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Conheça os vencedores do 28º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo

por: Cinevitor

torrekinoforumCena da animação Torre, de Nadia Mangolini: premiada.

Foram anunciados nesta sexta-feira, 01/09, na Cinemateca Brasileira, os vencedores do 28º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum que teve início em 23 de agosto e segue até domingo, 03/09, na capital paulista. Dirigido por Zita Carvalhosa e organizado pela Associação Cultural Kinoforum, o evento não tem caráter competitivo e conta com apoiadores e colaboradores na distribuição de diferentes prêmios e troféus para os realizadores participantes.

O Prêmio Revelação, que tem como objetivo incentivar os jovens talentos do audiovisual brasileiro em sua próxima produção, da gravação até a finalização de um curta-metragem de até 15 minutos, foi entregue para o curta Retratos para Você, de Pedro Nishi.

Torre, de Nadia Mangolini, recebeu o Prêmio Canal Brasil no valor de quinze mil reais, escolhido entre os 10 favoritos do público da Mostra Brasil por um júri de jornalistas e críticos convidados, que, neste ano, contou com: Edu Fernandes, da Revista Preview; Neusa Barbosa, do site Cineweb; Marina Capretti, do site Super Cinema UP; Flavia Guerra, do TelaTela; e Vitor Búrigo, aqui do CINEVITOR.

Conheça os vencedores do 28º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo:

PRÊMIO REVELAÇÃO:
Retratos para Você, de Pedro Nishi (SP)

PRÊMIO ITAMARATY:
Luiza, de Caio Baú (PR)

Prêmios de aquisição:

PRÊMIO CANAL BRASIL DE INCENTIVO AO CURTA-METRAGEM:
Torre, de Nadia Mangolini (SP)

PRÊMIOS SESCTV PARA NOVOS TALENTOS:
Nacional: A Gis, de Thiago Carvalhaes (SP)
Internacional: Onde o Eufrates e o Sava Correm Juntos, de Andreas Muggli (Suíça)

PRÊMIO AQUISIÇÃO TV CULTURA:
Que Tal a Vida, Camaradas?, de Luis Felipe Labaki (SP)

PRÊMIO CANAL CURTA! E PORTA CURTAS:
De Tanto Olhar o Céu Gastei Meus Olhos, de Nathalia Tereza (PR)

PRÊMIO AQUISIÇÃO CURTAS TNT:
O Espírito do Bosque, de Carla Saavedra (SP)

Prêmio de incentivo a projetos em desenvolvimento:

PRÊMIO TNT LABEX | CURTA KINOFORUM:
Mata Grande, de Severino Neto

Troféus e destaques:

MENÇÃO HONROSA TV CULTURA PARA NOVOS OLHARES:
Mais uma Dona Maria, de João Vitor Guimarães (SP)
No Caminho da Escola, de Beatriz Lidenberg (ES)

DESTAQUE LGBT | TROFÉU BORBOLETA DE OURO:
Nacional: Vando Vulgo Vedita, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus (CE)
Internacional: Periquita, de Renata Gasiorowska (Polônia)
Prêmio Especial | Atriz: Roberta Gretchen, por Vaca Profana (SP)

DESTAQUE ABCA PARA MELHOR ANIMADOR:
Torre, de Nadia Mangolini (SP)

FAVORITOS DO PÚBLICO | BRASILEIROS:
A Gis, de Thiago Carvalhaes (SP)
A Passagem do Cometa, de Juliana Rojas (SP)
Autopsia, de Mariana Barreiros (RJ)
Borá, de Angelo Defanti (RJ)
Demônia – Melodrama em 3 Atos, de Cainan Baladez e Fernanda Chicolet (SP)
Kappa Crucis, de João Borges (MG)
Pele Suja Minha Carne, de Bruno Ribeiro (RJ)
Procura-se Irenice, de Thiago Mendonça e Marco Escrivão (SP)
Torre, de Nadia Mangolini (SP)
Vaca Profana, de René Guerra (SP)

FAVORITOS DO PÚBLICO | INTERNACIONAIS:
Estamos Bem Assim, de Mehdi M. Barsaoui (Tunísia)
Fofo, de Lee Filipovski (Sérvia/Canadá)
Genaro, de Jesus Reyes e Andrés Porras (Colômbia)
O Monopólio da Estupidez, de Hernán Velit (Peru)
Periquita, de Renata Gasiorowska (Polônia)
Retoque, de Kaveh Mazaheri (Irã)
Sábado Cinema, de Mamadou Dia (Senegal/EUA)
Sra. Mccutcheon, de John Sheedy (Austrália)
Valparaiso, de Carlo Sironi (Itália)
Wañuy, de Alejandro Roca Rey (Peru)

Foto: Divulgação.

Doze filmes brasileiros serão avaliados por curadora do Festival de Sundance 2018

por: Cinevitor

segredodavisundance1Nicolas Prattes em cena de O Segredo de Davi, dirigido por Diego Freitas.

O Programa Encontros com o Cinema Brasileiro, uma iniciativa conjunta da ANCINE e do Ministério das Relações Exteriores, traz ao Brasil os curadores dos principais festivais internacionais de cinema do mundo, para que possam conhecer filmes brasileiros de produção independente que estão sendo finalizados para suas estreias internacionais dentro do período de realização dos festivais.

Nesta semana, o programa divulgou os longas-metragens brasileiros selecionados pela curadora Heidi Zwicker, do Festival Sundance de Cinema, que acontecerá entre os dias 18 e 28 de janeiro de 2018, em Utah, nos Estados Unidos. A curadora tomou por base os teasers e as informações fornecidas pelos produtores nas inscrições desta 24ª edição do Programa para escolher os selecionados.

A representante do festival norte-americano assistirá aos doze filmes em sessões exclusivas entre os dias 18 e 22 de setembro, em Brasília. Segundo informações divulgadas pela ANCINE, durante sua estadia na capital federal, Heidi Zwicker também participará da 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Conheça os longas-metragens brasileiros selecionados pelo Festival de Sundance:

A Moça do Calendário, de Helena Ignez
A Última Chance, de Paulo Thiago
Açúcar, de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira
Ferrugem, de Aly Muritiba
Mata Negra, de Rodrigo Aragão
Meio Irmão, de Eliane Coster
O que resta, de Fernanda Teixeira
O Segredo de Davi, de Diego Freitas
Onde quer que Você Esteja, de Bel Bechara e Sandro Serpa
Sequestro Relâmpago, de Tata Amaral
Tungstênio, de Heitor Dhalia
Unicórnio, de Eduardo Nunes

O Programa Encontros com o Cinema Brasileiro tem com o objetivo aumentar a visibilidade do cinema nacional, investindo na aproximação das relações com os curadores dos principais festivais do mundo. A participação dos festivais em cada etapa do programa é definida levando em conta o calendário de cada um, para que os encontros aconteçam no período em que está efetivamente sendo feita a escolha dos filmes que integrarão sua programação. Em edições anteriores, já vieram ao Brasil curadores de festivais internacionais de cinema como os de Cannes, Veneza, Locarno, Toronto, Roterdã, Berlim, BAFICI, Havana e Roma.

Foto: Kaue Zilli.

Oscar 2018: 23 longas brasileiros disputam uma vaga entre os indicados ao prêmio de melhor filme estrangeiro

por: Cinevitor

comopaimincMaria Ribeiro e Felipe Rocha em Como Nossos Pais: na disputa!

O Ministério da Cultura (MinC) divulgou nesta sexta-feira, 01/09, a lista com os 23 filmes brasileiros inscritos para disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro na 90ª edição do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que acontecerá em março de 2018. As inscrições, abertas no dia 9 de agosto, se encerraram às 18h desta quinta-feira, 31/08, e o número de inscritos deste ano foi maior do que no ano passado, quando 16 longas foram habilitados.

O representante brasileiro será anunciado no dia 15 de setembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, pela comissão especial responsável pela seleção do filme, que neste ano, foi indicada pela Academia Brasileira de Cinema. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, decidiu passar para a sociedade civil a seleção da comissão que escolherá o indicado do Brasil. Este ano, a definição dos membros da comissão ficará a critério da Academia Brasileira de Cinema (ABC), entidade formada por mais de 200 profissionais da área cinematográfica nacional.

Conheça os 23 longas brasileiros inscritos neste ano:

A Família Dionti, de Alan Minas
A Glória e a Graça, de Flávio Ramos Tambellini
Bingo: O Rei das Manhãs, de Daniel Rezende
Café, um Dedo de Prosa, de Maurício Squarisi
Cidades Fantasmas, de Tyrell Spencer
Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky
Corpo Elétrico, de Marcelo Caetano
Divinas Divas, de Leandra Leal
Elis, de Hugo Prata
Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé
Fala Comigo, de Felipe Sholl
Gabriel e a Montanha, de Fellipe Barbosa
História Antes de uma História, de Wilson Lazaretti
Joaquim, de Marcelo Gomes
João, o Maestro, de Mauro Lima
La Vingança, de Fernando Fraiha
Malasartes e o Duelo com a Morte, de Paulo Morelli
O Filme da Minha Vida, de Selton Mello
Polícia Federal – A Lei é Para Todos, de Marcelo Antunez
Por Trás do Céu, de Caio Sóh
Quem é Primavera das Neves, de Ana Luiza Azevedo e Jorge Furtado
Real – O Plano por Trás da História, de Rodrigo Bittencourt
Vazante, de Daniela Thomas

No ano passado, o longa selecionado para disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro foi Pequeno Segredo, de David Schurmann. Nos últimos anos foram selecionados os seguintes longas: Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert; Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro; O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho; O Palhaço, de Selton Mello; Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro, de José Padilha; Lula, o Filho do Brasil, de Fabio Barreto; e Salve Geral, de Sérgio Rezende.

Foto: Priscila Prade.

Atômica

por: Cinevitor

atomicaposter2Atomic Blonde

Direção: David Leitch

Elenco: Charlize Theron, James McAvoy, Eddie Marsan, John Goodman, Toby Jones, James Faulkner, Roland Møller, Sofia Boutella, Bill Skarsgård, Sam Hargrave, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Til Schweiger, Barbara Sukowa, Attila C. Arpa, Martin Angerbauer, Lili Gesler, Sara Natasa Szonda, Declan Hannigan, Balazs Lengyel, Daniel Hargrave, Greg Rementer, Daniel Bernhardt, Cale Schultz, Balázs Veres.

Ano: 2017

Sinopse: Após a queda do muro de Berlim, a agente Lorraine Broughton, a mais assassina e brutal do MI6, é enviada à cidade para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival, e se envolve em um jogo letal de espiões. Baseado no graphic novel The Coldest City, assinado por Antony Johnston e ilustrado por Sam Hart.

Nota do CINEVITOR:

nota-3,5-estrelas

CINEVITOR #243: Entrevistas com Maria Ribeiro e Laís Bodanzky | Como Nossos Pais

por: Cinevitor

novalaismariaBastidores: atriz e diretora no set.

Selecionado para a mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano e consagrado como o grande campeão do 45º Festival de Cinema de Gramado, com seis kikitos, entre eles o de melhor filme, Como Nossos Pais, dirigido por Laís Bodanzky, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 31/08.

O longa conta a história de Rosa, interpretada por Maria Ribeiro, que se vê diante de conflitos existenciais quando precisa, ao mesmo tempo, cuidar de suas filhas, manter seus sonho e objetivos profissionais, enfrentar as dificuldades do casamento e lidar com uma relação conflituosa com sua mãe, Clarice, papel de Clarisse Abujamra.

Para falar mais sobre o filme, conversamos com a diretora e com a protagonista Maria Ribeiro nos bastidores do Festival de Gramado. Aperte o play e confira:

Foto: Divulgação.

Como Nossos Pais

por: Cinevitor

nossospaisposterDireção: Laís Bodanzky

Elenco: Maria Ribeiro, Paulo Vilhena, Clarisse Abujamra, Jorge Mautner, Felipe Rocha, Annalara Prates, Sophia Valverde, Cazé Peçanha, Herson Capri, Gilda Nomacce, Antonia Baudouin.

Ano: 2017

Sinopse: Rosa é uma mulher que quer ser perfeita em todas suas obrigações: como profissional, mãe, filha, esposa e amante. Quanto mais tenta acertar, mais tem a sensação de estar errando. Filha de intelectuais dos anos 1970 e mãe de duas meninas pré-adolescentes, ela se vê pressionada pelas duas gerações que exigem que ela seja engajada, moderna e onipresente, uma supermulher sem falhas nem vontades próprias. Rosa vê-se submergindo em culpa e fracassos, até que em um almoço de domingo, recebe uma notícia bombástica de sua mãe. A partir desse episódio, Rosa inicia uma redescoberta de si mesma.

Crítica do CINEVITOR: Desde seu primeiro minuto, Como Nossos Pais soa verdadeiro. Humano. Real. Tudo começa com uma típica situação familiar: parentes reunidos no quintal, esperando o almoço ao redor da mesa, dialogando, enquanto as crianças brincam. Porém, entre risos e descontração, começam os atritos. Em pouco tempo, cada personalidade vai sendo revelada e os laços afetivos vão sendo demonstrados. Uma trovoada causa a dispersão e com ela surgem revelações arrebatadoras que prometem transformar para sempre a vida de cada integrante daquele clã. A partir daqui, embarcamos na vida de Rosa, vivida brilhantemente por Maria Ribeiro. A atriz entrega a melhor atuação de sua carreira ao interpretar uma mulher contemporânea, casada e mãe de duas filhas. Seu casamento não está lá grandes coisas, sua vida profissional não a agrada e, além dessas e outras insatisfações, Rosa se sente pressionada socialmente e emocionalmente. Sente que precisa ser vista como uma Super Mulher, igual àquela da música de Jorge Mautner, que toca nos créditos finais do filme. Mas essa função de super-heroína também não lhe agrada. Há outros desejos e problemas a serem resolvidos. E é nesse turbilhão de emoções que Laís Bodanzky nos conduz. Em meio a tantas angústias e insatisfações, a diretora, que assina o roteiro ao lado de Luiz Bolognesi, apresenta dramas cotidianos com sutileza, sem apelar para o exagero melodramático. Laís retrata com naturalidade a vida como ela é, com personagens reais. Em Como Nossos Pais nada é forçado. Tudo que está em cena é crível e isso transporta o espectador para dentro daquela família. Mérito esse também estendido ao elenco: Maria Ribeiro imprime segurança e talento. Seu olhar muitas vezes fala mais do que qualquer palavra. Suas atitudes nos revelam uma mulher firme e determinada, ainda que atordoada por angústias. Suas lágrimas nos comovem e nos convencem. Sua fala muda de tom em segundos e seus diálogos ecoam por todos os lados e nos levam a devaneios profundos sobre nossas relações pessoais. Há também Clarisse Abujamra no elenco, um furacão em cena. No papel de mãe da protagonista, ela apresenta uma mulher com personalidade forte, sem papas na língua, que vive uma relação conflituosa com a filha. Entre elas, há faíscas por todos os cantos e também um amor velado, coberto por mágoas. E é desse relacionamento que Laís abre um leque de emoções e estrutura sua narrativa. Os homens do filme também merecem elogios: Paulo Vilhena se revela mais maduro em cena e Jorge Mautner diverte com seu carisma. Felipe Rocha, Herson Capri e até mesmo Cazé Peçanha, ex-VJ da MTV em uma pequena participação, completam esse entrosamento alinhado. Porém, Como Nossos Pais é das mulheres, sem desmerecer o trabalho deles. Mas, é o poder feminino que toma conta da telona com um discurso atual e empoderado. Aqui, fala-se de personagens contemporâneas, cúmplices e viscerais. Laís passa segurança e traz emoção com sensibilidade. Deixa claro que sabe o que está fazendo (e o faz muito bem), sabe o que quer mostrar, onde emocionar e conecta tudo com competência. É um filme de mulheres fortes, com diversas personas, que erram e acertam, com anseios, com desejos em ebulição prestes a explodirem e descarregarem todos os seus sentimentos com verdade, paixão e tesão. Há lágrimas, dúvidas, dedo na ferida, atritos, sorrisos, amor. Como Nossos Pais retrata conflitos cotidianos com uma linguagem universal. Fale-se de família, de trabalho, de amores, de filhos. Da vida: da minha, da sua, da Rosa, do seu vizinho. E é isso que lhe torna um filme tão comovente, tão precioso e tão afetuoso. (Vitor Búrigo)

*Filme assistido no 45º Festival de Cinema de Gramado.

Nota do CINEVITOR:

nota-5-estrelas

Com seis kikitos, Como Nossos Pais é o grande vencedor do 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

vencedoresgramado45Vencedores: equipe de Como Nossos Pais no palco.

Foram anunciados neste sábado, 27/08, no Palácio dos Festivais, os vencedores do 45º Festival de Cinema de Gramado. Dirigido por Laís Bodanzky, Como Nossos Pais se consagrou como o grande campeão da noite, com seis kikitos, entre eles o de melhor longa brasileiro.

As Duas Irenes, de Fabio Meira, também recebeu destaque, levando o prêmio de melhor filme do Júri da Crítica, melhor roteiro, melhor direção de arte e melhor ator coadjuvante para Marco Ricca; entre os estrangeiros, o argentino Sinfonía Para Ana, de Virna Molina e Ernesto Ardito recebeu o kikito de melhor filme.

Confira a lista completa com os vencedores do Festival de Gramado 2017:

LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

Melhor Desenho de Som: Bio, por Augusto Stern e Fernando Efron
Melhor Atriz Coadjuvante: Clarisse Abujamra, por Como Nossos Pais
Melhor Ator Coadjuvante: Marco Ricca, por As Duas Irenes
Melhor Trilha Musical: O Matador, por Ed Côrtes
Melhor Direção de Arte: As Duas Irenes, por Fernanda Carlucci
Melhor Montagem: Como Nossos Pais, por Rodrigo Menecucci
Melhor Fotografia: O Matador, por Fabrício Tadeu
Melhor Roteiro: As Duas Irenes, escrito por Fabio Meira
Melhor Atriz: Maria Ribeiro, por Como Nossos Pais
Melhor Ator: Paulo Vilhena, por Como Nossos Pais
Melhor Filme | Júri Popular: Bio, dirigido por Carlos Gerbase
Melhor Direção: Laís Bodanzky, por Como Nossos Pais
Melhor Filme: Como Nossos Pais, dirigido por Laís Bodanzky
Prêmio Especial do Júri: Carlos Gerbase, pela direção dos 39 atores e atrizes em Bio
Prêmio Especial do Júri | Troféu Cidade de Gramado: Paulo Betti e Eliane Giardini, pela contribuição à arte dramática no teatro, televisão e cinema brasileiros

CURTAS-METRAGENS BRASILEIROS:

Melhor Desenho de Som: Caminho dos Gigantes, por Fernando Henna e Daniel Turini
Melhor Trilha Musical: O Violeiro Fantasma, por Dênio de Paula
Melhor Direção de Arte: O Violeiro Fantasma, por Wesley Rodrigues
Melhor Montagem: A Gis, por Beatriz Pomar
Melhor Fotografia: Telentrega, por Pedro Rocha
Melhor Roteiro: Postergados, escrito por Carolina Markowicz
Melhor Atriz: Sofia Brandão, por O Espírito do Bosque
Melhor Ator: Nando Cunha, por Telentrega
Prêmio Especial do Júri: Cabelo Bom, de Swahili Vidal e Claudia Alves
Melhor Filme | Júri Popular: A Gis, de Thiago Carvalhaes
Melhor Direção: Calí dos Anjos, por Tailor
Melhor Filme: A Gis, de Thiago Carvalhaes
Prêmio Aquisição Canal Brasil: O Quebra-Cabeça de Sara, de Allan Ribeiro
Prêmio Canadá 150 de Jovens Cineastas: Calí dos Anjos, por Tailor

LONGAS-METRAGENS ESTRANGEIROS:

Melhor Fotografia: Sinfonía Para Ana, por Fernando Molina
Melhor Roteiro: La Última Tarde, escrito por Joel Calero
Melhor Atriz: Katerina D’Onofrio, por La Última Tarde
Melhor Ator: Juan Grandinetti e Agustín Pardella, por Pinamar
Melhor Filme | Júri Popular: Mirando al Cielo, dirigido por Guzman García
Melhor Direção: Federico Godfrid, por Pinamar
Melhor Filme: Sinfonía Para Ana, de Virna Molina e Ernesto Ardito
Prêmio Especial do Júri: Los Niños, de Maite Alberdi

JÚRI DA CRÍTICA:

Melhor curta-metragem: O Quebra-Cabeça de Sara, de Allan Ribeiro
Melhor longa estrangeiro: Pinamar, de Federico Godfrid
Melhor longa brasileiro: As Duas Irenes, de Fabio Meira

Aperte o play e confira os melhores momentos da cerimônia de premiação:

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Foto: Diego Vara/Pressphoto.

Vergel, de Kris Niklison, encerra Mostra Competitiva de longas brasileiros do 45º Festival de Gramado

por: Cinevitor

vergelgramadotapeteEquipe do filme no tapete vermelho.

Na sexta-feira, 25/08, foi exibido o último filme da Mostra Competitiva de longas brasileiros do 45º Festival de Cinema de Gramado. Vergel, dirigido por Kris Niklison, fala sobre um luto repentino que leva uma mulher à beira da loucura. Trâmites funerários, calor e uma vizinha que vem regar as plantas se juntam em um périplo emocional no qual é impossível distinguir o real do irreal.

A diretora argentina subiu ao palco do Palácio dos Festivais acompanhada pela produtora executiva Mi Chan Tchung e pelo produtor administrativo Victor Schneider: “É uma honra incrível estar num festival dessa magnitude, sabendo que estão sentadas aqui grandes personalidades do cinema brasileiro que eu admiro. Eu comecei a fazer cinema na Argentina, mas o Brasil é um país muito querido para mim”, revelou.

Em seu discurso, Kris agradeceu sua equipe e suas atrizes brasileiras, Camila Morgado e Maria Alice Vergueiro, e falou também sobre essa coprodução entre Brasil e Argentina. Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação de Vergel no Palácio dos Festivais:

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

Dira Paes é homenageada com o Troféu Oscarito no 45º Festival de Gramado

por: Cinevitor

diraoscarito2Dira Paes no palco: emoção e aplausos.

Com 33 anos de carreira e mais de 40 filmes no currículo, a atriz paraense Dira Paes foi homenageada com o Troféu Oscarito, destinado a grandes atores da cinematografia brasileira, na sexta-feira, 25/08, no 45º Festival de Cinema de Gramado.

Ainda na plateia, Dira foi surpreendida pela presença da atriz gaúcha Araci Esteves, que reviveu, no Palácio dos Festivais, a protagonista do longa Anahy de las Misiones, de 1997, na qual sua personagem procurava a filha Luna, interpretada por Dira no longa de Sérgio Silva. Convocada pela Anahy de Araci, a homenageada subiu ao palco para receber o Troféu Oscarito.

“Eu devo tudo ao cinema brasileiro, que terminou de me criar, me apresentou pessoas que viraram referências para minha personalidade. O cinema faz parte da minha vida há 33 anos e o que eu divido com vocês é um agradecimento”, disse a atriz, emocionada.

Dira também aproveitou o momento não apenas para prestar homenagem ao cinema brasileiro, mas também para se juntar aos cineastas que, em Gramado, se mobilizaram para defender a renovação da Lei do Audiovisual: “Peço, em nome da classe do audiovisual brasileiro que tanto o ministro da Cultura quanto o presidente da República possam pensar em discutir políticas audiovisuais com os profissionais do audiovisual. Nós sabemos o que é bom para o cinema brasileiro!”, finalizou.

Antes da homenagem, Dira Paes participou de uma coletiva de imprensa no Hotel Serra Azul e falou sobre o início de sua carreira, Lei do Audiovisual, que foi vetada pelo presidente Michel Temer naquela tarde, relembrou algumas de suas personagens marcantes e também sua passagem por Gramado em outras edições.

Aperte o play e confira os melhores momentos da coletiva e da homenagem:

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Foto: Diego Vara/Pressphoto.

Carlos Gerbase apresenta Bio no 45º Festival de Cinema de Gramado

por: Cinevitor

biogramadoEquipe reunida no palco.

O cineasta gaúcho Carlos Gerbase, figurinha carimbada do Festival de Gramado, voltou ao evento na quinta-feira, 24/08, para apresentar seu mais novo filme, o falso documentário Bio, que narra a história de um homem que viveu 101 anos, teve quatro famílias e fez descobertas científicas importantes.

O filme foi exibido na Mostra Competitiva de longas brasileiros e o diretor e sua equipe tomaram conta do palco do Palácio dos Festivais com a presença de grande parte do elenco, que, ao total, conta com 39 atores. Maitê Proença e Zé Victor Castiel falaram em nome de seus colegas, além da produtora executiva, Luciana Tomasi, esposa do diretor, que também discursou.

Na manhã seguinte à exibição, Carlos Gerbase participou de um debate com a imprensa acompanhado pelas atrizes Branca Messina e Tainá Müller; pelo diretor de arte, Bernardo Zortea; pela produtora executiva; e pelo diretor de fotografia, Bruno Polidoro.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação e do debate de Bio no 45º Festival de Cinema de Gramado:

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Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto.

45º Festival de Gramado: atriz argentina Soledad Villamil recebe o Kikito de Cristal

por: Cinevitor

soledadkikitogramadoArgentina homenageada em Gramado.

Dedicado a expoentes do cinema latino-americano, o troféu Kikito de Cristal foi entregue à atriz argentina Soledad Villamil, na quinta-feira, 24/08, no Palácio dos Festivais. Seu maior sucesso veio em 2009, quando atuou em O Segredo dos Seus Olhos, longa argentino dirigido por Juan José Campanella, que levou o Oscar de melhor filme estrangeiro, em 2010. Mas, sua relação com o cinema começou ainda no início da década de 1990. Soledad já havia trabalhado com Campanella em outro reconhecido filme argentino: O Mesmo Amor, a Mesma Chuva, de 1999, exibido no 28º Festival de Cinema de Gramado.

Como atriz, a homenageada também acumula trabalhos no teatro e na televisão argentina. Além disso, Soledad também tem uma carreira consolidada na música, como cantora.

No palco do 45º Festival de Cinema de Gramado, Soledad foi surpreendida com depoimentos de colegas de trabalho no telão, como Edson Celulari, Ricardo Darín, Leonardo Machado e Paulo Nascimento. Depois disso, ainda muito emocionada, fez seu discurso de agradecimento. Mas, as surpresas continuaram. Quando já estava quase sentando na poltrona do cinema, Soledad voltou ao palco para cantar, a pedido do público.

Aperte o play e confira os melhores momentos da homenagem:

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Foto: Diego Vara/Pressphoto.

Caroline Leone e Magali Biff apresentam Pela Janela no 45º Festival de Gramado

por: Cinevitor

pelajanelagramadoDiretora e equipe no palco.

Dirigido por Caroline Leone, Pela Janela conta a história de Rosália, interpretada por Magali Biff, uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José, papel de Cacá Amaral, que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.

Vencedor do Prêmio FIPRESCI, concedido por críticos internacionais de cinema, no Festival Internacional de Cinema de Roterdã, Pela Janela foi exibido no 45º Festival de Cinema de Gramado na quarta-feira, 23/08, na Mostra Competitiva de longas brasileiros.

Aperte o play e confira os melhores momentos da apresentação do filme no palco do Palácio dos Festivais e trechos da coletiva de imprensa, que aconteceu na manhã seguinte à exibição, com a presença da diretora, das produtoras Sara Silveira e Maria Ionescu, do diretor de arte Juan Giribaldi, da protagonista Magali Biff e do diretor de fotografia, Claudio Leone. Assista:

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Foto: Diego Vara/Pressphoto.