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Oscar 2020: 12 longas disputam indicação brasileira ao prêmio de melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

legalidadepreoscarcleoCleo em Legalidade, de Zeca Brito: na disputa!

A Academia Brasileira de Cinema divulgou a lista com os longas-metragens brasileiros que disputarão uma vaga entre os indicados ao prêmio de melhor filme estrangeiro do Oscar 2020, que será realizado no dia 9 de fevereiro, em Los Angeles, pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

O representante brasileiro, que será anunciado no dia 27/08, durante uma coletiva de imprensa na Cinemateca Brasileira, será escolhido pela Comissão Especial de Seleção, composta pelos seguintes nomes: a cineasta Anna Muylaert, que representou o Brasil com Que Horas Ela Volta?; David Schurmann, diretor de Pequeno Segredo, representante do Brasil no Oscar 2017; o diretor de fotografia Walter Carvalho; o cineasta Zelito Viana; as produtoras Sara Silveira e Vania Catani; o roteirista Mikael de Albuquerque, de A Glória e a Graça; o crítico e fundador do festival É Tudo Verdade, Amir Labaki; e a diretora do Festival do Rio, Ilda Santiago.

Além dos membros titulares, compõem a comissão de suplentes: o distribuidor e produtor Marcio Fraccaroli e a documentarista e produtora Adriana Dutra.

Conheça os 12 longas brasileiros inscritos neste ano:

A Última Abolição, de Alice Gomes
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz
A Voz do Silêncio, de André Ristum
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles
Bio – Construindo uma Vida, de Carlos Gerbase
Chorar de Rir, de Toniko Melo
Espero Tua (Re)volta, de Eliza Capai
Humberto Mauro, de André Di Mauro
Legalidade, de Zeca Brito
Los Silencios, de Beatriz Seigner
Simonal, de Leonardo Domingues
Sócrates, de Alex Moratto

Foto: Joba Migliorin.

Festival de Cine de Lima 2019: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é eleito o melhor filme

por: Cinevitor

bacuraulimafestivalSonia Braga interpreta Domingas em Bacurau.

A 23ª edição do Festival de Cine de Lima, que aconteceu entre os dias 9 e 17 de agosto, na capital peruana, consagrou o longa brasileiro Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. O júri da Mostra Competitiva de Ficção, presidido pela produtora Laura Imperiale, foi composto por Estrella Araiza, Marcelo Martinessi, Miguel Angel Moulet e pela cineasta brasileira Beatriz Seigner.

Além do prêmio de melhor filme, Bacurau também venceu na categoria de melhor direção e recebeu o Prêmio da Crítica Internacional de melhor longa. Outra produção brasileira que se destacou na cerimônia foi A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, premiado como melhor fotografia para Helene Louvart. O longa também levou o Prêmio do Público de melhor filme internacional, o Prêmio APC Signis Peru e uma Menção Honrosa no Prêmio da APRECI.

Família Submersa, de María Alche, uma coprodução entre Argentina, Brasil, Alemanha e Noruega, levou o prêmio de melhor roteiro e recebeu uma Menção Honrosa no Prêmio da Crítica Internacional. Ilse Salas, do filme mexicano Las niñas bien, recebeu o prêmio de melhor atriz. Rodrigo Palacios, do peruano La bronca, foi eleito o melhor ator.

Clique aqui e confira a lista completa com os vencedores do Festival de Cine de Lima 2019.

Foto: Reprodução/YouTube.

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, abre o 47º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

bacuraugramadotapeteA produtora Emilie Lesclaux e a atriz Sonia Braga com os diretores: tapete vermelho.

A 47ª edição do Festival de Cinema de Gramado começou nesta sexta-feira, 16/08, com Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, como filme de abertura. O longa, exibido fora de competição, foi consagrado recentemente no Festival de Cannes com o Prêmio do Júri, dividido com o francês Les misérables, de Ladj Ly.

Na descrição de seus diretores, Bacurau é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

A sinopse diz: um western brasileiro, um filme de aventura e ficção científica. Daqui a alguns anos… Bacurau, um pequeno povoado do sertão brasileiro, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores de Bacurau percebem que a comunidade não consta mais nos mapas. Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

equipebacuraugramadoEquipe reunida antes da exibição no Palácio dos Festivais.

No palco do Palácio dos Festivais, os realizadores fizeram um discurso de agradecimento: “É uma alegria imensurável estrear o filme aqui”, disse Dornelles. Kleber Mendonça Filho, que retorna ao evento depois de Aquarius, filme de abertura em 2016, pediu para que todos os integrantes da equipe que estavam no palco se apresentassem: “Somos todos profissionais da área da cultura e exigimos respeito”.

No dia seguinte à exibição, os cineastas participaram de uma coletiva de imprensa ao lado dos atores Thomás Aquino, Wilson Rabelo, Sonia Braga e Bárbara Colen; da produtora Emilie Lesclaux; e do diretor de fotografia Pedro Sotero. Outros integrantes da equipe também marcaram presença no debate, como: a figurinista Rita Azevedo; os atores Brian Townes, Antonio Saboia, Thardelly Lima, Suzy Lopes, Ingrid Trigueiro e Eduarda Samara.

No bate-papo com o público, Sonia Braga relembrou suas personagens em Aquarius e Bacurau e falou do seu entrosamento com a equipe: “Todos nós somos o filme”. E seguiu: “Essa personagem [Domingas] eu dediquei à Marielle Franco [que foi assassinada em março de 2018] e eu quero sabem quem matou Marielle”, finalizou sendo muito aplaudida.

Ao longo do debate, falaram sobre diversos assuntos, entre eles: pesquisa de locação, referências, fotografia, elenco, histórias de bastidores, Udo Kier, entre outros. “Bacurau não é apenas um figmento da nossa imaginação. Ele é uma confirmação de várias observações muito tocantes que fizemos sobre nossa região”, disse Kleber. E Dornelles completou: “Bacurau existe”.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva de imprensa e da apresentação de Bacurau no Palácio dos Festivais:

*O CINEVITOR está em Gramado e você acompanha a cobertura do evento por aqui, pelo canal no YouTube e pelas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.

Fotos: Edison Vara e Cleiton Thiele/Agência Pressphoto.

Festival de Cinema de Locarno 2019: conheça os vencedores; A Febre, de Maya Da-Rin, é premiado

por: Cinevitor

regismyrupulocarnovenceO brasileiro Regis Myrupu: prêmio de melhor ator.

Foram anunciados neste sábado, 17/08, os vencedores da 72ª edição do Festival de Cinema de Locarno. O Leopardo de Ouro, prêmio máximo do evento, foi entregue para o drama português Vitalina Varela, de Pedro Costa. O júri da Competição Internacional foi presidido pela cineasta francesa Catherine Breillat.

Neste ano, o cinema brasileiro estava representado com quatro produções em competição: A Febre, de Maya Da-Rin, na Competição Internacional; os curtas Carne, de Camila Kater, e Chão de Rua, de Tomás von der Osten, na mostra Pardi di domani, que exibe médias e curtas de cineastas independentes ou estudantes que ainda não realizaram seus longas; e o curta Swinguerra, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, na mostra Moving Ahead, antes chamada de Signs of Life e que mudou de nome em homenagem ao cineasta Jonas Mekas, que morreu em janeiro deste ano, e destaca a inovação da linguagem cinematográfica com a intenção de investigar novas formas narrativas.

Além disso, os filmes brasileiros Abolição, de Zózimo Bulbul (1988), Amor Maldito, de Adélia Sampaio (1984) e Orfeu Negro, de Marcel Camus, coprodução entre França, Brasil e Itália, de 1959, tiveram exibições especiais na mostra Retrospettiva: Black Light.

Depois de receber três minutos de aplauso em sua exibição no festival, o brasileiro A Febre, de Maya Da-Rin, recebeu dois prêmios: melhor ator para Regis Myrupu e melhor filme segundo o júri da FIPRESCI. Primeira experiência de Regis como ator, o longa foi considerado pela Cineuropa como “uma extraordinária oportunidade de observar a riqueza e complexidade de uma cultura”, enquanto o periódico italiano Cinque Quotidiano o aclamou como “um filme extraordinário”.

“Estou muito emocionado com esse prêmio. Nós, povos indígenas, estamos vivendo um momento muito difícil. Não só nós, mas também a nossa casa, a floresta, está sendo destruída. Então, um indígena recebendo um prêmio como esse, mostra a nossa força e capacidade de atuarmos na sociedade não indígena, seja participando de um filme, seja como médicos ou advogados, sem que isso signifique a perda das nossas origens ou o esquecimento da nossa cultura”, disse o ator.

A trama narra à história de Justino, um indígena do povo Desana que trabalha como vigilante em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Desde a morte da sua esposa, sua principal companhia é a filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Como o passar dos dias, Justino é tomado por uma febre forte. Durante a noite, uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. Porém, sua rotina do porto é transformada com a chegada de um novo vigia. Nesse meio tempo, seu irmão vem de visita e Justino relembra a vida na aldeia, de onde partiu há mais de vinte anos.

Conheça os vencedores do 72º Festival de Cinema de Locarno:

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)
Prêmio Especial do Júri: Pa-go (Height of the Wave), de Park Jung-Bum (Coreia do Sul)
Melhor Direção: Damien Manivel, por Les Enfants d’Isadora (Isadora’s Children) (França/Coreia do Sul)
Melhor Atriz: Vitalina Varela, por Vitalina Varela
Melhor Ator: Regis Myrupu, por A Febre
Menção Especial: Hiruk-pikuk si al-kisah (The Science of Fictions), de Yosep Anggi Noen (Indonésia/Malásia/França) e Hogar (Maternal), de Maura Delpero (Itália/Argentina)

MOSTRA CINEASTI DEL PRESENTE

Leopardo de Ouro | Melhor Filme: Baamum Nafi (Nafi’s Father), de Mamadou Dia (Senegal)
Prêmio Especial do Júri: Ivana cea Groaznica (Ivana the Terrible), de Ivana Mladenović (Romênia/Sérvia)
Melhor Direção Emergente: Hassen Ferhani, por 143 rue du désert (143 sahara street) (Argélia/França/Qatar)
Menção Especial: Here for Life, de Andrea Luka Zimmerman e Adrian Jackson (Reino Unido)

MOVING AHEAD

Melhor Filme: The Giverny Document (Single Channel), de Ja’Tovia M. Gary (EUA/França)
Menção Especial: Those That, at a Distance, Resemble Another, de Jessica Sarah Rinland (Reino Unido/Argentina/Espanha) e Shān Zhī Běi (Osmosis), de Zhou Tao (China)

PRIMEIRO FILME

Melhor Primeiro Filme: Baamum Nafi (Nafi’s Father), de Mamadou Dia (Senegal)
Prêmio Swatch Art Peace Hotel: La Paloma y el Lobo (The Dove and the Wolf), de Carlos Lenin (México)
Menção Especial: Instinct, de Halina Reijn (Holanda) e Fi Al-Thawra (During Revolution), de Maya Khoury (Síria/Suécia)

PRÊMIO DO PÚBLICO: Camille, de Boris Lojkine (França)
PRÊMIO VARIETY PIAZZA GRANDE: Instinct, de Halina Reijn (Holanda)
PRÊMIO FIPRESCI: A Febre, de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
PRÊMIO ECUMÊNICO: Hogar (Maternal), de Maura Delpero (Itália/Argentina)
PRÊMIO ECUMÊNICO | Menção Especial: Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)
PRÊMIO EUROPA CINEMAS LABEL: Hogar (Maternal), de Maura Delpero

Clique aqui e confira a lista completa com os vencedores do Festival de Locarno 2019.

Foto: Massimo Pedrazzini/Locarno Film Festival.

18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro: conheça os vencedores

por: Cinevitor

adrianaestevesgpcinemaAdriana Esteves: troféu Grande Otelo de melhor atriz coadjuvante por Benzinho.

Foram anunciados na noite desta quarta-feira, 14/08, os vencedores do 18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado pela Academia Brasileira de Cinema. A cerimônia, que aconteceu pela primeira vez na capital paulista, foi celebrada no Theatro Municipal de São Paulo.

Dirigido por Gustavo Pizzi, o drama Benzinho foi o grande vitorioso deste ano com seis prêmios, entre eles, melhor filme e melhor atriz para Karine Teles. O Grande Circo Místico, de Carlos Diegues, também recebeu o troféu Grande Otelo em seis categorias; o terceiro filme com mais estatuetas foi Chacrinha: O Velho Guerreiro, que liderava a lista de indicações e rendeu a Stepan Nercessian o prêmio de melhor ator.

Este ano, o GP premiou em 34 categorias, sendo quatro inéditas. A disputa reuniu 74 longas de ficção, 67 longas documentários, dois longas infantis, 55 curtas nacionais, além de 43 longas estrangeiros e 11 longas ibero-americanos. Ao todo, 1986 profissionais foram inscritos na disputa e mais de 200 concorreram ao troféu Grande Otelo.

Com transmissão ao vivo pelo Canal Brasil, a cerimônia dirigida por Ivan Sugahara e apresentada por Rodrigo Pandolfo, André Ramiro e Juliana Linhares teve como pontos altos a homenagem à Zezé Motta, que recebeu o prêmio pelas mãos de Lázaro Ramos, enaltecendo sua militância à causa negra nas artes. A plateia também se emocionou com a apresentação de Ney Matogrosso, que cantou Um Pouco de Calor, trilha do filme Ralé, estrelado pelo próprio cantor. Em uma cerimônia conduzida pelo casamento entre música e cinema e embalada por algumas das principais canções originais especialmente produzidas para produções cinematográficas, João Gilberto, o pai da Bossa Nova, foi lembrado com Chega de Saudade, interpretada por Ayrton Montarroyos.

Conheça os vencedores do 18º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro:

MELHOR LONGA-METRAGEM | FICÇÃO:
Benzinho, de Gustavo Pizzi

MELHOR LONGA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Ex-Pajé, de Luiz Bolognesi

MELHOR LONGA-METRAGEM | COMÉDIA:
Minha Vida em Marte, de Susana Garcia

MELHOR LONGA-METRAGEM | INFANTIL:
Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano, de Viviane Jundi

MELHOR DIREÇÃO:
Gustavo Pizzi, por Benzinho

MELHOR ATRIZ:
Karine Teles, por Benzinho

MELHOR ATOR:
Stepan Nercessian, por Chacrinha: O Velho Guerreiro

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE:
Adriana Esteves, por Benzinho

MELHOR ATOR COADJUVANTE:
Matheus Nachtergaele, por O Nome da Morte

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA:
Gustavo Hadba, por O Grande Circo Místico

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL:
Benzinho, escrito por Karine Teles e Gustavo Pizzi

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO:
O Grande Circo Místico, escrito por Carlos Diegues e George Moura

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
O Grande Circo Místico, por Artur Pinheiro

MELHOR FIGURINO:
O Grande Circo Místico, por Kika Lopes

MELHOR MAQUIAGEM:
O Grande Circo Místico, por Catherine Leblanc Caraes e Emmanuelle Fèvre

MELHOR EFEITO VISUAL:
O Grande Circo Místico, por Marcelo Siqueira e Thierry Delobel

MELHOR MONTAGEM | FICÇÃO:
Benzinho, por Livia Serpa

MELHOR MONTAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Todos os Paulos do Mundo, por Gustavo Ribeiro e Rodrigo de Oliveira

MELHOR SOM:
Chacrinha: O Velho Guerreiro, por Jorge Saldanha, Armando Torres Jr., Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima e Renan Deodato

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL:
My Name is Now, Elza Soares, por Elza Soares e Alexandre Martins

MELHOR TRILHA SONORA:
Paraíso Perdido, por Zeca Baleiro

MELHOR FILME ESTRANGEIRO:
Infiltrado na Klan, de Spike Lee (EUA)

MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO:
Uma Noite de 12 Anos, de Álvaro Brechner (Argentina/Espanha/Uruguai)

MELHOR CURTA-METRAGEM | ANIMAÇÃO:
Lé Com Cré, de Cassandra Reis

MELHOR CURTA-METRAGEM | DOCUMENTÁRIO:
Cor de Pele, de Livia Perini

MELHOR CURTA-METRAGEM | FICÇÃO:
O Órfão, de Carolina Markowicz

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
Irmão do Jorel, dirigida por Juliano Enrico

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
Inhotim Arte Presente, dirigida por Pedro Urano

MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV FECHADA OU PLATAFORMA OTT:
Escola de Gênios (1ª temporada), dirigida por João Daniel Tikhomiroff, Marcelo Cordeiro e Jeferson De.

Foto: Mario Miranda.

CineFest Votorantim abre inscrições para sua 11ª edição, que acontecerá em novembro

por: Cinevitor

votorantiminscricoesOs vencedores da última edição.

Estão abertas as inscrições para a 11ª edição do CineFest, que ocorrerá entre os dias 18 e 30 de novembro, na cidade de Votorantim, interior de São Paulo. O festival teve sua primeira edição como Curta Vídeo Votorantim no ano de 2004. Devido ao seu grande sucesso ao longo dos anos, transformou-se, em 2009, em um festival de abrangência nacional, passando assim a chamar-se CineFest Votorantim.

O evento é um festival de curtas-metragens dividido nas seguintes categorias: Mostra Pindorama (nacional), Mostra Cachoeira (regional), Mostra Raízes (ambiental), Mostra Musical (videoclipes), todas essas em caráter competitivo, além das outras mostras paralelas que são: Mostra Paralela (curtas-metragens nos bairros), Mostra Inclusiva (exibição audiovisual com áudio e vídeo descrição direcionada ao público com deficiência auditiva e visual) e Mostra Um Minuto (exibição de vinhetas criadas por alunos da rede pública de ensino).

Segundo Douglas Garcia, coordenador geral do evento, ter pessoas das mais variadas regiões do país discutindo cinema no interior paulista é um diferencial para o festival. “Poder contar com pessoas de todos os lugares do Brasil discutindo cinema na nossa região e trocando experiências é sensacional. Novamente esperamos inscrições de toda região e do Brasil todo”.

Para Marcelo Domingues, curador desta edição do CineFest “é muito importante para a região, primeiro porque é um dos maiores eventos de cinema do interior paulista, e segundo porque proporciona um grande encontro de pensamentos e reflexões sobre o nosso país, através dos filmes que nos chegam e que foram produzidos por todo o território nacional”.

O festival tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento e difusão de obras audiovisuais produzidas na região e no Brasil, incentivar a formação de profissionais por meio de debates, oficinas, workshops e discussões sobre novas tendências e linguagens. Além de fomentar a formação de público na área do audiovisual por meio da realização gratuita de um festival de cinema e promover a cultura criando maior acessibilidade ao cinema no interior paulista. Na última edição, que ocorreu em 2016, o 10° CineFest Votorantim teve a duração de 13 dias. O festival atingiu 7.000 pessoas, recebeu 660 inscrições, selecionou e exibiu 95 curtas.

As inscrições para este ano podem ser feitas até o dia 15 de setembro através do site oficial. Clique aqui.

Foto: Fabricio Vianna.

Festival de Toronto 2019 anuncia novos filmes e produções brasileiras se destacam na programação

por: Cinevitor

tresveroestorontoRegina Casé em Três Verões, de Sandra Kogut: filme selecionado.

Considerado um dos eventos mais importantes do cinema mundial e conhecido como um termômetro para o Oscar, o Festival Internacional de Cinema de Toronto anunciou novos filmes na programação de sua 44ª edição, que acontecerá entre os dias 5 e 15 de setembro.

Nesta nova leva de filmes anunciados, o cinema brasileiro marca presença com diversas produções. Na mostra Contemporary World Cinema destacam-se: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, ambos premiados em Cannes recentemente.

Além disso, Três Verões, de Sandra Kogut, também foi selecionado. No longa, através do olhar de Madá, interpretada por Regina Casé, uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. O filme se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

“Dizem que se antes os brasileiros costumavam saber de cor o nome dos jogadores da seleção, hoje isso se transferiu para os nomes dos juízes do STF. A população passou a seguir os acontecimentos do país como quem acompanha uma novela, colada nos próximos capítulos. Três Verões nasceu do desejo de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?”, disse a diretora Sandra Kogut.

A história começa em 2015, quando tudo aparenta ir bem para o casal Edgar (Otávio Müller) e Marta (Gisele Fróes). Cercados de amigos, do sogro viúvo e do filho adolescente, eles celebram o Natal e o fim do ano numa festa espetacular. A única sombra é a chegada de um dos convidados usando uma tornozeleira eletrônica. Durante este curto período do ano, Madá e os outros empregados precisam se acostumar a conviver com os patrões e suas festas, que só aparecem nesta época. Mas no segundo verão, em 2016, vemos Madá sendo obrigada a desmarcar a mesma celebração. A partir daí os empregados são obrigados a usar a criatividade para lidar com os problemas que começam a surgir.

“É um olhar sobre o momento que antecedeu os acontecimentos de 2018. Percebemos que os sinais do que vinha pela frente estavam todos ali, mas ninguém era capaz de enxergá-los”, comentou Kogut. O elenco conta também com Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jéssica Ellen e Daniel Rangel.

Além dessas produções, o cinema brasileiro também ganha destaque na mostra Wavelengths com os curtas A Mordida, de Pedro Neves Marques, uma coprodução com Portugal; e Sete Anos em Maio, de Affonso Uchoa, coprodução com a Argentina. Além do longa A Febre, Maya Da-Rin.

Wasp Network, de Olivier Assayas, produzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features, e inspirado na obra Os Últimos Soldados da Guerra Fria, de Fernando Morais, também foi anunciado nesta edição na mostra Special Presentations.

Conheça os novos filmes selecionados para o Festival de Toronto 2019:

CONTEMPORARY WORLD CINEMA:

37 Seconds, de Hikari (Japão/EUA)
Adam, de Maryam Touzani (Marrocos/Bélgica)
Arab Blues (Un Divan à Tunis), de Manele Labidi (França)
Atlantics, de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Atlantis, de Valentyn Vasyanovych (Ucrânia)
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil)
Balloon (Qi Qiu), de Pema Tseden (China)
The Barefoot Emperor, de Jessica Woodworth e Peter Brosens (Bélgica/Holanda/Croácia/Bulgária)
Beanpole (Dylda), de Kantemir Balagov (Rússia)
Beneath the Blue Suburban Skies, de Edward Burns (EUA)
Blow the Man Down, de Danielle Krudy e Bridget Savage Cole (EUA)
Bombay Rose, de Gitanjali Rao (Índia/Reino Unido/Qatar)
Chicuarotes, de Gael García Bernal (México)
The Climb, de Michael Angelo Covino (EUA)
Corpus Christi (Boze Cialo), de Jan Komasa (Polônia/França)
The County (Héraðið), de Grímur Hákonarson (Islândia/Dinamarca/Alemanha/França)
Dogs Don’t Wear Pants (Koirat eivät käytä housuja), de J-P Valkeapää (Finlândia/Letônia)
The Father (Bashtata), de Petar Valchanov e Kristina Grozeva (Bulgária/Grécia/Itália)
Flatland, de Jenna Bass (África do Sul/Luxemburgo/Alemanha)
A Girl Missing (Yokogao), de Koji Fukada (Japão/França)
Hala, de Minhal Baig (EUA)
Henry Glassie: Field Work, de Pat Collins (Irlanda)
Incitement, de Yaron Zilberman (Israel)
Instinct, de Halina Reijn (Holanda)
A Vida Invisível, de Karim Aïnouz (Brasil/Alemanha)
Jallikattu, de Lijo Jose Pellissery (Índia)
Knuckle City, de Jahmil X.T. Qubeka (África do Sul)
La Llorona, de Jayro Bustamante (Guatemala/França)
Les Misérables, de Ladj Ly (França)
The Long Walk (Bor Mi Vanh Chark), de Mattie Do (Laos/Espanha/Singapura)
Made in Bangladesh, de Rubaiyat Hossain (França/Bangladesh/Dinamarca/Portugal)
Mariam, de Sharipa Urazbayeva (Cazaquistão)
Maria’s Paradise (Marian paratiisi), de Zaida Bergroth (Finlândia/Estônia)
Nobadi, de Karl Markovics (Áustria)
Our Lady of the Nile (Notre-Dame du Nil), de Atiq Rahimi (França/Bélgica/Ruanda) (filme de abertura)
The Perfect Candidate, de Haifaa Al-Mansour (Arábia Saudita/Alemanha)
Red Fields (Mami), de Keren Yedaya (Israel/Luxemburgo/Alemanha)
Resin (Harpiks), de Daniel Joseph Borgman (Dinamarca)
So Long, My Son (Di Jiu Tian Chang), de Wang Xiaoshuai (China)
Spider (Araña), de Andrés Wood (Chile)
A Sun (Yang Guang Pu Zhao), de Chung Mong-Hong (Taiwan)
Synonyms (Synonymes), de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
Terminal Sud (South Terminal), de Rabah Ameur-Zaïmeche (França)
Três Verões (Three Summers), de Sandra Kogut (Brasil/França)
Verdict, de Raymund Ribay Gutierrez (Filipinas/França)
A White, White Day (Hvítur, Hvítur Dagur), de Hlynur Pálmason (Islândia/Dinamarca/Suécia)
The Wild Goose Lake (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Diao Yinan (China/França)
You Will Die at Twenty, de Amjad Abu Alala (Sudão/França/Egito/Alemanha/Noruega/Qatar)

GALA PRESENTATIONS:

The Aeronauts, de Tom Harper (Reino Unido)
The Burnt Orange Heresy, de Giuseppe Capotondi (EUA/Reino Unido)

SPECIAL PRESENTATIONS:

American Son, de Kenny Leon (EUA)
Deerskin (Le Daim), de Quentin Dupieux (França)
Dirt Music, de Gregor Jordan (Reino Unido/Austrália)
The Elder One (Moothon), de Geetu Mohandas (Índia)
Guns Akimbo, de Jason Lei Howden (Alemanha/Nova Zelândia)
Human Capital, de Marc Meyers (EUA)
Jungleland, de Max Winkler (EUA)
Lucy in the Sky, de Noah Hawley (EUA)
Lyrebird, de Dan Friedkin (EUA)
Mosul, de Matthew Michael Carnahan (EUA)
Seberg, de Benedict Andrews (EUA/Reino Unido)
Sibyl, de Justine Triet (França/Bélgica)
SYNCHRONIC, de Aaron Moorhead e Justin Benson (EUA)
The Truth (La vérité), de Hirokazu Kore-eda (França/Japão)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Brasil/Espanha/Bélgica)
Waves, de Trey Edward Shults (EUA)

WAVELENGTHS | LONGA-METRAGEM:

143 Sahara Street (143 rue du désert), de Hassen Ferhani (Argélia)
Endless Night (Longa noite), de Eloy Enciso (Espanha)
A Febre (The Fever), de Maya Da-Rin (Brasil/França/Alemanha)
Fire Will Come (O que arde), de Oliver Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
Heimat is a Space in Time (Heimat ist ein Raum aus Zeit), de Thomas Heise (Alemanha/Áustria)
Krabi, 2562, de Anocha Suwichakornpong e Ben Rivers (Tailândia/Reino Unido)
Liberté, de Albert Serra (França/Espanha/Portugal/Alemanha)
State Funeral, de Sergei Loznitsa (Holanda/Lituânia)
Un Film Dramatique, de Éric Baudelaire (França)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)

Foto: Divulgação/Vitrine Filmes.

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, será o representante brasileiro no Prêmio Goya 2020

por: Cinevitor

bacuraugoya2020Bárbara Colen em cena.

Vencedor do Prêmio do Júri no Festival de Cannes e do prêmio de melhor filme no Filmfest München, Bacurau foi escolhido para representar o Brasil nos prêmios Goya, importante premiação realizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que acontece desde 1987.

Com direção e roteiro assinados por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa já foi convidado para mais de 100 festivais e mostras ao redor do mundo desde sua première mundial em Cannes. No Brasil, será o filme de abertura do Festival de Cinema de Gramado e chega aos cinemas no dia 29 de agosto.

Além disso, o longa também foi exibido na competição do Neuchâtel International Fantastic Film Festival, na Suíça, no Sydney Film Festival, na Austrália, no SoFilm Summercamp, em Nantes, e La Rochelle, ambos na França, onde o filme estreia em setembro. Recentemente, foi selecionado para o New York Film Festival.

Bacurau disputará uma vaga entre os quatro finalistas na categoria de melhor filme ibero-americano na 34ª edição do Prêmio Goya (ou Premios Goya), conhecido como o Oscar espanhol, que acontecerá no dia 25 de janeiro, em Málaga.

Na descrição de seus diretores, é um filme de aventura ambientado no Brasil daqui a alguns anos. O longa foi rodado no Sertão do Seridó, divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, exatamente um ano atrás. As locações foram encontradas depois da equipe percorrer mais de dez mil quilômetros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. As filmagens duraram dois meses e três dias, com uma equipe de 150 pessoas. As cidades de Parelhas e Acari serviram de base para a produção.

Depois do sucesso internacional de Aquarius, em 2016, que também teve sua estreia mundial na principal mostra do Festival de Cannes, há 3 anos, Bacurau é a segunda coprodução entre a CinemaScopio do Recife e a SBS em Paris. O longa também é uma coprodução com a Globo Filmes, Simio Filmes, Arte France Cinema, Telecine e Canal Brasil.

Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho colaboraram em curtas metragens premiados no Brasil e exterior, como: Eletrodoméstica e Recife Frio; e nos longas também aclamados internacionalmente: O Som ao Redor e Aquarius, filmes dirigidos por Kleber Mendonça Filho e com direção de arte de Juliano Dornelles. Como realizador, Juliano fez o curta Mens Sana in Corpore Sano, premiado no Festival de Locarno, em 2011, e o longa O Ateliê da Rua do Brum, que está em pós-produção. Na equipe de Bacurau a parceria estabelecida em projetos anteriores também se repete na fotografia, assinada por Pedro Sotero, no som de Nicolas Hallet e na direção de arte de Thales Junqueira.

A sinopse oficial diz: num futuro recente, Bacurau, um povoado do sertão de Pernambuco, dá adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida, falecida aos 94 anos. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade some misteriosamente do mapa. Quando uma série de assassinatos inexplicáveis começam a acontecer, os moradores da cidade tentam reagir. Mas como se defender de um inimigo desconhecido e implacável?

Sonia Braga, o alemão Udo Kier e Karine Teles fazem parte de um elenco composto por dezenas de atores, como Bárbara Colen, Silvero Pereira, Thomás Aquino, Antonio Saboia, Rubens Santos e Lia de Itamaracá.

Foto: Victor Jucá.

Conheça os vencedores do 12º Festival de Cinema de Triunfo

por: Cinevitor

vencedorestriunfo2019Os vencedores de 2019 no palco.

A 12ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, que aconteceu entre os dias 5 e 10 de agosto, no sertão do Pajeú, em Pernambuco, contou com mais de 30 filmes na programação, em mostras competitivas de longas e curtas, e também com diversas atividades paralelas como debates, seminários e oficinas. Neste ano, cerca de 350 produções foram inscritas.

O cineasta Kleber Mendonça Filho, que recentemente foi premiado no Festival de Cannes com Bacurau, filme que divide a direção com Juliano Dornelles, e a atriz pernambucana Lívia Falcão foram os homenageados desta edição.

Antes da premiação, foi exibido no Cine Theatro Guarany o curta-metragem Tão Bonita que Tão Medonha, realizado ao longo da semana pelos alunos da oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, que fala sobre a tradição feminista das “veinhas” de Triunfo.

O Troféu Caretas, que é concedido aos filmes escolhidos pelos júris oficial e popular, faz referência às tradicionais figuras dos caretas, que percorrem as ruas da cidade durante o carnaval, há mais de 90 anos, com seus chicotes, chocalhos, ricos figurinos e mensagens satíricas trazidas em tabuletas.

Conheça os vencedores do Festival de Cinema de Triunfo 2019:

JÚRI OFICIAL | LONGA-METRAGEM:

Melhor Filme: Madrigal para um Poeta Vivo, de Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Direção: Madrigal para um Poeta Vivo, por Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Atriz: Renata Guida, por O que Resta
Melhor Ator: Daniel Porpino, por Desvio
Melhor Roteiro: Madrigal para um Poeta Vivo, escrito por Adriana Barbosa, Bruno Melo Castanho e Gabriel Campos
Melhor Som: Eduardo Galeano Vagamundo, por Bernardo Uzeda
Melhor Trilha Sonora: Salustianos, por Tiago Leitão
Melhor Direção de Arte: Desvio, por Shiko
Melhor Produção: Desvio, por Drica Soares e Ana Dinniz
Melhor Montagem: Madrigal para um Poeta Vivo, por Adriana Barbosa e Bruno Melo Castanho
Melhor Fotografia: O que Resta, por Vinicius Brum
Troféu Fernando Spencer para Tico, pelo filme Madrigal para um Poeta Vivo

JÚRI OFICIAL | CURTA-METRAGEM:

Melhor curta-metragem nacional: Guaxuma, de Nara Normande
Melhor curta-metragem pernambucano: Mucunã, de Carol Correia
Melhor curta-metragem infantojuvenil: O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis
Melhor curta-metragem dos Sertões: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
Melhor Direção: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, por Graciela Guarani
Melhor Fotografia: Enraizada, por Bruno Cabus
Melhor Montagem: NEGRUM3, por Amanda Beça
Melhor Roteiro: Cinco Minutos por Dia, escrito por Bob Yang e Frederico Evaristo
Melhor Produção: Guaxuma, por Lívia de Melo
Melhor Direção de Arte: NEGRUM3, por Mayara Del Pino
Melhor Trilha Sonora: Deus te dê Boa Sorte, por Gean Ramos
Melhor Som: O Menino que Morava no Som, por Adam Matchulat
Melhor Ator: Juan Calado, por Nova Iorque
Melhor Atriz: Marcélia Cartaxo, por Nova Iorque

JÚRI POPULAR:

Melhor curta-metragem nacional: NEGRUM3, de Diego Paulino
Melhor curta-metragem infantojuvenil: Um Beijo para Sofia, de Calebe Jangrossi
Melhor curta-metragem pernambucano: Nova Iorque, de Leo Tabosa
Melhor curta-metragem dos Sertões: Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando
Melhor longa-metragem: Salustianos, de Tiago Leitão

TROFÉU CINECLUBISTA:

Melhor filme para reflexão: OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
Menção Honrosa: Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando e Deus Te Dê Boa Sorte, de Jacqueline Farias

MENÇÕES HONROSAS DA ABD/APECI:

Enraizada, de Tiago Delácio
Macunã, de Carol Correia
Deus Te Dê Boa Sorte, de Jacqueline Farias
OPARÁ – Morada dos nossos ancestrais, de Graciela Guarani
NEGRUM3, de Diego Paulinho
Mesmo com Tanta Agonia, de Alice Andrade Drummond
Rebento, de Vinicius Elizários
Quanto Craude no Meu Sovaco, de Duda Menezes e Fefa Lins
O Grande Amor de um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rógis
Quando a chuva vem, de Jefferson de Andrade
Guaxuma, de Nara Normande
Codinome Breno, de Manoel Batista
Quitéria, de Tiago A. Neves
Desyrrê, por Direção Coletiva Documentando
#TurismoSelvagem, por Direção Coletiva
Solitude, por Coletivo do Interior

Foto: Jan Ribeiro/Secult-PE.

6º Festival de Cinema de Caruaru: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor

limaduartecaruaruLima Duarte no curta-metragem A Volta Para Casa, de Diego Freitas: selecionado.

A 6ª edição do Festival de Cinema de Caruaru, que acontecerá entre os dias 25 e 31 de agosto, acaba de anunciar a lista completa com os selecionados deste ano. Ao total, 549 filmes foram inscritos e a curadoria foi assinada por Paula Lucatelli, Priscila Urpia, Lucineide Sales e Edvaldo Santos.

O evento, que acontece na região do Agreste Pernambucano, no Teatro João Lyra Filho, realiza também ações educativas, como: mostras itinerantes nas escolas, debates e oficinas. A programação conta com oito mostras, sendo sete competitivas, com filmes de diversos estados brasileiros e também latino-americanos.

A oficina Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, da Eixo Audiovisual, está com inscrições abertas no site. Os participantes terão a oportunidade de realizar um filme a partir do estudo e desenvolvimento de roteiro/argumento para documentário. Outro destaque é a oficina de Introdução à Crítica Cinematográfica, ministrada por Edvaldo Santos, curador e diretor do festival, que já anunciou a lista com os participantes selecionados. Vale lembrar que todas as atividades são gratuitas.

Conheça os filmes selecionados para o 6º Festival de Cinema de Caruaru:

MOSTRA BRASIL | LONGA-METRAGEM:

Abraço, de DF Fiuza (SE)
Pipoca Moderna, de Helder Lopes (PE)
Mateus, de Dea Ferraz (PE)
Rebento, de André Morais (PB)
Incursão, de Eduardo Moreira e Silvio Toledo (PB)
Meio Irmão, de Eliane Coster (SP)

MOSTRA BRASIL | CURTA-METRAGEM:

Enraizada, de Tiago Delácio (Recife, PE)
O Cinema, de Sander Hahn (Criciúma, SC)
Primeiro Ato, de Matheus Parizi (São Paulo, SP)
Deusa, de Mayara Millane e Joana Gatis (Recife, PE)
Práticas do Absurdo, de Alexander S. Buck (Vitória, ES)
O Grande Amor de Um Lobo, de Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (São Miguel do Gostoso, RN)
O Menino que Morava no Som, de Felipe Soares (Recife, PE)
Nuvem Negra, de Flávio Andrade (Petrolina, PE)
#Juri, de Samantha Col de Bella (Cuiabá, MT)
Doniara, de Kaco Olimpio (Goiânia, GO)
Dia de Mudança, de Boca Migotto (Porto Alegre, RS)
A Volta Para Casa, de Diego Freitas (São Paulo, SP)
Nada Além da Noite, de Rodrigo de Janeiro (Rio de Janeiro, RJ)
Até Provar que Não, de Lucas Portela (Salvador, BA)

MOSTRA AGRESTE | CURTA-METRAGEM:

Alvorada, de Carlos Kamara (Orobó, PE)
Besta-Fera, de Wagno Godez (Arapiraca, AL)
O Balido Interno, de Eder Deó (Caruaru, PE)
Mucunã, de Carol Correia (Recife, PE)
Carretéis, de Eudaldo Monção Jr (Itabaianinha, SE)
A Semente do Ler e Contar, de Edson Carvalho (Delmiro Gouveia, AL)
Mestras do Barro, de Evandro Lunardo (Caruaru, PE)
João do Pife de Caruaru, de Urbano Leafa (Caruaru, PE)
Um Dois Um: Crônicas de Homicídios, de Ana Calline (Campina Grande, PB)
Retorne Quando se Lembrar de Não Esquecer, de Vinicius Rios (Feira de Santana, BA)
A Solidão de Ana, de Renand Zovka (Caruaru, PE)

MOSTRA UNIVERSITÁRIA DE CURTA-METRAGEM:

As Mil e Uma Tardes no Hospital de Guarda-chuvas, de Maria Clara Mendes e Palloma Paulino (Caruaru, PE)
Dissonância, de Thiago Muniz (Caruaru, PE)
Galega da Cadisa, de Petryk Lucas e João Marcelo (Caruaru, PE)
Dança, de Virgínia Guimarães (Santa Cruz do Capibaribe, PE)
Devaneios, de Amanda Menezes (Caruaru, PE)
Remu, de Jonas dos Santos (Caruaru, PE)
Olhos Fechados, de Adeilton Antonio (Caruaru, PE)

MOSTRA ADOLESCINE DE CURTA-METRAGEM:

Cascudos, de Igor Barradas (Duque de Caxias, RJ)
Tarso, de Gerson Lopes e Bruno Kenzo (São Paulo, SP)
O Muro era Muito Alto, de Marcelo Marão (Rio de Janeiro, RJ)
Arani Tempo Furioso, de Roobertchay Rocha (Vitória, ES)
Lio, de Natan Ranieri (Campina Grande, PB)

MOSTRA INFANTIL DE CURTA-METRAGEM:

Sonhos da Isah, de João Ricardo (Gov. Celso Ramos , SC)
Vivi Lobo e o Quarto Mágico, de Isabelle Santos e Edu Camargo (Curitiba, PR)
Lily´s Hair, de Raphael Gustavo (Goiânia, GO)
Bicho do Mato, de Juliana Sanson (Curitiba, PR)

MOSTRA LATINO-AMERICANA DE CURTA-METRAGEM:

La Eternidad de Paula, de Dayana Gauthier (Venezuela)
3 Pies, de Giselle Geney (Colômbia)
Bano Publico, de Ruben Barrientos (Venezuela)
La Última Frontera, de Axel Nuñez (México)
La Culpa, de Jesus Alves (Argentina)
Al Caer El Sol, de Eliana Digiovani (Argentina)
Decir Adiós, de Alejandro Daza (Colômbia)

SESSÃO ESPECIAL CARUARU:

Seres, de Edvaldo Santos
Caru Beat – Batalha do Marco, de Maria Ferreira e Urbano Leafa
A Menina Banda, de Breno César
Sobre Viver, de Sergio Ferreira, Vinícius Miranda e Marlom Meirelles

Foto: Guilherme Raya.

Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, é selecionado para o 57º New York Film Festival

por: Cinevitor

bacuraunyffBárbara Colen em cena de Bacurau: filme brasileiro selecionado.

Conhecido como uma das principais portas de entrada para filmes de prestígio internacional no mercado norte-americano, o New York Film Festival acaba de anunciar os filmes selecionados para sua 57ª edição, que acontecerá entre os dias 27 de setembro e 13 de outubro.

Premiado no Festival de Cannes, Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, foi selecionado para a principal mostra do festival, a Main Slate. Será a première norte-americana do longa, que já tem distribuição comercial nos EUA e no Canadá. Além disso, duas coproduções brasileiras também estão na lista: O Traidor, de Marco Bellocchio, baseado na história real de Tommaso Buscetta, com com Pierfrancesco Favino e Maria Fernanda Cândido e produzido por Caio e Fabiano Gullane; e Wasp Network, de Olivier Assayas, produzido pela RT Features, de Rodrigo Teixeira, com Wagner Moura, Gael García Bernal e Penélope Cruz no elenco.

Neste ano, o filme de abertura será o aguardado O Irlandês, de Martin Scorsese, com Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci no elenco. Motherless Brooklyn, de Edward Norton, será o filme de encerramento. Esta edição, que exibirá longas de 17 países, tem o pôster assinado por Pedro Almodóvar, cujo filme Dor e Glória está na seleção.

Conheça os filmes selecionados para o NYFF 2019:

O Irlandês (The Irishman), de Martin Scorsese (filme de abertura) (EUA)
Marriage Story, de Noah Baumbach (Centerpiece) (EUA)
Motherless Brooklyn, de Edward Norton (filme de encerramento) (EUA)
Atlantics: A Ghost Love Story (Atlantique), de Mati Diop (França/Senegal/Bélgica)
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles (Brasil)
Beanpole (Dylda), de Kantemir Balagov (Rússia)
Fire Will Come (O que Arde), de Oliver Laxe (Espanha/França/Luxemburgo)
First Cow, de Kelly Reichardt (EUA)
A Girl Missing (Yokogao), de Koji Fukada (Japão)
I Was at Home, But… (Ich war zuhause, aber), de Angela Schanelec (Alemanha/Sérvia)
Liberté, de Albert Serra (França/Portugal/Espanha)
Martin Eden, de Pietro Marcello (Itália/França/Alemanha)
The Moneychanger (Así habló el cambista), de Federico Veiroj (Uruguai/Argentina/Alemanha)
Oh Mercy! (Roubaix, une lumière), de Arnaud Desplechin (França)
Dor e Glória, de Pedro Almodóvar (Espanha)
Parasite (Gisaengchung), de Bong Joon-ho (Coreia do Sul)
Retrato de uma Jovem em Chamas (Portrait de la jeune fille en feu), de Céline Sciamma (França)
Saturday Fiction, de Lou Ye (China)
Sibyl, de Justine Triet (França/Bélgica)
Synonymes, de Nadav Lapid (França/Israel/Alemanha)
To the Ends of the Earth (Tabi no Owari Sekai no Hajimari), de Kiyoshi Kurosawa (Japão/Uzbequistão/Qatar)
O Traidor (Il traditore), de Marco Bellocchio (Itália/França/Brasil/Alemanha)
Varda por Agnès, de Agnès Varda (França)
Vitalina Varela, de Pedro Costa (Portugal)
Wasp Network, de Olivier Assayas (França/Espanha/Bélgica/Brasil)
The Whistlers (La Gomera), de Corneliu Porumboiu (Romênia/França/Alemanha/Suécia)
The Wild Goose Lake (Nan Fang Che Zhan De Ju Hui), de Diao Yinan (China/França)
Young Ahmed (Le jeune Ahmed), de Jean-Pierre e Luc Dardenne (Bélgica/França)
Zombi Child, de Bertrand Bonello (França)

Foto: Victor Jucá.

Confira o trailer de A Família Addams; animação chega aos cinemas em outubro

por: Cinevitor

familiaaddamstrailerA família terá que enfrentar a ira da vizinhança.

A Universal Pictures acaba de divulgar o trailer inédito de A Família Addams, no original The Addams Family, em que Vandinha passa por um período de rebeldia na adolescência. Na prévia, ela desafia sua mãe, Mortícia, usando uma fivela em formato de unicórnio, algo que jamais seria aceitável em uma família tão excêntrica.

A bem sucedida Família Addams nasceu nos quadrinhos desenhados por Charles Addams, na década de 1930. Os personagens, que já foram vistos em séries de TV, filmes e até no teatro, chegam aos cinemas na animação dirigida por Conrad Vernon, de Shrek 2 e Greg Tiernan, de Festa da Salsicha.

O elenco original de dubladores da animação conta com Charlize Theron, Oscar Isaac, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Mikey Madison, Pom Klementieff, Catherine O’Hara, Aimee Garcia, Allison Janney, Nick Kroll, Martin Short, Maggie Wheeler, Bette Midler, Jenifer Lewis, Elsie Fisher, Snoop Dogg, Chelsea Frei, Tituss Burgess, entre outros.

Confira o trailer dublado de A Família Addams, que tem estreia marcada para o dia 31 de outubro:

Foto: Divulgação/Universal Pictures.