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MTV Movie & TV Awards 2019: conheça os vencedores

por: Cinevitor

sandramtvawards2109Sandra Bullock: premiada por sua atuação em Bird Box.

Foram anunciados nesta segunda-feira, 17/06, os vencedores do MTV Movie & TV Awards, considerado o prêmio mais divertido do cinema e da TV. A cerimônia foi apresentada pelo ator Zachary Levi e o público, responsável pelos votos, consagrou Vingadores: Ultimato como o grande vencedor deste ano, premiado com a pipoca dourada em três categorias, entre elas, a de melhor filme.

A noite também foi marcada por homenagens. A atriz Jada Pinkett Smith subiu ao palco para receber o Trailblazer Award, prêmio especial dedicado aos que inspiram muitas pessoas com seu trabalho. Além disso, Dwayne Johnson recebeu o Generation Award, que celebra atores cujas diversas contribuições tanto para o cinema quanto para a televisão os transformaram em grandes nomes da indústria.

Conheça os vencedores do MTV Movie & TV Awards 2019:

MELHOR FILME:
Vingadores: Ultimato

MELHOR SÉRIE:
Big Mouth

MELHOR ATUAÇÃO | CINEMA:
Lady Gaga, por Nasce Uma Estrela

MELHOR ATUAÇÃO | SÉRIE:
Elisabeth Moss, por The Handmaid’s Tale

MELHOR HERÓI:
Robert Downey Jr. (Tony Stark/Homem de Ferro), por Vingadores: Ultimato

MELHOR HERÓI DA VIDA REAL:
Ruth Bader Ginsburg, por RBG

MELHOR VILÃO:
Josh Brolin (Thanos), por Vingadores: Ultimato

MELHOR BEIJO:
Noah Centineo e Lana Condor, em Para Todos os Garotos que já Amei

MELHOR ATUAÇÃO ASSUSTADA:
Sandra Bullock, em Bird Box

ARTISTA REVELAÇÃO:
Noah Centineo, por Para Todos os Garotos que Já Amei

MELHOR ATUAÇÃO CÔMICA:
Daniel Levy, por Schitt’s Creek

MELHOR LUTA:
Capitã Marvel vs. Minn-Erva, em Capitã Marvel

MELHOR DOCUMENTÁRIO:
Surviving R. Kelly

MELHOR APRESENTADOR:
Nick Cannon, por Wild ‘n Out

REALEZA DOS REALITIES:
Love & Hip Hop: Atlanta

MOMENTO MAIS MEME-MORÁVEL:
Colton Underwood pula a cerca, em The Bachelor

PRÊMIO MTV TRAILBLAZER:
Jada Pinkett Smith

PRÊMIO MTV GENERATION:
Dwayne Johnson

Foto: Getty Images North America.

Chacrinha: O Velho Guerreiro lidera indicações ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2019

por: Cinevitor

chacrinhagrandepremioindicadosStepan Nercessian em Chacrinha: O Velho Guerreiro, de Andrucha Waddington.

A Academia Brasileira de Cinema divulgou nesta segunda-feira, 17/06, a lista com os filmes finalistas ao 18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, que este ano acontecerá no dia 14 de agosto, com transmissão ao vivo para todo o país pelo Canal Brasil.

Chacrinha: O Velho Guerreiro, dirigido por Andrucha Waddington, lidera a lista pela disputa do Troféu Otelo em 12 categorias; O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, aparece na sequência com 10 indicações e Benzinho, de Gustavo Pizzi, com nove.

Escolhidos pelos sócios da Academia, os finalistas do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro concorrem ao Troféu Otelo em 33 categorias, sendo quatro inéditas: melhor filme ibero-americano lançado no Brasil e as melhores séries brasileiras de produção independente de ficção, documentário e animação exibidas na TV por assinatura e no OTT.

A disputa deste ano reuniu 74 longas de ficção, 67 longas documentários, dois longas infantis, 55 curtas nacionais, além de 43 longas estrangeiros e 11 longas ibero-americanos. Apenas um longa-metragem de animação foi inscrito: Peixonauta – O Filme, que receberá uma Menção Honrosa. Ao todo, 1986 profissionais foram inscritos na disputa e mais de 200 concorrem ao Troféu Otelo.

“O Grande Prêmio apresenta um vasto panorama da indústria audiovisual brasileira e os profissionais e filmes finalistas refletem a pluralidade do nosso cinema. O objetivo da Academia é representar todas as gerações de cineastas”, disse o presidente da Academia Brasileira de Cinema, Jorge Peregrino.

Os vencedores serão escolhidos no segundo turno, a partir de sexta-feira, 21 de junho, quando além dos membros da Academia, o público vota nos seus favoritos nas categorias: melhor longa-metragem de ficção, melhor longa-metragem de documentário, melhor longa-metragem estrangeiro e melhor longa-metragem ibero-americano.

A Academia Brasileira de Cinema é presidida por Jorge Peregrino e a diretoria é composta por Paulo Mendonça (diretor vice-presidente), Bárbara Paz (diretora secretária), Alexandre Duvivier (diretor financeiro) e Iafa Britz (diretora social).

Neste ano, a atriz, cantora e ativista na luta contra o racismo Zezé Motta será a grande homenageada desta edição, que tem como tema a música no cinema. Com 50 anos de carreira, Zezé lançou 14 discos, fez mais de 40 filmes, além de 35 novelas. Nas telonas, destacam-se: Vai Trabalhar, Vagabundo!, de Hugo Carvana (1973); Xica da Silva (1976) e Quilombo (1984), ambos de Cacá Diegues; Anjos da Noite, de Wilson Barros (1987); Tieta do Agreste (1996) e Orfeu (1998), novamente sob direção de Diegues; Cronicamente Inviável, de Sérgio Bianchi (2000) e Bróder, de Jefferson De (2010).

Conheça os indicados ao 18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
A Voz do Silêncio, de André Ristum
Benzinho, de Gustavo Pizzi
Chacrinha: O Velho Guerreiro, de Andrucha Waddington
O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, de Sergio Rezende

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
A Luta do Século, de Sérgio Machado
Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi
My Name is Now, Elza Soares, de Elizabete Martins Campos
O Processo, de Maria Augusta Ramos
Todos os Paulos do Mundo, de Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
Minha Vida em Marte, de Susana Garcia
Mulheres Alteradas, de Luis Pinheiro
Não Se Aceitam Devoluções, de André Moraes
Os Farofeiros, de Roberto Santucci
Todas as Razões para Esquecer, de Pedro Coutinho
Uma Quase Dupla, de Marcus Baldini

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL:
Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano, de Viviane Jundi
O Colar de Coralina, de Reginaldo Gontijo

MELHOR DIREÇÃO:
Aly Muritiba, por Ferrugem
Andrucha Waddington, por Chacrinha: O Velho Guerreiro
Carolina Jabor, por Aos Teus Olhos
Gabriela Amaral Almeida, por O Animal Cordial
Gustavo Pizzi, por Benzinho

MELHOR ATRIZ:
Adriana Esteves, por Canastra Suja
Débora Falabella, por O Beijo no Asfalto
Grace Passô, por Praça Paris
Karine Teles, por Benzinho
Marjorie Estiano, por As Boas Maneiras

MELHOR ATOR:
Daniel de Oliveira, por 10 Segundos para Vencer
Lázaro Ramos, por O Beijo no Asfalto
Murilo Benício, por O Animal Cordial
Otávio Müller, por Benzinho
Othon Bastos, por O Paciente – O Caso Tancredo Neves
Stepan Nercessian, por Chacrinha: O Velho Guerreiro

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adriana Esteves, por Benzinho
Fernanda Montenegro, por O Beijo no Asfalto
Gilda Nomacce, por As Boas Maneiras
Laura Cardoso, por Encantados
Marjorie Estiano, por Paraíso Perdido
Sandra Corveloni, por 10 Segundos para Vencer

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Ailton Graça, por Mare Nostrum
Enrique Diaz, por Ferrugem
Matheus Nachtergaele, por O Nome da Morte
Milhem Cortaz, por Canastra Suja
Otávio Müller, por O Beijo no Asfalto
Otávio Müller, por O Paciente – O Caso Tancredo Neves

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Fernando Young, por Chacrinha: O Velho Guerreiro
Gustavo Hadba, por Motorrad
Gustavo Hadba, por O Grande Circo Místico
Lula Carvalho, por 10 Segundos para Vencer
Mauro Pinheiro, por Unicórnio
Walter Carvalho, por O Beijo no Asfalto

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
A Voz do Silêncio, escrito por André Ristum
As Boas Maneiras, escrito por Juliana Rojas e Marco Dutra
Benzinho, escrito por Karine Teles e Gustavo Pizzi
Chacrinha: O Velho Guerreiro, escrito por Claudio Paiva, Julia Spadaccini e Carla Faour
Ferrugem, escrito por Aly Muritiba e Jessica Candal
O Animal Cordial, escrito por Gabriela Amaral Almeida

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
O Beijo no Asfalto, escrito por Murilo Benício
O Grande Circo Místico, escrito por Carlos Diegues e George Moura
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, escrito por Gustavo Lipsztein
Rasga Coração, escrito por Jorge Furtado, Ana Luiza Azevedo e Vicente Moreno
Severina, escrito por Felipe Hirsch

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Benzinho, por Dina Salem Levy
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Rafael Targat
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, por Marcos Flaksman
Unicórnio, por André Weller

MELHOR FIGURINO:
10 Segundos para Vencer, por Marcelo Pies
Benzinho, por Diana Leste
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Marcelo Pies
O Doutrinador, por Flávia Lhacer
O Grande Circo Místico, por Kika Lopes
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, por Kika Lopes

MELHOR MAQUIAGEM:
10 Segundos para Vencer, por Martín Macías Trujillo
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Marlene Moura
O Animal Cordial, por André Anastácio
O Grande Circo Místico, por Catherine Leblanc Caraes e Emmanuelle Fèvre
O Paciente – O Caso Tancredo Neves, por Adriano Manques

MELHOR EFEITO VISUAL:
As Boas Maneiras, por Cyrille Bonjean, Guilherme Ramalho, Hugo Gurgel, Guillaume Castagné, Nicolas Herlin e Eduardo Schaal
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Claudio Peralta
Motorrad, por Marcelo Siqueira
O Doutrinador, Marco Padro
O Grande Circo Místico, por Marcelo Siqueira e Thierry Delobel

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
A Voz do Silêncio, por Gustavo Giani
Benzinho, por Livia Serpa
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Thiago Lima
Motorrad, por Lucas Gonzaga
O Animal Cordial, por Idê Lacreta
O Grande Circo Místico, por Mair Tavares e Daniel Garcia

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
A Última Abolição, por Natara Ney
Ex-Pajé, por Ricardo Farias
Hilda Hilst Pede Contato, por Karen Harley
My Name is Now, Elza Soares, por Lorena Ortiz e Pablo Paniagua
O Processo, por Karen Akerman
Soldados do Araguaia, por Yan Motta
Todos os Paulos do Mundo, por Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira

MELHOR SOM:
As Boas Maneiras, por Gabriela Cunha, Bernardo Uzeda e Christophe Vingtrinier
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Jorge Saldanha, Armando Torres Jr., Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Renan Deodato
Legalize Já – Amizade Nunca Morre, por George Saldanha, Roberto Ferraz e Andre Tadeu
O Animal Cordial, por Gabriela Cunha, Daniel Turini e Fernando Henna
O Doutrinador, por Jorge Rezende, Eduardo Hamerschlak, Alan Zilli e Armando Torres Jr.
O Grande Circo Místico, por Christophe Penchenat, Simone Petrillo e Emmanuel Croset

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
10 Segundos para Vencer, por Berna Ceppas
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Antonio Pinto
My Name is Now, Elza Soares, por Elza Soares e Alexandre Martins
O Banquete, por Antonio Pinto
O Grande Circo Místico, por Edu Lobo

MELHOR TRILHA SONORA:
Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano, por Fabio Góes
Intimidade Entre Estranhos, por Frejat, Leoni e Vinicius Cantuária
O Desmonte do Monte, por Sinai Sganzerla
Paraíso Perdido, por Zeca Baleiro
Rasga Coração, por Mauricio Nader
Soldados do Araguaia, por Yan Motta
Todas as Canções de Amor, por Maria Gadú

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
A Forma da Água, de Guillermo del Toro (EUA)
Bohemian Rhapsody, de Bryan Singer (Reino Unido/EUA)
Eu, Tonya, de Craig Gillespie (Reino Unido/EUA/Qatar)
Infiltrado na Klan, de Spike Lee (EUA)
Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino (Itália/França)
Nasce uma Estrela, de Bradley Cooper (EUA)
The Square – A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund (Suécia/Alemanha/França/Dinamarca)
Três Anúncios Para um Crime, de Martin McDonagh (Reino Unido/EUA)

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO:
A Noiva do Deserto, de Cecilia Atán e Valeria Pivato (Argentina/Chile)
Alguém Como Eu, de Leonel Vieira (Brasil/Portugal)
As Herdeiras, de Marcelo Martinessi (Paraguai/França/Alemanha/Noruega/Brasil/Uruguai/Itália)
Cachorros, de Marcela Said (Chile)
Uma Noite de 12 Anos, de Álvaro Brechner (Argentina/Espanha/Uruguai)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Aquário, de Alice Andreoli Hirata
Guaxuma, de Nara Normande
Lé Com Cré, de Cassandra Reis
O Malabarista, de Iuri Moreno
Sobre a Gente, de Alunos do Projeto Animação

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Azul Vazante, de Júlia Alquéres
Copacabana – Auschwitz, de Jaiê Saavedra
Cor de Pele, de Livia Perini
Maré, de Amaranta Cesar
Um Corpo Feminino, de Thais Fernandes

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
Adeus à Carne, de Julia Anquier
Nova Iorque, de Leo Tabosa
O Menino Pássaro, de Diogo Leite
O Órfão, de Carolina Markowicz
Peripatético, de Jessica Queiroz

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
Boris e Rufus
Cupcake & Dino: Serviços Gerais
Irmão do Jorel
Vivi Viravento
O Show da Luna (4ª temporada)

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
Aeroporto – Área Restrita (2ª temporada)
Arquitetos
De Carona com os Óvnis
Inhotim Arte Presente
Mil Dias: A Saga da Construção de Brasília

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
A Lei do Riso – Crimes Bizarros
Escola de Gênios (1ª temporada)
Mostra tua Cara!
Natália (2ª temporada)
Z4

Foto: Suzanna Tierrie.

6ª Mostra de Cinema de Gostoso: inscrições abertas até o final de agosto

por: Cinevitor

inscricoesgostoso2019O evento acontecerá entre os dias 8 e 12 de novembro.

As inscrições para a 6ª Mostra de Cinema de Gostoso já estão abertas e devem ser feitas no novo site do festival (clique aqui), até o dia 23 de agosto. O evento é realizado pela Heco Produções e pelo CDHEC – Coletivo de Direitos Humanos, Ecologia, Cultura e Cidadania, com direção geral e curadoria de Eugenio Puppo e Matheus Sundfeld.

O festival pretende mais uma vez agitar culturalmente a cidade de São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte. O palco principal da mostra é a sala ao ar livre montada na Praia do Maceió, onde acontecem as sessões da Mostra Competitiva. Com 600 cadeiras espreguiçadeiras, tela de 12m x 6,5m, projeção com resolução 2K e som 5.1, a sala propicia uma experiência imersiva como a de uma sala de cinema de alta tecnologia. Com mais de duas mil pessoas por noite, todas as cadeiras e parte da faixa de areia ficam ocupadas pelo público. Uma área de convivência é montada antes do acesso à sala, com praça de alimentação e espaço para comerciantes locais.

Ao longo de cinco dias, o público poderá assistir aos mais recentes lançamentos cinematográficos brasileiros. Serão exibidos mais de 60 filmes de todo o país, entre as mostras Competitiva, Panorama, Infantil e Sessões Especiais. Os filmes da Competitiva concorrem ao Troféu Luís da Câmara Cascudo, concedido pelo voto popular ao melhor curta e longa-metragem. Também será concedido o Prêmio da Crítica, a partir da votação de jornalistas e críticos de cinema presentes à Mostra. Além disso, serão realizados debates com produtores, diretores e atores dos filmes exibidos e um seminário sobre o mercado audiovisual. Toda a programação é gratuita.

A Mostra de Cinema de Gostoso mobiliza os moradores da cidade, que participam ativamente do evento. A curadoria da mostra leva em conta a realidade local e a eficácia dos filmes em dialogar com a população. A soma destes fatores faz com que as sessões estejam sempre lotadas por um público que até então mantinha um contato distante com a produção cultural de outras regiões do país. Com esse conjunto de ações, a Mostra de Cinema de Gostoso conquistou um espaço significativo no calendário cultural do Nordeste como uma importante referência de difusão audiovisual.

gostosoinscricoesOs críticos no palco para a entrega do Prêmio Imprensa, no ano passado.

Meses antes do início da Mostra, são oferecidos cursos de formação técnica e audiovisual para jovens de São Miguel do Gostoso. Desde 2013 foram ministradas 37 oficinas e produzidos 15 curtas-metragens, todos exibidos nas edições da Mostra de Cinema de Gostoso e em diversos festivais no país. Como resultado dessa experiência, o grupo de alunos criou em 2015 o Coletivo Nós do Audiovisual, com o objetivo de ampliar as possibilidades de realização de novos projetos, de forma autônoma, apontando para a profissionalização no setor audiovisual do estado.

A primeira turma, composta por 53 alunos, formou-se ao longo de cinco anos, realizando 33 oficinas, 10 curtas-metragens e participando da organização das quatro primeiras edições da Mostra. A maioria desses jovens deu continuidade aos estudos e atualmente estão matriculados em institutos de ensino e universidades no estado. Em 2018 foi criada uma nova turma, com 45 alunos, que participou de 4 oficinas e realizou 5 curtas-metragens.

Dando continuidade aos Cursos de Formação Técnica e Audiovisual para o Coletivo Nós do Audiovisual, em 2019 serão realizadas novamente uma série de oficinas, que incluem Linguagem Audiovisual, Roteiro, Produção, Montagem e a realização de quatro curtas-metragens. Ao final das oficinas, os jovens realizarão curtas-metragens que serão exibidos durante a programação da Mostra e em diversos festivais do país. O Coletivo Nós do Audiovisual já realizou quinze filmes em um período de seis anos.

Programada inicialmente para ocorrer de 22 a 26 de novembro, a 6ª Mostra de Cinema de Gostoso será realizada entre os dias 8 e 12 de novembro. A alteração se justifica para que a realização da mostra não coincida com outros festivais de cinema no mesmo mês.

Clique aqui e relembre nosso programa especial sobre a Mostra de Cinema de Gostoso 2018.

Foto: Divulgação/Heco Produções.

Entrevista: Rodrigo Teixeira fala sobre participação no Festival de Cannes, cinema brasileiro e próximos lançamentos

por: Cinevitor

rodrigoteixeiracuritibaO produtor participa de atividade no Encontros de Cinema.

Neste ano, uma novidade marcou a oitava edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba: o 1º Encontros de Cinema de Curitiba, que aconteceu entre os dias 9 e 11 de junho. O evento surge como uma proposta paralela e que dialoga com o Olhar de Cinema. É uma plataforma de conteúdo audiovisual que possui duas vertentes: Encontros de Cinema de Curitiba, o evento anual e presencial, e o Encontros de Cinema Virtual, com diversos conteúdos online.

O evento, que foi realizado no Cine Passeio, contou com diversas atividades, como: masterclass, painéis, pitching aberto, sala de criação, diálogos, happy hour, entre outros. Nomes como Mariza Leão, Gabriel Mascaro, Affonso Uchoa, Maeve Jinkings, Mayana Neiva, Gustavo Pizzi, Karen Akerman, Aly Muritiba, Isabél Zuaa, Santiago Loza e Camila José Donoso foram alguns dos palestrantes desta primeira edição.

O produtor Rodrigo Teixeira, fundador e diretor da RT Features, participou de duas atividades: na segunda-feira, 10/06, em Diálogos; e no dia seguinte de uma masterclass com o cineasta Karim Aïnouz, recentemente premiado na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes, com A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, longa produzido por Teixeira.

A RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo e escritório em Nova York. Dentre outras produções, seu currículo conta com diversos longas-metragens, como: O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia; O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz; Tim Maia, de Mauro Lima; Alemão, de José Eduardo Belmonte; O Silêncio do Céu, de Marco Dutra; e a série O Hipnotizador, da HBO Latin America.

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha, de Noah Baumbach; O Amor é Estranho, de Ira Sachs; Love, de Gaspar Noé; Mistress America, de Noah Baumbach; A Bruxa, de Robert Eggers; Patti Cake$, de Geremy Jasper; e o premiado Me Chame Pelo Seu Nome, de Luca Guadagnino, vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado e indicado em outras três categorias. Em 2018, entre outros filmes, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, com Brad Pitt, e no Brasil o longa-metragem A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia em 2019. Além disso, a RT também produziu o longa The Lighthouse, de Robert Eggers, premiado na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, neste ano.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, de Jonas Carpignano, premiado na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, de Danielle Lessovitz, que teve estreia mundial neste ano na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes.

Em entrevista exclusiva ao CINEVITOR, em Curitiba, Rodrigo Teixeira falou sobre a participação da RT Features no Festival de Cannes, o futuro do cinema brasileiro e os próximos lançamentos de sua produtora.

Aperte o play e confira:

Foto: Giorgia Prates.

Morre, aos 96 anos, o cineasta italiano Franco Zeffirelli

por: Cinevitor

zeffirellimorreZeffirelli: carreira de sucesso nas telonas, na TV e na ópera.

Morreu, na manhã deste sábado, 15/06, aos 96 anos, o cineasta italiano Franco Zeffirelli. Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, o diretor morreu na sua casa, em Roma, depois de uma longa doença que piorou nos últimos meses.

Nascido em Florença, na Itália, Gianfranco Corsi Zeffirelli inicialmente estudou arquitetura, mas depois de ver Henrique V, de Laurence Olivier, em 1944, se inspirou para começar uma carreira no teatro. Em 1945, começou a trabalhar como cenógrafo no Teatro della Pergola, em Florença, e concentrou-se nessa área entre os anos de 1950 e 1960.

Em 1948, foi assistente de direção de Luchino Visconti, com quem teve um relacionamento, no drama A Terra Treme. Depois disso, trabalhou com outros diretores, até realizar seu primeiro longa-metragem: a comédia Weekend de Amor, em 1958, com Marisa Allasio e Nino Manfredi. Logo, em 1967, ganhou destaque com A Megera Domada, adaptação de William Shakespeare e protagonizada por Elizabeth Taylor e Richard Burton. O longa recebeu duas indicações ao Oscar: melhor direção de arte e melhor figurino. Também foi indicado ao Globo de Ouro, BAFTA e premiado pela National Board of Review.

O grande reconhecimento veio em 1968 com outra adaptação de Shakespeare: Romeu e Julieta. O longa, protagonizado por Leonard Whiting e Olivia Hussey, até então desconhecidos, recebeu duas estatuetas douradas no Oscar: melhor fotografia, para Pasqualino De Santis, e melhor figurino, para Danilo Donati. Também foi indicado nas categorias de melhor direção e melhor filme. Foi premiado no Globo de Ouro, BAFTA, indicado ao Directors Guild of America e consagrado pela National Board of Review.

zeffirellimorre3Bastidores de Romeu e Julieta: o diretor com os protagonistas.

Com La traviata, lançado em 1982, Zeffirelli recebeu sua primeira indicação ao Oscar, na categoria de melhor direção de arte; o filme também foi indicado pelo figurino. Protagonizado por Teresa Stratas e Plácido Domingo, foi indicado ao Globo de Ouro e premiado no BAFTA e pela National Board of Review.

Como diretor realizou outras obras, entre elas: Irmão Sol, Irmã Lua (1972), indicado ao Oscar de melhor direção de arte e premiado no Festival de San Sebastián; O Campeão (1979) , premiado no Globo de Ouro e indicado ao Oscar de melhor trilha sonora; Amor sem Fim (1981), com Brooke Shields, que foi indicado em diversas premiações, como Oscar, Globo de Ouro e Grammy, pela música Endless Love, de Lionel Richie; Otello (1986), exibido no Festival de Cannes, premiado como melhor filme estrangeiro pela National Board of Review, indicado ao Oscar de melhor figurino e ao Globo de Ouro de filme estrangeiro; Il giovane Toscanini (1988), cinebiografia do maestro italiano Arturo Toscanini, com C. Thomas Howell e Elizabeth Taylor.

Dirigiu também: Hamlet (1990), com Mel Gibson e Glenn Close, indicado ao Oscar em duas categorias: melhor direção de arte e figurino; Sonho Proibido (1993), com Angela Bettis e exibido no Festival de Cinema de Gramado; Jane Eyre – Encontro com o Amor (1996), com William Hurt, Charlotte Gainsbourg, Anna Paquin e Geraldine Chaplin; Chá com Mussolini (1999), que rendeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante para Maggie Smith no BAFTA, além de ser indicado na categoria de melhor figurino e protagonizado por Cher, Judi Dench, Joan Plowright e Lily Tomlin; Callas Forever (2002), drama biográfico, indicado ao Prêmio Goya e protagonizado por Fanny Ardant, sobre os últimos dias da cantora de ópera Maria Callas, por quem Zeffirelli era apaixonado; o curta-metragem Omaggio a Roma (2009), com Monica Bellucci e Andrea Bocelli; além de diversos trabalhos para a TV.

zeffirellimorre2Judi Dench e Zeffirelli nos bastidores de Chá com Mussolini.

Outro destaque de sua carreira foi a minissérie Jesus de Nazaré, com Robert Powell, Anne Bancroft, Ernest Borgnine e Christopher Plummer, exibida pela ITV, no Reino Unido, durante a Páscoa e que atraiu uma audiência de mais de 20 milhões de espectadores.

Em 1970, a pedido do Papa Paulo VI, Zeffirelli encenou Missa solemnis em homenagem aos 200 anos do nascimento de Beethoven. Ele também se destacou no teatro e na ópera, onde suas produções formaram o núcleo do repertório de casas como Met e Teatro alla Scala. Dirigiu performances com os maiores cantores da época, como Joan Sutherland, Tito Gobbi e Maria Callas. Entre tantos sucessos, destaca-se Tosca, que se estendeu por 40 anos no repertório da Royal Opera House de Londres.

Além do cinema, Zeffirelli também atuou na política e foi senador por dois mandatos como membro do partido Forza Italia, de Silvio Berlusconi. Mais tarde, serviu como conselheiro do Ministério da Cultura. Em 2004, tornou-se o primeiro cidadão italiano a receber o título de Cavaleiro Comandante da Ordem do Império Britânico. Em 2018, o cineasta foi acusado de abuso sexual pelo ator Johnathon Schaech, com quem trabalhou em Sonho Proibido. A família do diretor, que já estava doente na época, negou a acusação.

Em 1996, revelou sua homossexualidade e, dez anos depois, escreveu um livro contando sua história. Seu último trabalho como diretor foi em 2017, com o curta-metragem de animação Zeffirelli’s Inferno.

Fotos: Divulgação.

Pedro Almodóvar será homenageado com o Leão de Ouro honorário no Festival de Veneza 2019

por: Cinevitor

almodovarhonorariovenezaPremiado em Veneza, o diretor espanhol agora será homenageado pela carreira.

A diretoria da Biennale di Venezia, presidida por Paolo Baratta, anunciou nesta sexta-feira, 14/06, que o cineasta espanhol Pedro Almodóvar receberá o Leão de Ouro honorário na 76ª edição do Festival Internacional de Cinema de Veneza, que acontecerá entre os dias 28 de agosto e 7 de setembro. A homenagem foi proposta por Alberto Barbera, diretor do festival.

Em comunicado oficial, Pedro Almodóvar declarou: “Estou muito empolgado e honrado com o presente deste Leão de Ouro. Eu tenho boas lembranças do Festival de Cinema de Veneza. Minha estreia internacional aconteceu em 1983, com Maus Hábitos. Foi a primeira vez que um dos meus filmes viajou para fora da Espanha, foi o meu batismo internacional e uma experiência maravilhosa. Meu retorno foi com Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos, em 1988. Este Leão de Ouro vai se tornar meu animal de estimação, junto com os dois gatos que eu vivo. Obrigado do fundo do meu coração por me dar este prêmio”.

Sobre a homenagem, Alberto Barbera falou: “Almodóvar não é apenas o maior e mais influente diretor espanhol desde Buñuel, ele é um cineasta que nos ofereceu os retratos mais multifacetados, controversos e provocativos da Espanha pós-franquista. Os tópicos de transgressão, desejo e identidade são o terreno de escolha para seus filmes, que ele imprime com humor corrosivo e adorna com um esplendor visual que confere radiância incomum ao campo estético e à arte pop a que ele se refere explicitamente. A sensação de medo do amor, a mágoa do abandono, as contradições do desejo e as lacerações da depressão convergem em filmes que abrangem o melodrama e sua paródia, alcançando picos de autenticidade emocional que removem qualquer potencial excesso formal. Sem esquecer que Almodóvar se destaca, acima de tudo, em pintar retratos femininos incrivelmente originais, graças a uma empatia excepcional que lhe permite representar o seu poder, riqueza emocional e fraquezas inevitáveis com uma autenticidade rara e comovente”.

A carreira de Pedro Almodóvar é marcada por filmes consagrados e prêmios em diversos festivais e premiações importantes. Em Veneza, Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos foi premiado como melhor roteiro. Em 1999, disputou a Palma de Ouro, em Cannes, e levou o prêmio de melhor direção com Tudo Sobre Minha Mãe, que lhe rendeu o primeiro Oscar, em 2000, na categoria de melhor filme estrangeiro. Em 2003, foi indicado pela Academia ao Oscar de melhor direção pelo drama Fale Com Ela e perdeu para Roman Polanski, de O Pianista, mas levou a estatueta dourada de melhor roteiro original.

Sua filmografia é marcada por filmes aclamados pela crítica e pelo público, como: Volver, A Pele que Habito, Julieta, A Lei do Desejo, Má Educação, entre tantos outros. Seu mais recente trabalho, Dor e Glória, foi exibido na Competição Oficial do Festival de Cannes deste ano e rendeu a Antonio Banderas o prêmio de melhor ator.

Foto: Getty Images Europe.

Com Ewan McGregor, Doutor Sono, baseado na obra Stephen King, ganha trailer

por: Cinevitor

doutorsonotrailer1Ewan McGregor em cena: depois do Hotel Overlook.

Doutor Sono continua a história de Danny Torrance, 40 anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook, em O Iluminado, aclamado filme de Stanley Kubrick, lançado em 1980. Ewan McGregor, Rebecca Ferguson e a novata Kyliegh Curran estrelam o thriller sobrenatural, dirigido por Mike Flanagan, de Ouija: Origem do Mal e O Espelho, que escreveu o roteiro baseado no romance de Stephen King.

Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança no Hotel Overlook, Danny Torrance lutou para encontrar o mínimo de paz. Essa paz é destruída quando ele encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom extrassensorial, conhecido como Brilho. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra o procura, desesperada para que ele a ajude contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade.

Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose. A inocência de Abra e a maneira destemida que ela abraça seu Brilho fazem com que Dan use seus próprios poderes como nunca, enquanto enfrenta seus medos e desperta os fantasmas do passado.

O elenco conta também com Jacob Tremblay, Carl Lumbly, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind, Bruce Greenwood, Chelsea Talmadge, Nicholas Pryor, Jocelin Donahue, Alex Essoe e Cliff Curtis.

Confira o primeiro trailer de Doutor Sono, que estreia no dia 7 de novembro:

Foto: Divulgação/Warner Bros. Pictures.

Maria do Caritó, com Lilia Cabral, Gustavo Vaz e Kelzy Ecard, ganha trailer

por: Cinevitor

mariacaritotrailerLilia Cabral e Kelzy Ecard em cena.

Lilia Cabral é Maria do Caritó, uma solteirona em busca do amor verdadeiro, no longa dirigido por João Paulo Jabur, de Salve Jorge, que teve seu trailer divulgado nesta quinta-feira, 13/06, em comemoração ao dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro.

O longa é baseado em uma peça homônima, “escrita especialmente para o retorno da atriz Lilia Cabral ao teatro”, como conta o escritor Newton Moreno. A comédia dramática ficou cinco anos em cartaz antes de ganhar as telas dos cinemas e foi um verdadeiro sucesso de público. Indicada a seis categorias no Prêmio Shell, em 2010, a peça Maria do Caritó contou ainda com a vitória de Lilia na categoria de melhor atriz no Prêmio Contigo!, em 2011.

Muito popular no nordeste do país, a expressão “ficar no caritó” é utilizada para se referir a alguém que nunca casou e está encalhado. Esta é a história de Maria, uma mulher solteirona, que sonha em encontrar o verdadeiro amor. Prometida a um santo que ninguém nunca ouviu falar, ela foi guardada pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha. Parecia que nem um milagre poderia ajudá-la, mas o amor vem de onde menos se espera e, quando uma trupe de circo chega à cidade, Maria descobre que o mundo pode ser muito mais colorido e divertido do que ela imaginava.

O elenco conta ainda com Kelzy Ecard, Leopoldo Pacheco, Gustavo Vaz, Sylvio Zilber, Juliana Carneiro da Cunha, Fernando Sampaio, Alice Assef, Larissa Bracher, Priscila Steinman e Fernando Neves.

Confira o trailer de Maria do Caritó, que tem estreia prevista para o dia 24 de outubro:

Foto: Selmy Yassuda.

Conheça os vencedores do 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

por: Cinevitor

vencedorasolhardecinema19Premiadas: Cris Lyra, Camila Freitas, Maíra Bühler e Letícia Simões.

Foram anunciados nesta quarta-feira, 12/06, os vencedores do 8º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, que neste ano apresentou mais de 130 filmes na programação em um conjunto de apostas, e também descobertas, de produções recém-chegadas ao mundo, ainda inéditas no Brasil, além dos clássicos, retrospectivas e exibições especiais.

O júri da Competição, composto pelos curadores Alberto Ramos e Flávia Cândida e a cineasta portuguesa Rita Azevedo Gomes, elegeu o brasileiro Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler, como o melhor filme desta edição.

O Prêmio da Crítica Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, foi entregue para o documentário brasileiro Casa, de Letícia Simões, como o melhor filme da Competição de longas. O júri foi formado por Ivonete Pinto, Marcelo Müller e Barbara Demerov.

Conheça os vencedores do Olhar de Cinema 2019:

COMPETITIVA | LONGA-METRAGEM

Prêmio Olhar de Melhor Filme: Diz a Ela que Me Viu Chorar, de Maíra Bühler (Brasil)
Prêmio Especial do Júri: Chão, de Camila Freitas (Brasil)
Prêmio de Contribuição Artística: Seguir Filmando (Still Recording), de Ghiath Ayoub e Saeed Al Batal (França)
Prêmio do Público: Chão, de Camila Freitas

COMPETITIVA | CURTA-METRAGEM

Prêmio Olhar de Melhor Filme: Aziza, de Kaadan Soudade (Líbano/Síria)
Menção Especial: Sete Anos em Maio, de Affonso Uchôa (Brasil)

FILME BRASILEIRO | Competitiva, Novos Olhares e Outros Olhares

Melhor longa-metragem brasileiro: Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai
Melhor curta-metragem brasileiro: Quebramar, de Cris Lyra

NOVOS OLHARES

Melhor Filme: Não Pense que Eu Vou Gritar (Just Don’t Think I’ll Scream), de Frank Beauvais (França)

OUTROS OLHARES

Melhor Filme: No Salão Jolie (Chez Jolie Coiffure), de Rosine Mbakam (Bélgica)
Menção Honrosa: Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (Brasil)

OUTROS PRÊMIOS

Prêmio da Crítica | ABRACCINE: Casa, de Letícia Simões (Brasil)
Prêmio AVEC-PR | Melhor curta-metragem da Mirada Paranaense: Mirror Mirror On The Wall, de Igor Urban
Menção Especial | Mirada Paranaense: Essa Terra Não Vai Terminar, de Matias Dala Stella

*O CINEVITOR está em Curitiba a convite do evento e você acompanha a cobertura do festival por aqui e pelas redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram e YouTube.

Foto: Giorgia Prates.

Camila José Donoso fala sobre retrospectiva na mostra Foco do 8º Olhar de Cinema

por: Cinevitor

camiladonosocuritibaolharTrabalhos que influenciaram a carreira da homenageada também integraram a seleção.

A obra da cineasta chilena Camila José Donoso ganhou destaque na 8ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. A primeira retrospectiva da diretora no Brasil, com uma seleção de curtas e todos os seus longas-metragens, fez parte da mostra Foco, que busca realizadores ainda não muito conhecidos pelo público brasileiro, desvendando suas obras e estabelecendo conversas com produções semelhantes ou influentes.

A filmografia de Camila desafia os limites entre a ficção e o documentário, reconhecendo as possibilidades no limiar de cada um dos gêneros: encena histórias reais e naturaliza ficções. A potência de suas obras ultrapassa linguagem e estilo e é ainda mais marcante na temática, com mulheres que estão sempre buscando novas verdades, que desafiam suas realidades, seus espaços e definições externas contaminadas. É um cinema que retrata a transformação e transforma para além da tela.

Em entrevista exclusiva para o CINEVITOR, a diretora falou sobre sua participação no Olhar de Cinema, sobre o cineasta chileno Raúl Ruiz e os longas Nona. Se mi mojan, yo los quemo, que conta com o ator brasileiro Eduardo Moscovis no elenco, Casa Roshell e Naomi Campbel.

Aperte o play e confira:

Foto: Isabella Lanave.

Indianara Siqueira, protagonista de documentário exibido no 8º Olhar de Cinema, fala sobre política, preconceito e causa LGBT

por: Cinevitor

indianaracuritibaRevolucionária: Indianara luta por causas importantes e necessárias.

Depois de ser exibido na mostra da ACID, Association du cinéma indépendant pour sa diffusion, evento paralelo ao Festival de Cannes, que promove a distribuição de filmes independentes e incentiva debates entre autores e público, o documentário Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa, fez sua estreia na oitava edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba na mostra Outros Olhares.

O longa apresenta a história da ativista transexual Indianara Alves Siqueira, que luta com seu bando pela sobrevivência das pessoas trans no Brasil. Frente aos ataques do seu próprio partido político e ao avanço totalitário no país, ela junta suas forças e parte para um último ato de resistência.

Um filme realizado muito perto ao cotidiano da sua personagem-título, para quem vida pessoal, profissional e política se misturam radicalmente. Através dos dilemas muito práticos que Indianara enfrenta, se revelam as estranhas de um processo social e político brasileiro muito pouco afeito a introduzir nas suas esferas de poder grupos como o das pessoas trans.

Sobre os diretores: Aude Chevalier-Beaumel nasceu na França em 1982 e é formada na Escola de Belas Artes. Mora no Brasil há 15 anos, onde realiza documentários. Seus últimos filmes, Rio Ano Zero e Sexo, Pregações e Política circularam em festivais internacionais. Marcelo Barbosa nasceu em 1970 em Guaratinguetá e estudou Comunicação na Universidade de Brasília. É fotografo e diretor de filmes experimentais. Indianara é seu primeiro longa-metragem.

Nas duas sessões em que foi exibido, o documentário emocionou o público presente. Antes da exibição, Indianara subiu ao palco ao lado do marido e dos diretores: “É um filme político, que fala de resistência, mas fala também de momentos do Brasil que são históricos. O filme é um aprendizado constante”, disse.

Aperte o play e confira nossa entrevista exclusiva com a protagonista Indianara Siqueira:

Foto: Isabella Lanave.

Comissão Especial de Seleção para o Oscar 2020 é anunciada pela Academia Brasileira de Cinema

por: Cinevitor

annamuylaertcomissaoscarAnna Muylaert, diretora de Que Horas Ela Volta?, é um dos nomes confirmados na comissão.

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta terça-feira, 11/06, os nomes da comissão responsável por escolher o longa brasileiro que disputará uma vaga para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro na 92ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, marcada para o dia 9 de fevereiro de 2020.

Entre os nove integrantes da Comissão Especial de Seleção, estão: a cineasta Anna Muylaert, que representou o Brasil com Que Horas Ela Volta?; David Schurmann, diretor de Pequeno Segredo, representante do Brasil no Oscar 2017; o diretor de fotografia Walter Carvalho; o cineasta Zelito Viana; as produtoras Sara Silveira e Vania Catani; o roteirista Mikael de Albuquerque, de A Glória e a Graça; o crítico e fundador do festival É Tudo Verdade, Amir Labaki; e a diretora do Festival do Rio, Ilda Santiago.

Além dos membros titulares, compõem a comissão de suplentes: o distribuidor e produtor Marcio Fraccaroli e a documentarista e produtora Adriana Dutra. “A comissão representa a pluralidade da produção audiovisual brasileira”, disse Jorge Peregrino, presidente da Academia Brasileira de Cinema.

Na última edição, o Brasil estava na disputa com O Grande Circo Místico, dirigido por Cacá Diegues, mas não conseguiu uma vaga na premiação. Vale lembrar que a última vez que o Brasil concorreu na categoria de melhor filme estrangeiro foi em 1999, com Central do Brasil; e em 2008, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburger, ficou entre os nove semifinalistas.

Foto: Igor Pires/PressPhoto.