, premiado montador indicado ao Oscar por Cidade de Deus, com roteiro de Luiz Bolognesi, de Bicho de Sete Cabeças, e fotografia de Lula Carvalho, de Tropa de Elite, Bingo: O Rei das Manhãs é estrelado por Vladimir Brichta, Leandra Leal, Emanuelle Araújo e Tainá Müller e traz um retrato da efervescente televisão nacional nos anos 1980.

Inspirado na vida de Arlindo Barreto, conhecido por ter interpretado o palhaço Bozo, o filme, que já está em cartaz nos cinemas, conta a história de Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Augusto, o “Rei das Manhãs”, é o anônimo mais famoso do Brasil.

Nesta semana, o CINEVITOR participou de uma mesa redonda, em São Paulo, que contou com a presença do diretor e do protagonista, Vladimir Brichta. Confira os melhores momentos do bate-papo:

MOTIVAÇÃO:

“Três coisas me motivaram a fazer o filme: a relação com o filho e com a mãe; a questão de lutar pelo sucesso, que é um desejo de todo mundo, ter o reconhecimento público e essa busca pelo sucesso sob o ponto de vista do ator; e o terceiro elemento foi a história desse palhaço triste, o cara que faz a alegria das pessoas, mas que tem um lado sofrido e desajustado. Na mesma proporção que ele vive essa alegria, ele também pode se afundar na tristeza, na amargura, nos seus dilemas”, disse Vladimir.

“Além disso, o roteiro incrível também me motivou pelo fato de trazer esses elementos trágicos e cômicos, que fazem o personagem ser mais abrangente. Na minha carreira, eu estava mais próximo de um determinado gênero e esse papel é mais amplo”, completou.

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O INÍCIO DO PROJETO:

“Eu estava procurando algo para ser meu primeiro filme e essa história do Arlindo [Barreto] me chamou a atenção. Eu vi uma história surreal, absurda, de um cara que viveu muitas vidas numa só. Eu queria entender quem era esse cara atrás daquela máscara, como é essa pessoa? Também me chamou atenção a questão de alguém que apresenta um programa infantil, que tá convivendo com crianças e começa a se desconectar do filho”, revela o diretor.

REFERÊNCIAS:

“Eu vivi os anos 1980. A televisão era algo mágico pra mim. E me interessava o que tava atrás do que a câmera estava mostrando. Tudo isso me interessou. Eu tinha uma excelente história e precisava achar um grande filme aqui dentro. Eu queria encontrar algo que conectasse com as pessoas, que ao mesmo tempo não fosse raso, e principalmente poder olhar para a nossa cultura pop. Acho que o nosso cinema olha pouco para a nossa cultura pop, que é pouco explorada. Eu trouxe muito da minha vivência pessoal nos detalhes, mas eu sempre soube que estávamos contando a vida de um grande personagem”, disse Daniel Rezende.

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ATUAÇÃO:

“A energia, comparada ao que eu fiz em cinema e na TV, é diferente. É uma voltagem maior. Na verdade é uma voltagem que já experimentei muito em teatro. Me dava essa sensação de algo ininterrupto, como uma peça teatral, e isso desgasta, mas em outro lugar, não só no físico. Mas, emocionalmente, a cabeça cansa. Essa é uma voltagem que eu conheço, mesmo desconhecendo o personagem antes de fazer. Aqui, eu resgatei uma forma que eu tinha no teatro”, revela Vladimir.

“Originalmente, o filme era pra ser feito com o Wagner [Moura]. O Daniel [Rezende] conta que na época do Tropa de Elite eles já falavam em fazer algo juntos, baseado em fatos reais, mas não era esse projeto ainda. Até que um dos produtores viu uma entrevista do Arlindo, achou interessante e foi atrás para comprar os direitos e chamou o Daniel Rezende para fazer o filme. Durante essa caminhada toda, o Wagner se interessou, decidiu fazer, mas precisou deixar o projeto. Certo dia, estávamos eu e Lázaro [Ramos] com Wagner quando ele falou que tinha um filme que não ia conseguir fazer, com um roteiro incrível e disse que deveríamos fazer. Eu já sabia que se tratava de algo interessante. Logo, o Dani [diretor] entrou em contato comigo e me chamou para conversar. Ele disse que já conhecia meu trabalho, mas queria bater um papo para entender como eu enxergaria essa história. Pintou uma série na TV, que eu já estava super comprometido, e eu quase não fiz o Bingo. Mas deu certo”, conta o protagonista.

BASEADO EM FATOS REAIS:

“O Arlindo [Barreto] foi incrível. Ele foi muito aberto durante o período de pesquisa, contou tudo, foi muito disponível e parceiro, mesmo sabendo que não faríamos um documentário sobre a sua vida. Ele assistiu ao filme há pouco tempo e eu estava apavorado para saber a reação dele, mas ele amou o filme. Eu espero que o filme seja visto pela história, que é universal.”, disse Daniel.

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GRETCHEN:

“Desde o começo, escolhemos fazer uma ficção para ter total controle criativo. O filme é completamente baseado na vida do Arlindo, por isso não queríamos estar tão atrelado a algo para fazer a nossa história. Muitas coisas que estão ali realmente aconteceram na vida real, outras não. Mas eu queria que tivesse algo, pelo menos uma coisa, que jogasse o espectador lá para trás. Então, eu pensei que se tivesse que ter alguma coisa seria a Gretchen, já que ela e o Arlindo namoraram. Essa decisão foi tomada há seis anos. Então é como se fosse a cereja do bolo e também porque eu acho Conga Conga Conga uma música extraordinária”, conta o diretor.

OS PALHAÇOS:

“O Domingos [Montagner] e o Fernando Sampaio tiveram uma participação muito importante. O Domingos, por exemplo, foi consultado pelo Luiz Bolognesi [roteirista] e pelo Daniel para falar sobre o palhaço. Naquela cena em que ele aparece, tem muito dele por sua experiência. E o Fernando foi quem me preparou para fazer o palhaço, me ajudou a desvendar esse mistério do personagem, a desmistificar, se jogar naquilo e entender aquele ambiente. Fora isso, ver o Domingos em cena é emocionante, tocante. Uma morte lamentável”, revelou Vladimir.

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QUALIDADE:

“Eu queria fazer um filme que tivesse profundidade, que fosse sobre um personagem e não fosse raso. Busquei trabalhar com a melhor equipe para que tivéssemos qualidade. A dramaturgia brasileira, muitas vezes preza por outras coisas, mas esquece da qualidade técnica. Esse filme foi muito pensado na direção de arte, na fotografia, no figurino, no tom da atuação”, disse o diretor.

“A década de 1980 foi uma época de exagero. A chance de errarmos era muito grande e eu sempre falei que queria uma direção de arte estupenda, só que tinha que tomar cuidado para ela não aparecer, tinha que estar nos detalhes, controlada pelas cores. Tudo era exagerado, a televisão era um exagero naquele tempo. A arte não poderia estar na frente dos personagens. Fazer um filme de época é caro e complexo, por isso estudamos muito os cenários e a concepção do palhaço”, completou.

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A MONTAGEM:

“O diretor é um cara que, teoricamente, tem que saber de tudo. Desde o começo eu decidi que não iria montar nenhum trabalho que eu fizesse. Como montador, eu sempre gostei de proporcionar algo para os filmes, de poder trazer um olhar fresco, contestar o diretor e poder apresentar uma outra visão. E eu não queria perder isso. O Bingo sempre foi concebido com a ideia de ser montado pelo Marcio Hashimoto, que é um excelente montador. Óbvio que eu participei da montagem, mas como diretor. Foi muito prazeroso olhar o material sendo transformado por outra pessoa”, disse Daniel.

FAMA:

“O poder corrompe mais que a fama, pois a fama eventualmente lhe dá poder. O filme reverbera, de alguma forma, nesse discurso. A projeção te afeta quando você causa um certo fascínio sobre as pessoas e administrar isso não é fácil”, finalizou Vladimir.

Fotos: Luiz Maximiano e Alisson Louback.

Otto Guerra recebe o Troféu Eduardo Abelin no 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

ottoabelinOtto Guerra: um dos homenageados deste ano.

Destinado a diretores, cineastas ou entidades do cinema brasileiro, o Troféu Eduardo Abelin foi criado em 2003 e já homenageou, em suas últimas edições, nomes como José Mojica Marins, Zelito Viana, Walter Carvalho e Arnaldo Jabor. Neste ano, em que é celebrado o centenário da animação no Brasil, a homenagem do 45º Festival de Cinema de Gramado foi entregue para o diretor gaúcho Otto Guerra, que há mais de quatro décadas faz carreira no cinema com este gênero.

Com longa trajetória em Gramado, Otto esteve pela primeira vez no festival em 1984 com a produção O Natal do Burrinho, que lhe rendeu o prêmio de melhor filme na Mostra Gaúcha de Curtas. Desde então, o cineasta teve seus trabalhos premiados em outras seis edições do evento, sendo a mais recente em 2013, com o longa-metragem Até Que a Sbórnia nos Separe, vencedor dos prêmios de melhor filme pelo júri popular e direção de arte. Nave Mãe, Novela, O Reino Azul, Treiler, As Cobras e Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll também foram exibidos em Gramado.

Durante a homenagem, no Palácio dos Festivais, a produção exibiu um vídeo com depoimentos de amigos e colegas de trabalho de Otto Guerra, que, subiu ao palco emocionado, no sábado, 19/08, e recebeu o troféu das mãos de José Maia, seu companheiro de produtora que o acompanha na carreira há 40 anos.

Aperte o play e confira a homenagem:

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Foto: Diego Vara/Pressphoto.

Conheça os vencedores da Mostra Gaúcha de Curtas do 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

curtasgauchos2017Vencedores reunidos no palco do Palácio dos Festivais.

Foram anunciados neste domingo, 20/08, os vencedores da Mostra de Curtas Gaúchos do 45º Festival de Cinema de Gramado. O documentário Secundas, dirigido por Cacá Nazário, que retrata o movimento de ocupações escolares ocorrido no Rio Grande do Sul, em 2016, foi escolhido como o melhor filme desta edição.

A premiação, entregue pela Assembleia Legislativa, destacou ainda realizadores em outras 12 categorias, distribuindo um total de 45 mil reais em dinheiro. Secundas recebeu também o prêmio CiaRio no valor de oito mil reais em locações de equipamentos da Naymar.

Conheça os vencedores da mostra gaúcha de curtas-metragens do Festival de Gramado 2017:

TROFÉU ASSEMBLEIA LEGISLATIVA:

Melhor Filme: Secundas, dirigido por Cacá Nazario
Melhor Direção: Emiliano Cunha, por Sob Águas Claras e Inocentes
Melhor Ator: João Pedro Prates, por 1947
Melhor Atriz: Mariana Yomared, por Yomared
Melhor Roteiro: Temporal, escrito por Gabriel Honzik
Melhor Edição de Som: Temporal, por Ivan Lemos e Thiago Gautério
Melhor Música: Yomared, por Mariana Yomared e Banda da Convenção de Malabares de Florianópolis
Melhor Direção de Arte: Solito, por Eduardo Reis
Melhor Montagem: Yomared, por Lufe Bollini
Melhor Fotografia: Temporal, por Carine Wallauer
Melhor Produtor/Produtor Executivo: Ausang, Davi De Oliveira Pinheiro, Emiliano Cunha e Pedro Guindani, por Sob Águas Claras e Inocentes
Menção Honrosa: Elenco de Sob Águas Claras e Inocentes
Prêmio Júri da Crítica: Sob Águas Claras e Inocentes, de Emiliano Cunha

PRÊMIO AQUISIÇÃO TVE:
Vencedor: Gestos, de Alberto Goldim e Júlia Cazarré
Menção Honrosa: Sena, o fio em prosa, de Marcelo da Rosa Costa e Cacá Sena

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

Com Maria Ribeiro, Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky, é exibido no 45º Festival de Gramado

por: Cinevitor

marialaiscoletivaMaria Ribeiro e Laís Bodanzky na coletiva.

Dirigido por Laís Bodanzky, Como Nossos Pais, selecionado para a Mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, conta a história de Rosa, papel de Maria Ribeiro, que se vê diante de conflitos existenciais quando precisa, ao mesmo tempo, cuidar de suas filhas, manter seus sonho e objetivos profissionais, enfrentar as dificuldades do casamento e lidar com uma relação conflituosa com sua mãe.

Exibido no sábado, 19/08, na Mostra Competitiva de longas brasileiros do 45º Festival de Cinema de Gramado, o filme foi muito aplaudido pelo público. Laís subiu ao palco do Palácio dos Festivais acompanhada pelo produtor Fabiano Gullane, por Luiz Bolognesi, que assina o roteiro com ela, e pelos atores Paulo Vilhena, Maria Ribeiro, Clarisse Abujamra e Ana Carolina Godoy. Em seu discurso, destacou o papel da mulher brasileira na sétima arte: “Estamos vivendo um momento no cinema brasileiro em que temos poucas diretoras e roteiristas. Nós somos entre 10% e 15%, segundo uma pesquisa feita pela Ancine. Somos poucas, porém fazemos um certo barulho. E aqui em Gramado somos muitas mulheres contando histórias. Obrigada ao festival por reconhecer essa voz que precisa ser ouvida cada vez mais porque a gente tem muita coisa para contar e queremos que muita gente escute”.

No dia seguinte à exibição, participaram da coletiva, além da diretora, as atrizes Maria Ribeiro e Clarisse Abujamra, o ator Paulo Vilhena, Jean-Thomas Bernardini, da Imovision, distribuidora do filme no Brasil, e o produtor. Entre tantos assuntos, falaram sobre feminismo, relações familiares, escolha do elenco, Jorge Mautner e comportamento.

Aperte o play e confira:

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

45º Festival de Gramado: O Matador, de Marcelo Galvão, abre a Mostra Competitiva de longas brasileiros

por: Cinevitor

matadortapetegramadoElenco e equipe no tapete vermelho.

Criado e dirigido por Marcelo Galvão, O Matador é o primeiro longa-metragem original da Netflix produzido no Brasil. O filme abriu a Mostra Competitiva de longas brasileiros do 45º Festival de Cinema de Gramado na sexta-feira, 18/08, no Palácio dos Festivais.

Este faroeste brasileiro se passa entre as décadas de 1910 e 1940 e conta a história de Cabeleira, interpretado pelo ator português Diogo Morgado, um temido matador do estado de Pernambuco. Cabeleira, criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas, vivido por Deto Montenegro, cresce no sertão completamente isolado da civilização. Agora um adulto, ele finalmente vai à cidade para procurar o desaparecido Sete Orelhas e acaba encontrando uma cidade sem lei.

Na manhã seguinte à exibição, o diretor participou de uma coletiva de imprensa ao lado dos atores Deto Montenegro, Daniela Galli, Etienne Chicot e Thaila Ayala.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação do filme no palco e trechos da coletiva:

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Foto: Cleiton Thille/Pressphoto.

João, o Maestro, de Mauro Lima, abre o 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

joaoabregramadoEquipe do filme no palco com João Carlos Martins.

Com uma programação dedicada a destacar o melhor da mais recente safra de realizadores veteranos e de novos profissionais que despontam no cenário audiovisual, a 45ª edição do Festival de Cinema de Gramado começou nesta quinta-feira, 17/08, com a exibição dos filmes do projeto gramadense Educavídeo.

Na sexta-feira, 18/08, o público lotou o Palácio dos Festivais para conferir a exibição do filme de abertura, João, o Maestro, de Mauro Lima, que conta a história de um dos maiores pianistas do mundo, o brasileiro João Carlos Martins.

Na manhã seguinte, o diretor participou de uma coletiva de imprensa, acompanhado pelos atores Rodrigo Pandolfo e Fernanda Nobre, e pela produtora Paula Barreto. Entre diversos assuntos, falaram sobre preparação de elenco, plataformas digitais, orçamento e roteiro.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação do filme na noite de abertura, que contou com a presença do maestro, e da coletiva de imprensa:

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Foto: Cleiton Thielle/Pressphoto.

Morre, aos 91 anos, o ator Jerry Lewis, um dos maiores nomes da comédia

por: Cinevitor

lewismorreO ator no Festival de Cannes, em 2013, com o filme Max Rose.

Morreu na manhã deste domingo, 20/08, aos 91 anos, Jerry Lewis, um dos maiores comediantes da história. A notícia foi divulgada pelo jornalista John Katsilometes, do Las Vegas Review-Journal, e confirmada pelo agente do ator. A causa da morte ainda não foi revelada.

Lewis começou a atuar aos cinco anos, mas o reconhecimento só veio anos mais tarde, no final da década de 1940, ao lado de seu fiel escudeiro, o cantor Dean Martin. Fizeram sucesso com apresentações cômicas em casa de shows, tiveram um programa de rádio e atuaram na TV e no cinema. Em 1949, Jerry fez seu primeiro filme, A Amiga da Onça, de George Marshall, ao lado de Martin. Nas telonas, também trabalharam juntos em: Minha Amiga Maluca (1950), O Palhaço do Batalhão (1950), O Filhinho de Papai (1951), O Biruta e o Folgado (1951), O Marujo Foi na Onda (1952), Os Malucos do Ar (1952), Morrendo de Medo (1953), Sofrendo da Bola (1953), A Barbada do Biruta (1953), Farra dos Malandros (1954), O Rei do Circo (1954), O Meninão (1955), Artistas e Modelos (1955), O Rei do Laço (1956) e Ou Vai ou Racha (1956).

Apesar do sucesso estrondoso nas bilheterias, a dupla encerrou a parceria no final da década de 1950 e Jerry Lewis estreou seu primeiro filme solo em 1957: O Delinquente Delicado, de Don McGuire. Em 1966, foi indicado ao Globo de Ouro de melhor ator em comédia ou musical por sua atuação em Boeing Boeing, de John Rich. No BAFTA, o Oscar britânico, foi indicado, em 1984, a melhor ator coadjuvante pelo filme O Rei da Comédia, de Martin Scorsese.

deanlewismorreDean Martin e Jerry Lewis em O Meninão, de Norman Taurog.

Em 1999, no Festival de Veneza, foi contemplado com o Leão de Ouro honorário por sua carreira. Dez anos depois, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas lhe entregou o Prêmio Humanitário Jean Hersholt, o Oscar humanitário.

No cinema, também dirigiu algumas comédias, como: O Mensageiro Trapalhão (1960), O Terror das Mulheres (1961), O Mocinho Encrenqueiro (1961), O Professor Aloprado (1963), O Otário (1964), Uma Família Fulera (1965), 3 em um Sofá (1966), O Fofoqueiro (1967), Uma Dupla em Sinuca (1970), Qual é o Caminho para a Guerra? (1970), Um Trapalhão Mandando Brasa (1980), entre outras.

Em seu currículo como ator também se destacam: O Rei dos Mágicos (1958), A Canoa Furou (1959), Bagunceiro Arrumadinho (1964), Um Biruta em Órbita (1966), Um Golpe das Arábias (1968), Trapalhões do Futuro (1982) e o brasileiro Até que a Sorte nos Separe 2, de 2013, no qual fez uma participação ao lado de Leandro Hassum.

Além do sucesso na TV e no cinema, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pelo programa Jerry Lewis MDA Telethon. Seu último trabalho nas telonas foi em 2016, no policial A Sacada, com Nicolas Cage e Elijah Wood.

Fotos: Stuart C. Wilson/Divulgação.

Festival de Toronto 2017 divulga novos filmes na programação; brasileiro Motorrad, de Vicente Amorim, é selecionado

por: Cinevitor

motortorontoJuliana Lohmann em cena de Motorrad: brasileiro selecionado.

A 42ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto, considerado um termômetro para o Oscar, já tinha confirmado alguns nomes em sua programação. Nesta terça-feira, 15/08, novos filmes foram divulgados pela organização do evento, que acontecerá entre os dias 7 e 17 de setembro.

O longa nacional Motorrad, dirigido por Vicente Amorim, fará sua estreia mundial no festival na prestigiada seção Contemporary World Cinema. É a primeira vez que um filme de gênero brasileiro é selecionado para uma das mostras principais de um dos festivais mais importantes do mundo. O filme dá vida aos personagens criados pelo quadrinista Danilo Beyruth, um dos maiores nomes da HQ nacional, atual colaborador da editora americana Marvel. Rodado na Serra da Canastra, em Minas Gerais, Motorrad tem roteiro de LG Bayão e conta com Guilherme Prates, Carla Salle, Emilio Dantas, Pablo Sanábio e Juliana Lohmann no elenco.

Além disso, a programação do Festival de Toronto 2017 contará com os novos trabalhos de diretores conhecidos pelo público e crítica, como: O Destino de Uma Nação, de Joe Wright; Uma Mulher Fantástica e Disobedience, do chileno Sebastián Lelio; Downsizing, de Alexander Payne; Manhunt, de John Woo; Submergence, de Wim Wenders; Suburbicon, de George Clooney; The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos; The Shape of Water, de Guillermo del Toro; Mãe!, de Darren Aronofsky; entre outros.

Filmes já premiados em outros festivais também serão exibidos em Toronto, como: The Square, de Ruben Östlund, Palma de Ouro em Cannes, e On Body and Soul (Teströl és lélekröl), de Ildikó Enyedi, Urso de Ouro em Berlim.

jakestrongertorontoJake Gyllenhaal em Stronger: filme sobre o atentado à Maratona de Boston.

Destacam-se também entre os selecionados: o novo filme de Angelina Jolie como diretora, First They Killed My Father; Call Me By Your Name, de Luca Guadagnino, uma coprodução brasileira; o drama Lean on Pete, de Andrew Haigh; Molly’s Game, com Jessica Chastain e Idris Elba, que marca a estreia de Aaron Sorkin na direção; Le redoutable, de Michel Hazanavicius, sobre o cineasta Jean-Luc Godard, com Louis Garrel e Bérénice Bejo; Stronger, de David Gordon Green, com Jake Gyllenhaal; a cinebiografia da patinadora Tonya Harding, I, Tonya, com Margot Robbie; a comédia Unicorn Store, primeiro longa dirigido pela atriz Brie Larson; entre outros.

O filme de abertura deste ano será Borg/McEnroe, de Janus Metz, que conta a história de rivalidade entre os tenistas Björn Borg, vivido por Sverrir Gudnason, e John McEnroe, interpretado por Shia LaBeouf.

Conheça os filmes selecionados para o Festival de Toronto 2017:

CONTEMPORARY WORLD CINEMA:

A Ciambra, de Jonas Carpignano (Itália/Brasil/Alemanha/França/EUA/Suécia)
A Sort of Family (Una especie de familia), de Diego Lerman (Argentina/Brasil/França/Polônia/Alemanha/Dinamarca)
Alanis, de Anahí Berneri (Argentina)
Ana, mon amour, de Cãlin Peter Netzer (Romênia/Alemanha/França)
Angels Wear White, de Vivian Qu (China)
April’s Daughter (Las hijas de Abril), de Michel Franco (México)
Arrhythmia (Aritmiya), de Boris Khlebnikov (Rússia/Finlândia/Alemanha)
Black Kite, de Tarique Qayumi (Afeganistão)
Beyond Words, de Urszula Antoniak (Holanda/Polônia)
Birds Without Names (Kanojo ga sono na wo shiranai toritachi), de Kazuya Shiraishi (Japão)
Breath, de Simon Baker (Austrália)
Dark is the Night (Madilim ang Gabi), de Adolfo Alix Jr. (Filipinas)
Directions (Posoki), de Stephan Komandarev (Bulgária/Alemanha/Macedônia)
Disappearance (Verdwijnen), de Boudewijn Koole (Holanda/Noruega)
Don’t Talk to Irene, de Pat Mills (Canadá)
Euthanizer (Armomurhaaja), de Teemu Nikki (Finlândia)
Félicité, de Alain Gomis (França/Senegal/Bélgica/Alemanha/Líbano)
Good Favour, de Rebecca Daly (Irlanda/Bélgica/Dinamarca/Holanda)
Hannah, de Andrea Pallaoro (Itália/Bélgica/França)
Insyriated, de Philippe Van Leeuw (Bélgica/França/Líbano)
Les Affamés, de Robin Aubert (Canadá)
Life and nothing more, de Antonio Méndez Esparza (Espanha/EUA)
Longing (Gaagua), de Savi Gabizon (Israel)
Looking for Oum Kulthum, de Shirin Neshat (Alemanha/Áustria/Itália/Líbano/Qatar)
Marlina the Murderer in Four Acts (Marlina si Pembunuh dalam Empat Babak), de Mouly Surya (Indonésia/França/Malásia/Tailândia)
Meditation Park, de Mina Shum (Canadá)
Miami, de Zaida Bergroth (Finlândia)
Motorrad, de Vicente Amorim (Brasil)
Nina, de Juraj Lehotsky (Eslováquia/República Checa)
On Body and Soul (Teströl és lélekröl), de Ildikó Enyedi (Hungria)
Porcupine Lake, de Ingrid Veninger (Canadá)
Public Schooled, de Kyle Rideout (Canadá)
Pyewacket, de Adam MacDonald (Canadá)
Samui Song (Mai Mee Samui Samrab Ter), de Pen-ek Ratanaruang (Tailândia/Alemanha/Noruega)
Sergio & Sergei (Sergio & Serguéi), de Ernesto Daranas Serrano (Espanha/Cuba)
The Big Bad Fox & Other Tales (Le Grand Méchant Renard et autres contes), de Benjamin Renner e Patrick Imbert (França)
The Insult (L’Insulte), de Ziad Doueiri (França/Líbano)
The Journey (Al Rahal), de Mohamed Jabarah Al-daradji (Iraque/Reino Unido/França/Qatar/Holanda)
The Little Girl Who Was Too Fond of Matches (La petite fille qui aimait trop les allumettes), de Simon Lavoie (Canadá)
The Lodgers, de Brian O’Malley (Irlanda)
The Number, de Khalo Matabane (África do Sul)
The Royal Hibiscus Hotel, de Ishaya Bako (Nigéria)
The Summit (La Cordillera), de Santiago Mitre (Argentina/Espanha/França)
Tulipani, Love, Honour and a Bicycle, de Mike van Diem (Holanda/Itália/Canadá)
Under the Tree (Undir Trénu), de Hafsteinn Gunnar Sigurðsson (Islândia/Dinamarca/Polônia/Alemanha)
Veronica (Verónica), de Paco Plaza (Espanha)
Wajib, de Annemarie Jacir (Palestina/França/Alemanha/Colômbia/Noruega/Qatar/Emirados Árabes Unidos)
Western, de Valeska Grisebach (Alemanha/Bulgária/Áustria)

GALA PRESENTATIONS:

55 Steps, de Bille August (Alemanha/Bélgica)
Borg/McEnroe, de Janus Metz (Suécia/Dinamarca/Finlândia)
Breathe, de Andy Serkis (Reino Unido)
C’est la vie! (Le sens de la fête), de Olivier Nakache e Eric Toledano (França)
Chappaquiddick, de John Curran (EUA)
O Destino de Uma Nação (Darkest Hour), de Joe Wright (Reino Unido)
Film Stars Don’t Die in Liverpool, de Paul McGuigan (Reino Unido)
Hochelaga, Terre des Âmes (Hochelaga, Land of Souls), de François Girard (Canadá)
Kings, de Deniz Gamze Ergüven (França/Bélgica)
Long Time Running, de Jennifer Baichwal e Nicholas de Pencier (Canadá)
Mary Shelley, de Haifaa Al Mansour (Irlanda/Reino Unido/Luxemburgo/EUA)
Mudbound, de Dee Rees (EUA)
My Days of Mercy, de Tali Shalom-Ezer (EUA)
Stronger, de David Gordon Green (EUA)
The Leisure Seeker, de Paolo Virzì (Itália)
The Mountain Between Us, de Hany Abu-Assad (EUA)
The Upside, de Neil Burger (EUA)
The Wife, de Björn Runge (Reino Unido/Suécia)
Three Christs, de Jon Avnet (EUA)
Woman Walks Ahead, de Susanna White (EUA)

SPECIAL PRESENTATIONS:

Uma Mulher Fantástica, de Sebastián Lelio (Chile)
A Season in France (Une saison en France), de Mahamat-Saleh Haroun (França)
BPM (Beats Per Minute) (120 battements par minute), de Robin Campillo (França)
Battle of the Sexes, de Valerie Faris e Jonathan Dayton (EUA)
Call Me By Your Name, de Luca Guadagnino (Itália/França/Brasil/EUA)
Catch the Wind (Prendre le large), de Gaël Morel (França)
Disobedience, de Sebastián Lelio (Reino Unido/Irlanda/EUA)
Downsizing, de Alexander Payne (EUA)
Eye on Juliet, de Kim Nguyen (Canadá)
First They Killed My Father, de Angelina Jolie (Camboja)
Foxtrot, de Samuel Maoz (Israel/Alemanha/França/Suíça)
Hostiles, de Scott Cooper (EUA)
I Love You, Daddy, de Louis C.K. (EUA)
I, Tonya, de Craig Gillespie (EUA)
In the Fade (Aus dem Nichts), de Fatih Akin (Alemanha/França)
Journey’s End, de Saul Dibb (Reino Unido)
Kodachrome, de Mark Raso (Canadá/EUA)
Lady Bird, de Greta Gerwig (EUA)
Lean On Pete, de Andrew Haigh (EUA/Reino Unido)
Loving Pablo, de Fernando León de Aranoa (Espanha)
Making of Michael Jackson’s Thriller, de Jerry Kramer (EUA)
Manhunt, de John Woo (Hong Kong/China)
Mark Felt – The Man Who Brought Down the White House, de Peter Landesman (EUA)
Marrowbone (El Secreto de Marrowbone), de Sergio G. Sánchez (Espanha)
Michael Jackson’s Thriller 3D, de John Landis (EUA)
Molly’s Game, de Aaron Sorkin (EUA)
Novitiate, de Maggie Betts (EUA)
Number One (Numéro Une), de Tonie Marshall (França)
Omertà, de Hansal Mehta (Índia)
On Chesil Beach, de Dominic Cooke (Reino Unido)
Outside In, de Lynn Shelton (EUA)
Papillon, de Michael Noer (Sérvia/Montenegro/Malta)
Plonger, de Mélanie Laurent (França)
Professor Marston & the Wonder Women, de Angela Robinson (EUA)
Racer and the Jailbird (Le Fidèle), de Michaël R. Roskam (Bélgica/França)
Radiance (Hikari), de Naomi Kawase (Japão/França)
Redoubtable (Le Redoutable), de Michel Hazanavicius (França)
Sheikh Jackson (Al Sheikh Jackson), de Amr Salama (Egito)
Submergence, de Wim Wenders (França/Alemanha/Espanha)
Suburbicon, de George Clooney (EUA)
The Brawler (Mukkabaaz), de Anurag Kashyap (Índia)
The Breadwinner, de Nora Twomey (Canadá/Irlanda/Luxemburgo)
The Captain (Der Hauptmann), de Robert Schwentke (Alemanha/França/Polônia)
The Children Act, de Richard Eyre (Reino Unido)
The Conformist (Bing Zhi Xia), de Cai Shangjun (China)
The Cured, de David Freyne (Irlanda/Reino Unido/França)
The Current War, de Alfonso Gomez-Rejon (EUA)
The Escape, de Dominic Savage (Reino Unido)
The Florida Project, de Sean Baker (EUA)
The Guardians (Les Gardiennes), de Xavier Beauvois (França/Suíça)
The Hungry, de Bornila Chatterjee (Índia/Reino Unido)
The Killing of a Sacred Deer, de Yorgos Lanthimos (Irlanda/Reino Unido)
The Motive (El Autor), de Manuel Martín Cuenca (Espanha)
The Price of Success (Le prix du succès), de Teddy Lussi-Modeste (França)
The Rider, de Chloé Zhao (EUA)
The Shape of Water, de Guillermo del Toro (EUA)
The Square, de Ruben Östlund (Suécia)
Thelma, de Joachim Trier (Noruega/Suécia/França/Dinamarca)
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri, de Martin McDonagh (EUA)
Three Peaks (Drei Zinnen), de Jan Zabeil (Alemanha/Itália)
Unicorn Store, de Brie Larson (EUA)
Victoria e Abdul – O Confidente da Rainha, de Stephen Frears (Reino Unido)
Who We Are Now, de Matthew Newton (EUA)
You Disappear (Du Forsvinder), de Peter Schønau Fog (Dinamarca/Suécia)
Youth (Fang Hua), de Feng Xiaogang (China)
Mãe!, de Darren Aronofsky (EUA)

DISCOVERY:

A Worthy Companion, de Carlos Sanchez e Jason Sanchez (Canadá)
AVA, de Sadaf Foroughi (Irã/Canadá/Qatar)
All You Can Eat Buddha, de Ian Lagarde (Canadá)
Black Cop, de Cory Bowles (Canadá)
Cardinals, de Grayson Moore e Aidan Shipley (Canadá)
Luk’Luk’I, de Wayne Wapeemukwa (Canadá)
Mary Goes Round, de Molly McGlynn (Canadá)
Never Steady, Never Still, de Kathleen Hepburn (Canadá)

Clique aqui e confira outros selecionados deste ano.

Fotos: Scott Garfield/Divulgação.

Conheça os vencedores do 70º Festival de Cinema de Locarno; filmes brasileiros são premiados

por: Cinevitor

locarnovencebrasilAs Boas Maneiras: Marco Dutra e Juliana Rojas com a produtora Sara Silveira.

Foram anunciados neste sábado, 12/08, os vencedores da 70ª edição do Festival de Cinema de Locarno. O Leopardo de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o documentário chinês Mrs. Fang, de Wang Bing.

O brasileiro As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra, recebeu o Prêmio Especial do Júri da Competição Internacional. O longa é uma fábula de horror e fantasia que parte do envolvimento de duas mulheres de mundos opostos. Clara, papel de Isabél Zuaa, é uma enfermeira da periferia de São Paulo contratada para ser a babá do filho que Ana, interpretada por Marjorie Estiano, está esperando. Uma noite de lua cheia provoca uma inesperada mudança de planos e Clara assume a maternidade de uma criança diferente das outras.

Na seção Signs of Life, dedicada à inovação da linguagem cinematográfica com a intenção de investigar novas formas narrativas, o brasileiro Era Uma Vez Brasília, dirigido por Adirley Queirós, recebeu uma Menção Especial. Severina, de Felipe Hirsch, exibido na mostra Concorso Cineasti del presente, dedicada aos primeiros filmes de diretores jovens de todo o mundo, não foi premiado.

Conheça os vencedores do 70º Festival de Cinema de Locarno:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL:

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: Mrs. Fang, de Wang Bing (China/França/Alemanha)
Prêmio Especial do Júri: As Boas Maneiras, de Juliana Rojas e Marco Dutra (Brasil/França)
Melhor Direção: F.J. Ossang, por 9 Doigts (França/Portugal)
Melhor Atriz: Isabelle Huppert, por Madame Hyde
Melhor Ator: Elliott Crosset Hove, por Vinterbrødre

MOSTRA CINEASTI DEL PRESENTE:

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: 3/4 (Three Quarters), de Ilian Metev (Bulgária/Alemanha)
Prêmio Especial do Júri: Milla, de Valerie Massadian (França/Portugal)
Melhor Direção Emergente: KIM Dae-hwan, por Cho-Haeng (Coreia do Sul)
Menção Especial: Distant Constellation, de Shevaun Mizrahi (EUA/Turquia/Holanda) e Verão Danado, de Pedro Cabeleira (Portugal)

SIGNS OF LIFE:

Melhor Filme: Cocote, de Nelson Carlo De Los Santos Arias (República Dominicana/Argentina/Alemanha/Qatar)
Prêmio Mantarraya: Dane Komljen, por Phantasiesätze (Alemanha/Dinamarca)
Menção Especial: Era Uma Vez Brasília, de Adirley Queirós (Brasil)

PRIMEIRO FILME:

Melhor Primeiro Filme: Sashishi deda (Scary Mother), de Ana Urushadze (Geórgia/Estônia)
Prêmio Swatch Art Peace Hotel: Meteorlar (Meteors), de Gürcan Keltek (Turquia/Holanda)
Menção Especial: Dene wos guet geit (Those Who Are Fine), de Cyril Schäublin (Suíça)

PRÊMIO DO PÚBLICO: The Big Sick, de Michael Showalter (EUA)
PRÊMIO VARIETY PIAZZA GRANDE: Drei Zinnen (Three Peaks), de Jan Zabeil (Itália/Alemanha)
PRÊMIO FIPRESCI: Qing ting zhi yan, de Xu Bing (China/EUA)
PRÊMIO ECUMÊNICO: Lucky, de John Carroll Lynch (EUA)
PRÊMIO ECUMÊNICO | Menção Especial: Vinterbrødre, de Hlynur Palmason (Dinamarca/Islândia) e Qing ting zhi yan, de Xu Bing

Clique aqui e confira a lista completa com os vencedores do Festival de Locarno 2017.

Foto: Marin Mikelin.

Conheça os vencedores do 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema

por: Cinevitor

ceara2017vencedoresVencedores no palco.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 11/08, no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza, os vencedores do 27º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. O argentino Ninguém Está Olhando, eleito o melhor filme da Mostra Competitiva, foi o grande campeão da noite. O longa levou para casa o prêmio em dinheiro no valor de 10 mil dólares e o Troféu Mucuripe nesta e em mais duas categorias: melhor ator para Guillermo Pfening e melhor montagem.

Ninguém Está Olhando também recebeu o Prêmio da Crítica, escolhido por Ailton Monteiro, Rafael Carvalho e Cynthia Calvo (convidada), integrantes da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE). Na Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem, Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano, ficou com o prêmio de melhor filme.

Conheça os vencedores do 27º Cine Ceará:

MOSTRA COMPETITIVA IBERO-AMERICANA DE LONGA-METRAGEM:

Melhor Filme: Ninguém Está Olhando, de Julia Solomonoff (Argentina/EUA/Espanha/Brasil/Colômbia)
Melhor Direção: Fernando Pérez, por Últimos Dias em Havana (Cuba/Espanha)
Melhor Atriz: Lola Amores, por Santa e Andrés
Melhor Ator: Guillermo Pfening, por Ninguém Está Olhando
Melhor Roteiro: Santa e Andrés, escrito por Carlos Lechuga (Cuba/Colômbia/França)
Melhor Fotografia: Últimos Dias em Havana, por Raúl Pérez Ureta
Melhor Trilha Sonora: Uma Mulher Fantástica, por Matthew Herbert (Chile/Alemanha/Espanha/EUA)
Melhor Som: Uma Mulher Fantástica, por Isaac Moreno
Melhor Montagem: Ninguém Está Olhando, por Andrés Tamborino, Karen Sztajnberg e Pablo Barbieri Carrera
Melhor Direção de Arte: Malasartes e o Duelo Com a Morte, por Tulé Peake (Brasil)
Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Ninguém Está Olhando, de Julia Solomonoff

MOSTRA COMPETITIVA BRASILEIRA DE CURTA-METRAGEM:

Melhor curta-metragem: Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano (SP)
Melhor Direção: Valentina, de Estevão Meneguzzo e André Félix (RJ)
Melhor Roteiro: Memórias do subsolo ou o homem que cavou até encontrar uma redoma, de Felipe Camilo (CE)
Melhor Produção Cearense: Caleidoscópio, de Natal Portela
Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Vênus – Filó a fadinha Lésbica, de Sávio Leite (MG)

MOSTRA OLHAR DO CEARÁ:
Melhor curta-metragem: A Lenda Cotidiana, de Bárbara Moura e S. de Sousa

PRÊMIO OLHAR UNIVERSITÁRIO:
Melhor curta-metragem: Simbiose, de Júlia Morim (PE)
Melhor longa-metragem: Últimos dias em Havana, de Fernando Pérez

PRÊMIO ESPECIAIS:

PRÊMIO AQUISIÇÃO CANAL BRASIL DE CURTAS:
Melhor Filme (R$ 15.000,00): Memórias do subsolo ou o homem que cavou até encontrar uma redoma, de Felipe Camilo

TROFÉU SAMBURÁ:
Melhor curta-metragem: Valentina, de Estevão Meneguzzo e André Félix
Melhor Direção: Vando Vulgo Vedita, de Andreia Pires e Leonardo Mouramateus (CE)

PRÊMIO UNIFOR DE AUDIOVISUAL:
Melhor curta-metragem: A Lenda Cotidiana, de Bárbara Moura e S. de Sousa

PRÊMIO CiaRio:
Curta-metragem brasileiro: Festejo Muito Pessoal, de Carlos Adriano

PRÊMIO MISTIKA (Masterização em DCP):
Melhor Produção Cearense da Mostra Competitiva Brasileira de curta-metragem: Caleidoscópio, de Natal Portela
Melhor curta-metragem da Mostra Olhar do Ceará: A Lenda Cotidiana
, de Bárbara Moura e S. de Sousa

MOSTRA CURTA COCÓ:
Melhor Filme: O que é Parque do Cocó?, de Marilia Alencar

O CINEVITOR está em Fortaleza e você acompanha a cobertura do 27º Cine Ceará por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Foto: Arlindo Barreto.