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Marieta Severo será homenageada no 25º Inffinito Film Festival

por: Cinevitor
Homenageada: em cena no filme Noites de Alface, de Zeca Ferreira.

A 25ª edição do Inffinito Film Festival, o maior e mais importante festival de cinema brasileiro realizado no exterior, acontecerá entre os dias 4 e 18 de setembro e terá Marieta Severo como homenageada com uma mostra especial dedicada à sua obra.

Seis filmes emblemáticos estrelados pela atriz serão exibidos no Brasil e em todo o território americano, de Porto Rico ao Alasca, entre eles, seu mais recente longa, recém-lançado nos cinemas brasileiros, em junho deste ano, Noites de Alface, de Zeca Ferreira. Vale lembrar que para assistir gratuitamente aos longas-metragens, será necessário fazer um cadastro simples na plataforma de streaming.

Marieta Severo foi a primeira convidada da primeira edição do Inffinito Film Festival, em 1997, e apresentou em Miami o então recém-lançado Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, de Carla Camurati, filme que marca a retomada do cinema brasileiro pós governo Collor. Agora, 25 anos depois, as diretoras da Inffinito, Adriana L. Dutra, Cláudia Dutra e Viviane Spinelli homenageiam a atriz, que tem em sua filmografia 34 longas-metragens: “A Marieta representa a força do cinema brasileiro. A força da retomada, simbolizada pelo filme Carlota Joaquina, e também a força feminina, com papeis tão marcantes e potentes. Pra gente, é uma honra levar a obra da Marieta para todos os Estados Unidos e também para o público brasileiro, numa mostra on-line gratuita”, disse Adriana L. Dutra.

Marieta Severo participará também de uma live, no dia 14 de setembro, às 20h, no Instagram oficial da Inffinito (clique aqui), e conversará com Adriana L. Dutra sobre a cultura no Brasil, sua vida, carreira e trajetória no cinema brasileiro nesses últimos 25 anos.

Conheça os filmes da Mostra Homenagem Marieta Severo, que ficarão disponíveis por 24 horas a partir das datas indicadas:

Vendo ou Alugo, de Betse de Paula (2013)
Data e horário de exibição: 5 de setembro, às 23h

Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, de Carla Camurati (1995)
Data e horário de exibição: 9 de setembro, às 23h

A Dona da História, de Daniel Filho (2004)
Data e horário de exibição: 10 de setembro, às 23h

Cazuza – O Tempo Não Pára, de Sandra Werneck e Walter Carvalho (2004)
Data e horário de exibição: 11 de setembro, às 23h

Noites de Alface, de Zeca Ferreira (2021)
Data e horário de exibição: 16 de setembro, às 23h

Com Licença, Eu Vou à Luta, de Lui Farias (1986)
Data e horário de exibição: 17 de setembro, às 23h

O Inffinito Film Festival terá uma extensa programação, em formato híbrido, com exibições de filmes e shows presenciais ao ar livre em Nova York e Miami e sessões de cinema on-line através do site oficial.

*Clique aqui e confira a lista completa com os selecionados para o Inffinito Film Festival 2021.

Foto: Divulgação/Afinal Filmes.

6º Festival Internacional de Cinema LGBTI+ exibirá curtas e longas na plataforma Sesc Digital

por: Cinevitor
Rory O’Neill no longa A Rainha da Irlanda, de Conor Horgan.

A sexta edição do Festival Internacional de Cinema LGBTI+ acontecerá entre os dias 2 e 8 de setembro na plataforma Sesc Digital (clique aqui) com exibição gratuita de 20 filmes, de 16 países, cuidadosamente selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+ através do cinema.

O público brasileiro poderá assistir onze longas e 9 curtas-metragens, de diversas nacionalidades e idiomas, todos com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a descoberta da própria identidade, a homofobia e transfobia, o amor entre idosos e a luta contra os convencionalismos sociais e culturais são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes deste ano.

A programação conta com títulos premiados, entre eles: Pequena Garota, de Sébastien Lifshitz, exibido no Festival de Berlim e eleito o melhor documentário francês pelo Sindicato de Críticos de Cinema da França; Uma Família Perfeitamente Normal, de Malou Reymann, premiado no Festival de Roterdã; Cocoon, de Leonie Kippendorf, indicado ao Teddy Award em Berlim; entre outros. Vale lembrar que alguns títulos possuem limite de visualização.

Além das exibições em streaming, no dia 8 de setembro, às 19h, o festival realizará um encontro on-line e ao vivo com representantes dos curtas brasileiros Os Últimos Românticos do Mundo, Inabitáveis e Marie, no canal do Festival Curta Brasília (clique aqui).

Por mais um ano, missões diplomáticas em Brasília se unem para produzir o festival e, por meio dele, embaixadas e instituições participantes reafirmam o seu compromisso com a igualdade e a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero. O evento é realizado pela Delegação da União Europeia e do Sesc São Paulo.

Desde junho de 2020, o CineSesc realiza a série Cinema #EmCasaComSesc, na plataforma Sesc Digital. A iniciativa de oferecer gratuitamente filmes em streaming reforça os aspectos que ancoram a ação institucional do Sesc São Paulo, garantindo o acesso a conteúdos da cultura a variados públicos. Com maior presença no ambiente on-line, o Sesc amplia sua ação de difusão cultural, de maneira acessível e permanente. O público ganha assim mais um espaço para contemplar, descobrir e redescobrir o cinema, a partir de grandes obras selecionadas, disponibilizadas online e gratuitamente. A curadoria do Cinema #EmCasaComSesc conta com a experiência do CineSesc, que segue fechado por conta da pandemia de Covid-19.

Confira a programação completa com os filmes selecionados do 6º Festival Internacional de Cinema LGBTI+:

2 a 4 de setembro (disponíveis por 48 horas)

Algo no Armário (Something in the Closet), de Nosa Eke (Reino Unido)
Beyto, de Gitta Gsell (Suíça)
Dia de Salão (Ladies Day), de Abena Taylor-Smith (Reino Unido)
Meu Nome é Violeta (Me llamo Violeta), de David Fernández e Marc Parramon (Espanha)
Um Outro Sonho (Another Dream), de Tamara Shogaolu (Holanda)

5 de setembro, às 20h (disponível por 24 horas)

Erik & Erika, de Reinhold Bilgeri (Áustria)

5 a 7 de setembro (disponíveis por 48 horas)

A Casa dos Homens (House of Boys), de Jean-Claude Schlim (Reino Unido)
A Rainha da Irlanda (The Queen of Ireland), de Conor Horgan (Irlanda)
Amores Livres (Amours Libres), de Emily Worms (Bélgica)
Cocoon (Kokon), de Leonie Kippendorf (Alemanha)
Meu Pai Marianne (Min pappa Marianne), de Mârten Klingberg (Suécia)
No Meu Caminho (On My Way), de Sonam Larcin (Bélgica)
Pequena Garota (Petite fille), de Sébastien Lifshitz (França)

6 a 8 de setembro (disponíveis por 48 horas)

Moroni para Presidente (Moroni for President), de Saila Huusko e Jasper Rischen (EUA)
Queer: Crianças da Favela, de Peter Serge Butko (República Checa)
Uma Família Perfeitamente Normal (En helt almindelig familie), de Malou Reymann (Dinamarca)
Zen Sobre o Gelo Sutil (Zen sul ghiaccio sottile), de Margherita Ferri (Itália)

MOSTRA PROVOCAÇÕES (2 a 8 de setembro)
*Corpos, memórias e afetos; em parceria com o Festival Curta Brasília

Inabitáveis, de Anderson Bardot (ES)
Marie, de Leo Tabosa (PE)
Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda (PE)

*O 6º Festival Internacional de Cinema LGBTI+ é coordenado pelas Embaixadas da Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia e produzido pelas embaixadas da Alemanha, Austrália, Áustria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Itália, Países Baixos e Suíça, assim como pelo British Council e pelo Wallonie – Bruxelles International no Brasil, em correalização da Delegação da União Europeia no Brasil e do Sesc São Paulo. Conta também com o apoio do Festival Curta Brasília e da UNAIDS.

Foto: Divulgação.

W. J. Solha será homenageado no 16º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

por: Cinevitor
O homenageado em cena de O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho.

O escritor, contista, roteirista, cordelista, produtor, dramaturgo, diretor, ator e artista plástico W. J. Solha será homenageado na 16ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que acontecerá entre os dias 9 e 15 de dezembro, em formato híbrido na rede Cinépolis, no Manaíra Shopping, em João Pessoa, e pela plataforma Aruanda Play.

Solha receberá o Troféu Aruanda pelo conjunto da obra e pela passagem de seus 80 anos em 2021. Sobre a decisão do festival pela homenagem, ele se pronunciou através de um texto enviado à produção do evento em que afirmou em tom bem-humorado: “Bom, é a primeira vez que faço oitenta anos e está cedo, ainda, pra dizer alguma coisa a respeito. Mas ao saber, através de Lúcio Vilar, dessa homenagem do Fest Aruanda, pela data, começo a pensar que tudo valeu a pena e, mais ainda, ir em frente. Caramba, como foi bom ver minha antiga cria literária A Canga virar o grande curta de Marcus Vilar e ser o velho camponês desesperado pela miséria, de seu filme!”.

Sobre o fato de ter sido dirigido por Kleber Mendonça Filho, reiterou a importância do filme, premiado e coroado pela crítica, além de outras experiências que precederam o longa-metragem pernambucano: “Que grande experiência ter participado, como rico empresário pernambucano, do elenco de O Som ao Redor, do Kleber Mendonça Filho! Como foi gostoso ter sido o dono do casarão do pai de Ariano Suassuna, no Antoninha, de Laércio Filho. Como valeu a pena ter produzido, com José Bezerra Filho e o povo de Pombal, o primeiro longa paraibano de ficção, O Salário da Morte, do Linduarte Noronha, em que fiz o papel de matador de aluguel, quando, na vida real, acabara de escapar de um!”, relatou.

Uma decisão difícil, segundo ele, ocorreu em 2010, de não mais “dar uma de ator”, da mesma forma que fora difícil, em 1988, deixar de fazer teatro e, em 2004, de pintar: “Mas, em retribuição a tudo e muito mais que devo à Paraíba, entrego-lhe, agora, como resultado dessa minha dedicação exclusiva aos livros, pela editora Arribaçã, de Cajazeiras, e esperando que esteja à altura da terra do Augusto dos Anjos, meu novo tratado poético-filosófico, 1/6 de Laranjas Mecânicas, Bananas de Dinamite. E que venham outros oitenta!”, exultou o homenageado

Solha tem vários romances, alguns premiados nacionalmente, como Israel Rêmora, A Batalha de Oliveiros e Relato de Prócula, além de vários poemas longos, dos quais o último, Vida Aberta, foi finalista do Jabuti, como teve sua História Universal da Angústia finalista em 2006, com prêmio da União Brasileira de Escritores, do Rio, do mesmo ano.

Além disso, o homenageado tem muitos quadros, entre os quais A Ceia, do Sindicato dos Bancários da Paraíba, e o painel Homenagem a Shakespeare, no auditório da reitoria da UFPB. Fez várias peças teatrais, entre as quais Papa-Rabo, baseada em Fogo Morto, de Zé Lins, grande sucesso de Fernando Teixeira. E mais: várias parcerias marcantes na área da música, dentre as quais Cantata pra Alagamar, de José Alberto Kaplan; a ópera armorial Dulcinéia e Trancoso, de Eli-Eri Moura; e Oratório Via-Sacra, de Ilza Nogueira.

Como ator teatral, foi Pilatos por três anos no Auto de Deus, de Everaldo Pontes e, na tela grande, obteve o prêmio de melhor ator coadjuvante pelos trabalhos nos longas Era Uma Vez Eu, Verônica, de Marcelo Gomes, no Festival de Brasília, e em O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, no Festival de Porto Alegre.

É lembrado também pelo curta A Canga, de Marcus Vilar, e a produção, com José Bezerra Filho e o povo de Pombal, do primeiro longa paraibano de ficção em 35 mm, O Salário da Morte, dirigido por Linduarte Noronha, em 1969. Em breve será lançado seu tratado poético-filosófico 1/6 de Laranjas Mecânicas, Bananas de Dinamite.

Vale lembrar que as inscrições para a 16ª edição do Fest Aruanda seguem abertas até 20 de setembro. Clique aqui e saiba mais.

Foto: Reprodução/YouTube.

Shorts México 2021: filmes brasileiros são selecionados

por: Cinevitor
Cena do curta O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader.

A 16ª edição do Shorts México – Festival Internacional de Cortometrajes de México acontecerá entre os dias 1 e 8 de setembro. Neste ano, filmes do mundo todo foram inscritos e a programação contará também com atividades paralelas, como concurso de roteiro e pitching.

Realizado na Cidade do México, desde 2006, e fundado por Jorge Magaña, o evento é certificado pela AMACC, Academia Mexicana de Artes e Ciências Cinematográficas; a direção de programação é assinada pelo produtor Isaac Basulto. O júri será formado por mais de 40 membros e alguns nomes já estão confirmados, como: a atriz Danae Reynaud, o ator Armando Espitia e o cineasta Rodrigo Ruiz Patterson.

Além de promover o cinema mexicano, com mostras temáticas e homenagens, o festival também apresenta produções de vários países. Nesta edição, filmes brasileiros, entre eles, dois amazonenses, se destacam em diversas categorias.

Conheça os curtas-metragens brasileiros selecionados para o 16º Shorts México:

A Terra em que Pisar, de Fáuston da Silva (DF)
Inabitável, de Enock Carvalho e Matheus Farias (PE)
Manaus Hot City, de Rafael Ramos (AM)
O Barco e o Rio, de Bernardo Ale Abinader (AM)
Prata, de Lucas Melo (RJ)
Same/Different/Both/Neither, de Adriana Barbosa e Fernanda Pessoa (SP/EUA)
Vagalumes, de Léo Bittencourt (RJ)

Foto: Divulgação.

Conheça os vencedores do 4º FestCine Pedra Azul

por: Cinevitor
Premiado: cena do curta Não me Esqueças, Me Ame para Sempre.

Foram anunciados neste domingo, 29/08, em uma cerimônia virtual, os vencedores da quarta edição do Fest Cine Pedra Azul – Festival Internacional de Cinema, que aconteceu, novamente, em formato on-line por conta da pandemia de Covid-19.

Neste ano, entre os longas-metragens, o pernambucano A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó, foi o grande vencedor com seis prêmios, entre eles, o de melhor filme e direção. Já entre os curtas, Não me Esqueças, Me Ame para Sempre, de Guilherme Andrade, foi consagrado em cinco categorias.

Com direção de Marcoz Gomez e produção executiva de Lucia Caus, o festival exibiu 37 filmes, entre longas e curtas-metragens, de diversos gêneros, além de webséries, que disputaram o Troféu Rota do Lagarto. O filme mais assistido desta edição foi o longa O Olhar de Edite, de Daniel Fagundes, com 814 espectadores.

O homenageado deste ano foi Paulo Betti, um dos atores mais talentosos do Brasil e que transita com versatilidade entre o teatro, o cinema e a televisão. Ao longo da carreira, participou de dezenas de filmes, novelas e espetáculos, além de vários trabalhos como diretor, tanto no cinema quanto no teatro.

Conheça os vencedores do 4º Fest Cine Pedra Azul:

MELHOR LONGA-METRAGEM
A Morte Habita à Noite, de Eduardo Morotó (PE)

MELHOR DIREÇÃO | LONGA-METRAGEM
Eduardo Morotó, por A Morte Habita à Noite, e Luan Cardoso, por Ménage

MELHOR ROTEIRO | LONGA-METRAGEM
A Morte Habita à Noite, escrito por Eduardo Morotó

MELHOR ATOR | LONGA-METRAGEM
Roney Villela, por A Morte Habita à Noite

MELHOR ATRIZ | LONGA-METRAGEM
Mariana Nunes, por A Morte Habita à Noite

MELHOR FOTOGRAFIA | LONGA-METRAGEM
A Morte Habita à Noite, por Marcelo Martins Santiago, e Ménage, por Luan Cardoso e Vinicius Duran

MELHOR CURTA-METRAGEM
Não me Esqueças, Me Ame para Sempre, de Guilherme Andrade (SP)

MELHOR DIREÇÃO | CURTA-METRAGEM
Guilherme Andrade, por Não me Esqueças, Me Ame para Sempre

MELHOR ROTEIRO | CURTA-METRAGEM
Não me Esqueças, Me Ame para Sempre, escrito por Guilherme Andrade

MELHOR ATOR | CURTA-METRAGEM
Erom Cordeiro, por Besta-Fera

MELHOR ATRIZ | CURTA-METRAGEM
Zezita Matos, Tuna Dwek e Fernanda Viacava, por Não me Esqueças, Me Ame para Sempre

MELHOR FOTOGRAFIA | CURTA-METRAGEM
Não me Esqueças, Me Ame para Sempre, por André Tashiro

MELHOR DOCUMENTÁRIO
É Capixaba, de Gustavo Marcolino (ES)

MELHOR LONGA-METRAGEM INTERNACIONAL
Items of Interest, de Scott Hellon (EUA)

MELHOR CURTA-METRAGEM INTERNACIONAL
Being Brave, de Joffre Faria Silva (Canadá)

MELHOR WEBSÉRIE
58 Segundos, de JJ Erenberg, Juliana Del Rosso (aka Jota Del Rosso), Bia Erenberg, Paula Weiss, Fernando Farias e Flavio Langoni (SP) e Valerianas, de Renan Amaral (RJ)

Foto: Kenzo Sanematsu.

Curta Kinoforum 2021: conheça os vencedores

por: Cinevitor
Grace Passô em República: prêmio de melhor curta brasileiro.

Foram anunciados neste sábado, 28/08, em uma cerimônia virtual apresentada pela jornalista Flavia Guerra, os vencedores da 32ª edição do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum.

Dirigido e protagonizado por Grace Passô, República foi eleito o melhor filme da Mostra Competitiva Brasil. No curta, um país em meio à quarentena de Covid-19 é retratado como um sonho que acabou. O júri justificou a premiação pela capacidade do curta em “dialogar com aspectos muito importantes de uma cinematografia necessária, e articular o experimento narrativo de maneira muitíssimo sofisticada, colocando em evidência aspectos que nos parecem impactantes do ponto de vista formal e discursivo, com o olhar muito afiado em seu jogo de cena”.

Formado pela produtora cultural e curadora Márcia Vaz, pelo cineasta Hilton Lacerda e por Ana Ventura Miranda, jornalista, produtora cultural e promotora artística portuguesa, o júri da competição outorgou uma Menção Honrosa para o curta mineiro 4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antônio Pereira. A obra mostra crianças fabulando diante de uma tela em branco e impressionou os jurados “pela delicadeza e precisão em sua escritura visual, pela construção da fantasia a partir de suas brechas, pela capacidade de investigar e mergulhar no universo sensível através do cinema, onde a vida parece sonho”.

Já o Prêmio Revelação, oferecido a cineastas com filmes realizados em escolas e cursos audiovisuais, foi conquistado por Kimberly Palermo, de Cenas da Infância. Trata-se de uma animação produzida na UFF, Universidade Federal Fluminense, que focaliza um jovem rato que vive a vida perfeita até que uma noite de insônia muda tudo. A realizadora recebeu, para a produção de um próximo curta-metragem, diárias de locação de equipamentos, serviços de finalização, edição de som, mixagem e dotação de R$ 5 mil.

O júri, que também levou em conta o argumento desse futuro título, foi formado pelo cineasta Arthur Freitas e pelos críticos Amanda Aouad e Marcus Mello. Eles assim justificaram a decisão: “Pelo surpreendente olhar sobre a infância e a perda da inocência, através de uma combinação inusitada entre erotismo, humor e delicadeza, fazendo uso da técnica da animação em stop motion para oferecer ao espectador uma representação explícita de comportamentos sexuais menos ortodoxos”.

Vale lembrar que a programação do 32º Curta Kinoforum, dirigido pela produtora cultural Zita Carvalhosa, continua até à meia-noite deste domingo, 29/08, com todos os filmes da programação disponíveis no site oficial (clique aqui). Na nova plataforma Itaú Cultural Play é exibida por quatro meses a primeira temporada de curtas vencedores das edições do Prêmio Revelação; já a Spcine Play mantém em cartaz, até 20/11, 13 títulos da programação deste ano do festival.

No canal da Kinoforum no YouTube ficam disponíveis os encontros promovidos pelo evento em 2021. As conversas tiveram foco na cultura indígena, a realização nas periferias, a influência da obra de Chris Marker e uma homenagem à montadora Vânia Debs, entre outros temas. Já no blog Crítica Curta estão resenhas de filmes e programas do 32º Curta Kinoforum, resultado de oficina de crítica cinematográfica coordenada pelo jornalista e crítico Thiago Stivaletti.

Conheça os vencedores do Curta Kinoforum 2021:

MOSTRA COMPETITIVA BRASIL
Melhor Filme: República, de Grace Passô (SP)
Menção Honrosa: 4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antônio Pereira (MG)

PRÊMIO REVELAÇÃO
Cenas da Infância, de Kimberly Palermo (RJ)

10+ BRASIL | VOTO DO PÚBLICO

Cenas da Infância, de Kimberly Palermo (RJ)
Céu de Agosto, de Jasmin Tenucci (SP)
Como Respirar Fora d’Água, de Júlia Fávero e Victoria Negreiros (SP)
Ela Luta, de Luiza Giuliani (SP)
Gilson, de Vitoria Di Bonesso (SP)
Hawalari, de Cássio Domingos (GO)
O Babado de Toinha, de Sérgio Bloch (RJ)
Pandelivery, de Guimel Salgado e Antonio Silva Matos (SP)
Seiva Bruta, de Gustavo Milan (AM/EUA)
Seremos Ouvidas, de Larissa Nepomuceno Moreira (PR)

10+ ESTRANGEIROS | VOTO DO PÚBLICO

A Felicidade do Motociclista Não Cabe em Seu Traje (Al Motociclista No Le Cabe La Felicidad En El Traje), de Gabriel Herrera (México)
Dentro (Inside), de Yann Chapotel (França)
Dustin, de Naïla Guiguet (França)
Escondido (Hide), de Daniel Gray (França/Canadá/Hungria)
Grab Them, de Morgane Dziurla-Petit (Suécia)
Ônibus Noturno (Night Bus), de Joe Hsieh (Taiwan)
Os Convidados (Los Invitados), de Valentina Arango Villalon (Chile)
Passarinho (Galchenok), de Marat Narimanov (Rússia)
Trânsito (Jam), de Brendan Canty (Irlanda)
Um Lugar de Veraneio (A Summer Place), de Alexandra Matheou (Grécia/França/Chipre)

DESTAQUE LGBTQIA+ | TROFÉU BORBOLETA DE OURO
Brasileiro: Você Já Tentou Olhar nos Meus Olhos?, de Tiago Felipe (PR)
Internacional: Chega pra Lá (Breaking Ground), de Inès Girihirwe (Ruanda)
Prêmio Especial: Hawalari, de Cássio Domingos (GO)

DESTAQUE ABCA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CINEMA DE ANIMAÇÃO | MELHOR ANIMAÇÃO | TROFÉU KAISER
Ônibus Noturno (Night Bus), de Joe Hsieh (Taiwan)
Menção Honrosa: Cicatrizes (Scars), de Alex Anna (Canadá/França)

PRÊMIO ABD – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTAS-METRAGISTAS
Mostra latino-americana: A Felicidade do Motociclista Não Cabe em Seu Traje (Al Motociclista No Le Cabe La Felicidad En El Traje), de Gabriel Herrera (México)
Mostra Limite: Abrir Monte, de Maria Rojas Arias (Colômbia/Portugal)
Menção Honrosa: Correspondência, de Carla Simón e Dominga Sotomayor (Chile/Espanha)

PRÊMIOS AQUISIÇÃO

Prêmio Canal Brasil: Pandelivery, de Guimel Salgado e Antonio Silva Matos (SP)
Prêmio Sesc TV | Mostra Internacional: Chega pra Lá (Breaking Ground), de Inès Girihirwe (Ruanda)
Prêmio Sesc TV | Mostra Brasil: Gilson, de Vitoria Di Bonesso (SP)
Prêmio Cardume: Gilson, de Vitoria Di Bonesso; 5 Fitas, de Heraldo de Deus e Vilma Carla Martins (BA); e Você Já Tentou Olhar nos Meus Olhos?, de Tiago Felipe (PR)
Prêmio Porta Curtas/Tamanduá: Acesso, de Julia Leite (SP), e Foi um Tempo de Poesia, de Petrus Cariry (CE)

Foto: Divulgação.

VI Cine Jardim: conheça os filmes premiados

por: Cinevitor
Cena do longa Casa, de Letícia Simões: premiado.

Foram anunciados neste sábado, 28/08, em uma cerimônia virtual, os vencedores da sexta edição do Cine Jardim – Festival Latino-americano de Cinema de Belo Jardim, que contou com dezenas de filmes na programação.

As atividades do festival, sediado originalmente na cidade de Belo Jardim, no interior pernambucano, começaram no dia 9 de agosto com oito oficinas voltadas ao audiovisual, em sua maioria remotas. Segundo Leo Tabosa, diretor do festival, “o Cine Jardim já faz parte do calendário cultural da cidade e, mesmo com as restrições impostas pela pandemia, a programação ofereceu experiências de cinema diversas para o público”.

O júri da Mostra Competitiva de longas-metragens brasileiros, formado pelo diretor e roteirista Allan Ribeiro, pelo cineasta e professor Bertrand Lira e pela atriz, roteirista e diretora Fernanda Chicolet, consagrou Sertânia, dirigido por Geraldo Sarno; a coprodução entre Bahia e Ceará recebeu quatro prêmios, entre eles, melhor filme. O longa pernambucano Casa, de Letícia Simões, saiu com os prêmios de melhor direção e melhor trilha sonora.

Já a Mostra Competitiva de curtas-metragens latino-americanos teve como jurados o diretor e roteirista Eduardo Mattos, a pesquisadora e produtora executiva Gabriela Saldanha e a atriz, curadora e produtora Majeca Angelucci. O troféu de melhor filme foi para animação pernambucana Nimbus, de Marcos Buccini, que também conquistou o Prêmio Edina Fujii no valor de R$ 6 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinária da empresa Naymovie. Outras sete obras dividiram os demais prêmios da competição. O Júri Jovem, formado por participantes da Oficina de Crítica de Cinema do festival, reconheceu o curta-metragem Cadeia Alimentar, de Raphael Medeiros, que recebeu também o Prêmio Mistika Post com R$ 4 mil em serviços de pós-produção.

Além das mostras principais, o VI Cine Jardim também organizou outros cinco programas paralelos. O Júri Oficial da Mostra Diversidade de Voos, que destaca filmes que contribuem para a humanização dos corpos trans em espaços de poder na nossa sociedade, foi formado pela atriz e performer Divina Núbia e pela realizadora audiovisual Mariana Luiza, que concederam o Troféu Roberta Gretchen Coppola de melhor curta-metragem para Piu Piu, de Alexandre Figueirôa. Para o Júri Popular, o destaque ficou com o paraibano Batom Vermelho Sangue, de R.B. Lima.

As mostras Rotas de Imigração, Voo Livre, Revoada e Passarinho foram avaliadas pelo público por meio de votação nas plataformas de exibição do Cine Jardim. Por fim, o Prêmio de Aquisição Elo Company, que se compromete a representar o filme comercialmente em território nacional pelo período de 12 meses, ficou com o curta-metragem mineiro Angela, de Marília Nogueira.

Conheça os vencedores do VI Cine Jardim – Festival Latino-americano de Cinema de Belo Jardim:

MOSTRA COMPETITIVA | LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor Filme: Sertânia, de Geraldo Sarno (BA/CE)
Prêmio Especial do Júri: A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla (SP)
Melhor Direção: Letícia Simões, por Casa
Melhor Atuação: Julio Adrião e Vertin Moura, por Sertânia
Melhor Imagem: Vil, Má, de Gustavo Vinagre (SP)
Melhor Roteiro: Vermelha, escrito por Getúlio Ribeiro
Melhor Montagem: Sertânia, por Renato Vallone
Melhor Trilha Sonora: Casa, por O Grivo
Melhor Concepção de Som: Sertânia, por Toninho Muricy
Melhor Filme | Júri Popular: A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla

MOSTRA COMPETITIVA | CURTAS-METRAGENS LATINO-AMERICANOS

Melhor Filme: Nimbus, de Marcos Buccini (PE)
Prêmio Especial do Júri: 23 Minutos, de Rodrigo Beetz e Wesley Figueiredo (MG)
Melhor Direção: Vinícius Eliziário, por Rebento
Melhor Atuação: Teuda Bara, por Angela
Melhor Imagem: Epirenov, de Alejandro Ariel Martin (Argentina)
Melhor Roteiro: Baile, escrito por Cíntia Domit Bittar
Melhor Montagem: Atordoado, Eu Permaneço Atento, por Lucas H. Rossi dos Santos
Melhor Concepção de Som: Ex-humanos, por Caio Domingues e Nicolau Domingues 
Melhor Filme | Júri Popular: Memórias de Quintal, de Lorena D’avila e Simony Leite Siqueira (ES)
Melhor Filme | Júri Jovem: Cadeia Alimentar, de Raphael Medeiros (RJ)

MOSTRA DIVERSIDADE DE VOOS

Melhor Filme | Júri Oficial: Piu Piu, de Alexandre Figueirôa (PE)
Melhor Filme | Júri Popular: Batom Vermelho Sangue, de R.B. Lima (PB)

JÚRI POPULAR | MOSTRAS PARALELAS

Mostra Rotas de Migração: Elevador, de Heleno Florentino (PB)
Mostra Voo Livre: Azul, de Tauana Uchôa (PE)
Mostra Revoada: Hoje Sou Felicidade, de João Luís e Tiago Aguiar (PE)
Mostra Passarinho: Vento Viajante, de Alunos do Projeto Animação Ambiental, Escolas Municipais de Icapuí (CE)

*Clique aqui e aqui e assista aos nossos programas especiais sobre o VI Cine Jardim no IGTV.

Foto: Divulgação/Pandora Filmes.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, com Tom Holland, ganha trailer e data de estreia

por: Cinevitor
Tom Holland: o super-herói amigo da vizinhança.

Dirigido por Jon Watts, dos dois primeiros filmes da franquia, De Volta Ao Lar e Longe de Casa, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa traz de volta Tom Holland como o amigão da vizinhança e Benedict Cumberbatch como Doutor Estranho.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, o herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Com estreia prevista nos cinemas brasileiros para o dia 16 de dezembro, o elenco conta também com Zendaya, Jon Favreau, Angourie Rice, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Willem Dafoe, Benedict Wong, Jamie Foxx e Alfred Molina.

Confira o trailer de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa:

Foto: Divulgação/Sony Pictures.

Prêmio Goya 2022: A Febre, de Maya Da-Rin, será o representante brasileiro no Oscar espanhol

por: Cinevitor
Regis Myrupu e Rosa Peixoto em cena.

A comissão de seleção formada pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais escolheu o filme A Febre, dirigido por Maya Da-Rin, para representar o Brasil na disputa por uma indicação na categoria de melhor filme ibero-americano da 36ª edição do Prêmio Goya (ou Premios Goya), evento realizado pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, que elege os melhores filmes e profissionais do cinema e é conhecido como o Oscar espanhol.

Escolhido a partir de uma lista com 15 longas-metragens inscritos, A Febre se destacou no Festival de Locarno com o prêmio de melhor ator para Regis Myrupu e também com o Prêmio FIPRESCI. Além disso, no Festival de Biarritz, na França, no Festival de Pingyao, na China, e no IndieLisboa, em Portugal, foi eleito o melhor longa. Também recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Chicago, cinco troféus no Festival de Brasília, entre eles, melhor filme, e duas estatuetas no Festival do Rio.

A trama acompanha a rotina de Justino, um indígena que trabalha como guarda de segurança no porto de Manaus, no Amazonas. Enquanto sua filha se prepara para ingressar na faculdade de medicina, em Brasília, Justino é dominado por uma febre misteriosa. Paralelamente, uma série de estranhos ataques a animais ganha destaque nos noticiários locais. No Brasil, o filme está disponível no catálogo da Netflix.

A comissão foi formada por Flávio R. Tambellini, produtor, diretor e sócio-fundador da Tambellini Filmes; Carlos Heli de Almeida, repórter e crítico de cinema; Jom Tob Azulay, produtor e diretor; Sabrina Fidalgo, diretora e roteirista; e Virgínia Cavendish, atriz, roteirista e produtora.

Presidente da comissão, Flávio R. Tambellini contou que a votação, realizada na manhã desta segunda-feira, 23/08, aconteceu em dois turnos: “A Febre é um filme sensível não apenas pela linguagem, como também pela temática indígena e amazônica, que tem hoje uma enorme relevância global”, disse em comunicado. O Prêmio Goya 2022 acontecerá no dia 12 de fevereiro.

Conheça os filmes que também estavam na disputa:

A Mulher da Luz Própria, de Sinai Sganzerla
Abraço, de DF Fiuza
Alice Júnior, de Gil Baroni
Aos Olhos de Ernesto, de Ana Luiza Azevedo
Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou, de Bárbara Paz
Boca de Ouro, de Daniel Filho
Cidade Pássaro, de Matias Mariani
M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, de Jeferson De
Mulher Oceano, de Djin Sganzerla
O Auto da Boa Mentira, de José Eduardo Belmonte
Pacarrete, de Allan Deberton
Se Arrependimento Matasse, de Lilia Moema
Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra
Três Verões, de Sandra Kogut

Foto: Divulgação.

Carro Rei, de Renata Pinheiro, é o grande vencedor do 49º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor
Cinema pernambucano: cinco prêmios para Carro Rei, de Renata Pinheiro.

Foram anunciados neste sábado, 21/08, no Palácio dos Festivais, em cerimônia apresentada por Marla Martins e Renata Boldrini, os vencedores da 49ª edição do Festival de Cinema de Gramado, que este ano, por conta da pandemia de Covid-19, foi realizado novamente pela TV e pela internet.

Carro Rei, da cineasta pernambucana Renata Pinheiro, foi eleito o melhor longa-metragem brasileiro deste ano pelo Júri Oficial. A produção levou também os kikitos de melhor trilha musical, direção de arte e desenho de som, além do Prêmio Especial do Júri para o ator Matheus Nachtergaele.

Neste ano, concorreram aos kikitos 14 filmes de curtas brasileiros, quatro de longas estrangeiros, três filmes de longas gaúchos e, por fim, sete filmes entre os longas brasileiros. Os concorrentes em cada categoria são indicados pelos próprios filmes. Além dos troféus, os vencedores ainda receberam premiação em dinheiro. 

Dirigido por Diego Benevides, o curta paraibano A Fome de Lázaro, foi consagrado com dois kikitos, entre eles, o de melhor filme. Além disso, o cinema da Paraíba também se destacou com Animais na Pista, de Otto Cabral, que levou dois prêmios. A produção paulista Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo, saiu da premiação com quatro kikitos, entre eles, o de melhor direção e melhor filme pelo Júri da Crítica.

Entre os longas estrangeiros, La teoría de los vidrios rotos, de Diego Fernández Pujol, uma coprodução entre Uruguai, Brasil e Argentina, foi eleita o melhor filme pelo Júri Oficial e popular. Na mostra de longas gaúchos, o documentário Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez, venceu na categoria de melhor filme.

Outro destaque da noite foi o diretor de fotografia Bruno Polidoro premiado duas vezes: na mostra de longas brasileiros por A Primeira Morte de Joana, de Cristiane Oliveira; e na mostra de longas gaúchos por A Colmeia, de Gilson Vargas

Exibidor oficial do Festival de Cinema de Gramado, o Canal Brasil escolhe o melhor curta-metragem brasileiro em competição para receber o Prêmio Canal Brasil de Curtas, no valor de R$ 15 mil e ainda a exibição do filme na programação do canal; neste ano, o premiado foi o cearense A Beleza de Rose, de Natal Portela. O júri contou com Ivonete Pinto, Luiz Zanin, Maria Do Rosário Caetano, Mônica Kanitz e Robledo Milani.

Com exceção dos longas estrangeiros, todos os melhores filmes de cada mostra foram reconhecidos pelo Prêmio Edina Fujii, que oferece premiação em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinária da empresa NAYMOVIE.

Durante a cerimônia, que contou também com a banda local Jazz Cinnamon, o festival apresentou uma homenagem a todos os realizadores do audiovisual brasileiro em um videoclipe com imagens de bastidores e grandes cenas do cinema com locução do ator Lázaro Ramos.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Gramado 2021:

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor Filme: Carro Rei, de Renata Pinheiro (PE)
Melhor Direção: Aly Muritiba, por Jesus Kid
Melhor Ator: Nando Cunha, por O Novelo
Melhor Atriz: Gloria Pires, por A Suspeita
Melhor Roteiro: Jesus Kid, escrito por Aly Muritiba
Melhor Fotografia: A Primeira Morte de Joana, por Bruno Polidoro
Melhor Montagem: A Primeira Morte de Joana, por Tula Anagnostopoulos
Melhor Trilha Musical: Carro Rei, por DJ Dolores
Melhor Direção de Arte: Carro Rei, por Karen Araújo
Melhor Atriz Coadjuvante: Bianca Byington, por Homem Onça
Melhor Ator Coadjuvante: Leandro Daniel Colombo, por Jesus Kid
Melhor Desenho de Som: Carro Rei, por Guile Martins
Prêmio Especial do Júri: Matheus Nachtergaele, por Carro Rei
Menção Honrosa: Isabél Zuaa e elenco infantil (Fernando Lufer, Michel Gomes, Victor Alves, Kaik Pereira, Pedro Guilherme e Caio Patricio), de O Novelo
Melhor Filme | Júri da Crítica: A Primeira Morte de Joana, de Cristiane Oliveira (RS)
Melhor Filme | Júri Popular: O Novelo, de Claudia Pinheiro (SP)

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS

Melhor Filme: La teoría de los vidrios rotos, de Diego Fernández Pujol (Uruguai/Brasil/Argentina)
Prêmio Especial do Júri: Planta permanente, de Ezequiel Radusky (Argentina/Uruguai)
Melhor Filme | Júri da Crítica: Planta permanente, de Ezequiel Radusky
Melhor Filme | Júri Popular: La teoría de los vidrios rotos, de Diego Fernández Pujol (Uruguai/Brasil/Argentina)

LONGAS-METRAGENS GAÚCHOS

Melhor Filme: Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez (Porto Alegre)
Melhor Direção: Gilson Vargas, por A Colmeia
Melhor Ator: João Pedro Prates, por A Colmeia
Melhor Atriz: Luciana Renatha, Alexia Kobayashi e Veronica Challfom, por Extermínio
Melhor Roteiro: Cavalo de Santo, por Carlos Eduardo Caramez
Melhor Fotografia: A Colmeia, por Bruno Polidoro
Melhor Direção de Arte: A Colmeia, por Gilka Vargas e Iara Noemi
Melhor Montagem: Extermínio, por Joana Bernardes e Mirela Kruel
Melhor Desenho de Som: A Colmeia, por Gabriela Bervian
Melhor Trilha Musical: Cavalo de Santo, por Cânticos sagrados dos Orixás preservados nos terreiros gaúchos e Alabê Ôni
Melhor Filme | Júri Popular: Cavalo de Santo, de Mirian Fichtner e Carlos Caramez

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS

Melhor Filme: A Fome de Lázaro, de Diego Benevides (PB)
Melhor Direção: Fabio Rodrigo, por Entre Nós e o Mundo
Melhor Ator: Lucas Galvino, por Fotos Privadas
Melhor Atriz: Tieta Macau, por Quanto Pesa
Melhor Roteiro: Fotos Privadas, por Marcelo Grabowsky, Aline Portugal e Manoela Sawitzki
Melhor Fotografia: Animais na Pista, por Rodolpho de Barros
Melhor Montagem: Entre Nós e o Mundo, por Caroline Neves
Melhor Trilha Musical: Animais na Pista, por Eli-Eri Moura
Melhor Direção de Arte: A Fome de Lázaro, por Torquato Joel
Melhor Desenho de Som: Quanto Pesa, por Breno Nina
Prêmio Especial do Júri: Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo (SP)
Melhor Filme | Júri da Crítica: Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo
Melhor Filme | Júri Popular: Desvirtude, de Gautier Lee (RS)
Prêmio Canal Brasil: A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)
Menção Honrosa: A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)

Prêmio Leonardo Machado: Sirmar Antunes
Prêmio Novas Façanhas: Festival de Cinema Estudantil de Guaíba, Coletivo Mbyá | Guarani de Cinema e APTC RS – Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos

*Clique aqui e confira os vencedores da Mostra Gaúcha de Curtas.
*Clique aqui e confira a lista completa com o time de jurados desta edição.

Foto: Edison Vara/Ag. Pressphoto.

49º Festival de Cinema de Gramado: conheça os vencedores da Mostra Gaúcha de Curtas

por: Cinevitor
Desvirtude, de Gautier Lee: quatro prêmios.

Foram anunciados na tarde deste sábado, 21/08, os vencedores do Prêmio Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas da 49ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O filme Desvirtude, de Gautier Lee, foi consagrado com quatro prêmios, entre eles, melhor filme e melhor direção.

O curta traz um forte roteiro sobre racismo ao contar a história de Kenia, uma menina negra, estudante de jornalismo que, após ser agredida durante uma atividade na universidade, tem de lidar com repercussões e retaliações de seu caso: “Eu nem sei o que dizer, estou dividida entre chorar, rir, pensar e falar. Quero aproveitar esse espaço para agradecer a toda nossa equipe que pilhou fazer esse projeto sem nenhum centavo. Eu gastei um total de R$ 17 para comprar uma base para a nossa atriz, é um curta de dezessete reais”, falou emocionada a diretora do filme, Gautier Lee, virtualmente ao vivo na cerimônia.

Ela lembrou ainda que o prêmio vem em um momento muito triste para a equipe, especialmente para o produtor Jéferson Silva, que recentemente passou por um episódio de racismo em um shopping quando foi parado no banheiro e teve uma arma apontada: “É uma honra estar aqui, um baita privilégio poder fazer cinema nesse cenário que temos no Brasil tanto político, econômico, social e sanitário. Estar aqui é um baita privilégio e não quero nunca esquecer disso e quero que isso deixe de ser um privilégio. Quero que fazer cinema seja algo fácil, bem remunerado, que a gente não precise trabalhar em outras coisas pra poder pagar as nossas contas e viver com decência e conforto”, afirmou a diretora. Desvirtude também foi selecionado para competir entre os curtas-metragens brasileiros

O filme Eu Não Sou um Robô, de Gabriela Lamas, que trata do tema da robotização das pessoas, também foi destaque na mostra deste ano, garantindo quatro prêmios, entre eles, melhor roteiro e melhor filme segundo o Júri da Crítica. O Júri Oficial dos curtas-metragens gaúchos foi formado por: Danielle Bertolini da Silva, diretora, roteirista e produtora executiva; Fernando Alves Pinto, ator; Humberto Pereira da Silva, professor e crítico de cinema; e Nathália Tereza, roteirista, diretora e fotógrafa.

A cerimônia teve participação dos músicos da região de Gramado, Ástrid Godoi no vocal e Felipe Saul na guitarra com intervenções ao vivo. O Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcho de Curtas é uma promoção da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, realizado há 18 anos em parceria com a Prefeitura Municipal de Gramado, firmada por meio de Termo de Acordo de Mútua Colaboração, com a interveniência da Gramadotur.

Conheça os vencedores da Mostra Gaúcha de Curtas 2021:

Melhor Filme: Desvirtude, de Gautier Lee (Porto Alegre)
Melhor Direção: Gautier Lee, por Desvirtude
Melhor Roteiro: Eu Não Sou um Robô, escrito por Felipe Yurgel, Gabriela Lamas e Maurilio Almeida
Melhor Ator: Álvaro Rosacosta, por Rufus
Melhor Atriz: Evellyn Santos, por Desvirtude
Melhor Fotografia: Eu Não Sou um Robô, por Lívia Pasqual
Melhor Montagem: Desvirtude, por Gabriel Borges
Melhor Direção de Arte: Eu Não Sou um Robô, por Gabriela Lamas
Melhor Trilha Sonora: Noite Macabra, por Renan Franzen
Melhor Desenho de Som: Um Dia de Primavera, por Kiko Ferraz e Chrístian Vaisz
Melhor Produção Executiva: Era Uma Vez uma Princesa, por Álvaro Rosa Costa, Carmem Fernandes, Fernanda Kern, Laura Cohen, Lisiane Cohen e Maurício Borges de Medeiros
Melhor Filme | Júri da Crítica: Eu Não Sou um Robô, de Gabriela Lamas
Menção Honrosa: Rota, de Mariani Ferreira

Foto: Edison Vara/Ag. Pressphoto.

Curta Caicó 2021: conheça os filmes selecionados

por: Cinevitor
Dan Ferreira e Danilo Mesquita no curta baiano Sobre Nossas Cabeças.

Foram revelados neste sábado, 21/08, os filmes selecionados para as mostras competitivas e paralelas da quarta edição do Curta Caicó, que acontecerá entre os dias 6 e 12 de setembro, em formato on-line. O anúncio foi realizado em uma live transmitida no YouTube do festival e apresentada por Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR.

Ao todo, serão exibidos 88 filmes divididos em mostras como Nacional, Potiguar, Seridó e Nordeste. O festival também contará com mostras paralelas temáticas que homenageiam antigos cinemas de Caicó: Cine Alvorada (curtas fantásticos e futuristas), Cine Pax (diversidade), Cine Rio Branco (animação) e Cine São Francisco (filmes universitários). Haverá também uma Sessão Especial, com curtas que dialogam com a linguagem audiovisual. Realizado no interior do Rio Grande do Norte, o festival vem se consolidando como uma importante vitrine de exibição e fomento ao cinema nacional.

A curadoria foi formada pelos cineastas paraibanos Torquato Joel e Ed Júnior e pela jornalista pernambucana Priscila Urpia, responsáveis pela seleção potiguar. A curadoria nacional foi formada pelos realizadores Fagner de Oliveira, Joana Fernandes e Bucka Dantas.

Torquato Joel, que integrou a curadoria potiguar, destacou o volume muito expressivo de inscritos de todos os recantos do estado: “O que norteou a comissão para a seleção foram as obras que apresentam excelências na narrativa e na estética no trato com a linguagem”.

O cineasta potiguar Bucka Dantas, que integrou a curadoria nacional, destacou a qualidade do cinema nacional de curta-metragem: “Um nível de excelência altíssimo. Foi um trabalho muito difícil de ser feito. Como eu penso como realizador, entendo que só o esforço empreendido por todas as equipes para realização dos filmes já os habilitaria para as mostras. Contudo, como era preciso fazer uma seleção, os finalistas foram definidos por critérios técnicos. Estou feliz e honrado em participar dessa curadoria. Vida longa ao Curta Caicó”, celebrou.

Toda a programação do festival é gratuita e os filmes concorrem a vários prêmios especiais, como: Prêmio de Aquisição Elo Company, Prêmio Mistika, Prêmio Cardume e Prêmio do Centro Técnico Audiovisual. Haverá também o Prêmio da Crítica, concedido pela ACCiRN, Associação de Críticas do Cinema do Rio Grande do Norte. O público também escolherá os vencedores do júri popular mediante cadastro básico no site oficial.

Conheça os filmes selecionados para o 4º Curta Caicó:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL

Cura-me, de Eduardo Varandas Araruna (PB)
De Mim para Você, de Rodrigo Peres (DF)
Debaixo do guarda-chuva pra ser resistência, de Vini Poffo (SC)
E Agora Você, de Edson Lemos Akatoy (PB)
Elemento Suspeito, de Gustavo Paixão (SP)
Em Quadro, de Luiza Campos (SP)
Fragmentos ao Vento: 1945, de Ulisses Da Motta (RS)
Hipopótamo, de Taulan Cesco (SC)
Inabitável, de Matheus Farias e Enock Carvalho (PE)
Jamary, de Begê Muniz (AM)
Joana, de Pattrícia de Aquino (PB)
Pavilhão 21, de Victor Oliver (RJ)
Reexisto, de Lethicia Galo e Rodrigo Campos (SP)
Tom, de Felippe Steffens (RS)

MOSTRA COMPETITIVA POTIGUAR

A Terra me Disse, de Pedro Medeiros (RN)
Bambelô Cajueiro Abalo, de Maria Marhé (RN)
Dias Felizes, de André Santos (RN)
Hashtag, de Kell Allen (RN)
LEE, de Diego Costta (RN)
Mães Solo: Empoderamento e Resiliência, de Fernanda Freitas (RN)
Mais um João, de Athos Muniz (RN)
Nocaute, de João Marcelino (RN)
O Cangaço Vive, de Fabiano Morais (RN)
Santa Luzia: Retratos de Fé, de Wigna Ribeiro (RN)
Sob as Luzes Dessa Avenida, de Doc Câmara (RN)
Somente Após o Descanso, de Sihan Felix (RN)
Terreiro de Cinema, de Rodrigo Sena (RN)
Transetropical, de João Ricardo Paulino (RN)
Vai Melhorar, de Pedro Fiuza (RN)

MOSTRA SERIDÓ

A Estatística, de Cielio Oliveira (RN)
Cadeira na Área, de Mara Macêdo (RN)
Cores da Resistência, de Hylka Raquel Lucena (RN)
Corpos (In)Visíveis: entre o lixão e o Frei Damião, de Jailson Valentim dos Santos (RN)
Fole, de Lourival Andrade (RN)
O Photographo Zézelino, de Damião Paz, Henrique José e Meysa Medeiros (RN)
Propósito, de Adriano Dantas (RN)
Um Ensaio do Futuro, de João Pedro Vieira (RN)

MOSTRA NORDESTE

A Beleza de Rose, de Natal Portela (CE)
A Pontualidade dos Tubarões, de Raysa Prado (PB)
Distopia, de Lilih Curi (BA)
Memórias Submersas, de William Tenório (PE)
Nossas Mãos são Sagradas, de Júlia Morim (PE)
Remoinho, de Tiago A. Neves (PB)
Tambor ou Bola, de Sérgio Onofre (AL)
Vaudeville, de Elcio Verçosa Filho (AL)

MOSTRA CINE ALVORADA

4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antônio Pereira (MG)
Introdução aos Estudos Oníricos, de Amanda Pontes (CE)
Janaína-sem-Cabeça, de Bruna Schelb Corrêa (MG)
O Jardim Fantástico, de Fábio Baldo e Tico Dias (SP)
O Prazer de Matar Insetos, de Leonardo Martinelli (RJ)
Sobre Nossas Cabeças, de Susan Kalik e Thiago Gomes (BA)
Vitorianna, de Gabriela Capello Barroso (RJ)
Womaneater, de Paula Pardillos (RN)

MOSTRA CINE PAX

Eu Te Amo, Bressan, de Gabriel Borges (PR)
Janelas Daqui, de Luciano Vidigal e Arthur Sherman (RJ)
Não Moro Mais em Mim, de Bruna Guido e Vitor Celso (PB)
Neguinho, de Marçal Vianna (RJ)
Rio das Almas e Negras Memórias, de Taize Inácia e Thaynara Rezende (GO)
Sabrina, de Jéssica Barreto (SP)
Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)
Soccer Boys, de Carlos Guilherme Vogel (RJ)

MOSTRA CINE RIO BRANCO

Às moscas, de Wayner Tristão (BA)
Como um Peixe Fora D’água, de Arthur Lombriga (BA)
Mãtãnãg, A Encantada, de Shawara Maxakali e Charles Bicalho (MG)
Missão Berço Esplêndido, de Joel Caetano (SP)
Nós, de David Francisco dos Santos (RJ)
O Homem das Gavetas, de Duda Rodrigues (SP)
Quarentena, de Emerson Wiskow (RS)
Um Dia Frio, de Victor Percy Nadolny Eloy (PR)

MOSTRA CINE SÃO FRANCISCO

Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud e Lucas H. Rossi dos Santos (RJ)
Elos Positivos, de Eduardo Oliveira (SP)
Era Você Naquele Dia, de Carol Duarte (RJ)
ÎANDÊ YBY (Nós somos a terra tupinambá), de Ariane Santana, Gabriel Alves e Júlio César Rodrigues (BA)
Playlist, de Pedro Melo (PE)
Supremacia da Fumaça, de Marcelo Mendes Gomes (ES)
Tela Preta, de Erik Ely (GO)
Um Breve Estado de Ser Humano, de Lucas Calegari Bastos (RS)

SESSÃO ESPECIAL

A Bondade dos Estranhos ou (Narração curta a partir de uma experiência pessoal), de Eudaldo Monção Jr (BA)
A Praga do Cinema Brasileiro, de Zefel Coff e William Alves (DF)
Cabeça de Luz, de Carito Cavalcanti e Fernando Suassuna (RN)
Cine Aurélio, de Kennel Rogis (PE)
Cinema Mudo, de Melo Viana (PR)
Lua, de Fabio Salvador (SP)
Mihe’aka Voxené: Simoné Veyopé Ûti! (Abre Caminho: nossas câmeras chegaram!), de Raylson C. Costa (MS)
Nu Escuru, de Guilherme Telli (SP)
O Colecionador, de Christian Jafas, Felipe Davson, Tiago Bravo Quintes e Vinícius A. Carvalho (RJ)
Zero, de Sacha Bali (RJ)

Foto: Divulgação.